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A direção da Fórmula 1 confirmou nesta quarta-feira que chegou a um "acordo inicial" para realizar uma etapa do campeonato em Miami, nos Estados Unidos. Se concretizada, após negociação que se arrasta ao longo dos últimos anos, a prova será a segunda prova da categoria em solo norte-americano, a partir de 2021.

A possível nova corrida da F-1 seria disputada num traçado novo, construído em torno do Hard Rock Stadium, casa do Miami Dolphins, da NFL. A arena ficaria localizada exatamente no meio do circuito, entre duas longas retas. O estádio passou a receber neste ano o Masters 1000 de Miami, um dos principais torneios de tênis do circuito.

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"Estamos muito animados em anunciar que a Fórmula 1 e o Hard Rock Stadium chegaram a um acordo inicial para receber o primeiro GP de F-1 em Miami no estádio", disse o diretor comercial da categoria, Sean Bratches. Ele afirmou ainda que o GP poderá ter um impacto econômico anual de US$ 400 milhões (cerca de R$ 1,6 milhão).

"Estamos profundamente agradecidos aos nossos fãs, dirigentes e à indústria do turismo local por toda a paciência e apoio ao longo de todo este processo. Estamos ansiosos para trazer o maior espetáculo do automobilismo do planeta pela primeira vez a esta icônica e glamourosa região", declarou o dirigente da F-1, em comunicado conjunto com Tom Garfinkel, CEO do Miami Dolphins e do Hard Rock Stadium.

Para ser oficializada, a etapa precisa ainda ser aprovada pelas autoridades da prefeitura de Miami. Uma reunião local deve aprovar a corrida no dia 28 deste mês. Se confirmada a corrida de Miami no calendário de 2021, os Estados Unidos serão o único país com duas provas de F-1. A outra é realizada em Austin, no Texas, desde 2012.

O estado da Flórida já recebeu uma etapa da F-1 anteriormente, na década de 50, no Autódromo de Sebring. A última corrida lá aconteceu no ano de 1959.

As sanções anunciadas pelos EUA, na segunda-feira (14), parecem não ter abalado o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan. Nesta terça-feira (15), o canal estatal TRT e o site de notícias T24 revelaram que Erdogan conversou por telefone com Donald Trump e disse que não negocia com terroristas.

Mais tarde, a caminho de uma reunião de gabinete, Erdogan disse que ignorou os pedidos de Trump por um cessar-fogo. "Nunca declararemos cessar-fogo, porque estamos estabelecendo uma zona de segurança na fronteira", disse o presidente turco. "Não tenho absolutamente nenhuma preocupação com sanções."

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Se as medidas de Trump não surtiram efeito, o Congresso promete apertar mais o cerco à Turquia. A presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi, disse ontem que negocia com o senador republicano Lindsey Graham a aprovação de uma lei que "reverta" a decisão de Trump de retirar as tropas da Síria.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Nesta terça-feira à noite (15), 12 pré-candidatos democratas se reúnem para o debate presidencial, em meio à investigação que pode levar ao impeachment de Donald Trump e ao vendaval causado pelo caso ucraniano envolvendo o ex-vice-presidente Joe Biden.

Nesse contexto, a senadora Elizabeth Warren, que avança nas pesquisas, aproveitará para se distanciar de Biden? E como será o desempenho do senador Bernie Sanders, após o recente ataque do coração?

Estes três fazem parte de um grupo com número recorde de pré-candidatos à Casa Branca, que se enfrentam hoje a partir das 20h locais (21h em Brasília), em Ohio, um Estado-chave nas eleições presidenciais americanas de 2020.

Desde o último debate democrata, em setembro, a cena política americana tremeu, com a abertura na Câmara de Representantes, há três semanas, de uma investigação para um processo de impeachment de Trump.

As reações explosivas do presidente - em guerra aberta contra os democratas - e as reviravoltas da investigação têm ofuscado a corrida eleitoral, com pouco espaço para os democratas nos jornais, que se concentram no caso da Ucrânia.

Em tal cenário, a exceção é o ex-vice de Barack Obama, que se encontra no centro do escândalo. Foi depois da descoberta de que pediu a Kiev que investigasse Joe Biden e seu filho Hunter, que Donald Trump entrou na mira dos congressistas democratas, por suspeita de abuso de poder e de ter pedido a intervenção de uma potência estrangeira para obter ganhos políticos.

Membro do conselho de administração de um grande grupo de gás ucraniano, o Burisma, entre 2014 e 2019, Hunter Biden reconheceu nesta terça que cometeu um "erro" político, ao assumir estas funções no período em que seu pai foi vice. Garantiu, contudo, que nunca exerceu qualquer atividade ilegal.

- Avanço de Warren

Por um lado, o caso parece sinalizar que Trump vê Joe Biden como uma ameaça real, a ponto de pedir ajuda estrangeira para prejudicá-lo. Por outro, a situação é bastante constrangedora para o democrata, acusado publicamente, sem parar e sem provas, por parte do presidente, de corrupção.

Em meio ao escândalo, Elizabeth Warren segue no encalço de Biden. Na última média de pesquisa feita pelo site RealClearPolitics, o ex-vice-presidente aparece com 29,4% contra 23,4% da senadora.

Ex-professora de Direito em Harvard, ela ultrapassou com folga o também senador independente Bernie Sanders (15,6%), com quem divide o rótulo dos mais progressistas das primárias.

A senadora foi poupada por seus rivais nos três primeiros debates, com os ataques concentrados no grande favorito, Biden. Sua ascensão pode transformá-la em alvo hoje à noite e, neste caso, todas as atenções se voltarão para sua capacidade de resposta.

Bernie Sanders também será observado de perto durante as cerca de três horas deste longo debate. Aos 78 anos e depois de seu infarto em 1º de outubro, o senador garante que manterá uma "campanha dinâmica". Há muitas dúvidas, porém, quanto às suas condições de levar até o fim uma extenuante campanha presidencial.

O mais jovem dos candidatos, o prefeito de South Bend (Indiana), Pete Buttigieg, está em quarto, com 5,2%.

Completam a lista: a senadora Kamala Harris, o ex-representante da Câmara Beto O'Rourke, o jovem empresário Andrew Yang, o senador Cory Booker, a senadora Amy Klobuchar, o magnata californiano Tom Steyer, o ex-secretário da Habitação no governo Obama Julian Castro e a representante Tulsi Gabbard.

Como todos os anos, o famoso Hall da Fama do Rock and Roll, o panteão americano do rock e da música pop, apresentou sua lista de artistas indicados, uma exibição que inclui o rapper Notorious B.I.G e a cantora Whitney Houston.

Esses dois artistas falecidos fazem parte de uma lista de 16 nomes revelados nesta terça-feira pela prestigiada instituição e incluem bandas de rock, hard rock e metal como Depeche Mode, Motorhead, Soundgarden, Nine Inch Nails e Judas Priest.

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Notorious B.I.G. – lenda do hip-hop da década de 1990 e considerado um dos melhores rappers de todos os tempos – foi assassinado em 9 de março de 1997, aos 24 anos, em um contexto de rivalidade entre rappers da Costa Leste e da Costa Oeste.

Seu maior inimigo, Tupac Shakur, morto em 1996, entrou para o Hall da Fama em 2017.

Whitney Houston, a artista feminina mais premiada de todos os tempos, morreu aos 48 anos em 2012, após uma longa luta contra as drogas. Em dez anos, ela deixou de ser a queridinha dos americanos para se tornar protagonista da primeira página dos tabloides de escândalos.

A nomeação da banda grunge Soundgarden também se tornou post mortem para seu cantor e líder Chris Cornell, que se suicidou em 2017, aos 52 anos.

Os nomes dos novos membros do Hall of Fame em Cleveland, Ohio, serão anunciados em janeiro de 2020. A cerimônia de abertura ocorrerá em 2 de maio.

A instituição considera elegíveis os artistas que possuem 25 anos de lançamento de sua primeira gravação comercial.

Os pioneiros da música eletrônica alemã Kraftwerk também estão na lista.

Os novos membros serão escolhidos por meio de uma pesquisa com mais de 1.000 músicos, historiadores e membros da indústria que levam em consideração o trabalho de toda a carreira do artista, sua inovação, habilidade e influência.

A Califórnia se tornou o primeiro estado dos Estados Unidos a atrasar o horário de início das aulas na maioria das escolas públicas, com a esperança de que a medida ajude os adolescentes a terem um melhor desempenho.

A nova lei, promulgada no domingo (13) pelo governador Gavin Newsom, ordena às escolas de ensino fundamental II (7° ao 9° ano) que não programem suas aulas para antes das 8h e às escolas de ensino médio para antes de 8h.

A medida entrará em vigor em 1 de julho de 2022 ou quando expirar o acordo de negociação de três anos de alguns distritos escolares, operativo a partir de 1º de janeiro de 2020. A maioria das escolas da Califórnia atualmente começa o dia em torno das 8h e algumas exigem que os estudantes estejam em sala antes das 7h30.

"A ciência mostra que os estudantes adolescentes que começam seu dia mais tarde aumentam seu rendimento acadêmico, frequência e saúde em geral", disse Newsom em um comunicado. "É importante destacar que a lei oferece três anos para que as escolas e os distritos escolares planejem e implementem essas mudanças".

Embora a medida tenha recebido o apoio de várias associações médicas, incluindo a Academia Americana de Pediatria e a Associação Médica da Califórnia, o projeto de lei encontrou a oposição de alguns legisladores e distritos escolares.

"Todos podemos concordar que nossos estudantes necessitam uma quantidade suficiente de sono, e que o tempo de sono é um fator importante na saúde geral, mas melhorar o tempo de sono dos estudantes requer algo mais que um horário de início mais tarde" nas escolas, disse a senadora estatal Connie Leyva ao jornal Sacramento Bee.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu nesta segunda-feira que os curdos na Síria, até recentemente aliados de Washington, procurem a ajuda do imperador francês do século XIX Napoleão Bonaparte, após determinar a saída de quase mil soldados americanos do país.

"Qualquer um que queira ajudar a Síria a proteger os curdos é bom para mim, seja a Rússia, a China ou Napoleão Bonaparte. Espero que todos façam isto, nós estamos a 7 mil milhas de distância!", escreveu Trump no Twitter.

A Turquia ameaçou invadir o nordeste da Síria após iniciar uma ofensiva contra os curdos, na semana passada, que deixou mais de 300 mortos, dos dois lados, e 160 mil refugiados.

Trump defendeu sua ordem de retirada do nordeste da Síria e de abandonar os curdos, alegando que a missão dos Estados Unidos de derrotar o Estado Islâmico na região foi "100%" executada.

Trump disse que o presidente sírio, Bashar al Assad, deveria se encarregar de defender a região.

"Deixem que a Síria e Assad protejam os curdos e lutem contra a Turquia por sua própria terra. Disse isso aos meus generais. Por que motivo deveríamos estar lutando pela Síria e por Assad para proteger a terra do nosso inimigo?", declarou Trump no Twitter.

A divulgação de um vídeo - feito por simpatizantes de Donald Trump, no qual o presidente aparece agredindo jornalistas e adversários políticos - causou uma onda de indignação nos EUA nesta segunda-feira (14).

Sempre muito atento ao noticiário e muito ativo no Twitter, o republicano não tinha reagido pessoalmente até o início da tarde de hoje.

Foi sua porta-voz, Stephanie Grisham, que veio a público condenar, categoricamente, a paródia que mostra Trump atirando e esfaqueando a mídia e seus oponentes políticos.

"O presidente ainda não viu o vídeo. Ele o verá rapidamente, mas com base em tudo que foi informado, ele condena veementemente esse vídeo", tuitou a porta-voz da Casa Branca.

O vídeo foi exibido durante uma reunião de adeptos de Trump em Miami, informou o jornal "The New York Times".

Em uma cena tirada do filme "Kingsman: Serviço Secreto", uma comédia de espionagem britânica de 2015, a cabeça do presidente americano foi sobreposta ao corpo de um homem que atira em pessoas, cujos rostos foram alterados pelos logotipos de grupos de mídia como CNN, Washington Post e NBC.

Enquanto a violência continua dentro da "igreja das fake news", o personagem de Trump ataca o falecido senador John McCain, o senador Bernie Sanders - que busca a indicação democrata para enfrentá-lo nas eleições presidenciais de 2020 - e também joga no chão o senador republicano Mitt Romney.

Enquanto isso, o ex-presidente Barack Obama o ataca por trás e o joga contra uma parede.

A viúva de McCain expressou sua "indignação" e disse que estas cenas violam "todos os padrões que nossa sociedade espera de seus líderes e de suas instituições".

O organizador do evento, chamado "American Priority" e que aconteceu na semana passada em um resort de Trump em Miami, disse que o vídeo foi mostrado como parte de uma exibição de "memes".

"A American Priority rejeita a violência política e incentiva um diálogo saudável sobre a preservação da liberdade de expressão", disse Alex Phillips ao NYT.

Enquanto isso, a CNN escreveu no Twitter: "Esta não é a primeira vez que os seguidores do presidente promovem violência contra a mídia em um vídeo que aparentemente acham divertido, mas esse é, de longe, o pior de todos".

Trump, a Casa Branca e sua equipe de campanha deveriam denunciar o vídeo, disse o canal de notícias, acrescentando que "isso significa apoio tácito à violência".

Tim Murtaugh, porta-voz da campanha de Trump para 2020, disse ao "New York Times" que o vídeo "não foi produzido pela campanha".

"Não toleramos violência", acrescentou.

- Incitação à violência

A mídia tem sido regularmente alvo de ataques verbais de Trump e de seus seguidores.

Em seus comícios, o presidente pede repetidamente à multidão que reprima os jornalistas que cobrem o evento, chamando-os de "fake news" e "inimigos do povo".

Em uma ocasião, Trump postou um vídeo grosseiramente editado. Nele, o presidente ataca um lutador, cuja cabeça era o logotipo da CNN.

"Donald Trump usa sua conta do Twitter para incitar o ódio e a violência e ameaça quem exige que ele preste contas", reagiu Kamala Harris, pré-candidata democrata para as eleições presidenciais de 2020.

"Então, surpreende que apareça esse tipo de coisa? Não. Trump põe vidas em jogo com seu comportamento perigoso", acrescentou.

A Associação de Correspondentes da Casa Branca (WHCA, na sigla em inglês) convocou todos os americanos a "condenarem esta mostra de violência contra jornalistas e opositores políticos do presidente".

"Já dissemos ao presidente, no passado, que sua retórica pode incitar a violência. Hoje, pedimos a ele que denuncie este vídeo e diga que a violência não tem espaço em nossa sociedade", afirmou o presidente da associação, Jonathan Karl.

O secretário de Defesa dos EUA, Mark Esper, afirmou neste domingo (13) que o Pentágono cooperará com a investigação lançada pelos democratas no Congresso, para realizar um processo de impeachment do presidente Donald Trump.

Os congressistas democratas que investigam o presidente exigiram na segunda-feira passada ao Pentágono a entrega de documentos sobre o caso ucraniano, que mergulhou o bilionário republicano em uma situação embaraçosa.

A oposição, majoritária na Câmara baixa, quer estabelecer até que ponto Trump pressionou a Ucrânia em julho para investigar seu adversário democrata Joe Biden e, acima de tudo, se o presidente usou ajuda militar para Kiev como instrumento de chantagem.

As declarações de Esper chegam dias depois que a Casa Branca anunciou que não cooperaria com a Câmara baixa em sua investigação para lançar um processo de impeachment contra Trump.

Trump afirma que sua conversa por telefone com seu colega ucraniano, Volodimir Zelenski, em 25 de julho, foi perfeita.

O chefe do Pentágono disse neste domingo à Fox News que o governo dos EUA ou o próprio Trump poderiam restringir a entrega de documentos do Departamento de Defesa ao Congresso.

“Não sei quais restrições serão aplicadas internamente”, afirmou. “A Casa Branca também tem algo a dizer sobre a publicação dos documentos”.

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos afirmou que ao menos nove pessoas, entre elas cinco civis, teriam morrido em um bombardeio aéreo da Turquia contra um comboio neste domingo, 13. O grupo era composto por opositores da ofensiva turca no norte da Síria e era acompanhado por jornalistas.

A ONG, que monitora a violência na Síria, afirmou que o comboio era protegido por homens armados e teria sido atingido quando alcançou Ras al-Ain. A cidade fica na fronteira do país e foi conquistada por forças aliadas à Turquia na manhã de sábado, 12.

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A região é estratégica para forças curdas e é alvo de ofensiva turca desde a última quarta-feira, 9, quando os Estados Unidos anunciaram a retirada de tropas americanas do nordeste da Síria.

Mervan, um porta-voz das forças curdas, disse à agência de notícias Associated Press que onze pessoas teriam sido mortas e outras 74 ficaram feridas. Ele não informou quantas das vítimas seriam civis.

O Observatório Sírio diz que jornalistas, incluindo estrangeiros, acompanhavam o comboio. A agência de notícias curda Hawar informou que um de seus repórteres está entre os mortos.

Imagens do ataque mostram corpos espalhados ao longo da rua que foi alvo do bombardeio. Alguns dos mortos pareciam carregar armas, e ativistas afirmam que eles faziam a proteção do comboio.

Donald Trump sinaliza sanções contra a Turquia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo, 13, que o Tesouro americano está "pronto" para sancionar a Turquia, após a ação militar do país contra os curdos da Síria. No Twitter, Trump disse estar conversando com "muitos membros do Congresso, incluindo democratas", sobre impor "sanções poderosas" contra o país.

Segundo Trump, há "grande consenso" sobre a possibilidade. Ele citou conversas com o presidente do Comitê Judiciário do Senado, o republicano Lindsey Graham, sobre o tema. O presidente ainda disse que é possível buscar uma legislação necessária para garantir a punição.

De acordo com o presidente americano, a Turquia já teria pedido para não ser sancionada. A ofensiva militar contra os curdos da Síria, aliados dos EUA contra o Estado Islâmico na região, chegou ao seu quinto dia hoje. Mais cedo, o Secretário da Defesa americano Mark Esper disse que Trump ordenou que as tropas americanas deixem a região norte do país, para evitar confrontos com as forças turcas. / COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

Hunter Biden, cujas atividades profissionais na Ucrânia criaram dificuldades para a campanha presidencial de seu pai, Joe Biden, quebrou seu silêncio neste domingo (13), para reduzir a pressão sobre o ex-vice-presidente dos Estados Unidos.

Biden é um dos favoritos para se tornar o candidato democrata em 2020.

Seu advogado anunciou que Hunter Biden deixará em 31 de outubro o conselho da empresa chinesa BHR (Xangai) Equity Investment Fund Management Company, uma posição que lhe custou ataques contínuos por parte do presidente dos EUA, Donald Trump.

George Mesiras, advogado de Hunter Biden, explica que ele "empreendeu essas atividades comerciais de forma independente. Não achou apropriado discutir isso com o pai e não o fez".

"Apesar das investigações detalhadas, em nenhum momento as forças policiais estrangeiras ou (americanas) concluíram que Hunter havia cometido irregularidades durante seus cinco anos no cargo", frisou o advogado.

Ele diz ainda que Hunter Biden investiu 420.000 dólares no capital da BHR e que nunca recebeu qualquer compensação.

Uma pessoa morreu e três ficaram desaparecidas neste sábado (12) na cidade americana de Nova Orleans depois que os andares mais altos de um hotel em construção desabaram na primeira hora da manhã, informaram as autoridades.

A parte do edifício situada entre o sexto e o oitavo andares veio abaixo, provocando danos estruturais no hotel, que pode sofrer novos desabamentos, explicou o chefe dos bombeiros, Timothy McConnell, à imprensa.

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"Por enquanto há três desaparecidos e um morto confirmado", indicou McConnell. O acidente também deixou 19 feridos, segundo a diretora dos serviços de emergência, Emily Nichols. Com exceção de uma pessoa que se negou a ser atendida, os demais foram hospitalizados e seu quadro é estável.

Em uma foto publicada pelos bombeiros na Internet, vê-se a parte superior do prédio afundada. O Hard Rock Hotel fica na entrada do Bairro Francês de Nova Orleans, em uma área turística do centro da cidade.

Os bombeiros evacuaram os operários, que trabalhavam no interior do prédio e desocuparam outros edifícios dos arredores.

Pelo menos quatro homens morreram, e três pessoas ficaram feridas (dois homens e uma mulher), em um tiroteio na manhã deste sábado (12), em um clube noturno de Nova York - informou a imprensa americana.

As vítimas têm idades entre 32 e 49 anos. Foram encontradas duas armas de fogo no local, de acordo com investigações preliminares.

O incidente aconteceu no Brooklyn, noticiaram a NBC e outras emissoras americanas. Segundo a Polícia, pelo menos 15 tiros foram disparados.

Nenhum suspeito foi detido, e as circunstâncias exatas do episódio ainda são desconhecidas, disse um oficial da polícia de Nova York à AFP.

Por enquanto, a Polícia descarta que tenha sido um acerto de contas entre gangues.

"É muito cedo para saber se se trata de uma disputa, ou de uma briga por apostas, ou um roubo", disse à imprensa o oficial Dermot F. Shea.

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Mark Esper, alertou a Turquia sobre as sérias consequências de sua ofensiva na Síria e incentivou o país a interromper essas operações, informou o Pentágono nesta sexta-feira (11).

Em uma conversa por telefone com o ministro da Defesa turco, Hulusi Akar, Esper encorajou Ancara a "interromper suas operações no nordeste da Síria", afirmou o Pentágono em um comunicado.

"Este ataque representa um risco de graves consequências para a Turquia", acrescentou o funcionário.

O presidente Jair Bolsonaro negou nessa quinta-feira (10) que o governo dos Estados Unidos tenha preterido o ingresso do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Durante sua tradicional live semanal, no Facebook, Bolsonaro afirmou que o apoio dos norte-americanos à entrada de Romênia e Argentina já era conhecido e que o Brasil terá sua oportunidade de integrar o chamado "clube dos ricos", como a OCDE é conhecida.

"Estamos praticamente chegando lá, só que dois países estavam na frente, Argentina e Romênia, e isso foi mais uma vez externado hoje", disse o presidente. "Não é chegou e vai entrando. Eles [OCDE] fazem uma seleção, e a seleção é a conta-gotas, para exatamente esse novo país que entra cumpra tudo aquilo que está no Estatuto da OCDE, porque eles não podem errar. E o Brasil vai chegar a sua hora", acrescentou.  

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Mais cedo, a agência de notícias Bloomberg informou que governo dos Estados Unidos, por meio do secretário de Estado, Mike Pompeo, rejeitou um pedido para discutir o aumento de integrantes na OCDE, grupo que reúne 36 países, a maioria da Europa e América do Norte. De acordo com a agência, a informação constava em uma carta enviada por Pompeo ao secretário-geral da OCDE, Angel Gurria. No documento, os EUA confirmam apoio formal à entrada da Argentina e da Romênia no grupo.

A Embaixada do Estados Unidos divulgou nota oficial para reafirmar o apoio ao ingresso do Brasil na organização, mas ressaltou que a expansão da OCDE deve seguir "um ritmo controlado que leve em conta a necessidade de pressionar as reformas de governança e o planejamento de sucessão".

"A primeira vez que estive com Donald Trump [presidente dos EUA], pedi esse apoio. Imediatamente [ele] nos deu. Agora, não depende só dele, nós temos que procurar todos os países, porque tem que haver unanimidade", disse Bolsonaro.

Na rede social Twitter, o presidente postou um tuíte do presidente Donald Trump no qual o líder norte-americano reitera o apoio ao Brasil.

Economia

Durante a live, o presidente estava acompanhado do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. Bolsonaro está em São Paulo, onde participou do Fórum de Investimentos Brasil 2019, um evento internacional de negócios.   

"Estava aqui praticamente a nata dos investidores. E por que se fizeram presentes? Porque o Brasil praticamente recuperou sua confiança", disse o presidente brasileiro, que se reuniu com líderes empresariais de diversos países após o encontro.

Bolsonaro demonstrou entusiamos com os números da economia, como a taxa de inflação e a queda na taxa oficial de juros. "Nós devemos terminar o ano com uma a inflação abaixo da média da meta. Estamos com 5,5% da taxa Selic. Existe a possibilidade de terminarmos o ano com 4,5%. Cada um por centro na taxa de juros, a gente paga, o ano seguinte, menos R$ 40 bilhões", acrescentou.

O presidente da Caixa chegou a dizer que a queda na taxa Selic terá repercussão na redução dos juros do crédito imobiliário concedido pelo banco. "Cada medida de redução de juros se seguirá uma redução de juros no crédito imobiliário", afirmou Pedro Guimarães. A Caixa vem reduzindo os juros do crédito imobiliário desde o início do ano, passando de pouco mais de 10% ao ano para os atuais 7,5%.     

Servidores

O presidente também aproveitou a live para rebater notícias de que o governo planeja acabar com a estabilidade dos servidores públicos. Segundo ele, o que está em estudo só valeria para funcionários contratados, por meio de concurso, no futuro, após a aprovação da mudança.

"O que o governo estuda é o fim da estabilidade para quem adentrar no serviço após a promulgação da emenda constitucional, isso é o que está sendo estudado. Quem está no serviço público pode ter um dia de serviço que não será afetado", disse.

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, defendeu nesta quinta-feira (10) a ofensiva da Turquia na Síria após uma onda de críticas internacionais, dizendo que a operação militar reforçará a integridade territorial dos sírios ao confrontar o controle curdo do norte do país. Ele também ameaçou "abrir as portas" e enviar milhões de refugiados a países da União Europeia caso o bloco classifique o ataque como "invasão".

"União Europeia, refaça seu julgamento. Se definir nossa operação como uma invasão, o nosso trabalho é fácil. Abrimos as portas e enviamos 3,6 milhões de refugiados a vocês", alertou Erdogan durante discurso em Ancara.

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O presidente turco também acusou a UE de mentir e de não ter mantido a promessa de proporcionar ajuda econômica à Turquia. A reclamação refere-se ao acordo fechado em 2016 pelo qual o governo turco aceitava controlar o fluxo de refugiados para a Europa em troca de apoio financeiro para atender aos imigrantes no seu território.

A ofensiva militar da Turquia no norte da Síria deslocou mais de 60 mil pessoas em menos de um dia, segundo uma ONG que monitora a guerra. O Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH) disse que um grande número de moradores das áreas de fronteira de Ras al-Ain, Tal Abyad e Derbasiyeh fugiram de suas casas, principalmente para o leste, em direção à cidade de Hasakeh.

A Turquia iniciou, na quarta-feira, uma operação militar no norte da Síria que desperta o receio da comunidade internacional e tem como alvos combatentes curdos considerados por Ancara como "terroristas".

O presidente americano, Donald Trump, disse nesta quinta-feira que pode mediar um acordo entre a Turquia e os curdos após a ofensiva, iniciada depois de os EUA retirarem suas tropas da região. Horas antes, o presidente afirmou a repórteres que tinha duas opções: conter Ancara com sanções ou enviar tropas americanas para interromper o confronto. Os EUA foram duramente criticados por retirarem suas tropas e darem sinal verde para Erdogan lançar o ataque. Funcionários disseram na quinta que Trump determinou a diplomatas do Departamento de Estado que atuem para obter um cessar-fogo na região.

Em comunicado, o Ministério da Defesa da Turquia informou que as forças turcas avançaram nesta quinta no nordeste da Síria para expulsar combatentes curdos da região, expandindo uma ofensiva que provocou forte repreensão da comunidade internacional.

A operação, que inclui forças aéreas e terrestres, teve como alvo aldeias ao longo da fronteira, especialmente os setores de Tal Abyad e Ras al-Ain, que foram bombardeados.

Zona de segurança

A Turquia diz que pretende criar uma "zona de segurança" no norte da Síria, controlada pelos curdos. Os críticos, no entanto, temem que a ação possa mergulhar a região em uma nova crise e provocar um novo fluxo de refugiados.

Autoridades curdas reagiram ao anúncio de avanço turco, dizendo que seus combatentes repeliram uma incursão terrestre perto da cidade de Tal Abyad durante a noite de quarta-feira e dispararam projéteis contra o lado turco.

As Forças Democráticas da Síria (FDS), milícia curda que se uniu às tropas dos EUA para combater o Estado Islâmico na Síria, disseram que os bombardeios turcos tinham como alvo uma prisão que mantinha alguns dos combatentes do grupo jihadista na cidade de Qamishli. Milhares de prisioneiros do EI e suas famílias estão detidos em campos e prisões administrados pelas autoridades curdas da Síria.

Em comunicado no Twitter, Mustafa Bali, porta-voz das FDS, disse que os militares da Turquia atingiram um comboio civil também perto de Tal Abyad, a cerca de 400 metros da fronteira turca, matando três pessoas. Segundo grupos de defesa dos direitos humanos, os ataques deixaram 16 curdos mortos desde o início da operação, na quarta-feira. (Com agências internacionais).

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Dois assessores de Rudy Giuliani, advogado pessoal do presidente Donald Trump, foram detidos, na noite desta quarta-feira (9), nos Estados Unidos, por violação da lei eleitoral americana. Considerados testemunhas importantes no inquérito de impeachment contra o republicano, Lev Parnas e Igor Fruman são acusados de colaboração com esquemas ilegais de financiamento estrangeiro de campanha durante as eleições americanas de 2016.

Com a prisão, eles devem ser levados a uma corte na Virgínia do Norte para uma audiência preliminar ainda hoje, informou o jornal "The Washington Post". A dupla e outros envolvidos teriam violado as "leis federais contra influência estrangeira" por meio de um "esquema de transferência de doações internacionais para candidatos a cargos federais e estaduais", sendo todos republicanos.

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Além disso, a acusação informa, citando documentos judiciais, que os assessores tentaram "comprar influência potencial com os candidatos, campanhas e governos". Parnas e Fruman também são suspeitos de ajudar Giuliani a investigar os negócios de Hunter Biden, filho do ex-vice-presidente e candidato democrata à Presidência Joe Biden, na Ucrânia, no caso que resultou na abertura de um processo de impeachment contra Trump.

Os dois deveriam ter aparecido na Câmara de Representantes, liderada pela democrata Nancy Pelosi, para prestar depoimento, mas já haviam manifestado a intenção de não se apresentarem. Desta forma, os democratas estavam estudando intimá-los a depor.

    Segundo a Justiça norte-americana, eles ainda teriam doado US$325 mil para uma campanha eleitoral de Trump no ano passado de maneira irregular. 

Da Ansa

O presidente americano, Donald Trump, criticou nesta quinta-feira, 10, a Fox News depois que uma pesquisa da emissora conservadora mostrou que mais de 51% de seus entrevistados - eleitores registrados - apoia o impeachment contra o republicano. O resultado significa quase dez pontos porcentuais a mais do que o de uma mesma pesquisa realizada pela emissora em julho.

Segundo a Fox News, desde julho, o apoio ao impeachment cresceu em todos os segmentos: 11 pontos entre democratas, 5 pontos entre republicanos e 3 pontos entre independentes. Cresceu também em algumas das principais bases eleitorais de Trump, incluindo cristãos evangélicos brancos (5 pontos), homens brancos sem graduação (8 pontos) e brancos da zona rural (10 pontos).

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Entre mulheres do subúrbio, um grupo que tem sido uma constante preocupação para os republicanos, 6 em cada 10 apoiam a remoção de Trump do cargo. Mais da metade dos entrevistados disse que Trump está mais focado no que serve melhor a seus interesses do que ao país.

A pesquisa mostra uma grande diferença de posicionamento entre homens e mulheres com relação a Trump. Mais da metade dos homens branco com graduação aprovam o trabalho de Trump na presidência. A aprovação das mulheres de mesmo perfil é de cerca de um terço.

Em seus tuítes, Trump destacou as divisões entre alguns comentaristas da rede, como Andrew Napolitano, sobre seu argumento de que o processo de impeachment não é legítimo. Primeiro, disse que Napolitano "é terrível" por ter dado emprego a Donna Brazilie - uma experiente comentarista democrata - e depois retuitou um post da âncora da Fox Business Maria Bartiromo, que tem sido uma porta-voz das declarações de apoio ao presidente, especialmente do ex-presidente da Câmara Newt Gingrich.

"@FoxNews não entrega mais aos EUA", escreveu ele. "É tão diferente do que costumava ser. Oh, bem, (agora) sou presidente!"

Mas como apontou o New York Times, os problemas de Trump com a mídia conservadora vão além de algumas personalidades da Fox. O Relatório Drudge, que ganhou destaque durante o impeachment de Bill Clinton, tem se posicionado a favor do impeachment do atual presidente, de quem era um dos grandes apoiadores até então.

Segundo reportagem da TV CNN, Trump está perdendo o aliado conservador, cujo site agregador de notícias passou a dar grande destaque a histórias negativas para a Casa Branca nas últimas semanas, em uma grande mudança em sua linha de cobertura do presidente. / COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

O ex-vice-presidente dos Estados Unidos e pré-candidato democrata nas eleições de 2020, Joe Biden, se manifestou, pela primeira vez, nesta quarta-feira (9) a favor do processo de impeachment contra seu rival, o presidente Donald Trump.

Durante comício, Biden disse que o republicano havia "traído a nação". "Para proteger nossa Constituição, nossa democracia, nossos princípios fundamentais, [Trump] deve ser objeto de um processo de destituição", afirmou em New Hampshire.

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O ex-vice de Barack Obama ainda disse que o republicano "pisoteia na Constituição e não podemos deixá-lo escapar com isso", principalmente porque ele "não vê limites aos seus poderes".

"Um procedimento de destituição não se trata somente do que o presidente fez, mas também da ameaça que ele representa ao país se lhe é permitido permanecer no cargo", acrescentou Biden.

O processo de impeachment aberto contra o republicano é baseado em um telefonema no qual Trump pede para o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, investigar um caso relacionado ao pré-candidato democrata à Presidência dos EUA e cujo filho, Hunter Biden, era conselheiro de uma empresa de gás na Ucrânia.

A suspeita é de que Trump tenha usado o poder do cargo para fazer um país estrangeiro prejudicar um adversário político interno.

Ontem (8), em carta de oito páginas enviada à presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi, a Casa Branca afirmou que não vai cooperar com um inquérito "sem base, inconstitucional" e "ilegítimo" de impeachment contra Trump.

    Além disso, o Departamento de Estado já havia se recusado a fornecer documentos aos deputados e barrado funcionários de prestarem depoimento perante os comitês da Câmara de Representantes. "Ao obstruir a Justiça, se recusando a atender a pedidos do inquérito do Congresso, ele condenou a si mesmo", finalizou o democrata.

Da Ansa

A Casa Branca proibiu que Gordon Sondland, embaixador dos EUA na União Europeia, comparecesse nesta terça-feira (8) a um depoimento no Congresso. Os democratas, porém, que têm maioria na Câmara dos Deputados, prometeram intimar Sondland a prestar esclarecimento no inquérito sobre o impeachment do presidente Donald Trump.

O diplomata, que doou US$ 1 milhão para o comitê que organizou a posse de Trump, deveria se reunir a portas fechadas com deputados. Seu advogado, Robert Luskin, disse que Sondland está "profundamente desapontado por ser impedido de testemunhar". "Ele realmente acredita que agiu, a todo momento, de acordo com os melhores interesses dos EUA."

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O chefe da Comissão de Inteligência da Câmara dos Deputados, o democrata Adam Schiff, afirmou que a iniciativa de bloquear o depoimento "é mais uma tentativa da Casa Branca de obstruir" as investigações do Congresso - a manobra deve ser incluída no relatório sobre impeachment que será eventualmente votado em plenário.

Sondland era o contato do governo americano com o ucraniano e testemunha-chave no inquérito sobre a pressão de Trump para que o presidente da Ucrânia, Volodmir Zelenski, investigasse Joe Biden, seu maior rival na eleição de 2020.

Embora a Ucrânia não esteja na UE, Trump teria instruído o embaixador - um rico empresário do ramo hoteleiro e colaborador de sua campanha - a ser a ponte entre Trump e Zelenski. Sondland interagiu diretamente com Trump em momentos importantes, incluindo antes e depois do telefonema, em julho, para o ucraniano.

Mensagens de texto entregues ao Congresso, na semana passada, também mostram que Sondland elaborou o rascunho de uma declaração que o presidente ucraniano deveria divulgar, em agosto, se comprometendo com as investigações sobre Biden em troca de um encontro com Trump nos EUA.

Nesta terça-feira, a Casa Branca disse que enviará uma carta à presidente da Câmara dos Deputados, a democrata Nancy Pelosi, dizendo que não pretende liberar testemunhas e documentos no inquérito de impeachment. Os advogados de Trump argumentam que Pelosi não seguiu o protocolo e defendem que um processo só poderia ser aberto após votação em plenário - os democratas dizem que não é preciso.

Pesquisas

Uma nova pesquisa divulgada nesta terça mostra que o apoio ao impeachment cresceu dentro da base eleitoral de Trump, um sinal de que o apoio ao presidente pode estar se deteriorando. Segundo a sondagem Washington Post-Schar School, 28% dos republicanos defendem o inquérito e 18% apoiam a destituição - em julho, apenas 7% defendiam a abertura de inquérito. Quando incluídos democratas e independentes, 58% agora apoiam a investigação e 49%, a destituição. (Com agências internacionais).

A Casa Branca declarou nesta terça-feira que não irá colaborar com a investigação do Congresso para um eventual impeachment do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O Executivo "não vai participar deste exercício de teatro político partidarista", diz uma carta enviada à Câmara de Representantes, controlada pelos democratas.

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