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A livraria da Praça, localizada em Casa Forte, área central do Recife, resolveu inovar os seus serviços neste período de quarentena e criou o ‘Delivery de Livros’. Com a iniciativa os clientes podem realizar pedido dos livros e recebê-los em casa. Estão disponíveis livros para todas as idades.  

A compra deve ser realizados através do Whatsapp da Livraria no (81) 3019 0259. O valor de serviço varia de acordo com o preço dos livros comprado e os pedidos acima de R$ 30 não é cobrada a taxa de entrega.

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Ainda não sabe o que fazer no período de quarentena? O cartunista Mauricio de Sousa tem a solução. Até o dia 25 de dezembro, as pessoas que se encontram em isolamento social, por causa do novo coronavírus, poderão conferir gratuitamente na internet aos gibis da Turma da Mônica.

Serão disponibilizados no serviço de streaming Banca da Mônica mais de 180 quadrinhos com as aventuras de Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão. O acesso às histórias está disponível nos sistemas operacionais iOS e Android. O pacote reúne edições clássicas.

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Em mais uma ação para incentivar as famílias a ficaram em casa durante a pandemia de coronavírus, a Mauricio de Sousa Produções, por meio do aplicativo "Banca da Mônica", liberou 188 quadrinhos com histórias da Turma da Mônica.

A coleção é um compilado de histórias clássicas, como as publicadas em edições de 1950, e algumas mais atuais, como a Turma da Mônica Jovem. Para ter acesso, basta baixar o aplicativo disponível para os sistemas Android e IOS.

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A equipe de Mauricio de Sousa tem realizado diversas ações em suas mídias sociais nesse período de isolamento. No Instagram, a produtora tem publicado pequenas sequências de fotos com o titulo "Saiba Tudo Sobre o Coronavírus", onde os personagens da Turma da Mônica reforçam as recomendações do Ministério da Saúde sobre os cuidados necessários em relação a doença.

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Um painel indica a contagem regressiva dos dias para os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020. Ao lado, uma pichação: "Anulem-os". Assustadoramente atual, esta cena reforçou ainda mais o fascínio exercido por Akira, o mangá cult à qual pertence.

Criado por Katsuhiro Otomo, Akira foi primeiramente publicado em fascículos em uma revista especializada no Japão entre 1982 e 1990. A obra foi condensada em 1988 em um filme de animação (anime) do mesmo nome que lhe rendeu popularidade mundial.

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A história se desenvolve em 2019 em uma sinistra megalópole chamada "Nova Tóquio", erguida próxima à ex-capital, apagada do mapa por uma misteriosa explosão em dezembro de 1982 que desencadeou a Terceira Guerra Mundial.

O relato gira entorno de Tetsuo, membro de uma gangue de jovens delinquentes motoqueiros e cuja vida muda radicalmente quando descobre ter poderes psíquicos poderosos, cobiçados pelo exército.

"O universo de Akira se resume a uma palavra: Cyberpunk. Um mundo futurista, com tecnologia avançada, mas com um enorme fosso entre ricos e pobres", analisa Matthieu Pinon, especialista francês em mangá e animação japonesa, entrevistado pela AFP.

Sem ser um elemento central da história, os Jogos Olímpicos aparecem em várias cenas desta obra "antissistema", e apresentam semelhanças assustadoras com os verdadeiros Jogos de Tóquio-2020, agora adiados para 2021.

- Coincidências alarmantes -

Além dos Jogos em Akira serem sediados por Tóquio em 2020, "a história se desenvolve de uma maneira que sugere que seu cancelamento ou adiamento parece inevitável", observa Kaichiro Morikawa, especialista em cultura pop japonesa da universidade Meiji, em Tóquio.

O governo japonês chamou Tóquio-2020 de "os Jogos da reconstrução", para testemunhar a recuperação do país após as tragédias do terremoto e do tsunami de 2011, que provocaram a catástrofe nuclear de Fukushima.

Em Akira, também "é possível imaginar que os Jogos Olímpicos buscam (por parte das autoridades) reencontrar uma espécie de grandeza após a destruição", analisa o especialista em quadrinhos Patrick Gaumer à AFP.

Assim, o estádio olímpico na ficção é construído no local da "cidade velha" devastada de Tóquio, perto da cratera deixada pelo misterioso cataclismo de 1982, uma clara alusão às bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki em 1945, completa Gaumer.

Mas, nas últimas semanas, é principalmente a imagem da contagem regressiva dos Jogos com a mensagem de protesto "Anulem-os" em Akira que viralizou nas redes sociais, à medida que o coronavírus tornava cada vez mais improvável a realização dos verdadeiros Jogos de Tóquio-2020, que acabaram adiados para o ano que vem.

- De volta ao futuro -

Outra semelhança assombrosa com a realidade: na edição original do mangá em japonês, uma página dupla de transição entre dois volumes apresenta falsas matérias da imprensa ao fundo. "A OMS (Organização Mundial da Saúde) critica as medidas tomadas contra o vírus", intitula uma delas.

Contudo, este detalhe está fora do contexto da história do anime e "é preciso vê-lo como um elemento que se junta ao ambiente, só isso", explica Pinon.

Akira, obra profética? Na verdade, trata-se "mais de uma reinterpretação do passado recente" do Japão, do pós-guerra, "projetado em um futuro próximo de ficção", argumenta o pesquisador Kaichiro Morikawa.

Os acontecimentos mais significativos de nossa época, na qual cresceu o autor Katsuhiro Otomo (nascindo em 1954), estão mesclados: Os Jogos de Tóquio-1964, que marcaram a renovação do país após a Segunda Guerra Mundial e o traumatismo das bombas atômicas, além "das manifestações estudantis e sindicais de 1968, do autoritarismo do governo da época, do urbanismo frenético de Tóquio", enumera Matthieu Pinon.

Em relação às curiosas coincidências de Akira com a atualidade dos Jogos de Tóquio-2020, "tudo que posso dizer é que uma semelhança deste tipo acrescenta uma estranha sensação de realidade à leitura do que já era uma obra prima", conclui Morikawa.

O julgamento de 14 pessoas acusadas de terem ajudado os jihadistas que cometeram os atentados de janeiro de 2015 em Paris, incluindo o ataque contra a revista semanal "Charlie Hebdo", foi adiado, devido à crise do novo coronavírus, anunciou a Justiça francesa nesta quarta-feira.

"Não é possível reunir o tribunal, todas as partes, as testemunhas e os juristas", considerou o juiz que conduziria o julgamento, marcado para 4 de maio.

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Dezessete pessoas foram assassinadas em uma série de ataques ocorridos durante três dias em Paris e seus arredores, em janeiro de 2015. Os atentados começaram com o massacre de 12 pessoas na redação da revista satírica semanal Charlie Hebdo, pelos irmãos Cherif e Said Kouachi, em 7 de janeiro.

Nos dias seguintes, um terceiro terrorista, Amedy Coulibaly, matou a tiros uma jovem policial, antes de assassinar quatro pessoas em um supermercado judeu.

Os três terroristas, que haviam jurado lealdade a grupos jihadistas, foram mortos pela polícia. Suspeita-se de que os 14 réus tenham lhes oferecido ajuda logística.

A autobiografia de Woody Allen foi lançada nesta segunda-feira (23) nos Estados Unidos, após a primeira editora que adquiriu os direitos ter desistido da obra pressionada por protestos contra o cineasta, que é acusado de abuso sexual.

A editora Arcade Publishing, com sede em Nova York, anunciou que adquiriu os direitos mundiais de "Apropos of Nothing", escrito por Allen, de 84 anos, e que lançou sem aviso prévio porque "não se submeteria às pressões politicamente corretas do mundo moderno".

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"Como editora, preferimos dar voz a um respeitado cineasta e escritor", disse a editora Jeannette Seaver em comunicado enviado à AFP.

O livro seria publicado originalmente pela editora Hachette, que devolveu todos os direitos ao autor após um protesto público de seus funcionários e do único filho biológico do cineasta, o jornalista e escritor Ronan Farrow, que está convencido de que seu pai abusou sexualmente se sua irmã no começo dos anos 1990.

Em meio a uma disputa legal com o cineasta, a ex-mulher de Allen, a atriz Mia Farrow, denunciou o suposto abuso da filha adotiva de ambos, Dylan Farrow quando tinha 7 anos, acusação que ele nega.

Pouco antes da denúncia, Farrow tinha se separado de Allen ao descobrir que ele tinha uma relação secreta com outra de suas filhas adotadas, Soon-Yi Previn, 34 anos mais nova que o diretor.

A Arcade - parte da Skyhorse Publishing - disse que o livro era "uma relato pessoal sincero e completo de Woody Allen sobre sua vida", segundo a Publishers Weekly.

A Justiça investigou as duas denúncias durante meses, mas não encontrou elementos para julgar o diretor por abuso de menores.

O diretor de "Noivo neurótico, noiva nervosa" e "Manhattan", de 84 anos, sempre negou as acusações, mas após o surgimento do #MeToo, Dylan insistiu que foi abusada pelo pai

A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) está engrossando a lista de editoras e plataformas de streamings que estão disponibilizando conteúdo gratuito durante a quarentena. O objetivo é ajudar as pessoas que estão em isolamento, a atravessar o momento tendo acesso à arte e cultura. Sendo assim, a editora está disponibilizando alguns e-books de forma gratuita até o dia 31 de março. 

Ao todo, serão 14 títulos disponíveis, voltados para os públicos infanto juvenil e adulto. Os e-books estarão disponíveis nas lojas virtuais da Amazon, Apple, Kobo, Livraria Cultura e Google Play Books, até o dia 31 de março. Esse prazo poderá ser estendido, inclusive, com a renovação dos títulos. 

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Além dos livros, também estarão disponíveis os conteúdos da revista Continente e do Suplemento Pernambuco, no site de cada um dos produtos. 

Confira os títulos

Caminho áspero e outros poemas (poesia)

Mulher sob a influência de um algoritmo (poesia)

Vácuos (poesia)

O filho das viúvas (ficção)

Os olhos de Diadorim e outros ensaios (ensaios)

30 entrevistas da Continente (ensaios)

Ficcionais (ensaios)

Semblante: é de verdade ou de mentira? (ciências)

Casos especiais de Osman Lins (artes)

O massacre da Granja São Bento (história)

O Mar de Fiote (literatura infantojuvenil)

O menino mais estranho do mundo (literatura infantojuvenil)

Contrato com vampiros (literatura infantojuvenil)

A valente princesa Valéria (infantojuvenil)



 

Na última terça-feira (10), ocorreu no Hospital Ophir Loyola, em Belém, o lançamento do livro “Minha História”, de Jerllyson de Paula. O livro narra a luta do autor contra a leucemia, e tem a intenção de inspirar e dar força para as pessoas que se encontram em uma situação como a que ele viveu. 

Jerllyson começou a tratar da doença quando tinha 8 anos, no Hospital Ophir Loyola. Hoje com 15 anos, o jovem continua em tratamento no Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo.

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Jerllyson disse que decidiu escrever o livro para ajudar amigos que estão em tratamento a não desistir. “Eu tava na minha casa vendo TV, surgiu essa ideia do nada na cabeça. Eu pensei: ‘Ah, vou fazer um livro’”, relatou.

A gerente de qualidade do Hospital Oncológico Infantil, Viviane Lesses, falou como a ideia de Jerllyson se tornou realidade. “A história do livro do Jerllyson de Paula chegou até o hospital através da mãe. E o hospital tendo um projeto muito importante, que é o projeto Fada Madrinha, entendeu que era uma ação que  poderia ser trabalhada”, disse.

Fada Madrinha é um projeto do Hospital Oncológico Infantil que busca realizar sonhos e atender pedidos especiais dos pacientes. Conta com o apoio voluntário de pessoas para serem madrinha ou padrinho do paciente. “Em relação ao livro do Jerllyson, a gente identificou que era possível. Contatamos um voluntário nosso, um cartunista que é o Rosinaldo, da Turma do Açaí, que prontamente atendeu. Realizamos várias reuniões com o cartunista, o Jerllyson, a família. Esse livro começou a ser desenvolvido ainda no ano passado. Então foram muitos meses de trabalho até que agora, no início do ano, a gente conseguiu realmente fechar todo o conteúdo do livro”, disse Viviane sobre o processo de produção do livro.

“Nós precisamos também de gráficas voluntárias para imprimir os exemplares ou pessoas que quisessem contribuir com a impressão desses exemplares que a gente também conseguiu. Contamos com lojas, como a Saraiva e Leitura, que foram as primeiras a abrirem as portas para que a gente pudesse fazer os primeiros lançamentos. Foi um sucesso, fizemos lançamento em outros lugares, aqui no hospital para os colaboradores”, disse a gerente.

Viviane falou também sobre a importância do projeto Fada Madrinha e do livro de Jerllyson para a equipe do hospital e para outras pessoas. “Para o hospital, esse projeto Fada Madrinha é muito importante. O livro do Jerllyson fala muito de fé e esperança, ele é muito inspirador, não só para os nossos colaboradores, mas também para as outras crianças que estão aqui em tratamento. Esperamos que esse livro chegue a diversas pessoas, para que elas nunca percam a fé e acreditem que é possível vencer o câncer", afirmou Viviane.

“Nós estamos muito felizes, a gente percebe a felicidade do Jerllyson também nesse momento, que ele está fazendo as sessões de autógrafos. Isso está sendo importante para ele. A gente quer que outras crianças também consigam enfrentar a doença dessa forma”, complementou.

O livro também está disponível para download no site pró-saúde, para que as pessoas que não puderem adquirir fisicamente.

Por Yasmin Seraphico.

 

 

Através da Editora Pipoca & Nanquim, as primeiras histórias em quadrinhos de “O Máskara”, chegarão pela primeira vez ao Brasil. O lançamento está previsto para 9 de Abril com um preço sugerido de R$84,90.

            Segundo a editora, a HQ será um volume único de 380 páginas e irá reunir as três primeiras histórias do personagem, sendo elas: “O Máskara”, “O retorno do Máskara” e “O Máskára contra-ataca”. Esses quadrinhos serviram de base para o filme lançado em 1994, tendo Jim Carrey como protagonista.

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            A história narra a vida do personagem Stanley Ipkiss, que adquire super poderes usando uma máscara comprada em um antiquário. Ipkiss decide não atuar como super-heroi e usa suas novas habilidades como uma espécie de vingança pessoal contra a sociedade que o cerca.

            A história do Máskara foi criada em 1991 por John Arcudi e desenhada pelo artista Dough Mahnke. Três anos depois, estreou o filme de mesmo nome, responsável por alavancar a carreira do ator Jim Carrey.

Relatos sobrenaturais sobre o incêndio do Edifício Joelma, em São Paulo, e que aconteceu em fevereiro de 1974, estão no livro "Vozes do Joelma: Os Gritos que Não Foram Ouvidos" (Faro Editorial, 2019). Na obra, os autores Marcos Debrito, Marcus Barcelos, Rodrigo de Oliveira e Victor Bonini apresentam contos com histórias inspiradas no que contam alguns dos sobreviventes da tragédia.

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Entre as narrativas estão o "Crime do Poço", com a história do homem que se matou após assassinar a mãe e as irmãs, além de outras passagens, como a das vítimas do elevador, que nunca foram reconhecidas e, por isso, foram nomeadas como as "Treze Almas do Joelma".

O livro ainda conta como, há tempos, o edifício vinha sendo palco de tragédias. Antes do incêndio de 1974 e dos assassinatos que lá aconteceram, o local teria sido um pelourinho, onde escravos negros eram torturados e executados, e sua má fama acompanha seu tempo de criação, fato que originou o nome da região Anhangabaú – que para os povos indígenas, significa morte.

O incêndio do Edifício Joelma matou 191 pessoas, deixou outras 300 feridas, chocou o país e foi destaque na imprensa internacional.

por Junior Coneglian

Aclamado pela crítica e vencedor do Oscar 2020 de melhor filme, "Parasita" (2019) deve ir das telas para as páginas. A tragicomédia dirigida por Bong Joon-ho, que já teve anunciada uma versão seriada, agora deve chegar ao público no formato quadrinhos.

O livro, produzido pela empresa Grand Central, deve ter cerca de 300 páginas e tem lançamento programado para 19 de maio deste ano. O desenvolvimeto da HQ deve contar com o trabalho do diretor Joon-ho, que é conhecido pelo meticuloso trabalho de storyboard (desenhos quadro a quadro que ajudam a visualizar uma cena antes dela ser gravada), cujas imagens ocuparão maior parte do livro.

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Além do Oscar de Melhor Filme, o filme sul-coreano ainda levou a cobiçada estatueta dourada nas categorias Melhor Diretor, Melhor Roteiro Original e Melhor Filme Estrangeiro, entrando para a história do cinema como o único filme de língua não inglesa a levar os principais prêmios da Academia.

"Parasita" ainda está em cartaz nas principais salas de cinema de São Paulo.

por Junior Coneglian

Após três campanhas literárias de sucesso, a Pará.grafo Editora, de Bragança-PA, iniciou mais um financiamento coletivo no último dia 29, para a reedição de dois livros raros amazônicos que estão sem edição há décadas: "Ribanceira" (1978), romance de Dalcídio Jurandir, e "Panela de Barro" (1947), livro de crônicas de Jaques Flores. A iniciativa é dos editores Dênis Girotto de Brito e André Fellipe Fernandes. A meta é de R$ 28.000. O projeto pode ser apoiado pelo link https://www.catarse.me/jaquesedalcidio.

Desde 2017, a Pará.grafo Editora realiza campanhas pela internet para arrecadar fundos com o objetivo de reeditar as obras do romancista marajoara Dalcídio Jurandir, que tinha a maioria de seus livros esgotada. A editora já realizou três campanhas e conseguiu reeditar cinco livros dos 11 que o autor escreveu: "Ponte do Galo", "Três Casas e um Rio", "Os Habitantes", "Chove nos Campos de Cachoeira" e "Chão dos Lobos".

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Segundo a editora, as edições reeditadas têm sido elogiadas pelo apurado acabamento gráfico, ilustrações e fotografias de capa de novos artistas da cena local, e versão em e-book, que tem o intuito de deixar os títulos sempre disponíveis ainda que as versões físicas se esgotem.

Como nas campanhas anteriores, todos os exemplares de "Ribanceira" e "Panela de Barro" adquiridos nesta campanha serão numerados e receberão um selo de exclusividade. Assim, além de contribuir para recolocar em circulação duas importantes obras da literatura brasileira, o leitor terá um exemplar exclusivo, de acordo com a editora.

Dalcídio Jurandir (1909-1979), considerado por muitos o maior romancista da Amazônia e um dos principais autores brasileiros do século XX, publicou "Ribanceira" em 1978 pela Editora Record. É o décimo e último livro do Ciclo do Extremo-Norte, série de romances de Dalcídio. Nesse romance, o escritor apresenta como ambiente a cidade de Gurupá-PA, após o fim do período de ouro da borracha na Amazônia.

Jaques Flores (1898-1962) foi também um dos principais escritores da literatura paraense no século XX. Em "Panela de Barro", quarto livro do escritor, publicado em 1947 pela Andersen Editores, Jaques mostra aos leitores 34 crônicas carregadas de humor e ironia, traçando um retrato da sociedade paraense das primeiras décadas do século XX.

Por Ana Luiza Imbelloni.

Ronan Farrow, filho de Woody Allen, criticou duramente o anúncio da publicação em breve do livro de memórias do cineasta e afirmou que deixará de publicar suas obras pela Hachette, porque não deseja estar no mesmo grupo editorial do diretor.

"A Hachette não fez as verificações sobre o conteúdo deste livro", disse Farrow. O jornalista afirma que a editora não entrou em contato com sua irmã, Dylan Farrow, que acusa Woody Allen de abusos, o que constitui segundo ele uma "falta enorme de profissionalismo".

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Desde o início do movimento #MeToo, em outubro de 2017, Woody Allen foi acusado de ter abusado sexualmente de sua filha adotiva Dylan Farrow quando ela tinha sete anos.

"Isto demonstra a falta de ética e de compaixão pelas vítimas de agressões sexuais", disse Farrow, antes de afirmar que não pode trabalhar com uma editora que se comporta assim.

A editora Grand Central Publishing, filial do grupo Hachette, anunciou na segunda-feira de modo surpreendente a compra dos direitos das memórias de Woody Allen. O livro será lançado em 7 de abril. De acordo com a editora, o livro "Apropos of Nothing" é "um relato exaustivo da vida de Woody Allen, pessoal e profissional", 

Após duas investigações distintas de vários meses nos anos 1990, o promotor Connecticut responsável pelo caso decidiu não indiciar o cineasta, mas declarou publicamente que suspeitava de Woody Allen. Dylan Farrow, que tem o apoio da mãe adotiva, Mia Farrow, e do irmão Ronan, voltou a acusar Allen em 2018. O cineasta negou mais uma vez as acusações.

Em outubro, Ronan Farrow publicou seu segundo livro, "Catch and Kill" (Operação Abafa: Predadores sexuais e a industria do silêncio, no Brasil), que fala de seu trabalho de investigação para revelar as acusações de assédio e agressão sexual contra o produtor de Hollywood Harvey Weinstein.

O livro foi lançado pela editora Little, Brown and Company, outra filial do grupo Hachette.

O medo do coronavírus tem percorrido todo o mundo e feito grandes eventos serem cancelados. A Feira do Livro de Paris, que deveria acontecer neste mês de março, foi um deles. O sindicato de editores do país decidiu cancelar a feira de acordo com medidas propostas pelo governo francês. 

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--> Museu do Louvre segu fechado por causa de coronavírus

O cancelamento da Feira do Livro de Paris se deu na tentativa de conter o surto do coronavírus. A França é o segundo país mais atingido pela doença na Europa com duas mortes registradas e cerca de 130 infectados. 

O sindicato de editores franceses justificou o cancelamento: "Seguindo a decisão do governo de proibir qualquer reunião de mais de cinco mil pessoas em um espaço fechado, é com pesar que decidimos cancelar a edição de 2020 da Feira de Livros de Paris". 

A Livraria Jaqueira recebe, no dia 13 de março, o lançamento do livro Ariano Suassuna, uma biografia do escritor para crianças e adolescentes. Escrita por Lucília Garcez, e ilustrada por Jô Oliveira, a publicação conta a trajetória do mestre Ariano a fim de apresentá-lo para o público jovem. O lançamento acontece na unidade do Bairro do Recife da livraria.

Na biografia, a escritora Lucília Garcez conta fatos e acontecimentos do jovem Ariano Suassuna até que se tornasse um dos maiores escritores brasileiros. O objetivo do livro é apresentar ao jovem leitor a trajetória profissional do dramaturgo, romancista, ensaísta, poeta e professor pernambucano. 

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A apresentação do livro é feita pela sobrinha de Ariano, Flávia Suassuna, que também é escritora. As ilustrações são do pernambucano Jô Oliveira, e trazem características da literatura de cordel e da xilogravura. 

Serviço

Lançamento da biografia Ariano Suassuna

13 de março - 18h

Livraria Jaqueira - Bairro do Recife

O Edital do Concurso de Ensaios Aécio de Oliveira em comemoração aos 40 anos do Museu do Homem do Nordeste (Muhne), vinculado à Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), foi publicado no Diário Oficial da União (DOU). Após aprovação, a Fundaj torna pública a realização do processo seletivo em âmbito nacional de seis ensaios, resultantes de pesquisa inédita e original, que abordem sobre o Muhne e suas ações em uma ou mais áreas de atuação, tais como: acervo, exposições e atividades educativas e culturais.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 1º de junho de 2020. Independente do nível de formação profissional, experiência acadêmica e âmbito de ação, o Concurso é destinado para pessoas físicas autoras dos trabalhos, exceto servidores e terceirizados da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). "O objetivo do edital é abrir portas para a sociedade debater, refletir e propor ideias a respeito do Muhne. É importante ouvir outras experiências que agreguem conhecimento e novas perspectivas. Temos acervo e arquivos ricos, que guardam memórias de diversas instituições museológicas", declarou Silvia Paes Barreto, servidora da Fundaj e integrante da equipe do Muhne.

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Os ensaios deverão ser inscritos, obrigatoriamente, a partir das seguintes linhas temáticas: Olhares sobre a Coleção; História e Memória Institucional; Ações museológicas do Muhne e os discursos sobre a Região Nordeste. Cada concorrente só tem direito de registrar um projeto. É importante ter atenção para as regras de submissão dos artigos especificadas no edital, disponível ao fim da página.

"Na linha temática Olhares sobre a Coleção espera-se que os ensaios versem sobre o acervo e busquem interrogá-lo a partir de temas e perspectivas da atualidade. Já na linha História e Memória Institucional, os ensaios poderão abordar os seguintes pontos: o Muhne e o contexto histórico de sua criação, as ações museológicas realizadas pela Fundaj desde a sua criação (1949); análises sobre a formação e o desenvolvimento do acervo museológico da instituições; abordagens sobre a atuação de gestores e profissionais em exercício no Muhne. Por fim, a linha Ações museológicas do Muhne e os discursos sobre a Região Nordeste aguarda-se que os ensaios reflitam sobre as implicações e rebatimentos entre ações museológicas do Muhne e os discursos sobre a Região Nordeste", detalhou a socióloga Silvia Paes Barreto.

A escolha dos ensaios será realizada pela Comissão Julgadora, composta por seis profissionais e um secretário/a. Os seis primeiros trabalhos considerados vencedores do Concurso receberão um prêmio individual no valor de dez mil reais. A lista dos ensaios premiados será publicada no Diário Oficial da União. 

SERVIÇO

Concurso de Ensaios Aécio de Oliveira

Limite de inscrição: 1º de junho de 2020

Telefone para contato: 3073-6227 e 3073-6232

Inscrições gratuitas

 

*Via Assessoria de Imprensa

 

Uma galeria espanhola leiloará em março mais de 600 objetos do poeta Pablo Neruda, incluindo manuscritos, objetos pessoais e livros dedicados a García Marquez ou Allende, colecionados por mais de 25 anos por um enólogo apaixonado pelo Nobel chileno.

“Me dava pena mantê-la em casa podendo mostrar apenas a dois ou três amigos. Acho que deve estar em um lugar onde possa ser compartilhada com outras pessoas”, afirmou o proprietário da coleção, Santiago Vivanco, na coletiva de imprensa organizada pela casa de leilões La Suite de Barcelona (nordeste).

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O leilão será no dia 19 de março às 19h00 (15h00 de Brasília) e terá um preço inicial de 650.000 euros. Todas as peças serão vendidas em um único lote, a pedido expresso do proprietário.

“Essa coleção me custou muito tempo e economias para obtê-la. Não queria que fosse perdida e dispersa em 600 lotes”, explicou Vivanco.

Entre as peças estão numerosas primeiras edições de suas obras, fotografias, caligramas e correspondências, livros de artistas com ilustrações de Diego Rivera, Pablo Picasso ou Joan Miró, ou exemplares com dedicatórias ao ex-presidente chileno Salvador Allende ou os prêmios Nobel Miguel Ángel Asturias e Gabriel García Márquez.

“Querido Márquez, amigo, com meus parabéns por essa ‘descoberta’ de quase 50 anos atrás e que nem eu tenho”, escreve o chileno ao colombiano em uma primeira edição de uma de suas obras mais conhecidas “Vinte Poemas de Amor e uma Canção Desesperada”.

“É realmente um conjunto excepcional, espero que encontre abrigo em uma coleção pública ou privada que saiba conservar esse legado magnífico”, afirmou Juan Manuel Bonet, escritor e crítico da arte que participou da coletiva de imprensa.

O escritor americano Clive Cussler faleceu aos 88 anos, anunciou a família na quarta-feira (27). Autor de mais de 80 livros, vários de suspense sobre o mar e navios, como "Resgatem o Titanic!" ou "Sahara", Clive Cussler vendeu milhões de exemplares em todo o mundo.

"Com grande pesar quero compartilhar a triste notícia de que meu marido, Clive, morreu na segunda-feira", escreveu sua esposa Janet Horvath no Facebook. "Quero agradecer a vocês, fãs e amigos, por todo apoio, os bons momentos e aventuras que compartilhamos com ele", completou. A causa da morte não foi revelada.

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Muitos livros de Cussler apresentavam o aventureiro Dirk Pitt, que como seu criador colecionava carros esportivos e participava de aventuras marítimas. Clive Cussler era um apaixonado pela história marítima, em particular pelos naufrágios e tesouros submarinos.

Ele criou uma ONG especializada na busca de naufrágios, a NUMA (National Underwater and Marine Agency), mesmo nome que deu em seus livros à organização fictícia para a qual Dirk Pitt trabalhava.

A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) divulga os nomes dos vencedores da 5ª edição do Prêmio Cepe Nacional de Literatura e do 2º Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Juvenil. Destaque para o protagonismo feminino. Quatro dos cinco vencedores são mulheres. 

Na categoria Romance ganhou Vanessa Molnar Maluf (SP), com a obra A importância dos telhados. Já o título de Poesia contemplado foi As cartas de Maria, de Zulmira Alves Correia (BA), única nordestina da lista. O prêmio infantil ficou com Viviane Ferreira Santiago, pelo título A Biblioteca de Bia; e o juvenil foi para a obra de Contos com Gigantes, de Carolina Becker Koppe (SC). O único homem da lista de ganhadores foi Emir Rossoni, vencedor na categoria Contos (RS) com o título Erros,errantes e afins. 

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Os escolhidos nas categorias Romance, Conto e Poesia recebem R$ 20 mil cada um, e os do Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Juvenil, R$ 10 mil em cada uma das categorias. Os prêmios tiveram mais de 1.500 inscritos em todo o Brasil, sendo a maioria de São Paulo. Pernambuco ficou em segundo lugar em número de inscrições, seguido por Rio de Janeiro e MInas Gerais. As obras serão publicadas pela Cepe Editora até o final do ano.

*Via Assessoria de Imprensa

O desenhista Mauricio de Sousa é conhecido no Brasil inteiro como o criador da Turma da Mônica. Porém, em seu universo de quadrinhos, há espaço para vários outros personagens. Aproveitando a paixão do país pelo futebol, ele já transformou em gibis alguns craques da bola. Pelezinho foi o primeiro, lá em 1976. Em 2006, foi a vez de Ronaldinho Gaúcho ganhar sua revistinha. 

Nessa quinta-feira (13), através do seu perfil no Twitter, Mauricio revelou que outro artilheiro quase ganhou uma versão em HQ. “Agosto de 2002. Converso com Ronaldinho, um dos maiores futebolistas do mundo, hoje Ronaldo Fenômeno, sobre a criação de um personagem de quadrinhos baseado nele. A conversa rendeu, ele gostou da ideia. Fui buscar referências sobre sua infância com sua mãe, seu irmão”, escreveu.

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A negociação ocorreu logo após a conquista do Pentacampeonato pela Seleção Brasileira, mas não foi para frente. “Começava a nascer o personagem, mas… no meio do caminho descobriu-se que ele tinha um contrato com o Real Madrid que impedia o projeto. Qualquer personagem inspirado nele ficaria sob a tutela do clube espanhol. Fiquei desolado. Amigos sugeriram que eu passasse os planos para outro Ronaldinho, o gaúcho. E foi o que aconteceu. E foi um sucesso”, completou.

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