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Aprender um novo idioma sempre é desafiador. E o desafio aumenta se as palavras e expressões não são tão usuais no nosso cotidiano. A língua inglesa, por exemplo, está no nos rótulos das embalagens de produtos brasileiros, nas estações de metrô e até no nosso vocabulário usual. Mas e se você tivesse de aprender a se comunicar de maneira totalmente diferente para conquistar uma boa oportunidade?

Esse é o objetivo de muitos brasileiros que se preparam para estudar na Alemanha. E o país está em busca de profissionais. De acordo com um estudo feito pela Fundação Bertelsmann, o território alemão precisará receber 266 mil novos imigrantes por ano nas próximas quatro décadas para compensar o envelhecimento da população e cobrir as necessidades de mão de obra.

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O médico Miguel Rogério de Melo quer aproveitar o entusiasmo alemão com educação. Recentemente, ele foi para a Alemanha fazer um estágio de dois meses pela residência médica do Brasil. "Fui para a cidade de Jena, na Turíngia. O que o eu não esperava é que iria gostar tanto de lá. A segurança e qualidade de vida foram as coisas que mais me atraíram", enfatiza.

Na primeira experiência que teve com a medicina alemã, Melo aponta semelhanças e diferenças entre os países: "Têm várias diferenças, não falo só das doenças mais prevalentes lá serem diferentes daquelas que encontramos aqui. Mas como todo o sistema é estruturado, lá todos têm um "hausartz", que seria equivalente a um médico de família aqui do Brasil. Durante o estágio, tive contato com a medicina mais especializada e, ao contrário do Brasil, eles têm muitos recursos tecnológicos e o acesso era fácil".

Porém, para exercer a medicina na Alemanha, Melo terá de revalidar o diploma brasileiro, algo que espera fazer assim que conseguir aprender a falar o alemão.

Rubens Mascarenhas Neto ganhou uma bolsa para fazer pesquisa com o objetivo de se preparar para o doutorado no Lateinamerika-Institut da Freie Universität Berlin. Ele e o companheiro, Vinícius Zanoli, devem embarcar em junho.

"Eu tive a oportunidade de visitar algumas cidades alemãs como Berlim, Colônia e Munique (a última na Copa de 2014, mas não estava lá no dia do 7x1, risos) e fiquei muito interessado pela vida no país. Mas a ideia de ir para a Alemanha começou a tomar forma concreta depois que eu participei dos eventos organizados pelo DIWH, Goethe-Institut e o Consulado Alemão. Além da receptividade e simpatia, as palestras foram muito interessantes e honestas com relação às dores e delícias de viver em um país diferente", disse.

Rubens e Vinícius estão juntos há oito anos e são formados em Ciências Sociais pela Unicamp e mestres em Antropologia Social. Zanoli está terminando o doutorado em Ciências Sociais e também tem planos em território alemão. "Se tudo acontecer como planejado, vou tentar um pós-doutorado por lá no ano que vem. Sei que é um ambiente competitivo, mas que também é muito compensador, com valorização do profissional, bons salários e investimento na carreira do pesquisador", conta o brasileiro.

Sobre o aprendizado de um idioma aparentemente complicado como o alemão, Rubens tem se divertido: "É um desafio e uma delícia! É uma língua complexa, tanto quanto a nossa, e que tem uma sonoridade e escrita peculiares. À primeira vista o idioma parece ser muito distante e impossível de aprender, mas à medida que você se expõe à língua e começa a ouvir com atenção, é possível ir tomando gosto".

Para Zanoli, o novo idioma o surpreendeu: "Eu tinha todos os preconceitos que as pessoas têm com o alemão: de que é uma língua feia, de que é muito difícil de aprender. E o contato tem sido uma surpresa muito positiva. Estou gostando muito da língua. Antes achava o alemão uma língua estranha, agora diria que ela é excêntrica. A minha maior dificuldade são as muitas declinações da língua. E olha que eu nem aprendi todas ainda", afirma.

No Brasil, o Goethe-Institut organiza uma série de eventos que aproximam os brasileiros da vida alemã por meio de cursos de línguas, inclusive com imersão de especialistas em áreas como saúde, relações intra e interpessoais, exposições de artistas, pintores e grandes designers alemães. Uma vez ao ano, o instituto organiza um evento com palestras, aulas experimentais gratuitas de alemão e comidas típicas.

Quais são os desafios para viver na Alemanha?

Se você tem simpatia pelo país e sente o desejo de tentar uma oportunidade no mundo acadêmico ou no mercado de trabalho por lá, acompanhe a entrevista que o E+ fez com a diretora de cursos e exames do Goethe-Institut São Paulo, Sabine Wilmes.

Quais são os principais desafios do idioma para os brasileiros que querem viver na Alemanha?

O principal desafio está no fato de os brasileiros terem, em geral, pouco contato com o idioma. Por causa disso, as diferenças parecem chamar mais a atenção do que as semelhanças que existem, por exemplo, com a língua inglesa, que faz parte do cotidiano de grande parte das pessoas, e mesmo com o português, se pensarmos no grande número de palavras em alemão oriundas do latim. A pronúncia de alguns fonemas também pode oferecer dificuldade no início, mas falantes de português do Brasil conseguem aprendê-los, conforme aumentarem o contato com a língua e se dedicarem a aprimorar sua pronúncia.

Para quem pretende fazer um curso como pós-graduação ou mestrado, existem algumas dicas para se preparar?

O nível de proficiência exigido pode variar, dependendo da área de atuação e pesquisa. Para estudantes de exatas, por exemplo, costuma-se exigir um pouco menos do que de pós-graduandos da área de humanas. Além disso, todos necessitam de conhecimentos básicos de alemão para a vida cotidiana. Conhecer todos os detalhes sobre os programas de pós-graduação da universidade é importantíssimo. Pelo fato de o governo alemão incentivar a ida de estrangeiros para estudarem neste país, existe um órgão vinculado ao Ministério de Relações Exteriores da Alemanha dedicado a este tema, o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico, também conhecido pela sua sigla em alemão, DAAD (Deutscher Akademischer Austauschdienst).

Para quem já tem uma formação acadêmica no Brasil e pretende atuar em território alemão, o que é preciso?

Para trabalhar na Alemanha, assim como em qualquer outro país da Comunidade Europeia, precisa-se de um visto especial para este fim, o que não é necessário para quem tem passaporte europeu. Informações mais detalhadas podem ser facilmente obtidas na Embaixada e nos Consulados Gerais da Alemanha no Brasil.

Além do idioma, quais outras barreiras culturais os brasileiros poderão enfrentar na Alemanha?

As diferenças culturais não representam necessariamente barreiras, uma vez que brasileiros tendem a se confrontar constantemente com diferentes culturas dentro do próprio país. De qualquer maneira, quando se pretende viver ou passar um longo período em outro país, a adaptação é tanto mais fácil quanto for a sensibilidade de cada um para diferenças e semelhanças entre a sua e outras culturas. A disponibilidade para aceitar as diferenças sem as qualificar já é um passo importante neste processo. Diferenças existem em várias áreas, mas elas só se tornam barreiras se as pessoas não estiverem atentas a elas. Algo simples como a coleta seletiva de lixo pode ser uma grande dificuldade para uns e algo bastante familiar para outros, por exemplo. Meios de transporte com regras muito diferentes podem parecer complexos no início, mas normalmente são motivos de elogios por parte da maioria dos estrangeiros que vivem na Alemanha.

No próximo dia 16 de março, das 10h às 19h, estudantes interessados em realizar intercâmbios poderão conferir a 11ª edição da Feira de Intercâmbio Teen, realizada em São Paulo. O encontro tem o objetivo de ofertar oportunidades de viagens de estudos a adolescentes. A feira será realizada no Hotel Tivoli Mofarrej e tem entrada gratuita. Para participar, é preciso confirmar presença no site do evento.

O encontro é destinado a crianças e adolescentes de 7 a 17 anos e pretende divulgar informações sobre diversas modalidades de intercâmbio, como High School, intercâmbio de férias e preparação para estudar em universidades internacionais. Além da mostra de pacotes, os estudantes contarão com palestras sobre assuntos como tendências do cenário de educacional internacional e preparação para vestibulares no Brasil e no exterior.

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A feira contará com representantes de mais de 40 instituições de ensino de países como Estados Unidos, Canadá e Inglaterra. Segundo a diretora de marketing e produtos da CI Intercâmbio e Viagem, Larissa Charnet, empresa que promove o evento, a ideia é passar segurança às famílias que pensam em enviar um adolescente para o exterior.“Com a Feira Teen, conseguimos reunir o maior número de informações e especialistas possíveis e ajudar o público a encontrar o intercâmbio que se encaixa melhor com cada objetivo familiar”, explica.

Serviço

11ª Edição da Feira de Intercâmbio Teen

Data: 16 de março

Local: Hotel Tivoli Mofarrej

Endereço: Alameda Santos, 1437 – Cerqueira César - São Paulo

Horário: das 10h às 19h

A Universidade de Pernambuco (UPE) recebe inscrições, até 7 de março, para o processo seletivo de bolsas Ibero-Americanas. As oportunidades são destinadas a estudantes de graduação, no âmbito do programa Santander Universidades.

No total, três bolsas são oferecidas. O intuito do edital é “proporcionar a oportunidade de mobilidade internacional de estudantes da graduação de instituições de ensino superior brasileiras, portuguesas, espanholas, argentinas, chilenas, colombianas, mexicanas, porto-riquenhas, peruanas e uruguaias, para incrementar a qualidade da formação desses alunos”.

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De acordo com o edital do programa de intercâmbio, os candidatos serão selecionados por meio de análise curricular e coeficiente de rendimento. Os aprovados receberão bolsa de 3 mil euros que deverão ser utilizados para cobrir os custos de transporte, alimentação e hospedagem.

As inscrições devem ser feitas pelo app Santander Universidades. Para mais informações, acesse o edital do processo seletivo.

O Programa Ganhe o Mundo Musical, que oferece intercâmbio para estudantes da rede estdual de ensino, mudou as datas do último processo seletivo. Em função da prorrogação das inscrições, o cronograma foi alterado e, agora, a avaliação escrita e audição pública serão realizadas no dia 18 de março, no Conservatório Pernambucano de Música (CPM), localizado no bairro da Boa Vista, área central do Recife.

Ao total, serão 60 estudantes aptos a fazer a terceira etapa do processo. Desse montante, apenas 20 serão selecionados, sendo dez vagas para o Canadá e outras dez para a Espanha. Os embarques estão previstos pra o segundo semestre deste ano. 

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Nesta fase, os candidatos farão uma prova escrita, contendo dez questões sobre pentagrama, notação musical, claves, compassos e alterações. O candidato terá uma hora para responder às alternativas. Às 14h, está marcada uma audiência pública, em que o estudante deverá executar uma peça pública de livre escolha para uma banca formada por cinco professores, sendo dois do CPM e três de outras instituições de ensino de música de Pernambuco.

Serão analisados os seguintes pontos de cada candidato: domínio técnico, expressividade, leitura e afinação. Valendo pontuação de zero a dez, a peça deverá ter, no máximo, três minutos. A banca poderá interromper, caso necessário, e deve seguir os itens expresso no edital. O resultado será divulgado em 1º de abril. Já os recursos podem ser aplicados nos dias 2 e 3 do mesmo mês. 

Os selecionados irão cursar um semestre letivo no modelo High School, com treinamento prático de canto ou instrumento para qual foram selecionados. 

Chamada pública da Assessoria de Relações Internacionais (Arinter) traz oportunidades de intercâmbio no Instituto Polítécnico de Bragança (IBP), em Portugal. O edital com todos os detalhes do processo seletivo - realizado em parceria com o Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) - foi publicado nesta sexta-feira (22).

De acordo com a chamada, podem participar do intercâmbio estudantes de cursos superiores e de mestrado. Os aprovados não pagarão a taxa de semestralidade cobrada no IBP, mas deverão arcar com os valores das passagens, hospedagem, entre outros custos. Confira os cursos oferecidos

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Até 12 de abril, os candidatos devem enviar a documentação exigida na seleção para o e-mail arinter@reitoria.ifpe.edu.br. Alguns dos documentos solicitados são passaporte, histórico acadêmico e contrato de estudos.

A previsão é que os selecionados iniciem o intercâmbio no próximo semestre. Para mais informações, acesse o regulamento do processo seletivo.

 

Um total de 618 oportunidades. Esse é o quantitativo de vagas direcionadas a intercâmbios para profissionais da educação básica de escolas públicas brasileiras. Estados Unidos, Canadá e Irlanda são os destinos das viagens, conforme detalhou a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) nessa terça-feira (20).

Professores, coordenadores e supervisores pedagógicos podem ser beneficiados com os programas. “As inscrições, gratuitas, são feitas online com preenchimento de formulário e envio de documentos pela internet. Além da passagem área, os participantes terão direito, a uma ajuda de custo, seguro de saúde e alojamento”, informou a Capes.

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Para os Estados Unidos, estão previstas 486 vagas exclusivas para professores de inglês. Será realizado um curso de seis semanas em universidades americanas com foco no melhoramento do idioma. “Podem participar docentes da rede publicas estadual, municipal e distrital, em efetivo exercício da profissão. As inscrições vão até 17 de março”, detalhou a Coordenação, destacando que o intercâmbio ocorre no âmbito da Comissão Fulbright.

Outras 102 vagas são direcionadas a professores de todas as áreas. “Dividido em duas partes – a primeira em um curso básico de inglês e a outra em um curso de formação, voltado para gestão de sala de aula e aprendizagem centrada no aluno. O curso terá duração de oito semanas e as inscrições podem ser feitas até 26 de março”, consta no site oficial da Capes.

Trinta oportunidades estão previstas para a Irlanda, exclusivas para coordenadores e supervisores pedagógicos. Os interessados podem se inscrever até 26 de março para cursos de inglês, liderança e gestão pedagógica. No total, a duração será de 12 meses.

Confira, a seguir, os critérios seletivos para cada país e os canais de inscrição:

Canadá

Estados Unidos

Irlanda 

A EF Intercâmbio, empresa de educação internacional, está com inscrições abertas para o “EF Global Intern”, programa de estágio internacional que levará 15 universitários para diferentes unidades escolares ao redor do mundo. Ao todo, os estudantes irão estagiar fora do país durante 90 dias.

Para participar, os estudantes devem gravar um vídeo de até um minuto, respondendo em inglês a seguinte questão: “O que a missão E de ‘abrir o mundo por meio da educação’ significa para você?”. Os candidatos serão selecionados com base no vídeo enviado, proficiência em inglês e capacidade de adaptação a diferentes culturas.

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Toda a viagem será custeada pela EF e durante a estadia em diferentes países, os estudantes atuarão em projetos com os quais demonstrem afinidade. O estágio precisa ser concluído até 31 de janeiro de 2020

As inscrições são realizadas pelo site da EF até o dia 30 de abril. Para participar, os candidatos precisam ter 18 anos de idade a partir do início do programa. O resultado da seleção será divulgada até o dia 31 de maio.

 

Encerram no próximo dia 27 de fevereiro as inscrições para a 3º Edição do Programa Trainee da Pipefy, empresa de gerenciamento de gestão. Ao todo, 20 vagas são ofertadas.

Para concorrer a uma das vagas é necessário que os candidatos sejam recém-formados ou estejam cursando o último ano de faculdade; tenham inglês fluente; afinidade com tecnologia e experiências prévias de trabalho. O processo seletivo será composto por quatro etapas. Primeiramente, os currículos serão avaliados. Na segunda fase serão realizadas dinâmicas de grupo. Posteriormente, os candidatos passarão por entrevistas individuais com líderes da empresa. A quarta e última etapa consiste na divulgação dos resultados.

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Os selecionados passarão 30 dias no Vale do Silício, nos Estados Unidos, e poderão ingressar em universidades americanas. Além disso, a Pipefy oferece plano odontológico e de saúde, vale refeição ou alimentação, auxílio financeiro para aulas de inglês, vale transporte e seguro de vida. As inscrições são realizadas pelo site da Pipefy.

Estão abertas as inscrições para bolsas de doutorado pleno em universidades dos Estados Unidos. As oportunidades são oferecidas por meio de uma parceria entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Comissão Fulbright.

De acordo com o edital da seleção, entre os critérios estão ser brasileiro, não possuir nacionalidade norte-americana, residir no Brasil no momento da candidatura e durante todo o processo seletivo, ter diploma de bacharelado, com duração mínima de quatro anos, em qualquer instituição de ensino regulamentada pelo Ministério da Educação (MEC), entre outras exigências.

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Ao todo, estão previstas 20 bolsas de ates seis anos que abrangem 49 áreas de avaliação da Capes. Um dos objetivos do programa é dar visibilidade à produção científica, tecnológica e cultural brasileira.

Os interessados devem submeter suas propostas até às 17h de 31 de março por meio do site do programa. Mais detalhes sobre o processo seletivo devem ser vistos pelo edital do certame.

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--> Inscrições abertas para bolsas de estudo no Canadá

O Canadá pode ser o destino para o intercâmbio educacional oferecido a estudantes da Universidade de Pernambuco (UPE). Por meio do programa ‘Emerging Leaders of the Americas Program (Elap)’, são oferecidas bolsas de mestrado e doutorado em todas as áreas do conhecimento.

Segundo a UPE, as bolsas têm duração de quatro a seis meses, com início previsto para junho deste ano. “Para concorrer, os alunos devem estar regularmente matriculados nas unidades da UPE, possuir nacionalidade brasileira e ter cursado no mínimo 20% da carga-horária do curso no momento previsto para a viagem”, informou a Universidade.

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Os aprovados estudarão em universidades canadenses. Detalhes sobre o processo seletivo podem ser vistos no edital do programa, bem como os candidatos devem consultar os documentos exigidos e a ficha de inscrição. As candidaturas estão disponíveis até 6 de março.

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulgou, nesta sexta-feira (8), editais para programas de capacitação de professores no exterior. Os Programas de Desenvolvimento Profissional de Professores da Educação Básica no Canadá e o de Desenvolvimento de Profissionais da Educação Básica na Irlanda serão realizados pelos Colleges and Institutes Canada (CICan) e Mary Immaculate College.

Ao total, serão oferecidas 132 oportunidades, sendo 30 para a capacitação na Irlanda e 102 para a qualificação no Canadá. Os programas terão período de candidaturas abertas gratuitamente de 11 de fevereiro a 26 de março, mediante preenchimento de formulário de inscrição, disponibilizado no site da Capes.

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Entre algumas necessidades comuns das oportunidades, é preciso que os professores tenham graduação em licenciatura; possuir nacionalidade brasileira (no caso de estrangeiro, deve residir no Brasil com visto permanente); elaborar projetos de coordenação e supervisão ou intervenção pedagógica; além de assumir o compromisso de realizar atividades de desenvolvimento.

O programa para os docentes atuarem na Irlanda terá duração de 12 meses e constará de curso na área de educação, como também aprimoramento da língua inglesa e desenvolvimento de habilidades em liderança e gestão pedagógica. Já o Professores da Educação Básica no Canadá será dividido em duas partes. Na primeira, o profissional terá curso básico de inglês, enquanto na segunda, o docente passará por um curso de formação para professores, voltado para gestão de sala de aula e aprendizagem centrada no aluno.

A depender do programa, os professores terão alguns benefícios, como passagem aérea internacional de ida e volta, auxílio instalação, ajuda de custo mensal, seguro saúde, materiais do curso, entre outros. Mais informações sobre os programas podem ser conferidos nos editais, disponibilizados no site da Capes.

O banco Santander está com inscrições abertas para a edição 2019 do seu “Programa de Bolsas Ibero-Americanas”, que oferece bolsas de estudos para intercâmbio de alunos de graduação e pós-graduação. Ao todo, 750 oportunidades são ofertadas.

O intercâmbio tem duração de até um semestre e deverá ocorrer até setembro de 2021. O processo seletivo será realizado pela instituição de ensino a qual o aluno faz parte. Os itens considerados na seleção serão “a excelência acadêmica do estudante e condição sócio econômica desfavorável”. A instituição de ensino de origem deve estabelecer um acordo bilateral com a universidade de destino.

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A bolsa de estudo tem valor equivalente a três mil euros e é destinada às despesas do aluno, como taxa da universidade destino, transporte, hospedagem e alimentação. Os países participantes do Programa são Argentina, Colômbia, Chile, Espanha, Peru, Porto Rico, Portugal, México e Uruguai.

 As inscrições são podem ser feitas pelo App Santander Universitário, gratuito para download em aparelhos com sistema Android e iOS, até o dia 7 de agosto.

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O diplomata Fernando Schmidt Ariztía, embaixador do Chile no Brasil, visitou a UNAMA - Universidade da Amazônia, campus Alcindo Cacela, na tarde de segunda-feira (4). A visita foi para conhecer os cursos e a estrutura da Universidade.

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Na instituição, Fernando Schimidt se reuniu com os professores Eulina Maia, coordenadora do curso de Direito; Ana Vasconcellos, pró-reitora de Pós-graduação; Herica Simão, diretora Acadêmica; e Antonio Comaru, representando o curso de Gastronomia. Além dos professores, o pró-reitor Wagner Muniz deu as boas-vindas ao embaixador.

Em entrevista, Fernando Schimidt destacou que a embaixada do Chile tem atuação muito concentrada no Centro-Sul do Brasil e defendeu que o país deve ter presença no Pará, assim como está presente no Nordeste. "Este é um país-continente, em diversos aspectos, e devemos ter a presença do Chile aqui no Norte. Estamos pensando em abrir um consulado honorário aqui no Pará, e devemos também explorar possibilidades econômicas, no âmbito da cultura, e diversos elementos. Por isso estou aqui na Universidade, em busca de informações, explorando como é que a Universidade pode ser também um instrumento para complementar isso", explicou.

Para o embaixador, o diálogo com a UNAMA está no início e há mais para se conhecer. O interesse de Fernando Schimidt é voltar os olhares para a Amazônia. "Os fluxos turísticos do Chile terminam, hoje, na área de Pernambuco, um pouco mais no norte, mas não no Norte do país. E aqui fica a cinco horas de Lisboa e são dez horas de Santiago (capital chilena). Então é natural que a gente tenha uma visão mais próxima de Portugal, europeia, do que da América Latina. Isso é uma dimensão que devemos começar a trocar por um olhar diferente", avaliou.

Segundo o embaixador, as expectativas para a relação Brasil-Chile, no governo Bolsonaro, são boas. "Esse governo está no início, e começar a falar um relacionamento com metas, objetivos claros, é ainda um pouco cedo, depois vamos ver. Queremos, primeiro, uma ratificação do tratado de livre comércio que foi assinado no governo do ano passado; segundo, gostaríamos de ver realizado um projeto muito ambicioso, muito antigo, que é o Corredor Binacional. Corredor que possa utilizar o Pacífico para exportação de grãos, exportação de produtos do Brasil; terceiro, gostaríamos de ter uma interação maior dos governos do Brasil e do Chile. Não temos uma conexão de dados de alta velocidade, absolutamente fundamental para o desenvolvimento da ciência, não temos uma conexão importante na área astronômica, nossos universitários se encontram nos países desenvolvidos, não se encontram nos seus próprios países", declarou Fernando Schimidt. 

Para Fernando Schimidt, não existe unilateralidade em nenhuma das partes dos países do Mercosul. "A última reunião do presidente Bolsonaro com Macri (Maurício Macri, presidente da Argentina) já deu sinais de que o Mercosul vai mudando de um mercado fechado a um mercado mais flexível. Por outra parte, os países aliados do Pacífico também estão tentando convergir para o Mercosul. Esse processo de convergência é um processo extraordinariamente importante, onde queremos aportar nossos esforços", avaliou.

Em relação aos intercâmbios, segundo o embaixador, há muitas possibilidades de aproximação entre Brasil e Chile. "A realidade é que os alunos chilenos e brasileiros se encontram nas universidades americanas, francesas, portuguesas, espanholas, não nos encontramos aqui dentro. Deixei aí algumas informações. Temos mestrado, doutorado, pós-doutorado, diversos tipos de bolsas de estudos que deveriam ser aproveitadas. Dever ser aproveitado tudo o que é relacionado a Startup. Estamos outorgado 38 mil dólares para cada projeto. Então, por que um aluno brasileiro, uma boa ideia brasileira, não pode participar de concurso para ganhar esses 38 mil dólares, e começar um relacionamento mais forte?", ressaltou.

Sobre as expectativas para o Acordo de Livre Comércio, assinado em novembro do ano passado, o embaixador disse que gostaria muito de quebrar a inércia negativa. "Concluímos a negociação em outubro, em novembro foi assinado um tratado. Isso marcou uma pauta extraordinariamente veloz. Agora o assunto é o desafio. Como podemos ratificar, manter a ratificação no parlamento, essa é uma pergunta. Não temos uma resposta para isso, mas esperamos que sim, esperamos que isso possa acontecer. Não como diziam alguns amigos meus em Brasília, no mínimo cinco anos para ratificar o tratado. Espero que não sejam cinco, seis anos, espero que sejam cinco, seis meses", explicou.

Para o pró-reitor Wagner Muniz, a visita do embaixador foi uma grande supresa.  "Nós temos um distanciamento das instituições aqui no entorno da América Latina, e o Chile veio muito a calhar. O embaixador ficou bastante lisonjeado com a nossa comida, se mostrou bastante surpreso em saber do que a UNAMA desenvolve na pesquisa, principalmente na área gastronômica e na área da saúde, ficou impressionado com os serviços que a UNAMA presta ao meio coletivo, que circunda a UNAMA, principalmente com relação ao curso de Direito. Isso nos abre muitas possibilidades de intercâmbio entre estudantes do Chile e estudantes do Pará, especificamente da UNAMA, em universidades chilenas", concluiu.

De Belém, o embaixador chileno seguiu para Manaus.

 

 

Estudar, trabalhar, ser fluente em outro idioma ou se tornar uma pessoa mais livre e independente. Estes são alguns dos objetivos de quem procura um programa de intercâmbio. Entre os serviços de voluntariado, profissional e de estudo está presente a promessa de cumprir a necessidade do intercambista ganhar o mundo em busca de realização.

Em 2012, Luiza Tiné era estudante de jornalismo e resolveu se inscrever em um programa de Au Pair para trabalhar como babá nos Estados Unidos. “Queria ser fluente em inglês e buscar crescimento pessoal, amadurecimento”, conta. A experiência morando na casa de uma família americana foi tão positiva que depois de ter concluído o programa, que dura no mínimo 12 meses, e voltado para o Brasil, em 2017 resolveu participar novamente, desta vez para fazer uma especialização profissional em marketing digital.

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“A experiência é muito válida porque você se conhece de uma forma que você jamais imagina, testa seus limites, amadurece, de fato. Eu definitivamente não sou a mesma pessoa. Eu vi que eu sou muito corajosa. Meu inglês melhorou 300%, escrevo inglês com a mesma facilidade que escrevo em português”, avalia a jornalista.

O modelo de Au Pair é uma das modalidades mais acessíveis de intercâmbio. Os selecionados para participar pagam uma taxa de aproximadamente R$ 4 mil, que inclui passagem aérea de ida e volta, refeição e hospedagem para o treinamento de uma semana, além do seguro saúde. Para trabalhar como Au Pair nos Estados Unidos é necessário a contratação de uma agência que tenha autorização para fazer as intermediações entre famílias norte-americanas e candidatos.

A decisão de que tipo de agência procurar ou em qual programa ingressar vai depender do objetivo principal de cada pessoa. “Acho que o pontapé inicial do intercâmbio é você fazer um auto-exame e ver o que você quer mudar, melhorar, na sua vida pessoal e profissional, traçar seus objetivos, suas metas e a partir daí, ver se o intercâmbio é o diferencial que você precisa”, analisa Tiné.

Universidades mundo afora também oferecem oportunidades de intercâmbio. Cada uma possui processos seletivos próprios e diferentes benefícios aos alunos. Aqui no Brasil muitas instituições têm programas de mobilidade estudantil. A Universidade Maurício de Nassau, por exemplo, tem parceria com o banco Santander e oferece aos alunos a chance de cursarem disciplinas no exterior.

A seleção utiliza a média global presente no histórico escolar dos candidatos, que podem se inscrever pelo aplicativo do banco e depois mandar um email para a banca responsável, enviando junto com o comprovante de inscrição, dados pessoais, declaração de vínculo com a faculdade e histórico escolar.

Na instituição existem algumas modalidades de programa, em um deles os alunos têm a oportunidade de passar 6 meses estudando em universidades conveniadas de Portugal, Espanha, Argentina ou Alemanha, para este último a proficiência na língua é obrigatório. Os selecionados recebem uma bolsa de € 3 mil (cerca de R$ 12 mil) para custear as despesas da viagem, como passagens e alimentação.

“É o tipo de intercâmbio que mais traz benefícios aos alunos tanto no aprendizado, como fazem eles amadurecerem, pois eles tem que se virar sozinhos, realizar provas no idioma diferente, administrar o dinheiro”, diz Thaisa Guimel, assistente de Relações Internacionais da Uninassau. As datas de início das inscrições para 2019 ainda vão ser divulgadas pela instituição. Todos os programas disponíveis podem ser conhecidos no site da faculdade

Além de graduação, as instituições estrangeiras também abrem suas portas para universitários nas áreas de pós-graduação, mestrado e doutorado. Foi em um desses que a doutoranda Danielly de Paula se inseriu. Ela conseguiu aprovação para estudar na Irlanda através do Programa Ciência sem Fronteiras, criado em 2011 pela presidenta Dilma Rousseff.

Inicialmente a jovem enfrentou desafios. Antes mesmo da viagem ela precisou fazer terapia para lidar com as consequências da sua escolha. “Você passa a enxergar as coisas com outros olhos. Eu tive muita sorte de ter encontrado pessoas maravilhosas no caminho que me ajudaram na adaptação. Só a língua mesmo que foi um pouco desafiador, mas eu recomendo demais. Sair, explorar e conhecer coisas novas”, diz a estudante.

Hoje prestes a concluir o doutorado, Danielly deixa uma dica valiosa para os estudantes que têm interesse de sair do país: “Vá atrás de bolsas disponíveis em universidades estrangeiras. Tem muito programa da União Europeia para pessoas de fora, nos Estados Unidos e Austrália também têm muita bolsa”, encerra a jovem cientista, que conseguiu recentemente ser admitida em uma empresa européia e vai trabalhar como pesquisadora.

O Serviço Alemão de Intercâmbio, DAAD, é uma dessas portas para a Europa. Ele existe desde 1925 e já financiou os estudos de mais de 1,9 milhões de pessoas de diversos países, incluindo o Brasil. O programa mantém parcerias com a Coordenação e Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, Capes, e com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que atuam no fomento à pesquisa. Para conhecer o DAAD, acesse o site

 

Durante o embarque de 37 estudantes para os Estados Unidos pelo Programa Ganhe o Mundo, do Governo de Pernambuco, nesta quinta-feira (17), o secretário de Educação e Esportes, Fred Amâncio, revelou mudanças no programa. Segundo ele, as alterações seriam, na realidade ampliações no número e vagas e de uma nova modalidade.

Ao LeiaJa.com, Fred Amâncio confirmou que o Ganhe o Mundo também contemplará estudantes do ensino técnico e professores. "Ainda não ha data de divulgação na novidade, mas será para a gestão de quatro anos do governo, entre 2019, 2020, 2021 e 2022. A seleção deve ser realizada ainda no segundo trimestre deste ano", explicou o secretário.

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Demais informações sobre a ampliação do programa serão reveladas ainda este ano, segundo Amâncio.

Estudar no exterior é o sonho de muitos estudantes. Com o período de férias e início de um novo ano, os planos de realizar uma viagem para fora do país são mais frequentes. O intercâmbio proporciona uma experiência singular na vida acadêmica de qualquer aluno, além de enriquecer o currículo do futuro profissional. Porém, é necessário considerar diversos fatores para concretização desse objetivo.

Especialistas destacam que itens como orçamento, país de destino, qualidade de vida, hospedagem e objetivo da viagem devem ser prioridades a serem consideradas pelos os estudantes que pretendem realizar um intercâmbio. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio (Belta) apontam que o mercado brasileiro de educação estrangeira cresceu 23% em 2017, o que corresponde a marca de 302 mil alunos brasileiros estudando no exterior.

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De acordo com a diretora de Intercâmbio da Agência Student Travel Bureau (STB), Marina Motta, o aluno deve identificar qual o programa se adequa ao seu interesse. “O que o aluno tem que ver é o que ele tem interesse com o intercâmbio. Identificar, dos programas que existem, qual o interesse com a viagem. Se é um programa que combine estudo com trabalho, de carga horária intensiva; um programa de High School, para quem cursar o ensino médio no exterior; um curso de idiomas, entre outros. Depois disso, (o aluno) deve observar se esse planejamento cabe no seu orçamento”, afirma.

Orçamento e destino

Marina ressalta que o destino da viagem é o principal fator a ser considerado. O orçamento não só do intercâmbio, como do custeio para a manutenção do aluno no país escolhido, varia mediante o destino e a qualidade de vida que o lugar oferece. “A primeira coisa é identificar o destino de maior identificação com a pessoa. A questão da acomodação que prefere, se pretende ficar em um dormitório estudantil, apartamento ou casa, isso influencia muito na viagem. Também é preciso verificar com antecedência o orçamento, necessidade de visto e vacinas, a questão cambial em relação ao custo de vida e comparar os orçamentos de todos os países pretendidos”, pontua a especialista.

Levantamento realizado pela Belta registra que, entre os destinos mais procurados pelos brasileiros em busca de uma experiência internacional, estão Canadá (23%); Estados Unidos (21,6%); Reino Unido (10,2%), Nova Zelândia (6,9%) e Irlanda (6,5%). Foram levados em consideração fatores como qualidade de vida, segurança, cotação da moeda e cultura local, além de idioma.

Viagem e estudos

A professora de biologia Suzana Freitas planejou seu intercâmbio para Londres durante anos, e em 2013 realizou um curso de inglês na capital inglesa. Suzana, que ficou em Londres durante um mês, afirma que a escolha pela cidade envolveu a cultura, qualidade de vida e educação.

“Meu sonho sempre foi ir para Londres, por causa do encantamento pela cidade e sua cultura. Aprender inglês é fundamental para qualquer profissional, me dá um suporte fantástico na minha vida profissional, além de ser um crescimento pessoal muito singular. Me planejei durante anos para essa viagem, comparei diversos pacotes de viagens. Na Inglaterra, morei em uma casa alugada durante um mês e realizei o meu sonho de aprender inglês e conhecer Londres”, diz

 A estudante Aléxia Rosas, que realizou intercâmbio aos 15 anos para estudar inglês na Nova Zelândia - segundo país mais seguro do mundo de acordo com o ranking Global Peace Index –, afirma que a experiência diária com o idioma facilitou sua aprendizagem, além de somar significativamente em seu currículo. “Eu fui para aprender inglês, porque o sistema de educação de lá é diferente. (...) o fato de aprender inglês mudou muito, soma no currículo. Hoje em dia a gente sabe que o inglês, pelo menos o básico, já conta muito no currículo, e eu aprendi bem mais que isso. Ter contato com o inglês pessoalmente, aprender e se esforçar para entender serviu para muita coisa”, destaca.

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulgou detalhes de uma seleção para doutorado pleno. A qualificação será realizada nos Estados Unidos – em várias universidades - em parceria com a Comissão Fulbright.

De acordo com a Capes, o programa de intercâmbio busca dar “maior visibilidade internacional à produção científica, tecnológica e cultural brasileira, além da formação de recursos humanos de alto nível nos Estados Unidos”. No total, 20 bolsas são oferecidas para uma duração de seis anos.

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O edital do processo seletivo diz que podem participar da disputa profissionais das 49 áreas de avaliação da Capes. Entre elas estão Ciências Agrárias, Ciências Biológicas, Ciências da Saúde, Ciências Exatas e da Terra, Ciências Humanas e Linguística, Letras e Artes. Confira todos os segmentos.

A seleção terá análise técnica, análise de mérito e entrevista. Os interessados em participar do programa devem se inscrever até 31 de março pela internet. Um dos benefícios para os selecionados é o auxílio de 1.300 dólares mensais.

Segundo o cronograma da formação, o resultado com a lista de aprovados será divulgado até 15 de abril e o início do doutorado está previsto para agosto de 2019. Para mais detalhes, acesse o edital do curso.

Estudar fora do País é o sonho de muitos jovens brasileiros. E com o crescimento e consolidação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os estudantes ganham cada vez mais oportunidades para realizar esse objetivo.

Desde de 2014, o Brasil firmou um acordo com Portugal, que passou aceitar oficialmente a nota do Enem como forma de ingresso em suas universidades públicas – apesar de públicas, as universidades lusitanas têm anuidades e taxa de inscrição -. Algumas instituições de países como Inglaterra e França também aceitam a nota do Exame como uma das formas de ingresso, porém, o candidato deve preencher alguns requisitos a mais. Confira universidades estrangeiras que aceitam a nota da prova brasileira:

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Universidade de Coimbra (PT)

Foi a primeira instituição estrangeira a utilizar o Exame como forma de ingresso para estudantes brasileiros. Geralmente, o processo de inscrição é realizado em três fases, nos meses de janeiro, março/abril e junho/julho. A instituição aceita candidatos que prestaram o Enem nos último três anos. Mais informações podem ser vistas no site da universidade.

Universidade do Algarve (PT)

A Universidade do Algarve exige que o candidato tenha feito, no mínimo, 500 pontos na redação e 475 pontos na prova objetiva. No ano de 2018, a anuidade variou de 2000 e 3.500 euros – candidatos mais bem ranqueados podem receber desconto, como consta no site da instituição.

Universidade de Aveiro (PT)

A instituição aceita candidatos com média final igual ou superior a 500. As fases de inscrição acontecem nos meses de janeiro, março/abril e junho. No site da universidade podem ser conferidas as demais informações.

Universidade de Lisboa (PT)

Para estar apto a uma vaga nos cursos da instituição, o candidato deve ter alcançado a nota de corte no curso pretendido, no Brasil. Além disso, o concorrente deve ter ensino médio completo, conforme consta no site do programa.

Universidade do Porto (PT)

Para a Universidade do Porto, a nota do candidato tem peso diferente dependendo do curso pretendido. Assim como outras instituições portuguesas, a entidade tem três fases de inscrição, que podem ser visualizadas pelo internet.

University of Bristol (ING)

As universidades britânicas têm um processo seletivo bem distinto das portuguesas. Além de boa nota no Enem, elas levam em consideração o desempenho escolar do candidato, proficiência na língua inglesa e prestar o ‘Foundation Year’ – um programa de adaptação para estudantes estrangeiros.

Na University of Bristol não é diferente. Porém, há uma outra possibilidade de ingresso. Caso o candidato tenha concluído com boas médias o primeiro ano da graduação em universidade brasileira, ele poderá ingressar em um curso da instituição. Veja o site da universidade.

Kingston University (ING)

A instituição exige diploma do ensino médio com classificação igual ou acima da média, resultado acimda de 55% da nota total do Enem e diploma de bacharelado internacional. Segundo consta no site da universidade, outras qualificações ou experiências de trabalho podem levadas em consideração.

University of Oxford (ING)

Considerada a melhor universidade do mundo, a Oxford possui o processo seletivo mais rigoroso da lista. “O Certificado de Ensino Médio ou exame de admissão universitária não será suficiente para ter uma inscrição competitiva”, consta no site da instituição, na parte destinada a estudantes brasileiros.

Institut National des Sciences Appliquées de Lyon (FRA)

Assim como as instituições do Reino Unido, o instituto francês tem um processo de seleção rigoroso. Além de ter prestado o Enem, o candidato precisa ter passado no curso pretendido em alguma instituição brasileira, como pode ser visto no site

O Startout Brasil está com inscrições abertas para missões de imersão em Santiago, no Chile. Os interessados têm até o dia 7 de janeiro para participar do processo seletivo, que visa selecionar até 15 empresas brasileiras que nunca ou que participaram pelo menos uma vez do programa, entre outras atividades. O programa será realizado de 24 a 29 março.

Estão habilitadas a participar startups que estejam faturando acima de R$ 500 mil ou que tenham recebido algum tipo de investimento. Além disso, os profissionais precisam ser fluentes em inglês e demonstrarem capacidade de expansão internacional sem comprometer os serviços no Brasil.

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As inscrições devem ser feitas através do site do StartOut Brasil, que é uma iniciativa conjunta dos Ministérios da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e das Relações Exteriores (MRE), Sebrae, Apex-Brasil e Anprotec. O resultado deve ser divulgado no dia 4 de fevereiro de 2019.

As selecionadas terão consultoria gratuita especializada em internacionalização, mentoria com especialistas no mercado de destino e treinamento de pitch, participação em missão com agenda voltada à prospecção de clientes e investidores e conexão a ambientes de inovação, com visitas a aceleradoras, incubadoras e empresas locais.

Além disso, os empreendedores vão poder aprimorar os conhecimentos adquiridos na fase de preparação e podem se conectar com alguns dos principais players locais e prospectar oportunidade de negócios. “É importante ficar atento a esse tipo de oportunidade, e participar de uma iniciativa que apoia startups de ponta a ponta, como esta missão a Santiago, no Chile”, disse a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes, em entrevista à assessoria de imprensa do Sebrae.

A Secretária de Educação (SEE) de Pernambuco divulgou nesta terça-feira (4), através do Diário Oficial do Estado, o edital do processo seletivo de nova edição do Programa Ganhe o Mundo (PGM).  Ao total, mil estudantes de nível médio da rede pública estadual podem concorrer a bolsas de intercâmbio gratuitas.

De acordo com o documento, são dispostas 700 vagas para a língua inglesa, sendo: 450 para o Canadá; 150  para os Estados Unidos da América; 50 para a Nova Zelândia; e 50 para a Austrália. Outras 295 vagas são disponibilizadas para língua espanhola, sendo 100 para a Argentina, 150 para o Chile, 25 para a Espanha e 20 para a Colômbia. Nesta edição, ainda são oferecidas 05 vagas para a Alemanha.

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Para concorrer, os interessados devem ser estudantes de nível médio da rede estadual de ensino e se enquadrar em outros critérios, disponíveis no edital. O processo seletivo contempla provas de português e matemática - com data marcada para o dia 20 de fevereiro, das 9h às 12 nas escolas onde o estudante faz o curso de língua do Programa Ganhe o Mundo.

Inscrito ainda será submetido a prova de conhecimento da língua no qual estuda. O exame será realizado no mesmo dia do anterior, mas no horário da tarde, das 14h às 17h. Primeira lista com selecionados será divulgada no dia 15 de março, no site da SEE. Selecionados irão cursar um semestre letivo em escola de High School.

As inscrições abrem nesta terça-feira (4) e seguem até às 23h59 do dia 3 de janeiro de 2019 pelo site da SEE. Interessados também podem realizar as inscrições presencialmente, das 8h às 16h, na  Secretaria Estadual de Educação - Av. Afonso Olindense, 1513 - Várzea - Programa Ganhe o Mundo - Bloco B / Térreo.

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