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Em um jogo intenso, equilibrado e disputado em alto nível, Dominic Thiem despachou Novak Djokovic neste sábado e vai disputar a final do ATP Finals pela segunda vez consecutiva. O austríaco carimbou a vaga na decisão ao superar o sérvio por 2 sets a 1, com parciais de 7/5, 6/7 (10/12) e 7/6 (7/5), em 2h54 de partida. O triunfo poderia ser mais tranquilo, visto que ele chegou a ter quatro match points na segunda parcial.

Em busca de seu primeiro título no torneio, Thiem, atual vice-campeão, aguarda o vencedor da outra semifinal, disputada entre o vice-líder do ranking da ATP, Rafael Nadal e o quarto colocado, Daniil Medvedev, para saber quem será seu adversário na decisão.

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Aos 27 anos, o atual número 3 do mundo já conseguiu seu primeiro troféu de Grand Slam ao vencer o US Open neste ano. No domingo, ele disputa a 28ª final de sua carreira na elite do circuito e persegue o seu 18º título. Neste sábado, o jovem tenista classificou o duelo com Djokovic como uma "batalha mental".

"Foi, com certeza, uma batalha mental. Foi muito apertado o tie-break do segundo set, especialmente, porque jogar contra essas lendas é muito difícil, mas sempre especial", resumiu Thiem em entrevista na quadra, após a vitória. "Estou incrivelmente feliz por ter chegado à final e vou novamente me preparar ao máximo para amanhã", completou.

Com sua quinta vitória sobre Djokovic, Thiem se juntou a Andy Murray como o único jogador a vencer cada membro do "Big Three" em cinco ou mais ocasiões. O austríaco também tem seis triunfos contra Rafael Nadal e outros cinco diante de Roger Federer.

Cinco vezes campeão do ATP Finals (2008, 2012, 2013, 2014 e 2015) e duas vezes vice (2016 e 2018), Djokovic ficou fora da final pelo segundo ano consecutivo. Mesmo assim, o sérvio encerra a temporada na liderança do ranking da ATP, feito que conseguiu pela sexta vez na carreira, igualando o recorde de Pete Sampras. Nesta temporada, ele foi campeão do Aberto da Austrália, do Torneio de Dubai e dos Masters 1000 de Roma e de Cincinnati. Também conquistou a primeira edição da ATP Cup, representando seu país.

O jogo - O duelo em Londres foi muito parelho e contou com altos e baixos dos dois tenistas. Os rivais empurraram cada um ao seu limite desde o começo, com os serviços de ambos sendo muito pressionados. No primeiro set, o momento decisivo ocorreu no 11º game, quando Thiem quebrou o saque de Djokovic com um erro do sérvio na rede. Depois, o número 3 do mundo confirmou seu serviço e fechou em 7/5.

O segundo set foi ainda mais equilibrado. Os dois passaram a se arriscar mais e foram mais agressivos. Com isso, protagonizaram belo golpes, mas também erraram muito. Thiem teve um break point no quinto game, mas não aproveitou, e o número 1 confirmou seu serviço. No oitavo game, foi a vez de o sérvio ter a sua primeira oportunidade de quebra na partida, mas também desperdiçou. Com um ace e uma bola vencedora de esquerda, o tenista da Áustria venceu o game e o placar ficou em 4/4. Depois, no 12º game, ele cometeu uma dupla falta e cedeu a Djokovic o duplo set point. No entanto, conseguiu salvar ambos.

No tie-break, Djokovic abriu 4/2, mas Thiem empatou. Depois, ele teve três match points, mas não aproveitou nenhum. O sérvio, então, reagiu, definiu a parcial, enfim, e levou a partida para o terceiro set.

Com o equilíbrio imperando, e nenhum dos dois dando brechas em seus saques, o set final foi também decidido no tie-break. Djokovic abriu 4/0, mas Thiem mostrou força mental e poder de reação para empatar, virar com um ace e chegar ao match point com uma linda bola cruzada. O sérvio se salvou com um ace, mas o austríaco abriu nova vantagem e finalmente fechou a parcial em 7/6 (7/5) e o duelo por 2 sets a 1.

Uma vitória por nocaute. Foi assim que o paraense Heraldo Souza venceu a luta pelo Shooto Brasil, edição de número 100. O lutador, que disputou pela categoria meio médio (até 77 kg), recebeu apoio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel). O evento foi realizado no último domingo (23), na Upper Arena, no Rio de Janeiro.

Após um primeiro round equilibrado, a vitória veio no início do segundo, com uma sequência de golpes para acabar com a luta por nocaute contra Caio Cocão, do Espírito Santo. “Já vinha me preparando e mesmo com a pandemia os treinos continuaram, daí surgiu a oportunidade e estava preparado. No início a luta foi muito parelho, foi quando achei um erro na guarda e o golpe foi limpo”, conta o lutador.

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Aos 25 anos, Heraldo já coleciona quatro vitórias como lutador profissional, sendo três por finalização e a última por nocaute, mantendo-se sem derrotas. “Manter a invencibilidade é algo muito sério, porque é um esporte que você não pode errar, por isso a importância dos treinos, trabalhar os meus pontos fracos, estudar e adquirir o máximo de conhecimento possível para manter em alto nível. Agora o foco é chegar ao UFC”, ressalta.

Para o titular da Seel, Arlindo Silva, o resultado demonstra que temos muitos atletas dedicados e comprometidos. “Os resultados positivos são apenas reflexo dos empenhos competidores. É muito bom podermos levar tantos novos atletas para competições desse nível. Esse incentivo é muito positivo e nos torna todos campeões”, destaca o secretário de Esporte e Lazer.

O Shooto Brasil 100 foi realizado com um rígido protocolo de prevenção contra a Covid-19. As regras foram elaboradas junto com a Comissão Atlética Brasileira de MMA (CABMMA). Todos os atletas envolvidos no evento foram testados com teste rápido no dia e local da pesagem.

Da assessoria da Seel.

No ano de 2013, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu a data de 6 de abril como o Dia Internacional do Esporte para o Desenvolvimento e pela Paz. A celebração exalta a prática esportiva como uma das responsáveis pela quebra de barreiras culturais que permite a convivência pacífica entre os povos. Além disso, a comemoração também remete à importância da disciplina empregada nas modalidades atléticas para a formação cívica da população.

No Brasil, um exemplo de inclusão e solidariedade contribui para que o esporte transforme a vida de alguns atletas e suas famílias. Ex-jogador profissional de futebol, o professor de Educação Física Cleiton Monteiro, de 46 anos, abraçou uma causa e vários desafios após encerrar sua carreira nos campos em 2005. Desde então, Monteiro é técnico de futebol dos atletas com Síndrome de Down.

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"Começamos um projeto em uma parceria da Associação Paradesportiva JR com o Corinthians, onde estamos há 12 anos. A equipe conquistou espaço e virou referencia para o segmento Down no Brasil", explica. A parceria com um dos maiores clubes do país deu visibilidade à categoria. Em paralelo ao trabalho na JR/Corinthians, Monteiro também passou a auxiliar na estruturação da modalidade Futsal Down em outros clubes como o Santos F. C., em cidades como Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, e até em países da América Latina como Peru e México.

Em 2011, o técnico ficou responsável por montar a seleção brasileira da modalidade e não decepcionou: levou a equipe ao título mundial da categoria no ano passado. "Tive a honra de ser o primeiro técnico da historia do Futsal Down e Deus me presenteou com o título mundial em 2019", lembra o treinador, que ressalta a importância de dar um tratamento normal aos atletas, independente da deficiência intelectual.

"O principal diferencial é não haver diferença nenhuma no trato, eles são tratados como esportistas, com respeito e cobrança por serem atletas", enfatiza Monteiro. Para o técnico, o desafio em sair do esporte convencional para trabalhar com atletas com deficiência intelectual foi difícil, mas nada comparado aos empecilhos criados pela falta de incentivo. Apesar de considerar que a modalidade evolui a cada dia, o professor ainda busca maior comprometimento das autoridades do esporte e interessados em investir na modalidade.

"No começo eu achava que por se tratar de pessoas com deficiência, nossos governantes teriam uma sensibilidade maior em ajudar, mas me enganei e tive que correr atrás, seguimos com apoio ou sem", declara. "Hoje temos equipes mais preparadas em termos técnicos, estrutura física para treinamentos, atletas mais qualificados, professores mais preparados, mas sem o apoio financeiro fica difícil manter um trabalho de excelência", avalia.

Mesmo com as costumeiras dificuldades que a maioria dos atletas precisam superar diariamente no Brasil, Monteiro deixa claro que o trabalho das confederações que cuidam das atividades atléticas para pessoas com deficiência intelectual é bem executado. "Hoje temos competições oficiais pela Confederação Brasileira de Desportos para Deficientes Intelectuais (CBDI), equipes competitivas, os clubes também acreditaram, assim temos uma seleção brasileira forte", ressalta.

Pelo bem da modalidade e dos seus comandados, o treinador não pensa em desistir. "O que me motiva a continuar é que devemos sempre acreditar, por eles, pelas famílias, pois cada conquista ou até mesmo a decepção nos fortalece", afirma Cleiton. "Me orgulho muito de não ter desistido, sabia que poderia dar certo e seguimos na luta sempre", finaliza.

O jiu-jítsu é um dos esportes que mais crescem nas academias em toda Belém. Mas apesar da popularidade, ainda há poucas mulheres praticando este tipo de arte marcial. Pensando nisso, um grupo de atletas decidiu criar o projeto Treino Só Para Mulheres, que reúne cerca de 20 mulheres com o objetivo de promover o empoderamento feminino por meio do esporte.

Uma das idealizadoras e coordenadoras do Treino Só Para Mulheres, Eduarda Santos, conta que o projeto surgiu durante os treinamentos com outras atletas, observando o tratamento diferenciado dado às mulheres durante os treinos. “Às vezes a gente via que os meninos evitavam treinar com a gente por acharem que nós, mulheres, somos mais fracas, inferiores a eles, daí surgiu a ideia de montar um treino onde apenas as mulheres participariam”, disse Eduarda.

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A atleta Gleyce Vilela, 23 anos, treina há cerca sete anos. Para ela, a prática de jiu-jítsu por uma mulher serve para desmistificar o preconceito que muitas pessoas têm em achar que o esporte deve ser praticado apenas por homens. “Muita gente julga as mulheres que praticam o jiu-jítsu por não conhecerem o esporte. Sempre vivi esse tipo de preconceito das pessoas. Desde que comecei a treinar eu sempre treinava com homens por não haver muitas mulheres praticando o jiu-jítsu, por isso surge o projeto. O Treino Só Para Mulheres surge com o objetivo de juntar as mulheres que já praticam a arte e mostrar o poder do esporte para as mulheres”, disse Gleyce.

O Treino Só Para Mulheres não visa apenas às mulheres que praticam o esporte, mas também àquelas que procuram uma arte marcial e têm algum tipo de resistência ou impedimento. “É importante ressaltar que projeto não é direcionado apenas às mulheres que já treinam, mas também visa incentivar àquelas mulheres que não treinam, porque percebemos que muitas mulheres não praticam o jiu-jítsu porque não se sentem à vontade em treinar com homens por serem casadas ou por diversos outros motivos pessoais”, falou Eduarda.

Serviço

O projeto Treino Só Para Mulheres é totalmente de gratuito e ocorre pelo menos uma vez por semana. Está sendo realizado no Centro Comunitário São Jorge, localizado na passagem São Jorge, nº 300, no bairro da Marambaia. Para saber sobre o projeto, dias e horários dos treinos, basta entrar em contato pelo número 98227-2961, via WhatsApp, ou pela conta treinosoparamulheres no Instagram.

Por Renato Carneiro, especialmente para o LeiaJá.

 

Com o objetivo de tirar dúvidas sobre a prática do CrossFit, foi realizado no último final de semana, na praça de eventos do Shopping Camará, em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, o 1° Experience Day.

O evento, promovido pelo box Kamará CrossFit, foi aberto ao público e reuniu admiradores da modalidade. Além dos treinos, a ação contou com atendimentos gratuitos realizados por profissionais de Fisioterapia e Nutrição.

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Acompanhe os detalhes na reportagem abaixo:

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A seleção de futsal da UNAMA - Universidade da Amazônia fez um jogo amistoso contra a equipe sub-20 de futsal do Paysandu e perdeu por 4 a 2. A partida foi disputada no ginásio do NEL, em Belém, na última quinta-feira (23).

A UNAMA conseguiu abrir o marcador no primeiro tempo, mas logo em seguida o time do Papão empatou o jogo. Antes de acabar o primeiro tempo, a UNAMA conseguiu ficar novamente à frente no placar, 2 a 1. No segundo tempo, o Paysandu voltou com uma postura mais ofensiva e virou o jogo.

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“Apesar da derrota, gostei do desempenho do time, pois a seleção da UNAMA ainda está se entrosando. Jogadores novos chegaram. E o time do Paysandu vai disputar a final do Campeonato Paraense de Futsal. Eu tenho certeza que neste primeiro semestre o nosso time será coroado com títulos”, disse Jean Carlos, treinador do time universitário.

Este ano os times de futsal e de futebol da UNAMA estão trabalhando juntos, e esse jogo treino contra o Paysandu foi de preparação para o time de futebol. No dia 15 de março a equipe vai disputar as seletivas estaduais para os Jogos Universitários Brasileiros (JUBs), em maio, no Estado de Goiás. Apenas duas equipes de cada Estado se classificarão. 

Com informações de Douglas Santos.

 

Esporte de origem canadense, o hóquei (do inglês hockey) chegou ao Brasil na década de 1990 e está se popularizando cada vez mais adeptos em Belém. Um grupo de jovens pratica a modalidade, regularmente, em uma arena esportiva da cidade. 

A equipe já participou de diferentes campeonatos fora do Pará, na etapa Norte da Liga Brasileira de Hóquei (LBH). O campeonato teve três etapas, no circuito Brasília, Salvador e Brasília novamente.

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Para David Viégas, um dos integrantes do grupo e irmão do criador da escolinha de hóquei de Belém, o esporte é importante por ser uma modalidade totalmente diferente. "É desafiador e nos faz querer estar sempre evoluindo, como atleta, como pessoa, e principalmente a praticar igualdade e respeito dentro e for de quadra”, explicou David.  

Em 2018, o grupo criou um time oficial com o nome de Belém Búfalos para disputar um campeonato no Estado de Minas Gerais, “Verbero Cup”, sendo classificado em 4° lugar. Em abril de 2019, o time foi campeão do campeonato Norte e Nordeste, em Salvador, Bahia.

Segundo David Viégas, existe uma característica que diferencia o hóquei da patinação. “A patinação é ótima, pois é vista como uma atividade de lazer e não física e isso estimula a sua prática. Além disso, apenas patinar nas ruas, a patinação street, é um desafio e pode servir de estímulo para fazer atividade física”, analisa.

Praticante de hóquei há mais de 15 anos, David defende que os benefícios desse esporte podem ajudar no condicionamento físico e mental. “A prática do hóquei é melhor ainda, pois o estilo de patinação mais forte é totalmente diferente. Além de haver um trabalho físico, também há um trabalho mental na prática do esporte”, ressaltou. 

Outra diferença expressiva entre a patinação comum e o hóquei está nos equipamentos de proteção. No hóquei, é exigido o uso de capacete, que é uma proteção, e o stick, nome do taco de arremesso de disco, geralmente preto, é feito de borracha. Joelheiras e capacetes são obrigatórios. Já na patinação comum o uso de joelheiras e capacete é opcional, porque a atividade é considerada como uma prática de lazer.

Por Natália Lavoura.

O terceiro torneio de jiu-jítsu dos alunos do Projeto Menino Feliz teve disputas acirradas e muita emoção entre os 32 alunos que participaram. O evento ocorreu no último sábado (7), na quadra de esporte do projeto, no 19º Batalhão da Polícia Militar, no bairro Jardim Atlântico, em Paragominas, interior do Pará.

Um dos convidados foi o campeão mundial de jiu-jítsu Cícero Viana, que parabenizou o evento e os trabalhos voluntários desenvolvidos pelos professores do projeto. “É maravilhoso ver essas crianças descobrindo uma coisa importante para a vida delas, que é o jiu-jítsu. Não só isso, mas tudo o que eles aprendem aqui no projeto, para serem cidadãos de bem e pessoas que vão mudar o Brasil”, disse o lutador.

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O mestre Márcio Oliveira, que é professor voluntário de jiu-jítsu no projeto, disse que a felicidade foi grande em ver a evolução dos alunos a cada competição. “Ficamos felizes em doar nosso tempo, nossos conhecimentos e ver que essas crianças estão indo pelo caminho certo”, disse o professor.

Wesley Berg, 13 anos, é um dos alunos do projeto. Ele competiu e agradeceu pela dedicação dos professores e das pessoas que foram prestigiar o evento. “É muito bom saber que o Projeto Menino Feliz, em parceria com as academias de jiu-jítsu, promove um evento dessa altura. É bom ver que ainda tem pessoas que apostam no esporte e que dão oportunidade”, detalhou o aluno.

O presidente e coordenador do projeto, cabo Edilson Lima, disse que foi muito gratificante ver os alunos competindo e trocarem de faixa. “Isso é o reconhecimento do treino que eles tiveram no decorrer do ano”, concluiu.

O Projeto Menino Feliz existe há 22 anos. Começou com 30 alunos e hoje atende quase 300 crianças, diariamente. No espaço, são desenvolvidas várias atividades, como aula de informática, caratê, jiu-jítsu, reforço escolar, músicas e muitas outras. O projeto sobrevive com doações. Quem tiver interesse em ajudar doações e conhecer mais sobre o Projeto Menino Feliz basta clicar aqui.

 

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O Projeto Social Esporte é Vida - iniciado em 2015, no bairro da Marambaia, em Belém - tem como objetivo incentivar o futsal feminino para iniciantes. O time Penélopes Futebol Clube CFB está dentro do projeto, que começou com apenas quatro meninas.

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Na primeira vez em que participou do Campeonato Paraense, chegou à semifinal e assim abriu as portas para patrocínios.

As Penélopes receberam o apoio do Clube de Futebol Belenenses. Victor Ribeiro, integrante do Belenenses, contou que a agremiação desenvolve o programa Jovens na escola, que garante suporte para os atletas. Eles vão atrás de de parcerias na área da fisioterapia, nutrição, medicina etc.

Por Brenna Pardal.

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O Handebol Masculino da Universidade UNIVERITAS/UNG foi consagrado vitorioso pelos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) - Conferência Sul, contra a equipe da casa, UniCesumar, pelo placar de 23x19. A disputa aconteceu na última sexta-feira (23), no Parque do Japão, em Maringá no Paraná. 

 

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A partida foi equilibrada e a equipe manteve o placar à frente, abrindo vantagem diante do adversário. Durante a disputa, o grupo se manteve unido, conquistando uma diferença de gols, o que foi importante para a vitória. Os destaques da partida foram o goleiro Lucas Pereira e o meia-esquerda João Henrique, que fizeram importantes defesas. 

 

Segundo a técnica da equipe da UNIVERITAS/UNG, Lausida Goes, o campeonato foi de alto nível e os jogadores conseguiriam manter a concentração e determinação em todas as partidas para a classificação. “O objetivo de estar na Fase Final em Salvador foi determinante para realizarem um bom jogo. Os atletas mereceram este bicampeonato”, explica. 

 

Já para Lucila Silva, coordenadora do Departamento de Esportes da UNIVERITAS/UNG, “a vitória foi muito importante, pois conseguimos alcançar nosso objetivo e garantimos vaga para o próximo campeonato, que será realizado de 20 a 27 de outubro em Salvador, Bahia”, finaliza. 

 

A equipe da UNIVERITAS/UNG é composta pelos atletas, Wagner Tenório Alves; Leandro Paulo da Silva; Ronaldo Catarino Junior; Luiz Henrique da Silva Júnior; Lucas Pereira dos Santos; Guilherme Miguel Laranjeiro Torriani; Gustavo de Andrade da Silva; Amiron Felipe de Almeida Silva; Carlos Magno, Saulo Felipe; Kaike de Sá; Luiz Gustavo; Matheus Pereira; João Henrique Matos; Guilherme Peixoto.

 

 

* Da Assessoria de Imprensa

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Os representantes do Pará fizeram bonito no Pan-Americano de Karatê da JKA, disputado em Bogotá, capital da Colômbia, no último fim de semana. Nicolas Magalhães, Arthur Castilho, Péricles Nogueira, Bruna Magalhães e João Lima, apoiados pela Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), conquistaram seis medalhas, sendo três ouros, uma prata e dois bronzes em solo colombiano.

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“Nossos caratecas têm um excelente histórico em competições, a prova disso está nas conquistas que eles trazem a cada viagem. Nós nos orgulhamos em poder contribuir com a participação deles em competições importantes como esta”, conta Arlindo Silva, titular da Seel.

Entre os destaques da delegação paraense está o jovem Nicolas Lobo, de 13 anos, que conquistou ouro e prata no torneio pelas categorias kata e kumite, respectivamente. Mesmo com a pouca idade, ele tem experiência em diversas competições, como o Campeonato Brasileiro Karate JKA 2019, realizado em Porto Alegre, onde ganhou prata no kata, e bronze no kumite.

“O Pan é um campeonato gigante, e é incrível fazer parte da Seleção Brasileira. O fator determinante para a vitória foram os treinos. Pensei que teria que treinar muito mais, já que ano passado não consegui chegar ao pódio. Agradeço a todos que estiveram comigo, me apoiando”, disse o carateca.

O carateca Arthur Castilho, na qual luta desde os cinco anos, também subiu no lugar mais alto do pódio. Disputando pela categoria kumite, o atleta conquistou ouro na modalidade.  

Em sua segunda participação em um Pan, o atleta Péricles, de 12 anos, conquistou o primeiro lugar, na categoria kata. No torneio, o carateca disputou primeiro com um colombiano e um argentino. Na final, seus adversários eram um brasileiro e um venezuelano. Nessas lutas o atleta venceu por pontuação. “O nível estava muito alto, só tinha os melhores competidores de cada país. Mas treinei muito de segunda a domingo e fiquei confiante, dei o meu melhor e a vitória veio”, disse Péricles.

Em 2018, Bruna Magalhães foi campeã no kumite individual e no kumite por equipe. Em Lima, ganhou bronze. “A competição foi boa, ganhei as duas primeiras lutas sem levar nenhum soco, não tive nenhuma lesão, isso é muito bom, na última luta não consegui ganhar, mas faz parte, agora é focar no Brasileiro do ano que vem e para o Mundial, no Japão”, afirma Bruna.

João Lima, integrante do programa Bolsa Talento da Seel, foi o único representante do Pará na Seleção Principal Adulto deste ano. Na disputa em equipes ele obteve bronze.

O II Campeonato Pan-Americano de Karatê-do JKA foi organizado pela Japan Karate Association (JKA) do Brasil, e ocorreu nos dias 9, 10 e 11 de agosto.

Da assessoria da Seel.

O carateca paraense João Lima conquistou medalha de ouro no Circuito Open Nacional CBK realizado em Minas Gerais, no último fim de semana. Integrante do programa Bolsa Talento, da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), o atleta ganhou o ouro no kumitê, pela categoria Sênior (-84 kg). Com o resultado, João somou pontos para o ranking da modalidade.

"Foi uma competição de bom nível, estava bem preparado. Disputei com pessoas de Minas, São Paulo e Rio de Janeiro, consegui administrar bem as lutas, e não senti dificuldade. A chave do resultado foi o trabalho, dei o meu melhor", disse o carateca.

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João começou a praticar o esporte aos seis anos na Academia Machida, local onde treina até hoje. Colecionador de medalhas, o carateca já garantiu vaga na final do Brasileiro, pois foi campeão na 2° Etapa Classificatória do Campeonato, em Manaus.

Recentemente, o atleta também participou do 20° Campeonato Brasileiro de Karate JKA, realizada no mês passado, em Porto Alegre, em que ganhou bronze no kumitê por equipes, resultado que o classificou para participar do Pan-Americano, na Colômbia.

"É gratificante para nós, poder apoiar esportistas tão promissores quanto João. O esporte é transformador de vidas e nos orienta a dar total atenção e incentivo aos atletas do Estado", ressalta o titular da Seel, Arlindo Silva.

O Programa Bolsa Talento pretende dar apoio aos atletas, paratletas, técnicos e guias no âmbito do esporte de rendimento. O maior objetivo é proporcionar condições para que o esporte paraense atinja índices competitivos para disputas locais, nacionais e internacionais.

O Circuito Open Nacional reuniu mais de 200 atletas e foi regida de acordo com as regras da Confederação Brasileira de Karate (CBK) e da Federação Mundial de Karate (WKF), entidade filiada ao Comitê Olímpico Internacional (COI).

Da assessoria da Seel.

No último domingo (19), a equipe de atletismo da Universidade UNIVERITAS/UNG conquistou diversas medalhas em diferentes modalidades pelo Jubs Estadual. A disputa aconteceu no Centro de Práticas Esportivas da USP, em São Paulo. 

Na categoria individual, Jhully Maria Menezes levou a medalha de ouro no Salto Triplo e Melissa Lobo ficou com a prata. No Salto em Distância, Melissa ficou em 3º lugar. No Lançamento de Dardo, Evelyn Nunes conquistou o 1º lugar e Bianca Domingues na 3ª posição. Tiago Afrânio conquistou a medalha de ouro no Salto em Altura e o bronze no Salto em Distância. Kaio Lira levou o ouro no 400 Metros e prata no 400 Metros com Barreiras. No Salto Triplo masculino, Jeferson Sabino conquistou o ouro. Já no Lançamento de Martelo, ficou com a prata e Igor dos Santos Domingues, com o 1º lugar. Cleiton Cezário Abrão levou a prata no 800 Metros e Bruno Cesar Amaral, ficou em 2º lugar no 200 Metros Rasos. 

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Tiago Afrânio medalha de ouro no salto em altura (Foto: divulgação)

Na opinião da coordenadora do Departamento de Esportes da UNG, Lucila Silva, a equipe estava bem preparada para o campeonato. “Todos os atletas estão de parabéns, pois, a cada competição, se destacam nas modalidades, impulsionando cada vez mais suas carreiras, além de levarem, constantemente, o nome da Instituição para o pódio”, elogiou. 

A próxima disputa será de 19 a 27 de outubro, em Salvador.

 

* Da assessoria de imprensa

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O fim de semana foi de vitória para os caratecas paraenses Bruna Magalhães e Péricles Nogueira. Os atletas conquistaram quatro ouros no 20° Campeonato Brasileiro de Karatê JKA, realizado no Grêmio Náutico União, em Porto Alegre, nos dias 4 e 5 de maio. Com os resultados, eles ganharam vaga para participar do Pan-Americano, que será na Colômbia.

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A carateca Bruna alcançou três medalhas de ouro na modalidade kata individual, kumite individual e kumite em equipe. Para ela, a disputa mais acirrada foi a indivudual, onde teve que lutar com uma atleta também do Pará.

“Foi a luta mais difícil e a mais longa. Foram três embates de 16 minutos, geralmente, termina em dois minutos. Estou extremamente feliz com essas conquistas, foi a primeira vez que fui campeã nas três modalidades, nada melhor do que colher frutos de muito esforço e dedicação. O aprendizado que fica é que apesar de todas as dificuldades que vem com a preparação para uma competição como essa, buscar o equilíbrio emocional e trabalhar a autoconfiança são fatores fundamentais para que tudo ocorra bem, independente de resultado”, ressalta Bruna Magalhães.

Com apenas 12 anos, Péricles, que já é faixa-preta, ganhou ouro na modalidade kata. O jovem atleta, que participa de competições desde os 7 anos, já conquistou sete vezes a primeira colocação no Campeonato Paraense de Karatê-Do Tradicional. “Fiquei muito feliz de ter ganhado o Brasileiro, me esforcei muito, treinei bastante e consegui alcançar meu objetivo. Agora é correr atrás do Pan-Americano, que é o foco maior. Se Deus quiser vou obter outra vitória”, disse o atleta.

O Brasileiro de Karatê JKA é organizado pelo Instituto de Karatê-Do Shotokan JKA do Brasil, que tem como presidente Yoshizo Machida, pai do lutador paraense Lyoto Machida. Os faixas-pretas tiveram o apoio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), que tem incentivado todas as modalidades de esporte no Pará. “Nós queremos que o Pará não seja apenas conhecido pelo futebol, mas sim por outras modalidades, principalmente, as artes marciais. Parabéns aos caratecas que treinam sempre com muita dedicação e esforço. Com o apoio que foi dado, eles trouxeram um ótimo resultado para o nosso Estado”, ressalta o titular da Seel, Arlindo Silva.

Da assessoria da Seel.

As equipes de Handebol Masculino, Handebol Feminino e Basquete Feminino da Universidade UNIVERITAS/UNG venceram as partidas dos Jogos Universitários Brasileiros 2019 (JUBs), etapa estadual, domingo (28), no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, localizado em São Paulo. 

O Handebol Masculino levou a melhor contra a UniSant'Anna, vencendo por 32x24. A partida começou com muita ansiedade pela estreia do Campeonato. Os atletas estavam um pouco cansados devido à disputa do dia anterior, entretanto, no segundo tempo, conseguiram equilibrar a partida. “Agora é descansar e se concentrar para pegar mais um grande adversário que é a Universidade Paulista (UNIP)”, explica a coordenadora do Departamento de Esportes da UNIVERITAS/UNG, Lucila Silva. 

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No handebol Feminino, a equipe da UNIVERITAS/UNG também venceu a UniSant'Anna, por 37x17. A partida começou equilibrada, mas o grupo foi bem na defesa e conseguiu manter o ritmo de jogo até o final da partida. 

Já no Basquete feminino a disputa foi equilibrada até o final, com a equipe da Instituição levando a melhor por 46x42. “O time da UniSant'Anna tem meninas mais experientes, porém conseguimos manter a defesa e aproveitamos os momentos para fazer boas finalizações, vencendo com muita garra”, complementa Lucila. 

Os próximos confrontos serão contra as equipes da UNIP, no dia 05 de maio, no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, em São Paulo.

* Da assessoria de imprensa

Seis atletas da Academia Machida vão disputar a etapa nacional do campeonato da Confederação Brasileira de Karatê (CBK). Os caratecas foram selecionados depois de voltarem com 11 medalhas de ouro do evento classificatório, realizado este mês na Arena Amadeu Teixeira, em Manaus.

A delegação paraense foi composta pelos caratecas Ana Paula Rocha, André Sampaio, Arthur Nogueira, João Lima, Lívia Vale e Nicolas Magalhães. Todos conquistaram ouro em suas respectivas categorias.

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João Lima, que venceu nas categorias kumitê sênior e universitário (-84kg), disse que o alvo agora é manter bons resultados no campeonato brasileiro, que ocorrerá em outubro, em Gramado (RS). “O objetivo da nossa equipe em Manaus era só conseguir a classificação para a etapa nacional. Nós alcançamos a nossa meta e ainda conseguimos medalhas de ouro em todas as modalidades disputadas, um resultado que nos deixa muito animados e focados para a próxima fase da competição”, relatou o atleta, que é um dos instrutores de caratê da Academia Machida. 

A atleta Ana Paula Rocha, que foi ouro em kata e kumitê na etapa classificatória, pratica o caratê desde os 3 anos de idade, por influência da mãe, que também é carateca. Ela conta que o desempenho foi resultado do treino intenso e que, para a etapa nacional, a pressão será maior. “Eu participo de competições desde os meus 8 anos de idade, mas não treinava com o alto rendimento de agora. Nas etapas classificatórias o nível já estava muito alto, muita gente boa foi desclassificada. Quero chegar onde os grandes estão e na final do campeonato o nível vai ser ainda maior, vou competir com os melhores do Brasil”, explicou.

Paralelamente à fase classificatória do Campeonato Brasileiro, a CBK realizou em Manaus a Copa Amazônica de Karatê. Os atletas Ana Paula Rocha, João Lima e Lívia Vale também participaram do evento e trouxeram juntos mais quatro medalhas para o Pará – duas de ouro, uma de prata e uma de bronze.

A participação na Copa Amazônica, apesar de não classificar para o Campeonato Brasileiro, melhora a posição dos atletas no ranking nacional da CBK. Esse fator é levado em consideração na convocação para a Seleção Brasileira de Caratê.

Por Erick Matheus Nery, especialmente para o LeiaJá.

 

 

O mestre Yoshizo Machida recebeu o título de 8º Dan, um reconhecimento internacional da Associação Japonesa de Karatê (JKA) destinado a pessoas com trajetórias notáveis nesta arte marcial. O diploma foi entregue ao sensei na quinta-feira (11), em cerimônia realizada na cidade de Tóquio, no Japão.

O título é recomendado por um comitê de mestres japoneses apenas para pessoas com mais de 60 anos que sejam notáveis no caratê. "O 8º Dan reforça o reconhecimento internacional do trabalho realizado nos últimos anos para a propagação e valorização do caratê no Brasil", destacou Machida.

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Nascido no Japão, Yoshizo Machida se dedica ao caratê desde 1961. Ao imigrar para o Brasil, em 1968, contribuiu para consolidar a prática na América Latina e criou um estilo próprio: o Machida Karatê, uma variação do shotokan-ryu focada na defesa pessoal. O estilo inclui valores como a disciplina, respeito e espírito esportivo e tornou-se uma filosofia da família, que tem como um dos principais expoentes o campeão mundial de MMA Lyoto Machida, um dos filhos de Yoshizo.

Apesar de sua longa trajetória nas artes marciais, o sensei Yoshizo Machida está longe de se acomodar. “Estou no Japão agora não só para receber o título de 8º Dan. A cada dois ou três anos, viajo e faço cursos para a minha técnica melhorar. Então, durante quatro dias, de manhã e à tarde, estou tomando cursos de kata, luta, fundamentos e defesa pessoal”, relata o mestre, que acumula o cargo de presidente de honra da JKA Brasil.

Da assessoria da Academia Machida.

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Quebrando preconceitos ainda presentes no universo das artes marciais, as mulheres paraenses têm ampliado sua participação e conquistado títulos importantes no caratê. Bruna Magalhães, 19 anos, é instrutora na Academia Machida e membro da Seleção Brasileira da Japan Karate Association (JKA Brasil). Em sete anos de prática do esporte, Bruna já alcançou pódio em competições nacionais e continentais.

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Campeã pan-americana em setembro do ano passado, no Peru, Bruna também foi campeã brasileira de kata em 2018. "Já participei de campeonatos mundiais no Japão e na Irlanda, neste eu fiquei em 7º lugar no kata”, relembra a atleta.

Bruna Magalhães se tornou instrutora de caratê em agosto de 2018. Para ela, ter modelos femininos no ensino do esporte é fundamental para incentivar novas gerações a conquistarem a igualdade de gênero nos tatames. “Às vezes, com professores homens, muitas meninas não se sentem confortáveis, então é muito legal a gente se fazer como exemplo também, sinto que é uma forma de inspiração para outras garotas. Eu acho que a modalidade ainda é muito masculinizada, mas eu fico feliz em ver que cada vez mais mulheres entram no caratê”, relata.

A estudante de Direito Lívia Vale, de 18 anos, também é uma das representantes do Pará na Seleção Brasileira de Karatê da JKA. Com 10 anos de prática, a atleta faixa preta é pentacampeã brasileira pela JKA, além de ter subido aos pódios do campeonato sul-americano e pan-americano da modalidade.

Apesar das importantes conquistas, ela afirma que o fato de uma mulher praticar artes marciais ainda causa espanto em algumas pessoas. “Acho que ainda é um espaço em que a predominância de homens é muito maior, apesar do número de mulheres estar crescendo. Até a reação das pessoas é de surpresa quando eu digo que faço caratê. Muita gente ainda enxerga como um esporte masculino e acham que a mulher deveria fazer atividade delicada, que não tenha luta”, conta.

            Para ela, espaços de treinamento que tratem com igualdade homens e mulheres são importantes para quebrar estereótipos e formar uma nova consciência entre os praticantes do caratê. “Na Academia Machida, onde treino, sempre me incentivaram e me colocaram como equivalente aos demais. Não há diferença e nós lutamos com os homens em pé de igualdade”.

Para este ano, Lívia está treinando para o Campeonato Pan-Americano de Karatê-Do Tradicional, que ocorrerá em agosto, na Colômbia. No futuro, a meta da atleta é chegar ao pódio em campeonatos mundiais. “Eu pretendo continuar no caratê até ficar bem velhinha, até quando der”, afirma.

Por Jobson Marinho, especialmente para o LeiaJá.

No dia 17 de março em Guarulhos acontece a primeira corrida de rua em homenagem à banda Mamonas Assassinas, cujos integrantes eram moradores da cidade. O trajeto vai do Sam’s Club até o Parque Cecap, bairro de origem dos músicos onde há uma praça em homenagem ao grupo. Haverá show com a banda cover oficial dos Mamonas ao final do evento, além de food trucks estacionados na região.

Os interessados podem se inscrever nas seguintes modalidades: 5 ou 10 quilômetros para corrida e caminhada de 5 km. As inscrições podem ser feitas até o dia 10 de março ou até se esgotarem as vagas (o limite é de 2 mil participantes). A taxa de inscrição é de R$ 75,00 mais a taxa do site. Pessoas com mais de 60 anos têm desconto de 50%. Acesse o link do evento aqui.

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Em março de 2019 faz 23 anos que um acidente aéreo na Serra da Cantareira matou os cinco integrantes da banda, um segurança e um assistente de palco, além do piloto e do copiloto da aeronave.

 

Serviço:

Evento: Corrida Mamonas Assassinas 2019 – Guarulhos

Modalidade: corrida de rua

Data: 17/03/2019 (domingo)

Local: Sam's Club (largada e chegada)

Horário: 8h

Endereço: Rua Padre Celestino 400, Centro – Guarulhos (SP)

 

Por Laura Dantas

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No último sábado (17), a ilha de Mosqueiro foi sede da 1ª edição do Rally Amazônico de Kitesurfe, esporte aquático que utiliza uma pipa e uma prancha com suporte para os pés. O desafio era chegar primeiro na orla de Icoaraci, distrito de Belém, distante 35 quilômetros do local da largada, a praia do Chapéu Virado. O evento contou com a participação de atletas locais e do Estado do Amapá.

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Segundo as informações de Jorge Raiol, professor de kitesurfe e idealizador do evento, o Rally Amazônico é uma prova de resistência. Os participantes devem concluir o percurso no menor tempo possível. A prova exigiu uma condição técnica avançada por parte dos atletas, para um percurso em rios com grandes ondas e bastante vento. 

Jorge Raiol disse que na prova há alguns obstáculos. “A maior dificuldade é velejar com diferentes intensidades de ventos e altas ondas dificultando a velocidade na água”, explicou. Segundo o professor, a alta temporada em praias de água salgada, como Salinas, Ajuruteua e Marudá, se inicia no mês de agosto com ventos fortes, atraindo os amantes do esporte. Em água doce, a temporada começa em setembro e vai até o mês de dezembro, que são as praias de Mosqueiro, Outeiro, orla de Icoaraci, orla de Belém e Vila do Conde, em Barcarena.

O evento estimula o turismo e a economia na ilha de Mosqueiro. Atrai atletas, curiosos e apreciadores do esporte.

Rodrigo Barros, proprietário do Hostel Casa de Praia, em Mosqueiro, destacou o apelo turístico da prova. “Esse tipo de evento é muito interessante para o turismo, visto que atrai atletas e apreciadores. Atração bonita de ver, além de aquecer o comércio local”, disse. Os três primeiros colocados foram Eliton Franco, do Amapá; Gigante, do Pará; e Francimar Chumbinho, do Amapá.

O site Infoescola tem informações detalhadas sobre o kitesurfe: “É um esporte aquático que utiliza uma pipa ou papagaio e uma prancha com suporte para os pés, sendo o objetivo 'voar' e deslizar sobre a água, puxado pela pipa. É uma mistura de windsurfe, surfe e wakeboard. Este esporte é bem recente e está ficando popular no Brasil e no mundo. A pipa é presa em um cinto, na cintura do esportista, e ele se coloca em cima da prancha sobre a água. A partir daí o vento impulsiona a pipa, fazendo a prancha deslizar sobre a água. O esportista tem uma barra de controle, com a qual pode escolher seu trajeto e realizar saltos incríveis. O kitesurfe foi criado em 1985 por dois franceses: Bruno e Dominique Legaignoux. O nome vem da junção de duas palavras inglesas: kite, que significa pipa, e surf, que quer dizer deslizar sobre a água”.

 

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