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A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nesta segunda-feira (20) o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) por injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por racismo contra o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida.

A denúncia foi baseada nas declarações do deputado durante uma entrevista concedida a um programa de podcast na internet, em junho deste ano. 

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Na ocasião, Gayer associou africanos a pessoas com quociente de inteligência (QI) baixo. Durante a conversa com o apresentador Rodrigo Barbosa Arantes, o deputado disse que a população daquele continente não tem capacidade para viver em um regime democrático.

Na entrevista, o deputado ainda chamou o presidente Lula de "bandido".  Após as declarações terem sido levadas à PGR pela Advocacia-Geral da União (AGU) e parlamentares da base governista, o deputado publicou nas redes sociais uma mensagem contra Silvio Almeida.

"Mais um para provar que QI baixo é fundamental para apoiar ditaduras. Infelizmente temos um ministro analfabeto funcional ou completamente desonesto", escreveu.  De acordo com a vice-procuradora em exercício, Ana Borges Santos, as declarações de Gayer não estão cobertas pela imunidade parlamentar. 

"As palavras empregadas não estão alcançadas pela imunidade, porque o discurso foi dolosamente ofensivo, injurioso, depreciativo, aviltante", escreveu a procuradora.  Defesa A Agência Brasil entrou em contato com o gabinete de Gustavo Gayer e aguarda retorno.

Em vídeo publicado nas redes sociais na época dos fatos, Gayer disse que sua entrevista foi tirada de contexto e publicada na internet. O parlamentar afirmou que fez comentários sobre a qualidade da educação e subnutrição no continente, fatores que, segundo ele, têm impacto no QI da população.

O sambista carioca Tunico da Vila, filho de Martinho da Vila, usou suas redes sociais para denunciar um caso de discriminação que sofreu na noite da última sexta-feira (20), em Vitória, capital do Espírito Santo. Por meio de um vídeo, o artista disse que um vendedor de bebidas disse que ele deveria "voltar para favela porque lá era seu lugar".

"Eu, Tunico da Vila, negro brasileiro, acabei de sofrer racismo aqui na Rua da Lama por um idiota falar ‘volta para favela’, uma injúria racial né? Ele falou: ‘volta pra favela, lá é seu lugar’. E o pior, ele é pardo. Estou agradecendo aqui a Polícia Militar que veio e pegou os dados. Racistas não passarão", disse Tunico, na gravação. 

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O sambista contou que o caso aconteceu quando sua esposa, Débora Sathler Ferreira, desceu para passear com Soba, porco de estimação do casal. Ao ver o bicho fuçando a grama, o homem reclamou com ela. 

Sem saber do ocorrido, o sambista desceu em busca da esposa, para pedir que ela lhe ajudasse com um curativo. "Falou que o Soba estava estragando a obra que ele estava pagando [se referindo a obra da rua feita pela Prefeitura], mas os porcos fuçam e os cachorros também. Ele já tinha sido grosso com ela, foi gritar com ela e falei pra ele falar direito com ela e ele disse 'volta pra favela que lá é o teu lugar'. Aí comecei a chamar ele de racista, gritei e fui pra cima dele, não de agredi-lo, mas pra não deixar ir embora. Ele estava vendendo energético, não sei se tinha permissão. Depois de falar o que falou ele me chamou de macumbeiro", contou o sambista ao G1.

De acordo com Tunico, na tradição do candomblé, o porco é o animal sagrado de Omulú, seu orixá de cabeça. O sambista disse que vai registrar boletim de ocorrência junto à Polícia Civil na próxima segunda-feira (23), na delegacia da Praia do Canto, em Vitória.

A Advocacia-Geral da União acionou o Supremo Tribunal Federal nesta quinta-feira, 28, com uma queixa-crime por injúria contra o deputado federal Gustavo Gayer em razão de o parlamentar do PL de Goiás ter afirmado que o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Sílvio Almeida, é “analfabeto funcional ou completamente desonesto”.

A declaração foi publicada no Twitter, como resposta de Gayer a um post de Sílvio - na publicação, o ministro dizia que pediria apuração sobre falas do deputado durante programa do 3 Irmãos Podcast. Na ocasião, o parlamentar associou africanos a quociente de inteligência baixo, inclusive o comparando a de macacos.

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"A publicação não exige maiores explicações. De sua mera leitura verifica-se que são atribuídos xingamentos injustificáveis contra o querelante (Silvio), rogando-lhe qualidades negativas que, certamente, ofendem a sua honra subjetiva, a sua dignidade e o seu decoro", argumenta a AGU.

A Advocacia pede que Gustavo Gayer seja enquadrado por injúria, crime previsto no artigo 140 do Código Penal, apontando ainda o agravante de que o delito foi praticado contra funcionário público e por meio da rede mundial de computadores.

O braço jurídico do governo Lula avalia que a publicação de Gayer - que já conta 660 mil visualizações - teve o nítido propósito de “injuriar Silvio Almeida, imputando-lhe adjetivos ultrajantes com o fim de atingir a sua autoimagem”.

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) denunciou o ex-deputado federal Jean Wyllys (PT) pelo crime de injúria por ter chamado o governador do Estado, Eduardo Leite (PSDB), de "gay com homofobia". O caso está na 2ª Vara Criminal de Porto Alegre. Wyllys não foi ouvido na fase de investigação e disse nas redes sociais que o processo é uma "cortina de fumaça".

A Promotoria atendeu a uma representação do governador, que pediu que o caso fosse investigado criminalmente. A pena do crime de injúria é de um a seis meses de detenção, mais multa. O fato de Jean Wyllys ter feito as declarações nas redes sociais e do alvo ser um governador podem ser agravantes caso ele seja condenado.

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"Ao dirigir sua crítica a atributos pessoais da vítima, relacionados à sua orientação sexual, quando poderia limitar-se a crítica do fato, objeto da inconformidade, o denunciado extrapolou a liberdade de expressão e atingiu deliberadamente e com animus injuriandi (intenção de injuriar), a honra subjetiva da vítima", disse a promotora do caso, Claudia Lenz Rosa, na nota divulgada pelo MP-RS.

Em regra, para os crimes de ação penal privada, como é o caso da injúria, a pessoa precisa entrar com a ação por conta própria. De acordo com a assessoria do Ministério Público, o caso foi abraçado pelo órgão pela vítima (Leite) ser um funcionário público no exercício das funções.

Durante a fase de investigação, o Ministério Público não localizou Wyllys para que ele pudesse dar sua versão sobre os fatos.

Relembre o caso

No dia 14 de julho, pouco tempo depois de voltar ao Brasil e ser acolhido pelo governo Lula, no qual teria um cargo na Secretaria de Comunicação (Secom), Jean Wyllys usou as redes sociais para criticar a decisão de Eduardo Leite de manter as escolas cívico-militares no Rio Grande do Sul.

"Que governadores héteros de direita e extrema-direita fizessem isso já era esperado. Mas de um gay...? Se bem que gays com homofobia internalizada em geral desenvolvem libido e fetiches em relação ao autoritarismo e aos uniformes; se for branco e rico então... Tá feio, 'bee' (gíria para homem homossexual)", escreveu o ex-deputado.

Leite respondeu, chamando a declaração de "deprimente". "Manifestação deprimente e cheia de preconceitos em incontáveis direções… E que em nada contribui para construir uma sociedade com mais respeito e tolerância. Jean Wyllys, eu lamento a sua ignorância", escreveu o governador.

A publicação de Jean Wyllys foi retirada do ar por ordem da Justiça do Rio Grande do Sul, que atendeu a um pedido feito também pelo Ministério Público do Estado.

'Cortina de fumaça'

Wyllys compartilhou nas suas redes sociais a resposta que deu a um jornalista que lhe questionou sobre a denúncia criminal. O ex-deputado disse que não tem interesse em se manifestar e que Leite está usando "essa litigância de má-fé para levantar cortina de fumaça, junto com o MP, para esconder sua incompetência no que diz respeito à proteção dos gaúchos em relação à crise climática".

Ele fala do ciclone extratropical que atingiu o Rio Grande do Sul e deixou 46 mortos e mais de 10 mil pessoas desabrigadas.

"Sem tempo para mau-caratismo! Preocupa-me a desoladora situação dos gaúchos afetados pelo ciclone, cujos assustadores impactos poderiam ter sido mitigados se eles contassem com um governo que se importasse de verdade com os alertas emitidos por cientistas. Toda solidariedade!", disse Wyllys.

Nomeação congelada

O ex-deputado estava fora do Brasil por causa das ameaças de morte que vinha sofrendo de opositores políticos. Ele voltou ao País e foi abraçado pela primeira-dama, Janja Lula da Silva. Jornalista de formação, Wyllys chegou a ser confirmado pelo Planalto como contratado da Secom, para atuar direto com a Presidência.

Dias depois, a polêmica com o governador Eduardo Leite congelaram a nomeação de Wyllys, que já era dada como certa. Como mostrou a Coluna do Estadão, o ex-deputado continua com um bom trânsito no governo.

O coronel da reserva do Exército Adriano Camargo Testoni virou réu por injúria na Justiça Militar. A denúncia do Ministério Público Militar (MPM) foi aceita na terça-feira, 13. O militar ficou conhecido por gravar, com camisa verde e amarela, vídeos repletos de xingamentos e ofensas à cúpula das Forças Armadas durante o ataque golpista do 8 de Janeiro. Como a acusação considera que o crime foi praticado de forma agravada e continuada, ele pode ser condenado a até dois anos de prisão.

Na ocasião, Testoni atuava como assessor da Divisão de Coordenação Administrativa e Financeira do Hospital das Forças Armadas, em Brasília. Foi exonerado dois dias depois de comparecer à cena dos ataques contra os prédios públicos.

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O ato que reuniu milhares de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em ações de vandalismo e tentativa de golpe de Estado, na Praça dos Três Poderes. O Estadão identificou dezenas de golpistas e mostrou que a violência foi premeditada.

"Forças Armadas filhas da p... Bando de generais filhos da p... Vanguardeiros de m... Covardes. Olha o que está acontecendo com a gente. Freire Gomes (ex-comandante do Exército), filho da p... Alto Comando do c.... Olha aqui o povo, minha esposa. Esse nosso Exército é um m... Vão tudo tomar no c...", esbravejou o coronel após a PM usar gás lacrimogêneo contra os extremistas. O oficial aparecia abraçado a sua mulher.

A denúncia contra o coronel, obtida pelo Estadão, leva em conta declarações dele gravadas em dois vídeos e enviadas em grupos de WhatsApp do qual também participavam outros oficiais. Entre eles, três superiores hierárquicos diretamente citados pelo militar: os generais de divisão Carlos Duarte Pontual de Lemos, Cristiano Pinto Sampaio e Pedro Celso Coelho Montenegro.

Em um segundo vídeo, Testoni diz ter "vergonha" de ser militar e prossegue os ataques. "Os filhos da p... da nossa força devem estar com o c... tomando whisky em casa agora no domingo", disse, no vídeo. Manda agora aqui, ô Pontual, manda a PE (Polícia Especial). Montenegro, manda o BGP (Batalhão da Guarda Presidencial) dar porrada na gente aqui. Que p... de vanguardeira é essa? Familiar militar o c... Vocês são tudo filha da p... mesmo. P... Vai tudo tomar no c....", afirmou.

O inquérito do Comando Militar do Planalto foi concluído em janeiro e encaminhado ao Ministério Público Militar. O órgão ofereceu a denúncia em 12 de maio à Justiça. Ela foi recebida em 13 de junho, quando o coronel passou a ser considerado réu no caso.

Os três advogados relacionados por Adriano Testoni na ação penal foram procurados por meio dos telefones que informam à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) como funcionais, mas não responderam. Em depoimento ao Ministério Público, o coronel confirmou ter feito os xingamentos, mas justificou a agressão alegando circunstâncias das "ações repressivas do policiamento" durante o ataque.

A estudante do curso de Biomedicina da Unisagrado, em Bauru, no interior de São Paulo, que foi vítima de deboche por parte de três colegas da universidade, registrou um boletim de ocorrência contra elas nesta semana. O caso foi registrado como injúria e difamação na Delegacia de Bauru, onde segue sendo investigado. O etarismo ou velhofobia corresponde à discriminação por idade contra indivíduos ou grupos etários com base em estereótipos.

No dia 10 de março, viralizou um vídeo no qual três calouras do curso debocharam de Patrícia Linares, de 45 anos, que também começou a estudar neste ano, por ela ser mais velha. Na publicação, uma das jovens pergunta como fazer para "desmatricular" uma colega de classe. A segunda estudante que aparece no vídeo responde: "Ela tem 40 anos já", disse. "Era para estar aposentada", continua uma terceira aluna no vídeo. "Gente, 40 anos não pode mais fazer faculdade", afirmou, com ironia, uma delas.

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De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP), a vítima compareceu à delegacia na última segunda-feira, 20, onde foi ouvida. Ela representou criminalmente contra as autoras do vídeo.

As estudantes não foram localizadas pela reportagem. O espaço permanece aberto para que se manifestem sobre o caso.

Desistência de graduação

Barbara Calixto, Beatriz Pontes e Giovana Cassalati, as três alunas do curso de Biomedicina da Unisagrado que gravaram o vídeo debochando de Patrícia, desistiram da graduação.

Após a repercussão do vídeo, a Universidade Unisagrado disse, em uma publicação nas redes sociais, que não compactua com qualquer tipo de discriminação. "Defendemos uma causa: a educação. Na verdade, somos a causa. Acreditamos que todos devem ter acesso à educação de qualidade, desde pequenos até quando cada um quiser, porque educação é isso: autonomia. Isso tudo faz sentido para nós", afirmou.

Posteriormente, a instituição de ensino instaurou um processo disciplinar para apurar o caso. No entanto, segundo a própria entidade, em meio ao andamento da ação que avaliava a conduta das três universitárias, elas decidiram solicitar a desistência do curso.

"Comunico que foi instaurado processo disciplinar e, durante, as três estudantes solicitaram a desistência do curso de Biomedicina. Dessa forma, o processo perdeu o objeto e, por isso, foi finalizado", disse a instituição em nota no dia 16.

A Secretária executiva da Mulher e Direitos Humanos de Olinda, Verônica Brainer, conversa com a TV LeiaJá sobre como está sendo o funcionamento das campanhas de combate à violência contra a mulher, homofobia e preconceito racial durante e como serão as ações também no pós-folia.

Confira os detalhes a seguir:

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O ex-secretário especial de Cultura Mário Frias se tornou réu por injúria e difamação praticadas contra o humorista Marcelo Adnet. A notícia foi divulgada pelo colunista Lauro Jardim, no jornal O Globo.

Após ser satirizado por Adnet, Frias utilizou suas redes sociais para chamar o comediante de "criatura imunda", "crápula", "garoto frouxo", "palhaço decadente" e "judas". O ex-secretário ainda publicou que o humorista traiu a ex-esposa, Dani Calabresa, alegando que Adnet não "respeitou nem a própria esposa traindo a coitada em público por pura vaidade e falta de caráter".

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O humorista, então, registrou uma queixa-crime contra Frias, que foi admitida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. A defesa do ex-secretário havia argumentado que não houve dolo específico e que os fatos eram atípicos. Uma audiência por videoconferência para oitiva dos envolvidos será realizada.

Um cabo da Polícia Militar de Pernambuco foi expulso da corporação após ser considerado culpado pelas acusações de lesão corporal e injúria contra sua ex-companheira. A exclusão foi comunicada pela Secretaria de Defesa Social, em deliberação publicada na primeira semana de julho. O crime aconteceu em 13 de maio de 2019. 

De acordo com o Conselho de Disciplina, o cabo Jacson Bosco dos Santos Filho agrediu fisicamente a ex-esposa, chegando a raspar o cabelo e as sobrancelhas da vítima. Ao fim da apuração disciplinar, que só aconteceu este ano, o soldado foi considerado culpado e incapaz de permanecer na corporação. 

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“Se firmou a convicção que o militar praticou lesão corporal e injúria real contra sua ex companheira; ao analisar as peças que compõem os autos, o Corregedor Geral da SDS decide por julgar o cabo Jacson Bosco dos Santos Filho culpado das acusações indicadas, bem como incapaz de permanecer integrando a PMPE”, informa o documento.  

Uma mulher, de 49 anos, foi presa em flagrante no ponto de vacinação contra a Covid-19 do Shopping Recife, na Zona Sul da capital, no último domingo (26). Ela foi encaminhada a Delegacia de Boa Viagem após proferir ofensas raciais contra um enfermeiro e desacatar um policial. 

Em nota, a administração do shopping informou que acionou os órgãos competentes assim que tomou ciência da confusão no posto de imunização da Prefeitura do Recife.

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"O centro de compras esclarece ainda que não compactua com nenhuma atitude desse tipo e que toda a sua equipe passa por treinamentos constantes para proporcionar o bem-estar e a segurança de todos os seus clientes", frisou.

A prefeitura do Recife, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), explicou que as ofensas ocorreram após a quarta dose ser negada a uma adolescente que acompanhava a agressora. A pasta lembra que o reforço só está liberado para pessoas a partir de 40 anos, imunossuprimidas, trabalhadores da saúde e aquelas com IMC maior ou igual a 40.

"A Sesau esclarece que repudia todo e qualquer ato de discriminação e que prestou toda assistência ao enfermeiro agredido verbalmente por uma usuária", ressaltou. O caso foi registrado pela Polícia Civil como injúria qualificada racial.

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Por unanimidade, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) não conheceu do recurso de um homem que foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) a indenizar em R$ 100 mil o cantor Chico Buarque, a atriz Marieta Severo e suas três filhas, por comentários ofensivos publicados em rede social.

Segundo os autos, o recorrente fez os comentários na publicação de uma fotografia familiar, feita por uma das filhas dos artistas em seu perfil no Instagram. "Família de canalhas!!! Que orgulho de ser ladrão!!!", comentou.

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O TJRJ aumentou a indenização por danos morais fixada em primeira instância, de R$ 5 mil para R$ 20 mil a cada uma das vítimas, considerando que o ofensor abusou de seu direito à livre manifestação do pensamento quando injuriou o compositor, a atriz e suas filhas.

Com informações da assessoria do STJ

A apresentadora Antônia Fontenelle foi condenada pelo crime de injúria praticado contra Felipe Neto. De acordo com a sentença dada pelo 9º Juizado Especial Criminal, da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, Fontanelle pagará uma multa no valor de R$ 63 mil, além de arcar com todos os gastos do processo.

O caso ocorreu em 2020, após a apresentadora publicou no Instagram ofensas contra Neto. Na postagem ela se referiu ao youtuber como "canalha" e "câncer da internet". Ao ter conhecimento da sentença, Felipe Neto usou as redes sociais para comemorar a decisão.

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"Grande dia. Eu falei pra vocês que eles cairiam um por um. Essa é a primeira condenação criminal nos processos que abrimos contra esta senhora bolsonarista. As coisas que ela disse, as associações da minha imagem com pedofilia e uso de drogas, as ofensas, são imperdoáveis. Decidimos dar a ela a chance de provar o que disse na justiça, mas já no primeiro processo ela não conseguiu. Agora vamos aguardar os outros", escreveu.

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O jogador Celsinho, meio-campo do Londrina, relatou ter sofrido uma ofensa racista durante partida contra o Brusque pela Série B do Campeonato Brasileiro no sábado (28). O caso foi registro pelo árbitro na súmula da partida.

"De fato aconteceu. Eu não sei se ele faz parte da comissão técnica, da diretoria. Aquele senhor de vermelho, que se encontra no camarote", apontou o jogador em entrevista ao Premiere após a partida.

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Na súmula, o árbitro anotou que Celsinho teria recebido a seguinte ofensa: "Vai cortar esse cabelo, seu cachopa de abelha". O autor da injúria foi identificado como Julio Antônio Petermann, integrante da equipe do Brusque. Ele estava vendo o jogo em um camarote, mas desceu na arquibancada e ainda discutiu com jogadores paranaenses.

Celsinho também criticou a quantidade de pessoas presentes no estádio. "Também não entendo o porquê de tantas pessoas assim, em um protocolo, em uma situação em que ainda não estão liberados os torcedores, nós temos uma quantidade assim, é lamentável", disse. O atleta ainda afirmou que providências seriam tomadas sobre o episódio de racismo. A partida terminou 0x0.

Um médico de 47 anos foi preso suspeito de chamar a cozinheira de um hotel de "vagabunda, macaca, preta e gorda" em Rondonópolis-MT na terça-feira (13). O nome do médico não foi divulgado pela polícia. 

A equipe do hotel informou aos policiais militares que o hóspede ofendeu a cozinheira com palavras preconceituosas. Em seguida, ele quebrou garrafas de cerveja, entrou no quarto de outro hóspede e se recusou a sair. O médico ainda teria xingado uma hóspede e oferecido dinheiro a outra funcionária para manter relações sexuais com ele.

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Ao ser detido, o acusado também ofendeu os policiais. Em tom de ameaça, ele disse que era casado com uma juíza. Foi necessário o uso de algemas devido à resistência. 

Testemunhas contaram que o médico já apresentava comportamento ofensivo há dias. Ele deve prestar depoimento nesta quarta-feira (14).

Bruno Lima, delegado de São Paulo, usou o Twitter para se pronunciar e apoiar Lucas Penteado, participante do BBB21 que após protagonizar polêmicas, está sendo alvo de ataques por parte de outros membros do reality show da TV Globo, principalmente Karol Conká. Por conta disso, os fãs até mesmo estão pedindo a saída da cantora do programa.

"O Lucas sofreu crime de injúria!! Amanhã entraremos em contato com a família dele para orientar quanto ao crime cometido".

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Segundo informações do Jusbrasil, crime de injúria é crime contra a honra consistente em ofender a dignidade ou o decoro de alguém.

Em seguida, Bruno ainda acrescentou que já entrou em contato com pessoas próximas ao ator:

"Pessoal, como eu já disse sobre o episódio de crime de injúria que Lucas vem sofrendo no #BBB21, já estamos em contato com pessoas próximas a ele e analisando demais medidas legais. Em breve postarei atualização do caso por aqui e em meu Instagram".

Procurada pelo ESTRELANDO, a Globo não retornou o contato até a publicação desta matéria.

Nego do Borel abriu um boletim de ocorrência contra a ex-namorada Duda Reis na última quarta-feira (13). Segundo informações do jornal Extra, o músico afirma estar sofrendo injúria, calúnia e difamação. De acordo com Nego, a atriz está fazendo acusações mentirosas contra ele, já que não aceitaria o fim do relacionamento de três anos. Sendo assim, Duda estaria criando toda a movimentação social como forma de vingança.

O registro foi feito na 42ª Delegacia de Polícia, que fica na região do Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste do Rio de Janeiro. De acordo com a ocorrência, Nego soube das acusações de Duda através das redes sociais. O cantor nega que a monitorava, que gravava suas conversas e que a forçava a aparecer em vídeos onde era obrigada a dizer mentiras.

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Nego também nega ter atitudes racistas e afirma que nunca falaria mal de negros e pobres, já que ele é negro, possui família negra e tem diversos amigos pobres. O funkeiro também diz que Duda insiste em reatar o relacionamento e afirma, inclusive, ter provas em vídeo dessas tentativas de reconciliação.

Por fim, o artista reforçou que nunca agrediu a ex-namorada e que abomina relacionamentos abusivos. Nego contou que, em qualquer discussão que tinha com Duda, preferia sair de perto para amenizar a situação. Ele lamenta a forma como o namoro acabou, já que abalou a sua vida pessoal e profissional, e diz que o homem retratado por Maria Eduarda nas redes sociais absolutamente não é ele.

Anitta nega envolvimento com Nego do Borel

No meio de toda essa confusão, Anitta teve que se pronunciar mais uma vez. No Instagram, a cantora negou que já tenha ficado com Nego do Borel.

"Até parece que o Nego do Borel não pegou a Anitta também, né? Enfim...", comentou um internauta na rede social. "Não. Nunca. E como boa sincerona, eu falaria se tivesse. Fim", respondeu a poderosa.

Vale lembrar que a própria Duda Reis já defendeu a postura de Anitta em seu relacionamento com o músico, afirmando que a cantora ficou ao seu lado em diversos momentos e que as duas tiveram conversas lindas que abriram os seus olhos.

Duda Reis também recebeu apoio de Yasmin Brunet

Ainda de acordo com o jornal Extra, Duda saiu da casa que dividia com Nego do Borel na semana do Natal. Tudo começou quando os dois retornaram de uma viagem para as Maldivas. Na ocasião, a influenciadora teria descoberto mais traições do cantor e ficado ainda mais desconfiada. Na quarta-feira, dia 23 de dezembro, Nego saiu de casa afirmando que iria gravar um programa, e Duda pediu para que ele enviasse fotos que comprovassem o trabalho. O funkeiro teria se irritado com a postura da namorada e dito que acertaria as contas com ela quando chegasse em casa.

Com medo, a atriz teria deixado a mansão localizada na zona oeste do Rio de Janeiro só com a roupa do corpo. Ela estava desesperada e ligou para os pais. Logo depois, ligou para Nego e terminou o relacionamento. Os dois nunca mais conversaram.

O músico não queria devolver os pertences e os presentes da ex, até que a família dela acionou a polícia. A partir daí, Duda começou a receber diversas histórias que expunham os casos de infidelidade do funkeiro.

Yasmin Brunet, que tem uma certa experiência em casos de violência doméstica após o ocorrido com a mãe Luiza Brunet, prestou assistência à influencer desde o início. A modelo teria ajudado Duda a denunciar os abusos sofridos.

Nego do Borel perde parcerias

Após as acusações de Duda Reis, uma marca decidiu encerrar a parceria que mantinha com Nego do Borel. No Instagram, uma loja que revende celulares iPhone informou: "Em respeito a todas as mulheres, estamos suspendendo a parceria com o cantor @negodoborel. Deixamos bem claro que não concordamos com as atitudes do mesmo. E todas as fotos e parcerias com o cantor @negodoborel, estaremos apagando, e pedimos o mesmo, que não vinculem seu nome a nossa marca. Salientamos também todo o nosso apoio a @dudareisb".

Pais de Duda Reis também se pronunciam

No Instagram, os pais de Duda Reis também decidiram se manifestar. A dermatologista Simone Reis Barreiros, mãe de Duda, afirmou que não precisa do perdão público da filha: "Um filho, para uma mãe, é sempre uma dádiva de Deus! Quero e sempre quis minhas filhas felizes e plenas! O cordão corta ao nascer, mas a conexão de almas, não! O perdão não é para mim, filha! Se permita se perdoar, até porque, você acreditou em um amor que era puro de forma unilateral! Se perdoe e seja feliz! Te amo até o infinito e além!"

Já o médico Luiz Fernando Luz Barreiros, pai da atriz, fez declarações sobre o término de namoro da filha com Nego do Borel e também sobre justiça: "Quando eu disse que foi nojento a forma como deram a notícia do término, mais uma vez, eu estava certo! Notícia com conteúdo falso, sempre causa danos em alguém! Na minha profissão de médico só defendo os interesses do meu paciente! Conchavo, em minha opinião, não existe! Quem se submete a isso não está cuidando de forma honesta e verdadeira dos interesses do seu cliente! Resultado: plantaram uma mentira e agora terão que consertar, se é que possuem capacidade para isso! Não perdoo conchavos! O certo é o certo! [...] Não se encontra a Paz onde não há Justiça! A Justiça liberta!"

A Justiça do Trabalho determinou o pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil a uma cozinheira que foi vítima de racismo pelas sócias de um motel, ao ser chamada de “nega preta” e outros termos pejorativos, durante o contrato de trabalho. A decisão é dos julgadores da Décima Turma do TRT-MG, que mantiveram a condenação de indenização imposta pela decisão recorrida do juízo da 1ª Vara do Trabalho de Montes Claros.

A cozinheira alegou que, nos últimos cinco anos, a relação de emprego tornou-se insuportável, “pois passou a sofrer constante assédio moral por parte das proprietárias do estabelecimento”, que são, respectivamente, mãe e filha. Contou que o assédio era exteriorizado através de um tratamento excessivamente rigoroso, com ordens de “bater metas” a qualquer custo e exigências de trabalhos superiores às suas forças. Segundo ela, as humilhações sofridas eram frequentes, com xingamentos, inclusive com nítida injúria racial.

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De acordo com a cozinheira, as sócias a tratavam de forma preconceituosa, chamando-a de “nega preta”, “preta de (...)”, expressões, que segundo a reclamante, eram ditas diante de qualquer pessoa com o nítido propósito de provocar humilhação.

Considerando a revelia e a pena de confissão ficta aplicadas aos reclamados, o juiz convocado Vicente de Paula Maciel Júnior, relator do recurso, acolheu as alegações da reclamante quanto à prática dos atos ilícitos alegados e reconheceu que, diante dos fatos, é presumível o dano moral.

O julgador majorou o valor arbitrado de R$ 3 mil para R$ 5 mil, em virtude da confissão ficta dos reclamados, a natureza do assédio moral exercido pela empregadora e a situação das partes, tendo sido acompanhado em tudo pelos demais julgadores.

*Da assessoria.

Um vídeo mostra uma mulher fazendo ofensas racistas e dizendo que tem carta branca para isso. Segundo a página Revista Ébano Brasil, o caso ocorreu no distrito de Jabaquara, em São Paulo-SP.

De acordo com informações, a mulher que aparece nas imagens estava ofendendo negros na rua. Um homem decidiu filmá-la e também foi alvo das agressões verbais.

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"Posta, que eu vou te processar e pegar dinheiro. Eu tenho carta branca", diz a mulher. O rapaz que filma é xingado de "macaco", "orangotango", "chimpanzé", "lixo" e "fedido".

Essa não seria a primeira vez que ela faz agressões racistas contra moradores de Jabaquara. O vídeo viralizou no último domingo (13).

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Um homem de 39 anos foi conduzido à Delegacia de Polícia de Amambai-MS por crimes de desacato e injúria contra funcionário público em razão de suas funções. Em uma rede social, o homem questionou a capacidade da delegada titular da Delegacia de Amambai por ela ser mulher. 

Em uma publicação sobre as recentes prisões feitas no município, o investigado comentou que a população estaria "lascada" com a delegada, o que foi considerado uma alusão ao fato do cargo ser ocupado por uma pessoa do sexo feminino.

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De acordo com a Polícia Civil, o suspeito disse em interrogatório que "mulher é muito frágil para estar comandando uma delegacia de polícia" e que achava que o cargo seria apenas para homens.

O suspeito afirmou ter se arrependido do comentário na internet e pensou em excluir a mensagem. Ele possui passagem na polícia por ameaça em contexto de violência doméstica. Desta vez, como os delitos de desacato e injúria são de menor potencial ofensivo, ele assinou um compromisso de comparecimento ao Poder Judiciário e foi liberado.

Graças a uma nova portaria GAB/PCPE, publicada na última terça (25), mulheres vítimas dos crimes de injúria, calúnia ou difamação poderão registrar suas denúncias via delegacia pela internet. Assim, os boletins de ocorrência poderão ser preenchidos direto no site da Polícia Civil de Pernambuco, de onde serão coletados, validados por autoridades policiais e encaminhados para o Departamento de Polícia da Mulher (DPMUL) para as devidas providências.

Mulheres vítimas de violência física ou sexual, contudo, seguem tendo que efetuar o registro presencialmente, pois tais denúncias envolvem perícias médicas. Atualmente, Pernambuco dispõe de Delegacias da Mulher em Santo Amaro (Recife), Prazeres (Jaboatão dos Guararapes), Cabo de Santo Agostinho, Paulista, Vitória de Santo Antão, Goiana, Caruaru, Surubim, Afogados da Ingazeira, Garanhuns e Petrolina. Em localidades onde não haja uma unidade especializada, as vítimas podem procurar qualquer delegacia de plantão, na região onde residem ou na que ocorreu o crime.

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Através da Ouvidoria Estadual da Mulher, no telefone 0800.281.8187, é possível denunciar e se informar sobre a rede de proteção como um todo. Em caso de emergência policial, o contato é o 190.

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