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Na reta final de preparação para Roland Garros, o alemão Alexander Zverev suou para se classificar à decisão do Torneio de Genebra, ATP 250 disputado em quadras de saibro. Nesta sexta-feira, pelas semifinais, o número 5 do mundo precisou ficar em quadra por 2 horas e 38 minutos para derrotar o argentino Federico Delbonis por 2 sets a 1, com parciais de 7/5, 6/7 (6/8) e 6/3.

Zverev disparou 15 aces contra apenas cinco do 84º colocado no ranking. Além disso, foi um jogo cheio de duplas-faltas - 14, sendo oito cometidas por Delbonis. O alemão também converteu seis de 14 break points, tendo perdido o saque em três oportunidades.

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Na decisão, Zverev vai encarar o chileno Nicolas Jarry. Nesta sexta, o número 75 do mundo superou o moldávio Radu Albot, o 45º colocado no ranking, por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/4. Nesta temporada, o alemão enfrentou o tenista do Chile uma vez e perdeu no Torneio de Barcelona.

LYON - O Torneio de Lyon, outro ATP 250 disputado nesta semana, também definiu os finalistas. O canadense Felix Auger-Aliassime, número 28 do mundo, avançou ao derrotar o georgiano Nikoloz Basilashvili, 18º colocado no ranking, por 2/6, 7/6 (7/3) e 6/4, e agora terá pela frente o francês Benoit Paire (51º), que fez 6/4 e 6/2 no norte-americano Taylor Fritz.

Após protagonizar uma cena de fúria na semana passada, durante a sua participação no Masters 1000 de Roma, Nick Kyrgios anunciou nesta sexta-feira a sua desistência de Roland Garros, evento que se iniciará no domingo.

Número 36 do mundo, Kyrgios foi excluído do torneio em Roma e multado após uma explosão de raiva durante seu jogo pela segunda rodada. Além disso, perdeu os pontos pela sua campanha nesse Masters 1000. Mas escapou de receber uma suspensão, o que permitia a sua participação em Roland Garros.

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Na Itália, depois de ter o seu saque quebrado no segundo game do terceiro set pelo norueguês Casper Ruud, o australiano saiu esbravejando e, por causa do palavrão que soltou após ser superado, foi punido com a perda de um game da partida pelo juiz de cadeira e ficou em desvantagem de 2/1. A decisão deixou o australiano transtornado. Ele atirou a sua raquete no chão, chutou uma garrafa de água e depois ainda arremessou uma cadeira no meio da quadra.

A desistência do Grand Slam parisiense veio apenas alguns dias depois de Kyrgios publicar um vídeo em que afirmava que Roland Garros era uma "m..." em comparação a Wimbledon, onde treinou recentemente. O australiano estava previsto para estrear em Paris contra o britânico Cameron Norrie. Agora, sua vaga será ocupada por um lucky-loser (tenista eliminado no qualifying).

Kyrgios, de 24 anos, tem uma carreira recheada de polêmicas. Em uma delas, em 2015, insultou o suíço Stan Wawrinka durante uma partida em Montreal, o que na época provocou aplicação de multa e suspensão de 28 dias. Ele também foi alvo de críticas por não participar da Olimpíada de 2016 em função de desentendimento com dirigentes australianos.

Atuando diante de um desgastado Novak Djokovic, Rafael Nadal venceu o sérvio por 2 sets a 1, com parciais de 6/0, 4/6 e 6/1, neste domingo, conquistou neste domingo o seu primeiro título no ano e o nono do Masters 1000 de Roma. De quebra, o espanhol voltou a se isolar como recordista de troféus de Masters, com 34 obtidos nesta série de importantes torneios do circuito profissional.

Com uma campanha bem mais tranquila do que a do rival para chegar à decisão na importante competição realizada em quadras de saibro na capital italiana, onde o tenista de Belgrado passou no sufoco pelos argentinos Juan Martín del Potro e Diego Schwartzman nas duas fases anteriores, o vice-líder do ranking mundial pela primeira vez aplicou um "pneu" (6/0) sobre o atual número 1 do mundo em 54 confrontos entre os dois, que se encararam em uma ocasião inicial na edição de 2006 de Roland Garros. E esse foi o quarto 6/0 aplicado por Nadal em um oponente nesta edição do evento romano.

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Essa foi a 26ª vitória de Nadal sobre Djokovic, que superou por 28 vezes o espanhol e não perdia para o velho rival desde quando foi batido justamente na edição de 2018 do Masters de Roma, nas semifinais. Depois disso, ele levou a melhor sobre o Rei do Saibro em Wimbledon, também no ano passado, e na decisão do último Aberto da Austrália, em janeiro.

Com o feito deste domingo, o espanhol deixou para trás o próprio Djokovic na lista de maiores ganhadores de Masters 1000. O tenista de Belgrado ostenta 33 taças desta importante série de torneios deste quilate no circuito profissional, enquanto o suíço Roger Federer é o terceiro nesta listagem, com 28. Com o eneacampeonato em Roma, Nadal também encerrou o seu jejum de títulos em 2019. Pela primeira vez em 15 anos chegando ao mês de maio sem ter erguido nenhuma taça em uma temporada, o espanhol havia sido eliminado em sequência nas semifinais de Montecarlo, Roma e Madri nesta gira de saibro do calendário. E, ao garantir a sua primeira taça no ano, ele passou a contabilizar 81 títulos de simples em sua carreira.

COMEÇO ARRASADOR - Para encerrar este incômodo jejum, Nadal teve um desempenho arrasador no primeiro set do duelo deste domingo. Com 82% de aproveitamento dos pontos que disputou com o seu primeiro saque no set inicial, o número 2 do mundo confirmou todos os seus serviços sem oferecer nenhuma chance de quebra a Djokovic e ainda converteu três de nove break points para aplicar o humilhante e até então inédito 6/0 sobre o sérvio em um embate entre os dois.

Na segunda parcial, os dois tenistas confirmaram os seus saques com relativa tranquilidade nos seis primeiros games. No sétimo, o espanhol teve três oportunidades para quebrar o serviço do sérvio, que se viu nesta situação ao errar um smash fácil e acertar a rede. O número 1 do mundo, porém, não deixou se abalar, salvou as três chances de quebra e depois fez 4/3. No nono game do set, Djokovic voltou a ficar em apuros quando subiu até a rede para matar um ponto em 40/40 e não conseguiu devolver uma bola cruzada do sérvio. Porém, o sérvio voltou a salvar o break point e depois confirmou o seu serviço para abrir 5/4. A um game de vencer esta parcial, o sérvio pressionou o espanhol ao ganhar os dois primeiros pontos, abrir 30/0 no saque do espanhol e depois ainda teve um set point ao conseguir uma vantagem após o 40/40. E, graças a um erro do Nadal do fundo de quadra, ele fechou o segundo set em 6/4.

Na volta para o terceiro set, porém, o espanhol é que colocou pressão no sérvio ao abrir 0/30 no saque do rival e depois acabou conseguindo uma quebra que deixou o sérvio furioso. Ele bateu por mais de uma vez com a raquete no chão ao ter o serviço quebrado. Em seguida, o espanhol abriu 2/0 após Djokovic errar uma deixadinha quando o rival tinha vantagem no game após um 40/40.

E o desgaste físico começou a pesar para o tenista de Belgrado, que passou a tentar definir rapidamente os pontos e a cometer mais erros. Assim, Nadal teve um novo break point no terceiro game, mas o sérvio conseguiu se salvar e depois reduziu a vantagem do espanhol para 2/1. Mas o Rei do Saibro seguia mais sólido com o saque na mão e abriu 3/1 com tranquilidade. E no quinto game, com uma linda paralela do fundo de quadra, o espanhol teve nova chance de quebra e depois abriu 4/1 com um erro do sérvio do fundo de quadra no ponto seguinte.

A partir daí, Nadal ficou com o jogo na mão, abriu 5/1 depois de novo erro do sérvio e, com uma bola na linha, teve o match point para fechar o jogo. E com um erro do sérvio em uma subida na rede, o espanhol garantiu o 6/1 que liquidou o confronto após 2h25min de partida.

Nadal não conquistava um título desde agosto do ano passado, quando faturou o Masters 1000 de Toronto, no Canadá. E em Roma ele defendia a condição de atual campeão do evento, no qual também triunfou anteriormente em 2005, 2006, 2007, 2009, 2010, 2012, 2013 e 2018. "Eu me senti competitivo, me senti bem em quadra. Estou muito feliz por esta vitória. É sempre especial jogar contra Djokovic e por voltar a conquistar o título em Roma", comemorou o espanhol logo após o fim do jogo.

GUGA - O jogo deste domingo foi acompanhado de perto por Gustavo Kuerten. O brasileiro, ex-número 1 do mundo do tênis, estava nas tribunas da quadra central do Foro Itálico, onde anteriormente faturou o título do Masters de Roma em 1999 e foi vice-campeão em 2000 e 2001. E foi justamente Guga que entregou o troféu de campeão a Nadal, que depois exaltou a importância deste título para a sua carreira. "Queria dar os parabéns ao Djokovic, pela semana e pela sua carreira. Foi um jogo muito difícil e foi uma semana incrível para mim. E é uma honra ganhar em uma das cidades mais lindas do mundo, onde ganhei pela primeira vez o título aqui em 2005", festejou o espanhol, falando em italiano no microfone aberto para o público.

Roger Federer sofreu nesta quinta-feira, mas sobreviveu à rodada dupla do Masters 1000 de Roma. Em um dia de programação cheia, em razão dos jogos atrasados pela chuva na quarta, o suíço praticamente disputou uma partida de Grand Slam nesta quinta, ao jogar cinco sets, nas duas partidas em que esteve em quadra para superar o português João Sousa e o croata Borna Coric. No total, permaneceu 3h51min no saibro italiano.

Federer venceu com facilidade o rival português no início do dia, por 6/4 e 6/3. Porém teve poucas horas de intervalo antes de enfrentar o descansado Coric, que só fez uma partida no dia. O atual número três do mundo precisou de 2h31min para buscar a virada, por 2 a 1, com parciais de 2/6, 6/4 e 7/6 (9/7).

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O suíço chegou a salvar dois match points no terceiro set, em uma partida em que fez um péssimo início. Coric começou o duelo com duas quebras de saque. Chegou a abrir 4/0 no set inicial. O fraco rendimento do suíço se expressou nos 42 erros não forçados cometidos ao longo do jogo - o croata anotou 35.

Para compensar, Federer cresceu em quadra no segundo e terceiro set, com jogadas que levantaram o público presente no Foro Itálico. Foram 33 bolas vencedoras, contra 29 do rival. Mesmo assim, o suíço reclamou com o árbitro brasileiro Carlos Bernardes sobre as condições da quadra, a segunda em importância no complexo. Federer criticou, principalmente, o risco de escorregar sobre as fitas que demarcam a quadra.

Ganhando ritmo no saibro, superfície na qual não competiu nos últimos anos, o terceiro do mundo disparou nove aces, mas sofreu três quebras. E obteve apenas duas. Mesmo assim, obteve a vitória, graças ao bom rendimento no tie-break. Nas quartas de final, ele vai encarar o vencedor do duelo entre o local Fabio Fognini e o grego Stefanos Tsitsipas, dois tenistas que vêm embalados na gira de saibro.

NADAL TAMBÉM SOBREVIVE - Vice-líder do ranking, o espanhol Rafael Nadal também venceu dois jogos nesta quinta, porém sem sofrer tanto. Ele atropelou o georgiano Nikoloz Basilashvili por 2 a 0, com parciais de 6/1 e 6/2, em 1h02min. Mais cedo, eliminara o francês Jeremy Chardy por 2 a 0, com outro "pneu" (6/0 e 6/1), em 1h07min. Ou seja, permaneceu em quadra por 2h09min ao longo do dia.

Nas quartas de final, Nadal terá pela frente um velho conhecido. Será o compatriota Fernando Verdasco, que mostrou força nesta quinta. Nas duas partidas, bateu o austríaco Dominic Thiem, um dos favoritos ao título, e o russo Karen Khachanov.

FEMININO - Atual número 1 do mundo, a japonesa Naomi Osaka também precisou vencer dois jogos nesta quinta para avançar em Roma. Em seu segundo duelo do dia, ela bateu a romena Mihaela Buzarnescu por duplo 6/3. Nas quartas, sua adversária será a holandesa Kiki Bertens, que também enfrentou rodada dupla. Na segunda partida desta quinta, ela superou a espanhola Carla Suárez Navarro por 6/4, 1/6 e 6/3.

Em outro bom jogo do dia, a bielo-russa Victoria Azarenka despachou a espanhola Garbiñe Muguruza, que não resistiu à dura sequência do dia. Muguruza abandonou no segundo set, quando perdia por 6/4 e 3/1, em seu segundo duelo desta quinta. Azarenka encara agora a vitoriosa do confronto entre a norte-americana Madison Keys e a checa Karolina Pliskova.

Já Venus Williams não soube tirar vantagem do menor esforço físico na competição. Ela avançou na rodada anterior sem precisar entrar em quadra porque a irmã Serena desistiu do torneio. Nesta quinta, Venus acabou superada pela britânica Johanna Konta por 6/2 e 6/4. Konta enfrentará em seguida a vencedora da partida entre a checa Marketa Vondrousova e a russa Daria Kasatkina.

Vondrousova, por sinal, havia eliminado anteriormente, no seu primeiro jogo dia, a romena Simona Halep. A atual número dois do mundo, que tinha chances de terminar o campeonato de volta à liderança, caiu em três sets: 2/6, 7/5 e 6/3.

Ainda jogando a sua estreia, a checa Petra Kvitova venceu com facilidade nesta agitada quinta-feira, em Roma. Ela bateu a casaque Yulia Putintseva por 6/0 e 6/1. Sua próxima rival será a grega Maria Sakkari, algoz da estoniana Anett Kontaveit por 6/3 e 6/2.

MELO VENCE - Em sua segunda partida em Roma, a dupla formada por Marcelo Melo e por Lukasz Kubot venceu nesta quinta os austríacos Jurgen Melzer e Dominic Thiem por 2 sets a 0, com parciais de 7/5 e 6/3, em 1h13min. O jogo, adiado de quarta-feira, garantiu o brasileiro e o polonês nas quartas de final.

Seus próximos adversários vão sair do duelo das parcerias dos argentinos Guido Pella e Diego Schwartzman contra o finlandês Henri Kontinen e o australiano John Peers. Melo e Kubot formam a dupla cabeça de chave número 1 da competição italiana, preparatória para Roland Garros.

A bielo-russa Victoria Azarenka conquistou uma expressiva vitória nesta terça-feira. A ex-número 1 do mundo conseguiu avançar às oitavas de final do Torneio de Roma ao derrotar a ucraniana Elina Svitolina, a sexta colocada no ranking da WTA, de virada, por 2 sets a 1, com parciais de 4/6, 6/1 e 7/5, em 2 horas e 16 minutos.

Foi o terceiro triunfo de Azarenka em três duelos com Svitolina, sendo que dessa vez a bielo-russa conseguiu vencer após salvar um match point, eliminando a atual bicampeã do Torneio de Roma, que chegou a abrir 5/2 no terceiro set de um duelo que chegou a ser interrompido pela chuva. Hoje apenas a 53ª colocada no ranking da WTA, Azarenka vai duelar nas oitavas de final com a vencedora do duelo entre a espanhola Garbiñe Muguruza e a norte-americana Danielle Collins.

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Também nesta terça-feira, a checa Karolina Pliskova estreou em Roma com um triunfo bem mais fácil. A número 7 o mundo ficou em quadra por 1 hora e 11 minutos para aplicar um duplo 6/3 na australiana Ajla Tomljanovic. A sua adversária nas oitavas de final será uma tenista dos Estados Unidos: Madison Keys ou Sofia Kenin.

A australiana Ashleigh Barty se garantiu nas oitavas de final ao bater a eslovaca Viktoria Kuzmova por 4/6, 6/3 e 6/4. Agora, ela duelará com a suíça Belinda Bencic ou a francesa Kristina Mladenovic.

Número 44 do mundo, a checa Marketa Vondrousova, de 19 anos, será a adversária de estreia da romena Simona Halep ao vencer a compatriota Barbora Strycova por 1/6, 6/4 e 7/6.

Ex-número 1 do mundo - atualmente em 11.º lugar no ranking da WTA -, a norte-americana Serena Williams está de volta ao circuito profissional após 45 dias. Nesta segunda-feira, em seu primeiro teste da temporada no saibro, a tenista mostrou firmeza para derrotar a sueca Rebecca Peterson por 2 sets a 0 - com parciais de 6/4 e 6/2, após 1 hora e 16 minutos -, pela estreia do Torneio de Roma, na Itália.

Cabeça de chave número 10, Serena poderá enfrentar na segunda rodada a sua irmã mais velha Venus, que encara na estreia a belga Elise Mertens, a 20.ª colocada do mundo.

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"Me senti bem em quadra. Foi muito bom. Não joguei muitas partidas neste ano, mas não foi porque quis. Tive que parar. Estava muito desesperada para estar no circuito e poder jogar", afirmou Serena em entrevista coletiva após a vitória na estreia. "Adoro jogar a temporada de saibro e espero estar pronta para isso".

Outra ex-número 1 que iniciou a sua campanha no saibro de Roma foi a espanhola Garbiñe Muguruza. Nesta segunda-feira, a atual 19.ª do mundo se deu bem ao derrotar a chinesa Saisai Zheng por 2 sets a 0 - com parciais de 6/3 e 6/4. Sua próxima adversária sairá do duelo entre a dinamarquesa Caroline Wozniacki, 11.ª pré-classificada, e a norte-americana Danielle Collins.

O primeiro dia de disputas em Roma definiu também quem será a rival de estreia da japonesa Naomi Osaka, a líder do ranking da WTA. "Bye" na primeira rodada, a principal favorita ao título terá pela frente a eslovaca Dominika Cibulkova, responsável pela eliminação da bielo-russa Aliaksandra Sasnovich com a vitória por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/3.

Cabeça de chave 15, a chinesa Qiang Wang caiu na estreia, levando a virada da checa Katerina Siniakova com o placar final de 2 sets a 1 - parciais de 1/6, 7/5 e 6/4. Agora enfrentará na segunda rodada quem passar do confronto envolvendo a russa Daria Kasatkina contra a romena Irina-Camelia Begu, vinda do qualifying.

Depois de avançarem às semifinais em Montecarlo, se sagrarem vice-campeões em Barcelona e irem até as quartas de final em Madri, o brasileiro Bruno Soares e o britânico Jamie Murray acabaram decepcionando ao serem eliminados já na estreia do torneio de duplas do Masters 1000 de Roma, neste domingo, na Itália.

Cabeças de chave número 2 desta disputa da importante competição realizada em quadras de saibro na capital italiana, eles foram derrotados pelo francês Jeremy Chardy e o belga David Goffin por 2 sets a 0, com duplo 6/4, em 1h16min.

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No duelo deste domingo, o brasileiro e o britânico chegaram a quebrar por três vezes o saque dos seus adversários, mas foram superados com o serviço na mão em cinco oportunidades e assim acabaram sendo despachados de maneira precoce em Roma.

Na semana passada, Soares e Murray haviam sido eliminados pelo grego Stefanos Tsitsipas e pelo holandês Wesley Kookhof nas quartas de final em Madri, sendo que nesta temporada de saibro mostraram força principalmente no Masters de Montecarlo e no ATP 500 de Barcelona.

SIMPLES - Cinco partidas foram realizadas neste domingo pelo torneio de simples do Masters de Roma neste domingo. Em uma delas, o italiano Matteo Berrettini superou o francês Lucas Pouille por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/4, e se credenciou para ser o primeiro rival do alemão Alexander Zverev, quarto cabeça de chave, que estreará direto na segunda rodada.

Outro italiano que estreou com vitória e garantiu a alegria da torcida local neste domingo foi Jannik Sinner, que bateu o norte-americano Steve Johnson por 2 sets a 1, de virada, com 1/6, 6/1 e 7/5, e será o primeiro adversário de Stefanos Tsitsipas. Oitavo cabeça de chave em Roma, o grego jogará esta competição depois de ter brilhado com o vice-campeonato no Masters de Madri, encerrado também neste domingo.

O georgiano Nikoloz Basilashvili, o alemão Philipp Kohlschreiber e o espanhol Roberto Bautista Agut, que derrotaram respectivamente o húngaro Marton Fucsovics, o francês Gilles Simon e o italiano Andreas Seppi, todos por 2 sets a 1, também estrearam com vitórias em outras partidas do dia na capital italiana.

Na luta para encerrar o jejum de títulos nesta temporada e conquistar o hexacampeonato do Masters 1000 de Madri, Rafael Nadal deu uma grande demonstração de força na quadra de saibro ao arrasar o suíço Stan Wawrinka com parciais de 6/1 e 6/2, nesta sexta-feira, e garantir vaga nas semifinais da competição realizada na capital espanhola.

Com o triunfo sobre o campeão de Roland Garros de 2015, o espanhol se credenciou para enfrentar neste sábado o grego Stefanos Tsitsipas, que em outro duelo desta sexta eliminou o alemão Alexander Zverev, atual campeão em Madri, com uma vitória por 2 sets a 1, parciais de 7/5, 3/6 e 6/2.

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Atual vice-líder do ranking mundial, Nadal conquistou o seu 18º triunfo em 21 partidas contra Wawrinka, ex-Top 10 que hoje ocupa a 34ª posição da ATP. E o ídolo espanhol eliminou o seu velho rival com uma atuação dominante. Além de confirmar todos os seus saques sem oferecer nenhuma chance de quebra, ele aproveitou quatro de dez oportunidades de ganhar games no serviço do suíço, liquidado em 1h08min de confronto.

Aplaudido de pé pela torcida espanhola nesta sexta, Nadal alcançou pela 70ª vez na carreira uma semifinal de um torneio Masters 1000. E admitiu que realmente teve um desempenho muito bom diante de Wawrinka. "Este foi o meu melhor jogo sobre o saibro neste ano. Significa muito ter estas boas sensações em um momento importante da temporada, mas a perfeição não existe", disse o espanhol após o duelo com o suíço, ao mesmo tempo tentando conter a empolgação.

Eliminado nas semifinais do Masters 1000 de Montecarlo e do Torneio de Barcelona neste período de saibro do calendário do tênis, Nadal chegou pela primeira vez, em 15 anos, ao mês de maio sem ter erguido nenhum troféu em uma temporada. E neste sábado tentará avançar à decisão em Madri em duelo previsto para começar às 16 horas (de Brasília). Tsitsipas, seu rival na semifinal, é o atual nono tenista da ATP.

A outra semifinal na capital espanhola, programada para ser iniciada às 11 horas deste sábado, será entre o sérvio Novak Djokovic e o austríaco Dominic Thiem. O líder do ranking mundial contou com a desistência do croata Marin Cilic por causa de uma infecção estomacal e nem precisou entrar em quadra nesta sexta para ir às semifinais. Já Thiem foi o responsável pela eliminação do suíço Roger Federer, batido por 2 sets a 1.

FEMININO - Também foi definida há pouco tempo em Madri a segunda finalista do torneio feminino de simples. Será a holandesa Kiki Bertens, atual vice-campeã, que eliminou a norte-americana Sloane Stephens com uma vitória por 6/2 e 7/5. A sua rival na decisão deste sábado, programada para começar às 13h30 (de Brasília), será a romena Simona Halep, que se faturar o título assumirá o topo do ranking mundial.

Dominic Thiem confirmou nesta sexta-feira a condição de ser um dos poucos tenistas com melhor retrospecto contra Roger Federer. Pelas quartas de final do Masters 1000 de Madri, o austríaco, o quinto colocado no ranking da ATP, superou, de virada, o suíço e número 3 do mundo por 2 sets a 1, com parciais de 3/6, 7/6 (13/11) e 6/4, em 2 horas e dez minutos.

Esta foi a terceira vez consecutiva que Thiem avançou às semifinais em Madri. E, para isso, salvou dois match points de Federer, que não atuava no saibro há três anos. Agora, então, vai buscar a terceira final consecutiva do Masters 1000 espanhol.

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Federer teve grande atuação no primeiro set, quando abriu 3/0, depois o fechando em 6/3. Mas o suíço perdeu a chance de vencer o duelo no tie-break da segunda parcial, em que chegou a estar em vantagem de 3/0 e desperdiçou dois match points antes de sucumbir por 13/11.

No terceiro set, Thiem abriu 3/1, perdeu o saque no oitavo game, mas converteu break point na sequência. E confirmou o serviço no décimo game para fazer 6/4, definindo a sua vitória de virada. E, curiosamente, também havia sido Thiem, em 12 maio de 2016, no Masters 1000 de Roma, o último tenista a vencer o suíço no saibro.

O triunfo de Thiem se deu apenas um dia após Federer somar a 1.200ª vitória da sua carreira, em que salvou dois match points do francês Gael Monfils. Agora, então, perdeu em um cenário parecido, sofrendo a quarta derrota em seis confrontos com Thiem.

Classificado às semifinais do Masters 1000 de Madri, o austríaco agora terá pela frente o sérvio Novak Djokovic, que nem precisou atuar nesta sexta-feira, pois o croata Marin Cilic desistiu do evento por causa de uma infecção estomacal.

Roger Federer precisou salvar dois match points e sofreu muito para confirmar favoritismo nesta quinta-feira, mas venceu o francês Gael Monfils por 2 sets a 1, com parciais de 6/0, 4/6 e 7/6 (7/3), em duas horas de jogo, e garantiu a sua classificação às quartas de final do Masters 1000 de Madri.

De volta nesta semana a um torneio de saibro após três anos sem atuar neste tipo de superfície, o tenista suíço assim se credenciou para encarar nesta sexta-feira o austríaco Dominic Thiem, que horas mais cedo eliminou o italiano Fabio Fognini com um triunfo por 6/4 e 7/5.

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Atual terceiro colocado do ranking mundial, Federer havia estreado na capital espanhola com uma vitória sobre outro francês, Richard Gasquet, que foi superado com facilidade. Agora, porém, o recordista de títulos de Grand Slam teve de suar muito para despachar Monfils, que sofreu a sua décima derrota em 14 duelos com o suíço.

Batido pelo perigoso rival em dois dos últimos três confrontos, sendo dois deles em piso de saibro, Federer deu a impressão de que iria atropelar o francês ao ganhar o primeiro set em apenas 18 minutos, tempo em que aplicou um "pneu" (6/0) ao confirmar todos os seus saques e ao aproveitar três de seis oportunidades de quebrar o serviço do rival.

Monfils, porém, deu início a uma forte reação no segundo set. Ele converteu dois de três break points e, com o saque quebrado por apenas uma vez, empatou o duelo. E o atual 18º colocado da ATP seguiu inspirado na terceira parcial, na qual abriu dois games de vantagem sobre o suíço ao conseguir uma nova quebra de serviço. Federer, porém, conseguiu reagir, devolveu a quebra e depois salvou dois match points quando sacou para empatar o duelo em 6/6 e forçou o tie-break. No desempate após passar pelo sufoco, o suíço foi bem superior e fechou a partida com um 7/3.

Outro suíço que garantiu classificação às quartas de final em Madri nesta quinta-feira foi Stan Wawrinka, que derrotou o japonês Kei Nishikori, sexto cabeça de chave, por 2 sets a 0, com 6/3 e 7/6 (7/3). O seu próximo rival sairá da partida entre o espanhol Rafael Nadal e o norte-americano Frances Tiafoe, também programada para ocorrer neste dia de partidas na Espanha.

DUPLAS - Dois brasileiros já atuaram nesta quinta em partidas válidas pelo torneio de duplas do Masters de Madri. E um deles, Marcelo Melo, acabou decepcionando ao lado do polonês Lukasz Kubot ao ser derrotado pela parceria formada pelo argentino Guido Pella e o português João Sousa por duplo 6/2.

Melo e Kubot defendiam a condição de cabeças de chave número 2 desta disputa na capital espanhola, mas foram eliminados nas quartas de final. Eles haviam levado a melhor sobre estes dois adversários no Masters de Miami, em quadra dura, nesta temporada, mas não repetiram o bom desempenho no saibro.

O brasileiro e o polonês não conseguiram aproveitar nenhuma das três oportunidades que tiveram de quebrar o saque de Pella e Sousa, que converteram quatro de nove break points para eliminar os favoritos em apenas 58 minutos.

Com esta derrota, o Brasil também deixou de ter 100% de aproveitamento nas duplas em Madri, que até então contava com três tenistas do País vivos na competição. E um que se manteve na luta pelo título foi Marcelo Demoliner, que ao lado do russo Daniil Medvedev se garantiu nas quartas de final com uma vitória sobre os espanhóis Roberto Carballes Baena e Jaume Munar por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (7/5) e 7/5.

Com o triunfo, eles avançaram para encarar o holandês Jean-Julien Rojer e romeno Horia Tecau, que haviam se classificado para esta próxima fase já na última quarta-feira.

No duelo que está programado para fechar a programação de confrontos do dia em Madri, o brasileiro Bruno Soares e o britânico Jamie Murray enfrentarão o holandês Wesley Koolhof e o grego Stefanos Tsitsipas na luta por uma vaga nas semifinais. E, se Soares avançar, poderá encarar Demoliner em um eventual jogo que valeria um lugar na decisão.

A carreira do espanhol David Ferrer chegou ao fim nesta quarta-feira com a derrota por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/1, para o alemão Alexander Zverev, pela segunda rodada do Masters 1000 de Madri.

O espanhol de 37 anos havia anunciado que esta seria sua última competição porque não se sentia mais em condições de continuar competindo em alto nível no circuito mundial do tênis.

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Ferrer terminou uma carreira de 20 anos com 27 títulos de simples, sendo o quinto maior campeão entre os tenistas em atividade, atrás de Roger Federer, Rafael Nadal, Novak Djokovic e Andy Murray. Além disso, somou 733 vitórias em 1.111 partidas, a quarta melhor marca entre os jogadores ativos.

Visivelmente emocionado, Ferrer teve dificuldades para sacar quando teve match point contra, recuando algumas vezes e pedindo uma toalha para enxugar as lágrimas no rosto. Depois da derrota foi ovacionado de pé pelo público e falou em uma cerimônia para homenageá-lo, agradecendo a todos que ajudaram na sua carreira.

"Nunca vou esquecer este dia", disse, com sua esposa e filho ao lado. "Eu tenho muita sorte. Eu sempre quis terminar minha carreira assim. Eu não podia continuar jogando no nível que eu queria, mas estou muito feliz e muito orgulhoso da minha carreira."

Mensagens de outros jogadores foram mostradas no telão durante a cerimônia "Todos os jogadores estão muito tristes por ele estar se aposentando", disse Zverev, que também parecia emocionado. "Você sempre deixou tudo na quadra, em todas as partidas. É um privilégio para mim estar aqui jogando contra você no seu último jogo".

Hoje apenas o número 144 do mundo, Ferrer teve um bom começo contra Zverev, abrindo uma vantagem de 4/1 no primeiro set. Mas o alemão ganhou cinco games consecutivos para fechar a parcial. E venceu fácil o segundo set, encerrando a carreira de Ferrer. O polonês Hubert Hurkacz será seu adversário nas oitavas de final.

Também nesta quarta-feira, o grego Stefanos Tsitsipas, o número 9 do mundo, bateu o francês Adrian Mannarino, o 56º colocado no ranking, por 6/2 e 7/5. Nas oitavas de final, terá pela frente o espanhol Fernando Verdasco.

Nem mesmo o adiamento da partida de segunda para esta terça-feira por causa da chuva tirou o embalo do brasileiro Thiago Monteiro no ATP 250 de Munique, disputado em quadras de saibro na Alemanha. Depois de duas vitórias no qualifying, o tenista cearense, número 1 do Brasil e 111 do mundo, arrasou o alemão Jan-Lennard Struff, 48.º do ranking, na estreia da chave principal com um triunfo por 2 sets a 0 - com um duplo 6/1, em apenas 51 minutos.

O canhoto cearense já sabe quem terá pela frente na segunda rodada, já valendo pelas oitavas de final. Será o húngaro Marton Fucsovics, que na segunda-feira concretizou a sua vitória sobre o italiano Lorenzo Sonego antes da interrupção por causa da chuva por 2 sets a 1 - marcando parciais de 7/5, 4/6 e 7/6 (10/8), depois de 3 horas e 4 minutos de batalha. Será a primeira vez que os dois irão medir forças no circuito profissional.

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No qualifying, Monteiro ganhou do espanhol Albert Ramos Viñolas e do russo Andrey Rublev. Nesta terça-feira, ganhou de mais um tenista melhor ranqueado. É a oitava vez em sua carreira que derrota um Top 50 em 29 confrontos, alcançando uma inédita sequência de três triunfos contra rivais neste nível - os outros dois foram contra o francês Gilles Simon e o espanhol Fernando Verdasco.

Em outros jogos de simples, mais vitórias de tenistas sul-americanos. Cabeça 6, o argentino Diego Schwartzman bate o francês Benoit Paire por 2 sets a 1 - parciais de 6/4, 1/6 e 6/1. Também em três sets, o compatriota Juan Ignacio Londero ganhou do alemão Maximilian Marterer (6/2, 4/6 e 6/2). E o chileno Cristian Garin passou pelo local Yannick Maden por 6/4 e 6/2.

Em duplas, o gaúcho Marcelo Demoliner, que segue tentando a sorte nas duplas ao lado do indiano Divij Sharan, se deram bem na estreia e derrotaram os cabeças de chave número 1 do torneio, o indiano Rohan Bopanna e o britânico Dominic Inglot, por 2 sets a 1 - parciais de 6/3, 3/6 e 12 a 10 no match tie-break.

Na segunda rodada, já pelas quartas de final, Demoliner e Sharan terão pela frente uma dupla da casa que sairá do confronto Kevin Krawietz e Andreas Mies contra Matthias Bachinger e Peter Gojowczyk, que são convidados da organização.

FEMININO - Eliminada no qualifying de simples, a brasileira Beatriz Haddad Maia foi convidada pela organização do Torneio de Praga, na República Checa, para jogar a chave de duplas com a compatriota Luisa Stefani. As duas entraram em quadra nesta terça-feira e venceram na estreia a parceria formada pela sueca Cornélia Lister e pela checa Renata Voracova por 2 sets a 0, com parciais de 6/1 e 7/5.

Na segunda rodada, já pelas quartas de final, Bia Haddad e Luisa Stefani terão pela frente as vencedoras do duelo entre a norte-americana Nicole Melichar e a checa Kveta Peschke, cabeça de chave número 1, contra a suíça Xenia Knoll e a croata Aleksandra Krunic.

O austríaco Dominic Thiem não deu chances para o azar e confirmou nesta sexta-feira o seu favoritismo contra o argentino Guido Pella para avançar às semifinais do ATP 500 de Barcelona, competição realizada em quadras de saibro na Espanha. O atual número 5 do mundo ganhou com tranquilidade por 2 sets a 0 - com parciais de 7/5 e 6/2 - e agora terá pela frente o espanhol Rafael Nadal, cabeça de chave 1 e dono de 11 títulos no torneio catalão.

O duelo deste sábado entre Nadal e Thiem passa longe de ser novidade no circuito profissional, muito menos no saibro. Os dois se enfrentarão pela 12.ª vez, sendo que será a 11.ª na terra batida. A exceção foi a vitória do espanhol nas quartas de final do US Open, em Nova York, do ano passado.

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Nadal está em vantagem por 8 a 3, mas essas três vitórias, todas no saibro, fazem de Thiem um dos poucos tenistas do circuito profissional a derrotar o "Rei do Saibro" tantas vezes no seu piso favorito. Um deste triunfos foi nas quartas de final do Masters 1000 de Madri, na Espanha, no ano passado. Em Barcelona, os dois já fizeram uma decisão, em 2017, com vitória do espanhol.

NA HUNGRIA - O ATP 250 de Budapeste, também em quadras de saibro, conheceu nesta sexta-feira os semifinalistas. Dois sérvios conseguiram a classificação: Laslo Djere e Filip Krajinovic, que derrotaram o croata Borna Coric (6/4 e 7/5) e o georgiano Nikoloz Basilashvili (3/6, 6/2 e 6/3), respectivamente.

Na luta por vaga na final, Djere enfrentará o italiano Matteo Berrettini, que derrotou nas quartas o uruguaio Pablo Cuevas, algoz do croata Marin Cilic (cabeça 1) na rodada anterior, por 2 sets a 1 - com parciais de 6/3, 1/6 e 6/3.

O adversário de Krajinovic será o francês Pierre-Hugues Herbert, que venceu o convidado local Attila Balazs por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/4.

Torneio que reúne os oito melhores tenistas da temporada no fim do ano, o ATP Finals dará adeus a Londres como seu palco de disputas em 2020. A Associação dos Tenistas Profissionais anunciou nesta quarta-feira que o grande evento passará a ser realizado em Turim a partir de 2021 e ficará na cidade italiana pelo menos até 2025.

A competição ocorrerá dentro da Pala Alpitour, arena multiuso com capacidade para receber 15 mil pessoas e que foi inicialmente construída para ser o local das partidas de hóquei dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2006. O local abrigou no ano passado partidas da fase de grupos e do estágio final do Mundial Masculino de Vôlei.

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Cinco cidades se candidataram a sede do ATP Finals neste período entre 2021 e 2025, entre as quais Londres, cuja O2 Arena, que conta com 20 mil lugares e recebe o badalado torneio desde 2009. As outras que perderam esta disputa para Turim foram Manchester, também na Inglaterra, Cingapura e Tóquio.

"Nossos parabéns a Turim por oferecer um projeto de candidatura tão abrangente e impressionante", afirmou o presidente da ATP, Chris Kermode, nesta quarta-feira, quando também destacou: "A Itália fornece para nós um dos mercados de tênis mais fortes e estabelecidos na Europa e tem um histórico comprovado de sediar eventos de tênis de nível internacional".

Realizado no mês de novembro, o ATP Finals conta sempre com duas disputas, sendo a principal delas envolvendo os oito melhores tenistas do ano, e outra entre as oito duplas de maior sucesso ao longo da temporada.

"O ATP Finals é o maior e mais prestigiado evento que nós temos na ATP. É um torneio que historicamente moveu-se e então estou muito empolgado para ver esta mudança para Turim a partir de 2021", afirmou o sérvio Novak Djokovic, atual líder do ranking mundial e cinco vezes campeão desta competição que fecha a temporada.

A Itália também abrigou recentemente o Next Gen Finals, outro torneio de final de ano no calendário e que foi criado para reunir os melhores tenistas da nova geração, com idade máxima de 21 anos. Este evento está programado para seguir ocorrendo em Milão pelo menos até 2021.

PRÊMIO RECORDE - A entidade que comanda o tênis profissional masculino mundial também confirmou que o ATP Finals contará com uma premiação recorde em 2021, quando serão distribuídos US$ 14,5 milhões (cerca de R$ 57,1 milhões, pela cotação atual).

A confirmação de Turim como próxima sede do grande evento que fecha o ano do tênis entre os homens ocorreu apenas três dias depois de o italiano Fabio Fognini conquistar o título do Masters 1000 de Montecarlo. E o anúncio, que representa um grande impulso para o tênis na Itália, também acontece duas semanas antes da realização do Masters 1000 de Roma.

E pesou para a escolha de Turim para ser sede do ATP Finals o fato de que o governo italiano prometeu investir 78 milhões de euros (aproximadamente R$ 344 milhões) por meio de um fundo destinado à competição, que é a última de uma série de grandes eventos esportivos que estão contando com o apoio financeiro do Estado.

15ª SEDE DIFERENTE - Angelo Binaghi, o presidente da Federação Italiana de Tênis, reconheceu que "não seria possível" garantir a realização do ATP Finals em Turim sem a ajuda governamental. E a cidade italiana vai se tornar a 15ª diferente a abrigar o torneio que reúne os melhores tenistas do ano ao final de uma temporada.

Inicialmente chamado de Masters Grand Prix, a competição ocorreu em sete sedes diferentes nos seus sete primeiros anos de disputa, entre 1970 e 1976, período em que estreou em Tóquio e depois passou por Paris, Barcelona, Boston, Melbourne, Estocolmo, Houston e Nova York. A última destas cidades norte-americanas depois foi o palco do torneio entre 1977 e 1989, sempre sendo realizado no ginásio Madison Square Garden.

Depois disso, o evento ganhou o nome de ATP Tour World Championships a partir de 1990, quando migrou para a Alemanha e ocorreu em Frankfurt até 1995 e em Hannover de 1996 a 1999. Em 2000, a competição voltou a mudar de nome e passou a ser chamada de Masters Cup. Naquele ano, o brasileiro Gustavo Kuerten triunfou com a conquista do título em Lisboa, superando Pete Sampras nas semifinais e André Agassi na decisão. E, de quebra, assumiu a liderança do ranking mundial com o feito.

Em seguida, Sydney (2001), Xangai (2002 e entre 2005 e 2008) e Houston (2003 e 2004) foram o local de disputas do grande torneio. E finalmente Londres se tornou a sede do ATP Finals em 2009, quando também ganhou o nome atual do evento. O maior campeão da história da competição é o suíço Roger Federer, com seis troféus.

O tenista Fabio Fognini conquistou o título mais importante de sua carreira, neste domingo, ao derrotar o sérvio Dusan Lajovic (48º do ranking) por 2 sets a 0, parciais de 6/3 e 6/4, em 1h38, e se sagrar campeão do Masters 1000 de Montecarlo.

Na semifinal, o italiano, de 31 anos, 18º do ranking mundial, havia derrotado o espanhol Rafael Nadal, dono de 11 taças no torneio e não era derrotado na tradicional quadra de saibro de Mônaco desde a semifinal de 2015.

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Com o primeiro título em Masters 1000, Fognini deverá subir seis posições no novo ranking da ATP, que será divulgado nesta segunda-feira, alcançando a 12ª posição, a melhor de sua carreira de 622 jogos. O tenista soma oito títulos de ATP. Outro que jamais havia disputado uma final de Masters 1000, Lajovic vai subir 24 posições e aparecer como 24º do mundo, após 238 partidas disputadas na carreira.

Motivado pelo fato de não ter perdido nenhum set no torneio deste ano, Lajovic, de 28 anos, começou bem a partida e logo quebrou o saque de Fognini, ao fazer dois games a um. Mas a reação do italiano foi imediata.

Fognini devolveu a quebra de saque, somou outros quatro games na sequência e alcançou 5 a 2. Com tranquilidade, fechou o primeiro set em 6/3, graças ao ótimo aproveitando nas bolas do fundo da quadra, como já havia feito com Nadal.

O segundo set ganhou dramaticidade, quando Fognini acusou uma dor na coxa durante a disputa do quinto game. O atleta recebeu atendimento e permaneceu na disputa. Lajovic cometeu erro incrível ao executar um smash e viu Fognini abrir 4/2. Daí em diante, o italiano manteve o ritmo e obteve grande vitória.

Nas duplas, em uma partida bastante equilibrada, o título ficou para os croatas Nikola Mektic e Franko Skugor, que venceram os holandeses Robin Haase e Wesley Koolhof por 6/7 (3/7), 7/6 (7/3) e 11-9.

Soberano em Montecarlo, o espanhol Rafael Nadal teve de suar muito nesta sexta-feira para se classificar às semifinais do torneio monegasco jogado no saibro. Em um dos jogos mais difíceis dos últimos anos na competição, o atual vice-líder do ranking mundial sofreu, mas superou o argentino Guido Pella por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (7/1) e 6/3.

O espanhol, que não perdia mais de cinco games em uma partida em Mônaco desde 2017, vai disputar a semifinal do campeonato pela 14ª vez e busca seu quarto troféu consecutivo. O último a derrotar Nadal em Mônaco foi Novak Djokovic, nas semifinais de 2015. O adversário de número 2 do mundo sairá do vencedor do duelo entre o italiano Fabio Fognini e o croata Borna Coric.

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Maior vencedor de Montecarlo, com 11 títulos, Nadal teve dificuldades para vencer seu 71º jogo no torneio, o 18º seguido, sobretudo no primeiro set, em que teve de ir ao tie-break. Antes deste jogo, ele havia perdido apenas nove games nos últimos sets jogados contra Pella, 35 do mundo. Agredido, Nadal reagiu nos momentos mais difíceis e mostrou força ao quebrar sete dos 13 break points na partida.

Campeão do Brasil Open neste ano, Guido Pella teve chances preciosas de vencer a primeira parcial, mas vacilou e vacilar contra um dos melhores tenistas do mundo custa caro. Agressivo, o argentino encurralou Nadal no começo e chegou a abrir 4/1.

Além disso, Pella teve a chance de fechar o set quando liderava o placar por 6/5 com o saque a seu favor, mas sucumbiu diante do espanhol, que virou o placar e definiu a parcial no tie-break, fazendo 7/1.

A segunda parcial foi bem diferente, de modo que Nadal dominou do início ao fim e chegou a abrir 5/1 diante de um rival mais cansado, que até ofereceu alguma resistência, mas só foi suficiente para adiar o fechamento do set, definido em 6/3 pelo espanhol e, consequentemente, do jogo.

A brasileira Beatriz Haddad Maia está classificada às semifinais do Torneio de Bogotá. Nesta sexta-feira, a número 165 do mundo ficou 2 horas e 44 minutos em quadra para assegurar o triunfo de virada sobre a espanhola Sarra Sorribes Tormo, a 79ª colocada no ranking da WTA, por 2 sets a 1, com parciais de 6/7 (6/8), 6/2 e 6/3.

Como precisou disputar o qualifying para participar da chave principal do Torneio de Bogotá, Bia Haddad já acumula cinco vitórias consecutivas no evento colombiano. E se classificou para a segunda semifinal da sua carreira, sendo que em 2017 foi vice-campeã do Torneio de Seul, após perder a decisão para a letã Jelena Ostapenko.

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Curiosamente, naquele evento sul-coreano, Bia Haddad também derrotou Sorribes Tormo nas quartas de final, mas, naquela oportunidade, por duplo 6/4. Só que dessa vez o triunfo foi bem mais complicado, numa partida de 16 duplas faltas, sendo nove da tenista espanhola.

O primeiro set teve seis quebras de serviço, no terceiro e quarto games e também do sexto ao nono. A definição, então, ficou para o tie-break, quando Sorribes Tormo se deu melhor.

No segundo set, Bia Haddad conseguiu quebras de saque no primeiro, terceiro e quinto games. E ainda que não tenha sustentado o saque no segundo, não teve problemas para triunfar por 6/2.

O sete de desempate também foi cheio de quebras de serviço: seis nos nove games disputados. Foram quatro para Bia Haddad, no terceiro, quinto, sétimo e nono games, o que a levou a assegurar a vitória por 6/3 e a passagem às semifinais do Torneio de Bogotá.

A brasileira Beatriz Haddad Maia avançou nesta quarta-feira para as quartas de final do Torneio de Bogotá. Em duelo que chegou a ser interrompido pela chuva, a número 165 do mundo superou a eslovaca Anna Karolina Schmiedlova, 66ª colocada no ranking da WTA, por 2 sets a 0, com duplo 7/6, em 2 horas e 37 minutos.

Foi um jogo de muitas duplas faltas - 13, sendo oito cometidas por Bia Haddad. E também de muitos break points, sendo que a brasileira converteu três de dez, enquanto a eslovaca, que foi campeã no ano passado do evento colombiano, aproveitou três de nove.

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No primeiro set, Bia abriu 2/0, mas perdeu o saque na sequência. A brasileira converteu novo break point no sétimo game, vacilou no seu serviço quando poderia fechar a parcial, mas reagiu no tie-break, ganho por 7/3.

Já na segunda parcial, Bia largou novamente com 2/0, mas depois viu o duelo ser paralisado por mais de uma hora por causa da chuva. Novamente quando podia fechar a parcial - e o jogo - no nono game, perdeu o saque. Mas mais uma vez se deu melhor no tie-break, essa mais equilibrado, ganhando por 8/6.

Assim, depois de passar pelo qualifying com dois triunfos, Bia Haddad obteve a segunda vitória na chave principal do Torneio de Bogotá, se garantindo nas quartas de final. E o último triunfo foi sobre uma tenista com quem duelará na próxima semana na Fed Cup.

Também na Colômbia, mas pela chave de duplas, a brasileira Laura Pigossi e a mexicana Renata Zarazua foram eliminadas na primeira rodada com a derrota por duplo 6/4 para as romenas Irina Bara e Elena-Gabriela Ruse.

Em maio de 2018, antes de passar por uma cirurgia nas costas que a deixou de fora do circuito profissional por cerca de três meses, a tenista brasileira Beatriz Haddad Maia ocupava a 58.ª colocação do ranking da WTA, a sua melhor da carreira. Quase um ano depois, prejudicada pela perda de pontos decorrente da sua recuperação, a paulista entre nesta semana na 165.ª posição, em um ganho de 11 lugares na lista atualizada nesta segunda-feira. Seu sonho é voltar ao Top 100.

A subida no ranking se deve à campanha que teve no Torneio de Monterrey, no México. Bia Haddad conseguiu vencer três vezes pelo qualifying e entrou na chave principal, onde caiu na primeira rodada para a francesa Kristina Mladenovic. Nesta semana, a brasileira que está a 265 pontos da japonesa Misaki Doi, a atual 100.ª colocada do mundo, está jogando no saibro de Bogotá, na Colômbia.

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Entre as 10 primeiras colocadas da WTA, a única mudança foi a subida da ucraniana Elina Svitolina da sétima para a sexta colocação, ultrapassando a holandesa Kiki Bertens. A japonesa Naomi Osaka segue na liderança, com uma vantagem de 185 pontos para a romena Simona Halep, a segunda colocada. As checas Petra Kvitova e Karolina Pliskova vêm logo atrás.

Campeã em Charleston, nos Estados Unidos, a norte-americana pulou da 18.ª para a 14.ª posição. Um pouco à frente, em 12.º, está a dinamarquesa Caroline Wozniacki, derrotada pela tenista local na decisão. A outra vencedora desta semana, em Monterrey, no México, foi a espanhola Garbiñe Muguruza, que segue na 19.ª colocação.

MASCULINO - Em uma semana de pouca movimentação no ranking da ATP, apenas com a disputa de torneios em nível challenger, a liderança segue com o sérvio Novak Djokovic, com o espanhol Rafael Nadal, o alemão Alexander Zverev e o suíço Roger Federer na sequência.

A primeira mudança no Top 100 foi a subida do japonês Yoshihito Nishioka da 66.ª para a 64.ª posição. Quem mais galgou colocações foi o norte-americano Tennys Sandgren, que ganhou 12 lugares e está agora em 81.º.

Os brasileiros praticamente ficaram na mesma. Atual número 1 do País, o cearense Thiago Monteiro conseguiu ganhar um lugar na lista e agora é o 111.º do mundo. Segundo, o paulista Rogério Silva se manteve na 158.ª colocação.

Confira o ranking da WTA:

1.ª - Naomi Osaka (JAP) - 5.967 pontos

2.ª - Simona Halep (ROM) - 5.782

3.ª - Petra Kvitova (RCH) - 5.645

4.ª - Karolina Pliskova (RCH) - 5.580

5.ª - Angelique Kerber (ALE) - 5.220

6.ª - Elina Svitolina (UCR) - 5.020

7.ª - Kiki Bertens (HOL) - 4.640

8.ª - Sloane Stephens (EUA) - 4.386

9.ª - Ashleigh Barty (AUS) - 4.275

10.ª - Aryna Sabalenka (BIE) - 3.595

11.ª - Serena Williams (EUA) - 3.461

12.ª - Caroline Wozniacki (DIN) - 3.421

13.ª - Anastasija Sevastova (LET) - 3.145

14.ª - Madison Keys (EUA) - 3.011

15.ª - Anett Kontaveit (EST) - 2.845

16.ª - Qiang Wang (CHN) - 2.812

17.ª - Elise Mertens (BEL) - 2.800

18.ª - Julia Goerges (ALE) - 2.630

19.ª - Garbiñe Muguruza (ESP) - 2.525

20.ª - Belinda Bencic (SUI) - 2.515

165.ª - Beatriz Haddad Maia (BRA) - 350

355.ª - Carolina Alves Meligeni (BRA) - 115

442.ª - Gabriela Cé (BRA) - 69

447.ª - Luisa Stefani (BRA) - 66

Confira o ranking da ATP:

1.º - Novak Djokovic (SER) - 11.070 pontos

2.º - Rafael Nadal (ESP) - 8.725

3.º - Alexander Zverev (ALE) - 6.040

4.º - Roger Federer (SUI) - 5.590

5.º - Dominic Thiem (AUT) - 4.765

6.º - Kei Nishikori (JAP) - 4.200

7.º - Kevin Anderson (AFS) - 4.115

8.º - Stefanos Tsitsipas (GRE) - 3.240

9.º - Juan Martín Del Potro (ARG) - 3.225

10.º - John Isner (EUA) - 3.085

11.º - Marin Cilic (CRO) - 3.015

12.º - Karen Khachanov (RUS) - 2.810

13.º - Borna Coric (CRO) - 2.345

14.º - Daniil Medvedev (RUS) - 2.295

15.º - Milos Raonic (CAN) - 2.140

16.º - Marco Cecchinato (ITA) - 2.021

17.º - Nikoloz Basilashvili (GEO) - 1.930

18.º - Fabio Fognini (ITA) - 1.885

19.º - Gaël Monfils (FRA) - 1.875

20.º - Denis Shapovalov (CAN) - 1.820

111.º - Thiago Monteiro (BRA) - 524

158.º - Rogério Dutra Silva (BRA) - 338

226.º - Thomaz Bellucci (BRA) - 216

245.º - Guilherme Clézar (BRA) - 186

A norte-americana Madison Keys desbancou o favoritismo da dinamarquesa Caroline Wozniacki ao vencer a adversária por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (7/5) e 6/3, neste domingo, e faturou o título do Torneio de Charleston, nos Estados Unidos.

Cabeça de chave número 8 da competição e atual 18º tenista do mundo, Keys superou a jogadora da Dinamarca pela primeira vez no circuito da WTA, depois de ter sido derrotada pela rival no US Open de 2016 e no Torneio de Indian Wells de 2017, em dois eventos também realizados em solo norte-americano.

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Essa, porém, foi a primeira vez que elas mediram forças em uma quadra de saibro, na qual a tenista dos EUA levou a melhor após 1h46min de equilibrada partida com a ex-número 1 do mundo e hoje 13ª colocada do ranking da WTA.

Esse foi o quarto troféu conquistado por Keys na elite profissional feminina do tênis, sendo que em 2015 ela havia sido vice-campeã em Charleston ao ser batida na decisão pela alemã Angelique Kerber. Já Wozniacki fracassou em sua tentativa de ganhar a sua 31º taça de simples nesta que foi a sua terceira participação da final desta competição. Anteriormente, ela ficou com o título em Charleston em 2011, depois de ter amargado um outro vice-campeonato no torneio em 2009.

MONTERREY - Em outra decisão do tênis feminino realizada neste domingo, a espanhola Garbiñe Muguruza teve bem menos trabalho para se sagrar bicampeã do Torneio de Monterrey. Atual detentora do título do evento realizado em quadras duras no México, ela voltou a ficar com a taça ao contar com a desistência da bielo-russa Victoria

Azarenka, por motivo de lesão, quando vencia o segundo set por 3 a 1.

Antes disso, a atual 19ª colocada do ranking mundial já havia arrasado a adversária por 6/1 na primeira parcial. Azarenka, que já foi número 1 da WTA e hoje ocupa a 67ª posição, alegou dores na panturrilha da perna esquerda para abandonar a partida.

Esse foi o sétimo título de simples obtido por Muguruza no circuito profissional, enquanto a jogadora da Bielo-Rússia almejava o seu 21º troféu. E ela havia levado a melhor no único confronto anterior entre as duas, realizado em 2016, no Torneio de Miami.

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