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Há menos de uma semana da retomada dos treinos para a temporada 2019/2020, mais nove jogadores da NBA testaram positivo para a covid-19. Agora o número total de casos sobe para 25 membros de dez equipes desde o início dos testes em 23 de junho.

"Qualquer jogador, treinador ou membro da equipe que obteve um teste positivo

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permanecerá em auto isolamento até satisfazerem os protocolos da saúde pública", disse a NBA, nesta quinta-feira, em um comunicado.

As equipes da NBA devem viajar na próxima terça-feira para Orlando, na Flórida, onde a liga planeja retomar os jogos a partir do dia 30, interrompidos em março por causa do surto do coronavírus.

Todas os jogadores, treinadores e membros das equipes vão ficar instalados na Walt Disney World, com testes diários para covid-19.

O Denver Nuggets fechou suas instalações de treinamento no fim de semana depois que dois membros da equipe testaram positivo, enquanto o New Orleans Pelicans revelou três casos da doença em seu grupo.

Os primeiros confrontos, que marcarão o reinício da temporada, foram divulgados na última sexta-feira. O Utah Jazz enfrenta o New Orleans Pelicans, às 19h30 (de Brasília). Em seguida, Clippers e Lakers entram em confronto, às 22 horas. Ambas as partidas acontecerão no dia 30 de julho.

Apesar da previsão para a volta dos jogos na NBA, o movimento de atletas contrários ao retorno tem marcado presença. Fred Vanvleet, armador do atual campeão da liga Toronto Raptors, afirmou que é uma "merda" ter que voltar às atividades em meio à pandemia do Covid-19. 

Fred deve se reunir com sua equipe, no que está sendo chamado de "bolha" pela imprensa norte americana. Com a realização dos jogos em sede única, a arena da Disney se transformou no QG da NBA. 

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"O timing é terrível, mas esse é o 2020 para nós. Todos sabemos que o certo é não jogar, é esperar um pouco mais", afirmou durante uma coletiva de imprensa. VanVleet se une a Dwight Howard, parceiro de time de Lebron nos Lakers e a Kyrie Irving, armador do Brooklyn Nets, para demonstrar publicamente o seu descontentamento com a decisão da NBA em retornar aos jogos. 

O motivo da negativa não é apenas a pandemia da Covid-19, mas também a questão racial que ganhou força após o assassinato de George Floyd. Segundo o jogador se mais atletas se unissem ele garante que ficaria de fora da liga nesta temporada. "Acho que a maioria de nós decidiu tocar. É algo que teremos que conviver. Confio que meu coração está no lugar certo e estou fazendo o suficiente para realmente mudar", disse.

No comunicado feito pela liga pra divulgar o protocolo de retomada, a NBA afirmou que atletas que decidirem não voltar não sofrerão punições.

A NBA vive tempos sem precedentes. Além de uma longa pausa em razão da pandemia do novo coronavírus, a liga - que retorna no dia 30 de julho - também lida com cenário de protestos antirracistas que tomam conta dos Estados Unidos. Com isso, a entidade estudar permitir que, quando voltarem os jogos, os jogadores, troquem seus sobrenomes estampados nas camisas por mensagens abordando causas sociais.

A informação foi compartilhada primeiramente pelo jornalista americano Shams Charania, do The Athletic and Stadium. Chris Paul, armador do Oklahoma City Thunder e presidente da Associação Nacional de Jogadores de Basquete (NBPA), confirmou que o diálogo está caminhando para que os tradicionais nomes sejam substituídos por mensagens de justiça social.

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As mensagens são só parte de uma longa lista de manifestações que os jogadores planejam fazer quando a liga retomar as atividades em Orlando, na Flórida. A NBA e a NBPA anunciaram que continuam discutindo como combater o racismo e que esse será o foco principal do reinício. As camisas personalizadas poderão trazer mensagens como "I Can't Breathe" (Não consigo respirar) e "Black Lives Matter" (Vidas Negras Importam), que se tornaram marcas dos atos que têm acontecido nos Estados Unidos e no mundo desde a morte de George Floyd, um ex-segurança negro de 46 anos, por um policial branco.

"Nós estamos apenas tentando continuar a jogar luz nos diferentes problemas de justiça sociais que pessoas ao redor da nossa liga continuam falando sobre dia sim, dia não", explicou Paul em declaração para o site The Undefeated. "Pessoas estão dizendo que causas sociais estarão de fora da cabeça de todo mundo em Orlando. Com essas camisas, isso não irá embora."

Diversos atletas da NBA estão envolvidos em causas sociais, seja participando de protestos presencialmente ou sendo ativos com publicações em redes sociais. Paul explica que também serão aceitas aquelas mensagens que estejam mais direcionadas a projetos de caridade e não tanto a protestos contra injustiças sociais. Ele próprio conta que ainda não sabe o que trará no lugar do seu sobrenome na camisa do Thunder.

O armador de 35 anos revela que andou falando com diversos colegas, mesmo aqueles que não são negros, mas que também apoiam a iniciativa. Paul diz que os jogadores não serão forçados ou pressionados a usarem camisas com tais mensagens personalizadas. Também haverá sugestões àqueles que procuram por uma causa para apoiar.

O comissário da NBA, Adam Silver, disse em entrevista durante a semana que a liga "tem trabalho a fazer" para progredir em contratar afrodescendentes para cargos notáveis e que existe a necessidade de uma diversidade, que tem sido frequentemente discutida em reuniões com dirigentes das franquias.

A NBA, liga norte americana de basquete, anunciou nesta quinta-feira (26) uma data para o reinício da temporada 2019/2020, paralisada por conta da pandemia de Covid-19. No dia 30 de julho, a bola laranja volta a subir.  A decisão foi tomada em conjunto.

A liga e a associação de jogadores se uniram, debateram e chegaram a um consenso. A principal mudança também foi anunciada. Os jogos acontecerão apenas em um local, um complexo esportivo da Disney, sem público. 

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Existe, porém, um grupo de atletas que deve optar por não retornar aos jogos, até mesmo como forma de protesto envolvendo a questão racial. O grupo é liderado por Kyrie Irving, armador do Brooklyn Nets.

No mesmo comunicado a NBA afirma que a questão será tema frequente durante a retomada, com promessas de ações para inclusão. Os jogadores que não retornaram não receberão qualquer tipo de sanção.

Uma das principais estrelas da atual temporada da NBA, o sérvio Nikola Jokic testou positivo para covid-19, afirma a agência de notícias The Associated Press. O jogador de 25 anos, do Denver Nuggets, está cumprindo quarentena em seu país.

Ainda não há detalhes sobre a condição de saúde do atleta, que não confirmou publicamente o diagnóstico. Sua equipe também se mantém em silêncio. O teste positivo foi informado à AP por uma pessoa próxima do jogador e que pediu anonimato.

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Jokic deve se apresentar ao time americano nas próximas semanas antes da viagem das equipes à Disney, onde serão realizados os primeiros jogos da NBA na retomada da competição, após a paralisação causada pela pandemia.

Curiosamente, Jokic é o segundo atleta de destaque da Sérvia a ser detectado com a covid-19. Antes dele, o tenista Novak Djokovic anunciou seu teste positivo e de sua esposa. Os dois esportistas estiveram juntos no início do mês. Mas o contágio entre eles é improvável.

Antes da interrupção da temporada da NBA, Jokic era um dos principais destaques da temporada. Ele exibe média de 20,2 pontos e 10,2 rebotes por jogo no campeonato. Somente outros quatro jogadores alcançam números semelhantes, caso de Karl-Anthony Towns, Joel Embiid, John Collins e Giannis Antetokounmpo.

A Liga de Basquete Feminino anunciou nesta terça-feira o encerramento precoce da temporada 2020 em razão da pandemia do novo coronavírus. De acordo com a entidade, a decisão foi tomada pelas equipes participantes da competição em reunião por videoconferência nesta manhã.

"Foi decidido que a competição não será realizada, haja vista a pandemia que nosso país ainda vive. Mês a mês, estávamos estudando as possibilidades de retorno e, ontem (22) à noite, tivemos uma reunião virtual com os médicos da Confederação Brasileira de Basketball, que colocaram com propriedade as inseguranças que poderiam haver nos jogos. Procuramos preservar a integridade de nossas atletas e comissões técnicas. Com isso, a liga e os clubes optaram por cancelar a temporada", disse o presidente em exercício da LBF, Valter Ferreira.

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A décima edição da LBF havia começado em 8 de março, mas acabou sendo paralisada apenas seis dias depois em razão da quarentena. Antes da paralisação, apenas três jogos haviam sido disputados: Ituano x Santo André (71 a 73), Vera Cruz Campinas x Pró-Esporte Sorocaba (98 a 85) e Sampaio Basquete x Sesi Araraquara (76 a 46). Oito equipes, de quatro estados, estavam no campeonato.

A exemplo do que aconteceu no Novo Basquete Brasil (NBB), que encerrou sua temporada no começo de maio, a temporada da LBF também terminou sem um campeão.

A ideia de encerrar o campeonato de forma precoce vinha sendo combatida nas primeiras semanas de quarentena. A LBF chegou a elaborar um protocolo médico para uma retomada, mas não havia garantias. Havia até o planejamento de retomar os jogos em agosto, em apenas duas sedes, com apenas um turno e jogos únicos nos playoffs, seguindo recomendações médicas e cuidados de distanciamento.

De acordo com a LBF, o formato chegou a ser aprovado pelas equipes, mas acabou sendo anulado na reunião desta terça. "Acreditamos que foi a melhor forma possível. Com essa medida, nós conseguimos preservar a todos, e torcemos para que possamos fazer, em 2021, uma temporada muito mais forte, com essa pandemia controlada. Agradecemos a todos os patrocinadores, equipes, comissões, todos que se empenharam ao máximo nesta questão", explicou Ferreira.

O uso opcional por parte dos jogadores de um anel inteligente, capaz de detectar os sintomas da covid-19, está incluído no plano da NBA de reiniciar a temporada 2019-2020 no Walt Disney World, em Orlando, na Flórida, a partir de 30 de julho.

Os anéis, chamados de Oura Ring, registram permanentemente a frequência cardíaca e respiratória, calorias queimadas, a temperatura corporal e os diferentes níveis de profundidade do sono. Todos os dados captados são apresentados na aplicação no smartphone, em gráficos fáceis de interpretar.

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De acordo com o novo protocolo de saúde e segurança da NBA para a retomada das partidas, os jogadores receberão várias peças de equipamentos de tecnologia para serem utilizados enquanto estiverem na "bolha" da Disney.

Os anéis podem prever que os jogadores começaram a sentir sintomas relacionados à covid-19 com até três dias de antecedência. Os atletas também terão acesso total aos dados coletados, que serão estudados por cientistas da Universidade de Michigan para monitorar os sintomas.

O valor dos anéis varia de US$ 299 a US$ 399 e podem ser encontrados no site oficial da "Oura Ring", em vários modelos, com as cores dos times que disputam a NBA.

Além dos "anéis inteligentes", alarmes sociais de distanciamento poderão disparar se os jogadores ficarem muito próximos uns dos outros por muito tempo.

O piloto do helicóptero em que morreram o ex-astro da NBA Kobe Bryant e outras oito pessoas em janeiro disse ao controlador aéreo pouco antes de se chocar contra um morro que estava subindo acima da neblina, segundo informações preliminares divulgados nesta quarta-feira (17).

O piloto Ara Zobayan, também falecido no acidente, reportou ao controle de tráfego aéreo que estava subindo a 4.000 pés pouco antes de perder a comunicação com a aeronave e desta cair perto de Calabasas, no condado de Los Angeles, em 26 de janeiro.

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O lendário jogador dos Los Angeles Lakers, sua filha, Gianna, de 13 anos; o piloto e outras seis pessoas a bordo morreram no acidente.

As tentativas de Zobayan de superar os problemas climatológicos fazem parte de uma série de documentos da investigação de mais de 1.700 páginas, tornados públicos nesta quarta pela Junta Nacional de Segurança no Transporte (NTSB, na sigla em inglês).

Este organismo, que continua com a sua investigação do acidente, destacou que este "expediente público" não pode ser considerado um relatório final, "nem contém análises, descobertas, recomendações ou determinações de causa provável".

"Portanto, não se deve tirar nenhuma conclusão sobre como ou porque o acidente ocorreu a partir da informação do expediente", disse a NTSB.

"As análises, descobertas, recomendações e determinações de causa provável relacionadas com o acidente serão emitidas pela NTSB em um relatório final em data posterior", destacou.

Entre os documentos divulgados nesta quarta está uma transcrição parcial das comunicações entre Zobayan e o controle de tráfego aéreo nos momentos anteriores ao acidente. "Subimos a quatro mil", disse Zobayan, segundo a transcrição.

"E o que você vai fazer quando chegar a essa altitude?", perguntou-lhe o controlador, sem obter resposta. A partir desse momento, não se ouviu nenhuma outra comunicação do helicóptero.

Em informes prévios da investigação destacou-se que o helicóptero desceu centenas de metros antes do acidente. O motivo da viagem do grupo era se deslocar até a academia de esportes de Bryant para um torneio de basquete.

Bryant ganhou cinco campeonatos da NBA com os Lakers durante suas 20 temporadas na NBA, nas quais conquistou um lugar entre os melhores jogadores deste esporte.

Após várias reuniões com a Associação Nacional de Jogadores de Basquete Femininas (WNBPA), a WNBA anunciou, nesta segunda-feira, planos para iniciar a temporada 2020. A liga está finalizando uma parceria que tornaria a IMG Academy em Bradenton, Flórida, a Casa Oficial da temporada 2020 da WNBA, destacada por um cronograma competitivo de 22 jogos da temporada regular, seguidos por um formato tradicional de playoff.

A partir de julho, a IMG Academy será o lar de cada uma das 12 equipes da liga e servirá como um único local para campo de treinamento, jogos e moradia. "A principal prioridade continua sendo a saúde e a segurança de jogadores e funcionários, e a liga está trabalhando com especialistas médicos, especialistas em saúde pública e funcionários do governo em um conjunto abrangente de diretrizes para garantir que os protocolos e proteções médicos adequados estejam em vigor", disse um comunicado da WNBA.

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Devido à situação da pandemia, a liga e os jogadores continuarão a revisar os protocolos de saúde e segurança adequados e farão as alterações necessárias no plano antes de chegar ao local para o início do campo de treinamento e durante toda a temporada.

"Estamos finalizando um plano de início de temporada para aproveitar o tremendo momento gerado na liga durante a entressafra e usamos os princípios orientadores de saúde e segurança dos jogadores e equipe essencial para estabelecer protocolos necessários e extensos", disse a comissária da WNBA, Cathy Engelbert. "Continuaremos a consultar especialistas médicos e autoridades de saúde pública, bem como jogadores, proprietários de equipes e outras partes interessadas, à medida que avançamos em nosso plano de execução. E, apesar das perturbações causadas pela pandemia global em nossa temporada, a WNBA e sua Assembleia de Governadores acreditam fortemente em apoiar e valorizar as atletas de elite que jogam na WNBA e, portanto, os jogadores receberão seu salário e benefícios completos durante o evento. Temporada de 2020."

Ao longo deste formato de temporada único, em que todos as jogadoras estarão no mesmo lugar, ao mesmo tempo, pela primeira vez na história da liga, a WNBA "se baseará no seu compromisso com a justiça social e apoiará as atletas a lançar uma ousada plataforma de justiça social como um plano de ação para promover mudanças impactantes, mensuráveis e significativas".

Considerada a melhor liga de basquete do mundo, a norte-americana National Basketball Association (NBA) anunciou a retirada da maconha do quadro de substâncias proibidas dos controles antidopagem da competição. O comunicado é parte do plano de ação para retorno dos jogos válidos pela temporada 2019-2020, programado para o mês de julho. Segundo a organização do campeonato, a iniciativa está de acordo com a regulamentação do consumo de cannabis sativa nos Estados Unidos (EUA).

A medida é polêmica, entretanto não impede a realização dos exames regulares do antidoping nos atletas da modalidade. O controle de dopagem, realizado de modo aleatório por seis vezes durante a temporada, vai seguir buscando substâncias proibidas, como esteroides e fármacos usados para melhorar a performance no esporte. Drogas consideradas de uso social, como cocaína, metanfetamina e MDMA, seguem sendo alvo das análises laboratoriais.

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Nos Estados Unidos, ligas como a Major League Baseball (MLB) e a National Football League (NFL) aceitam o uso de maconha entre os profissionais dos esportes.

Retorno x Coronavírus

Segundo a NBA, os atletas do basquete serão submetidos a testes diários de contaminação por coronavírus. A organização do torneio deve examinar todos os jogadores das 22 equipes que voltarão a atuar a partir de 31 de julho. Mesmo com a preocupação do sindicato que representa as estrelas do espetáculo, as partidas estão programadas para serem todas no ESPN Wide World of Sports Complex, que fica no Walt Disney World Resort, na Florida (EUA).

O atual armador do Portland Trail Blazers, Damian Lillard, além do talento nas quadras, leva a música muito a sério. A última gravação feita pelo jogador da NBA homenageia George Floyd, além de mencionar a onda de protestos iniciada após o assassinato do americano. 

"Blacklist" ou "lista negra". Esse é o nome da musica feita pelo jogador da NBA que traz uma forte mensagem direcionada a luta pela igualdade racial e pelo fim dos assassinatos a homens pretos por parte da polícia norte americana. 

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"Nós achamos que sairíamos mais felizes de uma pandemia e então eu assisti um policial matar George Floyd com o joelho em seu pescoço", diz um trecho da música. Através das redes sociais, o jogador, que participou dos protestos, publicou o link para quem desejar escutar sua nova canção. 

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A NBA discute algumas regras a serem adotadas a partir do retorno dos jogos da temporada em 31 de julho, na Disney, em Orlando. Uma delas é a possibilidade de substituição de jogadores que venham a contrair o vírus da Covid-19 durante o período de disputa.

O jogador que testar positivo para o coronavírus terá que ficar isolado por uma semana. As equipes querem fazer contratos de duas vias, podendo utilizar os atletas tanto na NBA, quanto na G-League.

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De acordo com a ESPN, caso um jogador se machuque durante a pré-temporada ou no sete jogos restantes da fase regular, a NBA pretende autorizar a substituição, mas serão permitidas contratações internacionais ou de jogadores que não atuaram na NBA ou G-League a temporada toda.

A retomada da temporada terá 22 equipes, sendo 16 delas (oito por conferência), além das seis equipes que estão atualmente seis vitórias ou menos atrás da oitava colocada em suas respectivas conferências. Os times jogarão de duas a três amistosos antes do retorno em 31 de julho.

Um total de 1.600 pessoas,, entre elas jogadores e staff das equipes ficarão em Orlando. Os atletas poderão ter até três familiares no complexo por dia, mas só depois da primeira rodada dos playoffs.

Michael Jordan anunciou nesta sexta feira (5) que junto a sua marca de material esportivo JumpMan irá doar 100 milhões de dólares, em 10 anos, para instituições que lutam pela igualdade racial, justiça social e acesso à educação. 

No comunicado, Jordan relembrou seu passado: "nós representamos uma família orgulhosa que passou por obstáculos e lutou contra a discriminação nas comunidades". Ele ainda afirma que essa atitude tem intenção de proteger as vidas negras.

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Jordan ainda reforçou o movimento "Black Lives Matters" e disse que não se pode parar até o que o racismo esteja erradicados nas instituições. 

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Paralisada há quase três meses, a principal liga de basquete do mundo vai decidir nesta quinta-feira (4) como concluirá a temporada 2019/2020. Em uma reunião com todos os donos de franquias, o comissário da NBA, Adam Silver, vai apresentar a proposta de retomar o campeonato com 22 times no complexo da Disney, nas proximidades de Orlando, na Flórida. E a maior possibilidade é de o campeonato recomeçar em 31 de julho.

Se a ideia for aceita, isso ocorreria no complexo ESPN Wide World of Sports. Lá, 13 equipes da Conferência Oeste e nove da Leste disputariam oito partidas para encerrar a temporada regular. A definição dos participantes - o campeonato tinha originalmente 30 times - se deu pela tabela quando o campeonato foi paralisado, incluindo as franquias que estavam a seis jogos da zona de classificação aos playoffs.

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Os confrontos do pós-temporada começariam em agosto e a final da NBA poderia se estender até outubro. Milwaukee Bucks, Los Angeles Lakers, Toronto Raptors e Boston Celtics já haviam garantido suas vagas nos playoffs. Com apenas oito jogos pela frente, Miami Heat, Indiana Pacers, Philadelphia 76ers, Los Angeles Clippers, Denver Nuggets, Utah Jazz, Oklahoma City Thunder e Houston Rockets estariam teoricamente classificados.

O Dallas Mavericks praticamente estaria garantido, por ter uma vantagem de sete jogos sobre o Memphis Grizzlies, que está em oitavo lugar no Oeste. Isso significa que os Grizzlies, Portland Trail Blazers, New Orleans Pelicans, Sacramento Kings, San Antonio Spurs e Phoenix Suns estariam na luta pela última vaga em sua conferência. No Leste, o Washington Wizards estava seis jogos atrás do Brooklyn Nets, o sétimo colocado, e a cinco e meio do Orlando Magic, o oitavo.

Além dos oito jogos, pode ser necessária a realização de uma repescagem para definir a oitava e última vaga nos playoffs de cada conferência. Isso seria necessário se a diferença entre o oitavo e o nono colocado for de até quatro jogos. A série, então, teria dois jogos, com o time mais mal posicionado tendo de ganhar ambos.

Mas para que isso aconteça é necessário a aprovação da proposta por ao menos três quartos dos donos das franquias - 23. Há ainda outros aspectos a serem discutidos na reunião, como o que ocorrerá com as oito equipes que não participariam da retomada do campeonato. São elas: Charlotte Hornets, Chicago Bulls, Atlanta Hawks, Detroit Pistons, New York Knicks, Cleveland Cavaliers, Minnesota Timberwolves e Golden State Warriors.

De qualquer forma, o governador da Flórida, Ron DeSantis, aprovou a possibilidade de o Estado receber a retomada da NBA, paralisada desde 11 de março, quando Rudy Gobert, do Jazz, testou positivo para o coronavírus.

"Eu apoio isso de uma perspectiva estadual. Eu não acho que eles possam encontrar um melhor lugar do que Orlando para fazer isso. Eu acho que é muito emocionante. Orlando poderia realmente ser o epicentro do retorno dos esportes profissionais", disse.

Longe das quadras de basquete desde 9 de setembro do ano passado, quando defendeu o Brasil no jogo com os Estados Unidos pelo Mundial da China, o pivô Anderson Varejão vê o futuro incerto aos 37 anos por causa do novo coronavírus, mas, em entrevista exclusiva ao Estadão, afirmou que deseja jogar pelo menos mais um ano.

Neste momento, o jogador está se dedicando aos cuidados da filha Serenee, que nasceu no dia 8 de abril, em meio à pandemia da Covid-19, em Cleveland, nos Estados Unidos. O período afastado do basquete foi uma opção de Varejão para não perder nenhum momento da gravidez de Stacy, sua mulher.

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"Tenho vontade de jogar, sim, mais um ano", afirmou o pivô, que recebeu ter recebido diversas ofertas, inclusive da NBA, após o excelente desempenho no Mundial da China. No torneio conquistado pela Espanha, Varejão registrou médias de 10 pontos, sete rebotes e 1,8 assistências.

Confira abaixo os principais trechos da entrevista:

Como tem sido sua rotina agora na função de pai?

Estou vivendo algo que nunca imaginei... É especial, maravilhoso, me preparei muito para ser pai, quis estar com a minha mulher ao longo de toda a gravidez para estar perto quando a minha filha nascesse. Tudo é novo, a pessoa tem de ser pai para entender o que é viver isso, cada dia é uma surpresa e estou aproveitando cada minuto ao lado delas.

Como foi lidar com o nascimento dela em meio à pandemia da Covid-19?

Já estávamos mais em casa antes mesmo do início da pandemia aqui nos Estados Unidos. Mas, claro, era diferente. Nos últimos meses, com o isolamento social, a rotina mudou, especialmente no que diz respeito aos cuidados nas saídas à rua, nas consultas médicas, com compras de supermercado, etc... Tudo correu bem, estamos bem, em casa e torcendo para que tudo isso passe logo.

O Estado de Ohio, onde fica Cleveland, tem atualmente quase 32 mil casos e se aproxima de 2 mil mortes pela Covid-19... Como avalia o atual cenário?

Estamos vivendo um momento muito delicado, muito grave e precisamos entender, ter consciência de que precisamos seguir as orientações das autoridades e seguir com os cuidados. Infelizmente, o mundo inteiro está sofrendo com a pandemia, é triste demais, tantas mortes, tantas vítimas, aqui nos EUA, no Brasil, no mundo todo... Resta torcer para que isso seja controlado e que seja encontrada uma vacina o mais breve possível para conter o vírus.

Em quanto tempo acredita que uma rotina normal pode ser retomada?

Não sei se podemos chamar de rotina nem de normal o que vem pela frente. Ninguém sabe. Acho que as nossas vidas vão mudar bastante a partir de agora, não apenas no dia a dia, na prática, mas também em termos de reflexões, de pensamentos e valores.

De fora, como vê o momento no Brasil nesta pandemia? Tem conversado com familiares?

Tenho, sim, sempre estou conversando com a minha família e meus amigos, meus pais são do grupo de risco, muitos conhecidos também são. É triste acompanhar as notícias, ver a velocidade e a letalidade do vírus, ver quantas vidas estão sendo perdidas.

Como está sua rotina de treinos? Tem conseguido se exercitar?

Estava mantendo uma rotina de treinos aqui, me mantendo ativo, fazendo um pouco de quadra e parte física. Mas, com a pandemia, com o isolamento social, estou em casa há mais de dois meses, fazendo o que posso em termos de parte física dentro de casa.

É possível, nesta altura, pensar em um retorno ao basquete?

Nesse momento a única coisa que importa é que possamos passar bem por essa pandemia. A saúde de todos é a prioridade.

Antes da paralisação geral das ligas, você havia recebido alguma proposta?

Sim. Tive propostas do Brasil, da Ásia, da Europa e da NBA. Fiquei feliz, claro, mas havia feito uma opção de estar ao lado da minha mulher para acompanhar o nascimento da minha filha. E fiz a escolha de coração, por entender o quanto é especial esse momento. Não sei o que vai acontecer agora, tenho vontade de jogar, sim, mais um ano, mas vamos ver.

Como viu o cancelamento dos Jogos Olímpicos de Tóquio?

Foi a decisão mais acertada, não poderia ser diferente. O tempo mostrou isso. Se havia uma dúvida no começo do ano, sobre o quão grave era a situação, hoje vemos que foi feito o que era certo.

Tem conversado com o Petrovic? A sua intenção é ficar à disposição para o Pré-Olímpico do ano que vem?

Estamos sempre conversando. Tenho uma relação muito boa com o Petrovic. Eu estava me preparando para o Pré-Olímpico até que veio a pandemia. Vamos ver como as coisas vão caminhar.

Como vê esta discussão sobre o possível retomada da NBA?

Tenho lido bastante sobre isso, visto as notícias que saem, e vejo que a NBA está monitorando a situação da pandemia, está cautelosa em voltar e em como voltar. E precisa ser assim. Se for para retornar, que seja de maneira prudente, sem pressa, tudo precisa ser bem calculado, bem avaliado, a saúde de todos está em primeiro lugar.

Imagino que viu 'The Last Dance'... É possível traçar qualquer comparação de Michael Jordan com LeBron James, que foi seu companheiro por tantos anos?

Não consegui assistir ainda... Sou um dos poucos que ainda não viu o documentário, mas os meus dias, mesmo dentro de casa, estão bastante ocupados com a minha filha. De tudo que eu li e ouvi, do que entendi que era o Michael Jordan, as personalidades são diferentes. LeBron não tem, ou não tinha isso na época do Cavs, quando convivi com ele. Ele cobrava, buscava conversar com os companheiros, mas não era tão agressivo quanto Jordan parece ser no documentário. Eram épocas diferentes também. Vou ter uma ideia melhor depois de assistir.

Os onze clubes que fazem parte do Comitê Executivo da Euroliga decidiram, nesta segunda-feira, cancelar a temporada da competição e também da Eurocopa por causa da pandemia do coronavírus. O anúncio foi feito nas redes sociais.

Durante a reunião feita por teleconferência ficou decidido também que a próxima temporada da Euroliga começará em 1.º de outubro, enquanto a Eurocopa em 30 de setembro.

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Entre as razões apresentadas para o cancelamento está a preocupação com a saúde dos jogadores, torcedores e treinadores, por causa da evolução da covid-19 nos diferentes países onde se disputam a Euroliga e Eurocopa.

A Euroliga reconhece que as restrições de viagens para alguns países europeus "não garante que todas as equipes possam se deslocar seus jogos e que um período de treinamento de menos de três semanas pode causar "um risco aumentado de lesão" para os jogadores.

A entidade agradeceu as "muitas cidades e regiões europeias que se ofereceram para ser sede das fases finais das competições. "Sem dúvida, foi a decisão mais difícil que tivemos que tomar em nossos vinte anos de história. Por razões fora do nosso controle, fomos forçados a cancelar umas das temporadas mais emocionantes", afirmou o CEO da Euroliga, Jordi Bertomeu.

"Obviamente, tínhamos muitas motivações para continuar a temporada 2019-20, mas em uma situação excepcional, tivemos que colocar a saúde das pessoas à frente de qualquer outro interesse pessoal", acrescentou Bertomeu, que afirmou estar orgulhoso "dos clubes e de seus donos" pela coragem em suas decisões e sua contribuição generosa em um momento tão difícil."

Patrick Ewing, um dos melhores pivôs da história da NBA, anunciou nesta sexta-feira (22) que testou positivo para o novo coronavírus. O ex-jogador, que atualmente comanda a equipe masculina de basquete da Universidade de Georgetown, está internado e revelou a notícia aos fãs por meio da sua conta no Twitter.

"Quero compartilhar que testei positivo para a Covid-19. Esse vírus é grave e não deve ser subestimado. Quero dizer a todos que se mantenham seguros e cuidem de si e dos seus entes queridos. Vou ficar bem e todos sairemos dessa", escreveu Ewing.

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Em nota, a Universidade de Georgetown afirmou que o ex-jogador está "sob cuidados e isolado em um hospital" e ele é o único membro do programa de basquete masculino da unidade de ensino que testou positivo para o coronavírus.

Ewing jogou grande parte da sua carreira no New York Knicks - foram 15 temporadas defendendo a equipe. Ele também tem passagens pelo Seattle Supersonics e Orlando Magic. Entre as maiores conquistas do astro estão as medalhas de ouro olímpicas dos Jogos de Los Angeles, em 1984, e de Barcelona, em 1992. A sua aposentadoria se deu em 2012.

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Apesar da grande repercussão positiva em torno do documentário "The Last Dance", que envolve a perseguição de Michael Jordan ao último título da NBA com o Chicago Bulls, a produção também tem seus críticos. Antigo colega do astro, Horace Grant chamou o ex-atleta de mentiroso em entrevista à ESPN. 

Grant, que fazia parte daquele elenco, questionou a afirmação de Jordan sobre uso de drogas por parte dele: “Para que mencionar isso? O que tem a ver com isso? Se queres dizer que alguém usa drogas, é ele mesmo". 

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Segundo Grant, o documentário cortou partes em que houve críticas a Michael Jordan e o chamou de rancoroso: "Se você diz algo sobre ele, vão cortar do documentário. Foi feito para destruir os outros personagens". O ex atleta ainda intimou Jordan dizendo que resolveria a situação com ele, "se ele quisesse".

A Federação Internacional de Basquete (FIBA) definiu nesta quinta-feira (14) as novas datas para a realização do torneio pré-olímpico masculino para as olimpíadas de Tóquio adiadas para 2021 por conta do Covid-19.

A competição que garantirá vaga para quatro seleções será realizada do dia 29 de junho ao dia de julho de 2021. As olimpíadas que aconteceriam nesta ano foram adiadas e acontecem de 23 julho 2021 á 8 de agosto.

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O Brasil jogará contra a Croácia em Split, além de Alemanha, Rússia, México e Tunísia. OUtra sede será em Belgrado na Sérvia. República Dominicana,  Nova Zelândia, Sérvia, Porto Rico, Itália e Senegal, completam o grupo. 

Grécia, Uruguai, República Tcheca e Turquia visitarão a cidade de Vitória no Canadá. Coreia do Sul, Venezuela, Polônia, Eslovênia e Angola, terão sedes na Lituânia. 

China e Espanha tem vaga garantida assim como Argentina, Austrália, França, Irã e Nigéria.

A Federação Internacional de Basquete (Fiba) anunciou nesta segunda-feira (11) as datas para a próxima edição do Mundial Masculino, que será realizada em 2023 em três sedes: Indonésia, Japão e Filipinas. Após aprovação dos países-sede e de seu Conselho Central, a entidade divulgou o cronograma de sua principal competição, que ocorrerá de 25 de agosto a 10 de setembro, além de anunciar o lançamento do site oficial do evento, que atualizará os principais acontecimentos da organização.

O Mundial de 2023 será o primeiro da Fiba na história com sede compartilhada. Os três países dividirão os jogos da primeira fase, enquanto que a fase final será realizada em Manila, capital das Filipinas.

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Assim como aconteceu no ano passado na China, o Mundial de 2023 contará com a participação de 32 seleções. O processo qualificatório incluirá seis janelas de jogos dentro de um período de 15 meses, a começar em novembro de 2021 e terminando em fevereiro de 2023.

Alguns confrontos que valem como eliminatórios para o Mundial já foram realizadas no início deste ano como os Pré-Qualificatórios Europeus, que darão quatro vagas ao torneio final continental. Seguindo o mesmo modelo, haverá um Pré-Qualificatório das Américas no final deste ano, que dará quatro vagas às Eliminatórias.

A última edição do Mundial viu a Espanha ser campeã ao bater a Argentina na grande decisão. Os Estados Unidos, que sempre chegam como favoritos, realizaram a pior campanha de sua história, amargando um sétimo lugar. O Brasil terminou na 13.ª colocação e garantiu vaga no Pré-Olímpico Mundial, que acontecerá em junho do próximo ano.

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