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A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) decidiu nesta sexta-feira adiar as etapas do Circuito Mundial de vôlei de praia programadas para abril por causa da pandemia de coronavírus.

"Dadas as limitações atuais de viagens, a FIVB e os organizadores dos eventos concordaram que adiamentos e cancelamentos beneficiam a saúde dos participantes e também são a solução mais justa", escreveu a entidade em um comunicado.

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Uma etapa de categoria uma estrela foi programada para o período de 6 a 9 de maio, na ilha de Tuan Chau, no Vietnã. Outra etapa, de quatro estrelas, foi para 6 a 10 de maio em Itapema-SC, no Brasil. No mesmo período será jogado a de três estrelas em Jurmala, na Letônia.

Já a de quatro estrelas em Ostrava, na República Checa, foi agendada para 20 e 24 de maio, em Ostrava (República Checa). A da mesma categoria, em Varsóvia, na Polônia, prevista para 27 a 31 de maio foi cancelada.

"A FIVB continuará trabalhando em estreita colaboração com os organizadores para encontrar as melhores datas alternativas", informou a entidade, que "monitora regularmente a evolução da situação na íntegra cooperação com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Comitê Olímpico Internacional (COI) e outras autoridades internacionais e nacionais de saúde."

A entidade também alertou ser "provável mais mudanças na programação do vôlei de praia", Por isso, está em contato com o COI para revisar o sistema de classificação "deste esporte" para a Olimpíada de Tóquio.

A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) decidiu por votação nesta quinta-feira, após reunião por videoconferência com os 10 clubes participantes, que a Superliga Feminina está encerrada por conta da pandemia do novo coronavírus, denominado Covid-19. Ao todo, seis times e a Comissão de Atletas votaram pelo fim do campeonato, enquanto que dois votos pediam a permanência da competição - Flamengo e Pinheiros não opinaram sobre essa questão porque não estariam mais na disputa dos playoffs.

Com a decisão final, a temporada 2019/2020 está encerrada, sem campeão, respeitando a atual classificação. "Mais uma vez colocamos nossa opinião, pelo fim do campeonato visando o bem de todos os envolvidos, e demos direto de voto aos clubes. A maioria demonstrou pensar como a CBV e está decretado o fim desta temporada", afirmou Renato D’Avila, superintendente de Competições de Quadra da CBV.

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Assim, a temporada termina desta forma: Dentil/Praia Clube (MG), Sesc RJ, Itambé/Minas (MG), Sesi Vôlei Bauru (SP), Osasco Audax São Cristóvão Saúde (SP), São Paulo/Barueri (SP), Fluminense (RJ), Curitiba (PR), Pinheiros (SP), Flamengo (RJ), Valinhos Vôlei (SP) e São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP).

A CBV, que conta com um comitê de crise composto por área técnica, médica e jurídica, entre outros, apresentou a proposta pela conclusão do campeonato, já que a preocupação da entidade com a saúde está acima de qualquer outra questão. Após a decisão, a entidade recomendou que todos os clubes liberem suas atletas de treinos e que as mesmas permaneçam em casa, seguindo as recomendações das autoridades da saúde.

Além do encerramento, foi decidido que a temporada 2020/2021 da competição não terá ranking e que o número limite de contratações de estrangeiras aumentou para três atletas. "Em relação à decisão pelo ranking e pelas estrangeiras, houve um equilíbrio maior na votação, mas também está tudo definido. Sentimos muito por ver a Superliga terminar dessa forma, mas sabemos que é absolutamente necessário", declarou Renato D´Avila.

A noite de quinta-feira (20) foi de derrotas para os jogadores do Sesc-RJ. Batidos dentro de quadra, no Rio, pelo Sada Cruzeiro por 3 sets a 1, em partida da Superliga Masculina, foram comunicados de algo bem pior: o time será extinto ao fim do torneio nacional. A equipe feminina, comandada por Bernardinho, seguirá em atividade.

"O Sesc-RJ comunica a conclusão do projeto do time masculino de vôlei após o término da Superliga 19-20. Ao desejar sorte aos jogadores e comissão técnica, a instituição agradece o empenho e dedicação de todos na defesa dos valores do Sesc-RJ, tanto dentro, como fora de quadra", afirma o comunicado divulgado pelo Sesc-RJ.

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A equipe carioca será dissolvida, com a liberação de jogadores e membros da comissão técnica, mas há uma exceção. O técnico Giovane Gavio continuará vinculado à instituição, participando de projetos socioeducativos ao lado de alunos, assim como de palestras para seus pais.

"O técnico Giovane Gavio permanece no Sesc-RJ com o objetivo de dedicar esforços ao esporte de cunho socioeducativo. Na nova fase, ele participará ainda mais de vivências com os alunos de vôlei da instituição, ministrará palestras para pais e familiares das crianças sobre o esporte como fonte de educação e transformação social e, para os instrutores, o objetivo é alinhar tecnicamente a metodologia do ensino de vôlei com base nos valores educacionais do esporte. Haverá também a maior participação em capacitações, bate papos e vivências para alunos e professores de instituições parcerias do Sesc-RJ e escolas públicas", acrescentou o Sesc no seu comunicado.

O Sesc-RJ é o terceiro colocado na Superliga Masculina, com 38 pontos somados em 13 vitórias e cinco derrotas. É, inclusive, a mesma posição da equipe feminina. "O time de vôlei feminino será mantido e segue seu trabalho nas quadras e nas ações de estimulo à pratica esportiva", conclui a nota.

RESULTADOS - No dia de jogos da Superliga, além do triunfo cruzeirense, o Minas derrotou o Sesi-SP por 3 a 0, o América fez 3 a 2 no Blumenau, mesmo placar do triunfo do Ponta Grossa sobre o Maringá. E o Taubaté bateu o Vôlei Renata, de Campinas, por 3 a 1.

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O coronavírus já matou 1.770 pessoas na China desde o seu surgimento. Por conta disso, a etapa do mundial da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), que aconteceria em Yangzhou dos dias 22 a 26 de abril, foi cancelada pela entidade. O anúncio aconteceu nesta segunda-feira (17). 

A nova data para o torneio deve ficar para depois dos Jogos Olímpicos de Tóquio. No comunicado a FIVB expressou sua solidariedade para a comunidade do voleibol: "Entendemos que a China está tomando todas as medidas necessárias para conter o surto, para que possa retomar seu lugar de direito no palco mundial do vôlei o mais rápido possível".

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A decisão, segundo a FIVB, foi tomada em conjunto com a Associação Chinesa de Voleibol e com as autoridades chinesas: "A saúde e o bem-estar de nossos atletas, oficiais e torcedores é nossa prioridade número um e, por isso, foi mutuamente decidido que adiar o evento para uma data posterior seria do interesse de todos os envolvidos”.

Nesta semana a Agência Mundial Antidoping (Wada, sigla em inglês) decidiu banir a Rússia das principais competições esportivas pelos próximos quatro anos. O motivo seria uma suposta manipulação nos dados fornecidos pelo laboratório antidopagem de Moscou à Wada. Se a sanção for confirmada, os russos estariam fora de eventos como os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, a Copa do Mundo de Futebol de 2022 e os Mundiais de Vôlei, também em 2022. A decisão ainda pode ser revista pela Corte Arbitral do Esporte, mas não deixa de ser mais um duro golpe na já manchada reputação do esporte russo.

Caso a punição seja de fato aplicada, os torneios olímpicos (vôlei de quadra e de praia) perderiam uma potência. Nas areias, vem da Rússia a atual dupla campeã mundial de vôlei de praia, Viacheslav Krasilnikov e Oleg Stoyanovskiy. Nas quadras os russos formam uma das mais tradicionais escolas da modalidade. No masculino, se contarmos o período da extinta União Soviética, são quatro medalhas de ouro olímpicas, a última delas já como Rússia, com uma virada inacreditável sobre o Brasil nos Jogos de Londres, em 2012. As mulheres também colecionam quatro medalhas douradas, todas conquistadas ainda na época da URSS.

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A resolução emitida pela Wada abre a possibilidade para que atletas russos, que consigam provar que estão limpos de doping, possam participar de competições sob uma bandeira neutra. Ainda é cedo para dizer, mas é possível que tenhamos as equipes russas nos Jogos Olímpicos competindo com uniformes neutros, sem direito a hino nem a bandeira hasteada. A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) não se pronunciou sobre o caso.

A medida é extrema e polêmica. Barrar os russos da Olimpíada seria comprar uma briga com um dos principais mercados de vôlei no mundo. Pela tradição e força na história da modalidade, não creio que a FIVB vá bancar a exclusão, do torneio olímpico do Japão, de nomes como o da excepcional Nataliya Goncharova e do experiente levantador Sergey Grankin.

O talentoso, e problemático, Ngapeth

O francês Earvin Ngapeth é um dos grandes nomes do vôlei masculino na atualidade. Basta procurar no Youtube algum dos inúmeros vídeos que mostram suas jogadas inusitadas e habilidosas, além de uma personalidade irreverente e um tanto explosiva. Nos últimos anos o ponteiro ajudou na evolução da França, que se tornou um time com grande potencial (mesmo decepcionando em Jogos Olímpicos e em Mundiais). Pois o mesmo talento que Ngapeth exibe dentro das quadras, ele tem para se meter em encrencas. A última delas foi nesta semana aqui no Brasil.

Depois de participar do Mundial de Clubes de Vôlei, em Betim, defendendo o Zenit Kazan, da Rússia, o jogador francês foi parar atrás das grades. Ele estava em uma boate na noite de domingo e deu um tapa nas nádegas de uma mulher dentro do recinto. Imagens divulgadas pelo portal de notícias G1 mostram de forma clara a atitude lamentável do atleta. A mulher abusada prestou queixa e o jogador foi preso por importunação sexual. Na terça, ele pagou fiança de R$ 50 mil. Agora, vai responder ao processo em liberdade. Em nota divulgada por seu advogado, o jogador se disse profundamente arrependido, pediu desculpas à mulher assediada e disse que a confundiu com uma conhecida. Após ser solto, Ngapeth chegou à Bélgica a tempo de participar da estreia do Zenit Kazan na Champions League de vôlei na última quarta.

Este não foi o primeiro caso policial envolvendo o ponteiro. Em 2015 (ano em que a França foi campeã da extinta Liga Mundial), Ngapeth foi detido pela polícia francesa e posteriormente condenado a três meses de prisão ao ser acusado de bater no condutor de um trem. O jogador pagou multa e não precisou cumprir a pena. No mesmo ano, ele atropelou três pedestres em uma estrada de Modena, na Itália, e não parou para prestar socorro. Um ano antes, em 2014, Ngapeth já havia sido detido após brigar em uma boate. Isso sem contar os casos de indisciplina dentro da seleção francesa.

Ngapeth é um jogador experiente, extremamente talentoso e ainda pode ajudar a França a voltar a figurar no pódio das principais competições do mundo. Mas é preciso que se esforce para não ser mais lembrado nas páginas policiais do que nas esportivas.

O astro da seleção francesa masculina de vôlei Earvin N'Gapeth, de 28 anos, foi preso na madrugada de segunda-feira, em casa noturna de Belo Horizonte acusado de importunação sexual. O jogador, do time russo Zenit Kazan, atuou pela equipe no Mundial de Clubes disputado em Betim, nos arredores de Belo Horizonte, competição encerrada no fim de semana com vitória do time italiano Civitanova, que bateu os brasileiros do Cruzeiro. O Zenit Kazan ficou em terceiro lugar. N'Gapeth foi levado para o presídio Nelson Hungria, em Contagem, ainda nesta segunda-feira, por volta das 16h30.

A justiça fixou em R$ 50 mil a fiança para soltura do jogador de Earvin N'Gapeth. O advogado do atleta, Dino Miraglia, afirmou que o pagamento será feito. A fiança foi determinada em audiência de custódia conduzida pela juíza Fabiana Cardoso Gomes Ferreira no Fórum Lafayette, a primeira instância da justiça em Minas Gerais.

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O jogador responderá o processo em liberdade e terá que voltar ao Brasil para audiências, segundo informações do Fórum Lafayette. Conforme o advogado do atleta, N'Gapeth já retornou ao presídio Nelson Hungria. A soltura irá ocorrer assim que comprovado o pagamento da fiança.

A polícia foi chamada à casa noturna, por volta das 2h. Uma mulher de 29 anos, que não teve o nome revelado, afirmou que o jogador francês lhe deu um tapa nas nádegas. A vítima relatou que estava indo embora junto com o namorado e um amigo, quando isso ocorreu. Uma testemunha confirmou o relato da mulher. Aos policiais, o jogador francês disse que o tapa é comum entre homens ou mulheres em seu país, e também no vôlei, e que isso não configuraria nenhum tipo de agressão ou ofensa.

O jogador, que estava em um camarote com amigos, disse ainda que confundiu a mulher com uma conhecida e que, imediatamente após perceber o equívoco, pediu desculpas, que acabaram não sendo aceitas. A ocorrência foi registrada na Delegacia de Mulheres como importunação sexual, com pena de um a cinco anos de prisão.

Segundo informações da Polícia Civil, a legislação não prevê, para esse tipo de crime, pagamento de fiança na delegacia para liberação do acusado. A decisão de permanência na prisão, ou pagamento de fiança caberá exclusivamente ao juiz na audiência de custódia. O advogado de N'Gabeth, Dino Miraglia, disse nesta terça que estava no Fórum Lafayette, a primeira instância da justiça mineira, aguardando o início da audiência, e que, por isso, não poderia falar com a reportagem.

O Dentil/Praia Clube (MG) conquistou na noite desta sexta-feira o bicampeonato da Supercopa Feminina de Vôlei. No jogo único do torneio, em Uberlândia, na Arena Sabiazinho, a equipe foi soberana e derrotou o Itambé/Minas por 3 sets a 0, com parciais de 25/22, 25/22 e 25/19, em 1 hora e 30 minutos.

O triunfo tem importância psicológica para o Praia, pois embora tenha sido protagonista em diversos torneios na temporada passada, havia perdido as cinco últimas decisões que fez com o Minas, incluindo a da Superliga. Agora, então, demonstrou que pode alterar esse cenário na temporada 2019/2020.

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A Supercopa reúne os atuais campeões da Superliga e da Copa Brasil, mas como o Minas foi o vencedor dos dois torneios, encarou na decisão o vice dessas competições, o Praia. E a decisão reuniu quatro campeões olímpicas, sendo Walewska e Fernanda Garay pelo time de Uberlândia e Thaisa e Sheilla pelo Minas.

O duelo de início de temporada teve vários desfalques, com o Praia não tendo, por lesão, a central Carol, a líbero Suelen e a oposta Monique. Pelo mesmo motivo, o Minas não pôde acionar a ponteira Acosta.

Ainda assim, o Praia conseguiu a vitória, tendo atuado com Walewska, Martínez, Pri Daroit, Fran, Fernanda Garay, Ananda e Laís, além de ter acionado Claudinha, Fawcett e Angélica. Já o Minas foi escalado com Carol Gattaz, Macris, Thaísa, Bruna Honório, Deja , Kasiely e Leia. Além disso, Sheilla, Lana e Bruna Costa entraram durante o duelo.

Agora, então, as equipes voltam as suas atenções para o Campeonato Mineiro, que começará a ser disputado na terça-feira.

A seleção brasileira masculina de vôlei garantiu nesta segunda-feira, com antecipação de uma rodada, o título da Copa do Mundo. O troféu foi assegurado com uma vitória num complicado duelo contra o anfitrião Japão, por 3 sets a 1, com parciais de 25/17, 24/26, 25/14 e 27/25, na cidade de Hiroshima.

O terceiro título brasileiro na Copa do Mundo - os anteriores foram em 2003 e 2007 - foi conquistado nesta segunda, faltando ainda um jogo para a seleção na competição, graças à grande campanha brasileira na disputa de pontos corridos. Foram 10 vitórias em 10 jogos. A equipe nacional perdeu apenas cinco sets no torneio até agora.

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O atual campeão olímpico vai encerrar sua campanha contra a Itália, nesta terça, na tentativa de coroar a conquista com uma campanha invicta. A Copa do Mundo é considerada a terceira maior competição da modalidade, atrás apenas dos Jogos Olímpicos e do Mundial - a seleção também soma três títulos nestes dois grandes eventos.

A conquista desta segunda marca o maior título do técnico Renan Dal Zotto à frente da equipe desde que assumiu o comando, em janeiro de 2017, ao substituir o multicampeão Bernardinho. Antes, sob a orientação de Renan, o Brasil faturou o Sul-Americano e a Copa dos Campeões, ambos em 2017. E foi vice-campeão da Liga Mundial (atual Liga das Nações) no mesmo ano e do Campeonato Mundial, em 2018.

Em sua trajetória rumo ao título, a seleção obteve sua maior vitória no domingo, quando bateu a poderosa Polônia. A equipe europeia se sagrou bicampeã mundial em duas finais em que venceu o Brasil. Com o triunfo desta segunda, a seleção alcançou os 29 pontos na tabela, sem poder ser alcançado justamente pela Polônia, que tem 25 e um jogo a menos.

O JOGO - Na partida desta segunda, Renan escalou a seleção com apenas uma mudança em relação ao jogo anterior, contra a Polônia. Colocou Lucão em quadra, no lugar de Maurício Souza. O restante da equipe foi mantida, com Alan, Leal, Lucarelli, Flávio, Bruninho e o líbero Thalles. No decorrer do jogo, o treinador colocou Maurício Borges, Cachopa e Felipe Roque.

Com esta formação, o Brasil fez um bom início de jogo. Abriu 6/4 e não demorou para ampliar a vantagem para 20/15, antes de fechar a parcial com oito pontos de frente. Leal foi um dos destaques do set inicial, no ataque e também nos bloqueios, ao lado de Lucão.

O segundo set começou com o Japão na frente. O Brasil virou o marcador em 11/8, mas passou a oscilar em praticamente todos os fundamentos e viu os anfitriões crescerem em quadra. Os japoneses viraram para 12/11 e acabaram fechando a parcial, empatando a partida.

Depois do susto, a seleção passeou no terceiro set. Começou fazendo 4/0, depois 10/2. A retomada da liderança do jogo veio com vantagem de 11 pontos na parcial. Na sequência, mais tranquilo após a forte performance no terceiro set, o Brasil manteve o alto nível, mas encarou um Japão mais eficiente.

Como consequência, as duas equipes transformaram o quarto set no mais equilibrado do jogo. Sem conseguirem abrir dois pontos de vantagem, os dois times fizeram 7/7, depois 10/10. O empate persistiu até 22/22. Na sequência, o Brasil desperdiçou dois match points antes de confirmar a vitória diante da empolgada torcida japonesa.

Veja os melhores momentos:

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A vitória em um jogo nervoso colocou o Brasil muito perto de seu terceiro título da Copa do Mundo de vôlei masculino na madrugada deste domingo (13). Ao bater a Polônia por 3 sets a 2, parciais de 19/25, 25/23, 25/19, 16/25 e 15/11, de virada, o time de Renan Dal Zotto agora está a uma vitória do Japão, dono da casa, nesta segunda-feira, para garantir mais uma taça.

O confronto deste domingo em Hiroshima foi decidido por muitos erros individuais dos europeus e, por outro lado, muita força mental dos brasileiros, que saíram atrás na partida, viraram o jogo e souberam manter a calma quando os adversários reagiram novamente, fechando o embate no tie-break com uma ótima atuação do oposto Alan, maior pontuador do duelo, com 27 pontos.

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O jogo, válido pela nona e antepenúltima rodada do torneio, que marcou ainda o primeiro encontro em partidas oficiais entre os cubanos naturalizados Leal, do Brasil, e Leon, pela Polônia, começou com a seleção brasileira errando muito, especialmente na recepção e no saque.

Mas com Alan inspirado e virando quase todas as bolas, além de uma defesa aos poucos mais concentrada no jogo, a reação do Brasil não tardou e os dois sets seguintes foram resolvidos na base da tranquilidade.

Quando tudo se encaminhava para um triunfo brasileiro em Hiroshima, o oposto Muzaj e o ponteiro Kubiak voltaram a incomodar a defensiva brasileira, levando a disputa para o quinto set após uma vitória expressiva na parcial por 25 a 16.

No fim, entretanto, com os comandados de Renan Dal Zotto voltando a respirar fundo, valeu a categoria brasileira para desestabilizar as tentativas da seleção rival, especialmente com Lucarelli bem posicionado no fundo da quadra, com o tie-break definido em um 15 a 11.

Com duas rodadas de antecedência, o próximo desafio contra os japoneses pode definir a conquista para o Brasil nesta segunda-feira, a partir das 7h20 (Brasília). Uma simples vitória dá o título à seleção campeã olímpica antes do jogo contra a Itália, que será o oponente seguinte, na madrugada de terça-feira. Em caso de troféu confirmado contra os anfitriões, o desafio será apenas manter a invencibilidade ante os italianos.

O Ministério da Cidadania, em conjunto com a Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho e a Federação Pernambucana de Vôlei, vai promover a primeira Copa Nordeste de Voleibol de clubes sub-18. O evento foi iniciado no dia 30 de setembro e vai até o dia 7 de outubro na escola Professora Cremilda Maria Santana de Oliveira, em Guarapu, e na Escola Modelo Padre Antônio Melo, na Charneca.

O torneio tem 24 equipes, sendo 12 femininas e 12 masculinas. Participam do torneio os Estados do Ceará, Bahia, Sergipe, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Maranhão e Rio Grande do Norte.

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"Estamos revivendo as competições regionais. Além de descobrir novos talentos, a ideia é trazer de volta o espírito esportivo que tínhamos tempos atrás. E nada melhor do que fazer um evento como este, voltado para os jovens e que servirá, também, de intercâmbio tanto no que se refere ao conhecimento esportivo, quanto ao conhecimento acadêmico. Porque eles também falam de estudos durante a competição. Não é só quadra, rede e bola. É estudo também”, afirmou o coordenador do evento, Ednílton Vasconcelos.

Os interessados podem acompanhar os resultados e estatísticas do torneio acessando este site.

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A seleção brasileira feminina de vôlei se despediu da Copa do Mundo na madrugada deste domingo (horário de Brasília), em Osaka, no Japão, com uma vitória por 3 sets a 1 sobre a Rússia - parciais de 28/26, 25/20, 21/25 e 25/19 - e encerrou a competição no quarto lugar.

O Brasil fechou sua participação no torneio com sete vitórias e quatro derrotas. A equipe treinada por José Roberto Guimarães terminou com 21 pontos, atrás da própria Rússia, que ficou com o bronze, os Estados Unidos, donos da prata, e a China, grande campeã.

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A China realizou uma campanha perfeita e já havia assegurado o título no sábado, com antecedência. As chinesas venceram todos os seus 11 jogos, somaram 32 pontos e perderam apenas três sets em toda a competição. As norte-americanas somaram 28 pontos (10 vitórias e um revés) e as russas ficaram com 23, fruto de oito resultados positivos e três negativos.

No jogo deste domingo, a oposta se destacou mais uma vez e foi a maior pontuadora, com 21 acertos. A ponteira Amanda também contribuiu em alto níver, ao anotar 17 pontos. As centrais Fabiana e Mara marcaram 14 pontos cada e ponteira Gabi fez 11. Pelo lado da Rússia, a oposta Goncharova virou 21 bolas.

Gabi, um dos destaques brasileiros na Copa do Mundo, fez um balanço do desempenho da equipe na competição e no último jogo e projetou a disputa dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020, para o qual a seleção feminina já está classificada.

"Foi um ano intenso e sabíamos que essa competição seria muito difícil. Foram 11 jogos em 15 dias e terminarmos a Copa do Mundo com vitória sobre a Rússia. Elas vêm jogando muito bem tanto que ficaram com medalha de bronze. Jogamos com atitude e encerramos a competição da melhor maneira possível", analisou a ponteira.

"A competição serviu para mostrar o quanto precisamos evoluir para o ano que vem. Saímos com pontos positivos e negativos e agora é trabalhar ainda mais para os Jogos Olímpicos", completou.

O técnico Zé Roberto lamentou o fato de o rendimento de sua equipe não ter sido tão bom em alguns momentos do torneio, mas também chamou a atenção para alguns pontos positivos do Brasil.

"Tivemos altos e baixos na Copa do Mundo contra times contra os quais poderíamos ter jogado melhor. Também tiramos algumas coisas boas da nossa participação como o parâmetro dos times e como eles estão jogando. Analisamos a velocidade, a defesa, o bloqueio e todos os fundamentos. Também conseguimos vitórias contra adversários que vamos cruzar nos Jogos Olímpicos o que é positivo. Aprendemos e vamos seguir nossa preparação para Tóquio", afirmou o treinador.

A seleção brasileira feminina de vôlei foi derrotada pela Coreia do Sul por 3 sets a 1, com parciais de 25/23, 18/25, 25/20 e 25/21, na madrugada deste sábado (no horário de Brasília), em Osaka, no Japão, e deu adeus às chances de conquistar uma medalha na Copa do Mundo.

Depois de superar Camarões por 3 sets a 0 na sexta-feira, o Brasil ainda almejava alcançar um bronze na reta final da competição, na qual o time comandado pelo técnico José Roberto Guimarães vai fechar a sua campanha na madrugada deste domingo, às 2 horas (de Brasília), em jogo contra a Rússia.

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Para seguir na luta por um lugar no pódio, a equipe nacional precisava bater as sul-coreanas por 3 a 0 ou 3 a 1 e ainda superar as russas na rodada final do torneio, disputado em sistema de pontos corridos, em turno único, pelas 12 seleções participantes.

Essa foi a quarta derrota do Brasil em dez jogos realizados em sua campanha. E ao levar a melhor no duelo deste sábado, a Coreia do Sul também igualou o número de vitórias das brasileiras (seis), depois de ter contabilizado quatro derrotas ao longo de sua participação no evento, todo disputado em solo japonês.

Antes de cair diante da Coreia, a seleção brasileira fechou a antepenúltima rodada da Copa do Mundo em quarto lugar, atrás apenas de China, Estados Unidos e Rússia. E com essa derrota a equipe dirigida por Zé Roberto estacionou na quarta posição, com 18 pontos, mesma pontuação das sul-coreanas, que ficaram em quinto lugar.

A seleção brasileira começou o confronto deste sábado escalada com Bia, Mara, Amanda, Gabi, Lorenne, Macris e a líbero Léia. Depois entraram Fabiana, Sheilla, Drussyla e Roberta na equipe no decorrer do duelo.

Yeon Koung Kim, com 25 pontos, foi o grande destaque da vitória da Coreia, que também contou com Jaeyeong Lee se destacando com 20 acertos. O maior nome ofensivo do Brasil foi Lorenne, com 23 pontos, enquanto Gabi somou outros 14.

A seleção brasileira feminina de vôlei venceu mais uma no Sul-Americano, disputado no Peru, e manteve a campanha 100% na competição. Nesta sexta-feira, a vitória foi sobre a Argentina por 3 sets a 1, com parciais de 23/25, 25/19, 25/16 e 25/11, em 1h43min de jogo, na cidade de Cajamarca.

Atual campeão, o Brasil soma três triunfos na competição e garante a primeira colocação do Grupo A. Na semifinal, marcada para este sábado, a equipe nacional terá Peru ou Colômbia pela frente. A decisão será disputada no domingo. O time brasileiro busca o 21º título na história da competição.

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Nesta sexta, o maior destaque da seleção foi a central Bia, responsável por 23 pontos. A oposta Lorenne contribuiu com 17 e a central Mara, com 16. O técnico José Roberto Guimarães escalou a equipe com Roberta, Lorenne, Drussyla, Amanda, Bia, Carol e a líbero Leia. No decorrer da partida, entraram Mara, Sheilla, Macris, Gabi Cândido, Maira.

"Entramos um pouco abaixo na partida, mas nos recuperamos e conseguimos a vitória. A Argentina tem um ataque forte e fez um bom jogo. Na semifinal vamos enfrentar Peru ou Colômbia, equipes que evoluíram nos últimos anos. Estamos confiantes e temos tudo para fazer uma boa partida", comentou Bia.

Já a levantadora Roberta destacou a reação das brasileiras, que perderam o primeiro set e buscaram a virada no placar. "Fiquei feliz com a vitória. Acredito que começamos o jogo um pouco devagar, mas o importante foi o crescimento do time durante a partida e como reagimos as adversidades. Conseguimos o resultado positivo e terminamos em primeiro. Agora temos que esperar para conhecer o nosso adversário da semifinal. Gostei da forma que terminamos o jogo", analisou.

A nota preocupante do dia foi a entorse sofrida por Carol no tornozelo esquerdo ainda no primeiro set. Ela já começou o tratamento fisioterápico e será reavaliada neste sábado para saber se terá condições de entrar em quadra no sábado.

A seleção brasileira feminina de vôlei precisou de 1h04min para derrotar a Venezuela, por 3 sets a 0, com parciais de 25/10, 25/16 e 25/11, nesta quinta-feira, em Cajamarca, no Peru. Com o resultado, o time do técnico José Roberto Guimarães garantiu vaga na semifinal do Sul-Americano.

As brasileiras encerrarão a participação na primeira fase às 17h (horário de Brasília) desta sexta-feira contra a Argentina. As equipes estão invictas com duas vitórias e já classificadas para semifinal. A partida valerá o primeiro lugar no Grupo A.

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Brasil, Argentina, Venezuela e Equador estão no Grupo A. A chave B é formada por Peru, Colômbia, Uruguai e Bolívia. As equipes se enfrentam dentro dos seus respectivos grupos e as duas melhores de cada passam à semifinal da competição.

A oposta Lorenne foi a maior pontuadora do confronto, com 15 acertos. A central Bia também teve boa pontuação, com 12 pontos. A partida marcou o retorno da oposta Sheilla à seleção feminina em um jogo oficial. A atacante entrou no primeiro set e terminou o confronto com dois pontos. A bicampeã olímpica ainda fez mais um ponto de saque.

"É muito legal estar em quadra novamente defendendo o Brasil em uma competição como o Sul-Americano. Essas partidas são muito importantes para ganharmos ritmo de jogo. Estou feliz de ter terminado o confronto com um ponto de saque. Agora vamos pensar no duelo contra a Argentina que evoluiu nos últimos anos para terminarmos a primeira fase na liderança do nosso grupo", disse Sheilla, que não jogava oficialmente pelo Brasil desde a Olimpíada do Rio, em 2016.

A central Carol, que marcou quatro pontos, analisou a partida. "Esse campeonato é importante para ajustarmos a nossa equipe. Estamos buscando o título e fico feliz de ver os outros países da América do Sul se desenvolvendo no voleibol. Teremos como próximo adversário a Argentina que é uma equipe mais experiente. Vamos estudar o time delas para terminarmos bem a fase de classificação."

A seleção foi escalada nesta quinta com Macris, Lorenne, Drussyla, Amanda, Bia, Mara e Leia (líbero) foram as titulares de Zé Roberto. Ao longo do duelo entraram em quadra Sheilla, Roberta, Carol, Suelen e Maira.

Em outro duelo do desta quinta-feira, a Argentina venceu o Equador por 3 sets a 0, com parciais de 25/16, 25/15 e 25/13.

Em preparação para o Sul-Americano e a Copa do Mundo, a seleção brasileira feminina de vôlei venceu novamente a Argentina com facilidade na noite desta terça-feira. Jogando em Suzano, o time comandado pelo técnico José Roberto Guimarães levou a melhor por 3 sets a 0, com parciais de 25/12, 25/12 e 25/14, no segundo amistoso seguido contra as rivais argentinas.

No primeiro jogo, no domingo, o Brasil também vencera por 3 sets a 0. Aquela partida marcara o retorno das veteranas Camila Brait, Fabiana e Sheilla. Nesta terça, somente Fabiana não entrou em quadra porque sofreu uma lesão no fim de semana - uma inflamação no pé direito - e foi poupada nesta terça.

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"Fiquei feliz por estar de volta. Sou apaixonada por isso aqui. Voltei por vontade própria, eu quis. Sei que consigo e posso ajudar a seleção. Eu aproveitei muito pouco da minha reestreia, né? Logo na primeira puxada, eu senti o pé. Mas agora é recuperar e estar pronta para o que vier", declarou Fabiana, em entrevista ao canal Sportv.

Nesta terça, Zé Roberto escalou a seleção com a levantadora Macris, as ponteiras Amanda e Drussyla, a oposta Lorenne, as centrais Mara e Bia e líbero Lea. Sheilla, Camila Brait, Carol e Roberta entraram em quadra no decorrer do amistoso. A oposta Tandara e a líbero Suellen foram preservadas.

E, com esta formação, o time da casa praticamente não foi ameaçado ao longo das três parciais. A seleção brasileira começou abrindo vantagem nos três sets e não chegou a perder a liderança do marcador, mesmo cometendo erros inesperados em diferentes fundamentos.

O jogo desta noite foi mais um teste para o time, de olho nas próximas competições. Mesclando as veteranas com as novatas, Zé Roberto está formando a equipe que disputará também os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020, para o qual a seleção garantiu a vaga no Pré-Olímpico, no início do mês.

Antes disso, a seleção vai disputar o Sul-Americano, entre 28 de agosto e 1º de setembro, no Peru, e a Copa do Mundo, de 14 a 29 de setembro, no Japão.

Responsável por levar as seleções brasileiras de vôlei a três títulos olímpicos, o técnico José Roberto Guimarães revelou que Tóquio-2020 será a sua última Olimpíada da carreira. Assim, ele deve deixar o comando da seleção feminina, onde atua há 16 anos, logo após a disputa do grande evento, em julho do próximo ano.

"Com certeza [será a última Olimpíada]", disse Zé Roberto ao responder pergunta do apresentador Galvão Bueno durante o programa Bem Amigos, do Sportv. "Já estou há 16 anos na seleção feminina. É hora de outro técnico tocar esse trabalho".

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O treinador concedeu a entrevista de Lima, onde foi liderar o time feminino de vôlei nesta semana, nos Jogos Pan-Americanos, no Peru. "Meu sonho de criança era vestir a camisa o meu país, representar numa competição importante. Não posso deixar de estar aqui. Meu último Pan como treinador, tenho que aproveitar os momentos que restam."

Em Lima, Zé Roberto vai contar com uma equipe mista na seleção, que estreará nesta quarta-feira contra Porto Rico. O time masculino, por outro lado, contou com uma equipe B. Nem o técnico Renan Dal Zotto comandou o time, a cargo do auxiliar Marcelo Fronchowiak.

"É um orgulho para mim [estar aqui], jamais poderia imaginar isso nos meus melhores sonhos. Não meço esforços para representar meu país. Vai ser difícil, sufoco de novo, mas vale a pena", comentou Zé Roberto.

Questionado sobre o futuro, ele disse acreditar que a seleção manterá um alto nível mesmo depois de sua saída. "Estamos investindo bem na nossa base, temos uma geração vindo aí para 2024 e 2028 muito boa, no mínimo 10 ou 12 garotas com 1,90 m ou mais. Nunca tivemos uma geração dessa estatura e com qualidade."

Zé Roberto foi responsável por três ouros do Brasil no vôlei em Olimpíadas. Em Barcelona-1992, comandou o time masculino. E, em Pequim-2008 e Londres-2012, conduziu a equipe feminina ao bicampeonato olímpico.

De olho no futuro, o treinador elegeu Paulo Coco, atual treinador do Praia Clube, como seu futuro sucessor na seleção feminina. "Gostaria que o Paulinho assumisse. Ele abe muito de voleibol, mas cabe a Confederação [Brasileira de Vôlei] definir o novo técnico."

A seleção brasileira de vôlei feminino sofreu, mas venceu a República Dominicana por 3 sets a 2, em Uberlândia (MG), e garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020. Com o resultado, o time verde e amarelo terminou o Pré-Olímpico com três vitórias. O jogo deste sábado (3) foi mais difícil que o esperado. Depois de abrir 2 a 0, o Brasil permitiu a reação das dominicanas e precisou do tie-break para ganhar com as parciais de 25/22, 25/19, 23/25, 18/25 e 15/10.

Após a partida, o treinador José Roberto Guimarães fez uma análise e ressaltou a importância da classificação para Tóquio. "Ainda não tínhamos conseguido jogar com Natália, Gabi e Tandara juntas. Hoje (sábado) isso foi possível", destacou.

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"Avisei a Tandara que no quinto set ela faria a inversão. Tivemos sorte que abrimos dois pontos quando estava 6/6 e a inversão funcionou com a Tandara e a Roberta. A Natália, mesmo se recuperando da lesão na panturrilha, ajudou muito. Sabíamos das dificuldade e foi duro como pensávamos", ponderou o treinador brasileiro, que destacou seu colega do banco adversário.

"O Marquinhos (Marcos Kwiek, treinador brasileiro) está fazendo um grande trabalho na República Dominicana e eles foram grandes oponentes. O importante foi termos conseguido essa classificação. Foi o campeonato mais importante do ano", completou Zé Roberto.

A oposta Lorenne teve grande atuação e foi a maior pontuadora do confronto, com 22 pontos. "Estava muito ansiosa para essa partida. Tínhamos perdido a última vez que jogamos contra a República Dominicana e enfrentei muito essas jogadoras nas categorias de base", comentou a jogadora.

"Estou muito feliz com essa vitória. É uma realização grande estar dentro de quadra ajudando esse time. Quero agradecer a confiança do grupo e principalmente da Gabi que está sempre do meu lado. Jogamos como um grupo e esse é o diferencial do Brasil. Agora é treinar para crescer cada dia mais como equipe", comemorou Lorenne.

Citadas por Zé Roberto, a ponteira Gabi e a atacante Tandara também se destacaram, com 18 e 13 pontos, respectivamente. Pelo lado da República Dominicana, a oposta Martinez foi a maior pontuadora, com 20 acertos.

A ponteira Natália, que entrou durante a partida e teve participação fundamental no quinto set, destacou a superação do grupo brasileiro. "Sofremos um pouco com lesões e ainda não tínhamos conseguido colocar em quadra eu, a Tandara e a Gabi. Hoje (domingo), numa parte do jogo, isso foi possível. Estou me recuperando da lesão e fiquei feliz de ter ajudado o grupo. Nosso time sempre foi um conjunto e nesse Pré-Olímpico as 14 jogadoras foram fundamentais. O grupo está de parabéns", disse a brasileira.

Nesta temporada, o Brasil já conquistou a medalha de prata na Liga das Nações. A fase final da competição foi disputada em Nanquim, na China. Na ocasião, três brasileiras entraram na seleção do torneio. A levantadora Macris, a ponteira Gabi e a central Bia foram eleitas as melhores das suas posições.

Em um jogo mais duro do que o previsto, o seu terceiro no Pré-Olímpico, a seleção brasileira feminina de vôlei derrotou a República Dominicana por 3 sets a 2, com parciais de 25/22, 25/19, 23/25, 18/25 e 15/10, e carimbou a passagem para os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020.

Foi a terceira vitória em três jogos das brasileiras no Pré-Olímpico, o que fez a seleção encerrar a participação na competição como líder do Grupo D, com sete pontos. Além das dominicanas, a seleção treinada por José Roberto Guimarães também venceu Azerbaijão e Camarões. Os jogos foram realizados em Uberlândia (MG), no Ginásio Sabiazinho. A seleção caribenha ficou em segundo da chave, também com sete pontos, mas com uma vitória a menos.

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O Brasil não fica fora de uma edição das Olimpíadas desde a primeira participação em Moscou, em 1980. Em Tóquio, a seleção brasileira feminina vai em busca de seu terceiro ouro olímpico - as duas medalhas douradas foram conquistadas em Pequim (2008) e Londres (2012). No Rio-2016, as comandadas de José Roberto Guimarães pararam nas quartas de final ao caírem para a China.

Neste sábado, a exemplo do que aconteceu no duelo diante anterior, as brasileiras começaram bem a partida ao vencer as duas primeiras parciais com facilidade, mas sofreram um apagão, desta vez no terceiro e quarto sets, e quase deixaram o triunfo escapar.

No entanto, depois de perder a terceira e quarta parciais, o Brasil reagiu no momento mais importante do jogo, a disputa do tie-break, freou o ímpeto das rivais e assegurou a vitória e a vaga em Tóquio, muito celebrada pelas jogadoras ao final da partida.

Zé Roberto repetiu as últimas escalações e mando à quadra um time formado por Mara, Macris, Gabi, Tandara, Bia, Lorenne e a líbero Léia. Ao longo do duelo, entraram Roberta, Paula Borgo, Natália e Amanda.

A oposto Lorenne foi a principal pontuadora do confronto, com 22 pontos marcados. Gabi teve participação fundamental no bloqueio e no ataque e Tandara e Natália também tiveram destaque, funcionando como válvulas de escape no tie-break.

Nesta semana, a Federação Internacional de Voleibol organiza seis quadrangulares intercontinentais pelo mundo, com vagas aos seus vencedores sendo distribuídas para a Olimpíada, sendo que esses torneios são realizados em três rodadas, com as equipes se enfrentando dentro dos grupos. Das 12 vagas, duas foram preenchidas. Além do Brasil, o Japão também já está garantido por ser o país-sede do evento.

A seleção brasileira feminina de vôlei confirmou o seu favoritismo e triunfou na sua estreia em uma das chaves do Pré-Olímpico. Em Uberlândia (MG), no Ginásio Sabiazinho, a equipe não encontrou dificuldades para derrotar Camarões por 3 sets a 0, com parciais de 25/14, 25/13 e 25/16, nesta quinta-feira.

Nesta semana, a Federação Internacional de Voleibol organiza seis quadrangulares intercontinentais pelo mundo, com vagas aos seus vencedores sendo distribuídas para a Olimpíada de Tóquio, sendo que esses torneios são realizados em três rodadas, com as equipes se enfrentando dentro dos grupos.

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Em Uberlândia, após Camarões, a seleção vai enfrentar o Azerbaijão, nesta sexta-feira, às 14h15, e a República Dominicana, no sábado, a partir das 10 horas, para tentar assegurar a vaga olímpica.

No confronto desta quinta, o técnico José Roberto Guimarães escalou a seleção com Mara, Macris, Gabi, Tandara, Bia, Lorenne e a líbero Leia. Além disso, utilizou Paula Borgo, Roberta, Amanda, Suellen e Carol, que começou o último set como titular, na vaga de Macris.

Gabi foi a maior pontuadora da partida, com 14 pontos e dois a mais do que Tandara, principal novidade em relação ao time vice-campeão da Liga das Nações, pois ficou longo período afastada das quadras por causa de uma lesão no tornozelo esquerdo. E Estelle Adiana fez 12 pontos para Camarões.

"Foi uma volta feliz. Não tenho palavras para descrever o que estou sentindo. É muita gratidão pelas pessoas que estiveram ao meu lado nessa recuperação", disse Tandara em entrevista à Rede Globo.

Gabi, aliás, brilhou no primeiro set da partida, assim como o bloqueio. A equipe, porém, oscilou no começo da parcial e encontrou dificuldades para abrir larga vantagem, tanto que vencia por 8 a 6 na primeira parada técnica. Mas depois se impôs, chegando a liderar o placar por 21 a 11, fechando o set em 25 a 14 com um ataque de Tandara.

O segundo set foi fácil desde o início para a seleção brasileira, que forçou o saque, impondo muita dificuldade para a recepção de Camarões. Assim, tinha vantagem de 16 a 7 no segundo tempo técnico e venceu a parcial por 25 a 13 após um ataque de Bia.

O terceiro set foi o mais equilibrado do duelo. Camarões surpreendeu ao liderar o placar no começo, em 3 a 1. A seleção brasileira conseguiu a virada, mas as adversárias se mantiveram na cola por mais tempo, até a equipe deslanchar e fazer 16 a 12. Depois, o jogo ficou tranquilo, com um erro de saque de Adiana sacramentando o triunfo brasileiro em 25 a 16 na parcial e em 3 a 0 na sua estreia no Pré-Olímpico.

Atual tenista número 1 do Brasil, Beatriz Haddad Maia foi suspensa provisoriamente pelo Programa Antidoping da Federação Internacional de Tênis (ITF, na sigla em inglês). O afastamento temporário teve início na segunda-feira, segundo informou nesta terça a entidade que rege o tênis mundial.

De acordo com a ITF, amostras da atleta de 23 anos colhidas durante o Torneio de Bol, na Croácia, revelaram a presença de duas substâncias proibidas pela Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês): metabólitos de SARM S-22 e SARM LGD-4033. Elas estão na categoria S1 da lista de substâncias proibidas da Wada deste ano.

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As substâncias são consideradas "agentes anabólicos" pela entidade. SARM, sigla para "selective androgen receptor modulator" ou "moduladores seletivos do receptor de androgênio", é como se fosse uma versão aperfeiçoada dos esteroides anabolizantes tradicionais, que costumam ter efeitos prejudiciais a diversos órgãos do corpo.

A amostra de urina da brasileira foi colhida em 4 de junho deste ano e analisada pelo laboratório da Wada em Montreal, no Canadá. Pouco mais de um mês depois, no dia 12 de julho, Bia foi denunciada formalmente no artigo 2.1 do Programa Antidoping: "presença de substância proibida em amostra de jogador".

De acordo com a ITF, a tenista tem o direito de apelar ao Tribunal Independente da entidade para contestar a suspensão provisória. Mas ainda não fez valer este direito. A ITF não revelou quando haverá uma audiência para julgar o caso.

Em comunicado, Bia se disse surpresa com o teste positivo. "A atleta esclarece que jamais procurou obter vantagem indevida, sempre respeitou o jogo limpo e que trabalhará na sua defesa para provar sua inocência", informou a assessoria da tenista, atual 99ª do mundo.

Em ascensão desde o início do ano, Bia vive boa fase na temporada. Em seu último torneio, ela se destacou na grama de Wimbledon ao furar o qualifying e vencer a espanhola Garbiñe Muguruza, ex-número 1 do mundo e campeã em Londres, na primeira rodada. Por conta da boa campanha, figurou na 96ª posição do ranking da WTA. Há dois anos, alcançou a sua melhor colocação, com o 58º posto.

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