Cultura

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Quem resiste ao aconchego e às boas lembranças da casa da vovó? É isso que a exposição “Casa da Vó “, no Museu Histórico Municipal de Guarulhos, Grande São Paulo, recria em um cenário carinhoso, típico dessas casas. A mostra começa nesta sexta-feira (24), com entrada gratuita.

A exposição terá objetos e vestimentas da década de 1920, mobiliário antigo, álbuns de fotografias e porta-retratos da época. Os visitantes poderão tirar fotos dos objetos além de apreciar narrativas de vidas e narrar suas próprias histórias.

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De acordo com Araci Borges, uma das idealizadoras do projeto, a intenção é que os visitantes possam interagir com o ambiente.  “Da mesma forma como uma visita à casa das avós mexe com nosso imaginário, nosso desejo foi criar um espaço interessante, no qual as pessoas também possam integrar os cenários enquanto conhecem um pouco mais sobre a história da cidade”, afirma Araci.

Serviço:

Museu Histórico Municipal (Casa da Vó)

Data: a partir do dia 24 de maio

Horário: das 9 às 17h

Local: Praça Cícero Miranda s/nº - Vila Galvão - Guarulhos

Classificação: livre

Entrada: gratuita

Até 30 de junho, o Museu da Imagem e do Som (MIS) recebe a exposição "Limbus", do fotógrafo brasileiro Gustavo Gusmão, 34 anos. Composta por 19 fotografias, a mostra é um projeto realizado nas Filipinas sobre seis mil pessoas que moram nos cemitérios da capital, Manila.

Curiosos e tristes ao mesmo tempo, os cemitérios são grandes comunidades à margem da sociedade. Com sua própria estrutura e funcionamento, esses lugares comportam pequenas moradias, escolinhas, mercadinhos, botecos e muitos barracos, em situação de extrema pobreza. "São várias faces do mesmo lugar. Na mostra, trouxe de tudo um pouco, desde as coisas mais difíceis até o que tem vida. O cemitério não é só tragédia e pobreza, também tem vida. Não quis focar apenas a tristeza, mas os dois lados da história", reflete Gusmão.

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Apelidados de skeletons, zombies ou cemitery people, acredita-se que no maior deles, o North Manila Cemitery, moram aproximadamente duas mil pessoas. "O ambiente é um lugar de extrema pobreza e tem, ao mesmo tempo, vida e morte. Onde tem pobreza, tem enterro de pessoas, tem ossos humanos, mas também tem gente vivendo ali. Acho que a mensagem de tentar mostrar o que acontece nesse lugar e denunciar de alguma forma é o mais importante", conclui.

Os rostos que carregam traços da cultura brasileira são o tema da exposição fotográfica “Memórias”, que será inaugurada nesta segunda-feira (20) às 21h na Univeritas/UNG. As imagens foram produzidas por alunos do primeiro semestre do curso de Fotografia, sob orientação dos professores Maria Aparecida Ruiz e Daniel Herrera.

Os universitários entrevistaram os retratados e os depoimentos serão expostos junto às fotos impressas, que foram costuradas com um barbante vermelho para representar o sangue do povo brasileiro e seus laços.

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“Propomos o desenvolvimento de retratos que valorizam os fragmentos de memórias dos entrevistados, enfocando a propensão da câmera fotográfica de combinar verossimilhança com metáfora, que sempre favoreceu o uso da fotografia no jogo de aparências que define o universo do retrato”, explica o professor Herrera.  “Foi importante analisar quem eram os retratados, gerando como resultado a produção física de um material no qual o foco são as memórias particulares”, afirma.

Serviço:

Exposição fotográfica “Memórias”

Quando: de 20 a 24 de maio

Onde: Saguão do Prédio E da Univeritas/UNG

Praça Tereza Cristina, 88, Centro de Guarulhos, SP

De 27 a 31 de maio, o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam) sedia o “Curso de Iluminação Cênica para Mulheres: Empoderamento dos termos técnicos na prática artística”, ministrado pela iluminadora Natalie Revorêdo. O público-alvo são mulheres (cis, trans, diversas) a partir dos 18 anos.

De acordo com Natalie, a atividade gera o fortalecimento e o entendimento sobre os conceitos técnicos da iluminação, possibilitando um diálogo entre as participantes com as coordenações de palco, teatros, casas de shows, outros. “É mais evidenciado a figura masculina nesses espaços. Ver muitos homens nas funções técnicas não se torna um empecilho, mas sim uma usina geradora de energia, nutrindo as mulheres cada vez mais de que esse lugar técnico às compete também, ocupando-os”, explica a iluminadora.

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A inscrições podem ser realizadas através da Sympla e o investimento é de R$200. Três vagas serão ofertadas gratuitamente, sendo uma social (para mulher de baixa renda), uma de autodeclaração (para candidatas indígenas e negras) e uma para mulher trans.

Serviço

Curso de Iluminação Cênica para Mulheres: Empoderamento dos termos técnicos na prática artística

de 27 a 31 de maio | 15h às 18h

Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam) (Rua da Aurora, 265, Boa Vista) 

R$ 200

*com informações da assessoria

O artista plástico Carlos Pragana faz uma retrospectiva de cinco décadas de pintura em sua nova exposição, de 24 de maio a 30 de junho, no Pina, Zona Sul do Recife. Batizada de "1966", a mostra, organizada pelo arquiteto Diogo Viana, reúne alguns de seus principais trabalhos, com 30 telas que vão reviver as diversas fases do artista pernambucano, começando pelo seu primeiro quadro, pintado em óleo sobre papel, no ano de 1966. 

A linha do tempo segue com as obras das principais exposições de Pragana ao longo de sua carreira, entre elas, desenhos, acrílicos sobre tela e, mais recentemente, colagens. O vernissage da mostra será comemorado por diversos amigos e familiares de Pragana, em um grande encontro entre artistas de diferentes gerações.

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Com a exposição "1966", o público será apresentado ao novo ateliê de Pragana, que tem projeto assinado pelo arquiteto Carlos Fernando Pontual. Com 160 metros quadrados, o local possui salas de exposição e de trabalho, onde o artista plástico costuma criar as suas telas.

Serviço

Exposição "1966", de Carlos Pragana

De 24/05 a 30/06 | 14h às 18h

Ateliê Carlos Pragana - Rua Gago Coutinho, 500, Pina 

Entrada gratuita

*Da assessoria

Neste final de semana, nos dias 18 e 19, a capital paulista terá a 15ª edição da Virada Cultural, evento aguardado pelos paulistanos e que oferece uma programação repleta de shows, exposições, gastronomia e oficinas, entre outros.

Para aqueles que não tiveram a oportunidade de visitar as exposições que movimentam a cena cultural paulista, os museus da cidade oferecem entrada gratuita, além de uma programação especial.

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Confira o roteiro que o LeiaJá preparou para quem pretende visitar os museus da cidade durante a Virada:

Masp

Exibição dos filmes "A Hora da Estrela" (sábado, às 18h30) e "O Beijo no Asfalto" (domingo, às 3h15), e a exposição "Tarsila Popular" (sábado, das 18h à 0h; domingo, das 10h às 18h).

Onde: Av. Paulista, 1578, Bela Vista, São Paulo - SP

 

Museu da Imigração

Homenagem à Cultura Mexicana (sábado, das 9h às 17h; domingo, das 10h às 17h)

Onde: Rua Visconde de Parnaíba, 1316, Mooca, São Paulo - SP

 

MIS

Exposição "Quadrinhos!" (sábado, a partir das 22h até às 8h do domingo)

Onde: Av. Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo - SP

 

Pinacoteca

Exposição "Ernesto Neto: Sopro" (sábado e domingo, das 10h às 17h30)

Onde: Praça da Luz, 2, Luz, São Paulo - SP

 

Museu de Arte Sacra 

Oficina de Estampas Urbanas (sábado e domingo, às 9h)

Onde: Av. Tiradentes, 676, Luz, São Paulo - SP

 

 Agrupando as belezas das artes plásticas e gráficas, o bairro do Derby, na área Central do Recife, ganha nesta quinta-feira (16) o espaço ‘Casa Derby’. Uma galeria de arte, uma escola de pintura e desenho e um local para venda de obras compõem a ‘Casa Derby’.

“A Casa do Derby é um projeto em permanente construção, um conceito aberto às influências que possa receber, de todos que venham a frequentá-la, com suas ideias e procuras. Nessa linha, a galeria pode se transformar em sala de música e encontros literários, assim como o terraço estará aberto para um bate-papo, experimentar e degustar sabores”, explica Samuca, um dos idealizadores do projeto.

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O lançamento do espaço acontece às 19h e conta com a exposição coletiva I Quadrado Internacional de Gravura, feita por artistas locais e do México, em homenagem ao Mestre Hélio Soares.

Serviço

Lançamento - Casa Derby

Quinta-feira (16) | 19h

Casa do Derby (Praça do Derby, 109, Derby, Recife)

Gratuito

A Galeria Amparo 60, localizada em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, recebe nesta quinta-feira (30), às 19h, o lançamento da exposição ‘A beleza do tempo’, do pernambucano Derlon. A mostra é fruto de um estudo realizado pelo artista sobre a técnica de fotopintura.

A exposição contará com obras de diversos tamanhos que dialogam com a obra primária de Derlon, baseada na xilogravura. “Faço um jogo de imagens que desejam representar essa beleza, essa beleza do passado que não volta mais”, explica, destacando que optou pelo uso quase que exclusivo do preto e do branco nas pequenas obras que produziu para manter o tom saudosista e investir nos contrastes.

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As visitações acontecem de 1º a 28 de junhoo, a galeria abre de segunda a sexta, das 10h às 19h e aos sábados, mediante a agendamento prévio.

Serviço

A beleza do tempo

1° a 28 de junho

Segunda a sexta | 10h às 19h

SGaleria Amparo 60 Califórnia (Rua Artur Muniz, 82. Primeiro andar, salas 13/14 Boa Viagem)

3033-6060

*Com informações da assessoria

Os usuários que passarem pela Estação Barra Funda (Linhas 7-Rubi e 8-Diamante) da CPTM, poderão conferir a exposição “Adoção! A celebração do amor”. A mostra fica em cartaz até o dia 13 de junho e pretende estimular a pratica da adoção. A exposição é realizada pelo grupo “Acolher Mairiporã- Tatuapé”.

Em maio de 2018, o grupo fez uma série de postagens nas redes sociais com fotos das famílias que participam do “Acolher Mairiporã- Tatuapé”, em comemoração ao mês das mães. “O objetivo era fortalecer o sentimento de amor à adoção e o orgulho pela maternidade e paternidade e, como houve uma boa aceitação e muitas curtidas, no fim do ano surgiu a ideia de fazer uma exposição com estas fotos e outros pôsteres informativos”, conta uma das coordenadoras do Acolher, Karla Andrêzza Fragoso Medeiros, 41 anos.

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A exibição reúne fotografias de famílias que realizaram a adoção, além de imagens incentivando a iniciativa. Uma das ideias do projeto é mostrar que a maternidade não está relacionada somente a gestação biológica e que gera tantas expectativas quanto a gravidez. “Pensamos em atingir o público em geral, para que a adoção fosse vista com outros olhos. Pois precisamos mudar o olhar das pessoas sobre este assunto”, conclui Karla.

Após dois anos sendo assinada pelo estilista Ronaldo Fraga, a decoração do São João de Caruaru terá um novo responsável. O xilogravurista e Patrimônio Vivo de Pernambuco, J. Borges, foi o escolhido para fazer a identidade visual da festa em 2019.

Quatro imagens foram criadas com exclusividade para o evento: um tocador de pífano, fazendo alusão ao Mestre Sebastião Biano, um dos homenageados da festa este ano; o Monte Bom Jesus, que este ano será, pela primeira vez, um polo junino; a Feira de Caruaru; e a fonte que será utilizada em todas as peças.

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As imagens serão utilizadas em todo o material de divulgação impresso e digital, além de toda a parte cenográfica. A parceria aconteceu a pedido da prefeita Raquel Lyra devido ao sucesso da exposição da obra de J. Borges realizada no Polo da Estação Ferroviária no São João do ano passado.

 

 No próximo sábado (18) é celebrado o Dia Internacional dos Museus. A data foi criada em 1977 pelo Comitê Internacional de Museus - ICOM, para impulsionar a visitação e apreciação destes equipamentos. De acordo com Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Pernambuco abriga 99 museus em todo o Estado. O órgão é responsável por promover a Semana Nacional de Museus, que está em sua 17º edição e teve início nesta segunda-feira (13).

Assim como no Recife, o interior do Estado também é repleto de museus. Para que você conheça alguns desses equipamentos, o LeiaJá fez um roteiro com 5 museus espalhados por Pernambuco. Confira:

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Museu do Rádio- Afogados da Ingazeira

Localizado na cidade de Afogados da Ingazeira, onde funcionou a primeira emissora radiofônica da região no Estado, a Rádio Pajeú, o Museu do Rádio foi construído em 2013 e declarado, em 2015, Patrimônio Histórico e Cultural de Afogados da Ingazeira. Em seu acervo, a história e a evolução do rádio é contada através de equipamentos usados nas décadas de 1930 a 1970.

Serviço

R. Sete de Setembro, Afogados da Ingazeira

Visitação: Segunda a Sábado | 14h às 18h

 

Museu do Cangaço - Triunfo

Ainda na Região do Sertão do Pajeú, a cidade de Triunfo abriga desde 1975 o Museu do Cangaço. O acervo é composto com cerca de 500 peças, que são divididos em: cangaço, engenho, cidade de Triunfo e arte sacra. O equipamento acomoda objetos que retratam a história do Cangaço e de nomes importantes historicamente como Lampião e Maria Bonita.

Serviço

Av. José Bezerra, Triunfo

Visitação: Segunda a Sábado | 8h às 12h e 14h às 17h

Domingo | 8h às 12h

 

Museu Carmelitano de História Natural- Camocim de São Felix

Fundado em 1963 pelo Telésfero Machado, o Museu Carmelitano de História Natural, em Camocim de São Felix, possui um acervo considerado um dos maiores de história natural de Pernambuco. Com vasto catálogo, o equipamento abriga objetos ligados a mineralogia, entomologia, iconografia e cultura popular, entre outros.

Serviço

Convento do Carmo – Camocim de São Félix – Sítio Nossa Senhora Peregrina, sentido São Joaquim do Monte

Visitação: Quinta a Domingo | 14h às 17h

 

Museu da Cachaça- Lagoa do Carro

Com mais de 13 mil garrafas de Cachaça, o Museu da Cachaça foi fundado há 21 anos por José Moisés Moura, um colecionador de aguardente. O acervo fica em Lagoa do Carro, na Zona da Mata pernambucana, e tem bebidas de todos os Estados do Brasil, de alguns países da América do Sul e da Europa.

Serviço

Chácara Girassol, S/N - Recanto Carpina, Lagoa do Carro

Visitação: Segunda a Domingo | 9h às 17h

 

Museu Histórico de São Caetano - São Caetano

Com um grande acervo cultural e histórico, o Museu Histórico de São Caetano apresenta o estilo de vida do sertanejo, através de objetos que remetem ao Sertão nordestino, Agreste e Zona da Mata. Rico em objetos e artefatos, como material sobre a Guerra de Canudos, Antônio Conselheiro, Luiz Gonzaga e Padre Cícero, o equipamento já recebeu o título de segundo maior museu de história do sertão no Brasil, perdendo apenas para o Museu do Homem do Nordeste, no Recife.

Serviço

R. Olindino Santino, 56, São Caetano

Visitação: Segunda | 8h às 18h

Quarta a Sexta | 8h às 18

A 17ª edição da Semana Nacional de Museus entra em cartaz na próxima segunda (13). Promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), o evento trabalha o tema Museus como núcleos culturais: o futuro das tradições, até o dia 19 de maio. Durante os seis dias, alguns museus da Região Metropolitana do Recife estarão com uma programação extensa incluindo algumas mostras especiais para a ocasião. A programação completa está disponível na internet.

Museu Regional de Olinda - MUREO

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O Museu conta com uma exposição permanente com mobiliários, pinturas, pratarias e peças de grande valor histórico para a vida social e religiosa da cidade que o abriga. Para o festival, o equipamento recebe a mostra Arte no Varal Musical, do artista plástico e compositor Dido Santos.

Serviço

Rua do Amparo, 128 - Amparo - Olinda

Visitação de terça a sexta - 9h às 17h

Museu do Trem - Estação Central Capiba

Além da exposição permanente, Chegadas e partidas: a memória do trem em Pernambuco, o Museu do Trem vai receber alguns eventos durante a Semana Nacional dos Museus. Na terça (14), estudantes do ensino fundamental poderão participar do jogo didático Chegadas e Partidas, já na quarta (15), uma mesa vai debater a relação entre o museu e sua relação com o seu entorno no bairro de São José. Na quinta (16), o Cine Estação exibe filmes como O Mercado de São José e Recife, paisagens culturais e tradições e, na sexta (17), acontece o workshop Noções e práticas de conservação do patrimônio cultural.

Serviço

Rua Floriano Peixoto, s/n - São José

Visitação de terça a sexta - 9h às 17h/sábado - 10h às 17/domingo - 101h às 14h

Museu do Estado de Pernambuco - Mepe

O Mepe vai promover oficinas e atividades aos visitante com o recorte temático das tradições e culturas presentes no acervo e nas mostras cartaz, além de uma mesa redonda sobre curadoria e a mostra Agô Afrosagrado, de Roberta Guimarães. O museu também conta com três mostras permanentes.

Serviço

Av. Rui Barbosa, 960 - Graças

Visitação de terça a sexta - 9h às 17h/sábados e domingos - 14h às 17h

Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM)

No Mamam, ao público poderá conferir a exposição da mineira Juliana Gontijo, o tempo é implacável, que celebra a relação entre territórios e os sujeitos que se percebem em trânsito. Durante a Semana dos Museus, o equipamento vai oferecer oficinas, debates e até promover uma roda de capoeira.

Serviço

Rua da Aurora, 265 - Boa Vista

Visitação de segunda a sexta - 10h às 18h/sábados e domingos - 13h às 17h

Paço do Frevo

O museu dedicado ao frevo vai promover rodas de diálogo, oficinas e vivências. Na Oficina Luz, Sombra e Movimento, os movimentos dos passistas se transformam em impressões a partir de fotografias; na Vivência Caia do Passo os participantes poderão conhecer alguns passos do frevo.

Serviço

Praça do Arsenal da Marinha, s/n - Bairro do Recife

Visitação de terça a sexta - 9h às 16h30/sábados e domingos - 14h às 18h

Museu da Cidade do Recife

A exposição Cinco Pontas reúne achados arqueológicos, pinturas e documentos que mostram a importância da fortificação em diversos momentos históricos da capital pernambucana. O museu também vai promover no sábado (18), a partir das 15h, a oficina ForteBrincar, que vai ensinar sobre a história, importância e curiosidades do Forte Frederick Hendrick, mais conhecido como Forte das Cinco Pontas.

Serviço

Praça das Cinco Pontas, s/n - São José

Visitação de terça a domingo - 9h às 17h

Museu da Abolição - MAB

O Mab preparou uma programação focada diretamente em pensar a finalidade das instituições museológicas. Entre as atividades oferecidas, haverá seminários, visitações guiadas por todas as exposições e como atividade principal, e de encerramento, uma Mostra de Estética Afro, com desfile, oficinas, rodas de diálogos e apresentações culturais.

Serviço

Rua Benfica, Madalena

Visitação de segunda a sexta - 9h às 17h/sábados - 13h às 17h

A marca de óculos Ray-Ban ocupa um prédio antigo na região da Sé, em São Paulo, com shows, instalações e performances de artistas, a partir desta sexta-feira (10).

Chamada de "Ocupação Ray-Ban", a ação faz parte do movimento global #ProudToBelong (Orgulho de Pertencer), que incentiva a ocupação do espaço no coração da capital paulista com uma diversa programação cultural gratuita que vai até o dia 19.

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O edifício do "Ocupação Ray-Ban" foi construído em 1905 e  terá 21 salas interativas distribuídas em quatro andares. A programação contará com mais de 30 artistas, que foram convidados para contar suas histórias de pertencimento, além de mostrar obras autorais, e a casa ainda terá como trilha sonora os DJs Balako, Miriam Alves, Discopédia e Croma.

Serviço

Ocupação Ray-Ban

Quando: 10, 11, 17, 18 e 19 de maio, das 15h às 22h

Onde: Rua Roberto Simonsen, 85, Sé, São Paulo - SP

Para pariticipar do "Ocupação Ray-Ban" é preciso se inscrever no site www.ocupacaoray-ban.com.br.

por Rodrigo Viana

Durante todo o mês de maio, a Estação Sé do metrô, no Centro da capital paulista, recebe a exposição "História da China". A mostra faz parte do projeto "Linha da Cultura".

Composta por 19 imagens, a mostra é uma realização do Consulado Geral da República Popular da China em conjunto com a Cooperação Brasil-China, e retrata a história do país asiático mais populoso do mundo com um trabalho fotográfico que ressalta temas como patrimônio cultural, vida saudável, proteção ambiental e inovações sociais, além de desenvolvimento científico e tecnológico.

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Serviço

"História da China"

Quando: até 31 de maio

Onde: Estação Sé do Metrô de São Paulo - Praça da Sé, Sé, São Paulo - SP

Gratuito

 

A Pinacoteca de São Paulo realiza neste domingo (12), a partir das 11h, mais uma edição do "PinaFamília". Atividade é destinada a grupos familiares de todas as idades e acontece todo segundo domingo do mês.

Durante o evento, os visitantes serão conduzidas a uma viagem pelo acervo do museu. O objetivo é desenvolver atividades educativas para os grupos, estimulando a convivência deste público no museu. Durante o evento, os visitantes terão atividades com jogos e propostas lúdicas, além de uma visita guiada, com material didático para estimular a visita autônoma das famílias às exposições do acervo.

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No mesmo dia, o local exibe o espetáculo "PinaCanção", uma história cantada entre pinturas. Na narrativa, dois personagens se encontram na Pinacoteca e, em meio às canções, descobrem juntos tons, texturas e escalas do mundo da pintura. A apresentação acontece às 15h, no auditório da Pinacoteca.

Serviço

PinaFamília

Quando: domingo, 12 de maio, das 11h às 15h

Onde: Pinacoteca - Praça da Luz, 2, Luz, São Paulo - SP

Entrada gratuita

Famosa por sua diversidade cultural e por seus monumentos arquitetônicos, Olinda, na Região Metropolitana do Recife, também é berço e abrigo da arte. Nesta quarta-feira (8) é comemorado o Dia do Artista Plástico, e para celebrar a data o LeiaJá conversou com quatro artistas da cidade, que vivem exclusivamente da arte e têm obras espalhadas pelo mundo. Eles contaram um pouco de suas histórias e falaram sobre os prazeres e dificuldades de exercerem a profissão. Conheça:

Tarcísio e Suzana Andrade

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Com portas amarelas e árvores ao redor, a casa dos artistas Tarcísio Andrade e Suzana Andrade, numa rua do bairro de Jardim Fragoso, fica ainda mais exultante quando se adentra no recinto. Com obras espalhadas pelo corredor da área externa da residência, o ateliê projetado para ser nos fundos ganhou a casa toda. O casal trabalha com pintura, mas o carro chefe e xodó de Tarcísio são os trabalhos feitos com madeira, em que ele constrói diversos tipos de cenários e dá vida a inúmeros personagens da história.

Nascido num berço artístico, Tarcísio vendeu sua primeira peça em 1969, quando tinha apenas 11 anos. “Eu era um garoto ainda, bem jovem. Meu pai perguntou onde eu tinha pego aquele dinheiro. E eu respondi ‘Não pai, foi do meu primeiro trabalho, que eu vendi na Ribeira’”, relembra o artista.

Formada em psicologia, a esposa de Tarcísio, Suzana, sempre gostou de desenhar. Tinha como ‘brinquedo’ predileto o papel e o lápis. Mas profissionalmente, a arte surgiu há 30 anos e como forma de auxiliar na renda doméstica. “Com o tempo eu fui me familiarizando as cores, as tintas”, conta. O casal não esconde o orgulho quando fala de seu trabalho. No entanto, o sorriso se extingue ao discutir a valorização dos artistas na cidade de Olinda e os entraves estabelecidos pelo Governo no que diz respeito a exportação das obras. “Eu desisti de vender um trabalho, porque eu fui fazer uma pesquisa de preço, de custos. É caro e complicado mandar um trabalho pra fora”, lamenta Tarcísio.

Heverton Crisóstomo

Nascido e criado em Olinda, Heverton Crisóstomo tem uma rotina voltada para arte. Com 33 anos de carreira e um cenário digno de cena de novela no Alto da Sé, o espaço de produção do artista tem vista panorâmica da cidade e junto com a música, funciona como inspiração para suas pinturas. Seu primeiro trabalho nasceu no final dos anos 1980 e desde então Heverton não parou mais.

No início, ele teve apenas apoio parcial da família e até tentou trabalhar com contabilidade, profissão do pai, mas não teve êxito. “Eu percebi que a arte era meu único caminho. Não sabia se iria viver dela”, revela.

O artista produz diariamente e não só para comercialização, mas também para presentear amigos que apreciam seu trabalho. “Não é uma doação, é um presente mesmo. Por que independente de que aquela pessoa nunca comprou ou nunca comprará, eu quero que aquela pessoa tenha uma obra minha. Eu quero deixar um legado justo, onde eu conseguir vender mas também conseguir fazer com que qualquer pessoa, que às vezes não pode comprar uma obra minha, tenha acesso a minha obra e também tenha acesso a arte”, conta.

Uendell Rocha

Bombeiro Militar durante 8 anos, Uendell Rocha, natural da cidade de São José do Ribamar, no Maranhão, optou por usar o carvão em sua obras. Com apoio só de amigos, no começo de sua trajetória, sua primeira exposição profissional aconteceu em 1999 e teve como protagonista o trabalho intitulado ‘Mulheres de Carvão’, que contava com a imagem de 13 mulheres reais e fictícias.

“Minha família achava que trabalhar com arte é maior 'roubada', que morre de fome no Brasil se trabalhar com arte, mas eu acreditei e não tô morrendo de fome ainda não", conta, descontraído. No entanto, a visão da família mudou após a primeira mostra e a mãe do artista se emocionou com o feito do filho.

Após a morte dos pais, o artista passou por um período de muita dor e tristeza, até que dois amigos o chamaram para vir a Pernambuco e, desde 2012, Uendell se divide entre Olinda e o Maranhão. ‘Aqui foi meu primeiro laboratório, vivo mais tempo aqui do que no Maranhão’, explica, ressaltando o apego pela cidade Patrimônio Histórico, Arquitetônico e Cultural.

Materiais recicláveis também ganham utilidade no ateliê de Uendell, que fica na Ladeira de São Francisco, no Carmo, e viram suporte para tela e molduras para suas peças. Quando possível, ele também produz seu próprio carvão. O artista atribui a possibilidade viver da arte como fruto da sua insistência. “Eu já cheguei aqui na chuva, com meus quadros na Livraria Cultura, quando era ali no Paço Alfândega, todo molhado, com os quadros embrulhados no jornal caindo aos pedaços. O cara não botou muita fé, mas ai quando eu abri ele gostou muito”, conta Uendell.

Sobre o lado positivo e 'negativo' de viver da arte, os artistas manifestaram suas concepções. Confira:

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O Bar Central, localizado na Rua Mamede Simões, no bairro de Santo Amaro, recebe mais uma edição da Fotofeira Livre, nesta quarta (8) e quinta (9). No evento, diversos fotógrafos pernambucanos expõem fotolivros e fotografias que serão comercializados a preços acessíveis. A feira acontece das 18h às 0h.

Os fotolivros e cópias de fotos que estarão à venda serão comercializados em papéis especiais (ineart) para quadros. A loja Bons Tempos Antiquário, localizada também na Mamede Simões, ficará aberta em horário alternativo, até às 22h, nas duas noites do evento, para a venda de fotos já emolduradas.

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Dentre os fotógrafos participantes estão Ana Araujo, André Rosemberg, Clarissa Garcia, Claudia Rangel, Dominique Berthé, Eduardo Queiroga, Fred Jordão, Gil Vicente, Geyson Magno, Gustavo Bettini, Heudes Régis, Iezu Kaeru, Isabela Faria, José Afonso Silva Jr, Lia Lubambo, Luciana Dantas, Luciana Ourique, Luiz Netto, Marcelo Soares, Mateus Sá, Miguel Igreja, Paulinho Filizola, Raissa Moraes, Renata Victor, Ricardo Labastier, Roberta Guimarães, Silvia Laurentino, Teresa Maia, Tiago Lubambo, Yêda Bezerra de Mello e Xirumba Amorim.     

Serviço

Fotofeira Livre

Quarta (8) e Quinta (9) - 18h às 0h

Bar Central (Rua Mamede Simões, Santo Amaro)

Gratuito

 

A Bienal de Veneza começará no sábado como um convite para refletir sobre as migrações, um dos fenômenos do século XXI. A partir desta terça-feira (7) já é possível ver os restos do maior naufrágio no Mediterrâneo e uma instalação em referência ao muro entre o México e os Estados Unidos.

Os destroços da embarcação do maior naufrágio do Mediterrâneo, ocorrido em abril de 2015, no qual cerca de 800 imigrantes perderam a vida no Canal da Sicília, permanecerão ancorados nas águas do Arsenal, imenso estaleiro veneziano onde se exibem obras de arte de artistas renomados de todo o mundo, em homenagem à memória e aos imigrantes que fogem de suas terras em busca de refúgio e uma vida melhor.

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"Os restos foram instalados em um lugar calmo, longe do barulho, um convite ao silêncio e à reflexão", explicou à imprensa o presidente da Bienal, Paolo Baratta.

Sob o título "Barca Nostra", o artista suíço Cristoph Buchel, solicitou autorização do Ministério da Defesa italiano, ao Comitê em 18 de abril, que representa as vítimas, e ás autoridades da cidade siciliana de Augusta, para expô-los por um ano em Veneza. Depois esses destroços retornarão à Sicília para fazer parte do "Jardim da Memória", um monumento coletivo sobre a migração.

O navio pesqueiro de madeira, que quase perdeu as cores azul e vermelha e que tinha capacidade para apenas 20 pessoas, percorreu em uma balsa o grande canal de Veneza com o imenso buraco visível que provocou seu dramático colapso. A imagem pareceu surreal entre os elegantes palácios bizantinos e as pontes da bela cidade de Marco Polo.

A recuperação a 370 metros de profundidade, em uma operação que custou cerca de nove milhões de euros ao Estado italiano, permitiu recuperar um elevado número de corpos que haviam ficado presos na vinícola.

"É um símbolo universal", disse o jornal local, Il Gazzettino, que lembrou a equipe de médicos coordenados pela doutora Cristina Cattaneo, que identificou muitos corpos com o desejo de dar-lhes uma identidade. Na jaqueta de um dos corpos, descobriu costurado no bolso as qualificações de uma escola de um menino africano. Foi o seu passaporte para o primeiro mundo.

- Muros e naufrágios -

Essa não será a única obra ou instalação dedicada aos dramas do mundo moderno exibida na competição veneziana. Sob o título "Que você viva em tempos interessantes", o curador da Bienal, o norte-americano Ralph Rugoff, convidou 79 artistas para dar sua visão dos tempos em que vivemos.

O trabalho da mexicana Teresa Margolles, sobre a violência em seu país desencadeada pelo narcotráfico, gera impotência, raiva e indignação.

A artista expõe um de seus muros em Ciudad Juárez, formado por blocos de cimento de uma escola, com buracos onde quatro pessoas foram baleadas. Um muro com arame farpado, uma clara alusão ao "muro de Trump" contra os imigrantes e o que isso implica.

Surpreendem, ainda, as obras com forte conteúdo social, impregnadas de pensamentos críticos, como a do coreano Lee Bul, com uma instalação dedicada a outro naufrágio, ocorrido em 2014 em Sewol, nas águas da Coreia do Sul, quando 304 estudantes morreram. A montanha de trapos velhos que se inflam representa dor, medo, perplexidade e impotência.

"Nestes tempos, a arte desempenha um papel fundamental", explicou Rugoff, ilustrando os sacos de lixo preto de mármore do artista albanês Andreas Lolis colocados na entrada principal do pavilhão Central.

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O Anime Geek 2019, evento que reúne amantes da cultura nerd, ocorreu nos dias 4 e 5 de maio, na UNAMA Ananindeua. Estiveram presentes Damiani, youtuber; Carlos Campanile, dublador; e a cantora Isis Vasconcellos.

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Segundo Douglas Nogueira, coordenador do evento, o Anime Geek 2019 foi um sucesso. “A gente está numa megaestrutura, que é a UNAMA Ananindeua. Quando postamos nas redes sociais que o evento seria aqui, todo mundo pirou. Superou o que a gente estava imaginando. As proporções foram gigantescas. O público adorou essa nova mudança”, detalhou o coordenador.

Rafaela Couto, cosplayer há 10 anos, contou sobre sua experiência. “O cosplay me ajudou a sair da depressão”, disse a jovem, que considera o hobby sua motivação para viver.

O evento teve Concurso de Cosplay, Labirinto do Terror e sala Just Dance, além de lojas de produtos geek, quadrinhos japoneses e acessórios. Quem participou também pôde visitar o estúdio de tatuagem Casarão Ink, primeiro estúdio de tatuagem a participar desse tipo de evento.

A diretora-geral da UNAMA Ananindeua, professora Tamara Damasceno, destacou a importância do apoio da universidade ao Anime Geek. Segundo ela, a instituição tem se dedicado a iniciativas que possam alinhar suas atividades com o público jovem. "Perceber o cenário é entender que este público também faz parte do imaginário da UNAMA. A UNAMA Ananindeua quer ter uma outra roupagem, jovem, antenada. Ela também pode ser um espaço de partilha de tendências e cultura, pois isso faz parte da realidade dos alunos da universidade e cada vez mais queremos que nossos alunos se reconheçam por meio de práticas", assinalou Tamara.

Por Sarah Barbosa.

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As memórias recentes daquele que é considerado o maior bloco de Carnaval do mundo, o Galo da Madrugada, são tem da exposição Do Suor ao Êxtase. Em cartaz, até o final de junho, no Sinspire, a mostra reúne obras de diferentes linguagens artísticas que abordam detalhes e a percepção daqueles que fazem a festa acontecer.

Na exposição, vídeo, fotografia, cenografia, poesia e moda revelam o olhar sócio-político dos artistas convidados. As obras foram produzidas em 2019 e estão expostas 30 fotografias e partes gigantes da escultura do Galo Artesão, produzido por Leopoldo Nóbrega. A instalação cenográfica conta ainda com as Joias do Galo, pêndulos pintados com argila líquida do Alto do Moura e parte da roupa do Galo confeccionada em jeans com 50% dos materiais coletados no Polo de Confecção de Pernambuco.

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Dentre os fotógrafos participantes da mostra estão Anderson Stevens, Danielle Pires, Filipe Ramos, Paulo Romão, e Rogaciano Nunes; além dos expositores Arquimedes Santos, Bismarck Passos, Isabela Araujo, Saulo de Queiroz, Zeno Albuquerque e Tiago Sant’Ana. A mostra fica em cartaz até o final do mês de junho.

Serviço

Mostra Do Suor ao Êxtase

Até junho

SinsPire Cultural (Praça do Arsenal)

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