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A socialite Val Marchiori liberou um vídeo polêmico, na sua conta do Instagram. O conteúdo publicado na rede social mostra uma entrevista com Bia Doria, esposa do governador de São Paulo, João Doria. A primeira-dama acabou dando uma declaração embaraçosa para Val, dizendo que não é correto as pessoas alimentarem os moradores de rua.

"As pessoas que estão na rua… Não é correto você chegar lá na rua e dar marmita, porque a pessoa tem que se conscientizar de que ela tem que sair da rua. A rua hoje é um atrativo, a pessoa gosta de ficar na rua", explicou a artista plástica. Ainda no bate-papo, Bia disse: "A pessoa quer receber comida, roupa, uma ajuda, e não quer nenhuma responsabilidade. Isso está muito errado".

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Nas redes sociais, a fala da esposa de João Doria foi bastante criticada. "Agora me responde se gente que compra bolsa de 30 mil reais e diz que morador de rua é privilegiado por receber marmita não é fascista. Na boa, a diferença de Bolsonaro pra Amoedo e Doria é só o polo e o sapatênis", disparou um dos internautas.

Confira:

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O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou nesta quarta-feira (24) que a retomada de aulas presenciais em todos os níveis de ensino das redes pública e particular está prevista para o dia 8 de setembro. Na primeira de três etapas, as salas terão ocupação máxima de 35%, com revezamento de estudantes durante a semana e sob rígidos protocolos de segurança definidos no Plano São Paulo de indicadores de saúde.

“Será uma volta gradual e responsável que tem como princípio fundamental garantir a saúde e a vida dos alunos e profissionais de Educação”, afirmou Doria.

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O cronograma de reabertura das escolas está diretamente condicionado às fases de flexibilização do Plano São Paulo. A retomada das aulas presenciais só vai acontecer se todas as regiões do Estado permanecerem na etapa amarela – a terceira menos restritiva segundo critérios de capacidade hospitalar e progressão da pandemia – por 28 dias consecutivos.

“Vinte e oito dias de fase amarela estará indicando uma estabilização consolidada, esperamos que várias regiões já estejam nas etapas verde ou azul. Esse período é o que vai indicar uma situação de segurança. Nós teremos os meses de julho e agosto para fazer as avaliações a cada ciclo de 15 dias”, explicou o Coordenador do Centro de Contingência do coronavírus, Carlos Carvalho.

O programa para retomada das aulas presenciais foi detalhado pelo Secretário de Estado da Educação, Rossieli Soares. Ele se recupera em casa após ficar internado por complicações decorrentes da Covid-19 e fez uma apresentação via teleconferência.

“Especialmente após a pandemia, a educação será ainda mais importante em todas as suas dimensões, do ensino infantil ao superior e complementar. Por isso o plano de retorno é tão importante, com segurança e dentro do que é estabelecido pelas autoridades de saúde”, declarou Rossieli.

O Governo do Estado estima que o sistema educacional paulista envolva 12,3 milhões de alunos da educação infantil, básica, superior e profissionalizante, além de 1 milhão de professores e demais profissionais. A partir de 8 de setembro, cada escola poderá trabalhar com até 35% da capacidade total em sala de aula.

Ou seja, em uma unidade escolar com mil estudantes, somente 350 poderão ter aulas presenciais a cada dia, enquanto que os demais continuarão a cumprir atividades remotas. Cada escola deverá definir o revezamento de alunos, e cada estudante deverá ter ao menos um dia de aula presencial por semana.

A definição do revezamento levará em conta a capacidade física de cada unidade escolar. As instituições de ensino ou rede terão autonomia para escolher as melhores estratégias junto com a comunidade escolar ou acadêmica. As prefeituras são autônomas para regulamentar o plano de retomada a partir do dia 2 de julho.

Evolução de etapas

Na segunda etapa, a previsão é que até 70% dos alunos poderão voltar às escolas. A meta será cumprida se ao menos 10 dos 17 Departamentos Regionais de Saúde do Estado permanecerem por 14 dias consecutivos na fase verde – quarta etapa com restrições mais brandas – do Plano São Paulo.

Para chegar à terceira etapa, que vai englobar 100% dos alunos, será necessário que ao menos 13 dos 17 Departamentos Regionais de Saúde estejam por outros 14 dias na fase verde. Se uma região regredir para as fases mais restritivas – vermelha e laranja 1 e 2, consideradas de alerta máximo e controle – a reabertura das escolas será suspensa em todas as cidades daquela área.

A educação complementar, que abrange cursos livres e não é regulada pelo Estado, seguirá o faseamento regionalizado do Plano São Paulo. Assim, o funcionamento de escolas de idiomas, música e atividades diversas já está autorizado nas regiões que atingirem os indicadores de saúde exigidos para classificação na fase amarela.

Protocolos de segurança

As escolas vão obedecer a rígidos protocolos de segurança para a reabertura. Entre eles, estão o distanciamento de 1,5 m entre as pessoas, inclusive na sala de aula, com exceção da educação infantil; recreios e intervalos com revezamento das turmas em horários alternados; horários de entrada e saída escalonados para evitar aglomerações; veto a feiras, palestras, seminários e competições esportivas.

Medidas específicas de higiene pessoal também devem ser adotados nas escolas, como distribuição de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) para professores e funcionários, uso obrigatório de máscara nas instituições de ensino e no transporte escolar, fornecimento de água potável em recipientes individuais e higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel.

*Da assessoria de imprensa

O governador João Doria (PSDB) liberou nesta quarta-feira o regresso aos treinamentos dos times de São Paulo a partir do dia 1.º de julho. A informação foi antecipada pelo Estadão na última terça. Para retomar as atividades, os clubes terão de obedecer protocolos sanitários.

"Entre as medidas que deverão ser adotadas estão testes regulares dos jogadores e comissão técnica, limitação de pessoas nos treinamentos, a não presença de torcida, uso de máscaras por todos aqueles da comissão técnica que estiverem presentes, assim como medição de temperatura obrigatória de todos, atletas e não atletas", afirmou Doria em entrevista coletiva.

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Os protocolos referem-se apenas aos treinamentos. "A retomada das partidas será avaliada em fases posteriores e sempre em conjunto com a Federação Paulista de Futebol (FPF) e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF)", informou o governador.

As equipes vão seguir recomendações indicadas pelo chefe médico da FPF, Moisés Cohen. E também precisarão se adequar a diversas restrições, que gradualmente serão reduzidas, como vêm ocorrendo em outros Estados do País que já permitiram a liberação dos treinos, como o Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

"O Comitê de Saúde leva em conta também que existem outras modalidades esportivas de prática profissional e amadora no Estado de São Paulo, que também estão sendo avaliadas nesse momento. No próximo dia 26 de junho, o comitê vai se pronunciar sobre as demais atividades esportivas, sejam elas profissionais e amadoras", disse Doria.

A definição se dá após uma reunião na semana passada com a prefeitura de São Paulo e os representantes dos clubes da capital - Corinthians, Palmeiras e São Paulo. No encontro, foi entregue o documento que baseará a volta dos treinos, um passo importante para a futura retomada do Campeonato Paulista, que, porém, não deverá ocorrer em menos de um mês.

O Paulistão está paralisado desde 16 de março. Embora a volta aos treinos não ocorra com uma data determinada para a volta da competição, abre o caminho para a sua retomada, sendo que nesse momento faltam duas rodadas para o final da primeira fase, além dos confrontos das quartas de final, semifinais e final.

O pneumologista Carlos Carvalho, coordenador do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo, disse que o comitê vem recebendo solicitações de abertura de uma série de setores econômicos. Um dos membros do comitê, disse ele, é uma espécie de "relator" de cada caso, estudando como essa área foi liberada em países que já passaram pela covid-19.

As informações, analisadas pelo Centro, são levadas ao governador com um parecer pela aprovação ou não da atividade. "A solicitação que veio primeiro, mais bem formatada, foi a do futebol, e por isso que a resposta primeira foi para a Federação Paulista, dos clubes profissionais da Série A-1", afirmou Carvalho.

A liberação não vale, porém, para as regiões de Barretos, Presidente Prudente e Ribeirão Preto, que estão na classificação vermelha, a mais restrita do Plano São Paulo.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse a interlocutores que está convencido de que existe um complô entre o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre Moraes, e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB) para destituí-lo do cargo. A informação é da colunista da Folha de São Paulo, Mônica Bergamo. 

De acordo com a publicação, a possibilidade vista pelo presidente já teria chegado aos ouvidos dos ministros da Alta Corte brasileira. 

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Nas eventuais costuras entre os três, observadas por Bolsonaro, a desconfiança é de que por Alexandre de Moraes já ter feito parte do PSDB estaria querendo facilitar de alguma forma a eleição de João Doria para a Presidência em 2022. 

A tática de complô apontada é de desgaste do presidente para um impeachment capitaneado por Rodrigo Maia na Câmara ou a cassação da chapa de Bolsonaro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do qual agora Moraes é membro. Na Câmara já existem mais de 30 pedidos de impeachment contra o presidente por diversas justificativas de possíveis crimes de responsabilidade. 

A prefeitura de São Paulo (SP) começou nesta segunda-feira (4) o bloqueio parcial de quatro avenidas, com o objetivo de estimular o isolamento social e diminuir a proliferação do novo coronavírus. Em entrevista ao G1, o prefeito Bruno Covas (PSDB) afirmou que o as interdições poderão ser estendidas para o dia todo. 

De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o fechamento parcial dessas vias será entre os horários com maior fluxo de circulação pela manhã, das 7h às 9h, na Avenida Moreira Guimarães e Miruna na Zona Sul; Avenida Santos Dumont e do Estado na Zona Norte; a Avenida Radial Leste e Rua Pinhalzinho na Zona Leste; e na Zona Oeste as interdições ocorrem entre a Avenida. Francisco Morato e a Rua Sapetuba. 

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Em paralelo, nas Avenida João Paulo I, altura do n° 2.868, Avenida Dr. Vital Brasil e Rua Camargo, na Zona Oeste, serão realizadas blitzes educativas reforçando a importância dos cuidados para prevenir a contaminação pelo coronavírus. 

A prefeitura diz que a medida servirá como termômetro para analisar se, até 8 de maio, haverá uma prorrogação da quarentena na forma atual, flexibilizar ou tornar mais rígida a circulação de pessoas. De acordo com o Sistema de Monitoramento Inteligente (SIMI-SP), do Governo de SP, em última medição no sábado (2), a taxa de isolamento social de São Paulo marca 53%. 

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O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou, nesta segunda-feira (27), que "interferir na Polícia Federal é crime". Sobre a destituição do diretor-geral da organização, Maurício Valeixo, publicada no Diário Oficial da União na sexta-feira (24) pelo presidente Jair Bolsonaro, Doria disse: "a Polícia Federal deve ser respeitada".

"O Brasil rejeitou a república dos companheiros e o mesmo Brasil rejeita a república dos amigos. Não devemos ser condescendentes nem com os companheiros nem os amigos nestas circunstâncias", completou Doria. Entre os cotados para assumir o posto está o atual presidente da Agência Brasileira de Inteligência, Alexandre Ramagem, amigo pessoal de um dos filhos do presidente, Carlos Bolsonaro.

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Segundo Doria, em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, "a PF não é pessoal nem familiar". "Transmito a minha solidariedade a todos os integrantes da PF que ajudaram a ganhar a respeitabilidade da opinião pública brasileira ao longo da (Operação) Lava Jato com a cooperação do ex-ministro e ex-juiz Sérgio Moro", completou o governador tucano. Ao pedir demissão do cargo de ministro da Justiça na sexta-feira, Moro afirmou que Bolsonaro tenta interferir nas investigações da PF.

Pelo segundo dia consecutivo, ocorre manifestação de apoio ao presidente Jair Bolsonaro na Avenida Paulista e no bairro dos Jardins. Neste sábado e neste domingo, inicialmente convocados como carreatas, os atos aglomeraram pessoas a pé, incluindo idosos, com concentração em frente à Fiesp. O presidente participou de ato semelhante em Brasília no início desta tarde.

Nos dois dias as demonstrações partiram do Ginásio do Ibirapuera. Apesar de imagens das convocações frisarem a saída do governador João Doria, nas redes e nos adesivos e faixas as pautas eram muitas, com críticas a veículos de imprensa e ao Supremo Tribunal Federal. O ato deste domingo chegou a fechar uma das pistas da avenida.

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Tomé Abduch, porta-voz do movimento Nas Ruas, ligado à deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), convidou ao longo da semana para a carreata deste domingo e o movimento pedia para que as pessoas não saíssem dos carros.

"As nossas pautas serão 'Fora Rodrigo Maia', que ninguém mais suporta esse homem governando nosso país, 'o isolamento vertical responsável' e também a 'PL 149 não' que pode destruir o nosso país e dar para os governadores de todos os Estados um dinheiro gigantesco sem qualquer contrapartida", disse Tomé, em vídeo postado nesta manhã.

O "isolamento vertical" é o isolamento social apenas dos que estão no grupo de risco à exposição ao vírus, como maiores de 60 anos e portadores de doenças crônicas. A teoria é vista com ceticismo pela comunidade médica. O PL 149 foi aprovado nesta segunda-feira, 13, pela Câmara dos Deputados. Quanto ao projeto que estabelece auxílio financeiro a Estados e municípios durante seis meses pela perda das receitas com arrecadação de impostos por causa da pandemia do novo coronavírus, o Senado resolveu dar prioridade a um projeto próprio para poder dar a palavra final sobre a medida. Nesta semana, o presidente disse, em entrevista à rede de TV CNN, que a atuação de Maia é "péssima" e insinuou que o parlamentar trama contra o seu governo.

A página do Movimento Avança Brasil, movimento bolsonarista com maior número de seguidores, além do "Fora Doria", pedia a saída do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e dos presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre. A página transmitiu imagens dos atos dos dois dias.

No sábado, o ato que foi até a noite, chegou a colocar um carro de som na Avenida Paulista. Também ocorreram atos semelhantes em outras capitais, como Rio de Janeiro, Salvador e Manaus. A carreata deste domingo em Ribeirão Preto (SP) foi proibida por um juiz, a pedido do Ministério Público Estadual.

O presidente participou de ato em Brasília no início da tarde deste domingo. Na capital federal os manifestantes pediam o fechamento do Congresso Nacional, a volta do AI-5 e as Forças Armadas nas ruas.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, em sua conta no Twitter, defendeu a volta às aulas e voltou a criticar o governador de São Paulo, João Doria. Em nova publicação foi feita nesta domingo (19), ele entendeu como 'precipitada' a quarentena adotada pelos governadores no Brasil e declarou que as pessoas estão no limite: "Alunos sem aula ficam preocupados com o Enem".

Ao afirmar que o 'ano ainda não está perdido', o ministro da Educação, em alusão ao a João Doria, declarou que os governadores tem que 'rebolar'. "Governadores devem planejar o retorno das aulas, tirar as nádegas da cadeira e REBOLAR atrás do prejuízo", completou. 

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Nesta sexta-feira (17), o ministro da Educação, Abraham Weintraub, voltou a polemizar na internet. Em suas redes sociais, ele atacou o governador de São Paulo, João Doria. A postagem de Weintraub mostra um vídeo em que Doria surge dançando a música Não Quero Dinheiro (Só Quero Amar), interagindo com pessoas ao seu redor. 

Mas o que chamou a atenção do ministro não foi a desenvoltura do governador no conteúdo publicado. Weintraub atacou Doria por ele aparecer nas imagens usando uma calça justa. "Essa calça está apertada ou é impressão minha? Acho que deve incomodar. Sou meio jeca, nunca terei a sofisticação do governador de São Paulo", alfinetou.

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Após a postagem de Abraham Weintraub, inúmeros internautas deixaram comentários ironizando o assunto. "Pessoal de São Paulo deve ter muita vergonha", escreveu uma pessoa no Instagram. Algumas pessoas chegaram a escrever mensagens homofóbicas nas redes sociais do ministro, todas direcionadas a João Doria. 

Confira:

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Diferentemente do presidente Jair Bolsonaro, que alegando receio de crise econômica pede a volta dos cidadãos brasileiros ao trabalho, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), tem defendido o isolamento social para frear o avanço da covid-19.

Durante anúncio da prorrogação da quarentena no Estado, Doria voltou a criticar Bolsonaro. "Não pauto minhas ações por populismo. Pauto pela verdade e pela ciência. Todas as iniciativas de São Paulo são amparadas na ciência e opinião médica", disse o tucano.

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"Temos que nos afastar dos que pregam o ódio, que não assumem o interesse maior que é salvar as vidas. No Brasil, defendem o isolamento social o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandeta, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, o vice-presidente, Hamilton Mourão. Será que a Organização Mundial da Saúde está errada? Será que ministros e secretários de Saúde de 56 países do mundo estão errados? Será que um único presidente da República no mundo é o certo?", disse.

E continuou: "Aqueles que incentivam a vida normal, que pressionam o prefeito da capital e que me pressionam pelo whatsapp, por cartas e que violam os princípios da Medicina, a eles eu pergunto: vocês estão preparados para os caixões com as vítimas do coronavírus? Vocês que defendem a abertura, aglomerações, que minimizam a crise gravíssima em que estamos, vão enterrar as vítimas? Depois de salvar vidas, vamos salvar a Economia", afirmou Doria.

Prorrogação

Doria prorrogou a quarentena em São Paulo para conter o avanço do novo coronavírus por mais 15 dias. A quarentena começou em São Paulo no dia 24 de março e teria validade até esta terça-feira (7), mas foi prorrogada até o dia 22 deste mês. O anúncio foi feito em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes nesta segunda-feira, 6, e participaram dela diversos médicos, entre eles David Uip, chefe do Centro de Contingência da Coivd-19, que estava afastado por ter sido infectado pelo vírus.

A troca de afagos entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), parece não ter agradado o clã Bolsonaro. Nesta quinta-feira (2), o vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (Republicanos), compartilhou no Twitter a fala dos dois líderes para dizer que eles formam um mesmo 'bumbum'.

"Ainda precisa desenhar? Eis as duas bandas que formam a bunda", escreveu o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao replicar, na rede social, o que havia sido escrito por Doria e Lula.

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Carlos Bolsonaro, contudo, não foi o único a comentar a dispensa das divergências entre os dois de uma forma negativa, apesar da pandemia do novo coronavírus que atinge o país. No microblog, a hashtag "luladoria" aparece entre os assuntos mais comentados do dia, fazendo referência ao "Bolsodoria", criado nas eleições de 2018 para destacar a união entre os então candidatos a presidente e governador de São Paulo.  

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), deixaram a rivalidade política em meio à crise do novo coronavírus  e trocaram afagos no Twitter. Apesar de adversários ferrenhos, Lula disse que o trabalho de Doria precisa ser reconhecido, enquanto o tucano pontuou a necessidade de deixar de lado a discordância diante da pandemia da covid-19.

“Nossa obsessão agora tem que ser vencer o coronavírus. Chegamos ao ponto do Dória ter que mandar a PM invadir fábrica pra pegar máscara. A gente tem que reconhecer que quem tá fazendo o trabalho mais sério nessa crise são os governadores e os prefeitos”, disse Lula durante uma entrevista reproduzida no microblog nessa quarta-feira (1º). 

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Na manhã desta quinta (2), o governador de São Paulo, por sua vez, compartilhou a fala do ex-presidente em sua conta oficial e escreveu: “Temos muitas diferenças. Mas agora não é hora de expor discordâncias. O vírus não escolhe ideologia nem partidos. O momento é de foco, serenidade e trabalho para ajudar a salvar o Brasil e os brasileiros”.

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Mesmo com todas as diferenças, Lula e João Doria tem um ponto em comum: a rivalidade contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Doria é apontado como presidenciável em 2022 e Lula, apesar de não poder concorrer ao pleito por ter sido enquadrado na Lei da Ficha Limpa, é o líder-mor do PT que deve indicar um nome também para a disputa.

Trocas de farpas

Apesar dos afagos, vale lembrar que Lula e Doria já trocaram farpas afiadas. O governador de São Paulo, por exemplo, chegou a se posicionar contra a soltura de presos condenados em segunda instância com recursos pendentes, como é o caso de Lula, e pontuou que seu desejo era ver o ex-presidente preso novamente. 

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), reforçou, nesta segunda-feira (30), que "o isolamento é uma necessidade" para o combate à crise do novo coronavírus. "É melhor prevenir hoje do que lamentar amanhã", disse o governador durante entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes.

De acordo com o secretário de Saúde do Estado, José Henrique Germann, as medidas tomadas pelo governo de SP permitem um maior controle da disseminação do vírus, abaixo da média mundial. "Hoje a gente tem um certo patamar que está começando a se desenhar com o número de casos confirmados", disse Germann. O secretário, contudo, ressalvou que os números são "prematuros" e que não iria se estender no assunto.

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O governador também anunciou que na noite desta segunda deverá começar a ser veiculada uma campanha publicitária orientando as pessoas a ficarem em casa. "A economia a gente trabalha e recupera. A vida de quem a gente ama não dá pra recuperar. Fique em casa", diz a propaganda.

Doações

Doria também anunciou que o governo do Estado deverá receber mais R$ 97 milhões em doações de empresários paulistas após reunião, pela manhã, com 232 dirigentes de empresas. O valor soma-se à doação feita após a reunião da última semana para um total de R$ 195 milhões.

As contribuições, segundo Doria, foram feitas em dinheiro, em insumos para a saúde - como respiradores e equipamento de proteção -, alimentos e produtos de higiene. "São Paulo agradece e principalmente as pessoas que estão sofrendo com o coronavírus", disse o governador tucano.

Parece que as trocas de farpas entre o governador de São Paulo, João Doria, e o presidente da República, Jair Bolsonaro, estão longe de cessar. Nesta sexta-feira (27), Doria foi alvo de um protesto realizado pelos apoiadores de Bolsonaro, durante uma coletiva no Pacaembu. O político afirmou que foi vítima de uma ação capitaneada pelo grupo de assessores do vereador Carlos Bolsonaro, intitulando como "gabinete do ódio".

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Explicando no encontro que havia recebido mensagens com xingamentos, Doria falou: "Chamei a polícia civil, registrei o BO e pedi investigação, assim como estamos monitorando todos os telefonemas e mensagens. E dizer a Bolsominions, Bolsonaristas, agressores como esses que estão aí fora que eu não tenho medo de cara feia. Não tenho medo de 01, 02, 03 e 04 [filhos do presidente]. Não tenho medo de Bolsonaro".

"Sou brasileiro e fui educado pelo meu pai e pela minha vida a trabalhar pela Justiça", completou. João Doria também declarou que não vai parar com as medidas tomadas para combater a disseminação do coronavírus no estado. Vou trabalhar para salvar vidas. Ainda que me custe o dissabor de ver parte do meu povo seguindo um irresponsável para que as pessoas saiam às ruas no momento em que devem ficar em casa. [...] Vamos continuar o que temos que fazer e proteger as pessoas, inclusive dessas, injustas. Vamos ajudar a salvar a vida de vocês também", disse, se referindo às pessoas que estavam protestando a favor de Bolsonaro.

 

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), registrou um boletim de ocorrência na madrugada desta sexta-feira (27) após receber telefonema com ameaças de morte, segundo informa o Palácio dos Bandeirantes. A segurança do governador foi reforçada e a Polícia Civil apura a origem da ameaça.

"As ameaças foram dirigidas ao telefone celular do governador e davam conta, em tom ameaçador, de que atos seriam realizados em frente à sua residência pessoal, sendo que em tais mensagens era indicado o local da mesma (a casa de Doria, nos Jardins, zona sul da capital)", diz trecho do boletim, registrado pela Delegacia de Operações Policiais Estratégicas (Dope).

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Em nota, o Palácio dos Bandeirantes informou que "a Polícia Civil investiga o caso e o governador colabora com a investigação".

O governador de São Paulo João Doria (PSDB) afirmou, nesta quarta-feira (25), que o presidente Jair Bolsonaro reagiu de “forma descontrolada” às solicitações feitas por ele para o Estado durante a reunião virtual com os gestores do Sudeste. Ao relatar no Twitter como foi o encontro, Doria respondeu com ironia ao presidente e disse que os 40 mortos em São Paulo não são de mentirinha. 

“Decepcionante a postura do Presidente Jair Bolsonaro na reunião que tivemos há pouco com Governadores do Sudeste para tratar sobre o combate ao coronavírus. Levamos as solicitações do Governo de SP e nosso posicionamento sobre a forma como a crise deve ser enfrentada”, escreveu.

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“Recebi como resposta um ataque descontrolado do Presidente. Ao invés de discutir medidas para salvar vidas, preferiu falar sobre política e eleições. Lamentável e preocupante. Mais do que nunca precisamos de união, serenidade e equilíbrio para proteger vidas e preservar empregos”, emendou o tucano.

João Doria ainda proveitou para rebater o pronunciamento feito por Bolsonaro na noite dessa terça, onde classificou, novamente, a covid-19 como uma “gripezinha”. “Presidente, no nosso Estado temos 40 mortos por COVID-19 dos 46 em todo o Brasil. São pessoas que tinham RG, CPF, e familiares que continuarão sentindo sua falta. Não são mortos de mentirinha, presidente. E essa não é apenas uma ‘gripezinha’”, disparou o governador.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse ao presidente da República, Jair Bolsonaro, que ele deveria "dar exemplo ao País, e não dividir a nação em tempos de pandemia". A declaração aconteceu durante reunião virtual do presidente com os quatro governadores do Sudeste, na manhã desta quarta-feira (25). Segundo pessoas que participaram da reunião, Bolsonaro se exaltou com a declaração do governador de São Paulo e chegou a chamá-lo de "leviano" e "demagogo".

Bolsonaro também reclamou que Doria teria se apoderado do nome dele nas eleições de 2018 e depois "virou as costas" como fez todo mundo. "Se você não atrapalhar, o Brasil vai decolar e conseguir sair da crise. Saia do palanque", disse Bolsonaro a João Doria.

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A fala de Doria durou cerca de 5 minutos. "Sem diálogo não venceremos a pior crise de saúde pública da história de nosso País. Bolsonaro, início na condição de cidadão, de Brasileiro, Lamentando seu pronunciamento de ontem à noite à nação. Nós estamos aqui, os quatro governadores do Sudeste, em respeito ao Brasil e aos brasileiros, e em respeito também ao diálogo e ao entendimento. O senhor, como presidente da República, tinha que dar o exemplo. Tem que ser um mandatário para comandar, para dirigir e para liderar o País e não para dividir", disse o governador paulista.

Ainda segundo Doria, o objetivo principal do governo seria salvar vidas. "A nossa prioridade é salvar vidas, presidente. Estamos preocupados com as vidas de brasileiros em nossos Estados. Preservando também empregos e o mínimo que a economia possa se manter ativa. Os Estados estão conscientes disso e governadores também".

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, também cobrou liderança e responsabilidade do presidente da República.

A gestão João Doria (PSDB) classificou como "descabida" a decisão do desembargador Antonio Carlos Malheiros, do Tribunal de Justiça de São Paulo, que suspendeu liminarmente os efeitos da reforma da Previdência estadual aprovada neste mês pela Assembleia Legislativa de São Paulo.

A medida atendeu a pedido do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado, que questiona a legalidade da figura do relator especial que deu parecer positivo para as mudanças nas aposentadorias.

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"O governo do Estado de São Paulo considera a decisão de suspensão da reforma da Previdência descabida e irá adotar as providências judiciais necessárias para comprovar a legalidade da lei aprovada", afirmou a gestão Doria, em nota.

A nova disputa jurídica gira em torno do relator especial da proposta, no caso, o deputado estadual Heni Ozi Cukier (Novo). Segundo o desembargador Malheiros, houve vício no processo legislativo que usou a figura do relator para substituir o papel da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Assembleia na elaboração do parecer sobre a reforma da Previdência.

Em fevereiro, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, derrubou liminar que discutia, entre outros pontos, a figura do relator especial, afirmando que não via entraves ao processo legislativo. A decisão permitiu a tramitação e a aprovação do projeto, cuja implementação foi agora suspensa.

Anteontem, o líder do governo Doria na Alesp, deputado Carlão Pignatari (PSDB), disse ao Estado que previa a derrubada da nova liminar em "dois ou três dias", e que o assunto já havia sido "pacificado" por Toffoli em fevereiro.

O relator, Heni Ozi Cukier, classificou o caso como "interferência" entre Poderes e "estratégia de pura obstrução".

Na manhã desta segunda-feira (16), o clima esquentou entre o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e o senador Major Olímpio (PSL-SP). Os dois trocaram ofensas no Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope) e quase se agrediram fisicamente. Doria e Olímpio foram separados por seguranças.

No vídeo que circula na internet, Olímpio compareceu ao local com uma caixa de som, discursando contra o governador. Chamando Doria de "vagabundo" ao ser expulso do Dope, o senador usou o seu perfil no Twitter para explicar a situação embaraçosa.

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"Doria escalou policiais civis para ficarem horas aguardando para que ele chegasse e fizesse imagem. Mostrei a verdade e quando ele chegou, me insultou e se escondeu atrás de policiais que ele mesmo desvaloriza, mas que estão cumprindo sua missão e juramento. Covarde e mentiroso", declarou. Após a confusão, o governador João Doria não se pronunciou sobre o episódio polêmico.

Confira o vídeo:

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A morte do ex-ministro Gustavo Bebianno (PSDB), que faleceu na última madrugada aos 56 anos de idade, já está causando repercussão no mundo político. Bebianno colaborou fortemente para a eleição do presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido), que o demitiu após discussões com o vereador Carlos Bolsonaro (RJ). 

A jurista e deputada estadual de São Paulo, Janaína Paschoal, lamentou o falecimento de Bebianno, a quem chamou de “injustiçado”, através de sua conta no Twitter. “O Brasil perdeu um homem bom, um homem que trabalhou intensamente pelo bem deste país e nunca se revoltou por ter sido injustiçado. Há muito tempo, não sinto tanto uma morte. Minhas condolências à família do ex-Ministro Gustavo Bebianno. Bebianno era um espiritualista. Que descanse um pouco e logo comece a trabalhar em planos superiores”, declarou Janaína. 

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O governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), também se manifestou nas redes sociais. Gustavo Bebianno estava filiado ao PSDB, se tornou aliado político de Dória e pré-candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro. “Com profundo pesar recebi a notícia da morte de Gustavo Bebianno. Seu falecimento surpreende a todos. O Rio perde, o Brasil perde. Bebianno tinha grande entusiasmo pela vida e em trabalhar por um País melhor. Meus sentimentos aos familiares e amigos nesse momento de dor”, escreveu o governador.

O atual ministro da Educação do governo Bolsonaro, Abraham Weintraub, rompeu relações políticas com Bebianno após sua demissão por parte do presidente. Por meio de sua conta no Twitter, Weintraub afirmou que nesse momento deixa as divergências de lado. “Nesse momento, deixo no passado divergências. Manifesto meus sentimentos à família e desejo que ele esteja em paz, em um lugar melhor”, escreveu o ministro em um tweet que acompanha uma foto de Bebianno.

O deputado federal Zeca Dirceu (PT) lembrou, em suas redes sociais, que Bebianno estava escrevendo cartas para conhecidos e pedia que elas fossem abertas caso algo lhe acontecesse. “Quem recebeu as cartas de Bebianno? Qual o conteúdo das cartas? #bebianno #BEBIANOMORREU”, escreveu o deputado. 

O deputado federal Alexandre Frota (PSDB) também se manifestou e alfinetou a família Bolsonaro, afirmando que “para uns e outros hoje vai ter festa no Palacio [do Planalto]”. “Bebianno se foi e com ele muitas verdades. O desgosto da vida matou Bebianno. Para uns e outros hoje vai ter festa no Palacio. Para amigos e família a saudade, e para o Brasil uma voz importante que se calou. Triste”, escreveu Frota. 

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