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A segunda edição da feira Fenewedding está marcada para acontecer entre os dias 22 e 27 de março, na praça de eventos Shopping Tacaruna, no Recife. A feira é voltada para pessoas que estão organizando o casamento.

O evento promete tendências, descontos e até um casamento ao vivo na abertura. A Fenewedding também promete oferecer mais de 50 opções de serviços de casamento e é gratuita.

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O objetivo é reunir todos os serviços necessário para produzir uma festa pequena ou grande, em um formato mais rápido. Além de ganhar tempo e não ter que se deslocar para vários lugares, os noivos que decidirem fechar contrato na feira podem ganhar descontos de até 20%, promoção dada pelos expositores para o evento.

Serviço

2ª Fenewedding

22 a 27 de março

Segunda a sábado | 9h às 22h; domingo | 12h às 20h

Praça de Eventos do Shopping Tacaruna (Av. Gov. Agamenon Magalhães, 153 - Santo Amaro, Recife – PE)

Entrada gratuita

A marca de luxo Louis Vuitton decidiu apagar as referências a Michael Jackson de sua coleção apresentada em janeiro, após as acusações de pedofilia reunidas no documentário sobre o rei do pop.

Em nota divulgada na quinta-feira no site Women's Wear Daily (WWD), a bíblia da moda, a Louis Vuitton declarou que não vai comercializar mais nenhum produto que "comporte referências diretas a Michael Jackson".

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A coleção outono-inverno desenhada por seu diretor artístico Virgil Abloh foi dedicada ao cantor. Como convite para o desfile em Paris, o americano havia enviado uma luva coberta de paetês, como as que o artista usava.

Abloh havia escrito uma longa homenagem ao cantor, "ícone de sua infância e de sua vida adulta", um garoto que "cresceu nos bairros pobres de Indiana, que se tornou símbolo da unidade planetária".

Entre as referências a Jackson na coleção, destaca uma versão da lendária jaqueta que Michael usou no vídeo de "Beat it".

"Estou consciente de que, à luz do documentário, o desfile provoca reações emotivas", disse Abloh ao WWD. "Condeno firmemente toda forma de abuso, violência, ou violação dos direitos humanos das crianças", frisou.

Divulgado em março pela emissora americana HBO, o documentário dá voz a dois homens que garantem terem sido, durante anos, vítimas de abusos sexuais por parte de Michael Jackson, quando eram menores.

Este documentário foi divulgado uma década depois da morte do cantor, sobre quem já haviam pesado acusações desse tipo. Rádios de países como Canadá, Austrália e Nova Zelândia decidiram deixar de tocar suas músicas.

Lotte Van Der Zee, a Miss Teen Universo, morreu na noite da última quarta-feira (6), aos 19 anos, vítima de uma parada cardíaca. O comunicado da morte de Lotte foi divulgado pelos pais na quinta-feira (7), em uma publicação nas redes sociais da jovem. "Gostaríamos de agradecer a todos pelo apoio e pelas mensagens de conforto", dizia o conteúdo.

A modelo estava de férias com a família na Áustria quando começou a passar mal no período da tarde; Lotte faleceu uma dia antes de completar 20 anos. Ela conquistou o título da jovem mais bonita do mundo em 2017.

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No Instagram, seguidores de Lotte Van Der Zee lamentaram a notícia. "A bondade brilhou através dela e o amor que ela tinha nunca irá embora. Ela viverá para sempre", comentou um dos internautas.

Minuto de silêncio, lágrimas e ovação: a emoção era palpável, nesta terça-feira (5), no desfile da última coleção Chanel desenhada por Karl Lagerfeld, apresentada em uma paisagem imaculada e nevada.

O desfile mais esperado da Semana de Moda de Paris foi precedido por um minuto de silêncio em homenagem para aquele que foi o diretor artístico da casa por 36 anos, e se encerrou com a música "Heroes", de David Bowie.

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Carregado de emoção, o desfile foi uma oportunidade para Chanel prestar uma última homenagem ao último dos gigantes da alta-costura, que não quis uma cerimônia oficial após sua morte.

De acordo com o desejo de Karl Lagerfeld, que morreu no dia 19 de fevereiro, aos 85 anos, uma cerimônia de cremação ocorreu na mais estrita intimidade, três dias depois de sua morte.

O desfile, sob o telhado de vidro do Grand Palais, começou com um minuto de silêncio. Diante de um grande público, as modelos permaneceram de pé, silenciosas, na decoração de uma estação de esqui, com chalés de madeira e flocos de neve.

- Voz de Karl -

Na primeira fila, Anna Wintour, a papisa da Vogue americana, óculos escuros e roupa rosa, ao lado de outros grandes da moda como Claudia Schiffer, musa de Lagerfeld nos anos 1990, a atriz Monica Bellucci e a cantora de K-pop Jennie.

A voz do "kaiser" da moda, e seu famoso sotaque alemão, ecoou, durante a transmissão de uma entrevista na qual ele falou de sua estreia na Chanel numa época em que duvidavam que ele poderia enfrentar o desafio.

Na passarela, as muitas musas da casa desfilaram, de Cara Delevingne que abriu o evento, à atriz Penelope Cruz, sorridente, em um vestido branco, passando pela jovem Kaia Gerber, filha de Cindy Crawford, em vestido curto.

O branco dominou essa coleção, assinada por Karl Lagerfeld e Virginia Viard, seu braço direito que o sucedeu.

Uma piscadela discreta ao estilista, um desenho feito por ele onde aparece ao lado de Coco Chanel foi colocado no kit de imprensa entregue no local. Com a menção "The beat goes on" ("A batida continua"), sinal de que a Chanel está apostando na continuidade.

- Homenagens de Paris a Milão -

Primeiro evento público da Chanel desde a morte do estilista, e organizado no último dia da Semana de Moda de Paris, o desfile marca a chegada de Virginie Viard, que sublimou as ideias de Karl Lagerfeld por mais de 30 anos.

Lagerfeld apresentava a estilista como seu "braço direito e braço esquerdo".

Virginie Viard tinha dito à AFP em 2015 ser "complementar" ao estilista: "Eu entendo isso, sou capaz de sublimar o que ele quer fazer, eu entendi para onde ele quis levar a Chanel".

Em 22 de janeiro 2019, após o desfile em que Karl Lagerfeld, "cansado", não esteve presente pela primeira vez desde a estreia na Chanel em 1983, foi ela quem se apresentou para cumprimentar o público.

Durante a Semana de Moda, a Chloé saudou o "gênio" de Lagerfeld, que foi o estilista da marca entre 1963 e 1984, distribuindo fotos retro com frases do costureiro.

Em uma delas, o jovem Karl Lagerfeld aparece barbudo e moreno nos estúdios da Chloé, cercado por modelos.

A grife italiana Fendi também se despediu de seu estilista favorito, apresentando sua última coleção, durante um desfile "testamento" em Milão, no dia 21 de fevereiro.

Em homenagem, quatro de suas criações assinadas para a Chloé e Chanel evocando seu gosto particular pelo século XVIII, Art Deco e estilo Memphis, estão expostas temporariamente no Musée des Arts Décoratifs em Paris.

O concurso que irá eleger a mulher mais bonita do Brasil acontece no sábado (9), no centro de exposições São Paulo Expo, em Jabaquara, Zona Sul de São Paulo e irá coroar a representante do Brasil no Miss Universo.

Na competição, 27 mulheres representam os estados do Brasil. O concurso será transmitido às 22h30 pela Band. Conheça as participantes:

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A Paris Fashion Week começou. O evento, que traz as principais tendências de moda para o meio do ano, já mostrou que a tendência do neon continua. A grife Saint Laurent apostou em uma passarela toda escura, onde as peças amarelas, vermelhas e até brancas tiveram destaque total.

Kate Moss e Lindsay Lohan foram algumas das celebridades que conferiram o desfile da Saint Laurent, e ambas apostaram em um pretinho nada básico.

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Já a Dior mostrou que o xadrez é a estampa escolhida da temporada! Além dele, a marca aposta também em listras e em tons clássicos, como vermelho, verde escuro e branco, combinados com preto.

Segundo o colunista Ancelmo Gois, nos próximos dias veremos Isabelle Drummond prestigiando os desfiles da Paris Fashion Week. A atriz foi convidada, pela marca Tommy Hilfiger, para assistir o desfile. Será que ela é a mais nova aposta do mundo da moda?

A moda está de luto: o alemão Karl Lagerfeld, ícone global da alta-costura que relançou a maison Chanel e estilista extravagante de visual único e desfiles espetaculares, morreu nesta terça-feira aos 85 anos.

A Chanel, da qual foi diretor artístico por 36 anos, confirmou à AFP informações do site Purepeople, que anunciou seu falecimento no Hospital Americano de Neuilly, nos subúrbios de Paris, onde foi internado de emergência na noite de segunda-feira.

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Em frente ao número 31 da rua Cambon, onde Chanel abriu sua loja nos anos 1920, os admiradores, muitos deles jovens, levaram rosas brancas para homenagear seu lendário herdeiro.

"Era uma lenda, um mastodonte, salvou a Chanel, reinventou a marca", afirma Mathieu Cipriani-Rivière, de 20 anos, ex-estudante de moda.

Virginie Viard, diretora do estúdio de design de moda da Chanel e braço direito de Karl Lagerfeld, com quem colaborou durante mais de 30 anos, assumirá a direção criativa da grife, informou a maison em um comunicado.

Sua musa de longa data Inès de La Fressange, uma das primeiras top models, disse à AFP que ele "nunca descansou sobre seus louros, nunca fazia a mesma coisa duas vezes".

"Eu o vi desenhar cercado por 15 pessoas. Ele era o oposto do grande costureiro que tinha que sofrer para criar. Ele não fazia nada além de trabalhar, mas se recusava a fazer com que parecesse trabalho", acrescentou.

"Hoje o mundo perdeu um gênio criativo. Sentiremos sua falta, Karl! #QEPDKarl Lagerfeld", tuitou a primeira-dama americana, a ex-modelo eslovena Melania Trump, junto com uma foto na que aparece ao lado do estilista, usando uma de suas criações.

O presidente do grupo LVMH, Bernard Arnault, disse estar "profundamente entristecido com a morte de seu querido amigo".

"Moda e cultura perdem uma grande inspiração. Ele ajudou a fazer de Paris a capital da moda do mundo e da Fendi uma das casas italianas mais inovadoras", afirmou o diretor do grupo que possui a marca italiana, da qual Lagerfeld também era o diretor artístico.

Alain Wertheimer, coproprietário da Chanel, prestou homenagem ao "gênio artístico de Karl Lagerfeld, sua generosidade e sua intuição excepcional", a quem "deu carta branca no início dos anos 80 para reinventar a marca".

"Teu gênio tocou a vida de muitas pessoas, especialmente Gianni e eu. Nunca esqueceremos teu incrível talento e inspiração infinita, sempre aprendemos contigo", escreveu Donatella Versace no Istagram.

Serge Brunschwig, presidente e diretor executivo da Fendi (grupo LVMH), indicou que admira "profundamente a imensa cultura de Karl (...). Nos deixa um enorme legado, uma fonte de inspiração inesgotável para continuar".

"Hoje o mundo perdeu um gigante. Karl era muito mais que nosso maior e mais prolífico estilista, seu gênio criativo era assombroso", afirmou Anna Wintour, chefe de redação da revista Vogue.

Lagerfeld viu sua saúde se deteriorar consideravelmente nas últimas semanas, a ponto de não aparecer ao final da apresentação da coleção primavera-verão 2019 para saudar o público, algo que ele nunca deixou de fazer desde sua estreia na Chanel, em janeiro de 1983.

Com seus cabelos brancos sempre presos em um rabo de cavalo, os eternos óculos escuros, os colarinhos altos, as luvas e a forma típica de falar, o "Kaiser" tinha um estilo reconhecido no mundo todo.

- "Sem funeral!" -

Ele dirigia três marcas (Chanel, Fendi e sua grife de mesmo nome), mas seu nome estará para sempre ligado à Chanel, cujos códigos mudou constantemente, reinventando clássicos como os ternos de tweed e bolsas acolchoadas.

Gabrielle Chanel "teria odiado", afirmou o "Kaiser" ("imperador" em alemão), conhecido por suas declarações provocativas que eram um misto de narcisismo e autodepreciação.

Sempre sintonizado com os novos tempos, ele organizou desfiles com encenações surpreendentes e espetaculares, em supermercados, galerias de arte ou ao ar livre, fazendo a festa nas redes sociais.

Nascido em Hamburgo, Lagerfeld sempre manteve uma aura de mistério em torno de sua data de nascimento. Vários jornais alemães, baseados em documentos oficiais, afirmam que ele nasceu em 10 de setembro de 1933.

Ele afirmou ter nascido em 1935, em uma entrevista à revista francesa Paris-Match em 2013, quando revelou que sua mãe havia mudado a data de seu nascimento.

Ele teve uma infância feliz, mas monótona em uma área remota da área rural alemã durante o nazismo, com um pai industrial sempre viajando e a mãe de personalidade forte, grande leitora, mas pouco afetuosa, que, no entanto, incutiu no filho a paixão pela moda.

O pequeno Karl desenhava vestidos e sonhava com Paris, para onde se mudou na adolescência.

Em 1954, ele ganhou um concurso organizado pela Sociedade Internacional da Lã, empatando com Yves Saint Laurent, com quem ele simpatizou antes de se tornarem grandes inimigos.

No início dos anos 1960, trabalhava como estilista autônomo, colaborando com diversas maisons.

"Eu sou o primeiro a fazer um nome com um nome que não era meu. Devo ter uma mentalidade mercenária", costumava dizer.

Ele sabia melhor do que ninguém como capturar o momento da moda.

Como em 2004, quando ele criou toda uma coleção prêt-à-porter para a gigante sueca H&M, uma atitude depois imitada por muitos criadores.

Viciado em trabalho ("Nunca pensei em aposentadoria", dizia ele), combinava a criação das coleções com seu trabalho com fotografia.

O "Kaiser" tinha o talento para descobrir top models: a francesa Inès de la Fressange, que assinou um contrato exclusivo com a Chanel em 1983, assim como a alemã Claudia Schiffer, a britânica Cara Delevingne ou a franco-americana Lily-Rose Depp.

Ele ainda queria que elas fossem magérrimas, apesar das crescentes demandas por diversidade.

"Ninguém quer ver mulheres gordas nas passarelas (...) São as mulheres gordas sentadas como sacos de batatas diante da televisão que dizem que as modelos magras são horríveis", afirmou à revista alemã Foco em 2009, o que o fez ser denunciado por uma associação de defesa de pessoas com excesso de peso.

Sobre sua própria morte, também tinha, como em outros assuntos, uma opinião consolidada.

Questionado pela revista Number se ele queria um funeral espetacular, afirmou: "Que horror, não haverá funeral".

"Eu só quero desaparecer como os animais da floresta virgem", afirmou, em outra ocasião, em uma entrevista à France 3.

Embora em sua maneira pessoal de se vestir Karl Lagerfeld fosse facilmente reconhecido, suas criações eram caracterizadas por seu ecletismo e sua capacidade de se reinventar a todo tempo, capturando o espírito da época.

O estilista foi responsável por três marcas (Chanel, Fendi e a grife homônima), mas seu nome é principalmente associado à maison Chanel, onde ele não hesitou em revolucionar os códigos existentes e para a qual ele organizou desfiles espetaculares.

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Com ironia, costumava dizer que Gabrielle Chanel "odiaria" o trabalho dele.

Quando chegou a Chanel, em 1983, a marca estava em um momento ruim.

"Todos me disseram: 'não mexe nisso, está morto, acabou' e foi isso que me divertiu, foi um desafio e funcionou cem vezes melhor do que eu pensava", afirmou Lagerfeld.

O estilista lembrava do que Alain Wertheimer, coproprietário de Chanel e seu irmão Gérard, haviam dito a ele: "Faça o que quiser. Eu venderei a maison de qualquer maneira, não funciona. E eu respondi: 'escreva isso em um pedaço de papel'".

Lagerfeld adotou os clássicos da marca, como os tweeds, as pérolas e as correntes de ouro.

"Ele foi o primeiro a repensar todos os códigos da casa para usá-los de outra maneira", explica a historiadora de moda Catherine Örmen.

Segundo ela, o toque de Lagerfeld era mais um estado de espírito do que um estilo reconhecível e estava em constante evolução.

"Na década de 1980, suas silhuetas tinham costas muito largas. Na década de 1990, elas eram muito 'skinny', sempre de acordo com a época", explica.

Em 2014, ele apresentou um vestido de alta-costura com bordados de concreto e, em 2015, ternos tridimensionais.

"No entanto, ele cometeu alguns sacrilégios", recorda Örmen, citando um modelo de alta-costura de 1986 com crinolina, aquelas armações sob as saias rodadas para dar volume.

"A senhorita Chanel certamente se revirou em seu túmulo!", acrescentou.

Mas a liberdade foi o que o estilista alemão sempre reivindicou para sua arte.

"Karl era insaciável, sempre curioso, tomando emprestado de diferentes áreas, especialmente a rua ou o universo dos motociclistas, do surfe", lembra a britânica Emma Baxter-Wright, autora de "Little Book of Chanel", que destaca "insolência" do criador.

Seus desfiles eram esperados como shows de Chanel e sempre tiveram cenários grandiosos.

Cada desfile tinha um tema e seu universo, recriado no Grand Palais de Paris, em um museu, um supermercado, um aeroporto, um jardim zen, uma floresta, um iate de luxo, etc.

Nos desfiles, Lagerfeld tinha a seu lado Virginie Viard, diretora do estúdio que supervisiona oito coleções por ano.

Uma fiel colaboradora com quem trabalhou por mais de trinta anos.

"Sem Virginie, o desfile não existiria. Ela está por trás de todas as coleções. É um dos elementos essenciais da Chanel, juntamente com Bruno [Pavlovsky, presidente de atividades de moda da Chanel] e Eric [Pfrunder, diretor de imagem]", assegurou o "Kaiser" em maio de 2018.

Astro inquestional da alta-costura, Karl Lagerfeld, falecido nesta terça-feira aos 85 anos, reinventou com brilhantismo a marca Chanel durante mais de 30 anos, enquanto construía um personagem quase teatral, famoso por seu aspecto, suas frases provocativas e sua erudição.

Com o cabelo branco preso em um rabo de cavalo, óculos escuros, suas luvas e a verborragia, o estilista alemão, conhecido como o "Kaiser", tinha uma aparência perfeitamente reconhecível.

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Tão vaidoso como propenso às piadas, quando perdeu 42 quilos em 2002 afirmou que era para ser um "bom cabide" e entrar nas roupas que Hedi Slimane criava para a Dior.

Mas por trás da figura de língua afiada se escondia um homem intuitivo que sabia captar melhor que ninguém as necessidades de seu tempo. Como em 2004, quando desceu de seu pedestal para criar uma coleção para o grupo sueco de moda H&M, hoje algo completamente normal.

Nascido em Hamburgo, Lagerfeld sempre manteve uma aura de mistério a respeito de sua data de nascimento. Vários jornais alemães, com base em documentos oficiais, afirmam que ele nasceu em 10 de setembro de 1933. Ele disse que nasceu em 1935, durante uma entrevista à revista francesa Paris-Match em 2013, na qual afirmou que sua mãe "mudou a data".

Teve uma infância feliz, mas entediante, em uma zona rural remota da Alemanha durante o nazismo, entre um pai industrial e que viajava muito e uma mãe com personalidade forte, grande leitora, mas pouco afetuosa, que no entanto provocou sua paixão pela moda. O pequeno Karl desenhava vestidos enquanto sonhava com Paris, onde chegou na adolescência.

Em 1954, ele ganhou um concurso organizado pela Sociedade Internacional da Lã, empatado com Yves Saint Laurent, com quem ele simpatizou antes de se tornarem grandes inimigos. Foi contratado pelo estilista Pierre Balmain e passou três anos na maison antes de se tornar diretor artístico de Jean Patou.

No início dos anos 1960 começou uma carreira de estilista independente, trabalhando para várias marcas.

"Sou o primeiro que fez um nome com um nome que não era o seu. Devo ter mentalidade de mercenário", dizia.

De 1963 a 1984, trabalhou para a marca parisiense Chloé. Desde 1965, também criava para a italiana Fendi, que entretanto passou a integrar o grupo de luxo francês LVMH.

Para o grande público, o nome de Lagerfeld permanece indissociável da Chanel. Quando chegou em 1983, a empresa era considerada um pouco antiquada. Com a sua liderança voltou a ser jovem e desejável. Durante mais de 30 anos reinventou a marca a cada temporada, brincando com seus códigos.

Sintonizado com os novos tempos, organizou desfiles com encenações surpreendentes e espetaculares, em supermercados, galerias de arte ou na rua, sempre obtendo muito sucesso nas redes sociais.

Sua própria marca, lançada em 1984, teve diversos problemas antes de virar um sucesso há alguns anos. Lagerfeld também estabeleceu colaborações esporádicas com marcas como Wolford, Diesel, Volkswagen, Coca-Cola, entre outras.

- Amante dos livros -

Em sua vida privada, um homem ocupou um lugar central no coração do estilista: Jacques de Bascher, que também teve um relacionamento com Yves Saint Laurent. Sua morte - vítima de aids em 1989 - abalou Lagerfeld, sempre muito reservado sobre esta questão.

Viciado em trabalho ("Nunca pensei em aposentadoria", dizia ele), combinava a criação das coleções com seu trabalho com fotografia. Era ele quem assinava as campanhas da Chanel.

Os livros também ocupavam um espaço importante em sua vida. Ele tinha entre 250.000 e 350.000 volumes, de acordo com estimativas da imprensa, espalhados por suas diversas residências. O menino obrigado pela mãe a aprender a cada dia uma página do dicionário se torno um apaixonado pela literatura do século XVIII e início do XX.

Suas duas paixões se encontraram em 1999 quando fundou a própria editora e livraria "7L", que edita obras de arquitetura, fotografia ou de seus autores preferidos.

Fã de arte, vendeu em leilões em 2000 e 2003 duas de suas coleções do século XVIII (3,54 milhões de euros, 4 milhões de dólares) e de arte decorativa (1,1 milhão de euros, 1,2 milhão de dólares).

Seguem abaixo as principais datas da vida do estilista alemão Karl Lagerfeld:

- 10 de setembro de 1933: nasce Karl Otto Lagerfeld em Hamburgo, segundo a imprensa alemã, que se apoia em documentos oficiais. Lagerfeld assegurava que não sabia quando nasceu, sempre mencionando 1938 e, mais recentemente, 1935.

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- Antes da guerra, sua família se instala na área rural de Bad Bramstedt, ao norte de Hamburgo, onde passou sua infância.

- 1952: chega a Paris com sua mãe.

- 1954: vence o concurso da Sociedade Internacional da Lã, em Paris, na categoria abrigos, enquanto Yves Saint Laurent vence em vestidos de noite.

- 1955: vira assistente de Pierre Balmain.

- 1958: vira diretor artístico de Jean Patou.

- 1963: se torna estilista autônomo de Krizia, Charles Jourdan e Chloé.

- 1964-1984: integra a casa Chlóe, onde lança um perfume em 1975.

- 1965: entra para Fendi no setor de prêt-à-porter e peles. Renova seu contrato com o grupo LVMH, que compra a maison.

- 1983: torna-se diretor artístico do conjunto de coleções de alta-costura, prêt-à-porter e acessórios de Chanel.

- 1984: cria sua própria marca, Karl Lagerfeld.

- 1989: falece seu companheiro Jacques de Bascher.

- 1992-1997: volta para Chloé para restabelecer a imagem da marca.

- 1998: abre a Galeria Lagerfeld, em Paris.

- 1999: o estilista, que durante 15 anos não paga impostos na França, é condenado a pagar 13,3 milhões de euros (15,6 milhões de dólares) à Receita francesa.

- 2000: perde 42 kg em 13 meses e publica dois anos depois um livro sobre sua dieta.

-2004: é o primeiro estilista a criar uma coleção para a H&M.

- 2008: participa em um anúncio de segurança nas estradas, no qual usa um colete refletivo: "É amarelo, é feio, não combina com nada, mas pode salvar a vida".

- 2011: relança a marca Karl Lagerfeld, com a criação de duas novas linhas para o grande público, e cria um site consagrado a sua personalidade.

- 2015: expõe na Pinacoteca de Paris uma seleção de fotos realizadas desde 1987.

- Maio de 2016: desfile da Chanel em Cuba.

- 2019: em janeiro,não participa nos desfiles da Chanel em Paris, algo inédito. Falece em 19 de fevereiro.

Novos formatos, conceitos e peças serão apresentados ao público durante a Mostra Moda, desfile que lança confecções de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) dos alunos do curso de Moda da UNAMA - Universidade da Amazônia. O desfile será neste sábado (16), às 18 horas, no Espaço São José Liberto, localizado na Praça Amazonas. O evento é aberto ao público e a entrada é gratuita.

A Mostra Moda é realizada pelo curso de Moda desde o ano de 2012, com o intuito de apresentar as coleções de TCC dos alunos para o público em geral e interessado por moda. Em 2019, serão 30 coleções sendo desfiladas, cada uma com cerca de três looks. Ao todo, são 90 looks na passarela. Todos os trabalhos foram elaborados nos anos de 2017 e 2018. A novidade deste ano é que todos os alunos que se formaram que quiserem mostrar seu trabalho terão a oportunidade de participar.

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O coordenador do curso de Moda, Fernando Hage, afirma que a Mostra Moda é uma forma de lançar novos criadores no mercado. “O evento reitera o papel do curso de Bacharelado em Moda em formar alunos criativos e inovadores para o mercado de moda local e nacional. Somos um curso que existe na cidade há 12 anos e temos a função de formar e difundir o trabalho desses alunos”, afirma.

Por Rayanne Bulhões/Ascom UNAMA

 

 

Nesse domingo (10), no Staples Center, em Los Angeles, nomes da música internacional se reuniram na 61ª edição do Grammy. A cerimômia, a maior da indústria da música, foi marcada pelas famosas que ostentaram roupas glamourosas e 'diferentonas' momentos antes de entrarem no ginásio.

De Lady Gaga a Katy Perry, confira os looks que repercutiram no red carpet do evento:

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No dia 31 de janeiro, no Teatro Luiz Mendonça, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, foi realizada a 64ª edição do concurso Miss Pernambuco. Entre inúmeras candidatas, os jurados escolheram Bárbara Souza, de 22 anos, como a mais nova representante do Estado.

Bárbara, que estuda Publicidade e Propaganda na UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau, está colocando na balança todos conhecimentos para encarar o seu próximo desafio: representar o povo pernambucano no Miss Brasil. A tradicional disputa pelo título da mulher mais bonita do país será no dia 9 de março, em São Paulo.

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Em entrevista ao LeiaJá, a jovem contou detalhes da carreira de modelo, do desmaio após discussar na etapa final do Miss Pernambuco, além da preparação que está moldando para mostrar no desfile do Miss Brasil 2019.

Confira:

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O estilista americano Tom Ford exibiu, na quarta-feira (6) à noite, uma coleção muito elegante no início da semana de moda de Nova York, que terá vários desfalques.

O principal ausente será Raf Simons, que havia dado legitimidade ao evento ao tomar a iniciativa de Calvin Klein de levar às passarelas desfiles cheios de elegância.

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Menos de dois anos depois de sua primeira coleção, porém, o estilista belga abandonou o barco, após a decepção de seus proprietários pelas vendas da marca, que se reposicionou para o prêt-à- porter de alto luxo.

Também não estarão presentes Victoria Beckham, Monse, Rodarte e Rihanna, que se somam às baixas dos últimos dois anos, como Tommy Hilfiger, Zac Posen, Alexander Wang, Thom Browne e Joseph Altuzarra.

Mesmo os promissores e jovens talentos do "streetwear", desde a marca Off-White, de Virgil Abloh, a Public School, passando por Hood By Air, desistiram, assim como Pyer Moss, que foi uma das grandes sensações das duas últimas Fashion Weeks.

Algumas referências, como Tom Ford e Marc Jacobs, mantiveram, porém, seus respectivos hábitos de abrir e fechar a semana.

Tom Ford se baseou na coleção de outono/inverno feita por ele para a Gucci em 1996 e que, segundo ele, consagrou-o como estilista de primeiro nível.

Vestidos fluidos e com as costas descobertas evocaram os modelos exibidos em Milão pelo estilista texano. O terno vermelho usado pela modelo Gigi Hadid também pareceu uma réplica do que foi apresentado há 23 anos.

A Fashion Week, que termina na próxima quarta, segue hoje com Ralph Lauren.

"Infelizmente, a Fashion Week de Nova York se tornou um degrau a caminho de Paris. Tem que estar em Paris para ser levado a sério como estilista", disse o editor da revista StyleZeitgeis, Eugene Rabkin, acrescentando que, "durante muito tempo, a NYFW foi mais sobre negócios do que sobre criação".

Pierre Davis, de Los Angeles, fez sua estreia em Nova York, se transformando na primeira estilista transgênero a apresentar uma coleção na abertura da Semana de Moda, revolucionando ainda mais um evento que já teve modelos trans.

O poderoso Conselho de Estilistas de Moda dos Estados Unidos (CFDA), que diz representar mais de 500 estilistas e fazer da diversidade seu grito de guerra, anunciou no mês passado que a marca No Sesso de Davis faria "história" nessa segunda-feira, na abertura da Semana de Moda, que começou com um desfile de looks fantásticos.

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A Semana de Moda começou focada nos homens e mudará na quinta-feira para moda feminina.

Davis, mulher trans que nasceu com características físicas masculinas, disse ao CFDA que espera que a marca "vá inspirar as pessoas a ter uma mente mais comunitária e a descobrir que nem tudo é estética ou comércio. Se trata também de humanidade".

A estilista disse também que é importante que "as pessoas de todas as identidades intersecionais tenham a oportunidade de lutar independente de sua identidade. O terreno não está nivelado no mundo, e isso é mais difícil na moda".

Davis abraça a etiqueta trans, mas não quer que seja uma armadilha e diz que é importante que as pessoas vejam as criações e que estas sejam reconhecidas.

"Só quero mostrar o trabalho", diz sobre a marca No Sesso, lançada em 2015 e que, segundo o CFDA, inclui fãs como as artistas de R&B Kelela e Erykah Badu.

"Me sinto feliz e humilde por ter chegado à Semana de Moda", disse Davis.

Para exibir o capítulo 2 de sua coleção -classificando de capítulos as temporadas-, Davis teve a ideia de uma grande paleta onde se misturam os atributos clássicos dos dois sexos.

Os coletes pretos se transformaram em saias, os vestidos de noite mudaram e tudo é desfilado com autoconfiança por mulheres e homens, altos e magros.

Os looks misturaram o formalismo da roupa de trabalho com peças esportivas, como em uma jaqueta de corrida com ombreiras.

A crescente presença de trans na Semana de Moda é mais um passo de um movimento que começou em 2017 para reconhecer corpos alternativos além das tradicionais silhuetas magras.

"O desfile foi inspirado pela roupa de trabalho e evoca o espírito Glamazon sem importar o gênero", disse Davis à CFDA.

A ideia é fazer com que as coisas aconteçam mesmo "quando parece não existir um caminho".

Por vários anos os modelos trans tiveram participações regulares na Semana de Moda de Nova York, e em setembro de 2017 o desfile da Calvin Klein apresentou um modelo trans de 16 anos.

Em setembro do ano passado, Marco Marco, outro estilista de Los Angeles foi além, trazendo exclusivamente modelos trans.

Com seu primeiro show em Nova York, Davis disse que todos "podem ver No Sesso e o mundo que estamos criando".

Na noite desta quinta-feira (31), o Teatro Luiz Mendonça, localizado no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, conseguiu ter todas as suas cadeiras ocupadas para que o público conhecesse a mais nova Miss Pernambuco 2019. Em sua 64ª edição, o concurso de beleza reuniu 18 candidatas para que apenas uma conquistasse o posto da mulher mais bonita do Estado.

Entre os sorrisos distribuídos para a plateia, além de ostentarem a boa forma em figurinos luxuosos, um imprevisto na etapa final do evento causou preocupação. A participante Bárbara Souza, a Miss Recife, desmaiou no palco do desfile. No momento em que era atendida nos bastidores, a mãe de Bárbara rezava para que a filha estivesse bem.

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“Enquanto ela passava mal no palco, eu passava mal vendo a cena. Mas apesar do susto, foi muito emoção. Eu fiz e faço tudo por ela. Eu queria vê-la brilhando”, afirmou Luciene Pereira, mãe da estudante de publicidade e propaganda pela UNINASSAU.

Depois de receber os devidos cuidados, a jovem de 22 anos voltou ao palco para saber se estava entre as três candidatas finatas para ganhar a coroa de nova Miss Pernambuco. Recebida por uma torcida calorosa, Bárbara Souza foi eleita a mulher mais bonita do Estado.

“Estou muito emocionada. Tentei segurar o nervosismo ao máximo, mas não consegui. Desmaiei justamente após o meu discurso. Agora é seguir em frente. Quero representar todas as mulheres e, com certeza, as negras”, declarou Bárbara, em entrevista ao LeiaJá.

Intitulada Miss Pernambuco, Bárbara Souza irá representar os conterrâneos no Miss Brasil 2019, no dia 9 de março, em São Paulo. Além do título, ela recebeu prêmios que totalizaram R$ 15 mil para ajudar sua participação no concurso que vai eleger a mulher mais bonita do Brasil.

Confira galeria com o momento da revelação:

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Durante a escolha para saber quem iria receber a nomeação para integrar o Top 3 a Miss Pernambuco 2019, na noite desta quinta-feira (31), no Teatro Luiz Mendonça, o nervosismo fez com que a Miss Recife desmaiasse.

Bárbara Souza, representante da capital pernambucana, estava entre as cinco candidatas do concurso quando de repente, após o discurso, caiu no palco do evento.

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O desespero tomou conta do público, independente de quem estava torcendo pela participante favorita. As outras candidatas deixaram a disputa de lado e socorreram Bárbara. A organização do Miss Pernambuco pausou o desfile para que a modelo de 22 anos recebesse os primeiros socorros nos bastidores. Após ser atendida, Bárbara Souza retornou ao concurso sob os aplausos da platéia.

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Faltando poucos minutos para começar a 64ª edição do Miss Pernambuco 2019, o Teatro Luiz Mendonça, anexo ao Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, foi recebendo aos poucos pessoas que estavam eufóricas no intuito de conhecerem a grande vencedora do desfile.

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Entre as pessoas que aguardam o início do concurso, os familiares de cada participante demonstram alegria e satisfação para ver a desenvoltura das meninas no palco do teatro. Pais, irmãos, tios e outros membros da família: os torcedores validaram seus pensamentos positivos para as representantes que irão encarar os olhares atentos do júri.

“Espero que ela conquiste essa vitória. Antes de sair de casa, eu a aconselhei para ter foco, força, esperança e fé, e que ela não abaixe a cabeça”, disse Gisélia Souza, mãe de Jessica Souza, que irá levar o nome da cidade de Ribeirão, na Mata Sul de Pernambuco, para a passarela. “Ela já tem experiência nesse tipo de concurso. Para mim, claro, já é a campeã”, completa Jenniffer Sena, cunhada de Jéssica.

Confinada em um hotel no Recife, Gabriela Lins, representando Olinda, também recebeu conselhos dos pais antes de sair de casa. “Falei para que continuasse sendo ela, mostrando a personalidade forte que tem e também o aprendizado que foi adquirido nos últimos meses”, contou Ana Cristina Lins, mãe de Gabriela.

A grande vencedora do Miss Pernambuco levará para casa o prêmio de R$ 15 mil, valor que servirá para defender o Estado no Miss Brasil 2019, que acontece no dia 9 de março, em São Paulo. Em 2018, a modelo Eslovénia Marques, de Caruaru, ganhou o título da mulher mais bonita de Pernambuco.

 A competição que elege a mulher mais bonita de Pernambuco acontece nesta quinta-feira (31), às 20h, no Teatro Luiz Mendonça, localizado no Parque Dona Lindu, Zona Sul de Recife. Em 2019, o ‘Miss Pernambuco’ homenageia a pintora mexicana Frida Kahlo.

Dezoito mulheres disputam o posto e a vencedora receberá a coroa de Eslovênia Marques, Miss Pernambuco 2018 e finalista do último Miss Brasil. Além de ser a representante pernambucana no certame nacional, que acontece no dia 9 de março, em São Paulo. Conheça as candidatas:

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Na próxima quinta-feira (31), no Teatro Luiz Mendonça, Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, será revelada a Miss Pernambuco 2019. Para o tema deste ano, a organização decidiu homenagear Frida Kahlo, pintora mexicana que revolucionou as artes plásticas no século XX.

As candidatas ao posto da mulher mais bonita do Estado desfilarão com figurinos baseados em Frida, além do cenário do evento ser também ambientado na história da artista. A escolhida pelos jurados, que receberá a faixa e coroa de Eslovênia Marques, vencedora do concurso em 2018, irá disputar uma vaga no Miss Brasil, no dia 9 de março, em São Paulo. 

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Em entrevista o LeiaJá, Bárbara Souza, a Miss Recife 2018, afirmou que está se preparando ao máximo para representar os recifenses no concurso Miss Pernambuco 2019.

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