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O tema das mudanças climáticas está no centro do encontro anual do Fundo Monetário Internacional (FMI), que teve início na terça-feira (15). Estão previstas ao menos 16 reuniões para tratar de políticas fiscais que ajudam a mitigar aquecimento global, além de falar de biodiversidade, governança ambiental e uma "transição verde".

"No FMI, sempre olhamos para os riscos. E essa (mudança climática) é uma categoria de risco que tem de ser absolutamente central no nosso trabalho", disse a diretora-geral do fundo, Kristalina Georgieva.

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Horas antes, o fundo divulgou o Monitor Fiscal de outubro, que teve como tema central o aquecimento global como uma ameaça ao planeta. "A ação até agora tem sido inadequada. O Acordo de Paris de 2015 vai na direção certa, mas os compromissos que os países fizeram são menores do que o necessário", considera o fundo.

Taxa

Limitar o aquecimento global ao padrão seguro de 2ºC ou menor exige políticas de escala ambiciosa, argumenta o FMI, como a imediata taxa sobre carbono que cresça rapidamente para US$ 75 a tonelada de CO2 até 2030. "Tenho esperança de que, no ano que vem, eu possa dizer que estamos um passo à frente", afirmou a diretora-geral do FMI. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por volta das 13 horas do dia 3 de outubro, uma estudante de 14 anos, que preferiu não ser identificada, voltava do colégio quando foi agredida por duas adolescentes na Avenida Higienópolis, entre a Rua Itacolomi e a Avenida Angélica, na região central da capital paulista, durante uma tentativa de assalto.

A Polícia Civil apreendeu, na tarde da terça-feira, 15, uma menor suspeita de praticar furtos na região de Higienópolis. Outra menor, também apontada como autora dos crimes, foi identificada e teve sua internação provisória decretada.

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Carrossel de emoções

O susto mudou a rotina de toda a família, que passou a se revezar para buscar a jovem na escola, à pedido dela mesma. "Neste ano, minha filha começou a voltar sozinha da escola. Com muito esforço, decidi que era preciso liberar, já que moramos perto do colégio. Ela sempre volta com amigas, mas infelizmente no dia do assalto, estava sozinha. Agora, ela não quer mais voltar da escola desacompanhada. Estamos nos revezando para levá-la e buscá-la", disse a mãe da vítima, que preferiu manter o anonimato.

A adolescente foi abordada por uma menina morena que a pegou por um dos braços e a pressionou contra a parede. "Disse que era um assalto e que deveria dar o celular. Quando minha filha respondeu que estava sem, ela não acreditou. Neste momento, a outra menina (loira) deu a volta e disse que minha filha deveria ir com elas. Ao questionar para onde, a loira a segurou. Ela reagiu e tomou vários socos na cabeça", recordou a mãe.

Ela acredita que a situação só não saiu do controle porque duas pessoas, que passavam pelo local, socorreram a adolescente. "Quando chegou em casa, foi um susto. Ela estava muito machucada, ficou com vários galos na cabeça. Fora o emocional. Esperei ela se acalmar e fomos até o 4º DP (Consolação) fazer o boletim de ocorrência." No mesmo dia, elas foram ao Instituto Médico Legal (IML) fazer o exame de corpo de delito.

Duas semanas depois, a adolescente ainda está abalada. "Ela está num carrossel de emoções. Depois do reconhecimento das suspeitas, ela está muito quieta", disse.

No vídeo registrado pelas câmeras de segurança de um condomínio da região, é possível ver as duas adolescentes abordando a estudante. Após rápida conversa, começam as agressões. Pessoas que passavam pelo local tentaram impedir o ato de violência.

Segundo a mãe da vítima, ao entregar as imagens, o zelador do prédio disse que pretendia ir à polícia porque não era a primeira vez que as duas meninas praticavam crimes na região e apareciam nas filmagens. Ela e a filha, no entanto, nunca tinham visto as meninas antes. "Encaminhei as imagens à delegacia. Soube que uma das adolescentes já tem passagem pela polícia. A gente precisa fazer boletim de ocorrência para não deixar ninguém impune."

"Há dois meses, houve surto de assaltos, mas o policiamento ajudou a diminuir", disse Francisco Machado, presidente do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) da região de Higienópolis e Santa Cecília. De acordo com ele, a ronda a pé e o policiamento a cavalo ajudaram a reduzir a criminalidade.

Para Fábio Fortes, ex-presidente do Conseg da região de Higienópolis e Santa Cecília, a comunidade integrada inibe ocorrências policiais. "Hoje a principal ferramenta para combater a insegurança pública tem sido os grupos de WhatsApp, criados pelo programa Vizinhança Solidária da Polícia Militar (PM), que está integrando comércio, síndicos e moradores", avaliou.

Posicionamento

A SSP informa que, após investigações, a Polícia Civil apreendeu, na tarde de terça-feira, uma menor suspeita de praticar furtos na região de Higienópolis.

A jovem foi localizada em uma invasão sob o viaduto Engenheiro Orlando Murgel, no Bom Retiro, no centro da capital paulista, e encaminhada ao 4º DP (Consolação), onde foi reconhecida por uma vítima.

Segundo a SSP, a menor teve o pedido de internação provisória acatado pelo juiz da 1ª Vara Especial da Infância e Juventude de São Paulo, e foi encaminhada para a Fundação Casa.

Outra menor, também apontada como autora dos crimes, foi identificada e teve sua internação provisória decretada.

Estatísticas

Segundo a SSP, entre janeiro e agosto deste ano, o 4º DP (Consolação) registrou 1.800 roubos, aumento de 25% em relação aos 1.775 casos registrados nos oito primeiros meses do ano passado.

Com relação aos furtos, foram 4.652 no mesmo período. O número representa queda de 5% em relação aos meses de janeiro a agosto de 2018, quando foram feitas 4.897 notificações.

O petróleo que toma o litoral nordestino continua despertando o sinal de alerta dos governantes. Na madrugada desta quarta-feira (16), uma faixa de praia de aproximadamente 200 metros foi atingida em Japaratinga, litoral norte de Alagoas. Até o 'santuário do peixe-boi', em Porto de Pedras, está correndo risco de contaminação. 

Toda essa dificuldade foi constatada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama). O órgão revela que essa mancha é a maior que surgiu no litoral alagoano desde o início da crise ambiental. 

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Em entrevista ao UOL, o chefe da Divisão Técnico-Ambiental do Ibama em Alagoas, Rivaldo Couto dos Santos Junior, afirmou que estão trabalhando. "Já estamos removendo, com várias pessoas ajudando, carregadeiras, caçambas. Vamos fazer o recolhimento", garantiu.

Confira a mancha

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A viúva da vereadora assassinada Marielle Franco se reuniu na tarde da última terça-feira, 15, com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, para pedir mais empenho na elucidação do crime. Marielle e o motorista Anderson Gomes foram assassinados a tiros na noite de 14 de março do ano passado.

Apesar de a Polícia Civil do Rio ter prendido dois suspeitos, o caso ainda não foi esclarecido. Os acusados alegam inocência, e não há pistas seguras sobre o que teria causado o duplo homicídio, nem sobre quem seriam as mandantes dos assassinatos.

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Mônica Benício se reuniu com Moro e dois delegados da Polícia Federal no ministério, em Brasília. Na véspera, o crime completou 580 dias.

"Ontem estive com o ministro Sérgio Moro e cobrei do governo federal que se manifeste publicamente sobre o crime político que executou Marielle e Anderson", escreveu Mônica na manhã desta quarta-feira, 16, em uma rede social. "O mundo quer saber: quem mandou matar Marielle?"

Ainda segundo a viúva da vereadora, Moro afirmou que tem total interesse em ver o caso esclarecido.

O PM reformado Ronnie Lessa foi preso em 12 de março deste ano, acusado de ser o responsável pelos disparos que mataram a vereadora. A Policia também prendeu o ex-PM Élcio de Queiroz, que estaria dirigindo o carro do assassino.

No último dia 3 de outubro, a polícia prendeu mais quatro pessoas ligadas ao assassino. O grupo é acusado de ter descartado a submetralhadora que teria sido usada por Lessa para matar Marielle e Anderson.

"O grupo teria executado o plano de jogar as armas nas águas da Barra da Tijuca", informou a PM em nota divulgada no dia das prisões. "O armamento foi lançado ao mar dois dias depois das prisões de Ronnie e do ex-PM Élcio de Queiroz."

Na última segunda-feira, quando o crime completou um ano e sete meses, a diretora-executiva da Anistia Internacional no Brasil, Jurema Werneck, reiterou a preocupação da organização com a demora na resolução do caso.

"Esperamos que todos os envolvidos na morte, inclusive seus mandantes, sejam identificados e levados à Justiça", afirmou Werneck em nota. "O recado é claro: nenhum defensor dos direitos humanos está seguro no Brasil enquanto esse caso permanecer impune."

Foi anunciado nesta quarta-feira (16), que os pescadores das colônias afetadas pelas manchas de óleo que atingem o litoral do Nordeste terão a antecipação do pagamento do seguro-defeso. O Ministério da Agricultura deve adiantar o auxílio para o dia 30 de outubro. Esse pagamento é feito, normalmente, a partir do dia 30 de novembro.

Os estados do Nordeste deverão informar quais as colônias que tiveram a pesca prejudicada pelas manchas do petróleo para que o auxílio seja liberado pelo INSS. O anúncio foi feito pela ministra Tereza Cristina em reunião articulada pelo líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB), com os senadores da bancada do Nordeste.

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Continuando a operação para a retirada do petróleo que está tomando as praias da cidade, a Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb), retirou - só de um dos locais atingidos na capital baiana, mais de 200 quilos de petróleo. A retirada aconteceu nesta quarta-feira (16), na praia Jardim Alah. De acordo com a Prefeitura de Salvador, outros órgãos do municípios estão empenhados para a limpeza de todas as praias contaminadas com o petróleo.

Marcus Passos, presidente da Limpurb, salienta que desde a última quinta-feira (10), as equipes estão trabalhando dia e noite nos locais fazendo ronda e observações de novas manchas nas praias. Ainda segundo Marcus, somente nesta quarta-feira (16), 275 agentes da Limpurb foram mobilizados. 

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Orientação Salvador

Em todo o trecho de atuação da Coordenadoria de Salvamento Marítimo (Salvamar), que vai de Ipitanga ao Jardim de Alah, os salva-vidas estão orientando os banhistas para, caso encontrem alguma mancha de óleo na água ou na areia, evitem tocar o material e informem a situação a um salva-vidas ou através do telefone 156.

Em situações que envolvam animais afetados pelo petróleo, o contato pode ser feito com a Guarda Civil Municipal pelo telefone (71) 3202-5312, ou com a Polícia Ambiental, no número 190, a qualquer hora do dia. O Ibama também poderá ser acionado pelo (71) 3172-1650.

Um homem de 49 anos, investigado por receptação, foi preso em flagrante nessa terça (15), em Guapó, na Região Metropolitana de Goiânia, por dirigir embriagado.

Segundo o delegado Arthur Fleury, o autuado foi chamado à delegacia para prestar depoimento sobre o crime de receptação, mas teria chegado à unidade policial dirigindo um veículo com visíveis sinais de consumo de bebida alcoólica.

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Ao perceberem o estado de embriaguez, os policiais o convidaram para fazer o teste de bafômetro, mas o homem se negou a soprar o aparelho. Diante da negativa, a influência do álcool foi comprovada por provas testemunhais e vídeos.

O homem foi, então, autuado em flagrante pela prática do artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro, dirigir sob influência de álcool.

Da Polícia Civil de Goiás

Durante um assalto a uma loja, nessa terça-feira (15), um assaltante recusou o dinheiro de uma idosa e deu um beijo na testa da cliente. Cerca de mil reais e mercadorias foram roubados do comércio localizado no município de Amarante, no Piauí.

Segundo o proprietário do local, dois homens armados anunciaram o roubo por volta das 17h. Apenas um funcionário e a idosa estavam no local.

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“Eles anunciaram o roubo, pediram para o meu funcionário passar todo o dinheiro, aí ela estava perto e quis dar o dinheiro dela também, mas ele disse que não precisava. Deu um beijo nela e disse: 'não, senhora, pode ficar sossegada, não quero seu dinheiro'", detalhou Samuel Almeida ao G1.

A polícia foi acionada, realizou buscas na região, mas os criminosos ainda não foram presos. O proprietário afirmou que vai formalizar um boletim de ocorrência junto à Polícia Militar.

Confira

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Desenganado pelos médicos e sem outras alternativas de tratamento contra o câncer, o aposentado Vamberto Luiz de Castro, de 62 anos, foi submetido a uma terapia celular experimental no mês passado. Menos de 20 dias depois, seus exames comprovavam a remissão do tumor. Agora, mais três pacientes com linfoma avançado do tipo não-Hodgkin são preparados no Centro de Terapia Celular do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (CTC-Fapesp-USP) para serem submetidos ao tratamento.

A terapia, personalizada, é feita a partir das células de defesa do próprio paciente. O método já é usado com sucesso nos Estados Unidos e na Europa e está revolucionando o tratamento deste tipo de câncer no exterior. A técnica usada em Castro e nos novos três pacientes, no entanto, foi totalmente desenvolvida no Brasil e pode, no futuro, ser oferecida gratuitamente pelo SUS. Há ainda, porém, um longo caminho a ser percorrido até ser aprovada oficialmente.

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Um dos responsáveis pelo desenvolvimento da tecnologia, o hematologista Dimas Tadeu Covas, coordenador do CTC, se mostra otimista em relação aos resultados do tratamento. Mas está apreensivo com a possível demora na aprovação do tratamento no Brasil.

"Quando abrimos a porta da esperança, não tem como fechar", disse, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. "Mas precisamos acelerar os processos. É estratégico para o País olhar para este cenário e tomar uma decisão: vamos transformar em produto, começar um estudo clínico, combinar com as agências reguladoras."

Já existe previsão de outros pacientes serem submetidos à terapia celular experimental usada em Vamberto Luiz de Castro?

Quando abrimos a porta da esperança, não tem como fechar. Já temos uma pequena fila para o uso compassivo da terapia, em caráter experimental. Três pessoas já estão em preparação, na fase da coleta e modificação das células. Meu objetivo, que talvez seja um pouco otimista, é testar a terapia em dez pacientes nos próximos seis meses.

Quais os principais obstáculos?

Bom, primeiro que é uma terapia experimental, não temos um produto aprovado, e nossa capacidade de ampliar a produção é muito pequena. Hoje, conseguimos fazer um caso a cada 30 ou 40 dias. Para ampliar, precisaríamos de apoio, investimento. Estamos tentando parcerias com outros laboratórios que tenham condições de reproduzir a tecnologia, mas não é fácil; trata-se de pessoal muito especializado.

Tanto o Vamberto quanto esses outros três pacientes fazem a terapia em caráter compassivo. O senhor pode explicar o que isso significa e como optaram por esse tipo de estudo?

Isso significa que essas pessoas não têm mais nenhuma alternativa de tratamento. Tudo já foi tentado. Só assim elas podem entrar no estudo. Era a única forma que tínhamos de fazer; já estava tudo pronto. Nesse caso, quando se tem todas as condições de fazer, a necessidade médica é considerada inadiável. Seria até um erro do médico se dispuséssemos da terapia e não fizéssemos o teste.

E em quanto tempo o senhor acha que estariam prontos para fazer o teste clínico?

O estudo clínico apresenta dificuldades, ainda mais nesse assunto de terapias avançadas, que ainda não é totalmente regulamentado no País. O ambiente regulatório para esse tipo de avanço não é favorável. O Brasil não tem o hábito de fazer isso (aprovar terapias novas). O mais comum é trazer coisas já aprovadas por agências do exterior. Vamos fazer a proposta (para o teste clínico), claro, mas não vejo isso acontecendo de forma rápida. Em geral, um teste clínico para uma nova droga leva de um a dois anos para ser aprovado.

Mas o senhor acha que esses processos poderiam ser acelerados?

Acho que é uma questão estratégica para o País olhar para esse cenário e tomar uma decisão: vamos começar um estudo clínico, transformar em produto, combinar com as agências reguladoras, acelerar processos. O governo poderia tomar a frente, criar uma política pública como fez a Inglaterra, que já oferece gratuitamente o tratamento a crianças com leucemia e tem um sistema público muito parecido com o nosso SUS.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Um idoso de 70 anos foi preso ao sair de um motel com uma menina de 11 anos em Ji-Paraná-RO. A criança contou aos policiais que essa era a segunda vez que era levada ao motel pelo suspeito.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizava ronda na BR-364 na tarde da terça-feira (15). Os policiais notaram uma caminhonete saindo do motel na beira da estrada. Ao notar a presença da viatura, a passageira, de baixa estatura, teria colocado um boné e se abaixado, chamando a atenção dos policiais.

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Durante abordagem, a polícia verificou que o automóvel era ocupado pelo idoso e pela criança. O motorista afirmou que teria levado a menor para conhecer o motel, sem ter praticado qualquer abuso sexual. A menina, entretanto, denunciou que aquela era a segunda vez que era abusada.

O idoso, que é vizinho da criança, costumava pagar parte das compras da família dela. Ele ameaçava parar de ajudar nas compras caso a menina o denunciasse.

Na primeira vez que a levou para o motel, ele tirou a roupa dela e tocou nas partes íntimas. Desta última vez, o suspeito também deu R$ 60 em espécie à criança para convencê-la a não falar sobre o ocorrido. Ele foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil.

Segundo a PRF, a mãe da criança considerou a situação um "exagero" e não compareceu à Unidade Operacional da PRF conforme solicitado. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.

Câmeras de monitoramento no entorno do Edifício Andrea flagraram o momento do desmoronamento, por volta das 10h28 dessa terça-feira (15). O prédio de sete andares e 13 apartamentos, localizado na área nobre de Fortaleza, no Ceará, não possuía registros oficiais perante a prefeitura.

Em um dos registros, um homem corre assustado após ouvir o barulho. O residencial passava por uma intervenção estrutural, porém, não possuía alvará para a execução. Imagens divulgadas mostram as colunas do prédio deterioradas e com ferragens à mostra. 

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Duas mortes foram confirmadas e nove pessoas ainda estão embaixo dos escombros. Em dois dias de buscas, os bombeiros conseguiram resgatar outras nove vítimas.

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Uma latinha de refrigerante produzida há mais de duas décadas foi encontrada nas areias da praia da Ilha de Palmas, no município do Guarujá, Litoral de São Paulo. O cilindro de alumínio vagou pelo oceano antes de ser encontrado no último dia 12. A aparição reacende o debate sobre os cuidados ambientais no Brasil, sobretudo enquanto a costa nordestina sofre com derramamento de óleo.

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A lata foi localizada enquanto o portuário Renato Lemos Miranda caminhava na região. Ele contou que percebeu o material entre as pedras e utilizou um pedaço de ferro - supostamente outro lixo 'devolvido' pelo mar - para recolhê-lo.  

Mesmo deteriorada, a latinha manteve as cores. O portuário afirma ter visto a validade datada para novembro de 1998. 

Confira a publicação

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O comerciante João André Uchôa Gomes, de 40 anos, conta que estava no mercado do qual é dono, com um freguês, no momento que o prédio em Fortaleza, vizinho ao seu estabelecimento comercial, desabou. "Eu vi como se o prédio estivesse se quebrando ao meio." Ele conta que conseguiu fugir por uma janela lateral. Depois disso, subiu uma poeira forte e, por isso, não conseguiu enxergar mais nada nem ajudar o cliente que estava com ele no estabelecimento - e tinha situação ignorada até a publicação desta matéria. Segundo Gomes, que teve ferimentos leves, vai ser difícil salvar qualquer coisa do mercadinho.

Já a advogada Rosa Monteiro Bruno, de 37 anos, confundiu o desabamento com uma ventania, inicialmente. "Eu estava no escritório, senti meu prédio balançar e vi uma rede no vizinho voar alto, depois subiu a nuvem de poeira", recorda. Ela mora no 10º andar de um edifício ao lado, com apenas duas casas de separação. E contou ter visto um homem descarregando um caminhão de água mineral bem onde os escombros caíram. "É um misto de angústia e impotência. Foram 20 minutos sem poder fazer nada. Percebemos que até mesmo os bombeiros estavam surpresos".

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Solidariedade

A Universidade de Fortaleza (Unifor) organizou um mutirão de voluntários com alunos e ex-alunos das áreas de Enfermagem, Psicologia e Medicina, além de ONGs e duas igrejas, para prestar socorro a parentes de vítimas. Até a noite desta terça, o saldo do desabamento era de nove feridos e nove pessoas desaparecidas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Mais uma morte decorrente do desabamento do Edifício Andrea, ocorrido na manhã dessa terça-feira (15), no bairro Dionísio Torres, área nobre de Fortaleza, foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros (CB), nesta quarta-feira (16). Esta é a segunda vítima fatal encontrada nos escombros da construção de sete andares da capital cearense. Familiares apontam que nove pessoas seguem desaparecidas.

Segundo informações, o corpo encontrado pelos socorristas é de uma mulher. Nove pessoas foram resgatadas com vida, dentre elas um estudante que enviou uma 'selfie' para a família enquanto ainda esperava o socorro.

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O prédio passava por reforma e imagens das colunas desgastadas com as ferragens à mostra foram divulgadas. No entanto, não havia alvará para tal intervenção. O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Ceará (CREA-CE) afirmou que a construção estava com a estrutura "deteriorada".

A Prefeitura de Fortaleza informou que o edifício foi erguido de maneira irregular e não possui registros oficiais. Até 1995, o terreno comportava uma casa construída na década de 70.

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A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal negou habeas corpus pedido pela defesa do traficante Elias Pereira da Silva, conhecido como Elias Maluco, preso por associação ao tráfico. Nesta terça-feira (15) o colegiado formou maioria para derrubar liminar deferida em agosto pelo relator, ministro Marco Aurélio, que concedia liberdade a Elias caso ele não estivesse preso por outro crime.

Ele, no entanto, está preso desde 2002 e cumpre pena de mais de 28 anos de reclusão na Penitenciária Federal de Catanduvas (PR) pela morte do jornalista Tim Lopes. O traficante também foi sentenciado por lavagem de dinheiro a 10 anos, 7 meses e 5 dias.

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O decreto de prisão derrubado pelo ministro é de 2017, em uma ação penal que tramita em São Gonçalo, no Rio de Janeiro. Elias Maluco é acusado do crime de associação para o tráfico e teve a prisão preventiva determinada. A medida foi mantida pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A defesa alegou constrangimento ilegal por excesso de prazo para o término da instrução criminal. Elias está preso há mais de dois anos sem que tenha sido condenado. A execução antecipada da pena viola o princípio da não culpabilidade, segundo a defesa.

Supressão de instância

O caso não apresenta excepcionalidade ou ilegalidade que justifique a concessão da ordem, explicou o relator, ministro Alexandre de Moraes, em seu voto. O exame do caso ainda não foi esgotado no âmbito do STJ, pois há a possibilidade de recurso, e o esgotamento da instância anterior é um dos pressupostos para justificar a atuação do Supremo. Para Moraes, a jurisprudência da 1ª Turma é de autorizar o exame de habeas corpus nessas circunstâncias apenas em casos excepcionais.

Periculosidade

Foi determinante para o relator o fato de Elias ser uma das maiores lideranças do Comando Vermelho, facção criminosa que comanda o tráfico de drogas no Complexo do Salgueiro, no Rio, e em São Gonçalo. "A prisão, portanto, fundamenta-se na sua periculosidade, na gravidade do delito e no seu modo de agir."

Ainda, a demora para julgar o processo criminal não é resultado da inércia do Poder Judiciário, mas da complexidade do caso e do grande número de réus envolvidos. São 24 ao todo. "Essas circunstâncias, indiscutivelmente, tornam razoável a ampliação do prazo para o término da persecução criminal."

Seu voto foi seguido pelos ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux. O ministro Marco Aurélio ficou vencido ao votar pelo reconhecimento do excesso de prazo. Para ele, enquanto não houver condenação, a prisão tem natureza provisória.

O governo do Ceará afirmou no início desta noite que ainda não havia a confirmação de óbitos no desabamento de um prédio residencial de sete andares, em Fortaleza, na manhã desta terça-feira, 15. Ao menos nove pessoas ficaram feridas. Pela manhã, o Corpo de Bombeiros havia informado uma morte na tragédia. Não foi explicado o motivo do desencontro de informações.

Questionado sobre o recuo, o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), disse que "por isso, está centralizando as informações na pessoa do coronel (Luís Eduardo) Holanda". Ainda conforme Santana, "um trabalho rigoroso está sendo feito para identificar as causas" do problema. Ainda de acordo com a administração estadual, nove pessoas foram resgatadas com vida. Outras nove, também segundo o governo, estão sob os escombros. Os bombeiros afirmaram não haver risco para os prédios próximos.

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O prédio caiu por volta de 10h15. Das vítimas já resgatadas, duas teriam conseguido telefonar para parentes, mesmo sob os escombros. Três feridos resgatados foram encaminhados para o Instituto Doutor José Frota (IJF): Cleide Maria da Cruz Carvalho, de 60 anos; Maria Antônia Peixoto, de 72 anos; e Gilson Moreira Gomes, de 53 anos. Eles passam por exames.

"A Defesa Civil está coordenando o isolamento do entorno, mas o desabamento desse prédio não oferece risco aos edifícios vizinhos. Estamos esvaziando o entorno, mas mais por uma questão de segurança", afirmou o coronel Clayton Bezerra, comandante da operação. "A situação é difícil e requer cuidados, porque o restante do prédio ainda pode vir a colapsar. Ainda há bolsões que inspiram cuidados. É uma operação lenta e deve se estender durante todo o dia de hoje."

Ele também disse que não há risco de incêndios ou de explosões e que não foi detectado vazamento de gás. De acordo com Bezerra, a manutenção em uma das colunas do prédio pode ter levado ao desabamento.

Cães farejadores trabalham no resgate dos soterrados.

O estado de Sergipe é o segundo a decretar situação de emergência para conter as manchas de óleo que se alastram pelo litoral nordestino. Em uma portaria publicada nesta terça-feira (15) no Diário Oficial da União, o ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) reconheceu a situação crítica e liberou o acesso a recursos da União através da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec).

Com a ajuda, os municípios afetados pelo derramamento de óleo podem remover famílias de áreas de risco, financiar o recolhimento de material contaminado, solicitar kits de assistência humanitária (cestas básicas, água potável, kits dormitório e outros) e recuperar áreas de infraestrutura afetadas pelo vazamento.

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A verba emergencial disponibilizada pela Sedec é complementar à atuação dos governos estaduais e municipais. O auxílio pode ser solicitado sempre que necessário, inclusive em situações recorrentes.

Outros órgãos de âmbito federal também atuam na contenção da mancha e na análise do acidente. A Agência Nacional de Águas (ANA), o ministério do Meio Ambiente, o ministério de Minas e Energia, o ministério da Defesa e os três comandos militares (Marinha, Comando da Aeronáutica e Exército) monitoram a amplitude do vazamento.

A força-tarefa que analisa o vazamento de óleo que se alastrou pelo litoral da Região Nordeste informou que não houve registro de novas manchas nesta segunda-feira (15). A Marinha, no entanto, não descarta a possibilidade de aparecimento de mais óleo nas praias da região.

Segundo os militares, não é possível afirmar que a fonte do vazamento tenha se esgotado. A força-tarefa de limpeza, que conta com 1.583 militares de 48 organizações e 74 civis, informou que mais de 200 toneladas de resíduos contaminados já foram isoladas.

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Formado pela Marinha, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), o grupo montou uma central de monitoramento para medir o impacto ambiental do acidente, de origem ainda desconhecida.

A descontaminação das praias segue sem perspectiva de ser finalizada.

Embaixo dos escombros do prédio que desabou na manhã desta terça-feira (15), em Fortaleza, Ceará, o estudante David Sampaio resolveu enviar uma selfie para os seus familiares na tentativa de informar que estava tudo bem com ele. O jovem foi a oitava pessoa resgatada com vida pelos bombeiros.

Ainda não se sabe o quadro clínico de David, que foi encaminhado para um hospital particular da cidade. Ao G1, Albertine Felipe, primo da vítima, informou que Sampaio teve apenas ferimentos leves. "Tinha visto a notícia do desabamento e vi que poderia ter sido o prédio dele porque logo reconheci. Depois olhei no Google Maps para ver se era o mesmo prédio", confirma Felipe.

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A foto, um tanto inusitada, foi enviada por David para o 'grupo da família' no aplicativo WhatsApp. O jovem morava no primeiro andar do edifício. Até o momento, 8 pessoas foram encontradas com vida entre os escombros pelo Corpo de Bombeiros. Uma outra pessoa foi socorrida já sem vida. Os bombeiros trabalham com a hipótese que ainda dez pessoas estejam desaparecidas.

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Ceará (CREA-CE), Emanuel Mota, confirmou que o prédio residencial de sete andares que desabou na manhã desta terça-feira (15), em Fortaleza, Ceará, tinha estrutura "deteriorada". Nesta última segunda-feira (14), um engenheiro já havia feito no CREAS o Artigo de Responsabilidade Técnica (ART) para iniciar as reformas no local, mas ainda faltava o alvará da Prefeitura.

Emanuel Mota, em entrevista ao Estúdio I, apontou que ainda não tem muito detalhe sobre a obra que iria ser feita no prédio. Moradores afirmam que a construção tinha mais de 40 anos e o presidente do CREAS-CE salienta que não vinha sendo feita uma manutenção adequada da edificação, o que pode ter colaborado para o desabamento.

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Até o momento, uma morte foi confirmada e outras oito pessoas foram socorridas com vida pelo Corpo de Bombeiros, que continua as buscas entre os escombros. O desabamento aconteceu por volta das 10h da manhã desta terça (15), no bairro Dionísio Torres, área nobre de Fortaleza. Se cogita na possibilidade de outras sete pessoas ainda estarem embaixo dos concretos desabados.

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