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O procurador-geral da República, Paulo Gonet Filho, defendeu nesta quinta-feira, 18, que uma ação onde o ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB) é acusado de crimes previstos na Lei de Segurança Nacional seja julgada no bojo dos processos dos atos antidemocráticos de 8 de Janeiro que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Gonet, o ex-parlamentar foi um "elo relevante" para a "engrenagem" dos ataques aos prédios dos Três Poderes.

Em 2022, o STF tornou Jefferson réu pelas supostas práticas de calúnia e racismo, além de incitação a crimes previstos na antiga Lei de Segurança Nacional. À época, a Corte determinou a remessa do caso para a Justiça Federal do Distrito Federal. Para a Procuradoria-Geral da República (PGR), as denúncias vinculam o ex-parlamentar com os inquéritos do 8 de Janeiro.

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"Os fatos imputados ao réu Roberto Jefferson podem ser vistos como elo relevante nessa engrenagem que resultou nos atos violentos de 8 de janeiro de 2023", afirmou Paulo Gonet.

O procurador-geral também afirmou que Jefferson utilizou a estrutura partidária do PTB, sigla presidida pelo ex-deputado entre 2016 e 2021, para atacar as instituições democráticas.

"Essa perspectiva se fortalece na consideração de que se atribui ao réu, além de haver utilizado parte da estrutura partidária financiada pelo erário para fragilizar as instituições da República, ter formulado publicamente túrbidos ataques verbais contra instituições centrais da República democrática, num esforço que a visão deste momento permite situar como estratégia dirigida a fomentar movimento de rompimento condenável da ordem política", pontuou o procurador-geral.

O Estadão procurou a defesa do ex-deputado Roberto Jefferson, mas ainda não obteve retorno.

'Vinculação direta'

No último dia 5, o ministro Moraes, que é o relator das ações referentes ao 8 de Janeiro no STF, protocolou um despacho questionando se a ação que julga Jefferson deve ser apreciada pela Corte Máxima. Segundo o magistrado, não restam dúvidas sobre a "vinculação direta" de Jefferson com "os atos criminosos que resultaram na invasão e depredação" dos prédios dos Três Poderes.

No documento, Moraes pontua que a determinação do Supremo que enviou a ação para a Justiça do DF foi feita antes de outra decisão da Corte. Após o 8 de Janeiro, foi fixada a competência do STF para conduzir os inquéritos sobre supostos crimes de atos terroristas, ameaça, perseguição, associação criminosa armada, golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito cometidos durante os ataques antidemocráticos.

Com a manifestação favorável da PGR, a competência do STF para julgar Jefferson será discutida pelo plenário da Corte. O Supremo está em recesso desde o dia 20 de dezembro e deve retornar às suas atividades no início de fevereiro.

Prisão preventiva

No dia 16 de dezembro, Moraes manteve a prisão preventiva de Jefferson. O ex-deputado está detido preventivamente desde outubro de 2022 quando recebeu a Polícia Federal com tiros de fuzil e granadas no Rio nas vésperas do segundo turno das eleições presidenciais. Desde março do ano passado, ele está internado em um hospital privado e a sua defesa alega que a sua saúde está debilitada.

Moraes declarou que as condutas imputadas a Jefferson são "gravíssimas" e que não houve um fato recente que pudesse "macular os requisitos e fundamentos da decisão que decretou a prisão preventiva". O magistrado também pontuou que a prisão do ex-deputado é necessária para a "garantia da ordem pública" e classificou que ele possui um "comportamento beligerante".

"Não há que dizer, ainda, que seu comportamento beligerante e avesso ao cumprimento de determinações judiciais cessou, tendo em vista que, atualmente, se encontra internado em estabelecimento hospitalar", destacou o ministro.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, viu "estreita relação" entre a investigação que mira o ex-deputado Roberto Jefferson e os inquéritos sobre os atos golpistas do 8 de Janeiro. O magistrado diz que não lhe restam dúvidas sobre a "vinculação direta, decorrente de incitação, com os atos criminosos que resultaram na invasão e depredação" dos prédios dos Três Poderes.

A conexão foi usada como argumento para que Moraes submetesse, ao Plenário do Supremo, um questionamento: se as apurações sobre a conduta de Jefferson, aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, devem ser mantidas sob a alçada da Corte máxima. O despacho foi publicado nesta terça-feira, 9.

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Antes de a questão de ordem ser submetida à avaliação dos ministros do STF, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, deverá se manifestar sobre onde as apurações sobre Jefferson deve tramitar. Moraes fixou prazo de 15 dias para que o chefe do Ministério Público Federal dê seu parecer sobre o caso.

Em agosto de 2022, o STF colocou Jefferson no banco dos réus pela suposta prática de calúnia e racismo, além de incitação a crimes previstos na antiga Lei de Segurança Nacional. À época, também foi determinada a remessa do caso para a Justiça Federal do Distrito Federal.

Em primeira instância tramita, por exemplo, a ação a que Jefferson responde pela tentativa de homicídio dos policiais federais que tentaram prendê-lo em outubro e foram atacados com granadas e tiros de fuzil.

No despacho assinado no dia 5, Moraes questiona tal determinação a partir de uma decisão da Corte tomada posteriormente: a que fixou a competência do Supremo para conduzir os inquéritos sobre supostos crimes de atos terroristas, ameaça, perseguição, associação criminosa armada, golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito cometidos durante o levante antidemocrático de 8 de janeiro.

Segundo o ministro, o entendimento do STF sobre as denúncias relativas aos atos antidemocráticos, somada à constatação de que as condutas atribuídas a Jefferson têm conexão com os atos golpistas, "tornam necessário a reanálise da decisão no sentido de manter a competência" do Supremo sobre o caso.

Durante a reapresentação do elenco do Santa Cruz, que aconteceu nesta terça-feira (5), o goleiro Jefferson aproveitou para exaltar a torcida Coral. A massa triclor compareceu em boa quantidade ao Arruda na vitória sobre a Juazeirense no último domingo.

“Acho que foi um combustível a mais para conseguir a vitória, o depoimento de todos os atletas em relação ao que o torcedor fez. Jogadores até com mais experiência do que eu, como Ratinho, que jogou em grandes clubes, fez um relato de que nem torcida de Série A faz aquilo que a torcida do Santa fez domingo”, afirmou Jefferson.

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Mas não só para a vitória, a festa da torcida também foi, aos olhos do arqueiro, fator determinante para aumentar os níveis de confiança. Ele ainda aproveitou para pedir para eles continuarem apoiando a equipe dentro de casa. 

“O jogador sentiu aquilo ali. Um jogador que talvez esteja sem confiança, com alguma dúvida, não tem como ter dúvida mais, a atmosfera criada pela torcida foi algo surreal e a gente espera que continue assim”, completou.

O Santa Cruz se reapresentou nesta terça no período da tarde no Arruda onde realiza um treino. Na quarta (6) e quinta (7) o elenco treina pela manhã no CT, assim como na sexta-feira (8). Logo após o almoço da sexta, o grupo segue viagem para Arapiraca-AL onde enfrenta o ASA no domingo (10).

Nos últimos anos, o Santa Cruz tem sido uma verdadeira fábrica de bons goleiros. Maycon Cleyton e Jordan são exemplos disso e um dos responsáveis direto é o preparador Renato Pontes.

Nesta quinta-feira (27), Jefferson, o novo arqueiro coral, falou sobre o trabalho com Renato. Tudo que me falaram dele estou podendo comprovar no dia a dia. Um cara super tranquilo, do bem, te deixa bem à vontade para fazer o trabalho e tirar as dúvidas. Já estou evoluindo com ele”, garantiu

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Jefferson também falou que agora é hora de mostrar em campo o que vem sendo trabalhado. Prestes a fazer sua estreia, ele revelou alguma ansiedade, mas ao mesmo tempo disse que está tranquilo para a estreia contra o Caruaru City, no sábado (29).  

“A ansiedade é uma coisa natural, todo atleta sente isso no pré-jogo. Mas estamos bem tranquilos em relação a isso. Tivemos um período bom para se preparar e esperamos fazer um bom jogo”, disse.

“É um time difícil, jogadores interessantes, com experiência. Será um jogo diferente, um campo menor, que vai propiciar muitos chutes, muita bola parada. Vamos estudá-los mais ainda, o professor vai nos passar mais coisas. Vamos buscar o máximo de informações para poder neutralizá-los", encerrou.

O goleiro Jefferson, reforço do Santa Cruz para a temporada de 2022, foi apresentado oficialmente pelo clube nesta segunda-feira (10). Mesmo com pouco tempo de casa, ele revelou que já está se adaptando ao dia a dia.

“Já me adaptei, fui muito bem recebido pelos jogadores, pela comissão, pelos funcionários. Parece que estava aqui há algum tempão. Fico feliz, estava aqui do lado, eles já conhecem meu trabalho, a adaptação foi muito boa”, disse.

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Ele ainda contou com os conselhos de um ídolo coral. O ex-goleiro Tiago Cardoso, que jogou junto com ele no Náutico em 2017. “Conversei com Tiago, a gente tinha trabalhado junto em 2017. Mandei mensagem para ele ‘varão, vou jogador no seu tricolor’. Ele ficou muito feliz, desejou boa sorte e me disse uma coisa: ‘Jefferson, se a torcida do Santa Cruz abraçar o time vai para frente porque a força da torcida é muito grande aqui'”, revelou.

O elenco do Santa Cruz está concentrado em Aldeia, realizando a sua pré temporada. Nos trabalhos feitos na manhã desta segunda, Leston realizou atividades com foco na questão tática. O tricolor volta aos treinos na tarde desta terça-feira (11).

O goleiro Jefferson, ex-Náutico, foi anunciado pelo Santa Cruz nesta terça-feira (4) como reforço para a Série D. O negócio entre os dois clubes já vinha sendo ventilado há algumas semanas e acabou por se confirmar.

Sem Jordan, destaque na temporada passada, o Santa Cruz buscava no mercado um goleiro que pudesse assumir a posição e encontrou em Jefferson os critérios ideais para a contratação.

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O jogador já se uniu ao elenco e trabalhou sob o comando de Leston Junior nesta terça. Pelo rival, Jefferson além de ter vencido dois Pernambucanos (2018 e 2021), também conquistou a Série C e o consequente acesso para a segunda divisão.

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) denunciou nesta quarta-feira o Cruzeiro por conta de um ato racista de um torcedor contra o atacante Jefferson, do Remo, em jogo disputado no dia 28 de outubro. A partida foi disputada no estádio Independência, em Belo Horizonte.

Jefferson recebeu ofensas discriminatórias ao comemorar o segundo gol do Remo, marcado por ele, na vitória por 3 a 1 sobre a equipe mineira. Um torcedor xingou o atleta "macaco" e "gorila". A direção do Remo se manifestou após o jogo e avisou que iria fazer uma denúncia junto à CBF.

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O Cruzeiro lamentou o episódio em post em suas redes sociais. "O que aconteceu com o atleta Jefferson do Remo foi, é, e sempre será, inaceitável. Pedimos sinceras desculpas aos dois por acontecer em nossas dependências. Tomaremos todas as medidas que estiverem ao nosso alcance para identificar o agressor e continuaremos lutando para que isso jamais se repita no futebol e/ou em qualquer outro lugar", registrou o time mineiro.

Mas o clube não escapou da denúncia no STJD. O Cruzeiro foi enquadrado no artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva: "praticar ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em razão de origem étnica, raça, sexo, cor, idade, condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência".

O Cruzeiro corre o risco de receber suspensão de 120 a 360 dias, além de multa, que pode variar de R$ 100 a R$ 100 mil. A procuradoria pediu ainda a suspensão preventiva do time com base no artigo 35 para que o clube mande seus jogos com portões fechados e não tenha direito a carga de ingressos nos jogos como visitante.

O caso será julgado pelo STJD na próxima terça, dia 23. Na mesma audiência, será julgado o atacante Vitor Leque, também do Cruzeiro, por conta de xingamentos relatados na súmula do jogo. Após ser expulso, ele teria ofensivo o quarto árbitro. "Vocês são moleques, vieram aqui para nos prejudicar, seus m*", disse o jogador, de acordo com a súmula. Ele pode ser suspenso por até seis jogos e receber multa de até R$ 100 mil.

Aquele jogo também rendeu uma denúncia ao técnico Felipe Conceição, do Remo. Ele foi enquadrado no artigo 258, inciso II do CBJD, "por reclamar de forma desrespeitosa contra as decisões da arbitragem" e poderá receber uma suspensão de até seis jogos.

O ex-jogador Rycharlison causou polêmica em sua participação no programa Arena SBT dessa segunda (19). Relembrando a derrota do Fortaleza, clube em que atuava, na última partida do Brasileirão de 2003 contra a Ponte Preta, o ex-lateral acusou o goleiro Jefferson de ter recebido dinheiro para entregar a partida, que decretou o rebaixamento do time cearense a segunda divisão.

"O nosso goleiro entregou o jogo. Se você ver, não tem como, já tinha ocorrido que ia ter mala preta, mas ninguém sabia qual jogador que tava. Chegou no jogo, juro por Deus, o cara deu um chutão para trás do meio-campo, o goleirão veio: 'Eu'. O atacante estava sozinho, ele entregou no pé do atacante. Não era uma bola difícil. Depois de muito tempo que a gente soube que era ele", afirmou. Veja:

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Confira o lance de gol da Ponte Preta citado por Rycharlison:

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“Mala-branca”

Ainda no programa, Rycharlison também revelou já ter recebido incentivo financeiro de clubes onde não estava atuando.

“Existem momentos em que você é obrigado a jogar (cumprimento de tabela). A mala branca é só um aditivo, eu ia jogar de qualquer jeito. Veio o dinheiro e vou jogar de qualquer jeito, só muda um pouco o ânimo”, explicou.

Vai processar?

Em entrevista ao colunista Mauro César, do UOL, o presidente do Fortaleza, Marcelo Paz, afirmou que não cabe ao clube se pronunciar sobre a acusação. Porém, afirmou que o goleiro Jefferson tem a inteção de processar Rycharlison judicialmente.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal federal (STF), pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que faça um "pente-fino" nas prestações de contas do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) nos últimos cinco anos. O objetivo do levantamento é verificar se houve repasses do fundo partidário a contas ligadas ao ex-deputado federal Roberto Jefferson, que dirige a legenda.

A ordem foi dada no inquérito das fake news, que apura o disparo de notícias falsas, ofensas e ameaças contra ministros do STF e tem Roberto Jefferson como um dos investigados. Moraes, relator das investigações, quer saber se o dinheiro foi usado para financiar "ataques ostensivos e reiterados às instituições democráticas e à própria democracia".

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"Exemplos inúmeros relacionados ao agir do representado [Roberto Jefferson], aos quais se somam tantos outros, que extrapolam os limites da liberdade de expressão, prestigiando a desinformação e atacando frontalmente as instituições democráticas e a honorabilidade de seus membros, além de grupos de imprensa", escreveu o ministro em despacho na semana passada.

Roberto Jefferson chegou a ser alvo de mandados de busca e apreensão e teve perfis nas redes sociais suspensos por determinação de Alexandre de Moraes no curso nas investigações. A cada diligência, o ex-deputado reagiu com críticas contundentes: chamou o STF de "Tribunal do Reich", em referência ao regime nazista, e classificou ordens de Moraes como "tirania" e "censura".

Antes disso, o aliado do governo recomendou ao presidente Jair Bolsonaro demitir todos os ministros do STF, ainda que não exista base legal para isso. Na sequência, postou uma foto no Twitter segurando uma arma e escreveu: "estou me preparando para combater o bom combate. Contra o comunismo, contra a ditadura, contra a tirania, contra os traidores, contra os vendilhões da Pátria. Brasil acima de tudo. Deus acima de todos".

Também chegou afirmar, em entrevistas à imprensa, que Moraes foi advogado da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) antes de ser nomeado ao STF - o que lhe rendeu condenação em primeira instância por danos morais.

Ainda disse que os ministros do tribunal "não têm moral" e "formaram uma organização criminosa para a prática do crime de abuso de autoridade". "São lobistas ligados a empreiteiras, bancos, televisões, grandes escritórios de advocacia e partidos de esquerda", disse. "Oro todos os dias para que Deus quebre as mãos de Barroso, Fachin e Alexandre de Moraes. Deus me permita assistir sua derrota e execração aos olhos do povo brasileiro."

A decisão de Moraes foi tomada depois que o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) apresentou uma petição cobrando providências sobre o que chamou de "sistemática campanha de disseminação de fake news" nos perfis de Roberto Jefferson nas redes socais. Além do ofício ao TSE, o ministro notificou a Corregedoria e a Procuradoria Eleitoral para "adoção das medidas que entenderem cabíveis".

Defesa

A reportagem entrou em contato com a assessoria do partido, mas não teve resposta até o fechamento do texto. O espaço está aberto para manifestação.

Presidente nacional do PTB, o ex-deputado Roberto Jefferson prepara seu partido para ser uma alternativa ao Aliança pelo Brasil, sigla lançada ano passado para abrigar o presidente Jair Bolsonaro e que enfrenta dificuldade para sair do papel. Concluída a 'bolsonarização' do partido, o PTB teria chance de abrigar o projeto de reeleição de Bolsonaro em 2022. Esse movimento gerou um racha e a desfiliação de quadros históricos da legenda.

Na semana passada, o deputado federal e filho do presidente, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), admitiu que o Aliança pode não ser autorizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até 2022 e que, caso isso aconteça, um dos planos é ingressar em uma outra sigla.

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Essa tese também é defendida pelo entorno do presidente, que, reservadamente, sugeriu que Bolsonaro busque um partido estruturado para disputar a reeleição em vez de insistir no projeto do Aliança. Segundo esses aliados, o PTB é um dos cotados para receber o presidente. Jefferson, que se tornou um defensor estridente das pautas de Bolsonaro nas redes sociais, já convidou o chefe do Executivo a disputar a reeleição pelo PTB.

Para provar lealdade ao presidente, Jefferson promoveu uma intervenção nos diretórios municipais e anulou as convenções partidárias durante as eleições nas cidades onde a sigla apoiaria candidatos de outros partidos que fazem oposição ao Palácio do Planalto. Foram registrados casos em São Bernardo do Campo, Osasco e Presidente Prudente, em São Paulo, Salvador (BA) e Fortaleza (CE). Em áudio obtido pelo Estadão na época, Jefferson diz: 'Não vamos apoiar partido que é inimigo do Bolsonaro".

A ação agressiva do dirigente levou o ex-deputado Benito Gama (BA), o ex-senador Armando Monteiro (PE) e o deputado estadual Campos Machado (SP) a se afastarem do partido. "Deixei os cargos do diretório nacional, do diretório da Bahia e estou me desfiliando (do PTB)", afirmou o ex-deputado Benito Gama, que era vice-presidente nacional do partido e presidente estadual. "Houve a dissidência de alguns Estados com a nacional e alguns Estados se afastaram", disse, citando também os casos de São Paulo e Pernambuco.

Gama afirmou que, inicialmente, Jefferson havia concordado em manter a decisão do diretório de Salvador em apoiar a candidatura do prefeito eleito da cidade, Bruno Reis (DEM), mas recuou depois. "Foi uma mudança radical. A gente já tinha feito as convenções", disse o ex-parlamentar sobre a realização da reunião do PTB municipal que oficializou o apoio a Reis. "Aí não dava para ficar."

Após determinar a anulação das convenções, Jefferson chegou a dissolver o diretório estadual da sigla na Bahia, mas os dirigentes locais conseguiram manter o PTB na aliança que elegeu Reis por meio de um mandado de segurança obtido na Justiça. O presidente nacional preferia apoiar o vereador bolsonarista Cezar Leite (PRTB), que obteve menos de 5% dos votos válidos.

Neste ano, Jefferson fez uma série de movimentos para se aproximar de Bolsonaro. No início da campanha municipal, convidou os deputados estaduais bolsonaristas Douglas Garcia e Gil Diniz, o Carteiro Reaça, ambos expulsos do PSL, a ingressarem no PTB. Garcia assumiu um cargo na executiva paulista da legenda e passou a dividir o diretório com Campos Machado, que teve que desfazer alianças eleitorais.

Candidato a vice de Celso Russomanno (Republicanos) na disputa pela prefeitura de São Paulo, o ex-presidente da OAB paulista, Marcos da Costa, também deixou o PTB. "Não tenho mais razão para ficar no partido", disse. Ele afirmou que vai se filiar ao Avante. O mesmo partido deve ser o destino de Campos Machado, que está no 8° mandato consecutivo e comandava o partido em São Paulo até sofrer uma intervenção de Jefferson. Ele anunciou a decisão anteontem.

Aliança

O empresário Luís Felipe Belmonte, vice-presidente do Aliança, disse que continuará com seu projeto mesmo se Bolsonaro optar por outra sigla. "Seremos um partido da base de sustentação", afirmou. Segundo ele, um mutirão de coleta de assinaturas será feito em dezembro para que o Aliança consiga o número de endossos exigidos pelo TSE, 492 mil. De acordo com Belmonte, grupos de direita ajudarão na coleta.

"Já temos 45 mil fichas consideradas aptas e outras 180 mil que ainda não foram examinadas pelo sistema. Temos ainda 90 mil que vão entrar agora. O processo judicial eletrônico vai ajudar muito", disse Belmonte. "Em 60 dias vamos completar a coleta de fichas", afirmou.

De acordo com dados do TSE, o Aliança possui 44.156 assinaturas consideradas aptas. Outras 38.405 foram consideradas não aptas. Há ainda 318 em prazo de impugnação, e outras 5.118 aguardando análise.

Fora isso, há 8.482 apoiamentos recém inseridos no sistema e que ainda vão passar pelo pente-fino. O partido informou ao tribunal que possui outras 101.350 assinaturas, mas cujas fichas ainda precisam ser enviadas aos cartórios ou ser submetidas via processo judicial eletrônico para demonstrar que houve o apoio de fato. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Náutico é um dos piores mandantes da Série B. Com apenas duas vitórias dentro dos Aflitos, a equipe terá nova chance de redenção contra o Avaí, nesta sexta-feira (6). De olho na recuperação e na saída do Z-4, o goleiro Jefferson espera que o jogo seja o início de uma reviravolta.

"Em relação aos jogos em casam a gente sabe que tá devendo. Ano passado fizemos uma campanha muito boa em casa, muito forte, posso dizer que o fator torcida atrapalha um pouco", disse.

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Por conta dessa dificuldade de vencer dentro da sua casa, o Náutico neste momento ocupa uma das vagas no Z4 e vai iniciar o 2º turno da competição brigando para não cair. "A gente precisa acordar o mais rápido possível e não ficar adiando essa sequência de vitórias e se afastar da zona de rebaixamento. Quando os resultados não vão vindo, a gente tem que ter tranquilidade", completou.

No duelo de ida, no 1º, turno, o confronto foi 3x1 para os catarinenses na Ressacada.

Alinhado com o presidente Jair Bolsonaro, o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, promoveu nessa quinta-feira (17), uma intervenção e anulou as convenções partidárias nas cidades onde a sigla apoiaria candidatos de legendas que fazem oposição ao Palácio do Planalto. São elas São Bernardo do Campo, Osasco e Presidente Prudente, em São Paulo, Salvador e Fortaleza.

Os movimentos vêm na sequência da intervenção na capital paulista na última quarta-feira, quando Jefferson tirou da disputa Marcos da Costa, ex-presidente da OAB-SP, que será candidato a vice do deputado Celso Russomanno (Republicanos).

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A articulação nesse caso passou pelo próprio presidente da República, que telefonou para o presidente estadual do PTB, Campos Machado, pouco antes do início da convenção do partido em São Paulo. No Estado, o objetivo de Bolsonaro e Jefferson é combater o governador João Doria (PSDB), potencial adversário do presidente na eleição de 2022.

Em São Bernardo do Campo e em Osasco, o PTB havia indicado os candidatos a vice de Luiz Marinho e Emídio Souza, ambos do PT. Em Presidente Prudente, o partido comporia chapa com Laércio Alcântara, do DEM. Em Salvador, a sigla de Jefferson apoiaria Bruno Reis, também do DEM, e, em Fortaleza, estaria com Luizianne Lins, do PT.

Segundo um integrante da Executiva Nacional do PTB, o veto que atropelou os acordos locais proibiria a princípio apenas alianças com partidos de esquerda, mas Jefferson ampliou a restrição para legendas que sejam potenciais adversárias de Bolsonaro no Congresso e nas eleições em 2022.

Com esse gesto, Jefferson aproxima o PTB do Palácio do Planalto e deixa as portas abertas para que Bolsonaro e seu grupo entrem na legenda para disputar a reeleição.

Após o susto, o goleiro Jefferson, que sofreu uma pancada na cabeça no jogo diante do Juventude e precisou ser hospitalizado e ficar internado em observação, recebeu alta na manhã desta segunda-feira (24). Segundo o médico do Náutico, Raphael Burlarmaqui, o atleta sofreu uma concussão cerebral, e se apresentatá no CT nesta terça-feira (25), cumprir o protocolo desse tipos de casos. 

 

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Com o DM cheiom Raphael aproveitou para atualizar as situações de Ronaldo Alves e Álvaro que cumprem transição física com a fisioterapia e têm expectativa de retorno antes do previsto. Ambos passaram por procedimento cirúrgico há pouco mais de cinco meses. Kieza, com lesão muscular, iniciou a transição nesta segunda ao lado de Jhonnatan e Paiva que já fazem o trabalho há mais de uma semana.

O goleiro Jefferson reconhece o mau momento do Náutico. Antes da notícia da demissão do técnico Gilmar Dal Pozzo, ele disse que vê o jogo contra o CRB, no próximo sábado (15), uma boa oportunidade para o time se reencontrar com as vitórias.

"Temos a total ciência que estamos devendo, principalmente em um jogo em casa. A gente precisa, num campeonato difícil como a Série B, pontuar o máximo, principalmente no primeiro turno. Uma vitória contra o CRB vai levantar o astral da equipe", garantiu.

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O goleiro leva fé no elenco e garante que o grupo tem tudo para reagir ao mau momento. "Creio que a gente tem um grupo qualificado. A gente precisa dar uma equilibrada tanto no setor ofensivo como no setor defensivo. O caminho que vai nos levar a vitória é agir como grupo e se unir cada vez mais", pontuou.

No momento, o goleiro Jefferson pode assinar pré contrato com qualquer equipe, por conta do fim do seu contrato, que acontece em dezembro de 2020. O jogador, porém, já manifestou interesse em permanecer no Náutico e deve receber uma proposta para renovação. Segundo executivo de futebol do clube, Ítalo Rodrigues, a situação do atleta não causa preocupação.

"Jefferson é um atleta formado na base do clube, um atleta que tem identificação com a marca do clube, com os funcionários, conosco e sendo bem sincero não é um tema que me preocupa, porque o atleta já manifestou que a prioridade é total do Náutico. Então, se ele quer e o Náutico quer vai ser muito mais fácil a gente chegar em um consenso final", garantiu Ítalo.

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A decisão de finalizar campeonatos em sedes únicas chegou ao Campeonato Pernambucano e Copa do Nordeste. Para o goleiro do Náutico Jefferson, desde que a bola role, qualquer decisão será acatada.

"Tem que encarar com naturalidade, porque é algo que está distante das nossas forças, é algo para a segurança de todos e se assim for determinado a gente vai ter que acatar", argumenta. 

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A naturalidade pedida por Jefferson faz oposição à série de mudanças e adaptações que rondam a realidade do futebol, por conta do coronavírus. Mas se tem algo que não muda é o fato de que a casa do timbu é os Aflitos. 

"A gente quer que aconteça a competição, claro que a gente queria jogar na nossa casa, claro que o torcedor seria importante, mas mesmo sem eles estaríamos na nossa casa", ressalta.

No treino desta quinta o Náutico foi dividido em dois grupos que treinaram em turnos diferente. Todo trabalho foi direcionado para parte tática.

O goleiro Jefferson campeão brasileiro da série C com o Náutico em 2019 lançou neste sábado (6) uma campanha para ajudar os mais necessitados durante a pandemia. Quem participar com as doações estará concorrendo a camisa usada por ele na final do torneio nacional contra o Sampaio Corrêa. 

Quem doar dinheiro ou cestas básicas, basta enviar o compravante para um número de whatsapp presente na página oficial da campanha e assim passa a participar do sorteio. 

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"Neste momento difícil, em que muitas famílias passam por necessidade por conta da pandemia, criei uma campanha para arrecadar fundos e ajudar as pessoas que mais necessitam. Portanto, vou sortear a camisa que usei na final da Série C de 2019", afirma o atleta. As doações iniciaram no dia 5 de junho e vai até o dia 29. O sorteio está programado para o dia 30 de junho, no perfil oficial do atleta. 

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O presidente Jair Bolsonaro compartilhou na noite deste domingo, em sua conta no Twitter, uma transmissão ao vivo no qual ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), famoso por denunciar o esquema do mensalão e que teve o mandato cassado em 2005, afirma que a atuação do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pode gerar o impeachment de Bolsonaro.

"O Maia esvazia a agenda do presidente e constrói a sua, tomando os poderes legais, constitucionais e políticos conferidos a Bolsonaro, passando a exercer a Presidência da República, cargo para o qual não foi eleito. O enfraquecimento (de Bolsonaro) pode gerar o impeachment", disse o ex-deputado, que hoje preside o PTB, partido que já abrigou Bolsonaro.

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Para Jefferson, Maia atua contra Bolsonaro ao deixar caducar, em parceria com a oposição, medidas que seriam importantes para o governo. Também na opinião do ex-deputado, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), é liderado por Maia, "que não obedece mais aos interesses do governo e coloca (em pauta) os interesses que ele entende ser do momento nacional".

Ainda na visão de Jefferson, Maia também trabalha em parceria com os governadores de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), e quer governar por meio de um "parlamentarismo branco", num governo compartilhado por Câmara, Senado e Supremo Tribunal Federal (STF), "roubando de 60 milhões de brasileiros a oportunidade de ter um governo escolhido ideologicamente com programas claros".

Jefferson afirma também que Bolsonaro não poderia sofrer impeachment por casos de corrupção. "Bolsonaro é moralmente inatacável, e não é por corrupção que será o impeachment, mas por outro caminho", disse. O título da transmissão do qual Jefferson faz parte, compartilhada por Bolsonaro, afirma que o ex-deputado revela "detalhes da trama do golpe iminente". A transmissão foi conduzida pelo jornalista Eustáquio Oswaldo.

O paredão Jefferson entrou no grupo de combate ao novo coronavírus (covid-19). O ex-goleiro do Botafogo lançou um desafio em seu perfil oficial do Instagram: colocou em leilão uma camisa da Seleção Brasileira, que vestiu na Copa do Mundo de 2014, autografada por todos os jogadores que disputaram a competição.   

Quem estiver interessado em arrematar a camisa canarinho precisa ser rápido. O leilão começou na noite de ontem (11) e terminará neste domingo (12) às 18h de hoje (12), domingo de Páscoa. Cada lance é feito por número de cestas básicas, com o valor de R$ 40,00 cada cesta. Os alimentos serão distribuídos para famílias carentes, atingidas pelos efeitos socioeconômicos da pandemia de covid-19. O leilão ocorre dentro do perfil do Instagram do próprio goleiro, que está de olho nos lances e mandou o recado a seus seguidores.

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“Vou leiloar um item que é muito importante na minha vida e na minha carreira para poder arrecadar o máximo de cestas básicas para poder ajudar o próximo. É a camisa da Copa do Mundo de 2014, ela está com autógrafo de todos os jogadores: Neymar, David Luiz, Thiago Silva, Victor, Júlio César. É uma camisa que tem um significado muito importante pra mim, mas vou colocar no Leila. Quem der o maior lance de cestas básicas vai adquirir a camisa para guardar em casa. Forte abraço, Deus abençoe a todos. Juntos somos mais fortes”.

A ideia de leiloar camisas partiu de outro ex-jogador do Botafogo, Sandro Cunha. Desde o fim de março, o ex-zagueiro divulgou em seu perfil pessoal do Instagram o leilão de uniformes utilizados por jogadores de diversos clubes como Barcelona, Flamengo, São Paulo, Fluminense, Santos, Guarani, Goiás, Vitória, Santa Cruz, Paysandu, Náutico, Bolívar (BOL), dentre outros. Desde então, por meio de vídeos em seu perfil, Sandro vem publicado os resultados e os vencedores dos leilões.

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O Náutico venceu a primeira partida oficial da temporada contra o Petrolina. Mas após duas partidas em casa, com Sport pelo estadual e com River-PI pela Copa do Nordeste, a vitória ainda não veio diante do torcedor nos Aflitos. A nova oportunidade de comemorar junto com seu torcedor será nesta quarta-feira (29), contra o Decisão. O goleiro Jefferson comentou sobre o assunto.

"A gente está trabalhando como foi nos primeiros jogos”, sinalizou. “Infelizmente a primeira vitória em casa não veio, mas estamos trabalhando no dia a dia para corrigir os erros e aprimorar algumas coisas principalmente ali no último terço né, as finalizações e a gente lá atrás defender bem para dar tranquilidade aos nossos atacantes para fazer gol e conseguir essa primeira vitória", comentou.

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O goleiro também aproveitou para falar sobre a rotação feita no elenco neste início de temporada: "Não existe titular ou reserva, existe o Náutico, é um planejamento que está sendo feito", pontuou.

Jefferson ainda falou da importância da rotatividade no elenco e citou a longa temporada pela frente: "Quando se tem uma equipe titular que está vindo com ritmo de muitos jogos, e as vezes necessita de um jogador que não tá jogando, ele vai sentir um pouco pelo ritmo de jogo. Essa questão ajuda porque vai estar todo mundo jogando", salientou.

 

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