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A seleção masculina de vôlei da Rússia se sagrou bicampeã da Liga das Nações neste domingo. Na decisão, a equipe assegurou o segundo título consecutivo do torneio ao derrotar os Estados Unidos por 3 sets a 1, com parciais de 25/23, 20/25, 25/21 e 25/20, em Chicago.

Enquanto o norte-americano Taylor Sander foi o maior pontuador da partida, com 20, a Rússia contou com boa atuação coletiva para faturar o título, tendo quatro jogadores com ao menos dez pontos. Foram eles: Dmitry Volkov (17), Egor Kliuka (14), Ivan Iakovlev (12) e Victor Poletaev (11).

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Rússia e Estados Unidos haviam se enfrentado na última sexta-feira, pela rodada final do Grupo A, em duelo que valia a liderança da chave - as equipes já estavam classificadas às semifinais. E os norte-americanos tinham se dado melhor, vencendo por 3 a 0. Agora, na decisão, levaram o troco.

Na campanha do título, a Rússia avançou em terceiro lugar às finais, após somar 12 vitórias e três derrotas. Em Chicago, passou pela França (3 a 0) e perdeu para os EUA, avançando às semifinais, fase em que bateu a Polônia por 3 a 1, antes de superar os norte-americanos na decisão. Já a seleção brasileira foi a quarta colocada na Liga das Nações.

O capitão Bruninho apontou a irregularidade como um dos motivos para a derrota da seleção brasileira masculina de vôlei para os Estados Unidos, por 3 sesta 2, na semifinal da Liga das Nações, sábado à noite, em Chicago.

"Perdemos um pouquinho da lucidez em alguns momentos e eles encaixaram bons saques, inclusive mudando a forma como estavam sacando, e o flutuante acabou colocando o nosso time em dificuldade. A nossa virada de bola não voltou a ter a fluidez de antes e eles começaram a crescer na partida e venceram", disse o levantador.

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Um dos líderes da seleção, o experiente jogador, de 33 anos, também comentou as falhas na recepção do saque do time nacional. "Lutamos, mas essa mudança de saque deles acabou atrapalhando nossa virada de bola. Estamos trabalhando muito em cima dessa troca de saque, que é um novo momento do voleibol mundial, e vamos seguir trabalhando para deixar o time cada vez mais ajeitado."

O atleta do Civitanova, da Itália, destacou a importância da conquista do terceiro lugar neste domingo, diante da Polônia. "Nosso time apresentou uma boa evolução, um crescimento ao longo da Liga das Nações e vamos jogar com tudo por essa medalha de bronze."As duas seleções

Em um jogo eletrizante e com intensa disputa, a seleção brasileira masculina de vôlei se classificou para a semifinal da Liga das Nações, nesta sexta-feira, em Chicago, após derrotar o Irã por 3 sets a 2, com parciais de 25/20, 25/23, 24/26, 20/25 e 15/10. A equipe do técnico Renan Dal Zotto ficou em segundo lugar no Grupo B, atrás da Polônia, e volta à quadra neste sábado, às 19 horas (de Brasília), quando vai enfrentar Estados Unidos ou Rússia, o primeiro colocado do Grupo A.

A seleção brasileira fez a melhor campanha da primeira fase de classificação da Liga das Nações, com 14 triunfos em 15 jogos. Mas estava ameaçada de eliminação nesta sexta-feira, pois em sua estreia na etapa final, pelo Grupo B, havia perdido por 3 sets a 2 para a Polônia. Agora, porém, avançou às semifinais, igualando a campanha de 2018, quando foi o quarto colocado do torneio.

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O destaque do primeiro set foi Lucarelli. O ponteiro conseguiu uma sequência de oito pontos de saque, que foi essencial na vitória brasileira. O Brasil chegou rápido a 13 a 5, mas perdeu a concentração e viu Ghafour também se apresentar de forma sensacional. O Irã chegou a encostar (20 a 19), mas a entrada de Flávio no lugar de Lucão garantiu a vantagem final que o time precisava. O central fez três pontos seguidos.

Lucarelli voltou a ter um ótimo início no segundo set e colaborou muito para o Brasil alcançar vantagem e chegar a 7 a 4. Lucão voltou à quadra e dominou a rede, mas Shefiel (no bloqueio) e Ebadipour (no ataque) fizeram o Irã a marcar 15 a 14.

O bloqueio brasileiro não existia e os iranianos chegaram a 21 a 18. Em uma defesa, o time asiático chegou a festejar o ponto antes, mas em uma recuperação incrível de Lucarelli o Brasil ganhou o ponto e o adversário perdeu a concentração, cometendo vários erros de ataque na sequência. E o set terminou com mais um ace de Lucarelli: 25 a 23.

O Irã veio para o tudo ou nada no terceiro set. Logo abriu 5 a 1, mas Wallace, Flávio e Lucarelli conseguiram diminuir para 6 a 5. Com vários bloqueios, a equipe asiática chegou a abrir 18 a 14, mas voltou a mostrar irregularidade. O Brasil aproveitou, com a ótima entrada de Bruninho. Mas após uma bola fora de Flávio, o Irã teve o set point e não desperdiçou: 26 a 24.

A quarta parcial começou com o Irã forte no ataque, mas mal nos saques. Com isso, o jogo ficou equilibrado, com empate em 4 a 4. Com sorte, a equipe brasileira conseguiu alguns pontos importantes. Bruninho fez um levantamento incrível, após falha na recepção de Tales. Ghafour cometeu dois toques e Alan foi mais um que saiu do banco e teve boa produção. Desta forma, o time de Renan Dal Zotto chegou a marcar 14 a 11.

Mas o saque de Seyed reequilibrou o jogo. Alan parou duas vezes no bloqueio e o Irã voltou a liderar: 17 a 15. Os times trocaram pontos, até Wallace parar no bloqueio: 21 a 18. A bola animou os iranianos que praticamente não erraram mais nada: 25 a 20.

O tie-break foi nervoso, tenso, disputado e muito equilibrado. Tanto nos acertos como nos erros. Um rali de 32 segundos terminou com ponto de Alan: 8 a 7 para o Irã. O jogo ficou tenso quando os iranianos reclamaram uma invasão de Cachopa. O Brasil recuperou o placar, com grande desempenho de Alan e com um saque de Lucarelli: 12 a 9. Lucão também foi perfeito no saque e Leal no bloqueio garantiu a emocionante vitória brasileira: 15 a 10.

A seleção brasileira feminina de vôlei lutou bastante neste domingo e esteve perto da inédita conquista da Liga das Nações. Mas, após abrir 2 sets a 0, acabou parando em uma forte virada dos Estados Unidos, que fecharam a final por 3 sets a 2, com parciais de 25/20, 25/22, 15/25, 21/25 e 15/13, e faturaram o bicampeonato, em Nanquim, na China.

O Brasil buscava sua primeira conquista na competição, que substituiu o Grand Prix no ano passado. As comandadas do técnico José Roberto Guimarães foram superiores na duas primeiras parciais, mas abusaram dos erros nos últimos três sets, culminando em um toque de mão na antena, que acabou definindo o ponto decisivo da partida, no tie-break.

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Para a decisão, Zé Roberto fez apenas uma mudança na equipe. Trocou Paula por Lorenne, que foi um dos destaques do time nos dois primeiros sets. A equipe começou a partida com Mara, Natália, Macris, Bia, Lorenne, Gabi e a líbero Leia. Ao longo da final, o treinador colocou em quadra Paula, Tainara, Roberta e Amanda.

Com esta formação, o Brasil começou bem a partida, mas viu as norte-americanas abrirem ligeira vantagem em 14/10 no set inicial. A virada brasileira aconteceu em 17/16. Com uma defesa sólida, a equipe nacional brilhava no bloqueio, surpreendendo as adversárias.

A mesma fórmula deu certo na segunda parcial, que contou com roteiro semelhante. Os Estados Unidos saíram na frente e chegaram a fazer 16/13. O Brasil não se abalou com a desvantagem e buscou novamente a igualdade, em 18/18. A virada veio em 22/21, em mais um bloqueio decisivo, antes do fechamento do set.

Com a boa folga conquistada no placar, a seleção brasileira perdeu ritmo no início do terceiro set e permitiu ao time americano se arrumar em quadra. Elas abriram 10/7, depois 18/13 e fecharam a parcial com a maior vantagem do jogo: 25/15. Desta vez, foram as brasileiras que pararam no bloqueio americano.

Depois do susto, o Brasil voltou a atuar com mais atenção no quarto set. Começou na frente e manteve diferença de dois pontos até 11/9. As americanas empataram em 12/12 e passaram a pressionar as jogadas com Gabi, que era a principal aposta ofensiva do Brasil. A pressão fez efeito e as brasileiras passaram a cometer erros bobos, por falta de experiência.

Por alguns minutos, o time nacional ficou perdido em quadra, enquanto as americanas abriam vantagem com certa facilidade. Somente na reta final do set o Brasil voltou a se organizar no jogo e diminuiu a vantagem da parcial, fechada pelos EUA.

O inesperado empate forçou a disputa do tie-break. Diante da nova postura dos EUA, mais atentos à estratégia brasileira, Zé Roberto colocou Tainara em quadra. O Brasil abriu dois pontos de vantagem no começo e as americanas responderam com uma virada em 5/4.

Como aconteceu na parcial anterior, o time dos EUA cresceu em confiança e passou a ditar o ritmo. Abriu 10/7 e até permitiu uma breve reação brasileira, em 10/9. Mas falhas bobas e afobações deixaram as americanas abrirem maior vantagem até o match point, definido no desafio eletrônico. No lance, o Brasil tinha a chance de empatar em 14/14. Mas um toque na antena acabou decidindo o jogo e o título.

Com uma atuação arrasadora nos dois últimos sets, a seleção brasileira feminina de vôlei venceu a Turquia por 3 sets a 0, com parciais de 25/23, 25/15 e 25/10, neste sábado, em Nanquim, na China, e se classificou para a decisão da Liga das Nações.

Com o triunfo, o time comandado pelo técnico José Roberto Guimarães se credenciou para lutar pelo título da competição neste domingo, quando terá pela frente, às 8h30 (de Brasília), as vencedoras do duelo entre Estados Unidos e China, que se enfrentam na outra semifinal do torneio em confronto a ser encerrado ainda na manhã deste sábado (final da noite no horário chinês).

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Com 11 vitórias e quatro derrotas em 15 jogos, a seleção brasileira terminou a fase de classificação da Liga das Nações em terceiro lugar, com 35 pontos, mesma pontuação de China e Estados Unidos, respectivas líder e vice-líder pelos critérios de desempate. E no estágio final do torneio acumulou um triunfo sobre a Polônia e depois foi derrotada pelas norte-americanas, que foram às semifinais como líderes desta chave.

Para superar as turcas, o Brasil contou com grandes atuações de várias jogadoras, sendo que o principal destaque foi Natália, maior pontuadora do duelo, com 15 acertos. Lorenne, por sua vez, entrou em quadra no decorrer do primeiro set e contabilizou nove pontos ao total, um a mais do que Mara, a terceira maior pontuadora da equipe nacional.

Pelo lado turco, Ebrar Karakurt foi o maior destaque ofensivo, com dez pontos, mas a sua equipe acabou sendo atropelada pelas brasileiras nos dois últimos sets do duelo, após os dois times travarem uma disputa bastante equilibrada no primeira parcial. O Brasil iniciou o jogo com Mara, Natália, Macris, Bia, Paula, Gabi e a líbero Léia, enquanto Amanda, Lorenne e Roberta entraram no decorrer da partida.

No ano passado, a seleção brasileira terminou a Liga nas Nações em quarto lugar e acabou ficando fora do pódio daquela que foi a primeira edição desta competição depois que a mesma substituiu o Grand Prix no calendário do vôlei feminino mundial. A Turquia, vice-campeã em 2018, disputará a decisão do terceiro lugar neste domingo, às 4h30 (de Brasília), contra as perdedoras do duelo entre Estados Unidos e China.

Com 12 troféus do Grand Prix, o Brasil foi disparado o maior vencedor da competição, enquanto as norte-americanas acumularam seis taças e a Rússia ganhou três. Neste domingo, na decisão da Liga das Nações, a seleção buscará o título também para ganhar ainda mais confiança neste ciclo olímpico que visa os Jogos de Tóquio-2020.

A seleção brasileira feminina de vôlei está classificada às semifinais da Liga das Nações. Nesta quinta-feira, em Nanquim, a equipe avançou de fase ao estrear no Grupo B da etapa decisiva do torneio com vitória sobre a Polônia por 3 sets a 2, com parciais de 22/25, 25/21, 22/25, 25/19 e 15/10.

Além de assegurar a passagem do Brasil às semifinais, o triunfo desta quinta-feira também classificou a seleção dos Estados Unidos. Isso foi possível porque as norte-americanas haviam derrotado, por 3 a 1, as polonesas na quarta-feira. Assim, a equipe europeia está eliminada, enquanto brasileiras e norte-americanas duelarão pela liderança do Grupo B no confronto desta sexta-feira, a partir das 4 horas (de Brasília).

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De qualquer forma, o Brasil entrará em quadra pelas semifinais da Liga das Nações no sábado. E também terá um outro compromisso no domingo, valendo o título ou o terceiro lugar do torneio para o qual a seleção avançou à etapa decisiva com 11 vitórias e 4 derrotas na fase inicial, em terceiro lugar e com 35 pontos somados.

Um desses reveses haviam sido para as polonesas, em cinco sets. Assim, a vingança veio em ótimo momento para o Brasil, pois garantiu a seleção nas semifinais da competição. Bia brilhou nesse confronto, com 22 pontos, sendo oito em bloqueios. Já Gabi fez 17.

Malwina Smarzek foi a maior pontuadora da partida com 32 acertos para a Polônia, mas as brasileiras conseguiram parar Magadalena Stysiak, que fechou a partida com apenas 12 pontos.

O técnico José Roberto Guimarães escalou Natália, Macris, Gabi, Paula Borgo, Carol, Bia e a líbero Léa como titulares. E promoveu as entradas de Amanda, Lorenne, Roberta, Mara e Tainara durante o duelo.

O Brasil teve um começo lento na partida, chegando a estar perdendo por 10/4. A equipe chegou a reagir e virou o placar para 18/17, mas as polonesas voltaram a passar à frente e fecharam o primeiro set em 25/22, lideradas pela grande atuação de Smarzek, que fez oito pontos na parcial. Além disso, o bloqueio se destacou ao parar Natália em momentos decisivos.

No segundo set, a seleção voltou a oscilar. Chegou a abrir 6/3, mas levou cinco pontos seguidos na sequência. Depois, foi ao segundo tempo técnico liderando o placar por 16/15. Nos últimos pontos, foi a vez de Natália brilhar, no ataque e parando Smarek no bloqueio. E um ataque de Gabi fechou a parcial em 25/21.

O terceiro set parecia sob controle do Brasil, que teve um início forte, fazendo 8/4. A equipe chegou a abrir 21/17, mas depois permitiu a reação das polonesas, que viraram o placar e ganharam a parcial por 25/22, voltando a ficar em vantagem na partida.

Com Amanda e Mara como titulares nas vagas de Natália e Gabi, o Brasil voltou a ter um início forte no quarto set, abrindo 6/1. Dessa vez, a equipe sustentou a vantagem até o fim, fazendo 16/11 e empatando o placar ao triunfar na parcial em 25/19.

O Brasil voltou a comandar a partida no tie-break, marcando os cinco primeiros pontos da parcial. As polonesas chegaram a esboçar uma reação, diminuindo a desvantagem para 7/5. Mas a seleção voltou a se impor e fechou a parcial em 15/10 e o jogo em 3 sets a 2 com Bia.

O Brasil manteve os 100% de aproveitamento no Mundial de Vôlei de Praia, que está sendo disputado na cidade de Hamburgo, na Alemanha. Somando homens e mulheres, já são 14 jogos e 14 vitórias. Neste domingo, três duplas femininas e outras três masculinas entraram em quadra e venceram pela segunda rodada da fase de grupos: Ágatha/Duda, Ana Patrícia/Rebecca, Carol Solberg/Maria Elisa, Alison/Álvaro, André/George e Pedro Solberg/Vitor.

Na chave feminina, os triunfos deste domingo já garantem o trio na fase eliminatória. O único time brasileiro que não atuou foi o de Fernanda Berti e Bárbara Seixas, que folgou e retorna à quadra nesta segunda-feira para disputar a segunda partida de seu grupo.

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O grande destaque do dia foi a vitória de Carol Solberg e Maria Elisa sobre as donas da casa, as alemãs Laura Ludwig, que é a atual campeã olímpica e mundial, e sua parceira Meg Kozuch, com quem se uniu em 2019. As brasileiras souberam ajustar o jogo e neutralizar a grande atuação de Ludwig para virar a partida e vencer por 2 sets a 1 (13/21, 21/13 e 15/11).

"Encaramos a Nigéria, que são meninas que não rodam o Circuito Mundial, é uma outra realidade em nível competitivo, então foi como se fosse nossa primeira partida. Sabíamos que seria um jogo com muita torcida para elas, mas nos concentramos muito para essa partida, estudamos bastante. Além disso, foi a primeira vez que jogamos na quadra central, as referenciais mudam muito. Soubemos ter calma após o primeiro set e depois as coisas foram acontecendo. Quando começamos a jogar bem elas sentiram e foi possível impor nosso ritmo", disse Maria Elisa.

Ágatha e Duda superaram as japonesas Ishii/Murakami por 2 sets a 0 (21/13 e 21/18), alcançando a segunda vitória no Grupo F. "Já havíamos vencido elas duas vezes anteriormente, mas o último jogo foi muito difícil, no tie-break, então nos preparamos para tentar conseguir uma vitória mais tranquila por 2 a 0. Elas defendem muito, são habilidosas, é um jogo de paciência. Temos que saber levar, elas não são tão altas, mas farão jogadas bonitas, sempre vão dar trabalho. Foi um triunfo importante, estou feliz com nosso rendimento e vamos já nos preparar para a última rodada", declarou Ágatha.

Ana Patrícia e Rebecca tiveram um duelo muito difícil contra as donas da casa, as alemãs Bieneck e Schneider, mas tiveram equilíbrio para virar o placar no tie-break, após estarem dois pontos atrás: 2 sets a 1 (21/14, 20/22 e 15/12). "Foi um jogo muito duro, ter um confronto assim é bom. Nunca tínhamos enfrentado essa dupla alemã, o ambiente aqui na quadra central está diferente. Tem a torcida, o vento está bem diferente. Foi com o coração acelerado, que é o que a gente gosta, deu certo. Conseguimos imprimir um bom ritmo no final para sair com a vitória", comentou Ana.

MASCULINO - Entre os homens, Alison e Álvaro Filho superaram neste domingo Tamer Abdelrasoul e Assam Mahmoud, do Catar, por 2 sets a 0 (21/16 e 21/8). "Foi um jogo bem diferente do primeiro, jogamos em uma quadra que ainda não tínhamos treinado, estávamos buscando referências. O vento estava bastante forte. Tivemos um pouco de dificuldade no primeiro set, mas no segundo conseguimos desenvolver bem, colocamos nosso ritmo e jogamos o melhor voleibol possível. É uma chave bastante difícil, cada jogo é uma final para nós", destacou o bloqueador da dupla.

André Stein e George também tiveram uma segunda rodada mais tranquila do que a estreia em Hamburgo. Assim como Alison/Álvaro, eles venceram o primeiro duelo no tie-break, mas também superaram o segundo desafio em sets diretos. Triunfo por 2 sets a 0 (21/13 e 21/11) sobre os moçambicanos Nguvo e Soares.

"É uma dupla que não roda o Circuito Mundial, não tínhamos muitas informações, analisamos o jogo de estreia deles contra os italianos para ter alguma noção tática. Conseguimos fazer nossa parte muito bem, tivemos um jogo controlado, apesar do vento, foi importante para a sequência do Campeonato Mundial", disse André, o atual campeão mundial.

Pedro Solberg e Vitor Felipe fecharam a participação masculina do Brasil com uma excelente apresentação, superando os cubanos González e Reyes por 2 sets a 0 (21/12 e 21/16). A dupla brasileira errou muito pouco, cedendo apenas seis pontos aos adversários, contra 16 dos cubanos.

"Acho que jogamos muito bem hoje (domingo), estou muito feliz com nossa performance, fizemos as coisas darem certo. É um time novo de Cuba, González mudou de parceiro e o novo jogador da saída de rede, Reyes, é muito bom, saca muito bem, sabíamos que seria difícil. Não tínhamos tantos vídeos sobre esse novo time, eles disputaram apenas a etapa da Polônia neste ano, mas soubemos impor nosso jogo. Estou empolgado com o que podemos fazer na sequência da competição", disse o medalhista de bronze do Mundial de 2015.

Garantida de forma antecipada na fase final da Liga das Nações, a seleção brasileira masculina de vôlei tinha como objetivo neste domingo fechar a fase de classificação da competição na liderança. Antes mesmo de entrar em quadra contra a Itália, no ginásio Nilson Nelson, em Brasília, o time comandado pelo técnico Renan Dal Zotto já havia assegurado o posto com a derrota mais cedo do Irã para os Estados Unidos. Mesmo assim, a vitória veio de virada por 3 sets a 1 - com parciais de 26/28, 25/22, 25/18 e 25/18.

Com 39 pontos, o Brasil fez uma campanha quase perfeita na fase de classificação. Em 15 jogos, distribuídos por cinco semana de jogos, o time ganhou 14 vezes e só perdeu para a Sérvia, em Portugal, por 3 sets a 2. O Irã ficou em segundo com 36, seguido pelos também classificados Rússia (34), França (34) e Polônia (30). Como a fase final é nos Estados Unidos, a seleção da casa se classificou por ser o país sede.

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Em Chicago, entre os dias 10 e 14 deste mês, a seleção brasileira terá o Irã e a Polônia como adversários no Grupo B da fase final - a chave A é composta por Estados Unidos, França e Rússia. Cada país jogará duas vezes dentro do seu grupo e os dois primeiros colocados avançarão às semifinais.

Em quadra, o Brasil mostrou seu poder de recuperação depois de fazer um primeiro set irregular e ser derrotado por 28 a 26. Teve mais tranquilidade e inteligência para vencer os italianos com facilidade nas parciais seguintes. Lucarelli, com 19 pontos, e Alan Souza, com 18, foram os maiores destaques da equipe brasileira.

No segundo set, um susto. Depois de tentar um bloqueio, Maurício Souza caiu de mau jeito e torceu o tornozelo esquerdo. O central deixou a quadra carregado e não voltou mais. Durante toda a parcial, permaneceu deitado no banco de reservas. No intervalo para o terceiro set, deixou o ginásio carregado pelos companheiros.

Em quadra, o Brasil começou jogando com Bruninho, Alan, Maurício Souza, Flávio, Lucarelli e Leal, além do líbero Maique. Durante a partida entraram Cachopa, Rafael Araújo, Maurício Borges, Isac e Douglas Souza, além do líbero Thales.

A seleção brasileira feminina de vôlei já está na cidade de Nanquim, na China, para a disputa da fase final da Liga das Nações, a primeira competição da temporada de 2019. Depois de 31 horas de viagem, a equipe comandada pelo treinador José Roberto Guimarães realizou nesta sexta-feira o primeiro treinamento em solo chinês, já pensando na estreia contra a Polônia, na próxima quinta.

"Fizemos uma viagem longa e, portanto, esse treinamento foi muito importante para entrarmos logo no fuso horário. Trabalhamos bastante alongamento e exercícios mais de movimentação sem saltos. Esse treino nos ajudou na adaptação e agora vamos descansar para estarmos ainda melhores amanhã (sábado). Sabemos que essa fase final será muito equilibrada e estamos trabalhando bastante para evoluirmos a cada partida", afirmou a líbero Léia.

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A ponteira Natália também mostrou confiança em um bom desempenho do time brasileiro. "Crescemos como grupo durante a Liga das Nações. Terminamos a fase de classificação em terceiro lugar e evoluímos a cada etapa. Sabemos que vamos enfrentar adversários fortes e estamos confiantes em fazer boa apresentações. Vamos pensar em um jogo de cada vez e o foco é na nossa estreia contra a Polônia. Foi bom chegarmos já na sexta-feira porque isso facilitará nossa adaptação ao fuso", afirmou.

A etapa decisiva da competição será disputada entre os dias 3 e 7 de julho. As seis equipes classificadas para a fase final são China (1.º), Estados Unidos (2.º), Brasil (3.º), Itália (4.º), Turquia (5.º) e Polônia (6.º). Chinesas, italianas e turcas formarão o Grupo A, enquanto que norte-americanas, brasileiras e polonesas estarão no B. Os países se enfrentarão nas suas respectivas chaves e os dois melhores de cada passarão às semifinais.

Na fase final da Liga das Nações, a seleção feminina será formada pelas levantadoras Macris e Roberta; as opostas Paula Borgo e Lorenne; as ponteiras Natália, Gabi, Amanda e Tainara; as centrais Carol, Bia, Mara e Mayany; e as líberos Léia e Natinha.

O Brasil luta pelo título inédito da Liga das Nações. No ano passado, as brasileiras terminaram a competição em quarto lugar e os Estados Unidos ficaram com o título.

A seleção brasileira feminina de vôlei não poderá contar com Tandara na fase final da Liga das Nações. Nesta segunda-feira, a CBV explicou que a oposta sentiu um desconforto na região abdominal durante treinamento na semana passada em Saquarema (RJ). E os exames realizados nos últimos dias detectaram um edema no músculo reto abdominal.

Assim, Tandara não será aproveitado pelo técnico da seleção brasileira feminina, José Roberto Guimarães, na fase decisiva da Liga das Nações, marcada para o período entre 3 e 7 de julho, em Nanquim, na China.

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A decisão de não utilizar Tandara tem caráter preventivo, ainda mais que a seleção disputará o Torneio Pré-Olímpico entre os dias 1º e 3 de agosto. Assim, ele seguirá em tratamento no CT da CBV em Saquarema, enquanto o restante das jogadoras seguirá para Nanquim.

A viagem do elenco está marcado para quarta-feira. A seleção brasileira foi a terceira colocada na fase classificatória da Liga das Nações e estará no Grupo B das finais ao lado de Estados Unidos e Polônia. A outra chave terá China, Itália e Turquia. Os dois primeiros colocados de cada grupo avançam às semifinais. O Brasil vai jogar no dia 3, a partir das 4 horas (de Brasília), contra a Polônia. No dia seguinte, no mesmo horário, terá pela frente a seleção norte-americana.

A vitória por 3 sets a 2 do Brasil sobre a Alemanha em Cuiabá, a décima em 11 jogos na Liga das Nações, foi difícil, mas serviu, principalmente, para dar confiança a alguns jogadores que não estão entre os titulares. Casos do levantador Fernando Cachopa e do oposto Alan, que saíram do banco e foram decisivos para o triunfo.

O técnico Renan Dal Zotto aproveitou a partida para rodar o elenco e ficou satisfeito com o que viu, apesar da dificuldade de vencer os alemães. Alan entrou no segundo set para ser o maior pontuador da seleção brasileira, com 17 acertos, e Cachopa ganhou mais chances que Bruninho e teve contribuição importante no tie-break. Ambos mudaram o jogo a favor do Brasil.

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"Quem saiu do banco conseguiu mudar a cara do jogo e isso é extremamente importante. Eu e o Cachopa não somos tão conhecidos internacionalmente, conseguimos jogar mais soltos e isso dificulta um pouco para o adversário, que nos conhece pouco", explicou Alan, jogador do Sesi-SP.

"Qualquer jogador que está no banco entre os suplentes pode entrar e fazer a diferença. Nosso grupo é muito forte e o conjunto é que nos faz muito forte", disse Cachopa, que atua no Cruzeiro.

Alan destacou que está acostumado com a pressão e afirmou que não se sente menos importante por começar os jogos entre os reservas. O grupo, segundo ele, é forte e sabe o que quer.

"Todos nós estamos acostumados a sofrer pressão. Nossa Superliga é bastante forte e isso nos ensina muito e nos deixa preparados para uma situação como essa. Nestes momentos, vamos com tudo. Quem está no banco não é menos importante dos que começam como titulares. Temos um conjunto forte", afirmou Alan.

Com a vitória, a seleção brasileira segue na segunda colocação da fase de classificação, agora com 27 pontos, mas viu a diferença aumentar para o líder Irã, que chegou aos 30 com o triunfo por 3 sets a 0 sobre a Austrália e já se garantiu na fase final, que será em Chicago, nos Estados Unidos, de 10 a 14 de julho, estágio em que o time de Renal Dal Zotto também está perto de alcançar de forma antecipada.

Se a Polônia, atual sexta colocada e com sete vitórias até aqui, perder para a Itália neste domingo, e o Brasil vencer a Rússia também neste domingo, no último jogo da quarta e penúltima semana do estágio classificatório, a equipe brasileira chegará a 11 triunfos na competição e vai garantir a vaga na fase final da competição, em que passam os cinco melhores colocados mais os Estados Unidos, que vão sediar a parte final do torneio.

Já classificada por antecipação à fase final, a seleção brasileira feminina de vôlei encerrou a etapa de classificação da Liga das Nações com uma derrota para a Turquia por 3 sets a 2 - com parciais de 25/23, 24/26, 25/20, 23/25 e 16/14 -, nesta quinta-feira, em Ancara. O resultado negativo para as anfitriãs desta quinta e última semana de jogos faz com que o time comandado pelo técnico José Roberto Guimarães termina na terceira colocação entre os 16 países participantes.

Com 35 pontos, o Brasil ficou com a mesma pontuação da líder China e do vice Estados Unidos. No entanto, os dois países ficaram na frente por terem uma vitória a mais que as brasileiras - 12 contra 11. Para a fase final, que será disputada de 3 a 7 de julho em Nanquim, em solo chinês, passaram as cinco primeiras colocadas, mais o país sede. Como as chinesas ficaram em primeiro, a lista de classificados teve ainda a Itália, em quarto lugar, a Turquia, em quinto, e a Polônia, em sexto.

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Na fase final, o Brasil jogará o Grupo B e as suas adversárias serão Estados Unidos e Polônia. O Grupo A é composto por China, Itália e Turquia. Nos próximos dias, a Federação Internacional de Voleibol (FIVB, na sigla em francês) vai definir a tabela dos jogos. Os países se enfrentarão em turno único dentro das chaves (duas partidas para cada um) e as duas primeiras colocadas avançarão às semifinais.

Com os times classificados antecipadamente, os treinadores Zé Roberto Guimarães e Giovanni Guidetti promoveram várias substituições no Brasil e na Turquia, respectivamente, durante a partida. Das 14 atletas disponíveis, a equipe turca utilizou 13. A brasileira testou 11 jogadoras.

Mesmo sem jogar muito, a ponteira Gabi deixou a quadra com 22 acertos, sendo a maior pontuadora do duelo. Os destaques da seleção da Turquia foram três: a oposta Yilmaz, a ponta Ismailoglu e a central Karakurt foram as melhores na pontuação com 17, 16 e 13 bolas no chão, respectivamente.

Em quadra, o Brasil jogou com Macris, Natália, Bia, Mara, Paula e Gabi, além da líbero Leia. Ainda entraram Roberta, Lorenne, Amanda e Mayany.

O Brasil somou nesta quinta-feira sete vitórias em oito jogos no torneio feminino da etapa quatro estrelas de Varsóvia, na Polônia, pelo Circuito Mundial de Vôlei de Praia. Ágatha/Duda, Ana Patrícia/Rebecca e Carol Solberg/Maria Elisa venceram seus dois jogos, avançando direto às oitavas de final. Talita/Taiana teve um triunfo e um revés e vai disputar a repescagem.

Os adversários das oitavas de final serão definidos após a repescagem nesta sexta-feira, quando também serão disputadas as partidas pelas quartas de final do feminino. As semifinais, disputas de bronze e ouro ficam previstas para sábado. Brasil e Estados Unidos são os únicos países com três times já garantidos na próxima fase.

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Carol Solberg e Maria Elisa estrearam com vitória sobre as eslovacas Dubovcova/Strbova por 2 sets a 0 (21/17 e 21/15). No duelo pelo primeiro lugar do Grupo D, vitória sobre as canadenses Wilkerson e Bansley por 2 a 0 (21/13 e 21/18), garantindo vaga nas oitavas. "Conseguimos fazer o que temos de melhor, que é o saque, junto com uma tática boa que nos proporcionou boas defesas. Temos que continuar agredindo porque só existem times bons. Vamos dar nosso melhor para buscar a vaga nas quartas de final, e depois pensar nos próximos passos", disse Maria Elisa.

Ana Patrícia/Rebecca, cabeça de chave 1 do torneio, venceu na estreia as polonesas Ceynowa/Kloda por 2 sets a 0 (21/15 e 21/11). Na segunda rodada, pela liderança do Grupo A, novo triunfo por 2 a 0 (21/13 e 21/19) sobre as espanholas Elsa Baquerizo e Liliana Fernández.

No Grupo B, Ágatha e Duda estrearam com triunfo sobre as polonesas Brzostek/Wachowicz por 2 sets a 0 (21/16 e 21/9). Em seguida, vitória sobre as italianas Marta Menegatti/Viktoria Orsi Toth por 2 a 1 (23/21, 19/21 e 15/8).

Talita e Taiana perderam para as suíças Nina Betschart e Tanja Huberli: 2 sets a 0 (21/18 e 21/18), pelo Grupo C. A dupla brasileira conseguiu se recuperar no duelo seguinte ao bater as francesas Chamereau/Jupiter por 2 a 0 (21/10 e 21/15), avançando em terceiro na chave, indo à repescagem.

MASCULINO - Os times brasileiros estrearam com vitórias. Alison/Álvaro Filho, Evandro/Bruno Schmidt e Pedro Solberg/Vitor Felipe venceram nesta quinta-feira e disputam a liderança de suas chaves nesta sexta-feira. Além do final da fase de grupos, a repescagem também ocorre nesta sexta-feira. Oitavas e quartas de final ficam para o sábado, enquanto que semifinais e disputas de medalhas acontecem no domingo.

Alison e Álvaro Filho venceram os canadenses Grant O'Gorman e Ben Saxton por 2 sets a 0 (21/13 e 21/19). Eles disputarão a primeira posição do Grupo C contra os russos Krasilnikov/Stoyanovskiy.

Evandro e Bruno Schmidt superaram os alemães Bergmann/Harms por 2 sets a 0 (21/19 e 21/18). A disputa do primeiro lugar do Grupo F e vaga às oitavas de final será contra os vice-campeões olímpicos Daniele Lupo e Paolo Nicolai, da Itália.

Pelo Grupo A, Pedro Solberg e Vitor Felipe derrotaram os russos Nikita Liamin e Taras Myskiv por 2 sets a 0 (21/19 e 21/16). Eles enfrentarão nesta sexta-feira os poloneses Fijalek/Bryl.

O Brasil alcançou, neste domingo, a sua terceira vitória em três jogos na primeira semana da Liga das Nações. Em Katowice, na Polônia, os brasileiros superaram os donos da casa e atuais bicampeões mundiais por 3 sets a 1, com parciais de 22/25, 25/12, 25/21 e 25/17, de virada, em 1h48min.

Na última sexta, os brasileiros estrearam na disputa passando pelos Estados Unidos (3 a 0) e no sábado foi a vez de enfrentar os australianos, com triunfo por 3 a 2. Neste domingo, após um início um tanto desorganizado e sem destaques individuais, o que lhes o primeiro set, os brasileiros reagiram, mais uma vez com boa atuação do cubano naturalizado brasileiro Leal.

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A equipe chegou ao triunfo que dá tranquilidade para o time treinado pelo interino Marcelo Fronckowiak - Renan Dal Zotto cumpriu seu terceiro de quatro jogos de suspensão em pena imposta pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB) - na sequência da competição de seleções.

A disputa pela Liga das Nações prossegue nas próximas quatro semanas, pela ordem, com sedes em Tóquio (Japão), Gondomar (Portugal), Cuiabá e Brasília. Ao todo, são 15 rodadas nesta fase de classificação antes de definir as seleções que seguem à fase final. Na madrugada de sexta-feira, às 3h40, o Brasil volta à quadra para encarar o Irã.

A partida deste domingo em Katowice começou bem equilibrada, com as equipes se alternando nos pontos até que a seleção brasileira abriu uma vantagem de 12 a 8. Porém, com o Brasil sofrendo na recepção do saque balanceado da equipe da casa, os poloneses pularam na frente e seguiram no comando da parcial até o fim, fechando em 25 a 22, em erro de saque de Cachopa após 31 minutos.

No set seguinte, a equipe visitante começou a impor seu jogo e, novamente contando com boa presença do ponta cubano naturalizado brasileiro Leal, que estreara no time no sábado, na vitória ante a Austrália por 3 a 2, acabou deslanchando de vez no confronto. Em poucos instantes, o Brasil abriu 16 a 8 no placar, concretizando um passeio que ficou em 25 a 15 após 26 minutos.

A virada no terceiro set confirmou o predomínio brasileiro, mas não sem antes exibir uma contenda equilibrada até o placar de 15 a 15. Foi quando, com pontos de Leal, Lucão e Isac, a atual campeã olímpica abriu uma boa vantagem e a manteve até o fim, para fechar em 25 a 21, em 30 minutos, com um lance de dois toques do polonês Lomacz acusado pela arbitragem.

Com um trabalho de bloqueio dos mais eficientes (13 contra apenas seis dos donos da casa) e ótima atuação de Lucarelli, Wallace e Leal, a equipe comandada por Marcelo Fronckowiak permaneceu atenta aos detalhes do jogo, liderando a parcial com um 15 a 9. Após uma breve tentativa de reação polonesa, os brasileiros precisaram de minutos para concluir o jogo em 25 a 17 em bela cravada de Lucão.

A seleção brasileira feminina de vôlei estreou com vitória na segunda semana da Liga das Nações. Nesta terça-feira, em Apeldoorn, teve atuação irregular, mas mesmo assim conseguiu vencer a anfitriã Holanda por 3 sets a 2, com parciais de 21/25, 30/28, 25/20, 18/25 e 15/11.

O time nacional volta à quadra nesta quarta-feira para enfrentar a Polônia, a partir das 11h30 (de Brasília). Na semana passada, o Brasil atuou em Brasília, com dois triunfos, sobre China e Rússia, e uma derrota, para a República Dominicana.

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O técnico José Roberto Guimarães iniciou a partida com Macris, Paula Borgo, Mara, Bia, Gabi, Amanda e Leia, a líbero, como titulares. Mas o Brasil não foi bem no primeiro set, ao cometer muitos erros em todos os fundamentos. As holandesas aproveitaram e fecharam a parcial em 25 a 21.

As duas equipes foram irregulares no segundo set. O Brasil chegou a abrir 14 a 10, mas não manteve o ritmo e viu as adversárias empatarem. Com bloqueio bem postado e Gabi bem nas bolas decisivas, a seleção chegou a abrir 21 a 18, mas, por causa de erros na recepção, as holandesas viraram para 24 a 22. Gabi e Tainara conseguiram nova reviravolta no placar e as brasileiras fecharam em 30 a 28.

Os times melhoraram de produção no terceiro set e se revezaram na liderança do placar. As anfitriãs só conseguiram uma boa vantagem quando marcaram 11 a 8. Com saque agressivo e jogadas rápidas de meio e bloqueio, a Holanda marcou 16 a 11 e seguiu em vantagem até 19 a 14. Mas, a partir daí, as holandesas passaram a errar todos os ataques e ainda tiveram de conviver com o ótimo saque de Paula Borgo. O Brasil ganhou dez pontos, enquanto o time holandês só conseguiu um. Final do terceiro set: 25 a 20 para o Brasil.

A seleção brasileira voltou a jogar mal no quarto set. Mesmo assim conseguiu equilibrar o placar até 9 a 9. A Holanda, com destaque para Jasper, aproveitou a instabilidade brasileira para marcar 16 a 11. O time de Zé Roberto deu a impressão de que reagiria, quando chegou a 19 a 16, mas voltou a acumular falhas em todos os fundamentos. A Holanda aproveitou e fez 25 a 18.

Para se ter uma ideia da irregularidade brasileira, as holandesas cometeram 35 erros nos quatro primeiros sets, enquanto o time de Zé Roberto falhou 22 vezes. Mas a grande atuação de Gabi no tie-break garantiu mais uma vitória para o Brasil. A capitã marcou seis pontos e liderou a seleção no triunfo por 15 a 11. O ponto final saiu no belo ace de Lorenne.

As holandesas Juliet Lohuis, com 28 acertos, e Nicole Oude Luttikhuis, com 21, foram as maiores pontuadoras do jogo. Já Ana Beatriz fez 18 pontos pelo Brasil.

AGENDA - Depois de encarar a Bulgária, quinta-feira, a seleção brasileira seguirá para Lincoln, nos Estados Unidos, onde terá pela frente Alemanha, Coreia do Sul e as anfitriãs norte-americanas entre 4 e 6 de junho. Na quarta semana desta fase, entre 11 e 13 de junho, o time comandado por Zé Roberto jogará em Tóquio, no Japão, e terá pela frente as donas da casa, a Tailândia e a Sérvia. Já na quinta e última semana da fase classificatória, que ocorrerá entre 18 e 20 de junho, em Ancara, na Turquia, o Brasil pegará a Turquia, a Itália e a Bélgica.

O estágio final da competição, em Nanquim, na China, entre 3 e 7 de julho, contará com a seleção anfitriã e os cinco times mais bem colocados ao final da fase classificatória.

Com o retorno de Lucarelli, a seleção brasileira masculina de vôlei enfrentou menor dificuldade para superar o Canadá na noite desta sexta-feira, no mesmo ginásio do Taquaral, em Campinas (SP), que recebeu o amistoso de quarta. Desta vez, os brasileiros venceram por 3 sets a 0, com parciais de 25/18, 25/14 e 25/19.

Na quarta, o time comandado pelo técnico Renan Dal Zotto havia sofrido para bater os canadenses. E precisou de cinco sets para vencer por 3 a 2. As partidas servem de preparação para a estreia do Brasil na Liga das Nações, no dia 31, na Polônia.

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O destaque da noite foi o retorno de Lucarelli, ausente da seleção ao longo da temporada passada em razão de problemas físicos. Nesta sexta, ele anotou 11 pontos e foi o maior pontuador da equipe nacional. Outro destaque foi o central Flávio, com dez pontos.

Ao fim da partida, Flávio celebrou a sua boa estreia com a camisa da seleção principal. "Rola um friozinho na barriga, confesso, mas é normal. Depois fui acostumando, me sentindo bem, todos me apoiaram, e no decorrer do jogo fui ficando mais solto, mais relaxado. Foi um bom jogo, a equipe está de parabéns, crescemos da primeira para a segunda e saímos com uma boa vitória por 3 a 0 sobre uma equipe forte como o Canadá", comentou o jogador, campeão mundial pela equipe sub-23.

Nesta sexta, Renan escalou a equipe com o levantador Fernando Cachopa, o oposto Wallace, os centrais Flávio e Lucão, os ponteiros Lucarelli e Douglas e os líberos Thales e Maique. Ao longo do amistoso, entraram em quadra o levantador Thiaguinho e o oposto Alan.

Fernando Cachopa foi uma das surpresas da partida. No amistoso de quarta, ele sentiu uma lesão no ombro esquerdo no final do quarto set e foi substituído. Avaliado, foi aprovado para voltar a competir nesta sexta.

"A cada dia o nosso time vem pegando mais entrosamento, conhecendo melhor um ao outro, principalmente da minha parte. A cada treino vai afinando um pouco mais, hoje diminuímos um pouco os erros em relação a primeira partida e foi melhor. Ainda temos o que melhorar, temos uma semana para evoluir e vamos com tudo para a Liga das Nações", comentou o levantador.

Agora a seleção brasileira viaja na próxima segunda-feira direto para Katowice, na Polônia, onde estreia na Liga das Nações. O primeiro desafio será no dia 31, contra a seleção dos Estados Unidos.

Em sua estreia na temporada, a seleção brasileira masculina de vôlei sofreu na noite desta quarta-feira, mas derrotou o Canadá por 3 sets a 2, com parciais de 22/25, 25/17, 21/25, 25/20 e 15/10. O amistoso, disputado no ginásio do Taquaral, em Campinas, foi o primeiro teste da equipe Renan Dal Zotto neste ano.

As duas seleções voltam a se enfrentar na noite de sexta-feira, novamente em Brasília, encerrando esta série de dois amistosos de preparação para a Liga das Nações. Os brasileiros vão estrear na competição, que substituiu a Liga Mundial no ano passado, no dia 31 deste mês.

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Para este segundo duelo, Renan já tem uma preocupação. O levantador Fernando Cachopa sentiu uma lesão no ombro esquerdo no final do quarto set e foi substituído. Ele será reavaliado nesta quinta-feira.

"Não preocupa, fiquei com medo na hora, mas fiz uma avaliação com fisioterapeuta e médico. Me deram um remédio e vamos ver como vai acordar amanhã, mas acho que não vai ser nada preocupante", disse o jogador, reserva do levantador Bruninho, em entrevista ao canal Sportv. O titular só deve se apresentar para o início da Liga das Nações.

Buscando ritmo de jogo, a seleção brasileira oscilou ao longo dos cinco sets da partida e demonstrou certa falta de entrosamento em seu primeiro desafio numa temporada que deve ser pesada para jogadores e comissão técnica, em razão da Copa do Mundo, do Pré-Olímpico e também dos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru.

Por isso, o ponteiro Wallace fez avaliação positiva deste primeiro jogo da equipe no ano. "Às vezes achamos que o Canadá não tem expressão, mas é um time chato de jogar. Sabíamos que daria trabalho. Ainda estamos nos entrosando. Mas foi um bom passo. Ganhar é sempre bom. E o caminho é longo ainda", disse Wallace.

Na Liga das Nações, o ponteiro terá um forte concorrente na briga por um lugar entre os titulares. O cubano naturalizado brasileiro Leal joga na mesma posição e foi incluído nesta convocação, a primeira de um estrangeiro na história da seleção.

Apesar da concorrência, Wallace garantiu que o reforço será bem recebido pela equipe. "Vai ser um bom teste, ver se ele consegue se adaptar aos treinamentos e ao time, mas ele vai ser bem recebido. O trabalho que ele mostrar nos treinos é que vai fazer ele jogar ou não", disse o ponteiro, antes de brincar com o novato na seleção. "Vai ter bastante roupa para ele lavar. Mas é isso que a gente faz com os novatos."

Um dos jogadores com maior destaque no vôlei brasileiro nas últimas décadas, o levantador Marcelinho, aos 44 anos, anunciou nesta quarta-feira a sua aposentadoria do esporte. Foram 26 anos em quadra como profissional, sendo que em 11 deles vestiu a camisa da seleção brasileira e colecionou conquistas como a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, na China, e os ouros no Mundial de 2006 e nos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio de Janeiro.

Por clubes, o levantador passou pelos maiores do Brasil e da Europa - na Itália, Suíça e Grécia. Depois de defender o Corinthians/Guarulhos (SP) na atual edição da Superliga, Marcelinho anunciou a aposentadoria do vôlei.

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"Eu já vinha amadurecendo essa decisão nos últimos anos. Olhando a minha carreira, não faltou nada. Tive saúde para jogar em alto nível, sou realizado e muito feliz com tudo o que construí. Esse é o momento certo de parar", afirmou o jogador, que completa 45 anos em novembro.

Sobre o futuro, Marcelinho - que também foi campeão pela seleção da Copa do Mundo, da Copa dos Campeões e da Liga Mundial (cinco vezes) - cogita seguir no vôlei como treinador. Além disso, pensa em trabalhar com a esposa e em montar um projeto para trabalhar com crianças.

"Acho que tenho perfil para treinador. Preciso parar, me organizar, mas é um caminho possível, de preferência no Rio de Janeiro, para ficar perto da minha família. Gostaria de trabalhar com a minha esposa, nas escolas que ela administra, trabalhando com a criançada, e de repente montar um projeto de vôlei. O vôlei me deu tudo, me fez ser quem sou e agora começa uma nova etapa da minha vida", completou.

A Federação Internacional de Voleibol (FIVB) anunciou nesta segunda-feira a relação de duplas participantes da próxima edição do Mundial de Vôlei de Praia e confirmou que o Brasil vai ser representado por oito parcerias, sendo quatro em cada naipe, na próxima edição do torneio, marcada para ser realizado de 28 de junho a 7 de julho, em Hamburgo, na Alemanha.

As duplas masculinas do Brasil que vão jogar o Mundial serão Evandro/Bruno Schmidt, André/George, Alison/Álvaro Filho e Pedro Solberg/Vitor Felipe. A definição dessas parcerias também indica as intensas mudanças que se deram recentemente no vôlei de praia brasileiro.

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Afinal, Evandro e André, agora separados, foram campeões mundiais em 2017, na última edição do torneio. Além disso, Bruno Schmidt e Alison, medalhistas de ouro olímpicos no Rio-2016, também jogarão em Hamburgo, mas com parceiros diferentes.

Na versão feminina do Mundial, a principal atração do Brasil será a dupla composta por Ágatha, medalhista de prata na Olimpíada do Rio, e Duda, que em 2018 foi eleita melhor atleta de vôlei de praia do mundo. As outras parcerias do País na competição vão ser: Barbara Seixas/Fernanda Berti, Maria Elisa/Carol Solberg, Ana Patrícia/Rebecca.

Além do Brasil, apenas os Estados Unidos também serão representados por quatro duplas em cada naipe do Mundial. No total, serão 48 parcerias em cada torneio, sendo que a FIVB distribuiu 45 vagas através do seu ranking mundial e de competições continentais. Nas próximas semanas, mais três parcerias masculina e feminina receberão convites dos organizadores.

Após 17 anos, o Minas voltou a ser campeão da Superliga Feminina de Vôlei. Com uma vitória por 3 sets a 1, com parciais de 17/25, 25/23, 25/14 e 28/26, sobre o Praia Clube, no ginásio Sabiazinho, na noite desta sexta-feira, em Uberlândia, a equipe de Belo Horizonte conquistou título após dominar toda a temporada - foram apenas quatro derrotas. O tradicional time mineiro retomou o domínio do torneio feminino após quase duas décadas de espera, encerrando a decisão de melhor de três jogos em 2 a 0.

A vitória dá ao Minas seu terceiro título nacional. Antes, o time da capital mineira havia vencido nas temporadas de 1992/1993, quando a competição ainda se chamava Liga Nacional, e de 2001/2002. Campeão na temporada passada, o Praia, por outro lado, amarga seu segundo vice - também caiu na decisão em 2015/2016, para o Rio de Janeiro.

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O título coroa uma temporada quase perfeita do Minas. Com um investimento alto, montou um time que ganhou quase tudo que disputou: foi campeão da Copa Brasil, do Sul-Americano e, agora, da Superliga. Ainda ficou com o vice do Mundial de Clubes.

Um dos destaques do jogo foi a central Carol Gattaz, que teve superar fortes cãibras no terceiro set, mas retornou para marcou o último ponto do jogo. "Isso resume a força do grupo. Nosso grupo foi assim o tempo inteiro. Essa superação foi do grupo. Sempre estivemos juntas. Não estava conseguindo voltar. Não consigo expressar em palavras a emoção do título", disse Gattaz.

A equipe do Praia, que buscava o bicampeonato, sentiu falta de jogadoras importantes, como Fernanda Garay e Francine, ambas contundidas. "A equipe do Minas merecia. Foi constante na temporada inteira", disse a central Fabiana.

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