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O Outback Steakhouse e o KitKat se juntam em uma parceria cheia de sabor e lançam uma sobremesa exclusiva que ficará por tempo limitado no menu do restaurante de temática australiana: S'mores Outback. O mix incrível que combina cookies com gotas de chocolate, uma surpreendente pasta cremosa de KitKat, marshmallow gratinado, calda de chocolate Outback e mais KitKat para finalizar estará disponível em todos os restaurantes Outback do Brasil e também no delivery via iFood.

A novidade custa R$ 29,90 e fica por tempo limitado, só em outubro ou enquanto durarem os estoques. As marcas estão juntas com a proposta de estender a celebração do Dia da Sobremesa e levar até os clientes mais um lançamento capaz de quebrar a rotina.

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"Queremos que as pessoas deem um #break com um #MomentoOutback. Estamos aproveitando o Dia da Sobremesa para oferecer aos nossos fãs um punch de diversão e descompressão, por meio desse feat delicioso com um dos chocolates mais amados no mundo, o KitKat. Temos certeza de que S’mores Outback possui um sabor diferenciado que proporcionará uma experiência inesquecível para os lovers das duas marcas", destaca Renata Lamarco, diretora de marketing do Outback Brasil.

*Da assessoria

Descobrir a origem de pratos e alimentos é sempre um mistério. Há muitos séculos, viagens marítimas levaram de um continente a outro ingredientes e especiarias. A partir daí, cozinheiros e cozinheiras misturam ingredientes e criaram refeições com influências de muitos lugares. Atualmente, já não são mais necessárias as viagens marítimas para que as trocas entre experiências culinárias aconteçam.

Algumas pessoas, por exemplo, não sabem que a receita de creme belga tem origens no país europeu, cuja capital é a bela Bruxelas. A cidade, com pouco mais de 11 milhões de habitantes, tem outros doces incrivelmente bons e que poucas pessoas sabem da sua origem. Aqui vai uma lista com seis guloseimas criadas na Bélgica para você se deliciar na próxima vez que visitar o país.

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1) Liers vlaaike

Uma das sobremesas belgas mais famosas, esta massa recheada doce em forma de torta é preparada exclusivamente na cidade de Lier. O delicioso Liers vlaaike consiste em uma crosta fina de patê brisée recheada com um purê cremoso e espesso - a base é uma crosta típica de torta de biscoito sem açúcar, enquanto o recheio consiste em migalhas de pão grosso, leite e farinha. O sabor picante das tortas vlaaike vem de uma combinação secreta de especiarias, incluindo canela, cravo, noz-moscada e coentro. Acredita-se que a receita original tenha mais de 300 anos, o que torna o Liers vlaaike um dos mais antigos do país.

2) Gaufres à la flamande

Esse waffle é um produto tradicional belga que consiste em farinha, fermento, manteiga, leite, ovos, sal e açúcar baunilha. Ao contrário do waffle de Bruxelas e Liège, a variedade oriunda da região Flamenca do país é geralmente consumida sem qualquer cobertura depois de esfriar. Recomenda-se preparar os waffles em grandes lotes, pois podem ser preservados por algumas semanas se armazenados adequadamente.

3) La dame blanche

La dame blanche é uma sobremesa doce da Bélgica, composta por sorvete de baunilha, chantilly e uma calda de chocolate quente feita com chocolate, creme e manteiga. A sobremesa, que compartilha seu nome com uma famosa ópera francesa baseada nas obras do escritor escocês Sir Walter Scott, é comumente encontrada na maioria dos restaurantes belgas. Cherish Raspberry, uma cerveja belga, é um acompanhamento perfeito para esta sobremesa clássica.

4) Couque de Dinant

O Couque de Dinant é um biscoito tradicional belga, famoso por sua textura extra-dura, tanto que tradicionalmente é dado aos bebês para fortalecer a dentição. Sua textura de rachar os dentes é obtida assando os biscoitos em temperaturas extremamente altas (300°C). Esses biscoitos doces consistem em apenas dois ingredientes - farinha de trigo e mel em quantidades iguais. O mel carameliza e endurece à medida que os biscoitos esfriam, por isso não é recomendável mordê-los - eles devem ser quebrados em pedaços para que possam derreter na boca. A história do couque de Dinant remonta a um saboroso bolo romano. Com o tempo, as partes salgadas do bolo foram deixadas de fora da receita, deixando os consumidores com um biscoito duro e doce que conhecemos hoje. Essa sobremesa é comummente utilizada em enfeites de árvore de Natal.

5) Galettes Campinoises

Também conhecido como Kempense galetten, esses saborosos waffles são mais populares na Bélgica. Eles são caracterizados por uma textura dura e crocante. Após o consumo, os waffles tornam-se quebradiços e amanteigados na boca. Apesar do nome, as galettes não devem ser confundidas com as galettes francesas, que são essencialmente saborosas panquecas de trigo.

6) Geraardsbergse mattentaart

Uma sobremesa típica da Flandres Oriental, o mattentaart é uma pequena torta de massa folhada com um recheio de coalhada de queijo com sabor de amêndoa chamado mattenbrij. Essas deliciosas tortas são tradicionalmente feitas na cidade de Geraardsbergen, e sua produção depende muito dos produtos lácteos da área de Geraardsbergen, já que mattentaarts genuínos são preparados usando apenas leite fresco e manteiga Embora as origens do mattentaart remontem à Idade Média, a receita mais antiga conhecida foi encontrada no primeiro livro de receitas em holandês, escrito e publicado em 1514 por Thomas van Der Noot. Mais tarde, os famosos mattentaarts foram até mesmo retratados pelo pintor e gravador da Renascença na Bélgica Pieter Bruegel, em sua pintura de 1567, intitulada "O Casamento do Camponês".

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Especialistas e pesquisadores de vinho, em parceria com professores da UNAMA - Universidade da Amazônia, criaram a roda amazônica de aromas do vinho, que mostra vários componentes presentes nos vinhos regionais, como especiarias, madeiras, frutos, minerais, vegetais, fermentações etc. A roda será usada nas aulas do curso de Gastronomia da UNAMA e também por degustadores e especialistas.

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Tatiany Falcão, especialista em vinho e uma das criadoras da roda, informou que a pesquisa técnica sobre os componentes da bebida já é antiga no mundo, porém existia a necessidade de trazer essa análise para a região amazônica, por ela ter o repertório aromático e a tipicidade completamente diferentes do que se estuda no mundo do vinho.

Nígima Amorim, sommelier e também criadora da roda, disse que a ideia surgiu em cursos de degustação. "Desde os momentos em que a gente participava de cursos de degustação, quando a gente sentia os frutos amazônicos na taça e via as pessoas que participavam dizendo que também sentiam. Muitas vezes eram aromas que não eram considerados válidos e isso incomodava muito a gente. Por que não é considerado válido se eu estou sentindo?", questiona .

Após isso, Nígima conversou com profissionais de outros ramos, como agrônomos, enólogos e engenheiros de alimentos, para ver se as dúvidas dela faziam sentido e todos concordaram. Ter essa aprovação foi o que motivou Nígima e Tatiany a pesquisarem sobre os componentes amazônicos no vinho. Elas analisaram cada fruta da região, como açaí, bacuri, cupuaçu, tucumã, uxi, e acharam os mesmos componentes das frutas nos vinhos.

"A roda representa um instrumento para a prática da técnica de degustação, principalmente para as pessoas que têm menor experiência e menor memória olfativa que remeta a esses alimentos mais específicos da nossa região", explica Keilla Cardoso, professora de enofilia no curso de Gastronomia da UNAMA. Segundo ela, muitos alunos entram no curso de Gastronomia sem percepção nenhuma da identificação de famílias de aromas e a roda servirá para nortear essas técnicas sensoriais, além de incentivar a pesquisa na temática de vinho voltada para a Amazônia.

Por Ana Luiza Imbelloni.

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A primavera começou nesta terça-feira (22). Conhecida como a estação das flores, a temporada também é famosa pela variedade de vegetais ricos em nutrientes e cores. Frutas da época, como acerola, coco, laranja, manga e mexerica, além de verduras e legumes, como abóbora, almeirão, cenoura, couve e espinafre, são alguns dos itens de consumo mais recomendados pelos especialistas para o período.

Por isso, o LeiaJá mostra algumas receitas que envolvem as delícias da estação. Confira:

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Salada de Legumes e Flores Comestíveis

A marca de alimentos saudáveis Liv Up aproveitou a chegada da estação para incluir mais uma opção natural em seus produtos. A empresa oferece saladas constituídas de legumes que fazem parte do cardápio dos brasileiros e aposta nas plantas alimentícias não-convencionais para apresentar maior variedade ao paladar. As flores comestíveis, como o Amor Perfeito e a Calêndula, se misturam a itens conhecidos, como brócolis e couve-flor, e, assim, compõem pratos repletos de nutrientes e equilíbrio durante a primavera. Saiba mais em www.livup.com.br.

Comida Havaiana

O clima da primavera requer uma alimentação leve e balanceada. A franquia de restaurantes havaianos Let’s Poke, na capital paulista, oferece opções que combinam com o frescor da época. Um dos destaques é o Salmão Spicy (R$ 49,50) com arroz japonês temperado (shari) com furikake, molho tradicional, salmão em cubos marinado com toque de cebola, cebolinha, gengibre, especiarias e maionese, acompanhado de lichia, crispy de couve, pitaya, manga, cream cheese com toque de limão e crocante de bifum. Saiba mais em www.letspoke.com.br.

Sanduíche vegano

Para se adaptar ao período mais colorido do ano, a Cantagalo Burger, na região leste de São Paulo, oferece o Vegan Burger (R$ 29). A opção de recheio vegano é feito com cogumelos, ervas e grão de bico. Além disso, o prato é acompanhado de alface americana, fatias de tomate, cebola roxa e maionese vegana da casa, servido no pão brioche. Para saborear o sanduba natural, a hamburgueria oferece uma porção de fritas individual. Saiba mais em www.cantagaloburger.com.br.

Caiçara

O bistrô Nonna Lilla oferece uma receita leve e que combina com a alta das temperaturas durante a primavera. A novidade do cardápio do restaurante da Vila Carrão, na zona leste paulistana, é o Caiçara. A iguaria é uma salada de batatas com raspas de limão siciliano e farofa de granola com banana. A refeição pode ser acompanhada por carne branca ou vermelha (frango, R$ 39, e filet mignon, R$ 49) e peixes (St. Peter, R$ 49, ou salmão, R$ 55). Saiba mais em www.bistrononnalilla.com.

Senhor Pudim

Depois de experimentar uma (ou todas) dessas delícias, nada melhor do que os doces, que também entraram no clima da estação. De setembro a dezembro, a confeitaria Senhor Pudim, com duas unidades na zona sul de São Paulo, oferece receitas notáveis de pudins florais e refrescantes. Entre os itens, estão opções de sobremesas nos sabores Água de Rosas, Flor de Laranjeira e Lavanda. No cardápio, são mais de 20 itens assinados pelo chef confeiteiro Marcos André Martins, com preços que variam de R$ 13 a R$ 142. Saiba mais em www.senhorpudim.com.

Abdo Vila Nova, chef de cozinha e gestor de restaurantes do Recife como Castelus, Grupo Spettus e Dom Black, lança em carreira solo o Chegow, comida boa na caixinha. Com a proposta de levar alimentos frescos, com ingredientes selecionados e sabor à mesa para todos, o Chegow valoriza o melhor da comida brasileira.

"Quis focar no momento bom de almoço com a família, mas também nos trabalhadores que estão no escritório ou fazendo home office e que merecem uma comida mais caprichada, com aquele toque do chef", explica Abdo. O cardápio é variado.

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Tem carne, frango, pescados e camarão, porco e cordeiro, sobrando espaço até para pratos 'estrangeiros', mas que já caíram no gosto do brasileiro, como a famosa Parmê - que pode ser de carne ou frango - ou ainda o prato típico espanhol, mas adaptado com o nosso tempero, a Paella Pernambucana (camarão, carne de sol, frango e calabresa, puxados com verduras, leite de coco, cheiro verde matuto e açafrão).

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Os nomes dos pratos são um show de criatividade: Filé Suíno Amostrado (empanado e servido com teriyaki de mel engenho, xerém e couve crispy), Camarão La Belle de Jour (camarão puxado no molho a base de leite de coco e tomates, pimenta de cheiro e cebolinho envolvido na massa penne), Ragu Fuxiqueiro (ragu de carne de panela com calabresa, carne cozida lentamente até desfiar com calabresa e xerém), Carne a tiro de badoque (carne fatiada e chapeada com manteiga de garrafa acebolada, cubos de macaxeira frita e arroz cremoso), Galinha à laranja solta na bagaceira (galinha guisada lentamente com molho de laranja e arroz de quiabo frito e milho), entre outros.

Outra opção é o PF do Brasil, com feijão caseiro, farofa, arroz, frango ou carne, além do Baião de Dois do Seu Jeito, que você escolhe a proteína e até seis acompanhamentos. "Meu desejo é atender a todos, oferecer o melhor da nossa gastronomia, para mostrar que é possível comer bem, saborear uma comida de qualidade, gastando pouco, com valores equivalentes aos da Praça de Alimentação de shoppings, por exemplo", revelou o chef.

Com preços a partir de R$ 19,90, o Chegow tem porções CF (com fome), que pesa em média 400g, e CMF (com muita fome), pesando cerca de 700g, além da promoção do dia e ainda três opções de sobremesas: Cheesecake de doce de leite com paçoca no pote (R$ 12), Abacaxi com mel de engenho (R$ 7) e Brownie (R$ 9). A entrega é grátis e atende toda a área da Zona Norte, Pina e Boa Viagem (até o Segundo Jardim). Os pedidos podem ser feitos no site do Chegow.

*Da assessoria

Criado por um alemão que resolveu rechear o pão com uma salsicha, iguaria bastante apreciada no país europeu, o cachorro-quente, celebrado na última quarta-feira (9), virou mania nas ruas de Nova York (EUA) no fim do século XIX. De lá para cá, o lanche, que tinha como acompanhamento apenas o molho de mostarda, ganhou outros complementos na receita e faz sucesso em diversas partes do mundo.

No Brasil, o cachorro-quente ganhou o acréscimo de itens como purê de batata, molho vinagrete, milho, ervilha, batata palha, queijo cheddar, entre outros condimentos que transformaram a iguaria em uma verdadeira refeição. Ainda há quem prefira saborear o hot-dog tradicional, mas com a correria do trabalho e os demais afazeres do dia, o famoso "dogão" acaba sendo uma boa opção.

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O Supreme Dog, da rede paulistana Busger | Foto: Divulgação

Para Rodrigo Arjonas, sócio-fundador da rede paulistana de hamburguerias Busger, a iguaria conquistou o mundo pela simplicidade. "É um lanche que não requer muitos ingredientes para o preparo e nem para o consumo. Atinge todas as idades, agrada aos mais variados paladares e pode ser considerada uma refeição que sustenta", ressalta.

Embora aposte na tradição e no trivial, Arjonas cita que os clientes têm o preferido. "O Supreme Dog, feito no pão de brioche, com salsicha Frankfurt preparada na churrasqueira, acompanhada da nossa maionese verde artesanal. O sanduba recebe uma dose caprichada de catupiry e bacon triturado, a combinação entre salsicha e bacon fica super saborosa", garante o proprietário que aponta o equilíbrio dos sabores como grande diferencial do cachorro-quente da rede.

Outro restaurante que aposta no hot-dog como opção no cardápio é a rede Bullguer. Instalada em várias regiões do país, a hamburgueria também tem uma das receitas prediletas da clientela, como explica Cátia Moura, gerente de marketing da rede. "O nosso Bulldog é o preferido. Acreditamos que pelo fato de ter o diferencial do bacon enrolado na salsinha húngara e o frescor do sabor com a salada de repolho", explica. De acordo com ela, a possibilidade de oferecer uma refeição completa em apenas um item tem explicação. "Certamente uma combinação com produtos de qualidade e uma boa pitada de sabor", fala Cátia.

Lanche Nutritivo

Para a nutricionista e health coach Tâmara Borges, o cachorro-quente pode ser considerado um alimento substancioso pelo equilíbrio da composição do lanche, mas é preciso que o consumidor atente ao baixo teor de nutrientes. "O lanche tradicional fornece principalmente dois macronutrientes: o carboidrato do pão e a proteína do recheio. A grande questão é a baixa presença de vitaminas e minerais tornando o alimento pobre em micronutrientes que encontramos legumes e verduras", aponta.

A especialista ainda alerta para a quantidade de produtos que podem não ser benéficos se consumidos em grandes quantidades. "O excesso de farinhas refinadas e substâncias químicas nocivas como nitrito e nitrato, presentes na salsicha, são associados à maior incidência de câncer e os complementos ricos em gorduras saturadas como a maionese", indica.

Ainda segundo Tâmara, o preparo caseiro do sanduíche pode trazer versões mais saudáveis para a degustação. "É sempre bom incentivar o preparo de alimentos em casa e, neste caso, muitas adaptações podem ser feitas como o uso de pães integrais, um recheio feito de carnes magras, além da adição de cenoura em cubos e a salada que acrescenta micronutrientes e fibras ao lanche fazendo dele uma excelente opção para adultos e crianças", completa.

O isolamento social tem feito com que muitas pessoas repensem ou ressignifiquem seus trabalhos. Esse foi o caso da americana Lucy Pollock, que aos 97 anos decidiu abrir seu próprio canal de culinária no Youtube, o Nona Cocina.

A ideia ganhou forma através de uma live no Facebook, em que a idosa, acompanhada de sua filha Mary Ellen Raneri, aceitou a sugestão de uma amiga e decidiu criar um canal para compartilhar seus dotes culinários.

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No primeiro vídeo publicado, Lucy ensina seus espectadores a fazer ovos de páscoa. Com o viral de seu vídeo e o sucesso imediato, a senhora voltou para apresentar uma nova receita: bolinhos de nozes.

Bem à vontade em frente às câmeras, a maior preocupação de Lucy não é com a fama, mas sim com a qualidade de seus produtos, como afirma sua filha. “Perguntei qual era a parte mais difícil das filmagens e ela disse: Nada. Eu estava mais preocupada com o fermento. As pessoas tendem a superaquecer a água. Minha mãe bateu na nossa cabeça para não superaquecer a água e queimar o fermento”, conta Mary Ellen.

Com macetes que atravessam décadas e sabedoria admirável, suas receitas, como ela própria afirmou, carregam um elemento de nostalgia e conforto. “São as receitas antiquadas que você não encontra mais. Minhas receitas são muito preciosas – para mim são inestimáveis”, completou.

Desde os primórdios das redes sociais, uma coisa não falta nos posts do Méqui: gente pedindo para ser patrocinada pela marca. São comentários como "Mecão, me patrocina, nunca te pedi nada" ou "Méqui, me patrocina e manda lanche, é meu sonho" que motivaram o McDonald's a atender esse pedido frequente dos consumidores. E quem postou nas plataformas algum comentário desse tipo, vai poder resgatar um sanduíche de graça no balcão ou no Drive-Thru dos restaurantes da rede.

Garantir o cupom que dá direito ao sanduíche será fácil. Basta enviar o link da publicação que pede o patrocínio para o Méqui Zap, canal da rede no WhatsApp. O acesso pode ser feito pelo link ou adicionando o número (11) 3230-3223 aos contatos. Vale lembrar que os posts devem ter sido publicados até o dia 19 de agosto de 2020. Os links podem ser enviados até a próxima segunda-feira (31) e será possível pegar o hambúrguer Quarterão até 7 de setembro.

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"Ao longo do tempo, percebemos que milhares de pessoas nos enviam pedidos de patrocínio nas redes sociais e não tinha como ignorarmos esse movimento crescente. É uma forma de retribuirmos o carinho desses consumidores de forma simples e divertida, por meio do nosso Méqui Zap. E ainda vamos patrocinar um monte de promoções imperdíveis durante a semana inteira, assim, todo mundo vai poder matar a fome de Méqui, gastando pouco", explica João Branco, CMO do McDonald's Brasil.

*Da assessoria

A McDonald's decidiu vender, em uma edição limitada, o famoso 'molho especial' do Big Mac. A venda terá início a partir de 1° de setembro, nas redes, em todo o Brasil. O produto poderá ser adquirido em potes de 23 gramas, custando R$ 2,90 ou em frascos de 190 gramas, no valor de R$ 15,90.

De acordo com a empresa de fastfood, a quantidade vendida por cliente será limitada, para que mais consumidores possa ser atendidos, já que a quantidade de itens produzidos não foi grande.

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Está é a segunda vez que o molho é comercializado separadamente pela McDonald's. Em 2015 a empresa vendeu cem potes do 'molho especial' em uma ação online do McDia Feliz. O valor do produto chegou a R$ 1 mil, no último lote vendido.

Desde o início da pandemia do coronavírus, a TV Globo suspendeu as novelas que estavam no ar e resolveu reprisar sucessos já conhecidos do público. Entre os títulos escolhidos está Fina Estampa, de Aguinaldo Silva, exibida originalmente entre 2011 e 2012. Mas a trama vem gerando repercussão nos últimos dias não pela história, mas por polêmicas envolvendo o elenco.

Recentemente, Aguinaldo rebateu os comentários do ator Marcos Pigossi, que durante uma live no Instagram falou que Fina Estampa não deveria estar no ar. Ao contrário de Pigossi, uma das atrizes principais do folhetim resolveu exaltar a sua personagem. Em entrevista ao colunista Flávio Ricco, do site R7, Christiane Torloni rasgou seda para a vilã Tereza Cristina.

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"Eu estou assistindo e me divertindo com a trama. Fazer parte dessa história foi uma grande oportunidade. Durante a novela, as pessoas se divertiam muito com a personagem e elogiavam a composição. O fato de estar fazendo comédia também foi importante, porque também surpreendi com essa faceta do meu trabalho", disse.

Torloni ainda afirmou que o seu papel na novela é de grande importância para a sua carreira: "Ela é uma vilã que vai se tornando apaixonante para o público. Um bom texto como o de 'Fina Estampa' faz uma personagem ser muito mais saborosa e eu tenho muito carinho por esse trabalho".

O Recife perde mais uma casa noturna durante a pandemia do novo coronavírus. Na última sexta (13), o Armazém Centenário, localizado na rua Barão de Itamaracá, no bairro do Espinheiro, na Zona Norte do Recife, anunciou, em suas redes sociais, que fechará as portas em definitivo. O bar funcionou por cinco anos, ficando conhecido pelas noites de quinta-feira, sempre de casa cheia.

“As noites nunca mais serão as mesmas. O Centenário marcou a noite do Recife de uma forma incontestável. Tudo na base do beijo, na base do amor. Sem disse-me-disse. O tempo parado por conta da pandemia nos atingiu em cheio e não teremos pernas para voltar com o antigo formato o qual consideramos ideal para o nosso público”, diz a nota de despedida.

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De acordo com um dos sócios do Armazém Centenário, Mário Telles, o objetivo da gestão é o de repassar o ponto para outros empreendedores interessados em manter o estabelecimento funcionando. “A gente está dando prioridade a quem queira realmente continuar com um bar ou mesmo com o próprio Armazém Centenário. Já apareceram alguns interessados, com os quais ficamos de sentar para conversar na próxima semana”, frisa Telles.

O empresário informou que, apesar da autorização para reabertura, o bar “não tinha mais gás para se manter funcionando”, depois de cinco meses fechado e sem faturamento. “Ficaram algumas coisas atrasadas, como o aluguel, o espaço era relativamente pequeno e agora há uma limitação ao número de pessoas, sem previsão de retorno à normalidade. De toda forma, a gente também não concordaria com uma reabertura nesse momento da pandemia”, lamenta Telles.

Nos dias atuais, além da elegância do traje e a habilidade de equilibrar alimentos e bebidas, o trabalho de um garçom tem sido fundamental para a boa relação entre o estabelecimento e o público consumidor. Contudo, a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) fez com que muitas incertezas passassem a rondar o imaginário desses profissionais.

A crise chegou e atrapalhou alguns planos do garçom Michell Saraiva, 37 anos, que, além de se manter empregado no Badaró Art Café, no Centro de São Paulo, aproveitava os finais de semana para levantar valores extras em um clube de tênis da cidade. "Senti o efeito da crise com a perda desse serviço por fora. Lá, eu conseguia ganhar quase R$ 1 mil aos sábados e domingos. Então tive que parar a reforma em casa", lamenta ele, que está na função há 19 anos.

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O garçom Michell Saraiva, do Badaró Art Café | Foto: Arquivo Pessoal

Mesmo comemorando a permanência dos companheiros na cafeteria em que atua, o garçom sente falta do movimento intenso. "Entramos pela manhã e trabalhamos até às 16h. Porém quase não temos clientes. É uma rotina monótona e triste", comenta o garçom, que afirma o uso constante de máscara e álcool em gel para não correr riscos de contágio durante o expediente. Para Saraiva, a profissão pode ser comparada ao ofício praticado por artistas de renome. "Ser garçom é ser ator, pois quase nunca podemos expressar o que realmente sentimos e, mesmo tristes, mostramos um belo e largo sorriso no rosto", conclui.

Novos hábitos no expediente

A preocupação com o desemprego atingiu alguns familiares que atuam na mesma área e chegou a assustar a garçonete Marli Barbosa, 39 anos. No entanto, ela conta que os donos do bar em que trabalha há meia década fizeram questão de manter os funcionários cientes de que não haveria demissão. "Ficava preocupada se ia continuar conseguindo pagar as contas que não paravam de chegar, mas eles gravaram vídeos e nos avisaram que o nosso trabalho seria mantido", cita a garçonete de O Pasquim Bar e Prosa, na Vila Madalena, zona oeste paulistana.

A autorização de reabertura dos estabelecimentos, anunciada pelo governo do estado no final de julho, fez com que a realidade do bar mudasse bastante. "Medimos a temperatura sempre ao entrar, trocamos as máscaras durante expediente, pedimos para os clientes não circularem pelo salão sem máscara, e eles têm sido compreensivos. É um zelo pela proteção nossa e deles", conta Marli.

Embora tema o contágio, a garçonete está confiante com o retorno gradativo. "Temos medo por saber que a doença é perigosa, mas seguimos todas as normas para conviver com essa situação e entendo que dá para voltarmos aos poucos se todos tomarem os cuidados".

Dos eventos para a bandeja

A garçonete Juliana de Oliveira, 25 anos, deixou de trabalhar com eventos para se dedicar a servir na Vero Coquetelaria e Cozinha, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, em setembro de 2019. Para ela, o "normal" do pré-pandemia é coisa do passado. "Acho que o que era antes não veremos mais, pois por mais que voltamos a estar próximos dos clientes, hoje temos cuidados que não existiam antes da pandemia e que são necessários para o bem estar de todos", aponta.

A garçonete Juliana de Oliveira, da Vero Coquetelaria e Cozinha | Foto: Arquivo Pessoal

De acordo com Juliana, além de assegurar o emprego dos funcionários e seguir à risca as recomendações sanitárias, a assepsia do ambiente em que atua a faz ter mais medo de contágio pela Covid-19 no trajeto de ida e volta no transporte público. "Tenho mais receio do caminho de casa até o trabalho, com a condução lotada e a falta de consciência de várias pessoas, mesmo que tentamos tomar o máximo de cuidados possíveis", reflete.

Embora os riscos sejam iminentes em meio a uma crise de saúde, Juliana afirma que aproveita a experiência em lidar com o público para oferecer muito mais do que refeições e bebidas neste momento crítico. "É uma profissão que eu criei muito carinho e o que faço vai muito além de servir. Estou proporcionando momentos e sorrisos para as pessoas", declara a garçonete, que se sente lisonjeada quando recebe elogios da clientela em recados colados na parede do bar. "São atitudes simples como essa que fazem perceber que estou no caminho certo e fazendo um bom trabalho", finaliza.

Ouvimos dizer que cerveja, futebol e carnaval são as principais paixões do brasileiro. Só que nessa preferência dá para incluir também um item que está presente em diversos lares. O café, conhecido pelo aroma aconchegante, sempre cai bem para as pessoas que não dispensam apreciá-lo a qualquer hora do dia. Mas antes de saborear a bebida, será que já nos importamos sobre a sua história?

Em parceria com o LeiaJá, a jornalista Anamaria Melo, que administra no Instagram o @cafesrecife, selecionou dez curiosidades interessantes e necessárias sobre o café. Como surgiu? Qual o país que mais consome o produto? Existe um preparo ideal? Confira abaixo as respostas para esses questionamentos.

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1 - O café foi descoberto há pelo menos mil anos. Não se sabe exatamente qual a sua origem, mas muitos acreditam que o surgimento se deu na África Ocidental. Pastores itinerantes da África misturavam grãos de café com gordura e temperos para preparar "barrinhas energéticas".

2 - A indústria do café utiliza a degustação, como acontece com os vinhos, para medir e controlar a qualidade dos grãos. O café normalmente é classificado em uma escala de 0 a 100. São considerados cafés especiais aqueles com pontuação acima de 80.

3 - Dizem que Francisco de Melo Palheta foi quem trouxe ao Pará, em 1727, as primeiras plantas de café. Ele havia sido incumbido da missão de verificar problemas de demarcação na fronteira entre o Brasil e a Guiana Francesa. Durante a missão, ele teria se apaixonado pela esposa do governador da capital de Guiana Francesa, Madame D'Orvilliers. Ela teria dado sementes de café a Palheta, que retornou ao Brasil com elas.

4 - O café é uma bebida estimulante, porque a cafeína impede que uma substância química denominada adenosina conecte-se com seus receptores e provoque sonolência. Esse bloqueio também leva a uma produção de adrenalina, o que aumenta a disposição de quem bebe.

5 - Um dos principais países produtores de café do mundo, a Colômbia tem café que costumam ser ricos e encorpados. Alguns agricultores colhem os frutos apenas entre setembro e dezembro.

6 - O Brasil é o maior produtor de café do mundo. No país, cultiva-se principalmente o café Arábica, nas variedades Mundo Novo e Icatu, entre outras. O Brasil consome cerca de 50% do café que produz.

7 - O café pode ser harmonizado com outras bebidas, grãos, frutos, ervas e laticínios para gerar experiências sensoriais incríveis. Uma sugestão é o latte de figo e amêndoas (250 ml de leite vaporizado + 1 colher de chá de essência de amêndoa + 5 gotas de xarope de figo + 100 ml de café).

8 -  Os principais inimigos do café são oxigênio, calor, luz, umidade e odores fortes. Por isso, não é recomendado armazenar o café em geladeira, por exemplo. O ideal é armazenar os grãos em uma embalagem hermética, em local seco e escuro, longe de odores fortes.

9 - A duração da planta de café é, em média, de 20 a 30 anos, podendo chegar a 80. O ciclo de vida da planta tem, em linhas gerais, três fases: crescimento, fase produtiva e declínio.

10 - O café cresce em diversos tipos de solo, mas o terreno mais adequado para o cultivo deve ter uma quantidade equilibrada de nitrogênio, potássio, magnésio, cálcio e fósforo, entre outros micronutrientes.

Devido à pandemia do novo coronavírus, diversas pessoas estão se aventurando dentro de suas casas. Muitas delas descobriram nesse período de isolamento social dons que nunca foram explorados. Mas o que muita gente se disponibilizou mesmo a fazer foi encarar a cozinha.

Pensando nisso, o LeiaJá, em parceria com a equipe do Jota Erre Bolos, elaborou uma receita de bolo de goiabada. A preparação é simples, prática, fácil, prometendo fazer a alegria dos chefs de plantão. Os ingredientes são açúcar, manteiga, creme de leite, trigo com fermento e goiabada em cubinhos.

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Confira:

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O McDonald's entrou nesta sexta-feira (24) na lista das grandes empresas dos Estados Unidos que exigem o uso de máscaras em seus estabelecimentos. A gigante do 'fast food' também suspendeu a reabertura de mais restaurantes por pelo menos 30 dias, em resposta ao surto de coronavírus.

A rede, que continuou operando durante a pandemia por meio de seus serviços de coleta e drive-thru, vai "pedir aos clientes que usem cobertura facial" quando entrarem em suas instalações. A medida entra em vigor em 1º de agosto.

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Em comunicado, a empresa afirmou que a decisão é consistente com sua principal prioridade, que é "proteger a saúde e o bem-estar" dos funcionários e clientes de suas lojas e franquias.

O anúncio vem na esteira de empresas como as redes de hipermercados Walmart e Target, entre muitas outras companhias americanas, que anunciaram recentemente a obrigatoriedade das máscaras dentro de suas lojas.

Os Estados Unidos são de longe o país mais atingido pela pandemia do mundo em termos absolutos, com mais de 4 milhões de infecções por COVID-19 e mais de 143 mil mortes. Após o salto dos casos, especialmente no oeste e no sul, mais estados passaram a exigir o uso de máscaras em público, uma decisão que tem sofrido críticas por grupos que consideram ter suas liberdades limitadas pela medida.

Quem segue os perfis da Burger King nas redes sociais ficou sem entender nada, quando a empresa resolveu publicar uma ação. A iniciativa sugere que o Natal seja antecipado. Na verdade, a campanha da rede de fast food vai fazer promoções, com 'pegada' de fim de ano, nesta sexta-feira (24) e sábado (25).

"Desde a antecipação dos feriados, que aconteceu nos últimos meses, temos notado uma movimentação do público para que o Natal fosse adiantado também e, com isso, conseguíssemos encerrar 2020 de uma vez por todas", explica Thais Souza Nicolau, diretora de marketing da Burger King no Brasil, de acordo com informações do site Uol.

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Os pedidos podem ser feitos através do aplicativo do BK e também pelo Uber Eats. Mais de dez ofertas estarão disponíveis para os clientes. Apesar da brincadeira, o Burger King virou piada entre os internautas. A ideia natalina da empresa foi parar nos trending topics do Twitter.

Confira algumas reações:

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Diante da pandemia e de olho em novas estratégias de negócios, restaurantes e bufês têm apostado na entrega de kits com todos os ingredientes necessários para que, em casa, o consumidor possa montar seu prato predileto. Com o famoso "faça você mesmo", a empresa compartilha seus produtos e o modo como prepara suas receitas, além de estimular o cliente a reproduzir ou recriar uma especialidade do cardápio. No final, os dois lados ganham.

Em meio à quarentena, Giovanna Farina, 21 anos, que já trabalhava com serviços alimentícios, decidiu abrir seu próprio negócio. Ela apostou em um cardápio delivery com o Farina Food Experience, em Guarulhos (SP). "Este é um momento onde as pessoas estão se reinventando, então achei que também deveria tentar", conta ela que, com a ajuda do irmão cozinheiro, criou um menu variado, cujo toque final fica a cargo do cliente. É que eles enviam brindes com molhos e especiarias para que cada consumidor tempere a comida de acordo com o próprio gosto.

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Kits da Farina Food Experience | Foto: Divulgação

Com a Mania de Churrasco Prime Steak, de São Paulo, também é assim. A rede oferece dois kits para churrasco. Com valores que vão de R$ 139 a R$ 259, os pacotes têm 12 hambúrgueres Angus de 150g congelados, 12 pães congelados (crocante ou brioche), 24 fatias de bacon e 24 fatias de queijo. "A ideia é que as famílias possam saborear os nossos burgers também em casa, preparados exatamente como fazemos nos nossos restaurantes ou com a adição de outros ingredientes, de acordo com a criatividade e gosto de cada um", explica o diretor de expansão da empresa, Marcelo Cordovil.

Já Bruna Bertaglia, 24 anos, decidiu investir em caldos e marmitex em Guarulhos (SP). Ao lado da namorada Brenda Menezes, elas preparam variados pratos na semana e incluem batatas inglesas, cujo recheio é entregue na embalagem para seus clientes, que podem decidir a melhor forma de montar no prato, a partir dos ingredientes escolhidos. Em embalagens descartáveis separadas, os sabores disponíveis são carne e frango, além de opções vegetarianas.

 

A estreia do MasterChef na última terça-feira (14) rendeu memes e encantou os fãs nas redes sociais. Mesmo com a estranheza de um novo formato, que colocou um maior distanciamento entre os participantes, o primeiro episódio desta edição divertiu os fãs do reality com um estrogonofe de bode e uma galinha 'roubada'. 

Com a participação dos famosos que determinaram os pratos do episódio. O paraense, Ali Philips, recebeu o pedido de Ivete Sangalo, para preparar um caruru e decidiu incluir frango na receita. Mas outros dois participa teriam que cozinhar uma galinhada e só havia duas galinhas inteiras na cozinha, o que foi um problema. 

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Os pedidos dos famosos foram passados a cada um dos oito participantes através de um tablet, enviado dentro da caixa com os ingredientes, o que gerou memes na internet, como a brincadeira de que eles fariam tablet refogado, mas que na verdade revelou as mensagens dos artistas como Thiaguinho, Tirulipa e os sertanejos Fernando e Sorocaba. 

O prato mais inusitado da noite foi pedido pelo humorista Tirulipa, que desafiou dois participantes a cozinharem um estrogonofe de bode.  

O retorno do programa causou uma euforia entre os fãs que acompanham o reality. O que fez o MasterChef entrar para os assuntos mais comentados do Twitter. 

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A Ambev, dona de marcas como Skol, Brahma e Colorado, trouxe ao Brasil o Hoppy, uma plataforma interativa sobre conhecimento cervejeiro. Lançada nos Estados Unidos no primeiro semestre, a iniciativa une conteúdo e game para quem quer testar e conhecer a diversidade do mundo da cerveja. A ideia da companhia é reunir neste espaço temas que habitam o universo cervejeiro, contando a história da bebida, ingredientes, tipos de cerveja, etapas de produção e dicas de harmonização.

Ao longo de cada etapa, os usuários podem avaliar seus conhecimentos completando testes e quizzes, e acumulando as chamadas 'beercoins', pontuação de classificação no ranking global, onde pessoas do mundo inteiro disputam a liderança. A plataforma de web pode ser acessada por meio do site da ação. Direcionada ao público maior de 18 anos, a iniciativa é gratuita e está disponível nas versões em inglês, espanhol, além do português.

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Em um momento em que os papos de bar estão acontecendo na mesa de casa, o Hoppy chega para proporcionar essa troca de experiências e conhecimento de forma online. "Cada vez mais o consumidor tem se interessado por detalhes, história e curiosidades da cerveja e o Hoppy representa mais uma das iniciativas para democratizar e oferecer uma fonte inesgotável de conhecimento, mostrando toda a pluralidade que a cerveja carrega", afirma Carolina Loureiro, Especialista de Conhecimento e Cultura Cervejeira na Ambev.

O Hoppy foi inicialmente projetado para ser uma ferramenta de educação cervejeira para seus colaboradores. No entanto, o projeto foi ampliado para os consumidores pelo alto potencial de ser um agente de democratização de informação, principalmente dentro do universo da cerveja, que é tão rico e diverso.

Charles Nouwen, Head de Passion for Beer da AB Inbev e responsável pelo desenvolvimento do Hoppy, afirma que esse é mais um dos formatos e experiências da companhia para compartilhar conhecimento cervejeiro de forma simples, prática e acessível. "Queremos, a partir desse novo ponto de conexão, mostrar aos consumidores a beleza por trás da produção da cerveja e a história de estilos e marcas que estão cada vez mais presentes no nosso cotidiano", conta.

*Da assessoria

Localizado na av. Conselheiro Aguiar, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, o Café KM está com uma novidade. O restaurante, sob o comando da chef Karyna Maranhão, preparou um cardápio só com produtos veganos. Ela aproveitou o período de isolamento social para elaborar 25 receitas. De acordo com Karyna, "todas as preparações foram cuidadosamente estudadas, testadas e experimentadas até chegar na versão final".

Preparadas sem elementos animais, as criações dos menus vão de pães a iogurtes. "Espero que todas as comidinhas que preparei sejam aprovadas", declarou a chef. Os adeptos do veganismo poderão experimentar também tahine, moqueca, feijoada, coockies com castanha, bolo, entre outros pratos. Por causa da pandemia do novo coronavírus, o Café KM está atendendo via delivery e também no formato take away (opção de pegar no local e consumir em casa).

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Os pedidos podem ser feito através do WhatsApp (81) 99465-5531 ou acessando ou o link do site oficial do estabelecimento. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h; sábado e domingo, das 09h às 17h, na Galeria Centro Sul, nº 1360, Loja 31.

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