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Um homem, identificado como Sooraj Kumar, de 28 anos, foi condenado à prisão perpétua pelo assassinato de sua esposa. Para que as pessoas pensassem se tratar de um acidente e ele tivesse que devolver o dote de cerca de US$ 20 mil - além de um carro - ele utilizou duas cobras najas, que são altamente venenosas, em duas oportunidades.

O crime aconteceu em 2020, na Índia, mas a sentença só saiu nesta semana. No mês de março do ano passado, Kumar soltou pela primeira vez a cobra no quarto da mulher, que foi picada e precisou passar dois meses no hospital.

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Recuperada, ela foi levada para a casa dos pais, onde o acusado levou - mais uma vez - uma outra cobra naja e jogou no quarto enquanto a vítima dormia. Para ter certeza que tudo ia sair como desejava, ele acompanhou toda ação da cobra. A mulher, por sua vez, não resistiu e morreu.

Segundo o NY Posto, um dos promotores classificou o caso como "mais raro dos raros" pelo modo que foi planejado e executado pelo acusado.

Kumar só foi considerado suspeito quando tentou assumir o controle de suas propriedades após a morte da esposa, sendo acusado pelos promotores de se casar com a indiana para conseguir ganhos financeiros da família da mulher. 

O tratador de cobras, identificado como Suresh, também foi preso por ter sido o responsável por fornecer as cobras para que Kumar matasse a esposa. 

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (15) que permitirá a entrada no país de visitantes estrangeiros que estejam completamente vacinados contra a Covid-19 a partir de 8 de novembro.

"A nova política de viagens dos EUA, que exige vacinação para viajantes estrangeiros nos Estados Unidos, começará em 8 de novembro", anunciou no Twitter Kevin Muñoz, subsecretário de imprensa da Casa Branca, ao anunciar a data de uma iniciativa já antecipada no mês passado.

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"Este anúncio e esta data se aplicam a viagens aéreas internacionais e terrestres", escreveu. "Esta política é pautada pela saúde pública, rigorosa e consistente", completou.

Em março de 2020, para frear a propagação do coronavírus, Washington fechou as fronteiras aos viajantes procedentes da União Europeia, Reino Unido e China, e mais tarde adicionou a lista às pessoas procedentes da Índia e Brasil. Também proibiu a entrada por terra a partir do México e Canadá.

Estas restrições provocaram transtornos pessoais e econômicos.

Para os viajantes que que chegam de avião, o governo dos Estados Unidos solicitará às companhias aéreas que estabeleçam um sistema de rastreamento de contatos e exigirá um teste de detecção do vírus três dias antes da partida.

Para a entrada por terra, a Casa Branca anunciou nesta semana que a suspensão das restrições acontecerá em duas etapas.

A partir de 8 de novembro, poderão atravessar a fronteira do Canadá ou México as pessoas que viajam por motivos considerados "não essenciais", por exemplo familiares ou turísticos, desde que estejam vacinadas.

As pessoas que entram no país por motivos "essenciais", por exemplo, os caminhoneiros, estarão isentas.

Mas a partir de janeiro, a obrigação da vacina anticovid será aplicada a todos os visitantes que atravessarem as fronteiras terrestres, independente do motivo de entrada nos Estados Unidos.

"A partir de hoje é pago". A frase é repetida nesta sexta-feira (15) nas farmácias da França, onde os ainda relutantes à vacinação contra a Covid-19 devem pagar até 44 euros (51 dólares) por um teste que abre, de maneira fugaz, as portas da vida social.

"Algumas pessoas pediram para fazer o teste, mas quando explicamos que, sem a receita do médico, não são mais subsidiadas, foram embora", conta à AFP Aminata, funcionária de uma farmácia do subúrbio de Paris.

Dos clientes que perguntaram, apenas uma decidiu pagar os 25 euros (US$ 29) de um teste de antígenos para as pessoas não vacinadas. Em caso de resultado negativo, o exame vale um passaporte sanitário durante três dias.

"Nas sextas-feiras, geralmente há fila na porta, mas hoje não tem ninguém", constata Aminata.

A medida representa um custo adicional para os quase sete milhões de adultos que não tomaram nenhuma dose da vacina, ou não completaram o esquema vacinal na França, caso desejem frequentar bares, restaurantes, cinemas, ou academias.

Na farmácia de Claire, diante do parque de Buttes-Chaumont, ao nordeste de Paris, apenas duas pessoas pagaram pelo teste durante a manhã. Muitos franceses correram para fazer o teste na quinta-feira (14), último dia gratuito.

"Conversando com eles, garantem que estão pensando em tomar a vacina, pois, em caso contrário, dizem que não poderão fazer mais nada", diz Claire à AFP, para quem a resistência de alguns é provocada pela rejeição à ideia de uma imunização obrigatória.

Exceto para profissionais médico e de atenção à saúde, na França, a vacinação contra a covid, possível a partir dos 12 anos, não é obrigatória, mas a implantação do passaporte sanitário transforma-a, segundo os críticos, em quase forçada.

"Tenho amigos que falam: 'Fizeram tudo isso para nos obrigar a tomar a vacina'", diz Jean-Pierre, em outra farmácia, onde pergunta se, para os vacinados, os exames são subsidiados. "Sim, são gratuitos", respondem, para sua alegria.

Na entrada de um laboratório na mesma avenida, Yannis tira as dúvidas de um homem que deseja viajar para a Argélia e precisa do resultado de um teste PCR, que custa 44 euros (US$ 51).

"Você está vacinado? Então é gratuito", informa.

O local fez 30 testes nesta sexta-feira, contra 50 a 60 em média. Yannis afirma que, com o fim do verão (hemisfério norte), a situação está mais calma, pois "muitos PCR são para viagens".

A França seguiu os passos da Alemanha, que acabou com a gratuidade dos testes na segunda-feira (11), e da Espanha, onde os exames de antígenos, sem receita, custam entre 25 e 50 euros, e os de PCR, entre 60 e 180. Na Europa, Áustria e Dinamarca estão entre os poucos países que mantêm a gratuidade.

Na França, o custo dos testes gratuitos para os cofres públicos foi de 2,2 bilhões de euros (US$ 2,55 bilhões) em 2020. O valor projetado para 2021 é de € 6,2 bilhões (quase US$ 7,2 bilhões).

Antes das manifestações programadas nas principais cidades italianas, milhares de opositores à obrigação do passe sanitário para o trabalho, que entrou em vigor nesta sexta-feira (15), se mobilizaram em todo o país com bloqueios nas entradas de portos e armazéns.

O setor de transporte e logística é o principal envolvido nas ações: no transporte rodoviário, até 30% dos 900 mil motoristas, entregadores e trabalhadores de armazéns não estão vacinados, informou à AFP o patrão da organização patronal Confetra, Ivano Russo.

Esta manhã, quase 300 estivadores montaram um piquete na entrada do porto de Gênova (noroeste) para impedir a entrada de caminhões, de acordo com um fotógrafo da AFP.

"Hoje está muito difícil descarregar", testemunhou Marco, um caminhoneiro de 50 anos, citado pela agência Ansa. "Eu me vacinei para trabalhar".

Em Trieste (nordeste), "o porto funciona" apesar da reunião de mais de 6.500 opositores, garantiu o presidente da região de Friul-Veneza Júlia, Massimiliano Fedriga. "Claro que existem algumas dificuldades em alguns pontos, mas funciona".

O mesmo acontece em Nápoles e nos portos do Adriático, em particular em Bari e Brindisi.

"Cidadãos, não fantoches", "Não ao passe sanitário, sem discriminação", diziam as faixas em Trieste.

Em Veneza, a rede dos famosos "vaporetto" operava normalmente, assim como o transporte público em Roma ou Milão. Em Settala, próximo a Milão, cerca de trinta funcionários impediam o acesso a um local da entregadora DHL.

Além disso, um quarto dos 400.000 trabalhadores agrícolas italianos e estrangeiros não são vacinados, de acordo com a confederação agrícola Coldiretti. "Com a colheita de azeitonas e maçãs, isso pode criar algumas dificuldades", comentou à AFP Romano Magrini, funcionário da Coldiretti.

- 1.500 euros de multa -

De acordo com a lei adotada pelo governo de coalizão de Mario Draghi, qualquer funcionário que não tenha sido vacinado ou que não tenha se recuperado recentemente da covid-19 deve apresentar ao seu empregador prova de um teste negativo que ele mesmo pagou, sob pena de ser declarado faltoso e privado de seu salário.

O trabalhador que chegar ao local de trabalho sem o passe incorre em multa de até 1.500 euros.

Mais de 85% dos italianos com mais de 12 anos receberam pelo menos uma dose, mas até três milhões de outras pessoas, não vacinadas, correm o risco de ter o acesso negado a seus locais de trabalho.

Ao tornar o passe de saúde obrigatório, o Executivo quer estimular a imunização. Aposta parcialmente ganha, já que 560.000 novos passes de saúde foram baixados na quarta-feira e 860.000 na quinta.

Mario Draghi espera limitar o risco de surtos epidêmicos e evitar novos confinamentos na Itália, um dos países europeus mais afetados pela pandemia, com mais de 130.000 mortes e uma queda no PIB de 8,9% em 2020.

O programa de vacinação lançado em dezembro do ano passado manteve as taxas de infecção baixas e a terceira maior economia da zono do euro deve crescer 5,8% este ano, de acordo com as últimas previsões do FMI.

Em Roma, as autoridades se preparam para novas mobilizações após a manifestação anti-passe no sábado passado, que degenerou em confrontos violentos.

Um protesto foi marcado para começar às 16h00 (11h00 de Brasília).

No sábado, os sindicatos convocaram uma marcha antifascista para denunciar o ataque à sede da Cgil, principal confederação do país, durante a manifestação anti-passe de 9 de outubro, atribuída a um pequeno grupo de extrema-direita, Forza Nuova.

"Para vocês, o que é a liberdade de expressão?". Escolas da França homenagearam nesta sexta-feira (15) Samuel Paty, um professor decapitado há um ano por mostrar caricaturas de Maomé em aula.

Minutos de silêncio, debates em aula sobre a liberdade de expressão ou sobre o direito às críticas, exibição de documentários sobre o secularismo... as homenagens adotaram formas diferentes em cada centro educativo.

Em Villeneuve-d'Ascq (norte), os alunos do colégio Raymond-Queneau debateram durante uma hora sobre a liberdade de expressão. "Vocês se sentem livres para se expressarem no dia a dia sem ferir outros?", perguntou aos seus alunos de 15 anos Anne-Sophie Branque, professora de Geografia e História.

"Samuel Paty deu uma aula falando do profeta", disse Chaymae, uma aluna. "Não, deu uma aula sobre a liberdade de expressão utilizando caricaturas do Charlie Hebdo como exemplo", corrigiu a professora.

Em 16 de outubro de 2020, Paty, professor de Geografia e História de 47 anos, foi decapitado perto da escola onde trabalhava por Abdoullakh Anzorov, um refugiado checheno que foi morto pela polícia logo depois.

O jovem de 18 anos, que acusava Paty de ter mostrado caricaturas de Maomé em aula, soube da polêmica por um vídeo na internet de Brahim Chnina, pai de uma aluna da escola.

A adolescente mentiu para seu pai, dizendo a ele que foi punida por protestar, segundo ela, contra um pedido de Paty aos alunos muçulmanos para que se identificassem durante a aula.

É "muito difícil" explicar às crianças o que aconteceu em 16 de outubro de 2020, mas "é importante dizer a verdade", afirmou a ministra Frédérique Vidal, responsável pela universidades, à France Info.

Seu colega da Educação, Jean-Michel Blanquer, já alertou que se essas homenagens forem "perturbadas", os alunos responsáveis serão "punidos".

"Existe a vontade de homenageá-lo dignamente", disse Sophie Vénétitay, secretária-geral do principal sindicato de Ensino Médio Snes-FSU, que destacou a crescente "emoção" entre os professores na véspera do primeiro aniversário de sua morte.

No sábado, um ato será organizado no ministério da Educação na presença do primeiro-ministro Jean Castex e dos familiares de Paty, os quais o presidente Emmanuel Macron receberá horas depois no Palácio do Eliseu.

No mesmo dia será inaugurada uma praça Samuel Paty em frente à Universidade Sorbonne, em uma cerimônia que a prefeitura de Paris deseja que seja simples e coletiva.

Trazendo febre, tosse e calafrios, a gripe chega e, com ela, a campanha de vacinação. Se até agora as vacinas contra esse vírus, que sofre muita mutação, utilizam tecnologia que não é totalmente eficaz, o uso de RNA mensageiro pode mudar o quadro.

Mais e mais laboratórios se lançam no desenvolvimento de vacinas contra o vírus da gripe usando essa nova tecnologia.

Líder mundial em imunizantes contra gripe, a francesa Sanofi já começou a testar uma vacina de RNA monovalente - contra uma única cepa do vírus - e fará testes com uma vacina quadrivalente no próximo ano.

Em setembro, a gigante americana Pfizer fez as primeiras injeções em humanos de um imunizante contra gripe com RNA mensageiro, mecanismo que já usa em seu produto contra a Covid-19.

O laboratório Moderna, também americano, lançou seus testes no início de julho.

Quais são os benefícios dessa tecnologia, amplamente usada contra a Covid-19, mas que nunca foi empregada para outros vírus?

As vacinas contra a gripe existem há muito tempo, mas sua eficácia é relativa. Utilizam vírus inativados, que devem ser preparados com bastante antecedência, e seus níveis de eficácia variam entre 40% e 60% - ou até 70%, em alguns casos.

"Seis meses antes da epidemia, avaliamos as cepas que mais circulam. Às vezes cometemos erros, e isso cria um excesso de mortalidade significativo", explica a imunologista e diretora de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica (Inserm), Claude-Agnès Reynaud.

- Mercado atrativo -

Além disso, "o problema quando um vírus é inativado para preparar uma vacina é que isso pode danificar algumas proteínas de superfície", as mesmas que fornecem a resposta imunológica, diz a cientista.

Já o RNA mensageiro não precisa produzir antígenos (a substância estranha que ativa a reação imunológica), pois é a célula humana que criará as proteínas do vírus.

"Se a Organização Mundial da Saúde (que indica as cepas a serem usadas) alerta sobre uma mudança nas cepas prevalentes, podemos mudá-la mais rapidamente com RNA do que com a tecnologia existente", enfatiza Jean-Jacques Le Fur, analista da Bryan, Garnier & Co Y. E com uma eficiência que pode chegar a 95%.

Com essas vantagens, muitos pesquisadores avançam nesse caminho. Norbert Pardi, especialista em vacinas da Universidade da Pensilvânia, tenta, com o RNA mensageiro, incluir vários antígenos em uma única vacina, testada em camundongos.

"Essas vacinas multivalentes provavelmente provocarão uma resposta imunológica globalmente superior" do que os imunizantes atuais, disse ele, recentemente, à AFP.

Essa tecnologia também tem desvantagens, como condições de armazenamento em temperaturas muito baixas.

"Teremos que chegar a vacinas termoestáveis, que podem ser armazenadas na geladeira de 2 a 8 graus, em uma seringa. Há muito o que fazer para converter o RNA mensageiro contra a gripe", estimou o vice-presidente do ramo de vacinas da Sanofi, Thomas Triomphe.

Sem esquecer "a questão da aceitabilidade: quando chegarem essas vacinas, a população vai ficar tranquila com essa tecnologia, ou a relutância vai continuar?", questiona Jean-Jacques Le Fur.

Isso não impede, porém, que as pesquisas avancem.

"A Sanofi entendeu que não pode ignorar essa tecnologia. Para eles, as vacinas contra gripe representam 2,5 bilhões de euros (2,9 bilhões de dólares) de vendas a cada ano", acrescenta.

"É um mercado muito atraente para grandes laboratórios. À exceção da Moderna, que é nova no setor, os demais - como Sanofi, AstraZeneca, ou GSK - estão muito bem estabelecidos na gripe", diz Jamila El Bougrini, especialista em biotecnologia da Invest Títulos.

"Foram US$ 5 bilhões em vendas em 2020. Em 2021, são esperados US$ 6,5 bilhões, ou US$ 7 bilhões", completa, com um possível crescimento anual de 7% a 8% no período 2020-2026.

Um homem, um assassino confesso de crianças e considerado um "vampiro sedento de sangue", foi linchado nesta sexta-feira (15) em uma localidade do Quênia, para onde fugiu após escapar da vigilância policial - disseram fontes oficiais.

Masten Milimo Wanjala foi detido em 14 de julho, após o desaparecimento de duas crianças. Em uma confissão assustadora, admitiu ter matado outros dez menores, em um período de cinco anos, "às vezes chupando o sangue de suas veias, antes de executá-los", conforme relato da Direção de Investigações Criminais (DCI).

O homem, de 20 anos, deveria ser julgado na quarta-feira (13) pelo assassinato a sangue frio de dois garotos de 12 e 13 anos, quando a polícia constatou que o acusado havia desaparecido de sua cela.

Nesta sexta, ele foi capturado por uma multidão, após ser identificado por estudantes em sua cidade natal, Bungoma, a mais de 400 quilômetros de distância da delegacia de onde ele fugiu.

"Era originário desta região e foi reconhecido pelas crianças, que avisaram e a informação se espalhou, então os moradores foram atrás dele", disse Bonface Ndiema, uma autoridade local.

"Ele invadiu a casa de um morador, mas foi descoberto e linchado", acrescentou.

A polícia confirmou o linchamento de Masten Milimo Wanjala.

O ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton, de 75 anos, foi internado no início desta semana por um problema não relacionado à Covid-19, segundo seu porta-voz Angel Urena. Em um comunicado divulgado na noite da quinta-feira (14), o porta-voz disse que o ex-presidente norte-americano está em recuperação, recebendo tratamento para uma infecção.

"Ele está se recuperando, de bom humor e é extremamente grato aos médicos, enfermeiras e equipe que lhe prestaram um excelente atendimento", disse Urena sobre o democrata.

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A TV norte-americana informou na quinta-feira que Clinton foi internado na terça-feira em razão de uma infecção sanguínea.

Conforme os médicos que estão tratando o ex-presidente, ele foi internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para ter privacidade, mas não utilizou nenhum aparelho de respiração artificial.

Clinton está internado no Irvine Medical Center da Universidade da Califórnia.

Uma segunda declaração do porta-voz do ex-presidente citou os médicos Alpesh Amin e Lisa Bardack, que disseram que o ex-presidente recebeu "antibióticos e fluidos intravenosos".

"Depois de dois dias de tratamento, sua contagem de glóbulos brancos está diminuindo e ele está respondendo bem aos antibióticos", disseram os médicos. "A equipe médica sediada na Califórnia está em constante comunicação com a equipe médica do presidente em Nova York, incluindo seu cardiologista. Esperamos que ele volte para casa em breve."

Clinton, natural do Arkansas, foi o 42º presidente dos Estados Unidos, entre 1993 e 2001. Depois que deixou a Casa Branca, o ex-presidente enfrentou problemas de saúde.

Em 2004, ele foi submetido a uma cirurgia quádrupla de ponte de safena após sentir dores prolongadas no peito e falta de ar.

Ele voltou ao hospital para uma cirurgia de um pulmão parcialmente colapsado em 2005, e em 2010 teve um par de stents implantados em uma artéria coronária. Ele respondeu adotando uma dieta amplamente vegana que o fez perder peso e relatar uma melhora na saúde.

Ele repetidamente voltou a fazer campanha para candidatos democratas, principalmente sua mulher, Hillary, durante sua tentativa fracassada de 2008 para a indicação presidencial. Em 2016, quando ela buscou a Casa Branca como candidata democrata, Clinton - então avô e quase 70 anos - voltou à campanha. COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

O homem de 37 anos que admitiu ser o autor do ataque fatal com arco e flechas na Noruega, Espen Andersen Bråthen, foi enviado aos serviços médicos "após uma avaliação de seu estado", anunciou nesta sexta-feira (15) a promotora responsável pelo caso.

"Ele foi entregue aos serviços de saúde na noite de quinta-feira, após uma avaliação de seu estado de saúde", disse à AFP a promotora Ann Iren Svane Mathiassen.

As autoridades expressam dúvidas sobre a saúde mental, e por consequência da responsabilidade penal, de Espen Andersen Bråthen, dinamarquês que admitiu ter assassinado cinco pessoas - além de ter deixado outras duas feridas - nas quarta-feira em Kongsberg, cidade do sudeste da Noruega.

Na quinta-feira, Bråthen começou a passar por uma avaliação psiquiátrica. As conclusões só devem ser divulgadas após vários meses.

Nesta sexta-feira, uma juíza deve se pronunciar sobre a prisão provisória de Bråthen, em uma audiência sem a presença do acusado. As autoridades pediram uma detenção de quatro semanas, as duas primeiras em isolamento.

Em caso de decisão positiva, ele não será detido, e sim colocado sob responsabilidade dos médicos, informou a promotoras.

As autoridades norueguesas afirmaram que o ataque de quarta-feira tem a marca de um "ato terrorista", mas também não descartam a possibilidade de ter sido cometido por alguém com distúrbios mentais.

"Não há dúvidas de que o ato em si apresenta indícios que sugerem que pode ser um ato terrorista, mas agora é importante que a investigação avance e que se esclareça a motivação do suspeito", afirmou na quinta-feira o comandante do Serviço de Segurança Norueguês (PST), Hans Sverre Sjøvold.

"É uma pessoa com idas e vindas no sistema de saúde durante algum tempo", acrescentou Sjøvold.

A Marinha dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (14) que os militares que recusarem a vacina contra a covid-19 serão expulsos de suas fileiras a partir de 28 de novembro.

"Agora que a vacinação contra a covid-19 é obrigatória para todos os militares, a Marinha anunciou planos para começar a dispensar os que recusarem a vacina sem uma isenção pendente ou aprovada", informou a instituição em comunicado.

Até agora, os membros das Forças Armadas tinham evitado responder perguntas sobre o que aconteceria com as tropas que não quisessem se vacinar, apesar de a obrigatoriedade de imunização ter começado a valer desde o fim de agosto.

A Marinha relatou que 98% de seus 350.000 membros da ativa tinham começado ou concluído o processo de vacinação.

A cifra cai para 96,7% em relação aos que receberam ao menos uma dose nas Forças Armadas como um todo, segundo informou o porta-voz do Pentágono, John Kirby, na terça-feira (12). Se forem incluídos os integrantes da reserva, a estimativa é de 80% com pelo menos uma dose.

Se as outras forças tomarem medidas tão drásticas quanto as da Marinha, cerca de 46 mil efetivos podem ser afastados do serviço. No entanto, é provável que o número de vacinados aumente antes da data limite.

O vice-almirante John Nowell, chefe de pessoal da Marinha, disse que sua força já registrou 164 mortes por coronavírus desde o início da pandemia.

Os efetivos que foram expulsos por recusarem a vacina serão dispensados com honras, mas poderão perder alguns benefícios ou ser obrigados a ressarcir financeiramente a educação e o treinamento recebidos, segundo o documento.

A Marinha é particularmente sensível à pandemia, pois um único caso pode infectar toda a tripulação de um navio ou submarino, deixando-o fora de serviço.

O magnata japonês Yusaku Maezawa, próximo turista que viajará ao espaço e visitará a Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês), disse nesta quinta-feira (14) que espera jogar badminton em órbita e garantiu que não está com medo, a dois meses da decolagem.

O voo previsto para dezembro marca o retorno da Rússia ao turismo espacial, em um momento de aquecimento da concorrência no setor, após os voos recentes realizados por empresas privadas americanas.

Nesta quarta-feira (13), o fundador da Amazon, Jeff Bezos, enviou ao espaço, por alguns minutos, o famoso ator William Shatner, 90 anos, que interpretava o personagem "Capitão Kirk" na série "Star Trek".

Por outro lado, o programa da Roscosmos, a agência espacial federal russa, em parceria com o grupo americano Space Adventure não se limita a um voo curto, mas envolve uma estada de 12 dias a bordo da ISS.

"Tenho uma lista de cerca de 100 tarefas que desejo cumprir a bordo da estação", disse Maezawa em coletiva de imprensa na Cidade das Estrelas, centro de formação de cosmonautas nos arredores de Moscou. "Por exemplo, jogar badminton no espaço" com o cosmonauta russo Aleksandr Misurkin, acrescentou.

O bilionário japonês e seu assistente Yozo Hirano decolarão com Misurkin em 8 de dezembro, do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, a bordo de uma nave Soyuz.

O excêntrico empresário de 45 anos, que fez fortuna com um site de varejo de moda, o maior do Japão, quer levar oito pessoas que o acompanhem em uma viagem ao redor da Lua em 2023 com a SpaceX, empresa de Elon Musk.

A Roscosmos e a Space Adventures já trabalharam em conjunto para enviar empresários ao espaço em oito ocasiões, entre os anos de 2001 e 2009. As empresas não revelaram a quantia paga por Yusaku Maezawa, mas, segundo a revista "Forbes', uma "passagem" custaria entre 20 milhões e 35 milhões de dólares.

A empresa World View está com a proposta de levar turistas em uma viagem de balão para chegar até a estratosfera do Planeta Terra, há cerca de 30 mil metros de altitude. Vale lembrar que em condições normais, um balão tradicional de turismo alça voo entre 100 e 500 metros, enquanto aqueles que escolhem esportes radicais como paraquedismo, podem chegar até uma altura de 12 mil pés (3,6 mil metros).

Para os turistas que se interessarem na viagem da World View, o passeio está previsto para acontecer em 2024 e será necessário desembolsar US$ 50 mil, cerca de R$ 275 mil. Apesar do balão alcançar a segunda camada da atmosfera, é importante ressaltar que isso não significa que o balão vai até o espaço, mas já dessa altura será possível observar a curvatura da Terra, a muralha da China e as pirâmides de Gizé.

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Na contramão de balões tradicionais que utilizam ar quente, a aeronave da World View vai usar gás hélio para alçar voo.  Vale lembrar que suas dimensões, quando totalmente inflado, equivalem ao tamanho de um estádio de futebol. Já o local que estarão os passageiros, se trata de uma cápsula completamente pressurizada que não terá gravidade zero.

Outras empresas tecnológicas já estão ativas quando se trata de exploração espacial e viagens que vão além das barreiras tradicionais, assim como a Blue Origin, que foi responsável por promover um passeio na espaçonave New Shepard, com Jeff Bezos e chegou até 100 mil metros de altura. Além desse, também houve o voo orbital da SpaceX que levou os passageiros a 575 mil metros.

Por Thaiza Mikaella

 

 

O papa Francisco retornará à ilha de Lesbos, na Grécia, conhecida como local de recepção de refugiados, onde esteve em 2016 no ápice da crise migratória, informou nesta quinta-feira (14) o arcebispo local e o Ministério de Migrações do país europeu.

Francisco tinha anunciado no início de setembro que visitaria Grécia, Chipre e Malta, mas sem detalhar a data de sua viagem.

Uma delegação do Vaticano esteve hoje no acampamento de migrantes de Mavrovouni, em Lesbos, para planejar a visita do papa, conforme constatou um correspondente da AFP.

Uma fonte local declarou à AFP que a visita estava prevista para o fim de novembro, ou início de dezembro, dependendo da situação sanitária.

Guiada pelo secretário-geral do Ministério de Migrações da Grécia, Manos Logothetis, a delegação percorreu as ruas do acampamento temporário de Mavrovouni, que foi erguido rapidamente há um ano, após o incêndio que atingiu o acampamento de Moria, onde o papa esteve em abril de 2016.

"Quando retornar à Grécia, o papa quer visitar Lesbos", declarou nesta quinta-feira o arcebispo dos católicos do Mar Egeu, Joseph Printezis, ao mencionar "a experiência positiva" do pontífice "em sua visita anterior".

O papa "quer ver a evolução do tema dos refugiados" e o "fruto dos esforços da Grécia", acrescentou o arcebispo aos jornalistas.

O religioso detalhou que o papa deseja fazer em Lesbos "uma declaração humanitária, segundo a qual a Igreja e todos os povos da Europa se preocupam com os refugiados, e também mencionar que os outros países europeus deveriam reconhecer o peso suportado pela Grécia".

Um menino de 11 anos fugiu de casa em Pontedera, uma cidade localizada na Toscana, para 'conseguir ver o Coliseu' em Roma, a cerca de 300 quilômetros de distância.

Segundo a mídia local, o garoto sumiu na manhã desta quarta-feira (14) e foi encontrado à tarde na estação Tiburtina, já na capital italiana.

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Em depoimento aos policiais, o menino contou que conseguiu deixar a escola, mentindo para os professores e foi até a estação de trem. Lá embarcou sem passagens e se escondeu no banheiro do vagão, conseguindo escapar ao ver que chegava a fiscalização.

A sorte dos familiares é que os agentes estavam na estação de trem de Pontedera por conta de um alarme de bomba, que se revelou falso. Com a grande mobilização e com o alerta da escola de que um menino tinha fugido, os agentes conseguiram notificar rapidamente todas as estações de trem na Itália.

Assim, na tarde desta quarta, os agentes de Tiburtina conseguiram localizar o menino, que disse que estava tentando ir ao Coliseu e bem de saúde. Ele foi encaminhado de volta para a casa da mãe. 

Da Ansa

O presidente Vladimir Putin disse nesta quinta-feira (14) que mencionar a questão de sua sucessão é um tema "desestabilizador" para a Rússia e lembrou que uma recente reforma da Constituição permite-lhe concorrer às eleições presidenciais de 2024.

"Temos tempo antes das próximas eleições, e as discussões sobre este tema desestabilizam a situação", disse ele à rede de televisão americana CNBC, em entrevista transmitida na quarta-feira à noite.

"A situação tem que permanecer tranquila, estável, para que os órgãos do Estado, as estruturas do Estado, trabalhem e olhem serenamente para o futuro", afirmou Putin, ressaltando que a Constituição dá a ele o direito de se candidatar mais uma vez.

Putin disse, no entanto, que ainda não tomou uma decisão a esse respeito. Com a reforma constitucional, o presidente russo pode tentar buscar a reeleição até 2036.

No poder desde 2000, Putin se orgulha de ter tirado a Rússia da crise econômica e política aberta após a desintegração da União Soviética. O preço desta estabilidade foi a concentração de poderes nas suas mãos e nas dos seus serviços de segurança.

As autoridades russas intensificaram a repressão contra a oposição e os veículos de comunicação independentes este ano. Proibiram, por exemplo, que o movimento do principal crítico do Kremlin, Alexei Navalny, pudesse se candidatar às eleições legislativas de setembro.

O papa Francisco voltou a afirmar nesta quinta-feira (14) que o aborto voluntário é "homicídio" e defendeu que profissionais da saúde se recusem a participar desse tipo de procedimento, mesmo onde seja permitido por lei.

"Vocês sempre estão a serviço da vida humana, e isso pode comportar, em certos casos, a objeção de consciência, que não é infidelidade, mas sim fidelidade à sua profissão. E também é uma denúncia das injustiças contra vidas inocentes e indefesas", declarou o líder católico em discurso para farmacêuticos de hospitais italianos.

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"Sobre o aborto, sou muito claro: trata-se de um homicídio, e não é lícito tornar-se cúmplice. Nosso dever é estarmos próximos das mulheres para que não se chegue a pensar na solução abortiva, que, na realidade, não é uma solução", acrescentou.

O aborto é permitido por lei na Itália desde a década de 1970, mas médicos e enfermeiros podem alegar "objeção de consciência" para não participar desse tipo de procedimento.

Um mapeamento realizado recentemente pela Associação Luca Coscioni, uma das principais entidades de defesa dos direitos civis no país, mostra que em pelo menos 15 hospitais italianos todos os ginecologistas são "objetores".

"Hoje está um pouco na moda pensar que seria uma boa ideia remover a objeção de consciência, mas essa é a intimidade ética de cada profissional da saúde e jamais pode ser negociada", declarou o Papa nesta quinta.

Da Ansa

Uma pessoa morreu, e outras oito ficaram feridas nesta quinta-feira (14) durante tiroteios em uma manifestação dos movimentos xiitas Hezbollah e Amal em Beirute - disse uma médica à AFP.

A vítima foi baleada na cabeça, e três dos feridos se encontram em estado crítico, disse a médica Mariam Hassan, do hospital Sahel, nos arredores de Beirute.

A manifestação exigia a destituição do juiz encarregado da investigação da explosão no porto da cidade, ocorrida em 4 de agosto de 2020. A tragédia causou a morte de pelo menos 214 pessoas e feriu mais de 6.000, além de destruir vários edifícios na capital libanesa.

O Hezbollah e seus aliados acreditam que o juiz está politizando a investigação.

Na terça-feira (12), o juiz Tareq Bitar emitiu um mandado de prisão para o deputado e ex-ministro das Finanças Ali Hassan Khalil, membro do Amal e aliado do Hezbollah.

Na sequência, viu-se obrigado a suspender a investigação. Dois ex-ministros apresentaram uma denúncia contra o magistrado, a qual foi indeferida nesta quinta-feira. Com isso, ele retomará seu trabalho.

Esta questão está prestes a implodir o recém-formado governo libanês, após um ano de bloqueio político.

Bali reabriu suas portas nesta quinta-feira (14) para os voos internacionais procedentes de alguns países, como China, Japão e França, em uma nova etapa da ilha turística da Indonésia para receber visitantes estrangeiros.

Mas as autoridades de Bali informaram que não esperam nenhum voo internacional para esta quinta-feira.

Para entra na ilha, os visitantes devem estar vacinados, respeitar cinco dias de quarentena em um hotel e seguir os protocolos rígidos da visita.

"Estamos preparados, esperando os voos internacionais", disse Taufan Yudhistira, porta-voz do aeroporto. "Mas não há nada programada para hoje".

O aeroporto internacional Ngurah Rai de Bali pode receber turistas de 19 países, incluindo Coreia do Sul, China, Japão, França, Emirados Árabes Unidos e Nova Zelândia, segundo as autoridades.

A abertura parcial não inclui os australianos, que estavam entre os principais visitantes da ilha antes da pandemia.

A Indonésia, de 270 milhões de habitantes, foi muito afetada pela contagiosa variante delta do coronavírus e chegou a registra mais de 56.000 casos de covid-19 em apenas um dia em meados de julho.

O governo aplicou medidas restritivas nas áreas mais afetadas, fechou negócios não essenciais e limitou os deslocamentos das pessoas.

O número de casos caiu com a campanha de vacinação no arquipélago e as autoridades começaram a flexibilizar as restrições.

Um incêndio que destruiu um edifício na cidade de Kaohsiung, sul de Taiwan, deixou 46 mortos e dezenas de feridos, informaram nesta quinta-feira (14) as autoridades.

O incêndio começou durante a madrugada no edifício de 13 andares e destruiu uma grande parte do imóvel antes que os bombeiros conseguissem controlar as chamas.

"O incêndio deixou 41 feridos e provocou 46 mortes", afirmou o departamento de bombeiros de Kaohsiung em um comunicado.

Imagens publicadas pela agência oficial de notícias mostram a fumaça nas janelas do prédio, enquanto os bombeiros tentavam conter as chamas.

A maioria das mortes aconteceu entre os andares 7 e 11, de uso residencial, destacaram os bombeiros. Os primeiros cinco andares são de uso comercial e estavam vazios no momento do incêndio.

De acordo com um relatório publicado pela Rede Global de Monitoramento de Recifes de Coral (GCRMN), 14% dos corais no Planeta Terra desapareceram entre os anos 2009 e 2018. A organização afirma que este é um dos estudos científicos mais precisos sobre os oceanos no mundo. Entre os maiores causadores do fenômeno estão a pesca predatória, a poluição e as mudanças climáticas em todo o planeta.

Segundo comunicado oficial da organização ambiental, a porcentagem perdida equivale a uma área de 11.700 km², uma quantidade maior que todos os corais vivos na Austrália, por exemplo. É importante ressaltar que os corais são uma espécie de abrigo para muitas formas de vida, como pequenos animais e plantas, além de servir como fonte de proteína e medicamentos, dos quais pelo menos 1 bilhão de pessoas dependem.

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Para que a pesquisa tivesse um diagnóstico mundial, foram coletados dados em mais de 12 mil locais oceânicos diferentes, em cerca de 70 países. E assim, pode-se observar episódios recorrentes, como o branqueamento dos corais, em virtude da alta temperatura dos oceanos. “Podemos reverter as perdas, mas temos que agir agora”, informou a diretora executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

Parte do relatório também mostra que a situação atual, em partes, ainda é reversível, já que os corais de recife podem recuperar a saúde caso medidas sejam tomadas o mais rápido possível. Vale lembrar que apesar dessa condição, a recuperação dos corais se trata de um processo a longo prazo, uma vez que também é necessário reduzir os efeitos do aquecimento global, e as atividades predatórias como pesca e poluição.

 

 

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