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A Campanha Bicicleta Segura, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot), chama a atenção para o Dia do Ciclista, comemorado nesta segunda-feira (19). O presidente da Sbot, Moisés Cohen, disse que a campanha visa a orientar as pessoas na prevenção de lesões em acidentes envolvendo bicicletas. Somente no ano passado, 11.741 brasileiros foram internados por envolvimento em acidentes com bicicleta, gerando custo superior a R$ 14 milhões ao Sistema Único de Saúde (SUS), informou Cohen. A campanha será desenvolvida até o fim deste mês.

Ele lembrou que aumentou muito a prática do ciclismo nas grandes cidades, motivada pelo baixo custo, a  rapidez, praticidade, saúde e preocupação ambiental. Por outro lado, pelo fato de as cidades, em sua maioria, não terem estrutura para o ciclismo e também porque as pessoas não têm orientações para entender a bicicleta como um esporte, a atividade pode acabar trazendo problemas. O ciclista “deve estar paramentado, ou seja, com capacete, que é algo fundamental, e obedecer às regras”, disse o ortopedista.

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Conscientização

“Acho que essa orientação, essa conscientização é importante, baseada no aumento das lesões que os ortopedistas têm encontrado”. Um trauma no crânio, como resultado de uma queda de bicicleta, por exemplo, pode representar risco para o ciclista. Moisés Cohen informou que as fraturas mais comuns quando o ciclista cai da bike são da clavícula, na região do ombro. “A articulação do ombro é aquela que é mais comprometida nas quedas. E a Sbot vive alertando para isso”.

Para evitar que fraturas e outras lesões aconteçam, a entidade recomenda que os ciclistas se protejam, tomem cuidado e andem em lugares adequados, com bicicletas também adequadas. “Acho que essa é uma campanha importante para a conscientização da população”, reforçou. A campanha é online e cada regional da Sbot tem liberdade para divulgá-la da forma que preferir.

Cohen alertou que não há no Brasil dados referentes a ciclistas que ficaram com sequelas irreparáveis e que, “muito provavelmente”, incluem traumas na cabeça, coluna, pernas e braços, que resultaram em afastamento do trabalho, perda da capacidade de realizar tarefas simples do dia a dia e, até mesmo, pedalar.

Segundo a Sbot, a cada dois dias, pelo menos um ciclista internado em hospital público de São Paulo morre vítima de acidente de trânsito. As principais causas de acidentes são embriaguez de motoristas de automóvel, desrespeito às leis de trânsito e bicicletas no mesmo espaço que outros veículos.

Motoristas

A campanha não se prende apenas ao ciclista. O presidente da Sbot ressaltou que, indiretamente, a campanha é mais importante para o motorista de automóveis, ônibus e caminhões, porque os acidentes graves que ocorrem nas cidades são principalmente causados por esses condutores de veículos. Os acidentes são de grande monta e, geralmente, ocorrem à noite, vitimando em especial ciclistas que pedalam em grupo. “Você tem os dois lados: o lado da queda casual e o lado dos acidentes que trazem, geralmente, consequências muito mais sérias”.

A campanha visa a estimular a população a agir com cidadania e segurança. Entre as recomendações feitas pela Sbot aos ciclistas estão o respeito às leis de trânsito; o uso das ciclovias; o cuidado ao passar por carros estacionados; a circulação sempre do lado direito da via, próximo ao meio-fio e no mesmo sentido dos veículos. Além disso, respeito, atenção e prevenção são palavras-chave para quem usa a bicicleta diariamente, lembra a entidade.

As dicas de segurança incluem equipamentos (usar sempre capacete, luvas e óculos); iluminação (usar sempre luz branca na frente e vermelha atrás); velocidade (andar em uma velocidade compatível à via); não ultrapassar o sinal vermelho; usar sempre calçados fechados para pedalar; e seguir a orientação ergonômica para evitar possíveis problemas no joelho.

Dia do Ciclista

O Dia do Ciclista é celebrado em 19 de agosto e homenageia o biólogo Pedro Davison, que morreu atropelado em 2006, em Brasília, aos 25 anos de idade, enquanto pedalava no Eixão Sul, via expressa da capital federal, que é fechada ao tráfego de veículos aos domingos para se transformar em área de lazer. A data entrou no calendário oficial do país. Sua aprovação tem o objetivo de estimular o uso da bicicleta, a cidadania e a mobilidade sustentável e plural, além de criar novas oportunidades para promover a educação para a paz no trânsito.

A Polícia Civil prendeu um suspeito de roubo após ele deixar cair o currículo no local do crime. O jovem de 20 anos foi detido na última quarta-feira (14) no bairro de Boqueirão, em Curitiba-PR.

O homem é acusado de roubar uma bicicleta avaliada em mais de R$ 7 mil. A bicicleta havia sido roubada no último dia 8 de agosto no município de São José dos Pinhais-PR.

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Os policiais chegaram até o suspeito após a vítima relatar ter visto sua bicicleta sendo vendida por R$ 1,4 mil em um site de compra e venda. O veículo possuía um sistema de rastreamento que informava o seu local exato.

No momento do roubo, o suspeito deixou cair uma pasta com diversos documentos, entre eles um currículo, o que facilitou a comprovação da autoria do crime. O homem foi autuado por roubo e a bicicleta, recuperada.

 

Um jovem trabalhador, identificado como Robson Ferreira dos Santos, 26 anos, teve seu pequeno depósito de água arrombado na madrugada desta última sexta-feira (2). A bicicleta de carga, único meio de transporte dos garrafões de água mineral, foi levada na ação.

O roubo aconteceu na avenida Aníbal Benévolo, no Alto Santa Terezinha, Zona Norte do Recife. Robson salienta que esse é o único meio de sustento de seus três filhos e de sua esposa. "Para muitos é nada, mas para mim é muito", ressalta. A vítima afirma que fez um Boletim de Ocorrência na Delegacia do Alto do Pascoal, também na Zona Norte da capital pernambucana.

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Em nota, a Polícia Civil informou que está investigando o furto praticado por elementos ainda desconhecidos. O órgão afirma que as investigações seguirão até a completa elucidação do ocorrido.

Chegou ao fim o serviço de bicicletas e patinetes elétricos compartilhados da Yellow no Recife. Em nota, a Grow, empresa responsável, confirmou que a decisão e revelou que condições econômicas motivaram o término das operações na capital pernambucana. No início desta semana, usuários relataram que os veículos não apareciam no aplicativo.

O comunicado apontou "razões técnicas e operacionais, que tornaram a atuação da empresa inviável economicamente". Desse modo, a marca Yellow encerrou as atividades, em menos de seis meses de participação no mercado pernambucano.

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A marca tentou conquistar o público local e chegou a reduzir o valor do serviço no início de julho. Entretanto, esbarrou em questões como a demora para ser regulamentado e periculosidade -visto que diversos acidentes ocorreram ao redor do mundo.

A Grow afirmou que vai ressarcir os usuários que compraram créditos e não utilizaram. O valor será estornado aos que possuem cartão de crédito. Já os que contrataram o serviço em pontos de venda ou não possuem cartão, devem entrar em contato através do suporte para que os valores sejam transferidos.

Há a expectativa que a Serttel assuma a operação e continue oferecendo o aluguel de modais compartilhados na região. A empresa enviará um projeto à Prefeitura do Recife.

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A ciclorrota localizada da Rua da Aurora, no Recife, sofre com a falta de manutenção. Por toda a extensão da estrutura dedicada à circulação de bicicletas, acumulam-se buracos, além de outros problemas, trazendo risco a ciclistas e pedestres.

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 O trecho de cerca de um quilômetro é parte do Eixo Cicloviário Camilo Simões, que liga Olinda ao centro do Recife. Entre os problemas encontrados pela reportagem do LeiaJá está até uma árvore caída há vários dias, atrapalhando a passagem dos ciclistas que usam estrutura.

 A árvore caiu durante as chuvas da última quinta-feira (13), mas continuava lá, derrubada e intacta, ainda na terça (18). Na quarta de manhã, a planta caída foi podada, mas não removida. Isso se deu porque quem cuidou de tentar amenizar o problema foi o grupo de pessoas que ocupa como moradia o coreto localizado ao lado, não os órgãos competentes.

Uma tampa localizada em frente à quadra da orla da Rua da Aurora está quebrada (veja no vídeo abaixo) desde o Carnaval deste ano, no começo de março, segundo relatos de usuários da ciclorrota e da quadra colhidos em diferentes dias. A reportagem ouviu relatos também de carros da guarda municipal e da Polícia Militar transitando pela faixa destinada ao uso compartilhado de ciclistas e pedestres.

Entre os vários buracos, um já tomou mais da metade da ciclovia e continua crescendo. Outros são resultados de intervenções de manutenção que ficaram pela metade, como é possível conferir na galeria de fotos acima. 

Assista no vídeo um rápido passeio pela ciclorrota mostrando o estado da estrutura:

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 A responsabilidade pela manutenção da estrutura é, de acordo com a Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer - que construiu o eixo cicloviário - e com a Emlurb (Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife), da CTTU (Autarquia de Trânsito e Transporte Urbanos do Recife). Questionada pelo LeiaJá sobre com qual frequência são feitos serviços de manutenção no trecho, a assessoria da autarquia afirmou através de nota que "Regularmente monitora o equipamento e, havendo necessidade, o trecho é incluído no cronograma de ações". O órgão também afirma que a população pode enviar denúncias de problemas na estrutura para o e-mail da Ouvidoria Geral do Município pelo endereço ouvidoria@recife.pe.gov.br.

Leia a nota na íntegra:

"A Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) informa que o Eixo Cicloviário Camilo Simões é uma obra do Governo do Estado de Pernambuco, cuja manutenção é feita pela Prefeitura do Recife. Regularmente, a CTTU monitora o equipamento e, havendo necessidade, o trecho é incluído no cronograma de ações para equipe de sinalização realizar a manutenção necessária no trecho do equipamento compreendido em Recife. A CTTU esclarece que o cidadão pode enviar sugestões e demandas para o e-mail da Ouvidoria Geral do Município pelo endereço ouvidoria@recife.pe.gov.br.

Leiajá também

--> Uma ciclovia feita para os carros

Fátima Bernardes e Túlio Gadêlha revolveram passar o final de semana juntos em Brasília. Neste domingo (9), o casal aproveitou o tempo livre da agenda de compromisso e se divertiu pelas ruas da cidade em um passeio de bicicleta. No Instagram, o deputado federal compartilhou vídeos da namorada.

"É pra cá mesmo? [...] Tá um calor da gota serena", disse Fátima, nos conteúdos publicados pelo pernambucano na função dos Stories. Juntos desde novembro de 2017, Fátima Bernardes e Túlio Gadêlha realizaram recentemente uma postagem especial em homenagem ao relacionamento.

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No último dia 3, o parlamentar divulgou fotos da apresentadora do "Encontro" de biquíni contemplando as belezas naturais de Porto de Galinhas, no litoral sul de Pernambuco, citando um trecho da música "Dona da Minha Cabeça", do cantor Geraldo Azevedo.

Confira:

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Incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte tornou-se uma das prioridades do Plano de Metas revisado em abril pela gestão Bruno Covas (PSDB), que espera chegar ao final do ano que vem com 677 quilômetros de vias em bom estado para pedalar. Serão 173 quilômetros novos e 310 quilômetros recauchutados, ou 61% do total existente de 504 quilômetros.

O plano cicloviário será discutido em audiências até junho. Em 2020, se tudo ocorrer como planejado, as ciclovias representarão 3,4% da rede viária - aumento de menos de 1 ponto porcentual em relação ao que representam hoje, 2,5% do total. No dia 30 de maio, a diretora de Planejamento e Projetos da Companhia de Engenharia e Tráfego (CET), Elisabete França, que coordena os planos Cicloviário e de Segurança Viária (Vida Segura), participa do Summit Mobilidade realizado pelo jornal O Estado de S. Paulo.

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Seguindo a mesma lógica de comparar a malha de ciclovias com o total de vias para carros, o economista Miguel Jacob, mestre em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e que integra a equipe de políticas públicas da empresa 99, elaborou um ranking das cidades brasileiras mais cicláveis.

Com base em dados do OpenStreetMap, ele analisou a situação dos centros urbanos com mais de 200 mil habitantes, totalizando 128, que concentram mais da metade da população urbana do país (82 milhões de habitantes).

Para cada um deles, foi feita a relação de proporção de quilômetros de ciclovias para cada 1.000 km de vias para carros. O melhor desempenho foi de Praia Grande, onde ciclovias e ciclofaixas representam 7,8% do sistema. Belém aparece em segundo lugar, com 6% e Fortaleza em terceiro, com 5,7%. São Paulo figura na 12.ª posição, com 3,9%, acima dos números oficiais da prefeitura. Quase 20 municípios não atingiram a marca de 1%.

Variáveis

Segundo o pesquisador, é baixa a correlação entre a quantidade de ciclovias e variáveis como Produto Interno Bruto (PIB) per capita, frota de veículos e declividade média, sendo um pouco maior quando se analisa população, densidade urbana e Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) - de modo geral, há mais vias cicláveis conforme esses números se elevam.

No ano passado, o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) divulgou uma pesquisa que dimensiona o potencial do uso de bicicletas. Uma as principais conclusões é que, se a população trocasse as viagens realizadas de automóvel e ônibus pelos pedais sempre que possível, seria possível ter um acréscimo de até R$ 870 milhões no PIB paulistano por ano. Cada indivíduo também economizaria cerca de R$ 214 mensais com a troca em dias úteis.

SUMMIT MOBILIDADE 2019

Dia 30 de maio, das 8h às 16h30 na Casa das Caldeiras (Avenida Francisco Matarazzo, 2.000, Água Branca, São Paulo). Ingressos custam R$ 299 até 14 de maio e R$ 399 na sequência.

Mais informações em https://estadaosummitmobilidade.com.br/

Uma indiana de 30 anos - mãe de seis filhos - foi submetida a uma cirurgia, nessa terça-feira (14), para a retirada de uma manopla de bicicleta que estava há dois anos em sua região pélvica. Para a procedimento de quatro horas, foram necessários 19 profissionais. 

Após sentir fortes dores no estômago, ela foi ao 'MY Hospital', em Indore, na índia Central. Na unidade, após realizar exames, foi comprovada a presença do objeto ocupando seu útero, intestino delgado e bexiga. Além das perfurações, ela apresentou um grave quadro de infecção e não poderá mais ter filhos.

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A paciente revelou que a manopla foi introduzida pela vagina quando o marido estava bêbado. "Ele advertiu que a esposa não deveria contar para ninguém", declarou Sonia Moses, uma das profissionais que realizou o procedimento, de acordo com o Extra.

 

Final de semana de muita adrenalina para o público apaixonado por manobras radicais. A cidade de Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, recebe neste domingo (28) a 3ª Etapa do Circuito Pernambucano de Bicicross BMX2019. As disputas acontecem em Aldeia, no Km 10, antigo Jipódromo e a entrada é gratuita.

A expectativa dos organizadores é que o desafio reúna ao menos 100 pilotos de Pernambuco, João Pessoa, Alagoas, Natal e Ceará. O ciclismo BMX surgiu na Califórnia (Estados Unidos) em 1968. Sua origem está relacionada como uma espécie de adaptação do Moto Cross para bicicletas. Nos Jogos Olímpicos de 2016 que aconteceu no Brasil, Estados Unidos e Colômbia se destacaram no Ciclismo BMX.

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A pista do CT de Aldeia em Camaragibe tem cerca de 350 metros de extensão, é muito  irregular, com presença de muitos obstáculos e dificuldades (lombadas, rampas, morros, curvas acentuadas, valetas e ondulações) que devem adicionar muita emoção a competição.

A programação prevê treinos livres a partir das 10h de domingo (28), com a primeira largada acontecendo  as 10h30 e durante todo o dia serão disputadas 18 categorias, com pilotos profissionais e amadores.

Da assessoria de imprensa

Uma turista paranaense que passeava na orla do Arpoador, no Rio de Janeiro, conseguiu registrar o momento em que teve o celular furtado. Enquanto ela gravava um vídeo da viagem, um homem de bicicleta passou e levou o aparelho.

Os Guardas do Grupamento Especial de Praia (GEP) conseguiram localizar o celular através do rastreador, que apontou a Rua da Conceição, no Centro da cidade, como destino. No local, dois suspeitos estavam com o aparelho, eles foram detidos, mas não eram os autores do furto.

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Após a prisão e o celular devolvido à dona, todos foram conduzidos à delegacia, onde foi realizado o boletim de ocorrência, apontou O Globo.

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Em menos de 24 horas a vida de Carlos André dos Santos Lopes, de 19 anos, virou de ponta cabeça. Natural de Maceió, em Alagoas, o jovem, que é deficiente físico, foi fotografado ao realizar a entrega de comida por um serviço de aplicativo e o registro viralizou nas redes sociais.  

Na imagem, André aparece de costas carregando a bag (bolsa térmica) do ‘Uber Eats’ e apesar da limitação física, faz as entregas de bicicleta. O registro foi publicado no Instagram pelo usuário Fellipee Amorim e logo compartilhado por milhares de internautas.

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"Hoje me deparei com essa cena na portaria do meu ap, algo que nos faz pensar 1.000 coisas... quantas desculpas criamos em nossas cabeças? quantas vezes esperamos as condições perfeitas para iniciar algum projeto? Quantas vezes reclamamos da vida? São nessas horas que vemos que não temos do que reclamar!", diz um trecho da publicação.

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Não foi preciso nem um dia para que a história de André chegasse aos usuários da rede social que prontamente decidiram ajudar o garoto. Após a repercussão positiva da batalha diária do entregador, ele decidiu fazer uma "vaquinha online".

O deficiente físico que faz entregas de bicicleta conseguiu arrecadar rapidamente R$ 30 mil para comprar um veículo automático e passar a fazer as entregas com mais conforto. Apesar de ter batido a meta da campanha, o site continua recebendo as doações e os interessados podem entrar neste link para que ajudar o André.

Carlos André perdeu uma das pernas aos cinco anos e foi no esporte que passou por momentos de muita vitória na vida. Foto: Reprodução/Instragram

Em entrevista exclusiva ao LeiaJá, ele contou que precisou amputar a perna ainda muito jovem, aos cinco anos de idade em decorrência de um câncer grave. "Era maligno e atingiu a minha perna esquerda. Descobri a notícia após um exame e foi um choque. Tive que amputar a perna porque a doença estava muito agressiva e até fiz a quimioterapia no hospital", resumiu.

Apesar de uma série de dificuldades como deficiente físico, André nunca pensou em desistir e precisou se acostumar com a ideia de não ter uma perna ainda muito cedo. Em 2010 entrou para o mundo do esporte e foi nele que encontrou momentos de glória e muita felicidade na vida.

Ele praticou a modalidade de basquete de cadeira de rodas por muitos anos, em campeonatos nacionais e regionais. "Até ganhei troféu de um dos melhores jogadores de uma competição em Manaus, fiquei entre os cinco mais habilidosos", relembrou o jovem, orgulhoso de sua trajetória.

Em 2019, após um tempo longe da atividade esportiva, ele ficou um tempo em casa e pedalava para se distrair por Maceió e em um desses momentos de lazer observou uma grande quantidade de entregadores que faziam o serviço de bicicleta.

"Não sabia que as pessoas podiam pedir comida pelo Uber e logo após descobrir, me interessei. Pouco tempo depois vi um anúncio da empresa no Facebook e pesquisei mais se eu poderia participar também", disse.

"Eu fiquei muito surpreso pela repercussão. Não acreditava que poderia ser tão amplo e motivador por fazer minhas atividades em formas de terapia". Foto: Reprodução/Instragram

Para André, era o misto de uma atividade que pudesse praticar a fisioterapia e também ganhar um dinheiro extra. E assim ele começou a fazer entregas de bicicleta pela cidade.

Após três dias do início de seu novo trabalho, na sexta-feira (12), ele foi surpreendido com uma avalanche de mensagens em sua rede social. Ele tinha 250 seguidores e em poucas horas já colecionava mais de cinco mil pessoas no Instagram. A foto em que André aparecia comoveu não só os alagoanos, como pessoas de todo o Brasil.

"Eu fiquei muito surpreso pela repercussão. Não acreditava que poderia ser tão amplo e motivador por fazer minhas atividades em formas de terapia. Comecei a fazer isso por ter um tempo livre e a vontade de andar de bicicleta. A deficiência não me atrapalha em nada na questão do trabalho até porque eu estou fazendo algo que eu gosto que é pedalar e ainda posso complementar minha renda", contou.

O atleta e jogador de basquete não esconde a felicidade após conseguir arrecadar a quantia necessária para comprar um carro automático. "Vou poder trabalhar mais ainda e terminar meus estudos, investir na minha casa e contribuir com a minha família", pontuou André, que agradeceu a publicação do Fellipe pela oportunidade de contar um pouco de sua história.

Taxistas pretendem voltar a paralisar o trânsito da região Central do Recife, na próxima segunda-feira (8). O ato marcado para às 6h, será concretado no bairro do Derby, próximo à agência do banco Bradesco, e sai em direção à Prefeitura do Recife (PCR). Diferente do ato que durou cerca de 13 horas no último 1º de abril, desta vez, a categoria vai às ruas com bicicletas e a pé, após liminar judicial que estipula multa de R$ 1 mil a cada condutor que utilize automóvel.

A reivindicação continua sendo contra a lentidão e a indefinição do prazo da PCR em efetivar a regulamentação dos aplicativos de transporte. "Tem que ter igualdade. Eles querem ter o direito, então faça as coisas dentro do direito", declarou o diretor da Cooperativa de Taxistas de Shopping (Coopershopping) Wellington Lima. 

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De acordo com o diretor, uma reunião na Secretária de Mobilidade e Controle Urbano (Semob) determinou que no dia 15 de maio vai lançar um edital de convocação das empresas de transporte por aplicativo para determinar um novo prazo para a adequação, porém, ele acredita que a indeterminação continuará. "Infelizmente, o taxista está sendo perseguido pelo poder público. Somos marginais pela intransigência de um funcionário público eleito pelo povo? A função dele e defender a população", finalizou.

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O ‘Mountain Bike’, uma modalidade mais radical do ciclismo, atrai olhares de todas as idades. Em Pernambuco, na Região Metropolitana do Recife, existem diversas trilhas para a prática do esporte.

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Os locais mais próximos são em Aldeia (que pode levar o ciclista a Paulista), Guabiraba, Igarassu, Caetés, Abreu e Lima, São Lourenço da Mata e a igreja de São Severino do Ramo, em Paudalho. Há ainda trilhas mais distantes, nas cidades do Cabo de Santo Agostinho, ao redor do açude Gurjau e em Goiana.

As diversas trilhas atraem vários ciclistas. O “Pedal VPS – Vamos Pedalar Sempre” é um grupo organizado por Fábio Silva e Gláucio Melo, que se reúne aos domingos pela manhã, para pedalar e conhecer caminhos da Região Metropolitana do Recife, que para muitas pessoas são desconhecidos.

“Uma das melhores trilhas em mata fechada que fizemos foi a do Santuário dos Três Reinos, entre a Guabiraba e Aldeia. Só dá para fazer esta a pé ou de bicicleta, o caminho é repleto de bambuzais. Em algumas partes tivemos que passar por cima e por baixo de bambus caídos no caminho, foi uma experiência maravilhosa. O ar frio e puro proporcionado pela vegetação, o cheiro de terra molhada, a sombra da mata densa, além dos rios de água mineral que são abundantes naquela área, onde dá para se refrescar com um bom banho”, comentou Fábio Silva um dos organizadores do Pedal VPS.

Cuidados e precauções

“Desde 2015 temos pedalado todos os domingos, exceto quando há situações que coloquem nossos membros em risco, em caso de chuvas intensas, por exemplo. A faixa de idade dos nossos integrantes é entre 18 e 70 anos”, comentou Fábio.

Ele ressalta a importância que os ciclistas têm de estar devidamente equipados com os seus devidos EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual), que são: capacete, luvas, óculos, camisa de manga longa com proteção UV, calça completa e tênis.

“Recomendamos nossos passeios para ciclistas que já saibam utilizar a bike. Para participar não paga nada, o pedal é gratuito, é só chegar, seguir as recomendações dos avisos e são bem-vindos. Não temos carro de apoio, então recomendamos que a pessoa tenha condicionamento físico para pedalar pelo menos 30km”, completou.

Para mais informações, acesse a página oficial do Pedal VPS no facebook, clicando aqui.

Fotos: arquivo pessoal

 

As fabricantes de bicicletas produziram 773.641 unidades em 2018, volume 15,9% superior ao de 2017 (667.363 unidades), de acordo com dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), divulgados nesta segunda-feira (14) em São Paulo.

Em dezembro, foram produzidas 21.857 unidades, volume equivalente ao do mesmo período de 2017 (21.879 unidades). Na comparação com novembro de 2018 (83.726 unidades), houve queda de 73,9%.

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Segundo o vice-presidente do Segmento de Bicicletas da Abraciclo, Cyro Gazola, a retomada nos negócios, após quatro anos em declínio, foi impulsionada pela maior oferta de produtos, preços mais competitivos e expansão da mobilidade urbana.

“Isso mostra com clareza o impacto positivo da ampliação das redes de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas nas cidades brasileiras”, disse. Ele ainda atribui ao desempenho positivo a uma redução do índice de inadimplência dos consumidores, aliada ao aumento da oferta de crédito pelas instituições financeiras.

Os volumes de bicicletas produzidos no Polo Industrial de Manaus (PIM) em 2018 foram distribuídos para comercialização para as seguintes regiões do País: Sudeste, com 55,4% das unidades; Sul, 19,5%; Nordeste, 14,7%; Centro-Oeste, 5,8%; e Norte, 4,6%.

Projeções

De acordo com a Abraciclo, a produção de bicicletas deve ter um aumento de 10,8% em 2019, chegando a 857.000 unidades.  

Segundo Gazola, a expectativa está baseada nas mudanças e implantação de novas medidas na economia, que podem ocorrer com o novo governo, além da continuidade dos lançamentos de bicicletas de maior valor agregado.

De acordo com o executivo, o mercado percebe e responde positivamente à melhoria contínua da tecnologia, qualidade e gama de oferta dos produtos e marcas nacionais, que têm preços mais acessíveis aos consumidores.

“Com a redução do endividamento das famílias, devem ser retomadas as compras planejadas, tendo, ainda, o apoio do varejo na oferta de crédito mais acessível. Esses fatores podem levar a uma aceleração da demanda já no primeiro semestre do ano”, finalizou.

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, adotou o hábito de pedalar que marcou os últimos anos da ex-presidente Dilma Rousseff no poder. O jornal O Estado de S. Paulo flagrou neste domingo, dia 13, o vice-presidente pedalando em Brasília, na rota entre o Palácio do Jaburu, onde mora com a mulher, Paula Mourão, e o Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente Jair Bolsonaro.

Mourão saiu do Jaburu pela manhã com a mulher em bicicletas nacionais Caloi, do modelo Montana Hard Trail, que têm custo de cerca de R$ 600 cada, fabricadas em Manaus (AM). Fundada por um italiano em São Paulo, a empresa atualmente pertence à canadense Cannondale.

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Mourão usava joelheiras pretas, shorts e uma camiseta do encontro de paraquedistas do Exército na região Amazônia da Cabeça do Cachorro, além de óculos de sol. O casal vice dispensou equipamentos de proteção.

Dilma pedalava bicicletas importadas da marca norte-americana Specialized, entre elas a Expedition Sport Low. As bicicletas de Dilma eram de modelo feminino e mais confortáveis, para uso urbano. O preço fica entre R$ 2 mil e R$ 3 mil no País. A ex-presidente costumava pedalar usando abrigo com bandeira no Brasil, capacete e luvas, além de óculos escuros.

Mourão fez parte da rota de Dilma, mas entrou também nos jardins do Alvorada. Ele despertou a atenção dos turistas. O casal foi acompanhado de perto por seguranças militares. O vice-presidente comentou a prisão do italiano Cesare Battisti, que estava foragido do Brasil e foi detido na Bolívia pela Interpol: "Missão cumprida".

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O fenômeno das ‘bikes’ vem crescendo cada vez mais no Brasil. Tornou-se comum visualizar pessoas realizando pedaladas coletivas, nos grandes centros urbanos do País. Mas não só para lazer que as bicicletas estão sendo usadas. O número de pessoas que estão trabalhando nas chamadas ‘bike-delivery’ está crescendo consideravelmente.

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Como o próprio nome sugere, os bike-deliverys são entregadores que, ao invés das tradicionais motos, usam a bicicleta como veículo de entrega dos produtos. Para muitos profissionais, a função vem sendo a forma de contornar a crise financeira que o País se encontra.

Na prática, a empresa responsável pelo app se vincula a restaurantes e começa a receber cadastros de ciclistas interessados em realizar as entregas. Depois de aprovados para desempenhar o serviço, os donos das bikes recebem as informações da ferramenta sobre onde há produtos para serem pegos e depois levados aos clientes finais dos restaurantes; a taxa repassada aos ciclistas por entrega custa a partir de R$ 6,50.

Nizroque Silva de Oliveira ficou desempregado em meados de maio de 2018. Durante um período conseguiu se manter com o seguro desemprego, porém, com o término do auxílio, ele se viu em sua situação complicada. Resolveu então ouvir a indicação de um amigo e se tornou um dos tantos bike-deliverys que atuam na Região Metropolitana do Recife. “Acabei ficando desempregado e já observava alguns amigos meus fazendo esse tipo serviço, tinha achado muito interessante. Com o término do seguro desemprego, eu resolvi entrar e me adaptei muito bem”, conta. Hoje, ele consegue uma renda exta em torno de R$ 450 mensais.

Além de fazer viagens por meio de aplicativos de entrega nos dias de semana, o rapaz de 34 anos trabalha em local fixo nos fins de semana – também como entregador. Atualmente, a função é sua única fonte de renda. “Trabalho na função há uns dois meses, no aplicativo estou há 14 dias. É desse serviço que sobrevivo, que consigo renda para sanar minhas necessidades mais básicas”, comenta. Nizroque ainda destaca outro fator que o faz gostar muito do serviço que presta. “Eu amo fazer atividades físicas, pedalar, estar sempre em movimento. É algo que me fez gostar mais deste trabalho”, exalta.

Além de ser mais uma alternativa para quem se encontra desempregado, o delivery de bicicleta pode ser um grande auxílio para quem quer compor a renda. Renato dos Santos, de 18 anos, está cursando o primeiro ano do ensino médio. Para ajudar a mãe e poder ter sua independência financeira, ele ingressou na função. “Eu faço cerca de 10 entregas por dia, dá para tirar uma coisinha legal. A renda eu uso para minhas necessidades e posso ajudar minha mãe em casa, já que moramos eu e ela”, explica o jovem. O estudante relata que é tranquilo conciliar as duas tarefas. Segundo ele, a rotina de descansar pela manhã, pedalar à tarde e focar nos estudos à noite é muito bem administrada. 

Ambos os entrevistados destacam que o segredo no negócio é saber a hora certa de atuar. Segundo eles, o horário do almoço e do jantar é o momento que rende mais lucro. “Eu espero chegar o período de pico, que é o horário de almoço e fico até umas 15h. Depois de uma pausa volto no final da tarde que é quando o movimento volta a crescer”, comenta Nizroque. 

Georgia Sanches é Regional Manager da Rappi – uma das empresas precursoras do serviço no Brasil e que atua em outros países da América Latina -. Segundo a gestora, atualmente 30 mil pessoas realizam a função nos países onde a instituição atua. Para ela, o serviço é tendência mundial e deve se intensificar ainda mais. “A função vem como combate ao trânsito dos grandes centros urbanos. Tudo que você precisa, sem ter a necessidade de você sair de casa para ter isso. Não precisa pegar trânsito e nem se arriscar ou ter um custo de modalidade”, comenta.

Georgia explica que o objetivo da empresa é expandir anda mais o número de funcionário de transporte alternativo. “O que a gente faz aqui é dar oportunidades para outras pessoas. Na Rappi, você precisa ter só uma bicicleta para ter mais uma renda adicional no mês”, exalta. Segundo ela, o número de pessoas que aderiram a prática e o crescimento de usuários demonstram que ação está sendo um sucesso. “O feedback é super positivo. Principalmente no Nordeste, tanto pelo número de entregadores, quanto de números de estabelecimentos parceiros e de usuários também”, finaliza. 

Nizroque Silva afirma que o sucesso dos bike-delivery ainda está no começo. O entregador diz que, pelo que vê, o serviço tem potencial para crescer ainda mais. “Na minha projeção, essa profissão tem muito que expandir, ainda tem muito a evoluir. O Brasil ainda vai ouvir falar muito dos Bike delivery”, projeta o entusiasmado entregador.

A UNINASSAU comemora, no próximo domingo (16), o aniversário de dois anos do projeto Bike Sem Barreiras, que promove saúde, lazer e bem-estar para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.  

O evento acontece na avenida Marques de Olinda, Recife Antigo, na ciclofaixa nos arredores do Marco Zero, das 9h às 16h. Às 10h30 será cortado o bolo e cantado os parabéns.  

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Além do passeio de bicicleta, os usuários poderão fazer um alongamento acessível que será ministrado pelos monitores dos cursos de Fisioterapia e Educação Física, seguido de um café da manhã e diversas atividades de lazer como: gincanas, torneio de dominó e jogos de perguntas e respostas. 

Segundo o coordenador de Responsabilidade Social da UNINASSAU, Sérgio Murilo, a comemoração é uma forma de agradecer todas as pessoas que se envolveram no projeto.  

"Estamos muito felizes com o sucesso do Bike Sem Barreiras e com tudo que alcançamos até agora. Essa comemoração é uma forma de retribuir o carinho de todos os usuários do projeto, além dos nossos parceiros e colaboradores que acreditaram no projeto", afirmou.

 

O Brasil receberá o serviço de compartilhamento de bicicletas elétricas da Uber em breve. As bicicletas da Jump, empresa adquirida pelo aplicativo em maio de 2018, devem chegar aos poucos ao país em 2019.

Apesar de ainda não ter sido divulgada uma data para a chegada do serviço, um anúncio inicial para uma provável área restrita de São Paulo deverá ocorrer em breve, segundo o Uol. A Jump já funciona em dez cidades dos Estados Unidos, tendo anunciado uma recente expansão para a Europa.

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A plataforma funciona dentro do aplicativo principal da Uber. Dentro do app, o usuário escolhe a opção "pedalar" e, então, aparecerá as bicicletas disponíveis na sua área.

O usuário pode deixar a bicicleta em qualquer lugar, não sendo necessário deixar em estações como o sistema de bicicletas do Itaú, segundo o Uol. A própria empresa pega as bicicletas ao fim do dia e faz o recarregamento. A bateria dura cerca de 60 km.

Nos Estados Unidos, 30 minutos de uso custa US$ 2, cerca de R$ 8. Após meia hora, é cobrado por minuto. Ainda não há informação sobre o preço que será praticado no Brasil.

Apesar de vandalismo e roubos serem temores da Uber, a empresa afirma que a maioria dos componentes da bicicleta são inúteis depois de retirados, até mesmo a bateria e a parte elétrica. Também são necessárias ferramentas especiais para a abertura da bicicleta.

Patinete

A Jump passou a trabalhar recentemente também com patinetes elétricos. Atualmente, eles só circulam em Santa Monica e Austin, nos Estados Unidos. O equipamento requer apenas um impulso. Depois, o usuário pode acelerar e frear com os botões no guidão. 

A Associação Metropolitana de Ciclistas do Recife - Ameciclo realiza nesta segunda-feira (15) a segunda edição do projeto "Meu Chinelo Não é Freio". A partir das 16h, cinco estarão disponíveis realizando aplicação gratuita do freio nas bicicletas dos ciclistas que geralmente não têm recursos para fazer manutenção regular das magrelas. A ação segue ate as 19h no bairro de Beberibe, na Zona Norte do Recife, no cruzamento da Avenida Beberibe com a Avenida Professor José dos Anjos.

O público-alvo são ciclistas que andam sem freio, uma vez não têm condições de fazer a troca regular do conjunto dos equipamentos, e, por isso, acabam freando colocando o chinelo no pneu traseiro. É a partir dessa situação que surge o nome do projeto.

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Caso haja necessidade, os voluntários também podem realizar instalação de outros equipamentos de segurança, como campainhas e adesivos refletivos, e fazer uma rápida revisão nas bicicletas, com troca de pedais, manoplas, selins etc, de modo gratuito. Segundo a Ameciclo, a escolha do bairro de Beberibe se deu pelo alto número de ciclistas registrados na última contagem realizada no local, em 2013, com cerca de 3,5 mil passantes durante todo o dia.

Perder uma das pernas após um assalto não foi o suficiente para que o sujeito não voltasse a praticar novos crimes na cidade de São Vicente, litoral de São Paulo. Câmeras de segurança flagraram um criminoso, sem uma perna e com as muletas na bicicleta, usada para o crime, arrancando um colar de ouro de uma idosa que passava na rua.

O suspeito flagrado roubando o colar estava na companhia de um comparsa, que não agiu diretamente no crime. A Polícia Militar informou à um portal de notícias que os dois suspeitos já haviam sido identificados (não revelaram os nomes) e que estão realizando buscas para encontrá-los.

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A PM é quem confirma a informação de que um dos suspeitos flagrados na ação perdeu uma das pernas em outro assalto praticado por ele na mesma cidade.

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