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Novidades por aí? Se depender de Simaria Mendes, sim. Isso porque a cantora usou seus Stories para compartilhar com os seguidores uma ideia que teve. Segundo ela, seria uma boa ideia fazer um documentário curto sobre as músicas famosas e amadas que ela compôs.

Além de revelar sua ideia para os seguidores, a ex-dupla de Simone Mendes também publicou um vídeo cantando Te Conheço Só de Olhar na Sua Cara, música que escreveu enquanto fazia parte do duo Simone & Simaria.

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"Que tal um mini documentário mostrando um pouco das produções musicais e composições que já fiz e vocês adoram? Aguardem no meu canal", disse.

 

Em visita ao local do acidente áereo que vitimou a cantora Marília Mendonça e outras quatro pessoas nessa sexta-feira (5), o advogado da artista, Luiz Maurício, encontrou um caderno no qual a compositora anotava ideias para novas músicas e carregava consigo durante as viagens.

O item pode conter canções inéditas e estará sob posse da família, assim como outros pertences encontrados no local. Também foi retirado da cena do acidente o violão que Marília levou consigo no trajeto.

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Nas últimas imagens da artista, publicadas no Instagram menos de uma hora antes da tragédia, Mendonça aparece segurando o instrumento dentro da caixa, animada e comemorando o lançamento do novo videoclipe, “Fã Clube”. 

"É muito cedo, ainda. Vai ter que ser muito bem avaliado”, disse o representante ao jornal O Tempo sobre a possibilidade de as letras virem a ser gravadas por outros artistas futuramente. 

Os corpos de Marília Mendonça e do seu tio, Abicieli Silveira, também vítima fatal no acidente, chegaram ao Ginásio Goiânia Arena, localizado na capital do estado de Goiás, por volta das 12h13 deste sábado (6) e foram velados das 13h às 16h30, com abertura ao público para despedida dos fãs e admiradores. No momento desta publicação, o velório chegava ao seu momento final. O sepultamento está previsto para às 17h30 e será privado para familiares e amigos. 

As outras vítimas foram o piloto do avião, Geraldo Martins de Medeiros; o co-piloto Tarcísio Pessoa; e o produtor de Mendonça, Henrique Ribeiro. Apenas o velório do produtor foi confirmado e deve acontecer às 17h deste sábado (6), no Cemitério Jardim da Saudade, em Salvador. 

Os anos 2000 trouxeram grandes reviravoltas para a cena do rock nacional, pois nessa época um novo subgênero ganhava força no Brasil, o emocore, melodias com instrumentais pesados, mas com letras que retratavam as amarguras da vida romântica. O estilo foi responsável por popularizar diversos grupos musicais, que continuam com seus trabalhos até os dias de hoje e ainda movem legiões de fãs, entre eles, a banda Fresno.

O conjunto musical surgiu em 1999 e atualmente é composto por Lucas Silveira nos vocais e guitarra, Gustavo Mantovani (Vavo) na guitarra e Thiago Guerra na bateria. Ao longo da carreira musical, a Fresno já lançou oito álbuns de estúdio, dois Extended play (EP) e quatro discos ao vivo.

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Com mais de 20 anos de carreira, o grupo coleciona diversos hits, entre eles, "Desde Quando Você Se Foi" (2008), "Milonga" (2008), "Infinito" (2012) e outros sucessos que o público anseia por ouvir nos shows. “Isso acaba nos deixando muito livres para fazer os lançamentos sem o compromisso de ‘como tocaremos aquilo ao vivo’”, explica Lucas.

Entre os diversos formatos de shows, a Fresno já realizou apresentações focadas em trabalhos antigos, em um único disco ou com prioridades em  lançamentos. “Na última turnê, voltamos a tocar “Absolutamente Nada” (2006) que é uma música que tem 15 anos”, lembra Lucas.

Além disso, o músico evidencia que existem canções antigas que quase sempre marcam presença nos setlists de shows, como “Quebra as Correntes” (2006) e “Cada Poça dessa rua tem um pouco de minhas lágrimas” (2006). “Isso é muito maleável, temos um repertório enorme e quando vamos nos preparar para uma turnê, pensamos num show que seja coeso, acabamos não mudando muito ele de um lugar para outro porque a gente pensa o show como uma coisa só”, enfatiza Lucas.

Longe do compromisso do ao vivo, o projeto mais atual do grupo, a playlist “INVentário”, que já conta com oito faixas é, segundo Lucas, um formato livre de composição e de produção. “Obviamente somos capazes de tocar qualquer coisa que quisermos ao vivo. No entanto, quando lançamos um álbum ou um projeto, a maneira com que essas músicas vão performando nas redes sociais e nos players de música, nos diz muito do que precisa ou não ir para o show”, afirma.

De acordo com Lucas, existem situações em que determinadas músicas, por possuírem uma agitação, se adequam muito bem aos shows, mesmo que não sejam as favoritas do público, ao mesmo tempo que grandes sucessos, por serem baladas, podem quebrar o ritmo do espetáculo. “O show se torna uma mídia completamente diferente”, aponta.

Para as canções disponibilizadas no “INVentário”, Lucas buscou referências no gênero hyperpop e, em bandas diversificadas como Royal Blood, Muse, Anberlin, My Chemical Romance, Bon Iver e Los Hermanos. “Acho que já cheguei num lugar de compositor em que acabo não tendo grandes referências na hora de compor uma música, mas já na hora de produzir, que é encontrar uma sonoridade para representar aquela composição, aí sim”, descreve.

A pandemia do coronavírus (Covid-19) obrigou diversos músicos a adaptarem suas rotinas de trabalho para o ambiente remoto mas, segundo Lucas, antes da crise sanitária, o grupo já realizava suas composições e gravações a distância. “O Guerra já tem um estúdio dele, então nós já gravávamos remotamente desde antes da pandemia e nos juntamos mais para fazer shows e ensaiar”, comenta.

Lucas revela que muitas músicas do “INVentário” foram compostas muito antes da pandemia, algumas coisas possuem 10 anos, mas só foram concluídas agora. “A forma de composição não muda, mas a forma de produção sim, ela é mais a distância, mais indireta, mas isso também deixa o processo muito mais livre, porque não precisamos nos preocupar em tocar ela junto ou corretamente. A gente meio que deixa ela se fazer sozinha”, ressalta.

 Lançamentos em Plataformas Digitais

Com o avanço dos streamings de áudio, muitos artistas não se preocupam mais em lançar álbuns e priorizam o lançamento de singles periódicos. Mas,Lucas diz não se preocupar muito com essas questões. “Esse formato é muito ditado para o bem das plataformas e não necessariamente para o bem dos artistas”, afirma. Para o vocalista, a rotina de ter que criar canções, clipes ou singles o tempo inteiro tem escravizado muitos artistas.

Por outro lado, na visão do músico, um álbum representa uma aposta alta, já que possui um conjunto de 10 ou 20 músicas, além de tempo e dinheiro investidos. “Acredito que pelo menos o nosso público ainda enxerga o álbum com outra importância, é uma coisa muito maior do que soltar um single ou outro”, descreve.

Segundo Lucas, o álbum é algo que marca uma fase, um retrato novo da banda e, devido a isso, ele esclarece que nunca abandonará esse formato. “Apesar de às vezes você querer lançar um single por ter a vontade de lançar um negócio novo, experimentar, querer fazer um EP temático de um jeito diferente, então vai lá e faz. Mas, o álbum é álbum e nunca vai deixar de ser”, define.

No momento, a Fresno trabalha nas canções da playlist “INVentário”, que já conta com 8 faixas. Acompanhe http://https://fresno.lnk.to/INV .

Diante de aproximadamente 80 falhas técnicas -advindas de um suposto processo de sucateamento proposital- e o contraste com os reajustes -que já aumentaram a tarifa de R$ 1,60 para R$ 3, só em 2019-, o metrô do Recife deu o primeiro passo para a privatização enquanto sofre um processo interno de "canibalização". De acordo com denúncias recebidas pelo LeiaJá, a frota de trens não roda integralmente pois 14 composições estão paradas em oficinas e cedem suas peças para alimentar outras composições.

De acordo com o site da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), quatro oficinas são destinadas à reparos técnicos. Pessoas com acesso ao setor, optaram por não se identificar, mas denunciaram que no local, composições estão estagnados para reutilização de suas peças.

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"O que tá acontecendo é que vários trens estão ficando paralisados na manutenção e servindo aos próprios trens como se fosse um laboratório para retirada de peças para colocar em alguns que tenham uma condição melhor de rodar[...] Ou seja, é uma canibalização das composições", confirmou o diretor de comunicação do Sindicato dos Metroviários de Pernambuco (Sindmetro).

Atualmente, o serviço de transporte é mantido por apenas 26 trens, entretanto, a totalidade da frota é de 40, confirmou a CBTU ao LeiaJá. Dos 14 que estão fora de operação, 12 são da antiga frota Santa Matilde e dois foram adquiridos em 2012, em uma compra equivalente a cerca R$ 196 milhões, junto com mais 13 composições.

"Não tem peça de recomposição para as composições, não chega dinheiro e não tem condições de repor as peças danificadas", assegurou o representante do Sindmetro.

Esta semana, o LeiaJá já havia publicado sobre o sucateamento supostamente compulsivo, resultante dos cortes no repasse feito pelo Governo Federal. Para 2019, a União reduziu o valor do orçamento anual da entidade para R$ 98 milhões, mas houve um novo decréscimo e o repasse foi estipulado em R$ 56 milhões.

No dia 4 deste mês, um decreto presidencial foi publicado no Diário Oficial da União com a inclusão da CBTU no Programa Nacional de Desestatização (PND). Este foi o primeiro passo para privatizar a entidade, que também opera em Belo Horizonte, Maceió, João Pessoa e Natal.

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O grupo Rouge, divulgou nesta segunda-feira (1º) o lançamento do novo EP, que irá acontecer na próxima segunda-feira (8). A partir das 21h, a produção que foi nomeada '5' e, é composta por cinco músicas, estará disponível em todas as plataformas digitais.

'Esse EP marca uma nova fase nossa e foi construído com muito carinho e dedicação, sempre pensando em você, nosso fã, que é uma força fundamental para nossa música e nossas vidas! Esperamos muito que curta muito esse nosso novo projeto! Você é uma parte crucial da nossa história', disse Rouge em carta direcionada aos fãs.

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Para os fãs mais ansiosos a banda está proporcionando a oportunidade de escutar as composições previamente. Via Stories, no Instagram, é divulgado um local e os fãs que compareceram no horário indicado escutam as novas músicas do EP e recebe um ingresso para o show. 

Por Lídia Dias

Após 50 anos de pausa na carreira, um dos ícones mais intrigantes da música popular brasileira, o cantor e compositor Geraldo Vandré retorna aos palcos para duas apresentações em João Pessoa. Os ingressos, que foram distribuídos gratuitamente, se esgotaram em menos de meia hora na manhã desta quarta-feira (21).

Os concertos serão realizados nesta quinta-feira (22) e sexta-feira (23), a partir das 20h, na Sala de Concerto Maestro José Siqueira, no Espaço Cultural. As apresentações serão divididas em duas partes. Na primeira, Geraldo Vandré sobe ao palco ao lado da pianista Bianca Malnic, com quem executa seis peças para piano produzidas pela dupla. Na segunda, a Orquestra Sinfônica da Paraíba, acompanhada do Coro Sinfônico do Estado, executará composições do homenageado, como: Caminhando/Pra não dizer que não falei de flores, À Minha Pátria, Mensageira e Fabiana.

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Geraldo Vandré

Natural da cidade de João Pessoa, Geraldo Vandré é um dos artistas mais célebres da música popular brasileira. Ganhou destaque ao compor canções como: "Pra não dizer que não falei de flores", "Disparada", "Fica Mal com Deus", dentre outras.

Subiu ao palco pela última vez no Brasil no auge de sua carreira, em 12 de dezembro de 1968 – um dia antes da publicação do Ato Institucional nº5 (AI-5), um ato que, entre outras atrocidades, suprimiu a liberdade de expressão no Brasil.

Cléo Pires costuma causar certo alvoroço com algumas de suas declarações. Dessa vez a atriz contou em seu canal do YouTube que só começou a gostar de ser mulher aos 30 anos. "Durante algum tempo da minha vida eu queria ser homem, negro e jogador de basquete. Só comecei a gostar de ser mulher depois dos 30, mas eu sempre mantenho o meu lado boy", afirmou. 

Além disso, ela contou também que já teve o desejo de ser freira, até que começou a ter mais experiências. "Eu comecei a conhecer os prazeres da vida e vi que não conseguiria", disse.

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Outra declaração dada pela filha de Glória Pires e Fábio Jr. que deu o que falar essa semana foi a revelação de que pretende investir em uma carreira musical. Segundo ela, os seus planos nessa área já estão bem encaminhados, e em breve deve lançar um novo projeto.

Em entrevista à revista Caras, Cléo revelou que já tem músicas prontas para serem gravadas e integrar um CD. “São composições minhas, todas as letras, mas a produção eu faço em parceira com o Guto Guerra, que eu conheci no Rio de Janeiro e é muito talentoso”, explicou.

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Mesmo em seus últimos dias de vida no hospital, o percussionista Naná Vasconcelos não parou de trabalhar. Ele faleceu nesta quarta-feira (9) de manhã deixando várias composições para um novo álbum que planejava lançar neste ano. A revelação é da esposa do músico pernambucano, Patrícia Vasconcelos. “A gente está muito sofrido. Naná queria muito fazer mais. Ele quis deixar esse disco já pronto. Foi quase”, lamentou.

Segundo Patrícia – que também trabalhava como produtora de Naná -, o álbum está mais profundo e reflexivo, envolvendo mantras e cânticos budistas. Ela conta que o novo disco já tinha inclusive título: Budista afrobudista. “Fizeram uma matéria na Argentina com o título El budista afro de la percusión (O budista afro da percussão, em tradução livre). Ele achou tão bonito e disse: 'Patrícia, vou fazer uma música disso'”, recorda. A reportagem foi publicada em junho do ano passado no jornal La Nación, antes da descoberta do câncer de pulmão, em agosto.

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Outra faixa que o artista compôs no hospital e chegou a gravar em um gravador se chama Amém amém. “Na roupa que ele usou no carnaval tinha essa frase em hebraico”, conta Patrícia, que também comentou a última apresentação carnavalesca de Naná no Recife: “Ele fez tudo muito intenso, com amor. Todo mundo achou que ele não teria energia para fazer o carnaval, e ele conseguiu”. O percussionista pernambucano abriu a folia, na capital, comandando centenas de batuqueiros – como já fazia há 15 anos.

De acordo com Patrícia, dois maestros – Gil Jardim e Egberto Gismonti – foram até o hospital para compôr arranjos e colher ideias de Naná para músicas do novo álbum. “Em todos os momentos Naná suspirou vida. Estava dando um suplemento para ele. Ele usou o pote e a cama para batucar o jeito que queria o arranjo percussivo”, contou ela.

Naná estava internado desde o dia 29 de fevereiro. No dia anterior, se apresentou em Salvador, já fraco. “Ele tocou sentado, foi muito emocionante”, lembra Patrícia. De acordo com a esposa, já no aeroporto o músico se locomoveu com a ajuda de uma cadeira de rodas e dormiu pela última vez em casa, antes de ser levado ao hospital.

Com a piora do quadro de saúde, Naná Vasconcelos deu entrada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no dia 5 de março. Data em que fez 17 anos de casado com Patrícia Vasconcelos. Ontem (8) o percussionista saiu da UTI, mas por escolha. “Nós pedimos para dar um tratamento mais humanitário a ele, em um quarto, mas com os cuidados de uma UTI. Durante todo o tempo ele acompanhou tudo, decidiu. Não achava justo terminar os dias em uma UTI”, explica a companheira.

O velório de Naná Vasconcelos vai ser na Assembleia Legislativa de Pernambuco, no bairro de Boa Vista, a partir das 14h. O enterro será amanhã (10), no Cemitério de Santo Amaro, também no Recife.

Luto estadual

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), decretou luto de três dias pela morte do músico. Em nota, o governador lembrou a importância do percussionista. “Pernambuco acordou triste. O silêncio causado pelo desaparecimento de Naná Vasconcelos em nada combina com a força da sua música, dos ritmos brasileiros que ele, como poucos, conseguiu levar a todos os continentes. Naná era um gênio, um autodidata que, com sua percussão inventiva e contagiante, conquistou as ruas, os teatros, as academias. Meus sentimentos e a minha solidariedade para com os seus familiares”.

Sandy está arrasando como uma das juradas do SuperStar e até recebeu um elogio de uma das apresentadoras do reality, Rafa Brites. A cantora começou a carreira ainda bem pequena, cantando ao lado do irmão Junior Lima, e desde então ela carrega um fiel escudeiro, seu caderninho de poemas.

Em entrevista ao site do programa SuperStar, ela contou um pouco de seu companheiro, que aliás é aonde a estrela compartilha suas ideias e pensamentos e de onde saíram as músicas de maior sucesso de Sandy&Junior:

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- Esse caderno já saiu no making of do disco Identidade, porque sete músicas desse disco eu escrevi nele. Tenho esse caderninho de poemas que viram músicas, ou não. Costumo escrever minhas músicas e poemas lá. Mesmo que eu escreva no celular ou no computador, porque, às vezes, estou no avião, no carro, depois eu costumo passar para o meu caderno. Não o carrego por aí porque tenho um pouco de medo de perder, de roubarem, de acontecer alguma coisa. Para mim, ele é muito precioso.

Mas o caderninho está um pouco aposentado, pela nova vida que a cantora está levando. Depois do nascimento do pequeno Theo, fruto de seu relacionamento com Lucas Lima, a mamãe resolveu dar uma pausa nas composições para se dedicar ao filhote:

-Estou ensaiando uma coisinha ou outra, mas ainda não passei para o meu caderninho. Ele está um pouco aposentado. Depois que o Theo nasceu, não tenho tido tempo para escrever música. Não tenho muita inspiração também, porque minha cabeça está muito ocupada com as coisas do bebê e do dia a dia. Só penso no Theo o dia inteiro.

Para receber as inscrições do I Festival do Frevo da Humanidade, que se encerram na próxima quinta (12), a Prefeitura do Recife aumentou o número de funcionários. Os interessados devem se dirigir à Gerência de Música da Fundação de Cultura Cidade do Recife, situada à Rua Monte Castelo, na Boa Vista.

O Festival irá selecionar cinco composições inéditas nas modalidades frevo de rua, frevo de bloco e frevo canção. Além da premiação em dinheiro, no total de R$ 128 mil, as músicas vencedoras farão parte de um CD com tiragem de 4 mil exemplares. O regulamento e a ficha de inscrição para o I Festival do Frevo da Humanidade estão disponíveis no site da Prefeitura do Recife. 

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