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Neste domingo (13), mais de 200 mil bacharéis em Direito se submeteram ao XXXII Exame da Ordem Unificado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em todo o país. O nível de dificuldade das provas, no entanto, foi motivo de reclamação por muitos deles na internet. Para o docente Paulo Rodrigo, esta edição do exame terá um alto número de reprovados. 

Após analisar as provas aplicadas neste domingo (13), Paulo Rodrigo engrossou o coro de colegas ao afirmar que o nível exigido nesta edição do exame foi bastante “elevado”. O professor afirmou, ainda, que “as disciplinas de maior peso tiveram essas alterações latentes, o que dificultou a vida dos candidatos”. 

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Paulo destacou, também, o alto nível na “elaboração” das questões, tendo sido maior do que o visto nos dois últimos anos, segundo ele. O docente avaliou que, apesar do conteúdo cobrado ter sido de acordo com o previsto em edital, “houve uma alteração no padrão dos enunciados na maior parte das disciplinas”. “O índice de reprovação nesse exame será enorme, avaliando os aspectos contidos nos comentários pós avaliação”, setenciou.

Os candidatos que passaram pelo  XXXII Exame da Ordem Unificado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), neste domingo (13), encontraram provas com grau de dificuldade elevado, segundo muitos dos professores que analisaram as questões do exame. No entanto, no que diz respeito à prova de direito penal e processo, o nível parece ter sido um pouco mais tranquilo para os bacharéis de Direito. De acordo com o professor Mário Melo, nesta disciplina, o grau de dificuldade apresentado foi “mediano”.

De acordo com Mário, a prova de penal e processo foi "contextualizada" e seguiu o “estilo da FGV”, Fundação Getúlio Vargas, organizadora do exame. O docente assinalou que as questões encontradas pelos candidatos estavam bem “extensas”, no entanto, avaliou como “mediano” o grau de dificuldade do exame. “(Estava) bem acessível aos alunos que estudaram”, disse.

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Em direito penal e processo, os inscritos no exame da ordem encontraram questões sobre diversos temas como lei de execução penal, exceção de coisa julgada, competência por conexão e continência, prevalência da jurisdição de maior graduação, agravantes e atenuantes penais e crimes dolosos, culposos (ausência de previsão para punição culposa do crime de denunciação caluniosa), entre outros.

Neste domingo, milhares de pessoas em todo o país passaram pela primeira fase de provas do XXXII Exame da Ordem Unificado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O nível elevado do exame foi motivo de reclamação por parte dos candidatos., na internet. Em análise da prova de direito constitucional, a professora Manuella Soares ratificou o alto nível das provas afirmou não ter encontrado questões passíveis de recurso.

Segundo Manuella, em direito constitucional foram cobrados temas usuais do exame e alguns assuntos do momento, como responsabilidade criminal do presidente da república e CPI, o que já era esperado por candidatos e professores. A docente também não identificou questões passíveis de recurso e afirmou que “os alunos que possuem o hábito de ler a letra de lei, se deram bem nessa prova”. 

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Manuella analisou a prova de cor branca e adiantou o gabarito das seis perguntas encontradas nelas pelos candidatos. Confira os comentários da professora. 

Questão 11- Muito Difícil - tema inesperado, bastante específico, os alunos que leram a constituição conseguiriam responder). 

Tema: Banco Central

Gabarito: B

Justificativa: Art. 164, p.1º (Literalidade)

Questão 12- Mediana - já é uma tendência cair questões sobre a parte de ordem social.

Tema: índios

Gabarito: C

Justificativa: Art. 210, p. 2º (Literalidade, mas dava para responder raciocinando).

Questão 13- Muito Fácil  - matéria muito frequente e em alta no momento

Tema: Responsabilidade Penal do Presidente da República

Gabarito: B

Justificativa: Art. 86, IV

Questão 14- Difícil - precisava da leitura da lei 13.300, entretanto o tema é bem recorrente)

Tema: Mandado de Injunção 

Gabarito: D

Justificativa: Art. 9º, p. 2º   da lei 13300/06.

Questão 15 - fácil – tema bem frequente, literalidade da norma 

Tema: Estado de Sítio 

Gabarito: A

Justificativa: Art. 137, p.u da CF

Questão 16- Mediana  - Tema bastante recorrente

Tema: Organização do Estado (Autonomia Municipal)

Gabarito: D

Justificativa: Art. 18 da CF

Questão 17- Muito Fácil - o TEMA DO MOMENTO, questão esperadíssima.

Tema: CPI (representação paritária dos partidos políticos)

Gabarito: B

Justificativa: Art. 58, p. 1º

Neste domingo, os candidatos que passaram pela primeira fase de provas do XXXII Exame da Ordem Unificado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) encontraram algumas dificuldades. Para a professora de direito administrativo, Isabella Galvão, a prova de sua disciplina teve nível bastante “elevado”, porém, sem surpresas no que diz respeito aos temas abordados. 

Analisando a prova de cor branca, Isabella concordou com colegas das demais disciplinas acerca do nível de dificuldade do exame. Porém, a professora não identificou a ocorrência de nenhuma surpresa. “Foi uma prova um pouco mais pesada do que as dos exames anteriores e a gente teve questões que variavam de nível moderado para nível difícil, Não consigo observar questões de nivel fácil. Eu não observei divergência ou algum problema nos gabaritos ou na redação das questões, motivo pelo qual eu concluo que não há questões passíveis de recurso”.

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Segundo a docente, os temas cobrados na prova estavam “dentro do esperado” como concurso público e agentes públicos, serviços públicos improbidade administrativa, intervenção do estado na propriedade privada e bens públicos. Ela também analisou uma das perguntas em específico, para exemplificar o nível de dificuldade das questões. Confira.

“Como era de se esperar, tivemos uma questão sobre esse improbidade administrativa e sobre esse tema a gente estuda a lei 8429/92; o que costuma cair no exame são aspectos da lei, aspectos doutrinários inclusive, porém dessa vez foi cobrado( mai)s ao aluno, além de saber aspectos doutrinários era necessário que ele tivesse conhecimento de uma súmula, a 634 do STJ, porque essa questão versava sobre a prescrição na ação de improbidade administrativa. É um assunto comum cobrado de forma mais difícil”. 



 

Neste domingo (13), foi realizado, em todo o Brasil, as provas da primeira fase do  XXXII Exame da Ordem Unificado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Na internet, alguns candidatos relataram um alto grau de dificuldade do exame. Já para a professora de direito civil, Luciana Garrett, a prova de sua disciplina trouxe questões muito extensas “sem necessidade”.

Pela análise de Luciana, os quesitos da prova de direito civil tinham textos longos e com muitas informações que poderiam confundir o aluno, o que ela julgou como sendo “sem necessidade”. Para a docente, foi necessário bastante atenção para compreender os quesitos. “A prova teve algumas cascas de banana, por exemplo em uma questão, que tratava de contrato de corretagem, teve outra em relação à doação, teve vários detalhes que o aluno precisaria estar atento para responder”.

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Analisando a prova de cor branca, Luciana fez questão de frisar sobre algumas perguntas especificamente. Confira.

“A primeira questão, estava até tranquila, caberia sim o usucapião, foi uma das mais tranquilas para o aluno resolver”.

“Caiu bastante da parte de contratos e coisas. Eles cobraram por exemplo condomínio, e multiproprieadade, era uma novidade legislativa que estava faltando eles cobrarem e foi muito interessante porque você mesmo tendo aquela fração ideal, naquele período, você pode sim emprestar de forma gratuita. No exemplo da questao, a moça tava emprestando para a mãe e ela foi barrada, realmente era ilegal, seria psosível ela fazer esse comodato, também poderia alugar”. 

“A questão que eu achei um pouco mais complicada - na verdade teve duas que eles pegaram bastante nos detalhes - por exemplo, a referente a contrato de corretagem, o aluno precisaria realmente estar atento e se atentar ao que prevê o artigo 727, então no caso da questão caberia sim a remuneração do corretor com base no artigo 727, já que não tem um prazo determinado, como (a questão) não fala de nada expresso, então não caberia a aplicação do artigo anterior e ele poderia sim ser remunerado, teria esse direito, até pq eles chegaram naquela negociação depois graças ao trabalho dele inicial”.

“Outra questão que tinha uns detalhes que o aluno precisava se atentar era a referente à uma doação, que é uma doação que tinha caráter puramente remuneratório, aí ele tratava tanto da questão de se caberia uma revogação por gratidão ou não, para confundir o aluno ele ainda fala de uma cláusula em que ele renuncia antecipadamente. Ele não poderia fazer essa renúncia antecipada só que no caso em pauta já não poderia aplicar a revogação por gratidão por conta do caráter puramente remuneratório, então, era correr pro abraço, precisava só o aluno atentar pra esses detalhes, a prova estava querendo mais confundir com o tanto de informação que trazia”.

Neste domingo (13), milhares de bacharéis em Direito se submeteram ao XXXII Exame da Ordem Unificado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Os candidatos encontraram algumas dificuldades nas provas da primeira fase, inclusive, temas inéditos, como a constituição de sociedade estrangeira no Brasil, nunca abordado antes no exame.

Para o professor de Direito Empresarial, Sérgio Gabriel, a prova teve um alto grau de dificuldade e questões bastante complexas. Segundo o docente, o exame abordou temas recentes que exigiram uma devida atualização dos inscritos. “Tem uma questão que de fato que cairia, pois essa seria a primeira prova da vigência da sociedade unipessoal limitada e de fato apareceu uma questão relativamente simples para quem estava atualizado. A pessoa que acompanhou a alteração responderia sem maiores dificuldades”.

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Gabriel apontou, ainda, outro tema inédito no exame: a constituição de sociedade estrangeira no Brasil, o que surpreendeu professores e candidatos. “É uma temática normalmente pouco aprofundada nos cursos de preparação, porque nunca teve incidência na prova, então é provável que poucas pessoas estivessem antenadas com esse assunto, mas não era uma questão difícil e sim complexa”.

O professor disse ainda que um determinado quesito apresentou “redação estranha” eque por esse motivo, os candidatos podem ter enfrentado uma dificuldade ainda melhor para solucioná-la. “Há uma questão que envolve títulos de crédito que é complicadíssima, a redação das alternativas é muito estranha e a análise da resposta possível nós só chegamos à correta eliminando as alternativas erradas para depois identificar na lei qual seria o dispositivo aplicável. Se deu todo esse trabalho pra gente pra depois confirmar na legislação, então imagina para o aluno sem fazer qualquer consulta. Aquela questão que envolvia nota promissória era complicadíssima”. 

No Recife, os inscritos no XXXII Exame da Ordem Unificado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), realizado neste domingo (13), enfrentaram dificuldades nos locais de prova. De acordo com relatos e imagens, muitas filas  e a demora para a entrada dos candidatos nos prédios de realização do exame provocaram aglomeração.

Segundo o G1, nos locais de prova foram registrados uma grande quantidade de inscritos, que se aglomeravam em filas ou dentro dos prédios. O distanciamento social preconizado pelas autoridades sanitárias, em razão da pandemia do novo coronavírus, também não foi devidamente respeitado. O exame foi realizado, com a devida autorização do Governo do Estado, no Recife, Caruaru e Petrolina. 

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Reprodução/Instagram

A organização da prova ficou a cargo da Fundação Getúlio Vargas (FGV). De acordo com a organizadora, a entrada dos inscritos seria feita de forma escalonada, a partir da letra inicial de seus nomes. No entanto, a medida parece não ter sido suficiente para evitar aglomeração.  Na internet, alguns candidatos reclamaram. “Nota zero pra organização pra prova da #OAB Aglomeração pra entrar, poucos lugares de aplicação de prova. Péssimo”.

Foram aplicadas, nesse domingo (9), as provas do XXXI Exame Unificado de Ordem da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Na área de direito processual civil, segundo a professora Emília Queiroz, as questões “desta primeira fase romperam com a tendência de temas escolhidos nos exames anteriores”. 

Segundo a análise dela, o exame que antes abordava com frequência assuntos como "tutelas de evidência/urgência e audiência de mediação/conciliação”, nesta prova já não foram abordados. Também ficaram de fora “intervenção de terceiros ou assuntos ligados ao sistema recursal”.

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No que diz respeito à prova, Emília Queiroz considera ainda que a Fundação Getúlio Vargas (FGV) quebrou a “tradição” para a disciplina, abordando os temas com maior profundidade, tais como: “provas (distribuição/destinatário), rito especial (ações possessórias), resposta do réu (reconvenção/contestação).”

Vários desses assuntos são tratados no Instagram: Vai Cair Na OAB. Neste espaço os candidatos encontram dicas para a segunda fase do exame da OAB.

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A prova de direito civil do XXIX Exame de Ordem Unificado apresentou peça inesperada, segundo a professora Luciana Garret. Apesar disso, a docente salienta para o fato de que, apesar de episódica, o tema de ação rescisória, com base no artigo 966, II, do Código Processual Civil (CPC), está dentro da lista de textos cobrados no teste prático-profissional.

"A peça vem contando uma história em que já houve a petição inicial da sentença e não caberá recursos porque já transitou em julgado. A informação crucial para o candidato saber para a peça é quando é dito que o magistrado era casado com a única advogada da parte contrária. Essa é a hipótese de juiz impedido, presente no artigo 144 do CPC", disse Garret.

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A professora ainda complementou que todo o conteúdo necessitado estaria no Código de Processo Civil (CPC). "Achei a prova fácil e tranquila, tanto as questões quanto a própria peça", disse. A primeira questão tratou do tema mútuo; a segunda, abordou tema  culpa concorrente. "A letra A da segunda questão poderia ser argumentada pelo aluno com o artigo 945 do Código Civil, enquanto na letra B poderiam ser alegados os artigos 336 e 342", disse a professora.

Já as terceira e quarta questões foram voltadas para alimentos e ações possessórias com reintegração de posse e usucapião urbano, respectivamente. "A quatro demandaria um pouco mais de trabalho do aluno, mas não foi difícil", finalizou Luciana Garret. A prova de segunda fase do XXIX Exame de Ordem Unificado foi realizada neste domingo (18), em todo o Brasil.

Nesta sexta-feira (24) o direito empresarial é o tema de mais um programa do Vai Cair na OAB. Desta vez, o professor João Ricardo Tavares é responsável pela aula voltada aos bacharéis e estudantes de direito que farão a edição XXIX do Exame da Ordem.

A aula da vez fala sobre os prazos e regras que definem a locação empresarial. Confira o programa completo:

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Quem fez a prova de direito empresarial da OAB XXVIII na tarde deste domingo (5) se deparou com um exame sem polêmicas, diferente da edição anterior. Segundo a professora Mariana Costa, os candidatos encontraram todas as questões e a peça respaldadas nos dispositivos legais, código civil e legislação especial. 

Apesar da peça ter um nome "assustador", sendo uma petição inicial de obrigação de não fazer cumulado com reparação de danos materiais com pedido de tutela de urgência, a professora garante que aqueles que não a nomearam desse modo podem não perder tantos pontos.

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“A prova da segunda fase de direito empresarial, diferentemente da edição passada, não trouxe polêmicas: as 4 questões, mais a peça estão respaldas nos dispositivos legais, código civil e legislação especial.  Em nossa aposta, não acertamos a peça, mas o conhecimento para a ‘contestação a um pedido de recuperação judicial’ foi pedido na letra B da segunda questão”, analisou a professora.

Ainda sobre a peça, a professora deu exemplos de como o candidato poderia ter feito o texto. “Petição inicial de obrigação de não fazer cumulado com reparação de danos materiais com pedido de tutela de urgência. Mas quem não nomeou a peça desse modo completamente, porém mencionou no mérito, fez o pedido, certamente irá pontuar, perdendo apenas alguns décimos”, comentou a docente.

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Quem estudou reforma trabalhista certamente teve chance de fazer uma boa segunda fase da edição XXVIII do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), realizada neste domingo (5). Segundo a professora Renata Berenguer, a prova apresentou um nível “bom”, que não pode ser considerado como fácil para os participantes.

Os candidatos encontraram uma peça com pedido de contestação com prejudicial de mérito de prescrição com penal, que exigiu uma série de conceitos dispostos na nova reforma trabalhista. “O aluno deveria arguir que a cesta básica era indevida porque a convenção coletiva expirou. Em razão da lei, não cabe ultratividade da norma coletiva”, lembra Berenguer.

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Ela pontua, ainda, que os candidatos deveriam dizer dentro da contestação que o plano de saúde odontológico não tem natureza salarial e que o pedido de demissão foi válido e feito por escrito. “Outro ponto que deveria arguir é que a reclamante ficava na empresa por escolha própria, para a prática de atos religiosos, por isso que conforme o artigo 4º, também novidade da reforma trabalhista, não deve ser considerado como tempo à disposição do empregador", aponta a professora.

Aqueles candidatos que estão se preparando para a edição XXIX do exame já podem se inscrever clicando neste link. Confira todas as peças pedidas nas segundas fases da OAB XXVIII clicando aqui.

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O Vai Cair na OAB desta sexta-feira (12) traz mais uma revisão de direito empresarial para os exames da ordem de 2019. Nesta semana, a professora Mariana Costa é responsável pelas explicações acerca de uma das matérias específicas da segunda fase.

A docente traz algumas elucidações sobre registro e escrituração do empresário. Confira programa completo:

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O Vai Cair na OAB também está presente com dicas diárias no Instagram (@vaicairnaoab).

Estudantes e bacharéis de direito de todo o Brasil têm até esta sexta-feira (1) para se inscrever no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que tem previsão de realização da primeira fase para o dia 11 de março de 2019.

A taxa para a prova custa R$ 260 e apesar das inscrições (que devem ser feitas pelo site da OAB) se encerrarem nesta sexta. O período de solicitação de isenção da taxa de inscrição também encerra nesta sexta.

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A divisão de questões por matéria será feita da seguinte forma: Direito Administrativo (6); Direito Civil (7); Direito Processual Civil (7); Direito Constitucional (7); Direito Empresarial (5); Direito Penal (6); Direito Processual Penal (6); Direito do Trabalho (6); Direito Processual do Trabalho (5); Direito Tributário (5); Direitos Humanos (2); Código de Defesa do Consumidor (2); Estatuto da Criança e do Adolescente (2); Direito Ambiental (2); Direito Internacional (2); Filosofia do Direito (2) e Estatuto da Advocacia, Regulamento Geral e Código de Ética e Disciplina da OAB (8).

Você pode conferir o edital clicando aqui.

No próximo domingo (18), bacharéis em Direito de todo país vão participar da primeira fase do XXVII Exame Ordem dos Advogados do Brasil. Ao todo, são 80 questões serão aplicadas. Pelo menos 50% delas precisam ser respondidas de forma correta para que os candidatos passem para a segunda fase. A prova tem 5 horas de duração e começa às 13h, no horário de Brasília.

O Exame é composto por assuntos vistos em todo o período da graduação dos estudantes de Direito. A aposta dos professores da área é de que conteúdos ligados ao novo Código de Processo Civil e à Reforma Trabalhista ganhem destaque pelas modificações que sofreram nos últimos tempos.

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Para o coordenador do curso de Direito da Uninabuco e advogado Diogo Ramos, é importante que a banca responsável pela elaboração da prova busque fazer com que o candidato veja a importância de estar atualizado em relação às leis vigentes. “Essas alterações são importantes porque representam inovações, modificações ou supressões de determinados entendimentos na legislação. A advocacia é uma atividade que requer do profissional uma constante atualização e imersão nos conteúdos de natureza legislativa”, afirma.

De acordo com o Conselho Federal da OAB, 125.158 candidatos estão inscritos para participar do exame em todo Brasil. Muitos deles estão fazendo a prova pela primeira vez. Além desses, existem aqueles que já fizeram a prova como uma espécie de treinamento. É o caso de Esterlany Vieira.

Durante a graduação ela fez a prova duas vezes “sem dedicação”, já que precisava conciliar a vida acadêmica com estágio e vida pessoal. “Dessa vez, com a faculdade finalizada, entrei para um cursinho e ganhei mais tempo para estudar em casa, e é nesse pique que espero ir bem no exame. Estou bem tranquila” Explica a candidata.

O peso da insegurança

Muita gente costuma ficar nervosa em situações de pressão como a da prova. Conseguir equilibrar o psicológico com o que foi absorvido durante a formação pode ajudar o futuro advogado a manter-se calmo e conquistar a aprovação.

A estudante Catarinne Oliveira é uma dessas pessoas. Apesar de estar frequentando preparatório, expressa insegurança no resultado, por já ter sido reprovada em outras edições do exame. “Não consigo estar confiante como gostaria. Não é a primeira vez que faço e isso aumenta minha aflição. Mas tenho esperança de que a minha hora irá chegar”, concluiu.

Para ajudar pessoas como Catarinne, o Professor Diogo Ramos aconselha: “A maior dica é na véspera da prova, dormir bem, ter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos do cotidiano. Para quem está fazendo a prova pela segunda ou terceira vez, os cuidados são redobrados, manter a calma e a paciência podem ajudar a externar todo o conteúdo que foi acumulado durante a preparação”.

Quem for aprovado nesta etapa do Exame da OAB passará para a 2ª fase, prevista para o dia 20 de janeiro de 2019. Ela é composta por questões discursivas e uma peça prático-profissional com tema escolhido pelos próprios bacharéis.

Conforme o edital, podem participar do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil, estudantes de Direito que comprovem estar matriculados nos dois últimos períodos do curso ou aqueles que já concluíram, mesmo os que ainda não colaram grau. A aprovação no Exame é obrigatória para atuação como advogado em todas as áreas do Direito.

*Por Marcele Lima

Alvo de críticas de boa parte dos bacharéis em direito, a exigência de aprovação no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para o exercício da profissão de advogado será debatida nesta terça-feira (25) na Comissão de Educação da Câmara. O debate será às 14h30, no plenário 10.

A discussão foi proposta pelo deputado Celso Jacob (PMDB-RJ). Para ele, o exame não tem tido resultados satisfatórios e é injusto, já que penaliza os diplomados em direito, enquanto os profissionais de outras áreas não têm a proficiência aferida com tanto rigor. “Isso vem gerando grande frustração entre os bacharéis de direito, que ao longo de vários anos buscam preparar-se e qualificar-se para o exercício da advocacia”, disse.

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O parlamentar defende a aprovação do projeto de lei 5277/13, que propõe que a aprovação do exame não seja exigência para o exercício da advocacia.

Para o debate foram convidados o secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação, Jorge Rodrigo Messias, o coordenador do Exame de Ordem Unificado da OAB, Leonardo Avelino Duarte, a representante do Centro Acadêmico de Direito da Universidade de Brasília, Noahra Santos Coelho, a representante do Centro Acadêmico de Direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Maisa Sampaio, e o diretor de Políticas Educacionais da União Nacional dos Estudantes (UNE), Thiago Wender Ferreira.

Os bacharéis em Direito que desejarem entrar com recurso após a divulgação do resultado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) têm até o meio dia desta segunta-feira (4) para realizar o ato. Para fazer o processo, o candidato teve acessar o site da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Após as análises, será divulgado, no dia 19 de novembro, o resultado final da listagem de aprovados no XI Exame da Ordem Unificado. A aprovação na OAB garante ao bacharel o direito de atuar como advogado.

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