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Após alguns meses de isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus, o comércio vem reabrindo suas portas gradativamente para manter os negócios em funcionamento. As micro e pequenas empresas brasileiras, por exemplo, apresentaram sinais de pequena reação diante dos impactos da pandemia, como mostra um levantamento realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

A 5ª edição da Pesquisa “O impacto da pandemia de coronavírus nos pequenos negócios”,  realizado entre os dias 25 e 30 de junho, contou com 6.470 participantes entre Microempreendedores Individuais (MEI), microempresas e empresas de pequeno porte, para obter os dados. Segundo as informações levantadas, houve uma leve e gradual recuperação, com uma redução na queda média mensal do faturamento dos pequenos negócios.

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Enquanto na primeira semana de abril a perda média do faturamento chegou a 70%, no último levantamento esse percentual caiu para 51%. Apesar dessa pequena evolução, a pesquisa mostra também que a concessão de crédito para as pequenas empresas ainda não tem acompanhado o aumento significativo da procura desses negócios por empréstimos.

O levantamento aponta que, desde o início da pandemia, 800 mil empresas conseguiram estancar a queda no faturamento. A proporção de pequenos negócios com redução no faturamento caiu de 89% para 84%, desde março, quando foi feita a primeira edição da pesquisa. Essa recuperação, entretanto, não é igual para todos os segmentos. Alguns setores como o agronegócio, indústria alimentícia e pet shop/veterinária apresentam maior capacidade de retomada, ao contrário de setores como turismo e economia criativa.

“O estancamento na queda de faturamento sinaliza um tímido movimento de recuperação. Mas ainda estamos longe de vencer a crise. E sem o destravamento do dinheiro disponível nos bancos, essa retomada será extremamente lenta ou até fatal para os pequenos negócios, pois a reabertura implica em gastos e não necessariamente em demanda de clientes”, ressalta, por meio de nota, o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

O levantamento do Sebrae também mostrou que 30% das empresas voltaram a funcionar desde o início da crise, adaptando-se ao novo cenário, intensificando a transformação digital dos negócios com o aumento das vendas on-line. Em dois meses, 12% das empresas adaptam seus negócio para a internet. Ao mesmo tempo em que houve um aumento de 37% para 44% das empresas que estão utilizando ferramentas digitais para se manterem em funcionamento, houve uma redução de 39% para 23% das empresas que afirmam que só podem funcionar presencialmente.

De forma geral, o levantamento realizado pelo Sebrae ainda mostra outros dados sobre os impactos da pandemia nas pequenas e grandes empresas do Brasil. Quem deseja obter mais informações e conferir os dados da pesquisa, pode acessar o documento.

O programa Mentoria Cresça com o Google está com vagas abertas para a mentoria coletiva destinada a capacitar empreendedores de pequenas e médias empresas. O encontro será realizado no dia 21 de julho, às 18h. O tema é “Como definir o público alvo do meu negócio e minhas estratégias de conteúdo”.

O encontro tem o objetivo de tirar dúvidas e oferecer orientações on-line para profissionais mulheres sobre as principais áreas da rotina de uma empresa que foram impactadas em decorrência da pandemia do novo coronavírus. O programa segue com as mentorias tradicionais de 30 minutos que são ministradas por uma mentora da Rede Mulher Empreendedora (RME). Até o final de setembro, 10 mil encontros individuais serão oferecidos.

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As sessões são gratuitas, terão duração de uma hora e serão conduzidas por especialistas. Inicialmente, serão abertas 24 sessões de Mentorias Coletivas, com 20 vagas por sessão e as inscrições devem ser feitas pela internet. Após confirmar a inscrição, será encaminhado um link para acesso. Os encontros serão realizados nas terças, quartas e quintas-feiras.

Para participar, será necessário ter uma Conta Google, um computador ou smartphone com uma câmera e um microfone, além de uma conexão com a Internet ou dados móveis. Não há limite de participação e todos podem escolher quantas mentorias coletivas quiserem. Além disso, também será discutido temas voltados para as áreas de Inovação, Vendas, Inteligência Emocional, Finanças, entre outros. A agenda completa pode ser conferida no site do programa.

Uma pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) revelou, nesta segunda-feira (6), que os empreendedores negros foram os mais impactados pelos efeitos da pandemia da Covid-19, entre os donos de pequenos negócios no Brasil. A partir das conclusões obtidas, o estudo indicou que 70% dos negócios conduzidos por negros estão situados em cidades que tiveram fechamento parcial ou total dos empreendimentos, enquanto 60% dos negócios comandados por brancos estavam em locais com restrições.

Realizado de 29 de maio a 2 junho, o estudo contou com a participação de 7.403 empresários entrevistados. Um dos recortes revelou que 39% dos empreendedores brancos têm empresas onde aconteceu maior reabertura, “ao contrário dos negros, que são apenas 29%”.

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“A amostragem também identificou que 46% dos negócios liderados por negros tiveram que interromper temporariamente o funcionamento, enquanto 41% dos negócios mantidos por brancos tiveram interrupção temporária”, detalhou o Sebrae, por meio da Agência Sebrae de Notícias. O estudo, batizado de “O impacto da pandemia de coronavírus nos pequenos negócios”, quarta edição, foi desenvolvido em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Ainda segundo a pesquisa, os negócios mantidos por negros sofreram mais impacto porque “não conseguiram funcionar”, principalmente, de acordo com o Sebrae, “por atenderem em sua maioria (45%) somente de forma presencial”. Quarenta por cento dos empresários brancos, por outro lado, continuaram com suas empresas com o auxílio de ferramentas digitais.

“A amostragem identificou ainda que, entre os empreendedores negros, a maior proporção (70%) é de Microempreendedores Individuais (MEI), em sua maioria mais jovem, formado por mulheres e com menor nível de escolaridade em comparação aos brancos”, acrescentou o Sebrae.

Internet

O levantamento traz também um recorte exclusivo sobre redes sociais. Segundo a pesquisa, os pequenos negócios dirigidos por negros usam menos esses recursos para vendas, no entanto, demonstram vontade em passar a utilizar a grande rede para efetuar suas transações.

“Enquanto 48% dos empreendedores brancos já vendiam com auxílio da Internet antes da pandemia, entre os negros são 45%. Por outro lado, entre os que não utilizavam ainda o ambiente online, 21% dos negros responderam que em breve pretendem utilizar, enquanto 17% dos brancos responderam que têm interesse. Entre os que conseguiram expandir as vendas, os negros venderam menos online (37%) do que os brancos (41%). No entanto, dos empreendedores negros que vendem pela Internet, a maior parte utiliza o Whatsapp (88%), enquanto entre os brancos, sites próprios e Facebook são mais utilizados”, detalhou o Sebrae.

Dívidas

Carlos Melles, presidente do Sebrae, revelou que os empresários negros são maioria entre os empreendedores endividados. Melles alertou para dificuldade de acesso a crédito enfrentada pelos donos de negócios. “A dificuldade de acesso a crédito é um grande obstáculo enfrentado pelos pequenos negócios no momento, atingindo com mais força os empreendedores negros que, além de mais endividados (69%), tiveram mais recusa dos bancos”, declarou o presidente do Sebrae.

Conforme o levantamento, 55% dos empreendedores brancos tiveram acesso a crédito negado. O percentual entre os empresários negros foi de 61%.

Os motivos que explicam as desigualdades entre empresários negros e brancos não foram revelados no texto de divulgação da pesquisa. A seguir, o Sebrae destaca as principais conclusões percentuais do estudo:

* Empreendedores negros foram mais afetados pelas restrições de circulação de pessoas, sendo 70% dos negócios localizados em municípios onde houve fechamento parcial (61%) e fechamento total (9%).

* Empreendedores negros tiveram mais interrupção temporária (46%) do que os brancos (41%).

* Entre os negócios conduzidos por negros, 45% não conseguiram funcionar por só existirem presencialmente, entre os brancos a proporção foi 36%.

* Entre as empresas que conseguiram funcionar, 40% são lideradas por brancos que fizeram uso de ferramentas digitais como site e aplicativos. Entre os empreendedores negros, 32% conseguiram funcionar com o uso desses recursos.

* Entre os que conseguiram expandir as vendas, os empresários brancos (41%) passaram a vender mais online do que os negros (37%).

* 87% dos negros e brancos acusam diminuição de faturamento. * Há entre os empreendedores negros, maior proporção de MEI, negócios mais recentes e que faturam menos (39% a menos).

* Entre os empreendedores negros, é maior a proporção de jovens, mulheres e pessoas com baixa escolaridade.

* Os negros utilizam menos redes sociais, aplicativos ou internet para vender, mas gostariam mais de passar a usar. Enquanto os negros usam proporcionalmente mais WhatsApp, os brancos usam mais Facebook e sites próprios.

* É maior a proporção de negros com empréstimos (69%). Entre os negros que têm dívidas, dois em cada três estão em atraso (relação maior que a dos brancos).

* Negros e brancos pediram empréstimo em bancos em proporção semelhante, mas os negros tiveram maior recusa (61%), enquanto para os brancos foi de 55%. O valor solicitado pelos negros (R$ 28 mil) é 26% mais baixo do que o solicitado pelos brancos (R$ 37 mil).

Com informações da Agência Sebrae de Notícias

A Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco (Seteq-PE) promoverá uma série de lives com temas voltados a jovens, trabalhadores e pequenos e  microempreendedores, em parceria com a Secretaria-Executiva de Micro e Pequena Empresa e Fomento ao Empreendedorismo. As transmissões serão realizadas durante o mês de julho, através do perfil do Instagram da Seteq-PE.  

A primeira transmissão acontece na próxima segunda-feira (6), às 19h, e contará com a presença do Jorge de Assis, membro do Programa de Educação e Previdência (PEP) do Instituto Nacional do Seguro Social  (INSS), com o tema ‘Previdência Social em Tempos de Pandemia’.

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De acordo com a Seteq-PE, serão quatro dias de evento planejados para todas as terças-feiras do mês de julho. Através dessa iniciativa, o órgão propõe um espaço de esclarecimento das principais dúvidas para microempreendedores que já são formalizados, e também, os que desejam formalizar seu empreendimento.

Confira, abaixo, o cronograma de lives completo:

Dia 14, às 19h

Tema: Esclarecendo dúvidas frequentes do MEI, com Mayara Silas, servidora do Expresso Empreendedor Recife Centro e Palestrante do MEI. 

Mediação de Luís Gonzaga – Coordenador do Fórum Estadual das Micro e Pequenas Empresas e integrante da Gerência Executiva de Micro Empresa e Fomento ao Empreendedorismo da Secretaria de Trabalho, Emprego e Qualificação. 

Dia 21, às 19h

Tema: Gestão Financeira para Pequenos Negócios, com Sérgio Henrique de Lima Andrade,  Consultor e Empresário.

Mediação de Luís Gonzaga – Coordenador do Fórum Estadual das Micro e Pequenas Empresas e integrante da Gerência Executiva de Micro Empresa e Fomento ao Empreendedorismo da Secretaria de Trabalho, Emprego e Qualificação. 

Dia 28, às 16h

Tema: Crédito Popular: aquisição de crédito consciente após a flexibilização da economia, com Leonardo Santos, diretor de Negócios da AGE – Agência de Empreendedorismo de Pernambuco.

Mediação de Adriana Queiroz – Secretária Executiva de Micro Empresa e Fomento ao Empreendedorismo da Secretaria de Trabalho, Emprego e Qualificação.

A Petrobras e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) prorrogaram o prazo de candidaturas do edital do programa Petrobras Conexões para Inovação. Representantes de startups e pequenas empresas da área tecnológica de todo o Brasil terão até a sexta-feira (3) para realizar as inscrições.

Os inscritos disputarão o valor total de até R$ 10 mi para a elaboração das propostas vencedoras. O concurso, que possui nove áreas tecnológicas, tem por objetivo a efetiva implantação dos produtos nos procedimentos da empresa. “Nossa intenção é buscar junto a essas empresas o desenvolvimento ágil de soluções para superação de desafios, gerando valor para o nosso negócio e, consequentemente, para o setor de óleo e gás. Estamos em busca de respostas criativas”, explica o coordenador do programa, Ricardo Ramos, do Centro de Pesquisas e Inovação da Petrobras (Cenpes), de acordo com a assessoria da instituição.

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Na visão do coordenador, a ousadia é essencial para que os projetos sejam bem sucedidos. Podem ser inscritos projetos nas áreas de tecnologias digitais, robótica, eficiência energética, catalisadores, corrosão, redução de carbono, modelagem geológica, tecnologias de inspeção e tratamento de água. Cada projeto poderá ser custeado em até R$ 500 mil, podendo chegar a R$ 1 milhão, a depender do valor atribuído ao negócio da Petrobras.

Os empresários receberão assessoria da Petrobras e do Sebrae, durante e após o processo seletivo, a fim de que suas propostas sejam implementadas e gerem valor em pouco tempo. Para o Sebrae, a parceria é importante para alcançar melhores resultados entre os empreendedores.

“O Sebrae estará apoiando as micro e pequenas empresas selecionadas nos editais com consultorias empresariais complementares aos projetos de inovação desde o seu início, favorecendo o ingresso efetivo da solução inovadora no mercado e aumentando sua competitividade”, conta o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick. 

O Google anunciou, nesta quinta-feira (25), a abertura de cinco mil vagas para a mentoria Cresça com o Google, voltada para pequenas e micro empresas, em uma parceria com a Rede de Mulheres Empreendedoras (RME). Em tempos de pandemia global, o programa pretende oferecer, de forma on-line e gratuita, orientações para potencializar negócios por meio de especialistas de áreas diversas. 

Os agendamentos podem ser realizados através do site do Cresça com o Google. Para participar, o interessado precisará ter uma conta Google, e o limite de participação em uma mentoria por tema será de um acesso a cada sete dias. É importante ressaltar que a abertura de novas vagas ocorre por etapas, sendo realizada semanalmente. 

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Com essa oferta de novas oportunidades, o programa totaliza dez mil mentorias que serão realizadas até o final de setembro deste ano. O programa opera desde maio e através das mentorias empreendedores puderam sanar dúvidas com especialistas em vendas pela internet (e-commerce), finanças e contabilidade, inteligência emocional, inovação e modelos de negócio, apoio jurídico e marketing digital, cujo os temas estão categorizados no site do programa. 

Após escolher o segmento desejado, o empreendedor deve realizar o preenchimento de formulário com dados pessoais, do negócio e suas principais dúvidas. Em seguida, o candidato deve escolher dia e horário para receber a consultoria e aguardar um e-mail confirmando o compromisso na agenda. Em seguida, o link para acesso será enviado dois dias antes por e-mail, cadastrado no ato de inscrição.

Durante todo o mês de junho, o Instituto Êxito de Empreendedorismo - instituição sem fins lucrativos, promoveu o movimento Empreendedorismo de Sobrevivência com objetivo de ajudar e orientar os empreendedores durante a crise causada pelo novo coronavírus. O seu encerramento acontece no próximo domingo (28), às 10h, com um seminário online e gratuito, que vai reunir grandes nomes do empreendedorismo nacional.

“A nossa expectativa para o seminário é alta. Esse foi um mês de muito aprendizado para todos que acompanharam o movimento Empreendedorismo de Sobrevivência, onde realizamos diversas lives com grandes empreendedores de várias áreas para conseguirmos entender o momento e ajudar, de alguma forma, os profissionais que estão em dificuldades. No seminário não será diferente. Queremos levar o máximo de informação possível com muito conteúdo educativo” relata o presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, Janguiê Diniz.

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Participam do evento a CEO da Atom e especialista em Tranding, Carol Paiffer; o fundador e CEO da Polishop, João Appolinário; a empresária, apresentadora do programa SharkTank Brasil, Cris Arcangeli; o empresário, youtuber, Copywriter, Elias Maman; o Presidente do Grupo SEB, ChaimZaher; o presidente do IBC - Instituto Brasileiro de Coaching -, José Roberto Marques, e o fundador do grupo Ser Educacional e presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, Janguiê Diniz.

Para participar do evento é necessário entrar no site www.exitonacrise.com.br, cadastrar o seu e-mail e seguir as instruções. No mesmo dia o seminário será reprisado na TV Thathi (canal 32.1 na TV aberta, canal 522 na NET, além do site www.thathi.com.br), a partir das 14h.

Sobre o Empreendedorismo de sobrevivência

Empreender, durante a pandemia da Covid-19, virou questão de sobrevivência. É por isso que o Instituto Êxito de Empreendedorismo lançou o movimento Empreendedorismo de Sobrevivência, uma série de ações que vão ajudar os empreendedores brasileiros a enfrentarem esse período de crise.



O movimento começou no dia 02 de junho, com uma série de lives. Na semana dos dias 08/06 a 12/06 aconteceu a segunda etapa com entrevistas para o programa INOVA 360, da Record News. Empreendedores de peso falaram sobre o presente, o passado e futuro, sem previsões, mas sim com visões de como enfrentar o cenário atual e se preparar para o que virá. O objetivo é auxiliar os empreendedores que precisam sobreviver à crise.  Seu encerramento acontece com o seminário online totalmente gratuito, no dia 28/06.

Sobre o Instituto Êxito

O Instituto Êxito de Empreendedorismo é o resultado de um sonho que envolve empreendedores visionários dos mais variados segmentos do Brasil. Hoje, já conta mais com mais de 400 sócios que compactuam de um mesmo propósito: fazer do empreendedorismo a turbina para impulsionar vidas e histórias.

O Êxito tem a filosofia de que, independente da classe social e econômica, qualquer pessoa pode transformar suas ideias em ações que mudem e melhorem a realidade e a comunidade na qual vive. Por isso, nasceu com o objetivo de estimular o dom empreendedor dos jovens, especialmente os de escolas públicas, onde há muitos talentos escondidos e boas ideias a serem impulsionadas. Nomeado como uma instituição sem fins lucrativos, seu principal plano de ação está em oferecer uma plataforma de cursos online e gratuitos, além de realizar diversas ações voltadas para o fomento ao empreendedorismo.

Serviço:

Seminário Empreendedorismo de Sobrevivência

Dia: 28/06

Horário: 10h

Onde: YouTube e Instagram

Reprise: TV Thathi (www.thathi.com.br)

Programação:

Janguiê Diniz: 10h às 10h30

Carol Paiffer:10h30 às 11h

Elias Maman: 11h às 11h30

João Appolinário: 11h30 às 12h

Cris Arcangeli: 12h às 12h30

Chain Zaher: 12h30 às 13h

José Roberto Marques: 13h às 13h30

A Copa do Mundo de Empreendedorismo está com inscrições abertas até 14 de julho, para a competição mundial em inovação. Gratuita, a oportunidade é aberta para todas as pessoas que possuem um projeto inovador, seja ele em estágio de ideia, inicial ou já em desenvolvimento.

Nesta edição, 187 países estão na competição e o Brasil já possui 300 projetos inscritos. O programa visa estimular qualquer pessoa, em qualquer lugar, a dar início ou expandir um negócio, promovendo uma colaboração transfronteiriça entre empresários, investidores, pesquisadores, formuladores de políticas e organizações de apoio empreendedor. O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) participa da iniciativa, integrando a comissão seletiva das etapas nacionais, que antecedem as fases globais.

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A oportunidade possibilitará os candidatos apresentarem sua ideia para o mundo, além disso, durante toda a Copa, serão oferecidos US$ 5 milhões divididos em 118 premiações, dentre elas, treinamentos, recursos, conexões, orientações, oportunidades de investimento, aceleração e dinheiro em espécie.

A analista de cultura empreendedora do Sebrae, Renata Malheiros, por meio de nota, destaca a importância de participar de um evento desse porte. “A Copa do Mundo de Empreendedorismo é mais que uma competição. A experiência é única porque pode mudar completamente a história dos participantes. A possibilidade de conectar mentes inovadoras de todo o mundo para a troca de ideias é sensacional. Sem falar da chance de os candidatos terem acesso às instituições internacionais que apoiam o empreendedorismo, assim como o Sebrae faz no Brasil. Ampliar a rede de relacionamento, encontrar investidores, conectar soluções com parceiros, ganhar prêmios, são algumas das possibilidades que já presenciei”, afirmou Renata.

A cabeleireira Aline Lima viu sua renda despencar 90% entre março e abril, no primeiro mês em que passou a vigorar a quarentena e o fechamento do comércio não essencial na maior parte do país, por causa da pandemia do novo coronavírus. Proprietária de um salão de beleza em Araraquara, no interior de São Paulo, ela paralisou as atividades de forma repentina e teve dificuldade de pagar as contas, que continuaram chegando.

"No começo, eu ainda tinha um resto de dinheiro que havia entrado no mês anterior, mas logo as reservas acabaram e foi bem difícil pagar o aluguel do ponto do salão", afirma. Aline chegou a recorrer ao auxílio emergencial de R$ 600, mas não teve seu cadastro aprovado. Em meio ao cenário de incerteza, surgiu a oportunidade de um novo negócio. "A esposa de um amigo, que tem uma fábrica de pijamas, me ofereceu as peças de forma consignada, em que ganhava parte da comissão na venda de cada roupa, e tem dado muito certo. É o que tem salvado", relata.

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Assim como Aline, milhares de microempreendedores têm buscado alternativas para minimizar a perda de renda durante a pandemia. Uma pesquisa da startup SumUp, instituição financeira com foco nos pequenos negócios, mostra que 35% passaram a adotar a venda online, inclusive de outros produtos e serviços. A SumUp, que oferece principalmente maquininhas de cartão para microempreendedores, vem realizando o levantamento para acompanhar a situação de seus clientes em todo o território nacional.

A terceira rodada da pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 20 de maio, com 3.800 pequenos negócios, para entender o impacto da covid-19 sobre o segmento. São profissionais das mais diversas áreas, como uma manicure que também oferece cosméticos, um vendedor de roupas e bijuterias, uma tatuadora com estúdio próprio ou até mesmo um profissional de assistência e instalação. A média de transações dessas pessoas é de cerca de R$ 2 mil mensais, segundo a SumUp.

Até março, menos da metade (35%) desses pequenos negócios usava a internet para vender produtos e serviços. Em pouco mais de três meses, já são 70%. Entre os novos produtos que passaram a ser vendidos pelos microempreendedores, os mais citados são máscaras e roupas, por exemplo.

É o caso de Dionísio da Silva Pereira, de Horizonte (CE), que vende cosméticos, mas que durante a pandemia viu a demanda pelo produto cair. Foi então que decidiu investir em novo negócio. "Eu trabalhava com venda direta de cosméticos, sem loja física, só que aí eu parei com os cosméticos, compramos umas máquinas e começamos a costurar para vender máscaras", conta. O novo negócio não resolveu a queda na renda, mas reduziu seu impacto negativo e abriu a perspectiva de uma nova atividade. "A gente pretende investir no ramo de vestuário, agora que temos a máquina e estamos desenvolvendo a costura", afirma.

Tanto para novos negócios digitais quanto para os que já funcionavam antes da pandemia, os aplicativos de mensagem, principalmente o whatsApp, são a principal ferramenta de vendas, utilizados em 67% dos casos, segundo a pesquisa. O Instagram é a rede social preferida por 22% dos microempreendedores que adotam a venda online.

Entre os negócios afetados pelo fechamento do comércio, serviços esportivos, serviços para eventos e fotografia foram os mais atingidos, com mais de 60% de paralisação temporária ou permanente. Dos negócios que estão paralisados, 27% passaram a adotar a venda online, mas 40% seguem sem a oferta desse tipo de serviço.

Mais do que oferecer pagamento a distância ou contar com uma loja virtual, o serviço de delivery foi considerado o item mais importante para quem passou a fazer venda online durante a pandemia. De acordo com a pesquisa, 40% dos microempreendedores disseram que o serviço de entrega é o mais importante, seguido de pagamento a distância (30%), ter uma loja virtual (20%) e anúncios nas redes sociais (10%).

"Como o comércio estava fechado, teve muita demanda por entrega. No meu caso, que estava vendendo pijama e entregava em casa, os clientes ainda podiam experimentar a roupa, para verificar o tamanho certo", conta Aline Lima. Quase a totalidade dos pequenos negócios (95%) usa um serviço de delivery próprio e só 5% disseram utilizar os aplicativos de entrega.     

Situação financeira

O levantamento mostra que a queda na receita foi brutal para os pequenos negócios. A grande maioria (71%) dos entrevistados afirmou que a queda foi de mais de 60% na renda.

Em cidades que adotaram o lockdown, com regras mais rigorosas de isolamento social, um número ligeiramente maior de microempreendedores (74%) também registrou a mesma perda financeira. Entre os que tiveram o ponto de venda fechado por causa da pandemia, 63% relataram queda de mais de 80% no faturamento depois de um mês. Mesmo entre os empreendedores que puderam manter seu ponto de venda aberto, 58% amargaram perdas de mais de 60% na renda. 

A pesquisa mostrou que 67% dos pequenos negócios mapeados tinham reserva financeira para a quarentena e, mesmo assim, vão precisar de auxílio financeiro nos próximos seis meses, principalmente para pagar contas do próprio negócio, como aluguel, luz, internet e contas pessoais. Cerca de 30% dos empreendedores afirmaram que já estão sem reservas. 

Entre as pessoas que tiveram que fechar o negócio de forma permanente durante a pandemia, 56% solicitaram o auxílio emergencial e já tiveram o pedido aprovado ou ainda estão aguardando. Outros 21% tiveram o pedido negado. Do total de empreendedores que receberam o auxílio emergencial do governo, pelo menos 36% afirmaram que vão precisar de mais auxílio financeiro para sobreviver nos próximos meses. O auxílio emergencial do governo foi a única alternativa de renda emergencial para 95% dos entrevistados.

Com objetivo de ajudar os pequenos empresários a definirem uma estratégia para o último semestre do ano, a Câmara Americana de Comércio no Brasil (Amcham Brasil) promove, até 26 de junho, a Semana Nacional do Empreendedorismo, com foco em técnicas de aceleração e recuperação comercial nos últimos dois trimestres do ano.

O evento tem uma programação on-line e gratuita que conta com capacitação estratégica em tendências de consumo, intraempreendedorismo, criatividade e adaptação ao novo mundo pós-coronavírus. Haverá, também, rodadas de networking virtual entre pequenos empreendimentos, grandes corporações e multinacionais brasileiras e americanas, além do oferecimento de mentoria para pequenos empreendedores.

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Na programação, haverá as participações de Luiz Alberto Garcia, presidente de Honra do Conselho de Administração do Grupo Algar; João Appolinário, fundador e presidente da Polishop; Artur Grynbaum, CEO Grupo Boticário; entre outros líderes.

“Todos ganham ao tirar as pequenas empresas da UTI econômica. Ganhamos em preservação de empregos, cadeia de fornecedores e na manutenção de produtos e serviços que formam boa parte do nosso setor privado nacional”, conta a CEO da Amcham Brasil, Deborah Vieitas, segundo informações da assessoria. Dos mais de cinco mil empreendimento associados à Amcham, 70% são PMEs.

O Santander Global está com vagas abertas para o Tomorrow Challenge, programa no qual os empreendedores poderão inscrever seus projetos, até o dia 2 de julho, por meio da internet. Ao todo, a ação vai selecionar 20 projetos, sendo cinco por categoria, e o júri será composto por representantes do ecossistema empreendedor e executivos do Banco Santander. 

Os empreendedores poderão concorrer nas seguintes categorias: Capacitação, para aprimorar habilidades das pessoas na adaptação ao novo mundo; Empregabilidade, com foco em recolocação no mercado formal ou melhoria na condição de trabalho dos autônomos; Transformação PMEs, que busca reinventar empresas e indústrias mais atingidas pela crise; e Novas Oportunidades, para atender às novas demandas da sociedade.

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Os projetos precisarão considerar o impacto potencial, viabilidade, inovação, escalabilidade e clareza. Cada um receberá 20 mil euros para o desenvolvimento e implantação. Também está prevista a oferta de 100 horas de mentoria especializada, road show com, ao menos, cinco potenciais investidores por projeto, assessoria tecnológica e acesso a serviços e licenças de software. Além disso, os selecionados serão atendidos por uma consultoria sobre inovação com o MIT.

“O coronavírus está mudando nosso mundo, mas podemos dar forma a essa mudança. Esse é o momento dos empreendedores, porque, quando um empreendedor vê um desafio, também enxerga novas soluções. Lançamos o Santander X Tomorrow Challenge porque acreditamos neles e em sua capacidade de encontrar respostas para os problemas que vamos enfrentar no futuro”, diz Ana Botín, presidente do Banco Santander, segundo informações divulgadas pelas assessoria de imprensa.

Na tentativa de combater os efeitos da pandemia do novo coronavírus entre os empresários, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), no âmbito do programa Sebrae Orienta, continua oferecendo consultoria gratuita on-line em marketing digital e comunicação visual. As inscrições podem ser feitas por meio do site da iniciativa.

“O atendimento ocorre em duas etapas, inicialmente eu realizo um diagnóstico para entender qual o público alvo e quais estratégias já são adotadas pela empresa. Na etapa seguinte é elaborado um plano de ação direcionado com melhorias que poderão ser adotadas pela empresa para alavancar seu negócio nesse momento de crise”, explica o consultor do Senai Empresa, Alonso Simões, conforme informações da assessoria de imprensa da instituição.

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Um dos objetivos da qualificação é impedir que os produtos dos empreendedores percam espaço no mercado de trabalho. No total, a consultoria tem quatro horas de duração, focando, principalmente, nos microempreendedores individuais, e micro e pequenas empresas com soluções totalmente on-line, gratuitas e personalizadas.

Também está prevista a criação de uma arte, como atividade da formação em comunicação visual. A imagem poderá servir como divulgação das empresas dos alunos participantes, podendo ser aplicada nas redes sociais, e-mail marketing, voucher de compras antecipadas, entre outras ferramentas.

“Em momentos como este, vendas e divulgação de produtos online passam a ser um ótimo recurso para buscar manter o faturamento”, complementa Alonso Simões.

Na próxima sexta-feira (19), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) promoverá um evento voltado ao empreendedorismo de pessoas negras. A Feira Virtual de Afroempreendedores de Pernambuco (Fevafro) será iniciada a partir das 19h por meio do Instagram da Rede Afroempreendedores de Pernambuco (Raepe). Há também programação prevista nos dias 24 e 29 de junho. 

A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Universidade, o Raepe e o Grupo de Estudos e Pesquisas em Autobiografias, Racismos e Antirracismos na Educação (Gepar). Durante o evento, serão realizadas apresentações apresentações musicais e debates sobre temas raciais. 

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Programação

19/06 - Conversa de Auxiliadora Martins e Ziel Karapotó Toré

24/09 - Apresentação da cantora Adjanira Félix e do violinista Everaldo Costa 

29/06 - Apresentação musical com Jana Moreira

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Professores e estudantes da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), idealizadores da plataforma No Bairro Tem!, anunciaram a expansão da plataforma para todo o Estado, nesta sexta-feira (10). A plataforma, lançada em março, tem o objetivo de aproximar pequenos negócios de consumidores. 

Em dois meses e com mais de 3 mil negócios cadastrados, a iniciativa incentiva consumidores a procurar diversos empreendimentos no próprio bairro, de forma remota, através de uma plataforma que divulgação e ajuda a economia local a permanecer ativa. 

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“Os empreendedores cadastram seus negócios, os consumidores buscam e encontram o que precisam e ainda ajudam a estimular a economia do seu bairro”, explica o professor Fábio Mascarenhas, coordenador geral do Projeto.

Em expansão, o projeto alcança outras regiões pernambucanas, como a região do São Francisco, Agreste, Zona da Mata e Sertão, que também têm força com seu empreendedorismo local. Os cadastros podem ser realizados através do site No Bairro Tem!.

Ao realizar o cadastro, prestadores de serviços e comerciantes receberão em seu smartphone uma senha provisória que poderá ser alterada posteriormente. Além do smartphones, outros dispositivos podem ser utilizados para acessar a plataforma, como tablets, computadores, smart TVs, desde que estejam conectados à internet.

Consumidores que desejarem encontrar os negócios cadastrados, deverão entrar na plataforma e colocar uma palavra chave - por exemplo: pizza - ou classificando a busca por categoria,  e assim terá acesso facilitado ao empreendimento, direcionado para WhatsApp de contato ou página oficial dos comerciantes ou prestadores de serviços. 

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--> Sebrae divulga protocolos para a retomadas dos negócios

Como diz o velho ditado, “O amor está no ar” e não há como negar que qualquer desculpa é válida para surpreender o "amor da sua vida", principalmente no Dia dos Namorados. Nesta sexta-feira (12), mesmo com o isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus, muitos casais estão se reinventando para surpreender seus parceiros a distância.

Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Dia dos Namorados é a sétima data comemorativa mais importante no calendário do varejo brasileiro. Porém, neste ano, estima-se uma queda de 43% nas vendas por causa da pandemia. Pensando nisso, empreendedores estão se reinventando e apostando em novidades para garantir uma boa renda.

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A microempreendedora Marina Lima, dona do pequeno negócio virtual Em forma de Doce, diz que para se reinventar entrou em parceria com sua irmã para diversificar o produto e conseguir vender ainda mais no Dia dos Namorados. 

“A minha irmã trabalha com artigos personalizados como quadros, blusas, cartões e lettering. Fizemos uma parceria na qual ela produz os personalizados e eu os doces. O cliente escolhe os produtos e personaliza o cartão a sua maneira. Além disso, para atender melhor os clientes e conseguir vender ainda mais, começamos a fazer entregas”, contou.

Mariana Lima comemora o sucesso na produção das caixas de presentes encomendas para o Dia dos Namorados. “Na primeira semana que começamos a divulgar nossos produtos esgotamos algumas caixas de presentes, principalmente as que são mais em conta, pelo fato de ter um valor bem acessível e caber no bolso do cliente mesmo diante das dificuldades que enfrentamos”, falou.

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Em entrevista ao LeiaJá, a empreendedora Amanda Tavares, dona da loja de roupas on-line SrtaManalu, conta seu segredo para levantar uma renda neste Dia dos Namorados. “Ao finalizar a compra, estou pedindo uma foto do casal e revelando em polaroid junto com uma frase escolhida pelo(a) namorado(a). Alguns estão escrevendo cartinhas e pedindo para colocar junto com os pedidos. As cartas escritas à mão dão uma importância maior ao momento, eu acho o máximo”.

A empreendedora ainda revela outra estratégia: “Para o Dia dos Namorados, também fiz vale compras para aqueles que não conseguem escolher ou tem medo de errar o presente. Por exemplo, eles definem um valor e dão de presente”, conclui.

Amanda Tavares usa personaliza os presentes para o Dia dos Namorados / Foto: Cortesia

Dicas para vender no Dia dos Namorados

“Com todo o cenário que estamos vivendo, é preciso criatividade para mostrar vantagens, sair do óbvio e fazer o cliente pensar em novos produtos como possíveis presentes. É interessante mostrar que existem alternativas aos presentes tradicionais, como flores e chocolates", alerta um nota divulgada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

O analista do Sebrae, Danilo López fala, ainda, que o Dia dos Namorados significa para o comércio, mesmo em tempos de pandemia. “Como todo evento sazonal, ele representa um gatilho de compra e cria um conceito que impulsiona as pessoas a relembrarem o amor. Não há confraternização humana que não envolva comes e bebes, emoções, eventos, por isso podemos ver como uma oportunidade de monetização, de se relacionar com os clientes e atrair novos consumidores”.

Em entrevista ao LeiaJá, López listou cinco dicas de como os empreendedores podem vender ainda mais neste Dia dos Namorado mesmo durante a pandemia; confira:

1 - Pense em como agregar valor ao produto/serviço, o cliente quer ser surpreendido. Qualidade ainda é o primeiro na escolha dos clientes, pense em como superar suas expectativas.

2 - Se adapte ao meio que lhe envolve. Se o cliente gosta de comprar pela internet, você tem que ser um e-commerce, já se ele gosta de acompanhar a entrega, você precisa trabalhar com terceirizados que disponibilizem rastreio. Seja criativo e dinâmico para acompanhar as constantes mudanças do mercado.

3 - Não faça nada somente no impulso. Sem planejamento, você acaba se perdendo na gestão e não otimiza seus esforços. Pense em fazer um modelo e um plano de negócio, pois isso vai te ajudar a colocar a ideia no papel e estruturar o seu projeto de empreendimento.

4 - Se lembre que o poder de compra caiu e que muitos estão com recursos limitados, por isso pense também em produtos que tenham uma boa margem de lucro, para você poder criar promoções que chamem atenção através da proposta: custo-benefício.

5 - Se organize e se antecipe. Não deixe para divulgar em cima da hora, crie marketing de conteúdo e fortaleça suas mídias sociais. Não reponha o estoque quando os preços já subiram, fique atento às tendências e seja precavido, não vá deixar faltar o que o cliente mais gosta.

O programa ‘Quando passar... Como será o mundo após a pandemia?’ exibiu, nesta quarta-feira (10), uma live que discute “Os desafios de empreender diante da maior crise dos últimos tempos”. Um dos convidados é o empresário Janguiê Diniz, fundador e controlador do grupo Ser Educacional e presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo.

O coordenador do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em Pernambuco, Leonardo Carolino, também participou da transmissão, revelando estratégias para os pequenos negócios superaram a crise provocada pela Covid-19. O empreendedor e professor de redação Diogo Xavier, um dos criadores do pré-acadêmico ‘Squadrão Show”, completou a equipe de convidados. A mediação foi do jornalista Nathan Santos. Assista:

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Em seu percurso de vida, o empresário coleciona exemplos natos de um grande empreendedor, como os descritos em sua autobiografia, intitulada “Transformando sonhos em realidade – a trajetória do ex-engraxate que chegou à lista da Forbes”.

Janguiê Diniz é fundador do Ser Educacional, considerado um dos maiores grupos do setor no Brasil, atendendo mais de 160 mil alunos em 60 unidades distribuídas por todos os estados brasileiros. Mais de 11 mil colaboradores fazem parte do Ser Educacional.

Em maio de 2019, o empresário lançou o Instituto Êxito de Empreendedorismo, do qual é presidente. A instituição realiza atividades que buscam fomentar o espírito empreendedor entre a população brasileira, oferecendo, por exemplo, qualificações gratuitas.

O ‘Quando passar’ é uma idealização do LeiaJá em parceria com o projeto Vai Cair No Enem. O programa é exibido todas as quartas-feiras, às 16h30, no YouTube do LeiaJá, bem como por meio do Instagram.

Proposta - Os convidados do programa não apresentam “verdades absolutas” sobre a futura sociedade do período pós-pandemia, uma vez que há muitas dúvidas acerca de como os países se recuperarão das consequências causadas pela proliferação do vírus em diferentes áreas. Porém, eles revelam projeções, a partir das suas vivências pessoais e principalmente profissionais, que possam nos apresentar possíveis panoramas. As temáticas abordadas nas lives serão diversas, permeando áreas como educação, mercado de trabalho, esportes, política, medicina, ciência, tecnologia, cultura, entre outras.

Nesta terça-feira (9), em coletiva de imprensa, o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Carlos Melles, junto à equipe técnica da entidade, anunciou uma série de protocolos para a retomada segura de atividades econômicas de micro e pequenas empresas. Até o momento, há 12 cartilhas disponíveis para consulta das orientações, que recebem apoio do Ministério da Economia e Saúde.

Passados três meses do decreto que fechou negócios não essenciais, devido à pandemia do novo coronavírus, o Sebrae reúne informações técnicas para estabelecer uma retomada segura para os 47 segmentos setoriais, que correspondem a 75% dos pequenos negócios do Brasil não essenciais.

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“Os documentos são muito relevantes para que o empresário, juntamente com seus colaboradores, fornecedores e clientes, consigam, de fato, superar esta fase. Mais importante do que abrir, é se manter aberto e ter um local mais seguro. O Sebrae acredita muito que essa ação será um diferencial para que possamos ter uma retomada consistente em nosso país”, declarou Melles.

Além do presidente do Sebrae, participaram da coletiva o diretor técnico Bruno Quick, que realizou a apresentação do plano de retorno às atividades, que é dividido em etapas. O diretor executivo do Sebrae Eduardo Diogo, e o secretário de produtividade do Ministério da Economia Carlos da Costa, também estiveram na apresentação.

Na primeira etapa da retomada, com início em 4 de junho, o Sebrae atendeu aos empresários dos segmentos que representam 57% dos pequenos negócios, formados pelos setores de moda, beleza, estética, bares, lanchonetes, restaurantes, lojas de rua e de shoppings, academias de ginástica e clínicas de saúde. Na segunda etapa, planejada para esta quarta-feira (10), será disponibilizado no site da instituição novos conteúdos para os outros segmentos da alimentação, em especial para o microempreendedor individual (MEI), confeitarias, panificadoras, feiras livres, minimercados e mercearias.

Além das publicações no site o Sebrae, há dicas práticas por meio da redes sociais da entidade. Os empresários são instruídos sobre os protocolos através de e-books, vídeos curtos com orientações objetivas e simples, informando como e quais os procedimentos eles deverão adotar na empresa, garantindo assim a seguridade diante a pandemia global.

Na última etapa, planejada para 15 de junho, os empresários terão acesso a ferramentas de apoio para facilitar a implementação das medidas recomendadas, como um check-list. Através desse recurso, os donos de pequenos negócios poderão realizar um monitoramento de quais práticas foram executadas e quais precisam de atenção. Isso inclui as recomendações como distanciamento social e higienização. 

“As orientações são concretas e garantem a seguridade para mitigar os efeitos da pandemia na retomada de pequenos e micro empresas às atividades de forma adequada”, enfatizou Carlos da Costa, secretário de Produtividade do Ministério da Economia.

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, atividades econômicas foram interrompidas a fim de desacelerar a proliferação de casos por contágio do vírus. Segundo o Sebrae, verifica-se que, entre os impactos ocasionados pela pandemia nos últimos 30 dias, cerca de 76% dos microempreendedores individuais fizeram demissões.

Nos pequenos pequenos negócios também houve um percentual expressivo, com 52% dos empresários que fizeram demissões. Os setores mais atingidos foram o da economia criativa; turismo; academias e atividades físicas; artesanato e moda.

Linhas de crédito

Durante coletiva, o secretário Carlos da Costa apontou que “a seguridade e a liberação de linha de crédito” são as preocupações fundamentais para empresas menores. Dentre as formas de concessão de crédito, estão o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) e o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe). “No Pronampe, fizemos uma regulamentação em tempo recorde, em menos de duas semanas concluímos. Regulamentação debatida com as instituições financeiras para que o crédito chegue na ponta”, enfatizou Costa. 

Além do Pronampe, o secretario mencionou o Programa Emergencial de Acesso a Crédito destinado para médias e pequenas empresas. O secretário não contou mais detalhes, mas afirma que ainda este mês haverá uma comunicação sobre outras regulamentações, que no momento, estão em curso.

O Instituto Êxito de Empreendedorismo, instituição beneficente que investe no desenvolvimento da educação empreendedora no Brasil, estreia, nesta segunda (8), o canal Empreenda com Êxito, dentro do portal iG. O novo site traz diversas seções com conteúdos sobre empreendedorismo, carreira, mercado, desenvolvimento pessoal e profissional, além de cursos online gratuitos oferecidos pela plataforma do Instituto.

O canal Empreenda com Êxito é mais uma iniciativa do Instituto Êxito de fomento à educação empreendedora e estímulo ao desenvolvimento do espírito empreendedor no Brasil. “Nosso objetivo no Instituto é impactar a vida de 1 milhão de jovens em até cinco anos. Para isso, firmamos diversas parcerias com instituições públicas e privadas para levar a educação empreendedora a esses jovens, principalmente os que têm menos oportunidade de acesso”, explica o fundador e presidente do Êxito, Janguiê Diniz. “Agora, com a parceria do iG, ganhamos mais projeção e podemos atingir mais pessoas, por meio da internet”, completa.

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O espaço tem seções como “A virada”, que vai trazer histórias de empreendedores brasileiros de sucesso e os pontos de virada de suas carreiras; “Meus erros”, que traz ensinamentos dos empreendedores a partir dos erros que cometeram na trajetória profissional; artigos sobre temas variados; além de entrevistas e notícias sobre mercado e carreira. O canal ainda conta com espaço reservado para o Êxito Ladies, braço do Instituto que realiza ações voltadas para o empreendedorismo feminino. O site será constantemente alimentado com novos conteúdos em texto e vídeo, desenvolvidos por sócios do Instituto e parceiros.

Com a estreia do canal, o iG inicia uma nova frente de informação, abarcando o empreendedorismo em seu escopo. “Hoje, o Brasil conta com milhares de empreendedores informais, que se destacam em seus segmentos seguindo seus instintos. O Canal iG Empreenda com Êxito possibilitará ferramentas para esses jovens desenvolverem suas habilidades, o que pode fazer com que mudem o futuro de toda uma geração”, avalia o controlador do Portal iG, Nuno Vasconcellos. O Portal iG é um dos maiores do Brasil e, com a parceria, vai auxiliar a impactar positivamente parte dessa audiência com os novos conteúdos.

Sobre o Instituto Êxito

O Instituto Êxito de Empreendedorismo é o resultado de um sonho que envolve empreendedores visionários dos mais variados segmentos do Brasil e que hoje já conta mais com mais de 400 sócios. Eles compactuam de um mesmo propósito: fazer do empreendedorismo a turbina para alavancar vidas e histórias.

O Êxito tem a filosofia de que, independentemente da classe social e econômica, qualquer pessoa pode transformar suas ideias em ações que mudem e melhorem a realidade e a comunidade na qual vive. Por isso, nasceu com o objetivo de estimular o dom empreendedor dos jovens, especialmente os de escolas públicas, onde há muitos talentos escondidos e boas ideias a serem impulsionadas. Sem fins lucrativos, seu principal plano de ação está em oferecer uma plataforma de cursos online e gratuitos, além de diversas ações voltadas para o fomento ao empreendedorismo. Mais informações no site: www.institutoexito.com.br.

Da assessoria

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--> Empreendedores falam dos desafios e lições da carreira

Em mais uma edição que destacará projeções para a sociedade brasileira, o programa ‘Quando passar... Como será o mundo após a pandemia?’ realiza, nesta quarta-feira (10), uma live interativa, às 16h30. “Os desafios de empreender diante da maior crise dos últimos tempos” é o tema da transmissão que contará com o empresário Janguiê Diniz, fundador e controlador do grupo Ser Educacional e presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo.

O coordenador do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em Pernambuco, Leonardo Carolino, também participará da live, revelando estratégias para os pequenos negócios superaram a crise provocada pela Covid-19. O empreendedor e professor de redação Diogo Xavier, um dos criadores do pré-acadêmico ‘Squadrão Show”, completa a equipe de convidados. A mediação é do jornalista Nathan Santos.

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“Vamos falar dos desafios de empreender no mundo após a pandemia. Esperamos vocês”, destacou Janguiê Diniz. Em seu percurso de vida, o empresário coleciona exemplos natos de um grande empreendedor, como os descritos em sua autobiografia, intitulada “Transformando sonhos em realidade – a trajetória do ex-engraxate que chegou à lista da Forbes”.

Janguiê Diniz é fundador do Ser Educacional, considerado um dos maiores grupos do setor no Brasil, atendendo mais de 160 mil alunos em 60 unidades distribuídas por todos os estados brasileiros. Mais de 11 mil colaboradores fazem parte do Ser Educacional.

Em maio de 2019, o empresário lançou o Instituto Êxito de Empreendedorismo, do qual é presidente. A instituição realiza atividades que buscam fomentar o espírito empreendedor entre a população brasileira, oferecendo, por exemplo, qualificações gratuitas.

O ‘Quando passar’ é uma idealização do LeiaJá em parceria com o projeto Vai Cair No Enem. O programa é exibido todas as quartas-feiras, às 16h30, no YouTube do LeiaJá, bem como por meio do Instagram.

Proposta - Os convidados do programa não apresentam “verdades absolutas” sobre a futura sociedade do período pós-pandemia, uma vez que há muitas dúvidas acerca de como os países se recuperarão das consequências causadas pela proliferação do vírus em diferentes áreas. Porém, eles revelam projeções, a partir das suas vivências pessoais e principalmente profissionais, que possam nos apresentar possíveis panoramas. As temáticas abordadas nas lives serão diversas, permeando áreas como educação, mercado de trabalho, esportes, política, medicina, ciência, tecnologia, cultura, entre outras.

Serviço

Programa 'Quando passar... Como será o mundo após a pandemia?'

Quando: quarta-feira (10)

Horário: 16h30

Convidados: Janguiê Diniz (fundador e controlador do grupo Ser Educacional e presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo) / Leonardo Carolino (coordenador do Sebrae-PE) / Diogo Xavier (empreendedor e professor de redação)

Onde assistir:

youtube.com/leiajaonline

youtube.com/vaicairnoenem

facebook.com/leiajaonline

Instagram @leiaja

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) oferece, a partir desta quinta-feira (4), consultorias gratuitas sobre biossegurança para pequenos negócios dos setores de bares e restaurantes, salões de beleza e ambientes comerciais. Para solicitar um atendimento, os interessados devem preencher um formulário eletrônico.

Por meio do programa Sebraetec Express, os empreendedores dos pequenos negócios terão consultorias totalmente remotas, com carga horária total de nove horas, certificação e um manual para empreendedores que fizerem a capacitação. A consultoria é dividida em duas etapas. Na primeira, com duração de três horas, o consultor do Sebrae vai se reunir com o cliente, de maneira digital, para alinhar e dar o diagnóstico, isto é, entender de fato com funciona o negócio. Já na segunda etapa, com duração acima de seis horas, após o estudo do empreendimento do empresário atendido, vai ser emitido um manual para o cliente, no qual serão dadas também todas as orientações de boas práticas de saúde, segurança e higiene para serem adotadas no negócio.

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De acordo com Polliana Luna, gerente da Unidade de Design de Produtos e Conteúdos do Sebrae/PE, a instituição visa atender a demanda urgente do empreendedor para voltar às atividades. “O nosso objetivo é o de orientar o empreendedor sobre como ele deve proceder nas questões de biossegurança e atendimento ao cliente no combate ao coronavírus. Então, desde as empresas que estão abertas agora, a exemplo das áreas de alimentos e delivery, até as que estão se preparando para reabrir. Serão orientações segmentadas, direcionadas aos novos procedimentos de higienização (local, funcionários, clientes e delivery)”, explica.

Para saber mais informações, acesse a central de atendimento do Sebrae através do número 0800-570-0800 ou entre em contato pelo Whatsapp da instituição: (81) 9.9194-6690.

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