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A Corregedoria da Polícia Civil prendeu dois policiais civis em São Paulo nesta segunda-feira (6) acusados de extorsão e lavagem de dinheiro. Seus nomes não foram divulgados.

As prisões foram feitas nesta manhã na própria delegacia onde a dupla trabalhava, o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), na Avenida São João, no centro cidade. Essa divisão da polícia cuida de delitos como crimes contra a saúde (a venda de remédios e alimentos adulterados) e contra a administração pública.

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Os agentes da corregedoria também cumpriram mandados de busca e apreensão relacionados à investigação. As buscas se deram na casa dos policiais e no sexto andar do DPPC.

Ao fazer a prisão, a Corregedoria chegou a render os policiais do primeiro andar do prédio. Computadores e documentos foram levados pelos agentes.

A polícia prendeu nesta terça-feira (9) o ex-policial civil Augusto Peña, condenado a 22 anos de prisão pelo sequestro do enteado de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado líder máximo da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). O ex-policial era procurado desde a condenação, em 2015.

Ele foi abordado por policiais militares de Ibaté, no interior de São Paulo, quando tentava entrar em uma casa, no bairro São Benedito. Sua atitude foi considerada suspeita. Os policiais constataram que havia um mandado de prisão contra ele. O ex-policial foi levado para uma cadeia pública da região, onde aguardaria transferência para um presídio.

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Peña e outro ex-policial civil também condenado foram acusados de sequestrar, em abril de 2005, Rodrigo Olivetto de Morais, filho da ex-mulher de Marcola, para extorquir dinheiro do traficante. Morais foi levado para a Delegacia Central de Suzano, na Grande São Paulo, onde foi ameaçado e espancado.

Os policiais exigiram R$ 1 milhão para não prendê-lo sob a falsa acusação de tráfico de drogas. O PCC pagou R$ 300 mil e ele foi solto. Os policiais também teriam recebido, em abril de 2006, R$ 40 mil para facilitar a fuga do traficante Gilmar Horta Lisboa, o Pebinha.

Com a descoberta do plano, o preso foi removido para outra unidade. Como represália ao não cumprimento do acordo, o PCC ordenou um ataque à delegacia de Suzano, mas a Polícia Civil foi avisada sobre a ação e emboscou o grupo, matando quatro integrantes da facção criminosa. Na manhã seguinte, o PCC se vingou assassinando dois carcereiros e um amigo dele numa feira livre da cidade.

Especialistas em segurança pública afirmam que as extorsões contra integrantes do PCC teriam sido o estopim para os ataques contra as forças policiais, em maio de 2006, em todo o Estado de São Paulo. Na ocasião, PCC comandou rebeliões em 74 presídios e matou 43 agentes públicos. Entre 12 e 20 de maio daquele ano, 493 pessoas foram assassinadas, a maioria por policiais, na maior crise já registrada na segurança pública paulista.

A Polícia Civil de Gravataí, no Rio Grande do Sul, prendeu um homem em flagrante após descobrir que o mesmo estava forjando o próprio sequestro com o objetivo de extorquir o sogro.

O acusado será enquadrado pela prática dos crimes de extorsão e denunciação caluniosa. “A mulher da vítima notificou o suposto sequestro e ressaltou que os sequestradores exigiam que o pai dela pagasse o valor solicitado”, disse o delegado Eduardo Limberger.

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Com informações do PC-RS

 

Uma operação envolvendo a Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social (SDS), polícias Militar e Civl prendeu sete policiais em Porto de Galinhas, Litoral Sul do Estado, na noite do sábado (19). Os policiais são acusados de extorquir condutores em falsas blitzes da Lei Seca.

Segundo a SDS, os policiais paravam em torno de 10 a 15 carros por noite e cobravam, em dinheiro, entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil para liberação dos motoristas. A denúncia foi recebida no final de 2018, quando, então, foi instaurado um Procedimento Administrativo.

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“As investigações prosseguem e, a partir da divulgação, possivelmente apareçam mais vítimas. Esse é um trabalho constante que fazemos e aqueles que não agem como servidor público, como um agente da lei e em proteção da sociedade, fatalmente serão alcançados e poderão ser excluídos das corporações, além de responderem criminalmente”, disse o secretário de Defesa Social, Antonio de Pádua.

Os militares fazem parte do 18º Batalhão da Polícia Militar, sediado no Cabo de Santo Agostinho. Eles foram autuados por crime militar na Delegacia de Polícia Judiciária Militar da PM, no Derby, centro do Recife. Eles estão detidos no Batalhão de Choque e, nesta segunda-feira (21), serão apresentados à Justiça. O grupo responderá também a um Procedimento Administrativo Disciplinar.

“A Polícia Militar jamais vai tolerar comportamentos inadequados de seus integrantes. A resposta a qualquer desvio de conduta será sempre embasada pelo rigor da Lei, em respeito à sociedade pernambucana e à imensa maioria de seus militares, pessoas honradas que vestem com orgulho sua farda, entregando todos os dias a própria vida em defesa de cada um dos pernambucanos”, afirmou o comandante geral da PM, Coronel Vanildo Maranhão.

A Polícia Civil procura dois homens que aparecem em imagens de câmeras de segurança roubando e extorquindo uma mulher no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife. Eles abordam a mulher no momento em que ela abre a porta do carro e a obriga fazer saques e compras.

Segundo a Delegacia de Boa Viagem, o fato ocorreu no dia 30 de novembro, mas só agora está sendo divulgado. Os suspeitos fugiram com o carro da vítima, mas abandonaram o automóvel e fugiram em um veículo de apoio identificado como sendo um modelo antigo do Toyotta Corola cor prata.

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A mulher saía de um banco na Avenida Domingos Ferreira quando um dos criminosos se aproxima. O segundo envolvido acompanha a mulher enquanto ela faz saques dentro de um posto de combustíveis. A polícia acredita que o fato tenha sido uma 'saidinha de banco' malsucedida, visto que eles perceberam que a mulher não havia saído com dinheiro da agência.

Quem possuir informações sobre a identidade dos criminosos pode procurar a Delegacia de Boa Viagem pelo seguinte telefone, que também é WhatsApp: 99488-7055. O anonimato é garantido.

A Polícia Federal prendeu em flagrante José Ovídio da Silva Filho, 68 anos, ex-servidor do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que estaria usando seu carro com o brasão da República simulando fiscalização federal a serviço do Instituto. Ao invés dos dizeres "República Federativa do Brasil", o brasão dizia "Estados Unidos do Brasil". Em depoimento, José Ovídio contou que decidiu colocar o adesivo em seu carro para ter acesso e estacionar em locais privados.

A prisão ocorreu no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife, na última segunda-feira (12), após os policiais visualizarem o carro em frente à casa do suspeito. Ele foi autuado pelo crime de utilizar indevidamente marcas, logotipos, siglas ou quaisquer outros símbolos utilizados ou identificadores de órgãos ou entidades da Administração Pública. A pena para esse crime varia de dois a seis anos de reclusão.

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No interrogatório, José informou que trabalhou no INSS na função de técnico de seguro social no período de 1982 a 2017. Ele teve a aposentadoria cassada em agosto de 2018.

O autuado contou que mandou adesivar o veículo particular desde 2013 em uma gráfica. Falou também que apesar de usar o veículo para colaborar com o INSS, não recebeu valor pelos serviços prestados. A carteira de motorista dele também está vencida.

Após ser encaminhado para audiência de custódia, o aposentado foi posto em liberdade, devendo comparecer perante a Justiça todas as vezes que for intimado. As investigações prosseguem para averiguar se o idoso se utilizava da função de servidor público para extorquir pessoas.

O rapper canadense Drake está processando a modelo Layla Drake, que em 2017 afirmou estar grávida após ter passado uma noite com ele, pedido dinheiro para o bebê e, em seguida, o acusou de estupro. Entre as acusações feitas por Drake no processo, segundo a revista Hollywood Life, há extorsão civil, sofrimento emocional, fraude e difamação, uma vez que ele alega que toda a história é falsa.

Segundo Drake, tudo começou depois de um show que ele fez em Manchester, na Inglaterra, em fevereiro de 2017, quando conheceu e se envolveu com Layla. Ele também afirmou que tentou cortar o contato com ela depois disso, o que não foi bem aceito pela modelo. 

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Em abril do mesmo ano, Layla Lace foi a um programa de rádio no qual afirmou estar grávida do rapper, além de ter feito um post no Instagram falando sobre a suposta gestação, com a legenda “Então, ainda nesta era é novidade que depois que você diz a um cara que está grávida, eles param de atender ao telefone!!!". Em maio, a modelo contratou um advogado para exigir que Drake desse dinheiro para o bebê. Seguindo a batalha judicial, o advogado do cantor afirmou que “não há evidência confiável de gravidez, nem qualquer bebê, pois já teria nascido no outono passado”. 

Depois, Layla fez a acusação de estupro no Departamento de Polícia de Nova York, além de contratar um novo advogado, pedir dinheiro novamente e ameaçar levar as acusações a público se não fosse paga. Durante todo o processo, Layla se recusou a fazer testes de paternidade e Drake foi liberado pela polícia de todas as acusações de estupro.

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Uma secretária de 26 anos foi presa porque teria fingindo o próprio sequestro para extorquir dinheiro do marido. Segundo a Polícia Civil de Goiás, ela mora no município de São Francisco de Goías e chegou a viajar para São Paulo para executar o plano.

Segundo informações são do G1, a mulher chegou a enviar fotos amordaçada para o companheiro. Ela negou envolvimento no crime. O caso está sendo investigado desde a madrugada desta sexta-feira (1º) quando o marido e o pai da mulher foram à delegacia denunciar o rapto.

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O delegado que acompanha o caso, Glenio Ricardo Alves Costa, disse ao G1 que chamou atenção no início o fato de que o suposto sequestrador estava usando o celular da vítima para falar com o marido dela. Com apoio do grupo antissequestro da polícia, a mulher foi encontrada hospedada em um hotel de Santo André-SP. Ela comprou a passagem aérea para a cidade no dia 9 de maio e embarcou na quinta-feira (31), dando a entender que houve um longo planejamento. 

Câmeras também mostram a mulher no aeroporto. Ela estava sozinha com o celular no quarto. A secretária será investigada por extorsão.

Um agente de Polícia Civil e dois policiais militares foram denunciados pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) por homicídio, extorsão e assaltos registrados em Ceará-Mirim, cidade da Grande Natal. Além deles, outras cinco pessoas foram denunciadas por envolvimento na execução de Geovane Ricardo Pereira dos Santos, crime cometido em 11 de junho do ano passado na zona rural do município. Todos os denunciados, que já são réus em ação penal, estão presos.

De acordo com a denúncia, os oito são suspeitos de integrarem um “grupo de extermínio com forte e contundente atuação no município de Ceará-Mirim e em suas adjacências, que conta com expressiva participação de integrantes de forças públicas de segurança (policiais militares e civis), além de agentes de segurança privada e vigias de rua”.

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Ao grupo é atribuída a “vertiginosa escalada de crimes e violência” em Ceará-Mirim, que se tornou ainda mais alarmante depois do assassinato do sargento PM Jackson Sidney Botelho, em 20 de fevereiro do ano passado, em uma lanchonete na zona central da cidade. A morte do sargento Botelho foi objeto de inquérito da Polícia Civil e foram denunciadas quatro pessoas por envolvimento no homicídio. O sargento Botelho era apontado como líder do grupo de extermínio.

As suspeitas sobre a existência de uma milícia ou organização criminosa na cidade foram fortalecidas com a deflagração da operação Limpidare, da Força Nacional, em 16 de agosto de 2017. Ainda na denúncia, o MPRN ressalta que “apesar da intensa atuação que resultou na prisão de boa parte de seus integrantes, os membros do grupo criminoso ainda em liberdade tratam de continuar a impor o medo e a extrema violência às pessoas que são seus alvos, ensejando a continuação do terror”.

A execução de Geovane Ricardo Pereira dos Santos foi motivada por ele anos atrás ter supostamente participado de um furto de galinhas na granja do pai de um dos PMs denunciados. Ele foi morto a tiros por volta das 3h de 11 de junho de 2017, na rua da Casa da Farinha, zona rural de Ceará-Mirim.

De acordo com as investigações, Geovane teve a casa invadida por homens armados e encapuzados e, em seguida, foi obrigado a indicar a residência de um homem que seria comparsa dele no furto das galinhas Esse homem não estava no local. Geovane foi assassinado na frente dessa casa.

Além de matarem Geovane dos Santos, os denunciados também roubaram a casa dele, levando aparelhos de TV, celulares, tablet, aparelho de som e botijões de gás. Na casa do comparsa, os denunciados extorquiram os familiares dele, inclusive a avó desse homem. Antes de deixarem o local, os criminosos roubaram uma TV, um relógio, dois celulares, sandálias, tênis e a quantia de R$ 50.

Essa é a quinta denúncia oferecida pelo MPRN contra integrantes do grupo de extermínio que atua em Ceará-Mirim. Até o momento, 15 pessoas foram denunciadas por envolvimento com os crimes cometidos pelo grupo após conclusão de inquéritos e indiciamento pela Força Nacional de Polícia Judiciária, sendo que algumas delas foram denunciadas mais de uma vez.

Do portal do MPRN

Quatro policiais militares foram punidos pela Secretaria de Defesa Social (SDS) por sequestro e extorsão de mulher em Limoeiro, no Agreste de Pernambuco. O caso aconteceu em 2013 e, na época, eles foram presos em uma operação.

No dia 29 de julho de 2013, segundo as investigações, o cabo Mailson Silva e os soldados José Valdir Barbosa de Mendonça, Luciano Coutinho de Arruda e João Antônio de Lima Carvalho Barros foram à residência de uma mulher não identificada. O cabo Mailson se apresentou como oficial de Justiça e convenceu a mulher a entrar numa viatura descaracterizada na qual estavam os demais.

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A vítima foi conduzida à margem da PE-95, onde foi agredida e cobrada a pagar R$ 7,5 mil. A mulher sacou o dinheiro, acompanhada de dois dos policiais, flagrados nas câmeras de vigilância.

Segundo a SDS, a exposição do caso na imprensa comprometeu o prestígio da PM. Na esfera criminal, os acusados respondem a um processo por extorsão mediante sequestro.

Uma das testemunhas, conforme a SDS, mentiu em seu relato, por dar versões distintas para o ocorrido. A secretaria decidiu punir cada um dos policiais envolvidos com 30 dias de prisão. Ainda foi determinado que o processo administrativo seja enviado ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE), devido aos indícios de que a testemunha M.S.S. cometeu os crimes de denunciação caluniosa e falso testemunho.

Dois homens foram presos em flagrante na última terça-feira (13) por porte ilegal de arma de fogo em Canhotinho, no Agreste de Pernambuco. Segundo a Polícia Militar (PM), os homens estariam fazendo segurança privada na região, ameaçando, extorquindo e assustando os moradores.

Com a dupla, a polícia encontrou um revólver calibre 38 e três espingardas calibre 12 de fabricação caseira. Os suspeitos ainda tentaram escapar da abordagem, mas foram alcançados.

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As espingardas estavam escondidas embaixo de uma cerâmica na casa de um deles. Os suspeitos foram conduzidos à delegacia de Polícia Civil. 

Dois policiais civis e um suposto agente de unidade de ressocialização de adolescentes foram presos por cobrarem propina a um proprietário de oficina mecânica em Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR). De acordo com a polícia, o trio disse ter encontrado irregularidade na oficina e só não prenderia o comerciante se houvesse pagamento.

Inicialmente, o grupo pediu a quantia de R$ 6 mil. O proprietário, entretanto, alegava não ter condições de fazer o pagamento. O valor foi reduzido para R$ 2 mil e, por fim, R$ 1 mil.

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A vítima procurou a polícia e informou que os policiais afirmavam ser da Delegacia de Paulista. Ao visualizar as fotos dos comissários de tal delegacia, o homem prontamente reconheceu um dos chantagistas, identificado como Cláudio. Também foi descoberto que o carro em que estavam no dia da abordagem era uma viatura descaracterizada da polícia. 

A prisão em flagrante ocorreu na segunda-feira (5), em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Paulista. No momento do pagamento, o comerciante entregou apenas R$ 250, prometendo pagar a segunda parte em uma futura ocasião. Os três homens vão responder por extorsão, podendo pegar até 10 anos de prisão mais multa.

 

Um filho de empresário foi sequestrado na última terça-feira (10), em Itapissuma, Região Metropolitana do Recife (RMR). A Polícia Civil concluiu que o crime foi cometido Edmilson Luiz dos Santos, amigo de infância da vítima, que ainda tentou enganar a polícia se passando também como vítima.

Danilo Lopes da Silva trabalha com condução de passageiros. Ele diz ter sido abordado por um homem desconhecido que o obrigou a entrar em uma área de canavial. No meio do trajeto, Edmilson e outros dois suspeitos também entram no veículo.

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De acordo com o delegado Guilherme Caraciolo, responsável pelo caso, o motorista perdeu o controle e o veículo capotou, deixando os passageiros feridos. Danilo quebrou o dedo na ocasião. Ele já estava sendo torturado ao longo do trajeto, com socos e coronhadas.

Após saírem do veículo, os suspeitos começaram a ligar para o pai da vítima, um empresário, e cobrar R$ 1 milhão. 

O sequestro foi abortado após visualizarem equipes da polícia.  Após serem levados para uma unidade de saúde, Edmilson e Danilo foram encaminhados à delegacia, mas apresentavam versões conflitantes do caso. Ao ser colocado diante do pai, Danilo confessou que estava sendo ameaçado pelo amigo de infância, que alegava que mataria toda sua família caso contasse algo. 

“Eles eram amigos de infância, mas depois que Edmilson foi condenado, eles se afastaram e a amizade acabou”, conta o delegado. Edmilson já foi condenado por homicídio e tráfico de drogas, tendo passado 14 anos preso.  Desta vez, ele foi autuado por roubo, extorsão mediante sequestro, associação criminosa e tortura. 

Líderes do Partido Socialista, que está no poder na Venezuela, alegam que uma rede de extorsão foi operada pelo marido e por assessores próximos da procuradora-geral do país, Luisa Ortega, que recentemente se tornou uma crítica ferrenha do governo de Nicolás Maduro.

O líder socialista Diosdado Cabello afirmou, nesta quarta-feira, que a rede atrapalhou os negócios de empresários do ramo petrolífero, para protegê-los das acusações. A rede de extorsão teria recebido US$ 6 milhões de empresas vinculadas ao petróleo.

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À imprensa, Cabello disse que pediu à Procuradoria Geral a proibição da saída do país de German Ferrer, o marido de Ortega, e ao restante dos acusados, além do congelamento de ativos e o início de um processo judicial. O novo procurador-geral, Tarek William Saab, anunciou que pediu a prisão de Ferrer, enquanto se inicia o processo de sua imunidade parlamentar, já que o marido da procuradora é integrante da Assembleia Nacional.

Um dos procuradores denunciado por Cabello é responsável por investigar cerca de US$ 100 milhões em pagamentos de propina a altos funcionários venezuelanos por parte da Odebrecht. Fonte: Associated Press.

A Polícia Civil apreendeu uma adolescente trans que extorquia seus clientes utilizando imagens feitas durante os programas. Ela foi levada à delegacia após assaltar um homem na Avenida Conselheiro Aguiar, na Zona Sul do Recife, na quinta-feira (13).

Além da prostituta, uma pessoa também foi presa por auxiliar no roubo. Segundo o delegado Igor Leite, responsável pelo caso, a vítima estava em seu carro e desacelerou ao chegar em um ponto de prostituição da avenida.

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“Conseguiu ingressar no banco de traseiro do veículo, a partir daí tomou os pertences da vítima, anunciando o assalto, pegou dois celulares, valores em dinheiro, desceu do veículo e ainda espancou a vítima, que era um senhor já de idade”, conta o delegado. 

Outros casos já haviam chegado à delegacia sobre uma prostituta trans que estaria praticando atos ilícitos contra seus clientes naquela localidade. Ela roubava seus clientes antes do programa ou fazia extorsão após o programa consumado. Em seu celular, a polícia encontrou diversas mídias de clientes que eram usadas para ameaçá-los. 

“O programa, em regra, era R$ 100. Então o adolescente passava a exigir R$ 200, R$ 300, filmava as vítimas, ameaçando expor perante a sociedade, perante os familiares”, detalha o delegado. Entre o material encontrado, havia um arquivo também da adolescente combinando um assalto com outra pessoa. No áudio, ela diz que estava tentando convencer a vítima a ir ao motel, mas que, em alguma esquina, a segunda pessoa ficaria esperando para concretizar o roubo.  

Nesta terça-feira (4), a Polícia Civil de Pernambuco divulgou detalhes da prisão de quatro pessoas pelo crime de extorsão. Entre os detidos estão a esposa da vítima e o amante dela. 

Segundo o delegado Igor Leite, a esposa da vítima estava insatisfeita com valores que recebia do marido. Com a ajuda de uma amiga, identificada como Ana Cláudia Duarte de Souza, de 50 anos, ela subtraiu um cheque do marido e falsificou a assinatura.

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“Elas tentaram sacar no banco, mas não deu certo. Ela decidiu passar o caso para outra pessoa (para oamante da esposa da vítima). Ele é ex-presidiário e passou a extorquir, solicitando valores em dinheiro”, conta Leite.

O amante é José Rodrigo Rafael dos Santos, de 22 anos, que estava em liberdade condicional, utilizando tornozeleira eletrônica. José Rodrigo fazia diversas ameaças, chegando a passar gritando o nome da vítima em frente a sua casa; em outra circunstância, bateu na porta da casa dele e ameaçou sequestrar sua filha. 

A vítima da extorsão chegou a repassar entre R$ 20 mil e R$ 30 mil. A quarta pessoa envolvida no esquema era Laurinaldo Mariano da Silva, de 19 anos. Ele foi preso com José Rodrigo no momento em que um dos pagamentos era realizado. 

De acordo com Igor Leite, com a apreensão de José Rodrigo, descobriu-se que ele era uma pessoa de alta periculosidade, com troca de mensagens sobre compra de armas e orquestrando roubos e homicídios. Os quatro podem pegar penas de até 15 anos de prisão pela extorsão. 

Mais detalhes sobre a Operação Duas Caras foram divulgados pela Polícia Civil ainda na manhã desta sexta-feira (9), logo após a prisão de cinco policiais militares e um ex-presidiário no Recife. O grupo foi acusado de cometer seis crimes, incluindo tortura, roubo e extorsão mediante sequestro.

De acordo com o chefe da Polícia Civil, Joselito Kehrle, a pena pela soma dos crimes cometidos é de 70 anos de prisão. Atualmente, os acusados estão em prisão temporária para que sejam colhidas mais informações até a prisão preventiva. 

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O comandante da Polícia Militar de Pernambuco, Vanildo Maranhão, também se pronunciou sobre o caso. “Uma situação difícil, são policiais militares, têm dever de preservar a ordem e cumprir as leis mais do que qualquer cidadão”, lamenta o comandante. Tanto a Polícia Civil como a Polícia Militar afirmam não compactuar com esse tipo de atitude criminosa, que contraria os princípios das organizações. 

Policiais militares estão sendo presos na manhã desta sexta-feira (9) na Operação Duas Caras, comandada pela Polícia Civil de Pernambuco. Os alvos são investigados pelos crimes de roubo, tortura, concussão – quando alguém exige vantagem indevida em função do cargo que exerce – e extorsão mediante sequestro de empresários da capital e Região Metropolitana do Recife (RMR).

Estão sendo cumpridos seis mandados de prisão temporária, sendo cinco para policiais militares e um para ex-presidiário ligado à associação criminosa. Além desses, a Polícia Civil cumpre sete mandados de busca domiciliar, todos decretados pelo Juiz de Direito da 9ª Vara Criminal da Comarca da Capital.

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A Operação Duas Caras conta com a participação de 75 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães, 18 policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) e quatro policiais militares da Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social (SDS). As investigações foram lideradas pelos delegados Guilherme Caraciolo e Ramon Teixeira, do Grupo de Operações Especiais (GOE), cuja sede recebe nesta manhã os presos e materiais apreendidos. 

Dois homens foram presos e um menor apreendido pela Polícia Civil por participarem de uma quadrilha de roubo de smartphone. Após o crime, eles ainda extorquiam a vítima do roubo.

Os envolvidos assaltaram duas pessoas no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife, na noite da terça-feira (16) e levaram um smartphone. O grupo passou a extorquir a vítima, pedindo R$ 700 para poder devolver o aparelho.

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Segundo o delegado Guilherme Caraciolo, titular do Grupo de Operações Especiais (GOE), a vítima conseguiu fazer a troca e a polícia prendeu o receptador do dinheiro. “Descobrimos que ele estava sendo coagido por criminosos da mesma comunidade e isso não teria sido a primeira vez. Ele foi vítima, tanto que após a prisão dos suspeitos, duas pessoas se dirigiram ontem na casa dele e pediram para tirar a queixa. Ele foi ameaçado a, em 24 horas, sair da comunidade [Entra Apulso], abandonando a casa e o próprio negócio”, relata Caraciolo. 

Ainda de acordo com Caraciolo, a estratégia da quadrilha é assaltar pessoas que estão manipulando o celular, para roubar o aparelho sem o mesmo estar travado. Na noite da quarta-feira (17), a polícia prendeu Wellington Rodrigues de Mendonça, 30 anos, e Ítalo José da Silva, 19, além de apreender um menor de 17 anos. A equipe acredita que outras duas pessoas estão envolvidas, mas elas ainda não foram identificadas. 

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A Operação Cão de Fu - cão com cabeça de dragão -, deflagrada na manhã desta quinta-feira (20), realizou a prisão de três policiais, sendo um agente da civil e dois militares e o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão. Eles são acusados de roubo a um comerciante chinês no Centro do Recife. De acordo com o chefe da Polícia Civil, Joselito Kerhle, “são bandidos travestidos de policiais”.

A ação aconteceu contra um comerciante do camelódromo. “Eles assaltaram um chinês. Tomaram conhecimento da sua residência, em um prédio empresarial onde tinha uma unidade e, a partir daí, foram até o local e subtraíram mercadorias que seriam comercializadas por eles”, detalhe Kerhle. Um vídeo, divulgado pela Polícia Civil mostra a dinâmica do crime.

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Segundo as investigações, contra as vítimas era praticada a extorsão. O chefe da civil explicou que, “caso a vítima não cedesse, eles faziam uso da violência, com constrangimento, ameaça e até uso de arma de fogo”. A Polícia Civil informou ter conhecimento do crime desde agosto de 2016.

“Ao que tudo indica, os policiais militares estavam em serviço, porque estavam fardados, mas o civil estava de licença médica e foi preso em casa”. Além disso, o delegado reforça que caso outras pessoas sejam vítimas desse crime, elas podem procurar a Delegacia de Crimes contra a Administração e Serviços Públicos.

O comandante da Polícia Militar de Pernambuco, Vanildo Maranhão, comentou a prisão dos policiais da corporação. “Foram presos dois policiais da ROCAN, sendo uma na residência do PM e outro no quartel – estava chegando de serviço. Eles foram conduzidos à sede do Grupo de Operações Especiais (GOE), foram ouvidos e cumprirão prisão preventiva de cinco dias”. Ele detalha que, em seguida, haverá uma nova ouvida pela acusação de roubo e serão transferidos ao Centro de Reeducação onde os policiais militares aguardam a decisão da justiça. Eles passarão ainda por um conselho de disciplina e podem ser afastados da PM. 

Maranhão aponta para a inexistência de fatos que abonem a conduta desses policiais e diz: “é uma surpresa para nós”. Eles chegaram ao GOE sem algemas e questionado quanto a falta desse objeto, o comandante explica se tratar do “cumprimento da ‘súmula vinculante número 11’ que preconiza o uso de algemas. 

Artigos encontrados pela polícia

Foi informado que, além da mercadoria, dinheiro e uma arma sem registro foram recolhidos na casa do agente da Polícia Civil e, por isso, juntamente com mandado, foi preso em flagrante por porte ilegal de arma. Ele foi conduzido ao Centro de Observação Criminológica e Triagem Professor Everardo Luna (COTEL). A chefia da polícia está levantando a ficha funcional desses profissionais e fará parte dos autos. 

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