Cultura

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Inaugurado há quase sete anos, o Museu da Diversidade Sexual, localizado na região central da capital paulista, foi o primeiro equipamento cultural da América Latina relacionado à temática LGBTQI+ e já foi visitado por mais de 250 mil pessoas.

O diretor do museu, Franco Reinaudo, conta que a missão do espaço é preservar o patrimônio social, político e cultural da comunidade LGBTQI+ do Brasil por meio da pesquisa, contribuindo para a educação e promoção da cidadania.

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"Esperamos, com isso, propiciar maior visibilidade à diversidade sexual, auxiliar no entendimento de suas especificidades para promover a cidadania e inclusão social dessa população", afirma Reinaudo.

Os trabalhos artísticos expostos na instituição têm como foco a identidade de gênero, orientação sexual e expressões das minorias, e visa estabelecer um espaço de convivência e manutenção da memória da população LGBTQI+, além de potencializar estudos acerca da diversidade sexual.

Anualmente, são promovidas três exposições, sempre com temas escolhidos pela própria comunidade. Até o dia 11 de maio, a mostra que estará em cartaz é a "Plural 24h", que aborda aspectos cotidianos das pessoas da comunidade LGBTQI+. O museu também sedia, a cada dois anos, uma mostra que reúne projetos de artistas de todo país.

O trabalho desenvolvido pelo museu paulista também já foi reconhecido pelo governo da Suécia, dada a relevância na preservação da memória da comunidade LGBTQI+ simultaneamente aos Centros de Berlin, Alemanha, e São Francisco, nos EUA.

Serviço:

Museu da Diversidade Sexual

Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 18h

Endereço: Estação República do metrô, piso mezanino

Rua do Arouche, 24, República – São Paulo

Entrada gratuita.

Até sua inauguração em 1989, a pirâmide do Louvre causou polêmica entre aqueles que viam nesta escultura de vidro que serve de entrada ao museu parisiense uma profanação cultural. Agora, 30 anos depois, a obra de Ieoh Ming Pei é celebrada de forma unânime.

Inflamada por grandes nomes da imprensa francesa, a polêmica durou muito anos, reflexo do eterno conflito entre amantes do antigo e do moderno, como já havia sido o caso de tantas outras obras, como o Centro Pompidou de Paris.

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O debate envolveu todo país. Michel Laclotte, diretor do Louvre entre 1987 e 1995, lembra do espanto de um taxista em Nice (sudeste): "Mas que diabos estão fazendo com o Louvre!".

- Primeiro ato: ampliar o Louvre -

Tudo começou em 31 de julho de 1981, quando Jack Lang, então novo ministro da Cultura, escreveu ao presidente François Mitterrand: "Tem uma ideia potente: recriar o Grand Louvre destinando todo edifício ao museu".

O Ministério das Finanças ocupava uma parte do museu. "É uma boa ideia, mas difícil de concretizar, como todas as boas ideias", afirmou Mitterrand sobre a mesma carta.

"Então, achávamos que o poderoso ministério não aceitaria mudar de lugar", disse Jack Lang à AFP.

"Mas o pátio Napoleão era um estacionamento horrível. O museu sofria com a falta de uma entrada central", acrescentou.

"Com Mitterrand, tínhamos em mente entrar em contato com Pei. O presidente admirava suas obras nos Estados Unidos", completou.

- Segundo ato: a polêmica -

Michel Laclotte "revive a cena" da descoberta do projeto de Pei, em uma reunião reservada. "Tinha uma grande maquete sobre a mesa. Depois, colocaram a pirâmide. Todo o mundo ficou seduzido", relata.

Quando o jornal "France Soir" publicou a maquete em 1984, houve uma "explosão" de críticas, que denunciavam, por exemplo, que o Louvre se transformaria na "casa dos mortos" - nas palavras de um jornalista do "Le Monde".

Chamados para uma "insurreição", brincadeiras sobre as intenções de Mitterrand de virar o primeiro "faraó" da França. Publicou-se, inclusive, um livro contra a pirâmide - "Paris mystifié : La grande illusion du Grand Louvre" ("Paris mistificada. A grande ilusão do Grand Louvre", em tradução livre) -, escrito por três historiadores.

A crítica não afetava tanto a ampliação do museu quanto a estética de uma arquitetura contemporânea em um monumento de Napoleão III.

"Houve uma reunião no Eliseu em 1984: Mitterrand era muito prudente, mas estava de acordo em que devíamos seguir adiante", contou o arquiteto Michel Macary, um dos principais protagonistas do projeto.

"No meu escritório, em segredo, mostrei a maquete. Compareceram umas 50 personalidades, entre elas Catherine Deneuve, Pierre Bergé, Gérard Depardieu, Pierre Soulages, Ariane Mnouchkine, Patrice Chéreau, Serge Gainsbourg, Nathalie Sarraute...".

- "Mitterrand se envolveu" -

Enquanto duraram as obras, colossais, "Mitterrand se envolveu. Foi várias vezes visitá-las", segundo Lang.

Emile Biasini, presidente do estabelecimento público do Louvre de 1982 a 1988, "reuniu os conservadores do museu, chegando a uma espécie de compromisso de Yalta: preservaremos seus departamentos, mas vocês têm que nos apoiar" - contou o ex-ministro socialista.

Jacques Chirac, então prefeito de Paris, estava furioso por tomar conhecimento do projeto por um vazamento à imprensa.

"Chirac ficou irado, mas nunca criticou o projeto. 'Não me choca em nada', dizia", segundo Macary.

O futuro presidente pôs, porém, uma condição: que as pessoas tivessem a oportunidade de imaginar como seria a obra já construída. "Foram estendidos três cabos. Vieram milhares de parisienses", em maio de 1985.

"Imaginavam que íamos instalar a pirâmide de Quéops", lembra Jack Lang com um sorriso.

Alguns "não baixaram a guarda" até o fim. Entre eles, o conservador "Le Figaro", que, com o tempo, acabou pedindo para celebrar o aniversário do jornal na pirâmide, comenta o ex-ministro.

Para o atual presidente do Louvre, Jean-Luc Martínez, trata-se do "único museu do mundo, cuja entrada é uma obra de arte". A pirâmide - completa ele - se tornou símbolo de um estabelecimento "que olha decididamente para o futuro".

O Museu da Cidade do Recife ficará aberto neste sábado (23), e domingo (24), a  partir das 9h, com a exposição “Cinco Pontas”, que reúne achados arqueológicos, pinturas e documentos ainda inéditos para o público, comprovando a importância do Forte das Cinco Pontas em diversos momentos históricos do Recife. A entrada será gratuita.

A exposição em cartaz faz parte da programação de lazer e cultura promovida pela Prefeitura do Recife 

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Serviço

Exposição “Cinco Pontas” no Museu da Cidade

23 e 24 de março | 9h

Museu da Cidade do Recife (Praça das Cinco Pontas, s/n - São José, Recife – PE)

Gratuito

O programa turístico realizado pela Prefeitura do Recife vai abrir, nesta sexta (22), inscrições para dois de seus projetos, o Olha! Recife a Pé e o Olha! Recife no Rio.

Os programas consistem em levar à sociedade uma nova oportunidade de lazer, com um novo olhar sobre a cidade, através de passeios informativos.

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O Olha! Recife no Rio acontece no dia 23 desse mês e vai levar o público para um passeio de Catamarã pelo centro da cidade passando por pontes, manguezais e casarios.

Já o Olha! Recife a Pé vai ser realizado nos dias 24 e 27 desse mês. O primeiro passeio será uma caminhada pelo centro da cidade passando por monumentos em ferro como bustos, estátuas e postes ornamentados, enquanto o segundo será um passeio a pé pelas placas de azulejo que contam a história da Revolução Pernambucana de 1817.

O passeio no Catamarã possui 100 vagas, enquanto os outros dois possuem 70 vagas cada um. As inscrições podem ser feitas nessa sexta (22) a partir das 09 horas através do site do projeto.

Serviço

Olha! Recife no Rio

Recife e suas pontes

Data: 23/03/2019 às 09:00 horas

Saída: Cais das cinco pontas (Bar do Catamarã)

Inscrição: A partir de 22/03/2019 às 09:00 horas (Pedimos a cada participante a doação de um quilo de alimento não perecível)

Vagas: 100

Olha! Recife a Pé

Esculturas em Ferro

Data:24/03/2019 às 09:00 horas

Saída: Praça do Arsenal (Centro de Informações Turísticas)

Inscrições: A partir de 22/03/2019 às 09:00 horas (Pedimos a cada participante a doação de um quilo de alimento não perecível)

Vagas: 70

Olha! Recife a Pé

História nas Paredes

Data:27/03/2019 às 14:00 horas

Saída: Praça do Arsenal (Centro de Informações Turísticas)

Inscrições: A partir de 22/03/2019 às 09:00 horas (Pedimos a cada participante a doação de um quilo de alimento não perecível)

Vagas: 70

Por Márcio Santos

 

A exposição “Frida Kahlo e Diego Rivera: um sorriso no final do caminho”, chegou a Brejo da Madre de Deus, no interior de Pernambuco, nesta última quarta (20) e vai até o dia 30 de abril. A exposição ficará em cartaz no Centro Cultural do Brejo da Madre de Deus, a entrada é gratuita.

A mostra chega a cidade através de uma parceria entre a Secretaria de Cultura do México, o Consulado Geral do México e o Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secult-PE/Fundarpe. Lembrando que a exposição já teve uma temporada no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE). A mostra reúne 96 fotografias sobre a vida em comum dos artistas mexicanos Frida Kahlo e Diego Rivera.

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A exposição promete mostrar mais sobre a intimidade do casal de artistas em imagens onde se retrata o trabalho deles nos ateliês, as viagens e vida nos Estados Unidos, os encontros com personalidades do mundo político e artístico, a relação com artistas do México, assim como uniões conjugais, a dor e comprometimento físico de Frida, além de sua proximidade com a morte e a última foto do casal.

Segundo os organizadores da exposição as imagens, em sua grande maioria, foram registradas pelos amigos do casal, como Manuel Álvarez Bravo, Nicholas Muray, Edward Weston, Guillermo Kahlo, Peter Jules, Guillermo Zamora e Juan Guzmán, compiladas pela primeira vez em uma mostra única criada pela Secretaria de Cultura do México, o Instituto Nacional de Bellas Artes e o Museo Casa Estúdio Diego Rivera e Frida Kahlo.

Serviço

Frida e Diego: um sorriso no final do caminho

20 março a 30 de abril | 10h

Centro Cultural do Brejo da Madre de Deus (antiga Casa de Câmara e Cadeia – Rua Tomás de Aquino, 60/ Centro)

Entrada gratuita

 A partir desta quarta-feira (20), a Arte Plural Galeria (APG), no Recife, recebe a nova exposição do artista plástico Raul Córdula. A mostra, que fica disponível até o dia 18 de maio, reunirá 18 obras entre pinturas em telas, desenhos e escultura, algumas inéditas e outras do acervo pessoal do artista.

Usando diferentes técnicas nas composições das obras, Raul apresenta a ligação entre o tempo e o espaço, resgatando momentos e locais representativos para ele. “Não tenho interesse de ser um artista que comece e termine a carreira da mesma forma”, ressalta Córdula.

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Com mais de 50 anos de carreira, o artista paraibano aposta na utilização do abstracionismo geométrico, do grafismo e da nova figuração brasileira. A exposição, com curadoria de Joana D’Arc Lima, fica aberta ao público sempre de terça a sexta, das 13h às 19h. Aos sábados, o funcionamento da galeria é das 14h às 18h. A entrada é gratuita.

Serviço

Exposição- Raul Córdula Vernissage

20 de março a 18 de maio

Arte Plural Galeria (Rua da Moeda, 140, Bairro do Recife)

Terça a sexta-feira | 13h às 19h; sábados | 14h às 18h

Gratuito

Informações: (81) 3424.4431

*Com informações da assessoria

Está marcado para começar na próxima quarta (20), a primeira edição da Feira Rosenbaum. O evento acontece às 13h na sobreloja do Edifício Califórnia, incluindo os espaços da Galeria Amparo 60 e do escritório de arquitetura de Diogo Viana. A feira será aberta ao público e acontece até o próximo dia (23)

A edição pernambucana da feira promete um mix variado de segmentos e produtos, como peças em madeira, cerâmica, porcelana, tecido, resina, pedras, materiais naturais e até 3D.

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A exposição traz mais de 50 artistas, artesãos e designers independentes que estarão expondo e vendendo peças de artesanato, moda, acessórios, objetos e arte. O evento acontece há 6 anos em São Paulo e já passou por várias capitais do país.

Serviço

Feira Rosenbaum

20 a 23 de março | 13h

Edifício Califórnia - 2º Jardim de Boa Viagem (Rua Artur Muniz, 82, Boa Viagem, Recife-PE)

Aberto ao público

 A partir desta segunda-feira (18), cerca de 300 ilustrações feitas por jovens e crianças carentes poderão ser vistas na Galeria Capibaribe, no saguão do Centro de Artes e Comunicação (CAC) da Universidade Federal de Pernambuco, na Várzea. Os desenhos da mostra “Desenho na Infância: o lúdico, a comunicação e a expressão infantil” foram feitos pelos alunos, de 5 a 14 anos, do Movimento Pró-Criança.

A exposição foi idealizada pela educadora Ana Paula Araújo e traz um recorte do universo infantil, em que são revelados sonhos, dúvidas e medos. O projeto é fruto de dois anos de pesquisa e envolveu 321 jovens da Unidade Piedade do Pró-Criança, em Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife. De acordo com Ana Paula, muitos trabalhos foram fundamentais no atendimento psicossocial das crianças envolvidas.

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A mostra será exibida até o dia 28 de março e a entrada é gratuita. Nesta terça-feira (19), os artistas mirins também visitarão a galeria para receber os convidados pela manhã, das 9h30 às 10h30, e à tarde, a partir das 14h30.

Serviço

Exposição “Desenho na Infância: o lúdico, a comunicação e a expressão infantil”

Galeria Capibaribe (Centro de Artes e Comunicação da UFPE, bairro da Várzea – Recife)

De 18 a 28 de março

Entrada gratuita

Informações: (81) 3474.8979

Incorporando a programação dos 70 da Fundaj, está marcado para o próximo domingo (17) mais uma edição do Domingo dos Pequenos. Nesta edição, o tema será em homenagem ao livro Assucar, de Gilberto Freyre, comemorando seus 80 anos de lançamento. O evento acontecerá no Museu Homem do Nordeste, às 9h, gratuito.

Na programação do evento também estão atividades que carregam a ideia do açúcar e do afeto, com a oficina de torrões de açúcar, com preparos em formatos de coração, flor e coelho, e confecção de bomboniere, que utiliza material reciclável para incentivar a consciência ambiental.

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“A ideia é que as crianças confeccionem seus próprios caderninhos de receitas e conheçam diferentes tipos de doce, como o alfenim, a cocada e o doce de jaca” explica a coordenadora do Educativo do Museu, Edna Silva.

Outra atração programada para o Domingo dos Pequenos é o Bingo Muhne, um momento que une todo o público para sortear três cestas contendo utensílios que são utilizados no preparo de alguns doces e que são citados no livro Assucar. Segundo Edna, é uma forma de gerar compreensão acerca da sociologia do doce junto com a sociologia das gerações, ambas citadas por Gilberto Freyre.

Serviço

Domingo dos Pequenos – Exposição Assucar

17 de março | 9h

Museu Homem do Nordeste (Av. Dezessete de Agosto, 2187 - Casa Forte, Recife – PE)

Gratuito (Inscrições no local)

Faixa etária: 3 a 12

*Com informações da assessoria 

Neste sábado (16), o Museu Murillo La Greca, localizado no Bairro do Parnamirim, Zona Norte do Recife, inicia a temporada de exposições 2019. Jogando luz sobre questões de gênero, relações de intimidade e materialidades, estreia a exposição "Resistência Vaga-lume", que reúne fragmentos da vida do cotidiano, capturados pelas lentes de dez fotógrafos, unidos por um mesmo desejo e fio condutor: expressar diversas formas possíveis de resistência que se fazem chama acesa em tempos sombrios.

A exposição é gratuita e fica em cartaz até o próximo dia 30. A concepção e a curadoria são de Daniela Bracchi, Eduardo Queiroga e Mateus Sá. Os trabalhos expostos levam as assinaturas de Carol Melo, Christina Schug, Clara Simas, Elysangela Freitas, Guilherme Benzaquen, Keila Vieira, Larissa Alves, Társio Alves, Tiago Lubambo e Tiago Duque.

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As inspirações e conspirações para o encontro de tantos olhares começaram ainda em 2018, quando artistas e curadores, reunidos nas salas de aula da Escola Livre de Imagem, depararam-se com o texto "A sobrevivência dos Vaga-lumes", em que o filósofo e historiador de imagens francês Georges Didi-Huberman discorre sobre vaga-lumes e sua frágil, mas transformadora existência incandescente, traçando um paralelo com a cultura e sua inabalável missão de sobrepor graça ao terror dos dias e dos tempos.

As imagens que compõem a exposição vão desde a fotografia documental no cotidiano da rua, que se coloca contra estereótipos culturais, sociais e urbanos, até a elaboração de subjetividades e abstrações em contextos íntimos, expondo as fissuras nas relações hegemônicas com o corpo, a política, o feminino e a intimidade. "Ao contrário dos holofotes sempre voltados para os grandes acontecimentos, essa exposição busca as potências de um cotidiano em resistência", diz o texto de abertura da mostra, assinado por Guilherme Benzaquen.

Serviço

Exposição coletiva Resistência Vaga-lume

Até 30 de março | De terça à sexta, das 09h às 12h e das 14h às 17h; aos sábados das 15h às 18h

Museu Murillo La Greca (Rua Leonardo Bezerra Cavalcante, 366, Parnamirim)

Entrada gratuita

*Da assessoria

Na próxima terça (19) é celebrado o Dia do Artesão. Para comemorar a data, o Centro de Artesanato de Pernambuco, localizado no Marco Zero, Bairro do Recife, vai promover uma programação especial, a partir das 10h30.

Pela manhã, será realizada a assinatura do convênio entre o ProRural e  Grupo de Associados de Produção Artesanal de Pernambuco (GRAPA), com a participação do SEBRAE. Pela tarde, um bate-papo entre os participantes discutirá os desafios da política de promoção do artesanato no estado, com a participação da Vice-Governadora de Pernambuco, Luciana Santos, e da primeira-dama, Ana Luiza Câmara.

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Os mestres Lourenço, Saúba, Josa e os artesãos Manu de Baé, Edineleia Zeidler e Maria Cristina, vão realizar a demonstração de algumas técnicas aplicadas na criação de suas peças, como brinquedos populares, mamulengos, cerâmicas e esculturas de madeira, durante todo o dia. Às 16h30, o Som na Rural, de Roger, estaciona no Marco Zero e comanda a festa, até às 19h, com apresentações de coco e ciranda.  

Serviço

Dia do Artesão

Terça (19)  | 10h30

Centro de Artesanato de Pernambuco (Marco Zero, Bairro do Recife)

Gratuito

A artista pernambucana Tereza Costa Rêgo foi homenageada hoje pela Prefeitura do Recife em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. A homenagem foi realizada através da agenda anual da PCR, lançada hoje, e que possui a arte desenvolvida por Tereza ao longo dos anos e feita pela ilustradora Dani Acioli.

O lançamento foi realizado pelo prefeito Geraldo Júlio, junto com a secretária da Mulher, Cida Pedrosa. "Essa homenagem é um exemplo de inspiração para muitas mulheres e jovens, para que se influenciem com a trajetória de Tereza. Além disso, a agenda coloca na pauta do ano todo o combate ao machismo e à violência contra as mulheres", afirmou o prefeito.

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A agenda remonta a diversas épocas da vida da artista, que retratou o imaginário popular pernambucano e o corpo feminino como local de empoderamento e coragem, além de trazer todos os serviços de atendimento a mulher que a prefeitura possui, segundo Cida Pedrosa.

"A usuária que quiser recorrer a algum serviço nosso, como o Centro Clarice Lispector, que atende mulheres vítimas de violência, vai encontrar o endereço e o telefone”, ressalta Cida.

A jornalista Tereza Rozowykwiat, filha de Tereza, foi a representante da artista no evento e afirmou que a homenagem foi merecida. "Ela dedicou a vida toda a quebrar parâmetros e regras e isso fez que com que ela se tornasse uma mulher representante dessa luta, iniciada por ela há muitos anos", afirmou.

Todo ano a secretaria traz em suas agendas anuais mulheres simbólicas, já foram celebradas as trajetórias de Júlia Santiago e Bárbara de Alencar.

Por Márcio Santos

 

A exposição Assucar, que acontece na sala Moura Mota, no dia 15 de março, na Fundaj/Casa Forte, às 10h, vai abrir as comemorações dos 70 anos da Fundação Joaquim Nabuco que irá durar 1 ano e vai reunir seminários, oficinas e outras atividades abertas ao público.

Além da comemoração pela Fundaj, também vão ser comemorados os 40 anos do Museu do homem do Nordeste, os 119 anos do criador Gilberto Freyre, os 80 anos de seu livro Assucar, e os 170 anos de Joaquim Nabuco.

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Assucar, primeira exposição do projeto, vai resgatar a ideia da obra de Gilberto Freyre e dará a chance do público de acompanhar como são feitas as guloseimas mencionadas no livro. Será possível também encontrar a primeira edição do livro, que estará exposto na sala Moura Mota.

A medida que divulgarmos as ações comemorativas, é de extrema importância que o público não apenas acompanhe, mas participe e prestigie,” afirma o presidente da Fundação Joaquim Nabuco, Alfredo Bertini.

No domingo, 17, o museu recebe o Domingo dos Pequenos, uma programação infantil que começa às 9h e vai apresentar receitas e variedades do “açúcar”. Esta edição vai trabalhar de perto com crianças que moram em lares temporários, para que elas consigam sentir a dinâmica do Museu e da Fundaj.

Ainda durante o mês de março, para comemorar também o aniversário de Olinda e Recife, acontecerá a volta do Seminário da Tropicologia, com a palestra “O olhar efetivo de Gilberto Freyre sobre Recife e Olinda”, realizada pela escritora Fátima Quintas, na sala do Conselho Diretor, às 10h.

Já no segundo semestre do ano, nos dias 3 a 14 de julho vai acontecer a Fenearte, com um estande do Museu do Homem do Nordeste, representando as atividades da Fundaj. Será feita uma instalação museológica com peças que representam os nove estados do Nordeste e os sete do Norte para seguir o tema da Feira.

No aniversário de 70 anos da Fundaj, no dia 21 de julho, será lançado os selos nacionais comemorativos. O evento será realizado no Engenho Massangana, no Cabo de santo Agostinho, local onde Nabuco passou parte da infância. No mesmo dia, no Cinema do Museu, serão entregues as medalhas Joaquim Nabuco - serão 70 - e a Gilberto Freyre - serão 40 - aos homenageados que são servidores da casa, pessoas e instituições que contribuíram com a Fundaj e o Museu.

Continuando a comemoração, no dia 22 de julho, será realizado o lançamento do livro “Muhne, 40 anos, 40 peças” onde 40 peças foram escolhidas para representar o museu e contar sua cronologia.

Em agosto, do dia 19, na comemoração do aniversário de 170 anos de Joaquim Nabuco, vai acontecer um seminário com os temas “Patronos, desenvolvimento regional e a reinserção da ciência econômica no contexto institucional”.

Até 15 de março de 2020, dia em que Gilberto Freyre comemoraria 120 anos, a programação conta com lançamento de livros, mostras, aulas, palestras, oficinas.

“Esperamos um engajamento de todo mundo que esteja interessado em acompanhar de perto os 70 anos da Fundação Joaquim Nabuco”, conclui o presidente.

Por Márcio Santos

 

Na data do aniversário de Recife, o Museu da Cidade do Recife começa a promover uma visita teatralizada para crianças e adolescentes. “Eu sou o Forte” convida os jovens a conhecer e fazerem uma expedição pelas instalações do museu. O projeto vai até o dia 12 de abril.

A visita vai ocorrer junto com o ator Paulo André que irá interpretar um arqueólogo e servirá como guia, ele dividirá o público em dois grupos, portugueses e holandeses, os grupos seguirão pelo túnel de fuga do forte e encontrarão diversos objetos que irão ajudá-los a conhecer a história do Forte e da cidade.

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Também estará reproduzida simbolicamente no local uma das cacimbas de água potável de Ambrósio Machado, um abastado senhor de engenho que viveu na ilha no período colonial. Devido a proximidade com as cacimbas, a fortificação também foi denominada na época de Forte das Cacimbas de Ambrósio Machado e Forte das Cacimbas das Cinco Pontas.

A atividade de expedição durante o aniversário começa às 9h e depois acontece às 14h. Já às 16h30 vai acontecer o corte do bolo e os alunos vão cantar o hino do Recife na troca da bandeira. A atividade se encerra com a visitação da exposição “Cinco Pontas” que está em atividade há 1 ano.

A exposição “Cinco Pontas” foi criada para celebrar a indicação do Museu a Patrimônio Cultural Mundial a Unesco e produzir uma melhor interação entre alunos de rede pública ou particular com o museu.

Escolas das redes pública e particular interessadas em participar da visita teatralizada devem solicitar o agendamento pelo e-mail educativomcr@gmail.com ou pelo telefone 3355-3107(Ramal - 9558).

SERVIÇO

Visita teatralizada “Eu sou o Forte”

Local: Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas, bairro de São José)

Data: 12 de março a 12 de abril

Agendamento: educativomcr@gmail.com/3355-3107 (Ramal - 9558)

(Disponível para escolas de rede pública e particular)

Visitação: de terça a sábado, das 9h às 17h. Domingos, das 9h às 16h.

Entrada gratuita

Informações: www.museudacidadedorecife.org

Por Márcio Santos

A Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos da Imprensa de Pernambuco - Arfoc-PE promove, na próxima terça (12), um bate-papo sobre direito autoral na fotografia e no audiovisual. O evento, realizado através do Assocializando Arfoc, receberá o advogado especialista no tema Adriano Araújo e acontece na sede da associação, localizada na Avenida Conde da Boa Vista, às 19h.

Adriano Araújo é especialista em Direito Autoral e Direito do entretenimento. No evento, ele vai abordar temas como os direitos que o criador de uma obra intelectual tem sobre a sua criação, além de seu direito de reproduzi-la e comercializá-la com exclusividade, entre outros. A palestra é direcionada para profissionais da fotografia e do audiovisual e as inscrições podem ser feitas pela internet.

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O Assocializando Arfoc é um momento de socialização entre os integrantes da entidade; uma sociedade civil e sem fins lucrativos que tem como finalidade principal unir os repórteres fotográficos, cinematográficos e categorias correlatas no Estado.

Serviço

Bate-Papo com sobre Direito Autoral na fotografia e no audiovisual com Adriano Araújo

Terça (12) | 19h

Arfoc-PE (Avenida Conde da Boa Vista, nº 1424 – Boa Vista)

Gratuito

 

A partir da próxima segunda-feira (11), a exposição fotográfica ‘Desvendando a Área de Proteção Ambiental (APA) de Guadalupe’, localizado no litoral sul de Pernambuco, aporta no shopping RioMar, no bairro do Pina, Zona Sul do Recife.

A mostra itinerante é composta por 40 imagens que retratam a beleza da APA de Guadalupe, que abrange partes dos municípios de Sirinhaém, Rio Formoso, Tamandaré e Barreiros. Alunos de escolas públicas localizadas do litoral sul do Estado fizeram 27 fotografias, as outras 13 imagens foram produzidas pelos fotógrafos Synara Dantas e Arnaldo Vitorino.

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A exposição faz parte de um projeto socioambiental realizado pela Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) e desenvolvidos pela Associação Águas do Nordeste (ANE) e já passou por Sirinhaém, Rio Formoso, Tamandaré, Barreiros e Cabo de Santo Agostinho. No Recife, a mostra fica aberta até o dia 15 de março na área de eventos do mall.

Serviço

Exposição Fotográfica Itinerante Desvendando a APA de Guadalupe

11 a 15 de março | 9h às 21h

Shopping RioMar (Av. República do Líbano, 251-Pina)

Uma estudante e artista da periferia recifense está pedindo ajuda, na internet, para representar suas origens no exterior. Suzana Amorim foi selecionada para participar de uma Residência Artística, no mês da mulher, março, em Paysandú, Uruguai. Lá, ela poderá mostrar seu trabalho a nível internacional, mas, para isso, precisa de apoio para comprar as passagens aéreas. Uma campanha de financiamento coletivo foi lançada para que a jovem alcance esse objetivo.

Suzana tem 27 anos e há cinco trabalha artisticamente no campo da performance. Mulher, negra, periférica e estudante de Artes Visuais, a jovem trata, em sua arte, de temas que permeiam sua realidade e a de diversas mulheres negras, como racismo institucional e a saúde mental dessas mulheres.

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Ela pretende levar ao Uruguai a performance Insight Negro, obra que discute a saúde mental da mulher negra e que está entre os 19 trabalhos selecionadas para participar da residência Artística La mirada que se mira a sí misma. Para ajudar no custeio do seu translado, Suzana lançou uma campanha de financiamento coletivo, que visa arrecadar o valor de R$ 3. 500. A campanha fica no ar até o dia 23 de março.

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O olhar artístico da fotografia traz exemplos de coragem e superação na exposição “De Peito Aberto – a autoestima da mulher com câncer de mama, uma abordagem humanista”, que será aberta nesta sexta-feira (8), Dia Internacional da Mulher, no Memorial da América Latina, na cidade de São Paulo.

Com entrada gratuita, a mostra fotográfica expõe as histórias de mais de 50 mulheres, entre 18 e 90 anos, que enfrentam ou já enfrentaram a batalha contra o câncer de mama. As imagens captam as emoções vividas por essas pessoas em cada uma das etapas da enfermidade e são fruto da parceria entre a escritora Vera Golik e o fotógrafo Hugo Lenzi, que vivenciaram casos de câncer nas próprias famílias.

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A exposição, que ficará aberta até 8 de abril, busca estimular uma nova conduta em relação ao enfrentamento da doença e já recebeu mais de oito milhões de visitantes ao redor do mundo.

Serviço:

Exposição “De Peito Aberto – a autoestima da mulher com câncer de mama, uma abordagem humanista”

Quando: 8 de março, a partir das 13h, até 8 de abril, das 9h às 18h

Local: Espaço Gabo (Portões 8, 9 e 13) – Memorial da América Latina, próximo ao Metrô Barra Funda, em São Paulo

Entrada gratuita

A Univeritas/UNG, em Guarulhos, na Grande São Paulo, ficou mais colorida e divertida neste sábado com a primeira edição do Mundo Cosplayer Festival. O evento foi dedicado aos fãs de animes e mangás, mas também agradou aqueles que gostam de cultura geek, pop e games.

Os cosplayers marcaram presença no evento e coloriram o ambiente fantasiados como seus personagens favoritos. A estudante Lyn Zitto foi uma delas. Com apenas 15 anos, ela se tranformou em uma personagem pela primeira vez no ano passado. "Na época, eu não tinha dinheiro para montar uma boa fantasia, porque é muito cara. Para este ano, comecei a pensar em um figurino bem legal e, por isso, passei a guardar dinheiro. Vim para o evento de maid, uma empregada meio Lolita", conta ela, que leva cerca de uma hora e meia para se fantasiar.

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Sucesso entre os jovens, a animação "Naruto" teve seus representantes cosplayers no evento. É o caso do transportador Cleyson Wesley, 20 anos, que gosta de anime desde os seis anos de idade e sempre teve curiosidade para saber como é ser um cosplay. "Quando fiz [se vestir como personagem], foi uma sensação incrível, porque além das pessoas te verem como um herói, você também transmite alegria e diversão", afirma. "Ser cosplayer é se identificar com o personagem do anime, então me vestir como Naruto é uma motivação", complementa.

Já a desenhista Suelen Alves Cabral, 20 anos, esteve no evento por causa dos games. Ela joga há 13 anos e seus preferidos são "Naruto" e "Street Fighter". Além disso, ela também joga games musicais, como "Guitar Hero". "Jogo mesmo para me divertir, mas também queria aprender como desenvolver jogos. Como sou desenhista, já me chamaram para participar da criação de um game, mas, na época eu não pude ir. Se me chamarem de novo, pretendo ir", conta.

Quem esteve pelos espaços temáticos do evento aprovou a ideia e a iniciativa da Univeritas/UNG em proporcionar um evento com essa temática. "Gosto de anime e mangá desde pequena, então ter a chance de vir em um evento assim é muito prazeroso", conta a estudante de design de interiores Fátima Soares, 19 anos.

O técnico de informática e organizador do evento, Rógerio Godoy, 33 anos, conta que a ideia de reunir os fãs de cultura geek na Univeritas/UNG surgiu por meio do site que administra, o Mundo Cosplayer. "Existem alguns eventos com este na cidade, mas é meio escasso, então a gente [os organizadores] queria trazer para a Universidade, que é o lugar em que eu e minha esposa estudamos. Fizemos a proposta para a instituição e eles aceitaram", conta.

O evento segue até às 20h deste sábado (23), na Praça Praça Teresa Cristina, 88 - Centro, Guarulhos. Entrada gratuita.

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O Instituto Moreira Salles Paulista, em São Paulo, recebe a escultura "Echo", do artista norte-americano Richard Serra, a partir deste sábado (23), às 10h. A entrada é gratuita.

A obra é composta por duas placas de aço, de 18,6 m de altura, cada uma pesando 70,5 toneladas. A escultura é exposta pela primeira vez na América Latina e estará aberta para visitação pública permanente.

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A escultura está localizada no jardim externo do centro cultural, atrás do restaurante Balaio. Na abertura da exposição haverá um debate com os críticos Cauê Alves, Lorenzo Mammì, Sônia Salzstein e a artista Iole de Freitas.

Richard Serra, autor de "Echo", nasceu em São Francisco, nos Estados Unidos, em 1938. Nos anos 1970 começou a trabalhar com aço e suas esculturas impressionam pela escala monumental em contraste com a leveza extraída da matéria-prima.

"Echo", de Richard Serra, no IMS Paulista | Foto: Divulgação / Maria Clara Villas

Serviço:

Escultura "Echo" no IMS Paulista

Sábado, 23 de fevereiro, às 10h

Avenida Paulista, 2.424, São Paulo - SP

Entrada gratuita, com distribuição de senhas 60 minutos antes

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