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A engenheira Carol Maciel, criadora do projeto Elas de Botina, lançou o livro infantil As descobertas de Carol no Mundo da Engenharia”, que estimula meninas a entrarem no mundo da engenharia.

A obra encoraja mulheres e prova que elas podem atuar em qualquer profissão que escolherem. Afinal, o protagonismo feminino está em todos os lugares e deve ser cultivado desde a infância.

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Na história, a protagonista desvenda nada a menos do que nove opções de engenharia: civil, ambiental, naval, aeronáutica e outras. Neste trajeto, a autora evidencia o empoderamento feminino com o apoio das personagens, mostrando que as meninas podem, sim, sonhar com estas profissões. 

Carol Maciel é engenheira eletricista com 11 anos de experiencia na área e atualmente é engenheira de estudos em uma empresa de transmissão de energia. Palestrante e escritora, além de ser criadora do projeto Elas de Botina, que tem o propósito de ser ponte entre mulheres, através da história das profissionais que trabalham em setores com pouca presença feminina.

Educadores, ilustradores e escritoress organizam uma abaixo-assinado com cerca de três mil assinaturas, que pede a suspensão da adaptação em livros da literatura clássica infantil ao Ministério da Educação (MEC). Os livros fazem parte do programa “Conta Pra Mim”, que apoia a alfabetização das crianças. As informações são do portal G1.

Dentre as histórias clássicas estão “João e Maria” e “O Flautista de Hamlet”, ambos tiveram partes chave de seus contos modificados. Os livros são destinados às famílias em situação de vulnerabilidade social, que podem acessar as obras na forma on-line e, segundo o MEC, serão distribuídas na forma impressa no ano que vem.

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“Em ‘João e Maria’, por exemplo, é importante que os personagens sejam abandonados pelos pais na floresta. A criança, ouvindo a história no colo, treme de medo. Mas, se está no colinho, está vendo que não é de verdade”, disse o escritor Pedro Bandeira, em entrevista ao G1.

Na versão disponibilizada pelo MEC, os protagonistas do conto infantil vão passear na floresta, e a mãe dá a eles pedrinhas coloridas, para marcar o caminho e terem como retornar à casa. Segundo nota enviada ao G1, o MEC defende a “livre adaptação das obras” e informa que essas adaptações serão impressos para o programa “Criança Feliz”, do Ministério da Cidadania.

Manter as crianças entretidas nesse momento pode ser um desafio para inúmeras famílias. Com programas e atrações limitadas no espaço de dentro da casa a leitura pode ser uma forte aliada no passa tempo da criança, respeitando o senso crítico e as vontades que ela vem desenvolvendo.

"Faça da leitura um prazer e não uma obrigação, deixe a criança livre para escolher livros dentro da sua faixa etária e transitar por outros gêneros literários", é o que sugere a pedagoga Suely Batista Rios.

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"Um dos maiores incentivos que procuramos dar às crianças na creche é através da ciranda do livro. Toda semana a criança escolhe um livro para levar para casa e um dos seus familiares tem que ler pra ela. Na segunda feira é feita uma roda de conversa sobre esse momento com as crianças, algo que também pode ser realizado dentro de casa’’, explica a neuropsicopedagoga Célia Cassia Rios.

Para ajudar a fazer essa prática dentro de casa, o LeiaJá separou cinco títulos para transformar a quarentena das crianças em uma viagem pelo mundo da fantasia. Confira:

"O Coelhinho Que Não Era de Páscoa", Ruth Rocha (1994)

"Vivinho é um coelho normal: tem muitos irmãos e uma família legal. E o que ele vai ser quando crescer? Coelho de páscoa, só pode ser! Mas Vivinho quer outra profissão. Será que os pais vão aceitar sua decisão?" Esse trecho do livro já mostra o enredo que a criança vai encontrar. De forma metafórica, a autora conta a história de alguém que já tinha o destino planejado pelos pais mas que decide ser outra coisa, mostrando a importância das decisões para a própria vida.

 

"Marcelo, Marmelo, Martelo", Ruth Rocha e Mariana Massani (2011)

Um dos personagens mais carismáticos já criados pela escritora, Marcelo decide ressignificar as coisas e, consequentemente, seu leque de visão de mundo de expande, deixando claro que toda definição é subjetiva e efêmera.

 

"Que Cor é a Minha Cor?", Martha Rodrigues (2006)

Griot é o nome que se dá ao contador de histórias africano, que passa a tradição dos antepassados de geração em geração. O objetivo dessa coleção é trabalhar a identidade afrodescendente na imaginação infantil. O livro explica e enaltece elementos da cultura afro, legitimando de forma simples e objetiva a importância da diversidade racial para os pequenos.

 

"A Galinha Xadrez", Rogério Tezza (1996)

O livro traz sua narrativa exemplificada com uma galinha diferente de todas as outras já vistas. Em seu objetivo de mostrar a importância de compartilhar, o livro traz um questionamento: a lição de moral no final da obra poderia ser aplicada nos dias de hoje? 

 

"Quinquim Labareda", Maria Heloisa Penteado (2006)

Sendo um dos livros mais consagrados de humor infantil, Quinquim Labareda expõe a história de uma bruxa que dá uma festa de aniversário e nenhum dos seus convidados mágicos aparece. Por vingança, ela ameaça amaldiçoar todos da floresta mas algo dá errado.

Em julho, a cantora Rita Lee chega às livrarias com seu novo livro infantil, Amiga Ursa, uma história triste, mas com final feliz. A história é inspirada na ursa Rowena a quem Rita conheceu pessoalmente antes do lançamento do livro.

Rowena, que costumava se chamar Marsha, é conhecida como a 'ursa mais triste do mundo'. Ela foi vítima de tráfico de animais e levada de sua terra natal, Sibéria, para circos e zoológicos nos quais sofreu maus tratos. Resgatada por organizações de defesa dos direitos animais, a ursa veio parar no Brasil e aqui foi rebatizada como Rowena.

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Em Amiga Ursa, Rita Lee também é personagem, a Vovó Ritinha. Antes da chegada do livros às livrarias, a cantora e escritora foi ao encontro de sua musa inspiradora. Rita cantou para Rowena que logo se aproximou e acabou ganhando suco e biscoitos com mel. Em entrevista a Guilherme Samora, a cantora falou sobre o momento. "Ter encontrado com Rowena foi um dos dias mais especiais da minha vida".

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Organizada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e pela Biblioteca Pública do Estado (BPE), a Campanha Livro Solidário tem como objetivo recuperar o acervo das bibliotecas públicas das cidades da Zona da Mata de Pernambuco, atingidas por enchentes no mês de maio. 

No próximo domingo (2), o Museu do Estado de Pernambuco, que fica no bairro das Graças, zona norte do Recife, promoverá atrações gratuitas voltadas para o público juvenil. O ingresso é um livro infanto-juvenil que pode ser usado desde que esteja em bom estado, para ser doado às bibliotecas. 

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A programação terá início às 9h com atrações como contação de histórias e apresentação do coral infantil do Conservatório Pernambucano de Música. Quem não for ao evento mas desejar colaborar com doações pode entregar livros em uma das 96 escolas estaduais que estarão coletando doações em todas as regiões do Estado até o dia 4 de agosto das 8h às 17h de segunda a sexta-feira. 

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Dados do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) mostram que o crescimento de vendas do gênero infantil em 2016, em relação a 2015, foi de 28%. Nesse mesmo período, o mercado geral de livros caiu 9,7%. Os dados tratam dos livros vendidos no varejo, em livrarias, e foram levantados a pedido da Agência Brasil. Nesta terça-feira (18) é comemorado o Dia Nacional do Livro Infantil, data escolhida em homenagem ao escritor brasileiro Monteiro Lobato, que nasceu neste dia, em 1882.

A empresária Flávia Oliveira, 31 anos, é uma das compradoras. Ela apresentou os livros à filha, Bruna, de 3 anos, desde cedo, antes mesmo de completar 1 ano. Eram livros de páginas mais duras e com imagens que faziam parte do cotidiano. “Como ela ia muito ao zoológico, comprávamos livros com ilustrações de animais, nos quais ela identificava coisas que faziam parte do universo dela".

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Segundo Flávia, após ouvir várias vezes a mesma história, Bruna se senta com as bonecas em círculo e conta para elas o que ouviu e o que criou a partir do livro. “Eu acho que se a gente quiser que ela tenha esse interesse por livros quando for maior, tem que criar hábito desde criança, para que seja algo prazeroso. Eu não tive isso. Quando entrei na escola, achava os livros muito maçantes. Eu queria que a leitura trouxesse algo prazeroso para ela”, diz. 

Embora as vendas tenham aumentado, as obras infantis ainda representam fatia pequena do mercado nacional de livros, 2,8% em 2016 - um aumento em relação aos 2% registrados em 2015.

"É muito importante saber que esses livros tiveram um crescimento, pequeno, mas significativo", diz a secretária-geral da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, Elizabeth D'Angelo Serra. Para ela, os dados, que mostram os livros comprados em livraria, não refletem no entanto todo o acesso das crianças, que ocorre pela escola. As compras das escolas públicas, como não ocorrem no varejo, não entram no cálculo.

"Se pensarmos na maioria das crianças do país, sem dúvida o acesso a livros infantis se dá na escola. Muitas nunca tiveram isso nas próprias famílias, têm pais e mães analfabetos e semianalfabetos".

Livros na escola

Nos lugares onde se tem acesso à literatura, os efeitos são positivos. Para Márcia Helena Gomes de Sousa Dias, professora do Centro de Educação Infantil (CEI) do Núcleo Bandeirante, região administrativa do Distrito Federal, os livros infantis têm papel fundamental na formação das crianças e ajudam inclusive no processo de alfabetização. A escola, além de ter momentos de leitura dos professores para os estudantes, incentiva as crianças a pegarem os livros, a inventarem histórias a partir das imagens. A intenção é que os livros estejam inseridos em todas as atividades, que se forem brincar, por exemplo, possam usá-los. E aprendam também a cuidar, a colocar no lugar depois de usar.

Os livros, de acordo com Márcia, servem para que as crianças se familiarizem com as letras: "As crianças têm primeiro o trabalho visual. Começam a perceber nos livros de história que algumas letras fazem parte do nome dela, dos pais ou de colegas. É uma pré-alfabetização. Fazem sempre essa conexão, de figuras com letras e depois de letras som, quando lemos para elas".  

Além de trabalhar a literatura na própria sala de aula, as escolas podem servir de incentivo para que a leitura chegue à casa dos estudantes.Um estudo da Universidade de Nova York, em colaboração com o IDados e o Instituto Alfa e Beto, divulgado no ano passado, mostrou um aumento de 14% no vocabulário e de 27% na memória de trabalho de crianças cujos pais leem para elas pelo menos dois livros por semana.

O estudo revelou ainda que a leitura frequente para as crianças leva à maior estimulação fonológica, o que é importante para a alfabetização, à maior estimulação cognitiva e a um aumento de 25% de crianças sem problemas de comportamento.

O estudo foi feito com base na experiência de Boa Vista (Acre), com o programa Família que Acolhe, voltado para a primeira infância, que acompanha as crianças desde a gravidez até os 6 anos de idade.

A leitura é um dos carro-chefe do programa, segundo a gestora das Casas Mães no município - espécie de escolas de educação infantil de tempo integral - do Núcleo Senador Helio Campos, Maria de Lourdes Vieira dos Santos. Cada criança escolhe, na escola, dois livros para levar para casa e ficar com eles pelos próximos 15 dias. Nesse período, devem elas mesmas manuseá-los e pedir que pais ou responsáveis leiam para elas. “A leitura é importante porque, além de aproximar os pais da criança, que têm esse tempo proveitoso junto ao filho, ajuda a criança a desenvolver a oralidade, a mudar o repertório de palavras. Trabalha também o imaginário e a fantasia por meio das histórias que são contadas”, diz.

Faltam livros

Dados do último Censo Escolar, de 2016, mostram que 50,5% das escolas de educação básica têm biblioteca e/ou sala de leitura (esse percentual é de 53,7% para as que oferecem ensino fundamental e de 88,3% no ensino médio). O Brasil tem até 2020 para cumprir a meta de universalizar esses espaços, prevista na Lei 12.244. A legislação, sancionada em 24 de maio de 2010, obriga todos os gestores a providenciar um acervo de, no mínimo, um livro para cada aluno matriculado, tanto na rede pública quanto privada.

A realidade do ensino fundamental e médio se estende ao ensino infantil público, segundo a vice-presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Manuelina Martins da Silva Arantes Cabral, dirigente municipal de Costa Rica (MS). Ela estima que metade das escolas tenha pelo menos o mínimo de um livro por estudante. "E um livro ainda é pouco, porque os livros, se utilizados, vão se gastando. Além disso, para as escolas envolverem as famílias, precisam que os estudantes levem livros para casa, o que vai demandar mais de um livro".

Segundo ela, muitos municípios não têm condições de investir em livros e dependem de parcerias com o Ministério da Educação (MEC). Essa parceria se dá, principalmente, pelo Programa Nacional Biblioteca da Escola, que investiu, até 2014, R$ 50,5 milhões em mais de 12 milhões de livros para mais de 5 milhões de crianças da creche e pré-escola. Depois, o investimento passou a ser feito no âmbito do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), programa criado em 2013 para alfabetizar as crianças até os 8 anos de idade. "O Brasil é imenso, tem localidade que tem condição de fazer um investimento, mas ainda temos municípios que não têm condição, porque livro no Brasil ainda é caro. A gente precisa dessa parceria com o MEC". 

Atualmente, o Brasil tem 64,5 mil creches, sendo a maior parte pública, da rede municipal (58,8%), enquanto 41% são privadas e 105,3 mil unidades com pré-escola, sendo 72,8% municipais e 26,3%, privadas. São mais de 8 milhões de matrículas até os 5 anos de idade.

O livro infantil A estrela curiosa, do dramaturgo e escritor Walcyr Carrasco, ganhou nova edição. O relançamento foi feito pela Editora Moderna e conta com ilustrações inéditas de Yara Kono.

A estrela curiosa conta a história de uma estrelinha que, por acidente, nasceu diferente das restantes. O livro trata de questões como personalidade e autoconhecimento com o propósito de estimular nos pequenos leitores a curiosidade e a inquietude. Indicado para crianças a partir de oito anos. 

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Consagrada na voz dos Beatles, a música Octopus Garden ganha nova roupagem e vira livro. De autoria do baterista Ringo Starr, a canção foi adaptada pela editora Salamandra. A publicação conta as aventuras de cinco crianças no fundo do mar, que terão um polvo laranja como guia, apresentando-lhes o universo marinho. 

O livro conta com a ilustração do artista Ben Cort, que tem trabalhos reconhecidos em mais de 20 países. Além da publicação impressa, as crianças irão se divertir com um CD exclusivo, destinado ao público mirim, o qual disponibiliza uma faixa de karaokê, legendado nos idiomas inglês e português. 

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No dia 04 de outubro, será lançado o livro “Era uma vez... estórias de uma contadora de estórias”, da jornalista Gabriela Kopinits. O lançamento ocorrerá na 3ª Festa do Livro e da Criança, promovida pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), no Museu do Estado de Pernambuco, em Recife.

Desenvolvendo um trabalho como a “Cigana Contadora de Estórias”, Kopinits apresenta 10 estórias infantis ilustradas por Rivaldo Barboza, no formato 22x28cm, com 90 páginas em cores. “São estorinhas escritas para as crianças de todas as idades”, diz a jornalista sobre a sua primeira obra.  

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Além do lançamento da Cigana Contadora de Estórias, a editora fará o lançamento de outras obras do seu selo infantojuvenil. 

SERVIÇO:

Lançamento do livro “Era uma vez... estórias de uma contadora de estórias”, de Gabriela Kopinits, a Cigana Contadora de Estórias

Data: 04 de outubro

Horário: 10h

Local: Museu do Estado de Pernambuco

Av. Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife

Brincar com as palavras, essa é a ideia central do livro infantil O P do Pato, da escritora Ana Terra. A publicação conta a história da mamãe Pata e seus filhotes que vão ao lago para se refrescar e acabam por participar das trapalhadas do Gato, do Rato e do Sapo. Trocando a primeira letra de cada um dos nomes, a autora ensina que é possível brincar com as palavras e criar outras novas. 

As ilustrações do livro também são de Ana, com muitos desenhos e cores para atrair a atenção daz crianças. O P do Pato surgiu por causa do próprio nome da autora, pouco comum. Ela então tentou transformá-lo em outros mais conhecidos e foi então que teve a ideia de escrever um livro em que pudesse brincar com as palavras e os nomes dos personagens.

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Nesta terça (1º), começa no Plaza Shopping uma feira de livros infantis. Com um estoque inicial de 15 mil exemplares, o evento vai contar com obras de diversos gêneros – ficção científica, pop-ups, quarinhos, didáticos e outros. A feira ficará instalada no piso L4 do shopping até o dia 31 de julho.

A ideia da feira é levar para o público infanto-juvenil uma literatura mais acessível e a preços baixos. O livro mais barato custa R$ 5 e o mais caro R$ 20. A expectativa é vender cerca de 4 mil livros por dia.

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Serviço

Feira de Livros Infantis

1º a 31 de julho

Plaza Shopping (Avenida Doutor João Santos, 255. Piso L4 – Casa Forte)

Antônio é um menino de sete anos que começa a ser abusado sexualmente por um amigo da família. Com medo de revelar o que acontece aos pais e coagido pelas ameaças que sofre, o menino encontra, na literatura, uma chance de ser feliz de novo.

Este é o tema abordado pelo mestre em literatura, doutor em educação e professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Hugo Monteiro Ferreira, em Antônio. O livro faz uso da linguagem poética e sua intenção não é apenas comover, mas advertir e até influenciar crianças na mesma situação, permitindo que elas se sintam mais à vontade para relatar os abusos sofridos.

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Informações: (21) 3833 5817 | vendas@escritafinaedicoes.com.br

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