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A fundação familiar dinamarquesa Kirkbi, acionista majoritária da marca de brinquedos Lego, anunciou nessa sexta-feira (28) que vai adquirir por US$ 7,5 bilhões a companhia britânica Merlin Entertainment, responsável por atrações turísticas como os museus de cera Madame Tussaud's, a roda gigante London Eye e os parques de diversões Legoland.

Participarão também do negócio os fundos Blackstone, dos EUA, e o CCPIB, do Canadá, que terão juntas 50% da Merlin. A outra metade ficará com a Kirkbi, que já detinha participação de 30% na britânica, resultantes do acordo referente à marca Legoland, em 2005. A Kirkbi é a fundação da família de Kirk Kristiansen, neto do criador da Lego e responsável por sua expansão global.

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Hoje, a Merlin recebe anualmente 67 milhões de pessoas em suas 120 atrações, espalhadas por 25 países - é a segunda maior empresa de parques turísticos do mundo, ficando atrás da Disney.

Na alta temporada, emprega cerca de 28 mil pessoas no mundo e teve receita anual equivalente a US$ 2,1 bilhões. Com a compra, a Merlin será retirada do mercado de capitais - hoje, a empresa negocia suas ações na bolsa de valores de Londres.

"Acreditamos que este grupo de investidores tem os recursos necessários para levar a Merlin ao próximo passo de crescimento", disse Soren Thorup Sorensen, presidente executivo da Kirkbi, em comunicado.

Na mesma nota, a britânica Merlin informou que o acordo lhe dará novo escopo e "investimento de longo prazo", num momento no qual a fabricante dinamarquesa de brinquedos busca sua expansão na China.

Conhecida por seus bloquinhos de plásticos coloridos, a Lego planeja dobrar o número de lojas no país asiático, para 140 estabelecimentos.

"Lojas físicas são importantes para dar às crianças a experiência mágica de brincar", disse, em março, o presidente executivo da Lego, Niels B. Christiansen, ao anunciar o plano de expansão. Além disso, segundo ele, são espaços importantes para reforçar a marca da empresa.

Ásia

Hoje, a China tem menos de 10% das vendas da fabricante dinamarquesa. Já a Merlin, com três museus do Madame Tussaud's no país, disse, em janeiro, que estava em conversas avançadas para construir diversos parques Legoland chineses, em parceria com empresas locais.

O investimento no mercado chinês é apenas uma das estratégias da Lego para estabilizar seus negócios depois de ter visto, em 2017, suas receitas caírem pela primeira vez em uma década. O revés é atribuído à competição com brinquedos digitais.

Novos mercados

Em março, ao anunciar seus resultados globais, a empresa disse ter planos para começar a se expandir no Oriente Médio, na África do Norte e também na Índia. "Em três anos, estaremos investindo pesado no mercado indiano", disse Christiansen.

Hoje, além de vender bloquinhos, a Lego também realiza jogos e filmes com sua identidade visual, em parceria com a americana Warner. No ano passado, a Lego faturou US$ 5,5 bilhões, impulsionada por brinquedos de marcas como Star Wars e Harry Potter.

Outro investimento realizado pela dinamarquesa para se tornar uma empresa mais digital é a criação de aplicativos de realidade aumentada - a tecnologia, popularizada pelo jogo Pokémon Go, adiciona uma camada virtual ao mundo real, por meio de dispositivos como celulares e óculos especiais. No caso da Lego, a intenção é criar aplicativos nos quais seja possível brincar com os bloquinhos a partir da tela dos smartphones. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.L

Com reviravoltas comparáveis a final de novela, acabou nesta sexta-feira, 14, a disputa entre Magazine Luiza e Centauro pela compra da Netshoes. Quem levou a empresa foi o Magazine, cuja proposta de compra foi aprovada por 90,32% dos acionistas da Netshoes em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) realizada nesta data na capital paulista.

A Magalu adquirirá a integralidade das ações de emissão da Netshoes pelo preço de US$ 3,70 por ação, totalizando aproximadamente US$ 115 milhões. A operação será concluída até o dia 19 de junho. O valor é 85% maior que o oferecido inicialmente pela varejista.

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O Magazine Luiza foi quem primeiro demonstrou interesse em comprar a Netshoes e fez uma oferta no final de abril de US$ 2,00 por ação da companhia, perfazendo um total de US$ 62 milhões. Durante um mês, essa foi a única proposta formal recebida pela Netshoes, até que, no dia 23 de maio, a Centauro resolveu entrar no páreo, oferecendo US$ 2,80 por ação, ou US$ 87 milhões pelo negócio.

A partir daí, a briga pelas operações da varejista de material esportivo apenas se acirrou. No mesmo dia em que a Centauro apresentou sua oferta, o Cade publicou despacho aprovando a operação entre o Magazine e a Netshoes sem restrições. Com a Netshoes com pressa para fechar negócio, devido ao seu prejuízo operacional, caixa negativo e capital de giro deficiente, o despacho foi ponto a favor do Magalu, que, em seguida, aumentou a oferta para US$ 3,00 por ação, ou US$ 93 milhões.

Porém, dois dias antes da Assembleia Geral Extraordinária, a Centauro elevou sua oferta para US$ 3,50 por ação (US$ 108,7 milhões). A Netshoes decidiu, então, adiar a Assembleia.

Na primeira semana de junho, a Netshoes marcou nova data para a AGE e, em comunicado, a empresa avaliou que a proposta da Centauro não dava garantias suficientes em relação à condição financeira da empresa ou tratava adequadamente "as preocupações de liquidez de curto prazo". O conselho de administração da Netshoes recomendou, portanto, que os acionistas votassem a favor do acordo com o Magazine Luiza.

A Centauro não se deu por satisfeita e, na quarta-feira, aumentou novamente a oferta, para US$ 3,80 por ação, e, dessa vez, enumerou uma série de medidas de apoio para que a Netshoes pudesse suportar a pressão sobre seu fluxo de caixa operacional até que a transação se consumasse. Elas incluíam o empréstimo de até R$ 120 milhões à Netshoes para reforçar o capital de giro e um financiamento adicional com o Banco Votorantim, elevando de R$ 325 milhões para R$ 375 milhões os recursos a serem tomados por empréstimo para subsidiar a consumação da fusão.

Além disso, um edital publicado pelo Cade na quinta-feira, 13, considerou que eventual operação entre Netshoes e Centauro seria analisada pelo rito sumário, o que significa que a análise da transação seria realizada no prazo máximo de 30 dias, a contar de 12 de junho. Porém, por ser parte interessada, o Magazine Luiza tinha a prerrogativa de apelar ao Cade em até duas semanas. Fontes informaram ao Broadcast que a empresa faria uso dessa ferramenta, caso necessário.

Faltando pouco mais de 12 horas para a assembleia desta sexta, a Centauro fez uma última tentativa de levar a Netshoes e, na quinta à noite, elevou a oferta para US$ 4,10 por ação (US$ 127,3 milhões). O conselho de administração da Netshoes considerou que não teria tempo para avaliar adequadamente a nova proposta e reiterou sua recomendação para que os acionistas aprovassem o acordo fechado com o Magazine Luiza - opção apoiada por mais de 90% dos acionistas nesta sexta-feira.

A partir deste mês de junho, clientes do banco Itaú poderão comprar dólares e euros pelo aplicativo da empresa. O serviço está disponível 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana.

Quem precisar comprar as moedas estrangeiras consegue garantir a taxa de câmbio do momento e pode retirar as notas em até cinco dias úteis, de acordo com o horário de funcionamento da agência escolhida.

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O serviço não cobra tarifas e o cliente do banco também terá condições melhores na taxa de câmbio para comprar pelo celular. O usuário também será avisado com alertas no aplicativo ou via SMS para lembrá-lo do prazo de retirada da moeda na agência.

Os suíços votam, neste domingo (19), en um referendo para decidir se respaldam a lei do governo destinada a endurecer a compra e posse de armas, para se adaptar à legislação europeia, ou dão razão aos praticantes de tiro esportivo, que se opõem por sentir que ameaça sua atividade.

O alerta do governo é claro: uma rejeição à lei excluiria a Suíça - que não é membro da União Europeia (UE) - dos acordos europeus de Schengen e de Dublin, "a não ser que todos os Estados da UE e a Comissão Europeia aceitem olhar para o outro lado".

Se ocorrer, essa exclusão teria consequências no âmbito da segurança e do asilo, mas também no setor turístico, e custaria "bilhões de francos suíços ao ano", segundo as autoridades federais.

Considerando as ameaças "exageradas", o mundo do tiro esportivo lançou um referendo, garantindo que a lei será "totalmente inútil contra o terrorismo" e que "eliminará o direito de ter uma arma", além de "enterrar" sua disciplina.

Mesmo assim, consideram que poderia ser encontrada uma "solução pragmática" com a UE. O bloco não tem "nenhum interesse" em excluir a Suíça do SIS, uma rede europeia de informação comum em matéria de criminalidade e terrorismo, explicou à AFP Olivia de Weck, capitã do Exército e vice-presidente do grupo de armas suíço ProTell.

A UDC, partido de direita populista mais bem votado no país, é a única formação a apoiá-los.

- 'Arma proibida' -

Sem um registro federal, é difícil saber quantas armas estão em circulação na Suíça. Além disso, uma mesma pessoa pode pedir várias permissões, e cada uma permite adquirir três armas.

Segundo o centro de pesquisa Ginebra Small Arms Survey, em 2017, havia mais de 2,3 milhões de armas nas mãos de civis na Suíça, ou seja, quase três por cada 10 habitantes, o que colocaria a Suíça no 16º lugar da escala mundial de países segundo o número de armas por habitante.

A nova legislação não prevê um registro central, mas obriga a marcar todos os elementos essenciais de uma arma. Ela também classifica as armas semiautomáticas com carregador de grande capacidade na categoria de armas "proibidas" - embora colecionadores e atiradores esportivos possam continuar a adquiri-las com um "autorização excepcional".

Colecionadores e museus devem indicar como preveem garantir a conservação dessas armas "proibidas", que estão que ser listadas. Atiradores terão que demonstrar, após cinco anos e depois de dez anos, que praticam o esporte com regularidade.

- Rifle do ejército -

Na Suíça, onde quase não há ataques a tiros, o apego pelas armas bebe na tradição de um exército de milicianos que mantêm seus rifles em casa.

Há muitas ocasiões em que você pode praticar o tiro, como a festa federal de tiro ou competições populares, e o interesse por calibres de todos os tipos cresceu nos últimos anos.

Com a nova lei, o rifle do exército não será incluído na categoria de calibres "proibidos" se o seu proprietário o mantiver ao final de seu serviço militar. No entanto, será se a arma passar para um herdeiro ou for vendida.

A última pesquisa do instituto gfs.bern, publicada em 8 de maio, indicou que sim (65%) vencerá o não (34%).

O Sistema Hapvida assinou a carta de intenções para a aquisição integral da operação do Grupo São Francisco, orçada em R$ 5 bilhões. Para o negócio se concretizar, falta a aprovação da Agência Nacional de Saúde (ANS) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), que são os órgãos reguladores. Se confirmado, o Sistema Hapvida deve se tornar a maior operadora de saúde do Brasil.

Essa liderança se dá em número de beneficiários, exceto quando comparado com as operadoras que trabalham exclusivamente com a venda de planos odontológicos. O Hapvida, com a aquisição de cerca de 1 milhão e 800 mil clientes do Grupo São Francisco, formará a maior operadora do país, servindo mais de 5,8 milhões de beneficiários em todas as regiões do País.

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O Grupo São Francisco é muito presente na região sul do Brasil, sendo assim, o Hapvida deve ampliar sua presença nessa localidade. "O Sistema Hapvida tem sua expertise para crescer fora das Regiões Norte e Nordeste do País. As duas empresas têm culturas semelhantes e faremos um trabalho de regionalização muito forte a partir de agora", declara Jorge Pinheiro, presidente do Hapvida.

O Supremo Tribunal Federal (STF), inconformado com a proibição de comer lagostas e tomar vinhos importados e premiados, conseguiu derrubar uma decisão liminar que havia suspendido sua licitação para contratar as refeições oficiais.

O vice-presidente da 1ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal (TRF-1), desembargador Kassio Marques, cassou a decisão liminar que havia suspendido a licitação do STF. A decisão assinada nesta segunda-feira (6) derruba o entendimento da juíza federal Solange Salgado, do Distrito Federal.

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Ela havia cancelado o pedido do STF com o argumento de que o edital da lagosta e do vinho não se insere como "necessário para a manutenção do bom e relevante funcionamento do Supremo Tribunal Federal" e os itens exigidos na licitação "destoam sobremaneira da realidade socioeconômico brasileira, configurando um desprestígio ao cidadão brasileiro que arduamente recolhe seus impostos para manter a máquina pública funcionando a seu benefício".

A União Nacional dos Juízes Federais (Unajuf) enalteceu a juíza Solange, da 1.ª Vara Federal do Distrito Federal, que suspendeu a compra pelo Supremo de medalhões de lagosta e vinhos, e pediu à Advocacia-Geral da União que não recorresse da decisão. Mas não teve jeito.

Em sua decisão, o desembargador federal Kassio Marques, vice-presidente em regime de plantão, decidiu que "o detalhamento do menu, constante do edital, para além de ser meramente exemplificativo, foi utilizado como parâmetro adotado pelas empresas licitantes para a composição de preços, expediente que reduziu a margem de subjetividade quanto à qualidade dos produtos licitados".

Segundo Marques, o pregão realizado em 26 de abril teve lance mínimo de R$ 463.319.30, abaixo do valor original de R$ 1,134 milhão. Disse ainda que sua decisão "não se trata de mera liberação do prosseguimento da licitação", mas de alerta, por que a "tese acolhida no Juízo de primeiro grau referenda a preocupante ideia de que, no âmbito do Supremo Tribunal Federal, que abriga nada menos do que a Chefia de um dos Poderes da República, o Poder Judiciário, são concebidos atos com desvio de finalidade".

"O restabelecimento da verdade e o afastamento de tão preocupante nódoa demanda a imediata entrega da prestação jurisdicional requerida a teor do que já foi exposto nos fundamentos de mérito e diante do quadro fático de simples compreensão dos fatos", declarou.

Na avaliação e Marques, licitude e a prudência com que se desenvolveu o processo licitatório desautorizam tal ideia, que reflete uma visão distorcida dos fatos, nutrida por interpretações superficiais e açodadas, daí se justificando o acionamento da excepcional jurisdição plantonista para que, imediatamente, se afaste a pecha indevidamente atribuída ao STF".

Iguarias

O fato é que a decisão libera refeições que contenham, obrigatoriamente, pratos como bobó de camarão, camarão à baiana e "medalhões de lagosta". As lagostas devem ser servidas "com molho de manteiga queimada".

A Suprema Corte exigiu no edital que sejam colocados à mesa pratos como bacalhau à Gomes de Sá, frigideira de siri, moqueca (capixaba e baiana) e arroz de pato. O cardápio ainda traz vitela assada, codornas assadas, carré de cordeiro, medalhões de filé e "tournedos de filé".

Premiações internacionais

Quanto aos vinhos, os critérios são rígidos. Se for tinto, tem de ser Tannat ou Assemblage, contendo esse tipo de uva, de safra igual ou posterior a 2010 e que "tenha ganhado pelo menos 4 (quatro) premiações internacionais". "O vinho, em sua totalidade, deve ter sido envelhecido em barril de carvalho francês, americano ou ambos, de primeiro uso, por período mínimo de 12 (doze) meses."

Para os vinhos brancos, "uva tipo Chardonnay, de safra igual ou posterior a 2013", com no mínimo quatro premiações internacionais.

A caipirinha deve ser feita com "cachaça de alta qualidade", leia-se: "cachaças envelhecidas em barris de madeira nobre por 1 (um) ou 3 (três) anos."

Destilados, como uísques de malte, de grão ou sua mistura, têm que ser envelhecidos por 12, 15 ou 18 anos. "As bebidas deverão ser perfeitamente harmonizadas com os alimentos", descreve o edital.

Segundo o STF, a licitação foi realizada "observando todas as normas sobre o tema e tendo por base contrato com especificações e características iguais ao firmado pelo Ministério das Relações Exteriores e validado pelo TCU".

A Polícia Militar de São Paulo anunciou a compra de 40 mil pistolas calibre .40 para sua tropa, em uma licitação internacional com audiência pública prevista para esta quinta-feira, 2. Com a segurança pública no centro de suas promessas de campanha, o governador João Doria (PSDB) chamou a imprensa nesta terça-feira, 30, para divulgar o investimento e anunciar exigências técnicas do novo armamento.

São previstos investimentos de R$ 80 milhões na aquisição das pistolas, cujo calibre é de uso exclusivo das polícias. A qualidade das armas compradas pelo governo de São Paulo foi, durante as gestões de Geraldo Alckmin (PSDB) e Márcio França (PSB), tema frequente de queixas por parte dos policiais, que encheram as redes sociais com vídeos mostrando falhas durante o uso das pistolas atuais. Na Assembleia Legislativa paulista, o tema foi alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na gestão passada.

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A PM informou que exigirá três certificados de qualidade diferente das empresas interessadas na disputa, seguindo critérios da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otam), grupo de cooperação militar dos Estados Unidos e nações do oeste europeu. Um dos testes exigidos é que a pistola seja capaz de efetuar 10 mil disparos sem necessidade de manutenção.

O Estado tem cerca de 98 mil pistolas e, segundo a PM, parte delas é de modelos que não têm mais peças de reposição e serão aposentadas. Há proposta de comprar mais 40 mil pistolas no ano que vem. Na licitação atual, o cronograma prevê que as primeiras 8 mil armas cheguem à tropa nas ruas em dezembro, e o restante ao longo dos próximos três anos.

A rede Magazine Luiza anunciou na noite desse segunda-feira (29), a compra da Netshoes por US$ 62 milhões, equivalente a R$ 244 milhões. Com a junção, a empresa de comércio eletrônico será uma subsidiária da companhia, e seus acionistas receberão o valor das ações em dinheiro.

O comunicado enviado à imprensa informa que os acionistas donos de aproximadamente 47,9% do capital social da Netshoes se comprometeram a votar, em assembleia, a favor da operação. "A conclusão da operação está condicionada à satisfação de determinadas condições precedentes estabelecidas no 'Agreement and Plan of Merger', incluindo, entre outras, sua aprovação pelos acionistas da Netshoes em assembleia geral, de acordo com as leis das Ilhas Cayman, e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE", diz o comunicado.

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De acordo com a Magazine Luiza, a Netshoes será incorporada por uma subsidiária da companhia, constituída nas Ilhas Cayman. Dessa forma, não está sujeita ao disposto no artigo 256 da Lei das Sociedades por Ações.

O empresário Fábio Carvalho, especializado em assumir empresas em dificuldades, assinou contrato nesta quarta-feira, 17, para a compra do Grupo Abril. Dentro do acordo, ele assume também a presidência da companhia, que publica títulos como Veja, Exame e Cláudia.

O grupo soma dívidas de R$ 1,6 bilhão e está em recuperação judicial. A assembleia para discussão do plano de recuperação da companhia está prevista para 25 de maio. Carvalho é sócio da Legion Holdings e já assumiu outras empresas em dificuldades no passado, como as varejistas Leader e Casa & Vídeo.

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A Ser Educacional anuncia a compra da UniNorte, em Manaus. O valor base (Enterprise value) é de R$ 194,814 milhões, do qual será deduzido endividamento líquido de R$ 9,814 milhões.

A transação se deu pela subsidiária Centro Nacional de Ensino Superior, por 100% do capital social da Sociedade de Desenvolvimento Cultural do Amazonas Ltda., mantenedora do Centro Universitário do Norte (UniNorte).

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Em nota, a Ser informa que a empresa é líder de mercado na região e que no final de 2018 contava com 25,172 mil alunos com matrícula ativa, dos quais 23,233 mil na graduação. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da UniNorte é de R$ 18,7 milhões.

Na região, a Ser Educacional já atua com a Uninassau.

"Em linha com sua estratégia de buscar ser relevante nessas regiões e presente nas demais regiões do Brasil, o grupo Ser Educacional fortalece sua presença na região Norte do Brasil, assumindo número significativo de alunos de graduação presencial na cidade de Manaus, por meio de uma marca reconhecida na cidade, vencedora da pesquisa top of mind nos últimos 8 anos consecutivos e passa a ser referência de mercado nas duas maiores cidades da região Norte do Brasil, uma vez que já é líder de mercado em Belém, no estado do Pará", diz em nota

Tradicionalmente servido nos almoços do feriado de Sexta-Feira Santa, o peixe é uma ótima opção na troca da carne vermelha ou de frango por ser rico em proteínas e demais nutrientes, mas o consumidor deve estar atento para não ser contaminado por doenças transmitidas por bactérias, vírus, parasitas, biotoxinas e resíduos de metais pesados, que residem no alimento.

A diretora do Grupo de Alimentos do Centro de Vigilância do Estado de São Paulo, Claudia Maria Ruggiero Amaral, alerta que no momento da compra o consumidor deve escolher peixes frescos e conservados no gelo.

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"A higiene e o armazenamento são itens importantes. No supermercado devem estar em balcão frigorífico, e na feira, é necessário ter gelo picado por cima, estar exposto em balcão de aço inox inclinado e protegido do sol e de insetos, além de ser obrigatório que o feirante use luvas descartáveis", explica. "No caso dos peixes congelados que são vendidos em embalagens, o balcão onde estiver armazenado não pode estar superlotado. Isso impede a circulação do ar frio e compromete a qualidade", acrescenta.

Já quanto ao bacalhau, que é o peixe mais servido na data, Claudia recomenda o conhecimento da procedência do alimento. "Uma boa pesquisa de preços e tipos de qualidades pode levar a uma compra mais acertada. Não adquira se ele estiver com manchas avermelhadas ou pintas pretas no dorso, sinais que indicam a presença de bolor ou deterioração", ensina

A especialista afirma ainda que o armazenamento em casa também requer cuidados. "Os alimentos devem ser refrigerados e congelados na geladeira ou freezer e consumidos até a data de validade indicada no rótulo dos produtos. Na ausência dessas informações, os pescados podem ser mantidos na geladeira durante três dias na temperatura de 2º C, e no freezer durante três meses na temperatura de -18ºC", orienta.

Com o cartão de crédito da mãe, um menino de 7 anos comprou um brinquedo raro no eBay por R$ 38 mil. Sem condições de arcar com a compra, agora, a mãe implora pelo reembolso. O caso aconteceu em Sydney, capital da Austrália.

Donna Jacob, de 47 anos, tomou um susto ao receber o e-mail informando sobre a compra do brinquedo Coles Stikeez Golden Billy Banana, que teve apenas 100 exemplares. Seu filho, um colecionador da Coles, conseguiu adquirir o item online com três cliques, já que os dados cadastrais estavam preenchidos automaticamente.

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"Certamente não é nada para o que oramos e nada podemos pagar", contou em entrevista ao canal Seven. Preocupada, a australiana contatou a PayPal. Em resposta, a empresa afirmou que a compra foi uma espécie de "fraude amigável" e é improvável que o dinheiro seja devolvido.

A Walt Disney concluiu nesta quarta-feira (20) a aquisição da Fox, por 71,3 bilhões de dólares, cerca de 270 bilhões de reais, depois de ter recebido o aval de reguladores de vários países. Assumindo a propriedade do estúdio de TV e filmes da 20th Century Fox, das redes a cabo FX, FXX e National Geographic, além de outros ativos internacionais da televisão. A disney também adquiriu os 30% de participação da Fox no Hulu, dando a empresa do Mickey Mouse controle Majoritário.

Aqui no Brasil a compra havia sido aprovada em Fevereiro pelo Conselho de Administrativo de Defesa Econômica (Cade), após a Disney apresentar uma proposta para venda da Fox Sport para obter a aprovação do negócio. A fusão prevê uma enorme transformação na indústria do entretenimento, o que também deve resultar em demissões em massa.

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A aquisição de uma parte significativa do negócio da 'rival', assim como conteúdos envolvidos, como 'Os Simpsons', 'Star Wars', Marvel, Pixar, 'Avatar' e 'Alien' abre caminho para o lançamento ainda este ano do serviço de assinatura Disney+, plataforma com qual a Disney pretende competir com a Netflix, líder do setor.

Por Waleska Andrade

A empresa mexicana América Móvil, dona da Claro no Brasil, anunciou nesta segunda-feira (18) a compra da Nextel Brasil. A empresa assinou o contrato para adquirir a totalidade da Nextel Brasil por U$$ 905 milhões, cerca de R$3.5 bilhões.

Antes disso os detentores da ação eram a NII, com 70%, e a Ai Brasil Holdings, com os 30% remanentes. Após a transação, a América Móvil se torna a única controladora da Nextel.

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Em comunicado, a América Móvil destacou que, com a transação, a sua subsidiária Claro "consolidará sua posição, uma das principais prestadoras de serviços de telecomunicações no Brasil", fortalecendo sua base de assinantes e cobertura nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, os principais mercados brasileiros.

O fechamento da transação está sujeito a aprovação pelos acionistas e atuais controladores e da obtenção das aprovações pelas autoridades regulatórias (Anatel) e de defesa da concorrência (Cade).

Por Waleska Andrade

A delegacia de Pilar, em Alagoas, com apoio dos setores de inteligência do sistema penitenciário e da Polícia Civil do Mato Grosso, prendeu Wanderson Santos Marçal Sales, o “Vandinho”,  34 anos, líder de um grupo que aplicava golpes por telefone e pelo site OLX.

Segundo o delegado José Carlos, titular da delegacia do Pilar, as investigações foram realizadas em conjunto com o setor de inteligência da Gerência de Polícia Judiciária da Área 1 e demonstraram um articulado sistema criminoso que aplicava golpes em todo Brasil. Um dos casos ocorreu na cidade de Pilar e a vítima foi lesada em R$ 42.000,00.

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De acordo com o delegado, Wanderson vendia veículos no OLX de propriedade de outras pessoas. Uma vez acertado o valor a ser pago como proprietário do veículo, Wanderson pedia que fosse retirado o anúncio, sob alegação de que ficaria com o bem. Entretanto, ele fazia um novo anúncio com nome falso, com as imagens e localização do mesmo veículo, mas oferecendo, por um preço bem menor.

Atraída pelo preço, vítimas se interessavam pelo negócio e iam até o proprietário para ver o bem. Tanto o possível comprador quanto o proprietário do veículo eram orientados pelo criminoso a omitir detalhes da compra e da venda. Quando a vítima pagava pelo veículo, o depósito era realizado em contas informadas pelo criminoso e o golpe só era descoberto quando a vítima ia buscar o bem.

O delegado alerta que este tipo de golpe tem sido comum em todo Brasil e não é praticado somente por este grupo. “As pessoas devem ficar atentas e não aceitar fazer negócios por meio telefônico. O cuidado deve ser redobrado quando há um preço ou condições muito atraentes”, esclareceu.

O Delegado José Carlos relatou também que as investigações apontaram que os golpes somados chegavam a casa de um milhão de reais. As provas de crimes praticados em outros Estados serão remetidos para a Polícia Civil das respectivas unidades da federação. Ainda segundo ele, as investigações ainda continuarão, pois o objetivo agora é seguir o caminho do dinheiro obtido ilicitamente das vítimas.

“Vandinho” já cumpria pena no sistema prisional do Mato Grosso e possui ligações, inclusive familiares, com o grupo que tentou arrombar uma Agência bancária na cidade de Arapiraca no fim de fevereiro deste ano.

Da Polícia Civil de Alagoas

Mais de 10,6 milhões de livros literários que foram escolhidos por professores de escolas públicas do País para serem usados pelos alunos ao longo deste ano ainda não foram comprados pelo Ministério da Educação (MEC). O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão responsável pela compra dos exemplares, lançou edital no ano passado que previa a compra de 58 milhões de obras - o maior volume desde 2001 e depois de quatro anos sem nenhuma aquisição. No entanto, até essa segunda-feira (4), quando as aulas na maioria das redes de ensino já teve início, parte dos contratos com as editoras não foi nem ao menos assinado.

Para que os livros chegassem nas mãos dos alunos no início do ano letivo, o edital previa que os contratos fossem firmados até o fim do ano passado. Das 256 editoras que tiveram obras selecionadas, 96 ainda aguardam a assinatura para começar a imprimir os exemplares e depois distribuí-los. O MEC diz que, por causa da grande quantidade de editoras e obras participantes, muito maior do que o padrão de outros editais do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), não conseguiu finalizar toda a contratação em 2018.

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O jornal O Estado de S. Paulo apurou que a demora nas nomeações para a chefia do FNDE atrasou a contratação ainda mais do que o previsto inicialmente. Os ocupantes dos principais cargos do órgão (presidente, diretores, coordenadores) foram exonerados em 11 de janeiro, após a divulgação de erro em outro edital do PNLD, e ainda não foram nomeados os novos dirigentes. Servidores disseram que a maioria dos contratos ficou pronta ainda no início de janeiro, mas não há responsáveis para assiná-los.

Em nota, o ministério disse que "a autarquia já possui dirigentes nomeados necessários para o normal andamento dos contratos". No entanto, uma consulta no Diário Oficial da União mostra que nenhuma editora selecionada pelo edital teve a contratação efetuada neste ano.

Outro entrave para a contratação das editoras é que, como a compra estava prevista para ser efetuada no ano passado, o FNDE agora precisa de autorização do ministério para a liberação de um orçamento maior do que o previsto para 2019 no programa do livro - a aquisição dos livros restantes custa cerca de R$ 58,1 milhões. Questionado, o MEC não informou se já liberou orçamento.

Expectativa

O edital foi lançado no ano passado depois de as escolas públicas do País ficarem quatro anos sem receber livros literários comprados pelo governo federal. Em 2014, na gestão de Dilma Rousseff foi encerrado o Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), que garantia a compra e entrega das obras.

Foi só em 2017 que o governo Michel Temer anunciou que voltaria a entregar livros literários em 2019, com duas novidades: pela primeira vez, os professores é quem iriam escolher as obras e os exemplares não iriam apenas para o acervo das bibliotecas escolares, mas cada aluno receberia dois livros que poderia levar para casa.

"As mudanças foram comemoradas porque a criança levaria o livro para casa, poderia ler com os pais, primos, irmãos. Ou seja, iria ampliar o número de leitores de um único livro. Também atende a uma recomendação já comprovada por pesquisas, que a criança com hábito de leitura em casa, que tem contato com livros, aprende mais fácil a ler e escrever", disse Alessio Costa Lima, presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Ele lamentou que o recurso educacional não esteja presente durante todo o ano letivo.

O edital colocou para escolha dos professores mais de 700 títulos para as turmas de educação infantil (creche e pré-escola), anos iniciais do fundamental (do 1º ao 5º ano) e ensino médio. Alunos do 4º e 5º anos do fundamental e do médio iriam receber dois títulos, um por semestre, e depois os devolveriam ao final do ano.

O MEC diz que ainda não é possível falar que houve atraso na distribuição dos livros. "Como a previsão do FNDE é de que as obras literárias sejam disponíveis para entrega ainda em fevereiro, não há como se caracterizar um atraso. Até porque, diferente das obras didáticas, que necessariamente precisam estar nas mãos dos estudantes no início do ano, o acervo literário é utilizado em momentos específicos, o que permite maior flexibilidade do tempo para sua disponibilização".

Questionado se há uma previsão de assinatura dos contratos e entrega dos livros, o ministério não respondeu.

Produção

Há uma preocupação de que com a demora na assinatura dos contratos desses 10,6 milhões de livros, eles só cheguem aos alunos no segundo semestre. Após a contratação, as editoras têm um prazo de até quatro meses para a produção dos exemplares e a distribuição.

"A gente solicita urgência na solução desse problema porque não afeta só as editoras, mas a educação. Houve um planejamento de aula por parte dos professores. Eles escolheram os livros, planejaram usá-los. Quanto mais tempo demorar para resolver, mais afeta o desempenho escolar", diz Raquel Menezes, presidente da Liga Brasileira de Editoras (Libre).

Donos do editoras temem ainda um prejuízo com a demora na contratação. Candido Graneiro, dono da editora Palavras, teve quatro obras selecionadas, totalizando uma tiragem de 290 mil exemplares, mas ainda não conseguiu assinar o contrato. "Na expectativa de que fosse ser contratado logo, já fiz um acordo com uma gráfica e dei um sinal de R$ 90 mil. Outras editoras fizeram o mesmo, as gráficas estão esperando esse serviço. Houve uma expectativa em todo o mercado livreiro", disse.

Edital

O Estado revelou que, em 2 de janeiro, foram publicadas mudanças no edital para os livros didáticos que seriam entregues em 2020 nas escolas de ensino fundamental. No fim do dia, o MEC informou que as alterações seriam anuladas e culpou a gestão anterior, já que o edital datava de 28 de dezembro. O ex-ministro da Educação e agora secretário da Educação em São Paulo, Rossieli Soares, negou que as alterações tenham sido feitas por sua gestão.

A publicação das alterações no Diário Oficial da União ocorreram após a posse do presidente Jair Bolsonaro, no mesmo dia da nomeação do novo ministro. Além disso, integrantes da atual equipe estavam trabalhando dentro do MEC na transição desde o início de dezembro. O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, exonerou o chefe do Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (FNDE), Rogério Fernando Lot, e outros nove comissionados da autarquia.

O Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE) promove, nesta sexta-feira (28), o 19º leilão. Os interessados em adquirir um veículo novo, ou até mesmo sucateado, devem comparecer às 9h, no pátio da empresa Coliseum, às margens da Rodovia Luiz Gonzaga, na BR-232, em Vitória de Santo Antão, Zona da Mata de Pernambuco.

Com 498 veículos à disposição, entre carros e motos, o último leilão do ano iniciará com o valor mínimo em torno de R$ 100. Os possíveis compradores poderão conferir os itens nos dias 27, das 9h às 15h, e 28, das 8h às 9h, no mesmo local do leilão.

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O edital com informações gerais sobre o leilão, como normas, documentação exigida e taxas pagas pelos arrematantes, pode ser acessado através dos sites www.detran.pe.gov.br, www.coliseumleiloes.com.br ou retirado gratuitamente no escritório do Coliseum Leilões.

O interessado que arrematar algum dos veículos deverá requerer e pagar pela expedição da 2º via do Certificado de Registro do Veículo (CRV). Também é de responsabilidade do comprador arcar com o valor dos serviços de Baixa do Gravame, dentre outras taxas como licenciamento, transferência do veículo e emplacamento.

O dinheiro arrecadado no leilão é usado para pagar dívidas dos veículos apreendidos. Após quitar os débitos, caso haja alguma quantia restante, o valor volta para o proprietário anterior do veículo.

Serviço

Visitação prévia

Dias 27 (9h às 15h) e 28 (8h às 9h) de dezembro de 2018, na sede da Coliseum Leilões, em Vitória de Santo Antão, Rodovia Luiz Gonzaga, BR-232, Km 41- Distrito Ind. Vitória Sto. Antão/PE.

Leilão

28 de dezembro de 2018, às 9h, na sede da Coliseum Leilões, em Vitória de Santo Antão, Rodovia Luiz Gonzaga, BR-232-Km 41- Distrito Ind. Vitória Sto. Antão/PE.

A Polícia de Baltimore recolheu 1.860 armas, incluindo um lança-foguetes, como parte de um programa de recompra, destinado a reduzir a violência nesta cidade do leste dos Estados Unidos, informaram as autoridades.

A operação, que durou três dias, foi anunciada como uma tentativa de livrar as ruas de armas ilegais em uma cidade onde o número de homicídios superou os 300 pelo quarto ano consecutivo. O prefeito da cidade tuitou que entre elas havia um lança-foguete.

As autoridades ofereceram US$ 25 por carregadores grandes, US$ 100 por pistolas, US$ 200 por fuzis semiautomáticos e US$ 500 por fuzis automáticos, enquanto prometeram guardar a identidade de quem ceder suas armas.

Segundo a câmara dos vereadores, Baltimore, uma cidade de 600.000 habitantes, atribuiu 250.000 dólares ao conjunto da operação.

O jornal Baltimore Sun avaliou em um editorial que o programa "provavelmente será uma grande perda de tempo e recursos", considerando que este tipo de esquema de recompra "fazem pouco para reduzir o número de ataques a tiros ou para tirar as armas das mãos dos criminosos".

No entanto, o chefe da Polícia, Gary Guttle, disse ao Sun que se as armas "não existirem, não estão em casa, não podem ser usados, não podem ser roubadas" e "não contribuirão com a violência".

O direito ao porte de armas está garantido pela segunda emenda à Constituição dos Estados Unidos, e pelo menos um terço dos lares do país tem uma.

Segundo as autoridades sanitárias, em 2017, quase 40.000 pessoas morreram no país por disparos de armas de fogo, uma cifra que inclui os suicídios.

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (20), a Operação Sufrágio contra um esquema de compra de votos, transporte irregular de eleitores e outras infrações relacionadas às últimas eleições. Três investigados foram presos temporariamente.

Um dos capturados pela PF foi cabo eleitoral da campanha de um deputado eleito pelo Acre. Segundo a investigação, "há evidências de que ele teria ofertado lotes, produtos de supermercados, combustível, serviços de saúde e até expedição de carteiras de habilitação para os eleitores".

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A Federal aponta que há suspeita de que alguns dos investigados tenham custeado de forma irregular os gastos de campanhas, fornecendo produtos alimentícios e botijões de gás em troca de votos.

A Sufrágio indica que ao menos três candidatos de Cruzeiro do Sul tenham sido beneficiados pela compra de votos, sendo que dois deles efetivamente foram eleitos.

Foram cumpridos três mandados de prisões temporárias e oito mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados e na Câmara Municipal de Cruzeiro do Sul. Além das buscas, a PF ouve testemunhas em busca do esclarecimento dos fatos. Os presos serão levados para a Unidade Prisional Manoel Nery, em Cruzeiro do Sul.

A Magazine Luiza anunciou nesta sexta-feira (14) a compra de mais uma empresa do ramo tecnológico, a Softbox, especializada em soluções para o varejo e indústria de bens de consumo que desejam fazer vendas online.

Com a aquisição, a rede de varejo amplia sua atuação para se tornar uma companhia digital que atua desde a venda pela internet até a entrega ao consumidor final.

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O valor da compra não foi divulgado pela Magazine Luiza e a Softbox possui 256 funcionários, que atendem cerca de 80 clientes, como as marcas Unilever e Coca-Cola.

Essa é a terceira startup adquirida pela Magazine Luiza no período de aproximadamente um ano. A varejista também comprou a Integra, especializada na integração de operações de comércio eletrônico e marketplace, e a Logbee, empresa de tecnologia logística.

Em apresentação a investidores, o presidente-executivo do Magazine Luiza, Frederico Trajano, afirmou que a nova aquisição permitirá à empresa "turbinar projeto" de criação de plataforma digital.

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