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A Capcom revelou novidades sobre a DLC de Resident Evil Village, intitulada Shadow of Rose. A desenvolvedora exibiu um trailer inédito da expansão durante o Capcom Showcase, realizado na última segunda-feira (13).

 O trailer traz uma jogabilidade em terceira pessoa, algo não visto na série desde o Resident Evil 6. A DLC chegará aos consoles e PC 's em 28 de outubro de 2022. Confira o teaser oficial: https://www.youtube.com/watch?v=9sBYHbeFaKE

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A nova expansão acompanhará a personagem do título, Rose, que é filha de Ethan Winters. A DLC promete trazer uma nova percepção do game, principalmente com sua câmera e jogabilidade em terceira pessoa.

 O novo modo também contará com o "modo mercenaries", com uma Lady Dimitrescu jogável e uma nova história separada. A DLC será vendida separada ou com o jogo completo na versão "Gold Edition", ainda não foram divulgados valores.

A revelação ocorreu por meio de um teaser, no qual vemos Ryu prestes a lutar contra Luke. Confira: https://www.youtube.com/watch?v=SwPzuBj01AM

A Capcom não trouxe mais informações sobre, porém, prometeu divulgar novidades entre junho e setembro de 2022 (ou o período de verão norte-americano). O novo game será o primeiro grande título da franquia para a nova geração de consoles.

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A Capcom anunciou o Street Fighter 6 em um pequeno trailer exibido no final do evento de e-sports da Capcom Pro Tour. É a primeira confirmação oficial da sequência do jogo de luta, embora já se saiba que está em desenvolvimento desde o ano passado. O trailer é escasso em detalhes:sem informações ainda sobre a data de lançamento do Street Fighter 6 ou as plataformas em que será lançado. A Capcom diz que mais novidades virão no “verão de 2022”. 

O trailer mostra o ícone da série Ryu enfrentando Luke, o mais novo membro do elenco de Street Fighter. Luke foi adicionado ao Street Fighter 5 em 2021, após teasers da Capcom, na época, afirmando que ele era “um vislumbre do futuro” da franquia. 

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Um vazamento de dados da Capcom em 2020 sugeriu que Street Fighter 6 estava programado para ser lançado no terceiro trimestre de 2022, embora os planos possam ter mudado desde então. A Capcom também anunciou uma nova compilação de jogos de luta retrô: Capcom Fighting Collection, que será lançada para Switch, PC, PS4 e Xbox One em 24 de junho. 

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Para os fãs de jogos de luta, a inclusão principal na Capcom Fighting Collection é provavelmente a que apresenta todos os cinco jogos Darkstalkers, dois deles pela primeira vez fora do Japão. A Capcom postou uma cartilha instrutiva para a série no PlayStation Blog. 

O resto da coleção continua na mesma veia cult com Red Earth, aparecendo fora dos arcades pela primeira vez, e Super Puzzle Fighter 2 Turbo, assim como Hyper Street Fighter 2. Todos os jogos serão jogáveis online. 

Aqui está a lista completa de jogos incluídos na Capcom Fighting Collection: 

- Darkstalkers: The Night Warriors 

- Night Warriors: Darkstalkers’ Revenge 

- Vampire Savior: The Lord of Vampire 

- Vampire Hunter 2: Darkstalkers’ Revenge 

- Vampire Savior 2: The Lord of Vampire 

- Red Earth 

- Cyberbots: Fullmetal Madness 

- Super Gem Fighter Mini Mix 

- Super Puzzle Fighter 2 Turbo 

- Hyper Street Fighter 2 

Na próxima quinta-feira (3), o game “Resident Evil – Code: Veronica” (2000) completa 22 anos de seu primeiro lançamento no finado console da Sega, Dreamcast. O título é o quarto jogo canônico da famosa franquia de armas biológicas da Capcom.

O game é uma sequência direta de “Resident Evil 2” (1998), uma vez que a história de “Resident Evil 3” (1999) acontece antes e durante os eventos do segundo jogo.

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Na primeira metade de “Code: Veronica”, o jogador assume o controle de Claire Redfield, que acaba presa em uma ilha misteriosa, enquanto busca pelo seu irmão desaparecido, Chris Redfield. Durante sua fuga, a heroína se vê cercada de diversos perigos, entre eles, os clássicos zumbis, que nessa época, ainda eram os principais inimigos da franquia.

Durante a segunda metade do game, o jogador passa a controlar Chris Redfield, o herói do primeiro jogo, que agora precisa resgatar sua irmã. “Code: Veronica” também foi marcado pela volta do vilão Albert Wesker, que não apenas retornou dos mortos, como também está dotado de habilidades sobre-humanas, como superforça e supervelocidade.

Além de uma narrativa envolvente, os avanços de uma nova geração de videogames permitiram ao título uma expressiva evolução técnica. Diferente de seus antecessores, que se utilizavam de fotografias para representar os cenários, “Code: Veronica” era feito totalmente em 3D e os modelos de personagens apresentavam um alto grau de realismo para a época.

A experiência oferecida por 'Code: Veronica'

A criadora de conteúdo Monique Alves, possui um canal no YouTube e um site dedicado à franquia “Resident Evil” e lembra que a princípio ela só podia acompanhar “Code: Veronica” por meio de revistas de games, que na época rasgavam elogios para o título.

Após o seu primeiro Playstation parar de funcionar, Monique lembra que propôs para o seu irmão a compra de um Dreamcast, ao qual ela completaria a maior parte do dinheiro. A criadora de conteúdo descreve o momento que finalmente conseguiu acesso ao videogame e ao “Code: Veronica” como mágico. “Eu nunca tinha visto um ‘Resident Evil’ onde os personagens mexessem a boca e os dedos, até aquele momento”, recorda.

Para Monique, o que mais destaca o título é a sua trama, personagens e ambientação, além do fato de até então, ser um dos jogos mais longos da franquia e muita gente considerá-lo desafiador, por conta de suas batalhas contra chefes e sua mecânica de leva e traz de itens. “Os vilões Alfred e Alexia são incríveis, sem falar no retorno do Wesker”, destaca.

No decorrer dos anos, a Capcom lançou remakes dos três primeiros títulos e até hoje, muitos fãs pedem para que o mesmo seja feito com “Code: Veronica”. “Sinceramente, eu tenho muito medo que um Remake de ‘CODE: Veronica’ diminua a história, como aconteceu ‘Resident Evil 2 Remake’ (2019) e principalmente em ‘Resident Evil 3 Remake’ (2020)”, ressalta Monique.

Acompanhe o trabalho de Monique em seu canal do YouTube, Resident Evil Database: https://www.youtube.com/c/Residentevildatabase

Com o passar do tempo, “Code: Veronica” também foi lançado para outras plataformas, o que possibilitou que outros jogadores tivessem acesso ao game. Foi assim com o fundador do site EvilHazard, Joe Silva, que teve sua primeira experiência com o título no console Playstation 2. “O jogo sempre me impressionou desde o princípio, devido a seus diferentes ângulos de câmera e à presença marcante de Wesker, personagem que mais gosto na franquia”, descreve.

Na visão de Silva, “Code: Veronica” se diferencia pela sua narrativa. “A trama de Claire buscando pistas sobre seu irmão Chris, seu encontro com Steve, o reencontro com Chris, a nova aparição de Wesker, os gêmeos Ashford, todos estes elementos são inseridos em uma trama fantástica”, pontua.

Assim como muitos fãs, Silva também almeja por um remake do “Code: Veronica”, mas desde que o game receba o mesmo cuidado por parte da Capcom, que “Resident Evil 2 Remake” recebeu. “Levaria o jogo a novas audiências e também a fãs mais antigos que ainda não conhecem o jogo”, finaliza.

Conheça o trabalho de Silva em: https://evilhazard.com.br/  

Já faz algum tempo que a SNK decidiu resgatar alguns títulos de seu antigo portátil, Neo Geo Pocket Color e lançá-los no formato de coletânea para o console Nintendo Switch e, mais recentemente, na Steam. “SNK VS Capcom: Card Fighters” é mais um que chega para integrar esses relançamentos, que traz consigo um bom card game e nada mais do que isso.

Em sua época, o game foi lançado em duas versões, onde em uma o jogador utilizaria cartas dos personagens da SNK e outra, seriam utilizados os lutadores da Capcom. Agora, “SNK VS Capcom: Card Fighters” trás ambas as versões em um único pacote.

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Assim como outros relançamentos do Neo Geo Pocket Color, o game oferece opções de jogar tanto em sua versão japonesa como americana, além das molduras que remetem ao clássico portátil da SNK. Esses elementos não alteram o gameplay, mas são pequenos detalhes que tornam o título mais atrativo para os jogadores.

Durante a aventura, o jogador precisará enfrentar uma série de oponentes, melhorar o seu baralho e  conquistar o título de campeão do card game. Ao todo, são 300 cartas disponíveis, dos mais diversos personagens de ambas as empresas, SNK e Capcom.

No geral, as regras seguem uma estrutura bem simples e de fácil domínio. Existem dois tipos de cartas, que são os já conhecidos lutadores e as cartas de suporte, as quais permitem uma ação especial nos duelos.

Cada lutador possui pontos de BP, que representam suas vidas e também força de ataque. A cada batalha, os pontos de BP de uma carta serão subtraídos pelo total de BP do adversário e, no momento que a pontuação for zerada, aquele lutador será retirado da partida.

Além do BP, as cartas também possuem os pontos de UP, destinados para as habilidades especiais, proveniente das cartas de suporte. Assim como em qualquer card-game, cada jogador receberá uma quantia de pontos de vida e ganhará o que primeiro conseguir zerar a pontuação do adversário.

“SNK VS Capcom: Card Fighters” pode funcionar como um bom passatempo para os que procuram por um título simples. Porém, algumas batalhas se mostram bem desbalanceadas, o que pode tornar a jornada pelo game um pouco tediosa. O desafio ficará para os que planejam conquistar todas as cartas, uma tarefa que exigirá muitas horas de dedicação.

O card-game está disponível para o console Nintendo Switch e pode ser adquirido pela eShop americana por US$ 7,99 (R$44,04). Assim como aconteceu com outros títulos do Neo Geo Pocket Color, é possível que em breve, ele também chegue para PCs, via Steam.  

Nesta quarta-feira (17), a Capcom anunciou que o personagem Sonic chegará ao jogo Monster Hunter Rise em breve. A revelação ocorreu por um trailer divulgado pela Capcom.

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No último final de semana, a Capcom lançou "Resident Evil Village" (2021) e, de acordo com as informações divulgadas pela empresa nesta terça-feira (11), o título já ultrapassou mais de 3 milhões de cópias vendidas. O número supera os 2 milhões de vendas que "Resident Evil 3 Remake" (2020) teve no mesmo período de lançamento.

Desta maneira, o oitavo título da franquia empata com "Resident Evil 2 Remake" (2019), que também obteve 3 milhões de vendas nos primeiros dias. Os dois jogos ocupam o segundo maior lançamento da Capcom, atrás apenas de "Resident Evil 6" (2012), com 4,5 milhões de cópias vendidas no lançamento.

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"Resident Evil Village" também quebrou outros recordes. De acordo com os dados do software de monitoramento SteamCharts, o game atingiu 101.726 jogadores simultâneos. Estes números superam os 74.024 de "Resident Evil 2 Remake" e os 18.211 de "Resident Evil 7".

Além disso, o novo game da Capcom também tem conseguido números expressivos de público no site Twitch. Segundo os dados da própria plataforma, durante os primeiros dias de lançamento, o jogo se tornou o 6º mais assistido, e obteve uma média de mais de 600 mil espectadores.

 

O oitavo capitulo de uma das mais populares franquias da Capcom, "Resident Evil Village", mescla de tudo que a saga ofereceu ao longo dos anos, como elementos de horror, sobrevivência e ação. O título está disponível no PC, por R$ 179,99, e também nos consoles PS4, PS5, Xbox One e Xbox Series X/S, por R$ 249.

O game é uma sequência direta de "Resident Evil 7: Biohazard" (2017) e marca o retorno do protagonista Ethan Winters. Após os eventos do sétimo título, o personagem se casou com Mia e teve uma filha, Rosemary. Tudo parecia bem até o momento em que Chris Redfield, de "Resident Evil 1" (1996), invade a casa, atira na esposa de Winters e sequestra a filha do casal. Cabe ao jogador descobrir o que levou Chris a tomar essas atitudes e todo o mistério que envolve o vilarejo que ambienta o jogo.

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No game anterior, a Capcom resgatou o estilo de terror característico dos primeiros jogos da franquia e, embora tenha agradado antigos fãs, a decisão aborreceu muitos jogadores que preferiam a dinâmica de ação presente a partir de "Resident Evil 4" (2005). Com "Village", a produtora tenta abraçar toda a base de fãs.

Homenagem a "Resident Evil 4"

Amantes do quarto jogo da saga ficarão familiarizados em "Village", pois o game não esconde as influências de "Resident Evil 4", como a composição do cenário, semelhança na ordem dos eventos, inventário de armas, simplicidade dos puzzles e alternância entre os momentos de ação e terror. Embora o título adote a mesma perspectiva de câmera em primeira pessoa, vista no sétimo capitulo, a jogabilidade foi adaptada para tornar os controles mais precisos, o que facilita nos confrontos com os inimigos.

O arsenal de armas também foi expandido se comparado ao game anterior. Desta vez, o jogador terá à disposição diversos tipos de berettas, revólveres de alto calibre, escopetas, metralhadoras, um lança granadas e um rifle de precisão. Todas as armas podem ser personalizadas com o dinheiro coletado ao longo da aventura, por meio da loja do vendedor Duke. Além disso, também é possível utilizar diversos explosivos, como granadas, dinamites e minas terrestres.

Os inimigos de "Village" foram os maiores alvos de críticas no lançamento do game, pois se distanciam dos clássicos zumbis que popularizaram os primeiros jogos e colocam o jogador contra lobisomens. Embora pareça uma mudança de foco, a ideia continua dentro da proposta de arma biológica, que sempre foi o centro da história de "Resident Evil". Vale lembrar que o título original da franquia em japonês é Biohazard (Risco Biológico).

Não serão apenas os lobisomens que atormentarão o jogador na aventura. Também estarão presentes inimigos voadores, ciborgues e alguns espécimes que se movimentam por extinto, semelhante aos zumbis, mas que atacam de maneira parecida com os ganados de "Resident Evil 4". Os chefes do jogo também contribuem para diversificar o gameplay, em destaque a Lady Dimitrescu, que resgata a síndrome de perseguição e se assimila ao Mr X, de "Resident Evil 2 Remake" (2019).

Embora apresente inimigos variados e chefes criativos, o jogo peca na dificuldade dos enigmas e quebra-cabeças, uma vez que a maioria deles são de simples resolução. O game possui um mapa que se divide em diferentes áreas. Cada uma delas deve ser explorada no clássico modelo de leva e trás de itens, ou seja, diversas portas estarão trancadas e cabe ao jogador encontrar todas as chaves para liberar o caminho. Ao desbravar o cenário, será possível encontrar tesouros e itens, que podem ser utilizados para melhorar o armamento, criar munição ou kits médicos e, consequentemente, facilitar os desafios da jornada.

"Village" dispõe de três níveis de dificuldades: o Casual, para aqueles que desejam apenas curtir a história do game; o Padrão, recomendado para os que vão iniciar o game pela primeira vez; e o Intenso, que torna os inimigos mais resistentes e mortais. Ao zerar o game uma vez, o jogador poderá iniciar um novo jogo em qualquer dificuldade, e terá acesso a todas as armas e melhorias coletadas no save anterior. Este será um bom momento para escolher o modo Intenso.

Além do reaproveitamento de armas, serão habilitados alguns bônus que estendem a vida útil do game, como a possibilidade de comprar novos armamentos, adquirir munição infinita, e habilitar o clássico mini game "Mercenários", que retorna para a franquia após ter aparecido pela última vez em "Resident Evil 6" (2012). Neste modo, o jogador deve matar o maior número de inimigos dentro de um limite de tempo e conquistar a melhor pontuação. Os pontos obtidos podem ser utilizados para desbloquear algumas armas exclusivas.

"Resident Evil Village" tem em média 10 horas de gameplay, mas, por conta dos bônus, a vida útil pode ser estendida. O game também explica muitos pontos do capitulo anterior, ao mesmo tempo que deixa outras lacunas para futuras sequências. Em um ano em que a indústria dos games passa pela transição de gerações de consoles, o novo título da Capcom é um forte concorrente a melhor jogo do ano.

O console Nintendo Switch recebeu na última semana game de luta "SNK vs. Capcom: The Match of the Millennium", lançado em 1999 para o console portátil Neo Geo Pocket Color (NGPC), fruto de uma parceria entre as publicadoras japonesas SNK e Capcom. O jogo está disponível na eShop americana por US$ 7,99, e no Brasil pode ser adquirido por meio dos cartões pré-pagos da Nintendo, por cerca de R$ 55.

O título reúne lutadores das franquias "Street Fighter" e "Darkstalkers", da Capcom, e "The King of Fighters" e "Samurai Shodown", da SNK. Por ser um jogo do NGPC, existe uma simplificação na jogabilidade quando comparada a outros jogos de luta, pois apresenta apenas um comando para soco e outro para chute, que eram distribuídos nos únicos dois botões de ataque do console original.

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A simplicidade de “SNK vs. Capcom: The Match of the Millennium” não entrega ao jogador uma experiência competitiva, mas agrada aquele que busca diversão casual. Embora tenha poucas variações nos golpes físicos, o game permite diferentes combinações. Técnicas clássicas, como a tradicional magia hadouken, do personagem Ryu, executado por meio do comando meia lua mais soco, marcam presença no título.

Existem três modos principais de jogo. O Single permite ao jogador escolher um lutador e encarar sequências de lutas de um contra um e, ao final, enfrentar em um round a dupla M. Bison e Geese Howard, vilões da Capcom e SNK, respectivamente. A modalidade Tag possibilita lutas em dupla, e o modo Team as lutas de três contra três. O título possui alguns minigames, que premiam os jogadores com pontos, e possibilita habilitar novos personagens, um fator comum em jogos antigos.

O visual do game apresenta os personagens em modelos de miniaturas. Na versão do Nintendo Switch, o layout do NGPC, junto aos botões de power, opções, d-pad, e teclas de ataque, ficam visíveis no monitor, tanto para aqueles que optarem por jogar na TV ou no modo portátil. Existem várias opções de template, que são referências a modelos do NGPC, com alterações nas cores do aparelho, e podem ser mudados a qualquer momento no jogo ao pressionar o botão " – " do controle.

O port também acrescenta algumas ferramentas novas, como a possibilidade de ajustar o brilho da imagem, aproximar ou afastar o zoom do game, e um recurso de trapaça, que possibilita retroceder dez segundos na disputa, essencial para aqueles que desejam estudar erros cometidos, treinar execução de técnicas ou apenas buscam por um modo fácil de finalizar o game.

Por se tratar de um relançamento, alguns recursos de "SNK vs. Capcom: The Match of the Millennium" poderiam ter sido adicionadas ao game, como uma biblioteca de Artes Conceituais, com a sinopse de cada personagem, curiosidades do desenvolvimento do título e entrevistas com desenvolvedores. Embora sejam detalhes que não influenciam o gameplay, esses brindes valorizam o produto e são bem aceitos pelos fãs que optam por comprar um port de um jogo clássico, semelhante ao que a Capcom faz nos relançamentos dos jogos de "Mega Man".

No geral, o título pode ser uma novidade para novos jogadores, uma vez que o NGPC não foi um console popular no Brasil, e diversos títulos presentes no aparelho eram de difícil acesso para os jogadores dos anos 1990. Jogar "SNK vs. CAPCOM: The Match of the Millennium" no modo portátil do Switch é a experiência mais próxima do original. As ferramentas de ajuste de imagem e os layouts do portátil da SNK ajudam a tornar o jogo na TV uma opção confortável, mesmo em telas de Full HD.

A Epic Games confirmou parceria com a Capcom, e oficializou o crossover com entre os games "Fortnite" e "Street Fighter". Assim, os clássicos personagens Ryu e Chun-Li e outros itens com a temática do jogo de luta estarão à disposição do jogador na battle royale.

Marretas inspiradas no bracelete de Chun-Li, paraquedas do personagem japonês E. Honda e papéis de parede do game de luta fazem parte dos itens que serão disponibilizados pela Epic Games na parceria. O jogador poderá adquiri-los em pacotes separados ou no "pacotão", que possui os dois personagens (na roupa clássica e com opção alternativa de vestimenta) e todos os itens temáticos.

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Embora não haja alterações no modo de jogo ou nas habilidades dos personagens, as skins são um fenômeno entre os jogos online, e grande parte do lucro das produtoras é devido a essas compras. De acordo com o site Eurogamer, um balanço feito em 2019 revela que as compras "in game" são de US$ 1,8 bilhão. A Epic Games lucrou cerca de R$ 7 bilhões com o segmento.

Outro acerto da produtora foi a inserção de crossovers, que aproveita o momento da indústria do entretenimento para alavancar a visibilidade. A primeira ocasião foi em 2018, quando "Fortnite" trouxe o personagem Thanos e a manopla do infinito para a battle royale, e aproveitou o sucesso da estreia de "Vingadores: Guerra Infinita".

Por Rafael Sales

O game "Street Fighter II" (Capcom, 1991), comemora 30 anos de lançamento nesta sexta-feira (5), e é conhecido como um dos jogos de luta mais importantes dos videogames. Além de ser lembrado com carinho pelos jogadores da época, muitos torneios ainda utilizam o game para realizar competições.

Produzido pelo programador japonês Yoshiki Okamoto, "Street Fighter II" oferecia ao jogador a escolha de oito lutadores: Ryu, Ken, Chun-Li, Blanka, E. Honda, Guile, Zangief e Dhalshin. Após selecionar o personagem, o artista marcial percorreria por diversas localidades do globo terrestre para derrotar os campeões locais. Ao final, era necessário enfrentar os quatro chefes, Balrog, Vega, Sagat e M. Bison.

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Para comemorar o aniversário de "Street Fighter II", relembre sete personagens que marcaram o game.

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Lançado a princípio para as máquinas de Arcade (Fliperama), o game também foi portado para os consoles caseiros Super Nintendo e Mega Drive. Nos anos seguintes, o título recebeu versões refinadas, que otimizaram os gráficos, a jogabilidade, e também adicionaram novos personagens, como os quatro chefes finais e os lutadores Dee Jay, T. Hawk, Fei Long, Cammy e Akuma.

"Street Fighter II" também marcou geração com a trilha sonora da compositora Yoko Shimomura, que eternizou os cenários de alguns personagens, graças às músicas. O tema do personagem Guile é um dos mais celebrados pelos fãs. Acompanhe:

De acordo com os registros da Capcom, "Street Fighter II" acumula um total de 15 milhões de unidades vendidas, além de 200 mil gabinetes de fliperamas distribuídos no mundo. O sucesso do título desencadeou diversos concorrentes, como "Mortal Kombat", "Fatal Fury", "Samurai Shodown" e "The King of Fighters".

O mais recente relatório financeiro da Capcom mostrou que o game "Resident Evil 3", remake lançado em abril de 2020, vendeu 3,6 milhões de unidades e superou o título original de 1999, que contava com 3,5 milhões de cópias vendidas.

Os dados também indicam que toda a franquia "Resident Evil" alcançou a marca de 107 milhões de unidades vendidas. Além disso, o remake da terceira aventura da série, ao lado de "Monster Hunter Rise", com lançamento programado para março de 2021, foram considerados com potencial para o aumento de vendas digitais e de entregas de unidades no mercado.

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"Resident Evil 3" foi um título que dividiu a opinião dos fãs. Embora tenha sido elogiado pela crítica especializada, os jogadores mais antigos sentiram falta de algumas partes do game original e que foram cortadas na releitura. Além disso, muitos criticaram o tempo do game, que pode ser concluído em até cinco horas.

O próximo lançamento da saga será "Resident Evil Village", disponível a partir de 7 de maio para PCs, PS4, PS5, Xbox One e Xbox Series X/S. Também foram anunciados novos filmes e séries da franquia, mas a Capcom ainda não divulgou os detalhes das tramas.

A publicadora de jogos Capcom informou nesta quinta-feira (28) que a atriz Jeanette Maus, responsável por interpretar as irmãs bruxas da Casa de Dimitrescu, no jogo "Resident Evil Village" (2021), morreu na última madrugada, aos 39 anos, em decorrência de um câncer de cólon. Além do game, a artista trabalhou nos filmes "Your Sister’s Sister" (2011), "Charm City Kings" (2020) e no roteiro do longa-metragem "My Effortless Brilliance" (2008).

O noivo da atriz também confirmou a notícia da morte de Jeannete no Facebook. De acordo com ele, a atriz lutou contra o câncer durante oito meses e também sofria de doença de Crohn. A atriz também contraiu coronavírus (Covid-19) em 2020, o que pode ter agravado mais o quadro de saúde.

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A escola de dramaturgia em que Jeanette trabalhava, John Rosenfeld, publicou uma homenagem à atriz.

A Capcom anunciou que Resident Evil Village deve chegar em 7 de maio de 2021. O título, da franquia clássica de terror de sobrevivência, estará disponível tanto para os consoles da nova geração, PlayStation 5, Xbox Series X|S, quanto o PS4, Xbox One e PC. Novidades sobre o game foram apresentadas em uma transmissão ao vivo, que também apresentou um novo trailer bastante perturbador.

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A Capcom também revelou que, quem comprar o Village, poderá adquirir gratuitamente o Residente Evil: Verse, um título multiplayer com personagens principais do universo da franquia.Para quem ainda não tem a nova geração dos consoles da Sony ou da Microsoft, a companhia afirmou que o game “será elegível para atualizar do PlayStation 4 para a versão digital do PlayStation 5 e oferecerá suporte ao Smart Delivery para consoles Xbox Series X | S e Xbox One”.

A Sony também fez algumas revelações sobre os personagens que aparecem no trailer, principalmente a mulher alta e misteriosa que apareceu em vários trailers de RE Village até agora. Ela é o destaque do novo trailer e é chamada de Lady Dimitrescu, provavelmente, dona do castelo em que se passa o jogo.

Por fim, usuários de PS5 terão acesso a uma demo independente de Resident Evil Village, chamada de Maiden. Nela, o personagem principal não é Ethan Winters, mas uma personagem conhecida apenas como “a Maiden.” A história dela não se passa na mesma época que o enredo do jogo principal, mas foi criada para ser um conto com puzzles.

Por conta de ataques hackers aos servidores da Capcom, imagens, cutscenes e o final do novo game da empresa, "Resident Evil Village", foram vazadas e circulam pela internet. Além disso, os dados também indicam o lançamento do jogo para maio de 2021.

Os vazamentos estão espalhados no YouTube e em fóruns de discussão. Por conta disso, é recomendado aos fãs da franquia, que não desejam ter a experiência comprometida, tomarem cuidado ao realizar pesquisas sobre "Resident Evil Village".

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Situações semelhantes já ocorreram na indústria dos jogos. O caso mais recente foi com o game da Naughty Dog, "The Last of Us Part II", que teve seu enredo vazado na íntegra, um mês antes do lançamento.

"Resident Evil Village" foi anunciado em junho, durante o State of Play da Sony, e desde então os fãs aguardam por novidades do game.

Documentos que envolvem design de jogos, cópias de slides internos e diversas outras informações confidenciais relacionadas a Capcom foram publicadas no fórum anônimo 4Chan no último fim de semana. O vazamento de dados é consequência de um ataque cibernético sofrido pela empresa no início de novembro e que foi confirmado pela companhia, via comunicado oficial, publicado nesta segunda-feira (16). 

Entre as informações que foram divulgadas pelos cibercriminosos, estão novidades relacionadas a Resident Evil Village, o próximo título da série de terror e uma das apostas da empresa para a nova geração de consoles. Informações pessoais de funcionários, acionistas, clientes, além de documentos corporativos e de desenvolvimento de jogos também fazem parte do material roubado. Ao todo, seriam pelo menos 1 TB de dados furtados da Capcom, pertencentes aos escritórios da empresa no Japão, EUA e Canadá. 

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Resident Evil 

De acordo com as informações vazadas, Resident Evil Village estaria previsto para abril de 2021 e chegaria também ao PlayStation 4 e Xbox One, além das versões PS5 e Xbox Series X|S que já foram anunciadas. Outra novidade, muito aguardada pelos fãs da série, é que esse novo título teria dublagem em português. O gostinho da novidade apareceria em uma demo, liberada em todas essas plataformas, três semanas antes do lançamento oficial.

Um novo jogo multiplayer competitivo da franquia também estaria sendo desenvolvido. Apesar de estar em estágio embrionário, o game foi batizado de Project Highway ou Village Online, e seria gratuito ou incluído no pacote de conteúdos adicionais de Resident Evil Village. Essa talvez fosse a oportunidade da empresa de levar os jogos ao modelo Battle Royales, o que seria inédito. 

Outros projetos

Resident Evil também deve fazer parte de uma série de projetos envolvendo a empresa, mostram outros documentos vazados pelos hackers. Os fãs podem esperar a série de animação, Infinite Darkness, produzida em parceria pela Netflix, chegando em maio, planos de uma versão de realidade virtual de Resident Evil 4, para PC, Resident Evil 7 e Village no Stadia, serviço de jogos em nuvem, um novo game exclusivo para o Nintendo Switch, cujo título preliminar é Guillotine e muito mais.

Entre os arquivos de design vazados, também estão os códigos-fonte de jogos já lançados como Devil May Cry 2, Resident Evil: The Umbrella Chronicles e The Misadventures of Tron Bonne.

Vazamento de dados

Mas não foram apenas informações sobre os jogos que foram divulgadas. Um dos ataques dos cibercriminosos teve como alvo a Capcom Store, a loja oficial da companhia que funciona pela internet, que acabou tendo 147 mil registros obtidos pelos hackers. Entre os dados roubados estão nomes completos, e-mails, números de telefone, datas de nascimento e endereços. O ataque teria sido capaz de extrair informações pessoais de cerca de 28 mil funcionários e 125 mil pessoas que procuraram preencher vagas na companhia nos últimos anos.

Apesar do vazamento das informações a Capcom garantiu que dados financeiros não foram comprometidos pelo ataque realizado no início de novembro, uma vez que as transações realizadas na loja oficial são processadas por meios de pagamentos não ligados a ela.

No domingo, um resgate de US$ 11 milhões em criptomoedas foi pedido pelos cibercriminosos, mas o vazamento das informações indica que empresa não negociou com os hackers. 

A Capcom, em parceria com a Constantin Film, anunciou na última terça-feira (6) que está produzindo um reboot da famosa franquia de jogos "Resident Evil" para os cinemas. A empresa promete que o longa-metragem trará uma narrativa fiel aos games e será dirigido e roteirizado por Johannes Roberts, de "Medo Profundo: O Segundo Ataque" (2019).

A trama será ambientada na cidade fictícia de Raccoon City, em 1998, com os momentos que são exibidos nos dois primeiros games da série. O enredo abordará os mistérios que envolvem a cidade e os acontecimentos isolados da famosa Mansão Spencer, presente no primeiro título da franquia.

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Em entrevista ao portal Polygon, Roberts explica que deseja recriar a experiência visceral que teve ao jogar os dois primeiros games, ao mesmo tempo que pretende contar uma história que envolva a cidade tão amada pelos fãs da saga.

O elenco vai contar com a atriz de origem brasileira Kaya Scodelario no papel de Claire Redfield, além de Avan Jogia, Robbie Amell, Hannah John-Kamen, Neal McDonough e Tom Hopper, no papel do vilão Albert Wesker.

O novo reboot segue sem data de estreia confirmada.

Outras adaptações de "Resident Evil" foram anunciadas nos últimos meses. Em agosto, a Netflix divulgou uma série live-action baseado no universo dos jogos, para 2021O serviço de streaming também confirmou no final de setembro que está produzindo uma série em CG, "Resident Evil: Infinite Darkness", tabém para o próximo ano.

A Capcom divulgou os resultados da lista “Títulos de Platina”, que contém os jogos mais vendidos da empresa.

De acordo com os dados, “Resident Evil 7 Biohazard” (2017) alcançou a marca de 7,9 milhões de unidades vendidas.

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O sétimo capítulo da franquia conseguiu desbancar “Resident Evil 5” (2009), que desde o seu lançamento ostentava o primeiro lugar no pódio com 7,7 milhões de unidades vendidas.

De acordo com a lista, a franquia segue classificada da seguinte maneira: “Resident Evil 7 Biohazard” com 7,9 mi, “Resident Evil 5” com 7,7 mi, “Resident Evil 6” (2012) com 7,6 mi e o remake de “Resident Evil 2” (2019) com 7,2 mi.

No ranking de vendas de todas as franquias de jogos da Capcom, “Monster Hunter: World” segue na liderança, com 16,1 milhões de unidades.

O produtor executivo da popular franquia de jogos de luta "Street Fighter", Yoshinori Ono, anunciou no último domingo (9), em seu Twitter, que deixará a Capcom até o final de setembro. Ono está na companhia há 30 anos.

Em seus post, o produtor agradeceu os fãs pelo período que passou na empresa e relembrou diversos momentos que teve no desenvolvimento dos jogos de "Street Fighter".

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"Meu coração está cheio de gratidão por aqueles jogadores que têm dado um apoio caloroso à marca, especialmente na última década, quando todas as atividades da marca 'Street Fighter' ganharam força novamente e recuperaram sua vivacidade", escreveu Ono.

Além disso, Ono afirmou que a Capcom vai continuar a cuidar da marca "Street Fighter" e que acompanhará a franquia, dessa vez como jogador. Ele também lamentou não poder reencontrar os fãs e colegas de profissão nos eventos de 2020, por conta da pandemia do coronavírus (Covid-19), e encerrou o post com um shoryuken, popular técnica do game de luta.

Ono entrou na Capcom em 1990 e foi responsável por revitalizar a franquia "Street Fighter" em 2008, com "Street Fighter 4", que resgatou as origens do game. Ele também trabalhou em outras jogos da empresa, como "Resident Evil", "Devil May Cry", "Mega Man" e "Breath of Fire".

Nesta sexta-feira (12), a Capcom divulgou que a franquia "Resident Evil" ultrapassou a marca de 100 milhões de cópias vendidas no mundo. A famosa saga de zumbis é a primeira da empresa a atingir tal marca e, segundo os dados, mais de 80% das vendas vieram de fora do Japão.

De acordo com a Capcom, esse resultado só foi possível por conta da qualidade apresentada nos últimos jogos, como "Resident Evil 7" (2017), "Resident Evil 2 Remake" (2019) e "Resident Evil 3 Remake" (2020).

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A empresa também acredita que as constantes promoções dos títulos, em plataformas como Playstation Network, Xbox Live e Steam, também contribuíram para que a marca fosse alcançada.

Na última quinta-feira (11), a Capcom anunciou no evento da Sony o próximo capítulo da franquia, "Resident Evil Village", para 2021.

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