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O segundo deputado estadual mais votado de São Paulo, com 478 mil votos, Arthur do Val, mais conhecido como 'Mamãe Falei', por conta do seu canal no YouTube, foi expulso do DEM nesta terça-feira (19). Antes de participar da corrida eleitoral de 2018, Arthur ficou famoso no Brasil depois de levar uma tapa no pescoço do então candidato a presidência Ciro Gomes. 

A determinação, segundo a Veja, acontece porque 'Mamãe Falei', por vezes, não seguiu as orientações do partido nas votações e atacava constantemente nas redes sociais o governador João Doria. Ainda de acordo com o site, a relação do Arthur, que integra o MBL, estava desgastada com a base do governo paulista.  

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Por meio de sua conta no Twitter, 'Mamãe Falei' confirmou: "Fui expulso do DEM por descumprir o estatuto do partido e não votar com a bancada. Sem partido ou em uma nova sigla, continuo com os ideais liberais e conservadores que me elegeram, ao lado dos meus eleitores e seguidores!".

O prefeito da cidade de São Paulo Bruno Covas voltou a despachar na sede da prefeitura na manhã desta segunda-feira (18) após receber alta no hospital Sírio Libanês, onde esteve internado para tratamento de um câncer na região do estômago. Ele participou de reunião com todo o secretariado e, logo depois, atendeu a imprensa junto com o governador do estado de São Paulo, João Doria.

Segundo Covas, sua restrição médica é evitar agendas externas com grande aglomeração de pessoas. “Não estava no gabinete, mas estava próximo da gestão. Estive a todo instante em contato com os secretários. Mas sentia falta de estar próximo do povo”, disse. Durante o período de internação, ele despachou com secretários e trabalhou por meios digitais.

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“Gostaria de agradecer por todas as manifestações de apoio que tenho recebido ao longo das últimas semanas de amigos, conhecidos, políticos e até mesmo da imprensa. Isso ajuda demais a passar por todos esses desafios”, disse o prefeito.

Sobre as ações do município, Covas anunciou que, nos próximos dias, a prefeitura vai assinar uma operação de crédito de R$ 500 milhões que vai possibilitar ações de recapeamento das vias da cidade.

O prefeito destacou ainda as iniciativas que estão sendo feitas em conjunto com o estado. “Temos dois hospitais que o governo do estado está praticamente assumindo os custos (Ermelino Matarazzo e Parelheiros). A obra da duplicação da Avenida M’ Boi Mirim, que é uma outra parceria importante”.

Segundo o governador, as tratativas para manutenção do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 em São Paulo continuam. “Até o limite de março de 2020 a decisão será anunciada pela Liberty. O governo municipal e o estadual já tem uma proposta definida com o suporte do setor privado. Estamos bastantes otimistas com essa renovação”, disse o governador João Doria.

 

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse nesta segunda-feira (18), em coletiva de imprensa ao lado do prefeito da capital, Bruno Covas (PSDB), que não existe um "plano B" para o partido na disputa eleitoral do ano que vem em São Paulo.

"(O PSDB) Não tem plano B. Tem o plano Bruno. É só Bruno em 2020. Ele terá saúde, disposição e voto para se reeleger", afirmou o governador, que participou da primeira coletiva que Bruno Covas fez após iniciar o tratamento contra o câncer na região do estômago.

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Apesar de negar que esteja articulando sua reeleição, Covas receberá nessa segunda feira em seu gabinete a deputada federal Joice Hasselmann, pré-candidata do PSL à Prefeitura e ex-líder do governo no Congresso. O prefeito desconversou sobre o encontro, mas Doria fez elogios à parlamentar, que chamou de "amiga". "É uma pessoa de grande valor. Quanto mais perto ela estiver do Bruno mais feliz eu serei".

O prefeito também evitou falar sobre o tempo estimado do tratamento e como ele pode afetar seus planos administrativos e políticos. "Cada câncer é diferente do outro. Cada pessoa reage de uma forma. Não há como prever a segunda etapa do tratamento. Não se trata de uma discussão subjetiva, mas objetiva. Enquanto eu estiver dentro das minhas faculdades mentais e físicas sou obrigado a ser prefeito".

Covas chegou à entrevista sem a barba que tornou-se sua marca registrada. Ele explicou que tomou a decisão para se antecipar a quimioterapia. O prefeito informou que começará na semana que vem a terceira etapa da quimioterapia - com 30 horas - e só depois será decidida a segunda etapa do tratamento.

O tucano também afirmou que vai reduzir de 22 para 14 o número de empresas de administração indireta. O projeto já enviado a Câmara paulistana.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), usou sua conta no Twitter para declarar luta a favor da prisão de todos os condenados em 2ª instância. Entre os condenados nesta situação, recém libertos com base em uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), está o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deixou, ontem, a sede da Polícia Federal em Curitiba (PR).

"Lutei ao lado do povo para vencermos o PT e a esquerda e livramos São Paulo desse mal. Também apoiei a campanha do presidente (Jair) Bolsonaro, para o PT não voltar ao governo federal. Agora é a hora de lutarmos pela mudança constitucional e todos os condenados em 2ª instância voltarem para a cadeia", afirmou o tucano na publicação.

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Na postagem, Doria compartilhou a imagem de uma manchete do jornal Folha de S. Paulo que destaca o reencontro de Lula com o ex-ministro José Dirceu, também beneficiado pela decisão do STF.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse nesta quarta-feira (30) que é contra a reeleição, que não tentará um segundo mandato à frente do governo do Estado de São Paulo e defende uma reforma política no Brasil.

"Vamos fazer a reforma política. Sou a favor de uma reforma política que permita apenas uma eleição com mandatos de cinco anos. Defendo também que essa reforma política coloque o voto distrital misto, em uma proporcionalidade correta", disse o governador tucano no evento Estadão Summit Brasil, em São Paulo.

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Ao ser questionado se será candidato a presidente nas eleições de 2022, Doria respondeu que "o Brasil não pode discutir eleições presidenciais três anos antes". "Não é hora desse debate, é hora de gestão", disse Doria.

Sobre as críticas do presidente Jair Bolsonaro à eleição do peronista Alberto Fernández para a presidência da Argentina no último domingo, 27, Doria defendeu o diálogo, o entendimento comercial e a "capacidade de exercer a diplomacia". "Temos que respeitar. Não podemos virar as costas para a Argentina, nem estigmatizar a Argentina. Não se questiona a eleição", afirmou o governador.

Crescimento de SP

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse nesta quarta-feira que a economia do Estado de São Paulo deve crescer 1,7% neste ano, enquanto a previsão é que o Brasil cresça 0,8%. "Vai crescer mais do que o dobro da economia brasileira", afirmou Doria durante o evento Estadão Summit Brasil, em São Paulo.

O governador tucano ressaltou que tem conseguido atrair investimentos estrangeiros para São Paulo por meio de suas viagens internacionais. "As cinco viagens internacionais foram bem sucedidas. Em 8 dias de viagem à China, viabilizamos US$ 24,8 bilhões para São Paulo", disse Doria.

Ao afirmar que o jornal O Estado de S. Paulo não deve ser "onipresente" e nem ser "dono de empresas", Doria afirmou que o governo de São Paulo vai privatizar ou colocar em Parcerias Público-Privadas (PPPs) tudo o que for possível. Para ele, o Estado deve ser um agente facilitador, desburocratizante e incentivador do capital privado.

O governador de São Paulo elogiou, ainda, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e disse torcer para que a agenda do ministro dê certo. "O investidor é o grande empregador do Brasil, não o Estado. O Setor privado que gera riqueza para o País. Essa é a visão do atual ministro Paulo Guedes. Ele tem um desafio enorme dentro desse governo", completou o governador.

O ex-ministro da Secretaria Geral da Presidência Gustavo Bebianno vai se filiar ao PSDB a convite do governador de São Paulo, João Doria. A informação foi revelada pelo site Congresso em Foco e confirmada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Bebianno articulou a ida do presidente Jair Bolsonaro para o PSL, coordenou a campanha presidencial de 2018, mas deixou o partido e o governo depois de se desentender com o presidente.

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O ex-ministro ainda não decidiu se disputará algum cargo na eleição do ano que vem. Segundo ele, o momento agora é de pensar no Brasil e não em projetos pessoais. Por isso, já declarou apoio à pré-candidatura de Doria para a sucessão de Bolsonaro.

"Meu objetivo é olhar para o País. Tem que acabar com esse extremismo. Entre os dois polos existe um espaço imenso e João Doria representa isso", afirmou.

Segundo Bebianno, que se define como "centro-direita", não vai haver dificuldade de relação com a ala histórica do PSDB. "O presidente Fernando Henrique fez um governo liberal".

Em meio à viagem de Jair Bolsonaro ao Japão, o presidente em exercício, general Hamilton Mourão, recebe na tarde desta terça-feira (22) o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Doria e Bolsonaro têm trocado acusações nos últimos meses. O Estadão/Broadcast mostrou que o descompasso cria impasses em obras e projetos do governo de São Paulo que exigem aval do governo federal para saírem do papel.

De acordo com Mourão, o governador de São Paulo será acompanhado do secretário da Fazenda, Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda na gestão do presidente Michel Temer. "Eles vêm debater medidas econômicas que tem de ser feitas", disse o presidente em exercício.

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A briga de Doria e Bolsonaro mira nas eleições de 2022. Ambos têm pretensões de disputar a Presidência. No final de agosto, Bolsonaro disse que Doria estava "mamando" no governo do PT. "Vejo Doria falando minha bandeira jamais será vermelha. É brincadeira. Quando estava mamando a bandeira lá, a bandeira era vermelha com um foiçasso (sic) e um martelo sem problema nenhum, né?", afirmou Bolsonaro à época.

Já Doria declarou em entrevista à Globo News, em 2 de outubro, que nunca foi bolsonarista e que apenas "incorporou" o slogan 'Bolsodoria' na campanha de 2018.

Aclamado recentemente em um evento com prefeitos e vereadores tucanos como futuro candidato do PSDB ao governo paulista em 2022, o ex-governador Geraldo Alckmin não descarta possibilidade de pleitear a vaga, o que contraria os interesses do governador João Doria.

Após participar na noite desta segunda-feira (21), ao lado de Doria, de uma solenidade em homenagem ao ex-governador André Franco Montoro na Assembleia Legislativa, o ex-governador foi questionado sobre seu projeto político. Alckmin descartou disputar com Bruno Covas a candidatura à Prefeitura, mas não fez o mesmo em relação ao Palácio dos Bandeirantes. "Não tenho decisão a esse respeito. Não é hora disso", afirmou.

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A estratégia de Doria para 2022 prevê que o PSDB abra mão de disputar o governo paulista e apoie o vice governador, Rodrigo Garcia (DEM), que assumirá o cargo por pelo menos oito meses quando o tucano for disputar à Presidência. Em troca, o DEM apoiaria o projeto presidencial de Doria.

Esse movimento, porém, encontra resistência em uma ala significativa do PSDB, especialmente nas bases. Os tucanos "históricos" também não estão alinhados com o projeto de Doria e preferem manter o PSDB à frente do Palácio dos Bandeirantes.

Aliada de Doria, a deputada estadual Carla Morando, líder do PSDB na Assembleia, deixou as portas abertas para o ex-governador. "Ele tem todas as prerrogativas para ser candidato a governador", afirmou. Além de Alckmin e do governador, estiveram na solenidade o presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, o presidente da Assembleia, Cauê Macris, e o ex-senador José Aníbal.

Doria foi embora sem falar com a imprensa, mas Alckmin aproveitou a ocasião para criticar o presidente Jair Bolsonaro. "Bolsonaro tem uma agenda totalmente equivocada. Qual a proposta do governo para a área tributária? Qual a proposta na área internacional? Tem que ter uma agenda de competitividade", disse.

Prova mais tradicional da categoria no Brasil, o Rally dos Sertões terá largada na capital paulista e uma etapa no estado de São Paulo, no Vale do Ribeira, em sua edição de 2020. O anúncio foi feito pelo governador João Doria nesta sexta-feira, em conjunto com a organização da competição.

O novo Rally de São Paulo se tornará uma das etapas do Sertões Series, competição off-road que tem o Rally dos Sertões como sua etapa mais longa e importante. "O governo de São Paulo tem se posicionado apoiando iniciativas do esporte em todos os níveis, sempre com o apoio do setor privado. E mais uma vez faremos isso aqui com o Rally dos Sertões e o Rally de São Paulo, esse que vai atender o Vale do Futuro", disse Doria.

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Neste ano, o Sertões Series contou com o Rally RN, o Rally do Jalapão, o Sertões e o Rota Sul. Em 2020, o Rally de São Paulo passará a integrar o Series. "A volta do Sertões a São Paulo nos traz um enorme otimismo. Não é apenas pelo retorno às nossas origens, que já é muito importante. Estamos pensando no futuro, na energia positiva que São Paulo produz. Temos certeza que vamos crescer e aparecer largando de São Paulo e realizando aqui uma das etapas do Sertões Series", afirmou Joaquim Monteiro, CEO da empresa que organiza o Sertões.

A relação histórica entre a cidade de São Paulo e o mais famoso rali do Brasil (e o maior das Américas) remete à década de 90. Entre 1996 e 2001, a prova teve largada na cidade, na praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu. No próximo ano, a capital vai receber o prólogo e o super prime, provas que definem a largada.

A organização da prova ainda vai definir, em data a ser confirmada, os detalhes e o roteiro do Rally de São Paulo e o calendário completo do Sertões e da Sertões Series.

O ex-senador Magno Malta (PL-ES) usou o Twitter, nesta quinta-feira (3), para disparar contra o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Magno Malta chamou o tucano de "cínico" ao comentar uma notícia que exprimia a seguinte fala do governador: "nunca fui bolsonarista".

A afirmativa de João Doria foi expressa durante entrevista à GloboNews. Na ocasião, o tucano ainda falou sobre o famoso "Bolsodoria".

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"Nunca fui bolsonarista. O 'Bolsodoria' não fui eu criei. Esse movimento nasceu no interior de São Paulo, mas eu incorporei. Eu jamais votaria no Fernando Haddad (PT, adversário de Bolsonaro no 2º turno). Naquelas circunstâncias, uma eleição em que eu enfrentava todos os partidos de esquerda e até parte do meu partido, com Bolsonaro contra essa esquerda, qual era meu caminho?", indagou o governador.

Magno Malta não foi o único a criticar o tucano sobre a postura dele, o deputado federal Paulo Teixeira (PT) também comentou a fala. "O João Doria foi eleito com o 'Bolsodoria' e agora cospe no prato que comeu. Renega o bolsonarismo por que não suporta passar tamanha vergonha, mas é um dos responsáveis pelo o que está acontecendo com o Brasil", disparou o petista.

Apesar de ter votado em Bolsonaro e feito campanha para ele no segundo turno das eleições de 2018, nos últimos meses João Doria não tem poupado críticas ao presidente. O governador de São Paulo é apontado como eventual adversário de Bolsonaro nas eleições de 2022. 

O primeiro evento fora de São Paulo do que vem sendo apresentado como "novo PSDB" ocorreu num lugar simbólico para o projeto presidencial do governador João Doria: o Rio de Janeiro, berço político do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e do governador Wilson Witzel (PSC), dois possíveis adversários do tucano em 2022. Estrela do encontro deste sábado, 28, Doria pregou a união do País ao dizer que "a boa política se faz unindo as pessoas, não separando."

Todo o discurso do governador foi centrado nesse ponto. Criticou, por exemplo, o que considera os extremos do espectro político. "Os extremos não constroem, os extremos destroem", disse. "Nós erramos, sim, mas tivemos a humildade de corrigir. Os extremados não reconhecem os erros."

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Doria busca se desvencilhar de uma direita mais radical associada a Bolsonaro e Witzel, mas sem deixar de lado as críticas ao PT que sempre alicerçaram sua recente trajetória política. Questionado pela imprensa, disse que "não fulanizou" ao tecer os comentários durante o discurso. E usou o termo "centro democrático", muito associado a um grupo que orbita em torno do apresentador Luciano Huck, como o caminho para o futuro do País.

Outra forma de se diferenciar do bolsonarismo foi a citação à defesa do Meio Ambiente e à valorização da Cultura, dois pontos críticos do governo Bolsonaro.

O evento foi realizado no Hotel Windsor da Barra da Tijuca, o mesmo que Bolsonaro usou algumas vezes durante a eleição de 2018. O PSDB do Rio é comandado hoje pelo empresário Paulo Marinho, um dos principais articuladores da campanha do presidente, de quem virou dissidente junto com o ex-ministro Gustavo Bebianno, da Secretaria-Geral da Presidência.

Bebianno também esteve no hotel nesta manhã e, assim como Doria, buscou se posicionar como alguém que não concorda com os rumos seguidos pelo bolsonarismo. "O pêndulo estava todo à esquerda, agora está todo à direita. Acho que ele precisa parar no centro, olhar para o Brasil", apontou o ex-ministro, que disse ser um "órfão" do PSDB.

O encontro marca o início da construção de palanques para Doria de olho em 2022. Foi o primeiro fora de São Paulo - e num lugar em que os tucanos não têm força política expressiva. Em 2018, o partido não elegeu nenhum deputado federal pelo Rio.

Também nos clichês, o PSDB busca ser mais carioca e conquistar uma cidade que nunca lhe pertenceu. O comício da manhã deste sábado tinha à disposição dos militantes pacotes de biscoito Globo, tradicional iguaria das praias da cidade. A agitação foi comandada pela bateria da escola de samba São Clemente. Quando Doria chegou, pouco depois das 11h, o puxador do grupo cantou um samba cuja letra dizia que "o bandeirante veio para colonizar".

Sob Marinho, o PSDB do Rio tenta ainda moldar o discurso a fim de atrair mais mulheres e jovens, por exemplo. "Esse é o nosso mantra: mais mulheres e jovens", afirmou Doria.

A pré-candidata do partido à Prefeitura do Rio, Mariana Ribas, foi apresentada como a futura prefeita do Rio por Marinho e, segundo Doria, representa tudo o que o novo PSDB precisa buscar. Contudo, é muito provável que a sigla caminhe junto com o ex-prefeito Eduardo Paes, que será candidato pelo DEM.

Atração surpresa

Paes apareceu de surpresa no evento e falou que "as boas forças" precisam estar juntas. "Nós vamos estar juntos para fazer com que o Rio volte a estufar o peito e tenha orgulho da cidade", disse o ex-prefeito. Outro nome ventilado para a eleição municipal do ano que vem, o deputado federal Marcelo Calero (Cidadania), também falou na convenção e chamou Paes de "o melhor prefeito que essa cidade já teve."

Ex-emedebista, Paes é uma peça-chave na eleição municipal do Rio. Seu anúncio oficial de entrada na disputa, que só deve acontecer no início do ano que vem, provoca impacto nas diversas candidaturas.

Apesar de, em tese, ser um evento de âmbito local, o encontro do novo PSDB fluminense teve uma série de lideranças nacionais do partido. Discursaram no palanque o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, o presidente nacional da sigla, Bruno Araújo, e a ex-governadora do Rio Grande do Sul Yeda Crusius.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que o discurso do presidente Jair Bolsonaro (PSL) na abertura da assembleia geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York. Para o tucano, a fala do chefe do Executivo brasileiro de cerca de 30 minutos foi “inoportuno”, “sem referência” e sem “bom senso”. 

”Primeiro, inadequado. Segundo, inoportuno. Terceiro, sem referências que pudessem trazer respeitabilidade e confiança ao Brasil no plano ambiental, no plano econômico e no plano político. Quarto, péssima repercussão internacional. O mundo inteiro está repercutindo pessimamente a intervenção do presidente na Assembleia Geral das Nações Unidas”, avaliou João Doria, antes de uma coletiva de imprensa em São Paulo. 

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O tucano também disse que lamentava que Bolsonaro “tenha perdido mais uma oportunidade para representar bem o país” e ponderou ter faltado “bom senso e humildade” do presidente no discurso.

Jair Bolsonaro falou à cúpula dos países que integram a ONU na manhã de hoje. Ao contrário do esperado, o presidente foi duro e confrontou adversários. Fez ataques a líderes estrangeiros ao defender a soberania do Brasil diante da Amazônia, a condução da ONU, ao cacique Raoni e disparou contra os ex-presidente Dilma Rousseff e Lula, aos quais classificou como responsáveis por querer levar o país para um socialismo.

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo determinou nesta terça-feira (10) a anulação ato do governo de São Paulo de mandar recolher todas as apostilas didáticas das escolas da rede estadual de ensino. Segundo o governador João Doria, o material faria apologia à 'ideologia de gênero'. O governo tem até 48 horas para cumprir a liminar e estará sujeito a multa se não o fizer.

O recolhimento do material foi determinado no último dia 3 de setembro, quando o governador justificou via Twitter: “Fomos alertados de um erro inaceitável no material escolar dos alunos do 8º ano da rede estadual. Solicitei ao Secretário de Educação o imediato recolhimento do material e apuração dos responsáveis. Não concordamos e nem aceitamos apologia à ideologia de gênero”, escreveu.

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Com o anúncio de Doria, profissionais da área da educação entraram nesta terça-feira (10) com uma ação popular na Justiça, alegando censura por parte do Estado. Com professores e pesquisadores da Universidade Federal do ABC (UFABC), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia e São Paulo (IFSP) e Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), o coletivo motivou a decisão da juíza Paula Fernanda de Souza.

A apostila em questão trata, de forma explicativa, dos conceitos de sexo biológico, identidade de gênero e orientação sexual, a partir de um texto sobre “Diversidade de manifestações e expressões da identidade humana”. Assim como para João Doria, a possível proibição de assuntos ligados à 'ideologia de gênero' nas escolas também é ponto defendido pelo governo federal. Recentemente, o presidente Jair Bolsonaro solicitou ao Ministério da Educação (MEC) a criação de um projeto de lei que proíbe abordagens de questões de gênero no ensino fundamental.

O LeiaJá contactou a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, mas até a publicação desta matéria, não obteve resposta.

Após o presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmar que o fato do governador de São Paulo João Doria (PSDB) querer se candidatar à Presidência da República em 2022 seria uma “ejaculação precoce”, o paulista respondeu o presidente.

Em tom de ironia, Doria afirmou nesta quarta-feira (4) que de eleição ele entende. “O Lula também falava isso em 2016 e eu ganhei a eleição no primeiro turno. De eleição eu entendo que tenho acumulado vitórias que podem ser bem avaliadas”, disse.

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A relação entre Doria e Bolsonaro anda estremecida há um tempo. O presidente já chegou a afirmar, inclusive, que o governador “mamou nas tetas” do governo ao financiar seu jato particular - frase negada por Doria de prontidão.

Bolsonaro também disse que “talvez” Doria deva tentar a eleição de 2026. As falas de Bolsonaro incomodaram também a primeira-dama de São Paulo, Bia Doria, que utilizou seu perfil no Instagram para mandar um recado para o presidente.

"Como mulher, mãe, primeira-dama do Estado de São Paulo, repudio com veemência as declarações do presidente da república, que usa expressões chulas que ferem e desrespeitam a família brasileira e a importância do cargo que ocupa", escreveu.

As alfinetadas entre o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), tem se intensificado cada vez mais. Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, divulgada nesta quarta-feira (4), Bolsonaro disse que o tucano não tem chances nas eleições presidenciais de 2022 por ser uma "ejaculação precoce" e "talvez" deveria pensar apenas na disputa de 2026. 

"Ele não tem apoio popular", argumentou o presidente sobre João Doria. No último sábado (31), em conversa com jornalistas Bolsonaro chegou a dizer que Doria está "morto" para 2022. 

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Doria tem sido observado como um potencial rival de Bolsonaro em 2022. Os dois, que iniciaram os seus mandatos em um mar de rosas, estão trocando farpas publicamente. 

Na semana passada, por exemplo, o presidente também usou uma das suas transmissões ao vivo no Facebook para dizer que o tucano tinha "mamado nas tetas do BNDES" durante o governo do PT. Doria, por sua vez, negou e chegou a dizer que não inflamaria uma briga com Bolsonaro.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou nesta terça-feira (3) que mandou recolher um livro distribuído entre os alunos da rede estadual com informações sobre identidade de gênero. 

De acordo com informações de veículos locais, o material define para os adolescentes do 8º ano do Ensino Fundamental o que são, por exemplo, pessoas homossexuais, heterossexuais e transgêneros. Além disso, explica sobre o uso correto de preservativos femininos e masculinos.

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Ao tratar do assunto, contudo, o governador não dá detalhes sobre o que se trata e salienta que pretende apurar quem foram os responsáveis pelo conteúdo.

“Fomos alertados de um erro inaceitável no material escolar dos alunos do 8º ano da rede estadual. Solicitei ao Secretário de Educação o imediato recolhimento do material e apuração dos responsáveis. Não concordamos e nem aceitamos apologia à ideologia de gênero”, ressalta João Doria, em publicação no Twitter. 

O comunicado do recolhimento imediato das cartilhas foi publicado no microblog pouco antes do presidente Jair Bolsonaro (PSL) usar a mesma rede social para anunciar que tinha determinado que o Ministério da Educação elaborasse um projeto de lei proibindo ideologia de gênero da educação fundamental. Segundo o presidente, a legislação sobre o assunto é de competência federal.

Nos últimos dias, Doria e Bolsonaro trocaram críticas publicamente. O material distribuído no governo paulista deu munição ao presidente para tratar sobre o tema e alfinetar o potencial adversário eleitoral de 2022. 

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), tem sofrido uma pressão da legenda para que ele desista de concorrer à reeleição no próximo ano, segundo informou uma reportagem da Folha de S. Paulo. O principal motivo seria o medo de perder a eleição - atualmente Covas está com uma intenção de votos na casa dos 10%.

Perder a eleição significa uma fraqueza para o partido, que trabalha visando as eleições federais de 2022 com o possível nome de João Doria - atual governador de São Paulo - à frente da sigla na corrida presidencial. 

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O PSDB quer tentar garantir o controle das três principais cidades do Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Entretanto, o comando do Rio deve ser do ex-prefeito Eduardo Paes (DEM), já em BH o atual prefeito, Alexandre Kalil (PSD) deve ser reeleito, segundo as intenções de voto. Por isso, o PSDB está trabalhando para garantir, pelo menos, o comando em São Paulo.

Sendo assim, Covas poderia aceitar a desistência e tirar um ano sabático no exterior. Com isso, uma das possibilidades para a legenda seria João Doria apoiar Joice Hasselmann (PSL), que se filiaria ao PSDB e abandonaria Jair Bolsonaro (PSL), seguindo o exemplo de Alexandre Frota (PSDB).

Bruno Covas, entretanto, não se mostra muito amistoso com a ideia. De acordo com  Folha, ele afirmou que está se preparando para 2020, inclusive com planejamento de participar de campanhas em outras cidades.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), rebateu nesta sexta-feira (30) os ataques do presidente Jair Bolsonaro (PSL) que chegou a disparar, nessa quinta (29), que o tucano havia "mamado nas tetas do BNDES". O comentário do presidente fazia referência ao fato de Doria ter comprado um jatinho a juros subsidiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). 

"Nunca precisei mamar em teta nenhuma", afirmou Doria, segundo o jornal Folha de São Paulo, que cumpre agenda na Alemanha. O governador também disse que não pretendia entrar em polêmicas com Bolsonaro e não devolveria as ofensas. 

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Segundo Doria, a compra do jatinho "não tem problema nenhum". "Essa informação já era pública. Já tínhamos comprado, assim como o Luciano Huck, e não tinha nenhuma caixa preta", disse o tucano. 

Em live no Facebook nessa quinta, Bolsonaro pediu explicações para Doria sobre a aquisição e disse: "Só peixe. Amigão do Lula, da Dilma. Eu vejo o Doria falando de vez em quando 'minha bandeira jamais será vermelha'. É brincadeira! Quando estava mamando lá a bandeira era vermelha com um foiçasso e um martelo sem problema nenhum, né?".

Sobre ser amigo de Lula e Dilma, o tucano também respondeu a Bolsonaro. "Quero Lula e Dilma distantes, se possível do Brasil, até. Que fiquem onde estão, Lula na prisão e Dilma no ostracismo", disse.

Devido a comentários levantados sobre uma possível aproximação entre o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, o paulistano falou sobre o assunto nesta terça-feira (27), durante a abertura do evento Latam Retail, na capital paulista.

De acordo com Doria, “não há convite, há admiração e respeito" sobre um possível convite feito a Moro para ocupar um cargo no governo de São Paulo. Entretanto, o governador disse que gostaria de ter o ministro em sua equipe.

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"Quem não gostaria de ter?", questionou o tucano. Doria aproveitou a oportunidade para elogiar a atuação de Moro frente ao Ministério e disse que ele é essencial para a realização do trabalho em questão. 

Doria ainda citou a ação de Moro na transferência de presos, entre eles o líder do PCC, Marcola, que ocorreu no último mês de fevereiro. "Sergio Moro foi um grande juiz e é um grande ministro", complementou o tucano.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou neste sábado, 24, estar preocupado com a situação das queimadas na floresta Amazônica. Ao chegar a uma reunião com governadores da região Sudeste no Palácio Anchieta, em Vitória, no Espírito Santo, Doria comentou que no cenário internacional existe "um inconformismo muito grande" em relação às políticas ambientais brasileiras. O governador disse existir um "risco real" de retaliação por parte da União Europeia.

"Estivemos em Londres e, antes mesmo das queimadas nessa intensidade das últimas semanas, já se ouvia ameaças de investidores de redução de potencial de negócios no agro brasileiro. Perder o acordo com a União Europeia e grandes parceiros comerciais, num momento em que o País precisa ampliar as exportações e preservar empregos, já é mais uma notícia ruim para o Brasil", disse.

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Doria também fez comentários sobre a possibilidade de a Finlândia banir a importação de carne brasileira, pedindo "calma e distensão" por parte do governo do Brasil. "Se nós partimos para a retaliação mútua, o prejuízo é geral. É ruim para todos. Todo e qualquer confronto nunca é construtivo. O Brasil tem que recuar e ter humildade para reconhecer alguns erros", afirmou.

O governador afirmou ainda que o Brasil deve aceitar "toda e qualquer cooperação internacional" para acabar com as queimadas. Segundo Doria, o assunto foi abordado por vários governadores por WhatsApp. Neste sábado, os líderes do Sudeste se reúnem para discutir temas ligados a petróleo e gás.

Na noite dessa sexta-feira, 23, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), recebeu na residencial oficial o presidente da Câmara Rodrigo Maia e alguns governadores. Doria não apareceu.

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