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O Ministério da Educação (MEC), em portaria publicada na edição desta quinta-feira (21) do Diário Oficial da União (DOU), regulamenta a implantação de 54 escolas cívico-militares nos estados, municípios e Distrito Federal (DF) em 2020, na modalidade de projeto piloto. 

Anunciado pelo governo federal no início de setembro, o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim) prevê a implementação de 216 escolas cívico-militares em cada um dos estados da federação e Distrito Federal até 2023. De acordo com o MEC, neste modelo de escola, as secretarias de educação continuam responsáveis pelos currículos escolares. No entanto, é papel dos militares atuarem como monitores da gestão educação. A adesão ao programa é voluntária.

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Como forma de seleção das escolas participantes, o MEC irá utilizar critérios como a existência de alunos em situação de vulnerabilidade social e com desempenho abaixo da média estadual no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Também é necessário que as escolas ofertem ensino fundamental 2 e possuam entre 500 e mil alunos.

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O prazo para os feras interessados em estudar no Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) realizarem a inscrição no vestibular 2020.1 se encerram nesta quinta-feira (21). Para participar, os estudantes devem acessar o site da Comissão de Vestibulares e Concursos, preencher o formulário e pagar a taxa de inscrição, no valor de R$ 30 para cursos técnicos e R$ 55 cursos superiores exclusivamente no Banco do Brasil. 

São oferecidas 4.715 vagas entre cursos técnicos, superiores e Educação de Jovens e Adultos (EJA). As provas serão realizadas no dia 15 de dezembro e terão 30 questões para candidatos a cursos técnicos e 50 para quem concorre a uma vaga em cursos superiores, além de uma redação. 

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Os candidatos podem escolher estudar nos campi Abreu e Lima, Afogados da Ingazeira, Barreiros, Belo Jardim, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru, Garanhuns, Igarassu, Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Palmares, Paulista, Pesqueira, Recife ou Vitória de Santo Antão. 

O IFPE introduziu os cursos de graduação em gastronomia e engenharia ambiental e sanitária, engenharia civil, tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas, e administração e sistemas para internet. O campus Ipojuca também inaugura os cursos técnicos integrados (ao ensino médio) em Mecânica e em Segurança do Trabalho. Já o campus Palmares passará a ofertar o curso técnico subsequente Informática para Internet. 

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O prazo para alunos de universidades inscritos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2019 preencherem o Questionário do Estudante se encerra nesta quinta-feira (21). Os estudantes inscritos só recebem o Cartão de Confirmação de Inscrição, que contém informações sobre o local de prova, horários e atendimentos especiais, após o preenchimento do questionário. 

As provas serão aplicadas no próximo domingo (24) para mais de 430 mil universitários de todo o Brasil. A realização do Enade é requisito para que os estudantes habilitados ao exame possam colar grau. Para preencher o questionário, os estudantes devem se cadastrar no Sistema Enade 2019, realizar o primeiro acesso e fazer login.

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O Enade tem como objetivo avaliar a qualidade do Ensino Superior no Brasil. Em 2019, serão avaliados os estudantes concluintes das áreas de ciências agrárias, ciências da saúde e afins, engenharias e arquitetura e urbanismo. Os cursos superiores de tecnologia nas áreas de ambiente e saúde, produção alimentícia, recursos naturais, militar e de segurança também entraram na lista. 

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O período de inscrições para o Programa de Residências Médica e Multiprofissional 2020 da Universidade de Pernambuco (UPE), que tinha sido prorrogado, será encerrado na próxima quinta-feira (21). A residência médica conta com 866 vagas em 78 especialidades, enquanto os programas multiprofissionais têm 644 vagas para 63 áreas de atuação. 

Para participar, os interessados devem acessar o site da universidade. O prazo para pagamento da taxa, no valor de R$ 490 para residência médica e R$ 290 para programas multiprofissionais, é a próxima sexta-feira (22). A postagem dos documentos, que devem ser enviados para a Av. Rui Barbosa, 1599, bairro das Graças – Recife/PE, CEP 52050-000, também deve ser feita até a sexta. 

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A seleção dos candidatos a residentes será feita através da realização de uma prova objetiva de caráter classificatório e eliminatório no dia 8 de dezembro e o resultado será divulgado em 24 de janeiro de 2020.

A bolsa paga aos residentes aprovados na seleção durante o período do programa é de  R$ 3.330 ao mês. Para mais detalhes, acesse os editais de residências médicas e multiprofissionais

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O "Projeto Gradação", desenvolvido pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), abriu as inscrições no curso preparatório para o vestibular Letras/LIBRAS 2020. As 30 vagas disponíveis são destinadas prioritariamente a estudantes que tenham  concluído o Ensino Médio na rede pública ou na rede privada de ensino (na condição de bolsista), podendo ser surdos ou ouvintes.

Os estudantes interessados devem se inscrever através de um formulário on-line até a próxima segunda-feira (25). O processo de seleção dos alunos será feito através de uma entrevista de caráter eliminatório e/ou classificatório no dia 27 de novembro, além de uma redação no dia 28. 

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O resultado será publicado no site do Projeto Gradação, no dia 29 de novembro, e as aulas ministradas no Centro de Educação (CE) da UFPE todos os sábados, das 8h às 16h, a partir do dia 7 de dezembro. Para mais informações, acesse o edital da seleção para o curso. 

O "Projeto Gradação", segundo a UFPE, foi criado para apoiar pessoas que não tiveram oportunidades de aprendizagem nos padrões exigidos para entrar no ensino superior, fornecendo palestras e aulas inclusivas, abordando temáticas étnicas, políticas e culturais conectados a ideias de pensamento crítico e igualdade.

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Estudantes brasileiros que desejam seguir com sua qualificação na Europa têm algo a comemorar. Instituições de Ensino Superior (IES) de renome do Reino Unido permitem que participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) utilizem a nota do Enem e o Certificado do Ensino Médio para participar do processo de admissão em algumas universidades. Na lista, elaborada pela empresa Universidade do Intercâmbio, estão academias como Kingston University London, Birbeck, University of Bristol, University of Glasgow e Oxford, considerada uma das melhores do mundo.

Mesmo com as vantagens, o Reino Unido impõe um tipo de treinamento de adaptação com duração de um ano antes da iniciação do curso. O período chamado de Foundation Year procura estabelecer o aperfeiçoamento da comunicação em língua inglesa, oferece aulas de redação, metodologia de pesquisa, estudo dirigido, entre outras matérias. Ao término do processo inicial, os alunos serão submetidos a um método de admissão próprio de cada universidade.

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Confira cinco instituições de destaque no Reino Unido:

1 - Universidade de Oxford

Uma das universidades mais renomadas do mundo aceita a nota dos participantes do Enem. Segundo a Universidade do Intercâmbio, em média, 20% dos candidatos estrangeiros são aprovados no rigoroso vestibular de Oxford.

2 - Kingston University London

Além de outras avaliações, Kingston exige o mínimo de 55% de aproveitamento no Enem.

3 - University of Bristol

Brasileiros que já concluíram um ano de graduação por aqui com notas altas, podem participar do processo seletivo de um curso semelhante sem precisar passar pelo Foundation Year. Também é possível optar pelo ingresso em Bristol por meio do treinamento de adaptação.

4 - Birkbeck

Bem parecido ao sistema de seleção de Bristol, Birbeck permite o acesso à universidade por meio do Foundation Year ou pela conclusão do primeiro ano de curso com média geral mínima de 7.5 no Brasil.

5 - University of Glasgow

A mais conhecida da Escócia tem tradição em receber brasileiros. Em Glasgow, além do Enem, diplomas de bacharelado são considerados para o aceite de alunos estrangeiros.

As comemorações corporativas de final de ano é uma ótima oportunidade para estreitar laços e criar novas chances de evoluir na carreira. Contudo, alguns cuidados são fundamentais para não colocar tudo a perder e se prejudicar com o excesso de exposição.

 “Vale reforçar que é importante a participação na festa. Se ausentar pode passar a impressão de que o funcionário não está interessado em interagir com os colegas da empresa ou pode demonstrar que são antissociais. Exagerar na bebida, usar roupas extravagantes, gritar ou fazer brincadeiras indelicadas podem prejudicar a imagem do participante”, explica Denise de Fátima Alonso, coordenadora do curso de Recursos Humanos da Universidade UNG.

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 Confira as dicas da professora de como se comportar na festa da firma.

 

Qual o principal objetivo desse tipo de confraternização? 

O principal objetivo das festas em empresas seria o de socializar e integrar os funcionários, promovendo um clima mais favorável e de maior satisfação e aproximação com a organização e chefia, bem como o de retribuir pelo empenho e resultados dos funcionários. 

É indicado aproveitar a ocasião para pedir aumento ou falar sobre anseios profissionais?

Não é de bom tom conversar sobre problemas no trabalho e muito menos solicitar aumento ao chefe em um momento de descontração, onde o foco é outro. O funcionário é visto neste momento como inconveniente e sem bom senso, pois entende que ele deveria perceber que naquele momento o que for discutido não será levado adiante, por se tratar de uma conversa informal e fora do contexto. 

 Que tipo de vestimenta é indicado para homens e mulheres?

O que a ocasião pedir. Verificar o ambiente que será a festa, na própria empresa, restaurante, clube, pois cada local pede um tipo de vestimenta. Para não errar, procure se vestir sem exageros tanto para os homens como para as mulheres. Evite decote, minissaia, roupa justa que poderá causar algum comentário indesejado, pois o corpo fala e a postura ou a vestimenta representa algo para o outro que está observando. Não é o momento de causar e sim de mostrar sua capacidade de se socializar.

 Quais os cuidados cruciais que se deve ter nesse tipo de evento?

Evite faltar nestes eventos, pois a sua presença demonstra participação e interesse pela empresa;

Evitar bebidas em demasia, para não se tornar inconveniente, pois a imagem daquele momento poderá influenciar na percepção e avaliação das pessoas, bem como da sua chefia, que poderá achar que este é seu comportamento habitual;

Evitar comentários negativos, ou piadinhas sobre a empresa e pessoas, tudo que for falado será avaliado por alguém e poderá ser usado contra você;

Evitar intimidades com chefias, por se tratar de um ambiente descontraído, alguns funcionários aproveitam para se tornarem mais íntimos, sem a percepção se o outro está dando ou não esta abertura;

O desconforto maior para os funcionários nestas situações é no dia seguinte, em que ele poderá ser o comentário da festa, o que no momento do evento era diversão, pode se transformar em chacota, não devemos esquecer que a festa é uma extensão do nosso local de trabalho e devemos agir como fazemos todos os dias com todo cuidado e preocupação com a nossa imagem e reputação. 

 É indicado levar parentes na festa?

Depende da situação. Existem festas realizadas com o intuito de integrar a família, com gincanas, presentes e atividades para os filhos e nesse caso cabe levar seus familiares, mas em uma confraternização somente para os funcionários, corre-se o risco das pessoas sentirem ciúmes ou interpretarem de forma errônea amizades e comentários podem surgir, gerando desconfianças, brigas entre casais, bem como algum desconforto no ambiente da festa.

 

* Da Assessoria de Imprensa

Alunos-docentes bolsistas que atuaram no pré-vestibular da Universidade de Pernambuco (Prevupe) reclamam sobre atraso de salário referente aos meses de agosto, setembro e outubro. As aulas tiveram início em julho e seguiram até outubro, mês anterior ao do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

De acordo com o estudante João Azevedo, que deu aulas de geografia durante o pré-vestibular, não é a primeira vez que o atraso acontece. “No ano passado, o projeto acabou em novembro, e só viemos receber o pagamento do último mês no início deste ano”, conta. 

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Segundo o professor, o Prevupe tem sofrido com a falta de recursos, visto que o valor das bolsas e o tempo de projeto diminuíram. “Esse atraso (de três meses) nunca aconteceu antes, chegou um momento que não tivemos dinheiro para dar aula. Além disso, o pré-vestibular antes durava sete meses, ano passado durou cinco e em 2019 foi praticamente apenas quatro meses”, declara. 

Azevedo também informa que, na edição 2019, foi criada uma nova gestão para o pré-vestibular, visto que estavam ocorrendo diversos problemas com a coordenação anterior. “No começo do projeto, a nova gestão falou que seria maravilhoso e que os pagamentos seriam em dia, mas só que não foi. Eles continuam cobrando várias pontualidades da gente, mas não não houve nenhuma melhora”, lamenta.

Como forma de protesto, João Azevedo e os demais alunos-docentes criaram uma página no Instagram que utiliza sátiras para compartilhar o sofrimento vivenciado por eles. “A página utiliza memes que refletem nosso desespero: quando vamos ao banco e encontramos a conta vazia ou quando ligamos para o Prevupe e eles informam que não há previsão de pagamento”, cita o professor.

Além da página na rede social, os professores estão organizando um protesto, ainda sem data definida, no qual irão se dirigir ao Instituto de Apoio à Fundação Universidade de Pernambuco (IAUPE), órgão responsável pelo Prevupe, com um bolo para cantar parabéns pelos três meses de atraso.

Questionada pelo LeiaJá, a Universidade de Pernambuco informou que a Secretaria de Educação e Esportes, responsável pelo pagamento das bolsas, informou que os salários referente ao Prevupe já estão em vias de tramitação. A pasta diz ainda que as pendências serão regularizadas até o final da próxima semana.

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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou que o Brasil deverá ficar em último lugar na América Latina no Programa Internacional de Avaliação de estudantes (Pisa), um exame feito com base amostral entre estudantes de 15 anos. Coordenada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a avaliação terá seu resultado divulgado em dezembro.

Ele disse que resultados ruins já podem ser atribuídos a gestões anteriores, com "abordagens esquerdistas". Questionado se estava adiantando os dados, Weintraub foi vago. "Tem uma grande probabilidade de a gente está figurando lá no fundo, nas últimas posições", disse. "Estou supondo com base em números robustos."

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Durante evento no Palácio do Planalto, o ministro afirmou que a meta é conseguir colocar o Brasil em primeiro lugar na América Latina nesse ranking. Mas conta para isso com um eventual segundo mandato do presidente Jair Bolsonaro. "Não sou eu só quem vou fazer. Um monte de profissionais que não tinham espaço antes, estão substituindo os 'experts'", completou.

Na última edição do Pisa, de 2015, o Brasil já ficou entre os piores entre as nações avaliadas, mas não estava na lanterna. A República Dominicana teve resultados piores nas três competências avaliadas (Leitura, Matemática e Ciências) e o Peru, em duas delas (Leitura e Ciência). Na frente do Brasil estavam Colômbia, Chile, México e Uruguai.

Conexão

A fala ocorreu quando a equipe do MEC anunciava mais uma etapa do Educação Conectada, um programa criado na gestão do governo de Michel Temer para conectar escolas públicas com internet. Nesta fase, 32 mil instituições vão ganhar conexão em 2020.

Os recursos serão repassados diretamente para as instituições. A expectativa é de que o projeto como um todo tenha um investimento de R$ 224 milhões em 2020. A meta é de que 70 mil escolas sejam atendidas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves, afirmou ontem em Belo Horizonte que o governo federal vai criar um canal para que pais de alunos possam reclamar de professores que, durante as aulas, atentem "contra a moral, a religião e a ética da família". A ministra esteve na capital mineira para participar de audiência pública na Assembleia Legislativa sobre suicídio e automutilação entre jovens. Ela disse que o dispositivo será anunciado ainda este ano, mas não deu detalhes sobre o funcionamento.

"O canal está sendo formatado entre os ministérios da Educação e dos Direitos Humanos. Vai ser anunciado em breve. O que queremos é somente o cumprimento da lei. O Brasil é signatário do Pacto de São José da Costa Rica. Lá está dizendo que a escola não pode ensinar nada que atente contra a moral, a religião e a ética da família." Procurado, o MEC não se manifestou.

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A ministra, como exemplo, citou o caso de um professor do 6º ano de uma escola do Distrito Federal que teria pedido aos alunos redação sobre sexo oral e anal. "A família precisa ser ouvida. O que queremos trabalhar no Brasil é uma parceria de escola e família. A família sendo consultada, mas não delegando suas responsabilidades."

A gestão Jair Bolsonaro é crítica de uma suposta doutrinação e pregação da "ideologia de gênero" em sala de aula pelos docentes. Esse termo vem sendo usado por grupos conservadores, mas não é adotado em universidades e escolas. O combate à doutrinação é uma bandeira do movimento Escola Sem Partido, grupo criado em 2004 para cobrar mecanismos que vigiem e punam supostos excessos de professores. Nos últimos anos, têm tramitado no Congresso e nos Legislativos locais projetos de lei inspirados nessa ideia - parte foi aprovada.

Forma 'correta'

Segundo a ministra, a melhor forma de tratar temas como o sexo é "de forma correta, obedecendo às especificidades da idade, com professor preparado, como era muitos anos atrás quando eu era criança", disse ela, que prometeu que não haverá embates. "Temos o conceito do que é bom. O professor tem bom senso. Não vamos de forma alguma instaurar uma guerra contra a escola. Tudo o que a gente quer é uma parceria entre escola e família. E é possível."

Damares disse que um material "adequado" será enviado pelos ministérios e que não haverá punições contra professores. "É possível falar de todos esses temas de forma didática, de forma educativa. O que estamos falando é sobre os absurdos que aconteceram como ontem", disse ela, referindo-se ao professor de Brasília. "Não existe aqui nenhum governo radical, opressor, que vai proibir falar sobre esses temas, obedecendo, repito, ao material didático certo, à idade certa e à forma certa com as crianças."

Em maio, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, chegou a incentivar que fossem denunciados professores, funcionários, pais e alunos que incentivassem protestos durante o horário escolar. Naquela época, grupos de estudantes e cientistas foram às ruas para protestar contra os cortes federais de verbas na área.

Em setembro, Weintraub encaminhou um ofício às secretarias de educação, recomendando a pluralidade no ensino. O ministro evitou relacionar o documento, que não fazia menção a "doutrinação" ou "ideologia" ao Escola sem Partido e disse que o objetivo era "aliviar tensões".

Avaliação

A presidente-executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, afirmou que esse tipo de proposta "vai na contramão" da melhoria da educação. "A criança aprende quando tem uma boa relação com o professor. Se essa relação é quebrada pela desconfiança, o aluno deixa de aprender", disse. De acordo com Priscila, as "crianças precisam estar expostas às opiniões diferentes e esse tipo de ação pode atrasar ainda mais o País".

Na opinião de Ocimar Alavarse, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), uma estratégia do tipo pode prejudicar o diálogo e "eventuais erros de professores deveriam ser tratados dentro da própria escola". (Colaborou Gilberto Amendola)

Nesta terça-feira (19) o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anunciou a anulação de uma questão de ciências humanas, mais especificamente de geografia, no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O motivo foi que a questão já havia aparecido na prova especial “braile/ledor”, aplicada para pessoas com cegueira e baixa visão, no ano de 2018. 

Segundo a nota oficial do Inep, nenhum participante do exame será prejudicado pela anulação devido à forma como a nota do Enem é definida. O Inep não esclarece, no entanto, se todos os estudantes receberão a pontuação da questão e nem se ela era considerada, no contexto da prova e da TRI, fácil, média ou difícil. 

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“O cálculo estatístico da nota do Enem, de acordo com a metodologia da Teoria da Resposta ao Item (TRI), considera a combinação da coerência do padrão de resposta com o pressuposto da cumulatividade, e ainda, as características (parâmetros de complexidade) de cada item. Por isso, a anulação de um item, ou mesmo a aplicação de provas com itens diferentes, não compromete o processo de estimação da nota das participantes”, afirmou o Instituto. 

A utilização do um Banco Nacional de Itens (BNI), segundo o Inep, assegura a qualidade da prova por ter “diversidade de temas e autores”. Ainda de acordo com o instituto, dessa forma se evita “a recorrência em relação a edições anteriores”. Mas, diante de uma falha nesse processo, professores e alunos questionam a possibilidade de haver mais questões passíveis de anulação e também a segurança do processo de elaboração do Exame. 

O que dizem os professores?

Na análise da professora de geografia Ariane Silva, o item anulado corresponde a uma questão fácil, mas também polêmica por expor a “relação entre distribuição de renda e desigualdade social, algo bem batido quando se fala no mundo globalizado que vivemos”.  

Ela também cita uma certa insegurança quanto à afirmação do Inep de que nenhum estudante sofrerá prejuízos pois “segundo a lógica desse método [Teoria de Resposta ao Item], se o aluno acerta uma questão difícil e erra uma fácil por exemplo, ele perde pontos” e, em sua visão, a questão anulada era uma classificadas como “fácil”. 

Já Dino Rangel, também professor de geografia, criticou o erro do Inep ao repetir uma questão de outro ano e também colocou a versão oficial dos fatos apresentada pelo instituto em dúvida. Para ele, não há justificativa para uma questão ser repetida havendo uma comissão de professores cuidando da elaboração da prova durante o ano inteiro e a anulação teria motivos políticos. 

“O Brasil entrou outra vez no mapa da fome em 2019, a questão fala em distribuição de renda e o governo é neoliberal. Acredito que foi desculpa para anular uma questão que incomoda. Tem um ano para analisar [as questões], acho que ter sido repetida não é a real motivação da anulação”, disse o professor. 

Dino também afirma que a prova e a nota dos estudantes não são comprometidas em larga escala, mas na sua visão o Enem como um todo é prejudicado pelas posições ideológicas do governo federal. “Acredito que exista uma consolidação do conservadorismo ideológico do governo porque a questão toca diretamente em um problema social que o país vivencia. Ideologicamente existe um comprometimento da prova”, disse o professor.

Logo após a prova do primeiro dia do Enem, o professor abordou a temática “fome” no Enem durante uma entrevista ao Vai Cair no Enem (@vaicairnoenem), que é produzido em parceria com o LeiaJá. Na ocasião, Dino comentou a questão anulada pelo Inep e afirmou que ela cita, indiretamente, ideias de Karl Marx

Como contestar questões do Enem?

O Inep afirma, em seu site, que não cabe a interposição de recurso às questões. O motivo, de acordo com o instituto, é que as questões passam por um sistema rigoroso de análise prévia por vários professores da área de cada questão. 

“A produção das questões envolve uma comissão de especialistas, ou seja, é avaliada por vários professores da área de conhecimento antes de ser usada em uma prova. Por isso, não existe recurso administrativo para contestar as questões do Enem, uma vez que o gabarito das provas objetivas é analisado e revisado por um grupo de especialistas previamente”, afirma o órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC). 

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira também não aceita recursos contestando as redações sob a justificativa de que o sistema de correção já envolve uma reavaliação dos textos. “A prova de todos os participantes é corrigida por dois professores e, quando há discrepância na nota, um terceiro especialista também corrige a prova”, afirmou o Inep. 

A postura do Inep quanto à impossibilidade da interposição de recursos é avaliada pela professora Ariane Silva como injusta. “Para reivindicar gabaritos e criticar as questões não se tem abertura, mas para anulação argumentam não prejudicar o alunado quando se sabe que, indiretamente, [a medida] vai prejudicar as pessoas que teriam acertado uma questão que foi fácil, além de demonstrar uma fragilidade na organização da elaboração da prova”, afirmou a professora. 

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A anulação de uma questão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), anunciada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), pegou muitos participantes de surpresa. Diante do ocorrido, é comum que os estudantes se perguntem se há a possibilidade de mais questões da prova serem anuladas. 

O LeiaJá procurou professores para analisar a prova do Enem e os gabaritos oficiais para saber se há questões passíveis de contestação. Na prova de ciências da natureza, o professor de física Carlos Júnior apontou um problema na questão 111 na prova azul - que corresponde à questão 113 no caderno rosa, 107 na prova amarela e 118 no caderno cinza. A questão apresenta um tijolo de 2,5 kg em queda livre atingindo um capacete e pede ao estudante que descubra a força impulsiva média do impacto. O enunciado ainda solicita que o aluno diga a quantos tijolos iguais, em peso, essa força equivale. Segundo o professor, a questão tem um enunciado mal feito e possibilitou erros ao desconsiderar um princípio físico. 

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“Quando se fala de força resultante não se trata apenas de uma única força e sim da soma de todas no sistema. Tratar força impulsiva como sinônimo de resultante, ficaria a pergunta, ‘qual força não é impulsiva?’. Se a questão assumir o valor de 2p poderia assumir o valor das outras alternativas. Como um tijolo cai de uma altura de 5 m, ele irá atingir o capacete com velocidade de 10m/s. Se considerarmos apenas uma dimensão, ocorrerá que certo momento a velocidade relativa tijolo-capacete será nula ou seja não importa o tipo de colisão, o "X" da questão está no tempo de colisão, pois, tal tempo, não seria possível desprezar a força peso. Nesse caso, teríamos como força normal média o valor de 75 N. Então, a razão entre a força normal média com peso daria uma mínima equivalência de 3 tijolos ou mais”, disse o professor. 

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Já na prova de ciências humanas, a professora de filosofia e sociologia Cristiane Pantoja apontou a redação do enunciado da questão 69 da prova branca como problemática por poder levar os estudantes à dúvida. De acordo com ela, o texto apresenta a relação entre ser humano e natureza e questiona a respeito de qual corrente filosófica essa característica remete. O problema, segundo a professora, é que tanto o materialismo dialético quanto o racionalismo cartesiano, que é a resposta correta, estavam entre as alternativas e discutem a relação humana com a natureza. 

O LeiaJá também ouviu os professores José Carlos Mardock (história), Benedito Serafim (geografia e atualidades), Diogo Xavier (linguagens), Ricardinho Rocha (matemática), Gustavo Holanda (química) e André Luiz (biologia). Todos eles afirmaram não ter encontrado nenhuma questão passível de contestação nas provas. 

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Nesta terça-feira (19), o presidente do Instituto Nacional de Educação e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),  Alexandre Lopes, assinou cinco novos convênios com universidades portuguesas. As instituições de ensino passam a aceitar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), aumentando para 47 o número de universidades que usam o exame como forma de ingresso. 

Com a assinatura dos convênios, os brasileiros poderão ingressar no Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes (Ismat), no Instituto Superior Dom Dinis (Isdom), no Instituto Superior de Gestão (ISG), Instituto Superior de Gestão e Administração de Santarém (Isla Santarém) e no Instituto Superior de Gestão e Administração de Gaia (Isla Gaia). 

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O Enem Portugal foi criado em 2014, ano em que algumas universidades do país europeu já aceitavam as notas do Enem. O intuito foi facilitar o ingresso dos alunos por meio de acordos interinstitucionais de cooperação. 

De acordo com Alexandre Lopes, presidente do Inep, a ampliação dos convênios cria oportunidades aos estudantes do Brasil. “Toda a oportunidade que a gente possa dar ao estudante brasileiro, dele se abrir para o mundo, buscar conhecimentos novos, é enriquecedora, e este é um trabalho muito importante para o Inep”, disse Lopes. 

Veja a lista completa de instituições de ensino em Portugal que aceitam a nota do Enem:

1. Universidade de Coimbra (UC) 

2. Universidade do Algarve (UAlg)

3. Instituto Politécnico de Leiria. 

4. Instituto Politécnico de Beja (IPBeja)

5. Instituto Politécnico do Porto (P.Porto) 

6. Instituto Politécnico Portalegre (IPP)

7. Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) 

8. Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) 

9. Universidade de Aveiro (UA) 

10. Instituto Politécnico da Guarda (IPG) 

11. Universidade de Lisboa (ULisboa) 

12. Universidade do Porto (U.Porto) 

13. Universidade da Madeira (UMa) 

14. Instituto Politécnico de Viseu (IPV) 

15. Instituto Politécnico de Santarém (IPSantarem) 

16. Universidade dos Açores (UAc) 

17. Universidade da Beira Interior (UBI)

18. Universidade do Minho 

19. Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário (Cespu) 

20. Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Universidade Lusófona)

21. Instituto Politécnico de Setúbal (IPS)

22. Instituto Politécnico de Bragança (IPB)

23. Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) 

24. Universidade Lusófona do Porto (ULP) 

25. Universidade Portucalense (UPT) 

26. Instituto Universitário da Maia (Ismai)

27. Instituto Politécnico da Maia (Ipmaia)

28. Universidade Católica Portuguesa (UCP) 

29. Universidade Fernando Pessoa (UFP) 

30. Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida (ISPA) 

31. Instituto Leonardo da Vinci (ILV) 

32. Escola Superior de Saúde do Alcoitão (Essa) 

33. Universidade Lusíada - Norte

34. Universidade Lusíada 

35. Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC) 

36. Escola Superior Artística do Porto (Esap) 

37. Universidade Europeia 

38. Instituto Universitário de Lisboa (Iscte-IUL) 

39. Escola Superior de Saúde Norte da Cruz Vermelha Portuguesa (ESSNorteCVP)

40. Universidade Autônoma de Lisboa (UAL) 

41. Instituto Politécnico da Lusofonia (Ipluso) 

42. Instituto de Estudos Superiores de Fafe (IESFafe) 

43. Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes (Ismat)

44. Instituto Superior Dom Dinis (Isdom)

45. Instituto Superior de Gestão (ISG) 

46. Instituto Superior de Gestão e Administração de Santarém (Isla Santarém)

47. Instituto Superior de Gestão e Administração de Gaia (Isla Gaia)

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Termina hoje (18) o prazo para os candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pedirem a reaplicação da prova, caso tenham se sentido prejudicados por problemas logísticos durante o exame.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Enem, estabeleceu situações para permitir a reaplicação: em caso de desastres naturais, que tenham prejudicado a infraestrutura do local de prova, falta de energia que tenha comprometido a iluminação da sala de aplicação e falha de procedimento de aplicação que tenha levado algum prejuízo ao participante.

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O pedido de reaplicação deve ser feito na página do participante, no site do Enem. Ainda este mês, sem data definida, o Inep vai informar ao candidato se aceitou ou negou o pedido. Quem vai refazer as provas anote na agenda: 10 e 11 de dezembro, terça e quarta-feira.

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Os estudantes que desejam ingressar na Rede Estadual de Ensino de Pernambuco poderão realizar o primeiro processo de matrículas nesta quarta-feira (20). A partir das 7h, alunos e responsáveis deverão acessar o site de cadastro, disponibilizado pela Secretaria de Educação e Esportes. Ao total, serão 74.978 vagas para as 1.059 escolas espalhadas pelo Estado. O período de inscrições se encerra às 23h59 do dia 27 de dezembro. O anúncio do período de matrículas foi realizado pela pasta na manhã desta terça-feira (19), durante coletiva de imprensa.

Na página de cadastro, o estudante deve informar os seguintes dados: RG, CPF, nome completo, data de nascimento, escola de origem, escola em que pretende estudar, série, turno, nome do responsável, endereço e telefone para contato. As instituições de ensino são disponibilizadas no sistema de acordo com a disponibilidade de vagas.

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Após esse processo, no período de 2 a 16 de janeiro, o aluno ou responsável deve ir até à escola selecionada com o número de inscrição online, cópia de certidão de nascimento, comprovante de escolaridade, comprovante de residência com CEP, documento de transferência, cópia de carteira de vacinação, comprovante de tipo sanguíneo e fator RH, além de uma foto 3x4. Esse processo é o de efetivação de matrícula e garante ao estudante a vaga escolhida na internet.

Do total de vagas disponibilizadas para 2020, 31.919 são destinadas ao ensino fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais) e 43.059 ao ensino médio. Neste montante, está incluída a Educação de Jovens e Adultos (EJA). O secretário de Educação, Fred Amancio, alertou que os estudantes devem ficar atentos pois as vagas em algumas escolas acabam rapidamente. “Algumas escolas são as mais procuradas, então com menos de meia hora, acabam todas as vagas. Às 7h30 de amanhã, algumas escolas já não vão mais aparecer no sistema”, disse.

Quem não tiver acesso à internet em casa poderá realizar as matrículas em laboratórios de informática de cerca de 300 escolas da rede estadual. O início do ano letivo está previsto para 4 de fevereiro de 2020. Em caso de dúvidas, os estudantes podem ligar para o telefone 0800.286.0086, das 7h às 21h, de segunda a sábado, durante os meses de novembro e dezembro. 

Tempo integral

Do total de oportunidades disponibilizadas, 8.655 vagas são para as Escolas em Tempo Integral. Delas, 3.067 são unidades concentradas no Recife e Região Metropolitana e outras 5.588 no interior de Pernambuco. A Secretaria de Educação de Pernambuco salientou que as Escolas Técnicas Estaduais (ETE) não entram no processo de inscrições porque existe um processo seletivo específico para as ETEs.

De acordo com o secretário de Educação Fred Amancio, a quantidade de oportunidades para o ensino integral irá aumentar. “Vamos ampliar a quantidade de escolas em tempo integral e, consequentemente, este número também vai ampliar”, disse. Mais detalhes sobre a ampliação dessa modalidade de ensino não foram divulgadas.

Retardatários

As vagas ociosas durante o primeiro período de matrículas serão disponibilizadas novamente para inscrições entre os dias 20 a 28 de janeiro de 2020. Já o processo de efetivação da matrícula será do dia 21 ao dia 30 do mesmo mês. Esta é a novidade no processo de ingresso da rede estadual deste ano, já que nos anos anteriores, o estudante retardatário deveria realizar a matrícula diretamente na escola, caso a instituição estivesse com vagas disponíveis.

Um professor de português foi demitido após 'ensinar' e propor aos alunos do 6º ano uma redação sobre práticas sexuais, na última quarta-feira (13). Os estudantes -entre 10 e 12 anos- do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 104, localizado na Asa Norte, em Brasília, fotografaram o quadro recheado com expressões obscenas.

Após tomar consciência do caso, o diretor da instituição junto a um grupo de pais, prestaram queixa contra Wendel Santana, de 25 anos. Na ocorrência, foi descrito que o professor apresentou conteúdos completamente inadequados e fora do plano de ensino.

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Wendel confirmou ter ministrado o material de cunho sexual e alegou que a intenção era apresentar a diferenciação de expressões formais e informais como exercício de linguagem. Ao G1, o educador também revelou que não foi treinado para dar aulas para esta faixa etária.

A Secretaria de Educação do Distrito Federal garantiu que o contrato temporário com o professor será rescindido. Já os alunos vão receber apoio do Serviço de Orientação Educacional.

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anisío Teixeira (Inep) informou, através de um comunicado publicado nesta terça-feira (19), que as questões 90 do caderno azul, 78 do caderno amarelo, 66 do caderno branco e 72 do caderno rosa foram anuladas. A anulação foi referente à prova de Ciências Humanas e suas Tecnologias

Segundo o Inep, foi identificado que a questão já havia sido cobrada e fez parte do caderno de questões Braile e Ledor do Enem 2018. O caderno Ledor é preparado para os aplicadores que atuam como ledores para os participantes que, por algum motivo, solicitam auxílio para a leitura da prova como recurso de acessibilidade.

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A questão, referente à disciplina de geografia, tratava da foma como um problem político. Em entrevista ao Vai Cair no Enem, projeto multimídia produzido em parceria com o LeiaJá, a questão abordava, indiretamente, a ideologia de Karl Marx.

Devido ao cálculo estatístico feito pelo Inep, a Teoria da Resposta ao Item (TRI), a anulação da questão não compromete o processo de avaliação dos alunos participantes.

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Fotos de questões de uma prova do Colégio Adventista de Belém (PA) estão dividindo opiniões dos internautas nas redes sociais. As perguntas abordam o homossexualismo baseadas em um livro que fala sobre 'cura gay'. Os comentários inundaram o Twitter, na manhã desta terça (19), e a discussão foi grande. 

De acordo com as fotos compartilhadas pelo maquiador Herisson Lopes, as questões foram feitas em uma prova de português do nono ano do Colégio Adventista. O quesito da avaliação questionava se "a bíblia condena a relação homossexual" e "como evitar o homossexualismo". Ele também compartilhou trechos do livro nos quais eram baseados os questionamentos. Entre eles, estavam tópicos como "como a gente deve tratar um gay" e "existe cura?". 

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As fotos logo viralizaram nas redes sociais e os comentários foram inúmeros. Enquanto alguns internautas criticaram a postura da instituição de ensino, outros alegaram ser esperado por ser tratar de uma escola cristã: "Homofobia é crime e estão ensinando isso em escola?"; "Eu to tão passada com tanta propagação de homofobia. Fico extremamente triste pela minha sobrinha ser 'forçada' a ir nessa escola"; "Não confunda Posicionamento, com Preconceito. Isso é Preconceito, exposição de um Grupo Social"; "O colégio é cristão e ensina de acordo com a Bíblia. Agora aquele professor ensinando sobre sexo oral e anal pra crianças em aula de português tá ok, né?".

 

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) ofertará 7.872 vagas na primeira edição de 2020 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). No total, a instituição de ensino dispõe de 124 cursos de graduação; a lista completa de formações oferecidas pode ser vista no site da UFPB.

De acordo com a Universidade, o número de vagas para 2020 teve um aumento de 30 oportunidades. “Esse aumento é motivado pela criação de um novo curso de graduação que é o de Ciência de Dados em Inteligência Artificial”, informou a pró-reitora de graduação Ariane Sá, conforme informações da assessoria de comunicação da instituição de ensino. A formação será ofertada no Centro de Informática, no Campus I, em João Pessoa.

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Ainda segundo a UFPB, do total de vagas disponíveis, 3.930 são para a ampla concorrência e 3.942 estão reservadas para estudantes oriundos de escolas públicas. Os candidatos serão selecionados por meio das notas obtidas em 2019 no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

O cronograma do Sisu 2019 ainda não foi divulgado pelo Ministério da Educação (MEC), órgão responsável pela realização do sistema. Já o resultado individual do Enem está previsto para janeiro de 2020.

O Prêmio Capes Talento Universitário, que tem o objetivo de reconhecer e valorizar mil estudantes com os melhores desempenhos em uma prova de conhecimentos gerais, detalhou o balanço de candidatos inscritos. Segundo informações publicadas pelo Ministério da Educação (MEC) na tarde desta segunda-feira (18), mais de 20 mil inscrições foram registradas.

Graduandos de universidades públicas ou privadas podem participar da disputa. Os candidatos devem ser brasileiros e ter iniciado o ensino superior em 2019, bem como é necessário ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nas últimas duas edições. Mil pessoas deverão ser premiadas, cada uma com o valor de R$ 5 mil, totalizando um investimento de R$ 5 milhões.

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No dia 8 de dezembro, será realizada uma prova com 80 questões de múltipla escolha em 60 cidades brasileiras. O resultado da premiação está previsto para o primeiro semestre de 2020.

“O objetivo do prêmio é valorizar alunos com desempenho de destaque no teste e subsidiar estudos e pesquisas da Capes para a formulação de políticas públicas para a educação superior. Ao todo, o certame vai distribuir R$ 5 milhões para os candidatos com os melhores desempenhos. As inscrições foram encerradas em 13 de novembro. Para participar, o estudante tem que ser brasileiro e ter iniciado a graduação em 2019, presencialmente ou a distância. Também deve ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017 ou 2018", informou o MEC.

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