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A Secretaria de Defesa Social (SDS) afastou sete policiais militares de suas funções. Eles são acusados de realizar falsas blitze da Lei Seca em Porto de Galinhas, Litoral Sul de Pernambuco.

Os policiais são o 3º sargento Maurílio Sebastião Toledo da Silva Filho, 3º sargento Lázaro Barbosa de Lima, 3º sargento Rogério Dias do Nascimento, soldado Edson Alves de Souza, soldado Denis de Andrade Moura Júnior, soldado Cláudio Rodrigues da Silva e soldado Marcos Antônio de Oliveira Júnior. Os investigados integram o 18º Batalhão da Polícia Militar (BPM), sediado no Cabo de Santo Agostinho.

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A operação que resultou na prisão dos policiais foi realizada em 19 de janeiro deste ano. Segundo a SDS, os policiais paravam em torno de 10 a 15 carros por noite e cobravam entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil em espécie para liberação dos motoristas. A denúncia havia sido recebida no final de 2018.

O afastamento é de 120 dias, prorrogável por igual período. Caso o prazo seja encerrado antes da conclusão do processo administrativo, os militares devem exercer apenas funções administrativas. Os investigados terão as armas e utensílios policiais recolhidos.

A polícia civil prendeu em flagrante nessa sexta-feira (19), em Paciência, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, Lucas Fernandes de Souza e Dionatam Clemente dos Santos, pelo crime de extorsão. Eles integram a milícia denominada Liga da Justiça.

Segundo os agentes, a dupla foi capturada em ação de inteligência no momento em que arrecadava dinheiro de comerciantes locais e ameaçava as vítimas. Com eles foram apreendidos aproximadamente R$ 2 mil.

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Dionatam também possui um mandado de prisão pendente pelo crime de organização criminosa. Eles foram encaminhados para o sistema prisional.

Da Polícia Civil do RJ

Uma mulher de 61 anos foi presa em flagrante por extorsão em Itapiranga, em Santa Catarina. Ela é suspeita de exigir o pagamento de R$ 5 mil para não divulgar nudes de um idoso.

De acordo com a Polícia Civil, a prisão ocorreu em um estabelecimento comercial no centro da cidade. A vítima já havia pagado R$ 1 mil à suspeita, que continuava a exigir dinheiro.

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As fotos foram feitas durante um encontro íntimo entre os dois. O idoso é casado e a suspeita ameaçava enviar as imagens para a esposa e família dele.

O celular da idosa foi apreendido para perícia. No aparelho, a polícia encontrou fotos íntimas de outros homens, mas não sabe informar se estão relacionados com outros casos de extorsão. A prisão ocorreu na segunda-feira (8).

 

Um casal foi preso em flagrante após ser acusado de extorsão, nesta segunda-feira (24), em Taguatinga Norte, no Distrito Federal. As vítimas relataram que a dupla exigia pagamentos de até R$ 2 mil para que fotos e vídeos íntimos não fossem divulgados em redes sociais.

Os acusados - um homem, de 29 anos, e uma mulher, 23 - usavam perfis falsos e mantinham conversas com as vítimas até conquistarem sua confiança. Fotos íntimas e conteúdos sexuais eram trocados, em seguida, iniciavam as ameaças. "Já tínhamos identificado os perfis falsos no site de relacionamento. Hoje, encontramos fotos, vídeos e conversas de ouras pessoas com o casal, provavelmente, elas seriam extorquidas", explicou o delegado Giancarlo Zuliani ao G1.

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Após receberem denúncias, os agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC) identificaram pelo menos cinco vítimas que eram ameaças pelo casal.

Na noite da última segunda-feira (10), agentes da Polícia Civil do 3° Distrito Policial (DP) de São Bernardo do Campo detiveram três homens que se passavam por policiais para constranger e extorquir uma vítima. A quadrilha foi presa em Diadema, na Grande São Paulo.

Segundo relato da vítima, os criminosos ameaçavam também membros de sua família apresentando uma arma de fogo e alegando ser policiais. Na primeira extorsão, o trio a obrigou a repassar o valor de R$ 2 mil.

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Após sofrer ameaças e ser, pela segunda vez, alvo da extorsão praticada pelo bando, a vítima dos falsos agentes deu queixa na delegacia. A atitude fez com que a corporação iniciasse uma investigação, que flagrou os bandidos quando combinaram a retirada de R$ 10 mil junto à vítima sem saber que estavam sendo monitorados pela polícia.

Mesmo com a tentativa de fuga de um dos membros da quadrilha no momento do flagrante, todos foram presos e confessaram o crime. Na ação, foram apreendidos três telefones celulares e dois carros. Encaminhados ao 3º. DP de São Bernardo do Campo, os três homens responderão por extorsão, usurpação de função pública e associação criminosa. A prisão preventiva do trio foi solicitada pelo delegado do caso.

Após o atacante Neymar ser acusado de estupro por uma mulher, o pai do jogador, que cuida de sua carreira, garante que o atleta está sendo vítima de uma acusação mentirosa e que a moça que fez o Boletim de Ocorrência tentou extorquir o jogador após ter tido uma relação sexual com consentimento.

"É uma pessoa acusando o Neymar, mas temos provas de que nada aconteceu. O Neymar caiu nesta armadilha. Agora temos de fazer o possível para mostrar a verdade, porque hoje nem namorar ele vai poder mais", afirmou Neymar pai, em entrevista à TV Bandeirantes.

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Ele confirmou que a mulher se encontrou com Neymar em Paris. Os dois fizeram sexo, mas segundo Neymar pai, houve consentimento entre as partes. "Foi uma relação consentida, não houve estupro. Depois ela tentou marcar outros encontros, mas o Neymar percebeu que podia ser algum golpe e se afastou", comentou.

A partir daí, um advogado da moça teria procurado o pai de Neymar e seus representantes e exigiu dinheiro para não registrar o Boletim de Ocorrência. "Tiramos fotos, tenho mensagens do whatsapp marcando o encontro comigo e coloquei três testemunhas para esse encontro. Naquele momento não sabíamos os motivos, mas a gente já estava esperando por isso, porque recebemos a extorsão", disse.

"O Neymar conseguiu guardar as conversas e tudo o que se fala sobre essa relação. Em nenhum momento fez isso. Sei que meu filho pode ser acusado de muitas coisas, mas sei o menino que ele é. Sei o homem que Neymar é; então, é filho de pai e mãe. Desta vida, a gente vai fazer com que a justiça venha o mais rápido possível", continuou.

"É mais uma lição que a gente aprende, que o Neymar aprende. O estrago é grande porque uma acusação dessas... A Justiça vai saber lidar com isso", afirmou Neymar pai, lembrando que vai conversar com seus advogados para ver o que vai fazer. "Ninguém entrou em contato com a gente. O estranho é que o boletim é de ontem e já vazou. O Neymar não foi notificado e vou ouvir os advogados e tomar as devidas providências."

A Delegacia de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, prendeu dois policiais militares na manhã desta quarta-feira (29) pelo crime de extorsão mediante sequestro. Além dos policiais, também foi preso um funcionário excluído do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PE) identificado como Zoan Carneiro de Almeida.

Os três presos são acusados de sequestrar um homem em frente a um colégio particular em Boa Viagem. De acordo com os relatos, eles abordaram a vítima informando que contra ela havia um mandado de prisão expedido por causa do não pagamento de pensão alimentícia. Caso o abordado pagasse uma quantia em dinheiro, seria liberado.

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Os suspeitos teriam cobrado R$ 30 mil pela soltura do homem. Durante a negociação com a esposa e um amigo dele, a Polícia Civil foi acionada. A equipe do delegado Alfredo Jorge esteve no local e encontrou a vítima passando mal.  O sequestrado foi encaminhado para uma unidade de saúde para, posteriormente, depor na delegacia, porém ele abriu a porta do carro durante o trajeto e fugiu.

De acordo com o delegado Alfredo Jorge, Zoan teria se apresentado à vítima como delegado. Ele também possui um documento em que consta a profissão de advogado, porém disse na delegacia ser corretor de imóveis. A polícia investiga se ele poderá responder por falsidade ideológica. Com os suspeitos também houve a apreensão de armas. Os policiais são lotados no 20º Batalhão (BPM), que cobre os municípios de Camaragibe e São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife (RMR).

A Corregedoria da Polícia Civil prendeu dois policiais civis em São Paulo nesta segunda-feira (6) acusados de extorsão e lavagem de dinheiro. Seus nomes não foram divulgados.

As prisões foram feitas nesta manhã na própria delegacia onde a dupla trabalhava, o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), na Avenida São João, no centro cidade. Essa divisão da polícia cuida de delitos como crimes contra a saúde (a venda de remédios e alimentos adulterados) e contra a administração pública.

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Os agentes da corregedoria também cumpriram mandados de busca e apreensão relacionados à investigação. As buscas se deram na casa dos policiais e no sexto andar do DPPC.

Ao fazer a prisão, a Corregedoria chegou a render os policiais do primeiro andar do prédio. Computadores e documentos foram levados pelos agentes.

A polícia prendeu nesta terça-feira (9) o ex-policial civil Augusto Peña, condenado a 22 anos de prisão pelo sequestro do enteado de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado líder máximo da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). O ex-policial era procurado desde a condenação, em 2015.

Ele foi abordado por policiais militares de Ibaté, no interior de São Paulo, quando tentava entrar em uma casa, no bairro São Benedito. Sua atitude foi considerada suspeita. Os policiais constataram que havia um mandado de prisão contra ele. O ex-policial foi levado para uma cadeia pública da região, onde aguardaria transferência para um presídio.

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Peña e outro ex-policial civil também condenado foram acusados de sequestrar, em abril de 2005, Rodrigo Olivetto de Morais, filho da ex-mulher de Marcola, para extorquir dinheiro do traficante. Morais foi levado para a Delegacia Central de Suzano, na Grande São Paulo, onde foi ameaçado e espancado.

Os policiais exigiram R$ 1 milhão para não prendê-lo sob a falsa acusação de tráfico de drogas. O PCC pagou R$ 300 mil e ele foi solto. Os policiais também teriam recebido, em abril de 2006, R$ 40 mil para facilitar a fuga do traficante Gilmar Horta Lisboa, o Pebinha.

Com a descoberta do plano, o preso foi removido para outra unidade. Como represália ao não cumprimento do acordo, o PCC ordenou um ataque à delegacia de Suzano, mas a Polícia Civil foi avisada sobre a ação e emboscou o grupo, matando quatro integrantes da facção criminosa. Na manhã seguinte, o PCC se vingou assassinando dois carcereiros e um amigo dele numa feira livre da cidade.

Especialistas em segurança pública afirmam que as extorsões contra integrantes do PCC teriam sido o estopim para os ataques contra as forças policiais, em maio de 2006, em todo o Estado de São Paulo. Na ocasião, PCC comandou rebeliões em 74 presídios e matou 43 agentes públicos. Entre 12 e 20 de maio daquele ano, 493 pessoas foram assassinadas, a maioria por policiais, na maior crise já registrada na segurança pública paulista.

A Polícia Civil de Gravataí, no Rio Grande do Sul, prendeu um homem em flagrante após descobrir que o mesmo estava forjando o próprio sequestro com o objetivo de extorquir o sogro.

O acusado será enquadrado pela prática dos crimes de extorsão e denunciação caluniosa. “A mulher da vítima notificou o suposto sequestro e ressaltou que os sequestradores exigiam que o pai dela pagasse o valor solicitado”, disse o delegado Eduardo Limberger.

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Com informações do PC-RS

 

Uma operação envolvendo a Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social (SDS), polícias Militar e Civl prendeu sete policiais em Porto de Galinhas, Litoral Sul do Estado, na noite do sábado (19). Os policiais são acusados de extorquir condutores em falsas blitzes da Lei Seca.

Segundo a SDS, os policiais paravam em torno de 10 a 15 carros por noite e cobravam, em dinheiro, entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil para liberação dos motoristas. A denúncia foi recebida no final de 2018, quando, então, foi instaurado um Procedimento Administrativo.

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“As investigações prosseguem e, a partir da divulgação, possivelmente apareçam mais vítimas. Esse é um trabalho constante que fazemos e aqueles que não agem como servidor público, como um agente da lei e em proteção da sociedade, fatalmente serão alcançados e poderão ser excluídos das corporações, além de responderem criminalmente”, disse o secretário de Defesa Social, Antonio de Pádua.

Os militares fazem parte do 18º Batalhão da Polícia Militar, sediado no Cabo de Santo Agostinho. Eles foram autuados por crime militar na Delegacia de Polícia Judiciária Militar da PM, no Derby, centro do Recife. Eles estão detidos no Batalhão de Choque e, nesta segunda-feira (21), serão apresentados à Justiça. O grupo responderá também a um Procedimento Administrativo Disciplinar.

“A Polícia Militar jamais vai tolerar comportamentos inadequados de seus integrantes. A resposta a qualquer desvio de conduta será sempre embasada pelo rigor da Lei, em respeito à sociedade pernambucana e à imensa maioria de seus militares, pessoas honradas que vestem com orgulho sua farda, entregando todos os dias a própria vida em defesa de cada um dos pernambucanos”, afirmou o comandante geral da PM, Coronel Vanildo Maranhão.

A Polícia Civil procura dois homens que aparecem em imagens de câmeras de segurança roubando e extorquindo uma mulher no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife. Eles abordam a mulher no momento em que ela abre a porta do carro e a obriga fazer saques e compras.

Segundo a Delegacia de Boa Viagem, o fato ocorreu no dia 30 de novembro, mas só agora está sendo divulgado. Os suspeitos fugiram com o carro da vítima, mas abandonaram o automóvel e fugiram em um veículo de apoio identificado como sendo um modelo antigo do Toyotta Corola cor prata.

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A mulher saía de um banco na Avenida Domingos Ferreira quando um dos criminosos se aproxima. O segundo envolvido acompanha a mulher enquanto ela faz saques dentro de um posto de combustíveis. A polícia acredita que o fato tenha sido uma 'saidinha de banco' malsucedida, visto que eles perceberam que a mulher não havia saído com dinheiro da agência.

Quem possuir informações sobre a identidade dos criminosos pode procurar a Delegacia de Boa Viagem pelo seguinte telefone, que também é WhatsApp: 99488-7055. O anonimato é garantido.

A Polícia Federal prendeu em flagrante José Ovídio da Silva Filho, 68 anos, ex-servidor do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que estaria usando seu carro com o brasão da República simulando fiscalização federal a serviço do Instituto. Ao invés dos dizeres "República Federativa do Brasil", o brasão dizia "Estados Unidos do Brasil". Em depoimento, José Ovídio contou que decidiu colocar o adesivo em seu carro para ter acesso e estacionar em locais privados.

A prisão ocorreu no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife, na última segunda-feira (12), após os policiais visualizarem o carro em frente à casa do suspeito. Ele foi autuado pelo crime de utilizar indevidamente marcas, logotipos, siglas ou quaisquer outros símbolos utilizados ou identificadores de órgãos ou entidades da Administração Pública. A pena para esse crime varia de dois a seis anos de reclusão.

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No interrogatório, José informou que trabalhou no INSS na função de técnico de seguro social no período de 1982 a 2017. Ele teve a aposentadoria cassada em agosto de 2018.

O autuado contou que mandou adesivar o veículo particular desde 2013 em uma gráfica. Falou também que apesar de usar o veículo para colaborar com o INSS, não recebeu valor pelos serviços prestados. A carteira de motorista dele também está vencida.

Após ser encaminhado para audiência de custódia, o aposentado foi posto em liberdade, devendo comparecer perante a Justiça todas as vezes que for intimado. As investigações prosseguem para averiguar se o idoso se utilizava da função de servidor público para extorquir pessoas.

O rapper canadense Drake está processando a modelo Layla Drake, que em 2017 afirmou estar grávida após ter passado uma noite com ele, pedido dinheiro para o bebê e, em seguida, o acusou de estupro. Entre as acusações feitas por Drake no processo, segundo a revista Hollywood Life, há extorsão civil, sofrimento emocional, fraude e difamação, uma vez que ele alega que toda a história é falsa.

Segundo Drake, tudo começou depois de um show que ele fez em Manchester, na Inglaterra, em fevereiro de 2017, quando conheceu e se envolveu com Layla. Ele também afirmou que tentou cortar o contato com ela depois disso, o que não foi bem aceito pela modelo. 

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Em abril do mesmo ano, Layla Lace foi a um programa de rádio no qual afirmou estar grávida do rapper, além de ter feito um post no Instagram falando sobre a suposta gestação, com a legenda “Então, ainda nesta era é novidade que depois que você diz a um cara que está grávida, eles param de atender ao telefone!!!". Em maio, a modelo contratou um advogado para exigir que Drake desse dinheiro para o bebê. Seguindo a batalha judicial, o advogado do cantor afirmou que “não há evidência confiável de gravidez, nem qualquer bebê, pois já teria nascido no outono passado”. 

Depois, Layla fez a acusação de estupro no Departamento de Polícia de Nova York, além de contratar um novo advogado, pedir dinheiro novamente e ameaçar levar as acusações a público se não fosse paga. Durante todo o processo, Layla se recusou a fazer testes de paternidade e Drake foi liberado pela polícia de todas as acusações de estupro.

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Uma secretária de 26 anos foi presa porque teria fingindo o próprio sequestro para extorquir dinheiro do marido. Segundo a Polícia Civil de Goiás, ela mora no município de São Francisco de Goías e chegou a viajar para São Paulo para executar o plano.

Segundo informações são do G1, a mulher chegou a enviar fotos amordaçada para o companheiro. Ela negou envolvimento no crime. O caso está sendo investigado desde a madrugada desta sexta-feira (1º) quando o marido e o pai da mulher foram à delegacia denunciar o rapto.

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O delegado que acompanha o caso, Glenio Ricardo Alves Costa, disse ao G1 que chamou atenção no início o fato de que o suposto sequestrador estava usando o celular da vítima para falar com o marido dela. Com apoio do grupo antissequestro da polícia, a mulher foi encontrada hospedada em um hotel de Santo André-SP. Ela comprou a passagem aérea para a cidade no dia 9 de maio e embarcou na quinta-feira (31), dando a entender que houve um longo planejamento. 

Câmeras também mostram a mulher no aeroporto. Ela estava sozinha com o celular no quarto. A secretária será investigada por extorsão.

Um agente de Polícia Civil e dois policiais militares foram denunciados pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) por homicídio, extorsão e assaltos registrados em Ceará-Mirim, cidade da Grande Natal. Além deles, outras cinco pessoas foram denunciadas por envolvimento na execução de Geovane Ricardo Pereira dos Santos, crime cometido em 11 de junho do ano passado na zona rural do município. Todos os denunciados, que já são réus em ação penal, estão presos.

De acordo com a denúncia, os oito são suspeitos de integrarem um “grupo de extermínio com forte e contundente atuação no município de Ceará-Mirim e em suas adjacências, que conta com expressiva participação de integrantes de forças públicas de segurança (policiais militares e civis), além de agentes de segurança privada e vigias de rua”.

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Ao grupo é atribuída a “vertiginosa escalada de crimes e violência” em Ceará-Mirim, que se tornou ainda mais alarmante depois do assassinato do sargento PM Jackson Sidney Botelho, em 20 de fevereiro do ano passado, em uma lanchonete na zona central da cidade. A morte do sargento Botelho foi objeto de inquérito da Polícia Civil e foram denunciadas quatro pessoas por envolvimento no homicídio. O sargento Botelho era apontado como líder do grupo de extermínio.

As suspeitas sobre a existência de uma milícia ou organização criminosa na cidade foram fortalecidas com a deflagração da operação Limpidare, da Força Nacional, em 16 de agosto de 2017. Ainda na denúncia, o MPRN ressalta que “apesar da intensa atuação que resultou na prisão de boa parte de seus integrantes, os membros do grupo criminoso ainda em liberdade tratam de continuar a impor o medo e a extrema violência às pessoas que são seus alvos, ensejando a continuação do terror”.

A execução de Geovane Ricardo Pereira dos Santos foi motivada por ele anos atrás ter supostamente participado de um furto de galinhas na granja do pai de um dos PMs denunciados. Ele foi morto a tiros por volta das 3h de 11 de junho de 2017, na rua da Casa da Farinha, zona rural de Ceará-Mirim.

De acordo com as investigações, Geovane teve a casa invadida por homens armados e encapuzados e, em seguida, foi obrigado a indicar a residência de um homem que seria comparsa dele no furto das galinhas Esse homem não estava no local. Geovane foi assassinado na frente dessa casa.

Além de matarem Geovane dos Santos, os denunciados também roubaram a casa dele, levando aparelhos de TV, celulares, tablet, aparelho de som e botijões de gás. Na casa do comparsa, os denunciados extorquiram os familiares dele, inclusive a avó desse homem. Antes de deixarem o local, os criminosos roubaram uma TV, um relógio, dois celulares, sandálias, tênis e a quantia de R$ 50.

Essa é a quinta denúncia oferecida pelo MPRN contra integrantes do grupo de extermínio que atua em Ceará-Mirim. Até o momento, 15 pessoas foram denunciadas por envolvimento com os crimes cometidos pelo grupo após conclusão de inquéritos e indiciamento pela Força Nacional de Polícia Judiciária, sendo que algumas delas foram denunciadas mais de uma vez.

Do portal do MPRN

Quatro policiais militares foram punidos pela Secretaria de Defesa Social (SDS) por sequestro e extorsão de mulher em Limoeiro, no Agreste de Pernambuco. O caso aconteceu em 2013 e, na época, eles foram presos em uma operação.

No dia 29 de julho de 2013, segundo as investigações, o cabo Mailson Silva e os soldados José Valdir Barbosa de Mendonça, Luciano Coutinho de Arruda e João Antônio de Lima Carvalho Barros foram à residência de uma mulher não identificada. O cabo Mailson se apresentou como oficial de Justiça e convenceu a mulher a entrar numa viatura descaracterizada na qual estavam os demais.

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A vítima foi conduzida à margem da PE-95, onde foi agredida e cobrada a pagar R$ 7,5 mil. A mulher sacou o dinheiro, acompanhada de dois dos policiais, flagrados nas câmeras de vigilância.

Segundo a SDS, a exposição do caso na imprensa comprometeu o prestígio da PM. Na esfera criminal, os acusados respondem a um processo por extorsão mediante sequestro.

Uma das testemunhas, conforme a SDS, mentiu em seu relato, por dar versões distintas para o ocorrido. A secretaria decidiu punir cada um dos policiais envolvidos com 30 dias de prisão. Ainda foi determinado que o processo administrativo seja enviado ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE), devido aos indícios de que a testemunha M.S.S. cometeu os crimes de denunciação caluniosa e falso testemunho.

Dois homens foram presos em flagrante na última terça-feira (13) por porte ilegal de arma de fogo em Canhotinho, no Agreste de Pernambuco. Segundo a Polícia Militar (PM), os homens estariam fazendo segurança privada na região, ameaçando, extorquindo e assustando os moradores.

Com a dupla, a polícia encontrou um revólver calibre 38 e três espingardas calibre 12 de fabricação caseira. Os suspeitos ainda tentaram escapar da abordagem, mas foram alcançados.

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As espingardas estavam escondidas embaixo de uma cerâmica na casa de um deles. Os suspeitos foram conduzidos à delegacia de Polícia Civil. 

Dois policiais civis e um suposto agente de unidade de ressocialização de adolescentes foram presos por cobrarem propina a um proprietário de oficina mecânica em Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR). De acordo com a polícia, o trio disse ter encontrado irregularidade na oficina e só não prenderia o comerciante se houvesse pagamento.

Inicialmente, o grupo pediu a quantia de R$ 6 mil. O proprietário, entretanto, alegava não ter condições de fazer o pagamento. O valor foi reduzido para R$ 2 mil e, por fim, R$ 1 mil.

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A vítima procurou a polícia e informou que os policiais afirmavam ser da Delegacia de Paulista. Ao visualizar as fotos dos comissários de tal delegacia, o homem prontamente reconheceu um dos chantagistas, identificado como Cláudio. Também foi descoberto que o carro em que estavam no dia da abordagem era uma viatura descaracterizada da polícia. 

A prisão em flagrante ocorreu na segunda-feira (5), em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Paulista. No momento do pagamento, o comerciante entregou apenas R$ 250, prometendo pagar a segunda parte em uma futura ocasião. Os três homens vão responder por extorsão, podendo pegar até 10 anos de prisão mais multa.

 

Um filho de empresário foi sequestrado na última terça-feira (10), em Itapissuma, Região Metropolitana do Recife (RMR). A Polícia Civil concluiu que o crime foi cometido Edmilson Luiz dos Santos, amigo de infância da vítima, que ainda tentou enganar a polícia se passando também como vítima.

Danilo Lopes da Silva trabalha com condução de passageiros. Ele diz ter sido abordado por um homem desconhecido que o obrigou a entrar em uma área de canavial. No meio do trajeto, Edmilson e outros dois suspeitos também entram no veículo.

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De acordo com o delegado Guilherme Caraciolo, responsável pelo caso, o motorista perdeu o controle e o veículo capotou, deixando os passageiros feridos. Danilo quebrou o dedo na ocasião. Ele já estava sendo torturado ao longo do trajeto, com socos e coronhadas.

Após saírem do veículo, os suspeitos começaram a ligar para o pai da vítima, um empresário, e cobrar R$ 1 milhão. 

O sequestro foi abortado após visualizarem equipes da polícia.  Após serem levados para uma unidade de saúde, Edmilson e Danilo foram encaminhados à delegacia, mas apresentavam versões conflitantes do caso. Ao ser colocado diante do pai, Danilo confessou que estava sendo ameaçado pelo amigo de infância, que alegava que mataria toda sua família caso contasse algo. 

“Eles eram amigos de infância, mas depois que Edmilson foi condenado, eles se afastaram e a amizade acabou”, conta o delegado. Edmilson já foi condenado por homicídio e tráfico de drogas, tendo passado 14 anos preso.  Desta vez, ele foi autuado por roubo, extorsão mediante sequestro, associação criminosa e tortura. 

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