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O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira (4) que não idolatra seu colega dos Estados Unidos, Donald Trump, que anunciou sobretaxas alfandegárias contra o aço e o alumínio brasileiros por conta da desvalorização do real.

Em conversa com jornalistas no Palácio da Alvorada, Bolsonaro também negou que o governo esteja "aumentando artificialmente" a cotação do dólar e disse que a alta da moeda americana é fruto da guerra comercial entre EUA e China.

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"Nós não queremos aqui aumentar artificialmente, não estamos aumentando artificialmente o preço do dólar", afirmou o presidente, segundo o portal G1. Bolsonaro ressaltou em seguida que "acredita" em Trump, mas não tem "idolatria por ninguém".

"Não vou falar amizade, não frequento a casa dele nem ele a minha, mas temos um acordo, com contato bastante cordial", disse, acrescentando que "não é porque um amigo falou grosso" que ele vai "dar as costas".

Desde que assumiu o governo, Bolsonaro tem adotado uma política de alinhamento automático com Trump, mas até agora o Brasil viu poucos benefícios dessa aproximação, embora já tenha feito concessões, como a isenção de vistos para turistas americanos e o acesso à base de lançamento de foguetes de Alcântara (MA).

A Casa Branca, por sua vez, designou o Brasil como "aliado extra-OTAN", mas ainda não formalizou seu apoio à entrada do país na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Para Trump, tanto o Brasil quanto a Argentina desvalorizaram suas moedas artificialmente, o que teria prejudicado agricultores e a indústria dos EUA.

Da Ansa

A Câmara de Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta terça-feira (3), por ampla maioria, a adoção de uma posição mais firme de Washington contra o tratamento dado pela China à minoria uigure, e pediu ao presidente Donald Trump que aplique sanções a altos funcionários chineses.

O texto condena as "flagrantes violações dos direitos humanos" da China vinculadas a sua política na região ocidental de Xinjiang, no noroeste do país, uma zona predominantemente muçulmana onde ao menos um milhão de uigures e integrantes de outras minorias estão em campos de detenção.

A medida, aprovada por 407 votos a 1, pede a Trump que adote sanções contra altos funcionários do governo chinês e é uma versão mais dura de outra, adotada pelo Senado em setembro.

Os dois textos devem ser harmonizados para seu envio à Casa Branca.

"Estamos enviando uma mensagem a Pequim", disse a presidente da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi. "Os Estados Unidos estão observando e não ficarão em silêncio".

A China reagiu qualificando de "calúnia" a decisão da Câmara de promover sanções contra funcionários chineses.

"É uma calúnia de maneira arbitrária contra os esforços da China de combate à radicalização e ao terrorismo" na região de Xinjiang, durante muito tempo palco de atentados mortíferos, disse Hua Chunying, porta-voz do ministério das Relações Exteriores.

Pequim qualifica os campos de detenção de "centros de educação e formação profissional" para combater o islamismo, o separatismo e o terrorismo em Xinjiang, palco de ataques atribuídos aos uigures no passado.

A gigante chinesa Huawei está fabricando smartphones sem os chips dos Estados Unidos. O último telefone da companhia, que foi lançado em setembro, não continha peças americanas, de acordo com uma análise do UBS e da Fomalhaut Techno Solutions, um laboratório de tecnologia japonês que desmontou o dispositivo para inspecionar seu interior.

Em maio, o governo Trump proibiu remessas dos EUA para a Huawei, à medida que as tensões comerciais com Pequim aumentavam. Essa medida impediu empresas como Qualcomm e Intel de exportar chips para a empresa da China, embora alguns envios de peças tenham sido retomados no verão depois que as companhias determinaram que não foram afetadas pela restrição.

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Ainda que a Huawei não tenha parado totalmente de usar os chips americanos, a companhia reduziu sua dependência de fornecedores dos EUA, de acordo com a análise da Fomalhaut. Inspeções semelhantes feitas pela iFixit e pela Tech Insights chegaram a conclusões semelhantes.

Apesar desse progresso, a Huawei ainda possui uma grande vulnerabilidade na cadeia de suprimentos. Seus smartphones rodam no sistema operacional Android e fazem uso de vários aplicativos criados pelo Google. Embora o Android seja de código aberto e possa ser usado livremente, os aplicativos - incluindo YouTube, Google Maps e Play Store - não são. Fonte: Dow Jones Newswires.

O pré-candidato democrata à presidência dos Estados Unidos Joe Biden, que começou no sábado (30) uma intensa campanha eleitoral pelo estado de Iowa de olho nas primárias do partido, foi alvo de críticas por escolher um lema considerado muito ultrapassado.

O ex-vice-presidente de Barack Obama está viajando por este estado rural, onde dentro de dois meses começa a série de convenções do Partido Democrata para determinar quem enfrentará Donald Trump na disputa pela Casa Branca, a bordo de um ônibus decorado com as palavras "Joe" e "No Malarkey!", que em português significa algo como "Sem Brincadeiras!".

"Por favor, envie para os anos 1950 quem teve a ideia deste slogan de campanha", escreveu um eleitor no Twitter. "'Brincadeiras', certamente vai convencer os eleitores com menos de 50 anos", fez piada outro internauta.

Biden, de 77 anos, lidera em nível nacional as pesquisas entre os pré-candidatos democratas. Mas em Iowa e New Hampshire, os dois primeiros estados a celebrar as primárias, nos dias 3 e 11 de fevereiro, o veterano político é superado pelo jovem prefeito Pete Buttigieg, 37, que assim como Biden segue uma linha mais moderada.

Biden tem amplo apoio entre a classe trabalhadora e eleitores negros. Mas pesquisas mostram que ele é incapaz de se conectar completamente com os jovens eleitores, de quem precisa desesperadamente para ganhar a indicação para concorrer à presidência em 2020.

Esta não é a primeira vez que o ex-vice-presidente vira alvo de piadas ao usar uma referência considerada antiquada: durante um debate entre candidatos democratas em setembro, ele falou sobre "toca-discos".

Mesmo assim, essas referências também ancoram Biden em um passado às vezes idealizado que poderia atrair alguns eleitores democratas, especialmente em Iowa, onde aqueles com mais de 50 anos poderiam ter um peso decisivo na vitória.

Segundo o democrata, o ônibus no qual ele viajará por oito dias recebeu "um bom nome" para marcar posição contra o presidente republicano Donald Trump.

"A razão pela qual ele é chamado 'Sem Brincadeiras!' é porque o outro (Trump) simplesmente está mentindo", disse Biden no início da campanha no sábado em Council Bluffs.

E acrescentou: "Nossa identidade está em jogo e nossos filhos estão nos ouvindo".

Claro que eles não necessariamente entendem isso. "Não faz sentido? Eu nunca ouvi isso antes", respondeu uma estudante do ensino médio, Cece West, entrevistada por um jornalista no site Político sobre esse slogan.

O ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter foi hospitalizado por conta de uma infecção urinária, informou nesta segunda-feira (2) o Carter Center.

Carter, de 95 anos, foi "internado no Centro Médico Phoebe Sumter em Americus, Geórgia, no último fim de semana", aponta o comunicado.

Na semana passada, o ex-presidente democrata, deixou o hospital depois de uma cirurgia bem-sucedida para aliviar a pressão no cérebro causada por várias quedas.

Em agosto de 2015, Carter revelou que tinha câncer no cérebro e estava fazendo quimioterapia, uma doença da qual, contra todas as probabilidades, ele se recuperou.

Carter, que ocupou a Casa Branca entre 1977 e 1981, colocou os direitos humanos e a justiça social no centro de sua presidência. Depois de deixar o cargo, fundou o Carter Center em 1982 para ampliar sua visão da diplomacia mundial.

A companhia telefônica T-Mobile anunciou nesta segunda-feira (2) ter se tornado a pioneira no lançamento de serviços 5G wireless nos Estados Unidos, embora sejam mais lentos do que alguns esperavam para a nova geração de conectividade.

"O lançamento de hoje catapulta imediatamente a T-Mobile à posição de liderança como a maior rede 5G do país", expressou a companhia em um comunicado.

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A T-Mobile, terceira operadora dos Estados Unidos, informou que sua rede 5G atende 200 milhões de pessoas e "atravessa paredes", superando o lançamento limitado do 5G das concorrentes maiores, Verizon e AT&T, no começo deste ano.

A empresa acrescentou que vai melhorar e ampliar sua rede 5G se concluir uma fusão planejada com a rival Sprint, um acordo aprovado por reguladores americanos, mas que enfrenta um desafio judicial de vários estados do país.

O sistema T-Mobile opera em uma banda baixa que oferece velocidades mais rápidas do que as atuais redes 4G, mas abaixo do máximo prometido para o 5G, embora a empresa o tenha denominado de "5G real, baseado em padrões".

"Construímos uma [rede] 5G que funciona para mais pessoas em mais lugares e este é apenas o começo", destacou Neville Ray, presidente de tecnologia da companhia.

No âmbito da luta pelo uso da tecnologia 5G, as autoridades americanas proibiram o uso de equipamentos da Huawei, principal fabricante de infraestruturas de comunicações com sede na China, devido à preocupação de que sua rede possa apresentar riscos de segurança nacional, o que a companhia nega.

A resposta não demorou. Três dias após o anúncio de represálias contra o apoio dos Estados Unidos a Hong Kong, a China sancionou nesta segunda-feira (2) a Marinha e várias associações americanas.

Na semana passada, o regime comunista anunciou que adotaria medidas de represália depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, promulgou a lei sobre os direitos humanos e a democracia em Hong Kong.

Pequim considera o texto uma interferência nos assuntos internos do país e anunciou nesta segunda-feira a suspensão imediata das escalas dos navios de guerra americanos na ex-colônia britânica, retrocedida em 1997. Desde então os navios americanos costumavam atracar em Hong Kong.

O governo chinês, que exerce sua autoridade sobre Hong Kong em matéria militar, "suspenderá a avaliação das petições de visita de recuperação dos navios de guerra americanos, desde hoje", anunciou à imprensa a porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Hua Chunying.

Em agosto passado, Pequim já havia bloqueado duas visitas de navios americanos, segundo a Marinha dos EUA. A última visita da US Navy foi em abril, antes da eclosão dos protestos em Hong Kong.

"Operacionalmente, do ponto de vista militar, isso não muda grande coisa para os Estados Unidos", declarou à AFP Michael Raska, especialista em questões de defesa da Universidade Tecnológica de Nanyang de Singapura.

Politicamente, a decisão de Pequim demonstra que "a tensão entre China e Estados Unidos continuará aumentando", previu.

Para o especialista Michael Cole, do Global Taiwan Institute de Taipé, a medida "é, antes de tudo, simbólica", mas ilustra "a escalada de represálias que envenena a relação" entre ambas as potências.

- ONGs sancionadas -

Além disso, o governo chinês imporá "sanções às ONGs que se comportaram mal" em Hong Kong, anunciou Hua, sem dar detalhes.

Entre essas ONGs, aparecem organizações ativas no âmbito dos direitos humanos, como a Human Rights Watch e a Freedom House.

Na semana passada, o governo chinês anunciou que tomaria medidas de represálias diante da "lei de 2019 sobre direitos humanos e democracia em Hong Kong", assinada pelo presidente americano.

O texto ameaça com a suspensão do status econômico especial que Washington dá à ex-colônia britânica caso os direitos dos manifestantes não sejam respeitados.

Donald Trump também aprovou uma medida para proibir a venda de material destinado a repressão pela polícia de Hong Kong às manifestações.

A essa divergência sobre Hong Kong soma-se a guerra comercial e tecnológica travada entre os dois países há um ano e meio.

Até agora, Pequim resistiu a misturar os dois assuntos e suspender as negociações, que atualmente estão concentradas sobre um "acordo preliminar" no âmbito comercial.

Caso esse acordo não seja alcançado, novos aumentos de tarifas mútuas poderão ser implementados a partir de 15 de dezembro.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (2) a aplicação de sobretaxas alfandegárias contra o aço e o alumínio importados de Brasil e Argentina.

Em seu perfil no Twitter, o magnata acusou os dois países de realizarem uma "desvalorização maciça de suas moedas", o que "não é bom" para os agricultores americanos. "Portanto, com efeito imediato, vou restaurar as tarifas contra o aço e o alumínio enviados para os EUA a partir destes países", escreveu.

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Trump também pressionou o Federal Reserve (FED), banco central dos Estados Unidos, a agir para que outros países "não tirem mais vantagem" do fortalecimento do dólar, "desvalorizando ainda mais suas moedas". "Isso torna muito difícil para nossos manufatureiros e agricultores exportarem seus produtos", acrescentou, pedindo para o FED baixar os juros.

O real já acumula desvalorização de 9,4% em relação ao dólar comercial desde o início do ano.

Alinhamento

Desde que assumiu o governo, o presidente Jair Bolsonaro adotou um alinhamento automático com Trump em política externa e ofereceu aos EUA acesso à base de lançamento de foguetes de Alcântara (MA), além de ter isentado turistas americanos de visto.

A Casa Branca, por sua vez, designou o Brasil como "aliado extra-OTAN", mas ainda não formalizou seu apoio à entrada do país na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), dando preferência para Argentina e Romênia.

Nos últimos meses, no entanto, o governo brasileiro vem ensaiando uma aproximação com a China, que trava uma guerra comercial com Trump. As sobretaxas americanas contra aço (25%) e alumínio importados (10%) haviam sido anunciadas pelo presidente no início de 2018, mas logo depois ele isentou Brasil e Argentina da cobrança.

Da Ansa

Ao denunciar uma investigação "injusta", a Casa Branca anunciou no domingo (1°) à noite que recusa o convite para participar em uma audiência no Congresso dos Estados Unidos que marca o início de uma nova fase no processo de destituição contra o presidente Donald Trump.

Após dois meses de investigação, a Câmara de Representantes - de maioria democrata - começa nesta semana o debate jurídico para determinar se as alegações contra o presidente são suficientemente graves para justificar uma acusação contra Trump e a abertura de um julgamento político.

O Comitê Judicial da Câmara deve iniciar a avaliação do tema na quarta-feira em uma audiência com especialistas constitucionais. Trump foi convidado a participar pessoalmente, por meio de seus advogados ou enviando perguntas escritas às testemunhas.

Mas a Casa Branca rejeitou o convite.

"Não podem esperar que participemos de maneira justa em uma audiência quando as testemunhas ainda devem ser designadas e enquanto continua sem ser explicado se o Comitê Judicial permitirá ao presidente um processo justo por meio de audiências adicionais", escreveu o advogado da Casa Branca, Pat Cipollone, em uma carta ao presidente do comitê, Jerry Nadler.

"Sob as atuais circunstâncias não pretendemos participar em sua audiência de quarta-feira. Mas se realmente decidirem fazer um processo justo no futuro, poderíamos avaliar participar", completou.

Trump está no meio de uma tempestade política porque pediu à Ucrânia uma investigação sobre Joe Biden, um de seus potenciais adversários na eleição presidencial de 2020 e cujo filho integrou a diretoria de uma grande empresa de gás no país do leste europeu.

O presidente republicano afirma que estava em seu direito de apontar um possível caso de corrupção e alega que não exerceu nenhuma pressão sobre Kiev.

Mas a oposição democrata está convencida de que Trump abusou de seu poder para favorecer sua campanha de reeleição, especialmente ao bloquear uma ajuda militar de quase 400 milhões de dólares destinada a um país que está em guerra com a Rússia.

Durante dois meses, a Câmara de Representantes avançou na investigação. Embora a Casa Branca tenha se recusado a cooperar, o Congresso ouviu 15 depoimentos que apresentaram elementos comprometedores para o presidente.

"A questão é saber se constituem um ato de traição, corrupção ou outros crimes ou delitos graves", afirmou a representante democrata Zoe Lofgren, ao citar os motivos para impeachment mencionados na Constituição dos Estados Unidos.

Depois de permanecer à margem da fase de investigação, Trump foi convidado a apresentar sua defesa durante a nova etapa do processo.

"O presidente deve decidir: pode usar a oportunidade de estar representado nas audiências ou pode parar de reclamar", afirmou Nadler na semana passada.

O Comitê Judicial deve considerar ao menos quatro acusações ou artigos de impeachment: abuso de poder, corrupção, menosprezo ao Congresso e obstrução de justiça.

Os republicanos parecem preparados para refutar tudo. "Estejam preparados para um espetáculo sem substância", declarou Doug Collins, o congressista responsável por liderar o contra-ataque.

Collins afirma que o presidente "não fez nada errado".

Uma vez redigidos, os artigos de acusação seriam submetidos a uma votação na Câmara de Representantes, o que pode acontecer antes do Natal.

Levando em consideração a maioria democrata na Câmara, Trump tem grandes probabilidades de entrar para os livros de história como o terceiro presidente a ser acusado, depois de Andrew Johnson em 1868 e Bill Clinton em 1998, ambos depois exonerados. Richard Nixon renunciou antes da etapa definitiva do processo, em 1974.

O Senado seria o responsável por julgar em seguida do presidente, com a necessidade de maioria de dois terços para a destituição, o que parece bastante improvável. Os republicanos são maioria no Senado e, no momento, apoiam Trump em peso.

Um café comum de US$ 2,10 nos Estados Unidos pode custar US$ 37,10 se o consumidor estiver com a conta bancária zerada na hora de passar o cartão de débito. Isso porque, no país, os bancos cobram uma taxa fixa, que não varia de acordo com perfil do cliente ou valor da compra, para cada acesso ao cheque especial. As tarifas mudam de acordo com a instituição, mas giram em redor de US$ 35 - cerca de R$ 150.

Para evitar o endividamento, desde 2010 os bancos precisam perguntar expressamente se o cliente deseja permitir o acesso ao cheque especial nas transações com cartão de débito e saque de dinheiro em caixa eletrônico. A ideia é evitar que gastos baixos e corriqueiros se tornem uma bola de neve com cobrança de taxa superior à compra. A média de gasto feito com cartão de débito que gera o pagamento da taxa do cheque especial é de US$ 24.

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Se o cliente aceita ter acesso ao cheque especial, o banco cobra a taxa a cada gasto superior ao dinheiro em conta. Caso contrário, as transações com cartão de débito ou saque em caixa são rejeitadas no caso de conta bancária sem saldo - nesses casos, o cliente ainda pode usar o cheque especial, mas de outras formas, como cheque.

A regulamentação sobre cheque especial nos EUA foi emitida em 2009 pelo Fed e passou a valer no ano seguinte. Pelas diretrizes, os bancos devem tratar o cheque especial como medida de curto prazo e entrar em contato com os clientes que mais recorrem à medida para oferecer linhas de crédito menos penosas e cursos de educação financeira.

Documento do Banco Central brasileiro usado para subsidiar a limitação das taxas de juros aos consumidores cita a experiência americana.

Segundo o texto, o Federal Reserve (Fed), o banco central americano, busca "garantir que a oferta da linha cheque especial seja uma das últimas alternativas oferecidas ao consumidor bancário e, para evitar seu uso inconsciente ou irresponsável, o limite de cheque especial é concedido apenas se solicitado pelo usuário".

Na prática, no entanto, boa parte dos americanos se sente confuso sobre a imposição das taxas. Uma pesquisa feita pelo instituto Pew Research mostra que 68% dos americanos que pagaram a taxa de "overdraft", ou seja, sobre cada transação feita com a conta bancária zerada, preferiam ter tido a compra rejeitada.

A Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), agência federal dos EUA que trata do tema, recomenda que os bancos respeitem limites diários de quantas taxas podem ser cobradas em um mesmo dia dos clientes no caso do uso do cheque especial. A maioria dos bancos segue a recomendação e impõe o limite entre 3 e 7 cobranças máximas de taxa diária.

A restrição é bem inferior daquela pela qual advogam associações ligadas aos direitos do consumidor, como a Center for Responsible Lending, que propõe limitação de uma taxa por mês e seis por ano.

"Nota-se que a FDIC não versou sobre limites quanto aos juros ou às tarifas cobradas do consumidor bancário, limitando-se, primordialmente, a recomendar regras comportamentais restritivas para a oferta de cheque especial. Nesse sentido, a FDIC não fez qualquer recomendação acerca do valor dos encargos aplicados nessa linha de crédito, mas o fez em termos de quantidade", destaca o Banco Central.

Em maio deste ano, o Comitê de Proteção Financeira do Consumidor anunciou que iniciaria um processo de revisão das regras e pediu a manifestação de negócios de pequeno porte sobre o assunto. O anúncio gerou especulações na mídia americana e entre especialistas da área a respeito do quanto as atuais regras podem ser flexibilizadas, diante de uma abordagem do tema mais favorável aos bancos durante o governo Donald Trump.

Do outro lado, democratas pressionam por mais regulação, entre eles parte dos candidatos à presidência americana. Bem cotada nas pesquisas de intenção de voto, a senadora democrata Elizabeth Warren faz do rigor com bancos uma de suas plataformas eleitorais. Dois congressistas propuseram uma legislação para limitar em até 15% ao ano as taxas de juros de cartões de créditos e outros empréstimos. A medida foi proposta pelo senador e pré-candidato à presidência Bernie Sanders e pela nova estrela do partido, a deputada Alexandria Ocasio-Cortez. A média das taxas de juros para cartão de crédito nos EUA hoje fica um pouco acima de 17% ao ano.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, promulgou nesta quarta-feira (27) a lei que apoia os manifestantes pró-democracia em Hong Kong, uma decisão que irritará provavelmente o governo em Pequim, envolvido em complicadas negociações comerciais com Washington.

"Hoje promulguei como lei (...) a ata de 2019 sobre os direitos humanos e a democracia em Hong Kong", escreveu Trump em comunicado divulgado pela Casa Branca.

A resolução foi adotada há alguns dias por ampla maioria no Congresso. Após a medida, Pequim convocou o embaixador dos Estados Unidos para protestar.

O território semiautônomo de Hong Kong vive há quase seis meses o maior movimento de protestos desde que o Reino Unido o devolveu para a China, em 1997.

"Firmei esta resolução por respeito ao presidente Xi (Jinping), à China e ao povo de Hong Kong", explicou Trump em um comunicado.

"Foi promulgada com a esperança de que os líderes e representantes da China e de Hong Kong saibam solucionar, de forma amistosa, suas divergências".

Já Pequim ameaçou adotar "medidas de represália" e classificou a medida de "uma abominação absoluta que oculta intenções sinistras", em nota do ministério das Relações Exteriores.

Este texto "apoia descaradamente os atos cometidos contra cidadãos inocentes que foram golpeados, feridos e queimados (...) por delinquentes violentos", denunciou o regime chinês.

O governo de Hong Kong manifestou seu "profundo pesar" pela adoção da lei, e acusou Washington de "ingerência" nos assuntos internos.

"As duas atas estão interferindo claramente nos assuntos internos de Hong Kong", declarou um alto funcionário do Executivo, avaliando que a resolução "transmite uma mensagem equivocada aos manifestantes".

Desde seu início, as manifestações no território semiautônomo têm provocado frequentes confrontos entre policiais e manifestantes.

A decisão do presidente foi celebrada tanto por senadores do Partido Republicano como por membros da oposição democrata.

Os senadores Marco Rubio e Jim Risch, ambos republicanos, e os democratas Ben Cardin e Bob Menéndez emitiram uma declaração conjunta.

Segundo Rubio, os "Estados Unidos agora têm ferramentas novas e significativas para dissuadir uma maior influência e interferência de Pequim nos assuntos internos de Hong Kong".

"Após as eleições históricas do final de semana em Hong Kong, que incluíram uma participação recorde, esta nova lei não poderia ser mais oportuna para mostrar um forte apoio dos Estados Unidos à liberdade" dos habitantes da ilha.

"Os Estados Unidos não apenas observam, como também apoiam os manifestantes enquanto caminham para a autossuficiência, a democracia e os direitos humanos", declarou Cardin.

A China superou os Estados Unidos no número de missões diplomáticas, o que revela sua ambição mundial, informa um estudo do australiano Lowy Institute. "Com 276 postos no mundo, a China superou pela primeira vez os Estados Unidos, que têm 273", destacam os autores do Global Diplomacy Index.

O aumento do peso diplomático chinês foi favorecido em 2019 pela abertura de embaixadas em países que deixaram de reconhecer Taiwan. Os números demonstram as mudanças geopolíticas dos últimos anos.

"A diplomacia americana entrou em um período de incerteza devido às restrições orçamentárias decididas pelo presidente Donald Trump e a dificuldade de reter os diplomatas de carreira", afirma o Lowy Institute.

Estados Unidos, no entanto, permanecem na liderança no que diz respeito ao número de embaixadas ou consulados, 342 contra 256 para a China.

Pequim abriu missões diplomáticas em Burkina Faso, República Dominicana, El Salvador, Gâmbia e São Tomé e Príncipe, ex-amigos diplomáticos de Taiwan.

Ao mesmo tempo, o Reino Unido caiu para o 11º lugar da lista, atrás de Itália, Espanha e Brasil, apesar de sua ambição de desenvolver um "Reino Unido planetário" com a saída da União Europeia.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um discurso furioso na noite desta terça-feira (26), no estado da Flórida, onde passará o feriado de Ação de Graças, em meio à ameaça do processo de impeachment.

Em Sunrise, ao norte de Miami, Trump insultou seus adversários políticos, chamou os democratas de "depravados" e afirmou que está sendo atacado porque colocou em evidência "um sistema disfuncional" em Washington.

Trump também dirigiu sua ira à imprensa, e disse que os jornalistas são "umas das pessoas mais corruptas do mundo".

"Os democratas radicais estão tentando reverter a última eleição porque sabem que não podem vencer a próxima", disse Trump, enquanto a multidão gritava: "mais quatro anos!, "mais quatro anos!".

Antes de viajar para a Flórida, Trump cumpriu a tradição de perdoar dois enormes perus - Bread e Butter (Pão e Manteiga) - por ocasião de uma das maiores festividades do país, na qual essas aves são o prato principal.

"Desejo a todos um feliz Dia de Ação de Graças", disse o presidente antes de perdoar os perus.

Trump estava acompanhado de sua mulher, Melania, que pouco antes havia sido vaiada em um discurso sobre os riscos das drogas, na cidade de Baltimore.

O presidente passará o feriado em Mar-a-Lago, seu campo de golfe e residência particular na costa atlântica da Flórida.

Os democratas que investigam Trump estão prontos para avançar no processo de impeachment após o intervalo do Dia de Ação de Graças e, na segunda-feira, receberam boas notícias dos tribunais.

Um tribunal de apelações em Washington decidiu que os assessores de Trump devem cumprir as intimações do Congresso no contexto do processo de impeachment contra o presidente.

Em um caso que envolveu o ex-advogado da Casa Branca Don McGahn, intimado em maio pelo Comitê Judiciário da Câmara, o juiz Ketanji Jackson decidiu que os altos funcionários da administração não podem deixar de testemunhar alegando sua proximidade com o presidente dos Estados Unidos.

"Os presidentes não são reis", escreveu Jackson em sua decisão. "Ninguém, nem mesmo o chefe do Poder Executivo, está acima da lei", disse ainda o magistrado.

- Decisão aplicável a todos -

O juiz indicou que a decisão sobre o caso de McGahn era aplicável a todos os assistentes do presidente, atuais e passados. Várias autoridades ligadas a Trump evitaram as intimações do Congresso nas últimas semanas para testemunhar.

A decisão pode levar o Comitê de Inteligência da Câmara dos Deputados, que prepara acusações de impeachment contra Trump devido a um escândalo envolvendo a Ucrânia, a forçar o testemunho de três testemunhas-chave: o ex-assessor de Segurança Nacional John Bolton, o chefe de Gabinete da Casa Branca, Mick Mulvaney e o Secretário de Estado Mike Pompeo.

Os democratas suspeitam que todos tenham conhecimento direto do suposto pedido de Trump ao presidente da Ucrânia Volodimir Zelenski para investigar seu rival político Joe Biden em troca da liberação de ajuda militar.

Esse caso levou os oponentes a abrir a investigação em 24 de setembro para determinar se Trump abusou ou não de seus poderes ao fazer esse pedido ao presidente ucraniano.

A TV brasileira perdeu um de seus grandes nomes, Gugu Liberato, na última sexta-feira (22), e aos poucos mais notícias sobre sua morte vêm sendo divulgadas para a imprensa. O apresentador caiu de uma altura de quatro metros enquanto tentava consertar o ar-condicionado de sua casa em Orlando, nos Estados Unidos, e bateu a cabeça.

Antes de ser constatada morte cerebral, o médico brasileiro Guilherme Lepski viajou para os EUA para ajudar a família do apresentador e dar uma segunda opinião em relação ao diagnóstico. Em entrevista à Record TV neste domingo (24), ele falou que a constatação da morte encefálica era complicada.

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"É um diagnóstico muito difícil, que por causa da evolução dos transplantes, a medicina tem a necessidade de fazer cada vez mais precocemente. Só que muitas vezes o processo de doença e óbito acaba acontecendo tão rápido, como foi no caso do Gugu, que deixa toda a família e as pessoas a sua volta atordoadas. A família tinha certas inseguranças, dúvidas, algumas questões ficaram abertas, e sentiu a necessidade de ter uma segunda opinião, saber se havia algo que poderia ser feito, se algo poderia ser reversível. [...] É uma situação muito drástica", declarou o profissional.

Lepski também contou que foi convocado para cuidar de Gugu pelo médico cardiologista da família. O apresentador e sua mãe, Maria do Céu, inclusive, teriam uma consulta de check-up com ele na semana seguinte. O doutor também disse que não houve nenhum tipo de erro da equipe médica local. "Não há o que criticar. Um caso desse gera muita discussão, mas do ponto de vista técnico, tendo examinado, posso concluir que não havia o que pudesse ser feito de diferente. A evolução foi muito rápida, inimaginável", analisou.

Já para o Jornal Nacional desse sábado (23), Lepski contou que o diagnóstico de morte encefálica não foi dado de imediato pois era necessário um tempo em observação - principalmente porque Gugu chegou ao hospital ainda respirando. "Tinha alguma atividade respiratória de início, então não era morte encefálica. Acontece que o quadro foi se deteriorando rapidamente, e aí as provas subsequentes comprovaram isso".

Até o próximo fim de semana, o corpo de Gugu volta ao Brasil. O velório será realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo e será aberto ao público.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, condecorou nesta quinta-feira (21) o vencedor do Oscar Jon Voight, um de seus poucos simpatizantes em Hollywood, e disse que lutou contra as lágrimas ao assistir a um dos filmes do ator.

Voight, de 80 anos, estava entre as oito pessoas que receberam a Medalha Nacional das Artes e a Medalha Nacional de Humanidades numa cerimônia na Casa Branca, o mais alto reconhecimento do Estado para artistas.

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O ator ganhou em 1978 o Oscar de melhor ator por "Amargo Regresso", com a interpretação de um veterano paraplégico do Vietnã, ao lado de Jane Fonda.

Estrelou "Perdidos na Noite" com Dustin Hoffman e também participou de "Expresso para o Inferno" e "O Dossiê Odessa", entre outros sucessos.

Trump disse que outro filme de Voight, "O Campeão", foi a "melhor bilheteria de todos os tempos".

"Todos choravam nesse filme. Tentei não fazer isso, Jon, mas não foi fácil", disse o presidente.

Voight tem sido publicamente um grande defensor dos republicanos em Hollywood, numa posição oposta a de seus colegas que há muito se inclinam para os democratas.

Sua filha, a atriz Angelina Jolie, feroz crítica de Trump, não compareceu na cerimônia de entrega de medalhas no Salão Leste (Leste) da Casa Branca.

Os brasileiros que quiserem investir e morar nos Estados Unidos terão que pagar mais caro para conseguir o visto do programa de governo americano EB-5. O valor subiu quase o dobro, passando de US$ 500 MIL (R$ 2,1 milhões) para US$ 900 mil (R$ 3,7 milhões) - o que representa um aumento de 80%. A medida passou a vigorar nesta última quarta-feira (21). 

De acordo com o Correio Braziliense, o valor foi corrigido pela inflação e será atualizado a cada cinco anos. O visto EB-5 foi criado em 1990 e concede o Green Card, que é o visto permanente de imigração, ao investidor, sem que ele precise comprovar trabalho próprio.

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Os Estados Unidos sugeriram nesta quinta-feira (21) que o ex-presidente da Bolívia Evo Morales deve permanecer à margem nas próximas eleições no país andino, que Washington disse que devem ser "livres, justas e inclusivas".

O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, prometeu o apoio dos Estados Unidos ao governo de transição liderado por Jeanine Áñez, que assumiu depois de Morales renunciar, pressionado após as eleições questionadas de 20 de outubro.

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"Admiramos o povo boliviano por defender sua Constituição, sua democracia e suas eleições livres, justas e transparentes", disse Pompeo em um comunicado.

"Aos que participaram das escandalosas irregularidades e da manipulação dos votos nas fracassadas eleições de 20 de outubro devem, pelo bem da Bolívia, se afastar e deixar que os bolivianos reconstruam suas instituições", afirmou Pompeo, em um comunicado.

Morales, o primeiro presidente indígena da Bolívia, que mantinha relações turbulentas com os Estados Unidos, buscava um quarto mandato. Acusado de manipular os resultados das eleições, o presidente renunciou em 10 de novembro sob pressão de seus oponentes e das forças de segurança, que pediram sua renúncia para permitir a "pacificação" e "estabilidade" do país.

Em entrevista publicada nesta quinta-feira no site da revista alemã Der Spiegel, Morales, refugiado no México desde 12 de novembro, disse que tem o "direito" de participar das novas eleições, mas que ficará de fora se participação impedir o fim da crise política.

A Assembleia Legislativa da Bolívia, onde o Movimento pelo Socialismo (MAS) liderado por Morales é majoritário, procura dar um sinal verde à convocação de eleições gerais para tentar parar a violenta crise que fraturou o país e deixa pelo menos 32 mortos em tumultos.

Pompeo pediu a todas as partes que se abstivessem de atos de violência.

"Os serviços de segurança devem respeitar os direitos dos manifestantes pacíficos, e as autoridades bolivianas devem garantir que sejam responsabilizados por qualquer violação dos direitos dos cidadãos", afirmou.

A Porsche planeja ter mais da metade de seus veículos movidos por eletricidade 2025, informou nesta terça-feira (19) Klaus Zellmer, diretor para América do Norte da montadora alemã, que pretende competir nesse mercado dominado pela Tesla.

"O futuro é elétrico", disse Zellmer durante sua apresentação no salão do automóvel de Los Angeles. "Até 2025, teremos atingido um ponto de inflexão e a Porsche produzirá mais de 50% do seu volume anual ... com bateria ou tecnologia híbrida".

"O motor de combustão não está morto, quando temos carros esportivos como o 911", disse ele.

A montadora alemã, subsidiária do grupo Volkswagen, apresentou em setembro seu novo Taycan, o primeiro carro esportivo 100% elétrico da marca, capaz de percorrer de 0 a 100 km / h em menos de três segundos.

Este modelo de luxo é apresentado como uma alternativa ao Tesla, que domina o mercado global de carros elétricos, especialmente nos Estados Unidos, que é o segundo maior mercado da Porsche (mais de 57.000 veículos vendidos em 2018).

A partir de 2021, a Porsche quer lançar uma versão 100% elétrica do famoso caminhão Macan, um modelo que competirá diretamente com o modelo Y de seu rival americano.

"Ele vai atrair muitas pessoas de diferentes segmentos", como fez a Tesla quando entrou no mercado, previu Zellmer.

Na China, o principal mercado da Porsche, onde também enfrenta a concorrência da Tesla, que acaba de abrir uma fábrica no país, Zellmer acredita que o principal obstáculo para o mercado de veículos elétricos são as limitadas possibilidades limitadas de carga.

"Considerando uma megalópole de 20 milhões de pessoas, onde as pessoas moram em arranha-céus, o desafio é recarregar o carro", disse o executivo. "Nossas estatísticas mostram que 90% do tempo de carregamento é feito em casa ou no trabalho".

O Irã acusou o governo dos Estados Unidos de interferência em seus assuntos internos depois do apoio de Washington às manifestações do "povo iraniano", em uma referência aos protestos contra o aumento do preço da gasolina registrados nos últimos dias.

"Como afirmei ao povo iraniano há quase um ano e meio: EUA está com vocês", escreveu no sábado no Twitter o secretário de Estado americano, Mike Pompeo.

"A declaração expressa o apoio do secretário de Estado americano a um grupo de amotinados", afirma o ministério das Relações Exteriores em um comunicado publicado nesta segunda-feira.

O ministério "condena os comentários intervencionistas", completa a nota.

"O nobre povo iraniano sabe que os comentários hipócritas deste tipo não representam nenhuma marca honesta de simpatia", acrescenta.

Duas pessoas (um civil e um policial) morreram nas manifestações contra o aumento do preço da gasolina, que começaram na sexta-feira.

Chris Tavarez, que atuou ao lado de Zendaya na série Agente K.C., da Disney, foi preso por violência doméstica recentemente. Segundo informações do site TMZ, Tavarez estava em casa com sua namorada quando os dois iniciaram uma discussão, que acabou evoluindo para uma agressão física. O artista, então, teria empurrado a mulher - que bateu a cabeça e sofreu uma concussão.

A polícia foi chamada, mas Tavarez fugiu quando os oficiais bateram na porta da residência em Hollywood, na Califórnia, Estados Unidos. Os policiais contaram que a namorada tinha machucados pelo corpo, mas que recusou um tratamento médico imediato.

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Posteriormente, a mulher foi ao hospital e os médicos confirmaram a concussão. Dois dias depois do ocorrido, Tavarez foi preso e acusado de violência doméstica. Ele pagou 100 mil dólares de fiança, equivalente a 418 mil reais, e foi liberado da cadeia.

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