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Estão abertas as inscrições para o Türkiye Scholarships, programa de bolsas de intercâmbio que dá suporte financeiro e vagas a estudantes. Há oportunidades para graduação, mestrado, doutorado e pesquisa em 12 instituições de ensino. 

No programa de bolsas, que busca construir uma rede de futuros líderes comprometidos com a cooperação entre países e sociedades distintas, parte das oportunidades são destinadas à área de História da Ciência, em especial História Islâmica. 

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Entre os requisitos para a candidatura, estão diploma adequado ao nível de ensino desejado, alto desempenho acadêmico e o limite de idade, que deve ser de até 21 anos para bolsas de graduação, até 30 para mestrado e não deve ultrapassar os 35 anos para o doutorado. Alunos que já estudam em instituições da Turquia ou têm cidadania turca não podem participar. 

A maioria dos cursos é ministrado em inglês, mas também há opções em outras línguas. Assim, é necessário também que os candidatos demonstrem proficiência no idioma do curso desejado. As inscrições devem ser feitas até o dia 20 de fevereiro, enviando a documentação exigida através do site do Türkiye Scholarships

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Quase 50 estudantes embarcaram para os Estados Unidos, nesta quarta-feira (8), na primeira viagem de 2020 do Programa Ganhe o Mundo (PGM), do Governo de Pernambuco. Alunos de nível médio de escolas públicas do Estado têm a oportunidade de estudar inglês durante um semestre do ano letivo em solo americano e, posteriormente, retornarão ao Brasil para finalizar os estudos.

O embarque foi realizado no Aeroporto Internacional do Recife, sob uma festa para animar os viajantes. “Hoje estou aqui, partindo para um dos melhores destinos de língua inglesa e pretendo voltar com a bagagem cheia de aprendizado”, disse o estudante Alex Bispo, de 16 anos, conforme informações da assessoria de imprensa da Secretaria de Educação e Esportes (SEE).

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O cônsul geral dos Estados Unidos, John Barret, acompanhou o embarque. Na ocasião, ele garantiu que os estudantes serão bem recebidos pelos americanos. “Essa oportunidade que o Governo de Pernambuco dá para esses estudantes é ótima, um investimento que vai ficar marcado na vida de todos eles. Nós vamos recebê-los de braços abertos, dispostos a fazer essa experiência a mais marcante de todas. E é importante frisar que não só esses jovens vão aprender com os americanos; nós também vamos aprender com eles, pois os brasileiros têm muito a nos ensinar também”, destacou.

O PGM seleciona estudantes de escolas estaduais de Pernambuco para intercâmbios em países de língua inglesa e com o idioma espanhol. No exterior, durante um semestre, eles podem aprender um novo idioma e depois retornam ao Brasil para finalizar os estudos. Os alunos são selecionados por meio de provas de inglês e espanhol, bem como participam de cursos de qualificação. 

A Universidade de Westminster, em Londres, no Reino Unido, está oferecendo bolsas integrais para cursos de graduação em qualquer área do conhecimento. A bolsa Vice Chancellor se destina a estudantes internacionais vindos de países em desenvolvimento. 

As inscrições terão início em fevereiro e seguem até 29 de maio, com cursos no início de setembro. A bolsa cobre o valor do curso, os voos de ida e volta para Londres, o custo de vida e acomodação do estudante durante o curso. 

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Para concorrer, é necessário ter oferta de uma vaga de graduação full-time da Universidade de Westminster, excelência de histórico escolar e potencial de desenvolvimento e necessidade financeira. Estudantes que já tenham graduação ou mestrado no país de origem não podem concorrer às bolsas, mas alunos com graduação concluída no Brasil podem participar. 

Para concorrer às bolsas, é necessário se candidatar às vagas da universidade normalmente e, em seguida, enviar o formulário de inscrição, a carta ou e-mail de aceite da Universidade de Westminster confirmando a oferta da vaga no curso escolhido, cópia do histórico escolar do ensino médio e uma carta de recomendação escrita por um tutor anterior, professor, acadêmico ou empregador. A documentação deve ser enviada por correio para o endereço Scholarships Office University of Westminster Cavendish House 101 New Cavendish Street London W1W 6XH United Kingdom, com recebimento até 29 de maio. 

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Quem busca uma oportunidade de emprego em Québec, no Canadá, pode concorrer a vagas do programa de recrutamento internacional 'Talent Montréal'. O processo seletivo é realizado com o apoio da Cebrusa, empresa que auxilia candidatos em imigrações.

Estão sendo oferecidas vagas - cuja quantidade não foi revelada - para enfermeiros brasileiros que já tenham concluído a graduação, com no mínimo um ano de experiência na área e francês do nível intermediário ao avançado. Os interessados têm até o dia 13 de janeiro para se inscrever através do site da seleção e devem seguir algumas etapas, como preencher seu perfil, inserir o currículo em francês e enviar sua candidatura para as vagas solicitadas. Quem for selecionado deverá fazer um teste de francês online do dia 13 a 17 de janeiro.

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A Cebrusa, está oferecendo ajuda na preparação curricular. “Podemos ajudar na preparação desse candidato, mais especificamente no currículo, também dando dicas na hora da entrevista e oferecendo um intensivo no aprendizado do idioma”, diz Daniel Braun, fundador da Cebrusa, conforme informações da assessoria de imprensa da empresa.

“As áreas de enfermagem e de saúde estão crescendo no Canadá, mas ainda falta muita mão de obra especializada”, analisa Braun. “Hoje, por exemplo, a demanda está maior para as áreas de saúde infantil e para parteiras, mas no futuro isso pode mudar para gerontologia. Com o envelhecimento da população no Canadá e no Québec, a previsão é de aumento cada vez maior nessas áreas”, completa o presidente da Cebrasa segundo a sua assessoria. 

Além da Talent Montréal, outras oportunidades estão sendo oferecidas pela Tête - empresa que também atua auxiliando candidatos de intercâmbios - : cuidador de pessoas com necessidades, programadores (júnior, intermediário e sênior), técnico em redes de computadores, técnico em hardware e software, segurança digital, torneiro CNC, usinagem, soldador, sapateiro, ortopedista, mecânico de veículos pesados, eletrotécnicos, mecânico industrial e encanador, além de vagas para mestrado/doutorado em oceanografia e biologia.

Essas vagas estarão disponíveis a partir do dia 20 de janeiro no site da seleção e ainda exigem dos candidatos francês do básico ao intermediário. As entrevistas estão previstas para ocorrer de 10 a 21 de fevereiro.

As remunerações previstas para as funções não foram reveladas. Para mais informações, acesse o site do recrutamento ou entre em contato com a Cebrusa através do e-mail secretaria.fcp@cebrusa.com.br ou por meio do telefone +55 11 4420-4524. 

O ano de 2020 chegou e, com ele, a vontade de fazer algo diferente do ano passado aumenta em algumas pessoas. Entre os estudantes, muitas vezes a meta é conseguir fazer um intercâmbio e ganhar experiências fora do Brasil. Seja para estudar, trabalhar ou até mesmo unir as duas coisas, passar uma temporada no exterior é um sonho para muitos jovens. Mas para isso é necessário se programar com, pelo menos, três meses de antecedência. Pensando nisso, conversamos com duas representantes de empresas de intercâmbio do Recife, capital de Pernambuco, para saber um pouco mais sobre as opções e processos para quem quer adquirir esse aprendizado. 

Marina Motta, diretora de intercâmbio da Student Travel Bureau - STB, explica que, além dos cursos de férias, os estudantes também podem aproveitar essa estadia fora do Brasil para trabalhar de forma temporária. “Os alunos que estão na faculdade, que já tem um inglês intermediário ou avançado, e uma faixa-etária entre 18 e 28 anos, eles podem fazer experiências de três meses trabalhando em estações de ski, restaurantes, hotéis ou parques temáticos, ficando acomodados, normalmente, no alojamento dos funcionários, e trabalhando de forma legal, temporariamente, com remuneração”, afirma. 

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Segundo Marina, outra opção para os jovens é trabalhar de forma voluntária. “Um terceiro segmento são os programas de voluntários; têm opções a partir de um mês, e de até menos, duas semanas, na Ásia, nos Estados Unidos, onde eles podem fazer seja voluntário prestando serviço social, como pode fazer um estágio na área deles”, explica. 

Marina também destaca o país mais procurado por aqueles que querem viver essa experiência de trabalho temporário fora do Brasil. “As pessoas, normalmente, buscam muito os Estados Unidos, porque lá já tem sido regulamentado essas opções de programa de trabalho temporário, e pelo fato de ter o idioma inglês, que é o que as pessoas querem praticar ou já estudam aqui”.

Entre os programas disponibilizados pela STB, existe a opção de estudar e trabalhar nos Estados Unidos, onde as vagas podem ser voltadas para marketing, relações públicas, arquitetura, moda, hospitalidade, artes e tecnologia da informação. Para poder participar desse programa de estágio, que não é remunerado, além de ter o visto de estudante, o aluno precisará ter concluído com sucesso um dos cursos oferecidos pelo STB em parceria com a escola Rennert nos Estados Unidos. Além disso, é preciso ter cursado, pelo menos, quatro semanas de aula. Esse estágio deve acontecer durante o “grace period”, período de 60 dias nos quais o estudante pode permanecer nos EUA após o término do curso.

Outra opção para estudantes que querem trabalhar e estudar nos Estados Unidos são as extensões universitárias ou pós-graduações, oferecidas nas Universidades da Califórnia. Além de poderem estagiar durante o programa, após concluir pelo menos um ano letivo na UC os alunos estrangeiros podem aplicar para o OPT – benefício do visto de estudante americano para alunos estrangeiros que dá autorização para trabalhar por 12 meses após a conclusão do curso. Esta já possui uma remuneração de, em média, USD 15,00 por hora.

Ida Carla, Bacharel em Turismo e Coordenadora de Marketing no Time Brazil da SOS Stu-view Canadá, explica como se dá o processo para quem quer trabalhar e estudar no país, especificamente. “É necessário ingressar em um college (Faculdade), mas para isso já precisa ter uma boa base de inglês, mais para o avançado. Desde 2014, o governo canadense cancelou o programa de estudo de inglês mais permissão de trabalho”.

“Hoje em dia só recebe a permissão de trabalho quem vai para um college público/privado. Podendo trabalhar 20 horas semanais enquanto está nos períodos das aulas e 40 horas semanais durantes as férias do college”, completa.

A especialista detalha a diferença entre os programas públicos e pagos oferecidos pela SOS. “O público são colleges credenciados pelo governo Canadense, no qual oferecerá ao estudante o visto de trabalho após formado (PGWP - Post Graduate Work Permit). Essa é a opção ideal para quem pensa em imigrar de vez no Canadá. Esse visto pode ter validade de até três anos após a formatura do aluno. Após isso, o formando terá algumas opções de imigração conforme o governo canadense oferece”.

“Ainda sobre o college público, ele exigirá um teste de proficiência (IELTS ou TOFEL, por exemplo) e tende a ser mais caro que o college privado. A maioria dos alunos opta pelos programas de diploma, pois tem duração de 2 anos de curso”, continua.

“Já o college privado ele não exige um teste de proficiência, pode aceitar mas nem todos precisam. A maioria deles tem um teste de nivelamento interno no qual o aluno pode fazer e dependendo do nível o aluno pode optar pelo curso dentro do que está selecionado de acordo com o nível de inglês dele”, afirma Ida.

“Os preços tendem a ser mais em conta e a duração dos cursos tendem a ser inferior a dois anos. Pode trabalhar no mesmo padrão que o college público. Porém, o college privado não oferece visto de trabalho para o aluno após a conclusão do curso. Logo, o aluno tem duas opções: ou retorno ao seu país de origem ou renovar o visto e tentar aplicar para um college público se a intenção for imigrar”, finaliza. 

A Coordenadora de Marketing também alerta os estudantes para um detalhe importante: o tempo. “Nós sempre aconselhamos ao aluno aplicar para um curso com bastante tempo de antecedência. Primeiro porque as vagas são preenchidas muito rápido e segundo porque existe toda parte burocrática de aplicação de visto de estudo (que pode demorar em média oito semanas) mais a compra da passagem”.

“É importante observar também os inícios das turmas, pois existem meses específicos do ano que abrem turmas novas. Alguns cursos abrem uma vez por ano, por isso a necessidade da programação com antecedência. Outros cursos abrem turmas três vezes ao ano, como o de Business, por exemplo”, encerra.

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-> UFPE divulga seleção de pós graduação em Abu Dhabim

*Este conteúdo foi originalmente publicado no site instituicional da UNINASSAU

A Diretoria de Relações Internacionais (DRI) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) divulgou, na sexta-feira (27), as inscrições para bolsas integrais de pós graduação na Khalifa University, em Abu Dhabim, nos Emirados Árabes Unidos. Os interessados terão até fevereiro de 2020 para se candidatar. 

As bolsas contemplam 14 programas de mestrado e 12 de doutorado. A oportunidade é para estudantes que tenham concluído a graduação ou mestrado, e que visam continuar estudando nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática. 

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Os contemplados com as bolsas integrais de pós graduação terão todos os custos pagos pela universidade, incluindo passagens aéreas anuais, seguro de saúde e, um valor de 2,2 mil a 2,7 mil dólares por mês para ajuda com os custos.  

Os interessados devem se inscrever através do formulário que está já disponível. Mais informações podem ser obtidas através do número (81) 2126.8118 ou na própria Diretoria de Relações Internacionais da UFPE. O Campus Recife fica na avenida Professor Moraes Rego, 1235, no bairro da Cidade Universitária.

Pesquisadores poderão submeter, entre 6 de janeiro e 9 de março de 2020, propostas para o projeto CNPq-CISB-Saab que concederá sete bolsas de pós-doutorado e três de 'doutorado-sanduíche' na Suécia. Essa iniciativa é do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (CISB) e a empresa Saab AB. 

O projeto está ofertando bolsas para as áreas de Redes de Comunicação, Sistemas Autônomos, Engenharia Aeronáutica, Propulsão, Materiais e Desempenho humano. Os aprovados ainda terão a oportunidade de realizar seus projetos em parceria com a Saab AB nas instituições da Suécia.

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As propostas devem ser submetidas na Plataforma Carlos Chagas, observando as exigências previstas nas normas do CNPq e seguindo o Segundo Cronograma da Chamada CNPq n° 08/2019.

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico é um órgão brasileiro ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações que incentiva à pesquisa no Brasil, e está em parceria com o grupo privado CISB, Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro, que apoia iniciativas de desenvolvimento entre Suécia e Brasil; e a Saab AB, empresa criadora de sistemas de defesa e segurança aeroespacial, localizada na Suécia.

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), em parceria com o Ministério da Educação (MEC), vai selecionar aproximadamente 480 professores de língua inglesa para um curso nos Estados Unidos. Os contemplados com a iniciativa irão estudar por seis semanas em universidades americanas. Nesta segunda-feira (23), foi disponibilizado no Diário Oficial da União o edital da capacitação.

O projeto faz parte do Programa Desenvolvimento Profissional de Professores de Língua Inglesa nos EUA (PDPI). Serão atentidos os educadores concursados presentes nas redes públicas estadual, municipal ou distrital. As aulas irão proporcionar um mergulho no idioma inglês, além do compartilhamento das experiências didáticas.

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O formulário para a inscrição do curso está à disposição no site da Comissão Fulbright Brasil até o dia 14 de fevereiro. A seleção será baseada na auditoria dos documentos e nas habilidades dos professores. Os escolhidos ficarão sabendo do resultado no dia 20 de abril e as atividades estão previstas para serem realizadas de 29 de junho a 7 de agosto de 2020.

Nomes importantes do Ministério da Educação (MEC) deixaram a pasta nos últimos dias em uma indicação de que o ministro Abraham Weintraub deve sair do cargo. Weintraub inicia período de férias nesta sexta-feira, 13, emendando com recessos, e muitos acreditam que ele não volta em 2020 ao cargo. Segundo fontes, o ministro perdeu o apoio de parte dos integrantes do governo Bolsonaro por causa do seu comportamento polêmico e da paralisia no MEC.

Nesta quinta-feira, 12, a exoneração da sua principal assessora, a jornalista Priscila Costa e Silva, foi publicada no Diário Oficial da União. Além de ter se tornado muito próxima do ministro, ela comandava a área de comunicação. Procurada, Priscila disse que o "tempo no MEC foi de muitos aprendizados e grandes realizações" e agradeceu o ministro "por ter sido um chefe maravilhoso, que sempre me deu autonomia e acreditou no meu trabalho".

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Weintraub é malvisto tanto pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, quanto pelo secretário-geral da Presidência, Jorge Antonio de Oliveira Francisco, que avaliam que suas polêmicas são desnecessárias e prejudicam o governo. Na Economia, reclama-se ainda do fato de ele pensar em projetos e não informar a área econômica, como o Future-se, que previa fundos para universidades. Ele também é visto com ressalvas entre os militares.

Congressistas têm pedido a demissão. "Está insustentável. Não tem preparo técnico, faz gestão ideológica e está há meses só fazendo diagnóstico de que tudo é ruim", disse o deputado federal e ex-secretário de Educação do Ceará, Idilvan Alencar (PDT), que pediu ao ministro ma quarta-feira na Câmara que aproveite o Natal e não volte ao cargo. Na quinta, após a publicação da reportagem pelo estadao.com.br, Weintraub disse no Twitter que "diante dos resultados positivos (...), esquerda e monopolistas entram em desespero". Ainda criticou a imprensa ao comentar que "a mídia podre espalha mentiras". "O ladrar dos cães é a prova de que estou no caminho certo."

Esvaziamento

O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), um dos órgãos mais importantes do MEC, Alexandre Lopes, também não está mais dando expediente desde a semana passada. Ele está sendo substituído em eventos e coletivas por Camilo Mussi, diretor do órgão. Lopes, que assumiu o cargo em maio, depois de dois presidentes demitidos, está em férias entre 10 e 27 de dezembro.

Na semana passada, dois coordenadores da área de Alfabetização, Renan Sargiani e Josiane Toledo Silva, também deixaram o MEC. De perfil técnico, ele teve dificuldades em implementar projetos por disputas internas com alas mais burocráticas e ideológicas. Sargiani foi o responsável pela Política Nacional de Alfabetização, que até hoje não saiu do papel.

Outro que deve deixar a pasta é o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Anderson Correa. Ele se candidatou ao processo seletivo para reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e foi o escolhido. A comunicação oficial será feita em janeiro.

A conhecidos, Weintraub tem dito que sua família é ameaçada e mulher e filhos vão se mudar para o Canadá. Atualmente, há dois oficiais armados dentro do gabinete. Ele é conhecido entre reitores como "o ministro da Educação que não gosta de educação". Até o deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, tem procurado nomes para substituí-lo. Mas também negou nesta quinta, pelas redes sociais, que tenha "descontentamento com o MEC". Pela afinidade ideológica com o presidente, há possibilidade de que Weintraub continue no governo, em outro órgão. O ministro também pensa em se candidatar nas próximas eleições. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Uma das melhores maneiras de aprimorar o inglês é praticar o idioma diariamente. Existem modalidades de intercâmbio direcionadas para este fim, no qual os estudantes podem comprar pacotes a partir de duas semanas e vivenciar a cultura e a rotina do país escolhido. É necessário planejamento para que todo o período seja, de fato, proveitoso e a experiência adquirida atenda às expectativas iniciais. Para isso, é importante analisar fatores como clima, opções de lazer, hospedagens, culinária, antes mesmo de programar toda a viagem.

Existem dezenas de lugares no mundo onde o inglês é a língua oficial. Para a diretora da agência de intercâmbio Student Travel Bureau – STB, Marina Motta, o “melhor” país para estudar o idioma é o que se enquadra no perfil de cada intercambista. “Canadá é o destino da maioria dos brasileiros que buscam aperfeiçoar o inglês pela segurança e custo-benefício, porém tem um clima frio intenso no inverno. Para os que preferem temperaturas mais amenas, Austrália pode ser uma opção. Já para quem deseja um local com mais cultura e história, viajar bastante e conhecer vários países próximos, Inglaterra é uma ótima pedida”, detalha.

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Outro detalhe que precisa estar claro é o custo do investimento. Os valores variam de acordo com o destino, a duração do curso, o tipo de acomodação, se é particular ou casa de família, além de gastos com passagens aéreas, assistência médica, visto e vacinas exigidas por determinados locais.  “Fica a critério do aluno. Os cursos são cíclicos e extremamente flexíveis quanto a carga horária, duração e tipo de acomodação. As casas de família costumam ter um valor mais competitivo e refeições inclusas e propõem maior contato com a cultura local. As residências estudantis costumam ter um valor mais alto, porém conferem maior independência e muitas vezes tem localizações mais centrais do que as casas de família que, por sua vez, costumam ficar em bairros residenciais”, afirma a Diretora da STB, Marina Motta.

Segundo Marina Motta, um pacote de quatro semanas em Londres, na Inglaterra, em um curso de 20 lições semanais com acomodação em casa de família, café da manhã e jantar inclusos custa R$ 9.752; O mesmo tipo de pacote, só que para Toronto, no Canadá sai por R$ 7.350.

Confira outros 3 países para melhorar o inglês que podem fazer parte das suas opções de intercâmbio

Estados Unidos

Um dos países mais procurados por quem quer falar inglês, os Estados Unidos possuem centenas de opções para estudantes que buscam imersão na cultura, diferentes estilos de falar e muitos ambientes de lazer.

Nova Zelândia

Na Nova Zelândia o custo maior é com as passagens áreas, mas os brasileiros podem encontrar por lá uma oportunidade de conhecer estilos de vida diversos, praticar esportes radicais, esportes aquáticos e ao ar livre, tradicionais entre os moradores locais.

 Irlanda

A Irlanda é uma boa pedida para quem quer se aventurar pela Europa, já que além de aprimorar o inglês, ter contato com estilo de vida diversos, é interessante ainda poder aproveitar a temporada para visitar os países vizinhos e ampliar o networking cultural.

Os valores dos pacotes dependem da opção feita pelos estudantes no momento da contratação do intercâmbio, além de tudo que envolve o deslocamento e a hospedagem. Lembrando que, na maioria das vezes os valores são pagos na moeda local. Em reais, de acordo com as agências e plataformas especializadas na oferta do serviço, quatro semanas de cursos de inglês com estadia em casa de família, café da manhã e jantar saem a partir de R$ 7.000.

Este conteúdo foi originalmente publicado em http://blog.carreiras.sereducacional.com/.

Estudar fora do país é o sonho de muitos brasileiros. A aceitação das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como forma de ingresso ou curso de qualificação da candidatura de estudantes brasileiros pode ser um caminho para facilitar a preparação e processo de candidatura de muitas pessoas que desejam fazer intercâmbio. Confira, a seguir, informações sobre três universidades que aceitam a nota do Enem:

Universidade de Oxford

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Foto: Pixabay

A universidade de Oxford, no Reino Unido, é reconhecida como a melhor do mundo pelo ranking Times Higher Education. Para além da qualidade de ensino, a instituição tem uma proposta inclusiva com a realização de eventos como a 'Queer Week', no Wadham College, uma celebração da comunidade LGTBQ. A vida universitária no campus também conta com áreas para discussão de temas políticos e uma vida musical com concertos clássicos no teatro Sheldonian. 

Oxford aceita a nota do Enem e o Certificado do Ensino Médio como qualificações para estudantes brasileiros. No entanto, o Exame não é suficiente para uma inscrição competitiva na concorrida universidade: estudantes internacionais também precisam passar por um curso preparatório para o ensino superior, o Foundation Year. Nele, os alunos aprimoram o inglês e têm aulas de redação, estudo dirigido e metodologia de pesquisa, por exemplo. Além disso, é necessário ter certificado de proficiência em inglês.

Entre os cursos de graduação oferecidos pela instituição estão arqueologia, biologia, ciências biomédicas, geologia, economia e administração, direito, belas artes, história, história e política, medicina, matemática e filosofia, música, física, psicologia, teologia e religião, entre muitos outros. A instituição também oferece uma lista de cursos de pós-graduação e Educação online a Distância

Através do site do Universities and Colleges Admissions Service (Serviço de Admissões em Universidades e Faculdades) pessoas interessadas em estudar no Reino Unido podem fazer suas inscrições para um ou mais cursos, mediante pagamento de uma taxa (em Euro). Para informações sobre o processo de ingresso na Universidade de Oxford, acesse o Guia de Aplicação e a página de orientações a estudantes internacionais da instituição.  

Universidade de Bristol

Foto: Wikimedia Commons

A universidade de Bristol, no Reino Unido, aceita a nota do Enem e a aprovação em vestibulares como parte do processo de inscrição para concorrer a uma vaga. No entanto, assim como a Universidade de Oxford, exige que os candidatos passem pelo curso preparatório para os estudos universitários, o Foundation Year, e diplomas de proficiência em língua inglesa. Candidatos que concluíram com êxito o primeiro ano de um curso universitário brasileiro (licenciado/bacharel) com boas notas também também podem ganhar pontos e, além disso, Bristo recebe aplicações através do site do Universities and Colleges Admissions Service (Serviço de Admissões em Universidades e Faculdades). 

Entre os cursos de graduação disponíveis estão contabilidade e finanças; antropologia; história antiga; antropologia; ciências biomédicas; biologia; estudos da infância; engenharia civil, estudos clássicos; criminologia; odontologia; economia; inglês; filosofia e economia; e política e sociologia, entre outros. Para mais detalhes, acesse o site da universidade

Universidade de Lisboa

Foto: Wikipedia

A Universidade de Lisboa é uma das universidades portuguesas que aceitam a candidatura de brasileiros via Enem nos cursos de licenciatura, mestrado integrado e doutoramento. Podem ser utilizadas as notas do mesmo ano no qual o estudante fizer a aplicação ou das três últimas edições do exame. As condições de acesso, critérios de admissão e a classificação final estão disponíveis no site da universidade e são definidas por cada uma das escolas da instituição.

Entre as opções de cursos de graduação estão design; design de moda; arte multimídia, ciências da arte e do patrimônio, engenharia geoespacial; tecnologias da informação; direito; estudos de cultura e comunicação; estudos europeus; estudos gerais; biologia; antropologia; ciência política e ciências da comunicação.

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Investir em um intercâmbio é o sonho de muitos brasileiros, já que além de aprender uma nova língua, o estudante entra em contato com uma cultura diferente da sua. Uma pesquisa feita pela Brazilian Educational & Language Travel Association (Belta) aponta que a busca por intercâmbio aumentou mais de 20% no último ano, sendo o Canadá um dos destinos mais procurados.

De acordo com Bruno Jesus, sócio-fundador da The Six International Studies, agência de intercâmbio para o Canadá, muitos intercambistas conseguem poupar uma boa quantia para investir na viagem. No entanto, esquecem do que é necessário para viver no país. “Mesmo que a maioria dos intercambistas esteja preparada para chegar ao Canadá e arranjar um emprego que os mantenha durante aquele tempo, existem formas de economizar no dia a dia e que tornam a viagem mais tranquila e sem preocupações”, conta o especialista. Confira cinco formas de economizar dinheiro no Canadá: 

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Alimentação barata

É preciso que o intercambista fique atento para não gastar além do necessário no quesito alimentação. “Existem opções baratas e caras em todos os lugares. Ao invés de comer todos os dias fora, coma uma vez ou duas na semana e faça compras em supermercados para cozinhar nos demais dias”, alerta.

De acordo com Bruno Jesus, uma boa dica também é se cadastrar em sites de estabelecimentos para aproveitar promoções.

Emprego

Muitos não sabem, mas o curso de inglês não dá permissão para trabalho, portanto é interessante que o intercambista opte por cursos que tenham a possibilidade de proporcionar um estágio ou emprego, normalmente superiores e profissionalizantes.

“Uma dica útil é se cadastrar no Job Bank, que é um site gratuito canadense para ajudar profissionais na busca de um emprego, dá para criar uma conexão entre quem está procurando um funcionário e quem quer um emprego. O dinheiro com o trabalho vai ajudar o viajante se manter durante o período que você se propôs a ficar por lá”, explica o especialista.

Transporte público

No Canadá os transportes públicos são acessíveis, organizados e preparados para as baixas temperaturas do local. “Recomendo não usar táxi. O intercambista pode aproveitar esse período para andar a pé e entender um pouco sobre a cultura. Para trajetos longos, com certeza o ônibus  vai ajudar”, diz.

Moradias compartilhadas

Além de pagar mais barato em um aluguel, compartilhar uma moradia proporciona conhecer novas culturas, costumes e línguas, já que o intercambista pode ter colegas de todo o mundo.

“Existem diversas opções baratas de aluguéis nas principais regiões do país e, para mim, que passei pela experiência, digo que um dos melhores experimentos de vida é conviver com pessoas que tenham outra criação que a sua, isso te faz crescer como ser humano”, diz.

O governo da França, por meio do Ministério das Relações Exteriores e Desenvolvimento Internacional do país, anunciou a abertura de bolsas Eiffel, nome que referencia a Torre Eiffel localizada em Paris. A bolsa é destinada a candidatos estrangeiros que queiram fazer cursos de mestrado ou doutorado e que uma vez selecionados, poderão receber bolsas no valor entre 1.181 e 1.400 euros. As inscrições seguem abertas até 9 de janeiro de 2020.

De acordo com o edital, os cursos oferecidos para mestrado são direito, economia e gestão, engenharia e ciência política. Já para as vagas de doutorado, os estudantes podem se escolher entre os cursos de matemática, física, química, biotecnologia, ciências da terra, do espaço e do meio ambiente e ciência e tecnologia da informação e da comunicação.

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Além da bolsa de estudos, os participantes têm direito a receber ajuda de custo para gastar com atividades pessoais na cidade em que vão residir, passagens aéreas e seguro de saúde. A principal exigência é que o candidato de mestrado precisa ter até 30 anos de idade (com data de nascimento depois de março de 1989) e os candidatos a bolsa de doutorado precisam ter até 35 anos (nascidos após março de 1984).

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente por meio da página da Campus France. Também há disponível um regulamento em inglês. Clique aqui e confira.

Brasileiros e candidatos de outras nacionalidades que estejam interessados em estudar fora, podem aproveitar a chance oferecida pela Universidade de Massey, na Nova Zelândia. A instituição está oferecendo bolsas parciais nos cursos de graduação e pós-graduação, com prazo de candidatura de 30 de novembro e 1º de dezembro. As oportunidades são divididas nas áreas de negócios, humanidades e ciências sociais.

O número de vagas não foi divulgado. O valor das bolsas parciais para os cursos de pós-graduação é de 10 mil dólares neerlandeses. Já os de graduação, a instituição está ofertando de 20 mil dólares. Contudo, os valores podem oscilar de acordo com o desempenho do estudante.

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Para os que desejam se inscrever em algum dos cursos, é preciso enviar um formulário em inglês no qual deve ser preenchido e enviado para o endereço eletrônico international@massey.ac.nz. O documento, além de garantir a vaga, também será analisado como histórico acadêmico. O prazo de envio para quem quer estudar negócios é de até 30 de novembro. Estudantes de ciências sociais e humanidades podem submeter o formulário até 1º de dezembro, no mesmo email.

Estão abertas as inscrições para o programa de bolsas de doutorado em museologia na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, localizada em Portugal. O projeto é uma parceria da instituição com a Cátedra UNESCO – Educação, Cidadania e Diversidade Cultural e está oferecendo oito vagas para alunos de qualquer nacionalidade, cuja língua materna seja o português. Os estudantes terão 36 meses de aulas, com início previsto para o começo do ano letivo de 2020.

Brasileiros que tiverem interesse podem se inscrever até 31 de outubro. A inscrição se dá pelo envio da ficha cadastral devidamente preenchida, certificado de mestrado, documento oficial com foto, curriculum vittae atualizado, de preferência nas plataformas DEGOIS e LATTES, e um projeto de pesquisa de autoria do próprio participante sobre temas relacionados a patrimônio cultural e museologia.

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Toda a documentação passará por uma análise curricular e, no caso do projeto, serão avaliados cientificamente por uma comissão específica. Os selecionados devem ser divulgados até 5 de novembro e as matrículas serão feitas até 15 de novembro. Outras informações estão no regulamento.

Clique aqui para acessar a ficha de inscrição. O envio do material deve ser feito via email da Universidade, museologia@ulusofona.pt.

 A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulgou uma seleção para projetos de pesquisas conjuntas entre estudantes do Brasil e de Portugal. Estão previstos R$ 3,2 milhões em prol dos projetos. As inscrições devem ser realizadas até 29 de outubro pela internet

Serão selecionados dez projetos, com duração máxima de dois anos, nas áreas de Ciências do Espaço, Ciências do Mar, Alterações Climáticas, Inteligência Artificial, Computação Avançada e Medicina Oncológica. O objetivo é fortalecer trabalhos que tenham relevância e impacto para os dois países envolvidos.

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Cada um dos selecionados deverá receber R$ 328 mil, sendo R$ 40 mil para custear até duas missões de trabalho, R$ 10 mil para manutenção dos projetos e R$ 278 mil de bolsa auxílio, repassados ao longo enquanto durar o trabalho. 

As modalidades participantes são doutorado-sanduíche, pós-doutorado e professor visitante júnior e sênior. O resultado está previsto para ser divulgado no dia 31 de março de 2020 e as atividades programadas para iniciar abril do mesmo ano. Mais informações estão disponíveis no site da Capes.

Já estão abertas as inscrições para o programa de bolsas parciais de estudos na Califórnia, ofertado pela California State University, Northridge (CSUN), em conjunto com University of La Verne (ULV) para alunos de Pernambuco. O objetivo é oferecer cursos de férias para o aprofundamento nas áreas de administração, em conjunto com o desenvolvimento do idioma inglês.

Ao total, são 30 bolsas oferecidas para estudantes da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) para os meses de janeiro e julho de 2020 e janeiro de 2021. O prazo de inscrição vai até o próximo domingo (29). As candidaturas para o processo seletivo devem ser feitas por meio de solicitação de informações e critérios de concessão de bolsas por meio o e-mail ricardo.usp@profbritto.com.

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Neste momento, são oferecidos os seguintes programas no Campus ULV: “Strategy and Marketing”, “Finance and Accounting”, “Leading & Coaching the Human Organization” e “Contemporary Topics in Public Administration”. Já no Campus CSUN, há os programas de “Communication, Design & Innovation”, “Digital Companies & E-Business Revolution”, “Design Thinking & Innovation”, “Leadership In An Age Of Disruption” e “Business English – First Lessons” (para alunos que desejam se desenvolver apenas no idioma inglês).

Os cursos têm duração de três semanas em janeiro ou julho, com aulas e atividades em período integral. O idioma é integralmente em inglês, exigindo-se proficiência de nível básico para o programa “Business English – First Lessons” e nível a partir de intermediário para os demais programas. Os candidatos devem enviar documentação para concorrer a bolsas parciais de estudos. Os alunos selecionados terão também acesso a preços especiais na hospedagem e um módulo de inglês gratuito na Califórnia.

A Universidade do Vale do Silício - Udacity, polo global que une tecnologia, inovação e empreendedorismo, está oferecendo 15 mil bolsas de estudos para cursos online de Inteligência artificial, Data, Análise e programação de dados e Computação em nuvem. Para se candidatar é necessário ter domínio da língua inglesa, já que a maioria dos cursos são em inglês.

As oportunidades são uma iniciativa da instituição com a Bertelsmann, que é uma empresa de mídia e educação que opera em mais de 50 países ao redor do mundo. Juntas, as entidades buscam promover capacitação para pessoas interessadas em trabalhar nas áreas tidas como as “profissões do futuro”.

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Estando localizada na Baía de São Francisco, no sul da Califórnia (EUA), a Udacity é cobiçada por muitos intercambistas que procuram se aprofundar no mundo da tecnologia. Na região onde a universidade está instalada, há diversas empresas investidoras no campo tecnológico.  

Além da fluência em inglês, os interessados precisam ter idade acima de 18 anos e ter conhecimentos básicos em programação como Python ou JavaScript. As inscrições seguem abertas até 6 de novembro. Os selecionados serão avaliados seguindo os critérios de diversidade de perfil, disponibilidade, determinação e inovação.

As inscrições são feitas exclusivamente no site da Udacity, na qual o participante deve escolher o curso desejado. Requisitos específicos podem ser cobrados de acordo com o curso.

 

Muitos brasileiros têm o sonho de estudar no exterior para adquirir conhecimento maior de uma língua e ter contato com uma nova cultura, no entanto, nem todos têm condições financeiras para arcar com os gastos da viagem e, por isso, optam por fazer um intercâmbio no qual possam estudar e trabalhar.

Para a consultora de vendas Camila Sinimbu, que fez intercâmbio na Irlanda em 2017, os programas de estudo e trabalho são muito importantes para quem não tem condições de se manter no país durante a viagem. “Durante o intercâmbio, me cadastrei em sites de empregos e consegui um trabalho de meio expediente como babysitter. Eu trabalhava por volta de três horas e ganhava doze euros por hora trabalhada. O dinheiro ajudou a custear a minha viagem, pois consegui viajar, conhecer outros lugares, além de fazer compras”, relata.

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Pensando em auxiliar quem deseja adquirir a experiência de estudar e trabalhar no exterior, o LeiaJá conversou com a supervisora comercial da Dreams Intercâmbios, Cristina Holanda, que fez uma lista com cinco países que possuem melhores remunerações salariais. Confira:

Austrália

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A Austrália é um país que impressiona em muitos aspectos. Além de suas belezas naturais, possui uma economia estável, que aliada a seus aspectos culturais e ao seu agradável clima é considerado um dos melhores destinos para realizar intercâmbio. Segundo Cristina, o país possui uma grande procura, porém existem limitações com relação aos vistos emitidos, já que há uma triagem maior nas informações de quem está entrando no lugar. 

“Acredito, que se formos colocar em um ranking, a Austrália é o país que possui a melhor remuneração. Os alunos têm uma maior oportunidade de trabalho até mesmo a longo prazo, caso o estudante deseje permanecer e construir uma vida no local. A hora trabalhada está em torno de 18 de dólares para os intercambistas”, declara.

Nova Zelândia 

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Assim como a Austrália, a Nova Zelândia é um país localizado na Oceania que oferece uma boa remuneração salarial para intercambistas. De acordo com Cristina, os salários da Austrália costumam ser mais altos, mas a Nova Zelândia também possui boas oportunidades, já que são países que possuem perfis parecidos neste aspecto. A remuneração salarial do país possui uma média 16 dólares por hora. 

Irlanda

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A Irlanda, terceira maior ilha da Europa, oferece boas opções de universidades e cursos em um país cuja língua oficial é o inglês, além de possuir diversos pontos turísticos famosos como o Castelo de Dublin, o Museu de Dublin, o Jardim Botânico Nacional, entre outros.  

“O intercâmbio na Irlanda é uma boa oportunidade para quem está com o orçamento limitado e quer ter a experiência. O programa no país oferece poucas burocracias com relação a visto e, como está na Europa, o estudante tem maior facilidade para conhecer outros países europeus. A remuneração salarial no país está em torno de 9,5 euros por hora”, comenta Cristina.

Canadá

 

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Quando se pensa em intercâmbio um dos primeiros países que vem à cabeça é o Canadá, que além de ser um lugar receptivo, encanta os brasileiros pelo clima frio. O país é indicado para estudantes de cursos de graduação, técnicos ou específicos, pois, segundo Cristina, pessoas que possuem um inglês mais básico não conseguem fazer o programa de estudar e trabalhar. 

“Comparado a Austrália, Nova Zelândia e Irlanda, o Canadá possui uma remuneração um pouco menor, já que a remuneração salarial gira em torno de 13 de dólares por hora”, explica. 

Malta 

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Com aproximadamente 420 mil habitantes, a República de Malta é banhada pelo mar Mediterrâneo e tem como idiomas oficiais o maltês e o inglês. Como a ilha é pequena, as oportunidades para estudar e trabalhar são menores, se comparadas aos outros países da lista. 

 “Como nem tudo é perfeito, o problema é que o salário mínimo em Malta também é bem inferior quando comparado ao de muitos países do continente. Para se ter uma ideia, um trabalhador de tempo integral, com carga horária de 40 horas semanais, recebe o mínimo de 747,50 euros por mês”, explica Cristina.

Uma mudança nas regras de vistos para estudantes no Reino Unido deve permitir que os estrangeiros permaneçam em terras da rainha Elizabeth 2ª por até 2 anos depois de terminar a graduação. A medida foi anunciada pelo Ministério do Interior e revoga uma decisão tomada em 2012, por Theresa May, quando comandava a pasta.

As mudanças se aplicam apenas a estudantes não britânicos de nível universitário ou de pós-graduação que irão começar os estudos em 2020. A decisão de 2012 determinava que os estrangeiros deixassem o país depois de quatro meses da conclusão da formação acadêmica caso não encontrassem emprego na área. 

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O objetivo da nova política, segundo o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, é para “desbloquear o potencial dos estudantes”. A nova regra também determina que os alunos devem frequentar uma instituição com histórico de manutenção no controle de imigração, sem fazer restrições, ainda, sobre o tipo de trabalho em que o recém-graduado pode atuar.

Segundo Marina Motta, gerente da agência de intercâmbios STB, a notícia é estimuladora. “O público é mais restrito por ser apenas graduação, pós e mestrado, mas essas noticias são sempre animadoras [...] Países como Canadá têm a permissão de trabalho nestes moldes e isto realmente é convidativo”, disse ao LeiaJá.

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