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O Traslado da Viagem de Nazaré da Basílica Santuário até a Igreja Matriz de Ananindeua nunca foi tão rápido. A berlinda conduzida por um veiculo da Polícia Rodoviária Federal cumpriu o percurso de cerca de 30 quilômetros, nesta sexta-feira (8), em menos de cinco horas. Mesmo sem as procissões, por causa da pandemia de covid-19, o Círio está nas ruas.

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Não houve paradas para as tradicionais homenagens, mas o povo fiel acompanhou a Santa de carro, moto e bicicleta e milhaes de pessoas acenaram das calçadas. A berlinda saiu às 7h30 da Basílica Santuário e seguiu por algumas das principais ruas e avenidas de Belém, Ananindeua e Marituba

O Traslado ocorre desde 1992 e é a mais longa de todas as romarias do Círio. Este ano, como em 2020, será a única. No trajeto, empresas, órgãos públicos, instituições, condomínios residenciais e vários devotos prestam homenagens à Nossa Senhora de Nazaré.

No domingo (10), em vez da grande procissão do Círio, os devotos poderão participar de uma extensa programação, transmitida pelos canais de comunicação da Igreja Católica e pelas redes sociais. Às 7 horas haverá a Missa na Catedral de Belém, fechada ao público. Em seguida, começa a breve homenagem da Esquadrilha da Fumaça, com uma passagem pela Catedral.

Às 8h30 a Imagem Peregrina sai do píer na Casa das 11 Janelas e faz um sobrevoo pela cidade, passando por alguns hospitais, iniciando no Hospital da Marinha, seguindo pela Ordem Terceira, Hospital do Exército, Santa Casa  e PSM da 14 de março (estes dois recebem homenagem com pétalas de rosas jogadas), Beneficente Portuguesa, Hospital Amazônia, Ophir Loyola (com homenagem de pétalas), Hospital Unimed, PSM do Guamá (com homenagem de pétalas), Hospital HSM, Porto Dias (com homenagem de pétalas), Hospital da Aeronáutica, Metropolitano e Abelardo Santos, que também recebem homenagem de pétalas.

“Será um momento verdadeiramente emocionante, em que lembraremos o quanto foram difícil estes meses, quanto sofrimento e vidas perdidas nestes locais, mas também quantas mensagens de esperança e fé tivemos. Nossa Senhora estará agradecendo aos profissionais de saúde e nos abençoando, para que em 2022 possamos celebrar como ela merece o Círio 230º”, ressalta Albano Martins, coordenador da Diretoria da Festa de Nazaré (DFN).

 A Imagem retorna para o Hangar do GRAESP, no aeroporto, e aguarda para fazer um novo sobrevoo pelo trajeto do Círio, às 11 horas, pousando no estacionamento da Basílica, para acessar a berlinda e entrar na Praça Santuário, onde ficará em exposição durante a quinzena do Círio.

O público só terá acesso à Praça depois das 12 horas, quando se inicia a Missa de encerramento na Basílica Santuário, presidida pelo bispo auxiliar Dom Antônio de Assis Ribeiro. O acesso à Missa será permitido, porém controlado. Veja, aqui, mais fotos do Traslado.

Com informações da DFN.

Depois do sucesso da Olimpíada de Tóquio, chegou a vez da Paralimpíada brilhar. Os Jogos especiais para atletas com deficiência começam nesta terça-feira (24). A cerimônia de abertura está marcada para as 8h da manhã (horário de Brasília), com expectativas altas para o Time Brasil e em meio à preocupações crescentes sobre a pandemia de Covid-19 no país-sede. No mesmo dia, começam as disputas esportivas do evento, que irá até o dia 5 de setembro. Lembrando que o fuso horário é de 12 horas. Haverá disputas na madrugada, no começo da manhã e no no início da noite no Brasil.

A cerimônia de abertura, assim como a da Olimpíada, deve ser reduzida, com as delegações tendo certo limite para o número de pessoas que irão desfilar. Os porta-bandeiras do Brasil serão Petrúcio Ferreira (atletismo) e Evelyn Oliveira (bocha), ambos medalhistas de ouro na Rio-2016. No mesmo dia, já começam algumas modalidades nas quais o Brasil tem expectativa de medalha, como a natação e o goalball, no período da noite do horário de Brasília.

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A maior parte das competições da Paralimpíada também deve acontecer de madrugada, com disputas de medalhas à noite e de manhã no horário do Brasil (período entre as 19h da noite até por volta do meio dia do dia seguinte). A transmissão será do SporTV e da Rede Globo. O Estadão vai informar seus leitores com as principais conquistas, resumos de cada dia e atualizando o quadro de medalhas.

DELEGAÇÃO - No total, o Brasil terá 260 atletas competindo nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, incluindo atletas sem deficiência como guias, calheiros, goleiros e timoneiro. Serão 164 homens e 96 mulheres, formando a maior delegação em uma disputa fora do País - na Rio-2016, 286 atletas brasileiros estiveram presentes. A delegação pode chagar a quase 500 pessoas em Tóquio.

Nos Jogos do Rio, o Brasil ficou em oitavo lugar no quadro de medalhas, com 14 ouros, 29 pratas e 29 bronzes. O Comitê Paralímpico Brasileiro espera que o time se mantenha entre os dez primeiros colocados - feito alcançado nas últimas três edições da Paralimpíada - e nutre certa expectativa pela chegada do centésimo ouro paralímpico, sendo que o Brasil já conquistou 87.

Serão atletas de 22 Estados Brasileiros e do Distrito Federal em disputas de 20 modalidades. O Brasil só não possui representantes no basquete em cadeira de rodas e no rúgbi em cadeira de rodas. A modalidade com o maior número de competidores será o atletismo, com 65 representantes e 19 atletas-guia.

Oportunidades de medalha não vão faltar. Um deles vem com Daniel Dias, da natação classe C5 (má-formação congênita), que já conquistou 14 ouros, sete pratas e três bronzes em Paralimpíadas; Beth Gomes, no atletismo classe F52 (cadeira de rodas), campeã e recordista mundial no lançamento de peso; e a seleção de futebol de 5 (cegos), que conquistou o ouro nas quatro vezes que o esporte esteve nos Jogos. Confira outros atletas que tem chance de medalhas.

A premiação por medalha para os atletas brasileiros já está definida: quem conquistar o ouro num esporte individual receberá R$ 160 mil. A prata pagará R$ 64 mil e o bronze, R$ 32 mil. Em modalidades coletivas, os valores serão pela metade: medalhistas de ouro receberão R$ 80 mil; de prata, R$ 32 mil; de bronze, R$ 16 mil.

Os Jogos de Tóquio também marcam a estreia de duas modalidades, o parabadminton e parataekwondo. Ambas começam na segunda metade das disputas.

CORONAVÍRUS - A preocupação com o coronavírus continua presente e talvez até mais forte do que na Olimpíada. Apenas neste domingo, 30 casos positivos ligados aos Jogos Paralímpicos foram confirmados, chegando a um total de 131. Dois membros da delegação brasileira estão entre os infectados, mas o CPB não revelou os nomes deles ou as funções.

Tóquio ainda está em estado de emergência por causa da Covid-19. No domingo, foram anunciados 4.392 novos casos, após quatro dias consecutivos com mais de 5 mil casos diários. O Comitê Organizador pensa em aumentar a frequência dos testes PCRs e impor mais restrições, como forma de evitar novas transmissões. Ainda assim, o governo de Tóquio pensa em permitir a presença de crianças das escolas da cidade nas arenas de disputa. O público adulto está vetado.

O Uruguai vai começar a abrir suas fronteiras aos estrangeiros que tenham propriedades no país a partir do dia 1.º. Dois meses depois, em novembro, o governo uruguaio pretende abrir o país para o restante dos visitantes.

Até lá, a expectativa do governo é de que cerca de 75% da população local esteja completamente imunizada, sendo que quem recebeu a Coronavac terá uma terceira dose de Pfizer. No anúncio, o presidente uruguaio, Luis Lacalle Pou, deixou claro que, em ambos os casos, os que entrarem no Uruguai deverão estar completamente imunizados e devem apresentar um teste PCR negativo para Covid-19.

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Os proprietários poderão entrar com seus respectivos cônjuges e filhos. No caso das crianças e dos menores, não será exigida a vacinação completa, já que muitos países ainda não estão vacinando pessoas com menos de 18 anos.

Lacalle Pou afirmou também que há a possibilidade de que esses jovens e crianças sejam vacinados de forma gratuita no Uruguai, mas ele esclareceu que essa é uma decisão que ainda não foi tomada. Os detalhes do protocolo de entrada no país, que indica se haverá necessidade de um segundo PCR ou uma quarentena, serão apresentados pelo Ministério de Saúde Pública do Uruguai nos próximos dias.

O presidente uruguaio afirmou ainda que as novas medidas foram tomadas à luz da favorável situação do país. O Uruguai, com uma população de 3,5 milhões, tem 73% de vacinados com pelo menos uma dose do imunizante contra a covid-19 e 65% totalmente vacinados. Segundo o governo, alta taxa de imunização está ligada a uma forte queda nas infecções, mortes e hospitalizações desde junho. (Com agências internacionais).

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid já abriu a sessão que ouve, nesta quarta-feira (4), o tenente-coronel da reserva Marcelo Blanco da Costa, ex-diretor substituto do Departamento de Logística do Ministério da Saúde. Blanco chegou à CPI após ser citado em depoimento de representantes da empresa Davati Medical Supply, Luiz Paulo Dominghetti e Cristiano Carvalho.

Blanco seria um dos participantes de um jantar em um restaurante em Brasília onde teria sido feita a proposta de pagamento de propina na comercialização de doses da vacina AstraZeneca. De acordo com Dominghetti, no jantar realizado no dia 25 de fevereiro passado, que contou com a presença do ex-diretor de logística do ministério Roberto Dias, teria sido feito um pedido de propina de US$ 1 por dose da vacina vendida ao Ministério da Saúde.

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A partir da próxima quinta-feira (5), a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) vai reabrir sua sala de cinema, localizada no bairro do Derby. O Cinema da Fundação vai divulgar na segunda (2) toda a programação. O anúncio foi feito na conta oficial do espaço no Instagram.

"Uma notícia pra alegrar um pouco vocês que há tanto tempo esperam por ela! O Cinema da Fundação/DERBY reabre sua sala a partir da próxima quinta (5). E aí, gostaram? A programação será divulgada na segunda-feira. Segurem a ansiedade. Vamos continuar com todos os protocolos de segurança. Até lá, esperamos vocês no nosso FestCurtas 2021. Filmes maravilhosos podem ser acessados no site do festival", diz o comunicado.

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Internautas celebraram a informação. "Quero muito ver filmes, seja de apagão, vazamento de gás, qualquer tema! Viva o cinema", comentou um dos seguidores. Outro escreveu na postagem: "O momento mais esperado".

Veja:

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Quando um folhetim estreia, os telespectadores ficam ansiosos para ver como ficou o resultado de sua abertura. Na Globo, por exemplo, o designer Hans Donner prendia a atenção do público quando suas criações modernas invadiam os lares dos brasileiros.

Apesar de ideias futuristas e descoladas serem exploradas, o canal de Roberto Marinho também deu o que falar ao exibir a sensualidade muito antes das histórias começarem no vídeo. O LeiaJá relembra cinco novelas que tiveram nudez em suas aberturas.

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Brega & Chique

Em 1987, a novela Brega & Chique não fez sucesso só com as aventuras de Rosemere (Glória Menezes) e Rafaela (Marília Pêra). Na época, a abertura deu o que falar ao mostrar um homem nu. Apesar de toda a repercussão, muitos telespectadores da Globo ficavam vidrados com a beleza do modelo e ator Vinicius Manne, que surgia com o bumbum à mostra ao som da música Pelado, da banda Ultraje a Rigor.

Tieta

No final da década de 1980, Tieta marcou o universo da teledramaturgia. Com Betty Faria no papel principal, a trama gerou burburinho com Isadora Ribeiro nua na abertura. Se contorcendo por efeitos de computação gráfica, Isadora deixou a turma de casa boquiaberta ao ostentar suas curvas como veio ao mundo.

Mulheres de Areia

O remake Mulheres de Areia é lembrado até hoje pela atuação de Gloria Pires no papel das gêmeas Ruth e Raquel. Embora a obra de Ivani Ribeiro deixasse o povo de casa preso em suas histórias, a abertura também destacou a nudez. A atriz Mônica Carvalho, que futuramente veio a eternizar grandes trabalhos na TV, fez sucesso ao surgir nua na vinheta da trama.

Pedra Sobre Pedra

Em 1992, a Globo exibiu a novela Pedra Sobre Pedra. Com texto de Aguinaldo Silva, Ana Maria Moretzsohn e Ricardo Linhares, o folhetim repercutiu ao explorar novamente a nudez feminina em sua abertura.

Suave Veneno

Reunindo um elenco estelar, de José Wilker a Irene Ravache, Suave Veneno também teve nudez em sua abertura. As pessoas que curtiam a novela de Aguinaldo Silva acompanhavam sua vinheta sensual ao som da voz de Nana Caymmi.

Durante coletiva do Governo de Pernambuco, nesta quarta-feira (28), a secretária executiva de Desenvolvimento Econômico, Ana Paula Vilaça, divulgou novas medidas de retomada das atividades sociais e econômicas, que consideram melhorias nos indicadores da saúde que monitoram a Covid-19 no estado. Para a semana epidemiológica de número 29, encerrada no último sábado (24), foram notificados 606 casos da doença, o que representa uma queda de 14,6% em uma semana, e de 34% em 15 dias. Segundo o secretário de Saúde, André Longo, os números se assemelham aos de novembro de 2020.

As ampliações são válidas a partir da próxima segunda-feira, 2 de agosto. Apesar dos indicadores serem mais esperançosos, os secretários reforçaram a necessidade de seguir os protocolos e a obrigatoriedade do uso da máscara e do distanciamento social, além de respeitar os horários estabelecidos. Confira as alterações:

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Bares e restaurantes

Poderão funcionar das 5h à 0h, durante toda a semana. Apresentações musicais continuam liberadas, conforme anunciado no último dia 19, com até três integrantes por grupo musical. Salões de dança continuam desautorizados.

Eventos corporativos

Eventos desse tipo tiveram capacidade dobrada, e agora poderão acontecer com 200 pessoas ou 50% da capacidade do espaço - o que for menor.

Atividades esportivas

Horário foi ampliado em espaços esportivos e clubes, e em vez de encerrados às 23h, poderão seguir até à meia-noite. A limitação do público, permitido desde o último dia 26, segue em 100 pessoas, respeitando o distanciamento social e com uso obrigatório de máscaras.

Cinema e teatro

Poderão funcionar até à meia-noite, com capacidade de 300 pessoas ou 50% da capacidade do espaço - o que for menor.

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Mais de 56% das residências de Tóquio acompanharam a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos ao vivo pela televisão, informa uma pesquisa publicada nesta segunda-feira (26), que demonstra o interesse entre a população japonesa, apesar da grande oposição no país à organização do evento.

Esta é a segunda maior audiência na região para uma cerimônia de abertura olímpica, atrás apenas da registrada nos Jogos de Tóquio-1964.

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Os Jogos Olímpicos, que tiveram a cerimônia de abertura na sexta-feira, acontecem praticamente sem a presença de torcedores devido à pandemia. Pesquisas divulgadas nos últimos meses mostraram uma ampla oposição entre os japoneses, que temem o aumento dos casos de covid-19 durante o evento.

Mas isto não impediu que muitos moradores de Tóquio assistissem a cerimônia de abertura pela televisão, de acordo com a empresa Video Research Ltd.

De acordo com a pesquisa de audiência, 56,4% das residências da Grande Tóquio assistiram a cerimônia ao vivo, na qual a estrela japonesa do tênis Naomi Osaka acendeu a pira olímpica depois que o imperador do Japão declarou o início oficial dos Jogos.

A cerimônia de abertura dos Jogos de Tóquio-1964 foi acompanhada por 61,2% das residências da região da capital.

A audiência de sexta-feira passada supera com folga as registradas durante as cerimônias de abertura dos Jogos Olímpicos mais recentes.

Em comparação, 23,6% dos moradores de Tóquio assistiram pela televisão a cerimônia da Rio-2016, 24,9% a de Londres-2012 e 37,3% a de Pequim-2008.

A pesquisa foi realizada em 2.700 residências da região de Kanto, que inclui Tóquio e outros seis departamentos.

O desfile da delegação brasileira na abertura das Olimpíadas de Tóquio, no Japão, na manhã desta sexta-feira (22), foi um dos assuntos mais comentados nas redes sociais. Com uma equipe bem reduzida devido ao perigo de contágio pela Covid-19, o Time Brasil recebeu elogios e os porta-bandeiras do Brasil, a judoca Ketleyn Quadros e o levantador Bruninho, até sambaram na passarela do Estádio Nacional de Tóquio.

Além dos dois atletas, o Brasil enviou apenas mais duas pessoas: o chefe da missão do país, Marco La Porta, e uma funcionária administrativa. A delegação usou roupas com as estampas que representavam os peixes amazônicos como elementos centrais e outras referências à flora e à fauna brasileiras, misturadas a traços da pintura japonesa. Eles calçaram os tradicionais chinelos da marca Havaianas.

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Nas redes sociais, a chegada da delegação à cerimônia movimentou os internautas, que elogiaram a participação verde e amarela. “O desfile do Brasil foi simples, mas para mim foi emocionante”, disse um internauta no Twitter.

Algumas pessoas também relembraram o ano de 2016, quando o evento foi sediado no Rio de Janeiro (RJ). “Assistindo aqui a #cerimoniadeabertura e lembrei da abertura icônica que foi as olimpíadas aqui no Brasil em 2016”, publicou outro internauta.

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Na manhã desta sexta-feira (23) chamou a atenção dos internautas o número de atletas norte-americanos enviados à cerimônia de abertura das Olimpíadas de Tóquio, no Japão. O Comitê Organizador dos Jogos optou por fazer uma versão reduzida do evento, sem torcedores nas arquibancadas e com um número menor de atletas representando cada país.

No Twitter, o tema chegou a ocupar os assuntos mais comentados do momento (Trending Topics), com muitas críticas direcionadas aos Estados Unidos. Alguns internautas apelidaram a delegação de “terror da OMS [Organização Mundial da Saúde”, em referência a quantidade excessiva de pessoas, mesmo em tempos que exigem medidas de segurança especiais para evitar a proliferação da Covid-19.

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O Brasil, por exemplo, que conta com mais de 300 competidores enviados para representar as cores verde e amarela, optou por desfilar apenas com dois porta-bandeiras e outros dois representantes da delegação.

Segundo informações do Comitê Organizador japonês, até agora o número de infectados pelo novo coronavírus chegou a 110 entre os competidores, staff e representantes da mídia.

Acompanhe a repercussão no Twitter:

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O dia que o Japão esperava desde 13 de setembro de 2013, quando Tóquio foi escolhida para sediar os Jogos Olímpicos de 2020, finalmente chegou, com o início da cerimônia de abertura da mais caótica e complicada edição do evento esportivo planetário da era moderna.

Pouco depois das 20h locais (8h de Brasília), a cerimônia de abertura começou em um Estádio Olímpico sem público, devido às restrições sanitárias adotadas para evitar o avanço da pandemia da Covid-19.

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Esta pandemia já provocou por um ano o adiamento dos Jogos, que deveriam ter sido disputados em 2020, e que serão oficialmente inaugurados por volta das 23h (11h de Brasília) pelo imperador Naruhito, com o posterior acendimento da chama, que brilhará até o próximo dia 8 de agosto.

Em um contexto particular, com Tóquio em estado de emergência, a cerimônia, cujos detalhes foram mantidos em segredo como manda a tradição, é mais simples e sóbria.

Embora tenha sido mantido o tradicional desfile de atletas representando as 206 delegações participantes, que como grande novidade contará com dois porta-bandeiras por país, um homem e uma mulher, a cerimônia é realizada pela primeira vez na história sem a presença de público nas arquibancadas, em virtude das restrições sanitárias impostas pelo governo do Japão.

Apesar de as 68 mil cadeiras do Estádio Olímpico estarem vazias, a cerimônia conta com a presença, reduzida, de algumas personalidades. Entre elas, o imperador japonês, Naruhito, e a primeira-dama americana, Jill Biden.

O presidente francês, Emmanuel Macron, é o único líder do G7 presente em Tóquio, como o maior representante também da próxima sede dos Jogos, Paris 2024.

- "Os Jogos da Pandemia" -

A cerimônia contará ainda com outros momentos tradicionais, como o juramento olímpico e o acendimento da pira olímpica, que marca o início oficial do evento, mas não há grande festa, e o clima é diferente para este que já foi batizado de "Os Jogos da Pandemia".

O medo do aumento do contágio levou grande parte da opinião pública japonesa a se manifestar nos últimos meses contra a realização do evento, além da aplicação de restrições mais rígidas para delegações e imprensa.

Publicada pelo jornal Asahi Shimbum, a pesquisa mais recente mostra que 55% dos japoneses não querem a realização das Olimpíadas.

Em outro sinal de contrariedade com os Jogos, vários dos principais patrocinadores locais, como as multinacionais Toyota, Panasonic, Fujitsu e NEC, não enviaram seus dirigentes à cerimônia de abertura.

Até o imperador Naruhito admitiu as dificuldades: "Administrar os Jogos, tomando, ao mesmo tempo, todas as medidas possíveis contra a covid-19, está longe de ser uma tarefa fácil", teria dito ele ao presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, em uma visita do dirigente olímpico ao palácio imperial na quinta-feira (22), de acordo com a agência de notícias Kyodo News.

Esta visita aconteceu no dia em que 1.979 novos casos de covid-19 foram registrados, o maior número desde o início do ano. O país tem sido pouco afetado pela pandemia até agora, apesar de acumular cerca de 15.000 mortes, um número muito menor do que em muitas outras nações.

Depois de lutar, nos últimos meses, para evitar o cancelamento do evento, Bach também admitiu as dificuldades: "Nos últimos 15 meses, tivemos que tomar muitas decisões por motivos muito incertos. Tínhamos dúvidas todos os dias. Temos deliberado e discutido. Foram noites sem dormir", disse o executivo, na abertura da sessão do COI na terça-feira (20).

- "O fim do túnel" -

"Estamos finalmente vendo o fim do túnel. O cancelamento nunca foi uma opção para nós. O COI nunca abandona seus atletas", acrescentou Bach.

Mas, na manutenção dos Jogos, os interesses econômicos também são mistos. O Japão gastou quase 15,5 bilhões de dólares no evento, com um custo extra de 2,7 bilhões de dólares para o adiamento e as medidas sanitárias implementadas.

Os organizadores japoneses nã tiveram que enfrentar apenas os problemas derivados da pandemia, mas também vários escândalos que mancharam sua imagem.

Na quinta-feira, o diretor da cerimônia de abertura, Kentaro Kobayashi, foi demitido por uma piada sobre o Holocausto feita há duas décadas.

Ele é o quarto dirigente da organização, pelo menos, a ser obrigado a deixar suas funções, devido a vários escândalos desde fevereiro.

No plano esportivo, algumas competições já começaram, como futebol e softbol, e, nesta sexta-feira, o remo.

Na quinta-feira (22), Brasil e México estrearam com vitórias no torneio olímpico masculino (4-2 contra a Alemanha, e 4-1, diante da França, respectivamente), enquanto a Espanha não passou do empate sem gols com o Egito, e a Argentina perdeu por 2 a 0 para a Austrália.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, abriu sessão que vai ouvir, nesta quinta-feira (15), o representante da Davati Medical Supply no Brasil, Cristiano Carvalho. A empresa atuou como intermediária na venda de 400 milhões de doses da vacina Astrazeneca ao governo brasileiro. O negócio está sendo investigado após denúncia de um suposto esquema de propina. Carvalho comparece à CPI na condição de testemunha.

De acordo com o policial militar Luiz Paulo Dominghetti, que seria um representante autônomo da Davati, o ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias teria condicionado fazer negócio com a empresa em troca de propinas no valor de U$ 1 por dose de vacina. Segundo Dominghetti, ele informou o ocorrido a Cristiano, e não foi dado prosseguimento ao negócio diante da proposta do então diretor de Logística do ministério.

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid iniciou por volta das 10h30 a sessão para coletar o depoimento da diretora da Precisa Medicamentos, Emanuela Medrades. O Supremo Tribunal Federal (STF) garantiu o direito de ela ficar em silêncio na comissão, o que provoca dúvidas sobre o avanço da sessão desta terça-feira. A Precisa intermediou a compra da vacina indiana Covaxin pelo Ministério da Saúde. O contrato é alvo de investigação da CPI, que suspeita de um esquema de corrupção no governo do presidente Jair Bolsonaro.

"Falcatruas e mais falcatruas que estão sendo descobertas e não só no governo federal, mas também no Distrito Federal. Onde a Global e a Precisa colocaram a mão, está claro para os brasileiros que houve coisas erradas", disse o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), antes do início da sessão, se referindo às empresas de Francisco Maximiano, alvo da investigação.

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O relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou que o habeas corpus do STF permite o silêncio apenas para questões que podem incriminar a depoente, o que permitiria Emanuela responder a algumas perguntas. Conforme Omar Aziz, a diretora da Precisa fez um media training, "perdeu a cabeça várias vezes" e por isso foi aconselhada por advogados a não responder.

Acompanhe:

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A Universidade Federal da Paraíba (UFPB), por meio de resolução assinada pelo conselho universitário, oficializa a oferta do novo curso de Ciência de Dados e Negócios. Serão 30 vagas disponíveis na primeira entrada, e a primeira turma será formada pelos aprovados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2021, para início das aulas no primeiro semestre letivo de 2022.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), a UFPB é a terceira instituição pública de ensino superior no Brasil a ofertar a formação. De acordo com o projeto pedagógico do curso, publicado na resolução 37/2020, o curso de Ciência de Dados para Negócios tem como objetivo formar profissionais alinhados às novas perspectivas do mercado, capazes de enfrentar os paradigmas surgidos através das novas interações sociais, das necessidades do moderno mercado de trabalho e das novas possibilidades de atuação profissional.

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A formação será ofertada pelo Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), funcionando no campus I da universidade, na capital, João Pessoa. A formação terá duração mínima de oito semestres, máxima de 12, e contará com professores do Centro de Informática em seu quadro docente.

As aulas serão ministradas no turno da tarde. O professor Aléssio Tony Cavalcanti, coordenador do curso, vê a abertura da graduação como uma resposta ao mercado, que busca profissionais na área de dados e negócios. “O curso vai prover competências e habilidades que permitirão os alunos desempenharem as novas funções que a sociedade da informação e do conhecimento fez emergir nas organizações privadas, sociais e públicas. Além disso, a UFPB vai ofertar para a comunidade mais uma opção de graduação para ajudar a preencher uma lacuna existente em nosso país de profissionais com esse perfil”, destacou.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid iniciou pouco antes das 10h, desta quarta-feira (7), a sessão para ouvir o ex-diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias. Ligado ao "Centrão", ele foi exonerado do cargo no dia 29 de junho, depois de uma denúncia de que teria pedido propina de US$ 1 para autorizar a compra da vacina AstraZeneca pelo governo federal. Ele nega a acusação.

A compra de vacinas se tornou o principal alvo de investigação na CPI. Os senadores suspeitam de um esquema de corrupção no governo do presidente Jair Bolsonaro. Uma das controvérsias é o preço do imunizante Covaxin, que passou de US$ 10 para US$ 15 por dose após o Ministério da Saúde dar início às negociações. Roberto Dias é acusado de pressionar servidores da pasta para acelerar a importação das doses, mesmo com indícios de irregularidades no contrato.

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Acompanhe ao vivo:

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid iniciou pouco antes das 10h, desta terça-feira (6), a sessão para ouvir a servidora Regina Célia Silva Oliveira, do Ministério da Saúde, fiscal do contrato com a Bharat Biotech para compra da vacina indiana Covaxin.

A compra da vacina Covaxin voltou a ser o principal alvo de investigação na CPI. Os senadores suspeitam de um esquema de corrupção no governo do presidente Jair Bolsonaro. Uma das controvérsias é o preço do imunizante, que passou de US$ 10 para US$ 15 por dose após o Ministério da Saúde dar início às negociações.

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Em depoimento na CPI, no último dia 25, o servidor Luis Ricardo Miranda, do Ministério da Saúde, afirmou que a importação da Covaxin foi autorizada por Regina Oliveira mesmo após irregularidades nas informações da negociação.

Além da CPI, a compra da Covaxin é investigada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pela Controladoria-geral da União (CGU) e criminalmente pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal. O contrato para compra de 20 milhões de doses ao custo de R$ 1,6 bilhão foi suspenso na semana passada, após recomendação da CGU.

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid iniciou na manhã desta terça-feira, 22, a sessão para coletar o depoimento do deputado Osmar Terra (MDB-RS). Ele é apontado como "ministro paralelo" do governo Jair Bolsonaro na condução da pandemia da Covid-19 e um dos principais influenciados do chamado "gabinete das sombras", ou "gabinete paralelo" que assessorou o chefe do Planalto na crise. A comissão avalia incluir o chefe do Planalto na lista de investigados.

Inicialmente, Terra foi convocado como testemunha na CPI, mas, após acordo com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o requerimento foi transformado em convite. A convocação de um deputado no Senado poderia ser questionada na outra Casa Legislativa.

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Na mesma sessão, estava prevista a votação de a quebra dos sigilo telefônico, fiscal e bancário de gestoras de unidades de saúde do Rio de Janeiro e de empresas do empresário Carlos Wizard. Essa etapa, porém, foi adiada para quarta-feira, dia 23.

O deputado e ex-ministro da Cidadania deve ser questionado pelos senadores sobre o "gabinete paralelo" e o incentivo a posturas com o uso de medicamentos sem eficácia comprovada contra a covid e se e como assessorou o chefe do Planalto na crise e a aposta na imunidade de rebanho, defendida por Bolsonaro.

"O presidente da República várias vezes externou essa mesma opinião (imunidade por transmissão) e nos parece que ele (Terra) é o grande influenciador dessa estratégia que, na minha visão, é uma estratégia criminosa", disse o senador Humberto Costa (PT-PE) em coletiva de imprensa antes da reunião de hoje.

O deputado federal Orlando Silva (PCdoB) apresentou à Procuradoria Geral da República um pedido de abertura de inquérito e de afastamento cautelar contra  Sergio Camargo, da presidência da Fundação Palmares, por improbidade administrativa.

Orlando afirma que "por ódio ideológico, censura e culto à própria indigência intelectual, esse cidadão tem feito da Fundação Palmares um espaço de perseguição ao movimento negro e a seus intelectuais, bem como patrocinando uma odiosa campanha para o apagamento de nossa história de resistência".

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O deputado salienta que preza e exalta a memória dos heróis negros que lutaram pela liberdade da população. "Tenho a obrigação política e moral de impedir que os fascistas de plantão boicotem, censurem e reescrevam a história", pontua.

Até a publicação desta matéria, nem o presidente da Fundação Palmares nem a própria instituição se manifestaram sobre o pedido de abertura de inquérito.

A CPI da Covid abriu na manhã desta terça-feira, 15, a sessão na qual será ouvido o ex-secretário de Saúde do Estado do Amazonas Marcellus Campêlo. Além de ser questionado sobre o colapso do sistema estadual de saúde registrado no Amazonas no início deste ano, Campêlo também deve responder ao colegiado sobre as supostas fraudes e superfaturamento em contratos no Estado, deflagradas por uma operação da Polícia Federal (PF).

Ele comparece à CPI depois de o governador do Estado, Wilson Lima (PSC), não depor após ser beneficiado por uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Campêlo é um dos alvos da operação Sangria, da PF, que apura o desvio de dinheiro do combate à pandemia, a partir de suposta organização criminosa no Amazonas.

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Após ser preso devido a operação, Campêlo anunciou seu pedido de exoneração do cargo. Segundo ele, a decisão visava "não deixar qualquer dúvida sobre sua conduta e facilitar ao máximo o acesso das autoridades aos documentos sobre contratos e decisões que tomou à frente do órgão". Ele é suspeito de ter realizado contratações fraudulentas para favorecer empresários locais. As contratações seriam orientadas pelo governo do Amazonas.

A CPI da Covid ouve, nesta sexta-feira (11), dois especialistas que discordam da postura do presidente Jair Bolsonaro e das medidas mais polêmicas tomadas pelo governo federal na pandemia do novo coronavírus, como as relacionadas a isolamento social, vacinas e tratamento precoce contra a doença. Com os depoimentos da microbiologista Natalia Pasternak e do médico sanitarista Cláudio Maierovitch, os senadores querem reforçar as provas contra o presidente da República e demonstrar que o governo agiu na contramão da ciência.

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A reunião, em uma sexta-feira - pouco usual -, ocorre devido às reiteradas afirmações do chefe do colegiado, senador Omar Aziz (PSD-AM), de que ele não quer estender os trabalhos da comissão por mais de três meses. Aziz promete acelerar os trabalhos da comissão e encerrar a investigação no fim de julho. A base do governo tenta trazer para CPI médicos que defendem as medidas de Bolsonaro. O presidente da comissão prometeu marcar esses depoimentos para a próxima semana.

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