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Um balão pegando fogo atingiu um prédio de um condomínio residencial no Arujá, na região metropolitana de São Paulo, no último sábado, 10. Conforme vídeo publicado nas redes sociais, é possível ver o momento em que o balão em chamas atinge um dos edifícios.

De acordo com a prefeitura, apesar do susto, não há informações de danos ou feridos. A Secretaria Municipal de Segurança de Arujá disse que os moradores acionaram a Guarda Civil Metropolitana (GCM), a Polícia Militar (PM) e também o Corpo de Bombeiros.

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"A situação, quando as viaturas chegaram, já estava sob controle. À princípio, não houve danos ou feridos", afirmou a pasta.

Um balão caiu na manhã deste domingo, 14, na pista do Aeroporto Santos Dumont, na região central do Rio. O artefato pegou fogo assim que tocou o solo, depois de colidir com um avião da companhia aérea Azul estacionado que estava em processo de reabastecimento. A equipe de bombeiros agiu rapidamente e não houve maiores danos.

Vídeos nas redes sociais mostram o momento do incidente e a ação rápida dos bombeiros. O balão tinha a inscrição "mãe", mas essa tentativa de "homenagem" pelo Dia das Mães é crime. De acordo com a Lei 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, "fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios nas florestas e demais formas de vegetação, em áreas urbanas ou qualquer tipo de assentamento humano" é passível de detenção de um a três anos, além de multa.

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No fim do mês passado, o Corpo de Bombeiros do Rio lançou a campanha "Balão Mata", alertando sobre os perigos da prática. Todas as quartas-feiras, a corporação tem publicado em suas redes sociais vídeos reais de acidentes provocados por essa prática.

Levantamento do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) da Força Aérea Brasileira (FAB) mostrou que cerca de 100 mil balões são soltos a cada ano no País. O Rio é um dos Estados em que a prática é mais disseminada.

No fim de semana passado, outro balão caiu no Santos Dumont, o que provocou o atraso na aterrissagem de pelo menos um voo que se aproximava do aeroporto carioca.

Autoridades militares dos Estados Unidos confirmaram na tarde deste sábado, 4, que abateram um balão chinês acusado por Washington de realizar atividades de espionagem. Um fotógrafo da agência Reuters relatou a ação, testemunhando a queda do artefato na costa do Estado da Carolina do Sul.

O episódio se dá em meio à controvérsia ligada a um suposto balão espião da China que o Pentágono detectou sobrevoando o território americano dois dias atrás.

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Momentos antes, a agência de aviação federal havia anunciado o fechamento de ao menos três aeroportos na região, interrompendo voos civis no espaço aéreo no entorno desses terminais, citando um "esforço de segurança nacional". O suposto balão espião fora detectado pelo Pentágono sobrevoando o território americano dois dias atrás.

A agência de aviação dos Estados Unidos fechou na tarde deste sábado, 4, ao menos três aeroportos, interrompendo voos civis no espaço aéreo no entorno desses terminais, citando um "esforço de segurança nacional".

Os aeroportos atingidos pela medida ficam na costa leste, próximos ao litoral do estado da Carolina do Sul. Em comunicado, a FAA alertou que os militares podem agir se aeronaves violarem as restrições ou não atenderem a ordem de se afastar.

Mais cedo neste sábado, o presidente Joe Biden afirmou que o país "vai se encarregar" do caso. Foi a primeira vez que o democrata se pronunciou sobre o incidente, que levou a uma nova escalada de tensões entre EUA e a China, culminando com o adiamento de uma viagem a Pequim do secretário de Estado, Antony Blinken, originalmente marcada para este fim de semana.

Washington afirma que o objeto seria um instrumento de espionagem, enquanto Pequim diz ser um equipamento de pesquisas, sobretudo meteorológicas, que saiu da rota.

Biden deu a declaração ao responder a um repórter que questionava se o Exército pretendia derrubar o balão de alta atitude, que o governo diz ter claramente violado a soberania dos EUA ao adentrar o território americano. Militares haviam considerado derrubar o artefato, mas decidiram não fazê-lo devido ao risco de os destroços atingirem a população em solo. O artefato teria o tamanho de três ônibus.

O democrata não especificou, no entanto, quais os planos para o balão -segundo o serviço de previsão meteorológica AccuWeather, o objeto está a caminho do oceano Atlântico e deve sair do espaço aéreo americano na noite do sábado.

Cancelamento de viagem

Na sexta, 3, o secretário de Estado americano, Antony Blinken, adiou uma viagem diplomática planejada para a China no domingo, enquanto o governo dos EUA avalia uma resposta mais ampla à descoberta de um balão chinês de alta altitude sobrevoando o Estado de Montana, em locais que abrigam cerca de 150 silos de mísseis balísticos intercontinentais.

A decisão abrupta ocorreu apesar da alegação da China de que o balão era um satélite de pesquisa meteorológica que havia saído do curso por causa de fortes ventos. Os EUA descreveram o balão como um satélite de vigilância.

A decisão veio poucas horas antes de Blinken partir de Washington para Pequim e marcou um novo golpe nas já tensas relações EUA-China. Blinken e o presidente Joe Biden determinaram que era melhor não prosseguir com a viagem neste momento - muito em função das pressões políticas de republicanos e democratas após a descoberta do suposto balão espião.

As tão esperadas reuniões de Blinken com altos funcionários chineses foram vistas em ambos os países como uma forma de encontrar terreno comum em meio a grandes divergências sobre Taiwan, direitos humanos, reivindicações da China no Mar da China Meridional, Coreia do Norte, guerra da Rússia na Ucrânia, política comercial e mudanças climáticas.

Embora a viagem, que foi acertada em novembro pelo presidente Joe Biden e pelo presidente chinês Xi Jinping em uma cúpula na Indonésia, não tenha sido formalmente anunciada, autoridades de Pequim e Washington vinham falando nos últimos dias sobre a chegada iminente de Blinken. As reuniões deveriam começar no domingo e terminar na segunda-feira.

Enquanto o Pentágono minimizou o valor potencial do balão para adquirir inteligência, a reação pública dos funcionários do governo Biden destacou como as relações com Pequim se tornaram frágeis e delicadas, mesmo por causa de um balão.

Balão espião existe?

O outrora humilde balão é uma das muitas tecnologias que as forças militares da China aproveitaram como uma ferramenta potencial em sua rivalidade com os Estados Unidos e outras potências. Outras máquinas avançadas incluem drones e veículos hipersônicos que podem manobrar em altas velocidades na atmosfera.

Em estudos e artigos de jornais, os especialistas do Exército Popular de Libertação da China acompanharam os esforços dos EUA, França e outros países para usar balões avançados de alta altitude para coleta de informações e para coordenar operações no campo de batalha. Segundo eles, novos materiais e tecnologias tornaram os balões mais resistentes, manobráveis e de maior alcance do que as gerações anteriores de balões.

Desde 2001 a China usa balões para investigações e finalidades de espionagem. O Ministério da Defesa de Taiwan disse que no início de 2022, a China lançou balões sobre a ilha. "Os avanços tecnológicos abriram uma nova porta para o uso de balões", afirmou um artigo do Liberation Army Daily - o principal jornal militar da China - no ano passado. Outro artigo no mesmo jornal observou que os dirigíveis nas camadas superiores da atmosfera também podem se tornar como "mil olhos" ajudando a monitorar o espaço sideral.

O balão supostamente enviado para os EUA pode ser usado para coletar informações sobre sistemas de defesa aérea ou condições atmosféricas, disse Su Tzu-yun, analista do Instituto de Defesa Nacional e Pesquisa de Segurança em Taipei.

As forças americanas teriam poucos problemas para seguir o balão agora, mesmo em altitudes muito mais altas do que as vistas sobre Taiwan, disse ele. "Basicamente, eles são muito óbvios e, devido ao seu grande volume, são facilmente rastreados pelo radar", disse Su.

O que é o balão e como ele é operado?

Um balão espião é apenas isso - um balão usado para fins de vigilância. "Claramente, eles estão tentando voar com isso - este balão sobre locais sensíveis - para coletar informações", disse o oficial de defesa dos EUA na quinta-feira, 2.

Um balão espião pode ter uma ou várias câmeras suspensas sob um balão que flutua acima de uma determinada área, carregado por correntes de vento. O equipamento acoplado aos balões pode incluir radar e ser movido a energia solar.

Os balões normalmente operam a 24 mil metros - 37 mil metros (80.000-120.000 pés), bem acima de onde voa o tráfego aéreo comercial - os aviões quase nunca voam acima de 12 mil metros.

E os balões espiões não são novidade: durante a Guerra Civil Americana, a União até usou balões de ar quente para rastrear os movimentos das tropas confederadas. Durante a 1ª Guerra, a seção fotográfica do Serviço Aéreo do Exército dos EUA usou balões para realizar vigilância e fornecer imagens aéreas.

E na década de 50, a Força Aérea dos EUA lançou o Projeto Genetrix, que descreveu como sua primeira "operação de inteligência de balão de grande escala, não tripulada e de alta altitude", projetada para tirar fotos sobre "a massa terrestre do bloco soviético".

A atividade de vigilância de balões continuou nos últimos anos, de acordo com autoridades dos EUA. "Instâncias desse tipo de atividade de balão foram observadas anteriormente nos últimos anos", disse o secretário de imprensa do Pentágono, general de brigada Patrick Ryder, sem dar mais detalhes.

Por que um balão e não um satélite?

"Nas últimas décadas, os satélites eram o protocolo, o estado da arte da espionagem", disse ao jornal britânico The Guardian John Blaxland, professor de segurança internacional e estudos de inteligência na Australian National University e autor do livro Revealing Secrets. "Mas agora que lasers ou armas cinéticas estão sendo inventados para atingir satélites, há um ressurgimento do interesse por balões".

Eles não oferecem o mesmo nível de vigilância persistente que os satélites, mas são mais fáceis de recuperar e muito mais baratos de lançar. Para enviar um satélite ao espaço, você precisa de um lançador espacial - um equipamento que normalmente custa centenas de milhões de dólares.

Os balões também podem varrer mais território de uma altitude mais baixa e passar mais tempo sobre uma determinada área porque se movem mais lentamente do que os satélites, de acordo com um relatório de 2009 do Air Command and Staff College da Força Aérea dos EUA.

Craig Singleton, especialista em China da Fundação para Defesa das Democracias, disse à agência Reuters que esses balões foram amplamente usados pelos EUA e pela União Soviética durante a Guerra Fria e eram um método de coleta de inteligência de baixo custo.

Por que as autoridades não derrubaram o balão?

Os líderes militares desaconselharam fortemente a "ação cinética" - ou atirar no balão - por preocupação com a segurança dos civis no solo que poderiam ser feridos pelos destroços, disse o oficial de defesa.

"Estávamos analisando se havia uma opção ontem sobre algumas áreas pouco povoadas em Montana. Mas simplesmente não conseguimos reduzir o risco o suficiente para nos sentirmos à vontade para recomendar derrubá-lo", disse o funcionário, acrescentando que o balão não representava uma ameaça física nem uma ameaça substancial de inteligência.

"Temos observado o balão por vários meios, incluindo aeronaves tripuladas", disse o oficial, acrescentando que os militares têm "autoridade suficiente" para "fazer tudo o que for necessário para proteger o povo americano", autoridade que inclui legislação capacitação para usar a força contra aeronaves não tripuladas.

É sabido que os EUA e a China espionam uns aos outros, e o alto funcionário americano disse que as capacidades do balão não parecem ser "além" dos satélites chineses existentes e outras ferramentas.

Por que a China está fazendo isso?

O professor Steve Tsang, diretor do Instituto da China na Universidade SOAS de Londres, disse que, dado o acesso da China a tecnologia avançada, qualquer balão espião provavelmente teria mais "valor simbólico, mostrando que os chineses são capazes de enviar algo para o ar para inspecionar as instalações militares dos EUA."

"E eles estão fazendo isso porque, por décadas, os EUA enviaram aviões espiões ao longo da costa chinesa e, às vezes, sobre o espaço aéreo chinês para monitorar os chineses de maneiras que eles não podiam fazer muito", disse ele. "Agora eles podem, então eles fazem."

Ao jornal britânico The Guardian, John Blaxland, professor de segurança internacional e estudos de inteligência na Australian National University, disse achar improvável que os chineses não esperassem ser pegos. "Ser pego provavelmente era o objetivo, com dois resultados em mente. A primeira razão pela qual o balão foi lançado foi para constranger os EUA. Ainda melhor se capturasse alguma inteligência ao longo do caminho", disse Blaxland.

"É difícil imaginar como eles poderiam ter pensado que não seria detectado. O espaço aéreo americano é estudado de perto pelas autoridades da aviação civil dos EUA, pela Força Aérea dos EUA, pela Força Espacial dos EUA, pelas redes meteorológicas - é um espaço aéreo extremamente escrutinado", diz ele.

A segunda razão é tornar os EUA cientes do fato de que a China tem mantido secretamente sua tecnologia e a replicado. "As agências de segurança chinesas são mestres no comportamento de imitação. Eles são muito, muito bons em estabelecer o que é tecnologia e depois tentar replicá-la", disse Blaxland ao Guardian.

É algo como "qualquer coisa que você pode fazer, podemos fazer melhor" e é "apenas a ponta do iceberg", diz Blaxland. A espionagem da China acontece "em escala industrial", com pequenos pedaços de inteligência reunidos e transmitidos de inúmeras maneiras. Juntos, eles formam imagens detalhadas.

O analista de segurança com base em Cingapura, Alexander Neill, disse à Reuters que, embora o balão provavelmente forneça um novo ponto de tensão para os laços China-EUA, provavelmente teve um valor de inteligência limitado em comparação com outros elementos que as forças militares modernizadoras da China têm à sua disposição.

"A China tem sua própria constelação de satélites espiões e militares que são muito mais importantes e eficazes em termos de observação dos EUA, é justo supor que o ganho de inteligência não é enorme", diz Neill, que é um membro adjunto no grupo Pacific Forum do Havaí. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)

Os governos dos Estados Unidos e Canadá monitoravam nesta sexta-feira (3) ao menos um balão espião chinês que sobrevoa há vários dias seus territórios e áreas militares sensíveis, o que provocou um novo momento de tensão entre Washington e Pequim poucos dias antes de uma visita do chefe da diplomacia americana à capital da China.

O Pentágono anunciou na quinta-feira a presença do balão no espaço aéreo americano. O governo canadense informou que investigava um "potencial segundo incidente".

A China afirmou que está verificando as informações, mas pediu para que os países "não façam conjecturas ou exagerem a questão até que os fatos estejam claros".

"A China é um país responsável e sempre cumpre de maneira rigorosa a lei internacional. Não temos a intenção de violar o território ou espaço aéreo de nenhum país soberano", disse a porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Mao Ning.

"Esperamos que as partes administrem (a situação) com calma e prudência", acrescentou.

A pedido do presidente Joe Biden, o Departamento de Defesa examinou a possibilidade de derrubar o aparelho, mas decidiu não fazê-lo devido aos potenciais riscos para as pessoas em solo, indicou uma fonte do Pentágono que pediu anonimato.

"Claramente, a intenção deste balão é a vigilância. E a rota de voo atual o leva a uma série de locais sensíveis", disse a fonte.

O balão sobrevoou o noroeste dos Estados Unidos, uma área de bases aéreas sensíveis e mísseis nucleares estratégicos em silos subterrâneos, mas o Pentágono não acredita que o dispositivo represente uma grande ameaça porque "tem um valor aditivo limitado de uma perspectiva de coleta de (dados de) inteligência".

"Estamos tomando medidas para nos proteger da coleta de informações confidenciais por parte de inteligência estrangeira", afirmou, porém, a fonte, que destacou não ter nenhuma dúvida sobre o fato de que o "balão procede da China".

O balão entrou no espaço aéreo americano "há vários dias", segundo ele, mas os serviços de inteligência dos Estados Unidos já o rastreavam antes.

Vários aviões de combate examinaram o balão quando sobrevoava o estado de Montana, norte do país. Atualmente voa "a uma altitude muito acima do tráfego aéreo comercial e não representa uma ameaça militar ou física para as pessoas em terra", informou o porta-voz do Pentágono, Pat Ryder, em comunicado.

- "Segundo incidente" -

"Os canadenses estão a salvo e o Canadá está adotando medidas para garantir a segurança de seu espaço aéreo, inclusive com a vigilância de um potencial segundo incidente", informou o ministério da Defesa canadense em um comunicado.

O governo do Canadá não citou a China. "As agências canadenses de inteligência trabalham com os aliados americanos e adotam todas as medidas necessárias para proteger as informações sensíveis do Canadá de ameaças externas", destacou o ministério.

A China já enviou balões de vigilância sobre os Estados Unidos em outras ocasiões, mas desta vez a presença do dispositivo foi detectada poucos dias antes da visita a Pequim do secretário de Estado americano, Antony Blinken.

A relação entre as duas potências é tensa, em particular no que diz respeito a Taiwan, que o governo chinês considera parte de seu território e cujo controle pretende recuperar um dia, inclusive com o uso da força se necessário.

De acordo com a fonte do Departamento de Defesa, Washington mencionou o balão espião com as autoridades chinesas.

"Nós afirmamos de maneira clara que faremos o necessário para proteger nossa população em nosso território", destacou.

Um balão com nove ocupantes caiu na manhã desta terça-feira, 17, na região de Boituva, no interior de São Paulo. O acidente ocorreu na altura do quilômetro 104 da Rodovia Castelo Branco. Segundo o Corpo de Bombeiros, todos os nove ocupantes foram socorridos e levados para hospitais da região - uma das vítimas teve ferimentos mais graves.

A corporação informou que sete viaturas foram deslocadas para ajudar no resgate. Ainda não há informações sobre as causas da queda nem sobre a identidade dos feridos.

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Aeronave

na semana passada, um avião de pequeno porte caiu em uma estrada vicinal de Boituva, a cerca de 120 quilômetros da capital. Segundo o Corpo de Bombeiros do Estado, 11 pessoas foram encontradas no local e duas morreram.

Um balão com nove pessoas caiu na manhã desta terça-feira (17) na Rodovia Presidente Castelo Branco, na região de Boituva, interior paulista. Segundo o Corpo de Bombeiros, todos os ocupantes sobreviveram, sendo que apenas um ficou ferido gravemente.

Ainda de acordo com os bombeiros, todas as pessoas foram socorridas em hospitais da região. Foram deslocadas sete viaturas para atender a ocorrência.

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A empresa World View está com a proposta de levar turistas em uma viagem de balão para chegar até a estratosfera do Planeta Terra, há cerca de 30 mil metros de altitude. Vale lembrar que em condições normais, um balão tradicional de turismo alça voo entre 100 e 500 metros, enquanto aqueles que escolhem esportes radicais como paraquedismo, podem chegar até uma altura de 12 mil pés (3,6 mil metros).

Para os turistas que se interessarem na viagem da World View, o passeio está previsto para acontecer em 2024 e será necessário desembolsar US$ 50 mil, cerca de R$ 275 mil. Apesar do balão alcançar a segunda camada da atmosfera, é importante ressaltar que isso não significa que o balão vai até o espaço, mas já dessa altura será possível observar a curvatura da Terra, a muralha da China e as pirâmides de Gizé.

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Na contramão de balões tradicionais que utilizam ar quente, a aeronave da World View vai usar gás hélio para alçar voo.  Vale lembrar que suas dimensões, quando totalmente inflado, equivalem ao tamanho de um estádio de futebol. Já o local que estarão os passageiros, se trata de uma cápsula completamente pressurizada que não terá gravidade zero.

Outras empresas tecnológicas já estão ativas quando se trata de exploração espacial e viagens que vão além das barreiras tradicionais, assim como a Blue Origin, que foi responsável por promover um passeio na espaçonave New Shepard, com Jeff Bezos e chegou até 100 mil metros de altura. Além desse, também houve o voo orbital da SpaceX que levou os passageiros a 575 mil metros.

Por Thaiza Mikaella

 

 

Os bombeiros continuam no combate a um incêndio de grandes proporções no Parque Estadual do Juquery, em Franco da Rocha, que fica a cerca de 40 quilômetros da capital São Paulo nesta segunda-feira (23).

Segundo a corporação, o fogo começou após a queda de um balão por volta das 9h do domingo (22).

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Além dos profissionais, equipes de bombeiros voluntários e socorristas da Defesa Civil também estão atuando no local, mas os fortes ventos e o tempo extremamente seco fazem com que as chamas se espalhem rapidamente.

Com mais de dois mil hectares de área, o Parque do Juquery fica entre a divisa das cidades de Franco da Rocha e Caieiras.

No entanto, durante todo o domingo, moradores de diversos bairros da capital paulista registraram uma "chuva" de fuligem. Nas redes sociais, foram dezenas as pessoas que mostraram os resíduos das queimadas nos chãos das casas ou em áreas externas.

A Defesa Civil orienta os moradores a permanecerem em casa e se hidratarem bem, já que a previsão desta segunda-feira é, mais uma vez, de tempo extremamente seco. Tanto durante o fim de semana como a previsão até quinta-feira (26) apontam que a umidade do ar vai ficar abaixo de 25% - índice muito abaixo do que é considerado bom pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 60%.

Da Ansa

Luan Santana vai casar. Depois de anunciar o casamento com Jade Magalhães, o cantor sertanejo compartilhou com os seguidores no Instagram na última segunda-feira, dia 16, que o pedido aconteceu durante um passeio de balão que o casal realizou em Portugal.

No vídeo, Luan fala sobre se sentir pronto para oficializar a união com Jade, com quem namorada há mais de 11 anos.

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"Você é a mulher da minha vida. Não existe momento melhor do que esse para fazer o que eu quero fazer. Quer casar comigo?"

Na legenda da publicação, ele relembrou o início do namoro e falou dos planos futuros ao lado de Jade:

"Há 11 anos, uma garota de cabelos negros me amarrou debaixo de seus cabelos negros. Ela me conheceu cantando, mas foi ela quem me cantou a canção mais linda. Enquanto eu vivia as emoções de um novo e louco mundo, ela me mostrava um universo de calmaria e paz. Assim Deus nos fez amigos. Depois senti seu beijo, seu cheiro, o toque das suas mãos e vi que o dia era mais colorido do seu lado. Assim Deus nos fez namorados. Hoje comecei a imaginar um futuro do seu lado, um filho no meio de nós dois na cama, uma cadeira de balanço na varanda e então assim, perto do céu, acima das nuvens, Deus nos faz noivos. Pra quem sempre cantou o amor, hoje eu te entrego tudo o que há de bom em mim. More em mim e me deixe morar em você, porque no fundo você sabe que sempre foi a minha casa. Saiba que agora será o meu mundo", escreveu o cantor.

Jade, claro, também compartilhou com seus seguidores o momento especial. Ao postar uma foto da aliança, ela falou sobre o pedido de casamento:

"16/09/2019. Eu sonhei com esse dia. E foi além de qualquer expectativa, mais lindo e mais poético do que eu poderia imaginar. SIM, com o céu como cenário, eu te aceitei. Te aceitei desde o dia que te conheci. Afinal, Deus sempre foi nossa melhor e maior testemunha. Sou sua namorada, amiga, noiva, esposa... quero ser toda sua, mãe dos seus filhos, avó dos seus netos, sua eterna companheira. Obrigada por me ensinar o verdadeiro significado do amor, sou apaixonada por você Luan. te amo", disse.

Nos comentários das publicações, diversos famosos desejaram felicidades aos pombinhos:

"Seus lindos. Que Deus abençoe muito", escreveu Camila Queiroz.

"Parabéns noivinha, vocês são lindos juntos. Muito muito muito muito amor", disse Romana Novais.

"Eu sempre torci muito por esse dia. Amo vocês tanto", escreveu Ivete Sangalo.

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Um balão junino caiu na manhã deste domingo (18) nos cabos de um dos maiores cartões-postais do Rio de Janeiro, o Bondinho do Pão de Açúcar, localizado no bairro da Urca, zona sul da capital fluminense.

Em nota, a empresa que administra o Bondinho informou que o balão “caiu em um cabo de serviço do teleférico, especificamente a adutora de água do parque, não afetou a operação do mesmo, que segue em pleno funcionamento”.

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De acordo com a administradora, "todas as normas técnicas e procedimentos de segurança foram seguidos".

Em um 'chá de revelação' inabitual, um casal americano revelou o sexo do 10º filho com o auxílio de Amos, um jacaré de estimação. Eles encheram um balão com um pó colorido e incentivaram que o 'pet' estourasse numa mordida. 

No vídeo, a mamãe Childs-Wright aparece ao lado do marido Chad, que é caçador de animais selvagens do Estado, de acordo com o New York Post. Ele balança um balão preto rente ao focinho de Amos - membro da família desde 2000. O réptil dá uma abocanhada no balão e o pó rosa revela que o 10º filho do casal será uma menina. 

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Segundo o portal Patch, está não é a primeira vez que o casal vira manchete. Em março de 2018, outro animal de estimação da família, um pit bull terrier de nove anos, foi baleado 10 vezes por um vizinho bêbado e sobreviveu.

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Um balão de ar quente caiu na cidade de Luxor, no Egito, esta sexta-feira (5), após ser atingido por ventos fortes. Ao menos uma pessoa morreu e outras 12 ficaram feridas.

De acordo com a agência de notícias egípcia Mena, a vítima é sul-africana e "é uma mulher de 36 anos". O veículo informou ainda que as condições dos feridos são "médias", com exceção de duas pessoas com ferimentos "graves".

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O dirigível transportava 20 pessoas, a maioria turistas. Entre os feridos, estão quatro espanhóis, de acordo com o Ministério do Interior egípcio. Eles estão sendo atendidos no hospital público de Luxor.

O balão decolou pouco depois do amanhecer e voou por aproximadamente 45 minutos, a uma altitude de 450 metros, antes do piloto perder o controle do veículo em uma área montanhosa em que havia fortes ventos.

Passeios como este são muito comuns na cidade de Luxor. Na região existem muitas tumbas e templos antigos, da época dos faraós.

Esse não é o primeiro acidente com dirigíveis que acontece no local.

Em 2013, um balão pegou fogo e matou ao menos 19 turistas. Desde então, o Egito tornou as medidas dos passeios turísticos mais rígidas. Agora, todos os voos são monitorados por câmeras e não podem ultrapassar dois mil metros de altura. 

Da Ansa

Um balão gigante com o rosto de Edward Snowden flutuou nesta sexta-feira (13) no céu de Paris, perto de uma réplica da Estátua da Liberdade, em uma ação organizada pela Anistia Internacional para pedir que o presidente Barack Obama indulte o técnico da inteligência.

Ao pé da versão parisiense do emblemático monumento de Nova York, ambas produzidas pelo francês Auguste Bartholdi, um cartaz amarelo pedia "perdão para Snowden".

"Em uma semana termina o mandato de Obama. Lançamos uma campanha mundial para pedir que indulte Snowden antes de sua partida", declarou Nicolas Krameyer, da Anistia Internacional.

Uma petição, que obteve "mais de um milhão de assinaturas em 120 países", será entregue nesta sexta-feira na Casa Branca, acrescentou.

Edward Snowden, ex-consultor da Agência de Segurança Nacional (NSA), vazou à imprensa milhares de documentos classificados em 2013, que revelaram o alcance de um programa de vigilância de dados privados que os Estados Unidos colocaram em andamento após os atentados de 11 de setembro de 2001.

Snowden, que vive exilado na Rússia, pode ser julgado por espionagem e outras acusações nos Estados Unidos com penas de até 30 anos de prisão.

Desde setembro foi realizada uma campanha para pedir o perdão presidencial, que recebeu o apoio do investidor George Soros e do diretor-executivo do Twitter, Jack Dorsey.

Seus advogados tentam conseguir a clemência antes que Obama entregue o poder em janeiro ao republicano Donald Trump, que criticou Snowden durante a campanha. "Penso que é um total traidor e o trataria severamente", declarou o magnata.

Snowden insiste que voltaria aos Estados Unidos se permitissem que ele explicasse ante um juri por que vazou a informação, mas a acusação de espionagem que pesa contra ele não permite esta possibilidade.

O ex-consultor da inteligência americana declarou nesta semana que não esperava o perdão de Barack Obama.

A Agência Federal de Segurança nos Transportes dos Estados Unidos (NTSB), que assumiu a liderança da investigação sobre o acidente com um balão no Texas que deixou 18 mortos no sábado, pediu ao público que forneça vídeos ou fotos do incidente.

A identificação das vítimas deste que foi um dos piores acidentes com balões da história será "um longo processo", informou o gabinete do xerife do condado de Caldwell em um comunicado.

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"Nosso objetivo não é resolver isso nesta semana", declarou Robert Sumwalt, um funcionário da NTSB em entrevista a repórteres no Aeroporto Nacional Reagan, em Washington.

"Nosso objetivo enquanto estivermos na cena (do acidente) é recolher as provas perecíveis - informações que vão desaparecer com o passar do tempo", e finalmente determinar "por que isso aconteceu, para que possamos evitar que ocorra novamente".

A Administração Federal de Aviação (FAA) e o Escritório Federal de Investigação (FBI) estão ajudando na investigação.

O NTSB enviou no sábado uma equipe de especialistas técnicos de Washington para o lugar do acidente, onde eles primeiro irão examinar a região a pé e observar "três elementos: o humano, a máquina e o meio ambiente", explicou Sumwalt.

"O que isso realmente significa é que nós estamos olhando para o funcionamento do balão, (a ação) do piloto, a empresa que operava o balão", disse.

O balão pegou fogo e caiu logo após o amanhecer nos arredores da cidade de Lockhart, cerca de 50 quilômetros ao sul de Austin, informou a FAA em um comunicado.

Sumwalt confirmou que as 16 pessoas que estavam a bordo morreram. As autoridades não informaram o nome da empresa que operava o balão e também não divulgaram o nome das vítimas.

O clima não parece ter sido um problema, já que as temperaturas estavam moderadas e o vento estava fraco.

Moradores da região especularam que o balão, visto flutuando em baixa altitude, pode ter atingido uma linha de alta tensão que passa pelo campo.

"Eu não vi a queda do balão. Ouvi apenas o barulho. Ouvi o barulho e então a primeira coisa que vi foi uma bola de fogo", contou Margaret Wylie, de 66 anos, que presenciou parcialmente o acidente, à rede de televisão TWC News austin.

Colisões com linhas de energia são uma das principais causas de acidentes de balão de ar quente.

Entre 1964 e 2013, a NTSB investigou 760 acidentes de balões, dos quais 67 tiveram desfecho fatal.

Em 8 de agosto de 1993, seis pessoas morreram perto de Aspen, no Colorado. Seu balão bateu em uma linha de transmissão elétrica, e a cesta se soltou a 30 metros do solo.

Em maio de 2014, na Virgínia, outro balão pegou fogo, depois de se chocar contra uma linha de alta tensão. Três pessoas morreram.

Várias pessoas morreram em um incidente com um balão com 16 pessoas a bordo, neste sábado (30), no Texas - anunciaram autoridades americanas, acrescentando que, aparentemente, não há sobreviventes.

"Temos um certo números de mortos", afirmou o chefe da equipe de investigação da Agência Federal de Segurança nos Transportes (NTSB, na sigla em inglês), Erik Grosof, em breve entrevista coletiva concedida no local do acidente.

Segundo ele, o FBI ajudará na investigação, devido ao "importante número de perdas humanas".

O acidente aconteceu às 7h40 locais (9h40, horário de Brasília), quando o balão caiu em um campo próximo à localidade de Lockhart, 50 km ao sul de Austin, de acordo com um comunicado da Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês).

"Um grande balão transportando ao menos 16 pessoas caiu nesta manhã em um campo próximo a Lockhart, Texas, depois de ter se incendiado em voo", informou a FAA, que também enviou uma equipe de investigadores ao local.

Em nota divulgada no Twitter, a Polícia de Lockhart informou que "até este momento parece que não há sobreviventes".

"Os investigadores estão determinando o número e a identidade das vítimas", afirmou o gabinete do xerife do condado de Caldwell.

"Quando os socorristas e agentes policiais chegaram ao local, observou-se claramente que o fogo era da cesta do balão", acrescentou.

Em nota, o governador do Texas, Greg Abbott, ofereceu seus pêsames aos familiares das vítimas.

Várias testemunhas entrevistadas pela emissora de televisão local KYTX contaram ter visto "uma grande bola de fogo". Um deles, Don Schule, relatou ter ouvido "duas explosões, como de disparos".

Se o balanço de 16 mortos for confirmado, será o pior acidente envolvendo um balão já ocorrido nos Estados Unidos.

Entre 1964 e 2013, a NTSB investigou 760 acidentes de balões, dos quais 67 tiveram desfecho fatal.

Em 8 de agosto de 1993, seis pessoas morreram perto de Aspen, no Colorado. Seu balão bateu em uma linha de transmissão elétrica, e a cesta se soltou a 30 metros do solo.

Em maio de 2014, na Virgínia, outro balão pegou fogo, depois de se chocar contra uma linha de alta tensão. Três pessoas morreram.

Um balão caiu no pátio do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, por volta das 23h de quarta-feira (11). Em vídeo feito por um funcionário de manutenção de aeronaves que preferiu não se identificar, é possível ver o objeto próximo a aviões comerciais estacionados e pegar fogo ao atingir o chão.

"O balão era grande, maior que a picape utilizada pelo pessoal da segurança. Foi preciso dois carros e cinco homens para conseguir apagá-lo. Não é muito comum cair dentro do aeroporto. Geralmente eles são vistos do aeroporto, mas caem pelas redondezas", Disse o funcionário.

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Segundo o aeroporto, o balão caiu entre os terminais 1 e 2, mas não prejudicou pousos nem decolagens e não trouxe risco aos passageiros. "Foi instaurado um procedimento normal de segurança e o objeto foi apagado e retirado do local", informou.

Dados fornecidos por voluntários no portal do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) indicam 165 casos de balões perto de aeroportos em São Paulo de 1º de janeiro a 11 de novembro deste ano. O último registro é de 26 de outubro no bairro Jardim Presidente Dutra, ao lado do Aeroporto de Cumbica.

Um acidente de balão na Capadócia, na Turquia, deixou 20 pessoas feridas nesta sexta-feira, entre elas, um brasileiro. Segundo o diretor do distrito médico da região, Rahim Unlubay, ninguém ficou ferido gravemente.

Nove pessoas já foram liberadas do hospital e os demais devem sair em breve. Entre os demais turistas estão 14 chineses, dois norte-americanos, dois gregos, além de um turco.

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De acordo com a agência de notícias turca DHA, o balão de ar quente caiu depois de ser atingido por fortes ventos e bater em um fio elétrico. Fonte: Associated Press.

Um americano e um russo bateram um recorde mundial de voo em balão, após percorrer 10.696 km em uma travessia que começou no Japão no dia 25 de janeiro e terminou este sábado (31) no mar, em frente à costa mexicana, anunciaram os organizadores da façanha.

O americano Troy Bradley e o russo Leonid Tiukhtyaev fizeram uma descida controlada na costa da península da Califórnia, perto da cidade mexicana de La Poza Grande, depois que uma inesperada mudança de vento os forçou a buscar uma opção "mais prudente" do que pousar na costa leste americana.

"As autoridades mexicanas estão cooperando plenamente com a Guarda Costeira (americana) para recuperar o balão. Acreditamos que poderão levar a cápsula para a costa", explicaram os organizadores em um comunicado.

A odisseia de Bradley e Tiukhtyaev a bordo da cápsula denominada "Two Eagles" (Duas Águias) se estendeu por 160 horas e 37 minutos. Segundo um comunicado, o fato de os dois aeronautas não terem conseguido descer o balão em terra firme não deve invalidar o recorde obtido.

"Um pouso no mar é aceitável, segundo as regras internacionais que regem os recordes mundiais", explicaram os organizadores da travessia no texto.

A viagem começou no Japão e superou amplamente o recorde de distância percorrida por um balão de ar, que era de 8.467 quilômetros e o de duração de um voo em balão, que era de 137 horas, 5 minutos e 50 segundos.

O americano Bradley, de 50 anos, e o russo Tiukhtyaev, de 58, tinham planejado pousar na fronteira entre Estados Unidos e Canadá, se deslocaram até a Baixa Califórnia para evitar as altas pressões que predominam na costa leste americana na temporada de inverno no hemisfério norte.

A dupla é a primeira a tentar cruzar o Pacífico em balão desde 1981. O recorde anterior de distância percorrida em um balão aerostático foi batido em 1981 pelo "Double Eagle V", o primeiro a cruzar o oceano Pacífico de Nagashima (Japão) até o nordeste da Califórnia (EUA).

Três anos depois, quatro aeronautas a bordo do "Double Eagle II" fizeram aquele que até este sábado era o voo em balão de maior duração, ao cruzar em pouco mais de 137 horas o oceano Atlântico, saindo do Maine, no nordeste dos Estados Unidos, até Paris, França.

O balão que fez o trajeto concluído neste sábado (31) foi chamado "Two Eagles" em homenagem aos seus antecessores. A cápsula não pressurizada de fibra de carbono que transportou Bradley e Tiukhtyaev pesa 100 quilos e tem uma área menor do que a de uma cama de casal. Os dois aeronautas dividiram este espaço exíguo com aparelhos eletrônicos e a comida congelada que levaram na viagem.

Um incêndio causado pela queda de um balão destruiu oito mil metros quadrados de mata na Floresta Nacional (Flona) de Ipanema, unidade de conservação federal, em Iperó, região de Sorocaba, neste domingo, 7. Os danos só não foram maior porque os brigadistas da unidade, auxiliados por funcionários e voluntários, bloquearam e apagaram as chamas. Eles usaram tratores e veículos com tanques para controlar o fogo. A floresta é administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

As chamas atingiram árvores e vegetação rasteira numa área próxima dos sítios históricos com ruínas de fornos construídos por Afonso Sardinha no século 16, numa das primeiras tentativas de fundir ferro em território brasileiro. O fogo foi contido antes de atingir as áreas mais preservadas da floresta, com remanescentes de Mata Atlântica.

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De acordo com a administração da Flona, brigadistas viram quando o balão, com cerca de dez metros de altura, se aproximava do local. Eles acompanharam a queda e agiram rapidamente. A Polícia Civil de Iperó vai investigar a soltura do balão, considerada crime ambiental.

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O plano da Google de oferecer serviço de internet a partir de balões começou a mostrar resultados no Brasil. É que a companhia completou duas semanas de testes do Projeto Loon nos municípios de Teresinha e Campo Maior, no Piauí. Por lá, estudantes do 9º ano da escola municipal Linoca Gayoso Castelo Branco assistiram aulas de geografia com o auxilio do “roteador voador” pela primeira vez.

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O balão da Google sobrevoou a região e transmitiu sinal 4G para uma antena instalada sobre o telhado da escola. Desta forma, os estudantes puderam acessar ferramentas online como a Wikipedia e o Google Earth.

Esta foi a primeira vez em que o Projeto Loon usou a tecnologia 4G para conectar pessoas por meio dos balões. Participaram da iniciativa a provedora de internet Vivo e a Telebras, responsável pela infraestrutura de Telecom no País.

O ministro das comunicações, Paulo Bernardo, acompanhou o lançamento dos balões e disse que o "governo federal considera prioridade o avanço do uso da internet em todas as camadas da população e em todas as regiões do Brasil”.

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