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Bia Haddad chegou ao 24º lugar do ranking da WTA por causa do crescimento de seu tênis, sobretudo com resultados impressionantes diante de rivais bem qualificadas. Nesta sexta-feira (12), pelas oitavas de final do WTA 1000 de Toronto, a brasileira tem pela frente a embalada líder do ranking, a polonesa Iga Swiatek. Sem medo do desafio, a tenista mostra confiança para o embate.

"A Iga (Swiatek) é, hoje, sem dúvidas, a favorita contra todas as jogadoras do circuito. Seria injusto não dizer isso. Ela mostrou o nível durante esse ano, nos resultados e na forma como ela lida com as coisas, tanto dentro quanto fora da quadra. Ela tem essa frieza e é muito racional", disse, antes de falar o que espera da partida.

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"Mas jogo de tênis é 50/50. Também trabalho duro, tenho a minha história e os meus momentos de dificuldade. Acredito bastante no meu tênis e amanhã (quinta-feira) vai ser um dia para me desafiar. Vou entrar em quadras e tentarei melhorar o meu tênis, testarei a minha convicção e o meu nível", afirmou, confiante. "Jogar em uma quadra grande contra a número 1 do mundo é o sonho de todo jogador, então vou deixar tudo em quadra e ver o que acontece."

Para avançar às oitavas, Bia Haddad passou bem pela canadense Leylah Fernandez, com vitória por 7/6 (7/4) e 6/1. Ela festejou sua apresentação contra a 13ª colocada do ranking.

"Fiquei bem feliz e satisfeita com meu trabalho. Acho que me entreguei mentalmente e fui muito disciplinada na parte tática. Venho trabalhando com a minha equipe para manter essa consistência. Fiquei feliz que nos momentos difíceis do jogo eu consegui aguentar e manter a disciplina", disse.

QUEDA NAS DUPLAS

Bia Haddad teve jornada dupla em Toronto nesta quarta-feira. Se festejou em simples, não teve a mesma sorte nas duplas, ao lado da checa Barbora Krejcikova. Depois de fazer 6/1 no primeiro set, permitiram a virada para Nicole Martinez e Ellen Perez, sofrendo 6/2 e 10/7.

O reinado de Serena Williams no tênis mundial será encerrado no US Open deste ano. A aposentadoria foi anunciada pela própria tenista americana em artigo publicado na revista Vogue, nesta terça-feira. Aos 40 anos, ela finalizará uma das carreiras mais vitoriosas do esporte mundial, com algumas das principais marcas do tênis.

"Infelizmente, eu não estava preparada para vencer em Wimbledon neste ano. E não sei se estarei pronta para vencer em Nova York. Mas vou tentar. E os torneios preparatórios serão divertidos", disse a atleta, que disputa nesta semana o WTA 1000 de Toronto, no Canadá, em preparação para o US Open.

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O quarto e último Grand Slam da temporada começa no dia 29 deste mês, em Nova York. Será o último torneio da longa carreira de Serena, que disse ainda sonhar em igualar o recorde de títulos de Grand Slam. Ela soma 23 troféus, contra 24 da australiana Margaret Court. Serena perdeu as quatro últimas finais de Major que jogou.

"Sei que há uma fantasia dos fãs de que eu poderia empatar com Margaret naquele dia em Londres (final de 2018), e aí eu poderia bater o recorde em Nova York. E, na cerimônia de premiação, eu poderia dizer: 'sim, eu consegui!' É uma boa fantasia. Mas não estou esperando por algum cerimonial ou um momento especial de despedida em quadra."

Já prevendo como será sua saída das quadras, Serena afirmou que é "terrível" em despedidas. "Sou terrível para dar adeus, a pior das piores. Mas me agrada saber que sou mais grata a você (fã) do que posso expressar. Vocês me carregaram em tantas vitórias e em tantos troféus. Vou sentir desta versão de mim, da garota que jogou tênis. Vou sentir falta de vocês."

No depoimento, Serena revelou que pretende ter um segundo filho, com o marido Alexis Ohanian. E que, desta vez, espera viver a gravidez como ex-atleta, após correr sérios riscos na sua primeira gestação.

Ela comentou também que sua aposentadoria se tornou um tabu em sua vida nos últimos anos, diante de suas dificuldades de pensar em uma vida pós-tênis. "Não há felicidade neste tópico para mim. Eu sei que não é uma coisa comum de se dizer, mas eu sinto muita dor. É a coisa mais difícil que eu poderia imaginar. Eu odeio isso. Eu odeio ter que estar nesta encruzilhada. Continuo dizendo a mim mesmo: gostaria que fosse fácil para mim, mas não é."

Ao confirmar sua aposentadoria, ela disse não gostar desta palavra. "Nunca gostei da palavra 'aposentadoria'. Não me parece uma palavra moderna. Tenho pensado nisso como uma transição, mas quero ser sensível sobre como uso essa palavra, que significa algo muito específico e importante para um grupo de pessoas. Talvez a melhor palavra para descrever o que estou fazendo seja 'evolução'."

Ex-número 1 do mundo, Serena vem de temporadas irregulares, entre lesões e poucos torneios disputados. No US Open, tem chances remotas de alcançar a segunda semana. Mesmo assim, vai encerrar uma das carreiras mais incríveis da modalidade. São 73 títulos no total, com premiação próxima a US$ 100 milhões (cerca de R$ 500 milhões). Seu retrospecto tem 856 vitórias e apenas 153 derrotas.

Na disputa entre Davi e Golias pelo título de Wimbledon, a lógica prevaleceu. Em um jogo bastante disputado neste domingo, Novak Djokovic fez valer a sua maior experiência e derrotou o australiano Nick Kyrdios por 3 sets a 1 (parciais de 4/6, 6/3, 6/4 e &/6) de virada em três horas e jogo. A conquista coloca o tenista sérvio como um dos principais nome do torneio. Foi o seu sétimo troféu do major britânico. Ele agora só está atrás do suíço Roger Federer, que levantou a taça por oito vezes.

O resultado confirmou a hegemonia de Djoko que emplacou o seu quarto título consecutivo (2018, 2019, 2021 e 2022) já que em 2020, por causa da pandemia de corovavírus, não houve disputa. Ele faturou os outros três campeonatos nos anos de 2011, 2014 e 2015. O sérvio se junta a Pete Sampras que também foi tetracampeão genuíno entre 1997 e 2000.

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Caçador de troféus, ele tem a chance de se igualar a outros dois gigantes do tênis. Bjorn Borg foi pentacampeão entre 1976 e 1980. Federer é outro dessa seleta lista com predomínio de 2003 a 2007.

O triunfo teve ainda um sabor de revanche diante do rival australiano. Os dois se enfrentaram duas únicas vezes em 2017. Nas duas oportunidades, Kyrgios derrotou Nole por 3 sets a 0.

Contando a conquista deste domingo, o sérvio contabiliza 21 taças levando em conta só os torneios de Grand Slam.

Após assegurar a vitória deste domingo, ele fez questão de elogiar o seu rival. "Você é muito talentoso e asc coisas estão se acertando na sua carreira. Tenho certeza de que verei você em muitas retas finais de Grand Slam", falou o tenista Kyrgios.

Sobre o título, Nole se emocionou apesar de estar acostumado a vencer campeonatos em Wimbledon. "Não tenho palavras para descrever o que esse troféu Significa para mim e minha família. É o torneio que mais me motiva. Foi por ele que comecei a jogar", disse em tom emocionado.

Na partida , o saque de Nick fez a diferença e trouxe dificuldades para Djokovic. Depois de abrir vantagem no quinto game, ele confirmou os serviços e saiu na frente.

A partir do segundo set, porém, a história mudou. Djokovic equilibrou a partida e passou a ter bom desempenho nos pontos longos. A frieza do tenista sérvio desestabilizou o australiano que chegou a discutir com membros do estafe na quadra e acabou cedendo o empate no segundo set.

Em um confronto equilibrado, a partida foi se desenrolando com os dois tenistas forçando o jogo de fundo de quadra. Mais centrado, o tenista sérvio conseguiu se impor nos dois sets seguintes, emplacou 3 a 1 diante do rival e confirmou seu sétimo título em Wimbledon.

O tenista Rafael Nadal passou por exames que detectaram uma lesão de 7mm em seu abdômen. Com isso, ele optou por desistir de Wimbledon. Na última partida, diante do americano Taylor Fritz, pelas quartas de final, o atleta se queixou de dores, mas continuou em quadra até o final, saindo de lá com a vitória.

Até então, mesmo com a lesão, o tenista pretendia jogar no sacrifício a partida válida pela semifinal do torneio, na sexta-feira, diante do australiano Nick Kyrgios. Porém tudo mudou quando, nesta quinta, Nadal realizou um treinamento por cerca de 30 minutos no All England Tennis Club, e decidiu abandonar o torneio para se preservar.

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Após a confirmação da desistência, Nick Kyrgios passa automaticamente para a sua primeira final de Grand Slam na carreira. A partida acontecerá no domingo, às 10h, e o australiano jogará contra o vencedor do duelo entre Novak Djokovic e Cameron Norrie.

Nesta segunda-feira (4), faz 63 anos que Maria Esther Bueno (1939-2018) se tornou a primeira mulher brasileira a vencer um Grand Slam de tênis, no torneio de Wimbledon. Considerada a maior tenista brasileira da história, a heptacampeã de Grand Slams foi vítima de um câncer na região da boca e faleceu aos 78 anos. 

O começo da carreira da brasileira já mostrava o quanto Maria Esther Bueno seria importante para o tênis mundial. Aos 19 anos de idade, na temporada de 1960, a tenista se tornou a primeira mulher a conquistar todos os títulos de duplas dos torneios Grand Slam em um mesmo ano. Além disso, a tenista teve um currículo vencedor jogando em duplas, totalizando 170 títulos. O último título de Grand Slam que a Bueno conquistou foi em 1966, quando venceu o Aberto dos Estados Unidos pela quarta vez na carreira. Na época, o torneio era disputado na grama, mesma superfície de Wimbledon, que a jogadora venceu em três oportunidades (1959, 1960 e 1964). 

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Já no Aberto da Austrália e em Roland Garros, Bueno não conseguiu levantar o troféu, mas também fez história. Chegou na grande final nos dois torneios, (em 1964 no torneio francês e em 1965 no primeiro Major da temporada) e com isso, se tornou uma das poucas atletas da história, seja no masculino ou feminino, a chegar na final de todos os Grand Slam. Os resultados também tiveram consequências positivas no ranking mundial. A brasileira terminou como a número um nas temporadas de 1959, 1964 e 1966. Billie Jean King, conhecida na história como a tenista que representou as mulheres na “batalha dos sexos” diante de Bobby Riggs (1918-1995), se tornou adversária de Maria Esther Bueno por anos.  

Com tantos títulos e conquistas históricas, se tornou a primeira brasileira a ser incluída no Hall da Fama do tênis. Os feitos no começo da carreira fizeram com que ganhasse o prêmio “Atleta Feminino do Ano”, honraria que ainda sustenta como única tenista do Brasil a conseguir. Anos depois, Maria Esther Bueno recebeu uma homenagem pelos seus feitos representando o Brasil: quadra Central do Tênis Olímpico, onde ocorreram as partidas da modalidade na Olimpíada realizada no Rio de Janeiro, foi batizada com seu nome.  

 

Há um ano, Serena Williams deixou a quadra em Wimbledon chorando por causa de uma lesão na coxa que poderia ter decretado sua aposentadoria. Nesta terça-feira, ela voltou ao Grand Slam de Londres como atleta convidada e mostrou que, mesmo sem ritmo, ainda tem o talento e a força que a fizeram a melhor do planeta. Diante de uma oponente 16 anos mais nova, a experiente americana aguentou por 3h14, mas extenuada acabou derrotada por 2 a 1, parciais de 7/5, 1/6 e 7/6 (10 a 7), pela francesa Harmony Tan.

Após um ano sem disputar uma partida de simples por causa da grave lesão na coxa sofrida ainda na primeira rodada de Wimbledon, diante da bielorrussa Aliaksandra Sasnovich, Serena voltou ao torneio para os últimos jogos da carreira. Ela adiantou que já se prepara para um adeus definitivo.

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Por causa do período inativo, a americana que dominou o ranking mundial por muitas semanas entrou em quadra apenas como 1.204 do mundo. Mas carregando o prestígio de ter conquistado Wimbledon sete vezes.

Sob olhares da família nas arquibancadas, tinha pela frente a francesa Harmony Tan, estreante em Wimbledon. Começou no saque e, sentindo bastante o ritmo de jogo, acabou quebrada. Apenas depois de 0 a 40, anotou o primeiro ponto para receber caloroso aplauso. Sem esforço, a francesa fez logo 2 a 0.

Aos poucos a americana foi se ambientando e não demorou a virar, abrindo 4 a 2 com duas quebras e a confirmação de seus serviços. A habitual força característica de sua carreira era aposta certeira diante de uma novata.

Tan não se intimidou, porém, reagiu e empatou em 4 a 4, depois 5 a 5 até virar ao aproveitar o breakpoint no 11° game. Confirmou o saque e fechou em 7/5 em bela passada.

O segundo set começou com Serena sacando bem e depois aproveitando o sétimo breakpoint para fazer 2 a 0 em impressionante game de 19 minutos. Mais concentrada, ampliou a vantagem para 5 a 0. Tan escapou do pneu, mas perdeu o set por 6 a 1.

A decisão foi para o terceiro set. Serena abriu 3 a 1 com uma quebra, mas permitiu o empate. Com quase 2h30 de jogo, queria decidir rápido os pontos, alternando grandes devoluções com erros não forçados e acabou levando a virada. Nada de desistir, contudo. Empatou no saque e depois quebrou em parcial na qual comemorou um ponto de joelhos e outro com braços erguidos.

Bastava a extenuada americana confirmar o saque para que a volta fosse perfeita. Não conseguiu. A vencedora sairia no novo tie-break de 10 pontos. Ela abriu logo 4 a 0. E Tan virou para 5 a 4. Depois abriu 8 a 6 com winner. Chegou ao match point com 9 a 7 e fechou no saque.

BRASIL, FORA

Depois da queda de Bia Haddad, na véspera, o Brasil viu a sua outra representante na chave de simples dar adeus nesta terça-feira. Medalha de bronze nas duplas nos Jogos de Tóquio, Laura Pigossi enfrentou a eslovaca Kristina Kucova e deu adeus com derrota por 7/5 e 6/0.

No primeiro set, a brasileira reagiu após ter 5 a 2 contra e empatou em 5 a 5. Mas desperdiçou o saque na hora de virar e levou o 7 a 5 a seguir. Não conseguir um melhor resultado na parcial desanimou a brasileira, que fez um péssimo segundo set, sendo eliminada com um pneu no primeiro Grand Slam da carreira.

SEM ESFORÇO

Diferentemente de Serena Williams, algumas cabeças de chave em Wimbledon não tiveram dificuldades na estreia. A espanhola Paula Badosa, cabeça 4, fez 6/1 e 6/2 sobre a americana Louisa Chirico, placar semelhante ao da compatriota Sara Tormo (32) diante da também americana Christina McHale, com 6/2 e 6/1. A belga Simona Halep (16) fez 6/3 e 6/2 sobre a checa Karolina Muchova.

Já Petra Kvitova, também da República Checa, teve mais trabalho para virar diante de Jasmine Piolini, da Itália, com 2/6, 6/4 e 6/2, enquanto a americana Amanda Anisimova fez 6/3 e 6/4 sobre a chinesa Yue Yuan.

As surpresas ficaram para as quedas da casaque Elena Rybakina, cabeça 17, diante da americana Coco Vandeweghe, com 7/6 (7/2) e 7/5 e da Italiana Camila Giorgio (21), com derrota por 7/6 (7/4) e 6/1 para a polonesa Magdalena Frech.

TSITSIPAS AVANÇA

Nos jogos da tarde em Wimbledon da chave masculinas, resultados positivos para os cabeças de chave. Número 4, o grego Stefanos Tsitsipas derrotou o suíço Alexander Ritschard com 7/6 (7/1), 6/3, 5/7 e 6/4 e o americano Taylor Fritz (11) fez 6/4, 6/4 e 6/3 no italiano Lorenzo Musetti.

Mais fácil foram as vitórias do espanhol Roberto Bautista Agit (17) sobre Attila Balasz, por 6/1, 6/0 e 6/3 e do argentino Diego Schuwartzman sobre Stefan Kozlov, com 6/3, 6/2 e 6/2.

Beatriz Haddad Maia não precisou jogar para avançar à semifinal do WTA 500 de Eastbourne. Isso porque a ucraniana Lesia Tsurenko, que seria a adversária da brasileira em jogo marcado para esta quinta-feira, desistiu de disputar as quartas de final em razão de uma lesão no cotovelo direito, conforme informado nesta manhã (horário de Brasília) pela organização do evento.

Bia está em busca do terceiro título seguido neste mês. Campeã em Nottingham e Birmingham, ambos torneios de nível 250, ela sonha com a primeira conquista em um WTA 500 para coroar a grande fase vivida nesta temporada. Na disputa de Birmingham, aliás, passou por uma situação parecida com a desta quinta, pois venceu a final após a chinesa Shuai Zhang abandonar o jogo no primeiro set por lesão no pescoço.

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Para dar sequência ao objetivo de levantar mais uma taça, Bia reencontra a checa Petra Kvitova na disputa das semifinais. Kvitova cruzou o caminho da tenista paulista na segunda rodada do Torneio de Birmingham, em partida encerrada com vitória brasileira por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (7/4) e 6/2. A checa é a 31ª colocada do ranking, apenas duas posições atrás de Bia, número 29 do mundo desde o início da semana, sua melhor posição da carreira, em razão dos ótimos resultados.

Em disputas na grama, a representante do Brasil vive uma série invicta de 12 partidas, sem contar o W.O. A última tenista a alcançar essa marca foi Serena Williams, que ficou 20 partidas sem perder na grama entre 2015 a 2018. Williams, aliás, também estava jogando o torneio de Eastbourne, apenas nas duplas, mas abandonou a disputa porque sua parceira, a tunisiana Ons Jabeur, sofreu uma lesão no joelho direito.

Caso consiga passar novamente por Kvitova, Bia decidirá o título com a vencedora do duelo semifinal entre a letã Jelena Ostapenko, número 14 do mundo, e a italiana Camila Giorgi, atual 26ª colocada do ranking.

Destaque da temporada e número sete do mundo, o tenista Carlos Alacaraz confirmou a sua participação na edição do Rio Open 2023. A competição será realizada no Jockey Club do Rio entre os dias 18 e 26 de fevereiro. Atual campeão do torneio, o espanhol de 19 anos vem brilhando nesta temporada. Ele foi campeão no ATP 500 de Barcelona e nos Masters 1000 de Miami e Madri.

O ano de 2022 vem sendo especial para Alcaraz pelos seus resultados em quadra. Ele é o tenista mais jovem desde 2005 a entrar no top 10 do ranking da ATP.

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O título conquistado no Rio no ano passado colocou o espanhol como tenista mais jovem a ganhar um ATP 500. A precocidade tem rendido outras marcas importantes. Em Madri, ele foi o jogador mais novo a superar Rafael Nadal e Novak Djokovic.

Diretor do Rio Open, Luiz Carvalho festejou a confirmação do jovem espanhol na competição. "O Alcaraz faz parte da história do Rio Open e a gente da dele. É uma satisfação poder contar com sua presença em 2023. Um tenista que a gente viu jogar em um ATP pela primeira vez aqui. Ganhou o torneio no Rio e, dali em diante, não parou mais. Alcaraz se tornou um top 10 consolidado"

O Rio Open vai entrar em sua nona edição e faz parte do calendário da ATP desde 2014. Tenistas de renome internacional como Rafael Nadal, David Ferrer e Pablo Cuevas já faturaram o título do torneio.

Os ingressos na pré-venda poderão ser adquiridos entre os dias 1º e 7 de julho no site eventim.com.br. As vendas serão feitas online.

Dez vitórias seguidas e Bia Haddad comemora seu segundo título de simples seguido em quadras de grama antes de Wimbledon. Uma semana após conquistar Nothingham, ela ergueu o troféu em novo WTA 250, agora em Birmingham, também na Inglaterra, neste domingo (19), em dia de jornada dupla e com final terminada antes por causa de abandono da chinesa Shuai Zhang ainda no primeiro set por lesão no pescoço.

Em sua melhor fase da carreira, a brasileira chegará empolgada ao terceiro Grand Slam do ano. Bia queria adquirir mais força e experiência na grama antes de jogar Wimbledon e fez da melhor maneira possível: somente com vitórias e três troféus novos para a coleção da 32ª do mundo - também foi campeã de duplas em Nothingham.

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Por causa da chuva na Inglaterra, Bia Haddad e Shuai Zhang tiveram seus jogos das semifinais adiados para este domingo. E antes de disputar a final, a brasileira somou mais um importante resultado na carreira, ao ganhar com maestria da cabeça de chave 2, a romena Simona Halep, que foi a melhor do mundo em 2009/10 e 2017.

Em uma disputa acirrada, a brasileira fez 2 a 1 contra a favorita, parciais de 6/3, 2/6 e 6/4 para se garantir na decisão. Por outro lado, Shuai Zhang também deixou uma romena pelo caminho em Birmingham. Fez 4/6, 6/1 e 7/6 (7/5) sobre Sorana Cirstea nas semifinais.

O começo da decisão foi com susto para a brasileira. Zhang quebrou o serviço e abriu logo 2 a 0. E teve três chances no saque para ampliar para 3 a 0. Mas Bia Haddad reagiu, quebrou e depois empatou em 2 a 2.

Em nova quebra, a brasileira virou para 4 a 3 e ainda confirmou o saque para abrir 5 a 3. Zhang diminuiu, mas não resistiu às dores quando Bia se preparava para sacar. Após atendimento médico, a chinesa optou por abandonar.

Zhang caminhou até a rede e deu um abraço na brasileira, com a qual foi campeã de duplas há uma semana em Nothingham. A chinesa também estava na decisão de duplas em Birmingham, agora ao lado da belga Elise Mertens.

O tenista veterano Rafael Nadal concedeu entrevista coletiva nesta sexta-feira (17) e comentou a respeito da sua possível presença no torneio de Wimbledon, que terá início daqui a 10 dias, em 27 de junho.

"Minha intenção é jogar Wimbledon. O tratamento e a semana de treinamento me dão esperança. Vou viajar, jogar uma exibição em Hurlingham e fazer uma semana de treinamento para ver se é possível", comentou o tenista.

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Rafa Nadal está embalado nesta temporada. Só em 2022, o espanhol conquistou dois Grand Slams. Em janeiro, o tenista derrotou o russo Daniil Medvedev na final e conquistou o Australian Open. 

No saibro, onde é considerado o maior da história, Nadal eliminou o seu maior rival, Novak Djokovic, nas quartas de final, derrotou Casper Ruud na finalíssima e conquistou seu 14º título de Roland Garros.

O torneio terá grande importância para ele, uma vez que seu último título nas gramas londrinas foi em 2010. Entre 2012 e 2017, não conseguiu chegar nem às quartas de final da competição.

El Toro revelou estar sentindo poucas dores e que vai viajar para Londres com a intenção de jogar o torneio. "O tratamento que recebi em Barcelona não é imediato, mas começa a surtir efeito. Não senti tantas dores nesta semana e na próxima segunda-feira vou a Londres com a intenção de jogar Wimbledon", afirmou.

Após a melhor semana da sua carreira, Beatriz Haddad Maia brilhou também nos rankings da WTA, atualizados nesta segunda-feira (13). A tenista brasileira obteve suas melhores colocações tanto na lista de simples quanto na de duplas. "Estou muito feliz com esta semana, ela representa o nosso trabalho duro, o nosso profissionalismo e que estamos no caminho certo", celebrou.

No domingo, Bia obteve um dos maiores da história do tênis brasileiro. Ela levantou o troféu tanto em simples quanto em duplas no WTA 250 de Nottingham, na Inglaterra. A número 1 do Brasil se tornou se a primeira do País a ser campeã nas duas chaves de um mesmo torneio na era aberta do tênis, que começou em 1968.

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"Foi um dia especial e muito positivo. Conquistei dois títulos. Realmente estou muito feliz com todo esse trabalho. Acho que tudo isso que colhemos nesta semana vem sendo construído em muitos anos de trabalho duro com a minha equipe. Todo esse trabalho que a gente vem entregando, todos os dias, sempre dando o nosso melhor. As coisas acontecem conforme a gente vai plantando", festejou Bia.

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O domingo começou com o título de simples com a vitória sobre a americana Alison Riske. O troféu também foi simbólico para o tênis brasileiro. Bia é a primeira do País a vencer na grama desde a lenda Maria Esther Bueno em 1968. Além disso, foi o maior título do tênis feminino do País em simples desde título de Teliana Pereira em 2015.

"Jogar na grama é diferente, é um jogo muito rápida e em que as coisas também mudam muito rápido. Vou seguir trabalhando e evoluindo o meu tênis", comentou Bia.

Como se não bastassem estes feitos, Bia ainda brilhou nas duplas, jogando ao lado da chinesa Shuai Zhang, número 4 do mundo. Foi o quarto título da brasileira nas duplas em nível WTA - em janeiro, havia sido vice-campeã do Aberto da Austrália nas duplas.

Os títulos garantiram à brasileira bons pontos nos rankings. Ela amanheceu nesta segunda-feira com o melhor ranking em simples e em duplas. Saltando 16 posições, Bia aparece agora na 32ª colocação em simples e no 27º posto nas duplas. Com a boa subida no primeiro ranking, pode até sonhar em ser cabeça de chave do US Open, no fim de agosto.

De olho em Wimbledon, que começa no dia 27, Bia vai disputar nesta semana o WTA 250 de Birmingham, também na Inglaterra. Sua adversária de estreia será a checa Petra Kvitova, ex-número 2 do mundo e dona de dois títulos no Grand Slam britânico.

MASCULINO

O ranking dos homens tem um novo líder. O russo Daniil Medvedev voltou ao topo nesta segunda em razão da queda do sérvio Novak Djokovic para o terceiro posto. Após assumir a liderança por apenas três semanas em fevereiro, Medvedev tem chances agora de permanecer mais tempo na ponta porque seus rivais diretos estão fora das próximas competições ou vão ter pontos descontados nas próximas semanas, casos de Djokovic e do alemão Alexander Zverev, ainda sem prazo para voltar após cirurgia no tornozelo direito.

Além disso, Wimbledon não contará pontos no ranking por decisão da ATP, em uma retaliação pela decisão dos ingleses de vetarem tenistas da Rússia e Belarus na edição deste ano - uma reação à invasão russa na Ucrânia.

Essa situação deve piorar a situação de Djokovic no ranking. Em sua pior posição em quase quatro anos, o sérvio não poderá defender os pontos conquistados em Wimbledon. Deve, portanto, cair mais colocações nas próximas semanas.

Confira abaixo os rankings de simples masculino e feminino:

1º - Daniil Medvedev (RUS), 7.950 pontos

2º - Alexander Zverev (ALE), 7.075

3º - Novak Djokovic (SER), 6.770

4º - Rafael Nadal (ESP), 6.525

5º - Casper Ruud (NOR), 5.050

6º - Stefanos Tsitsipas (GRE), 4.945

7º - Carlos Alcaraz (ESP), 4.893

8º - Andrey Rublev (RUS), 4.125

9º - Felix Auger-Aliassime (CAN), 3.895

10º - Matteo Berrettini (ITA), 3.570

1º - Iga Swiatek (POL), 8.631 pontos

2º - Anett Kontaveit (EST), 4.511

3º - Paula Badosa (ESP), 4.245

4º - Ons Jabeur (TUN), 4.150

5º - Aryna Sabalenka (BEL), 4.145

6º - Maria Sakkari (GRE), 4.075

7º - Karolina Pliskova (RCH), 3.678

8º - Jessica Pegula (EUA), 3.255

9º - Danielle Collins (EUA), 3.255

10º - Garbiñe Muguruza (ESP), 3.060

Bia Haddad Maia encerrou na tarde deste domingo (12) uma semana mais do que inesquecível para sua carreira. Horas após ganhar o WTA 250 de Nottingham no simples, a brasileira também faturou o torneio nas duplas ao lado da chinesa Zhang Shuai.

Bia e Zhang venceram a americana Caroline Dolehide e a romena Monica Niculescu por 2 sets a 0 neste domingo, com parciais de 7/6 (7/2) e 6/3. Com isso, a brasileira conquistou o título nas duas categorias na grama, dando sequência a uma grande temporada.

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Após a vitória em um longo jogo no simples contra a americana Alison Riske, Bia Haddad Maia confirmou que desistirá das disputas de duplas do WTA 250 em Birmingham. Ela jogaria com Anna Danilina. Contudo, o jogo pelo simples diante de Petra Kvitova no torneio segue agendado após o desempenho em Nottingham.

Bia agradeceu muito à companheira do título e voltou a exaltar a torcida brasileira que teve neste domingo. "Não acho que já tive uma semana melhor do que está em minha carreira. Obrigado por compartilhar este momento comigo, você é uma ótima tenista, todos viram isso hoje. Você também é uma pessoa incrível, espero que possamos jogar mais vezes juntas", afirmou.

VITÓRIA NO SIMPLES

Bia Haddad Maia conquistou o maior título de sua carreira na manhã deste domingo. A brasileira fez história ao vencer a americana Alison Riske, número 40 do mundo, por 2 sets a 1 e conquistou o WTA 250 de Nottingham, na Inglaterra. Este é o primeiro título da carreira da brasileira, que se torna a primeira tenista do país a conquistar um título no circuito desde Teliana Pereira, em 2015. As parciais da partida foram 6/4, 1/6 e 6/3.

Bia também é a primeira brasileira a vencer um título na grama na era aberta, após Maria Esther Bueno, em 1968. A tenista mostra que chegará forte para a disputa do WTA de Birmingham e também para as disputas em Wimbledon. Número 48 do ranking, a brasileira entrará no Top 40 com o título.

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Bia também é a primeira brasileira a vencer um título na grama na era aberta, após Maria Esther Bueno, em 1968. A tenista mostra que chegará forte para a disputa do WTA de Birmingham e também para as disputas em Wimbledon. Número 48 do ranking, a brasileira entrará no Top 40 com o título.

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"É incrível, nunca esperei tanta gente torcendo aqui por mim. Muito obrigado por fazerem este dia tão especial. Assim é o tênis, especialmente na grama tudo muda muito rápido. Riske é uma ótima jogadora, ela dificultou o jogo, eu me mantive concentrada. Tenis é assim, então estou muito feliz porque competi comigo mesma e conquistei este troféu", disse a tenista, que fez neste domingo a sua segunda final da carreira, após ser vice-campeã em Seoul, em 2017.

"Nunca imaginei que meu primeiro título seria na grama, dei 100% em cada ponto. Estou muito feliz e Nottingham ficará guardado em meu coração. Tenho mais um jogo hoje, vou jogar nas duplas e tentar chegar bem nas próximas competições para fechar a temporada de grama", completou.

Bia Haddad foi superior para abrir 1 a 0 no primeiro set. Muito concentrada, a brasileira teve boas chances para abrir uma vantagem até mais tranquila, mas a disputa foi fechada com parcial de 6/4. Após Bia perder a chance de abrir 4 a 1 por muito pouco, as duas tenistas confirmaram seus serviços até o fim do set.

No segundo set, Riske fez quatro pontos consecutivos para confirmar rapidamente o primeiro game. Bia Haddad teve várias chances de empatar, mas não confirmou os break-points que teve e a adversária abriu 2 a 0. No game seguinte, Bia abriu vantagem, mas a disputa foi mais uma vez para o break-point e Riske se salvou, abrindo 3 a 0.

A tenista paulistana seguiu errando muito no segundo set e viu a americana abrir 5 a 0. Bia chegou a desempenhar bem e vencer o game seguinte, mas Riske fez um 0/40 para fechar o set em 6 a 1 e empatar as disputas.

Bia voltou para o jogo no primeiro game do último set, confirmou o serviço, mas Riske empatou no game seguinte e conseguiu a virada ao quebrar o serviço da Bia, 2 a 1. Com vacilos da Riske, Bia aproveitou para empatar no game seguinte e virar com tranquilidade para 3 a 2.

Com o jogo 3 a 3, Bia conseguiu venceu um game decisivo de virada para fazer 4 a 3, em um duelo emocionante. A brasileira ainda abriu vantagem para 5 a 3 ao quebrar o serviço de Riske. Com saques precisos para confirmar o título, Bia mostrou toda sua força para confirmar o maior título de sua carreira.

Bia Haddad Maia ainda disputará a final das duplas ao lado da chinesa Zhang Shuai no início da tarde deste domingo. Elas enfrentarão a americana Caroline Dolehide e a romena Monica Nicuslescu.

MEDVEDEV É SURPREENDIDO NA FINAL

No torneio de Hertogenbosch, na Holanda, tivemos uma surpresa daquelas na manhã deste domingo. O russo Daniil Medvedev, número dois do ranking da ATP, foi derrotado na final por 2 sets a 0 pelo holandês Tim Van Rijthoven, número 205 da ATP. O tenista holandês vence seu primeiro título na carreira e se torna o atleta com ranking mais baixo a ser campeão na temporada.

Van Rijthoven saiu na frente, mas o primeiro set foi bastante equilibrado e o dono da casa fechou a vitória por 6 a 4 ao confirmar os últimos dois games com certa tranquilidade. A partir daí, Medvedev sumiu do jogo nos pontos seguintes e o segundo set terminou 6 a 1 para Tim confirmar o título.

No feminino, tivemos outra surpresa. A russa Ekaterina Alexandrova, número 30 do ranking WTA, venceu Aryna Sabalenka, de Belarus, por 2 sets a 0 para ficar com o título. A número seis do ranking perdeu o jogo com parciais de 7/5 e 6/0.

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A brasileira Bia Haddad Maia está na final do WTA 250 de Nottingham, na Inglaterra. A paulistana, número 48 do ranking, segue fazendo grande temporada e buscará seu primeiro título na carreira neste domingo. Bia Haddad avançou na semifinal após abandono por problemas físicos da checa Tereza Martincová.

A brasileira fará a decisão diante da vencedora do duelo entre a americana Alison Riske, número 40 do mundo, e a suíça Viktorija Golubic, número 55 do ranking, que também se enfrentam na manhã deste sábado.

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Após ambas as tenistas converterem seus primeiros serviços no jogo, Bia abriu vantagem e venceu o primeiro set por 6/3. A brasileira teve tranquilidade no segundo set e chegou a abrir 4 games a 1, quando a adversária abandonou o jogo alegando problemas físicos.

A final na grama será a segunda da carreira de Bia Maia, que foi vice-campeã em Seoul, na Coreia do Sul, em 2017. Caso conquiste o título, Bia chegará à 32ª posição do ranking WTA. No momento, ela já superou Teliana Pereira, que foi número 43 em 2015. Teliana também foi a última atleta a trazer um título para o Brasil no circuito, em 2015.

DISPUTAS NA HOLANDA

Outro brasileiro em quadra nesta manhã foi Marcelo Melo, que acabou eliminado nas duplas ao lado do sul-africano Raven Klaasen, no Torneio de Hertogenbosch, nos Países Baixos. A dupla perdeu por 2 sets a 1 para os australianos Matthew Ebden e Max Purcell. O confronto também foi pelas semifinais do torneio.

Também em Hertogenbosch, pelo WTA, a russa Ekaterina Alexandrova e Aryna Sabalenka, de Belarus, se enfrentarão na final feminina do simples na grama. Sabalenka eliminou a americana Shelby Rogers por 2 sets a 0 neste sábado pela semifinal, enquanto Alexandrova superou a compatriota Veronika Kudermetova também por 2 a 0.

O tênis brasileiro celebra nesta quarta-feira um dos feitos mais importantes de sua história. Foi em um dia 8 de junho que Gustavo Kuerten conquistou seu primeiro título de Roland Garros no ano de 1997, há exatos 25 anos. O troféu "transformou nossas vidas", disse Guga, nesta quarta.

Na época, o tenista catarinense surpreendeu o mundo não somente por estar fora da lista dos cabeças de chave. Mas também por ser o então 66º do ranking. Antes de Guga, nenhum tenista havia se sagrado campeão de Roland Garros com um ranking tão baixo. O brasileiro, portanto, jogou contra todas as apostas para levantar o Troféu dos Mosqueteiros.

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Em vídeo publicado nesta quarta, o agora ex-tenista celebrou a conquista ao apontar uma foto em que aparece erguendo a taça, há 25 anos. "Fala, galera. Olha aí, 25 anos comemorando aqui em Roland Garros. Aquela alegria do primeiro título... duas semanas que o mundo virou de cabeça para baixo. A zebra estava solta aqui em Paris. Estava de azul e amarelo para celebrar esse momento que transformou nossas vidas", lembrou.

Há 25 anos, Guga iniciou sua trajetória no saibro de Paris com uma vitória em sets diretos sobre o checo Slava Dosedel. Depois superou o sueco Jonas Bjorkman, antes do importante confronto com o austríaco Thomas Muster, então número cinco do mundo e o Rei do Saibro da época, num suado confronto de cinco sets. Nas oitavas de final, despachou o ucraniano Andrei Medvedev.

Nas quartas, outro grande desafio. Encarou o russo Yevgeny Kafelnikov, número três do mundo e um dos principais jogadores de sua geração. Guga chegou a aplicar um "pneu" no rival naquele duelo de cinco sets. Nas semifinais, a vitória foi sobre o belga Filip Dewulf. E, na decisão do título, desbancou por 3 a 0 o espanhol Sergi Bruguera, que já tinha dois troféus de Roland Garros no currículo.

O feito, de fato, "transformou" a vida de Guga. O brasileiro passou a ser respeitado no circuito e, na sequência, mostraria que o feito de 1997 não era lance do acaso. Ele se sagrou bicampeão de Roland Garros em 2000 e tri, em 2001. Foram 20 títulos de nível ATP ou Grand Slam na carreira, incluindo a Masters Cup de 2000 (atual ATP Finals), quando venceu na sequência os americanos Pete Sampras e Andre Agassi e assumiu o posto de número 1 do mundo.

Após seguidas cirurgias no quadril, Guga acabou enfrentando dificuldades no circuito a partir de 2002. Perdeu parte das temporadas seguintes por conta de processos de reabilitação física e acabou oficializando sua aposentadoria das quadras em 2008, no próprio saibro de Roland Garros, quando foi homenageado.

Em uma final de poucas emoções, nível técnico discutível e sem nenhuma surpresa, Rafael Nadal confirmou o favoritismo e derrubou o norueguês Casper Ruud em três sets, com parciais de 6/3, 6/3 e 6/0, em apenas 2h18min, na decisão masculina de Roland Garros. Neste domingo, o tenista espanhol levantou a Taça dos Mosqueteiros pela 14ª vez em sua vitoriosa carreira.

Além da marca incrível no torneio disputado em Paris, Nadal alcançou o 22º de Grand Slam de sua carreira, novo recorde histórico, aumentando a distância para o suíço Roger Federer e para o sérvio Novak Djokovic, ambos com 20 troféus. O tenista de 36 anos se tornou ainda o mais velho campeão de Roland Garros.

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Trata-se de mais um feito incrível na carreira de Nadal que, pela primeira vez desde que impôs seu domínio no saibro de Roland Garros, chegou a Paris sem favoritismo em razão de problemas físicos. Mas cresceu ao longo do torneio, superando quatro rivais do Top 10 do ranking em sua campanha até a final.

Com dificuldades físicas, o espanhol vem dando maior intervalo entre os torneios que disputa nas últimas temporadas para não agravar lesão crônica no pé esquerdo - deve pular Wimbledon neste ano por essa razão. Ao mesmo tempo, o número cinco do mundo já indica que está perto da aposentadoria. Havia até rumores de que anunciaria sua despedida em Roland Garros neste ano.

Apesar das limitações, o favorito tratou de impor seu conhecido domínio em Paris neste domingo diante do primeiro escandinavo a disputar uma final de Grand Slam de simples na era aberta do tênis (desde 1968). Ruud, fã declarado de Nadal e 8º do mundo, era o candidato a zebra, principalmente após quedas precoces dos favoritos que estavam no mesmo lado da chave.

O primeiro confronto entre os dois tenistas no circuito acabou frustrando expectativas. Ambos jogaram abaixo do esperado e acumularam erros não forçados, alguns deles até bobos. Foram 18 para o espanhol e 26 para o norueguês. Nadal mostrou sua força com suas 37 bolas vencedoras, diante de 16 do adversário, e as oito quebras de saque que obteve nos três sets - Ruud faturou apenas duas.

O primeiro set foi marcado pelo nervosismo de Ruud e pelo baixo nível técnico de ambos os finalistas. Foram erros feios para todos os lados. Nadal chegou a cometer duas duplas faltas num mesmo game, permitindo a quebra de Ruud. Mas o espanhol já estava liderando o placar, com sobra, e não teve problemas para fechar em 6/3.

As oscilações seguiram na segunda parcial. Nadal fazia partida abaixo do esperado em praticamente todos os fundamentos. Mas tirava vantagem da velha estratégia de jogar bolas altas no backhand do adversário. O norueguês, contudo, "entrou" no jogo neste set. Sacava bem e construía boas jogadas.

Tanto que abriu 3/1 na parcial, mas sem conseguir sustentar a vantagem por muito tempo. Nadal empatou em 3/3 e virou em seguida. Aproveitando as oscilações de Ruud, o favorito obteve nova quebra de saque na sequência e levou também o segundo set.

No terceiro, Nadal atropelou o adversário norueguês. Mais sólido em comparação ao início da partida, o espanhol praticamente não errava e controlava as ações tanto no fundo de quadra quanto na rede. Ruud, por sua vez, já estava "nas cordas" e não oferecia qualquer resistência. O favorito não hesitou e aplicou um inesperado "pneu" no adversário.

Rafael Nadal e Novak Djokovic arrasaram seus adversários nesta sexta-feira, pela terceira rodada de Roland Garros. Espanhol e sérvio, maiores candidatos ao título em Paris, avançaram às oitavas de final. Já o brasileiro Bruno Soares se despediu na segunda rodada da chave de duplas masculinas.

Djokovic foi o primeiro a entrar em quadra nesta sexta. E não teve qualquer dificuldade contra o esloveno Aljaz Bedene, atual 195º do mundo. O líder do ranking venceu por 3 sets a 0, com parciais de 6/3, 6/3 e 6/2. Ele faturou cinco quebras de saque ao longo da partida, finalizada em 1h44min, e não perdeu o serviço em nenhum momento.

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O favorito anotou ainda 30 bolas vencedoras, contra 23 do tenista da Eslovênia. E cometeu apenas 18 erros não forçados, diante de 37 do adversário. Nas oitavas, Djokovic vai enfrentar o argentino Diego Schwartzman, que superou o búlgaro Grigor Dimitrov por 6/3, 6/1 e 6/2. O sérvio nunca perdeu para o sul-americano no circuito - são seis vitórias consecutivas. O confronto será o de número 100 do sérvio em Roland Garros.

Elevando seu nível a cada jogo, o líder do ranking tenta em Paris igualar o recorde de títulos de Grand Slam, que pertence atualmente a Nadal, com 21 troféus. Os dois poderão vir a se enfrentar na fase de quartas de final.

Nadal

Nesta sexta, o espanhol fez a sua parte para se aproximar desse duelo. O dono de 13 títulos em Paris superou o holandês Botic Van De Zandschulp, 29º do mundo, por 3 a 0, com parciais de 6/3, 6/2 e 6/4, em 2h11min.

Apesar de dominante, Nadal não apresentou performance tão forte quanto a de Djokovic. Ele sofreu duas quebras de saque e se impôs no serviço do rival em seis games. Terminou o jogo com 25 bolas vencedoras, contra 19 do holandês. Porém, cometeu menos erros não forçados: 13 a 31.

Nas oitavas, o tenista da Espanha vai enfrentar o canadense Felix Auger-Aliassime (9º cabeça de chave), que avançou ao derrubar o sérvio Filip Krajinovic por 7/6 (7/3), 7/6 (7/2) e 7/5.

Mulheres

No feminino, mais duas cabeças de chave se despediram nesta sexta. Atual campeã olímpica, a suíça Belinda Bencic (14ª) foi superada pela canadense Leylah Annie Fernandez (17ª), atual vice-campeã do US Open, por 7/5, 3/6 e 7/5. A vencedora terá pela frente a americana Amanda Anisimova (27ª), que avançou diante do abandono da checa Karolina Muchova no terceiro set: 6/7 (7/9), 6/2 e 3/0.

Já a alemã Angelique Kerber, ex-número 1 do mundo e 21ª cabeça de chave, foi derrotada pela belarussa Aliaksandra Sasnovich por 6/4 e 7/6 (7/5). Sasnovich encara agora a italiana Martina Trevisan, que superou a australiana Daria Saville por 6/3 e 6/4. As cabeças de chave Coco Gauff (18ª) e Elise Mertens (31ª) avançaram.

BRASILEIRO CAI NAS DUPLAS

Sem ritmo no saibro, Bruno Soares e Jamie Murray foram eliminados logo na segunda rodada da chave de duplas masculinas em Paris. Brasileiro e escocês perderam para os americanos Mackenzie McDonald e Tommy Paul por 2 sets a 1, com as parciais de 7/6 (9/7), 4/6 e 6/3.

A dupla vinha de uma estreia bem tranquila em Roland Garros. Mas estava sem ritmo porque disputaram apenas um torneio no saibro na temporada antes de Paris. No Torneio de Genebra, foram eliminados logo na estreia, neste mês.

A superfície não é a favorita deles, que costumam se destacar na quadra dura - os títulos de Grand Slam da parceria vieram no US Open e no Aberto da Austrália. Em Roland Garros, o melhor resultado do brasileiro foi o vice-campeonato, em 2020.

Atual número 21 do mundo no ranking de duplas, o tenista brasileiro ainda busca seu primeiro título do ano. Ele soma agora sete vitórias e nove derrotas nas duplas masculinas em 2022.

A tenista Beatriz Haddad Maia estreou com vitória em Roland Garros, neste domingo, primeiro dia de competições da chave principal do Grand Slam francês. A número 1 do Brasil superou a espanhola Cristina Busca, 134ª do mundo, por 2 sets a 1, com parciais de 6/3, 1/6 e 6/2, em 2h13min de jogo.

Foi a primeira vitória de Bia na chave principal de Roland Garros. "Primeira rodada é sempre um jogo duro para todo mundo. É uma nova semana que começa, com novas condições. Acho que entrei muito bem no jogo hoje, com uma energia muito boa. Joguei em alto nível em muitos momentos", avaliou a tenista, que alcançará o 48º lugar do ranking, na atualização desta segunda-feira.

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A única tenista brasileira numa chave de simples em Paris diz se inspirar no tricampeão Gustavo Kuerten para fazer bonito no saibro francês. "Crescemos escutando muito sobre o Guga e tudo o que ele viveu aqui em Roland Garros. É muito legal, me sinto privilegiada de ser uma jogadora mulher representando o Brasil e ganhando a minha primeira rodada. Mas também estou com os pés no chão, é um torneio muito longo, com muitos jogos, então preciso estar com a energia bem canalizada e preparada para o próximo jogo", afirmou.

Na segunda rodada, ela vai enfrentar a estoniana Kaia Kanepi, que protagonizou a primeira zebra do torneio neste domingo. Kanepi, 46ª do mundo, eliminou a espanhola Garbiñe Muguruza, ex-número 1 do mundo e 10ª cabeça de chave, por 2/6, 6/3 e 6/4.

"É uma jogadora perigosa. Vou me preparar da mesma forma na qual me preparo para qualquer partida ou torneio, seja Challenger ou Grand Slam. Vou treinar baseado nas coisas que tenho que melhorar. Gostaria de entrar na quadra, deixar tudo lá dentro e seguir fazendo o que já venho fazendo: ser humilde nos momentos difíceis, ser agressiva e competir bem", projetou Bia.

Outro resultado surpreendente do dia foi a queda precoce da tunisiana Ons Jabeur. A número seis do mundo e campeã do WTA 1000 de Madri foi desbancada pela polonesa Magda Linette por 3/6, 7/6 (7/4) e 7/5. As demais cabeças de chave não decepcionaram. Avançaram a grega Maria Sakkari (4ª), a suíça Belinda Bencic (14ª), a canadense Leylah Annie Fernandez (17ª), a americana Coco Gauff (18ª), a suíça Jil Teichmann (23ª), a romena Sorana Cirstea (26ª) e a belga Elise Mertens (31ª). Fora da lista das favoritas, a americana Sloane Stephens, que tem um título do US Open no currículo, também venceu na estreia.

MASCULINO

O grande destaque do dia foi o espanhol Carlos Alcaraz. Sensação da temporada, o tenista de apenas 19 anos chegou embalado em Roland Garros com quatro títulos no ano e mostrou isso logo na estreia. O número seis do mundo chegou a aplicar um "pneu" no argentino Juan Ignacio Londero: 6/4, 6/2 e 6/0.

Após registrar sua 29ª vitória em 32 jogos em 2022, Alcaraz vai encarar o espanhol Albert Ramos-Vinolas, algoz do australiano Thanasi Kokkinakis por 6/4, 4/6, 6/4 e 7/6 (7/5).

O domingo foi marcado ainda por uma queda precoce. Vice-campeão de Roland Garros em 2018 e 2019, o austríaco Dominic Thiem voltou a cair numa primeira rodada em Paris, como aconteceu também no ano passado. Desta vez, foi eliminado pelo boliviano Hugo Dellien por 3 sets a 0, com parciais de 6/3, 6/2 e 6/4.

Entre os cabeças de chave, dois também se despediram precocemente neste domingo: o americano Jenson Brooksby (31º) e o espanhol Alejandro Davidovich Fokina (25º).

Os demais confirmaram o favoritismo na estreia, com destaque para o alemão Alexander Zverev. O terceiro pré-classificado superou o austríaco Sebastian Ofner por 6/2, 6/4 e 6/4. Seu próximo adversário é o holandês Tallon Griekspoor, algoz de Fokina.

Também avançaram o canadense Felix Auger-Aliassime (9º), o argentino Diego Schwartzman (15º), o búlgaro Grigor Dimitrov (18º), o russo Karen Khachanov (21º), o americano John Isner (23º) e o holandês Botic Van de Zandschulp (26º).

A Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) criticou a direção de Wimbledon nesta sexta-feira e anunciou que os pontos conquistados pelos tenistas masculinos no Grand Slam britânico não vão entrar no ranking. A medida é uma resposta à decisão de Wimbledon de vetar atletas da Rússia e de Belarus na edição deste ano, em razão da invasão da Ucrânia.

"A possibilidade de os tenistas, de qualquer país, entrarem nos torneios com base no mérito, e sem qualquer discriminação, é fundamental para o nosso circuito. A decisão de Wimbledon de banir russos e belorussos de competir no Reino Unido neste verão (europeu) sabota este princípio e a integridade do sistema de ranking da ATP", anunciou a entidade que representa os tenistas.

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Com a decisão, os tenistas masculinos não somarão nenhum ponto no torneio disputado sobre a grama, mesmo em caso de título. "(A decisão de Wimbledon) Também é inconsistente com nosso acordo sobre o ranking. Afora uma mudança nas circunstâncias, é com grande pesar e relutância que não vemos opção a não ser remover os pontos de Wimbledon nesta temporada."

No mesmo comunicado, a ATP criticou a decisão dos ingleses de banir russos e belorussos. "Decisões unilaterais dessa natureza, se não bem processadas, abrem um precedente prejudicial para o resto do circuito. A discriminação feita por torneios simplesmente não é viável em um circuito que opera em mais de 30 países."

A decisão da ATP vem exatamente um mês depois de Wimbledon vetar os atletas da Rússia e Belarus. Na ocasião, a organização argumentou que estava seguindo orientação do governo, que já vinha aplicando sanções sobre a Rússia por causa da invasão à Ucrânia. Em seu comunicado, a associação dos tenistas argumentou que compreende a decisão, as entende que não havia obrigatoriedade no veto.

A ATP explicou ainda que vai manter a pontuação dos demais torneios britânicos, embora o veto a russos e belorussos também tenha validade para estas competições. De acordo com a associação, a decisão foi tomada porque o circuito prevê outros torneios no mesmo período em que esses tenistas poderão competir. No caso de Wimbledon, o calendário não conta com outros torneios no mesmo período, por conta da maior importância do Grand Slam.

A entidade avisou ainda que avalia possíveis punições à LTA, a federação de tênis do Reino Unido. Mas que o caso será tratado separadamente da questão dos pontos do ranking. E reafirmou sua condenação à invasão da Rússia.

O sérvio Novak Djokovic conquistou o título do Aberto de Roma neste domingo ao vencer o grego Stefanos Tsitsipas por 2 sets a 0. Número 1 no ranking da ATP, Novak conquista seu primeiro título na temporada 2022, após perder parte das disputas por sua polêmica decisão de não se vacinar contra a covid-19.

Esta é a sexta vez na história que Djokovic fatura o torneio em Roma e a 38ª conquista do tenista sérvio em torneios Masters 1000, dois à frente de Rafael Nadal. Djokovic ficou de fora do Aberto da Austrália por não ter se vacinado contra a covid-19. Nos torneios anteriores, havia caído precocemente em Dubai e Monte Carlo. O tenista melhorou seu desempenho chegando à final em Belgrado, em casa, e depois caiu na semifinal para o campeão Alcaraz em Madrid.

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Neste domingo, após ser implacável no primeiro set e fazer 6 a 0 no número 5 do ranking, Djokovic precisou se superar para buscar uma virada sobre o rival grego. Tsitsipas chegou a abrir 5 a 2 de vantagem, mas Djoko levou o set para o tie-break, que terminou apertado por 7 a 5.

"Posso dizer que me surpreendi. Tinha um plano de jogo claro e sabia o que esperar e o que eu precisava fazer, mas joguei um primeiro set perfeito. Depois o jogo ficou um pouco mais complicado. A esta altura, um ou dois pontos podem mudar o jogo e ele estava em vantagem por 4 a 1", disse o campeão do torneio.

"O jogo poderia facilmente ter ido para o terceiro set, mas encontrei a bolas certas no momento correto para voltar ao jogo. No tie-break, eu estive um pouco melhor, mas ainda estava apertado para ambos os lados", completou Djokovic.

A partida teve duração de 1h36 minutos e também ajuda Djokovic a estender sua vantagem de grandes títulos, somando agora 63 conquistas, contra 58 de Rafael Nadal e 54 de Roger Federer. Com o triunfo em Roma, o sérvio ganhou ao menos uma grande competição do circuito nos últimos 12 anos.

Djokovic ainda aumentou as apostas para Roland Garros. "Eu estou trabalhando minha forma nas últimas semanas e sabia que meu melhor desempenho geralmente acontece na altura das disputas em Roma, então não havia maneira melhor de chegar para o Roland Garros do que com um título.

NÚMERO 1 VENCE TAMBÉM NO FEMININO

A polonesa Iga Swiatek, número 1 do mundo, também levou a melhor no WTA feminino de Roma neste domingo. Ela derrotou a tunisiana Ons Jabeur por 2 sets a 0, com parciais de duplo 6-2. Swiatek confirma assim o bicampeonato do torneio. Este é o quinto título consecutivo da tenista polonesa no tour do WTA.

A estrela de 20 anos ainda chega a uma sequência de 28 vitórias consecutivas, botando fim a uma sequência de 11 vitórias da tunisiana. "No início do torneio eu não sabia se seria possível manter a sequência com todas as vitórias. Estou muito feliz por conseguir, eu segui passo a passo e só foquei no lado positivo, isso me guiou ao sucesso nesta semana. Estou muito orgulhosa de mim mesma e do time.

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