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Pouco menos de dois meses após ser demitido pelo Santos, Fábio Carille foi anunciado nesta quarta-feira como novo treinador do Athletico Paranaense. O técnico, que chega a Curitiba acompanhado dos auxiliares Leandro da Silva e Denis Faria Luup, se reuniu com a diretoria do clube e assinou contrato válido até 2023.

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"O sentimento por estar aqui é o melhor possível. Estou muito feliz por esta oportunidade e esperançoso em fazer um grande trabalho. Tem tudo para ser um casamento perfeito, com a dedicação e o trabalho de todos. Nos últimos anos, o Athletico vem chegando, com a Copa do Brasil, Sul-Americana… Títulos importantes. Quero fazer parte dessa história, com bastante trabalho, organização e entendimento não só dos jogadores, mas de todo o staff", disse Carille em entrevista ao site oficial do Athletico.

O novo treinador athleticano comanda o primeiro treino já na noite desta quarta. Além disso, colocou-se à disposição para ficar no banco de reservas contra o The Strongest, na quinta-feira, em jogo válido pela segunda rodada do Grupo B da Libertadores, na Arena da Baixada.

Aos 48 anos, Carille treinará seu terceiro time no Brasil. Ex-zagueiro e lateral com carreira vasta em times do interior, começou a trabalhar como auxiliar técnico do Corinthians em 2008 e integrou comissões vitoriosas ao longo dos anos. Efetivado como treinador corintiano em 2017, após exercer a função interinamente, conquistou um Brasileirão e dois Paulistas antes de se transferir para o Al-Wehda, da Arábia Saudita.

De volta ao Corinthians em 2019, conquistou outro Paulistão, mas logo voltou ao futebol árabe, com passagens por Al Ittihad FC e Al Ittihad Jeddah. Em 2021, foi contratado pelo Santos, clube no qual teve que lidar com momentos complicados, como a briga contra o rebaixamento no estadual deste ano.

Fábio Carille não é mais técnico do Santos. O treinador deixou o clube nesta sexta-feira após uma reunião com a diretoria do clube e integrantes do Comitê de Gestão. A decisão de não seguir mais no clube foi tomada em comum acordo. O auxiliar Leandro Silva, o preparador físico Walmir Cruz e o analista de Dênis Lupp também estão de saída.

"O Santos FC comunica que Fábio Carille deixa a função de técnico do time profissional nesta sexta-feira (18). A saída aconteceu em comum acordo entre a diretoria e o treinador. O Clube agradece ao técnico pelos serviços prestados e deseja sorte em seu futuro profissional", informou o Santos em um comunicado oficial divulgado em seu site e nas redes sociais.

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A falta de evolução da equipe no Campeonato Paulista já vinha incomodando a diretoria do Santos e a situação ficou ainda mais instável após a derrota por 3 a 2 frente ao Mirassol, no estádio José Maria de Campos Maia, em Mirassol (SP), na última quinta-feira, pela sétima rodada do Estadual.

O treinador também vinha mostrando impaciência com a oscilação do time dentro da competição, algo que ficou evidente em algumas entrevistas coletivas. Carille havia sido bancado para comandar o Santos na temporada muito por ter conseguido salvar o clube do rebaixamento no Campeonato Brasileiro do ano passado depois de assumir o cargo que era de Fernando Diniz.

Carille comandou o Santos em 27 oportunidades com nove vitórias, 10 empates e oito derrotas - um aproveitamento de 45,6%. Ele deixa o clube na segunda colocação do Grupo D do Paulistão, com nove pontos. O líder é o Red Bull Bragantino, com 13.

Antes de deixar o Santos, o treinador teve o seu nome ventilado para assumir o Corinthians, que demitiu recentemente o ex-lateral-esquerdo Sylvinho. No entanto, o clube de Parque São Jorge está apalavrado com o português Luís Castro.

Sem Carille, o Santos volta ao mercado em busca de um novo nome e a tendência é que, assim como seus rivais, aposte em um técnico estrangeiro. No entanto, nomes como o de Renato Gaúcho, antigo desejo da diretoria do clube, não estão descartados.

O próximo desafio do Santos é no clássico diante do São Paulo neste domingo, às 18h30, no estádio da Vila Belmiro, em Santos, pela oitava rodada do Paulistão. Depois, na quarta-feira, tem a estreia na Copa do Brasil contra o Salgueiro, em Salgueiro (PE).

O técnico Fábio Carille encerrou neste domingo a preparação do Santos para o jogo de segunda-feira contra o Flamengo, no Maracanã, pela 37.ª e penúltima rodada do Brasileirão. O treinador tinha dúvidas sobre a disponibilidade de Felipe Jonatan, mas o departamento médico confirmou que o lateral, com um desconforto no púbis, não está em condições de jogo, portanto ficou fora da lista de relacionados.

Por outro lado, o atacante Léo Baptistão foi liberado, após se recuperar de uma lesão na panturrilha sofrida no dia 13 de outubro, e apareceu entre os nomes convocados para o compromisso deste início de semana. De qualquer forma, deve ficar apenas no banco de reservas.

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Já Diego Tardelli segue como desfalque entre as opções para o ataque santista. O experiente jogador de 36 anos ainda se recupera de um edema na coxa, tanto que já estava confirmado como desfalque desde a última sexta-feira.

Sem Felipe Jonatan, que vinha sendo escalado no meio de campo, Carille deve utilizar Marcos Guilherme, novamente à disposição após cumprir suspensão por cartão amarelo, como substituto. Também de volta, Marinho, recuperado de um desconforto muscular, será outra novidade no time titular.

Carille deve escalar o Santos com João Paulo; Kaiky, Luiz Felipe e Danilo Boza; Madson, Camacho, Vinicius Zanocelo, Marcos Guilherme e Lucas Braga; Marinho e Marcos Leonardo.

Confira a lista de relacionados do Santos:

Goleiros - João Paulo, Diógenes e Jandrei;

Defensores - Luiz Felipe, Madson, Wagner Leonardo, Danilo Boza, Robson Reis, Kaiky e Moraes;

Meias - Sandry, Carlos Sánchez, Vinícius Balieiro, Gabriel Pirani, Vinícius Zanocelo e Camacho;

Atacantes - Léo Baptistão, Marinho, Raniel, Marcos Guilherme, ngelo, Lucas Braga e Marcos Leonardo.

Neste fim de semana acontecem os confrontos válidos pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro e continua a contagem regressiva para o fim do campeonato. Um dos últimos clássicos desta edição acontece neste domingo, entre Corinthians e Santos, a partir das 16h (horário de Brasília). O duelo será realizado na Neo Química Arena e promete trazer grandes emoções, tanto para os torcedores, quanto para os jogadores de ambas as partes.

Vale lembrar que o Timão é o time paulista mais consistente até aqui, levando em consideração a segunda metade do Brasileirão. Ao todo, o alvinegro do Parque São Jorge possui 50 pontos e está na 5ª colocação do torneio. Por conta do fim do campeonato, o Timão não possui mais chances de títulos, mas enquanto isso, a briga agora é para vencer todos os jogos pela frente, a fim de conquistar uma vaga no topo da tabela, para disputar a Libertadores.

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Para o técnico Sylvinho, o confronto contra o Santos é um grande desafio, ainda que o jogo seja em casa. “A dimensão do jogo é altíssima. Estarão jogando duas equipes extraordinárias, e o que vale é o trabalho que cada um vai impor”. Além disso, o comandante relembrou que já trabalhou com o técnico do Santos, Fábio Carille, mas independente da amizade que ambos construíram, a partir do momento que a bola rolar, haverá apenas o profissionalismo.

Já o Santos, está com 42 pontos e com a 11ª posição. O alvinegro praiano também possui chances remotas de rebaixamento (7%), e assim, uma vitória diante de seu rival paulista serve não apenas para ganhar força no campeonato, mas também para afastar de vez o fantasma da segunda divisão. Vale lembrar que o destaque da última partida do Santos, Marinho é dúvida para o duelo contra o Corinthians, já que o atacante sentiu dores na coxa esquerda.

Em entrevista coletiva, o técnico Fábio Carille entende que o Santos ainda não está em sua melhor forma e que existem problemas no time que precisam ser solucionados, para não haver resultado contra o Corinthians neste fim de semana. “Clássico é sempre empolgante. É sempre gostoso de jogar. Estamos em uma situação um pouco mais tranquila, e a sequência [de vitórias] vai dando mais confiança. Independente disso, sabemos que temos que melhorar para chegar no próximo jogo”, finalizou Carille.

 

 

O técnico Fabio Carille sofreu enorme pressão no Santos ao vencer apenas um de nove jogos. Ganhou voto de confiança da diretoria e, com dois triunfos seguidos, tirou o time da zona de rebaixamento, colocando-o no 11° lugar do Brasileirão. Aliviado, mas sem euforia, o treinador sabe que o perigo ainda não acabou e quer aproveitar a semana livre antes do clássico com o Palmeiras para ajustar ainda mais o time.

O clássico ocorre apenas no domingo (31), às 16h, na Vila Belmiro. Após cumprir suspensão no triunfo por 1 a 0 sobre o Athletico-PR, o atacante Marinho vai voltar. Sem marcar há 15 rodadas, tentará desencantar diante do rival no qual anotou pela última vez. Carille sabe que ganhar a terceira seguida pode significar sonhar com metas maiores, mas apenas foca em garantir a permanência na elite.

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"Temos muito a melhorar, a arrumar, e ter esses problemas com a vitória é melhor que na derrota. São duas vitórias, seis pontos e mais confiança para eles (jogadores) e para mim", admitiu. "Com certeza vai ser uma volta maravilhosa para o Santos em uma semana de muito trabalho antes do jogo com o Palmeiras."

O técnico quer seguir com os trabalhos psicológicos e não teme que haja um relaxamento após o alívio momentâneo na classificação. "Estou há pouco mais de um mês com esses jogadores e tenho certeza que esse relaxamento não vai acontecer. Não está na hora de acontecer. Precisamos de pontos para nos livrarmos dessa situação", advertiu.

"A semana será importante para cobrar esse lado psicológico, de saberem que teremos que nos entregar demais contra o Palmeiras. Se fosse na quarta-feira (o clássico), talvez eu não teria tempo para trabalhar tudo isso", enfatizou Carille, ciente das dificuldades que encontrará em casa.

Com os dois triunfos seguidos, o Santos agora aparece a três pontos do América-MG, em nono e com uma possível última vaga na Libertadores. O treinador nem quer saber em falar nas competições Sul-Americanas ainda. "Não estou projetando nada e nem quero. Estamos em 11º nesse momento, mas temos ciência de que a rodada não acabou. São nove decisões, a próxima é o Palmeiras. Não estou projetando nada e só passo a importância da próxima partida."

Neste fim de semana começam a ser disputados os jogos válidos pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. O primeiro duelo acontece já neste sábado (23), entre Santos e América-MG na Vila Belmiro, a partir das 17h (horário de Brasília).

Ambos os times não possuem as melhores campanhas do torneio nacional, visto que estão com menos de 40% de aproveitamento em relação aos pontos disputados e por isso se encontram a poucos pontos da temida zona de rebaixamento.

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Para o Santos, essa é mais uma oportunidade para tentar buscar uma vitória em casa com a ajuda da torcida, e espantar de vez o fantasma do rebaixamento, do qual está próximo, a apenas um ponto.

Assim, o comandante Fábio Carille vai precisar trazer uma formação que possa bater de frente contra o time mineiro, além de escalar novas peças no elenco, já que o zagueiro Wagner Leonardo está suspenso e não vai integrar o time.

Vale lembrar que a defesa é um dos pontos fracos no Santos, já que o time foi vazado em 32 ocasiões ao longo de 27 rodadas e mantém o saldo de gols em -9. O América-MG também possui o mesmo desempenho, e apesar de estar um pouco acima na tabela, o saldo de gols é o mesmo.

O Coelho terá Marlon à disposição. O lateral esquerdo é um dos jogadores mais regulares no time durante a campanha deste ano, e em entrevista coletiva afirmou que o duelo contra o Santos será importante para unir mais o grupo. “Confio que vamos conseguir um bom resultado sábado fora de casa”.

 

 

O Santos só volta a campo no próximo domingo, em compromisso contra o Juventude pelo Brasileirão. Até lá, o técnico Fábio Carille promete fortes trabalhos para conseguir ajustar o time e acabar com o incômodo jejum de nove jogos sem vitórias e a consequente aproximação da zona de rebaixamento.

O treinador substituiu Fernando Diniz faz três partidas, mas ainda não conseguiu comemorar um único gol sob seu comando. Foram dois empates sem gols contra Bahia e Ceará e derrota por 1 a 0 para o Athletico-PR. O novo comandante "culpa" a falta de tempo para não impor seu estilo.

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Seguindo tal linha de raciocínio, Carille festejou a semana livre e promete aproveitá-la ao máximo para recolocar o Santos nos trilhos. "(temos urgência de vitórias), são muitos jovens, mas com tranquilidade vamos melhorar. É uma responsabilidade minha fazer o time jogar melhor, mas para isso preciso de trabalho. Essa semana será fundamental para que melhore o Santos", garante o treinador. "Vou comandar treino de terça a sábado para conhecer melhor os jogadores."

Diante do Ceará, o Santos entrou em campo com três zagueiros e foi bem no confronto. Não ganhou por causa do escorregão de Marinho na cobrança de um pênalti. Com 24 pontos, o Santos tem apenas três a mais que o América-MG, primeiro da zona de rebaixamento, o que vem incomodando bastante. Acabar com a queda livre virou obrigação. E com urgência.

Os poucos dias de trabalho, porém, já rendem elogios de Carille à evolução apresentada. "Nosso time está vertical. Gosto de controlar mais o jogo, de encher o campo adversário para atacar com mais gente. Temos de mudar corredor, agredir mais e assim teremos mais presença de área para criar e finalizar mais", avalia.

Na visão do técnico, a armação é o ponto principal a ser ajustado. Questionado sobre qual sua prioridade, ele não se esquivou. "O setor de construção. (Temos de) construir bem para chegar com mais qualidade. Dando cuidado defensivo para continuarmos sólidos, mas construirmos mais desde o goleiro", exemplifica. "Finalização passa por construção. E vou trabalhar por mais criação, infiltrações e triangulações."

Fábio Carille ficou chateado com a eliminação do Santos da Copa do Brasil, mas não desanima frente ao pior momento do clube na temporada. O treinador apontou pontos positivos apesar do revés para o Athletico-PR que tirou o time santista da competição. Ele já consegue enxergar depois de dois jogos uma pequena evolução da equipe sob o seu comando. "Já houve, sim, uma evolução daquilo que penso, mas tem espaço para muito mais", avaliou o comandante.

Carille comandou apenas três treinamentos em um período de seis dias e dirigiu o Santos no empate sem gols com o Bahia e na derrota por 1 a 0 para o Athletico-PR. O treinador reconhece que o time precisa melhorar, e muito, para encerrar a sequência de oito jogos sem vitória, considerando Brasileirão e Copa do Brasil. Contudo, é otimista quanto ao futuro.

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"Com sabedoria e trabalho vamos conseguir sair dessa situação. Estou aqui há seis dias, sei de tudo isso, quero ser esse termômetro para os jovens limparem a cabeça e trabalhar bastante. O quanto antes vamos sair dessa situação", explicou Carille.

Prejudicado pela lista de desfalques importantes que o fez improvisar o jovem volante Vinicius Balieiro na zaga, o técnico confia que o Santos deixará a fase ruim para trás e para isso vai precisar da adaptação rápida dos reforços recém-chegados, como Leo Baptistão, Diego Tardelli e Velásquez, que ainda nem estreou.

"Temos jogadores para estrear, vão chegar para fortalecer, experientes, e isso vai ser bom para o momento. Sei que é um grupo jovem, mas temos que ir trabalhar de cabeça erguida amanhã", disse.

"A chegada dos jogadores que o clube contratou vai ajudar, o Velásquez experiente, que vai me dar essa orientação atrás. Mas eu tenho um grupo bom. Com trabalho e organização vamos nos tornar muito fortes", completou.

Fora da Libertadores, Sul-Americana e Copa do Brasil, só restou ao Santos o Brasileirão. Sem vencer há oito jogos e há mais de um mês, o time paulista joga para se afastar da zona de rebaixamento. Apenas dois pontos separam a equipe da Vila Belmiro do América-MG, primeiro dentro do grupo do descenso.

"A responsabilidade é de todos nós, estamos juntos e vamos sair juntos dessa situação. É trabalho com disciplina, entendimento, e trabalhar para reverter o quanto antes, quem sabe no próximo jogo", falou Carille.

O próximo desafio, que Carille espera que represente o começo de uma arrancada, é sábado, às 21 horas, contra o Ceará, no Castelão, em duelo da 21ª rodada do Brasileirão.

O Santos confirmou no início da tarde desta quarta-feira a contratação de Fábio Carille. O contrato ainda não foi assinado, mas o treinador acertou seu vínculo em conversa com o presidente Andres Rueda, e o executivo de futebol, André Mazzuco. O acordo tem validade até o final de 2022, e o técnico já estreia contra o Bahia, sábado, às 21 horas, na Vila Belmiro, em duelo da 20ª rodada do Brasileirão.

Carille traz consigo o auxiliar Leandro Silva, o analista Dênis Lupp e o preparador físico Walmir Cruz. Ele assina contrato nesta quinta, às 11h30, na Vila Belmiro, quando será apresentado à imprensa em entrevista coletiva.

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O acerto era iminente, visto que Carille já havia falado como treinador do Santos na terça-feira ao desembarcar em Guarulhos depois de encerrar sua passagem pelo Al-Ittihad, da Arábia Saudita. Na ocasião, elogiou as recentes contratações feitas pela diretoria e falou em "fazer um grande trabalho".

Natural de São Paulo, o treinador de 47 anos também foi jogador. Atuou como zagueiro e lateral-esquerdo até 2007, e dois anos depois seguiu no futebol, como auxiliar técnico, até assumir iniciar sua carreira em 2017, no Corinthians, sendo campeão brasileiro naquele ano. Ele ainda tem no currículo o tri paulista em 2017, 2018 e 2019 e estava no futebol da Arábia Saudita desde fevereiro de 2020.

O ex-treinador do Corinthians será o quarto comandante do Santos num ano repleto de frustrações. Cuca se despediu após perder a final da Libertadores para o Palmeiras e com o término do Brasileirão. O argentino Ariel Holan chegou justamente para reconduzir o time às fases decisivas da competição Sul-Americana. Mas não conseguiu encaixar sua filosofia e pediu demissão após derrota por 2 a 0 no clássico com o Corinthians, na Vila Belmiro.

Fernando Diniz virou o salvador da pátria e assumiu ganhando do Boca Juniors. O sonho em avançar ao menos com o segundo lugar no grupo fez água com resultados ruins fora de casa. Perdeu para The Strongest e Barcelona. Caiu, ainda, na Sul-Americana, e não resistiu aos seis jogos sem vitórias, com três derrotas seguidas.

Carille topou o desafio de livrar o Santos do rebaixamento e disse que não se incomoda em ser o quarto treinador da equipe em 2021. "Aceitei um desafio pior no Ittihad. Nas últimas três temporadas tiveram 11 técnicos. E eu fiquei um ano e sete meses. É resultado, sabemos, mas sem medo de encarar. Sabia desde que escolhi a profissão", explicou ao chegar em Guarulhos.

O quarto treinador do clube no ano terá a missão de reerguer o time no Brasileirão e tentar reverter a desvantagem diante do Athletico-PR na Copa do Brasil.

Em crise, o time santista busca reagir na temporada após uma sequência negativa. No Brasileirão, a equipe não vence há cinco jogos e caiu para a 14ª colocação, com 22 pontos, apenas quatro a mais que o América-MG, primeiro dentro da zona de rebaixamento.

Expulso de campo no segundo tempo, o técnico Fábio Carille reclamou da arbitragem após a derrota do Corinthians por 2 a 1 para o Cruzeiro neste sábado, na arena do clube em Itaquera, pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. O treinador admitiu também que houve falha de sua equipe no lance do gol que sacramentou a derrota.

"Não lembro de uma defesa do meu goleiro. O segundo gol foi uma infelicidade nossa. Não pode parar na jogada. Mas também, o que nos foi passado sobre o VAR, é que o bandeira tem que esperar o término da jogada. Ele levantou no meio. Acredito e espero que possa melhorar, mas está acontecendo lances que não podem ter", lamentou.

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Na jogada, Fagner tocou a bola para o campo de defesa e o meio-campista cruzeirense Ederson dominou livre. O auxiliar levantou a bandeira, os jogadores das duas equipes pararam. O árbitro, no entanto, mandou seguir. Ederson avançou livre, driblou Walter e marcou. "O próprio jogador do Cruzeiro parou. A gente espera que melhore e que o VAR possa ajudar", complementou o diretor de futebol do Corinthians, Duílio Monteiro Alves.

O dirigente também considerou mal anulado um gol do Corinthians no início do segundo tempo. Após cobrança de escanteio, Mateus Vital pegou a sobra e mandou para as redes. O árbitro viu falta de Marllon em Fred fora da jogada. "Não vi essa falta", comentou.

Com a derrota o Corinthians está ameaçado perde o seu lugar no G4, a zona de classificação à fase de grupos da Copa Libertadores de 2020. Isso porque permaneceu em quarto lugar com 44 pontos e o São Paulo, que está em quinto com 43, recebe o Avaí neste domingo no Morumbi. O time alvinegro volta a campo no próximo sábado para o clássico com o Santos, na arena corintiana em Itaquera.

Na opinião do técnico Fábio Carille, os meias Pedrinho e Mateus Vital sentiram a pressão na derrota do Corinthians para o Independiente Del Valle por 2 a 0, na Arena Corinthians, em São Paulo, no jogo de ida da semifinal da Copa Sul-Americana, nesta quarta-feira.

"Sentimos um pouquinho pela idade de ter mais responsabilidade. Temos um grupo novo e eles têm um time malandro dentro de campo. Hoje estamos com meninos, que ainda têm de acostumar com esse tipo de jogo. Sabemos que vamos encontrar partidas assim", comentou o treinador.

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Carille entende que poderia ter tido mais sorte se tivesse uma equipe mais madura. "Foi um jogo de jogadores experientes. A gente estava com muitos meninos em campo. Mas eles têm de ir para o jogo, seja ele qual for. Vimos as dificuldades do Pedrinho e do Vital na marcação. Hoje (quarta-feira) as coisas não funcionaram", disse.

O treinador tentou explicar depois que a derrota não foi por culpa somente dos atletas mais jovens do Corinthians, embora tenha deixado essa impressão em suas declarações iniciais. "Eles (Del Valle) foram efetivos na organização e estavam prontos para o contra-ataque. Vamos pensar no Brasileiro e depois do domingo pensar em fazer um ótimo jogo lá em Quito e conseguir a classificação".

O presidente Andrés Sanchez foi mais duro para explicar o tropeço do Corinthians em casa. "Levamos um show de bola. Hoje (quarta-feira) foi um dia que deu tudo errado para nós e para eles deu certo. Eles deram uma aula de futebol. Temos de ter consciência disso e agora tentar reverter fora de casa. Saiu barato o 2 a 0", comentou.

O Corinthians enfrenta o Bahia neste sábado, em casa, pela 20.ª rodada, a primeira do returno, do Campeonato Brasileiro. Na próxima quarta-feira, irá ao Equador tentar reverter o tropeço diante do Del Valle na altitude de 2.800 metros de Quito. Vale lembrar que na Sul-Americana há a regra do gol fora de casa. Um novo 2 a 0, desta vez para os alvinegros, leva a decisão para os pênaltis.

O técnico Fábio Carille ficou revoltado com a arbitragem do clássico do Corinthians contra o Santos, na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. Além de reclamar de marcações durante a derrota por 1 a 0, o treinador disse ter sido xingado por um dos auxiliares.

Após a partida, Carille teve de ser contido pelos jogadores e integrantes da comissão técnica e recebeu cartão amarelo. Em leitura labial de imagens exibidas pela televisão, percebe-se que o treinador afirma: "Ele me chamou de vagabundo."

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Na entrevista coletiva, Carille voltou a falar que foi xingado. "Em relação ao jogo, sabemos que é muito difícil jogar aqui. O lance do Avelar não está impedido, o Clayson faz o gol. A orientação é que qualquer dúvida é esperar o lance e ir para o VAR. Depois, dá o impedimento do tiro de meta, isso é básico do futebol. Não pode acontecer. Fui lá e pela primeira vez uma coisa feia aconteceu. Mas eu fui lá numa boa e ele foi muito sem educação. Vamos ver na televisão o que aconteceu. Se houver punição, que seja para ele. Eu não xinguei ninguém", afirmou Carille.

"Em relação ao que reclamei, é muito difícil de jogar aqui. O lance do Walter não estava impedido. Coisa feia, ele foi muito sem educação comigo. Depois, a gente vê na televisão. Ele foi muito mal educado. A punição tem de ser para ele, eu não xinguei ninguém", acrescentou o treinador.

Questionado se teria sido chamado de "vagabundo", Carille desconversou e encerrou o assunto: "O que tinha de falar sobre arbitragem já falei, deixa para lá".

Com a derrota para o Santos, o Corinthians permanece com 12 pontos e ocupa o décimo lugar na tabela de classificação do Brasileirão. Na retomada do torneio, que tem o dia 14 de julho como data-base, o time receberá o CSA.

O poder de ataque do Corinthians ainda incomoda Fábio Carille. Ou melhor, a falta dele. Mesmo após o título do Campeonato Paulista e a classificação às oitavas de final da Copa do Brasil, o treinador mostrou um discurso com sobriedade, reconhecendo as limitações do time. Comemorou, mas não se empolgou.

Neste domingo (28), após a derrota por 3 a 2 para o Bahia, na Arena Fonte Nova, voltou a reconhecer que o time precisa melhorar (e muito) do meio de campo para frente. Em Salvador, o Corinthians marcou dois gols, ambos com chutes de fora da área, com Pedrinho e Clayson.

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Não é de hoje que o Corinthians tem dificuldades em agredir o adversário. O time mantém uma boa posse de bola (contra o Bahia ela foi de 62%), controla o jogo e a intensidade do adversário, mas encontra dificuldades em criar chances de gols e levar perigo. Para piorar, em Salvador não pode contar com Gustavo e Júnior Urso, machucados.

"Essa posse de bola engana, por isso não gosto de me apegar a números. A bola ficou rodando muito com meus zagueiros, por isso a posse engana. Está mais do que provado que não é quem tem mais a bola que vai ganhar. A gente jogou sem a bola algumas vezes, mas a gente tem que movimentar mais, criar opções para agredir mais o adversário", disse.

Fábio Carille sagrou-se tricampeão paulista neste domingo (21), após a vitória do Corinthians por 2 a 1 sobre o São Paulo, no segundo jogo da final do Estadual. Sob o seu comando, o clube também havia conquistado as taças em 2017 (sobre a Ponte Preta) e no ano passado, contra o rival Palmeiras.

Na entrevista coletiva que concedeu após a nova conquista, o treinador repetiu o que havia dito no gramado após o fim do jogo, quando disse sentir-se abençoado e procurou não fazer avaliações próprias sobre suas qualidades técnicas.

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Carille disse ainda que aprendeu muito com as passagens de Tite e Mano Menezes pelo Corinthians, quando atuou como auxiliar técnico desses profissionais. "São coisas que, sinceramente, não consigo entender por que estão acontecendo comigo. Sério mesmo... Aprendi muito no Corinthians. Aprendi principalmente com Mano e com Tite", ressaltou.

O treinador também traçou um rápido perfil de cada um dos elencos que comandou nos três títulos estaduais conquistados nestes três anos. "Em 2017, tive um grupo que me escutou demais. Ganhamos jogos no detalhe. Em 2018, tivemos de mudar. Não gosto de jogar sem o (camisa) nove. Mas tivemos que nos adaptar assim no Paulista. Esse ano, mudamos a forma de jogar, algumas vezes colocando dois camisas nove", disse.

COMEMORAÇÃO LIBERADA - Carille também decidiu liberar os jogadores do Corinthians para comemorar o título do Paulistão neste domingo, apesar do fato de que na próxima quarta-feira o time tem um importante confronto com a Chapecoense, em Itaquera, pela quarta fase da Copa do Brasil. Na primeira partida, em Chapecó, o time paulista perdeu por 1 a 0 e, por isso, precisa vencer por dois gols de diferença para se classificar.

Neste domingo, a Chapecoense perdeu a final do Campeonato Catarinense para o Avaí, na Ressacada. Após um empate por 1 a 1 no tempo normal, o time da capital de Florianópolis levou a melhor nos pênaltis: 4 a 2.

"Amanhã (segunda-feira) me apresento cedo, começo a esboçar (o time que vai atuar na quarta). A escalação eu vou olhar no olho de cada um na terça. Só de olhar no olho eu já sei. Tem uns lá que vou olhar bem. Não vou trancar. Tem de comemorar, sim. Terça-feira, os jogadores vão saber quem vai pra campo", avisou.

A relação de Fábio Carille com a imprensa piorou ainda mais após a classificação do Corinthians sobre o Santos no Pacaembu para a final do Campeonato Paulista com uma vitória nos pênaltis após derrota por 1 a 0. Na entrevista coletiva após o clássico desta segunda-feira (8), ao ser questionado sobre supostos espiões que foram ao CT Joaquim Grava - razão alegada para fechar os últimos treinos do time - , ele perdeu de vez a paciência.

"Que bom você ter levantado isso. Eu ganho um jogo de 1 a 0 na arena de jogada de bola parada que eu treinei. E o técnico adversário, meu amigo, fala: é fogo perder uma bola parada que eu sabia. Quando chamei de mentirosa a imprensa, eu estava na Venezuela. Quando falei isso, disseram que eu estava acertado com o Al-Hilal para ganhar um milhão por mês com o Rodriguinho também acertado", comentou Carille, também relembrando o episódio da sua saída do Corinthians em 2018.

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"Quem falou (sobre o espião)? Uma fonte. É difícil. A gente já vive em um país cheio de problema e de mentira. Eu acertei com o Al-Wheda. Está incomodado? (questionou ao repórter)", acrescentou o treinador.

A discussão continuou. Os assessores de imprensa do Corinthians tentaram interceder, mas Carille prosseguiu em seu desabafo. "Eu tomei uma pressão no posto de gasolina de um torcedor pois a imprensa falou que eu barrei a chegada do Drogba. Se equivocam demais, talvez a carapuça tenha servido a você", afirmou, apontando supostos erros da imprensa.

Em relação ao jogo, Carille reconheceu que o time foi mal contra o Santos. "Os jogadores sem bola se dedicaram demais. Cumpriram muito função. O ponto alto é a concentração. Mas com a bola não funcionou, mas sem bola funcionou bastante. Agora a partir de quarta-feira vamos pensar no São Paulo", finalizou.

Classificado à final do Paulistão, o Corinthians terá pela frente o São Paulo. Os jogos serão disputados no Morumbi e em Itaquera, provavelmente nos próximos dois domingos.

Fábio Carille parecia pouco ou nada satisfeito com o que viu em Araraquara (SP) neste domingo. Ao final do empate por 1 a 1 entre Ferroviária e Corinthians, na Arena da Fonte Luminosa, pela rodada de ida das quartas de final do Campeonato Paulista, o treinador corintiano não poupou críticas a má atuação do time e afirmou até que a equipe talvez não merecesse nem a igualdade no placar.

"Tivemos bem abaixo e fomos premiados com um gol, embora não tenhamos jogado bem. Temos que comemorar o resultado", disse o treinador, que depois completou. "Não sei se éramos merecedores desse empate". A bronca foi com o excesso de erros de passes e falta de criatividade. "Erramos passes simples e entregamos muito a bola para eles", reclamou.

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Apesar da reclamação pública, o treinador mostra confiança na classificação às semifinais e acredita que a força do time em casa poderá fazer a diferença nesta quarta-feira. "Vamos levar a decisão para casa. Não jogamos bem e a gente sabe que podemos jogar mais", destacou.

O Corinthians precisa de apenas uma vitória simples para se classificar à semifinal. Não há diferença de gols marcados fora de casa. Logo, se a partida terminar empatada, a decisão será na disputa por pênaltis.

O técnico Fábio Carille vai fazer seis mudanças no Corinthians para o jogo diante do São Bento, neste sábado, em relação à equipe que se classificou para a próxima fase da Copa Sul-Americana, quarta-feira, na Argentina, na partida contra o Racing.

Com desgaste muscular, Henrique, Manoel, Ralf, Ramiro, Pedrinho e Gustavo, o Gustagol, serão poupados e não vão iniciar o duelo. No treino desta sexta-feira, os seis atletas fizeram apenas trabalhos leves de corrida no CT do Corinthians.

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Em seus lugares, Carille apostará em Pedro Henrique, Marllon, Richard, Júnior Urso, Vagner Love e Boselli. Assim, o time do Corinthians vai entrar em campo com a seguinte formação: Cássio; Fagner, Marllon, Pedro Henrique e Danilo Avelar; Richard, Júnior Urso e Sornoza; Clayson, Vagner Love e Boselli.

Carille realizou um treino tático para os 11 titulares, com foco em jogadas de bola parada e finalizações. O técnico vem mostrando preocupação com os gols sofridos pela equipe, principalmente em jogadas aéreas - diante do Racing, o time levou o 14º gol em 13 partidas na temporada.

O meia Jadson, que treinou pela segunda vez no campo nesta semana, deve continuar fora do time. Ele trata dores nos dois joelhos e deve ser preservado para o jogo contra o Santos, no dia 10, na Arena Corinthians, pelo Campeonato Paulista. Na partida em Sorocaba, às 16h30 deste sábado, o time de Carille vai defender a liderança do Grupo C - tem um ponto de vantagem para a Ferroviária.

O técnico Fábio Carille mostrou preocupação com as falhas defensivas do Corinthians na vitória por 4 a 2 sobre o Avenida-RS pela Copa do Brasil nesta quarta-feira (20). A equipe da casa começou perdendo por 2 a 0 em plena Arena e só conseguiu a virada de maneira dramática aos 42 minutos do segundo tempo. O time gaúcho vai disputar a Série D do Brasileirão e fez nesta quarta-feira o primeiro jogo fora do Rio Grande do Sul em seus 75 anos de história.

"Estamos sem tempo para trabalhar, mas precisamos de mais atenção e também de uma cobrança maior da minha parte e da comissão técnica", disse o técnico Fábio Carille em entrevista coletiva na Arena Corinthians.

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O treinador reconheceu que tomou um susto com a vantagem dos gaúchos no início da partida. "Foi um susto mesmo, procurei colocar o mesmo time que jogou contra o São Paulo. Com nove minutos, já estava 2 a 0, aí tive que mudar para ser mais agressivo. Quero destacar o papel da torcida, que não vaiou em nenhum momento. Eu tenho laterais e volantes que ajudam o setor ofensivo a fazer gols, então todo mundo precisa ajudar a marcar também. A gente precisa parar de tomar gols o quanto antes. Estou trabalhando a bola parada, mas preciso trabalhar mais, porque a bola parada decide."

O treinador pretende manter a dupla formada por Manoel e Henrique e afirmou que deu chances para todos os zagueiros do elenco. "Eu coloquei todos para jogar. Faz parte, é um início, é uma dupla nova. É o que eu acredito nesse momento, precisamos de mais jogos. Foi contra Palmeiras, contra o São Paulo fez um bom jogo, uma bola que entrou no triângulo não foi culpa da zaga", afirmou o treinador.

Para as próximas rodadas, a dupla será mantida. No domingo, o time vai enfrentar o Botafogo pelo Campeonato Paulista. "Enfim, tem que dar confiança também. Se começar a mudar toda hora, não passa confiança. Se daqui a algumas rodadas continuar mostrando problemas de posicionamento, a gente pensa em outras situações", completou.

Apesar das falhas recorrentes da defesa do Corinthians, o técnico Fábio Carille decidiu bancar a dupla formada por Manoel e Henrique. Os zagueiros são os únicos já confirmados para o clássico com o São Paulo, neste domingo, na Arena Corinthians.

"É a dupla que eu vou trabalhar", disse o treinador após o empate com o Racing, pela Copa Sul-Americana. Os outros defensores do elenco são Pedro Henrique, Léo Santos e Marllon.

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Das nove partidas disputadas neste ano, o time sofreu gols em sete. O cenário atual é muito diferente das temporadas anteriores, quando o time tinha uma defesa quase intransponível. No título brasileiro de 2017 e nas conquistas estaduais do mesmo ano e de 2018 o Corinthians foi o menos vazado.

O volante Ralf falou sobre o assunto. "O Carille vem estudando a melhor proposta para nós, da parte defensiva. É início de competição, mas não podemos ficar tomando gols bobos e perdendo pontos. Na Copa do Brasil, poderíamos ter tido uma eliminação precoce", afirmou, referindo-se ao empate por 2 a 2 com o Ferroviário (CE).

Apesar do empate, o Corinthians se classificou para a segunda fase do torneio por ter melhor posição no ranking da CBF do que o Ferroviário e agora vai receber o Avenida (RS), quarta-feira, na Arena.

O técnico Fábio Carille fez mistério no treino desta sexta-feira e escondeu o time do Corinthians que entrará em campo no clássico contra o Palmeiras, sábado, no Allianz Parque, pela quinta rodada do Campeonato Paulista.

As dúvidas estão do meio para a frente. Depois de um rápido trabalho de aquecimento, o treinador levou 15 jogadores mais o goleiro Cássio para o campo no lado oposto de onde estavam os jornalistas e treinou insistentemente o posicionamento em jogadas de bola parada.

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A linha defensiva está confirmada com Fagner, Manoel, Henrique e Danilo Avelar. Ralf deve ser o primeiro volante e Jadson atuará como meia centralizado. A partir daí, Carille tem inúmeras opções para montar o Corinthians.

Ramiro pode ser o segundo volante, mas também há a chance de jogar aberto pela direita. Se fizer a segunda opção, Richard e Araos têm a possibilidade de preencher essa vaga no meio-campo e reforçar a marcação. Se Ramiro ficar no meio, Pedrinho vai entrar na direita e deixará a equipe mais ofensiva.

O centroavante deve ser Gustavo, o Gustagol, por ter feitos bons jogos no início de temporada, com dois gols marcados, e por ser mais forte do que Boselli nas jogadas aéreas. A esquerda é uma incógnita. Mateus Vital pode ser mantido, Sornoza também briga, mas o treinador pode surpreender e colocar Vagner Love, especialmente se começar com mais um jogador de marcação no meio.

Um provável Corinthians para o clássico pode ter: Cássio; Fagner, Manoel, Henrique e Danilo Avelar; Ralf, Richard e Jadson; Ramiro, Gustagol e Vagner Love. O time faz até agora uma fraca campanha no Paulistão, com duas derrotas, um empate e uma vitória.

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