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O preço médio do litro da gasolina comercializada em postos de combustível de todo o país fechou esta semana a R$ 4,319. Essa foi a quarta alta semanal do produto, que acumula um aumento de preço de 3,5% em um mês, já que, na semana de 17 a 23 de fevereiro, o litro era vendido a R$ 4,172.

Os dados são do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O óleo diesel, comercializado em média a R$ 3,54 por litro, registrou nesta semana sua quinta alta consecutiva e acumulou, no período, aumento de preços de 2,8%.

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O litro do etanol, que foi comercializado em média a R$ 2,969, também subiu pela quinta vez consecutiva, acumulando alta de 8,2% no período de cinco semanas. Já o preço do GNV (gás natural veicular) aumentou pela terceira semana, fechando em média a R$ 3,169 o metro cúbico, uma alta de 1% no período.

A sirene do sistema de segurança da barragem da mina da Vale de Gongo Soco, em Barão dos Cocais, a cerca de 100 quilômetros de Belo Horizonte, foi acionada na noite desta sexta-feira (22), conforme informações da prefeitura. Em nota, o município afirmou que "por orientação da Agência Nacional de Mineração (ANM)", o nível de alerta da barragem passou para 3. A Prefeitura afirma não haver risco de rompimento.

"A informação que temos até o momento é do toque protocolar das sirenes do Gongo, mas sem sinais de rompimento. A Defesa Civil do Estado já está a caminho do município e a qualquer momento divulgaremos mais informações sobre as razões para a elevação do nível de alerta. Reforçando que a Defesa Civil de Barão de Cocais já está de plantão e a postos para toda e qualquer ação necessária", afirma a nota.

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Ainda não há informações sobre retirada de moradores de áreas próximas à barragem nesta noite. Um representante da Defesa Civil fará pronunciamento na noite desta sexta. Em 8 de fevereiro, 500 pessoas foram retiradas de suas casas durante a madrugada por depois de empresa de consultoria negar declaração de estabilidade à estrutura.

Alerta

O alerta ocorre cerca de dois meses após o rompimento de uma barragem da mineradora Vale na mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, que deixou ao menos 209 mortos. A tragédia - precedida pelo rompimento de uma barragem de rejeitos em Mariana, em 2015, quando houve 19 mortes - levou apreensão a diversas cidades onde há estruturas semelhantes.

Nesta semana, cerca de 125 moradores nas regiões de Ouro Preto e Nova Lima, respectivamente na região central e metropolitana de Minas, começaram a ser retirados de suas casas por risco de rompimento de represas da Vale.

O concurso 2.136 da Mega-Sena vai pagar aos acertadores das seis dezenas sorteadas um prêmio estimado em R$ 3 milhões. Os números serão sorteados na noite de hoje (23) em Cravinhos (SP). 

As apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país e também no Portal Loterias Online. Clientes com acesso ao internet banking da Caixa podem fazer as apostas pelo computador, tablet ou smartphone. O serviço funciona das 8h às 22h (horário de Brasília), exceto em dias de sorteios, quando as apostas se encerram às 19h.

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Para jogar pela internet, no Portal Loterias Online, o apostador precisa ser maior de 18 anos e efetuar um pequeno cadastro.

O jogo mais barato, em que o apostador marca seis dezenas, custa R$ 3,50. O prêmio máximo é para quem acerta as seis dezenas sorteadas, mas quem faz a quina e a quadra também é contemplado.

As aulas na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, no interior paulista, serão retomadas na próxima terça-feira (26). Na segunda-feira (25), a escola receberá novamente apenas os professores, que vão planejar as atividades e definir o material que será usado na continuidade do ano letivo.

As aulas foram suspensas no dia 13 deste mês, quando dois ex-alunos, de 17 e 25 anos, entraram na escola, encapuzados e armados, e promoveram um ataque que resultou na morte de sete pessoas – cinco estudantes e duas professoras. Os atiradores, que antes de invadir a escola mataram um empresário, também morreram na ação.

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Nesta sexta-feira (22), professores, gestores e a equipe pedagógica da Secretaria Estadual de Educação, além de instituições parceiras, reuniram-se para elaborar as diretrizes pedagógicas da retomada das atividades regulares na escola.

De acordo com a secretaria, diversas instituições se colocaram à disposição para dar continuidade aos trabalhos na escola, tanto no âmbito pedagógico quanto no suporte psicológico de alunos e funcionários.

Entre os parceiros estão o Centro de Apoio Psicossocial (Caps); o Centro de Referência e Apoio à Vítima (Cravi); a Universidade Braz Cubas;  a Universidade Cruzeiro do Sul; o Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, a Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Suzano; a Neuroconecte; o, Conselho Regional de Psicologia; a Defensoria Pública; a Secretaria Municipal de Educação de Suzano; a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade Federal Mato Grosso do Sul (UFSM).

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) determinou a suspensão das operações em mais uma barragem da mineradora Vale. Dessa vez, a decisão envolve o Dique III do complexo minerário de Vargem Grande, em Nova Lima (MG). As atividades devem ser paralisadas enquanto não houver provas que garantam a segurança da estrutura.

Conforme a decisão, divulgada ontem (21), foi dada à mineradora o prazo de 10 dias para contratação de uma auditoria técnica independente, que deverá elaborar relatório sobre a real situação de estabilidade da estrutura. Além disso, em 15 dias, um plano de segurança deverá ser apresentado, incluindo a lista das pessoas que estão em zona de autossalvamento, isto é, a área localizada a menos de 10 quilômetros da barragem ou que seria atingida em menos de 30 minutos no caso de um rompimento.

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A Vale precisará também fixar rotas de fugas, apresentar estratégias de evacuação e realizar simulados e treinamento com a população local, entre outras medidas.

A decisão do TJMG atende um pedido formulado em ação movida pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), à qual foram anexados documentos assinados pela consultoria Tüv Süd, que informam sobre a necessidade de rever os relatórios de segurança. A Tüv Süd é a mesma empresa que atestou a estabilidade da barragem que se rompeu em Brumadinho.

Em nota, a Vale afirmou que a decisão não traz impacto adicional na sua produção, pois a barragem já estaria com as atividades interrompidas. "O referido dique se encontra no complexo de Vargem Grande, cujas operações já foram paralisadas pela Agência Nacional de Mineração (ANM), conforme o Fato Relevante divulgado pela empresa em 1º de março de 2019".

Embargos

Desde que ocorreu a tragédia de Brumadinho (MG) em 25 de janeiro, diversas barragens da mineradora foram embragadas por determinação do TJMG. A falta de garantia sobre a segurança de algumas dessas estruturas também levou à determinação de evacuação de comunidades que se situam nos municípios mineiros Barão de Cocais, Nova Lima, Ouro Preto e Rio Preto.

Na última terça-feira (19), no entanto, a Vale anunciou a obtenção de autorização judicial para retormar as atividades na Mina de Brucutu, a maior do estado de Minas Gerais, que estava paralisada desde o início de fevereiro.

Assessoria

Em Itatiaiuçu (MG), moradores foram retirados de suas casas devido aos riscos envolvendo uma estrutura da Arcellor Mittal, e em Rio Acima (MG), após problema constatado pela empresa Minérios Nacional. O MPMG assinou um acordo com a Arcellor Mittal no qual a mineradora se comprometeu com a contratação de assessoria técnica independente para apoio aos atingidos, com garantias de hospedagem, alimentação e transporte para cada um dos desalojados e com o pagamento de uma quantia mensal emergencial para as família removidas de suas casas e para pessoas que tiveram impacto em sua fonte de renda. 

Ontem (21), foi anunciada a abertura de uma chamada pública, com duração de 15 dias úteis, para o credenciamento de organizações sem fins lucrativos que tenham interesse em prestar a assessoria técnica.

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (21), uma operação para investigar desvios de recursos públicos relacionados a um convênio firmado entre a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), através da Superintendência de Infraestrutura (SUINFRA), e a Fundação de Apoio à UFRGS, que concede bolsas a estudantes da instituição.

A chamada Operação Alforje, que significa um tipo de bolsa composta por dois compartimentos, distribuídos de forma que o peso de um seja contrabalanceado pelo do outro, contou com a atuação de 40 policiais federais, responsáveis por cumprir 11 mandados de busca e apreensão, em Porto Alegre, Viamão e Gravataí. Foram apreendidos arquivos digitais, documentos e celulares. Cinco servidores foram afastados dos cargos pela Justiça Federal, que também determinou bloqueio nas contas e veículos dos investigados.

A suspeita é que mais de 100 pessoas estariam sendo favorecidas pela aplicação irregular de recursos do convênio, que estabeleceu repasse de R$ 11,4 milhões à FAURGS para elaboração de projetos nas áreas de engenharia e arquitetura, entre 2015 e 2017. A PF apura se os pagamentos foram feitos irregularmente, em favor de beneficiários selecionados sem critérios técnicos.

Os suspeitos podem responder por peculato, falsidade ideológica e associação criminosa, entre os relatos estão o de envolvidos que já haviam se formado, mas que ainda assim continuavam recebendo os recursos da instituição.

Uma mulher tentou esfaquear uma professora com facão após descobrir que o pagamento do programa Bolsa Família do seu filho havia sido suspenso. O caso aconteceu em uma escola municipal da zona rural de São João do Arraial, no Piauí, na quinta-feira (21).

A criança estava há dias sem comparecer as aulas e a ausência não estava a sendo justificada. O gestor da escola, Wilson Carvalho, contou ao jornal online local Cidadeverde.com que a mulher chegou nervosa na escola, que estava em atividade. Ela acreditava que a suspensão do Bolsa Família se devia porque a professora teria colocado falta no aluno.

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Wilson destacou que uma das regras para o Bolsa Família é a frequência regular da criança às aulas. O relatório de frequência de fevereiro e março, porém, não havia sido enviado. Tal envio é responsabilidade da direção. “A professora não pode colocar presença em um aluno que falta. Não podemos enviar a frequência escolar com presença, se o aluno não vem. É fraude”, salientou Wilson à reportagem.

A mãe foi convencida a sair da escola sem ferir alguém. A Polícia Militar foi acionada para reforçar a segurança e tranquilizar o ambiente. A escola é voltada para o ensino infantil e havia crianças na unidade no momento do fato. Uma visita à casa do aluno será realizada na próxima semana para identificar o motivo das ausências.

Foi morto nesta sexta (22), em confronto com a polícia, o “principal assaltante de carros-forte em Salvador”. Segundo a Polícia Civil da Bahia, Igor Alves Andrade, o 'Pedrita', era famoso por ostentar os frutos de seus crimes nas redes sociais. Ele estava foragido da justiça.

Com mandado de prisão em aberto e foragido da Justiça, “Pedrita” voltou a Salvador, segundo informações iniciais, para planejar e executar novas investidas contra empresas de valores. Após ações de inteligência e campana os policiais civis encontraram ele, na localidade do Forno, no Engenho Velho da Federação.

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Durante cerco à casa usada como esconderijo, Pedrita atirou e acabou ferido no confronto. O criminoso chegou a ser socorrido para o Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu.

Na lista de roubos e tentativas contra carros-fortes praticados por Pedrita estão os ocorridos no Shopping Sumaré, no Atakarejo de Amaralina e contra uma casa lotérica no Engenho Velho da Federação. Após os crimes, ele ostentava fotos com o dinheiro na redes sociais e se hospedava em flats de luxo.

A paralisação de motoristas e funcionários do transporte coletivo de São Paulo prejudica um milhão de paulistanos na manhã desta sexta-feira (22). Apesar de os ônibus terem voltado a circular às 5h45, a operação ainda está em processo de normalização ao longo da manhã.

A prefeitura informou que secretário municipal de Transportes, Edson Caran, conversou com a categoria, mas só foi informado sobre a greve durante a madrugada, quando a paralisação já tinha começado. Ao todo, 3.820 ônibus, em 561 linhas, ficaram fora de circulação. O serviço chegou a afetar 29 terminais municipais.

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“A São Paulo Transporte (SPTrans) colocou todo o seu efetivo em campo para tentar a liberação das 33 garagens e das 561 linhas de ônibus que não estavam em funcionamento. Desde às 5h45, a frota voltou para as ruas e aos poucos a situação volta a se normalizar”, diz a nota da prefeitura.

A paralisação integra a mobilização contra a Reforma da Previdência, promovida hoje (22) pelas centrais sindicais.

Segundo a SPTrans, as operadoras de transporte coletivo que descumpriram hoje os horários das primeiras partidas, o que resultou intervalos excessivos nos pontos de ônibus, serão autuadas.

A informalidade é a rotina de centenas de reservatórios espalhados pelo Brasil. Uma das principais respostas que a força-tarefa montada pelo governo federal procura é, no mínimo, constrangedora: saber quem são os donos de 570 estruturas que foram erguidas pelo País afora.

Na lista das chamadas barragens "órfãs" estão desde reservatórios abandonados pelos responsáveis até aqueles que possuem um cadastro básico nos órgãos de controle, mas que nunca buscaram qualquer autorização legal para funcionar, ou seja, estão completamente irregulares. A gravidade do problema ficou escancarada no último fim de semana, quando mais de 2 mil moradores do município de Ubajara, no Ceará, tiveram de ser retirados às pressas de suas casas.

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O motivo foi o risco de rompimento da Barragem Granjeiro, uma dessas 570 barragens órfãs. A empresa que viria a ser identificada como a dona da barragem, a Agroserra Companhia Agroindustrial Serra da Ibiapaba, já tinha sido encontrada pela Agência Nacional de Águas (ANA) antes do alerta da Defesa Civil. A agência fiscalizadora havia pedido à empresa que regularizasse sua situação, mas nada foi feito.

"Notificamos essa empresa diversas vezes. Ela só podia pegar água se tivesse a nossa autorização. Sabíamos quem era o seu dono, mas ele não tinha outorga e ignorou o nosso pedido. Por isso, já foram multados em R$ 90 mil", disse a diretora-presidente da ANA, Christianne Dias.

Na segunda, completam-se dois meses da catástrofe do rompimento da barragem da mineradora Vale, em Brumadinho, Minas. Os dados oficiais apontam que 96 vítimas ainda estão desaparecidas. A tragédia soma 210 mortos identificados.

O governo decidiu classificar todas as 570 barragens "órfãs" nos índices mais críticos de segurança: risco alto de rompimento e dano potencial alto, caso ocorra um desastre. "Esse exemplo de Granjeiro mostra a importância de irmos atrás dessas barragens o mais rápido possível. Até 31 de dezembro deste ano, essas e todas as demais barragens de risco alto e dano potencial alto serão vistoriadas in loco, por cada um dos órgãos responsáveis", afirmou Christianne.

Nos últimos dias, 147 servidores do governo federal concluíram cursos sobre segurança de barragens para acompanhar o trabalho de fiscais que já atuam nessas inspeções. No Congresso, o governo apoia um projeto de lei que prevê o aumento das multas para irregularidades encontradas em reservatórios e uma nova classificação de riscos e danos, para que a fiscalização fique mais rígida.

Os números do Relatório de Segurança de Barragens, levantamento que é elaborado pela ANA, apontam que existem 24.092 barragens de todos os tipos cadastradas pelos órgãos fiscalizadores, incluindo ANA, Agência Nacional de Mineração (ANM), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Informações

Os dados consolidados até dezembro de 2017 apontavam que, de cada cem barragens erguidas no País, 76 simplesmente não apresentavam informações suficientes para que os órgãos as submetessem ou não às regras da Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB). Um total de 18.446 barragens não tinham informações básicas, como a altura do reservatório. Outras 9.584 não possuíam dados sobre a capacidade de armazenamento.

"Temos trabalhado para reverter essa situação", diz a diretora-presidente da ANA, órgão responsável pela fiscalização de 91 reservatórios. Segundo Christianne, a agência tem procurado formas de apoiar órgãos estaduais para executar as fiscalizações de estruturas regionais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens de satélite mostram ano a ano a redução que a Floresta Amazônica vem sofrendo por causa do desmatamento. Agora elas começam a revelar também um outro impacto sobre a região - a redução de superfície de água. A Amazônia, aos poucos, está secando. Em 33 anos, foram perdidos, em média, 350 km2 de superfície de água por ano.

Os dados foram revelados a partir da análise de imagens do Landsat feitas da região entre 1985 e 2017, compiladas pelo projeto MapBiomas, iniciativa multi-institucional que investiga as transformações do território brasileiro. O trabalho, feito por pesquisadores das ONGS WWF-Brasil e Imazon, também conta com apoio da ferramenta Google Earth Engine.

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As imagens mostram que nesse período a dinâmica natural dos rios da região mudou. "Existe uma variação natural, com anos mais cheios e anos mais secos, mas temos visto que não tem ocorrido a recuperação após uma temporada mais seca. São justamente as várzeas, as regiões mais sensíveis, que estão sendo mais afetadas, estão deixando de ter água", explica Bernardo Caldas de Oliveira, especialista em conservação da WWF-Brasil. Essas regiões são importantes para a reprodução de peixes e outras espécies.

O levantamento apontou que desde a grande seca registrada na Amazônia em 2010 essa dinâmica natural é mais forte - como em planícies de inundação às margens dos grandes rios, áreas de várzea e lagoas e praias que se formam com o pulso de cheias e vazantes dos rios. "São locais que passaram a ficar mais expostos", afirma Carlos Souza Jr, pesquisador do Imazon e primeiro autor do trabalho, publicado na revista Water. A pesquisa será divulgada nesta sexta-feira, 22, por ocasião do Dia Mundial da Água.

Fatores conectados

De acordo com os pesquisadores, uma série de fatores combinados pode estar contribuindo para essa situação, como as mudanças climáticas, a própria perda de vegetação, a construção de hidrelétricas e o avanço da agricultura nas cabeceiras de bacias, além de outras alterações na paisagem produzidas pelo homem, como a construção de açudes e pequenas barragens ou bebedouros para os animais.

"A gente já tinha bons indícios relacionando essas mudanças com impactos aos ecossistemas aquáticos, mas não tínhamos ideia da dimensão do problema", afirma Souza Jr. O que o trabalho revela é que a perda de vegetação e outras alterações antrópicas estão conectadas com os ambientes aquáticos. "Dependendo de como vamos usar o solo, isso vai afetar os recursos hídricos."

O mapeamento permite observar também o que é corpo d'água natural e o que são obras humanas. "Conseguimos identificar áreas de preservação permanente transformadas em bebedouros ou tanques para aquiculturas. Observamos mais de 50 mil minirrepresas, obras que precisam ser licenciadas, locais que precisam ser recuperados. A ferramenta ajuda a reconhecer o problema e mostra o desafio de recuperar essas áreas", diz Souza Jr. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Com informações da Polícia Federal em Pernambuco, a PF no Rio Grande do Norte prendeu nessa quinta-feira (21) na praia de Cotovelo, no litoral sul, um pernambucano de 33 anos, procurado por tráfico de drogas e incluso na Difusão Vermelha da Interpol. O homem - que não teve o nome divulgado - está condenado a 15 anos de reclusão pela 3ª Vara Criminal de Olinda (PE).

Apontado como fundador e líder da facção criminosa 'Trem Bala', com atuação em Pernambuco, ele era foragido desde 2011 quando cúmplices explodiram o muro da penitenciária Professor Barreto Campelo, em Itamaracá, na região metropolitana do Recife.

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De acordo com a PF, o homem "com extensa ficha criminal" foi localizado em um resort e, no momento da abordagem, reagiu. Ele sacou uma arma de fogo, "ocasião em que foi atingido em uma das pernas". O traficante foi levado a um hospital e medicado. E agora está custodiado na sede da PF em Natal, à disposição da Justiça.

O ministro Nefi Cordeiro, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), atendeu a um pedido da defesa do médium João de Deus e determinou a internação do líder religioso no Instituto de Neurologia de Goiânia, para um período inicial de quatro semanas de tratamento. Depois de finalizado este prazo, ele deve retornar ao Complexo Penitenciário de Aparecida de Goiânia, onde está preso desde 16 de dezembro. João de Deus é réu por violação sexual e estupro de vulnerável.

Ao atender o pedido da defesa de João Deus, o ministro ressalvou que o médico responsável pelo tratamento deverá comunicar qualquer melhoria antecipada no estado de saúde que permita sua transferência para tratamento na unidade prisional, ou eventuais alterações relevantes do quadro de saúde na fase final do prazo de quatro semanas.

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Para evitar tentativa de fuga, Nefi determinou que João de Deus seja acompanhado por escolta policial no local de tratamento médico ou submetido a monitoramento eletrônico. Desde que foi preso, o médium teve vários pedidos de liberdade negado pelos tribunais superiores. A medida determinada pelo ministro do STJ, que não é de liberdade, se dá após apresentação de documentos pela defesa para demonstrar a gravidade do estado de saúde do médium, que possui um aneurisma da aorta abdominal com dissecção e alto risco de ruptura.

Na decisão, Nefi destacou que a unidade prisional em que João de Deus se encontra não dispõe de médicos suficientes para acompanharem todos os presos. De acordo com o ministro, a documentação mostrou que há risco à vida do líder religioso. "Não se faz agora a valoração como certa da incapacidade de tratamento regular pelo Estado, mas se admite a existência de prova indicadora de graves riscos atuais", entendeu.

Arrancando flores de um canteiro, uma mulher, identificada apenas como Adriana, foi filmada por um homem que recrimina a ação. O vídeo do flagra foi compartilhado na internet e rapidamente a hashtag #FloresparaAdriana figurou entre os assuntos mais comentados no Twitter. O homem ainda ameaçou chamar a polícia para a mulher.

A atitude de gravar e expor Adriana não foi bem vista pelos internautas, já que a mulher pede desculpas por arrancar as flores que, pelo visto, seria replantada em outro lugar, já eslas são cohlidas juntamente com a raiz.

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"É de cortar o coração ver esse vídeo. Uma simples conversa resolveria. Desnecessário filmar, desnecessário ameaçar chamar polícia, perguntar se tem filho, onde mora, idade... Oh que vontade de abraçar essa mulher (sic)", escreveu o @igorfilgueir.

Já @monica_alves fez uma comparação do que ela observa das reações dos homens. "Ver mulher apanhando na rua: deixa quieto, tenho nada a ver. Ver mulher pegando muda de flor em canteiro: aí não, preciso impedir e filmar esse absurdo (sic)", escreveu.

O vídeo compartilhado já conta com mais de 740 mil visualizações, 2.500 mil retweets e mais de 7 mil curtidas. Confira:

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O Ministério Público do Trabalho (MTP) recebeu 896 denúncias de discriminação racial nos últimos cinco anos. Em 2018 foram registrados 205 casos, um crescimento de 30% em relação a 2014. Os números foram divulgados pelo orgão em alusão ao Dia Internacional da Luta Contra a Discriminação Racial, comemorado nesta quinta-feira (21).

O advogado criminal especializado em direito processual penal, Edson Knippel, explica que casos de discriminação racial, seja no ambiente de trabalho ou fora dele, configuram crime de racismo ou injúria racial, ambos previstos no Código Penal brasileiro, portanto, não devem ser negligenciados pelas empresas.

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"Quando um trabalhador é vítima de discriminação racial, é importante que haja uma apuração interna por parte do departamento de Recursos Humanos, e que sejam adotadas medidas para coibir esse tipo de crime, como a promoção da diversidade entre os funcionários", afirma.

Segundo a legislação brasileira, a injúria racial consiste em ofender a honra de alguém em razão de raça, cor, etnia, religião ou origem, enquanto o racismo atinge um número indeterminado de indivíduos, discriminando toda a integralidade de uma raça, sendo este inafiançável e imprescritível.

Knippel acrescenta que o papel da empresa no combate à discriminação também é fundamental para que os trabalhadores que são vítimas desse tipo de crime não se calem. "O número de denúncias divulgado pelo MTP é alarmante, mas não representa a realidade que é ainda mais grave. Há vítimas que não denunciam por medo de ficarem desempregadas, ainda mais na crise em que vivemos. Além do medo de não receber acolhimento da empresa", analisa.

Ainda de acordo com o advogado criminal, existem diversos níveis de discriminação racial presentes na sociedade e que não devem ser aceitos. "No Brasil, o racismo é estrutural e precisa ser desconstruído no trabalho, na educação, de todas as formas. Não se pode tolerá-lo nem em forma de piada", pondera.

Para Knippel, a extinção do Ministério do Trabalho, decretada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) no início de seu mandato, também não pode ser uma barreira para que os casos de discriminação racial no ambiente de trabalho sejam negligenciados.

"Espero que daqui 10 anos a gente possa ver outra pesquisa sobre o assunto e que mostre que o número de casos desse tipo de crime tenha diminuído. Mas isso não vai ocorrer sem que sejam pensadas políticas públicas para isso. A ausência do Ministério do Trabalho não pode ser um impedimento", avalia.

Uma estudante de 18 anos era mantida em cárcere privado durante seis meses na casa onde morava com o namorado, na cidade de Camaçari, Região Metropolitana de Salvador, Bahia. A jovem sofria constantes agressões e foi resgatada pelo próprio pai. O caso foi registrado nessa quarta (20) na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam).

A vítima era mantida com os pés e as mãos amarrados e era agredida constantemente. A moça contou para familiares que era agredida com pedaços de madeira e era queimada por um garfo. A jovem não quis ser identificada e aponta o namorado de 25 anos como responsável pela brutal violência.

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Segundo o portal G1 Bahia, o pai da vítima relatou que desconfiou que alguma coisa errada estava acontecendo com a jovem, após tentar falar com a filha algumas vezes e não conseguir. O namorado da garota sempre atendia o celular e inventava desculpas para ele não falar com a jovem.

“Sempre que eu falava que vinha aqui na casa, para ver ela, ele dizia que estava de saída ou as vezes dizia que não estava aqui, estava em Salvador. Cuidando de uma suposta avó, que ele inventou que tinha uma avó doente, e que ela estaria lá cuidando dessa avó”, falou o pai da jovem.

O casal estava junto há oito meses e morava em uma casa que pertence ao pai da vítima, no bairro Phoc II. Os avós da jovem moram em uma residência em cima do imóvel, mas não desconfiaram da situação. O caso só foi descoberto depois que o pai da menina resolveu ir ao local.

O homem conta que, ao chegar no imóvel, começou a chamar pela filha, que pediu socorro. O suspeito não estava na casa no momento do resgate. O homem entrou na residência e achou a filha amarrada, no quarto, com marcas de agressões no corpo.

Assim que meu pai me resgatou, que meu pai arrombou a porta de casa e me achou lá amarrada, toda ferida, eu peguei e falei: 'Eu vou esquecer disso. E eu realmente esqueci e eu não consigo nem lembrar muito como é o rosto dele'", relata a jovem emocionada.

Entre as medidas de seguranças que serão propostas após o massacre na Escola Estadual Raul Brasil, que terminou com 10 mortos em Suzano na semana passada, a gestão João Doria (PSDB) quer que o coordenador de cada unidade escolar no Estado tenha o telefone direto da polícia local. O objetivo seria priorizar as demandas e agilizar o atendimento em colégios de São Paulo.

Outras mudanças serão discutidas em uma reunião na manhã desta sexta-feira, 22, entre as delegacias de ensino e os comandantes policiais de cada área. O pacote de segurança do governo do Estado prevê, ainda, aumento de rondas escolares.

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"É um trabalho conjunto para cada um conhecer a peculiaridades locais e tomar atitudes de proteção no entorno das escolas, no caso da Segurança Pública, e dentro das escolas, no caso da Secretaria de Educação", afirmou ao Estado o coronel Alvaro Batista Camilo, secretário Executivo da Polícia Militar.

Segundo afirma, o contato direto serviria para agilizar o atendimento. Na prática, as demandas vindas de escolas deixam de passar pela triagem comum da PM. "É como um hotline, um telefone direto", disse. "Vai ser um telefone direto na supervisão do Copom. Não cai na tabela de decisão, no call center. (O chamado) já é considerado um problema e cai direto para despacho de viatura."

Todas as unidades estaduais, incluindo Fatecs e Etecs, terão esse canal com a PM, que deve começar a operar em no máximo 15 dias, segundo o coronel Camilo. Os representantes da escola serão orientados sobre a estratégia durante a reunião. "Essa interação muito forte entre as escolas e a polícia deve trazer uma percepção de segurança melhor e uma segurança real melhor", afirmou. "Tudo que está chegando de escolas já está tendo uma pronta resposta, seja da Polícia Militar ou da Polícia Civil."

Escola em Suzano reabriu nesta semana

A Escola Estadual Raul Brasil foi reaberta pela primeira vez aos estudantes na manhã desta terça-feira, 19. Algumas pessoas vestiam roupas brancas e seguravam balões brancos nas mãos. Um grupo de um coral recepcionou os estudantes com música e cartazes em que pedem paz e amor. Alguns alunos chegaram à escola chorando e receberam abraços e sorrisos das pessoas que aguardavam do lado de fora da unidade.

Funcionários que participaram das atividades desta terça-feira disseram que este foi o dia de maior resgate da energia escolar. Os alunos ficaram a vontade para jogar futebol, desenhar, fazer sessões de reiki e até brincar com cachorros terapêuticos. A escola também recebeu mobiliário novo e a reforma da unidade continua.

Uma estrutura metálica em formato de ovo de Páscoa está sendo montada no Parque do Ibirapuera, na zona sul da capital paulista, em frente à estátua do Pedro Álvares Cabral, mesmo local onde fica montada a árvore de Natal no icônico parque paulistano .

O Festival Páscoa Mágica, atração inédita em São Paulo, será aberto no dia 25 de março. O ovo ficará exposto até o dia 21 de abril, domingo de Páscoa.

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Quem passar pelas margens do lago do Parque do Ibirapuera poderá ver um ovo gigante, com mais de 20 metros de altura, que será coberto com luzes. A estrutura terá interação digital com o público por meio de vídeos e ilustrações criadas pelo app "Páscoa Lacta", que patrocina a ação - disponível para sistemas Android e IOS.

Grafites dos principais pontos turísticos da cidade de São Paulo e trabalhos artísticos desenvolvidos por Muti Randolph, Marcelo Paciornick e Batman Zavareze especialmente para a ocasião, serão exibidos na escultura de LED.

De acordo com a Prefeitura, não houve custo para o município com a ação. Todo o investimento, cerca de R$ 2 milhões, é bancado pela empresa que produz chocolate.

O verão deste ano foi classificado como entre os mais quentes no Estado de São Paulo, segundo informou o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), empatado com o ano de 1999. Somente os verões recentes de 2014, 2015 e de 1998 foram mais quentes que o deste ano.

A média das temperaturas máximas de 2019 foi de 30,0°C, bem acima da média que é de 28,2°C. A maior temperatura na capital paulista foi de 35,9°C, registrada em 2 de fevereiro.

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As temperaturas mínimas também ficaram acima da média, registraram 20,0°C, perante um valor histórico de 19,0°C, assim ficando em dentre os verões mais quentes relativos às temperaturas mínimas, empatado com os anos de 2003 e 2010. A menor temperatura na capital paulista foi de 16,5°C, registrada no dia 26 de janeiro.

O proprietário de um bar é procurado pela polícia após atropelar dois ex-funcionários, nessa terça-feira (19). A colisão ocorreu quando os três saíram de uma audiência trabalhista, no fórum de Pouso Alegre, localizada no Sul de Minas Gerais. O caso foi divulgado pelo G1.

De acordo com a PM, um cozinheiro, de 30 anos, e um motoboy, de 35, saíram da audiência em uma moto, enquanto o ex-chefe, de 28 anos, já os seguiam de carro. Ao parar em um cruzamento, o acusado atingiu as vítimas com o carro, jogando-os no chão e arrastando a moto. Depois do acidente proposital, ele fugiu.

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Acreditando estar livre de provas, o ex-patrão não esperava que a placa dianteira do automóvel tivesse ficado no local da colisão. Com a identificação, a polícia localizou o endereço de registro e foi até o estabelecimento, que funciona 24h. Entretanto, o bar estava fechado e o homem segue foragido.

Os dois ex-funcionários relataram as autoridades que o suspeito estava acompanhado por quatro pessoas no veículo. As vítimas tiveram ferimentos generalizados e foram levadas ao Hospital das Clínicas Samuel Libânio.

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