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Arthur Nogueira foi o segundo artista a se apresentar no programa Som Pará, da TV UNAMA. Reconhecido como o músico contemporâneo responsável por “renovar a tradição dos poetas na canção brasileira”, segundo o jornal O Globo, Arthur lançou quatro álbuns e compôs melodias para versos de grandes nomes da literatura. 

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Aos 30 anos, nascido em Belém e radicado em São Paulo, Arthur Nogueira é autor de músicas sobre poemas de Antonio Cicero, Eucanaã Ferraz, Adonis (Síria) e Rose Ausländer (Romênia). “Sem medo nem esperança”, parceria sua com Antonio Cicero, é a faixa de abertura do CD e DVD “Estratosférica”, de Gal Costa.

Os artistas apresentam quatro músicas autorais, seguidas de uma entrevista sobre o trabalho deles.

Arthur Nogueira disse que a apresentação no programa significou muito para ele, pelo fato de a UNAMA ter sido o local onde estudou e se formou em Jornalismo. "Eu estudei na UNAMA, trabalhei na Rádio UNAMA, e depois de tanto tempo fora, praticamente sete anos fora de Belém, tendo me firmado como cantor e como compositor, tendo gravado vários discos, voltar para UNAMA, já como artista, foi muito simbólico, muito importante. Eu adorei o programa. Adorei a gravação", afirmou.

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Som Pará abre espaço para nova geração de músicos

'Ninguém solta a mão de ninguém'. A frase que virou grito de guerra entre internautas de diferentes localidades, gêneros e classes sociais, ao redor do Brasil, recentemente, há muito já era conhecida em Pernambuco. O Estado é berço da ciranda, dança circular em que os participantes dançam de mãos dadas e que pode ser classificada como uma das mais democráticas manifestações culturais brasileiras.

Na roda de ciranda brincam crianças, adultos e velhos, independente de sua cor de pele, crenças e contas bancárias, lado a lado. Organizando a brincadeira, estão os mestres e mestras, detentores da ciência tradicional e de um senso de resistência que só pode ser explicado por eles mesmos.

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Mestre Santino Cirandeiro tem 78 anos de vida e 62 de ciranda. Ele lembra com saudade dos tempos de menino em que ia brincar a ciranda na "casa de um e de outro", depois do trabalho pesado nos engenhos de cana de Nazaré da Mata, cidade onde mora até hoje. O cirenadeiro conta que os trabalhadores rurais e moradores do entorno se juntavam - entre eles, muitas mulheres que ajudavam a cantar, uma vez que não havia músicos para tocar qualquer instrumento. A 'apresentação' se dava a troco de bolo e cachaça e prosseguia até o raiar do dia.

Foi nessas festas, nas casas dos vizinhos e conhecidos, que Santino teve vontade de cantar também. Na escola, ele escrevia cirandas quando a professora pedia trabalhos e esperou a reticência do pai - preocupado pela pouca idade do menino - acabar para entrar de vez na brincadeira. Isso aconteceu quando o jovem chegou aos 15 anos. "Eu chegava numa ciranda pedia pra cantar, o mestre deixava... Naquilo eu fui e cheguei a ser o dono da minha própria ciranda, até hoje", conta o mestre da Ciranda Popular, grupo criado em 1989.

Daquele tempo para cá, algumas coisas mudaram para o mestre cirandeiro. Mas nem todas. Ele hoje se orgulha de poder registrar sua música gravando discos. "Agora tem uma coisa melhor do que antes, era que quando a gente brincava ninguém falava em gravar nada. Ninguém sabia de nada, tudo matuto dos engenhos. Hoje, por outro lado, você vai cantar e o pessoal vai gostando e você vai achando bom e daí a pouco você grava um CD", conta Santino, que já tem três trabalhos gravados.

O que não mudou muito é a invisibilidade dos artistas populares. Mesmo sendo ele o mestre mais antigo em atividade no segmento da ciranda, com viagens internacionais no currículo e o trabalho de 30 anos da Ciranda Popular, Santino é mais um expoente da cultura pernambucana a lamentar a falta de apoio e reconhecimento. "Eu até agora não ganhei nada. A não ser, o dinheiro de quando a gente brinca, eu recebo. Mas, de bondade, de homenagem, nada. A cultura, não sei porque ela é tão sem ajuda. Os mestres, os artistas, merecem, a cultura merece ajuda, a pessoa vai ficando velha, não pode mais cantar, devia ter uma ajuda, mas até hoje, nada".

O mestre Santino  pensa às vezes em calar sua ciranda e parar. Diabético e próximo de completar 80 anos, ele se diz cansado e preso a um dilema. "É complicado mas o interessante é que a gente gosta dela. Às vezes, eu não vou brincar, dia de sábado, quando a gente vai dormir, que eu tô deitado e ouço o bombo, a bateria, aquilo me dá uma agonia uma vontade, eu digo: 'eu vou pra ciranda', a mulher diz: 'pra onde tu vai essa hora?'; é porque a gente se acostumou com aquilo, acha que vai morrer com aquilo".

Lia de Itamaracá, outra grande mestra cirandeira, apontada como a "diva da música negra", pelo jornal americano The New York Times, também se vê fazendo ciranda para sempre. "Eu não desisto, não; eu vou lutar até ‘Mané’ chegar. Enquanto ‘Mané’ não chegar eu não paro. Quero chegar aos 100 anos", diz a cirandeira de 75, Patrimônio Vivo de Pernambuco. Ela tem lugar de destaque na cultura popular pernambucana, sendo a responsável por levar o nome do Estado e as tradições que aprendeu nas areias da praia de Jaguaribe a todo o mundo.

Mesmo sendo muito festejada em outros lugares do país e de fora dele, a mestra se ressente da pouca ou quase nenhuma assistência que recebe em seu próprio lugar. "Eu me sinto acorrentada, sem poder fazer nada. Todo dinheiro que a gente pega, a gente joga aqui (em seu centro cultural). Se for esperar os mestres morrerem, é o que tá acontecendo. Assinou a lei da ciranda, tá certo, e os mestres que estão parados"?

Ela se refere à Lei nº 77/2019, de autoria do deputado estadual Waldemar Borges, que institui o dia 10 de maio como o Dia Estadual da Ciranda. A data faz referência ao nascimento do Mestre Baracho, considerado um dos maiores cirandeiros pernambucanos, mas não foi recebida com tanto entusiasmo nem por Lia, nem pelo Mestre Santino: ambos acreditam que pouco ou nada irá mudar após a instituição do dia comemorativo. Uma das filhas de Baracho, Dona Severina, a Biu, canta com Lia, além de manter seu próprio grupo com a irmã, As Filhas de Baracho.

Lia luta pela retomada do funcionamento de seu espaço cultural, o Estrela de Lia, localizado na praia de Jaguaribe, em Itamaracá. Desativado desde 2015, quando fortes chuvas derrubaram toda sua estrutura, o espaço aguarda a liberação de uma verba de aproximadamente R$ 250 mil, segundo a cirandeira, presa na prefeitura local, para a construção de banheiros, camarins, palco e salas de aula, para que o lugar possa retomar suas atividades educativas e artísticas.

Enquanto esperam que a iniciativa pública local, e até mesmo a privada, deem as mãos para fortalecer suas cirandas, os mestres continuam em seu movimento de resistência, motivados pelo amor que sentem por sua cultura. Eles vão se alimentando do prestígio que conquistaram fora de casa, motivo de orgulho e de manutenção do seu trabalho. "A gente praticamente é mais divulgado lá fora do que no próprio lugar que mora", diz Lia; “Somos muito bem recebidas (lá fora), nunca vi gente pra gostar tanto de ciranda como lá no Rio”, comenta Dona Severina; ao que o Mestre Santino completa: “Eu já andei um bocado, já conheci quatro países de fora, Portugal, França, Inglaterra e Itália. Me tratam como se eu fosse de lá mesmo”.

Independentemente da pouca assistência e reconhecimento, esses mestres continuam de mãos dadas com sua cultura. Segurando com força a ciranda à qual tanto se dedicam para que nunca se deixe de cirandar.

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Fotos: Júlio Gomes/Rafael Bandeira/LeiaJáImagens

Segundo informações do Ricardo Noblat, colunista da revista Veja, Gilberto Gil em breve será comunicado pelo Ministério da Cidadania sobre uma multa, no valor de três milhões de reais, que tem a ver com os recursos da Lei Rouanet, que incentiva projetos culturais.

De acordo com a publicação, foram encontradas irregularidades nas prestações de contas de Gil. Além dele, Caetano Veloso, pelo mesmo motivo, também será multado.

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Para quem não sabe, por meio da Lei Rouanet, empresas e pessoas físicas podem patrocinar espetáculos, shows e exposições, e abater o valor total ou parcial do apoio do Imposto de Renda.

Roberta Sá vem ao Recife, no dia 2 de junho, para lançar seu Giro. O novo disco da cantora é composto por músicas inéditas escritas por Gilberto Gil em parceria com ela, e com outros grandes nomes da música popular brasileira. O show será no palco do Teatro RioMar.

A concepção do novo disco começou durante almoços de domingo entre Roberta e Gil, no final de 2016. Os momentos deram a Roberta a ideia de gravar um projeto só com canções do compositor baiano e, assim, nasceu Giro.

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As músicas inéditas foram compostas por Gilberto Gil, muitas delas em parceria com a própria Roberta e outras com participação de compositores célebres da MPB como Jorge Ben Jor. Depois do lançamento oficial do álbum, no dia 26 de abril, a cantora segue pelo Brasil apresentando ao público o resultado de tantas parcerias.

Serviço

Roberta Sá em Giro

2 de junho - 20h

Teatro RioMar (Shopping RioMar)

R$ 70 a R$ 200

 

A Banda Sinfônica do Recife celebra seus 169 anos de atividades com um concerto comemorativo. Na próxima quarta (29), o palco do Teatro de Santa Isabel recebe a apresentação que contará com programa preparado pelo maestro Nenéu Liberalquino. 

A noite de festa contará com clássicos internacionais e eruditos de Bach e Rossini, além de sucessos de Dorival Caymmi e Adoniran Barbosa. As trilhas sonoras de filmes como Pinóquio e Bambi também estarão no programa. A apresentação é gratuita, mas é preciso retirar os ingressos uma hora antes do espetáculo.

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Serviço

Concerto de aniversário da Banda Sinfônica do Recife

Quarta (29) - 20h

Teatro de Santa Isabel

Gratuito

 

O programa Som Pará, da TV UNAMA, abriu espaço para a nova geração da música paraense. Artistas e bandas são convidados a fazer uma apresentação ao vivo, nos estúdios da TV UNAMA ou em área externa do campus Alcindo Cacela, em Belém. A primeira temporada, com 38 programas, estará disponível no canal do Youtube do LeiaJá, às quintas e sextas-feiras, às 19 horas. A segunda começa em agosto.

Segundo Mário Camarão, coordenador das Mídias da UNAMA - Universidade da Amazônia, o programa busca revelar bandas que estão surgindo e que já têm um significativo repertório autoral. “São artistas que estão saindo da garagem da sua casa para poder ganhar o palco e levar a música para um status maior. Muitos deles buscam o programa para poder divulgar a sua música e o seu trabalho”, explicou Mário Camarão.

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Os artistas apresentam quatro músicas autorais, seguidas de uma entrevista sobre o trabalho deles. “Nas entrevistas eles falam sobre o perfil deles. Eles mesmos se autodivulgam”, disse Patrizia Ainette, diretora do programa.

Daniel Santos, que participou de toda a produção da primeira temporada do Som Pará, disse que ajudar na produção do programa foi um divisor de águas em sua vida pessoal e profissional. “Aprendi muito com a equipe. Passei pela pré-produção do roteiro, construção do roteiro e a montagem do set list e organização do estúdio para gravação. Aprendi também sobre questões de enquadramento com a equipe de cinegrafistas, acompanhava a edição do programa para a TV e ajudava na pós-produção. Confesso que eu sentia o Som Pará como um projeto de vida, porque eu sabia que, a partir dele, minha visão em relação ao mercado de trabalho ia mudar, e de fato mudou”, afirmou o jornalista, que ainda era estudande do curso, na UNAMA, quando atuou no programa.

Para Daniel, foi satisfatório ver o programa crescer. “Tenho imenso carinho pelo Som Pará. Estará para sempre na minha história”, disse o jornalista.

Estreia com MPB, pop e folk

Bruna Magalhães foi a artista paraense que abriu a série de programas do Som Pará. A cantora tem 19 anos e estuda Arquitetura e Urbanismo. Bruna canta os estilos musicais MPB, pop rock, pop nacional e folk.

A música conquistou o coração da artista quando ela ainda era um criança. Aos 12 anos Bruna começou a cantar e desde então não parou mais. A artista explica que essa paixão músical surgiu por ouvir frequentemente as músicas que tocavam em sua casa, durante os churrascos da família, ou no carro, nas viagens que fazia com o pai.

Para a artista, participar do programa foi uma experiência incrível. “Foi algo supernovo para mim. Fomos de manhã cedo para evitar o calor na hora da filmagem, cantei algumas músicas e eles me entrevistaram. Terminamos em mais ou menos uma hora, foi bem tranquilo tudo. A UNAMA sempre me apoia com os lançamentos e na divulgação do meu trabalho”, disse a cantora, que gosta de desenhar e cozinhar nas horas vagas.

A artista parabenizou o programa pela valorização os artistas paraenses. “Acho que é supernecessário haver esse tipo de valorização. As pessoas podem conhecer o que é da sua terra e acreditar que, assim como em todo o Brasil, o Pará tem artistas supertalentosos que merecem esse reconhecimento. O programa apresenta um material de qualidade e com um grande alcance de público, inclusive os profissionais envolvidos no programa são supercompetentes”, afirmou Bruna, que também é atleta de caratê há sete anos. Contatos para shows: @brunamagalhaesmusica.

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A percussionista e compositora pernambucana Lara Klaus, integrante do grupo internacional Ladama, vai ministrar a oficina O Pandeiro Brasileiro, no Paço do Frevo. As aulas da primeira turma começam na próxima segunda (27) e seguem até a quarta (29), das 19h às 22h. Já a segunda terá início em junho.

A oficina é destinada a pessoas de qualquer idade, iniciantes ou que já possuem experiência com o instrumento. A atividade contará com duas turmas, a primeira, iniciando na próxima segunda (27), e a segunda, com início das aulas no dia 8 de junho, no horário das 10h às 13h. Para o primeiro curso, o investimento é de R$ 90; já para o segundo, de R$ 50.

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A intenção dos cursos é fazer com que os alunos saiam da oficina entendendo a lógica dos movimentos usados na execução dos ritmos. Além do pandeiro, Lara também utilizará outros instrumentos de percussão como surdo, caixa e ganzás para ampliar o entendimento das sonoridades e possibilidades rítmicas. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail laraklaus@gmail.com.

 

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Dona Onete foi a atração do programa Terruá, da TV UNAMA. Um minishow da artista paraense, gravado nos jardins do campus Alcindo Cacela da UNAMA – Universidade da Amazônia, em Belém, encerrou a Semana da Comunicação, série de workshops oferecidos pelo curso de Comunicação Social nos dias 13, 14 e 15 de maio. O Terruá vai ao ar sempre aos sábados, às 8h40, na RBATV. 

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A cantora participou das primeiras edições do programa e falou sobre sua carreira e apresentações internacionais. “Tive a felicidade de cantar no Empire State Building, onde aconteceu o King Kong, e advinha qual foi a música: 'No meio do Pitiú'. Foi o mesmo que eu botar uma bandeira do Pará lá naquelas alturas”, disse Dona Onete, que acumula carimbos no passaporte: recentemente fez shows na Nova Zelândia, Austrália e está com viagem marcada para México e França.

A diva do carimbó chamegado também participará do Rock In Rio 2019, no palco Sunset, junto com Fafá de Belém, Gaby Amarantos, Jaloo e Lucas Estrela. “Um dia eu falei: 'Acho que eu ainda vou tocar no Lollapalooza'. De repente, eu sou convidada para o Rock In Rio. Meu Deus do céu!”, exclamou a artista.

Apesar do sucesso tardio, a senhora de quase 80 anos diz que o reconhecimento de seu trabalho foi natural. “Eu não faço planos. Nunca fiz. Vai acontecendo na minha vida. Eu cantei na 5ª Avenida. Ali não é qualquer um que vai, dentro de Nova Iorque, mas aquilo não sobe na minha cabeça. Eu fico na mesma. A gente sabe que é sucesso, mas eu sempre digo que o sucesso não é meu. O sucesso é do Pará. É minha Belém querida que vai comigo”, disse a cantora.

O coordenador do Curso de Comunicação Social da UNAMA, Mário Camarão, explicou que objetivo do evento é estabelecer o primeiro contato dos estudantes com o mercado de trabalho desde cedo, dentro da instituição. “A Semana de Comunicação traz não só uma troca de conhecimentos para os alunos, mas principalmente formação e qualificação. Nós fazemos com que os alunos tenham acesso a todos os caminhos que acabam levando para o mercado, para a academia e para o futuro deles enquanto profissionais”, afirmou o professor.

Betânia Fidalgo, reitora da UNAMA, falou sobre a importância de amostras culturais na universidade e da necessidade de reforçar a cultura do Estado, dando espaço para os artistas regionais mostrarem seu trabalho. “É uma manhã maravilhosa. Os alunos estão de parabéns. Quero agradecer ao Ney Messias, que é esse encanto de pessoa, comunicador nato, e dizer que vamos fazer muito mais”, finalizou a reitora, que parabenizou os programas de extensão da UNAMA.

Por Sarah Barbosa.

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  O Catamarã Tour, na área Central do Recife, recebe neste sábado (25), às 22h, a primeira edição do ‘Pink Lemonade’. A festa, voltada para o público LGBT da cidade, traz os shows de Gloria Groove e Tati Quebra-barraco.

Além delas, vários DJs completam a programação da festa. Para os idealizadores do evento, Caio Remígio e Lucas Mesquita, festas voltadas para a comunidade LGBT ajudam a combater a homofobia e fortalecem o movimento. “Esse público precisa de visibilidade, uma vez que o Brasil é o país que mais mata LGBTs no mundo. Precisamos contradizer esses dados e a cultura tem a sua importância. É dar o lugar de fala a quem precisa”, disse.

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Os ingressos custam a partir de R$ 60 e podem ser adquiridos na Chilli Beans, Figueiras Calçados, Vitabrasilnet, Sympla e Bilheteria Digital.

Serviço

Pink Lemonade

Sábado (25) | 22h

Catamarã Tour (Cais Santa Rita, s/n - São José, Recife)

R$ 60

*Com informações da assessoria

Na próxima sexta (24), a banda Falamansa sobe ao palco do Itaipava 14 para animar a festa Arraiá dos Milagres. Pela terceira vez consecutiva no evento, a banda apresenta seu show comemorativo Falamansa 20 anos, que celebra as duas décadas de carreira do grupo. Geraldinho Lins, Leo Verão e Trio Cordel completam a programação da noite.

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No show, a Falamansa vai voltar no tempo e relembrar alguns de seus maiores sucessos. Canções como Xote dos Milagres, Rindo a Toa, Asas, Confidências e Xote da Alegria, não faltarão. Além do repertório autoral, o grupo também vai apresentar algumas versões de clássicos do forró como Dominguinhos, Gonzaguinha e Luiz Gonzaga.

Completando a noite, Geraldinho Lins apresenta repertório variado com faixas mais recentes, como Um pôr de sol de sentimento e Te Amei, além de canções mais antigas como Amor do Sertão. Leo Verão e o Tribo Cordel dão continuidade à noite prometendo hits muito forreggae.

Serviço

Arraiá dos Milagres

Sexta (24) - 22h

Itaipava 14 (Praça do Marco Zero)

R$ 60, R$ 75 e R$ 100

 

O passinho, dança que tomou conta das periferias e casas de show do Recife, também vai ter espaço no São João. A festa Arraial Brega Naite convidou a dupla Shevchencko e Elloco para animar sua edição de 2019 que acontece no dia 15 de junho, no Catamaran.

Shevchencko e Elloco ficaram conhecidos do grande público com o hit Chapuletei. A dança do passinho logo caiu no gosto do público e a dupla passou a se apresentar em inúmeras casas de show e até no Carnaval do Recife. Eles são a primeira atração do Arraial Brega Naite a ser anunciada, as demais participações serão conhecidas em breve.

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Serviço

Arraial Brega Naite

15 de junho - 22h

Catamaran

R$ 45

 

O Shopping Tacaruna vai armar o seu próprio arraial para celebrar o São João 2019. No mês de junho, o centro de compras vai oferecer uma programação diversificada, para adultos e crianças, com shows e apresentações juninas de escola.

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Para os adultos, os shows no rooftop do Tacaruna vão contar com nomes de destaque no cenário do forró como Geraldinho Lins, Jorge de Altinho, Fulô do Mandacaru, Petrúcio Amorim e Mel com Terra. A programação começa no dia 1º de junho e as apresentações serão sempre às 19h. Os ingressos serão distribuídos aos clientes que efetuarem compras a partir de R$ 100 no shopping.

Já para a criançada, a diversão fica por conta da banda do Tio Bruninho aos domingos. A partir do dia 2 de junho, os pequenos poderão curtir os shows com muito arrasta-pé, forró, baião, xote, coco e maracatu. A entrada será gratuita.

Além disso, o clima junino também estará no projeto Taca Mais Música, que acontece todas as quintas, às 19h, também no rooftop. Durante o mês de junho, se apresentarão os artistas Rodrigo Raposo, Cristina Amaral, Josildo Sá e André Rio, com entrada franca.

Programação

Arraiá do Shopping Tacaruna 2019

Shows com a Banda Tio Bruninho (público infantil)

Domingos 02, 09, 16 e 23 de junho, sempre às 17h, no rooftop

Entrada: Gratuita

Programação de shows (público adulto)

Sábados 01, 08, 15, 22 e 29 de junho, sempre às 19 horas, no rooftop

01/06 - Geraldinho Lins

08/06 - Jorge de Altinho

15/06 - Banda Fulô do Mandacaru

22/06 - Petrúcio Amorim

29/06 - Banda Mel com Terra

Entrada: A cada R$ 100,00 em compras realizadas no Tacaruna até o dia 12 de junho, o cliente poderá trocar as notas por um par de ingressos para o show de sua preferência.

Taca Mais Música de Junho

Quintas-feiras 06, 13, 20 e 27 de junho, sempre às 19h, no rooftop

Entrada: Gratuita

06/06 – Rodrigo Raposo

13/06 – Cristina Amaral

20/06 – Josildo Sá

27/06 – André Rio

 

 

Depois de "Juntos" da Paula Fernandes em parceria com Luan Santana, o grupo de pagode baiano La Fúria fez sua versão de "Shallow", música da Lady Gaga e trilha sonora do filme "Nasce Uma Estrela".

"Diga o que te fez sentir saudade de empinar o rabetão. Mais uma vez você tá solteira e voltou pro paredão. Desafio do shallow now, você vai sentar no grau. Senta no shallow now", diz a música.

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A versão já possui mais de 50 mil visualizações no YouTube e, como a de Paula Fernandes, também dividiu opiniões nas redes sociais.

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“Quando penso que o Brasil vai regredir, vem La Fúria e eleva o nível!”, comentou um fã. “Única versão possível. Obrigado”, escreveu outro. “A Bahia olha pra palavra limite e dá risada”, brincou uma seguidora. "Quando eu achei que não poderia ficar pior, fizeram algo tão sem nexo quanto", criticou outra internauta.

Essa não é a primeira vez que a banda baiana mistura memes em suas músicas. No carnaval deste ano, o grupo esteve no centro de uma polêmica ao mencionar o ator Fábio Assunção na música “Ficar Loucão”.

"Hoje eu vou beber, hoje eu vou ficar loucão. Hoje eu não quero voltar pra minha casa não. Hoje eu vou virar o Fábio Assunção. Hoje eu vou voltar pra casa só se for no camburão", dizia a música, que inspirou muitos foliões a usar máscaras com a foto do ator.

Na época, o vocalista Bruno Magnata chegou a fazer um acordo com Assunção para doar o dinheiro arrecadado com a música para ONGs que ajudam dependentes químicos.

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 O Estádio Luiz José de Lacerda, o “Lacerdão”, em Caruaru, Agreste pernambucano, recebe neste sábado (25), às 16h, o ‘Raiz Festival’. O evento exalta o rap e reggae e traz a banda carioca 'Ponto de Equilíbrio' como uma das atrações.

Na Brisa e GOG, grandes nomes do cenário musical, também se apresentam. Bira e o Bando, DJ BL e a banda Vimana ficam responsáveis por representar a produção local. “Ter uma espaço em meio a essa guerra que travamos contra as músicas descartáveis que estão dominando a grande mídia é essencial. Vamos mostrar que Caruaru tem público que consome música independente”, diz Bira, do grupo Bira e o Bando. Os ingressos custam a partir de R$ 25 e podem ser adquiridos pela Sympla.

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Serviço

Raiz Festival

Sábado (25) | 16h

Estádio Luiz José de Lacerda (Av. Agamenon Magalhães, 425 - Maurício de Nassau, Caruaru)

R$25

*Com informações da assessoria

  O Villa Ponte D’Uchôa, no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife, foi o local escolhido pelo Capim Cubano para sediar o primeiro show da turnê de comemoração de 15 anos da banda. A apresentação acontece nesta sexta-feira (24), às 21h.

Sucesso nos anos 2000, a banda fez uma pausa em 2012 e agora volta aos palcos investindo num ritmo mais moderno e eletrônico. Sucessos como “Teresa Bandolera”, “Mentirosa” e “Eldorado também estão no repertório.

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Geraldinho Lins e a dupla sertaneja Felipe e Gabriel também se apresentam na festa. Os ingressos custam a partir de R$60 e podem ser adquiridos na Bilheteria Digital e no Ticket Folia.

Serviço

Capim Cubano - 15 anos

Sexta-feira (24) | 21h

Villa Ponte D’Uchôa (Av. Rui Barbosa, 1345 - Graças, Recife)

R$60

Os bairros do Ibura e Ipsep, na Zona Sul do Recife, recebem neste sábado (25) a 2º edição do projeto ‘Nossa Comunidade’, da Ambev. Almir Rouche será o responsável por comandar o agito nas duas comunidades, que têm início às 10h em ambos os bairros.

Além de Almir, a programação gratuita conta com outras atrações. No Ibura, quem faz a festa é Jucy Almeida e o Grupo Só Chegados, já no Ipsep, o agito fica por conta de Lula Valença e Banda É o Jeito. O Nossa Comunidade’ acontece na 2ª Travessa Dom Hélder Câmara, no Ibura, e na Praça do Ipsep, na Rua Aristides Lobo.

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A primeira edição do evento aconteceu em dezembro de 2018, no Morro da Conceição, na Zona Norte do Recife. João do Morro, Michelle Melo e Almir Rouche se apresentaram na ocasião.

Serviço

Nossa Comunidade

Sábado (25) | 10h

Gratuito

No dia 8 de junho, o teatro RioMar, na Zona Sul do Recife, recebe dois shows da banda Catedral. As apresentações fazem parte da turnê “Stand Up, Músicas e Histórias” e acontece às 18h e às 21h30. Além de canções recentes, a banda irá relembrar sucessos das três décadas de trajetória.

“Os catedráticos vão viajar no tempo. O Recife sempre abraçou o nosso trabalho, estamos esperando o melhor desses dois encontros”, diz Kim, vocalista do grupo. Além do Recife, Caruaru, Natal, Maceió, Fortaleza, São Luís, São Paulo, Belém, Palmas e Brasília também recebem a turnê.

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Os ingressos para as apresentações custam a partir de R$ 110 e podem ser adquiridos através da Uhuu.

Serviço

Shows da Banda Catedral

8 de junho | 18h e 21h30

Teatro RioMar (Av. República do Líbano, 251 - Pina, Recife)

A partir de R$ 110

*Com informações da assessoria

  O Café Liberal, no Recife Antigo, área central da capital pernambucana, recebe nesta quinta-feira (23) o show de Maria Flôr e César Michiles. A apresentação faz parte do projeto Quinta da Música Popular Pernambucana, que foca na produção autoral pernambucana.

Maria Flôr é multiartista e já se apresentou ao lado de nomes como Maestro Forró, Maestro Spok e Fafá de Belém. Atualmente, vem trabalhando em seu primeiro disco solo, intitulado ‘Cor de Maria’. Já o flautista Cesar Michiles, consagrado na cena musical do Estado, acompanhou vários nomes da MPB como Geraldo Azevedo, Alceu Valença, Elba Ramalho, Daniela Mercury e Chico César.

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No Café Liberal, a apresentação tem início às 21h e o valor do couvert custa R$ 20.

Serviço

Show de Maria Flôr e Cesár Michiles

Quinta-feira (23) | 21h

Café Liberal (Av. Marquês de Olinda, 174 - Recife)

R$ 20

O ex-RBD Christian Chávez, conhecido no Brasil por interpretar 'Giovanni' na novela mexicana 'Rebelde', exibida pelo SBT, aporta no Recife para show acústico e encontro com fãs. O evento acontece no dia 12 de setembro, às 18h, no espaço de eventos do hotel Atlante Plaza, em Boa Viagem, Zona Sul da cidade.

Em 2018, Christian lançou o EP Conectado, que conta com a parceria dos artistas brasileiros Lexa, Gustavo Mioto e Li Martins. A apresentação no Recife faz parte da turnê Live Brasil, que também passará por Fortaleza, São Paulo e Rio de Janeiro.

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Os ingressos custam R$ 350 (encontro com o artista, fotos profissionais e postcard e pôster autografados) e R$ 650 (encontro com o artista, fotos profissionais, selfie, postcard, pôster autografados e autógrafo exclusivo), e podem ser adquiridos no Ingresso Oficial.

Serviço

Show acústico e encontro com Christian Chávez

12 de setembro | 18h

Hotel Atlante Plaza (Av. Boa Viagem, 5426 - Boa Viagem, Recife)

R$ 350 e R$ 650

O baiano Baco Exu do Blues, um dos nomes de maior destaque no atual cenário hip hop nacional, se apresenta no Recife, na próxima sexta (24). Lançando seu disco Bluesman, Baco sobe ao palco do Baile Perfumado, às 22h.

Em única apresentação na capital pernambucana, Baco Exu do Blues traz seu repertório integral, além de singles e faixas de Exu. Na ocasião, ele lança seu segundo disco, Bluesman, avaliado pela revista Rolling Stone como o melhor de 2018 e vencedor do Troféu APCA nas categorias artista revelação, música do ano e disco do ano.

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O show de Baco conta com DJ BBzão, Shan Luango, Ricardo Caian, Bibi Caetano, Aisha Valdoni e o trio curitibano Tuyo. A abertura da noite fica por conta do duo DKVPZ, dupla que mistura suas influências da música eletrônica global com o background dos beats tropicais e brasileiros.

Serviço

Baco Exu do Blues

Sexta (24) - 22h

Baile Perfumado

R$ 60 a R$ 120



 

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