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O ator Ary Fontoura vem ultimamente ganhando a atenção dos internautas. Em meio à pandemia do novo coronavírus, ele compartilha no Instagram sua rotina com pitadas de humor para pouco mais de 1 milhão de seguidores. Confinado, Ary faz questão de informar na rede social que está seguindo as medidas de segurança para combater a doença.

Entrevistado pelo colunista Ancelmo Gois, ele criticou o governo sobre os planos relacionados à Covid-19. "Definitivamente, não é uma gripezinha. O país enfrenta uma grava pandemia sem uma liderança responsável", disse, sem citar o presidente Jair Bolsonaro. No início de junho, Ary Fontoura contou para Pedro Bial como está enfrentando o isolamento social.

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Ele revelou que busca ocupar bastante a mente: "Eu tapeio essa pandemia enchendo a cabeça de coisas positivas. Procuro me cercar de coisas alegres e pensamentos bons. Por exemplo: não pense que o seu fim está próximo [por conta da Covid-19], e sim que ele virá independente de sua vontade, seja em qualquer circunstância". 

Nesta terça-feira (30), às 22h15, na TV Cultura, o programa Provoca vai receber a chef Paola Carosella. Na atração comandada pelo apresentador Marcelo Tas, a jurada do MasterChef Brasil abriu o coração sobre assuntos que cercam sua vida pessoal e profissional. Durante o bate-papo virtual, ela criticou as pessoas que vão às ruas pedir intervenção no governo.

"Eu conheço a história da ditadura na Argentina e sei que morreram muitas pessoas... Adolescentes foram sequestrados, torturados e [estão até hoje] desaparecidos. Então, sair e pedir uma ditadura é de uma burrice... É criminoso", disse. Mas essa não é a primeira vez que Paola fala de política. Ela sempre usa a sua conta no Twitter para opinar.

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No último dia 18, Paola Carosella ironizou a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro. A chef fez postagens na rede social que faziam alusões de receitas com o caso Queiroz. "Vai um bolo de laranja no café da manhã, Brasil?", escreveu ela em uma das publicações. 

Desde março, eventos importantes que estavam previstos para acontecer em diversos lugares do Brasil foram questionados se iriam ser realizados ainda este ano, assim que o isolamento social foi estabelecido para conter o avanço do novo coronavírus. Após três meses, datas comemorativas e shows, tiveram que ser adiados para uma outra oportunidade, inclusive o São João. Sucesso em todo o Nordeste, os festejos sofreram alterações drásticas, impossibilitando muita gente de celebrar.

Para o cantor e compositor Silvério Pessoa, a tecnologia irá contribuir para a diversão dos forrozeiros, que estão confinados em suas casas, devido à pandemia da Covid-19. Em entrevista ao LeiaJá, o homenageado do São João do Recife declarou: "Percebo que existe uma possibilidade de nós humanizarmos essa nova configuração da festa junina, que é uma festa virtual. Foi assim com a quaresma, quase, ou deveria ter sido com o Carnaval. [...] Tudo está sendo de forma virtual. O que seria de nós sem a tecnologia?".

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Surfando na onda das lives, que nos últimos dias passou a invadir o cotidiano dos artistas, Silvério acredita que as comemorações juninas têm tudo para dar certo em transmissão via internet. "Podemos sim fazer um São João virtual, de forma solidária e reconfigurada, e em casa", disse. De acordo com o artista pernambucano, a tradição nordestina deve permanecer nos lares das pessoas, assim como preparar comidas típicas e curtir canções que sempre embalaram junho.

"A religiosidade da festa junina não vai sofrer abalo, porque fé existe, independentemente de local, palco, público, de tudo. Nós como artistas populares devemos nos esforçar para darmos todo o nosso afeto, carinho e empenho para fazer uma grande, bonita, solidária e uma continuada essência da festa junina, do São João", opinou Silvério.

O inglês Lewis Hamilton, piloto da Mercedes, utilizou as suas redes sociais para criticar as tradicionais touradas na Espanha. De acordo com o hexacampeão mundial de Fórmula 1, que se autodeclarou uma amante dos animais, a prática é nojenta e se equivale a um tipo de tortura, que, no caso, se mascara de cultura.

"É realmente nojento, Espanha! As crianças espanholas são ensinadas a torturar e matar touros a partir dos 14 anos. Estamos pedindo ao Ministério da Educação da Espanha, que feche imediatamente as escolas de touradas", disse Hamilton em seu Twitter.

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Segundo o piloto da Mercedes, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou que as touradas violam a Convenção dos Direitos da Criança, já que fazem com que os jovens pratiquem atos violentos.

Ainda em suas redes sociais, Hamilton pede para que seus seguidores assinem uma petição, criada pelas Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (Peta). A organização internacional clama pelo fim das escolas de touradas na Espanha.

Essa não é a primeira vez que o campeão da Fórmula 1 se manifesta em relação a pautas de defesa dos animais. Neste ano, Hamilton celebrou a proibição do consumo de carnes de cachorros e gatos na cidade de Shezhen, na China. O piloto é vegano desde 2017.

Em resposta, o ministro da Cultura da Espanha, José Manuel Rodríguez Uribes, lamentou o que foi dito por Hamilton e classificou suas palavras como ofensivas. "São palavras ofensivas e atacam as pessoas que têm uma paixão e um sentimento positivo por uma prática que no nosso país é considerado cultural", disse o político em entrevista à rádio espanhola RNE.

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) anunciou a abertura de uma consulta aos estudantes, docentes e técnicos administrativos acerca da utilização de tecnologias digitais e condições de vida.

Os membros da comunidade acadêmica podem acessar os formulários on-line por meio dos links abaixo e também pelo Siga.  Vale ressaltar que os técnicos administrativos podem, além do formulário on-line e do Siga, acessar o questionário por meio do Sistema Integrado de Patrimônio, Administração e Contratos (Sipac).

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Formulário para estudantes

Formulário para docentes 

Formulário para técnicos administrativos

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-->Prova de concurso em Pernambuco terá nova data

O deputado federal Eduardo Bolsonaro usou suas redes sociais, nesta terça (9), para fazer uma crítica à programação da TV Globo. Chocado com o tema abordado no programa Encontro com Fátima Bernardes, matinal diário que tratava, na ocasião, sobre masturbação, o parlamentar sugeriu o retorno dos desenhos infantis à grade da emissora, como ocorria quando ainda era exibida a TV Globinho. 

Com um tweet, Bolsonaro demonstrou indignação por um programa matinal em TV aberta tratar de temas como masturbação e deu sua sugestão do que seria uma programação mais adequada ao horário, de acordo com sua opinião. “Dez da manhã, crianças em casa, sem poder ir à escola ou sair pra brincar. O que a Globo deveria exibir? Desenhos e programação educativa, como ocorria antigamente. O que a Globo está exibindo? Fátima Bernardes incentivando que o público se masturbe durante a pandemia”.

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As reações à colocação do deputado foram muitas. Alguns seguidores o apoiaram, com comentários como: “É uma vergonha, se bem que os desenhos de hoje em dia são todos politicamente corretos e chatos”. Mas, uma  parte considerável dos internautas criticou sua postura. Confira. “O governo do seu pai é mais obsceno, muito mais”; “Eduardo, tu é deputado e agora é horário comercial né, tá no twitter pq?? Vai trabalhar amado”; “E qual o plano do ministério da educação para retorno dessas crianças às aulas?”; “Quem decide o que meu filho assiste sou eu e ele em conjunto. Não é o Estado, nem a igreja. Se eu não curto ou não acho adequado o programa troco o canal”; “Vai trabalhar e para de assistir globo”.

O empresário Paulo Barbosa, pai de Marina Ruy Barbosa, vem usando o seu perfil do Instagram para criticar o presidente Jair Bolsonaro. A atitude dele está relacionada ao arrependimento de ter votado no político nas eleições de 2018. Nesta sexta-feira (5), a atriz fez um pronunciamento sobre o assunto. Marina declarou que não flerta com o governo federal, e que o pai está mais atento.

"Meu pai não é uma figura pública. E me estranha esse interesse por ele. Eu sou a pessoa pública. Eu não votei no candidato do meu pai, não concordei com a escolha dele, não concordo nem compactuo em nada com a atual política. Mas o voto é um direito garantido e ele votou em quem quis", disse a ruiva, em um comunicado enviado ao jornal carioca Extra.

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No depoimento, ela afirmou que está bastante decepcionada com o cenário da política, demonstrando felicidade pela decisão do pai: "Mas tudo o que pensávamos só se confirmou. Só aprende quem erra. E meu pai está revendo as posições dele. E eu acho bom, porque mostra que, como eleitor, ele está atento. E mais do que isso, que está disposto a evoluir e mudar de pensamento".

Marina Ruy Barbosa sempre opina nas redes sociais sobre os assuntos que permeiam a população brasileira. Quando o Brasil começou a passar pela crise ocasionada pela pandemia do novo coronavírus, ela chegou a dizer que é impossível ficar sem chorar ao acompanhar as notícias nos telejornais. Marina também foi um dos nomes da classe artística a pedir o adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Um dia depois de completar 34 anos, Rafael Nadal não demonstra ansiedade em retornar às competições, nem mesmo ao tradicional torneio de Roland Garros, no qual soma 12 conquistas. A preocupação maior do tenista espanhol, número dois do mundo, é com o retorno da "vida normal", ante a pandemia do novo coronavírus

"Sinto falta de jogar tênis. Sinto falta de jogar o torneio que mais amo", afirmou Nadal, nesta quinta-feira, em entrevista coletiva. "Mas, ao mesmo tempo, minha mente não está pensando nisso. Minha mente está focada em tentar recuperar a vida normal. A primeira coisa que temos de conseguir é recuperar o normal."

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Se não fosse o adiamento causado por pandemia, o Aberto da França estaria em sua segunda semana de disputas e Rafael Nadal poderia estar na luta por um 20.º título de Grand Slam. Em vez disso, ele está em casa, na Espanha, treinando "levemente" sem saber se jogará o US Open.

"Se você (perguntar) a mim hoje, hoje eu vou dizer, 'não'. Em alguns meses? Eu não sei. Espero que, 'sim'", disse Nadal. "Mas precisamos esperar, provavelmente, até que tenhamos informações mais claras sobre como o vírus evolui e como a situação vai estar em Nova York daqui uns meses. Porque, é claro, Nova York tem sido um dos lugares mais fortemente atingidos pelo vírus. Então vamos ver."

Nadal acha que há dois requisitos fundamentais para o Aberto dos EUA acontecer e para o tênis retomar suas atividades: garantias para ser protegido do coronavírus e ter todos capazes de viajar internacionalmente.

O tênis, como a maioria dos esportes, está suspenso desde março por causa da pandemia da covid-19. As competições da ATP e da WTA estão suspensas pelo menos até o final de julho. O Roland Garros foi adiado de maio para setembro, enquanto Wimbledon foi cancelado pela primeira vez em 75 anos.

Uma decisão sobre o Aberto dos EUA é esperada dentro de semanas. A previsão é de que a competição tenha início em 31 de agosto. "Eu realmente acredito que precisamos ser pacientes, ser responsáveis", disse Nadal. "Nós precisamos ser calmos e fazer as coisas da maneira certa", completou Nadal.

Geisy Arruda está aproveitando o seu período de quarentena para debater com os seguidores. Conciliando postagens sensuais e opiniões sobre política, a influenciadora digital voltou a criticar o presidente Jair Bolsonaro. Na sua conta do Instagram, ela recebeu uma mensagem privada de um seguidor que saiu em defesa do político. Irritada, Geisy rebateu o comentário na rede social.

"Respeitar eu respeito meu pai que trabalhou por 40 anos para me criar e hoje é um aposentado. Bolsonaro, eu cobro, cobro posicionamento na luta contra a Covid-19. Quero que ele pare de andar de jet (ski), a cavalo, e passe a visitar os hospitais na Amazônia e no Pará", escreveu ela, ao divulgar o print da DM para os usuários do Twitter.

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E completou: "Quero que ele [Bolsonaro] sofra com a morte dos brasileiros que morreram. 30.000 mil mortes e essa conta também é dele". O compartilhamento da imagem dividiu opiniões das pessoas no microblog.

Confira:

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Uma das grandes estrelas do período junino, Elba Ramalho já estaria percorrendo alguns palcos para abrir festas de São João, em tempos normais. A pandemia do novo coronavírus, no entanto, cancelou as festividades em vários municípios brasileiros e o ciclo junino, pela primeira vez, não será como o conhecemos. Nesta quarta (3), a cantora falou sobre a falta que o período junino faz, durante entrevista, e deu sua opinião acerca da crise imposta pelo vírus.

Elba falou ao Bom dia PE, telejornal da TV Globo, sobre sua relação com o ciclo junino. Ela faria a abertura do São João de Caruaru, em Pernambuco, neste ano e contou que cancelou cerca de 18 shows para todo o  mês de junho, por conta da pandemia. A cantora disse estar com uma “dorzinha no coração” e comentou sobre sua relação com a festa. “Eu trago essa verve desse ritmo que é característico desse periodo - o forró, o baião -,  traz uma memória afetiva, também por ser nordestina. Hoje em dia, estar no palco alegrando as pessoas e também ser uma peça dessa história, tem um significado muito maior”.

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A artista também falou como está encarando a pandemia. Sem trabalhar, ela diz estar bastante preocupada: “Eu sinto falta também do meu ganha pão, eu vivo disso. Não sei fazer nada, não sei fazer outra coisa que não seja cantar. Uma hora o poço seca”. Elba disse ser a favor da reabertura do comércio no país, desde que com as devidas medidas de segurança e se mostrou esperançosa em relação ao desfecho dessa crise. “Tenho esperança e a expectativa de que a s coisas comecem a se reajustar. Eu acho que o país tem que movimentar a economia, é minha opinião. A gente tá passando pela pandemia com cuidado. Não percam a esperança. São João a gente vai ter no próximo ano também”. 

A onda de protesto nos Estados Unidos contra a morte de George Floyd está causando revolta em pessoas mundo afora. Para chamar a atenção de líderes políticos, manifestantes foram às ruas para criticar o racismo, depredando departamentos públicos e estabelecimentos privados. O estilista Marc Jacobs teve sua loja em Los Angeles afetada, mas surpreeendu ao falar do movimento.

Reverenciado no mundo da moda, Jacobs declarou em uma postagem na internet que vidas negras importam, e que a vida não pode ser substituída. "Nunca deixem te convencer que um vidro ou propriedade quebrada é violência", afirmou ele, na sua conta do Instagram.

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"Fome é violência, falta de moradia é violência, guerra é violência, jogar bomba nas pessoas é violência, racismo é violência, supremacia branca é violência, pobreza é violência, contaminar água apenas por lucro é violência. Uma propriedade pode ser reconstruída, a vida humana, não", finalizou. 

Após se posicionar a favor da manifestação, Marc Jacobs foi bastante elogiado nas redes sociais. O nome dele foi parar nos trending topics do Twitter. "Se o Marc Jacobs não tem dó da própria vidraça, você classe média não precisa defender banco, tá?", escreveu um dos internautas.

Veja:

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No último fim de semana, Samara Felippo bateu um papo no Instagram com a atriz Natalia Lage. Durante a conversa, as duas relembraram alguns momentos da época em que trabalharam juntas em 'Malhação'. Após mostrar um vídeo dos bastidores da novela teen, as atrizes falaram de Mario Frias. Natalia perguntou se ele não seria convidado para um debate com Samara, mas ela fez questão de dizer que não.

"Eu não concordo, não compactuo. Não sei se quero chamar essa energia, esse lugar", disse. Cotado para substituir Regina Duarte na Secretaria Especial da Cultura, Mario Frias foi criticado por Samara Felippo. "Tenho pensado todos os dias sobre isso. Ele foi protagonista junto com a Priscila Fantin. É uma referência daquela época. A questão é que deveria ser uma pessoa minimamente com discernimento para entender que, para estar num lugar como esse [Secretaria da Cultura], de tanta responsabilidade, de tanta sabedoria, tem que estar muito preparado", disparou.

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Em seguida, Natalia Lage retrucou: "Fiquei muito curiosa de ouvir ele falar. [...] Eu tinha muito carinho por ele, era muito legal com a gente, mas depois nunca mais vi, não sabia onde estava e o que estava fazendo. Daí quando rolou esse papo, agora essa semana, foi uma surpresa, nunca imaginei".

Confira:

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O meia espanhol Andrés Iniesta lamenta que o grande companheiro dos tempos de Barcelona, Lionel Messi, jamais tenha vencido uma Copa do Mundo. Em entrevista ao jornal argentino Olé, o atual jogador do Vissel Kobe, do Japão, disse considerar uma surpresa que o craque não tenha esse título no currículo pela seleção da Argentina, pois pelo talento ele merecia ao menos ter erguido a taça no mínimo uma vez.

Aos 36 anos, Iniesta disse que é uma pena a Argentina estar desde 1986 sem ganhar a Copa do Mundo. "Isso surpreende, no sentido que o país teve grandes jogadores, uma seleção de nomes espetaculares e que tem ainda quem para mim é o numero 1 (Messi)", disse. O espanhol foi campeão do mundo em 2010, na África do Sul, ao marcar inclusive o gol da vitória por 1 a 0 na final contra a Holanda.

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Segundo Iniesta, a Argentina teve a grande chance de ser campeã em 2014, no Brasil. "O que se passou na final contra a Alemanha, por exemplo, são detalhes. Pequenos momentos que definem se a balança pende para um lado ou para o outro. Seguramente, se jogam outro jogo poderia ter saído de maneira diferente", comentou. Na decisão no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, a seleção alemã garantiu o tetracampeonato ao ganhar por 1 a 0.

O espanhol citou os quatro títulos de Liga dos Campeões da Europa conquistados ao lado de Messi no Barcelona para ressaltar as qualidades do ex-companheiro e defendê-lo das críticas existentes na Argentina de que o camisa 10 só joga bem no clube. "Como jogador, sei que é praticamente impossível que jogue mal uma partida", disse. "Acho que não se pode comparar o time com uma seleção argentina, porque no Barça se trabalha no dia a dia, sempre de uma forma determinada", acrescentou.

Iniesta define Messi como o melhor jogador da história. "Ele marca a diferença em qualquer aspecto. É capaz de fazer três gols em um jogo, assim como dar três assistências", disse. Por outro lado, o espanhol diz que não se pode depositar toda a expectativa de que o camisa 10 resolva um jogo sozinho. "Evidentemente, Leo não pode ser todo o time. Ele necessita tudo o que envolve o time para que isso potencialize ainda mais tudo o que ele é", analisou.

No futebol japonês desde 2018, Iniesta não descarta ser técnico após a aposentadoria. O grande parceiro dos tempos de Barcelona, o meia Xavi Hernández, seguiu esse caminho e atualmente dirige o Al Sadd, do Catar. "Eu desfrutei momento do momento anterior da minha carreira e estou aproveitando demais aqui também", resumiu.

Em decorrência dos debates em torno do adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, em sua conta do Twitter, sugeriu, nesta quarta-feira (20), que o Enem seja adiado de 30 a 60 dias. A sugestão foi dada, segundo o comandante do Ministério da Educação (MEC), em conversar com "líderes do centro".

Na postagem, Weintraub ainda pede ao Congresso Nacional que escutem “os mais de 4 milhões de estudantes já inscritos para a escolha da nova data de aplicação do exame”. Em uma live realizada nesta terça-feira (19), o ministro disse que uma votação será disponibilizada em junho para que os estudantes opinem sobre o adiamento do Enem.

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O Projeto de Lei 1.277/2020, da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), foi votado a favor, nesta terça-feira (19), pelo Senado Federal. Agora, o texto, que pede o adiamento da prova, vai para a Câmara dos Deputados. Com a movimentação em torno do processo de adiar o Exame, movimentos, estudantes, professores e sociedade em geral se posicionam sobre o assunto.

Estudantes podem realizar as inscrições para o Enem até 22 de maio, através da Página do Participante. As provas do Exame serão aplicadas em novembro. Nos dias 1º e 8 será realiza a versão impressa, enquanto a versão digital será aplicada nos dias 22 e 29 do mesmo mês. No mesmo endereço eletrônico é possível obter mais detalhes a respeito das provas. 

Confira, abaixo, postagem do ministro da Educação na íntegra:

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-> Weintraub critica Senado Federal sobre adiamento do Enem

Nesta quarta-feira (20), o ministro da Educação, Abraham Weintraub, utilizou sua conta do Twitter para criticar o Senado Federal sobre a aprovação do Projeto de Lei 1.277/2020, da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB). O texto, que segue para a Câmara dos Deputados, propõe o pede o adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020.

Após aprovação da matéria que pede o adiamento do Enem 2020, nesta terça-feira (19), no Senado Federal, Weintraub realizou uma postagem enfatizando trecho que fala sobre as atribuições do Senado. Na crítica, o ministro questiona “qual o problema de escutar diretamente os mais de 4 milhões de brasileiros já inscritos no Enem?”, destacando que trata-se de um direito constitucional conferido aos brasileiros inscritos no Exame. 

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Ele ainda reforça que os participantes poderão votar em junho sobre a possível adiamento do Exame e ressalta que consulta é 100% segura e será realizada na Página do Participante.

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Estudantes podem realizar as inscrições para o Enem até 22 de maio, através da Página do Participante. As provas do Exame serão aplicadas em novembro. Nos dias 1º e 8 será realiza a versão impressa, enquanto a versão digital será aplicada nos dias 22 e 29 do mesmo mês. No mesmo endereço eletrônico é possível obter mais detalhes a respeito das provas.

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---> Enem: votação de candidatos poderá adiar prova, diz MEC

Começou, nesta segunda-feira (11), as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Internautas usaram as redes sociais para relatar problemas, incluindo erros na Página do Estudante. Revoltadas com a situação, diversas pessoas fizeram uma campanha para que haja o cancelamento das provas. No seu perfil do Twitter, Marina Ruy Barbosa opiniou brevemente sobre o assunto.

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No microblog, a atriz participou da hashtag #AdiaEnem como forma de apoio aos estudantes, que irão fazer o exame. Após a postagem, seguidores concordaram com o posicionamento de Marina. "Esse governo irresponsável manteve o calendário mesmo com pandemia e isolamento. Sem aulas regulares, a desigualdade nas condições de acesso à Universidade vai aumentar", comentou um dos usuários da plataforma.

"Se a gente se organizar direitinho, podemos obrigá-los a adiar. É só essa galera não fazer", opinou outra pessoa. "Eu também acho ótimo. Ninguém merece este ano. Fora que a maioria não tem internet e computador em casa", escreveu mais uma na rede social.

Confira:

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A ex-presidenta Dilma Rousseff publicou em seu site, nesta quinta-feira (30), uma extensa crítica às medidas tomadas pelo governo de Jair Bolsonaro para enfrentar o novo coronavírus. O foco da petista foi relacionado à forma que o pagamento do Auxílio Emergencial está sendo feito que, cujo atraso é "De todas as ações e atitudes de desrespeito do governo [...] uma das mais perversas".

Para ela, o Governo tem criado uma verdadeira corrida de obstáculos para evitar pagar o benefício para os trabalhadores que enfrentam à crise econômica e de saúde provocada pela Covid-19. "Para evitar o pagamento imposto por lei, o governo criou uma espécie de labirinto burocrático quase sem saída, que pode resultar na morte de trabalhadores, pela doença ou pela fome. Entre 30 milhões e 50 milhões de brasileiros – a maioria pobres, mulheres e moradores de comunidades carentes – estão sendo maltratados por esta bagunça deliberada por meio da qual Bolsonaro uniu a agonia das filas da morte nos hospitais ao desespero das filas da fome nas agências da Caixa", escreveu.

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Entre os empecilhos listados por Dilma, que teriam sido criados por  Bolsonaro, Paulo Guedes, Ônix Lorenzoni, estão:

- "A exigência de um CPF válido até de crianças de colo,  quando muitas vezes nem seus pais têm este documento atualizado, o que provocou grandes filas nas agências da Receita Federal";

– A imposição do "preenchimento de um longo cadastro, a ser feito por celular, a milhões de brasileiros que usam telefones pré-pagos com acesso muito lento à internet, e usam estas contas apenas para whatsapp ou para receber ligações de eventuais fregueses de seus serviços;

– "[...] um número para informações para o qual as pessoas ligam e raramente são atendidas; e quando o são, são instruídas a voltar ao preenchimento do cadastro";

Segundo o texto da ex-presidenta, como o atendimento digital é ineficiente, os desempregados que têm direito ao auxílio são obrigados a ir às agências da Caixa. Isso faz com que sejam criadas longas filas e aglomerações, apenas para o banco informar que só fará o pagamento por meio do cadastro digital.

"O desespero nas filas e o desabafo dos que estão sendo enganados pelo governo são mostrados pela imprensa que, invariavelmente, conclui suas reportagens com notas da Caixa informando que está “tomando providências”. Não está, não. É mais uma fake News. No dia seguinte, vemos as pessoas novamente nas filas e nas aglomerações, arriscando-se à contaminação pela Covid-19 e voltando para casa sem o dinheiro a quem têm direito para comprar comida para suas famílias", apontou, Dilma.

A petista ilustrou seu texto com diversas fotos, que saíram na imprensa, de trabalhadores. O LeiaJá tem acompanhado de perto a luta de dezenas de família em frente aos bancos, para garantir o recebimento do auxílio. Confira.

O médico cancerologista Drauzio Varella mudou o tom sobre o novo coronavírus e agora prevê uma 'tragédia nacional'. Varella se disse arrependido por ter sido otimista quando a Covid-19 começou a surgir na mídia no final de 2019.

O também escritor e comunicador acredita em uma tragédia nacional devido ao nível de desigualdade social no país, conforme relatou em entrevista à BBC News Brasil. "Agora é que nós vamos pagar o preço por essa desigualdade social com a qual nós convivemos por décadas e décadas, aceitando como uma coisa praticamente natural. Agora vem a conta a pagar. Porque é a primeira vez que nós vamos ter a epidemia se disseminando em larga escala em um país de dimensões continentais e com tanta desigualdade", diz.

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Varella disse se recriminar por ter sido otimista. "Porque nós recebíamos as notícias da China e essas notícias eram muito ocasionais, e não davam ideia de como eram realmente a epidemia. Isso foi durante o fim de dezembro, que eles relataram os primeiros casos, embora a doença já tivesse se espalhando lá. Daí em janeiro, as notícias que nós tínhamos eram da mortalidade. E os dados que eles apregoavam não eram tão preocupantes." 

Na entrevista, o médico reforça ser defensor do isolamento. "Primeiro porque ele é a única evidência de medida que reduziu o número de pessoas que procuram os hospitais. As pessoas estão acostumadas com essa coisa de ir ao pronto socorro e demora para atender, você não é atendido às vezes, ou é mal atendido e volta para casa. Só que agora é uma situação diferente. Você só vai para o hospital quando você tem falta de ar. E essa falta de ar é progressiva, você tem que ter os recursos de ventilação mecânica à disposição. Se você não tiver esses recursos, o que vai acontecer? Não é que você volta para casa, sofre um pouco e passa. Não, falta de ar é o pior sintoma que existe. Porque se você tem dor, toma analgésico, você tem tosse, tem jeito de bloquear. Agora ter falta de ar é uma morte horrível. Horrível", conta.

O cancerologista também disse ser preocupante trocar o ministro da Saúde. Varella afirmou que Luiz Henrique Mandetta estava obedecendo as orientações da Organização Mundial da Saúde e respeitando as medidas que foram tomadas em outros países com sistemas de saúde mais organizados. "Você tirar uma equipe que está fazendo um trabalho muito bem feito, tirar por razões políticas, é muito duro isso." 

"Todos nós vamos perder amigos, muitos vão perder pessoas da família, e isso vai nos ensinar que não é possível viver como nós vivíamos até aqui", completa Drauzio Varella.

Longe das gravações da novela Salve-se Quem Puder, Deborah Secco desabafou na internet sobre o caos provocado pela pandemia do coronavírus. Para falar do assunto, a atriz fez uma comparação com a ansiedade que teve na gravidez e o que está vivendo nos dias atuais. 

"Apenas duas ocasiões me fizeram parar de trabalhar nesses quase 30 anos: agora, com o isolamento social, e na época mais feliz da minha vida, quando a Maria chegou. Tornou-se inevitável comparar esses dois momentos. O contraste imenso daqueles dias tão doces com a atualidade feita de tensões e amarguras", pontuou, publicando fotos da época em que estava à espera da primeira filha.

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Em isolamento social com Maria Flor e o marido, o ator Hugo Moura, Deborah continuou com a reflexão: "Antes, a ansiedade para a chegada de uma nova vida em oposição a hoje, com nossa ansiedade constante durante essa pandemia. Com isso, o coração fica apertadinho e recorro àquelas memórias bonitas de quando uma pausa me fez tão bem. Compartilho com vocês essas lembranças e o desejo de que tudo fique bem".

Após a postagem do texto, Deborah Secco ganhou o carinho dos fãs. "Ficará tudo bem", comentou um dos seguidores, na tentativa de confortar a intérprete da personagem Alexia. Além dos anônimos, famosas como Carolina Dieckmann e Mariana Ximenes depositaram mensagens positivas para a atriz.

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Nesta quinta-feira (16), Luiz Henrique Mandetta a sua saída do Ministério da Saúde. Em meio à pandemia do coronavírus, Jair Bolsonaro resolveu demiti-lo do cargo. Após a decisão, diversas pessoas repercutiram a atitude do presidente.

Entre os famosos, a atriz e apresentadora Fernanda Paes Leme se posicionou. A atriz não poupou palavras ao criticar Bolsonaro. Ela declarou que o ideal é não escutar o presidente.  "Mandetta demitido e vamos seguir ignorando o presidente. Quem puder fique em casa e quem estiver na rua use máscara", escreveu. 

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A atriz Rafaela Mandelli e a apresentadora Sarah Oliveira também ficaram chocadas com a saída de Luiz Henrique Mandetta do ministério da Saúde. Jair Bolsonaro escolheu Nelson Teich para assumir a pasta.

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