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O Sindicato dos Rodoviários realiza um ato, na manhã desta quarta-feira (26), no cruzamento da Avenida Guararapes com a Rua do Sol, na área central do Recife. Com isso, os ônibus estão sendo orientados a estacionar no local, enquanto carros e motos são liberados.

A greve dos rodoviários teve início nesta quarta-feira. Entre as reivindicações da categoria estão reajustes salariais e no auxílio alimentação e gratificação de R$ 500 para motoristas que realizam também a função de cobrador. A paralisação é por tempo indeterminado.

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"A categoria está de parabéns porque a greve está forte e precisa continuar nessa força reivindicando seus interesses e objetivos", declarou Aldo Lima, presidente do sindicato. Por volta das 7h, o Grande Recife Consórcio de Transporte declarou que 27% da frota de ônibus estava em circulação.

Além desses profissionais, os metroviários também decidiram realizar uma paralisação de 48 horas após assembleia realizada na noite da terça-feira (25). Eles cobram melhoria do sistema de metrô no Grande Recife e valorização da categoria.

Com informações de Victor Gouveia.

Neste mês de novembro, em que é celebrada a Consciência Negra em homenagem à memória do líder quilombola Zumbi dos Palmares, o rapper paulistano Felipe Flip leva a turnê do seu álbum ‘Pela Cor’ para o Nordeste. O disco que ressignifica o papel do homem preto nas relações afetivas e na sociedade será apresentado em uma série de shows pela Bahia, em uma mini tour entre os dias 26/11 e 01/12. A circulação começa pela capital Salvador, no festival Afropunk, neste sábado (26).

O álbum ‘Pela Cor’ foi lançado em dezembro de 2021 e traz temas pouco debatidos no universo masculino, como paternidade, relacionamentos igualitários e afeto. Em oito faixas, Flip busca ressignificar o papel do homem preto, debatendo alguns estereótipos a ele agregados, como o rancor. Nos shows da turnê baiana, o rapper apresenta essas e outras canções de sua carreira. Também há espaço para releituras de clássicos de grandes nomes do hip hop mundial, como Fugees e 2Pac.

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A passagem do artista paulistano pela Bahia começa neste sábado (26), quando ele participa do show da banda Black Pantera no festival Afropunk Bahia. Em seguida, Flip se apresenta no Evolua Sk8 Park, em Lauro de Freitas (27/11); no Morro de São Paulo: Morro Skate House (28/11); e no UniversoPol, (29/11). A turnê segue ainda para Cairu, Morro SkateHouse (30/11), e Boipeba, na Casa Latinha (01/12), em Boipeba, ponto final da circulação por terras baianas.

Juiz deu 48h para adequação do veículo à legislação (reprodução). 

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Um fusca completamente adesivado com a imagem do presidente Jair Bolsonaro (PL) foi proibido de circular até o dia 30 de outubro, quando ocorre a votação do segundo turno das eleições. De acordo com a Justiça Eleitoral do Paraná, a legislação determina que carros públicos ou privados não podem ter mais de meio metro da lataria coberta por propaganda eleitoral.

A decisão foi expedida pelo juiz Luiz Fernando Montini, da 124ª Zona Eleitoral de Palotina (PR), no dia 14 de outubro. Nela, o magistrado argumenta que busca "evitar quaisquer interpretações que remetam à 'censura'".

O documento foi publicado no site Conjur. "Determino a intimação do requerido dando a ele a oportunidade de regularizar o veículo extraindo os dizeres que remetam à candidatura expressa, ou adequando o veículo com indicação do candidato na medida máxima de meio metro quadrado", afirmou Montini, no texto. O juiz também determinou que, caso sua decisão não seja cumprida em um prazo de 48 horas, o veículo deve ficar recolhido até o fim da votação do segundo turno.

 

Há 28 anos, circulava o “real”, a nova moeda oficial do Brasil, como parte do Plano Real, estratégia e projeto econômico que visavam estabilizar a economia. Nos dias de hoje, a inflação de 11,73% é capaz de causar medo, porém, na época do Plano o aumento dos preços podia atingir até 2.500% ao ano.

Segundo a calculadora de inflação do Banco Central, para obter o mesmo poder de compra de R$ 1 na época, você precisaria de R$ 7,48, um aumento de 648% no período de 28 anos.

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Antes do real ser criado, o Brasil teve outras oito moedas, réis, cruzeiro, cruzeiro novo, cruzeiro (novamente), cruzado, cruzado novo, cruzeiro (pela terceira vez) e cruzeiro real.

O plano mostrou-se um sucesso à época. Um ano depois da criação da nova moeda, a inflação foi de 22%. Inicialmente, o número pode parecer alto, porém, ao comparar com a marca de 2000% ao ano, o número representa apenas 1% da antiga inflação. Três anos após. em 1998, os preços avançaram apenas 1,65%, uma das menores taxas já registradas até hoje.

O Plano Real foi criado sob o guarda-chuvas do governo de Itamar Franco e pelo então Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso, que viria a se tornar presidente do Brasil entre 1995 e 2002. O projeto foi desenvolvido por um time de economistas como Pérsio Arida, Edmar Bacha, André Lara Resende, Gustavo Franco e Pedro Malan. 

O supermercado Atacarejo e a Prefeitura do Recife, através da Secretaria de Política Urbana e Licenciamento (Sepul) e da Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU), deram início às obras para mudança de circulação entre a rua Dois Irmãos e avenida da Recuperação, sob o Viaduto da BR-101. De acordo com a gestão municipal, o objetivo do projeto é aumentar em 47% a capacidade viária para quem circula entre os bairros de Apipucos e Dois Irmãos.

Implantada como uma medida mitigadora para o supermercado, a obra deve ser concluída até o dia 25 de novembro. As mudanças previstas também incluem a implantação de duas travessias semaforizadas para pedestres.

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Segundo a Prefeitura, a obra atingirá mais de 180 mil pessoas que trafegam pelo local nos diversos modais, diminuindo pela metade o tempo do semáforo. Mais detalhes acerca da nova circulação devem ser divulgados pela gestão municipal nos próximos dias.

Uma subvariante Delta do novo coronavírus, que pode não ser detectada em testes rápidos, tem circulado de forma cada vez mais intensa em Belém, no Pará. A informação foi confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), após sequenciamento de 16 amostras do vírus SARS-CoV-2 obtidas de pacientes na capital paraense.

“Nessas análises a Sesma detectou uma uma subvariante Delta, a AY.33, circulando em Belém e que pode não ser detectada por testes rápidos e pelos protocolos padrões de RT-qPCR”, informou, em nota, a secretaria.

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Diante da constatação, a prefeitura local está orientando que qualquer pessoa que apresente sintomas compatíveis com Covid-19 fique em isolamento social por 14 dias. Na nota divulgada pela Sesma, foram apresentados resultados de análises feitas desde julho, que revelaram uma inversão das variantes identificadas.

Em julho e agosto, dos 1.612 casos da Covid-19 notificados em Belém, foram enviadas, para sequenciamento, 72 (4%) amostras de pacientes sintomáticos que apresentaram RT-qPCR positivo. Desses casos, 84,7% de casos foram provocados pela variante Gamma, enquanto os casos da variante Delta representaram 9,7%.

Dos 332 casos notificados em setembro, 24 (7%) dos pacientes sintomáticos tiveram resultado positivo no RT-qPCR. Destes, 50% foram casos provocados pela variante Delta e 50% dos pacientes haviam sido infectados pela variante Gamma do vírus SARS-CoV-2.

Nos primeiros 20 dias do mês de outubro, foram notificados 152 casos. As 20 amostras genotipadas (13%) revelaram uma inversão, com a predominância da variante Delta, responsável por 75% dos casos, enquanto a variante Gamma foi identificada em 25% das análises.

“Diante deste cenário, se faz a necessário que a população siga com as medidas de prevenção e controle como: isolamento domiciliar da pessoa que estiver com suspeita ou em período de transmissão da doença, lavagem frequente das mãos com água e sabão e/ou álcool em gel, além do uso obrigatório de máscara e manter o distanciamento social”, informou a Sesma.

Dois ônibus elétricos começam a circular em Salvador nos próximos 30 dias. As linhas serão as primeiras de um total de sete que irão operar com os ônibus durante este mês de setembro e início de outubro.

“A eletromobilidade já é uma realidade em grandes centros urbanos de todo o mundo e nós temos o desejo de trazer essa inovação também para Salvador, tanto para proporcionar ao usuário um transporte com mais qualidade, assim como para buscar reduzir a emissão de gases poluentes, trazendo benefícios para a saúde da população”, destacou o secretário da Semob, Fabrizzio Muller.

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A Prefeitura de Salvador revela que a iniciativa tem como objetivo reduzir a emissão de gases poluentes na atmosfera, uma vez que o setor de transporte é responsável por 65% de todas as emissões em Salvador.  

De acordo com a BYD, empresa especializada em energia limpa, cada ônibus elétrico rodando em média 6 mil km por mês, deixa de emitir 125 toneladas de gás carbônico (CO2) por ano, o que corresponde ao plantio de 897 árvores no período.

Além disso, os ônibus elétricos também são muito mais silenciosos, e permitem uma maior economia com abastecimento, uma vez que um dos principais fatores que oneram o sistema ainda é o valor do ICMS sobre o óleo diesel. Há ainda outros itens como menor custo de manutenção e maior durabilidade do veículo. Os veículos que serão testados em Salvador levam entre 4h e 5h para atingir a carga completa, o que dá a eles uma autonomia de até 250 km.

A circulação das notas de R$ 200 completa um ano nesta quinta-feira (2) com cerca de 80 milhões de cédulas em circulação no país. Em valor, são R$ 16 bilhões, de acordo com dados do Banco Central (BC).

Ao lançar a nota no passado, o BC informou que seriam produzidas 450 milhões de cédulas. Ou seja, desse total produzido, 17,8% estão em circulação. As demais cédulas produzidas estão armazenadas no BC.

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Em relação às outras cédulas de real, as de R$ 200 representam 1,03% do total de notas em circulação (7,75 bilhões). A maioria das notas nas mãos dos brasileiros é de R$ 50, com mais de 2,1 bilhões de cédulas. As de R$ 100 são mais de 1,8 bilhão e em terceiro lugar estão as de R$ 2, com 1,5 bilhão.

 

O BC informou que a circulação de novas cédulas é gradual. “A entrada em circulação da cédula de R$ 200 assim como aconteceria com qualquer outra nova denominação ocorre de forma gradual e de acordo com a demanda da sociedade. O ritmo de utilização da cédula de 200 reais vem evoluindo em linha com o esperado, e seguirá em emissão ao longo dos próximos exercícios”, disse o BC, em nota.

No lançamento da nova cédula, no ano passado, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, disse que a introdução da nova cédula era fundamental para evitar um eventual desabastecimento do papel-moeda frente ao aumento da demanda por dinheiro em espécie desde o início da pandemia de Covid-19.

Dois mineiros foram presos em flagrante na tarde dessa terça-feira (24), em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Após repassar dinheiro falso no comércio local, os suspeitos planejavam fazer novas vítimas na tradicional feira do município.

Durante rondas na Avenida Zé Tatu, no bairro Maria Auxiliadora, policiais militares identificaram os dois homens saindo de um supermercado em atitude suspeita. Na abordagem, foram encontradas 10 notas falsas de R$ 100 no bolso de um e 89 notas de R$ 100 na meia do outro. Ao todo, a quantia fraudulenta equivale a R$ 9.900.

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Nas buscas no veículo da dupla, também foram localizados cerca de 7g de maconha e R$ 860 em dinheiro verdadeiro, fruto de golpes já cometidos na região. Autuados em flagrante, os turistas foram encaminhados para esclarecimentos na sede da Polícia Federal em Caruaru.

Ambos confessaram que iriam repassar as notas nos mercados e na feira de Caruaru. No interrogatório, também informaram que o dinheiro falso foi adquirido no Facebook e que o carro era da mãe de um deles. Os celulares dos suspeitos foram apreendidos.

O motorista do veículo, possui 28 anos, reside da cidade de Bocaiúva e não consta antecedentes criminais. O outro suspeito é um autônomo, de 27, morador de Montes Claros e já foi preso pelo mesmo crime pelas autoridades de Minas Gerais.

Após prestar depoimento, a dupla foi autuada em flagrante por introduzir notas falsas em circulação. O motorista também foi autuado pela posse do entorpecente para consumo pessoal. Eles estão à disposição da Justiça e, caso condenados, podem ficar presos de 3 a 12 anos na Penitenciária Juiz Plácido de Souza, além de pagar multa.

Após o megavazamento de dados de 223 milhões de CPFs, 40 milhões de CNPJs e 104 milhões de registros de veículos, as informações de 39.645 brasileiros e 22.983 empresas nacionais já circulam livremente e gratuitamente na internet - embora os dados estejam à venda, o hacker tornou pública uma pequena parte das informações. A conclusão é da empresa de segurança Syhunt, que analisou alguns dos arquivos disponibilizados pelo hacker em fóruns na internet.

Um dos arquivos é considerado o 'catálogo' do criminoso - nele estão listadas, mas não reveladas, as informações que estão à venda. É possível, por exemplo, usar um número de CPF para saber o que está em poder do criminoso para aquele número. Outros dois pacotes de dados, um para pessoa física e outra para pessoa jurídica, são uma espécie de 'amostra grátis' daquilo que ele tem para oferecer. Para pessoas físicas, são 37 categorias de informações preenchidas, em média, com dados aleatórios de mil pessoas cada. Para pessoas jurídicas aparecem mil empresas em cada uma das 17 categorias. O número específico de cada pasta varia.

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A empresa estima que, no total, o hacker tem em mãos quase 1 TB de informação: 650 GB de pessoas físicas, 200 GB de pessoas jurídicas e outros 23 GB referentes às informações de veículos. Um dos dados mais assustadores de todo o vazamento, o pacote com fotos de rosto, tem cerca de 16 GB - a empresa estima que isso se refira a imagens de 1,1 milhão de pessoas.

Segundo especialistas ouvidos pelo Estadão, esse pode ser o maior roubo de informações da história do País. A origem do vazamento ainda é desconhecida. Inicialmente, o Serasa era apontado como a possível fonte das informações. O birô de crédito tem repetido que investigou o caso e que conclui que as informações não têm origem na sua base de dados.

A Syhunt também não conseguiu detectar a origem do vazamento, mas já levanta a hipótese de que as bases de dados vieram de fontes diversas, embora não consiga apontar quais seriam exatamente. "Esse foi o trabalho de um insider, alguém que trabalha ou que prestou serviço para a detentora das bases", diz ao Estadão Felipe Daragon, fundador da Syhunt. Ele diz que o criminoso provavelmente passou bastante tempo compilando as informações das várias fontes, o que também indica que a falha de segurança ocorreu por um longo período.

Outra descoberta da Syhunt contraria uma informação indicada pelo próprio hacker. O criminoso afirma ter dados compilados até agosto de 2019, mas a empresa descobriu informações referentes a 2020, como fotos de rosto e ocupação.

Apesar dos dados estarem divididos em 37 categorias (pessoa física) e 17 categorias (pessoa jurídica), cada uma dessas categorias traz atrelada diversas informações. Por exemplo, a categoria "básico completo" para pessoa física traz as seguintes informações: CPF, nome completo, sexo, data de nascimento, idade atual, nome dos pais e estado civil. /B.R.

ANPD se pronuncia após oito dias

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), responsável pela aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), se pronunciou na quarta, 27, sobre o vazamento, oito dias após o caso se tornar público. Em nota, a ANPD disse que "está apurando tecnicamente informações sobre o caso e atuará de maneira cooperativa com os órgãos de investigação competentes e oficiará para apurar a origem, a forma em que se deu o possível vazamento, as medidas de contenção e de mitigação adotadas em um plano de contingência".

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Começou a valer a partir de hoje (25), e vai até o dia 31 de janeiro, a ampliação de medidas restritivas para reduzir a taxa de infecção pelo novo coronavírus no estado do Amazonas. As medidas foram anunciadas no sábado (23) pelo governador do estado, Wilson Lima, após reunião do Comitê de Enfrentamento da Covid-19 com representantes do comércio e serviços e de órgãos de controle. Entre as novas medidas está a ampliação para 24 horas do período de restrição de circulação de pessoas no estado durante o período de sete dias.

De acordo com decreto publicado pelo governo do estado, poderão funcionar, durante o período de restrição de circulação, apenas supermercados varejistas e atacadistas de pequeno, médio e grande porte e padarias, no período das 6h às 19h. Já os mercados e feiras deverão funcionar das 4h às 8h. As drogarias e farmácias poderão funcionar 24 horas, assim como os serviços essenciais das áreas da saúde e segurança.

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O decreto com as restrições diz que será permitida a circulação para aquisição de produtos essenciais à vida, limitada a uma pessoa por núcleo familiar. Os serviços de delivery só serão permitidos das 6h às 22h para serviços essenciais, como os de venda de alimentação (restaurantes, lanchonetes, etc).

Não serão permitidos serviços delivery ou drive-thru de comércio e serviços não essenciais. Já os postos de combustíveis também poderão funcionar, sem a abertura das lojas de conveniência.

Contaminação

De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), o índice de contaminação pelo novo coronavírus no estado tem taxa de transmissão de 1,3, a mais alta do país. Isso significa que cada grupo de 100 pessoas infectadas transmite o vírus para 130.

O governador disse que a restrição é necessária devido à mutação do novo coronavírus, identificado no estado e que tem maior capacidade de transmissão. Ele disse ainda que apesar das medidas restringirem bastante a circulação de pessoas, não se trata de um fechamento total, o chamado lockdown.

“Não há lockdown no estado do Amazonas. Há muita gente disseminando informações que não são verdadeiras, estão propagando fake news. Essa é uma medida para que a gente possa diminuir aglomerações e, consequentemente, quebrar essa cadeia de transmissão do vírus, que, desta vez, de acordo com especialistas, tem uma capacidade muito grande de transmissão”, afirmou o governador Wilson Lima, durante o anúncio das novas regras.

A FVS disse ainda que foi constatado aumento de 135% no número de casos de covid-19 detectados nos últimos 14 dias, saindo da média móvel diária abaixo de 500 casos diários, na primeira quinzena de dezembro de 2020, para mais de 2 mil por dia em janeiro, tendo recorde neste ano de mais de 5 mil casos registrados em um único dia.

Confira as medidas de restrição – De 25 a 31 de janeiro

O que pode funcionar

• Supermercados varejistas e atacadistas de pequeno, médio e grande portes e padarias – das 6h às 19h, com venda restrita a produtos de higiene, limpeza e alimentação

• Drogarias e farmácias – 24 horas, com venda restrita a produtos de higiene, medicamentos e outros produtos farmacêuticos

• Mercados e feiras – das 4h às 8h

• Delivery de serviços de alimentação – das 6h às 22h

• Indústria – em turno de 12 horas (exceção para alimentos e produtos farmacêuticos e hospitalares)

• Transporte de cargas – apenas de produtos essenciais, como alimentação, combustíveis e produtos das áreas de saúde e segurança

• Postos de combustíveis

Quais atividades ficarão suspensas

• Não essenciais, incluindo lojas de conveniência de postos de combustíveis

• Delivery e drive-thru de comércio e serviços não essenciais

Circulação de pessoas

• Permitido deslocamento de uma pessoa do núcleo familiar para estabelecimentos do grupo de serviços essenciais

• Permitida a circulação de trabalhadores de estabelecimentos considerados essenciais

• Permitida circulação de pessoas para acesso a serviços de saúde, clínicas e laboratórios

• Permitido o deslocamento de agentes públicos que trabalham na área de saúde ou em ações de enfrentamento, e de profissionais de imprensa.

Os franceses terão que se vacinar contra a Covid-19 para poderem circular livremente, segundo um projeto de lei que causou alarme na oposição nesta terça-feira (22).

Apesar de a França planejar sair do estado de emergência sanitária causado pela pandemia covid-19 em abril, o projeto de lei apresentado ao Conselho de Ministros visa a "estabelecer um quadro jurídico sustentável em face das crises de saúde", segundo o governo.

Em particular, dá ao primeiro-ministro o poder de decretar várias proibições, de circulação, fechamento de estabelecimentos e até concentrações em vias públicas.

Estas restrições podem estar sujeitas à "apresentação dos resultados de um teste de rastreio negativo ou após o tratamento preventivo, incluindo a administração de uma vacina."

A oposição vê por trás disso a vacinação obrigatória disfarçada. "De forma sorrateira, este texto não prevê a vacinação obrigatória, mas sim prevenir toda a convivência social para quem não a toma", disse a presidente do RN (extrema direita), Marine Le Pen, denunciando uma "medida da natureza totalitária".

"Embora o Executivo tenha indicado que a vacinação não seria compulsória, apresenta um projeto de lei que condiciona nossos movimentos a ela, introduzindo uma forma de desigualdade entre os cidadãos", disse o deputado Julien Aubert.

O assunto é delicado: de acordo com uma pesquisa recente, 59% dos franceses não pretendem ser vacinados contra a covid-19, tornando a França um dos países europeus com maior resistência à vacina.

No final de novembro, o presidente Emmanuel Macron anunciou que a vacinação, que começará no próximo domingo para os idosos, não seria obrigatória.

Essa mensagem foi reiterada nesta terça-feira pelo ministro da Saúde, Olivier Véran. "Repito, a vacinação (contra covid-19) não é obrigatória", insistiu, acrescentando que o projeto será discutido com todos os setores e tem que "amadurecer".

A oposição se pergunta se poderia haver uma discussão enquanto "as liberdades públicas são restritas".

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Ciente da greve dos rodoviários anunciada para esta terça-feira (22), parte dos passageiros evitaram a tradicional confusão no transporte público em dias de paralisação no Grande Recife. Ainda que os veículos saíssem lotados, os Terminais Integrados receberam menos pessoas, que lutaram contra a demora entre viagens para chegar ao destino.

“Tem menos gente porque o pessoal viu a notícia e desistiu, porque sem ônibus fica muito ruim, principalmente pra voltar”, comentou o porteiro Williams Roberto. Retido no Terminal do Barro, localizado na Zona Norte do Recife, ele lamenta que a falta de coletivos vai atrasar ainda mais seu percurso. “O ônibus aqui sempre demorou. Leva uns 30 a 40 minutos, mas hoje deve demorar mais [...] levei 15 minutos para pegar o primeiro. Cheguei aqui faz mais ou menos 20 minutos e ainda não chegou", disse.

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O universitário Alex Humberto admite que precisou invadir a estação do metrô para tentar embarcar em um ônibus. “Para chegar aqui, pulei o muro do metrô. Cheguei agora a pouco e saí ciente de que estava tendo greve. O movimento está visivelmente menor”, confirma.

Já a dona de casa Edna Clemente revela que fez parte do trajeto a pé para reduzir o atraso a caminho de uma consulta no Hospital das Clínicas. “Vim até aqui de metrô. Pra pegar o metrô em Jaboatão foi tranquilo, mas tive que ir à estação a pé, porque não tinha ônibus. Quando chego aqui, normalmente já entro no ônibus, mas está demorando mais. Hoje tá difícil [...] tem menos gente e também menos ônibus”, reclamou.

Com informações de Lara Tôrres

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Pesquisadores da Universidade de Milão concluíram que o coronavírus já circulava na Itália em novembro de 2019, o que sugere que ele se espalhou antes do que foi registrado oficialmente. Em estudo publicado nesta quarta-feira (9), no site do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos EUA, eles confirmam que um garoto de 4 anos testou positivo.

O menino, que vive em uma cidade nos arredores de Milão, sentiu os primeiros sintomas no dia 21 de novembro. Com tosse, vômito e problemas respiratórios, ele deu entrada no hospital no dia 30. Em 5 de dezembro, os médicos diagnosticaram como sarampo e recolheram material biológico da garganta. Alguns dias depois, a criança se curou, mas o cotonete, como de costume, ficou guardado no freezer a -80ºC no laboratório da universidade.

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A ideia de examinar novamente material biológico da época, segundo os pesquisadores, surgiu depois que autoridades encontraram traços de coronavírus em amostras de água tratada de Milão, Turim e Bolonha, em dezembro e janeiro.

Os pesquisadores disseram que não foram capazes de determinar a origem do vírus, já que a amostra foi retirada da garganta, em vez do nariz. Mas o garoto não havia viajado para fora da Itália na época do diagnóstico, o que sugere que o vírus já estava circulando pela Europa no fim do outono, três meses antes do primeiro caso ser registrado oficialmente na Itália.

"A disseminação de longo prazo e não reconhecida do coronavírus no norte da Itália ajudaria a explicar, pelo menos em parte, o impacto devastador e o curso rápido da primeira onda de covid na Lombardia", escreveram.

A China vem tentado emplacar a teoria de que o contágio começou na Itália - e não em Wuhan. Autoridades chinesas apontam para outro estudo que sugere que o vírus pode ter se espalhado pelo sul da Europa em setembro. Os cientistas, no entanto, afirmam que, mesmo que o vírus tenha chegado à Itália antes do que se sabia, isso não exclui que o surto originário tenha sido na China. (Com agências internacionais)

A Defensoria Pública da União (DPU) entrou com uma Ação Civil Pública na Justiça, com o pedido para que o Banco Central retire de circulação a cédula de R$ 200, lançada em 2 de setembro. Segundo o que é descrito no processo, a nova nota não oferece acessibilidade, pois altura e largura são semelhantes à de R$20, o que pode gerar prejuízo e efeito de exclusão social aos deficientes visuais.

A ação foi encaminhada em 9 de outubro e, além da assinatura da DPU, a Organização Nacional de Cegos do Brasil também endossou o documento. Em caso de descumprimento, o Banco Central terá que pagar R$ 50 mil por dia.

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O documento também pede para que o Banco Central recolha as cédulas em circulação, e seja impossibilitado de produzir notas com dimensões iguais as já produzidas.

No site do Banco Central, a estatal afirma que a escolha das dimensões iguais entre as duas cédulas foi aderida por conta do prazo para colocar a nota de R$ 200 em circulação.

O banco também alegou que para produzir a nota em tamanho diferente seria necessário adaptar o parque fabril, local onde se agrupam as atividades industriais e empresariais do país. Outro fator que também pesou na decisão foi a adequação aos caixas eletrônicos e demais equipamentos programados para receber a cédula.

A nota de R$ 200, com a imagem do lobo-guará, começa a circular nesta quarta-feira (2). Segundo o Banco Central (BC), será a sétima cédula da família de notas do Real. Serão produzidos neste ano 450 milhões de unidades. Ainda não foi divulgada a imagem da nova cédula.

A cerimônia de lançamento das novas cédulas será às 13h30 de hoje e será transmitida pelo canal do BC no YouTube.

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O lobo-guará foi escolhido em pesquisa realizada pelo BC em 2001 para eleger quais espécies da fauna brasileira deveriam ser estampadas nas cédulas do país.

De acordo com o Banco Central, o lançamento da nova nota é uma forma de a instituição agir preventivamente para a possibilidade de aumento da demanda da população por papel moeda.

De acordo com a Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), o Aeroporto Internacional do Recife-Guararapes/Gilberto Freyre registrou aumento de circulação de 175%, na comparação entre junho e julho. O setor de turismo em Pernambuco só pôde retomar suas atividades em junho, obedecendo ao Plano de Convivência com a covid-19.

Segundo a Empetur, o terminal da capital pernambucana registrou cerca de 250 mil embarques e desembarques em julho, tendo sido o número do mês anterior de apenas 96 mil. A empresa vê os dados com otimismo, visto que o Aeroporto de Fortaleza, por exemplo, registrou movimentação de cerca de 106 mil pessoas.

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“A retomada gradual do Turismo tem sido bem planejada desde os seus primeiros passos. Os resultados desta pesquisa comprovam que esse crescimento foi bem executado nos meses passados e tendem a seguir em evolução nos próximos também, sempre obedecendo aos protocolos sanitários de prevenção à Covid-19. Estamos muito felizes por, aos poucos, irmos conseguindo recompor nossa malha aérea”, comenta o secretário de Turismo e Lazer do Estado, Rodrigo Novaes.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou lei que permite às autoridades públicas restringir a circulação de pessoas para conter a disseminação do novo coronavírus no País, mas vetou a isenção tributária para produtos e serviços necessários ao enfrentamento da pandemia. O texto está publicado no Diário Oficial da União (DOU).

A norma diz que as autoridades poderão adotar, no âmbito de suas competências, restrição excepcional e temporária de entrada e saída do País e locomoção interestadual e intermunicipal, tanto por rodovias e portos quanto por aeroportos.

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As medidas, porém, dependem de recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou do respectivo órgão estadual de vigilância sanitária.

Além disso, a lei determina que "a adoção das medidas deverá resguardar o abastecimento de produtos e o exercício e o funcionamento de serviços públicos e de atividades essenciais, assim definidos em decreto da respectiva autoridade federativa".

O presidente vetou o trecho que previa isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS-Pasep e Cofins sobre a industrialização e a venda de mercadorias, produtos e prestação de serviços necessários ao enfrentamento da pandemia e um outro complementar que dava ao Ministério da Saúde a tarefa de definir os itens que seriam isentos dos tributos.

Para barrar o benefício, o governo alegou que a medida "acarreta em renúncia de receita sem que esteja acompanhada de estimativa do seu impacto orçamentário e financeiro".

A lei é resultado da aprovação da Medida Provisória 926/2020, que passou por modificações no Congresso. A norma sancionada também flexibiliza regras de licitações públicas destinadas à aquisição de bens e serviços para o enfrentamento da pandemia.

A lei simplifica procedimentos e processos para essas contratações, com dispensa de licitações em alguns casos e redução de prazos.

A crise provocada pelo novo coronavírus elevou a demanda dos brasileiros por dinheiro em espécie. Dados divulgados nessa quarta-feira (29) pelo Banco Central mostram que de fevereiro - antes da pandemia - para junho o Papel-Moeda em Poder do Público (PMPP) saltou 29%, de R$ 210,2 bilhões para R$ 270,9 bilhões. Este é o maior valor da série histórica do BC, iniciada em dezembro de 2001.

O movimento chama a atenção por ocorrer em um momento da história econômica em que os países têm elevado as iniciativas para uso da tecnologia em transações comerciais - o que reduz a necessidade de papel-moeda. Com a pandemia, porém, o cenário mudou: um montante adicional de R$ 60,672 bilhões em cédulas está em circulação no Brasil.

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De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, o aumento do papel-moeda nas mãos do público nos últimos meses foi causado pela demanda da população com a liberação do auxílio emergencial mensal de R$ 600 pelo governo, durante a pandemia.

"Se a população tem demanda por papel-moeda, a função do BC é sancionar essa demanda. Se a população tem maior demanda por cédulas e moedas, o BC oferta. Se não fizer isso, haverá falta de numerário. Se a demanda cai, uma parcela disso é recolhida", explicou Rocha.

Os dados do BC mostraram ainda que os depósitos à vista - recursos que estão nos bancos - também subiram de fevereiro para junho, em 25,3%. O montante total passou de R$ 199,681 bilhões para R$ 250,112 bilhões. O avanço indica que parte da população que recebeu auxílio do governo não sacou os recursos em espécie, mas sim manteve o dinheiro dentro do sistema financeiro.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Equipe de pesquisadores do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict/Fiocruz) constatou que a população começou a circular mais pelas grandes cidades há duas semanas, antes mesmo de o relaxamento das medidas de isolamento ser efetivamente adotado por alguns prefeitos e governadores. Essa constatação foi feita a partir de dados da intensidade do trânsito de veículos, usando técnicas de big data, a partir do aplicativo Waze.

A equipe do instituto estudou os dados diários (de 9 de março a 1º de junho) de mobilidade de veículos em cinco regiões metropolitanas, todas com forte incidência de Covid-19 (São Paulo, Rio de Janeiro, Recife/PE, Manaus/AM e Porto Alegre/RS). O objetivo era mensurar, através do volume de tráfego de veículos, a adesão ao isolamento social nessas cidades. 

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Usando os sinais de posição (GPS) de telefones celulares para medir a velocidade do trânsito e a ocorrência de engarrafamentos, o estudo constatou que, desde meados de março (quando começou o isolamento social), houve forte redução do trânsito em todas as cinco metrópoles.  Porém, nas últimas duas semanas, registrou-se um aumento médio de 20% nos engarrafamentos de trânsito nessas cinco regiões metropolitanas, notadamente em Manaus e Porto Alegre.  Esses engarrafamentos aconteceram principalmente de segunda a sexta-feira, mas em Manaus e Porto Alegre foi constatado que o trânsito aumentou também nos fins de semana. 

Christovam Barcellos, geógrafo, especialista em Saúde Pública e vice-diretor do Icict, diz que essa constatação complementa estudos de outras instituições e informações de jornais que vêm indicando uma queda na adesão ao isolamento social. “Por que as pessoas estão andando mais de carro? É possível que tenha havido um aumento nas atividades de trabalho, ou na urgência em resolver outras questões cotidianas, após tantas semanas de isolamento. O ponto é que, em cidades como Porto Alegre e Manaus, observa-se também a ocorrência de engarrafamentos nos fins de semana, o que indica que a população está saindo de casa a lazer”, alerta.

O pesquisador chama atenção para a importância de se estudar o comportamento social na epidemia de Covid-19. “Nosso sentimento é de que as práticas de investigação epidemiológica vêm se perdendo. Isso deveria ser realizado principalmente pelas prefeituras, com apoio de órgãos centrais, como os Centros de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs). É preciso ter agentes de saúde, enfermeiros e médicos de família que conversem mais profundamente com os pacientes e seus contatos, para saber como eles podem ter se infectado, por onde andaram e qual a possibilidade de terem infectado outras pessoas. Além disso, é possível usar técnicas mais modernas, como big data, para monitorar a mobilidade da população e identificar situações de risco. Isso foi feito de maneira muito forte na Coreia do Sul e trouxe ótimos resultados na contenção do vírus. Aqui, ainda não sabemos o porquê de o volume de engarrafamentos ter aumentado em Recife, nas sextas-feiras das últimas duas semanas, por exemplo.”

Com o aumento no fluxo no trânsito, o vírus também pode estar circulando com mais intensidade dentro das regiões metropolitanas, e expandindo-se das capitais para as periferias. “Essas capitais podem exportar o vírus e importar doentes graves nas próximas semanas, devido ao relaxamento no isolamento social, como mostram os mapas de fluxo de internação”, explica Diego Xavier, epidemiologista do Icict e participante do projeto MonitoraCovid-19. 

O estudo – que utilizou dados disponíveis no sistema MonitoraCovid-19, também desenvolvido pela equipe do Icict/Fiocruz – está publicado na nota técnica Intensidade de trânsito e relaxamento do isolamento social em grandes cidades.

Da assessoria da Fiocruz

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