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Pelo menos 11 pessoas suspeitas de planejar um atentado terrorista com um veículo e armas de fogo foram detidas pela polícia alemã na sexta-feira (22), em Frankfurt.

Entre elas, estão um homem de 21 anos, de Offenbach, e dois irmãos de 31 anos, de Wiesbaden, que pertencem à corrente salafista do Islã, suspeitos de serem os cérebros da operação que buscava cometer um atentado.

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"Para atingir esse objetivo, eles planejaram usar um carro e armas de fogo para matar tantos infieis quanto fosse possível", afirmou a procuradoria, em um comunicado.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Os muçulmanos voltaram neste sábado à mesquita de Al Noor, em Christchurch, pela primeira vez desde o massacre de 50 fiéis por um extremista australiano, no dia 15 de março.

Após o ataque perpetrado por Brenton Tarrant, um supremacista branco de 28 anos, contra duas mesquitas desta cidade do sul da Nova Zelândia, a polícia havia fechado Al Noor por motivos de segurança e para facilitar as investigações.

Pequenos grupos de fiéis da comunidade muçulmana local foram autorizados a entrar em Al Noor neste sábado. "Recebemos as pessoas em grupos de 15, para ir recuperando uma certa normalidade", explicou Saiyad Hassen, voluntário na mesquita.

"No momento não é possível dizer quando tudo voltará o normal", disse Hassen.

Os responsáveis da mesquita evitaram fazer comentários.

Na fachada do prédio já não se viam buracos de bala e as paredes pareciam pintadas.

Na sexta-feira, uma semana após o massacre, uma oração foi transmitida para todo o país, que observou dois minutos de silêncio em memória às vítimas do massacre.

Conhecida em todo mundo por seus automóveis americanos antigos, a capital de Cuba também é o paraíso de motocicletas com sidecar originárias de países que não existem mais, como União Soviética, Checoslováquia e Alemanha Oriental, de um período no qual a ilha vivia na órbita soviética.

Ao volante de uma Jawa 350, fabricada em 1989, e de cor vermelha brilhante, Alejandro Prohenza se enche de orgulho: "Muitos turistas gostam de tirar fotos dela. Não sei, talvez vejam como algo de uma era passada".

Um dia, "um boliviano me disse que nunca tinha visto este tipo de moto, que só tinha visto uma moto com sidecar nos filmes (sobre) nazistas".

Gerente de um "paladar" (restaurante privado), este homem de 48 anos recebe regularmente ofertas de compra. Mas não cogita vender o veículo, no qual viajam a mulher e o filho, transporta mercadorias e leva compras para o restaurante.

"São bem práticas!", afirma Alejandro, que considera a motocicleta como sua "segunda" filha e está feliz por não ter que levá-la sempre ao mecânico.

Raras na Europa, estas motos, que trazem presas ao lado um compartimento para passageiro com uma única roda, circulam às centenas pelas ruas de Havana.

E sua história também reflete a de Cuba, que após a revolução socialista em 1959, se distanciou politicamente dos Estados Unidos e encontrou na ex-URSS um oportuno irmão mais velho até a década de 1990.

As marcas das motos que trafegam pelas ruas e estradas da ilha são um convite para uma viagem no tempo: Ural, Dnieper e Júpiter (da ex-URSS), Jawa e CZ (da extinta Tchecoslováquia) e MZ (da antiga República Democrática Alemã).

Chegaram a Cuba nas décadas de 1960 e 1970, sendo adotadas primeiramente pelo exército, empresas públicas e agricultores, antes de serem gradualmente adquiridas pelo restante da sociedade.

"Normal" em Cuba

Foi assim como José Antonio Ceoane Núñez, de 46 anos, obteve sua Júpiter 3 vermelho brilhante: "Quando o governo cubano as comprou dos russos em 1981, foi para empresas estatais".

Mais tarde, "foram vendidas aos funcionários mais destacados por seus méritos profissionais". E foi assim que o pai de Ceoane, que trabalhava numa empresa de estatísticas, conseguiu uma.

"Não a venderei de maneira alguma porque com ela me movo e trabalho. É meu meio de transporte, e em Cuba não há muitos", garante José Antonio, que viaja regularmente com o sobrinho, um amigo, ou com a namorada e a cunhada.

Seu aspecto obsoleto é o que chama a atenção dos turistas, que os leva a viajar no tempo, mas "aqui é comum, normal", confessa Enrique Oropesa, um instrutor de direção de 59 anos, que ensina como pilotar motos com sidecar.

Oropesa tem uma Ural verde ano 1977, que cuida com todo carinho: "Gosto muito, em primeiro lugar porque é o meio de transporte da minha família, e em segundo lugar porque é uma fonte de renda".

Apesar de custar menos que um automóvel, muitos cubanos não têm como comprar uma.

Sentado no compartimento do passageiro, Enrique ensina aos aspirantes à licença que permite dirigir este veículo todas as dicas de pilotagem "O mais difícil é (aprender a conduzir) sem o sidecar, porque com um sidecar você se sente mais seguro", graças ao apoio desse compartimento lateral.

Vivendo na ilha com a esposa cubana há dois anos, Philippe Ruiz, um francês de 38 anos, não percebeu inicialmente a grande quantidade destes veículos circulando por Havana.

"Quando comecei a me interessar por isso, me dei conta que via 50, 100 por dia".

Empenhado em reformar uma casa, observou que muitas motos com sidecar são utilizadas para transportar materiais de construção.

Graças a um anúncio na internet, encontrou há alguns meses uma Ural azul ano 1979, por "6.500 euros com pequeno reboque".

"É um ano mais velha do que eu e eu estou em pior estado", brinca. "Mas quando chegamos em casa, as coisas começaram a complicar. A moto esteve bem até chegarmos aqui, mas depois tivemos que fazer consertos nela por todos os lados".

Por conta da falta de peças em Cuba, "as pessoas se veem obrigadas a trazê-las do exterior", o que atrasa o reparo.

Mas não se arrepende da compra. Motociclista na França, Ruiz descobriu novas sensações ao volante do motor russo: "É muito divertido, é muito diferente de conduzir uma moto sem sidecar, porque não podemos virar igual, não pode sair de lado, assim é necessário aprender a pilotar novamente".

"É especialmente divertido em família, porque você pode colocar uma criança no sidecar, minha esposa e as malas", acrescentou este pai de um menino de oito anos.

Assim que tiver consertado a moto, o francês pretende trabalhar com ela. Levando turistas para percorrer Havana no veículo. "Penso que isto será algo diferente do aluguel de carros conversíveis (americanos) que temos aqui".

A falta de água potável em países afetados por conflitos prolongados causa, em média, mais mortes de crianças menores de 15 anos do que a violência direta. De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), esses menores têm quase quatro vezes mais chances de morrer de doenças diarreicas causadas pela falta de água potável, saneamento e higiene.

O relatório da UNICEF examina taxas de mortalidades de 16 países que passam por conflitos prolongados e concluindo que, na maioria deles, crianças menores de 5 anos têm 20 vezes mais chances de morrer por falta do acesso adequado ao saneamento básico.

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A ONU acentua que "Sem serviços de água, saneamento e higiene seguros e eficazes, as crianças correm risco de desnutrição e doenças evitáveis, incluindo a diarréia, febre tifóide, cólera e poliomielite.

As meninas são as que mais sofrem, principalmente quando vão buscar água. A UNICEF constatou que são elas que lidam com as afrontas à sua dignidade enquanto se banham e administram a higiene menstrual, faltando às aulas durante o período menstrual, quando suas escolas não têm instalações de água e saneamento.

O relatório da agência da ONU calculou as taxas de mortalidade em 16 países onde existem os conflitos prolongados. São eles: Afeganistão, Burkina Faso, Camarões, Chade, Etiópia, Iêmen, Iraque, Líbia, Mali, Myanmar, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Síria, Somália, Sudão e Sudão do Sul.

De todos esses países, somente na Líbia, Iraque e Síria as crianças menores de 15 anos tem mais chances de morrer em decorrência da violência coletiva, do que pela falta de água e saneamento básico.

Um padre católico foi esfaqueado durante uma missa no Oratório de Saint-Joseph, uma das igrejas mais famosas de Montreal, no Canadá, nesta sexta-feira (22).

O sacerdote Claude Grou, que está internado em um hospital, ficou levemente ferido e não corre risco de morrer. Já o agressor foi contido imediatamente pela equipe de segurança do templo e levado pela polícia, que ainda investiga os motivos do ataque.

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Segundo o jornal Montreal Gazette, o crime ocorreu por volta de 8h40 (horário local).

Da Ansa

Um rato foi encontrado dentro de uma lata de Coca-Cola. Isso foi o que afirmou o cientista da computação identificado como Damien, de 34 anos, ao Le Parisien. O morador de Varenne-sur-Seine, na França, contou que após comer uma pizza perto de casa, comprou o refrigerante e foi bebendo sem perceber a presença do roedor.

De acordo com as informações do Le Parisien, após ter tomado todo o líquido, ele percebeu a presença do animal. O homem ligou para a sede da empresa na França, mas contou que levou 25 minutos ao telefone para que fosse atendido.

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A companhia negou a possibilidade de um rato ter entrado em uma de suas latas durante a linha de produção e pediu que o cientista da computação enviasse o material para análise. Porém, Damien se recusou alegando que essa é a única prova do incidente. A lata e o roedor estão armazenados em um freezer.

Com o susto, o francês ainda procurou a polícia, mas foi informado que nada podia ser feito. Damien então resolveu procurar um médico e está sob observação pelas próximas três semanas.

Uma mulher de 32 anos morreu em decorrência de uma parada cardíaca após cinco horas de sexo ininterrupto, na cidade de Cali, na Colômbia. A polícia investiga se a morte teve relação com o consumo de drogas.

Segundo o jornal “El Periodico”, a vítima era conhecida como "A Fera". Nessa segunda-feira (18), ela estava em um motel com o parceiro, que após a parada cardíaca acionou o serviço de emergência. Com a demora no socorro, ele revolveu levá-la ao hospital no próprio carro, entretanto, a mulher já chegou ao local sem vida.

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O companheiro foi encaminhado à delegacia para elucidar o caso. De acordo com ele, o casal utilizou entorpecentes para manter o "sexo intenso" por pelo menos cinco horas consecutivas. Ao fim do período, ela começou a ter convulsões e na sequência sofreu a parada cardíaca.

Os investigadores querem descobrir se a vítima usava narcóticos constantemente, e se as substâncias realmente foram responsáveis pela parada cardíaca. O homem foi liberado.

Quanto mais a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, tenta articular com os líderes europeus a concretização do Brexit, como é chamada a saída do país da União Europeia, mais aumenta o número de signatários de uma petição pedindo a revogação do Artigo 50, que normatiza o processo de divórcio. Ontem à tarde o Broadcast registrou que o documento hospedado no site de uma comissão do Parlamento havia atingido a marca de 1 milhão de assinaturas. Agora cedo, mais de 2,5 milhões de pessoas já deixaram seu posicionamento pedindo o cancelamento da separação.

Tanta procura pela petição já levou o site a cair várias vezes desde ontem. O documento foi hospedado em fevereiro, mas foi depois do discurso à nação feito na noite de quarta-feira pela premiê em Downing Street que os números não pararam mais de subir. Cálculos apresentados pela imprensa local dão conta de que 1,5 mil novas assinaturas são registradas a cada minuto.

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A marca de 2 milhões de signatários foi registrada logo após o anúncio da decisão da União Europeia de aceitar o pedido de Theresa May de prorrogar da data de entrada em vigor do Brexit. Pelo cronograma original, a retirada deveria ser consumada daqui a uma semana, mas os líderes mudaram o prazo agora para 22 de maio com a condição de que a primeira-ministra atuasse para aprovar o acordo acertado entre os dois lados no Parlamento britânico na próxima semana.

A Comissão de Petições da Câmara dos Comuns, equivalente à Câmara dos Deputados brasileira, declarou no Twitter que se trata da maior participação de assinaturas de qualquer documento em seu site e que, devido a isso, mudanças foram feitas para lidar com o alto fluxo de acesso. O documento pede ao governo que revogue o Artigo 50 e mantenha o Reino Unido na UE. "O governo afirma repetidamente que sair da UE é a vontade do povo. Temos de colocar esta afirmação a termo, demonstrando agora a força do apoio público para permanecer na UE. Se o voto do povo pode não acontecer, então vote agora", traz o texto.

O movimento ganhou força com a divulgação de assinaturas feitas por famosos, como o ator Hugh Grant, a atriz Jennifer Saunders e o físico da Universidade de Manchester Brian Cox. Não é a primeira vez que uma petição trata do fim do Brexit depois do resultado das urnas do plebiscito de quase três anos atrás, quando 52% dos eleitores britânicos pediram a separação contra 48% que se posicionaram a favor da manutenção no bloco. Mesmo antes da consulta pública, um documento convidava o governo a realizar um segundo plebiscito se o voto do lado vencedor fosse inferior a 60% e o comparecimento à votação, inferior a 75%. Antes da consulta, a petição quase não recebeu atenção, mas após o resultado registrou um saldo de mais de 4 milhões de assinaturas.

Cerca de 15 mil pessoas precisam ser resgatadas rapidamente nas zonas inundadas de Moçambique após a passagem do ciclone Idai, que deixou mais de 350 mortos no sudeste da África na semana passada, disse ontem o ministro do Meio Ambiente, Celso Correia. No entanto, a destruição tem dificultado os trabalhos de resgate.

As equipes estão impressionadas com a magnitude da catástrofe, que provocou deslizamentos e inundações e deixou milhares de pessoas isoladas em telhados ou árvores.

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O presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, estimou que o número de mortes pode passar de mil somente em seu país e decretou três dias de luto. Moçambique foi o país mais afetado pelo ciclone, que também atingiu Zimbábue e Malauí.

A prioridade é ajudar as milhares de pessoas que encontraram refúgio nas árvores, telhados ou ilhotas. Em alguns lugares, o nível da água atingiu até seis metros. Mas os socorristas, vencidos pela magnitude da catástrofe, enfrentam um dilema.

"Infelizmente, não podemos ajudar a todos. Por isso, nossa prioridade são as mulheres, as crianças e os feridos", disse Caroline Haga, da Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

A previsão do tempo, que anuncia mais chuva para os próximos dias, deve "piorar a situação", alertou o Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários. (Com agências internacionais)

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Os Boeing 737 MAX serão equipados com um sinal de alerta luminoso que avisará sobre qualquer problema de funcionamento do sistema estabilizador MCAS - em xeque após os recentes acidentes aéreos da Lion Air e da Ethiopian Airlines, informou nesta quinta-feira (21) à AFP uma fonte industrial.

Este sinal luminoso, que até agora era opcional, se tornará integrante da aeronave, e trata-se de uma das modificações que a Boeing vai apresentar às autoridades americanas nos próximos dias, informou a mesma fonte sob anonimato.

Segundo ela, nem o avião 737 MAX 8 da Lion Air que explodiu em outubro no mar de Java causando 189 mortes, nem o da Ethiopian Airlines, que se acidentou em 10 de março do sudeste de Adis Abeba matando 157 pessoas, estavam equipados com este sinal luminoso.

Milhares de neozelandeses oraram e observaram dois minutos de silêncio para recordar os 50 fiéis muçulmanos mortos há uma semana em um ataque a duas mesquitas de Christchurch, na Nova Zelândia.

O atirador "partiu os corações de milhões de pessoas, em todo o mundo", disse o imã Gamal Fouda, encarregado da tradicional oração muçulmana de sexta-feira (22).

"Hoje, do mesmo local (do massacre), olho e vejo amor e compaixão".

Diante de milhares de pessoas - entre elas a primeira-ministra Jacinda Ardern - reunidas em um parque próximo à mesquita de Al Noor, um Muazzin fez o chamado à oração às 13h30 (21h30 Brasília). Em seguida, todo o país observou dois minutos de silêncio.

Em seguida, o imã Fouda tomou a palavra: "Olho e vejo compaixão nos olhos de milhares de neozelandeses e seres humanos de todo o planeta. Este terrorista tentou quebrar nossa nação com uma ideologia malvada, mas no lugar disto mostramos que a Nova Zelândia é invencível".

Mulheres por toda a Nova Zelândia, incluindo as agentes da polícia mobilizadas para as cerimônias em Christchurch, decidiram utilizar nesta sexta-feira o véu islâmico, em solidariedade à comunidade muçulmana.

Algumas publicaram as fotos com o véu nas redes sociais no #HeadScarfforHarmony ("Lenço para a harmonia").

O australiano Brenton Tarrant, um supremacista branco declarado, atacou as duas mesquitas em Christchurch disparando com fuzis de assalto. No final da ação, havia 50 mortos e outros 50 feridos.

Por utilizar câmeras espiãs em motéis para filmar e transmitir ao vivo vídeos de aproximadamente 1.600 hóspedes de motéis da Coreia do Sul, quatro homens foram presos nessa quarta-feira (20). De acordo com a polícia, o grupo arrecadou cerca de 7 milhões de won, equivalente a R$ 23.400, nos últimos três meses.

Segundo informações do portal Extra, desde agosto de 2018 os suspeitos se passavam por clientes para instalar ilegalmente as câmeras em 42 apartamentos de 30 estabelecimentos do país. Adquiridas em sites do exterior, as câmeras eram escondidas em televisões, tomadas e secadores de cabelo.

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A plataforma utilizada para exibir os vídeos foi criada em novembro do ano passado e, até ser tirada do ar, tinha 97 assinantes. "Foi o primeiro caso com que já lidamos no qual vídeos eram transmitidos ao vivo pela internet", respondeu a polícia sul-coreana em comunicado.

Pelo menos seis pessoas morreram e 30 ficaram gravemente feridas em uma explosão que atingiu uma fábrica de produtos químicos no leste da China nesta quinta-feira (21) - informaram autoridades locais no Weibo, o Twitter chinês.

Muitas outras pessoas nas imediações ficaram levemente feridas na explosão em uma instalação administrada pela Tianjiayi Chemical em Yancheng, na província de Jiangsu. "A causa do acidente está sob investigação", afirmaram.

A explosão ocorreu às 14h48 local (3h48 de Brasília) na fábrica da empresa Tianjiayi Chemical, localizada na cidade de Yancheng, na província de Jiangsu (leste). Esse é o mais recente incidente industrial que atinge a China nos últimos anos.

Por volta do horário da explosão, a administração de acompanhamento de terremotos na China relatou um tremor de magnitude 2,2 em Lianyungang, uma cidade perto de Yancheng. Imagens da emissora estatal CCTV mostraram janelas de casas próximas arrancadas com a força da explosão.

Uma vista aérea do local da explosão mostrou uma grande área de destruição em um parque industrial, onde vários incêndios ainda eram registrados. Um jornalista da CCTV no local do incêndio falou de uma forte fumaça tóxica invadindo os arredores.

"No momento, o resgate ainda está acontecendo ... A causa do acidente está sob investigação", disseram autoridades.

Residentes feridos perto do local da explosão foram enviados para hospitais para tratamento, de acordo com as autoridades locais. A equipe médica, bem como o pessoal do Departamento de segurança pública e dos bombeiros, foram enviados para a área da deflagração.

- Prédios desabados -

Segundo a agência oficial de notícias Xinhua, que menciona autoridades locais, a explosão ocorreu após um incêndio em uma fábrica de fertilizantes em um parque industrial químico.

Trabalhadores perto do local da explosão teriam ficado presos após ondas de choque da explosão derrubarem prédios próximos da fábrica, segundo o relatório.

Operários cobertos de sangue foram vistos correndo para fora da fábrica, afirmou a Xinhua, citando testemunhas.

A TV ainda mostrou imagens de uma enorme explosão, com as chamas envolvendo a fábrica de produtos químicos.

Outras imagens mostram uma coluna de fumaça espessa acima do prédio.

- Histórico de desastres -

Acidentes industriais são comuns na China, onde os regulamentos de segurança são muitas vezes mal aplicados.

Em novembro, um vazamento de gás causou uma explosão em uma fábrica de PVC em uma cidade do norte da China que sediará as Olimpíadas de Inverno de 2022, matando 24 pessoas e ferindo 21 outras.

Um relatório publicado pelas autoridades locais em fevereiro revelou que a empresa química chinesa responsável pelo acidente escondeu informações e enganou os investigadores.

Em julho passado, uma explosão em uma fábrica de produtos químicos no sudoeste da província de Sichuan deixou 19 mortos e 12 feridos.

A empresa havia empreendido construções ilegais que não passaram nos controles de segurança, de acordo com as autoridades locais.

E, em 2015, explosões químicas em uma instalação de armazenamento de contêineres mataram pelo menos 165 pessoas na cidade portuária de Tianjin, no norte do país.

As explosões causaram mais de US$ 1 bilhão em prejuízos e provocaram revolta contra a percepção da falta de transparência sobre as causas do acidente e de seu impacto ambiental.

A oito dias do Brexit, a primeira-ministra britânica, Theresa May, defende nesta quinta-feira (21), diante de seus 27 sócios, o pedido para adiar por três meses a saída do Reino Unido da União Europeia (UE), que ainda deve se pronunciar sobre suas condições.

"Uma prorrogação curta é possível", afirmou na quarta-feira o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, em resposta à carta apresentada pela chefe de Governo britânica, na qual solicitou ao bloco o adiamento do Brexit até 30 de junho.

Mas a prorrogação, que os 27 pares de May devem aprovar por unanimidade, "estará condicionada à votação positiva da Câmara dos Comuns ao acordo de divórcio", completou Tusk sobre sua proposta, que deve ser debatida pelos líderes da UE.

Este é o objetivo que a premier britânica apresenta na carta e que, na quarta-feira à noite no Parlamento britânico, disse estar "determinada" a levar adiante, apesar da rejeição dos deputados ao acordo em duas ocasiões.

"Se na próxima semana não acontecer uma votação, ou uma votação positiva do Parlamento britânico, será necessário verificar se o Conselho Europeu se reunirá outra vez antes de 29 de março", afirmou nesta quinta-feira a chanceler alemã Angela Merkel.

O tempo é cada vez mais curto. O Reino Unido deve tornar-se em 29 de março o primeiro país a abandonar o bloco em seis décadas de projeto europeu, como decidiram os britânicos em um referendo em junho de 2016.

Nos últimos dias, no entanto, surgiu um novo obstáculo: o presidente da Câmara dos Comuns, John Bercow, afirmou que a primeira-ministra britânica não poderia apresentar novamente a "mesma proposta" de acordo, sem mudanças "substanciais".

Os europeus, neste contexto, esperam de May "garantias" de que "uma maioria democrática no Reino Unido" apoia o conteúdo de sua carta, indicou um fonte diplomática, antes de decidir sobre a prorrogação e sua eventual duração.

A França, um dos países mais exigentes com a Grã-Bretanha, advertiu que rejeitará o pedido se May não apresentar garantias suficientes sobre a credibilidade de sua estratégia.

Em uma aparente tentativa de conciliar posições entre os países do bloco, o presidente do Conselho Europeu disse esperar que os governantes adotem na reunião de Bruxelas seu plano de condições, que poderia ser formalizado mais tarde por "escrito".

"Embora a esperança de êxito final possa parecer frágil, inclusive ilusória, e apesar da fadiga do Brexit ser cada vez mais visível e justificada, não podemos abandonar a busca - até o último momento - de uma solução positiva", disse Tusk.

As fontes diplomáticas consultadas em Bruxelas descartam, no entanto, uma "decisão" clara na reunião de cúpula e acreditam mais em "indícios sobre o que os 27 estão dispostos a acordar em caso de voto positivo", afirmou um diplomata europeu.

Enquanto o Boeing 737 Max 8 da Lion Air caía no Mar de Java, Indonésia, em outubro, o piloto buscava desesperadamente em um manual uma possível solução para estabilizar o avião.

A revelação foi feita pela gravação de áudio, que estava na caixa preta, disse ao NYT o diretor da agência que apura o caso. O acidente deixou 189 mortos. (Com agências internacionais)

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As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, anunciou nesta quinta-feira (21) a proibição imediata da venda de fuzis de assalto e outras armas longas semiautomáticas no país, em resposta ao ataque contra duas mesquitas em Christchurch, que deixaram 50 mortos.

"Anuncio que a Nova Zelândia proibirá todas as armas semiautomáticas de estilo militar. Também proibiremos todos os fuzis de assalto", disse Ardern, que também anunciou medidas provisórias para evitar uma enxurrada de compras antes da entrada em vigor da proibição.

"A consequência será que ninguém poderá comprar estas armas sem uma autorização da polícia e posso garantir que não terá sentido solicitar tal permissão".

Ardern também anunciou a proibição de carregadores de grande capacidade e dos dispositivos que permitem realizar disparos mais rápidos.

"Para resumir, cada arma semiautomática empregada no ataque terrorista de sexta-feira será proibida neste país".

Para as armas já adquiridas, Ardern anunciou um sistema de recompra que exigirá entre 100 e 200 milhões de dólares neozelandeses (entre 69 e 139 milhões de dólares), em função do volume de armas recebidas.

Quem mantiver as armas após o período de anistia enfrentará multas de até 4 mil dólares e três anos de prisão.

Na sexta-feira passada, o supremacista branco australiano Brenton Tarrant utilizou um fuzil de assalto nos ataques contra duas mesquitas de Christchurch, em um massacre transmitido ao vivo pelo agressor no Facebook.

O guia supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, declarou nesta quinta-feira (21) que as dificuldades econômicas dos iranianos são o problema mais importante e urgente do país.

"As dificuldades relativas aos meios de subsistência da população se acentuaram, especialmente nos últimos meses", assinalou Khamenei em mensagem na TV por ocasião do Ano Novo iraniano.

"A economia é o problema mais urgente do país, é o problema mais sério e essencial do país", declarou o guia supremo, citando a desvalorização da moeda nacional, a queda do poder aquisitivo e a redução da produção.

Segundo Khamenei, aumentar a produção é a chave para salvar a economia iraniana. "Produção nacional" será a marca do novo ano que começa nesta quinta-feira.

O Irã sofreu nos últimos meses dificuldades econômicas que se agravaram com a decisão do presidente Donald Trump, em maio passado, de retirar os Estados Unidos do acordo sobre o programa nuclear iraniano, alcançado em 2015 entre Teerã e as grandes potências.

O restabelecimento das sanções americanas, suavizadas em troca de concessões de Teerã em seu programa nuclear, atingiu duramente a economia iraniana. O Fundo Monetário Internacional prevê que o PIB do Irã recuará 3,6% em 2019.

O presidente iraniano, Hassan Rohani, também citou as sanções americanas em sua mensagem de Ano Novo, na TV estatal.

"Alguém pode perguntar até quando vão durar as sanções e estes problemas. Os problemas começaram com os que quebraram suas promessas", disse Rohani sobre os líderes americanos. "Mas a solução para acabar com estes problemas está em nossas mãos".

Rohani fez um apelo à unidade nacional: "Quanto mais unidos estivermos mais mostraremos ao inimigo que estas sanções apenas reforçam a coesão do nosso país, e eles lamentarão" ter imposto sanções ao Irã.

Rohani contava com o acordo nuclear de 2015 para melhorar a economia iraniana, mas desde a saída dos Estados Unidos do tratado tem sido cada vez mais criticado por seus adversários políticos, que o acusam de má administração da economia e de ingenuidade por confiar nos americanos.

Quando a Lua está cheia e em seu perigeu (Superlua), ela pode parecer até 14% maior e 30% mais brilhante ao ser vista da Terra do que no momento do apogeu. Foto: Júlio Gomes/LeiaJáImagens

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Quem observar o céu na noite desta quarta-feira (20) poderá contemplar a última "superlua" do ano. O único satélite natural da Terra estará visivelmente maior e mais brilhante do que o normal, na América do Sul e Norte, segundo a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa) dos Estados Unidos.

Essa é a terceira superlua do ano, as anteriores puderam ser vistas em 19 de fevereiro e 21 de janeiro. O fenômeno acontece porque a Terra e a Lua se alinham, criando um eclipse lunar total. O melhor horário para observar o fenômeno será a partir das 22h. 

A Lua atinge seu perigeu, que é o ponto mais próximo do planeta, podendo aparecer até 14% maior e 30% mais brilhante que o normal. Já o ponto mais distante é chamado de apogeu, quando ocorre a chamada "microlua".

A primeira-ministra britânica, Theresa May, declarou nesta quarta-feira que continua "determinada" a concretizar o Brexit, horas depois de solicitar a seus sócios da União Europeia um adiamento de três meses para alcançá-lo.

Espero "que os deputados encontrem uma maneira de respaldar o acordo que negociei com a UE", afirmou em pronunciamento especial televisionado, referindo-se à proposta que os membros do Parlamento já rejeitaram em duas ocasiões.

A Finlândia é, pelo segundo ano consecutivo, o país mais feliz do mundo, segundo um relatório da ONU divulgado nesta quarta-feira, enquanto o Sudão do Sul, mergulhado na guerra, ocupa o último lugar.

O Brasil, por sua vez, aparece na 32ª posição no ranking.

A Finlândia, o país dos 190.000 lagos e conhecido por suas florestas e saunas, está à frente da Dinamarca (2º lugar), seguido por Noruega, Islândia, Holanda, Suíça, Suécia, Nova Zelândia e Canadá, segundo a classificação de 2019 do "World Happiness Report".

Os países que ocupam os primeiros lugares cumpriram os principais indicadores e são caracterizados pela estabilidade de sua sociedade.

A metodologia utilizada consiste em pedir a uma amostra de pessoas de 156 países diferentes que responda a uma série de perguntas sobre a percepção da sua qualidade de vida em uma escala de 0 a 10.

Apesar das mudanças políticas relacionadas ao Brexit, o Reino Unido ganhou quatro posições na classificação de 2019 e está agora na 15ª posição.

Os Estados Unidos continuaram a cair para o 19º lugar.

"O relatório deste ano fornece evidências que nos levam a refletir sobre como os vícios causam muito sofrimento e depressão nos Estados Unidos", disse o professor Jeffrey Sachs, um dos autores do relatório.

O Sudão do Sul está em último lugar. A ONU declarou recentemente que 60% da população está ameaçada pela fome, enquanto o país está no meio de uma guerra civil que matou 400 mil pessoas.

O Iêmen, o Afeganistão e a República Centro-Africana, também em guerra, estão na parte inferior do ranking.

A publicação coincide com o Dia Mundial da Felicidade, estabelecido pela ONU e celebrado em 20 de março.

Os autores do relatório sugerem que a felicidade no mundo recuou, o que pode estar relacionado nos últimos anos a sentimentos negativos como "preocupação, tristeza e raiva, particularmente presente na Ásia e na África, e mais recentemente em outros lugares", segundo o relatório.

O estudo também faz referência às conquistas e evolução dos países desde 2005. Entre os 20 que mais avançaram, metade está na Europa central e oriental, cinco na África Subsaariana e três na América Latina.

Os cinco principais retrocessos desde 2005 foram registrados no Iêmen, Índia, Síria, Botsuana e Venezuela.

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