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A plataforma de empregos BNE abriu mais de 3 mil vagas para a função de motorista. Empresas de todas as regiões do Brasil oferecem contratos em caráter efetivo e temporário para colaboradores que comprovem experiência, habilidade e disponibilidade de horário para exercer as atividades.

Os selecionados devem atuar em companhias que prestam serviço de transporte de passageiros, cargas e documentos.

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Outro requisito para o condutor ser escolhido é a regularidade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). As vagas disponíveis contemplam profissionais que tenham o documento registrado nas categorias "B", "E", "D", "B e E" além da subdivisão "C e E".

A maioria das chances oferece benefícios como assistência médica e odontológica, seguro de vida em grupo, vale-alimentação e vale-transporte.

A maior parte das ofertas de emprego está nas regiões Sul (Florianópolis-SC, Cocal do Sul-SC, Itajaí-SC, São José-SC, Navegantes-SC, Palhoça-SC, Curitiba-PR, Foz do Iguaçu-PR), Sudeste (São Paulo-SP, Indaiatuba-SP, Americana-SP, Agudos-SP, Bom Jesus dos Perdões-SP, Rio de Janeiro-RJ, Guarapari-ES, Belo Horizonte-MG), Centro-Oeste (Brasília-DF, Campo Grande-MS, Anápolis-GO) Norte (Manaus-AM, Rio Branco-AC, Belém-PA) e Nordeste (Fortaleza-CE, Salvador-BA, Timon-MA, Belém-PB).

Para se inscrever nos processos seletivos, a recrutadora recomenda que os interessados efetivem um cadastro no site. Além da inscrição, o ambiente virtual da plataforma fornece mais informações sobre cada uma das vagas disponíveis e empresas contratantes.

O Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo (Cate) está com processo seletivo aberto para a contratação de 2.154 profissionais na cidade de São Paulo e região metropolitana.

Até as 14h de amanhã, interessados em concorrer às vagas de emprego nos segmentos da saúde, comércio e serviços, podem efetivar a inscrição on-line por meio do site da instituição na Internet  e anexar um currículo em formato PDF.

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Há chances para aprendizes e colaboradores com contrato efetivo. Os salários podem variar entre R$ 600 (aprendiz) e R$ 4,9 mil.

Não precisa ter experiência

De acordo com o Cate, as 500 vagas abertas no segmento comercial não exigem experiência no cargo. Os colaboradores inscritos em processos para funções como atendente, balconista, empacotador e operador de caixa precisam apenas comprovar que concluíram ou que estejam cursando o ensino médio.

A remuneração mensal do trabalhador nesta ocupação é de até R$ 1.526. As empresas de telemarketing seguem sendo opção para quem busca recolocação profissional. Com 412 vagas como operador ativo ou receptivo, o rendimento mensal varia  entre R$ 1.051 e R$ 1.376.

Os contratantes podem escolher profissionais para atuar no esquema home-office e presencial, além de reservar parte das chances para Pessoa Com Deficiência (PCD). Para participar da pré-seleção, todos os candidatos devem ter grau de escolaridade entre ensino fundamental ou médio completo. 

Já a área da saúde abriu 395 vagas para os profissionais de enfermagem. São 360 postos para técnico e 35 para enfermeiros de formação. Algumas peculiaridades como o certificado do Conselho Regional de Enfermagem (Coren) ativo, formação completa e o mínimo de seis meses de prática na função são obrigatórios.

Aos postulantes ao cargo de enfermeiro, é necessário comprovar pós-graduação e atuação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e Pronto-Socorro (PS).

Chance de efetivação

O segmento logístico vai contratar 200 profissionais com experiência na função de auxiliar em caráter temporário. A remuneração é de R$ 1,2 mil mensais e o contrato pode durar até nove meses.

Segundo o Cate, a contratante afirma que há chance de efetivação, mas ressalta que os candidatos devem ter ensino médio completo ou em andamento. As vagas estão disponíveis para moradores da região de Cajamar, na Grande São Paulo.

Outra função disponível para profissionais com experiência mínima de seis meses é a de auxiliar de limpeza. Além das regiões Sul e Leste da capital paulista, os 103 contratados devem atuar em municípios da Grande São Paulo como Barueri e São Bernardo do Campo. A contratante exige prática na atividade e recomenda escolaridade entre os níveis fundamental e médio.

A Secretaria de Trabalho, Emprego e Qualificação divulgou, nesta segunda-feira (29), que Pernambuco contabilizou 23.839 demissões em maio deste ano. O número de admissões no mesmo período, por outro lado, foi de 16.887 contratações.

O levantamento levou em consideração dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No saldo entre contratações e demissões, o registro ficou negativo, com menos 6.952 postos de trabalho formais. De acordo com a Secretaria, esse saldo é melhor que o do último mês de abril, quando “24.965 pessoas com carteira assinada foram desligadas no auge da pandemia provocada pelo novo coranavírus (Covid-19)”.

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“O setor que mais gerou empregos, contudo, foi o de administração pública, com destaque para a saúde e serviços sociais, tendo um saldo positivo de 1.236 contratações, o segundo maior número do Nordeste. A Bahia, por exemplo, tem uma população maior e teve saldo 1.305 admissões neste período mencionado”, informou a Secretaria, por meio da sua assessoria de imprensa.

Para o secretário de Trabalho, Emprego e Qualificação, Alberes Lopes, o fluxo de contratações em serviços públicos tem a participação do Governo de Pernambuco. "O resultado positivo de contratações na gestão pública mostra a preocupação do governo estadual e de alguns municípios com a vida de seus moradores", disse, conforme informações da assessoria.

O levantamento aponta ainda que o comércio registrou 2.404 demissões no Estado, ao mesmo tempo em que o segmento de serviços sofreu o desligamento de 2.023 empregos. Se levarmos em consideração o acumulado do ano, de janeiro a maio de 2020, Pernambuco amargou 63.558 mil demissões.

Apesar dos números de desligamentos, Alberes Lopes mantém esperança na recuperação da economia pernambucana. "Tenho muita esperança que possamos conviver com o novo normal. Em Tacaratu, por exemplo, vários empregos vão ser gerados na área de energia eólica e vamos em breve anunciar. O governo Paulo Câmara está bastante empenhando nessa missão de dar proteção aos pernambucanos e voltar a gerar trabalho", disse o secretário.

A foodtech Menu, empresa do setor alimentício que abastece os restaurantes e conecta distribuidores e indústrias do mercado foodservice, está com 20 vagas abertas para os setores de vendas, marketing e tecnologia.

Todo o processo de contratação, desde a seleção, assim como as etapas e testes, são realizadas totalmente online. O trabalho tem início imediato com esquema home-office. “Sabendo do desafio da integração dos novos ‘menudos’ em tempos de home office e coronavírus, estamos promovendo, semanalmente, um bate-papo para entender como eles estão se sentindo e se adaptando a essa nova realidade”, afirma o CEO da empresa, Leonardo Almeida. 

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Por conta do trabalho remoto devido ao período de pandemia, a startup também oferece auxílio aos seus colaboradores para cobrir os gastos extras em casa. “Estamos disponibilizando as cadeiras do nosso escritório, para que os colaboradores tenham o mesmo conforto em suas casas”, comenta o Almeida.

Entre os benefícios, a empresa oferece apoio psicológico, jurídico, financeiro e social, por meio do Programa Gente 360. As inscrições, bem como detalhes sobre salários e benefícios podem ser conferidos durante a candidatura às vagas, realizada por meio do LinkedIn.

As contratações do departamento comercial das empresas brasileiras seguem na tentativa de manter o mercado de trabalho aquecido. A plataforma de recrutamento InfoJobs anunciou 25.874 vagas abertas para profissionais da área de vendas nos mais diversos setores de atuação.

De acordo com a intermediadora, mais de 7 mil contratantes de quatro regiões do país divulgaram oportunidades para selecionar pessoas com vínculo temporário ou efetivo.

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Além de oferecer empregos presenciais, as companhias estão a escolher candidatos para trabalhar no esquema home-office. Os contratados poderão atuar no setor comercial de empresas estabelecidas em diversos segmentos econômicos. A maioria das vagas está nas áreas de Tecnologia da Informação, Finanças, Moda, Química e Televendas.

Os empregos vão contemplar, em sua maior parte, as regiões Sul (Blumenau-SC), Sudeste (São Paulo-SP, Niterói-RJ e Pedro Leopoldo-MG), Centro-Oeste (Goiânia-GO) e Nordeste (Salvador-BA e Campina Grande-PB).

Para participar, os candidatos devem realizar a inscrição por meio do site do InfoJobs. No ambiente virtual da recrutadora, também é possível checar informações detalhadas sobre cada vaga como benefícios, salários e regime de contratação.

Mesmo diante de um cenário de crise econômica, demissões, doença, mortes e incertezas no país, o mercado de trabalho ainda oferece oportunidades de contratação. O período, no entanto, exige adaptações para que não hajam riscos à saúde, com seleções virtuais realizadas a distância, buscando garantir o isolamento social, recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). 

Se você perdeu renda durante a pandemia, está procurando seu primeiro emprego ou sofreu uma demissão e busca se reposicionar no mercado, confira a seguir uma lista de oportunidades de trabalho com mais de 200 vagas em empresas de todo o Brasil. 

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Sinquia

A empresa que atua no setor de tecnologia para o mercado financeiro oferece 60 vagas para profissionais das áreas de Business Consulting, Contratos, IT Quality & Assurance e IT Software, nas cidades de São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte. As inscrições devem ser feitas através do site do processo seletivo.

EF English Life

A escola de inglês online oferece 30 vagas para o setor de vendas e pós-vendas. Os interessados em participar do processo seletivo e dos treinamentos on-line devem se candidatar às vagas fazendo suas inscrições através do site do processo de seleção.  

Bitfy

A carteira de Bitcoins oferece cinco vagas para Desenvolvedor React Native, Analista Sênior de Infraestrutura AWS, UX/UI Designer, Atendimento e Suporte. Os interessados devem enviar seus currículos com perfil do LinkedIn por e-mail para o endereço vagas@bitfy.app

Mycon 

A fintech de consórcios oferece mais de 60 vagas em setores como Customer Success, SDR / Inside Sales, Especialista em A.I., Full Stack Developer e Full Mobile Developer, entre outros. Para participar das entrevistas on-line, os candidatos devem se inscrever através do site do processo seletivo. 

Grupo Nexxera

O gateway para transações financeiras tem uma vaga de DevOps Engineer SRE e destaca que recebe candidaturas de Pessoas com Deficiência (PcD). As inscrições devem ser feitas através do site da companhia.

M2M

A Mark2Market oferece uma vaga de Analista de Controles Internos e também possui um banco de talentos para receber currículos. Os interessados em se candidatar devem se cadastrar através do site da empresa. 

Acordo Certo

A empresa de soluções financeiras oferece 16 vagas para Analista de Customer Experience, Marketing de Performance, Marketing de Conteúdo, Analista de Business Intelligence (BI) e Analista de CMI (Customer Marketing Insight - Pesquisas internas e externas) e Design, além de outras cinco para desenvolvedores Back-End, desenvolvedor Front-End, Data Scientist e Jurídico. Os interessados devem se inscrever enviando e-mail para o endereço  talentos@acordocerto.com.br

Provi

A plataforma de educação tem vagas para Community Manager Jr. ou pleno, Data Hacker, Designer Digital Pleno, Analista de QA e Analista Financeiro Jr. Detalhes de como se candidatar podem ser encontrados no site da empresa. 

IOOU

A fintech de economia colaborativa está oferecendo vagas para trabalho em home office nos cargos de engenheiro de dados, estagiário de operações, design, product designer e Desenvolvedor Back-end. Os interessados devem se inscrever através do LinkedIn.

Vitta

A empresa do setor de tecnologia tem nove vagas para enfermagem, estágio em sales, analista de benefícios in loco e estágio em relacionamento, para trabalho remoto com contratação pelo regime de CLT. As inscrições devem ser feitas pelo site da empresa. 

Uffa.com.vc

A plataforma para declaração do imposto de renda está contratando profissionais para os cargos de Growth Hacker, Desenvolvedor e Analista de Business Intelligence. Os interessados devem enviar os currículos por e-mail com o assunto “TBOGH” para o endereço  rh@uffa.com.vc

Leoa

A plataforma de auxílio na declaração do imposto de renda tem 15 vagas para Engenharia, Contabilidade, Marketing e CS. Os interessados devem enviar o LinkedIn junto do Currículo e realizar a inscrição no site da empresa

Sanar

A medtech online está com 14 vagas nas áreas de marketing, TI, saúde, engenharia de software e design. Os interessados em se candidatar devem acessar o site do processo seletivo.

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A Cielo, empresa de pagamentos eletrônicos, está com inscrições abertas para o seu programa de estágio 2020 que está ofertando 30 vagas para os estudantes de qualquer faculdade. Os interessados podem se inscrever até o dia 8 de julho por meio do site de seleção.

A oportunidade é para alunos matriculados em qualquer curso com formação prevista para o período entre julho de 2021 a julho de 2023, e que tenham disponibilidade para estagiar 30 horas semanais no município de Barueri, localizado em São Paulo. O processo seletivo será composto por uma prova de lógica, fit cultural e, caso selecionados, os estudantes ainda terão uma dinâmica e uma entrevista remota com o gestor.

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Os aprovados trabalharão em regime home office durante a pandemia e terão um salário de R$ 1.800 a R$ 2 mil, a depender do ano letivo que estiver. O programa de estágio visa promover o desenvolvimento do potencial de talentos para participar de projetos desafiadores da rotina da empresa em um ambiente que estimula a diversidade.

“Estamos em busca de pessoas de todas as idades, gêneros, etnias, orientações sexuais e PcDs. O candidato escolhe a área na qual deseja trabalhar e a Cielo oferece treinamentos e acompanhamento em uma trilha de desenvolvimento profissional desde a primeira semana de estágio”, diz a empresa por meio de nota.

“Convidamos pessoas com perfil de colaboração, vontade de fazer acontecer, que tenham garra e acreditem que podemos transformar a empresa e o mundo para melhor a participar desse processo”, diz Paulo Caffarelli, presidente da Cielo, segundo divulgado pela assessoria.

Foi registrado e publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que dos 940 mil pernambucanos ocupados e afastados do trabalho em maio, 620 mil deixaram de ser remunerados. Os dados foram disponibilizados através da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19, divulgada nesta quarta-feira (24). 

Desde de a chegada da Covid-19 no país que os impactos do vírus são observados pelo órgão. Segundo levantamento, do total de 940 mil que foram temporariamente afastados, tendo como motivação o distanciamento social ou outro diferente dessa condição (como férias ou licença maternidade), representam 28,8% do total de pessoas empregadas em Pernambuco. Se comparado, o número é maior que a média nacional, que era de 18,6% durante o mesmo período. 

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A pesquisa ainda revela que, mesmo com a manutenção dos empregos - possibilitados por meio de acordos contratuais -, cerca de 40,4% pernambucanos tiveram rendimento menores no mês de maio. 

O relatório também mostra que, durante o mesmo mês, os pernambucanos estavam com dificuldades conseguir emprego devido a pandemia da Covid-19. Em números, foi quantificado cerca de 1,5 milhão de pessoas desempregadas. Destes, 1,2 milhão desistiram de procurar emprego, segundo o IBGE. Essa quantidade se aproxima a quase toda a população de Recife, que é de 1,6 milhão de habitantes.

A pesquisa foi realizada via telefone em cerca de 7 mil domicílios, em 137 cidades do Estado. A amostragem analisa os segmentos de gênero, cor ou raça, nível de escolaridade e grupo de idade. Foram calculados pelo IBGE cerca de 3,2 milhões de pessoas em atividade, apesar de Pernambuco ter em torno de 7,6 milhões consideradas como “população em idade de trabalhar” - pessoas a partir dos 14 anos.

Informalidade e auxílio emergencial

Dentre as linhas de pesquisa, também foram categorizadas as pessoas que receberam auxílio emergencial e pessoas na informalidade. De acordo com informado pela Pnad Covid-19, 51% dos lares pernambucanos recebem o auxílio emergencial concedido durante três meses pelo Governo Federal. O percentual fica abaixo da média do Nordeste, que alcança 54,8%, mas se mostra elevada em relação à média no Brasil, que é de 38,7%.

Em vista às pessoas que atuam na informalidade, a pesquisa ainda mostra um total de 1,4 milhão de trabalhadores em Pernambuco. Na categoria foram consideradas pessoas do setor privado ou trabalhadores doméstico sem carteira, como também empregados que não contribuem para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Os dados apurados pelo IBGE refletem os impactos da pandemia do novo coronavírus em Pernambuco. Em último boletim realizado nesta quarta-feira (24), a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) confirmou mais 1.191 novos casos da Covid-19 em Pernambuco. Agora, Pernambuco totaliza 54.022 casos confirmados, sendo 18.553 graves e 35.469 leves. O boletim também registra que 36.710 pessoas foram curadas da Covid-19.

Mesmo com a crise causada pela pandemia, algumas empresas estão com postos de trabalho disponíveis para início imediato. Além de oferecer chances para quem procura o primeiro emprego, as contratantes disponibilizam vagas em esquema home office e para pessoas com deficiência (PCD). São 1.115 oportunidades em companhias que vão preencher o quadro de funcionários em áreas como finanças, logística e marketing.

A plataforma de recrutamento Luandre abriu processo seletivo para a contratação de 800 pessoas para o cargo de auxiliar de logística. A empresa dará preferência para candidatos que procuram o primeiro emprego, mas exige que tenham o ensino médio completo. O salário é de R$ 1.323,77 por mês e as inscrições devem ser realizada pelo site da recrutadora.

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Já o contact center Vikstar vai contratar 250 funcionários em São Paulo (capital e interior, nas cidades de Fernandópolis e Votuporanga) e no norte do estado do Paraná (município de Londrina). A maior parte dos novos colaboradores deve atuar no esquema home office. Do total, 34 vagas serão direcionados para pessoas com deficiência (PCD). Os selecionados vão exercer o trabalho em processos de vendas, atendimento ao cliente e suporte técnico. É recomendado que os candidatos tenham computador próprio (processador Intel core i5, 4 Mb de RAM e Windows 7, como configuração mínima) e conexão com internet de pelo menos 15 megabytes por segundo (Mbps). O rendimento é de R$ 1.224 mensais, mais benefícios, com comissões variáveis em algumas funções. O cadastro para participar da seleção deve ser feito no site da empresa.

Na cidade do Rio de Janeiro e região metropolitana da capital fluminense, o Grupo Petra Gold selecionará 50 consultores de vendas. A empresa, que atua no ramo da construção civil e no mercado financeiro, oferece salário de R$ 2.250, mais benefícios, e contratação em regime celetista para quem comprovar três anos de experiência na área. O processo seletivo da companhia receberá currículos dos interessados até a próxima sexta-feira (26), no e-mail rh@petragold.com.br.

O segmento de marketing também oferece vagas nos estados de São Paulo e do Paraná. A Squid, empresa que projeta e realiza campanhas com influenciadores digitais, tem 15 oportunidades em aberto para ampliar o quadro de funcionários. Em território paulista, cinco profissionais serão contratados para exercer os cargos em gestão de relacionamento com o cliente (Mkt CRM pleno), social Ads (Mkt Ads junior/pleno), comercial sênior, tecnologia backend sênior e planejamento. Já para atuação na cidade de Curitiba (PR), dez pessoas vão ocupar as funções de tech backend pleno/sênior, general manager Duopana, comercial new business, customer sucess account manager e User Experience (UX). Tanto a sede do Sul como a do Sudeste receberão currículos por meio do endereço eletrônico talentos@squidit.com.br.

Junto com a pandemia global do novo coronavírus, vieram as mudanças na dinâmica no universo do trabalho, que em muitos casos passou de presencial para virtual. Essa realidade é o caso de Maria Souza*, 21 anos, que é professora em uma unidade particular de ensino infantil na cidade do Recife, capital de Pernambuco. O que ela não esperava é que, mesmo em home office, episódios de assédio moral sofridos desde a época de estagiária também iriam ser “adaptados” para a modalidade on-line. 

O relato de Maria reflete situações que outros trabalhadores passam frente a pandemia da Covid-19, que por sua vez, agravam ainda mais o terror psicológico acentuados pela crise. Desde os 19 anos que ela trabalha na escola, na qual sofre diversos ataques caracterizados como assédio moral - quando funcionários são submetidos a repetitivas ações de violência verbais e psicológicas em ambiente de trabalho. 

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“Ele [chefe] praticamente quer mandar em nossas vidas e comportamentos, dentro ou fora da escola. Agora no home office, ele fica o tempo todo ligando, cobrando tipo cinco atividades adiantadas e que a gente sempre esteja disponível no grupo da escola”, relata a vítima. 

Neste período com a crise sanitária, o contrato da professora passou por alterações, segundo determinado pela Medida Provisória nº 936/2020, que autoriza redução de salário, readequação de carga horária e até mesmo suspensão temporária de atividades. Com isso, Maria, que antes atuava presencialmente de segunda a sexta-feira no turno da manhã, agora realiza as atividades profissionais de casa, da forma, on-line, em mesma carga horária e turno, mas com salário reduzido. Mesmo nessas condições, a cobrança excessiva por parte do patrão só aumentou. 

“Depois que combinou isso da gente [professores] ficar junto dos pais em casa no suporte, ele passou a ser tipo mais autoritário. Ele fala lá [no grupo do WhatsApp] que a gente tem que à noite dar suporte aos pais para fazer atividade da criança. Mas estamos repassando as atividade durante o dia, momento em que estamos disponíveis para os pais”, explicou Maria ao LeiaJá

De acordo com o advogado Paulo Rodrigo, o assédio moral, também conhecido como "terror psicológico", é um tema comum no âmbito do direito trabalhista, e que continua a assombrar vítimas tanto na forma presencial de exercer as funções quanto no no método remoto.

“Essa conduta [o assédio moral] pode se dar através de cobranças excessivas; perseguições virtuais; invasão na esfera pessoal, familiar da vítima; ameaças de desligamento da empresa, em virtude do atual estado de calamidade pública; por canais de comunicação como telefone, mensagens via aplicativos, reuniões virtuais, e-mails, com principal intuito de desequilibrar a vítima”, explica o jurista. 

Paulo também ressalta que o assédio moral pode acontecer em duas formas, sendo "vertical", quando feito pelo empregador, ou "horizontal", quando ocorre entre os funcionários. Ele destaca, ainda, que essas situações podem ser configuradas também na forma virtual, a partir da invasão da privacidade do trabalhador. 

No caso relatado por Maria, o assédio é realizado na forma vertical, na qual o uso das redes sociais torna-se a principal ferramenta de perseguição utilizada pelo assediador. A vítima fala que não possui muitas alternativas para se proteger, e que em muitos momentos precisa “desaparecer” das plataformas digitais, fora do horário de expediente, para que possa realizar as atividades cotidianas da vida particular.

“Eu tenho que fazer as atividades em um dia e entregar no outro, por exemplo, na terça para entregar na quarta. Daí quando dá 8 horas da manhã, a gente tá ligando e fazendo as atividades e ele já anuncia que a "escola está aberta" e faz diversas ligações durante todo dia”, relata a jovem. “Onde eu trabalho não tem setor de Recursos Humanos (RH) e para me proteger eu tenho tentado ignorar, sumo das redes sociais”, desabafa a professora.

Em entrevista ao LeiaJá, a consultora de RH e psicóloga Lúcia Araújo analisa que é possível notar o assédio em atitudes em que os trabalhadores sejam constrangidos ou humilhados, sendo colocados em situações que afetam diretamente sua integridade e dignidade. 

“A violência praticada na relação de trabalho, tanto no ambiente da empresa ou no home office, são essas situações em que coloca o trabalhador em um lugar de vulnerabilidade. Situações repetitivas provocando diminuição da autoestima e causando danos à saúde física e mental”, elucida a psicóloga. 

Lúcia enfatiza que com o trabalho home office episódios como esses, explanados pela professora vítima de assédio moral, podem ser mais frequentes devido a vulnerabilidade ocasionada pela situação. Por vezes, induzindo ao assediado a "aceitar" essa condição, possibilitada pelo medo, do mesmo jeito que a Maria se assujeita.  

“Com o trabalho home office essa predisposição aumenta porque o trabalhador, neste momento de incertezas quanto a manutenção de seu emprego, sente-se inseguro quanto ao que vem pela frente e muitos se submetem aos maus tratos que podem vir de várias formas, como falta de recursos para se trabalhar, excesso de carga horária, metas difíceis de serem atingidas, cobranças excessivas, foco nos pontos fracos do trabalhador ao invés de fortalecer seus pontos fortes, entre tantos outros fatores”, explica Araújo.

A psicóloga ainda aponta que um setor de Gestão de Pessoas, ou como é mais conhecido, Recursos Humanos, tem um papel crucial para combater comportamentos abusivos no ambiente de trabalho, sobretudo com advento da pandemia global. 

“O RH tem como desafio identificar as situações de insatisfação dos funcionários através de pesquisa interna do clima em cada departamento, inclusive no trabalho home office, para identificar possíveis situações e agir na prevenção da prática de assédio moral”, disse.

Causas do assédio em tempos pandêmicos

É comum a instabilidade emocional neste período, entre doses de incertezas e desolamento, profissionais podem chegar às últimas consequências, pedindo demissão. Foi o que aconteceu entre alguns colegas da professora Maria, que assim como ela, foram acusados de mentir sobre as etapas de execução e envio das atividades para os alunos de suas turmas. 

“Eu acho que tem assédio moral pelo fato dele ser bastante grosso, autoritário, sem regularidade na forma de acompanhar o trabalho. Inclusive uma professora, colega de trabalho, pediu demissão durante a pandemia. Eu só não joguei tudo pro alto ainda por que preciso”, enfatizou a vítima.

Por causa dessa conduta do chefe, Maria passou a sentir com mais força os efeitos trazidos pela pandemia. Sente que está sobrecarregada e ansiosa, consequentemente mais irritada e intimidada, visto toda a situação em que está inserida. 

Nesse contexto, em um momento delicado para essas pessoas que lidam com isolamento social, contaminação pelo coronavírus, adoecimento de parentes e amigos, esses sentimentos são potencializados por outras preocupações, como instabilidade profissional, medo de ser demitido, preocupação em manter a empregabilidade e vida financeira.

“Quem trabalha em home office, manter uma rotina de trabalho é bem difícil. Quem já tinha predisposição a ansiedade, depressão, transtornos obsessivos, com a pandemia a tendência é intensificar os sintomas. A pressão do trabalho por resultados, sem levar em consideração os aspectos emocionais dentro do contexto que o mundo está vivendo, acarreta prejuízos à saúde do trabalhador que pode desenvolver o Estresse Pós Traumático (EPT)”, explica a psicóloga Lúcia Araújo.

Lúcia também explica que, neste período, que esses traumas podem refletir na entrega do trabalho realizado pelo funcionário, estendendo-se a danos que podem ser permanentes a vida da pessoas, impactando de forma negativa. “Nosso cérebro foi criado para trabalhar de forma organizada, a fazer uma coisa a cada vez, por mais que o homem tenha se adaptado às demandas do trabalho multifuncional, nosso cérebro, comprovado pela neurociência, não funciona de forma criativa sob pressão, imagina tendo que lidar também em situação de violência nas relações de trabalho?”, questiona.

“Chega um determinado momento em que o corpo gera os sintomas relacionados ao estresse como forma de dizer para você que algo não vai bem, que é preciso parar para repensar sua rotina, sua forma de interagir e lidar com as dificuldades da vida pessoal e profissional”, conclui a psicóloga.

Alternativas para se proteger

Da mesma forma que a empresa em que Maria trabalha não tem um setor que cuide de assuntos relacionados ao clima organizacional, ou trate questões como de assédio moral ocorridos, outros milhares profissionais de pequeno ou micro empresas são constantemente inseridos em circunstâncias desfavoráveis.

Em uma visão geral, sobre os casos de assédio moral via home office, o advogado trabalhista Paulo Rodrigo fala sobre a importância da empatia - capacidade de se colocar no lugar do outro - que empregadores e gestores devem ter para com seus funcionários em atividades remotas. 

“Estamos presenciando uma situação jamais vista. Um momento em que a empatia é primordial para a excelente execução das atividades contratuais. Se colocar no lugar do outro para saber os desafios e dificuldades encontradas é essencial. Se houver o afastamento do funcionário por questões de abalo à sua saúde mental, a empresa pode ter maiores dificuldades na concretização das suas necessidades e acabar prejudicando seu negócio”, explica.

Perguntado sobre quais caminhos os trabalhadores em home office podem utilizar para se proteger dessas situações, o advogado orienta que “caso o empregado sinta que se encontra diante de situações em que o assédio moral se configura de forma virtual, com invasão à sua privacidade, ele pode realizar mecanismos de proteção para comprovação dos respectivos danos sofridos pelo agente assediador, como, por exemplo, realizar a gravação integral das conversas, ligações, vídeos; arquivar e-mails com conteúdos degradantes, fotos, dentre outros”. 

Munido dessas informações, o profissional pode denunciar na forma legal os abusos sofridos dentro da empresa, dando entrada em processo judicial, assim como em outros processos de assédio sofridos em local de trabalho. Para trabalhadores de empresas com setor de Gestão de Pessoas a recomendação, primeiramente, é formalizar denúncia através deste recurso. 

O advogado ainda pontua que as empresas devem se adequar às novas necessidades do mercado, acordando previamente a forma que irão se comunicar com o funcionário, de preferência estabelecendo regras e limites no contrato de trabalho home office, que é de suma importância, para não haver erro na interpretação e acabar gerando equívocos entre os envolvidos, e que, por sua vez, respeitem os limites das atribuições reservadas a cada profissional. Paulo Rodrigo ressalta, ainda, que a comunicação é essencial para entender as necessidades de ambos. 

Segundo Lúcia, é preciso que haja iniciativa da empresa para se tornar bem quista aos olhos dos colaboradores. “Uma empresa que valoriza seus funcionários com boas práticas de convivência entre seus colaboradores, com políticas de combate ao assédio, com canais de ouvidoria para denúncias, com palestras e reuniões sobre o assunto e como ele pode se desencadear dentro e fora do ambiente de trabalho, é uma empresa preocupada com o bem estar da saúde mental de seus trabalhadores”, diz.

Ela ainda recomenda que o “trabalhador que está sob essa condição, sentido perseguido, humilhado na relação com líder ou colega de trabalho, deve se abrir com alguém que confie, levar a situação ao gestor de recursos humanos, que saberá como tratar a situação sem colocá-lo em exposição. A atitude assertiva ainda é o diálogo aberto e franco para tentar resolver o conflito”, disse psicóloga ao LeiaJá

“A prática da Comunicação Não Violenta (CNV) é um processo desenvolvido pelo psicólogo americano Marshall Rosenberg, usado mundialmente para promover a paz e resolver conflitos, ajuda as pessoas a entrarem em contato com suas reais necessidades e aprenderem a fazer um pedido sem magoar sem diminuir o interlocutor, se relacionando de forma assertiva e respeitosa”, completa.

*Nome fictício criado para proteger a identidade da vítima

O Instituto Euvaldo Lodi (IEL) Pernambuco anunciou, nesta segunda-feira (22), 28 vagas abertas de estágio de superior, sendo 27 para atuação na Região Metropolitana do Recife (RMR) e uma para o município de Caruaru, Agreste do Estado. Para concorrer a uma das vagas, os interessados devem acessar o site do Instituto.

Há oportunidade nas áreas de administração, técnico em mecânica, engenharia elétrica, logística e design. Quem deseja se candidatar ainda precisa fazer o cadastro no campo ‘vagas’.

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A superintendente do IEL-PE, Fernanda Mançano, diz, por meio de nota, que o mercado começa a se reaquecer com a flexibilização de algumas atividades e dá dicas de como se manter atualizado para encarar os processos seletivos. “Mesmo de forma remota, os processos seletivos exigem preparo das pessoas. Fazer cursos EaD, se capacitar e aprender outras línguas são diferenciais que contam bastante durante a seleção”, destacou.

A empresa de recursos humanos Gi Group Brasil anunciou, na manhã desta segunda-feira (22), mais de 6 mil vagas de emprego em sua plataforma na Internet.

Os processos seletivos acontecem em sete estados brasileiros. A maioria das oportunidades estão em segmentos como comércio, construção civil, tecnologia e transporte.

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Para participar do recrutamento, a plataforma orienta os profissionais a acessarem o site da empresa www.contratando.com.br. Por lá, os candidatos podem fazer a inscrição e obterem mais informações sobre as oportunidades em aberto.

Veja algumas ocupações em destaque na Gi Group:

Comércio: atendente de loja, conferente, ajudante de empilhadeira, vendedor, auxiliar de vendas, atendente de fast-food .

Construção Civil: arquiteto e urbanista, técnico em edificações. 

Tecnologia: consultor orçador, analista customer care, analista back-office júnior.

Transporte: assistente administrativo de transportes, motorista, entregador.

As vagas contemplam trabalhadores das regiões Sul (Rio Grande do Sul e Santa Catarina), Sudeste (São Paulo e Minas Gerais), Centro-Oeste (Goiás e Distrito Federal) e Nordeste (Paraíba).

A consultoria de RH Luandre está ofertando 840 vagas de emprego na área de logística, neste mês. Os salários variam de acordo com a função a ser exercida pelo profissional.

As pessoas que tiverem interesse devem se candidatar de forma on-line por meio do site do processo seletivo. O cadastro também pode ser realizado por aplicativo de celular, disponível para sistemas Android e iOS.

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Confira, a seguir, os cargos disponíveis e suas respectivas remunerações:

Auxiliar de Logística Jr. – R$1.000 - 1.500

Auxiliar de Logística I - R$1.000 - 1.500

Representante de Logística – R$1.000 - 1.500

Processador – R$1.000 - 1.500

Assistente de Monitoramento – R$1.000 -1.500

Conferente II – R$ 1.500 - 2.000

Líder de Logística I – R$2.500 - 3.000

Líder de Agência I  - R$3.000 - 3.5000

Líder de Logística II – R$3.500 - 4.000

Assim como o trabalho home office tem sido a melhor maneira de não parar as atividades, as entrevistas por vídeo otimizam o tempo, facilitam o recrutamento de novos profissionais e mantém a segurança neste período de isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus. Em tempos de crise no mercado de trabalho, ter um jogo de cintura pode ser um grande diferencial na hora das seleções.

Além de ter uma alta capacidade de adaptação, as empresas estão procurando nos candidatos flexibilidade e habilidade com as ferramentas de tecnologia. É o que explica Amanda Buarque, coordenadora de Recursos Humanos (RH) do grupo Ser Educacional.

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Em entrevista ao LeiaJá, Rebeca Morais, psicóloga e especialista em Recursos Humanos, listou cinco gafes que não devem acontecer em entrevistas de emprego feitas por vídeo. Confira:

1 - Chegar atrasado na entrevista virtual

Por incrível que pareça, também temos aqueles que se atrasam para processos seletivos on-line. O ideal é sempre que possível se conectar com um pouco de antecedência, até para poder checar se os equipamentos estão todos funcionando. Muitas vezes os atrasos se dão porque os candidatos não têm domínio da ferramenta utilizada pelo recrutador e, em cima da hora, não conseguem ficar on-line e acabam perdendo tempo, o que poderia ser evitado se o candidato se antecipasse.

2 - Ter linguagem corporal inadequada, gestos e posturas impróprias 

Os recrutadores também estão de olho nessa linguagem corporal mesmo através do vídeo.

3 - Deixar o microfone aberto e vazar áudio impróprio

É importante sempre ficar atento a esse ponto para não aparecerem conversas paralelas com os filhos, por exemplo. Ou deixar o microfone aberto e ficar falando o tempo todo sem dar espaço para outras pessoas falarem, caso seja uma entrevista em grupo.

4 - Aparecer com o dress code inapropriado

Pode parecer clichê, mas existe uma forma que você irá se vestir para uma entrevista por vídeo. O candidato muitas vezes esquece que os recrutadores irão vê-los, mesmo que por vídeo, e não se vestem de forma adequada.

5 - Locais inadequados para a entrevista

Acontece de o candidato não está atento a isso e escolhe locais com bastante ruídos ou próximos ao banheiro, por exemplo, e os recrutadores terminam vendo todo movimento dentro da casa do candidato. Por isso, escolha o local na sua casa mais adequado para a entrevista.

Empresas do segmento de vigilância e segurança estão com inscrições abertas para trabalhadores de todo o Brasil. A plataforma de recrutamento InfoJobs anunciou, na última terça-feira (16), 1.034 vagas de emprego para a função de vigilante patrimonial e comercial. Com contratações em caráter efetivo e temporário, os salários mensais variam entre R$ 1 mil e R$ 5 mil.

Os interessados devem se inscrever no site da recrutadora com dados e currículo atualizado. Apesar de oferecer vagas para profissionais de vários níveis de escolaridade e disponibilidade de horário (turnos diurnos e noturnos), algumas empresas impõem requisitos para a ocupação do cargo. Para o posto de vigilante de condomínio (porteiro), por exemplo, é exigida a formação em cursos de segurança e portaria (industrial, comercial ou residencial). Outras contratantes também requerem, no processo seletivo, a apresentação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A e B.

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A maioria das empregadoras proporciona benefícios como vale-transporte, vale-refeição, assistência médica/odontológica, cesta básica, seguro de vida e previdência privada. As vagas estão disponíveis nas regiões Sul (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná), Sudeste (São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais), Centro-Oeste (Mato Grosso do Sul), Nordeste (Bahia e Alagoas) e Norte (Pará).

Todas as unidades da Agência do Trabalhador de Jaboatão dos Guararapes retornarão com o atendimento presencial a partir desta quarta-feira (17), de 8h às 14h. Desde o começo do isolamento social, ocasionado pela pandemia novo coronavírus, o serviço estava sendo ofertado por meio de teleatendimento e a presença de pessoas ficou restrita às unidades de Jaboatão Centro e do mercado das Mangueiras.

Para solicitar o seguro-desemprego, o interessado terá que fazer o agendamento eletrônico na internet ou por meio dos seguintes números: (81) 99975-6193/99975-6205/99975-5365. Na página, também é possível conferir os números de telefones para agendar o atendimento dos outros serviços, como intermediação de mão de obra, orientação profissional e emissão de carteira de trabalho.

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A volta às atividades deverá seguir o protocolo de cuidados contra a Covid-19. A utilização de máscara e álcool em gel será obrigatória, bem como o distanciamento social. Nas salas de recepção da Agência do Trabalhador haverá limite de assentos, por isso, estima-se que sejam atendidos cerca de 600 trabalhadores diariamente nas unidades de Jaboatão Centro, Mercado das Mangueiras, Cavaleira, Curado, Muribeca e Regional Praias.

Neste Dia dos Namorados, o LeiaJá conheceu a experiência de Monica Crisóstomo e Pedro Ivo Bernardes, casados há 25 anos. Eles já compartilharam o ambiente profissional por 14 anos.

O especialista em Recursos Humanos Jessé Barbosa aponta as vantagens e desvantagens de compartilhar o ambiente profissional com o namorado ou marido. “Namorar alguém do trabalho envolve questões que muitas vezes as pessoas não estão preparadas ou maduras para conduzir, a exemplo disso podemos citar o sigilo corporativo, uma decisão de demissão ou uma ação de aquisição da empresa onde tais informações não devem ser compartilhadas a não ser somente entre aqueles que de fato devem ser envolvidos e às vezes na confiança da confidencialidade do casal, é debatido tal assunto, podendo incorrer em propagação da informação de forma distorcida", explica o especialista.

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"Outros fatores de ordem interpessoal podem gerar desconforto no ambiente de trabalho, a exemplo se uma das partes possuir um boa interação entre os colegas de trabalho, isso pode gerar ciúmes na outra pessoa que pode impor limites na comunicação gerando conflito”, analisa Jessé.

Para Monica Crisóstomo e Pedro Ivo Bernardes, ter um compromisso e dividir o mesmo ambiente de trabalho nunca foi problema, mas eles tiveram que enfrentar alguns obstáculos. “Iniciamos nossa carreira profissional juntos, somo jornalistas e até o nosso primeiro estágio realizamos no mesmo ambiente de trabalho”, comenta Monica. “Na contratação de Monica para uma dessas empresas, ocorreram alguns obstáculos com o pessoal do RH, pois não queriam contratar por sermos casados”, acrescenta Pedro Ivo.

 

Pedro e Monica afirmam que não tiveram problemas no ambiente profissional. Foto: Cortesia

Jessé Barbosa diz que esse é um assunto delicado e que “muitas pessoas não  conseguem fazer a distinção do ambiente profissional e vida privada". "De fato, não há como não desenvolver afeto ou desafeto por alguém do trabalho, visto que passamos maior parte de nosso tempo nele. Tratando-se de relacionamentos, vantagens e desvantagens existirão à medida que decide-se namorar alguém do trabalho, pois o julgamento e processo de decisão, por mais isento que se busque ser, terão momentos de inclinação para a pessoa em que se tem o relacionamento e mesmo que não haja, a percepção dos demais colegas de trabalho será essa”, analisa Jessé.

Pedro, por sua vez, garante que a relação com o companheiro nas empresas não afetou sua rotina profisisonal. “Nossa relação no trabalho sempre foi tranquila, nunca houve uma discussão, pois sempre procuramos separar assuntos pessoais dos profissionais, seguindo o método de nunca levarmos problemas de casa para o trabalho e nem do trabalho para casa”, comenta Pedro Ivo. Ele ainda acrescenta que colegas mais próximos sabiam que ambos eram casados, já outros ficavam surpresos ao saber, pois não discutiam e nem demonstram outro tipo de relação no ambiente profissional.

Monica relata que os colegas sempre perguntavam como era trabalhar com o marido. “Sempre achei muito bom, todas as experiências que tivemos foram fundamentais, mas também era muito bom quando não trabalhava com ele, porque o equilíbrio é exatamente isso, se estamos juntos em uma empresa vamos aproveitar o máximo para crescermos juntos, se não estamos, aproveitamos também, para compartilhar futuros conhecimentos”, relata Monica.

Ela ainda comenta que houve momentos em que Pedro, além de ser colega de trabalho, era seu chefe. A situação, para ela, foi tranquila. “Namorar alguém do trabalho exige postura e discrição, bem como é preciso entender que o seu relacionamento não pode afetar o desempenho da empresa ou seu julgamento e base importante”, analisa o especialista em RH.

Pedro Ivo relata que um dos pontos positivos de ter trabalhado com Monica foi a maior convivência e a troca de conhecimento. “Quando trabalhamos no mesmo ambiente que o parceiro (a), sabemos do estresse que um ou outro está passando e isso ajuda a você ser mais compreensivo em casa; já o lado negativo e que é um risco para o relacionamento, é o excesso de convivência, e se não tiver cuidado pode provocar um desgaste, é preciso ter muito cuidado com isso, por isso é necessário saber separar as coisas”, comenta.

Monica acrescenta que a experiência serviu para que ambos tivessem o crescimento pessoal e profissional bem satisfatório, pois, um aprendeu com o outro de diferentes formas. “A minha sugestão é que se você tem a oportunidade de poder dividir sua vida pessoal e profissional com o seu marido ou namorado, aproveite para crescer, pois, além de tudo, você terá um excelente colega para poder conversar abertamente sobre dúvidas, conselhos, sugestões e preocupações; também vai ser aquela pessoa que vai te dizer que algum material ou ato profissional não está ou foi legal”, finaliza Monica.

A pandemia ocasionada pelo novo coronavírus fez com que as pessoas tivessem que mudar seus hábitos, uma vez que é preciso evitar a circulação desnecessária para combater a propagação do vírus. E diante dessa realidade, profissionais tiveram que começar a trabalhar em home office para seguir as recomendações de distanciamento social.

Para melhorar esse processo de trabalho em home office, a prática de treinos cerebrais pode ser uma boa aliada. A especialista em ginástica do cérebro do Método SUPERA Olinda, Gizella dos Anjos, conta que manter o foco e a disciplina é o desafio para quem está trabalhando no formato home office. Segundo ela, intensificar a atenção é o primeiro passo.

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“Potencializar a atenção é primordial, pois ela é a porta para uma memória ativa e um bom aprendizado. É importante condicionar o cérebro através de atitudes simples, como aprender algo novo - a quebra da rotina com a inserção de uma nova atividade ou fazê-la de uma forma diferente, fortalece as conexões neurais - ; manter os horários bem definidos, dividindo-os entre os afazeres e lazer – é importante realizar pequenas pausas entre uma atividade e outra, pois o nosso cérebro mantém-se concentrado em uma determinada tarefa no período de 50 a 60 minutos – ; praticar atividades relaxantes favorece a atividade cerebral; dormir e se alimentar bem mantém o bom funcionamento do órgão; realizar jogos de tabuleiro estimula habilidades cognitivas; fortalecer a memória, buscando memorizar coisas simples do dia-a-dia , exemplo: lista de compras”, alega a especialista.

Segundo Gizella, fazer o treino constantemente gerará uma maior produtividade e uma melhor performance. Para isso, é preciso que o cérebro receba estímulos diferentes e de qualidade. “O que não implica em uma carga horária alta. A consistência e a qualidade são mais relevantes”, acrescenta.

De acordo com a especialista, ginástica para o cérebro “é a prática de exercícios que estimulam e potencializam habilidades cognitivas e socioemocionais, tais como: atenção, memória, raciocínio lógico, coordenação motora, autoconhecimento". Ela traz mais detalhes: "Utilizamos ferramentas pedagógicas, tendo como base a neuroplasticidade, ou seja, a capacidade que o cérebro tem de se adaptar de acordo com estímulos recebidos”.

Gizella conta que o intuito da ginástica é manter o cérebro em atividade contínua, melhorando a capacidade de aprendizado, memorização e raciocínio, o que gera um melhor desempenho nas mais diferentes funções do cotidiano, assegurando maior reserva cognitiva. Sobre os recursos utilizados na ginástica para o cérebro, a especialista conta que são os seguintes: “Ábaco – principal ferramenta utilizada no Método SUPERA -, exercícios variados com níveis de desafio crescente, jogos, dinâmicas, Supera Online (plataforma de jogos on-line com jogos que estimulam raciocínio lógico, visão espacial, memória, atenção e linguagem) e neuróbicas”.

A diretora acadêmica do Método SUPERA, Solange Jacob, diz que o principal objetivo do processo é proporcionar às pessoas a emoção de pensar e agir de maneira inovadora. “E para isso, a ginástica para o cérebro se faz importante em todas as idades e nas mais diferentes áreas da vida. Primeiro precisamos entender o que é ter um cérebro bem exercitado, estimulado e funcional. Existe um conceito científico que sustenta a importância de se exercitar o cérebro por toda a vida. É o conceito científico de neuroplasticidade, que mostra que todo mundo pode se modificar, ou seja, estimular o cérebro com atividades novas, variadas e cada vez mais desafiadoras", complementa a especialista.

De acordo com Solange, a organização é peça fundamental durante a realização de exercícios cerebrais. Há, também, a necessidade de um trabalho em cojunto com o corpo. "Atividades para o cérebro são traduzidas como estímulos, então é por meio dos estímulos de qualidade organizados é que ele é capaz de criar novas conexões, restabelecer conexões neurais e melhorar seu desempenho. Exercitar nosso cérebro sistematicamente de diversas maneiras é tão importante quanto o exercício para o nosso corpo. Esta ‘malhação’ para o cérebro acontece quando nos dedicamos a aprender algo, quando criamos o hábito de nutrir e exigir mais do cérebro com experiências variadas de qualidade. 

Sobre como devem ser feitos os treinos cerebrais para ajudar as pessoas que estão trabalhando em home office, Solange Jacob conta que as evidências indicam que o treinamento cognitivo pode ajudar alguns aspectos da memória e do pensamento e inclui exercícios para desafiar o cérebro. “As evidências sugerem que o treinamento cognitivo pode melhorar alguns aspectos da memória e do pensamento e inclui atividades para desafiar o cérebro, como palavras cruzadas, situações para tomada de decisão, memória, criatividade, raciocínio lógico, quebra-cabeças de Sudoku e jogos digitais sob medida. Eles fornecem exercícios mentais direcionados a diferentes domínios cognitivos e, portanto, podem fornecer uma 'dieta equilibrada' de atividades cognitivas", exemplifica.

O trabalho remoto ou o trabalho em home office, em que o uso excessivo do computador pode causar fadiga ocular, ansiedade e insônia, exige que o treino cerebral seja feito de maneira constante, uma vez que deve ser considerada a premissa de que ‘quanto mais você usa o seu cérebro, mais cérebro você tem’. "A maioria das atividades que realizamos em nossas vidas diárias depende de várias funções cerebrais ou cognitivas, incluindo memória, linguagem, planejamento e velocidade de processamento. Uma diversidade de atividades oferece a oportunidade máxima de praticar muitas habilidades importantes de pensamento", acrescenta a diretora acadêmica. 

Dicas importantes 

O psicólogo Dino Rangel diz que, em casa, no home office, a pessoa terá que ter uma prática maior do autocontrole e da autodisciplina, por isso o treino cerebral é importante, pois vai ajudá-la no exercício dessas capacidades cognitivas. “As pessoas que trabalham em home office, elas, de alguma forma, precisam ter maior autodisciplina, elas precisam ter um maior autocontrole do tempo. Por quê? Porque diferente do ambiente do trabalho, que elas já terão o tempo pré-determinado, pré-estabelecido, em casa elas terão que ter uma autodisciplina maior, porque elas terão que lidar com a não-quebra da não-interrupção desse trabalho. Ou seja, a pessoa que trabalha em casa, ela tem que ter um cuidado com o perigo da distração permanente", alerta Rangel.

"O indivíduo pode se distrair facilmente, o tempo todo. Olha a geladeira, uma televisão, um jogo, um filme. Por quê? Porque ali ele não está sendo supervisionado, e por não ter uma supervisão superior, pode boicotá-la, pode conduzi-lo a uma distração maior.

O psicólogo conta também que os treinos cerebrais podem gerar um maior aperfeiçoamento dos aspectos cognitivos do indivíduo. “Os treinos cerebrais podem trazer um maior aperfeiçoamento exatamente dos aspectos cognitivos da pessoa. Podem desempenhar um maior autocontrole, uma maior autodisciplina, pode desempenhar um maior foco, uma maior auto concentração, uma maior capacidade de desenvolvimento melhor da atividade, maiores habilidades, aptidões, capacidade de desenvolvimento melhor de compreensão, de leitura, de interpretação, de foco, de compreensão e inteligência emocional de você lidar com o tempo”, explica.

Para o psicólogo Dino Rangel, esses exercícios precisam ajudar e elevar o bem estar das pessoas. No entanto, caso as dificuldades permaneçam, os treinos, sozinhos, não resolverão os problemas.

"O treino cerebral pode ajudar, mas é preciso entender que se há aspectos negativos, neurobiológicos ou psicológicos, a pessoa precisa de uma ajuda especializada com um psicólogo. Se a pessoa não está conseguindo desempenhar bem a sua atividade no trabalho em home office nesse momento de pandemia, ela deve procurar um profissional da área psicológica", alerta Dino Rangel.

Em meio à crise sanitária emergencial ocasionada pela pandemia do novo coronavírus, empresas anunciam oportunidades de empregos para trabalhadores em busca da primeira chance de entrar no mercado de trabalho ou recolocação profissional.

Mesmo com algumas restrições de circulação, por conta da pandemia global, empresas abrem amplas oportunidades para trabalhadores desempregados, com atuação presencial ou remota. Em análise, a psicóloga Márcia Karine observa que a absorção de profissionais em um momento de turbulência na saúde e na economia pode gerar impactos positivos tanto para o trabalhador como para as empresas.

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“Faz bem para a saúde mental do trabalhador recolocação [ou inserção no mercado de trabalho], pois ele se sente valorizado, apresenta uma auto estima diferenciada, tem garra e quer mostrar que aquela contratação foi importante”, enfatiza a psicóloga. 

Partindo desse ponto e pensando em facilitar a busca, o LeiaJá elaborou uma relação que reúne 4.870 vagas distribuídas entre empresas de todo País, com opções de cargos destinadas entre todos os níveis de escolaridade. Trabalhadores podem se candidatar às chances que seguem abertas por tempo indeterminado. Confira, abaixo, as oportunidades:

Banco Santander  

São 1.500 vagas de emprego para atuar nos setores de risco, jurídico, tecnologia, dados e de finanças da empresa. Para se candidatar basta cadastrar o currículo no site “Trabalhe Conosco” do Santander. O banco ainda dispõe de vagas específicas para setores de risco. Os interessados podem realizar o cadastramento através da internet. Salários, benefícios e outros detalhes serão informados pelo contratante durante a seleção. 

Mercado Livre

São oferecidas 2.250 vagas distribuídas a diversas regiões do Brasil, destinadas a profissionais das áreas de logística, atendimento ao consumidor e tecnologia. Para participar do processo seletivo é necessário se candidatar por meio do site da empresa. O candidato será avaliado pelas habilidades técnicas e características comportamentais, em entrevista on-line, na qual também terá informações sobre salário e demais detalhes da vaga pretendida.

Carrefour

O hipermercado oferece 933 oportunidades de trabalho nas regiões Norte, Sul e Sudeste do País. Há vagas em funções como técnico e auxiliar de manutenção, balconista de açougue, atendente de farmácia, gerente, entre outras. A empresa varejista orienta que interessados devem cadastrar os currículos com agilidade através do site de recrutamento InfoJobs. Além do salário, a rede oferece outros benefícios, como vale-transporte, assistência médica, cesta básica e seguro de vida, que serão informados durante processo seletivo.

Colgate-Palmolive

A empresa tem oferta de 187 postos, com salários que vão de R$ 419 e podem chegar até R$ 156 mil, a depender do cargo assumido. Os profissionais, interessados em trabalhar na multinacional terão à disposição chances para estágio, contratos de prestação de serviço ou atividades em meio período distribuídos em diversos setores. Candidaturas podem ser feitas através do site de recrutamento da companhia. Demais benefícios serão comunicados em seleção.

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A empresa especializada em recursos humanos Randstad divulgou, na manhã desta quarta-feira (10), 15.677 novas vagas de emprego em sua plataforma digital. As oportunidades, distribuídas por cinco capitais brasileiras contemplam áreas de atuação como as da saúde, logística, finanças, comércio e serviços. Para evitar riscos em relação ao contágio pela Covid-19, os processos seletivos estão sendo realizados pela internet.

Além de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (BH), Recife (PE) e Fortaleza (CE), a litorânea Santos-SP é outro polo importante a oferecer postos de trabalho. Entre os destaques estão cargos como promotor de vendas, operador de caixa, conferente, supervisor comercial, gerente comercial, executivo comercial (varejo e comércio); técnico de enfermagem do trabalho, enfermeiro (saúde); analista de relacionamento para investidores, assessor de investimento, coordenador financeiro (finanças); auxiliar de armazém, auxiliar de limpeza, faxineiro, ajudante de transportadora (serviços), entre outras. Segundo os recrutadores, as contratantes disponibilizam vagas efetivas e temporárias.

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De acordo com a Randstad, os candidatos devem consultar o site da empresa para obter mais informações (salários, jornada, contratação) sobre os cargos disponíveis. Para efetivar a participação nos processos seletivos é necessário efetuar um cadastro no ambiente virtual da recrutadora. A orientação da empresa é para que todos os trabalhadores anexem um currículo atualizado no perfil, pois a maioria das contratantes prefere analisar postulantes aos empregos a partir desse documento.

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