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Trabalhar por conta própria é o sonho de muita gente. Existem diversas vantagens em gerenciar seus negócios, como ter controle sobre os rendimentos e horários que você pode disponibilizar para dedicação à vida profissional. Entre dezembro de 2018 e julho deste ano, houve um aumento de 10,9% na taxa de empreendedores no Brasil. Hoje são 8,5 milhões de pessoas que atuam por conta própria, de acordo com o Portal do Empreendedor, que é responsável por receber os cadastros de formalização dos profissionais. 

Visando facilitar a vida e atuação desse público, há uma série de aplicativos que funcionam de maneira simples e intuitiva. Eles são capazes de melhorar a organização pessoal, da empresa e das finanças, da relação com os clientes e parceiros. O LeiaJá separou uma lista com dez exemplos gratuitos que podem ser boas ferramentas de trabalho para empreendedores.

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1 - Aussi

Quem está no começo do empreendimento sempre tem muitas dúvidas em relação aos preços que deve cobrar, às demandas, à própria gestão, entre outros procedimentos. Muitas pessoas não têm recursos financeiros disponíveis para bancar os custos de uma consultoria, então o 'Aussi' chega com essa intenção, de ser um veículo de troca de experiências e conhecimentos entre os micro e pequenos empreendedores. Os idealizadores se definem como uma plataforma colaborativa, justamente por ter esse perfil de integração e compartilhamento de conhecimentos entre quem sabe e quem quer saber. Por exemplo, quem tem dúvida sobre marketing fala com quem empreende na área. Cada resposta recebe avaliações de outros usuários. A ferramenta está disponível para download em Android e IOS. 

2 - Primer

Conhecimento também é o lema do Primer. Criada pelo Google, a plataforma oferece dicas e cursos rápidos por meio de vídeos e postagens, voltados para negócios e marketing digital. Os assuntos podem ser buscados por temas de interesse e os participantes podem ir acompanhando seu progresso e avançando nas lições. São cinco minutos de conteúdos, que trazem tópicos como engajamento, construção de marca, comunicação com o cliente, mobile marketing, entre outros. Para ter acesso basta fazer o download no celulares com Android ou IOS. 

3 - Munddi

Voltado para os empreendedores que atuam com vendas on e offline, o Munddi é um aplicativo que reúne informações das lojas e disponibiliza para consumidores que estão em busca de serviços compatíveis na região. Ele identifica a localização do cliente e sugere lojas mais próximas, endereços online onde os consumidores podem encontrar seu produto ou até mesmo os distribuidores, sendo uma opção para todas as cadeias de consumo. Ainda é oferecido serviço de delivery e divulgação dos produtos à venda nas redes sociais. Conheça o Munddi.

4 - Siscontrole

Este é um programa oferecido para empresas que querem manter o controle financeiro em dia. Os interessados em utilizar os serviços ofertados devem informar dados como lançamentos de títulos a pagar e receber, movimentações bancárias e de caixa, focando no que tem disponível para o negócio. Com isso, são gerados relatórios de fluxo de caixa, despesas, receitas, relações com clientes e fornecedores, por exemplo. No site do Siscontrole, é possível ainda encontrar vídeos com orientações de como utilizar as ferramentas oferecidas. 

5 - Meu Negócio em Dia

Desenvolvido em uma parceria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Federação Brasileira dos Bancos (Febrabam), o Meu Negócio em Dia também atua na gestão e educação financeira dos empreendedores. Entre as promessas da ferramenta, estão a organização das finanças, análise de receitas, despesas e viabilidade do negócio. Os usuários ainda têm a possibilidade de utilizar “A Calculadora do Empresário”, para comparar os custos dos produtos e serviços financeiros para empreendedores disponíveis e também um “Simulador de Sonhos”, que serve para analisar se o plano de aumento dos negócios e investimentos é compatível com o prazo estipulado e se a escolha feita para alcançar esse objetivo é a mais viável. Para baixar basta entrar na loja de app do celular. 

6 - CamCard

Este aplicativo tem o objetivo de melhorar a divulgação do trabalho desenvolvido pelos empreendedores. É um ferramenta que otimiza os contatos profissionais através do armazenamento de cartões de visita. São mais de 100 milhões de usuários no mundo. A utilização dele é simples. Através da câmera do celular as pessoas podem escanear os cartões corporativos e o aplicativo se encarrega de salvar cada novo contato, criando uma carteira de parceiros, clientes, tornando mais eficaz essa troca e ampliando o networking. Além disso, é possível dentro de um contato fazer alterações, anotações e detalhes personalizados. Para baixar basta ir à loja de aplicativos do celular e depois fazer um cadastro. 

7 - WhatsApp Business

Clientes tendem a voltar a fazer negócios com empresas que lhes atendem bem ou que solucionam os problemas que surgem no meio do processo de compra de algum produto ou serviço. O caminho para isso é uma boa comunicação, e pensando em manter um canal de diálogo eficiente com os clientes é que o Whatsapp Business se insere. Depois de instalar o app no celular, os empresários podem manter contato facilmente com clientes, fornecedores e parceiros, otimizando e organizando facilmente as respostas e solicitações. Pode ser utilizado como um canal também para oferta de novos itens, suporte e notificações para o público alvo. 

8 - Evernote

Perder o caderninho de anotações ou a agenda de trabalho parece um pesadelo. Imagina quando estão anotados nesses espaços detalhes de uma reunião importante ou dados que você não gostaria que outras pessoas tivessem acesso? O aplicativo 'Evernote' promete auxiliar na concentração das informações em um lugar só e permite que você leve tudo para onde quer que vá. Ele funciona em todas os sistemas operacionais e também offline. A plataforma é ideal para quem trabalha com catalogações de dados, para quem faz pesquisas, para clipagem e controle de informações. E se mesmo tendo tudo organizado dentro do Evernote o usuário acabar se perdendo, é possível utilizar o recurso de pesquisa para localizar qualquer arquivo. Para conhecer, acesse a loja de aplicativos do celular e baixe. 

9 - Trello

Organização é o lema desta ferramenta, que não precisa de download para começar a usar, mesmo sendo também encontrada nas lojas de aplicativos dos smartphones e tablets. A tela inicial do site é composta por diversos quadros, que podem ser personalizados de acordo com as demandas, criando assim diferentes listas. Ainda é possível adicionar cards específicos dentro dessas listas, gerenciando melhor as anotações, permitindo adicionar datas, limites para finalizar um trabalho e checklists, permitindo que o usuário acompanhe o progresso da atividade. Ainda é possível compartilhar os conteúdos com demais membros do Trello, facilitando o trabalho em equipe, atribuindo funções específicas para cada um deles e controlando o desempenho e a proatividade de todos os participantes. Para experimentar clique aqui.

10 - Doodle

Imagina tentar marcar uma reunião em um dia e todas as pessoas estarem disponíveis na hora desejada? O Doodle é um aplicativo que promete tornar o conciliamento de agendas uma tarefa mais fácil. O recurso permite a criação de calendários online e que as pessoas compartilhem sua disponibilidade através das respostas a enquetes colaborativas, que disponibilizam resultados em gráficos com as opções mais votadas, identificando quem respondeu ao quê. É um aplicativo que pode ser eficaz para micro e pequenos empreendedores que não têm espaços físicos e necessitam se reunir com parceiros e clientes. Pode ser baixado gratuitamente em IOS e Android, mas possui ferramentas mais aperfeiçoadas na versão premium. Ainda dá para vincular o app às contas de Facebook e Gmail dos usuários. Conheça as funcionalidades do Doodle. Acesse.

Na próxima quinta-feira (18), o auditório da Be Academy será palco de mais uma edição do seminário Facing the Giants. Desta vez o diretor da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e presidente do Conselho Consultivo do Instituto Êxito de Empreendedorismo, Fernando Seabra vai levar ao público a palestra ‘Pitch: Vendendo Seu Peixe’, a partir das 19h. O seminário é gratuito, mas as vagas são limitadas e as inscrições podem ser realizadas no link https://lp.beacademy.com.br/institutoexito.

O seminário Facing the Giants acontece todo mês e integra o calendário anual de eventos do Instituto Êxito de Empreendedorismo. Em cada edição um empreendedor de renome sobe ao palco para falar de um tema específico e passar dicas aos que desejam ter sucesso no empreendedorismo. A ideia do seminário é levar conhecimento e orientações a todos aqueles que sonham em criar um negócio ou empreender em qualquer campo da vida, tendo como diferencial que esse conhecimento é repassado por quem conhece na prática os inúmeros desafios que esta carreira apresenta.

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“Tenho acompanhado em minha trajetória empreendedora que muitas pessoas ainda não possuem uma apresentação definida e clara dos seus negócios e isso só acaba sendo percebido normalmente em alguma reunião importante, quando é preciso tirar a ideia do papel e apresentá-la para um investidor, por exemplo. Entender bem o seu negócio e aprender a ‘vender o seu peixe’ é o que garantirá boa parte do sucesso do seu empreendimento. Por isso, na minha palestra eu pretendo mostrar quais os pontos essenciais para convencer as pessoas de que sua ideia realmente vale a pena e também quais os caminhos que precisam ser evitados”, explica o presidente do Conselho Consultivo do Instituto Êxito, Fernando Seabra.

Como as vagas são limitadas, os interessados em assistir ao seminário Facing the Giants também poderão conferir tudo vivo e on-line pela TV Êxito no site www.institutoexito.com.br. Basta acessar o site no horário do evento, que começa às 19h e termina às 21h.

Seminário Facing the Giants

 

 

 

 

Data: Quinta-feira (18/07)

 

 

 

Horário: 19h às 21h

 

 

 

Local: Auditório Be Academy - - Rua Dr. Eduardo de Souza Aranha, 387 – 15º andar - Vila Nova Conceição, São Paulo

 

 

 

Palestra – ‘Pitch: Vendendo Seu Peixe’ por Fernando Seabra

 

 

 

Link para inscrição presencial - https://lp.beacademy.com.br/institutoexito

Da assessoria

Em recente pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi apontado que o mercado da educação é o que mais cresce dentre as outras áreas do empreendedorismo. O estudo é baseado no Cadastro Central de Empresas (CEMPRE), que mostrou que o ano de 2017 encerrou com 5 milhões de empresas ativas. Considerado pelo IBGE como o pior resultado desde 2010, quando o número de empresas em funcionamento era de 5,1 milhões. 

O levantamento identificou que maior alta contínua de empresas ocorreu de 2007 a 2013, chegando a 5,4 milhões. A queda se agravou em 2014, com a crise econômica, que fez com que 74,2 mil empresas recuassem. Para essa última pesquisa, foram elencados 20 seguimentos listados pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas. O maior crescimento foi o das empresas ligadas ao campo educacional com o número de 1,8 milhões, representando um aumento de 37,5%. 

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Em contrapartida, atividades classificadas como Outras Atividades e Serviços, que abrange ONGs e sindicatos de reparação de equipamentos de informática, comunicação e objetos pessoais, além de empresas ligadas a serviços pessoais (serviços domésticos, lavanderia, cabelereiros, tinturaria, entre outras), foram as que mais reduziram até 2017, com diminuição de 29,7%.

Diferença salarial entre homens e mulheres dimunui, mas ainda não é igual

De 2009 a 2017, a degualdade salarial entre homens e mulheres caiu de 25% para 20,7% . O número é expressivo, uma vez que a quantidade de mulheres que ingressou no mercado de trabalho cresceu três vezes a mais do que os homens em oito anos. Essa ampliação, segundo o IBGE, se deu por causa da maior ocupação das mulheres em setores considerados femininos, como educação e saúde. Então, essa participação, fez cair a discrepância salarial entre os gêneros. Contudo, os homens ainda ganham mais.

Observando os sérios problemas urinários que as pessoas transexuais e travestis enfrentam por ficarem muito tempo sem ir ao banheiro por conta das fitas adesivas ou colas de alta fixação usadas para esconder a genitália, a técnica em hemoterapia Silvana da Silva desenvolveu um produto que pode mudar essa realidade: uma peça íntima em formato de funil em que esse público pode esconder o órgão sem precisar sofrer com isso.

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Agora, ela conta com a ajuda da designer de modas Renata Martins, que diz ter topado entrar no projeto por se tratar de algo inovador. Depois de conseguir registrar a patente do produto em 2016, e ser uma das startups selecionadas por um projeto da Prefeitura de São Paulo para conseguir formalizar e estruturar melhor o negócio, agora os produtos de Silvana crescem com o passar dos dias, vendendo as peças dentro e fora do Brasil. 

A empresa Amcham está recebendo inscrições de empreendedores, até 30 de junho, para a 3ª edição do Amcham Arena, competição realizada nas 15 unidades da empresa espalhadas pelo Brasil. O objetivo do evento é conectar as startups brasileiras ao universo corporativo. A startup vencedora a nível nacional, será premiada com R$ 50 mil em patrocínio mais Pitch e imersão na Agibank, que é o banco parceiro do concurso.

Nas etapas classificatórias, os empreendedores apresentarão seus negócios em pitches de cinco minutos. As 10 melhores startups de cada estado ficarão frente a frente com uma banca formada por grandes CEOs e executivos. As vencedoras das etapas regionais se enfrentam, em São Paulo, no dia 17 de outubro, na grande final nacional do Amcham Arena.

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Na fase regional, a startup campeã receberá o prêmio de R$ 10 mil em patrocínio de eventos e um ano de associação à Amcham Brasil, de acordo com a unidade escolhida. A final nacional do Amcham Arena, será em São Paulo, em 17 de outubro.

 Empresários já podem se candidatar por meio do site da Amcham, até 30 de junho.

Recife é uma das capitais que participantes na competição. A superintendente da Amcham Recife, Alessandra Andrade, ressalta a importância da promoção de network entre grandes e pequenas empresas. “Entendemos que colocar as pessoas certas em contato é fundamental para gerarmos acesso e oportunidades a todos os agentes do mercado, e que a cooperação é um instrumento importante do nosso futuro e que deve ser fomentada”, afirma.

 

*Com informações da assessoria de imprensa da Amcham Recife

A Faculdade UNINASSAU São Luís, por meio do Núcleo de Pós-Graduação, apresenta nesta quarta-feira (26), às 20h, no auditório da Instituição, evento com tema “Mulher, emoção e dinheiro”. A proposta do encontro é discutir a influência feminina no universo dos negócios.

Como anda a sua relação com o Dinheiro? Essa e outras perguntas serão respondidas no evento com ajuda da coach Venísia Ferreira. A especialista conduzirá um bate-papo tendo como base a liberdade econômica e as possibilidades de lidar com o dinheiro, além de indicar a forma certa de investir os recursos financeiros.

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O evento também terá a participação da consultora financeira, Rad Arrais. A maranhense, de Corotá, conquistou público ao falar de prosperidade e riqueza e hoje compartilha e ensina as pessoas com metodologia própria a também saírem do zero e tornarem-se investidoras.

Segundo a coordenadora de pós-graduação da unidade, Karla Rodrigues, o empoderamento feminino e suas habilidades no mercado de trabalho influencia diretamente no desenvolvimento da economia atual. “O empreendedorismo feminino, bem como a nossa posição na sociedade atualmente, evidencia as nossas conquistas e contribui para o nosso crescimento. Fico orgulhosa de fazer parte desse avanço”, pontua.

Para se inscrever, basta levar 1kg de alimento não perecível no dia do evento. Outras informações pelo e-mail: karla.pereira@uninassau.edu.br.

*Da assessoria de imprensa

O Instituto Latino-Americano de Empreendedorismo, Inovação e Desenvolvimento Sustentável – INSTITUTO ÊXITO realizará na próxima quinta-feira (27), às 19h, o primeiro seminário Facing the Giants, no auditório da Be Academy, em São Paulo. Na ocasião, o fundador e controlador do grupo Ser Educacional e presidente do Instituto, Janguiê Diniz, ministrará a palestra Empreendedorismo e Transformação de Sonhos em Realidade. O seminário é gratuito e aberto ao público, mas as vagas são limitadas e as inscrições podem ser realizadas no link https://lp.beacademy.com.br/institutoexito.

O seminário, que integra o calendário anual de eventos do Instituto Êxito de Empreendedorismo, ocorrerá mensalmente e sempre terá a palestra de um empreendedor de destaque. A ideia é discutir o empreendedorismo de maneira esclarecedora, estimulante e convidativa, para que aqueles que sonham em criar coisas e gerar valores tenham a oportunidade de fornecer utilidades e benefícios para a sociedade - e inclusive  montar  o próprio empreendimento -, além de  tirar dúvidas e aprender com quem  conhece bem os desafios que essa trajetória apresenta.

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As próximas edições já estão com as datas definidas e contam com os seguintes nomes:

18 de julho - Seminário com Fernando Seabra – Diretor da FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e presidente do Conselho Consultivo do Instituto Êxito. Tema: Pitch: Vendendo Seu Peixe.

8 de agosto – Seminário com Mauro Schnaidman - Conselheiro de empresas, investidor de startups, ex- CEO mundial da Jafra cosmetics, presidente Sara Lee Europa e conselheiro consultivo do Instituto Êxito. Tema: Quem disse que você não pode mudar o mundo? Empreendedorismo e propósito.

5 de setembro – Seminário com João Kepler - Fundador e presidente do Bossa Novas Investimentos e vice-presidente do Instituto Êxito. Tema: Inovação, empreendedorismo e oportunidades.

3 de outubro – Seminário com Antônio Carbonari – Fundador da Anhanguera Educacional, reitor da Must University e conselheiro fiscal do Instituto Êxito. Tema: Empreendedorismo e inovação no setor educacional.

7 de novembro – Seminário com Bruno Guedes – Fundador e presidente do Fundo de Investimentos Iron Capital e diretor de Relações Internacionais do Instituto Êxito. Tema: Empreendedorismo no mercado financeiro e o setor de Alternative Investments.

5 de dezembro – Seminário com Celso Niskier – Fundador e reitor do Centro Universitário Unicarioca e vice-presidente do Instituto Êxito. Tema: Empreendedorismo também se aprende na escola.

“Nós que estamos engajados nas ações do Instituto Êxito de Empreendedorismo queremos, em ações com esta, despertar nas pessoas a vontade de discutir e entender todas as esferas do empreendedorismo. Nós pretendemos estimular o desenvolvimento de habilidades e competências nas pessoas e tudo isso só será possível se tivermos uma nação engajada, que entenda do assunto e lute para colocar em prática seus projetos”, esclarece o presidente do Instituto, Janguiê Diniz.

Como as vagas são limitadas, os interessados em assistir ao seminário Facing the Giants também poderão conferir tudo vivo e on-line pela TV Êxito no site www.institutoexito.com.br. Basta acessar o site no horário do evento, que começa às 19h e termina às 21h.

Seminário Facing the Giants

Data: Quinta-feira (27/06)

Horário: 19h às 21h

Local: Auditório Be Academy - - Rua Dr. Eduardo de Souza Aranha, 387 – 15º andar - Vila Nova Conceição, São Paulo

Palestra - EMPREENDEDORISMO E TRANSFORMAÇÃO DE SONHOS EM REALIDADE – Por Janguiê Diniz

Link para inscrição presencial - https://lp.beacademy.com.br/institutoexito

Da assessoria

O mês de junho é um dos mais esperados pelos nordestinos, afinal, o São João é uma das festividades que mais aquecem o comércio e o turismo da região. A tradição forte, sobretudo em cidades como Caruaru, em Pernambuco, e Campina Grande, na Paraíba, que disputam o título de maior São João do mundo, faz com que a venda de produtos típicos, comidas de milho, vestimentas e até fogueiras, sejam negócios rentáveis para quem busca um dinheiro extra.

 

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A confeiteira Juliana Santos é uma das pessoas que aproveitam a época para aumentar os lucros de sua empresa. Durante todo o ano, o “Delícias da Juli” dedica-se a encomendas de bolos e doces voltados a diversos tipos de comemorações, além da venda do clássico bolo de rolo pernambucano. Para o mês de junho, a confeiteira resolveu inovar na oferta dos produtos. “Nessa época junina incluo no cardápio os bolos típicos como bolo de milho, macaxeira, bolo de rolo de milho e desde o ano passado inclui bolo de rolo de pé de moleque, de canjica e de queijadinha”, conta a empreendedora.

Com as comidas personalizadas, Juliana vê seu público crescer. Ela acredita que o crescimento seja reflexo do investimento nos alimentos, que mesmo sendo típicos, têm um diferencial. Assim, ela amplia a clientela, que acaba procurando seus serviços também em outras épocas do ano. “A cada ano o público se comporta de forma diferente, mas os lucros são muito bons, porque esse tipo de comida típica sempre tem um valor diferenciado, pelo trabalho empregado no seu preparo”, explica.

Para quem já está pensando na próxima festa para investir ou começar um  novo negócio, ou até mesmo ampliar os ganhos naquele mês, Juliana tem um dica especial: “Utilizar insumos de qualidade, ter atenção  com a higiene na hora do preparo e adequar os produtos e os preços à clientela que quer atingir”, para ela são alguns dos pontos fundamentais para conseguir conquistar cada dia mais clientes.

Quem busca empreender, especialmente em negócios sazonais, precisa buscar conhecimento ou algum tipo de consultoria para minimizar (e até mesmo evitar) possíveis erros durante a execução do negócio. De acordo com os especialistas, é preciso que primeiro haja um planejamento bem trabalhado, que contenha análise de mercado, planos de marketing e publicidade, que é a forma que será utilizada para alcançar o público desejado e a estratégia financeira.

Para o consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Danilo López, o ideal é não deixar para fazer tudo em cima da hora. “A dica é buscar conhecimento prévio. Não esperar o dia São João para saber o que vai vender, tem que pelo menos dois meses antes começar a planejar. Se você deixar para comprar em cima da hora, você vai comprar um produto mais caro. Tem que pensar bem antes para entender as tendências de mercado, o que pode estar fazendo de diferente para poder se destacar no mercado”, orienta.

 

Outro detalhe importante, que não pode passar batido, é a regularização do negócio, mesmo que seja na porta de casa. É necessário, principalmente quando se vai trabalhar com comida, preocupar-se com o bom manejo dos ingredientes e ter uma boa higienização do local fabricação e venda. Evita que o cliente tenha uma experiência ruim ou até que possa gerar denúncias à vigilância sanitária, até por parte dos concorrentes. De acordo com o consultor do Sebrae, buscar a formalização traz também confiança, segurança e tranquilidade para as partes envolvidas no processo de consumo.

Depois de passar por todas essas etapas, os micro e pequenos empresários precisam correr atrás de fazer diferente, como a confeiteira Juliana, que faz bolo de rolo de milho e pé de moleque, por exemplo. Mais do mesmo pode fazer com que o único fator atrativo dos produtos seja o preço.

Depois de decidir o que vai trabalhar, o empresário precisa analisar os custos, para não gastar mais do que pretende lucrar. Isso vale para todas as festividades ao longo do ano. “Muitas vezes quando a gente fica com excedente de estoque e tem de vender em uma época que não é muito propícia, geralmente a gente vende a um preço muito baixo e que diminui e muito a margem de lucratividade. É importantíssimo também fazer divulgação de véspera, pelo menos duas semanas antes para poder colocar na cabeça do cliente o produto. Pesquisar para identificar tendências, antes e durante. Saber todos os detalhes de sabor a preço e forma de pagamento”, comenta Danilo López.

Das festividades carnavalescas ao ativismo, as tatuagens temporárias vêm sendo utilizadas como forma de expressar uma ideia ou mandar uma mensagem relacionada às atuais discussões políticas no Brasil. Há empreendimentos que já investiam na venda das tatuagens e agora estão confeccionando  os desenhos com frases e expressões comumente vistas em manifestações de grupos militantes.

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A loja virtual Conspiração Libertina, com sede em Brasília, desenvolve tatuagens temporárias desde 2015. Sendo essencialmente uma marca feminista, as artes e frases são criadas sob essa temática e também do movimento LGBTQI+. Quando fundaram a loja, as designers Gabriela Alves e Luciana Lobato, perceberam que na época, não havia tantas marcas no seguimento que fossem realmente engajadas. As desenvolvedoras, que já eram militantes e conheciam bem o público alvo, começaram a produzir adesivos, camisetas, tatuagens temporárias e outros itens usados em protestos, todos com preços considerados por elas acessíveis. “Quando a gente começou a conspiração, a gente já conhecia o perfil do público e a partir daí, identificamos que havia uma demanda e que essa demanda iria crescer” conta Luciana, que juntamente à Gabriela São proprietárias e criadoras da marca brasiliense.

O período no qual a Conspiração Libertina consegue vender mais os adereços é no Carnaval, que, nos últimos anos, vêm estampando na pele, em camisetas e em bottons questões que combatem assédio e homofobia.

A professora Daniela Garrossini é cliente da loja desde o começo. Por se identificar com as causas defendidas pela marca, Daniela possui várias peças. Para ela, é uma forma de manifesto por meio do corpo “Eu gosto porque é uma marca que não representa só o comercial. Há um engajamento nas causas que elas defendem” afirma.

A Grude Tattoo, loja virtual localizada em São Paulo, comercializa para todo o país tatuagens temporárias com diferentes temáticas e de valores variados. Fundada há três anos, a equipe criadora da marca identificou, a partir do Carnaval, o uso do adereço para fins políticos e passou a vender frases estampadas como “Não é Não”, “Girl Power” e “Orgulho gay”.

Para a confecção das artes, a empresa conta com um designer específico. Heloisa Risi, uma das sócias da Grude Tattoo, conta que atende a pedidos de tatuagems personalizadas e que, inclusive, já criou adereços para partidos políticos em época de eleição. “A gente junta os assuntos do momento com ideias que nós temos e mandamos para o designer. A venda maior é durante o Carnaval, mas fazemos para eventos como formaturas e aniversários".

 

O programa Vem Ser S/A desta semana, apresentado por Janguiê Diniz, Controlador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional, vai falar sobre empreendedorismo e a importância de se obter competências para uma carreira de sucesso. Para a conversa, Janguiê recebe o empresário, escritor e palestrante, Roberto Shinyashiki. 

Roberto é autor de best-seller, tendo escrito livros de auto-ajuda que já venderam quase oito milhões de cópias em vários países. Os conteúdos proferidos nas palestras de Shinyashiki têm o objetivo de orientar e inspirar administradores e futuros empresários a conquistarem uma jornada de sucesso profissional. 

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A entrevista vai ao ar nesta quarta-feira, às 20h, no Facebook e canal no YouTube de Janguiê Diniz, além dos canais do LeiaJa.com.

Gutemberg Alves de Santana é um ex-vendedor de quentinhas da Região Metropolitana do Recife que, hoje, tem um patrimônio avaliado em R$ 4 milhões. Depois de enfrentar inúmeros desafios, Gutemberg fundou o “Sabor da Casa”, empreendimento especializado na fabricação de bolos de rolo, referência da culinária pernambucana. O LeiaJá contou a história do empreendedor

Para ajudar outras pessoas com o mesmo espírito empreendedor, o dono do 'Sabor da Casa' está criando o Instituto Begs, com o objetivo de qualificar donos de negócios que estejam passando por dificuldades e empreendedores que querem abrir a primeira empresa. Com apoio de advogados, contadores e especialistas em licitação, o instituto do ex-vendedor de quentinhas quer dar oportunidade àqueles que almejam mudar de vida.

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Ainda de acordo com Gutemberg, o propósito é que a consultoria seja realizada de forma gratuita. Mais informações podem ser obtidas através do Instagram do Sabor da Casa.

Nesta segunda-feira (17), será realizado o Pós NRA Recife, no Teatro RioMar, localizado dentro do RioMar Recife, no bairro do Pina, Zona Sul da cidade. O evento faz menção ao National Restaurant Association (NRA Show), realizado no último mês de maio nos Estados Unidos. A ação, que começará às 15h, tem o objetivo de reunir empreendedores da área de alimentação.

Participarão do evento os palestrantes Janice Mendes, diretora Executiva na GS&Malls; o consultor Luiz Marinho, colunista do portal Mercado & Consumo; a nutricionista Cristina Souza, diretora executiva e fundadora da GS&Libbra; e Márcia Chilio, sócia-diretora da GS&Libbra.

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Diante do mercado favorável para os setor de alimentação fora do lar, os especialistas irão trazer os principais insights da convenção internacional. A ideia é mostrar o que pode ser usado no mercado brasileiro, além de comida e serviço. Em 2018, o setor movimentou R$ 205 bilhões.

O encontro é voltado para donos de restaurantes, cafeterias, lanchonetes e negócios em alimentação. Os ingressos custam R$ 50, à venda no site do teatro e na bilheteria.

O programa Vem Ser S/A dessa quarta-feira (12), apresentado por Janguiê Diniz, Controlador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional, entrevistou o empresário e humorista Murilo Gun. Graduado em administração pela Universidade de Pernambuco (UPE), Gun ministra palestras sobre criatividade e empreendedorismo.

Durante a conversa com Janguiê, Murilo contou suas experiências no Vale do Silício. Gun foi um dos 80 empreendedores mundiais selecionados para morar por dez semanas no NASA Research Park, no Vale do Silício, estudando inovação e criatividade na Singularity University.  Segundo Gun, a criatividade é uma habilidade essencial para quem quer empreender.

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Ficou curioso? Confira a conversa no Vem Ser S/A, transmitido no Facebook e YouTube de Janguiê Diniz, além dos canais do LeiaJá. Veja o programa:

 

Existem inúmeras oportunidades de empreender, mas qual é a melhor área para os jovens abrirem o próprio negócio, já que muitas vezes falta dinheiro para investir? Os brasileiros na faixa dos 18 a 24 anos são os mais atingidos pelo desemprego, com uma taxa de 27,3%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O administrador e especialista em desenvolvimento de novos negócios Alessandro Silveira explica que a tecnologia deve ser o ponto de partida da maioria dos projetos que o empreendedor pretende desenvolver. “O jovem deve buscar áreas que não serão ‘extintas’ pelo avanço tecnológico, como alimentação, informação, mercado pet e serviços ligados às necessidades básicas. É claro que existem mercados de nicho onde o digital faz pouca ou nenhuma diferença, mas serão cada vez mais raros”, afirma.

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Silveira acrescenta que a internet possibilita a abertura de negócios sem a necessidade de um grande investimento inicial. “Contudo, se a ideia precisar de investimentos maiores do que a capacidade financeira do jovem empreendedor, ele tem a opção de buscar ajuda por meio de financiamento bancário e programas de incentivo à inovação como os desenvolvidos por instituições como o Senai”, orienta.

No entanto, o sucesso do empreendimento dependerá se o jovem se apaixonar pelo problema em vez da solução. “Se você se apaixona pelo problema, a todo momento vai ajustar seu produto ou serviço para melhor atender à necessidade e expectativa do cliente. Mas se você se apaixonar cegamente pela ideia que criou, pode não enxergar pontos de correção de rota durante a jornada, fazendo com que vá direto para o precipício, como aconteceu com grandes marcas como a Kodak e a Blockbuster”, pontua Silveira.

Para o especialista, estar atento aos problemas do cotidiano também ajuda a identificar chances de empreender. “Oportunidades existem onde falta eficiência, onde há dor ou desperdício. As empresas que tive a oportunidade de liderar ou criar sempre foram focadas em preencher as lacunas existentes no mercado. Neste ambiente de ‘falhas’, existem as melhores oportunidades e as menores barreiras de entrada. Novamente me volto para o digital, para o online, e para os aplicativos que ainda podem revolucionar e muito nosso modo de viver”, avalia.

 

 'Saia do lugar que limita sua visão' é a frase que marca o discurso do empreendedor Gutemberg Alves de Santana / Foto: Chico Peixoto/LeiaJáImagens

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A dor de um pai sem alimento para próprio filho findou em lágrimas. Tomado pela tristeza e cabisbaixo em seu humilde lar, o homem, após um duro dia de trabalho pela sobrevivência, carregava naquele momento a incapacidade de suprir a necessidade de um familiar. Por mais lamentável que fosse, a cena era acompanhada com atenção e dose de espanto por uma criança de apenas oito anos, que não entendia o choro angustiante do pai. O garoto, então, questionou a mãe o motivo das lágrimas. “Ele não tinha dinheiro para comprar leite para seu irmão mais novo”, respondeu a mulher.

Apesar de amargo, o episódio instigou sonhos. Fez de um garoto um homem determinado a mudar vidas: a dele e a das pessoas que estavam ao seu redor. Marcante, a cena banhada a lágrimas foi o motor propulsor para Gutemberg Alves de Santana, hoje com 31 anos, compreender que poderia, a base de muita luta, despedaçar a realidade de pobreza da sua família. Nascido no bairro da Guabiraba, Zona Norte do Recife, Berg, chamado assim pelos amigos, dividiu a infância com a responsabilidade de superar a condição ruim em que vivia a sua família. Ainda na adolescência, ele começou a trabalhar, desenvolvendo um espírito empreendedor que mais na frente transformaria um vendedor de quentinhas em um empresário que hoje comemora um patrimônio avaliado em R$ 4 milhões.

Gutemberg, fundador da ‘Sabor da Casa’, empresa especializada na produção de bolos de rolo, hoje desfruta da doçura de deus produtos, saboreia uma vida confortável e, ainda assim, se mantém com os pés no chão. Ele sabe de onde veio. Assim como as lágrimas de seu pai - um cuidador de carros em uma boate situada na cidade de Paulista, Região Metropolitana do Recife -, Berg provou adversidades ao longo da vida, experimentou frustrações, chorou, mas hoje degusta do sucesso.

Berg orgulha-se ao mostrar a variedade de produtos do seu empreendimento / Foto: Chico Peixoto/LeiaJáImagens

“Lembro muito das coisas. Às vezes a gente não tinha o que comer e meu pai chegava de madrugada com galeto e farofa que a dona da boate dava a ele. Ele acordava todo mundo para comer. Lembro que meu pai estava chorando e fui perguntar a minha mãe por que ele estava daquela forma. Ela disse que ele não tinha dinheiro para comprar leite para o meu irmão mais novo. Hoje quando a gente pensa como adulto, percebemos que é uma cena muito forte. Sempre digo: saia do lugar que limita sua visão. De certa forma, aquilo me corroeu por dentro”, recorda Gutemberg, não com ar de tristeza, mas certo de que as dificuldades impulsionaram sua vontade de vencer.

O vendedor de quentinhas especializado em cobranças

Berg e três irmãos viviam com os pais de favor na casa de uma avó, no humilde bairro da Guabiraba. Sua mãe, analfabeta, trabalhava como empregada doméstica, mas o que recebia era insuficiente para atender aos anseios da família. Cuidando de carros e retirando areia de rios para construções, o pai de Gutemberg dedica-se exclusivamente aos trabalhos, pressionado pela necessidade de garantir o sustento dos seus dependentes. Depois de um tempo, a família ganhou um terreno no mesmo bairro, onde posteriormente seria construída uma residência simples.

Os pais de Gutemberg “viviam” pela sobrevivência. A pobreza os obrigava a trabalhar para botar comida na mesa. Contudo, eles faziam questão que os filhos frequentassem a escola, que para eles seria o caminho cujo trajeto resultaria em uma vida mais confortável para a família.

A mãe de Berg, Luzineide Maria Florenço, hoje com 50 anos, resolveu pedir demissão da função de empregada doméstica. Antes da decisão, juntou dinheiro que seria suficiente para a criação do primeiro empreendimento da família: sua casa transformou-se em um ponto de vendas de quentinhas, como são conhecidos pratos de comidas servidos geralmente no horário do almoço.

 

Mãe de Gutemberg, Dona Luzineide faz questão de continuar com seu restaurante, onde comercializa quentinhas no bairro da Guabiraba, Zona Norte do Recife / Foto: Chico Peixoto/LeiaJáImagens

“Certo dia, quando cheguei da escola, presenciei a casa da minha mãe cheia de mesas e ela estava vendendo almoços. Tinha uns 12 anos na época. Fiquei meio que perdido, mas percebi que a hora era aquela. Foi assim que aprendi a cozinhar com minha mãe. Quando ela montou esse negócio, comecei a desenvolver meu lado comercial fazendo contas: calculei o que ela gastava e o que apurava. Como ela conseguiu criar o negócio sem ter experiência, percebi que eu também poderia fazer algo melhor. Inicialmente, ela vendia cerca de 50 almoços por dia. Então tive a ideia de vender quentinhas no Terminal Integrado da Macaxeira – ponto de circulação de ônibus localizado na Zona Norte do Recife –“, relembra Gutemberg.

Cinco horas da manhã Berg saia de casa rumo ao terminal. Não levava almoços de cara, mas ostentava a habilidade de oferecer os produtos aos trabalhadores do TI. “No primeiro dia só vendi um. Mas, a comida da minha mãe, quem come uma vez volta a comer. O primeiro cliente gostou tanto que espalhou para os outros funcionários. Eu anotava os pedidos, voltava para minha casa e passava para minha mãe, e depois levava para os clientes. No segundo dia vendi cinco, no terceiro dez. Uns seis meses depois tripliquei a venda de almoços da minha mãe. Passei um ano e meio vendendo quentinhas no terminal. Fiquei tão amigo dos motoristas e cobradores que já não pagava passagem para andar de ônibus”, brinca Berg. Cada quentinha era comercializada por R$ 3,50. Depois das vendas de Gutemberg, a mãe dele passou a entregar 150 quentinhas diariamente.

Do trabalho em parceria com a mãe, Berg recebia R$ 100 mensais. No período, passou a estudar à tarde, já que a manhã era dedicada ao comércio de almoços. O dinheiro lucrado por Berg era investido em cursos de capacitação, que mais tarde serviram como ótimos aliados na sua formação escolar.

Dona Luzicleide relembra com nostalgia da desenvoltura do filho. “Ele era um ótimo vendedor e principalmente cobrador. Ficava em cima dos clientes que deixavam para pagar depois. Ele não voltava para casa sem dinheiro”, recorda Luzicleide, aos risos. “Eu pegava o camarada pela palavra. Se ele falava ‘passe aqui de tarde que eu te pago’, à tarde eu estava lá no pé dele esperando”, conta Berg, de maneira descontraída.

“Olha a cocada”! Berg contrata seu primeiro funcionário

Próximo da comunidade onde Gutemberg vivia com sua família, o pai dele passou a trabalhar em uma borracharia. Inclusive, borracheiro foi outra função que o rapaz desempenhou ao lado do pai na juventude. Na mesma localidade, uma grande empresa de água mineral inaugurou uma produção, o que despertou em Berg a ideia de um novo empreendimento.

Com quase 14 anos, Gutemberg passou a vender cocadas para os clientes que almoçavam no comércio de quentinhas da sua mãe. No mesmo período, graças a um favor de uma funcionária e de um gerente da empresa de água, o garoto teve a ideia de instalar um fiteiro dentro da companhia. “O objetivo do ponto fixo era atender aos pedidos dos funcionários que não podiam sair da empresa. Vendia cocada, pipoca, confeito, refrigerante... Nessa época passei a estudar à noite”, relata.

Gutemberg comprava as cocadas a R$ 0,15 a um idoso que residia em uma comunidade da Zona Norte do Recife; posteriormente, o produto era comercializado para a clientela ao preço de R$ 0,30.

De acordo com o empreendedor, como muitos caminhões que transportavam os botijões de água mineral ficavam fora da empresa, era necessário fazer com que os produtos do fiteiro, em especial as cocadas, chegassem aos caminhoneiros. “Foi aí que contratei minha primeira funcionária. Essa amiga ficava no fiteiro, enquanto eu circulava na fábrica e fora dela para oferecer as cocadas. Comercializava umas cem cocadas por dia. Dava para a funcionária em torno de R$ 15”, revela Gutemberg.

Apesar de lucrativa, a rotina intensa de trabalho, de certa forma, passou a atrapalhar o interesse de Berg pela vida escolar. Ele parou na sétima série, aos 15 anos. Contudo, ele tinha o sonho de ingressar no Exército Brasileiro; então, resolveu entrar em um supletivo, onde após três anos, conseguiu finalizar o ensino médio. Aos 19 anos, Berg ingressou na carreira militar, mesma época em que entregou o ponto do fiteiro.

Da carreia militar à criação da fábrica de bolos de rolo

Segundo o empreendedor, o Exército foi fundamental na sua formação como pessoa. Berg se destacou nas atividades militares pela sua dedicação às funções, bem como pelo porte físico e pelas provas físicas. “Corria bem, já era atleta na escola. Comecei a vencer corridas, ganhei o prêmio de melhor militar do batalhão”, conta.

Depois de um tempo, Gutemberg engajou na carreira militar. Em 2011, aos 23 anos, paralelamente ao Exército, ingressou em uma universidade, onde cursou gestão e tecnologia de logística.

Além da faculdade, o rapaz apostava nos estudos em prol da aprovação em concursos militares. Na época, além do salário de R$ 890 oriundos do Exército, Gutemberg comercializada rodas para carros, complementando a renda que servia para bancar as mensalidades da faculdade.

Em 2014, ele formou-se na universidade e conseguiu aprovação para a Polícia Militar da Paraíba e para o Curso de Formação de Oficiais no Ceará. Porém, Berg rejeitou as aprovações depois de desenvolver um trabalho de conclusão de curso voltado à abertura de uma empresa. “Não desmerecendo quem é funcionário, mas coloquei na minha cabeça que não trabalharia para ninguém”, diz Gutemberg.

De acordo com o empresário, em abril de 2014, ele e seu pai tinham um bom equilíbrio financeiro. Na época, animado com o trabalho da faculdade, Berg resolveu criar uma fábrica de bolos de rolo, porque entendia que o produto seria rentável por ter se tornado patrimônio do Estado. Outro aspecto que pesou foi o fato de sua avó ter revelado que queria aprender a fazer bolo de rolo. Quando ela faleceu, Gutemberg recordou esse desejo e decidiu investir na abertura do empreendimento.

Berg, já estabilizado em termos financeiros, adquiriu um terreno localizado no bairro de Passarinho, Zona Norte do Recife. Próximo ao local, existia um galpão que poderia ser agregado ao espaço, ao preço de R$ 120 mil. “Tinha uns R$ 50 mil juntos. Fechei por R$ 100 mil a compra do galpão, passei um cheque de R$ 50 mil e o restante parcelei em dez vezes. Consegui quitar com a fábrica funcionando”, relembra.

Berg particiou da reforma do espaço que abrigou a primeira fábrica dua sua empresa / Foto: Arquivo pessoal

Na época, Gutemberg convidou um amigo de infância, que carregava experiência de uma empresa alimentícia, para ser seu sócio na criação da ‘Sabor da Casa’. A primeira fábrica tinha 300 metros quadrados.

“No dia 1º de julho de 2014 formalizei a empresa ‘Sabor da Casa’. Fui sem medo de errar. Dia 31 de julho de 2014 fui exonerado, deixei de ser militar. O que pesou para essa escolha foi o desafio: na carreira militar eu sabia onde meu salário ia terminar, na fábrica não. Iniciamos com quatro pessoas: eu, meu sócio na época, minha esposa e a dele. Nos dois primeiros meses, nós cuidávamos de tudo; aprendi a fazer bolo de rolo assistindo vídeos e meu sócio, por já ter experiência, tocava a produção. Ele sabia fazer tudo”, conta.

Dois meses depois, a empresa contratou três funcionários. O sócio ficou responsável pela produção, enquanto Gutemberg ia às ruas para vender o produto, principalmente em padarias da Zona Sul do Recife. Ele oferecia os bolos, os clientes gostavam e compravam. No período, a empresa vendia em torno de 200 quilos de bolo de rolo por dia.

Com oito meses de empresa, foi instalada a primeira loja da marca, no aeroporto de Fortaleza. A mensalidade custava R$ 7 mil mensais, valor que já representava 10% do faturamento da empresa como um todo. “O primeiro mês de funcionamento do quiosque foi excepcional: R$ 60 mil de faturamento. Então, a fábrica passou a vender mais, chegaram novos funcionários e desenvolvemos novos produtos”, conta o empresário.

Em setembro de 2015, a sociedade foi desfeita e Gutemberg precisou seguir sozinho na gestão da companhia. Na época, a ‘Sabor da Casa’ já possuía, além do quiosque em Fortaleza, dois pontos de vendas em João Pessoa-PB e um em Fernando de Noronha-PE. No entanto, o ponto cearense estava próximo de encerrar o contrato; Gutemberg não conseguiu licitação e deixou de comercializar os produtos na região.

O fracasso bateu à porta. A vontade permitiu uma reviravolta

Com o fim da sociedade, vários problemas surgiram diante da empresa. Gutemberg perdeu uma funcionária especializada na venda direta aos clientes, fato que prejudicou profundamente o andamento da produção. “Passei a enfrentar a crise da loja fechada com os funcionários dentro parados, já que a produção diminuiu bastante. Perdi pontos de vendas aqui da região. Nessa época, as vendas caíram 80%. Achei que a empresa ia fechar. Nem carro eu tinha mais, voltei a andar de ônibus”, revela o empresário.

A companhia chegou a dever quase R$ 330 mil. “Foi a maior dívida da minha vida”, confessa Gutemberg. Ele cogitou, inclusive, vender tudo que tinha, já que no mesmo período recebeu uma proposta para trabalhar como chefe de segurança de um centro de compras. “Eu confesso que, nessa época, entrei em um período pré-depressivo. Me isolei, devia bastante”, conta.

Depois de passar pela entrevista no centro de compras, Gutemberg voltou para a fábrica. Exausto, deitou no chão e dormiu. Ouça o relato:

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O “sonho acordado” fez com que Gutemberg erguesse a cabeça e se jogasse de volta ao mercado. Ele selecionou todos os contatos de clientes e fornecedores, conversou com cada um, e os convenceu que o bolo de rolo é um produto rentável. As vendas voltaram. “Seis meses depois zerei todas as dívidas explicando a situação da empresa, ao mesmo tempo em que pedia uma nova chance com fornecedores”, relembra o empreendedor.

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‘Sabor da Casa’, uma doce conquista

O ex-vendedor de quentinhas conquistou sonhos. Resistiu aos desafios do empreendedorismo, superou crises e estabilizou a fábrica de bolos de rolo. Hoje, a 'Sabor da Casa' ostenta, além da iguaria nordestina, mais de 70 produtos entre doces e salgados.

A fábrica continua no bairro de Guabiraba, mas agora em um terreno de 1.900 metros. São, ao todo, 34 funcionários, responsáveis pela produção de uma tonelada de bolo de rolo por dia. O preço do produto pode variar de R$ 8 a R$ 47, dependendo do tamanho e modo de preparo.

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De acordo com Gutemberg, o faturamento mensal da empresa gira em torno de R$ 400 mil. A marca conta com 14 lojas próprias distribuídas em Recife-PE, João Pessoa-PB, Natal-RN, Belém-PA, Aracaju-SE, Goiânia-GO, Porto de Galinhas-PE, Maceió-AL e Fortaleza-CE.

A trajetória empreendedora de Gutemberg inspira os mais jovens. Seu irmão, Yurimberg Florenço de Santama, 26 anos, orgulha-se ao recordar dos episódios de dificuldade que foram deixados para trás graças à perseverança do empreendedor. “A batalha da gente é muito grande, a história também é muito linda. Estamos conquistando sonhos com muito sacrifício e assim nós vamos lutando. Meu irmão é um exemplo muito grande, me espelho muito nele”, diz Yurimberg, responsável pelo setor de produção.

João Vitor Florenço, batedor de massa, é funcionário do empreendimento desde a inauguração. Ele presenciou as fases boas e ruins do negócio. “Agradeço a Deus por tudo que conquistamos até hoje. Berg foi um sofredor, lutou muito para chegar aonde chegou. Ele é uma inspiração para mim, daqui eu penso em fazer muitas coisas, como uma faculdade”, finaliza o funcionário.

Gutemberg quer mais. Sonha em instalar ao menos uma loja da marca em cada capital brasileira. Além disso, almeja levar o bolo de rolo para fora do Brasil. O empreendedor também compartilha sua história de sucesso em palestras, bem como idealiza a criação de uma entidade especializada em orientar futuros empresários ou gestores que estão passando por momentos difíceis em suas empresas.

A instituição sem fins lucrativos Junior Achievement Pernambuco anunciou mais uma vez a realização do Miniempresa, projeto que tem como função ensinar planejamento e desenvolvimento de uma empresa na prática aos jovens. A previsão é de que a 19ª edição do programa beneficie mais de mil alunos do segundo ano do ensino médio de escolas do Agreste pernambucano e da Região Metropolitana do Recife.

As aulas serão ministradas por 200 profissionais habilitados espalhados em dez cidades diferentes ao longo dos sábados. O intuito de toda a capacitação é fazer com que os estudantes se familiarizem com conceitos como livre iniciativa, mercado, comercialização, produção, fluxo de caixa, encargos e impostos.

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Entre os eventos planejados para a formação dos jovens estão uma Gincana de Miniempresa, marcada para o próximo sábado (8) no Clube Português, Zona Norte do Recife, e a comercialização de produtos em um centro de compras da capital pernambucana.

Todos eles devem montar uma miniempresa, planejando, produzindo e vendendo produtos, apurando resultados, bancando a infraestrutura e pagando com valores simbólicos os envolvidos, como funcionários e acionistas. Segundo a Junior Achievement Pernambuco, mais de 150 mil alunos já passaram pelo projeto.

De acordo com o cronograma, os jovens das cidades de Recife, Olinda, Paulista, Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes, Belo Jardim, Caruaru, Vitória de Santo Antão, Gravatá e Limoeiro, terão 18 momentos diferentes de aprendizado e construção durante a capacitação, que findará em uma formatura no dia 4 de novembro, no Teatro Guararapes, na cidade de Olinda, na RMR.

O programa Vem Ser S/A desta quarta-feira (05), apresentado por Janguiê Diniz, Controlador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional, entrevista Marc Tawil, jornalista, empreendedor e head da Tawil Comunicação.

Na conversa, Marc fala um pouco sobre a própria trajetória de sucesso desde a infância e lembra os motivos que o levaram até o mercado da comunicação, iniciando sua carreira no jornalismo ainda aos 19 anos, no Estado de São Paulo, e criando uma agência de comunicação corporativa híbrida de sucesso anos depois.

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O empreendedor também comentou sobre o conceito de Networking 4.0, que trabalha na construção de relações entre seres humanos para geração de negócios alinhados com a transformação digital. Confira a conversa ao vivo no Vem Ser S/A, transmitido a partir das 20h, no Facebook e YouTube de Janguiê Diniz, além dos canais do LeiaJa.com.

Quem nunca pegou piolhos na infância? Dificilmente alguém vai responder que não teve. A pediculose, doença provocada pela infestação de piolhos é um tormento na vida de muitas crianças e nos próprios pais que usam de diversos métodos para a eliminação dos parasitas. O piolho causa coceiras, irritação no coro cabeludo e até inflamações. Há quem faça do tratamento da doença, porém, uma chance de empreender.

A novidade é que no Brasil há empresas especializadas em tratar pessoas com pediculose. A primeira empresa do Brasil é a PiolhoLess que atua em São Paulo, oferecendo um serviço de remoção dos piolhos e lêndeas de forma 100% natural em apenas duas sessões. O valor das sessões custa R$ 350.

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A dona da empresa é a Mariana Cobo, mexicana e advogada que chegou no país há dois anos, devido à transferência do trabalho do esposo. Aqui, ela visava encontrar oportunidades de crescimento próprio por meio do empreendedorismo, e pensou na possibilidade de criar algo inovador no país. A ideia do tratamento para a pediculose surgiu ao perceber que aqui no Brasil não havia esse tipo de negócio, diferentemente de outros países onde a empresária morou. “É um serviço maravilhoso porque realmente ajuda as famílias. Então quando eu chego no Brasil, decido fundar a PiolhoLess porque vi que é um negócio comprovado no exterior, em outros países funciona super bem. E eu via que aqui todo mundo tirava piolho em casa e não resolvia”, declara. 

O tratamento feito pela PiolhoLess consiste em duas sessões, cada uma com 1h30 de duração, não tendo limite de idade. Pode, inclusive, ser usado em mulheres grávidas. A primeira etapa é feita com um aspirador específico que suga boa parte dos parasitas através de uma mangueira própria. O processo dura 20 minutos “Nessa aspiração, sai a maioria dos piolhos mesmo, uns 90%. Então a criança vai pra casa na primeira sessão sem piolhos” explica.

Na segunda e última etapa é usado um produto feito com óleos naturais desenvolvido exclusivamente para a empresa, no qual a ajuda a tirar as lêndeas do coro cabeludo com um pente fino de metal "Esse produto também ajuda a acalmar os sintomas da pediculose, que seria a coceira, a irritação e inflamação do coro cabeludo".

Mariana ressalta a importância de se manter a limpeza da casa, pois pode influenciar no tratamento. “O piolho fica em um ambiente, fica no sofá, no carro, na cama ou nas roupas. Então essas famílias têm que fazer uma limpeza bem cuidadosa para evitar uma reinfestação”, destaca. 

A PiolhoLess também promove uma campanha preventiva, no qual são realizadas visitas em instituições educacionais que solicitam vistorias para saber se há crianças com pediculose nas escolas. "Conseguimos revistar umas 200 crianças e a gente elabora uma lista super discreta das crianças que achamos lêndeas. Só as lêndeas, porque o piolho é muito difícil de enxergar. A lista é entregue aos professores para serem encaminhada aos pais das crianças", explica.

Atualmente, a empresa tem quatro funcionários e está em processo de expansão. Mariana contou que uma segunda unidade será aberta, visto que, segundo ela, a empresa está fazendo sucesso.

Recomendações da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)

A Dra. Clarissa Prati, Assessora do Departamento de Dermatologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), diz que a pediculose é mais comum nas crianças em ambientes escolares, principalmente nas meninas que geralmente usam cabelos longos. A doutora salienta que a transmissão ocorre com mais frequência no outono e inverno. 

Segundo Clarissa, o mais importante no tratamento é remover as lêndeas "Mais importante do que tirar os piolhos é a remoção das lêndeas. Se no tratamento isso é deixado de lado, o piolho volta novamente" esclarece.

A dermatologista também indica que o uso do pente fino é uma forma muito eficaz no tratamento caseiro, pois ele força a retirada das lêndeas. 

O programa Vem Ser S/A desta quarta-feira (29), apresentado por Janguiê Diniz, Controlador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional, entrevista o empresário, especializado em produtividade e alta performance e autor best seller Christian Barbosa, que já chegou a ser conhecido como “homem do tempo” por ajudar as pessoas a controlar o seu tempo e sua produtividade.

Durante a conversa com Janguiê, Christian contou do sonho de criança de ter uma empresa e de como se tornou, aos 15 anos, o profissional mais jovem da Microsoft, trazendo essa experiência para montagem da própria empresa poucos meses depois.

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Christian é autor de oito livros. O mais recente deles, Tríade do Tempo, fala sobre o “método tríade”, que, dividido em cinco grandes etapas, utilizou-se das estatísticas para traçar técnicas que otimizem o tempo.

Ficou curioso? Confira a conversa ao vivo no Vem Ser S/A, transmitido a partir das 20h, no Facebook e YouTube de Janguiê Diniz, além dos canais do LeiaJa.com.

Empreendedores brasileiros que desejam investir em Portugal terão a oportunidade de participar de um evento no Recife, no dia 19 de junho. Por meio de uma parceria entre a BeBraga Porto International Mobility Consulting e a Sol Comunicação, o Urbano Vitalino Advogados vai promover um ciclo de palestras com o tema "Como investir em Portugal?". As inscrições já estão abertas e podem ser feitas online.

Participam das palestras o doutor Ivo Amaral, do escritório Urbano Vitalino, que abordará o tema "Empreendedores e o Golden Visa para Portugal", e Lígia Ribeiro, CEO da Invest Portugal, agência de captação de investimentos externos do país europeu, que traz uma conversa sobre como funciona o mercado e o melhor caminho para realizar investimentos em Portugal.

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 O evento será realizado no Porto Digital, localizado na Rua do Apolo, no bairro do Recife, e está marcado para começar às 18h30. As vagas são limitadas e custam R$ 60.

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