Esportes

| Automobilismo

Uma das lendas do automobilismo mundial, o austríaco Niki Lauda morreu aos 70 anos, nesta segunda-feira (20). O ex-piloto, campeão da Fórmula 1 em 1975, 1977 e 1984, vinha sofrendo com problemas de saúde há pelo menos um ano. Em 2018, chegou a ser submetido a um transplante de pulmão e passou dois meses internado.

"Com profunda tristeza, anunciamos que nosso amado Niki morreu pacificamente com sua família na segunda-feira. Suas realizações únicas como atleta e empreendedor são e permanecerão inesquecíveis. Seu incansável entusiasmo pela ação, sua franqueza e sua coragem permanecem um modelo e uma referência para todos nós. Era um marido amoroso e atencioso, pai e avô longe do público, que sentirá sua falta", disse comunicado publicado pela família.

##RECOMENDA##

Nos últimos anos, ele vinha exercendo a função de presidente de honra da equipe Mercedes, que vem dominando a F-1 nos últimos anos. Lauda atuava quase como um conselheiro de luxo, próximo ao chefe de equipe Toto Wolff e aos pilotos, o inglês Lewis Hamilton e o finlandês Valtteri Bottas.

OBITUÁRIO - A atitude mais comum de Niki Lauda durante os seus 70 anos de vida foi teimar. Foi assim desde jovem, quando rompeu com a família para ser piloto. Já mais maduro, ele desafiou os prognósticos dos médicos e voltou às pistas seis semanas depois de um grave acidente. O austríaco enfrentou ainda dois transplantes de rim e um de pulmão, duas dissoluções de empresas, ganhou o campeonato mais disputado da história e virou tema de filme.

A biografia movimentada de Lauda começou e terminou em Viena. Da pacata capital austríaca saiu um rapaz dentuço, franzino e mau humorado, mas que mudaria a história da Fórmula 1. A categoria cresceu em interesse televisivo mundial em 1976 graças às disputas de Lauda com o inglês James Hunt. A rivalidade entre ambos foi o ponto de partida para as transmissões das corridas se transformarem em grandes atrações.

Bem antes da fama e do reconhecimento, o jovem Andreas Nikolaus Lauda teve de derrotar a família. O futuro herdeiro de um avô investidor financeiro havia sido preparado para assumir os negócios. A vontade, porém, era outra. Ao decidir que seria piloto, causou a ira familiar e ouviu que não receberia um centavo para ajudar na carreira.

Lauda sempre foi teimoso e não teve medo. Pediu empréstimo para um banco para conseguir arcar as despesas nos primeiros anos de carreira e confiou que os com os bons resultados logo conseguiria devolver o valor. Deu certo. Aos 22 anos ele ganhou chance na Fórmula 1, onde o estilo detalhista no acerto dos carros e o estilo "careta" lhe ajudaram a conseguir resultados.

Em uma época em que ser piloto era sinônimo de festas, mulheres e badalação, o austríaco era o oposto. Lauda era sisudo, avesso à vida social e consolidou de vez a carreira em 1975. No cockpit da Ferrari, ganhou cinco provas e foi campeão do mundo aos 26 anos. No ano seguinte ele precisaria voltar a ser teimoso não para continuar a carreira, mas para seguir vivo.

A temporada de 1976 é mais lendária da história da Fórmula 1. O atual campeão Lauda viu surgir como adversário o inglês Hunt, da McLaren. O desafiante era ao contrário do austríaco: boêmio, fumante inveterado e conquistador de mulheres a ponto de transar com fãs no fundo dos boxes, o piloto contrastava com o austríaco em quase todos os aspectos.

O campeonato estava favorável a Lauda quando no chuvoso GP da Alemanha, em Nurburgring, a história mudou. O piloto perdeu o controle da Ferrari e bateu. O carro estava em chamas no meio da pista quando foi atingido por outro competidor. O impacto do segundo choque fez o capacete do austríaco voar para longe. A cabeça e o corpo dele ficaram expostos durante quase um minuto às chamas e à fumaça tóxica.

Lauda abriu os olhos dias depois, no hospital. Ele já havia recebido a extrema-unção de um padre, passado por dezenas de cirurgias e superado expectativas médicas apenas por estar vivo. Teimoso, como sempre, o austríaco encarou dezenas de torturantes sessões de limpeza respiratória. Os enfermeiros introduziam pela boca do piloto um tubo de ferro, que avançava pela garganta e esôfago até chegar aos pulmões, para sugar a fumaça ainda presa no órgão.

A situação de risco não lhe tirou das pistas. Seis semanas depois do acidente, Lauda desafiou o medo e estava de volta para o GP da Itália com o rosto enfaixado e aparência modificada. Séries de cirurgia e enxertos de pele na cabeça mudaram a face do austríaco, que perdeu o campeonato por apenas um ponto. Hunt se aproveitou do acidente do rival para pontuar e ser campeão. A épica temporada inspirou até o cinema. O filme Rush foi lançado em 2013.

Uma nova chance se abriria para Lauda no ano seguinte em 1977, quando foi campeão novamente. Após temporadas regulares em 1978 e 1979, ele decidiu de se aposentar. O adeus não durou muito tempo e dois anos depois, lá estava o austríaco de volta às pistas. Ele ainda teve a chance de se despedir com título, em 1984, no campeonato mais disputado da história. O austríaco foi campeão com apenas 0,5 ponto de vantagem sobre Alain Prost.

As participações derradeiras de Lauda na Fórmula 1 coincidiram com o início dele na aviação. O piloto comprou aeronaves e fundou duas companhias: Lauda Air e Niki. Ambas já fecharam as portas. O maior problema veio em 1991, quando um dos seus aviões caiu na Tailândia e causou a morte de 223 pessoas.

O persistente austríaco jamais se afastou da Fórmula 1. Foi dirigente da Ferrari, da Jaguar e por último, da Mercedes. Era presente constante nas corridas e comentarista de canais de televisão. Sempre caminhava pelo paddock com um boné vermelho, para esconder as cicatrizes na cabeça resultado do acidente de 1976.

A saúde, porém, continuou foi frágil. Lauda passou por dois transplantes de rim. No último deles, há dez anos, ganhou o órgão da esposa, Birgit Wetzinger, antiga comissária de voo de uma das suas companhias aéreas. Os problemas não tiraram do ex-piloto a vontade de viajar pelo mundo junto com a Fórmula 1. A cada etapa ele estava lá, nos boxes da Mercedes, a principal potência atual da categoria.

Apenas nas duas últimas provas o austríaco foi ausência. O pulmão que tanto aguentou as chamas do acidente de 1976 deu sinais de alerta. Foi necessário um transplante. Ainda debilitado em Viena, Lauda resistiu e tentou teimar novamente contra o destino. Desta vez, não deu.

Sendo a única empresa concorrendo na licitação, a Rio Motorsports venceu o edital de concorrência para a construção do novo autódromo no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira. O grupo liderado por uma empresa norte-americana terá a concessão do terreno localizado em Deodoro pelos próximos 35 anos e caberá a ela a responsabilidade em construir uma pista que poderá receber as principais provas de automobilismo, inclusive a Fórmula 1. O tempo de construção varia entre 16 e 17 meses.

"A conquista de hoje é a contemplação de um trabalho que teve início há mais de quatro anos. Juntamos o que há de melhor no mundo em termos de capacidade técnica para garantir ao Rio de Janeiro um autódromo com o que há de mais moderno no esporte a motor em todo o planeta", afirmou o CEO da empresa, JR Pereira.

##RECOMENDA##

Apesar da vitória da Rio Motorsports, o caso pode não ter sido encerrado. O Ministério Público Federal moveu ação civil pública, com pedido de liminar, para que o município do Rio de Janeiro suspendesse a licitação do novo autódromo da cidade.

Enquanto isso, a empresa festeja. O plano contou com a participação de diversas empresas do mundo esportivo. O projeto de engenharia e arquitetura ficou à cargo da Tilke Engineers & Architects, responsável por projetar o Circuito de Sepang (Malásia), Circuito das Américas (Estados Unidos), Xangai (China), entre outros.

"A proposta que trouxemos para o Rio busca apresentar um desenho de uma pista moderna, dinâmica e cheia de emoção. Ao mesmo tempo, pensamos em um espaço com uma multidisciplinaridade que permita uma gama bastante ampla de utilização em outros esportes, atendendo toda comunidade da região", explicou Hermann Tilke, responsável pelo projeto do circuito.

A construção do empreendimento será efetuada pela construtora espanhola Acciona. A alemã Sporttotal, experiente na operação de autódromos, como o de Nurburgring, e a brasileira Golden Goal, especializada em gestão e marketing esportivo, também integram o consórcio vencedor na concorrência.

O autódromo, que terá capacidade de 80 mil lugares fixos, podendo chegar a 135 mil lugares, colocando estruturas provisórias. A pista terá 4,5km de extensão e ainda está prevista uma estrutura de 36 boxes e paddock para 5 mil VIPs.

A corrida da Nascar, modalidade de automobilismo norte americano teve uma cena lamentável na noite de sábado (18) no Charlotte Motor Speedway, em Charlotte, na Carolina do Norte. Os pilotos Ryan Newman e Clint Bowyer se tocaram na pista. Bowyer correu e desferiu socos contra Newman.

O toque de Newman e Bowyer tirou o piloto da pista após chocar com a parede. Revoltado por ter perdido tempo e posições na corrida, Bowyer se dirigiu até o carro do rival no fim da corrida e com Newman ainda dentro do carro desferiu alguns socos até que alguns integrantes das equipes separaram o piloto.

##RECOMENDA##

“Bowyer me fechou na frente logo no início da corrida. Então, depois da corrida, eu apenas dei um tapinha nas costas dele, deixei ele saber que eu não apreciei o jeito que ele fez. Ele bateu com o corpo em mim, então eu o acertei de costas imediatamente. Não é preciso ser muito homem para tentar lutar com alguém com um capacete. Eu acho que ele deveria ficar envergonhado sozinho", disse Newman em entrevista a Fox Sports.

"Foi uma luta surpresa muito certa. Nosso dia acabou, nós perdemos a posição na pista, ficamos de lado e cruzamos e basicamente ficamos lá, vendo se algo ia acontecer no final. Eu verifiquei e ele correu para a minha traseira esquerda e é o último lance que eu vi dele. Então, depois da corrida, ele vem e corre para as minhas costas e me irritou", respondeu Bowyer. Bowyer terminou em 12º, enquanto Newman ficou em 13º.

[@#video#@]

LeiaJá também

--> Vídeo: Arbitro morre em partida disputada na altitude

Veterano da Fórmula 1, da qual se aposentou no final de 2017, Felipe Massa conquistou o terceiro lugar da etapa de Mônaco da Fórmula E, neste sábado (11), e comemorou o seu primeiro pódio na categoria de carros elétricos do automobilismo mundial.

Estreante na Fórmula E depois de ter sido contratado pela equipe Venturi no fim do ano passado, o piloto brasileiro só ficou atrás do francês Jean-Éric Vergne, vencedor da corrida na tradicional pista de rua monegasca, e do britânico Oliver Rowland, segundo colocado.

##RECOMENDA##

"É uma sensação fantástica. A corrida foi incrível, é a prova de casa para a equipe. Incrível sensação de anotar o primeiro pódio pela primeira vez, até porque foi em casa", comemorou Massa após conquistar a terceira posição.

No circuito de Montecarlo, Massa precisou segurar a pressão do alemão Pascal Wehrlein no fim da prova para assegurar o seu lugar no pódio, sendo que o seu carro chegou a ser tocado pelo monoposto do alemão na última volta.

Vergne, por sua vez, triunfou depois de ter largado da pole. Ele também sofreu pressão de Rowland, mas sustentou a ponta para conquistar a sua segunda vitória nesta temporada. Ele é o único com dois triunfos nesta temporada 2018/2019 e, com este em Mônaco, assumiu a liderança do campeonato, com 87 pontos. Ele ultrapassou o alemão André Lotterer, agora segundo colocado, com 82, enquanto o holandês Robin Frijns vem logo atrás, com 81.

Já o brasileiro Lucas Di Grassi acabou abandonando a prova deste sábado em Mônaco, mas ainda está na luta pelo título nesta reta final da temporada, que conta com mais quatro provas. Ele é o quinto na classificação geral, com 70 pontos.

A próxima etapa da Fórmula E está marcada para o dia 25 de maio, em Berlim, na Alemanha. Depois disso, o campeonato contará com provas em Berna, na Suíça, em 22 de junho, e Nova York, palco das duas últimas corridas do calendário, em 13 e 14 de julho.

A Prefeitura de São Paulo e o governo do Estado emitiram uma nota em conjunto na noite desta quarta-feira corrobora o que foi informado horas mais cedo pela Interpub, empresa responsável pela realização do GP do Brasil de Fórmula 1 no Autódromo de Interlagos. A nota informa que existe contrato em vigor com validade até dezembro de 2020 e que acredita que o compromisso será renovado em 2021.

O posicionamento foi divulgado após a afirmação do presidente da República, Jair Bolsonaro, indicando nesta quarta-feira que a etapa brasileira da categoria máxima do automobilismo passará a ser realizada no Rio a partir do ano que vem, após a construção de um novo autódromo em Deodoro, na zona oeste da cidade.

##RECOMENDA##

Em uma solenidade ocorrida pela manhã, Bolsonaro assinou em conjunto com o governador do Rio, Wilson Witzel, e o prefeito da capital fluminense, Marcelo Crivella, um termo de compromisso para a construção deste novo autódromo e ainda confirmou que já existe uma previsão de que o local ficará pronto dentro de seis a sete meses.

O acordo em vigor entre Interlagos e a Fórmula 1 foi assinado em 2014. Como contrapartida pelo contrato, o autódromo recebeu nos últimos anos recursos federais de R$ 160 milhões para reformar e ampliar o paddock, uma antiga exigência das equipes. Na última renovação, uma das cláusulas previa a possível renovação do vínculo por mais cinco anos.

A nota divulgada em conjunto por prefeitura e governo de São Paulo foi dividida em quatro itens e o primeiro deles destacou: "Há um contrato em vigor com a empresa responsável pela organização do GP Brasil de F-1, válido até dezembro de 2020". Já o segundo item pontuou: "Desde novembro de 2018, a Prefeitura de São Paulo atua para a renovação do contrato do GP do Brasil de F-1 na cidade de São Paulo, a partir de 2021. Há convicção de que o bom entendimento vai prevalecer".

Em seguida, a nota vai além ao ressaltar que prefeitura e governo de São Paulo "desconhecem qualquer obstáculo que possa inviabilizar a renovação do referido contrato". E depois finaliza: "O projeto de concessão do Autódromo de Interlagos ao setor privado, elaborado pela gestão João Doria e mantido pela administração Bruno Covas, tramita na Câmara Municipal e representa um importante ativo para a manutenção da área em sua proposta original, ou seja, o Autódromo Internacional de Interlagos".

A Interpub, empresa responsável pela realização do GP Brasil de Fórmula 1, divulgou nota oficial nesta quarta-feira afirmando que existe um contrato vigente para a realização da etapa da categoria com a cidade de São Paulo até 2020. O posicionamento foi divulgado após a afirmação do presidente Jair Bolsonaro indicando que a corrida passará a ser realizada no Rio de Janeiro a partir do ano que vem, após a construção de um novo autódromo em Deodoro, na zona oeste da cidade.

"Há um contrato vigente para a realização do GP Brasil de Fórmula 1com a cidade de São Paulo até 2020. E ambas as partes (Fórmula 1 e Prefeitura Municipal) continuam honrando seus compromissos", disse trecho da nota oficial.

##RECOMENDA##

O acordo em vigor entre Interlagos e a Fórmula 1 foi assinado em 2014. Como contrapartida pelo contrato, o autódromo recebeu nos últimos anos recursos federais de R$ 160 milhões para reformar e ampliar o paddock, uma antiga exigência das equipes. Na última renovação, uma das cláusulas previa a possível renovação do vínculo por mais cinco anos.

A nota divulgada pela Interpub também revela que já foram iniciadas as renegociações para realização do Grande Prêmio do Brasil a partir de 2021. "Em relação ao futuro do GP, a partir de 2021, estamos em fase de renegociação. Quanto ao autódromo, Interlagos é o único circuito da América do Sul 'Nivel 1', segundo a denominação oficial da FIA, apto à receber corridas de F1".

O GP Brasil de Fórmula 1 foi realizado no Rio de Janeiro nos anos 1980 no antigo autódromo de Jacarepaguá, demolido para dar lugar ao Parque Olímpico para os Jogos de 2016 no Rio de Janeiro. São Paulo recebe a corrida anualmente no autódromo de Interlagos desde 1990.

O presidente Jair Bolsonaro aproveitou nesta quarta-feira a visita ao Rio de Janeiro, onde participou das comemorações do Dia da Vitória, em homenagem ao fim da Segunda Guerra Mundial, há 74 anos, para assinar com o prefeito Marcelo Crivella um termo de cooperação para construção do novo autódromo do Rio de Janeiro, no bairro de Deodoro, na zona oeste da cidade.

Segundo Bolsonaro, a obra ficará pronta nos próximos 6 a 7 meses e será feita "sem nenhum dinheiro público". O orçamento inicial do projeto é de R$ 850 milhões, além de estar previsto que o autódromo poderá receber até 130 mil pessoas.

##RECOMENDA##

O autódromo será construído em um terreno do Exército, que alguns políticos cariocas afirmam ser uma reserva ambiental. De acordo com o presidente, "o Exército preservou a área" e a obra vai gerar milhares de empregos diretos e indiretos e muitos permanentes.

O antigo autódromo do Rio de Janeiro, localizado em Jacarepaguá, também na zona oeste da cidade, que recebeu provas de Fórmula 1 na década de 80, foi desativado em sua totalidade para a construção do Velódromo, utilizado nos Jogos Olímpicos de 2016.

Há cerca de 20 dias, a empresa promotora do GP do Brasil de Fórmula 1, a Interpub, afirmou que o comando da categoria fez contatos recentemente com outras cidades do País para avaliar um novo local para a prova. Como São Paulo só tem acordo para receber a corrida no autódromo de Interlagos até 2020, os organizadores contam que houve conversas com o Rio de Janeiro.

O comando da Fórmula 1 enviou cartas para Bolsonaro, para Crivella e para o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, para comunicar o interesse de realizar o GP do Brasil na capital fluminense a partir dos próximos anos.

A aproximação entre a Fórmula 1 e o Rio de Janeiro é antiga. Em novembro do ano passado, durante passagem pelo Brasil, o chefe da categoria, Chase Carey, viajou à cidade para se reunir com Witzel, que disse na ocasião considerar um compromisso receber a categoria nos próximos anos. O Rio vê como oportunidade sediar a prova a partir de 2021.

Com informações da Ansa

O comerciante Eduardo Soncini, de 43 anos, tem um ritual diferente quando vai colocar para dormir o filho Eduardo Teodoro, de oito anos. Antes de cair no sono, o menino não quer ouvir uma história infantil ou conversar sobre como foi o dia na escola. Ele gosta de escutar o pai contar curiosidades e detalhes de corridas marcantes de Ayrton Senna, piloto que morreu há exatos 25 anos e continua a movimentar uma legião de adoradores.

Os "Sennamaníacos" continuam ativos e sem esquecer a relação com o ídolo mesmo tanto tempo depois do acidente fatal durante o GP de San Marino em 1º de maio de 1994. Quem já acompanhava o tricampeão mundial naquela época guarda relíquias, mantém coleções e não apaga da memória os melhores momentos de Senna nas pistas. Além disso, esses fãs cuidam agora de passar para as novas gerações a admiração pelo ídolo.

##RECOMENDA##

O próprio Soncini, por exemplo, faz questão de transmitir a paixão ao filho. O comerciante tem em casa mais de 200 miniaturas de carros utilizados por Senna ao longo da carreira, seja no kart ou em categorias inferiores. O item mais especial da coleção foi feito sob encomenda. Uma impressora 3D produziu uma maquete que simula um encontro do fã com o piloto.

"Pela alegria que o Ayrton nos deu, a maior retribuição que a gente pode dar é passar esse legado dele para as outras gerações. A história dele não pode morrer", afirmou Soncini. O filho de oito anos aprendeu a gostar de Fórmula 1 apesar de nunca ter visto sequer uma vitória brasileira na categoria. A última foi com Rubens Barrichello em setembro de 2009, antes de Eduardo ter nascido.

Um dos maiores acervos dedicados a Senna no Brasil pertence ao empresário Marcus Vinicius dos Santos. São mais de 15 mil itens, como recortes de jornais e revistas, capacetes, jaquetas, bonés e autógrafos. Um dos itens mais caros é a cópia do contrato de manutenção de um helicóptero, assinada por Senna em 1992 para contratar o serviço de uma empresa de Angra dos Reis.

Na casa do fã há uma decoração especial sobre Senna, porém o acervo não cabe em um só local e está também no escritório e em depósitos. "Eu tento passar os valores e a história do Ayrton para novas gerações. A imagem de alguém dedicado, vitorioso e que se superou é muito forte e precisa ser valorizada", disse.

Uma pesquisa recente do Ibope Repucom comprovou o quanto Senna continua conhecido. O instituto de pesquisas consultou qual o nível de conhecimento e interesse de 94 milhões de internautas sobre personalidades brasileiras. O tricampeão teve a imagem reconhecida por 96% dos entrevistados.

NA PELE - O piloto de Fórmula Indy Matheus Leist, de 20 anos, só teve contato com Senna por vídeos, documentários e reportagens. Porém, decidiu deixar na pele uma marca do ídolo. Depois de conquistar em 2016 o título da Fórmula 3 Inglesa na pista de Donington Park, ele encomendou um desenho no braço direito do carro usado pelo tricampeão na vitória histórica no mesmo autódromo, em 1993. "Decidi fazer algo para simbolizar o Senna, não só pelos resultados, mas também pela personalidade e pela mensagem de determinação que ele nos deixou", disse o piloto.

Mesmo sem gostar de automobilismo, a assistente de exportação Tatiane Gemignani tomou a mesma decisão e tatuou o braço. Ela só tinha três anos na época do acidente em Ímola e virou fã há pouco tempo, ao acompanhar um documentário sobre o tricampeão.

Tatiane disse ter se inspirado na história de Senna para superar problemas pessoais. "Eu estava passando por problemas pessoas e a história dele me tocou, principalmente a mensagem de persistir, batalhar e lutar. Quis ter isso na minha pele também", afirmou.

O finlandês Valtteri Bottas fez história neste sábado em Xangai. O piloto da Mercedes conseguiu a pole para o GP da China, a terceira etapa da temporada de 2019, que marca a 1.000.ª corrida da história da Fórmula 1. No treino oficial de classificação, o atual líder do Mundial de Pilotos desbancou dois multicampeões da categoria - o inglês Lewis Hamilton e o alemão Sebastian Vettel - para largar na ponta pela primeira vez neste ano.

Para obter o feito neste sábado, Bottas teve de travar um duelo particular na Mercedes contra o pentacampeão mundial no Q3, a terceira e decisiva fase do treino oficial. O finlandês levou a melhor com o tempo de 1min31s547 e ficou à frente de Hamilton por apenas 0s023 (1min31s570). Ele é o terceiro piloto diferente a ser pole em 2019 - os outros foram o inglês, na Austrália, e o monegasco Charles Leclerc, da Ferrari, no Bahrein -, fato que não acontecia há 11 anos.

##RECOMENDA##

"Tem sido um fim de semana muito bom até agora", disse Bottas ao ex-piloto inglês Martin Brundle ainda na pista, após a volta que garantiu a pole. "Eu me senti confortável com o carro desde a manhã. Mas tive dificuldades no Q3 ao tentar tirar o máximo de performance. A volta foi OK. Não do jeito que eu queria, mas suficiente para a pole. O carro está realmente muito bom e Lewis melhorou muito ao longo da sessão. Foi muito perto", completou.

A Ferrari, que brilhou no treino oficial de classificação no Bahrein e é considerada a maior favorita na China, não mostrou a força esperada e ficou com a segunda fila do grid de largada. Vettel cravou 1min31s848 e conquistou o terceiro posto, deixando Leclerc na quarta posição bem perto com o tempo de 1min31s865.

A terceira fila também é de uma equipe só: a Red Bull. Já na casa dos 1min32s, o holandês Max Verstappen fecha o Top 5 do grid com o tempo de 1min32s089. Mais distante do companheiro, o francês Pierre Gasly obteve a sexta colocação com 1min32s930.

Por coincidência, os 10 primeiros colocados são completados com a Renault e a Haas preenchendo com seus dois pilotos a quarta e a quinta filas, respectivamente. A equipe francesa teve o australiano Daniel Ricciardo em sétimo lugar e o alemão Nico Hülkenberg em oitavo. Sem tempo no Q3, a escuderia norte-americana colocou o dinamarquês Kevin Magnussen na nona colocação e o francês Romain Grosjean em 10.º.

A largada do GP de número 1.000 da história da Fórmula 1, no circuito Internacional de Xangai, na China, acontece às 3h10 (de Brasília) deste domingo.

Confira o grid de largada do GP da China:

1.º - Valtteri Bottas (FIN/Mercedes) - 1min31s547

2.º - Lewis Hamilton (ING/Mercedes) - 1min31s570

3.º - Sebastian Vettel (ALE/Ferrari) - 1min31s848

4.º - Charles Leclerc (MON/Ferrari) - 1min31s865

5.º - Max Verstappen (HOL/Red Bull) - 1min32s089

6.º - Pierre Gasly (FRA/Red Bull) - 1min32s930

7.º - Daniel Ricciardo (AUS/Renault) - 1min32s958

8.º - Nico Hülkenberg (ALE/Renault) - 1min32s962

9.º - Kevin Magnussen (DIN/Haas) - sem tempo no Q3

10.º - Romain Grosjean (FRA/Haas) - sem tempo no Q3

11.º - Daniil Kvyat (RUS/Toro Rosso) - 1min33s236

12.º - Sergio Pérez (MEX/Racing Point) - 1min33s299

13.º - Kimi Raikkonen (FIN/Alfa Romeo) - 1min33s419

14.º - Carlos Sainz (ESP/McLaren) - 1min33s523

15.º - Lando Norris (ING/McLaren) - 1min33s967

16.º - Lance Stroll (CAN/Racing Point) - 1min34s292

17.º - George Russell (ING/Williams) - 1min35s253

18.º - Robert Kubica (POL/Williams) - 1min35s281

19.º - Antonio Giovinazzi (ITA/Alfa Romeo) - sem tempo no Q1

20.º - Alexander Albon (TAI/Toro Rosso) - sem tempo no Q1

O ex-presidente da Ferrari Luca di Montezemolo revelou em um podcast oficial da Fórmula 1 que jantou com o ex-piloto brasileiro Ayrton Senna quatro dias antes da sua morte, em 1º de maio de 1994, no Grande Prêmio de San Marino.

Segundo o empresário italiano, o objetivo do encontro era conversar com Senna sobre uma possível transferência para a Ferrari, e Montezemolo afirmou que o brasileiro considerou em pilotar na escuderia de Maranello após 1995.

##RECOMENDA##

"Eu o convidei para jantar na minha casa em Bolonha na quarta-feira, já que ficava cerca de 30, 40 minutos de Ímola. Eu disse: 'Quero achar uma forma de te ter ao fim da temporada'. Ele disse: 'Eu assinei com a Williams, mas se tivesse a oportunidade preferia a Ferrari'", revelou o ex-presidente da equipe italiana.

Ainda de acordo com Montezemolo, Senna revelou no encontro que queria "encerrar a carreira na Ferrari" e conquistar um título mundial pelo time de Maranello.

No entanto, quatro dias depois deste jantar, o brasileiro morreu após sofrer um grave acidente no circuito de Ímola, durante o GP de San Marino de 1994.

Em 1996, no ano que supostamente Senna poderia ser apresentado como piloto da Ferrari, a escuderia italiana contratou o alemão Michael Schumacher, que venceu cinco campeonatos mundiais pelo time de Maranello.

Com a McLaren, Senna conquistou os mundiais de 1988, 1990 e 1991, além de ter sido vice-campeão nas temporadas de 1989 e 1993.

Da Ansa

O piloto britânico Lewis Hamilton venceu o GP do Bahrein, neste domingo, segunda etapa do Mundial de Fórmula 1. A equipe Mercedes fez dobradinha com o segundo lugar do finlandês Valtteri Bottas, no circuito de Sakhir, após um erro cometido pelo alemão Sebastian Vettel e uma falha no motor do monegasco Charles Leclerc, também da Ferrari.

Mas o grande destaque da prova foi o próprio Leclerc, que, após largar na pole position, foi perder a liderança a nove voltas do final por causa de um problema no motor. Ele acabou em terceiro e ainda ficou com o ponto extra pela volta mais rápida na corrida. Vettel, seu companheiro de equipe, terminou em quinto.

##RECOMENDA##

Vencedor da primeira prova do ano, na Austrália, Bottas continua em primeiro lugar na classificação geral, com 44 pontos, um a mais que Hamilton. Verstappen soma 27, enquanto Leclerc tem 26. A próxima corrida vai ser na China, no dia 14 de abril, quando será festejado o milésimo GP da categoria.

A CORRIDA - A prova no Bahrein teve início eletrizante. As três primeiras voltas apresentaram grande disputa entre os melhores pilotos da atualidade. Vettel, que largou em segundo, usou sua experiência para ganhar o primeiro lugar de Leclerc antes da primeira curva.

Bottas, agressivo como foi na Austrália, também passou por Leclerc, mas o monegasco recuperou a segunda colocação. Vettel tinha vantagem de 1s5 sobre Leclerc, enquanto Hamilton tomou o terceiro lugar de Bottas. Na sexta volta, Leclerc assumiu o primeiro lugar com uma ultrapassagem sensacional sobre Vettel por fora na curva 1.

Com as primeiras paradas nos boxes a partir da 12ª volta, Daniel Ricciardo, da Renault, chegou a ficar algum tempo na liderança, mas logo os carros mais rápidos reassumiram os primeiro lugares.

Leclerc, em primeiro lugar, chegou a abrir seis segundos, enquanto Hamilton e Vettel brigavam pelo segundo lugar. Bottas demorou para trocar pneus e se afastou um pouco da briga.

Na 37ª volta, Hamilton forçou ultrapassagem em Vettel. A disputa foi intensa e o alemão levou vantagem em um primeiro momento. Na volta seguinte, o britânico conseguiu superar o alemão, que rodou sozinho e na sequência perdeu a asa dianteira da sua Ferrari. O tetracampeão foi para o box e voltou em oitavo lugar.

Na 42ª volta, Leclerc tinha dez segundos de vantagem sobre Hamilton e 36 segundos de Bottas. Vettel já havia passado por Ricciardo e Hülkenberg e estava na quinta posição. Na 46ª volta, o piloto de Mônaco informou para a equipe via rádio que o carro tinha um problema no motor. Ele passou a rodar três segundos mais lento por conta de uma falha no sistema de recuperação de energia de sua Ferrari. "O que está acontecendo?" perguntou Leclerc. Hamilton tirou cinco segundos em duas voltas.

Com sem o reforço da recuperação de energia, Leclerc não tinha como segurar a ultrapassagem de Hamilton na volta 48. Muita tristeza no boxe da Ferrari. Ele passou a lutar para manter o segundo lugar, mas Bottas conseguiu tirar cinco segundos por volta.

"Meu Deus, eu vou tentar manter o segundo lugar", disse o monegasco para a equipe. A Mercedes informou Bottas de que ele não precisava aumentar o ritmo, pois conseguiria ultrapassar jovem piloto da Ferrari. O mesmo foi dito pela equipe da Red Bull para Verstappen, então na quarta colocação.

Na 54ª volta, Bottas, enfim, passou Leclerc. Na volta seguinte, o safety car entrou na pista, pois os dois carros da Renault, de Ricciardo e Hülkenberg pararam em locais perigosos, e as ultrapassagem foram proibidas. A prova terminou e Leclerc pelo menos subiu ao pódio.

"Foi muita infelicidade para Charles. Ele fez uma ótima corrida. Temos que trabalhar muito para superá-los", disse Hamilton, dentro do carro, logo após a bandeirada. "Eu não sei o que dizer. Que pena, fizemos uma grande corrida", afirmou Leclerc.

 

Confira a classificação final do GP da Austrália:

1º - Lewis Hamilton (ING/Mercedes), em 1h34min21s836

2º - Valtteri Bottas (FIN/Mercedes), a 2s980

3º - Charles Leclerc (MON/Ferrari), a 6s131

4º - Max Verstappen (HOL/Red Bull), a 6s408

5º - Sebastian Vettel (ALE/Ferrari), a 36s068

6º - Lando Norris (ING/McLaren), a 45s754

7º - Kimi Raikkonen (FIN/Alfa Romeo), a 47s470

8º - Pierre Gasly (FRA/Red Bull), a 58s094

9º - Alexander Albon (TAI/Toro Rosso), a 1min02s697

10º - Sergio Pérez (MEX/Racing Point), a 1min03s696

11º - Antonio Giovinazzi (ITA/Alfa Romeo), a 1min04s599

12º - Daniil Kvyat (RUS/Toro Rosso) a 1 volta

13º - Kevin Magnussen (DIN/Haas) a 1 volta

14º - Lance Stroll (CAN/Racing Point) a 1 volta

15º - George Russell (ING/Williams) a 1 volta

16º - Robert Kubica (POL/Williams) a 2 voltas

17º - Carlos Sainz Jr. (ESP/McLaren) a 4 voltas

18º - Daniel Ricciardo (AUS/Renault) a 4 voltas

19º - Nico Hülkenberg (ALE/Renault) a 4 voltas

Não completou a prova:

Romain Grosjean (FRA/Haas)

O piloto Charles Leclerc, da Ferrari, brilhou neste sábado (30) ao fazer o melhor tempo nos treinos classificatórios para o Grande Prêmio do Bahrein. Com a marca de 1m27s866, o monegasco quebrou o recorde da pista e se tornou o primeiro do seu país a garantir uma pole position na Fórmula 1.

Leclerc, de apenas 21 anos, dividirá a primeira fila com o seu companheiro de equipe, o alemão Sebastian Vettel. O britânico Lewis Hamilton e o finlandês Valtteri Bottas, ambos da Mercedes, ficaram com a segunda fila.

##RECOMENDA##

"Estou extremamente feliz. Na Austrália, cometi alguns erros na qualificação e trabalhei duro para não repeti-los. Foi difícil ficar à frente de Sebastian (Vettel) estou aprendendo e tenho que aprender muito com ele, mas hoje estou muito feliz com essa pole", disse Leclerc, na coletiva de imprensa em Sakhir.

Os treinos foram positivos para os pilotos Kevin Magnussen e Romain Grosjean, ambos da Haas, que ficaram na sexta e oitava posições, respectivamente. A McLaren também surpreendeu com Carlos Sainz (7º) e Lando Norris (10º).

A corrida no autódromo de Sakhir será disputado amanhã (31), a partir do 12h10, pelo horário de Brasília.

Da Ansa

Como já havia feito na sexta-feira (29), a Ferrari dominou o terceiro treino livre para o GP do Bahrein, segunda etapa do Mundial de Fórmula 1, neste sábado (30), no circuito de Sakhir. O monegasco Charles Leclerc fez a volta mais rápida, após 15 tentativas na pista de 5.412 metros, com o tempo de 1min29s569, 0s169 à frente do companheiro Sebastian Vettel.

As poderosas Mercedes vieram na sequência. O britânico Lewis Hamilton, pentacampeão mundial, ficou com o terceiro melhor tempo, 0s765 menos rápido que Leclerc. O finlandês Valtteri Bottas, vencedor da primeira prova do ano na Austrália e detentor da melhor volta da corrida, fez o quarto tempo, 0s820 atrás do líder.

##RECOMENDA##

A surpresa foi o britânico Lando Norris, que levou a McLaren para a sétima colocação, atrás de Roman Grosjean (Haas) e Nico Hulkenberg (Renault). Já o holandês Max Verstappen, da Red Bull, terminou o treino apenas na oitava colocação, seguido pelo espanhol Carlos Saiz (McLaren) e pelo russo Daniil Kvyat (Toro Rosso).

O veterano Kimi Raikkonen ficou em 11º com a Alfa Romeo, enquanto Daniel Ricciardo, da Renault, terminou em 16º. O polonês Robert Kubica, da Williams, foi o último, 3s956 atrás de Leclerc.

Os carros voltam à pista neste sábado para a disputa do treino classificatório, que tem início previsto para as 12h (de Brasília). No ano passado, Vettel conquistou a pole e a vitória do GP do Bahrein, cuja corrida deste domingo tem a sua largada marcada para ocorrer às 12h10.

A fabricante de brinquedos dinamarquesa Lego e a montadora de automóveis britânica McLaren uniram-se para a produção da versão do veículo esportivo Senna. Em tamanho real, o projeto é composto de 467.854 mil peças e levou mais de sete meses para ser montado.

A réplica conta com direção, pedais e assentos iguais ao do modelo feito para circular nas ruas, mas não foi feito para transitar. Os fãs que tiverem acesso a ele poderão simular o ronco do motor original. O modelo não está disponível para venda, mas a versão de brinquedo, uma réplica de 15cm, está à venda pelo valor de € 12,99 (pouco mais de R$ 56).

##RECOMENDA##

O McLaren Senna original vale aproximadamente R$ 8 milhões e atinge a velocidade máxima de 340 km/h. A máquina tem motor V8 4.0 biturbo de 800 cavalos de potência, fazendo de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos.

Por conta do número de peças, o peso da réplica feita pela Lego ficou 500 kg a mais do que o modelo original que recebeu o nome do brasileiro tri-campeão mundial de Formula 1, Ayrton Senna, morto após acidente durante o Grande Prêmio de Ímola, em 1994.

No ultimo fim de semana o Campeonato de Nacional de Motociclismo da Costa Rica acabou virando palco de briga para dois pilotos. Jorge Martinez e Márion Calvo colidiram na pista e acabaram trocando socos e empurrões.

Os dois estavam na reta em alta velocidade quando um toque fez com que Martinez se desequilibrasse e ficasse pendurado sobre a moto de Márion que parou. Ao descer da moto, Martinez desferiu um soco que derrubou Márion que devolveu com empurrão.

##RECOMENDA##

Após o ocorrido os dois pilotos levaram uma punição severa e estão proibidos de pilotar em uma competição oficial na Costa Rica por dois anos.

[@#video#@]

LeiaJá também

-->  Conor McGregor anuncia aposentadoria do MMA

 

Mick Schumacher vai se aproximar de repetir seu pai na próxima semana, quando participará de um teste da Fórmula 1, dando um passo importante na direção de um retorno do sobrenome à categoria. Nesta terça-feira, a Ferrari anunciou que o filho de Michael Schumacher, de 20 anos, foi escalado para treinar com o carro da equipe em 2 de abril, no Bahrein.

O alemão, que em 2019 participará do campeonato da Fórmula 2 pela equipe Prema, é membro da Academia de Jovens Pilotos da Ferrari e pilotará nos dois dias de testes, pois em 3 de abril estará ao volante da Alfa Romeo no circuito de Sakhir.

##RECOMENDA##

O pai de Mick Schumacher ganhou sete títulos de Fórmula 1, cinco dos quais pela Ferrari, entre 2000 e 2004. Michael Schumacher detém o recorde de vitórias - 91 - e é o segundo piloto com mais pole positions da categoria, atrás do britânico Lewis Hamilton.

Os testes ocorrerão após a estreia de Mick Schumacher neste fim de semana, também no Bahrein. "Estou obviamente mais do que animado e gostaria de agradecer a Ferrari e a Alfa Romeo por me darem essa oportunidade", disse o jovem alemão.

"Estou conscientemente colocando todos os pensamentos sobre o teste de lado, porque também estou muito ansioso para competir na minha primeira corrida de Fórmula 2 e gostaria de focar 100% por cento no fim de semana que está por vir", acrescentou Mick.

Em ascensão na carreira, Mick levou o título da Fórmula 3 Europeia no ano passado, com oito vitórias e 14 pódios na 30 provas realizadas, o que o levou a chamar a atenção do mundo do automobilismo e a ser contratado para competir na Fórmula 2.

Agora, então, terá a primeira experiência em um teste oficial de Fórmula 1, sendo em 2017 chegou a pilotar uma Benneton antiga no circuito de Spa, na celebração dos 25 anos da primeira vitória do seu pai na categoria máxima do automobilismo.

Além de anunciar a participação de Mick nos testes, a Alfa Romeo também confirmou que o britânico Callum Ilott, outro membro da Academia Ferrari, participara de um dia de testes no circuito de Barcelona, na sequência da realização do GP da Espanha.

"Acreditamos firmemente no valor da Academia de Pilotos da Ferrari como um programa de treinamento de alto nível para jovens talentosos e a decisão de dar uma vaga a Charles Leclerc é a prova disso. Estamos, portanto, muito satisfeitos por poder dar a Mick e a Callum a oportunidade de pilotar um carro de Fórmula 1", disse Mattia Binotto, chefe da Ferrari.

Faltando ainda nove meses para o GP do Brasil de Fórmula 1, a organização da corrida paulistana anunciou nesta segunda-feira que já abriu a venda de ingressos. Neste ano, o GP será realizado nos dias 15, 16 e 17 de novembro, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

A compra pode ser feita pelo site da etapa. Podem ser adquiridos somente cinco ingressos por CPF ou CPNJ. Os interessados podem efetuar a compra com cartão de débito ou de crédito, em até oito parcelas sem juros.

##RECOMENDA##

De acordo com os promotores do evento, a novidade deste ano será a cobertura da arquibancada "R", na reta oposta. Será um dos setores com direito a bilhetes de meia-entrada, assim como o "A", "G", "M", "Q" e "R".

Também foi aberta a compra de entradas para os setores VIP, que conta ainda com alimentação e visita aos boxes, caso do Orange Tree Club (na sexta e no sábado), do Interlagos Club e do Premium Paddock Club - Star Lounge (na sexta, no sábado e no domingo).

Penúltima etapa do campeonato, o GP do Brasil terá início com o primeiro treino livre, na sexta-feira, dia 15 de novembro, às 11 horas. Há ainda outra sessão livre no mesmo dia. No sábado, os pilotos participam do terceiro treino livre e do treino classificatório. E, no domingo, a corrida tem largada marcada para as 15h10.

O finlandês Valtteri Bottas não escondeu a empolgação com a vitória na estreia da Fórmula 1 em 2019. Depois de passar o ano passado todo sem subir ao lugar mais alto do pódio, o piloto da Mercedes encerrou o jejum logo na primeira etapa da atual temporada, ao triunfar no GP da Austrália, neste domingo (17). De quebra, ainda registrou a volta mais rápida da prova e somou um ponto extra.

"Isso é ótimo! Acho que nunca tive uma corrida assim! Nós não poderíamos pedir um começo melhor de temporada. Somar o máximo de pontos para a equipe é o resultado perfeito, e não poderíamos estar mais felizes. Também é um resultado importante para mim, pessoalmente. Estou muito satisfeito com a forma que a corrida se desenhou", declarou.

##RECOMENDA##

Depois de largar na segunda colocação do grid, Bottas ganhou a liderança de seu companheiro, Lewis Hamilton, logo na primeira volta. Com a estratégia de realizar somente uma parada, o finlandês disparou na frente e cruzou a linha de chegada com mais de 20 segundos de vantagem para o inglês, que terminou na segunda posição.

"A chave foi a largada. Acho que o Hamilton teve problemas na direção, então pude assumir a ponta. Meu ajuste estava realmente forte, pude disparar e construir uma vantagem. Pude arriscar um pouco, mas tudo sob controle. Estou muito, muito satisfeito, mas foi apenas a primeira corrida e ainda temos mais 20 pela frente", apontou.

A vitória categórica de Bottas recebeu o reconhecimento de Hamilton. O pentacampeão da categoria admitiu que o finlandês foi superior na corrida deste domingo e o parabenizou pelo resultado.

"O Valtteri fez um trabalho excepcional hoje. Parabéns para ele. Fiz uma corrida correta hoje. Perdi a posição no início e estava praticamente vencido já na primeira curva. Depois, foi apenas trazer o carro de volta para casa e somar os pontos", avaliou.

A temporada 2019 da Fórmula 1 começou mais uma vez com a Mercedes na frente, mas não com Lewis Hamilton como protagonista. Neste domingo (17), Valtteri Bottas superou o companheiro de equipe para vencer o GP da Austrália, em Melbourne, na primeira prova do calendário da categoria.

A dobradinha da Mercedes no grid de largada se repetiu no pódio, mas com posições invertidas. Depois de largar na pole, Hamilton foi ultrapassado logo nos primeiros movimentos por seu companheiro, que disparou para garantir o triunfo sem maiores sustos.

##RECOMENDA##

Bottas completou o percurso no circuito de Albert Park em 1h25min27s325, mais de 20 segundos à frente de Hamilton. De quebra, o finlandês se aproveitou de uma das novidades da temporada e garantiu um ponto extra na tabela por ter registrado a volta mais rápida da corrida.

A prova deste domingo também foi um banho de água fria para quem esperava que a Ferrari pudesse ameaçar a hegemonia da Mercedes na Fórmula 1. A equipe italiana não só viu a rival registrar a dobradinha tanto no grid quanto na chegada, como ficou fora do pódio. Afinal, a terceira colocação foi do holandês Max Verstappen, na estreia da parceria entre Red Bull e Honda.

Só então apareceram os carros da Ferrari. Depois de largar na terceira colocação, Sebastian Vettel não conseguiu manter o ritmo e terminou em quarto. O resultado só não foi pior porque a equipe mandou seu companheiro Charles Leclerc não tentar a ultrapassagem sobre o alemão na reta final da prova, quando tinha pneus mais novos e era mais veloz. Em sua estreia na escuderia, o monegasco terminou em quinto.

Kevin Magnussen, da Haas, Nico Hulkenberg, da Renault, o veterano Kimi Raikkonen, em sua estreia pela Alfa Romeo, Lance Stroll, da Racing Point, e Daniil Kvyat, da Toro Rosso, respectivamente, completaram os dez primeiros colocados. Em sua volta à Fórmula 1 oito anos após sofrer grave acidente em uma prova de rali, Robert Kubica sofreu com sua Williams e foi o último colocado entre os pilotos que completaram o percurso.

Mas ninguém foi páreo para Bottas. Depois de perder a pole no sábado por pouco mais de um décimo, o finlandês largou muito bem para ultrapassar Hamilton e garantir a ponta. Ele só perderia esta posição durante duas voltas, após sua única parada no boxe, conquistando uma vitória contundente.

Atrás das Mercedes, Vettel tinha a terceira colocação até que foi chamado para os boxes para a troca de pneus, que aconteceu cedo demais e permitiu que Verstappen o ultrapassasse. O piloto da Red Bull, aliás, quase somou um ponto a mais pela volta mais rápida, mas viu Bottas superar sua marca já na reta final da prova.

Foi um dia perfeito para o finlandês, que superou um 2018 decepcionante, sem vencer sequer uma prova, para largar na frente no Mundial de Pilotos. São 26 pontos para ele, com Hamilton em segundo, com 18, Verstappen, em terceiro, com 15, e Vettel em quarto, com 12.

A segunda etapa da Fórmula 1 em 2019 acontecerá no Bahrein, no dia 31 de março. Esta será a 15.ª edição da prova, que tem Vettel como seu maior vencedor, com quatro triunfos, sendo dois consecutivos em 2017 e 2018.

Confira a classificação final do GP da Austrália:

1º - Valtteri Bottas (FIN/Mercedes), em 1h25min27s325

2º - Lewis Hamilton (ING/Mercedes), a 20s886

3º - Max Verstappen (HOL/Red Bull), a 22s520

4º - Sebastian Vettel (ALE/Ferrari), a 57s109

5º - Charles Leclerc (MON/Ferrari), a 58s230

6º - Kevin Magnussen (DIN/Haas), a 87s156

7º - Nico Hülkenberg (ALE/Renault), a 1 volta

8º - Kimi Raikkonen (FIN/Alfa Romeo), a 1 volta

9º - Lance Stroll (CAN/Racing Point), a 1 volta

10º - Daniil Kvyat (RUS/Toro Rosso), a 1 volta

11º - Pierre Gasly (FRA/Red Bull), a 1 volta

12º - Lando Norris (ING/McLaren), a 1 volta

13º - Sergio Pérez (MEX/Racing Point), a 1 volta

14º - Alexander Albon (TAI/Toro Rosso), a 1 volta

15º - Antonio Giovinazzi (ITA/Alfa Romeo), a 1 volta

16º - George Russell (ING/Williams), a 2 voltas

17º - Robert Kubica (POL/Williams), a 3 voltas

Não completaram:

Carlos Sainz Jr. (ESP/McLaren)

Romain Grosjean (FRA/Haas)

Daniel Ricciardo (AUS/Renault)

Para quem esperava uma temporada da Fórmula 1 mais equilibrada em 2019, o treino classificatório para o GP da Austrália, primeira etapa do calendário, foi decepcionante. Afinal, a Mercedes voltou a reinar absoluta no circuito de Albert Park, em Melbourne, neste sábado, e colocou Lewis Hamilton na pole position, com direito a recorde da pista, seguido de seu companheiro de equipe, Valtteri Bottas.

Hamilton mostrou que a Mercedes está pronta para ampliar a hegemonia dos últimos anos. Afinal, nas últimas cinco temporadas a equipe terminou com os títulos dos Mundiais de Construtores e de Pilotos, sendo quatro vezes com o inglês e uma com o alemão Nico Rosberg.

##RECOMENDA##

Havia a expectativa de que a Ferrari pudesse equilibrar a disputa ou até acabar com o reinado da Mercedes em 2019, uma vez que foi mais veloz nos testes de pré-temporada, mas não foi esta a primeira impressão deixada neste sábado. Afinal, seus dois pilotos sequer ameaçaram a dobradinha da equipe rival no grid.

Melhor para Hamilton, que cravou a 84.ª pole da carreira com o tempo de 1min20s486, apenas 0s112 à frente de Bottas, que largará em segundo com a marca de 1min20s598. Esta é a oitava vez que o inglês garante a primeira posição no grid na Austrália, sendo a sexta seguida.

Na terceira colocação, aparece o principal candidato a acabar com a hegemonia da Mercedes, o alemão Sebastian Vettel, que completou a melhor volta com sua Ferrari em 1min21s190 e luta para vencer pela terceira vez seguida na Austrália. Em sua estreia oficial na equipe italiana, Charles Leclerc largará na quinta posição, após marcar 1min21s442.

Além da Mercedes, quem teve motivo para comemorar foi a Red Bull. Na estreia da parceria com a Honda, o holandês Max Verstappen conseguiu um bom resultado ao cravar o quarto melhor tempo do treino, com 1min21s320. Seu companheiro, Pierre Gasly, porém, não foi bem, acabou eliminado logo no Q1 e sairá em 17.º.

Na sexta e na sétima colocações, apareceram os carros da Haas de Romain Grosjean e Kevin Magnussen, respectivamente. A oitava posição ficou com Lando Norris, da McLaren, seguido pelo veterano Kimi Raikkonen, que estreará pela Alfa Romeo, em nono, e Sergio Pérez, da Racing Point, fechando os dez primeiros.

Primeira etapa do calendário da Fórmula 1, o GP da Austrália será disputado na madrugada de sábado para domingo, às 2h10 (de Brasília).

Confira o grid de largada do GP da Austrália:

1º - Lewis Hamilton (ING/Mercedes), 1min20s486

2º - Valtteri Bottas (FIN/Mercedes), 1min20s598

3º - Sebastian Vettel (ALE/Ferrari), 1min21s190

4º - Max Verstappen (HOL/Red Bull), 1min21s320

5º - Charles Leclerc (MON/Ferrari), 1min21s442

6º - Romain Grosjean (FRA/Haas), 1min21s826

7º - Kevin Magnussen (DIN/Haas), 1min22s099

8º - Lando Norris (ING/McLaren), 1min22s304

9º - Kimi Raikkonen (FIN/Alfa Romeo), 1min22s314

10º - Sergio Pérez (MEX/Racing Point), 1min22s781

11º - Nico Hülkenberg (ALE/Renault), 1min22s562

12º - Daniel Ricciardo (AUS/Renault), 1min22s570

13º - Alexander Albon (TAI/Toro Rosso), 1min22s636

14º - Antonio Giovinazzi (ITA/Alfa Romeo), 1min22s714

15º - Daniil Kvyat (RUS/Toro Rosso), 1min22s774

16º - Lance Stroll (CAN/Racing Point), 1min23s017

17º - Pierre Gasly (FRA/Red Bull), 1min23s020

18º - Carlos Sainz Jr. (ESP/McLaren), 1min23s084

19º - George Russell (ING/Williams), 1min24s360

20º - Robert Kubica (POL/Williams), 1min26s067

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando