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Um candidato do concurso público para o cargo de sargento temporário do Exército Brasileiro deverá cumprir pena de um ano de reclusão, sob acusação de tentativa de fraude no certame, caracterizada por estelionato. O caso ocorreu em 2017, em Fortaleza, segundo informações do Superior Tribunal Militar (STM); de acordo com as investigações, o acusado, na condição de segundo colocado no processo seletivo, ligou para o então primeiro colocado se passando por um militar da comissão do concurso e comunicou uma informação falsa.

Segundo o STM, no telefone à vítima, o concorrente acusado informou ao primeiro colocado que o exame de aptidão física havia sido adiado. “Em razão dessa informação falsa, o candidato mais bem classificado - e concorrente direto do acusado - perdeu o exame físico e foi eliminado do certame. O candidato prejudicado relatou o fato à comissão do concurso, dizendo, inclusive, que se lembrava de ter emprestado seu aparelho celular ao suspeito no dia em que estavam realizando uma outra fase do certame”, noticiou o Superior Tribunal Militar.

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O Ministério Público Militar (MPM) denunciou o réu. O certame foi suspenso e o MPM, após as diligências, solicitou quebra de sigilo telefônico do acusado, “ocasião em que ficou comprovada a ação criminosa”. 

“Para a promotoria, o civil incorreu no crime de estelionato, na forma consumada, uma vez que o objetivo era desclassificar a vítima para facilitar sua aprovação e nomeação para a única vaga existente. Se para o MPM era óbvia a conduta do denunciado, para a Defensoria Pública da União (DPU), que ficou responsável pela defesa, nada foi comprovado, motivo pelo qual pediu, nas duas instâncias, absolvição do civil. Ao analisar a peça acusatória, as provas e a defesa do acusado, o juiz federal da Justiça Militar da  Auditoria da 10ª CJM ( Fortaleza/CE) entendeu que o réu era culpado e o condenou por estelionato na modalidade tentada, e não na consumada, como queria o MPM. A decisão do magistrado frustrou a defesa do réu, que interpôs recurso de apelação junto ao STM, assim como MPM, que achou a pena branda”, detalhou o STM.

O MPM sustenta a posição de que o acusado gerou diversos prejuízos. A Administração Militar, segundo o órgão, foi prejudicada por ser impedida de selecionar o melhor candidato, assim como a vítima teve frustrada a sua chance de ingressar no Exército Brasileiro. “O denunciado, portanto, de maneira livre e consciente, obteve para si vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo e mantendo a Administração Militar em erro, mediante meio fraudulento, razão pela qual deve incidir nas penas do artigo 251 do Código Penal Militar”, usou como argumento o Ministério Público Militar.

A defesa do acusado continuou trabalhando em prol de absolvição do réu, alegando insuficiência de provas, além de argumentar que a acusação não teve êxito ao demonstrar a consistência do fato criminoso. Porém, nessa terça-feira (19), o Superior Tribunal Militar informou que a pena imposta ao acusado, pelo crime de estelionato - artigo 251 do Código Penal Militar -, foi confirmada na primeira instância da Justiça Militar da União (JMU). Há para o réu, porém, o benefício “sursis”, descrito como uma suspensão condicional da pena, pelo período de dois anos, com direito a pedir liberdade.   

O Ministério da Educação (MEC) divulgou o custo da edição 2019 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) por candidato. De acordo com os números apresentados pela pasta durante entrevista coletiva realizada nesta quinta-feira (10), cada participante representa um valor de R$ 105 gastos pelos cofres públicos. 

Segundo o comandantes do Ministério, Abraham Weintraub, o valor é inferior ao gasto na edição anterior da prova. "Em 2018, esse custo foi de R$ 106, o que representa, no total, uma redução de 5%", disse. O valor representa um grande esquema de logística realizado para que a prova aconteça, que vai desde a impressão do Exame até o esquema de segurança no dia de aplicação das provas.

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As inscrições custaram aos estudantes pagantes R$ 85. O total arrecadado pelo MEC foi de R$ 179 milhões, representando o equivalente a 2,1 milhões de candidatos pagantes. Provas do Exame serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro.

Neste ano, cerca de 400 mil pessoas estão envolvidas em cada dia de aplicação. O Enem será realizado nos dias 3 e 10 de novembro, em todo o Brasil. O esquema de segurança também é garantido para que não haja problemas com a prova. "A Polícia Federal colocará 600 agentes e delegados para trabalhar do dia do Exame", disse Weintraub.

O montante geral gastos com o Enem 2019 foi de R$ 520 milhões, mas o valor é variável. "Essa quantidade varia porque vai depender de vários fatores, como quantas redações serão corrigidas, o número de aplicações de prova e da própria execução", disse o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes.

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Após ser intimado pela Justiça Eleitoral, o candidato a deputado federal nas últimas eleições pelo PSOL em Sergipe afirmou que o dinheiro da campanha foi gasto em cerveja. Claudinei Rodrigues dos Santos, conhecido como Passo Preto, gravou vídeo dizendo que não sabia como prestar contas.

De acordo com o próprio Passo Preto, os 376 votos na eleição de 2018 foram conquistados em troca de cerveja. "Como é que eu vou prestar conta de um dinheiro pouco que eu sabia que não ganhava nem para vereador, imagina para deputado federal, se os bares que eu frequentei pagando cerveja para os meus amigos não davam nota fiscal?", questionou no vídeo.

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Sobre a corrida eleitoral, o candidato pontuou, “foram 45 dias bêbado, tomando cerveja". E revelou que não sabe o que fazer diante da intimação.

Confira

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Depois de Daniel subir ao palco do The Voice Brasil como candidato na noite de estreia do reality show da Globo, na noite da última terça-feira, dia 13, foi a vez de Paulo Ricardo fazer o mesmo e surpreender os jurados do programa. A surpresa rolou na última apresentação da noite, depois de Lulu Santos ter feito a namorada de uma das candidatas à atração subir ao palco!

O cantor cantou London London, de Caetano Veloso, e conseguiu que todas as cadeiras virassem, causando surpresa nos técnicos ao se revelar! Ivete foi a primeira a virar, seguida pelos outros técnicos.

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- Vocês não sabem a emoção de estar nesse palco diante de vocês, declarou Paulo Ricardo.

E você, o que achou da apresentação?

Binali Yildirim, o candidato do partido no poder, do presidente Recep Tayyip Erdogan, admitiu neste domingo sua derrota na repetida eleição para prefeitura de Istambul.

Os resultados iniciais divulgados pela agência estatal Anadolu indicam que o candidato da oposição Ekrem Imamoglu lidera com 53,69% dos votos, contra 45,4% para Yildirim com base em 95% dos votos apurados.

"De acordo com os resultados, meu adversário Ekrem Imamoglu vai em frente. Eu o felicito e desejo boa sorte", disse Yildirim.

Imamoglu, por sua vez, afirmou estar pronto para trabalhar com o presidente Recep Tayyip Erdogan para resolver os problemas de Istambul.

"Senhor Presidente, estou pronto para trabalhar em harmonia com o senhor. Transmito aqui o meu pedido para encontrá-lo no menor tempo possível", disse o candidato da oposição, depois de conquistar uma vitória decisiva sobre o candidato de Erdogan na eleição para prefeito de Istambul.

O candidato do poder, Mohamed Sheikh El Ghazuani, venceu o primeiro turno das eleições presidenciais realizado no sábado na Mauritânia, segundo um comunicado feito neste domingo ante o atual presidente, Mohamed Uld Abdel Aziz, de acordo com jornalistas locais.

Ghazuani fez esta declaração ante um grupo de apoiadores com base em 80% dos votos apurados.

Ghazuani ganhou 50,56% dos votos apurados, ficando à frente de Sidi Mohamed Ould Boubacar Ould Dah Ould Abeid e Biram, ambos com cerca de 18%, de acordo com a comissão eleitoral nacional (CENI).

Nenhum dos cinco rivais Ghazuani reagiu ao seu anúncio de vitória, mas quatro deles, incluindo Ould Boubacar Ould Abeid, denunciou irregularidades na votação, incluindo a expulsão de seus inspetores em algumas seções eleitorais.

No entanto, a CENI disse que não havia detectado nenhum incidente significativo.

Cerca de 1,5 milhão de eleitores foram convocados para eleger o sucessor do presidente Mohamed Uld Abdel Aziz, que após dois mandatos não poderia mais ser candidato.

As eleições presidenciais marcam a primeira transição entre dois presidentes eleitos na Mauritânia, país que sofreu vários golpes entre 1978 e 2008, quando ocorreu o golpe de Estado de Mohamed Uld Abdel Aziz, então general.

O deputado federal João Campos (PSB) vem prometendo uma “oposição responsável” ao presidente Jair Bolsonaro (PSL). Em entrevista concedida ao LeiaJá, o pessebista, que polemizou recentemente ao se mostrar contra a flexibilização da posse de armas, afirmou que é preciso preservar as conquistas alcançadas até agora. 

“O povo nos colocou na oposição, quem escolhe quem é situação e oposição é o povo. Nós não apoiamos o candidato Jair Bolsonaro e ele foi eleito presidente, então cabe ao nosso time fazer uma oposição responsável, jamais contra o Brasil, mas preservando o nosso país”, declarou. 

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O parlamentar mais votado na história de Pernambuco também falou que os direitos alcançados nos governos anteriores custaram “caro” à juventude e aos brasileiros. “Pudemos ter a universalização do ensino superior, a interiorização desse ensino, a gente conseguiu levar indústrias para Pernambuco, para o Nordeste e conseguimos construir centros de pesquisas. Nós conseguimos avançar na área da seguridade social que inclui a previdência, a assistência e a saúde”, recordou. 

João ainda falou sobre proteger o Nordeste. “Nós temos que preservar tudo isso e é dessa maneira que estaremos alerta, fazendo uma oposição responsável, uma oposição de proteção ao nosso Nordeste e ao nosso povo que mais precisa”, destacou.

Antes de assumir o mandato, o deputado já tinha afirmado que “por princípios e convicções ideológicas” faria oposição a Bolsonaro e salientado que nunca temeu um desafio. “Os próximos anos serão desafiadores para o Brasil. Em relação a isso, quero deixar claro que nunca serei contra medidas que venham pra beneficiar o nosso País”, chegou a dizer.

O ex-candidato a presidente da República pelo Patriota, o deputado federal Cabo Daciolo, ganhou muitos seguidores pela forma inusitada de fazer campanha. Evangélico, ele ficou conhecido pelo jargão “pela honra e glória do senhor Jesus”, entre outros. Após sumir um pouco das polêmicas envolvendo o seu nome, o parlamentar publicou um vídeo no Twitter, em cima de um cavalo, explicando o motivo. 

Daciolo agradeceu o carinho, as orações e intercessões. “As pessoas têm perguntado Daciolo, por onde você anda, tu sumiu, eu tenho andado no meio dos matos, adorando o senhor, clamando ao senhor, os animais, pela honra e glória do senhor Jesus”, explicou. 

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O deputado teve um pouco mais de 1,3 milhoes de votos na eleição presidencial ficando em sexta colocação. Apesar de desconhecido por uma grande parte dos brasileiros, Daciolo ficou à frente de nomes como Marina Silva (Rede), Henrique Meirelles (MDB) e Alvaro Dias (Podemos).

A disputa pela vaga de governador de Pernambuco, que foi decidida no primeiro turno entre Paulo Câmara (PSB) e o senador Armando Monteiro (PTB), ficou marcada por ter sido muito acirrada. No entanto, o resultado foi favorável ao pessebista, reeleito com 50,7% dos votos válidos contra 35,99% que ficaram com o petebista. Em 2014, os dois também se enfrentaram nas urnas e, na época, Câmara conquistou 68% dos votos. 

Em entrevista concedida ao LeiaJá, o senador lamentou o fato de ter faltado pouco para ter chegado ao segundo turno. Ele acredita que se caso tivesse conseguido, as condições teriam sido mais “equilibradas”, o que poderia contribuir para sair vitorioso. “Nós estávamos enfrentando uma poderosa máquina que está instalada em um grande sistema de força que domina a política de Pernambuco há 12 anos. Nós estávamos enfrentando o Governo Estadual e a Prefeitura Municipal do Recife”, argumentou.

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Armando Monteiro também lembrou da aliança do PSB com o PT. “Com o apoio de Lula, o Paulo utilizou-se disso como uma espécie bengala eleitoral, além disso houve um debate desonesto durante o processo eleitoral. Muitas das acusações que foram feitas, como, por exemplo, que eu teria votado contra o trabalhador e que votamos para reduzir férias e salários, ou seja, houve uma campanha desonesta. Infelizmente teve um reflexo no processo eleitoral porque muitas vezes não conseguimos suspender essas veiculações que eram feitas durante a propaganda eleitoral de maneira massiva e repetitiva”, continuou justificando. 

“Eu acho que todos esses fatos contribuíram para que por muito pouco, por muito pouco não houvesse um segundo turno em Pernambuco. E aí, em um segundo turno, as condições seriam mais equilibradas, você teria o mesmo tempo de propaganda e nós aprofundaríamos o debate sobre temas de interesse do estado, mas o fato é o seguinte o resultado é legítimo, não se pode deixar de reconhecer. Eu perdi porque eu não tive os votos e ele ganhou porque teve os votos”, ressaltou. 

O senador ainda falou que Pernambuco ficou dividido, o que foi comprovado no resultado. “Na oposição ao governo, nós tivemos varias candidaturas, quatro mais expressivas no campo da oposição e a nossa foi uma delas. As oposições tiveram 49,4% dos votos validos, ou seja, o eleitor de Pernambuco dividiu ao meio praticamente. Dos 49% dos votos dados à oposição, 36% desses votos foram dados a mim, então eu acho que tivemos um desempenho que eu considero bastante razoável tendo em vista as circunstâncias do pleito”. 

No final da conversa, o petebista deixou um recado ao governador pedindo que ele honre as promessas. “Governador, honre os compromisso que assumiu para que não se repita o que houve em 2014. Em 2014 ,houve um estelionato eleitoral porque várias promessas foram feitas e não foram cumpridas. Eu espero que não se repita e por isso mesmo se respeite o cidadão e o eleitor de Pernambuco”, disparou. 

Após sete meses preso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou pela primeira vez a sede da Polícia Federal em Curitiba, nesta quarta-feira (14), para ser ouvido como réu da ação penal do sítio de Atibaia. O petista, nessa ação penal, é acusado de 10 atos de corrupção e 44 de lavagem de dinheiro, na Operação Lava Jato. 

O ex-candidato a presidente Fernando Haddad (PT), um dos advogados do líder petista, contou por meio das redes sociais que o visitou pela manhã e disse que o ex-presidente se encontra firme. “Ele está muito preparado, muito agradecido pela solidariedade e não vai parar de lutar", afirmou. 

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Na última segunda (12), o teólogo Leonardo Boff, amigo pessoal do ex-presidente, também foi até Curitiba fazer uma visita. Na ocasião, ele contou que Lula se encontra muito animado. “Ele está com um humor que me surpreendeu. Ele disse que está com a alma tranquila, serena, embora como sempre indignado porque acha que a condenação não tem nenhuma base material”, chegou a detalhar. 

Lula foi interrogado pela juíza Gabriela Hardt, sucessora de Sérgio Moro nos processos da Operação Lava Jato. O depoimento durou cerca de três horas tendo iniciado por volta das 15h. Ele voltou para Curitiba escoltado por um forte aparato de agentes armados.

Pelo menos dois candidatos chegaram atrasados ao Bloco G da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), área central do Recife, neste domingo (11), último dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Clóvis Francisco dos Santos, de 20 anos, ainda correu, mas não alcançou os portões a tempo. Morador da PE-15, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife, ele afirmou que trabalhou das 7 às 19h no sábado (10), não acordou a tempo e só conseguiu sair de casa às 11h30. Mesmo vindo de motocicleta, perdeu o segundo dia.

“Eu já faço fisioterapia em uma universidade particular e ia tentar conseguir uma bolsa integral com a nota da prova”, disse. Após o atraso, alguns dos voluntários que faziam corrente positiva na entrada do Bloco se uniram ao rapaz para fazer uma oração.

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Outro aluno a chegar atrasado foi Felipe Francatti, de 23 anos. Formando-se em marketing e buscando uma vaga no curso de jornalismo, o candidato confundiu os blocos da Unicap. Ele saiu de casa, no bairro do Curado, Jaboatão dos Guararapes, às 10h20. "O Bloco G tem duas entradas, já cheguei em cima da hora e quando vi tinha entrado no prédio errado. Vim correndo, mas não consegui. Fiquei até 2h estudando e estava bem cansado", contou. 

Já que a cidade não aderiu ao horário de verão, nos relógios do Recife, os portões abriram às 11h e fecharam às 12h. Na primeira semana de prova no bloco A e G da Unicap, assim como no Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o LeiaJá registrou poucos atrasados, a maior parte deles alegou ter se confundido com o horário de verão.

De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), os feras apenas podem deixar os locais de aplicação do Exame após duas horas do início. No entanto, esses primeiros estudantes não poderão levar os cadernos de questões. Os estudantes que almejam deixar os locais de prova portando os cadernos deverão sair após cinco horas de Exame.

O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa usou sua conta no Twitter para declarar voto em Fernando Haddad (PT) para a Presidência da República.  Na mensagem, Barbosa diz que o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, o inspira medo.

“Votar é fazer uma escolha racional. Eu, por exemplo, sopesei os aspectos positivos e os negativos dos dois candidatos que restam na disputa. Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad”, escreveu o ex-ministro.

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No dia 10 de outubro, Haddad chegou a se reunir com Joaquim Barbosa em Brasília. O objetivo do encontro foi conseguir o apoio do ex-presidente do STF. Também foi cogitado se o advogado seria o indicado para o Ministério da Justiça em um eventual vitória petista.

Joaquim Barbosa chegou a ensaiar uma candidatura à presidência pelo PSB. Sua mensagem anterior no Twitter, inclusive, era justamente desistindo da disputa. “Decisão estritamente pessoal”, escreveu em maio deste ano. Barbosa foi relator do processo do mensalão, que condenou os petistas José Genoino, José Dirceu e João Paulo Cunha.

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O candidato à Presidência da República pelo PT, Fernando Haddad, afirmou nesta quinta-feira (25), em Recife, que tem feito todos os acenos possíveis para que Ciro Gomes (PDT), terceiro colocado no primeiro turno, declare apoio à sua candidatura. No último dia 7, Ciro disse que não votaria em Bolsonaro, mas em seguida viajou para a Europa e não chegou a participar da campanha de Haddad. Ele retorna ao país nesta sexta-feira (26). O PDT, partido de Ciro, declarou "apoio crítico" à candidatura de Haddad, também sem participar de atos de campanha do petista.

"Vou continuar fazendo aceno porque boto o país acima de tudo. Temos que ter humildade, tem que partir de mim o exemplo, esses gestos, para demonstrar que vamos fazer um governo amplo, de unidade nacional, democrático e popular, que vai ter que tomar medidas, mas sempre olhando quem mais precisa do Estado", afirmou Haddad. O presidenciável disse ainda que conversou novamente com o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e pediu para que eles compartilhem o que chamou de "momento da virada" nas eleições.

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O petista também comentou outros apoios recebidos nos últimos dias, como os da candidata derrotada no primeiro turno Marina Silva (Rede), do ex-presidente nacional do PSDB Alberto Goldman e do senador eleito por Pernambuco, Jarbas Vasconcelos (PMDB). "Essas pessoas se vêem obrigadas a demonstrar, por gestos, esse risco que estamos correndo. Eles sabem o que representa o Jair Bolsonaro, saído do porão da ditadura, uma pessoa que enaltece a tortura, a violência, em todo o discurso", criticou Haddad.

O presidenciável também fez um apelo pelo voto dos indecisos e voltou a direcionar críticas ao adversário: "Entre erros e acertos, nossos governos mudaram a vida de dezenas de milhões de pessoas. Vamos corrigir os erros e manter os acertos. Agora o que eles querem é transformar acerto em erro. O Bolsonaro já se comprometeu com a política econômica do Temer. Por acaso está dando certo a política econômica do Temer? Antes da eleição ele já convidou o DEM para o governo. É o caminho do desastre".

Nordeste

Após conceder entrevista à imprensa, Fernando Haddad participou de um comício na Pátio do Carmo, no centro do Recife. Ele estava acompanhado da esposa, Ana Estela, do senador Humberto Costa (PT-PE), além do governador de Pernambuco, o aliado Paulo Câmara e o prefeito da capital do estado, Geraldo Júlio, ambos do PSB.

Durante seu discurso aos apoiadores, Haddad comentou o resultado da pesquisa do Instituto Datafolha, divulgado na noite dessa quinta-feira e afirmou estar confiante em uma virada. "No Datafolha, em três dias, a distância entre nós caiu seis pontos. O Bolsonaro disse no domingo que vai varrer a oposição. Pois ele não vai ter oposição porque ele não vai ser governo. Nós vamos virar", disse. Segundo o levantamento, considerando os votos válidos, Bolsonaro tem 56% da preferência, enquanto Haddad aparece com 44%. No levantamento anterior, os candidatos tinham 59% e 41%, respectivamente.  

Haddad segue em agenda pelo Nordeste durante esta sexta-feira. Pela manhã, participa de uma caminhada no centro de João Pessoa. À tarde, embarca para Salvador onde terá um encontro, a partir das 16h, com artistas, no bairro de Ondina e depois também faz uma caminhada na região. Às 20h, participa da última sabatina antes das eleições, na TVE da Bahia, com transmissão simultânea pela Rádio Educadora da Bahia e redes sociais.  

O polêmico pastor pernambucano Eurico (Patriota) fez uma visita ao candidato a presidente da República Jair Bolsonaro (PSL), em conjunto com um grupo de parlamentares evangélicos, para entregar uma carta de apoio à sua candidatura. O presidenciável gravou um vídeo chamando Eurico de “colega” e cumprimentou a Assembleia de Deus pelos 100 anos em Pernambuco. 

O deputado Eurico chegou a dizer que a visita teve “um caráter meramente solidário” sem nenhum tipo de barganha política. No texto da carta, destaca que a defesa dos valores cristãos, da vida e da família está acima de tudo. “A pauta do candidato coincide com a visão pró-vida. Por esta razão e por entender que um governante de esquerda limitaria o direito de crença e de liberdade religiosa, nos pronunciamos novamente em prol da candidatura de Bolsonaro. Mais que uma questão natural é uma questão espiritual”, destaca o texto. 

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O documento ainda diz que é preciso proteger a criança brasileira de um “futuro desastroso” e que esse é o dever dos legisladores quem compõe a Frente Parlamentar Evangélica (FPE). “Declaramos nosso amplo apoio no segundo turno para presidente, Bolsonaro, que ocorrerá no próximo dia 28 de outubro”. 

  Na semana passada, Eurico chegou a dizer durante uma entrevista que Bolsonaro é um homem competente e que tem responsabilidade com o povo. “O Bolsonaro que eu conheço não existe negociata, não existe falcatrua, não existe arrumadinho, é ou não é. Então, você que está votando na direita, tá votando Bolsonaro, vai votar em alguém competente, sério e que tem responsabilidade com a sociedade”, elogiou.

O polêmico senador Magno Malta (PR) vai desembarcar, no Recife, neste sábado (20). Após derrota na eleição deste ano em busca da reeleição no Congresso Nacional, Magno deve intensificar o apoio ao candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL). O evento do qual participa irá acontecer, a partir das 14h, no Hotel Golden Beach, em prol do candidato do PSL. 

O encontro será com as lideranças políticas, religiosas e a militância em geral. Também participa do evento o senador José Medeiros (Podemos) e os deputados federais Bruno Araújo e Mendonça Filho (DEM), que nos últimos dias declararam abertamente que irão votar em Bolsonaro no próximo dia 28 deste mês. 

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Antes, às 10h, Magno Malta e José Medeiros irão conceder uma entrevista para a imprensa assim que desembarcarem no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre.  Magno Malta foi um dos cotados para ser candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro.

Magno Malta foi um dos cotados para ser candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro. Sobre o assunto, ele falou que “estava nas mãos de Deus” e que estaria pelo país afora o apoiando porque o capitão da reserva representaria “um homem que não se envolveu em corrupção, com uma vida pública ilibada e sangue no olho”.

O senador mais votado de Pernambuco, Humberto Costa (PT), reeleito para mais um mandato no Congresso Nacional, intensificou as críticas ao candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL). Durante mais um ato político, o petista chegou a dizer que o capitão da reserva pretende “matar” as pessoas que são diferentes. 

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“Ele [Bolsonaro] que diz que defende a tortura, não somos nós que estamos dizendo. Ele que diz que é contra as mulheres terem direitos iguais aos homens. Ele que pretende matar pessoas só porque são pessoas diferentes num país onde a diversidade é uma das coisas mais importantes”, discursou no centro do Recife, no final da tarde dessa terça-feira (16). 

Humberto falou que uma “tragédia” pode se instalar no Brasil, caso o candidato do PSL vença. Entre outros pontos, o senador expôs que o povo não precisa de armas, em referência a uma das propostas do capitão da reserva em assegurar o porte de armas “aos cidadãos de bem”. Em seu pronunciamento, o petista ainda enfatizou que é a polícia que deve andar armada. “Ele [Bolsonaro] quer entregar uma arma a cada cidadão quando o que o governo precisa entregar é emprego para cada pessoa, é um livro para cada estudante, é uma escola para a nossa juventude, que é a garantia de que nós vamos poder ter um país e um futuro que seja melhor para todos". 

“O povo precisa de cultura, o povo precisa de casa, o povo precisa de trabalho, o povo precisa de salário justo, o povo não quer arma. Quem tem que andar armado é a polícia para conter aqueles que são violentos na sociedade e não cada cidadão ter uma arma para que na primeira oportunidade puxá-la contra quem quer que seja”, argumentou. 

Ele também criticou o candidato a vice na chapa de Bolsonaro, o general Mourão. “Vocês já viram o vice-presidente de Bolsonaro? Disse que é contra o décimo terceiro salário, que isso é uma jabuticaba que só existe no Brasil e que é ruim para o empresário. Eles só defendem o que é bom para os ricos, só defendem os interesses dos empresários, só defendem os interesses dos bancários e das empresas estrangeiras que estão aqui no nosso país. Eles querem entregar o petróleo que nós descobrimos pelo trabalho e pelo desenvolvimento que a Petrobras fez. Por isso, minha gente, no dia 28 de outubro o Brasil precisa votar pelo seu futuro, o Brasil precisa votar pela cidadania e pelo direito do seu povo”. 

Humberto continuou criticando ao afirmar que as “reformas malditas” atrapalharam a vida do trabalhador. “Bolsonaro votou nessas propostas, Bolsonaro votou a favor da reforma trabalhista. Essa reforma trabalhista que agora pode permitir que o dono da empresa defina uma hora de almoço para cada funcionário, que pode definir se o funcionário tira suas férias de uma vez só ou se ele pode dividir em até três situações”.

 

O ex-prefeito do Recife João Paulo (PCdoB) prestigiou um evento em apoio ao presidenciável Fernando Haddad (PT), que aconteceu nas mediações da Praça Maciel Pinheiro, na área central do Recife, no final da tarde desta terça-feira (16). Em um breve pronunciamento, o deputado estadual eleito detonou o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmando que um “desastre” pode acontecer no país. 

João Paulo falou que eleger Haddad é um projeto mais amplo que reúne não apenas o PT, como também outras legendas como o PCdoB e o PDT. “E de todos aqueles democratas que reconhece que há uma necessidade de uma grande frente para combater aquilo que pode ser aquilo que pode ser o maior desastre da história da política de povo brasileiro de eleger um inconsequente, um irresponsável, um entregador das nossas soberanias nacional ao patrimônio internacional”, disse em referência a Bolsonaro. 

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Ele também afirmou que o candidato do PSL era um político desqualificado. “Fui deputado com ele e nós vimos a sua desqualificação, a forma como ele quer tratar os adversários e quem pensa diferente. É propondo o aniquilamento, o fuzilamento de pessoas que pensam diferente dele, que tenham o compromisso de entregar todo o nosso patrimônio como a reserva de petróleo do Brasil, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica comprometendo a soberania nacional”. 

“A única alternativa para nós é trabalhar incansavelmente até o dia da eleição para derrubar esse projeto neofascista, conservador, que quer entregar as nossas riquezas, quer tirar o emprego, as políticas sociais, o Bolsa Família, entre outros e é por isso que cada um de nós temos que chamar para si esta responsabilidade, mas acima de tudo o voto porque depois não poderemos dizer que votamos enganado”, continuou discursando. 

João Paulo ainda conclamou a população para votar consciente. “Para que vote naquele projeto que sempre teve o compromisso com a luta do trabalhadores e é por isso que eu digo que fui com muita honra prefeito da cidade do Recife pelo PT e sai com 88% de aprovação do nosso governo e o presidente Lula saiu com mais de 80% também de aprovação e fazendo seu sucessor”. 

Ferrenha defensora do ex-presidente Lula e vitoriosa na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados, Marília Arraes (PT) vem intensificando o apoio ao candidato a presidente Fernando Haddad (PT). A petista afirmou, por meio das redes sociais, que Haddar tem propostas para o Brasil. “E o outro candidato, o que tem a dizer?”, indagou utilizando a hashtag #FascismoNao. 

“O nosso candidato à Presidência da República, Fernando Haddad está pronto para debater. Já avisou que estará em todos os eventos deste tipo promovidos pela Imprensa. Haddad tem propostas para o Brasil”, garantiu. 

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Na semana passada, durante uma entrevista, a deputada federal eleita falou que não entendia como uma mulher vota em Bolsonaro. “Como você vai votar em alguém que diz que você tem que ser submissa ao homem, tem que ganhar menos mesmo exercendo as mesmas funções. Essas coisas absurdas que ele fala”. 

Ela também chegou a dizer que votar em Haddad não é questão de ser petista e sim defender a democracia. “O que fez esse candidato [Bolsonaro] ter o resultado que teve foi porque não fez campanha. Iria sair alguma dessas pérolas que ele fala e são o fim para ele, contra mulheres, negros e homossexuais”, alfinetou.

Durante uma visita ao Batalhão de Operações Especiais (Bope), no Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira (15), o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que quem vai mandar no país serão os capitães. De acordo com um assessor do presidenciável, a agenda seria “uma visita a amigos”.

A declaração aconteceu no momento em que ele cumprimentava um coronel. “Estou dando continência pro coronel, mas quem vai mandar no Brasil serão os capitães”, disse em referência a sua patente como militar.

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Bastante otimista, Bolsonaro falou sobre mudança. “Podem ter certeza, em chegando (à Presidência), teremos um dos nossos lá em Brasília. Fizemos a segunda maior bancada em Brasília, sem televisão. Isso vem de gente como vocês. Então a gente tem que acreditar e tentar mudar, buscar fazer a coisa certa. Eu acho que isso é possível, afinal de contas não temos outro caminho”.

O candidato do PSL continua liderando as pesquisas de intenções de votos. Dados de um levantamento feito pelo BTG Pactual/FSB, divulgado nesta segunda, aponta o deputado federal com 59% enquanto o petista aparece com 41%.

O candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL), que já afirmou por diversas vezes que será o próximo presidente do Brasil, deixou mais um recado em seu Facebook. Na rede social, o capitão da reserva falou que está “forte” mesmo com poucos recursos, sem tempo na televisão e impossibilitado de fazer campanha na rua. “Vamos à vitória”, ressaltou convicto.

O presidenciável também falou que é capaz de reconhecer suas limitações e erros. “Mas também de enxergar o potencial que o Brasil tem para se tornar um país grande e próspero. Visitamos todas as regiões, conhecemos os problemas e os anseios dos brasileiros de perto. Estamos preparados para mudar o Brasil”, afirmou.

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Bolsonaro disse que se vencer, já começa o mandato diferente dos demais. “Estamos livres para escolher nossa equipe pelo critério técnico e pela eficiência. Não devemos cargos nem favores que coloquem em xeque a autonomia de nosso governo e a soberania de nosso país. Nossa aliança é com a sociedade”.

“Durante muito tempo, o brasileiro teve que escolher entre opções que não o representava. Agora é diferente! Amamos o Brasil, defendemos a família e a inocência das crianças, tratamos criminosos como tais e não nos envolvemos em esquemas de corrupção”, destacou.

Ao votar no Rio de Janeiro, o candidato do PSL contou que vai para a praia no próximo dia 28 sugerindo que vai vencer no primeiro turno. Ainda falou que quem sentar na cadeira presidencial terá muitos problemas. “É o momento de sentar e elevar sua alma e pensamento a Deus”, pontuou.

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