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| Vida Saudável

O mundo dos esportes e das atividades físicas é amplo e diverso. Dessa maneira, há sempre alguma modalidade sobre a qual ouvimos falar, mas que não sabemos muito bem do que se trata. Se, por acaso, você já ouviu falar em Nordic Walking, Biathlon ou Trekking Poles, mas não tem a menor ideia de que tipo de esporte são esses, não se preocupe, pois o LeiaJá vai explicar cada um deles.

Até hoje, o Brasil só teve uma atleta que se destacou no Biathlon: a mineira Jaqueline Mourão. Ela começou a praticar a modalidade em 2010 e, mesmo sem experiência, foi com dedicação e muita força de vontade aprendendo. Em 2011, ela participou do Campeonato Mundial de Biathlon, deixando uma marca na história do esporte ao se classificar para as Olimpíadas de Inverno em Sochi. Ela também participou da Copa do Mundo de 2012 da modalidade, representando o Brasil. Atualmente, ela se dedica ao ciclismo e conseguiu bons resultados no Pan-Americano de 2019, mas é sempre lembrada pela participação inédita nas Olimpíadas de Inverno.

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Entretanto, o que é o Biathlon, e qual é a diferença dele para o Trekking Poles e o Nordic Walking?

Nordic Walking, Biathlon e Trekking Poles: em que consistem essas atividades?

O Nordic Walking é um tipo de caminhada na neve que é feita com a ajuda de duas barras usadas no Ski. Essa atividade esportiva pode ser praticada não apenas por profissionais, mas também por amadores, já que traz diversos benefícios para a saúde. O esporte tem origem nos países nórdicos, com mais tradição na Finlândia. Essa forma de caminhar era, antigamente, a única maneira de se preparar para a temporada de Ski na neve. Porém, acabou se transformando em uma modalidade única, o que fez com que competições e exercícios específicos passasem a ser criados.

Já o Biathlon é um esporte diferente, apesar de também ser disputado em países com neve durante o inverno. Ele combina a modalidade de tiro com o Ski, algo que foge da realidade brasileira. Por último, temos também o termo Trekking Poles, que não se trata necessariamente de um esporte. Na verdade, esse é o nome dado às barras utilizadas para longas caminhadas na natureza e que são largamente usadas para fazer trilha. Essas barras são fundamentais para dar maior estabilidade e ritmo nas caminhadas por diferentes tipos de terreno. Entretanto, não se pode confundir as Trekking Poles com as supracitadas barras de Ski. Em entrevista concedida ao jornal O Globo, a representante do Nordic Walking no Brasil, Cida Conti, afirmou que é errado usar Trekking Poles para realizar o Nordic Walking, já que os dois possuem estruturas completamente diferentes.

Quais são as semelhanças e as diferenças entre Nordic Walking, Biathlon e Trekking Poles?

Apesar de as três atividades utilizarem barras, que é a principal semelhança entre elas, existem também diferenças consideráveis que devem ser levadas em conta. O Nordic Walking é uma caminhada que só pode acontecer em superfícies planas e com a utilização das barras corretas e específicas para isso. Já os Trekking Poles, conforme mencionado anteriormente, são ideais para uma caminhada em diferentes tipos de terreno, como os montanhosos. Isso demonstra que as finalidades de ambos são diferentes, pois o Nordic Walking tem como objetivo garantir um movimento e um trabalho muscular de igual intensidade tanto na parte inferior como na parte superior do corpo.

O Biathlon, por sua vez, foge das outras duas atividades por ser um esporte olímpico e que obviamente se utiliza das barras para Ski, já que isso faz parte da modalidade. Existem diversos torneios importantes de Biathlon, sendo um deles a Copa do Mundo. Porém, é nas Olimpíadas de Inverno que a modalidade chama mais a atenção. Atualmente, dois nomes se destacam na categoria: Martin Fourcade, que é pentacampeão olímpico, e Laura Dahlmeier, que mesmo com apenas 26 anos já conquistou duas medalhas de ouro nas Olimpíadas de Inverno.

A próxima edição das Olimpíadas de Inverno só vai acontecer em 2022. O evento será na China, que ainda luta por maior protagonismo no cenário esportivo. Apesar de serem uma potência nas Olimpíadas de Verão, os chineses não costumam se destacar em eventos como a Copa do Mundo de futebol, por exemplo. No Mundial de 2022, para se ter uma ideia, a China aparece como zebra no site da casa de aposta esportiva Betway. A equipe chinesa de futebol tinha, no dia 5 de maio, apenas 0,4% de chance de sair do Catar com o título. Por isso, o país asiático precisa de cada vez mais tradição para conseguir evoluir em diferentes modalidades.

Quem são Martin Fourcade e Laura Dahlmeier: um pouco sobre cada um desses atletas

Martin Fourcade é francês e tem no currículo sete medalhas olímpicas, sendo cinco de ouro e duas de prata. Além disso, o atleta de 31 anos já ganhou vários outros títulos dentro da modalidade, sendo um dos principais nomes da atualidade no Biathlon. Desde as Olimpíadas de 2018, quando conquistou três medalhas de ouro, Martin se tornou o francês com melhor desempenho olímpico na história. Ele já foi considerado um dos melhores atletas europeus da atualidade.

Já Laura Dahlmeier é alemã e tem sido fundamental nos bons resultados do país nas Olimpíadas de Inverno. Em 2018, por exemplo, o país terminou com 31 medalhas, sendo 14 de ouro, Com 26 anos, ela é considerada uma esportista em ascensão, tendo conquistado três medalhas olímpicas, sendo duas de ouro e uma de bronze. Laura, também se tornou a primeira mulher a ser campeã em duas categorias diferentes no Biathlon em uma mesma Olimpíada. Ou seja, tanto Laura quanto Martin são atletas que se destacam nesse esporte que mistura diversas habilidades.

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Ficou com vontade de praticar Nordic Walking ou fazer uma trilha utilizando Trekking Poles? Já conhecia algo sobre o Biathlon? Não deixe de comentar com suas respostas e continue acessando o LeiaJá para ficar por dentro de mais notícias do Brasil e do mundo.

Os idosos estão no grupo de risco do novo coronavírus e são prioridades das famílias na hora do isolamento social. Alguns moram sozinhos, outros com seus familiares e diante de tanto tempo confinado, sem aquelas caminhadas pelos parques ou praias para esticar as pernas e exercitar o corpo, esteja difícil lidar com o dia a dia. 

LeiaJá convidou a profissional em educação física, especialista em reabilitação de lesões, Izadora Costa para dar dicas de atividades que podem ser feitas com os idosos em casa. 

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Confira:

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A pandemia do novo coronavírus provocou uma série de restrições. O fechamento de academias, praças, parques e praias são algumas delas. Além disso, o apelo para que as pessoas fiquem em casa tem tomado conta dos discursos de autoridades. Mas, como manter a boa forma diante da impossibilidade, por exemplo, daquele treino bem preparado na academia? Ou, até mesmo, como começar a praticar exercícios físicos estando em casa?

O LeiaJá convidou a profissional em educação física, especialista em reabilitação de lesões, Izadora Costa para dar dicas de como não deixar de se exercitar mesmo precisando ficar em casa para conter a proliferação do novo coronavírus. 

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Veja:

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Entre as atividades cotidianas alteradas no período de isolamento social está a prática esportiva. A rotina dos adeptos do condicionamento físico foi atingida de maneira direta com a disseminação do novo coronavírus (Covid-19) pelo mundo. Além do fechamento obrigatório das academias para evitar aglomerações, os parques públicos também permanecem com os portões fechados.

Apesar da pandemia, o corpo de quem já está acostumado a se movimentar com exercícios físicos não consegue ficar parado. A saída é fazer exercícios em casa, como a gerente de contas Mariana de Paula, 36 anos. Adepta da prática nas academias há pouco mais de 12 meses, ela afirma que a adaptação ao novo ambiente de treinos foi fácil, mas teve que improvisar. "Acabo usando 'pesos', como garrafas de água cheias, a maleta de ferramentas do meu marido e até minha filha caçula no colo, para os agachamentos, mas não se compara aos pesos reais", comenta.

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A gerente Mariana de Paula improvisa equipamentos durante os treinos | Foto: Arquivo Pessoal

Segundo Mariana, as atividades são realizadas três vezes por semana e com monitoramento de um personal trainner. "Me concentro e levo a sério, meu professor brinca que não vale roubar na quantidade de repetições ou na intensidade do exercício, mas faço direitinho o que ele manda e como ele manda", ressalta. Para a gerente de contas, os treinos no lar são positivos pelo fato de não precisar se locomover até a academia. Ela ainda aponta fatores pelos quais acredita que a prática em casa possa ser absorvida por mais adeptos em um futuro próximo. "É uma saída aos que querem gastar menos, a quem tem vergonha de fazer exercícios com outras pessoas perto e aos que não têm com quem deixar os filhos para irem a academia", complementa.

Esteira x rua

O engenheiro civil Ginaldo de Vasconcelos Filho, 50 anos, teve que abandonar os treinos nas ruas e parques públicos. Entusiasta da corrida há seis anos, Filho fez um investimento para dar sequência à prática de atividades físicas. "Acabei comprando uma esteira e o treinador adaptou meus treinos para correr em casa mantendo o condicionamento físcio sem baixar a imunidade", conta. Acostumado com o esporte em espaços externos, o engenheiro não reclama do exercício em um novo local, mas sente falta do ambiente mais adequado. "Avalio que fazer corrida na esteira em casa é melhor até que fazer na academia, pois consigo me concentrar mais, porém nada se compara ao exercício ao ar livre".

Filho ainda cita um exemplo do exterior para o incentivo à atividade física. "A Alemanha é o país que está lidando melhor com o Covid-19 na Europa e lá, entre os serviços essenciais abertos, estão incluídas as bicicletarias. A recomendação é que não se use o metrô e vá de bicicleta ao trabalho", destaca. Para o engenheiro, a opção por se exercitar durante o período de isolamento social poderia melhorar a vida das pessoas. "Fazer exercício é fundamental dentro e fora de casa, mas as pessoas só irão fazer se tiver uma campanha esclarecedora na grande mídia", complementa.

O engenheiro Ginaldo de Vasconcelos e o filho Vinicius, quando podiam correr ao ar livre | Foto: Arquivo Pessoal

Para a professora de educação física Sheila Hipólito dos Santos, os efeitos da atividade atlética são benéficos para a saúde do corpo e da mente. "O exercício aumenta os níveis de endorfina, melhora o humor e pode nos ajudar a passar por esses dias de uma forma um pouco mais tranquila", considera. Ela também avalia como positiva a improvisação de equipamentos para a execução das atividades em casa. "Com um pouco de criatividade é possível sair do sedentarismo, usar objetos que já estão ao alcance da mão, como garrafas cheias de água e mochilas ou malas com roupas".

A especialista ainda dá dicas para quem não está movimentando o corpo no isolamento social. "A pessoa sedentária deve procurar uma atividade que goste, para assim trazer o benefício do exercício com algum nível de prazer e diversão", ressalta. Segundo Sheila, para que um corpo seja considerado fisicamente ativo, são recomendados ao menos 150 minutos semanais de atividade física", complementa.

A professora também observa que é preciso investigar fatores de risco, como histórico familiar de hipertensão, diabetes, problemas cardíacos ou de coluna, entre outros, antes de fazer exercícios. "A correção da execução do movimento é fundamental para reduzir o risco de possíveis lesões, então antes de começar as atividades, é preciso consultar um profissional que, antes de começar qualquer programa de treinamento, realizará uma entrevista e exames para conhecer o histórico de saúde do aluno", orienta.

Durante o período de isolamento social em que as academias estão fechadas, muitas pessoas têm buscado se exercitar em casa e a internet pipoca de “dicas de exercícios” fornecidas por pessoas leigas e influenciadores digitais de vida fitness que não têm formação em educação física ou registro no conselho da profissão. A prática, no entanto, configura crime e pode ser penalizada, além de levar riscos à sociedade. 

De acordo com o professor Lúcio Beltrão, presidente do Conselho Regional de Educação Física da 12ª Região/Pernambuco (CREF12/PE), é importante que as pessoas busquem continuar em movimento mesmo dentro de casa, até para ajudar o sistema imunológico nesse momento de pandemia. No entanto, os meios eletrônicos, segundo ele, não podem substituir o acompanhamento de um profissional de educação física.

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“Não sou contra os bons aplicativos ou treinos online, mas eles devem apenas auxiliar e não substituir o Profissional de Educação Física. Internet não é terra sem lei. Estamos monitorando e recebendo inúmeras denúncias de pessoas que dão dicas ou aulas sem ter registro no CREF. Vamos representar criminalmente contra todos. Ministério Público, Procon, Delegacia de Polícia e Poder Judiciário serão acionados para defender a sociedade”, diz o chefe do conselho. 

No Brasil, os profissionais de educação física são reconhecidos tanto como professores na área de educação quanto como profissionais de saúde. De acordo com o CREF, “as prescrições de atividades físicas e dos desportos devem obrigatoriamente ser ministradas, orientadas e ensinadas exclusivamente por Profissionais de Educação Física devidamente inscritos e regulares junto ao Sistema CONFEF/CREF’s”, por força de lei.

Como a profissão é regulamentada, somente o registro no conselho garante o seu exercício. “Médico, nutricionista, engenheiro, fisioterapeuta, estagiário, coach, blogueiro, artista, fisiculturista, estudante universitário, atleta, pedagogo, influenciador digital, advogado ou qualquer outro profissional não pode orientar, dar dicas ou prescrever exercício físico. Apenas o Profissional de Educação Física tem essa prerrogativa. Qualquer outro que faça algo dessa natureza responderá criminalmente por exercício ilegal da profissão”, alerta Lúcio Beltrão.

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--> Prefeitura do Cabo promove aulas de ginástica online

-->  Praticantes mantêm o desafio de treinar na quarentena

 Durante o período de quarentena em combate ao novo coronavírus muitas pessoas tem optado por se exercitar em casa, já que a maioria dos locais como academias e parques estão fechados.

Com a interrupção das atividades nos polos municipais Esporte & Vida, a Prefeitura do Cabo decidiu adotar as aulas online para o público que se exercitava nesses espaços. 

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As aulas acontecem uma vez por semana, pela manhã, e são transmitidas através do Facebook e Instagram da Prefeitura. Em média cerca de 4 mil pessoas tem acompanhado as transmissões de casa, que contam também com aulas de dança. Cada semana um professor se apresenta na iniciativa, para manter a população em movimento, mesmo dentro de suas casas.

 

A nova rotina do planeta, alterada devido à pandemia de coronavírus (Covid-19), tirou os adeptos da vida fitness das academias. Boa parte dos esportistas ainda insistem nas práticas ao ar livre, mas a grande maioria tem procurado manter a forma e cumprir o isolamento social ao mesmo tempo.

Com a não permissão de abertura de clubes, companhias de dança, boxes e CrossFit, proprietários de alguns estabelecimentos mudaram a estratégia para não perderem alunos e seguirem trabalhando em prol da vida saudável. É o caso da professora de educação física e bailarina Anna Paula Martins, 44 anos. Criadora do método ballet blend, que mistura o balé clássico com a ginástica localizada coreografada, ele aposta nos exercícios em casa como uma tendência para o futuro de quem não tem tempo ou procura por uma justificativa para não praticar esportes. "As pessoas estão trabalhando muito, não têm tempo de deslocamento, viajam muito a trabalho. Então é uma maneira de praticar uma atividade física, como uma aula de dança, no espaço em que ela se encontra, desde que o profissional que a acompanha seja totalmente qualificado para dar uma aula online", ressalta.

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A bailarina Anna Paula Martins | Foto: Rafael Marques

A especialista destaca que, pela impossibilidade de realizar a correção dos movimentos pessoalmente, a experiência e a voz ativa do instrutor são fundamentais para a execução perfeita do treino. "Os profissionais precisam ter muita experiência no mercado fitness para ter uma abordagem correta na hora de explicar para o aluno como deve ser feita a atividade", explica Anna.

A bailarina Patrícia Marrese, 28 anos, faz as aulas de Anna e diz que toma algumas medidas para não perder o foco durante o treino com a ajuda do ambiente virtual. "Quando vou acompanhar alguma aula online, desligo o celular e fecho a porta para não ser interrompida", comenta. "É concentração máxima no momento presente para evitar possíveis distrações e, consequentemente, lesões", complementa.

A bailarina Patrícia Marrese | Foto: Rafael Marques

Já no campo do CrossFit, que tem como base o levantamento de peso olímpico, a ginástica artística e o atletismo para trabalhar várias capacidades físicas, alguns atletas acostumados com o treino nos chamados "boxes" estranharam a mudança. Foi o que aconteceu com o administrador de empresas Jaques Lacerda, 44 anos. "Meu rendimento caiu bastante, pois gosto das aulas presenciais e de socializar com as pessoas", declara.

Praticante da modalidade há 18 meses, Lacerda esclarece que seus técnicos têm se dedicado muito, mas a alteração no cotidiano derrubou sua concentração para o nível médio. "Estou tentando criar uma rotina, já que meu box está dando total atenção e nos incentivando bastante a continuar os treinos", conta. Apesar dos fatores negativos, o administrador aprova a flexibilização dos horários e a presença da família durante os treinos na quarentena. "Vejo como positivo o horário livre para fazer os exercícios no seu tempo e o estar perto dos filhos, que pode incentivá-los à prática esportiva no futuro", complementa.

O administrador Jaques Lacerda treina em casa | Foto: Arquivo pessoal

Uma das coaches de Lacerda no box Dobermann CrossFit é Giselle Alves, 31 anos. Treinadora da modalidade há três anos, a professora vê a sinceridade dos alunos como fator preponderante para o alcance dos resultados. "Ter uma relação de sinceridade com o aluno e passar a ele a importância desse feedback honesto faz toda a diferença no objetivo e na evolução dos treinos", avalia Gisele. Durante a execução dos movimentos a distância, a professora acredita que a responsabilidade dos profissionais aumenta. "O desempenho depende muito do ânimo do aluno, mas trazemos essa responsabilidade para nossa equipe, e estimulamos ao máximo a frequência diária de treinos online e outros transmitidos ao vivo", complementa.

Giselle Alves, no alto, durante treino de CrossFit | Foto: Arquivo pessoal

Apesar das "academias improvisadas" devido ao isolamento social, Giselle acredita que a modalidade é praticável em qualquer ambiente. "Nós trabalhamos muitos exercícios com peso corporal, o que nessas horas se torna vantajoso, já que o aluno consegue realizar a atividade em casa. Na falta de carga extra, aumentamos o volume de treinos para compensar e, se necessário, ainda adaptamos alguns aparelhos como utensílios do lar", comenta. Ainda de acordo com a professora, o astral das aulas no ambiente virtual pode ser outro diferencial para o incentivo dos alunos. Por isso, o professor precisa passar energia mesmo não estando próximo aos atletas. "O CrossFit aproxima alunos e professores, que se identificam na superação das suas dificuldades, nas conquistas diárias, e a empolgação da aula, somada a execução correta dos movimentos, faz toda diferença tanto em aulas presenciais como a distância", complementa.

 

Nem a pandemia de covid-19, nem a determinação para que os cidadãos franceses fiquem isolados em casa impediu que o um maratonista amador suspendesse os treinamentos. Por cerca de seis horas, ele fez cumpriu a “prova” na varanda do seu apartamento, localizado em Balma. O vídeo do treinamento repercutiu nas redes sociais.

Elisha Nochomovitz, de 32 anos, trabalha em um restaurante na cidade, mas sua paixão realmente é correr. "Meu único prazer é correr, não importa a hora", garantiu à CNN.

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Sem acesso aos locais ideais de treinamento, como parques ou vias públicas, recorreu a varanda de sete metros de comprimento para manter a forma. Durante 6 horas e 48 minutos, Elisha calcula que deu 3 mil voltas no cômodo e percorreu a distância de 42 quilômetros e 195 metros.

Confira

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Para quebrar tabus sobre a prática do CrossFit o Kamará CrosFit vai realizar o 1° Experience Day, na praça de eventos do Shopping Camará, em Camaragibe. O evento acontece no próximo sábado (1°) e domingo (2) de forma gratuita.

Além dos treinos demonstrativos liderados pelos coaches Márcio Bezerra e João Jeferson o evento também terá palestras sobre nutrição esportiva com a presença da nutricionista Edlanne Firmino e aulas de fisioterapia com o fisioterapeuta Eduardo Pimentel.

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A partição é gratuita e aberta ao público. Para participar é necessário realizar a inscrição através das redes sociais da Kamará CrossFit ou pelo telefone 81 31292277, ou whatsapp 81 9833396582.

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O Vida Ativa na Terceira Idade, da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), inicia a partir desta terça-feira (21) as inscrições para as atividades de 2020. O programa oferece prática de hidroginástica, ginástica, aerodança, dança, caminhada, yoga, alongamento e vôlei para pessoas com 50 anos ou mais. As aulas começam dia 28 de janeiro e o atendimento é gratuito.

O programa oferece aulas proporcionando acesso à atividade física sob a orientação de professores de Educação Física e supervisionadas por técnicos em Gestão de Esporte e Lazer. Os interessados em se inscrever em uma das modalidades devem apresentar o atestado do cardiologista, uma foto 3x4 e cópia do RG.

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“A Seel trabalha essas práticas esportivas, recreativas e culturais, porque preenchem a vida do idoso, estimulando e valorizando o seu desenvolvimento e a participação na sociedade”, destacou o secretário de Esporte e Lazer, Arlindo Silva.

As inscrições podem ser feitas nos núcleos da Tuna Luso Brasileira, localizada na avenida Almirante Barroso, e na sede campestre da Associação dos Servidores da Assembleia Legislativa (Asalp), na rodovia Mário Covas, no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão, e na Escola Triunfo, situada na travessa Barão do Triunfo. As matrículas seguem até a próxima sexta-feira (24).

“Estamos aguardando um grande público para fazer parte do Vida Ativa, tenho certeza que a demanda será positiva, já que é um programa que está dentro da Secretaria desde o início da sua fundação e só nos orgulha muito. Estaremos esperando todos nesse período de matrículas”, diretor técnico de Esporte e Lazer da Seel, Erivelto Pastana.

O programa Vida Ativa na Terceira Idade iniciou no ano de 1999, implantado pela Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), com objetivo de atender o público da 3° idade, proporcionando o acesso à atividade física de forma orientada, possibilitando com isso qualidade de vida (ainda maior) e o resgate da autoestima da pessoa idosa.

As modalidades destinadas para a Tuna são a hidroginástica, caminhada, aerodança, ginástica, vôlei e alongamento. No polo Mangueirão, as atividades contempladas são a caminhada e ginástica. Já na Escola Triunfo tem a hidroginástica e, na Asalp, conta com a hidroginástica, yoga, ginástica e dança.

Atualmente, o programa atende cerca de 1.500 mil idosos, em quatro núcleos distribuídos pelos municípios de Belém e Ananindeua.

Serviço

Matrículas para o programa Vida Ativa na Terceira Idade.

Período: 21/01/20 (terça-feira) a 24/01/20 (sexta-feira).

Local: Tuna, Escola Triunfo, Mangueirão e Asalp.

Maiores informações: (91) 3201-2347.

Da assessoria da Seel.

 

Na última quarta-feira (15), 14 detentos do Presídio Juiz Antônio Luiz Lins de Barros (Pjallb), no Complexo do Curado, Zona Oeste do Recife, foram graduados em capoeira. A ação faz parte do projeto Liberdade da Ginga, que existe há seis anos e conta com 21 inscritos.

Mais de 100 detentos do Pjallb já participaram do grupo desde sua criação. O mestre Ubiraci Lima, 43 anos, recebeu o título dentro da unidade prisional e, no evento da quarta-feira, graduou mais dois professores. Conhecido como Timaia, Ubiraci ganhou a liberdade em novembro de 2019.

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De acordo com o gestor do Pjallb, José Sidney Souza, quase 100% dos que participam do projeto não se envolvem em problemas no cárcere. "Por ser um evento coletivo, baixa a tensão e o ócio criando uma irmandade. Mostra outro mundo, outras possibilidades", disse.

O professor de capoeira Williams Oliveira, 32, cumpriu pena de um ano e seis meses e ganhou a liberdade em 2016. "Eu era instrutor de capoeira quando fui convidado para dar aula. No início, eu era mais parado, ficava com raiva quando chegava a hora da aula, mas depois isso se tornou meu passatempo. Os alunos me fortaleceram", contou.

Com informações da assessoria

Mais de 300 idosos devem participar da 11ª edição dos Jogos de Integração do programa Vida Ativa na Terceira Idade, que este ano tem o tema “Valorizando a Pessoa Idosa”. O Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão, recebe a cerimônia de abertura, nesta terça-feira (26), a partir das 8 horas, com apresentações artísticas e culturais de grupos de dança. O evento é promovido pela Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel) e segue até o dia 29 de novembro.

“Participar dos jogos garante momentos alegres aos idosos. É gratificante promover essa união, pois vai além de disputas esportivas, já que é um momento de confraternização”, disse o titular da Seel, Arlindo Silva.  

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As competições esportivas começam na quarta-feira (27), com provas de atletismo, caminhada de 200m e 400m, e corrida de 50m, no Mangueirão. Já à tarde será a prova de biribol, no Centro Educacional Triunfo, na Pedreira.

O aposentado Raimundo Benevides vai participar pelo segundo ano, dessa vez na prova de corrida. “Sou policial militar aposentado e quando estava na ativa eu participava das corridas da equipe da PM. Ano passado, competi nas modalidades aquáticas e gostei bastante. Mas minha atividade preferida é a corrida”, conta o competidor.

No dia seguinte, na Tuna Luso Brasileira, na Almirante Barroso, em Belém, ocorrem os jogos coletivos, tal como vôlei e jogos de salão, dama e dominó, além das provas aquáticas, que são de nado livre, nado com macarrão e pedalada com macarrão. No último dia, sexta-feira (29), será a vez da queimada e a entrega das medalhas, na Tuna.

Para coordenadora do Vida Ativa, Liane Costa, os jogos servem para estimular os alunos a mostrar força de vontade, garra e determinação, independentemente da idade. “É o momento muito esperado e nos mostra também o resultado de um trabalho de condicionamento físico praticado durante o ano todo”, disse a coordenadora.

Atualmente, o programa Vida Ativa tem como público-alvo pessoas acima de 50 anos e atende cerca de mil idosos, em cinco núcleos: Tuna Luso Brasileira; Escola Triunfo, na Pedreira; Associação dos Servidores da Assembleia Legislativa do Pará (Asalp), Estádio Olímpico do Pará - Mangueirão e Hospital Abelardo Santos, em Icoaraci.

Pogramação

Terça-feira (26) – Mangueirão.

8h – Abertura oficial.

Quarta-feira (27) – Mangueirão / Centro Educacional Triunfo.

7h30 – Caminhada (200m e 400m) e corrida de 50m.

14h – Biribol.

Quinta-feira (28) – Tuna.

8h – Nado livre, nado com macarrão, pedalada com macarrão, vôlei, prova de salão dominó e dama.

Sexta-feira (29) – Tuna.

8h30 – Queimada e entrega de medalhas.

Da assessoria da Seel.

Existem muitas maneiras de se exercitar, fazendo caminhadas ao ar livre ou na esteira de uma academia, depende do estilo e condições financeiras de cada adepto. A prática de atividade física faz parte da rotina das pessoas que querem qualidade de vida. Isso inclui perda peso, melhora no condicionamento físico, qualidade do sono e bem-estar no geral.

De acordo com Edison Tresca, professor do curso de Educação Física da Universidade UNIVERITAS/UNG, o corpo humano é um complexo biológico concebido para se movimentar. “A ausência ou pouca movimentação pode causar malefícios ao organismo. Por outro lado, o excesso de realização de atividades físicas também pode ser prejudicial. Pensando nestas atividades com o objetivo de promoção de qualidade de vida e saúde, deve-se considerar que, para cada indivíduo haverá um nível de exigência ideal. Tanto exercitar-se muito pouco ou nada, ou exercitar-se demais, pode ser prejudicial, ressaltando que a pessoa indicada para melhor orientar o praticante de qualquer exercício físico é o profissional de Educação Física”, explica.

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Quais os benefícios da caminhada para o corpo e a mente?

A caminhada, quando realizada na intensidade ideal para o indivíduo, proporciona a melhora da circulação sanguínea podendo prevenir problemas vasculares, a melhora da resistência do corpo, evitando o cansaço por qualquer pequena exigência como subir um pequeno lance de escadas, a melhora da força muscular, principalmente de membros inferiores. Quando realizada com frequência e regularidade, pode melhorar o condicionamento cardíaco, contribuindo assim para uma melhor saúde de seu coração, além de ajudar no controle do peso corporal evitando a obesidade. Quando se pratica atividades físicas moderadas, apesar do desgaste natural do esforço, o indivíduo tem maior disposição para as atividades da vida diária, sentindo-se mais motivados e dispostos. 

Quantas vezes por semana e quanto tempo é recomendo caminhar?

Cada indivíduo deve realizar pelo menos 30 minutos de atividades físicas moderadas ao longo da semana. Isso já seria suficiente, para proporcionar alguns benefícios. Entretanto, tendo oportunidade, deve-se praticar a caminhada moderada de 20 a 30 minutos, em dias alternados durante a semana, por várias semanas, os benefícios seriam bem maiores. Neste ponto, volto a afirmar, é muito importante a orientação de um profissional de Educação Física, credenciado pelo Conselho Regional da Profissão, que saberá identificar a frequência, tempo de execução e nível de exigência ideal para cada pessoa, além das técnicas corretas de realização de cada movimento.

Existe algum cuidado que deve ser tomado?

É possível presenciar várias pessoas caminhando em locais públicos, mas muitas vezes de forma inadequada, seja pelo uso de calçados e vestimentas, seja pela postura da movimentação ou intensidade do exercício. Procure utilizar calçados esportivos apropriados para a caminhada, que proporcionam conforto e amortecimento dos impactos durante as passadas, assim como roupas confortáveis que permitam a livre movimentação. Realizar exercícios de alongamento como forma de preparação para o início da caminhada evitando possíveis lesões. Realizar os movimentos de forma natural, sem forçar demais a amplitude das passadas, procurando manter a coluna ereta, evitando a projeção dos ombros para frente, mantenha-os elevados, mas descontraídos, oscilando alternadamente os braços para frente e para trás de forma naturalmente coordenada com os movimentos das pernas. 

Caminhar é contraindicado para algum grupo de pessoas?

A contraindicação absoluta é determinada clinicamente, por exemplo, pelo médico cardiologista ou ortopedista, na presença de alguma enfermidade cardíaca ou articular preexistente, justificando assim sempre consultar-se para obter o atestado de apto para a prática de atividades físicas. Contraindicações relativas sempre dependerão das exigências da atividade física, que podem ser totalmente diferentes de um indivíduo para o outro, justificando assim a necessidade da orientação de um profissional de Educação Física que possui conhecimento e meios para saber com segurança como deve ser a prática mais adequada para cada caso. Mas mesmo assim, durante a caminhada, se a pessoa perceber que está respirando cada vez mais rápido e com maior dificuldade, que está ficando “sem fôlego”, ou se perceber dores articulares persistentes, deve reduzir bem o ritmo da caminhada, ou até mesmo parar para recuperar-se e voltar a caminhar em um ritmo mais leve.

Da assessoria

As pessoas que têm o dia a dia corrido geralmente buscam em seu tempo livre dormir o máximo possível ou simplesmente não fazer nada. Mas, apesar de todo mundo precisar descansar, incluir a prática de atividade física na sua rotina, além de trazer benefícios para sua saúde física e mental, pode te ajudar a realizar suas tarefas com mais disposição e a aproveitar de forma mais ativa o seu tempo livre. 

"A principal função do exercício físico é ativar o metabolismo e torná-lo mais responsivo a qualquer estímulo externo de trabalho, estudo, entre outras atividades do cotidiano. Com o metabolismo acelerado você consegue ter uma oxigenação maior e todos os seus sentidos acabam respondendo mais efetivamente, além de proporcionar melhor atividade neural, contribuindo com seu foco", explica o educador físico Thiago Santisteban.

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A necessidade de ocupar o tempo livre dormindo o máximo que pode também pode ser reduzida se movimentando mais. "Durante o treino, seu corpo libera hormônios como a serotonina, que produz uma sensação de relaxamento que contribui para maior qualidade do sono, o que, consequentemente, ajuda a regular seu corpo em todas as funções, não somente no sono", acrescenta o educador físico.

O Programa de Pós-Graduação em Educação Física da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), fez uma avaliação inédita sobre o gasto calórico do frevo. O gasto foi de 300 calorias contando o metabolismo aeróbio e anaeróbio, em uma série de cinco passos de dois minutos, com cinco minutos de intervalo.

“O frevo é mais que uma atividade física, é um exercício físico. Em termos práticos, 35 minutos de frevo, sendo 10 minutos de dança mais 25 de recuperação, equivalem a mais do que uma hora de ciclismo moderado ou uma hora de futebol”, explica o professor Eduardo Zapaterra Campos, do Departamento de Educação Física, que realizou o estudo.

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De acordo com o professor Eduardo, o gasto calórico de 35 minutos de frevo fica abaixo do gasto em uma corrida de cinco quilômetros. Porém, na corrida os atletas se exercitaram por 30 minutos contínuos, enquanto no frevo o passista dançou por dez minutos. Normalizando pelo tempo de esforço, o frevo apresenta 30 calorias por minuto, considerando esforço e pausa, e a corrida de cinco quilômetros apresenta 14,6.

“Assim, parece claro que o frevo pode sim ser usado como exercício físico a fim de melhorar a aptidão física. Vale ressaltar que o teste foi realizado com um passista e não sabemos o efeito da dança em pessoas fisicamente ativas”, explica.

A avaliação foi feita com o equipamento K4b2, que mensura o consumo de oxigênio de maneira portátil. Além disso, a estimativa foi feita pelo acúmulo de lactato durante o esforço e o consumo de oxigênio durante a recuperação. O equipamento foi emprestado pelo professor Marcelo Papoti, da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (USP), de Ribeirão Preto.

O docente ficou por três meses no Departamento de Educação Física da UFPE, após a aprovação de um edital de apoio a programas de pós-graduação nota 3 da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe).

 

*por Wanderson Pontes

Com a chegada do verão, cada vez mais pessoas procuram a prática de exercícios físicos, com o intuito de chegar ao corpo perfeito. Entretanto, esse costume deve ser regular durante todo o momento, sobretudo para aqueles com mais de 60 anos. Nessa fase da, a procura pelo fim do sedentarismo é sinônimo de uma qualidade de vida cada vez melhor. 

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O último levantamento feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de agosto de 2018, revela que cerca de 20% da população brasileira será idosa nos próximos trinta anos. Com a população envelhecendo, as atividades físicas se tornam cada vez mais primordiais para o bem-estar.

Confira mais detalhes no vídeo a seguir:

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No primeiro domingo de novembro (04), a Reserva do Paiva será palco da terceira edição da Ecorun, uma corrida que tem finalidade de integrar o homem à natureza. A competição terá categorias de 5km, 10km e 21km, e espera mais de 600 participantes.

Com a largada programada para às 7h, no Empório Gourmet, os participantes passarão por coqueirais, estradas de barro, praias do Paiva e Ilha do Amor. Crianças de 05 a 13 anos também poderão competir na nova etapa da Ecorun Kids, com trajeto de 400m e saída às 8h30.

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Segundo Maurício Cabral, membro da equipe Extremos Aventura e um dos organizadores do evento, a escolha pelo bairro está diretamente relacionada à proposta da corrida, que “busca unir o esporte ao ambiente repleto de verde, ar puro e praia limpa”.

Para participar, os competidores devem retirar os kits nos dias 31 de outubro ou 1º de novembro, das 11h às 19:30h, na loja Fartlek, localizada no bairro da Jaqueira.

Por Thiago Herminio

A loja de suplementos Força Bruta irá promover uma degustação com as marcas mais atuais de Whey protein encontradas no mercado durante os dias 28, 29 e 30 de setembro, no Shopping RioMar.

Um dos principais objetivos do evento organizado pela Força Bruta é promover a divulgação de diversas novidades no mercado Fit, além de divulgar a importância da prática de atividades físicas e de uma alimentação saudável.

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A ação que integra a VI Feira de Fitness do Recife, reúno os principais players do setor de Fitness e bem estar para o intercâmbio de informações, reciclagem profissional e alimentação saudável.

A loja Força Bruta Suplementos e Vitaminas participará da ação pela primeira vez, e disponibilizará para venda toda a sua linha de produtos, tais como termogênicos, BCAA, Whey Protein, moda Fitness e entre outros.

As atividades irão acontecer no piso  L3 do Shopping RioMar durante o horário do funcionamento do centro de compras. O evento contará com seis cursos e oito palestras, com certificado de até 16 horas, além de campeonato de fisiculturismo, sorteios e muito mais.

A VI Recifitness vai funcionar na sexta-feira (28) e sábado (29), das 09h às 22h, e no domingo (30), das 12h às 21h. A entrada é gratuita. O Shopping RioMar Recife fica localizado na Av. República do Líbano, 251 – Pina

Sobre a Força Bruta Suplementos e Vitaminas

 Existente no mercado há um ano, a loja física, localizada no bairro de Ouro Preto, surgiu da procura e necessidade que a cidade de Olinda tinha em relação ao mercado Fitness.

Guiada pelo empresário e atleta Dhiego Donato, o estabelecimento oferece produtos devidamente regulados pela Anvisa, com direito a colocar ecoentrega que além de ser uma ideia sustentável e econômica , traz lucros e rentabilidade ao negócio.

Informações: (81) 98746-2619

O programa Vida Ativa na Terceira Idade reabre nesta quarta-feira (8) inscrições de novos e antigos alunos para o segundo semestre. A programação será na Tuna Luso Brasileira, a partir das 8 horas. Além da inscrição, os interessados irão aproveitar serviços oferecidos e aulão. São cerca de 200 vagas disponíveis distribuídas em cinco polos na Região Metropolitana de Belém. As aulas se iniciam na próxima terça-feira (14).

O evento contará com a parceria da Secretaria de Saúde Pública do Pará (Sespa), que irá promover testes de medição de pressão e glicemia. Além da participação da Walquiria Alves, presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Idosa do Pará (Cedpi/PA), e de Wenia Lira, do programa Ceasa Saúde, ambas orientando os idosos na promoção de saúde.

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 Faz parte da programação também aula de fisiotaishi – mistura de fisioterapia com técnicas chinesas, com o professor Guto, da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz). "Temos um número considerável de vagas não preenchidas em todos os núcleos. Os paraenses estão vivendo mais e queremos que mais pessoas tenham acesso ao serviço e envelheçam com saúde", afirmou Kátia Rocha, diretora Técnica e de Esporte.

 O Vida Ativa é mantido pela Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel) e oferece gratuitamente para pessoas com mais de 50 anos o acesso a atividades físicas de forma orientada, proporcionando melhor qualidade de vida e o resgate da autoestima, nos núcleos da Tuna Luso Brasileira, Estádio Olímpico - Mangueirão, Centro Educacional Triunfo, Asalp e Hospital Abelardo Santos (Distrito de Icoaraci).

Os interessados devem levar cópia da identidade, do comprovante de endereço, fotografia 3x4 e atestado médico acompanhado de laudo de cardiologista.

Da assessoria da Seel.

 

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A Universidade da Amazônia (Unama), por meio do Núcleo de Responsabilidade Social, realizou durante o mês de abril e maio o projeto “Sangue Bom”, e conseguiu arrecadar cerca de 200 bolsas de sangue que foram entregues ao Hemopa (Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará). Para finalizar o projeto, a Unama promoveu no último sábado (9), no estádio da Tuna Luso Brasileira, um amistoso entre os times de futebol feminino da universidade e da Tuna e uma partida entre ex- jogadores de Paysandu e Remo.

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Envolvendo alunos, professores, funcionários e comunidade em geral, o projeto teve cerca de 500 inscritos para doação de sangue. “Hoje é a culminância do nosso projeto ‘Sangue Bom’. Estamos muito felizes porque tivemos 500 inscritos entre professores, alunos e funcionários. A partir disso tivemos 200 bolsas selecionadas, pois só o ato de se inscrever não quer dizer que você está apto para ser um doador, mas quer dizer que você exerceu seu direito de cidadania”, enfatizou a vice-reitora da Unama, Betânia Fidalgo.

No jogo solidário, os doadores levaram familiares e amigos. “A gente está promovendo uma ação de responsabilidade social de incentivo à doação de sangue e durante dois meses estamos trabalhando. Os alunos e a comunidade em geral se envolveram na doação, e por estarem realizando esse gesto eles e seus familiares estão aqui hoje, nesses dois jogos beneficentes”, explicou o representante do Núcleo de Responsabilidade Social da Unama, Emerson Rodrigues.

O time de futebol feminino da Unama marcou presença no estádio. A estudante de Educação Física e meio-campo Anne Pereira contou que se sente feliz em ajudar a causa através do esporte e que após o esforço físico da partida também iria doar sangue. “É bastante gratificante saber que a gente está ajudando uma causa, que é a doação de sangue. E depois do jogo com certeza eu vou doar sangue”, contou Anne.

O ex-jogador do Paysandu Albertinho esteve presente. “Eu sou uma pessoa que acompanha muito a sociedade e tudo o que acontece em nosso país. Eu vejo que tem várias pessoas precisando de doação de sangue. O esporte ajuda muito na ação”, afirmou o ex-jogador.

O amistoso entre os times femininos terminou 1 a 1, com o primeiro gol do time da Unama e logo em seguida com o gol de empate do time da Tuna Luso. A partida entre ex-jogadores do Remo e Paysandu terminou com o placar de 3 a 0 para o Remo.

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