Cultura

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Com exposições no Centro Cultural Kirchner e no Museu Nacional de Belas Artes, Buenos Aires celebrará os 90 anos do precursor da arte cinética e arte ótica, Julio Le Parc, com a maior retrospectiva de sua obra.

No Centro Kirchner serão expostas - a partir de sábado - 160 peças que incluem guaches e acrílicos sobre tela, esculturas iluminadas, instalações móveis e obras de luz.

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A mostra também inclui a obra coletiva La Tortura, sete telas realizadas em 1972 com o brasileiro Gontran Guanaes Netto, o argentino Alejandro Marcos e o uruguaio José Gamarra para denunciar as ditaduras da América Latina.

A retrospectiva "é um conjunto muito coerente, o melhor que pude realizar", avaliou Le Parc nesta quinta-feira, ao apresentar a exposição à imprensa.

"Isto se deve ao meu grande mérito de chegar aos 90 anos", brincou o artista, que percorreu as várias salas apenas com a ajuda de uma bengala.

O Museu de Belas Artes exibirá, a partir de 13 de agosto, um conjunto de obras criadas entre 1954 e 1959, e que inclui as últimas realizadas na Argentina e as primeiras de Paris, onde reside desde então.

Também haverá uma intervenção no Obelisco, sobre a emblemática Avenida 9 de Julho, informou à AFP Yamil Le Parc, seu filho e diretor artístico.

"Ficamos muito orgulhosos de saber que estamos dando ao nosso país a maior exposição já realizada. É um esforço muito grande para uma grande homenagem na qual o público argentino poderá descobrir toda a sua obra", assinalou Yamil Le Parc.

Reconhecido com grandes prêmios internacionais, entre eles o da Bienal de Veneza de 1966, Le Parc é membro fundador do GRAV (Grupo de Pesquisa de Arte Visual), que na década de 1960 revolucionou o mundo da arte.

Le Parc, nascido em 1928 na cidade argentina de Mendoza, realizou nos últimos anos exposições no Palais de Tóquio, de Paris, no Metropolitan Museu, de Nova York, no Pérez Art Museum, de Miami, e no Instituto Tomie Ohtake, de São Paulo.

O seriado Gossip Girl se tornou muito popular entre os jovens nos anos de 2007 a 2012, tendo 6 temporadas e era um fenômeno de audiência. A série narra a vida dos jovens da elite no Upper East Side de Manhattan em Nova York.

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A nova série é para o futuro serviço de streaming HBO Max, a WarnerMedia, que já encomendou 10 episódios e se passará 8 anos após os acontecimentos finais de "Gosssip Girl", acompanhando uma nova geração de jovens.

Segundo informações do site Hugo Gloss, os desenvolvedores da serie Josh Schwaetz e Stephanie Savage, serão produtores executivos da sequência e ainda não há informações se o elenco origina irá participar da nova série.

O serviço de streaming HBO Max, tem data de lançamento para 2020. Além da nova série, a plataforma também terá produções como "Friends", "um maluco no pedaço", "Pretty Litte Liars" entre outras. Além de já estar sendo desenvolvidos novas series das atrizes Kaley Cuoco, Anna Kendrick e um novo filme da Reese Witherspoon.

Por Waleska Andrade

 

A partir de setembro, a exposição "Batman 80 – A Exposição" chega ao Memorial da América Latina, em São Paulo. Na mostra, que comemora os 80 anos do Homem-Morcego, os visitantes poderão conhecer a Mansão Wayne, a Batcaverna, o apartamento da Mulher-Gato e o covil do Coringa.

A exposição também reunirá um acervo com quadrinhos e outros itens raros que explicam a evolução e a importância de um dos personagens mais famosos do mundo. Alguns dos itens expostos serão da coleção de Marcio Escoteiro, maior colecionador do Batman no mundo.

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A pré-venda de ingressos, com agendamento de dia e horário de visitação, já está disponível pelo site e inclui pacotes especiais com itens e serviços exclusivos. Os visitantes também terão a oportunidade de adquirir produtos oficiais do Batman, além de itens de edição limitada, criados com exclusividade para a exposição.

 

Serviço

Batman 80 – A Exposição

Quando: de 05 de setembro a 15 de dezembro

Onde: Memorial da América Latina – Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda – SP

Ingressos: de terça a sexta-feira, R$ 35 (inteira) e R$ 17,50 (meia-entrada); sábados, domingos e feriados, R$ 45 (inteira) e R$ 22,50 (meia-entrada)

Informações: www.batman80expo.com.br

 

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Legenda foto: Os visitantes terão a oportunidade de conhecer a Mansão Wayne, a Batcaverna, além de itens raros do maior colecionador do super herói.

Crédito: Divulgação

O Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo se prepara para receber a exposição “Leonardo Da Vinci – 500 anos” que atualmente está em cartaz nos Estados Unidos e no Canadá. Para a mostra, o MIS está construindo o MIS Imersão, primeiro ambiente totalmente imersivo da América Latina. Com 150 projetores distribuídos em um espaço de dois mil metros, a inauguração do espaço - e da mostra sobre Da Vinci -  está programada para outubro de 2019.

A exposição traz uma experiência imersiva multissensorial de 45 minutos, com frações que apresentam réplicas da arte renascentista do artista italiano, seus rascunhos anatômicos, máquinas inventadas por Da Vinci a partir de seu conhecimento, manuscritos de sua vida profissional e animação, em tamanho real, da obra “A Última Ceia”.

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Custeado pela Lei Rouanet e ProAC ICMS, o MIS Imersão foi elaborado em parceria com a TV Cultura e inspirado no Ateliê des Lumière, de Paris, capital da França. 

 

Entre os dias 3 de julho e 4 de agosto, os bairros de Pinheiro e Vila Madalena, em São Paulo, estará tomado pela arte da fotografia. Através de exposições em galerias, lojas, restaurantes, escritórios de arte e muros autorizados, a 9ª edição da Mostra SP de Fotografia tem como foco apontar o impacto negativo que o plástico vem causando ao meio ambiente. Com mais de 600 trabalhos inscritos, o evento selecionou apenas um pernambucano: o fotojornalista Diego Nigro, com o trabalho intitulado “Mergulho no Absurdo”, em que flagrou o banho de um garoto no canal Arruda, repleto de lixo e garrafas plásticas.

A Mostra tem curadoria de Fernando Netto e Monica Maia e está ancorada na rede de endereços da qual dispõe. A Escola Britânica de Artes Criativas (Ebac), na rua Mourato Coelho, por exemplo, recebe dez retratos da gaúcha Luisa Dorr. Já o muro da loja Moro Furniture, na rua Medeiros de Albuquerque, tem estampada a foto “Engarrafamento no Rio Tietê, do paulistano Levi Blanco.

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Confira aqui os pontos que recebem a Mostra:

Floricultura A Bela do Dia: Rua Mourato Coelho, 1003, Pinheiros.

Sorveteria Pinguina: Rua Medeiros de Albuquerque, 337, Vila Madalena.

Restaurante Banana Verde: Rua Harmonia, 278, Vila Madalena.

Lojas Arteira: Rua Fidalga, 282, Vila Madalena.

Loja Basico: Rua Aspicuelta, 216, Vila Madalena.

Loja Fernanda Yamamoto: Rua Aspicuelta, 441, Pinheiros.

Loja Flávia Aranha: Rua Aspicuelta, 224, Vila Madalena.

Loja Juliana Bicudo: Rua Girassol, 170 – 174, Vila Madalena.

Loja Prototype: Rua Harmonia, 71, Sumarezinho.

Loja Uma: Rua Girassol, 273, Vila Madalena.

Mercado Casa Orgânico: Rua Fidalga, 346, Vila Madalena.

Mecânica Tório: Rua Fradique Coutinho, 967, Vila Madalena.

Livraria Casa Plana: Rua Fradique Coutinho, 1139, Pinheiros.

Realizada desde o ano passado no MIS (Museu da Imagem e do Som) de São Paulo, a “Feira das Ideias” é uma atração e tanto para quem estiver na capital paulista durante o próximo final de semana ou no feriado do próximo dia 9. O evento é aberto ao público e traz expositores de diversas áreas além de shows musicais, oficinas para crianças e adultos e bate-papos com orientações sobre produção de conteúdo para Internet.

Segundo os organizadores, o objetivo da feira é trazer o público cada vez mais para perto da economia criativa e incentivar o consumo consciente, promovendo a troca de experiências entre expositores e visitantes. Além de apresentar 45 marcas de vários segmentos como decoração, moda, acessórios, gastronomia e jardinagem, entre outros, a edição de 2019 tem atrações como o artista Fabio Polesi, convidado para dar sua contribuição ao Projeto Parede em Movimento, no qual o pintor executa, ao vivo, uma obra inédita na parte externa do MIS.

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A música também tem seu espaço nos pocket shows que acontecem às 16h30 no sábado, no domingo e na terça-feira. No sábado, o músico Tiago Andrade, mais famoso como Zé Cafofinho, traz seu som dançante e contemporâneo apresentando sua versatilidade. No domingo é a vez do projeto de música na rua com “Theo com Sétima e Nalla”, no qual participam o saxofonista Danúbio Pantoja, a cantora Nalla e o baterista Fábio Xucuru. Já o bate-papo sobre acesso à criatividade para elaboração de conteúdo na Internet traz a jornalista Daniela Arrais e a também jornalista e historiadora Isadora Attab.

As oficinas terão orientações de como cultivar diferentes espécies de plantas utilizando o método japonês “Kokedama”; técnicas básicas em utilização de cerâmica para crianças; Mindfullness com a psicóloga Maria Camila; Expressão Criativa com a ilustradora e artesã Lina Rinaldis; Cole essa ideia com Paula Freitas; Minha primeira horta, com Jardim de Perto que ensina técnicas básicas para fazer uma mini-horta; técnicas de pintura em tecido, com Duda Alelaf; Cura e limpeza energética com ervas, com Stéfani da Ynayê; técnicas básicas de Grafite com o Studio Baleia. Também há espaço destinado a ONGS convidadas para apresentar seus trabalhos sociais realizados no Brasil e no exterior, além da tatuadora Jana Sirena, da taróloga Renata Carneiro e massagem relaxante com a fisioterapeuta Vivian Carneiro.

Serviço:

FEIRA DAS IDEIAS

Data 6, 7 e 9 de julho (sábado, domingo e terça-feira - feriado)

HORÁRIO 12h às 19h

Área externa, auditório, 2º andar e sala de interfaces

Ingressos gratuitos (Para oficinas distribuição com uma hora de antecedência na recepção)

Entrada franca

Museu da Imagem e do Som – MIS

Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo – Telefone: (11) 2117 4777

Uma exposição do Metropolitan Museum of Art, em Nova York, percorre 400 anos de representação da Lua, com ênfase na fotografia, uma arte que contribuiu para provocar o fascínio do público por este astro.

A exposição "A musa de Apollo: a Lua na era da fotografia", abre suas portas nesta quarta-feira (3), dias antes do 50º aniversário do pouso da Apollo 11 no nosso satélite natural.

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Mas ainda que a viagem de 1969 seja o auge da exposição, esta remonta a 1610 e ao tratado de astronomia de Galileo, o primeiro a reproduzir a Lua após observá-la com seu telescópio refrator.

"A Lua sempre foi um objeto científico e artístico, de observação e imaginação", explicou a curadora, Mia Fineman, durante a apresentação à imprensa da exposição, que vai até 22 de setembro.

Desde o início da fotografia, os pioneiros se interessaram pelo satélite da Terra, e em 1840 o americano John William Draper realizou o primeiro daguerreótipo detalhado do astro.

"O fascínio pela Lua e o desenvolvimento da fotografia estão ligados desde o início", apontou o diretor do Met, Max Hollein, na apresentação da exposição à imprensa.

Foram construídos telescópios especiais apenas com fins fotográficos e a fotografia astronômica se tornou uma disciplina independente.

As imagens, cada vez mais precisas, começaram a circular e a alimentar a mística em torno à Lua, que agora podemos ver de perto.

No início do século XX, o "Atlas fotográfico da Lua" de Maurice Loewy e Pierre-Henri Puiseux marcou um ponto de inflexão.

Durante 14 anos (1894-1908), os dois homens documentaram a Lua minuciosamente a partir do Observatório de Paris, onde se encontrava na época o telescópio mais poderoso do mundo.

Seu trabalho, inteiramente reproduzido no Met pela primeira vez em um museu, foi uma referência até o início da conquista do espaço, mais de meio século depois.

Na hora de preparar a viagem à Lua, a fotografia também teve uma papel determinante, disse à AFP Mia Fineman.

Sem ela "não teriam sido capazes de pousar um módulo", disse. "Necessitavam compreender a geografia (do astro) para encontrar um lugar onde pousar".

As fotos também alimentaram o imaginário do público e de artistas, romancistas, pintores e poetas. No alvorecer do cinema, Georges Méliès triunfou com "Viagem à Lua" (1902).

"É o nosso companheiro celeste mais próximo", explicou Fineman, "ao mesmo tempo próximo e distante, constante e mutante. É um paradoxo".

A artista plástica Bruna Moury apresentará ao público recifense suas mais novas obras em exposição. O vernissage acontecerá na próxima quinta-feira (4), a partir das 20h, na Casa Cultural Villa Ritinha, localizada na Rua da Soledade, no Centro do Recife. 

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"As obras surgiram a partir das minhas vivências. A inspiração vem da importância das diferenças, da necessidade de quebrar padrões. São obras feitas exclusivamente para a exposição", explica Bruna Moury. Mais de 20 obras estarão espostas no local. Pinturas a óleo, desenhos, impressões digitais e duas peças com escultura em tela integram a exposição, denominada "Hora em Azul".

O evento é gratuito e aberto ao público em geral. A Casa Cultural Villa Ritinha é um café-bistrô destinado à arte em suas várias expressões: exposições, apresentações musicais, concertos e cursos. O dono do espaço, o alemão Klaus Meyer, não conta com apoio público mas busca, com suas próprias forças e a partir dos eventos lá realizados, angariar recursos para expandir o espaço físico do local.

Serviço

Exposiçao "Hora em Azul"
Quando: Quinta-feira, 4 de julho de 2019
Horário: A partir das 20h
Onde: Casa Cultural Villa Ritinha
Endereço: R. da Soledade, 35, Boa Vista
Entrada franca

O Espaço Arteiras, fundado por ex-alunas do curso de Artes Visuais da faculdade AESO-Barros Melo, participará pela terceira vez da Feira Nacional de Negócios do Artesanato, a Fenearte. Entre os dias 3 e 14 julho, no Centro de Convenções, em Olinda, a artista Guida Marques vai apresentar na 20ª edição do evento a exposição "Pequenas Jardineiras".

Homenageando as mulheres, Guida preparou peças de cerâmica em formato de bonecas que possuem espaço para mudas de plantas. "Eu acho que, a partir da mente da mulher, florescem coisas boas, sentimentos importantes para a humanidade inteira. A mulher é linda, poderosa, empoderada e tem esse dom. Elas que inspiraram a criação das peças", explica Guida.

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 O estande estará localizado na Rua 2, Stand 73, e terá produtos à venda custando a partir de R$ 45. O ateliê Espaço Arteiras foi formado em 2012 por Tereza Goulart. No espaço, as artesãs utilizam a argila para desenvolver as peças de cerâmica.

O Ministério alemão de Relações Exteriores anunciou, neste sábado, que devolverá ao Palazzo Pitti, de Florença, um quadro de um pintor holandês roubado pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial.

"O quadro 'Vaso di Fiori' ("Vaso de flores") do pintor holandês Jan van Huysum foi devolvido à galeria de arte do Palazzo Pitti em Florença", informou a pasta em comunicado.

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Este quadro, atualmente avaliado em milhões de dólares, é um óleo sobre tela de 47 cm x 35 cm assinado por Jan van Huysum (1682-1749), pintor de renome especialista em naturezas mortas, que pertence desde 1824 à coleção do Palacio Pitti.

O "Vaso di Fiori" foi roubado em 1944 durante a ocupação nazista. Desde então, estava nas mãos de um dos herdeiros de um soldado da Wehrmacht alemã.

O alemão Eike Schmidt, diretor do Museu dos Ofícios, ao qual o Palazzo Pitti pertence, revelou em janeiro este quadro, mostrando uma cópia em preto e branco na galeria com a palavra "roubado".

"Devemos falar das sistemáticas razias da Wehrmacht. Várias ações, em especial nos últimos meses da ocupação alemã na Itália, eram destinadas a deslocar a maior quantidade de coisas possível para o norte", disse Schmidt em uma entrevista ao Die Zeit em fevereiro.

A data da restituição ainda não foi oficializada.

A "Mona Lisa", obra icônica do Louvre, será excepcionalmente deslocada durante alguns meses dentro da instituição, para uma reforma na sala em que fica exposta, anunciou o principal museu da França.

O quadro será transferido em 16 de julho para Galeria Médicis, uma das mais amplas do museu. O público poderá observar a obra a partir do dia seguinte em uma vitrine climatizada, similar ao local em que está exposto atualmente.

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O Museu do Louvre iniciou em 2014 sua maior reforma desde os anos 1980, para melhorar a gestão do fluxo - mais de 10 milhões de visitantes em 2018 - e adequar-se às novas normas de segurança.

"É o início de uma imensa reforma no interior e exterior", disse à AFP Jean-Luc Martinez, presidente do Louvre.

"A Gioconda" ou "Mona Lisa" permanece exposta normalmente na Sala dos Estados, a mais visitada do museu devido ao interesse provocado pela obra-prima de Leornardo da Vinci.

"A cada dia recebemos uma cidade inteira nesta sala", disse Martinez, em referência às dezenas de milhares de visitantes.

A reforma do espaço começou em janeiro e todas as obras foram retiradas, exceto "As Bodas de Caná" de Veronese e a "Mona Lisa". Esta retornará à sala ao final das obras, em outubro.

Exibida desde 2005 atrás de uma vitrine blindada, a "Mona Lisa" é, ao lado da "Venus de Milo" e da "Vitória de Samotrácia", uma das obras indispensáveis do maior museu do mundo.

Especialistas afirmam que a obra é frágil - os deslocamentos dentro do museu são incomuns. Foi pintada a óleo sobre uma fina placa de madeira de álamo que, com o tempo, encurvou e provocou uma fissura.

Em 1964, o quadro atravessou o Atlântico por decisão do governo francês, apesar das advertências dos curadores.

Em 1911, quando "A Gioconda" era menos célebre, um pintor italiano tirou o quadro do Louvre, escondido em seu macacão de trabalho. A obra foi encontrada dois anos mais tarde.

Nesta quinta-feira (27), o Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE-PA) abre a exposição “Pingos, Traços e Cores”, da artista plástica Endy RP, de apenas 10 anos. A exposição estará aberta a visitas a partir das 11 horas, no Espaço Cultural Conselheiro Clóvis Moraes Rêgo, no edifício sede do TCE-PA.

Com o olhar de uma menina de 10 anos, a pequena artista Endy RP tem um jeito ímpar de criar seus desenhos. As pinturas assinadas por ela transmitem o que há de mais puro e belo, a partir da inocência peculiar e característica de uma criança nessa idade. São 30 telas desenhadas com tinta, caneta e lápis de cor.

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Endy conta que a paixão pela arte começou cedo, quando tinha apenas 3 anos. A artista mirim começou a observar o trabalho do pai como artesão, e resolveu também criar a sua arte. Endy iniciou sua trajetória “expondo” desenhos nas paredes de casa, o que se tornou, também, uma diversão.

O tempo passou e, aos 7 anos, a pequena artista voltou sua imaginação para os desenhos “Anime” e o Mangá”. Desde então, com a ajuda da mãe e da irmã, ela desenvolveu seu próprio estilo.

“Minha inspiração vem das pessoas e da diversidade. Sonho ser professora de desenho e continuar minha carreira de artista”, disse a artista.

Serviço

Exposição “Pingos, Traços e Cores”, de Endy RP.

Data: 27 de junho de 2019. Horário: 11 horas.

Local: Espaço Cultural Conselheiro Clóvis Moraes Rêgo – Edifício- sede do TCE-PA (Tv. Quintino Bocaiúva, nº 1585, bairro de Nazaré).

Por Alcione Nascimento, da assessoria do TCE-PA.

A artista plástica Adriana Varejão terá pela primeira vez um conjunto significativo de sua obra exposto no Recife. A mostra "Adriana Varejão – Por uma retórica canibal" foi exibida em Salvador, entre abril e junho deste ano, e agora aporta na capital pernambucana, com abertura agendada para o dia 28 de junho, às 19h, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM), na Rua da Aurora, centro. A exposição ficará em cartaz, com visitação gratuita, até 8 de setembro, seguindo, posteriormente, para outras cidades fora do eixo Rio-São Paulo. 

Com curadoria de Luisa Duarte, a mostra faz parte de um projeto que pretende descentralizar o acesso à importante produção da artista carioca, exibindo 25 obras dos seus mais de 30 anos de trajetória, realizadas entre 1992 e 2018. Trata-se de um conjunto significativo de sua produção, que inclui trabalhos seminais como Mapa de Lopo Homem II (1992-2004), Quadro Ferido (1992) e Proposta para uma Catequese, em suas Partes I e II (1993).

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O recorte curatorial da exposição, que descortina diferentes fases de produção da artista de modo a levar um conjunto relevante de sua obra pela primeira vez ao Recife, busca enfatizar como muito antes dos estudos pós-coloniais estarem no centro do debate da arte contemporânea, Adriana Varejão já desenvolvia uma pesquisa cuja inflexão está centrada justamente em uma revisão histórica do colonialismo.

Essas questões levantadas pela artista encontram eco na história colonial pernambucana, marcada por sua forte vocação e tradição na monocultura da cana-de-açúcar no período, a presença dos holandeses e a disputa pela terra, e as revoltas insurgentes contra Portugal. O título da exposição faz referência ao vínculo da sua obra com a tradição barroca. A retórica é uma estratégia recorrente do barroco, sendo um procedimento que busca a persuasão. 

 Se o método rendeu obras e discursos suntuosos e exuberantes, a favor da narrativa cristã e do projeto de colonização europeu, a retórica canibal, ao contrário, se apresenta como um contraprograma, uma contracatequese, uma contraconquista. Trata-se de uma ruptura com as formas ocidentais modernas de pensamento e ação, em busca dos saberes locais, como o legado da antropofagi a. Saem de cena o ouro e os anjos (tão presentes em igrejas barrocas no Recife e em Salvador), entram em cena a carne e toda uma cultura marcada por uma miscigenação por vezes violenta. 

A seleção de trabalhos revela ainda a rede de influências que atravessa a obra da artista: do citado barroco à China, da azulejaria à iconografia da colonização, da história da arte à religiosa, do corpo à cerâmica, dos mapas à tatuagem, vasto é o mundo que alimenta a poética de Adriana Varejão. Ao longo da exposição comparecem trabalhos de quase todas a s séries produzidas pela artista, tais como: Proposta para uma Catequese, Línguas e cortes, Ruínas de Charques, Pratos, Azulejões e Terra Incógnita. 

"Desde os anos 1980, quando comecei a pintar e pesquisar sobre o barroco, tomei como referência várias igrejas do Recife. Algumas imagens sempre permaneceram dentro de mim e as carrego até hoje, como o altar da Basílica de Nossa Senhora do Carmo, a azulejaria do Convento de Santo Antônio, ou mesmo o teto da Igreja de Nossa Senhora da Conceição dos Militares", relembra Adriana.

A mostra vai ocupar todas as salas de exposição do MAMAM. No andar térreo, o público poderá ver a instalação em vídeo Transbarroco (2014). Nos demais andares, as outras obras serão dispostas junto com um conjunto de textos curtos, que descrevem e contextualizam cada uma delas, funcionando como ferramenta de mediação com o visitante. O público também poderá conferir um site specific da artista, que não está na seleção curatorial, mas que faz parte do acervo do museu: Panacea Phantastica (2003).

Serviço

Exposição Adriana Varejão – Por uma retórica canibal

28 de junho (abertura) | 19h às 22h

29 de junho a 8 de setembro (visitação) | De terça a sexta, das 12h às 18h / Sábados e domingos, das 13h às 17h

Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães / MAMAM Rua da Aurora, 265

Entrada gratuita

Informações pelo telefone 3355-6870

*Da assessoria

O artista plástico Marcelo Silveira vai levar sua mostra 'Compacto com pacto' ao interior do Estado. As cidades de Triunfo e Floresta recebem a exposição que conta com obras que dialogam com os dois municípios.

Em Triunfo, a mostra abriu as portas na última sexta (14), na galeria do Sesc. A mostra traz peças que passeiam pela tradição carnavalesca da cidade, os caretas, além de uma obra que dialoga com o trabalho de Seu Quadrado, artesão local que produz chicotes de couro.

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Já em Floresta, a exposição chega no dia 20 de junho, na Galeria Casa Pedra Branca. Em ambas as cidades, o artista também apresenta a intervenção sonora Tudo Certo, produzida durante uma residência artística feita pelo artista em Belo Jardim no ano de 2017.

Serviço

Compacto com pacto

Até 3 de agosto

Triunfo

Praça Dr. Artur Viana Ribeiro, 59, Alto da Boa Vista, Triunfo – PE

segunda-feira a sábado | 8h às 12h e 13h às 21h

(87) 3846-1341

 

R. Antônio Henrique da Silva, s/n - São Cristóvão, Triunfo - PE

(87) 3846-2800

 

Floresta

Casa Pedra Branca

Praça Antônio Ferraz, 141 – Centro / Floresta

Um pequeno resumo do acervo fotográfico e o relato da história factual do centenário do Colégio Alfredo Dantas (CAD), a mais antiga instituição particular de ensino de Campina Grande, foi reunido na exposição "CAD 100 anos". A mostra, que acontece de 17 a 24 de junho, será exibida no Shopping Luíza Motta, no bairro Catolé, na cidade paraibana.

De acordo com o diretor do Alfredo Dantas, o professor Paulo Loureiro, o objetivo é expandir a mostra de significativos registros do CAD para toda comunidade campinense. "Durante 100 anos nós exercemos uma enorme importância na formação educacional de milhares de pessoas que passaram pela instituição, sejam alunos ou professores. Um pouco dessa história merece e deve ser compartilhada", afirmou.

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"Durante esse período o CAD vem oferecendo, das mais diversas formas, uma valorosa contribuição à educação campinense, destacamos o papel dos professores que se dedicaram ao ensino e a formação de milhares de alunos, contribuindo de forma direta para o desenvolvimento da cidade de Campina Grande e da Paraíba", finalizou o diretor.

O Shopping fica aberto de segunda a sábado, das 9h às 20h, e no domingo, das 11h às 18h. Os interessados ainda podem acessar a exposição de forma virtual.

*Da assessoria

A exposição Tengo Lengo Tengo, que seria lançada nesta quarta-feira (13) no Museu Cais do Sertão, localizado na Avenida Alfredo Lisboa, foi adiada por conta das fortes chuvas que afetaram toda a Região Metropolitana do Recife

Em nota, a organização afirmou que a mostra acontecerá no próximo domingo (16), juntamente com o lançamento da biografia do padre João Câncio. Confira o comunicado na íntegra:

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"Em virtude das fortes chuvas que acometeram o Estado, a Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco, anuncia o adiamento da exposição Tengo Lengo Tengo, e o lançamento da biografia do padre João Câncio, que aconteceria nesta quinta a noite no Cais do Sertão. A mostra e lançamento do livro acontecerão no domingo, às 14h, mesmo dia em que acontece a Missa do Vaqueiro, no Cais do Sertão."

O Villa Cozinha de Bistrô, localizado no Shopping Tacaruna, em Olinda, resolveu juntar gastronomia e artes plásticas. Inaugurada no último dia 6, a exposição "Eu Vi Lá", dos artistas Sandro Maciel e Fábio Rafael, segue até o próximo dia 30 com os trabalhos espalhados por todo o ambiente do restaurante.

Batizado "Nossos Artistas", o projeto abraçado pelo chef Joca Pontes recebeu a curadoria de Márcia Cabral. A mostra de Sandro e Fábio transporta uma narrativa contra a velocidade, e que são apresentadas através de pinturas oscilantes. 

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Olindense, Sandro Maciel realiza os seus trabalhos inspirados no mundo lúdico de brincadeiras infantis, além de combinar imagens de paisagens de pontos de Pernambuco. Já Fábio Rafael atua nas mais diversas linguagens artísticas, como pintura, desenho, gravura, objetos, fotografias e performance. 

Serviço

Exposição "Eu Vi Lá"

Até 30 de junho | 19h

Villa Cozinha de Bistrô – Shopping Tacaruna

Paisagens do subúrbio do Recife, do sertão e agreste pernambucanos dão forma à exposição O Silêncio do Bairro, do artista plástico Maurício Arraes. A mostra fica em cartaz na Arte Plural Galeria até o dia 10 de agosto.

Com mais de 50 anos de experiência nas artes plásticas, Arraes passou os últimos três trabalhando em O Silêncio do Bairro. A mostra conta com 32 quadros que se pretendem a refletir espaços e pessoas do cotidiano de maneira diferente.

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As obras se dividem entre pinturas em tela acrílica e desenhos, com quadros menores de 30x60 cm, até painéis de 1,70x1m. São várias cenas do dia a dia, com construções, figuras humanas, momentos corriqueiros na busca da revelação de sentimentos e emoções.

Desde sua venda pelo valor recorde de 450 milhões de dólares, o paradeiro de "Salvator Mundi", atribuída a Leonardo da Vinci, se tornou um dos maiores mistérios do mundo da arte.

Mas nesta segunda-feira, o marchand de Londres Kenny Schachter deu algumas pistas ao site Artnews: a pintura estaria no gigantesco iate do herdeiro da coroa saudita, príncipe Mohamed bin Salman.

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Desde sua venda pelo preço recorde, em 2017 na Casa Christie's, a pintura jamais foi exibida em público, o que gerou especulações sobre seu proprietário, paradeiro e autenticidade.

Muitos especialistas em arte debatem se a obra é realmente de Leonardo ou se foi pintada por um de seus alunos.

Segundo o Wall Street Journal, a obra foi arrematada pelo príncipe saudita Badr bin Abdullah, que teria agido em nome do herdeiro da coroa, conhecido por suas iniciais MBS.

Riad jamais confirmou ou negou a informação.

Schachter escreveu que "nas turvas águas do Oriente Médio, nada é claro como o cristal", mas citando várias fontes, incluindo dois envolvidos na venda, o marchand garantiu que a pintura "foi levada no meio da noite, no avião de MBS, e colocada em seu iate".

Mais adiante, Schachter escreveu que a obra permanecerá a bordo do enorme iate até que seja levada à localidade de Al-Ula, que a Arábia Saudita pretende transformar em um polo cultural e turístico.

Em um cotidiano que acaba exigindo cada dia mais - desempenho, velocidade, comunicação -, onde o tempo parece ficar comprimido frente às crescentes demandas, cada indivíduo procura um refúgio, um lugar seguro de escape, onde o não-pensar possibilite um desacelerar, uma oxigenação que alimente e revigore os processos de existência e criação.

Foi nesse espaço que o artista contemporâneo Guto Barros se dedicou à produção de colagens, agora selecionadas e reunidas na exposição "Refugo", que será aberta ao público no dia 18 de junho, no ZV Tattoo e Galeria, que fica na Galeria Joana D'Arc, no Pina. Em "Refugo" - que conta com curadoria da artista visual e arteterapeuta Camila Sobreira e do artista visual e tatuador Nando Zevê - o público irá conhecer cerca de 60 obras.

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As colagens, criadas por Guto entre 2016 e 2019, estarão lado a lado com projetos tatuáveis, adaptações da arte abstrata encontrada no trabalho de Barros, promovendo o diálogo da tatuagem enquanto linguagem das artes visuais - proposta do ZV Tattoo e Galeria. Apaixonado pelos grandes murais, telas e painéis, Augusto foi buscar nas colagens as pequenas dimensões que lhe desafiaram o criar. Sua matéria prima era o que sobrava de material e pensamento.

Escritor de Graffiti, mestre em Teoria da Arte, professor de História e Teoria da Arte e doutorando em Design, profundamente marcado pela vivência acadêmica, Guto encontrou nos procedimentos técnicos as ferramentas para o seu processo criativo do escape, do não pensar.

Ao mesmo tempo caótico e metódico, Augusto coleciona recortes de jornais e revistas - devidamente catalogados - onde sobrepõe imagens e experiências do inconsciente, produzindo o que hoje considera serem paisagens imaginárias. "O meu trabalho abstrato, já há alguns anos, tem essa vontade de ser mapa, de ser paisagem, por conta da minha relação com as minhas experiências de cidade, das minhas andadas, da minha vontade de fazer grafitti", conta.

E completa: "E eu gosto de imaginar espaços quando estou fazendo as minhas obras. Essas colagens elas remetem um pouco a caminho, pavimento, rotas. A paisagem remete um pouco à fuga, a sair dessa realidade e construir paisagens, mapas imaginários, relações imaginárias, e isso vai se alimentando".

Tatoo

A tatuagem entrou como linguagem do processo artístico de Augusto a partir do desejo de explorar o corpo enquanto território, plataforma de mapeamento e percepção dos espaços. "Os situacionistas propunham construir mapas de acordo com a realidade percebida por cada indivíduo e desejo muito conseguir traduzir esse tipo de experiência na tattoo", diz Barros, que começou a trabalhar na pele enquanto suporte para a criação artística no final de 2017.

Para "Refugo", o artista encarou ainda o desafio de adaptar o seu trabalho abstrato para a pele. As obras foram redesenhadas, a partir das colagens, pensando nas especificidades do corpo. "A abstração do meu trabalho, na colagem, exige uma adaptação para a tattoo. Tem elementos dessas imagens que têm a ver com a textura do papel, com a tela branca, e precisam ser adaptados para acompanhar a cor da pele, o desenho do corpo, o espaço onde vai ser aplicado", explica Guto.

A exposição "Refugo" ficará aberta ao público até XX de agosto, e o acesso é aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 14h às 21h. Quem se interessar em tatuar alguma das obras da exposição, deve agendar através do e-mail do artista.

Serviço

Abertura da exposição "Refugo", de Augusto Barros

18 de junho | 19h

Galeria Joana D'Arc, Avenida Herculano Bandeira, Pina

Visitação da exposição: até 18 de agosto, de segunda a sexta-feira, das 14 às 21h

*Da assessoria

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