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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, ironizou, nesta quinta-feira (19), o fato de um grupo de assessores da liderança do PT na Câmara ter ganho R$ 120 milhões na Mega Sena acumulada. Abraham usou o Twitter para tecer comentários do tipo: “URGENTE [sic]: grupo de petistas fica milionário e, aparentemente, não há roubo na parada. Foi um mero acidente”.

Uma aposta coletiva feita por 49 assessores petistas venceu o sorteio dessa quarta (18). Cada cota apostada custou R$ 10,00. A conquista vem repercutindo no meio político desde que o resultado foi anunciado na noite de ontem. 

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Na rede social, Abraham destacou que, pela primeira vez, “não houve má fé ou dolo por parte dos envolvidos” e que estava com medo de “ver o Saci Pererê hoje” porque era praticamente impossível “petista ficar milionário sem roubar”. 

“Grupo do PT fica milionário sem roubar. Parabéns à tigrada. Agora já podem parar de defender o Lula”, disse o ministro. “Os ganhadores da loteria já passaram no shopping para comprar cuecas extra grandes? (Velhos hábitos...)”, acrescentou.

A reação do ministro da Educação repercutiu no Twitter. A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) disse: “o MEC está numa paralisia de gestão tão grande mas tão grande, que o ministro tem tempo pra fazer uma sequência de tweets destilando ódio e inveja contra petistas que ganharam na mega-sena. É muito recalque, gente!”. A deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP) também rebateu: “o nome disso é inveja”.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, voltou a entrar em conflito com os estudantes após a decisão do Governo Federal em aderir as carteiras estudantis digitais, acabando com o processo de produção física do documento.

Em seu perfil oficial no Twitter, Weintraub afirmou neste domingo (8) que, por gostarem de uma “vida fácil”, os estudantes deveriam fazer artesanato. Complementou também dizendo que a “mamata” havia acabado.

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“Desespero na UNE! Fim da mamata! Mas, tenham compaixão. Enviem sugestões para a UNE sair dessa (comuna adora grana/vida fácil). Segue a minha: ARTESANATO. Grupos de trabalho (experiência nova) fariam cachimbos de epóxi decorados (duendes, dragões). Mas não podem testar antes”, escreveu o ministro.

A partir de agora, as carteiras poderão ser baixadas nas lojas Google Play e Apple Store e usadas na tela do celular, sem necessidade de impressão. A emissão deve ter início em 90 dias. A Caixa Econômica Federal também deve oferecer o documento físico gratuitamente. 

O Governo Federal anunciou, hoje (05), o lançamento de um programa que visa a implantação de 216 escolas cívico-militares no país nomeado de Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares. A introdução das unidades escolares deve ser iniciada a partir de 2020, de acordo com o governo, e vai até 2023 - 54 escolas a cada ano. 

Uma cerimônia de lançamento foi realizada no Palácio do Planalto, na capital, e teve a presença do presidente da república, Jair Bolsonaro, do vice-presidente da república, Hamilton Mourão, do ministro da educação, Abraham Weintraub, e outros representades do governo. Para o presidente Bolsonaro, o modelo foi desenvolvido para promover a melhoria na qualidade da educação no país. “O que nos tira da miséria, da pobreza, da ignorância, é o conhecimento. É o ensino”, disse, ao assinar o decreto que cria o programa. 

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Em julho, o Ministério da Educação (MEC) anunciou, no Compromisso Nacional pela Educação Básica, que 108 unidades seriam implantadas - metade do total divulgado hoje. De acordo com o ministro Weintraub, o programa será levado, inicialmente, a regiões que apresentam situações de vulnerabilidade social e baixos Índices de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). “A gente tinha uma meta e sabia qual era, de 108 [escolas cívico-militares até 2023]. E já lança o programa com o dobro da meta, 216”, disse. 

O programa visa criar escolas que tenham participação de militares nas áreas educacionais e administrativas. A área didático-pedagógica não deve ter atuação militar. Os estados da federação têm entre 6 e 27 de setembro para apontar duas escolas, que devem receber o projeto, em janeiro, na fase piloto. A previsão é que as unidades tenham de 500 a 1.000 alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e/ou médio.

Cada escola deve receber R$ 1 milhão e, segundo recomendação do MEC, a mudança só pode ser aplicada após estados e municípios realizarem consulta pública sobre a modificação. 

A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) criticou nesta terça-feira (3), em Plenário, uma fala do ministro da Educação, Abraham Weintraub, durante audiência na comissão que analisa a MP que cria o programa Médicos pelo Brasil (MP 890/2019).

Segundo a parlamentar, ao ser questionado sobre a responsabilidade do Estado em realizar o Revalida, que está parado desde 2017, o representante do Executivo disse: “o Estado brasileiro não existe, é tijolo”.

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A parlamentar lamentou a fala do ministro e defendeu o investimento do Estado em áreas como saúde e educação. Para ela, isso deve ser prioridade em um governo que objetive o fim da crise econômica.

"É uma afronta à democracia e à soberania brasileira um ministro chamar o Estado brasileiro de tijolo", disse.

*Da Agência Senado

 

Em ofício enviado ao ministro da Economia, Paulo Guedes, Abraham Weintraub, chefe do Ministério da Educação (MEC), errou duas vezes ao escrever a palavra 'paralisação' com a letra 'z'. O documento trazia um alerta sobre a possibilidade de futuras suspensões no funcionameto das universidades públicas por causa dos recursos insuficientes previstos para o ministério em 2020.

Dentre os tópicos abordados no documento, Abraham Weintraub disse que o dinheiro não daria para aquisição de serviços públicos, como a compra de livros. Também foi citada pelo chefe da pasta a redução das bolsas de mestrado e doutorado que poderia paralisar os cursos. 

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"Com a redução de bolsistas de mestrado e doutorado, há paralização (sic) de pesquisas e risco de evasão de pesquisadores para atuação no exterior, comprometendo o desenvolvimento da ciência e tecnologia no país", alerta o ministro na página 4 do ofício, de 15 de agosto deste ano.

"O referencial monetário apresentado ao MEC impossibilita a destinação de menos da metade do orçamento que as universidades e institutos possuem atualmente. Com isso, haverá a paralização (sic) de cursos, campi e possivelmente instituições inteiras, comprometendo a educação superior e a educação profissional e tecnológica (EPT)", afirma o ministro na página 6, cometendo o erro pela segunda vez.

Durante evento com a primeira-dama Michelle Bolsonaro nesta quinta-feira (22), o ministro da Educação Abraham Weintraub teceu elogios à esposa do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e disse que ela era uma ‘guerreira’.

“Na transição, eu conheci a primeira-dama e ela foi uma guerreira, uma leoa para brigar pelas pessoas com deficiência. A gente não teria essa estrutura sem ela”, destacou o ministro durante a abertura de Seminário de Gestores Estaduais sobre Educação de Surdos, Surdocegos e Deficientes Auditivos.

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Ainda em sua fala oficial, Weintraub disse que é preciso “ter um olhar fraterno para quem precisa de uma atenção especial para ser o mais livre possível dentro das suas limitações”. Complementando sua fala, o ministro disse que a política educacional dos governos anteriores ao de Bolsonaro era ‘totalitária’.

Michelle, que discursou em libras, afirmou que lutará para que as políticas do governo sejam “mais justas e acessíveis” e que defende o ensino bilíngue para pessoas surdas.

O presidente da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) e irmão do ex-governador Eduardo Campos (PSB), Antônio Campos, compareceu à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) na noite desta segunda-feira (19) para acompanhar uma homenagem que a Casa fez pelos 70 anos da Fundaj.

Em conversa com o LeiaJa.com, Tonca, como também é conhecido, falou sobre o atual cenário político nacional e local e teceu comentários sobre o trabalho realizado pelo ministro da Educação Abraham Weintraub que, inclusive, esteve na Fundaj no último mês de junho.

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“Eu acho que o ministro Abraham Weintraub está extremamente correto quando ele foca no ensino básico. Neste momento está, de certa forma, sendo relegado pela sociedade um assunto de extrema importância que é o novo Fundeb, que é verba pro ensino básico no município e no estado”, alegou. 

Tonca acrescentou que apoia o Fundeb porque o programa pode enfrentar desigualdades. “Eu venho defendendo para que parte desses recursos seja também para municípios com IDH mais baixo e menos verbas, no sentido de combater as desigualdades sociais e regionais”, comentou.

O presidente da Fundaj também avaliou o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e disse entender o motivo do seu trabalho gerar descontentamentos entre a população e membros da política. 

“Entendo que o governo Bolsonaro é um governo de ruptura e todo governo de ruptura gera alguns descontentamentos e contentamentos. Mas acho que o ministro Weintraub está essencialmente no caminho certo ao investir no ensino básico no Brasil. Todos os grandes países passaram por uma revolução e fortalecimento do ensino básico”, concluiu.

O Ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou, nesta sexta-feira (16), que verba do orçamento da educação, avaliada em R$ 926 milhões foi destinada ao pagamento de emendas parlamentares e que, representam sim um corte na pasta. O valor representa 16% do total contingenciado no Ministério da Educação (MEC).

“São emendas parlamentares, para projetos específicos, aí foi um corte. Não foi um corte da minha caneta”, respondeu o ministro em entrevista à Folha de São Paulo.

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Ainda de acordo com o jornal, esses R$ 926 mi estavam congelados desde fevereiro e posteriormente foram repassados para o pagamento de emendas parlamentares em meio à negociação da reforma da previdência. Um projeto de lei foi encaminhado ao congresso autorizando o repasse R$ 2 bilhões.

O ministro também reiterou que mesmo com a aprovação da reforma não garante o desbloqueio do orçamento da educação. Contudo, há possibilidade de o contingenciamento ser revertido a partir de setembro, conforme disse em reunião junto à Andifes, na última terça-feira (13). A liberação dos valores bloqueados na educação vai depender cenário econômico no país, que segundo ele, há uma expectativa para “uma evolução positiva nos indicadores fiscais do governo”.

Nos últimos meses, a pasta sofreu cortes que totalizam R$ 5, 8 bilhões e que atingiram diretamente as ações do MEC, bem como o funcionamento das instituições federais de ensino superior, as bolsas de estudos e a manutenção da educação infantil.

Não é de hoje que times com torcidas não muito grandes são alvos de piadas, quando o assunto é aglomeração de pessoas. Porém, um post do Ministro da Educação, Abraham Weintraub, não ficou sem resposta por parte da Associação Portuguesa de Desportos.

Nesta terça-feira (13), quando vários atos contra o corte de verbas nas universidades públicas ocorreram em algumas cidades brasileiras, Weintraub publicou uma foto do protesto na avenida Paulista. Afim de comentar o que, segundo ele, era um movimento esvaziado, escreveu:

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“Após 46 anos a Portuguesa Futebol Clube finalmente volta a ser Campeã Paulista. A Leões da Fabulosa levou todos os torcedores do time do Canindé para comemorar na Av. Paulista (foto). A frota de combis (sic) congestionou a Al. Santos. O fornecimento de pães está suspenso até amanhã.”

O clube paulista não curtiu a brincadeira e respondeu ao ministro:

"O excelentíssimo min. da educação deveria se ocupar em temas mais nobres para o país do que fazer chacota com o sentimento de milhares de torcedores da Portuguesa. Aliás, o nome da Lusa é Associação Portuguesa de Desportos, e não Portuguesa Futebol Clube.”

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O candidato à Presidência da República pelo PSOL nas eleições de 2018, Guilherme Boulos, concedeu entrevista à rádio Jovem Pan nesta quarta-feira (14) e fez críticas ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e à gestão de Abraham Weintraub à frente do Ministério da Educação.

"O futuro que precisamos propor ao povo brasileiro não pode ser a repetição do passado. Temos que reconhecer os acertos, mas também apontar os limites que tivemos", destacou o psolista sobre a atuação de membros do alto escalão do Governo Federal.

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Boulos opinou sobre a indicação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente, para ocupar o cargo de embaixador do Brasil nos Estados Unidos. "O Bolsonaro para aprovar o filho dele como embaixador está entregando um monte de cargo para senador”, disse.

Ainda sobre Bolsonaro, Boulos caracterizou como ‘escândalo’ a resposta do presidente sobre a preservação ambiental. “É um escândalo termos um presidente que responde a questão do aquecimento global recomendando o brasileiro fazer cocô ‘um dia sim, um dia não’”, pontuou.

Por fim, o líder do PSOL não poupou críticas a Weintraub. Boulos rechaçou o ministro da Educação e enalteceu o pernambucano Paulo Freire. “O ministro da Educação é mentiroso. Disse que o método Paulo Freire não é usado em nenhum lugar do mundo. Eu cito apenas seu preferido: os Estados Unidos. Em 2014, uma escola que usava o método foi reconhecida como a melhor escola pública dos EUA”, argumentou.

Após o Instituto Federal do Paraná (IFPR)  cancelar nas vésperas um evento que contaria com a presença do candidato à Presidência da República nas eleições de 2018, Guilherme Boulos (PSOL), os estudantes realocaram o encontro para o meio na rua, em frente ao Instituto.

O evento “Educação e Democracia” era organizado pelo movimento estudantil da unidade, em Curitiba, capital do estado. De acordo com o IFPR, o cancelamento aconteceu como “medida preventiva” devido ao fato do espaço estar em processo de eleição para cargos de reitoria e direção-geral.

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A nota diz que a palestra “contribui para o necessário debate público sobre educação" e poderia ser realizada em nova data ou local, além de que "considerando que o Instituto Federal do Paraná está em processo de consulta eleitoral para os cargos de reitor e diretor-geral de  campus , e o regulamento vigente veda, sob qualquer pretexto, a vinculação com partidos políticos, considerou-se, por medida preventiva , a não realização do evento no auditório do Campus".

Em suas redes sociais, Boulos se posicionou sobre o ocorrido no IFPR. “Um encontro marcado a convite dos estudantes, para debater a situação do país, debater educação. Educação é um espaço da diversidade, que não pode ter pensamento único”, comentou.

Boulos também classificou o cancelamento como uma medida arbitrária e “uma tentativa de se calar a oposição ao Governo Federal”. Ele ainda frisou que foi a Curitiba para tratar de temas relacionados à educação e não tratar sobre a eleição para reitoria do Instituto.

Já o ministro da Educação, Abraham Weintraub, comemorou o cancelamento do evento. "O Brasil está mudando! Essa tigrada precisa saber que os brasileiros acordaram!", escreveu em seu perfil no Twitter.

Após entrevistar o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, no último mês de junho, o apresentador do SBT Ratinho receberá em seu programa na noite desta sexta-feira (2) o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

O programa, que vai ao ar gravado, começa a partir das 22h15. Weintraub aproveitou a oportunidade para falar sobre seus projetos para o Ministério e sobre a qualidade da educação no Brasil.

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O ministro também opinou sobre seu posicionamento a respeito da cobrança de mensalidade em universidades federais e explicou do que se trata o programa Future-se, que foi lançado por sua pasta recentemente.

Durante a conversa Weintraub lembrou o episódio que passou em Santarém, no Pará, quando foi interpelado por populares que se manifestaram contrários a ele. Além disso, o ministro do presidente Jair Bolsonaro (PSL) detalhou o ENEM Digital e explanou os cortes de verba na educação.

O ministro da educação, Abraham Weintraub, usou as redes sociais, nesta quinta-feira (1), para comentar um mural em homenagem ao educador Paulo Freire, localizado em frente ao Ministério da Educação. Em sua conta pessoal no Twitter, Weintraub disparou: "É ou não é feio de doer?". Ainda nas redes sociais, o ministro também agradeceu o apoio dos seguidores.

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Uma das principais polêmicas envolvendo o ministro se deu em maio desse ano, quando Weintraub publicou um vídeo, também nas redes sociais, declarando que estava “chovendo fake-news”, em resposta à suposta paralisação da recuperação do Museu Nacional, no Rio de Janeiro.

Os deputados federais pelo PSL, Carlos Jordy e Filipe Barros, se encontraram nesta semana no Rio de Janeiro para um momento informal, longe dos holofotes da Câmara Federal. Em um bar, Jordy publicou uma foto dizendo que estava recebendo Barros em sua cidade. “Recebendo a visita no Rio de Janeiro do meu amigo e deputado federal Filipe Barros. Tamo junto, irmão!”, escreveu em seu perfil oficial do Twitter.

Barros é deputado pelo Estado do Paraná e aproveitou o recesso no Congresso Nacional para visitar a capital fluminense. Ao ver o registro, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, teceu elogios à dupla.

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“Dupla do barulho! Os dois sozinhos seguram uma tropa inteira do PT e acepipes…”, enfatizou, sendo respondido logo em seguida por Jordy: “Vindo de você, Ministro, um cara que sozinho destrói dezenas de ‘mortadelantes’ batendo com elegância.. fico lisonjeado. Tamo junto!”, trocou elogios.

Curtindo um período de férias no Pará, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, utilizou suas redes sociais nesta sexta-feira (26) para compartilhar um dos seus momentos de folga com a família.

Em um registro das suas brechas de descanso, ele aparece deitado em uma rede, fazendo um sinal de positividade e legendou o momento como “Ministro da Educação balança mas não cai”.

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Envolvido em polêmicas desde que assumiu o cargo, no último mês de abril após a saída de Ricardo Vélez, Weintraub não deixou de ser alvo de protestos contrários a ele no estado do norte do país.

Enquanto jantava com a família no município de Santarém na noite da última segunda-feira (22), o ministro foi interpelado pela população local por manifestantes que diziam que ele não era bem vindo no local.

Também nesta sexta, Weintraub aproveitou para comentar o recente episódio envolvendo a prisão de harckers suspeitos por invadir os aparelhos celulares de membros do alto escalão do governo.

“Estive refletindo sobre a última tendência: Adélio alegou problemas psiquiátricos, os hackers também, o próximo passo seria ‘especialistas’ e ‘jornalistas’ da globo/marinho alegarem problemas psiquiátricos para justificar suas mentiras....”, alfinetou.

Apesar de estar oficialmente fora da política brasileira desde o último mês de janeiro, quando decidiu abandonar seu cargo de deputado federal, Jean Wyllys (PSOL) segue opinando e participando dos acontecimentos políticos no país.

Morando no exterior em busca de segurança pessoal e profissional, o psolista opinou nesta quarta-feira (24) sobre o comportamento do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

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“Bolsonaro e Weintraub não agüentam uma manifestação justa contra eles, surtam. Mas esses dois fascistas colaboram para que canalhas anônimos na internet, todos os dias, difamem com calúnias e ameacem de morte críticos do governo. Dois covardes!”, disparou Wyllys.

Ao deixar a Câmara Federal, Wyllys passou sua cadeira para o seu então suplente, o atual deputado federal David Miranda (PSOL). Miranda é casado com o jornalista Glenn Greenwald, que é responsável pelos vazamentos das maiores polêmicas envolvendo o atual governo brasileiro, através do seu site The Intercept.

O deputado federal Delegado Éder Mauro (PSD), que ocupa uma cadeira na Câmara Federal pelo estado do Pará, comentou nesta quarta-feira (24) o episódio envolvendo o ministro da Educação, Abraham Weintraub, e sua família.

Enquanto jantava com a esposa e filhos na cidade de Santarém, no Pará, o ministro foi interpelado por pessoas locais que manifestaram repúdio ao trabalho desempenhado por ele à frente do Ministério.

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Éder Mauro, entretanto, saiu em sua defesa e disse que ele é bem vindo no estado do Norte do país. “Não vai ser meia dúzia de desocupados fantasiados de índios que vão intimidar o ministro Weintraub. O Pará te abraça meu amigo, seja sempre bem vindo e conte conosco”, afirmou o deputado.

Em seu perfil no Twitter, Éder Mauro publicou um vídeo em que o ministro diz que o Pará está em seu coração e que é descendente de paraense. “Tem vagabundo que coloca um cocar na cabeça e me manda sair porque aqui é terra dele. Isso não existe. Todo mundo é gente, todo mundo é brasileiro. Quem não quer ser brasileiro, por favor, a Venezuela está aqui pertinho”, disse Weintraub.

O deputado federal Filipe Barros (PSL) adjetivou como ‘maconheiros da UNE’ os manifestantes que interpelaram o ministro da Educação, Abraham Weintraub, no município de Santarém, no Pará, nesta segunda-feira (22).

Através de seu perfil oficial no Twitter, Barros disse que o ministro teve paciência diante da situação. “Maconheiros da UNE atacaram a família do Ministro, que teve muita paciência no momento, mesmo vendo seus filhos chorarem”, afirmou. 

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Ainda em sua publicação, o parlamentar sugeriu que Weintraub deveria ter agredido os manifestantes locais. “Cairia muito bem aí uma legítima defesa, para aprenderem os limites de uma convivência democrática”, disse.

De férias em Santarém, Weintraub jantava com sua família quando um grupo de manifestantes contrários ao Governo Federal se posicionaram contrários à presença dele no local. Houve bastante discussão entre os presentes e os filhos do ministro se assustaram com a situação.

O senador Flávio Bolsonaro (PSL) escreveu uma mensagem se solidarizando ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, após o episódio que ele passou na noite desta segunda-feira (23) no município de Santarém, no Pará.

Enquanto jantava com a família, Weintraub foi alvo de críticas e protestos contrários ao seu trabalho à frente do Ministério. O filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) utilizou seu perfil oficial no Twitter para expressar seu apoio ao ministro do seu pai.

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“Minha solidariedade, Abraham Weintraub! Tenho ainda mais a noção sobre a importância de sua missão: ajudar a prover educação de qualidade a milhões de crianças, adolescentes e jovens, para que não se espelhem nesse tipo de gente que pratica o ódio contra pessoas de bem!”, afirmou.

Weintraub está de férias no Pará com a família e o jantar desta segunda terminou saindo de forma inesperada. Outros parlamentares, no entanto, se posicionaram de forma contrária ao ministro, como foi o caso da deputada federal Marília Arraes (PT).

A deputada federal Marília Arraes (PT) repercutiu nesta terça-feira (23) os últimos acontecimentos envolvendo o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e membros dos seus ministérios.

A petista pernambucana utilizou seu perfil oficial no Twitter para comentar a confusão protagonizada pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, no município de Santarém, no estado do Pará.

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“Ministro da educação protagonizou barraco no Pará. Se fizer reunião de ministros e presidente embaixo de uma lona, vão pensar que é apresentação de circo. Se for um cercado, pensam que é hospício”, disparou Marília.

O ministro está de férias no Pará e, na noite desta segunda-feira (22), foi alvo de críticas e protestos de estudantes locais enquanto jantava com sua esposa. Weintraub discutiu com a população, tentou argumentar, mas foi alvo constantemente de movimentações de contrários a ele.

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