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Embora correspondam a mais da metade dos habitantes do País, os brasileiros negros permanecem sub-representados no Poder Legislativo. Os pretos e pardos eram 55,9% da população, mas são apenas 24,4% dos deputados federais e 28,9% dos deputados estaduais eleitos em 2018.

Dos vereadores eleitos em 2016, 42,1% eram pretos e pardos. Os dados são do Estudo Desigualdades Sociais por Cor ou Raça, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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O porcentual de candidaturas de pessoas pretas ou pardas, no entanto, chegou a 41,8% para cargos de deputado federal, a 49,6% nas eleições para deputado estadual e a 48,7% para vereador.

"Assim, não é possível atribuir a sub-representação desse grupo populacional unicamente a uma ausência de candidaturas, pelo menos no que tange às eleições legislativas proporcionais de 2014 a 2018", ressaltou o IBGE, em nota.

O estudo mostrou ainda a discrepância entre a receita das candidaturas de pessoas brancas e a de pessoas pretas ou pardas. Enquanto 9,7% das candidaturas de pessoas brancas a deputado federal tiveram receita igual ou superior a R$ 1 milhão, entre as candidaturas de pessoas pretas ou pardas, apenas 2,7% contaram com pelo menos esse valor.

"As candidaturas de pretos ou pardos são menos representativas entre candidaturas com mais recursos", aponta Luanda Botelho, analista da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE.

Considerando todas as candidaturas que dispuseram de receita igual ou superior a R$ 1 milhão, apenas 16,2% eram de pessoas pretas ou pardas.

Segundo o IBGE, estudos sobre eleições no Brasil já mostraram que a escassez de recursos financeiros é um dos fatores que diminuem as chances de sucesso eleitoral de uma candidatura.

"Outro elemento determinante para o sucesso seria o candidato já possuir cargo parlamentar, o que constitui, portanto, mais uma dificuldade para um grupo sub-representado reverter esse quadro", afirmou o IBGE.

Nesta segunda-feira (11), o cantor e compositor Leoni compartilhou com os seguidores do Twitter uma atitude tomada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. No microblog, o músico afirmou que foi bloqueado por ele, divulgando para os internautas um print da ação.

"Minha mais nova figurinha. Completei o álbum da familícia. Alguém se magoou comigo. Meu último post citando-o foi até amistoso. Eu o avisei do perigo da publicidade virtual do Sergio Moro, que o perigo mora ao lado. O pior cego... cancelou o mensageiro", tuitou Leoni. 

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Na postagem, fãs apoiaram o músico. "Parabéns pelos posicionamentos tão lúcidos. Isso aí é motivo de orgulho", comentou uma internauta. "Não perdeu nada, um embuste que só espalha fake news e propaga o ódio por onde passa", escreveu outra.

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Após o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubar a possibilidade de prisão em segunda instância, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixou nesta-feira (8), em Curitiba, a Polícia Federal. A saída de Lula foi recebida na internet por crítica e apoio.

No meio da repercussão em volta do político, Pabllo Vittar não escondeu sua alegria ao saber da liberdade de Lula. "Que amor", escreveu a voz do hit 'Problema Seu', ao ver uma foto do ex-presidente arrumando a mala para deixar a prisão. A mensagem de Pabllo em um perfil no Instagram, que aborda o universo sociopolítico, divertiu os fãs da cantora. 

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"Mulher, tu não ia buscar ele [Lula] no teu helicóptero rosa?", brincou um dos seguidores. "Vai buscar o nosso pai, po***", comentou outra pessoa. Assim como Pabllo Vittar, outros famosos se manifestaram a favor da soltura de Lula. José de Abreu, Maria Ribeiro, Caio Paduan, Débora Nascimento, Thiago Lacerda, Tulipa Ruiz e Guta Stresser realizaram postagens de apoio nas redes sociais.

O jornalista Glenn Greenwald, do The Intercept Brasil, viu o seu nome estampado em diversos noticiários, nessa quinta-feira (7), depois que foi agredido pelo comentarista da rádio Jovem Pan, Augusto Nunes. O episódio gerou opiniões dentro e fora da internet. Preso desde abril de 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se pronunciou sobre a agressão sofrida por Glenn.

Nesta sexta-feira (8), no seu perfil do Instagram, Glenn Greenwald recebeu uma carta de Lula. Na rede social, o americano alfinetou o ministro da Justiça, Sérgio Moro, alegando que seria a última vez que Lula enviaria mensagens direto da prisão. "Recebi hoje que deve ser a última carta que Lula vai escrever dentro da prisão injusta do Sérgio Moro", legendou. 

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Confira a carta que Glenn recebeu de Lula:

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Depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nessa quinta-feira (7) derrubar a chance de prisão em segunda instância, por seis votos a cinco, a internet ficou eufórica com o julgamento. Na esperança de ver o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em liberdade, preso desde abril de 2018, alguns famosos usaram suas redes sociais para manifestar apoio.

Os atores José de Abreu, Maria Ribeiro, Caio Paduan, Débora Nascimento, Thiago Lacerda e Guta Stresser, além do ex-presidenciável do Partido dos Trabalhadores, Fernando Haddad, compartilharam conteúdos em prol da liberdade de Lula.

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"Acharam, que eu estava derrotado, quem achou estava errado, eu voltei, tô aqui, se liga só, escuta aí. Ao contrário do que você queria, tô firmão, tô na correria. Sou guerreiro e não pago pra vacilar. Sou vaso ruim de quebrar...Observação. Ódio censurado. Gostaram né?", escreveu Paduan no Instagram, um trecho da música Oitavo Anjo, do cantor Dexter. 

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<p>Nesta sexta-feira (08), o cientista político Adriano Oliveira fala no seu&nbsp;podcast&nbsp;sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação a prisão em 2&ordf; Instância. Segundo ele, aqui no Brasil, o STF é um reforçador das decisões que já foram tomadas por instâncias.&nbsp;Porém, ele destaca que isso não deveria ocorrer, uma vez que o Supremo Tribunal Federal é um Tribunal Constitucional, logo, deveria lidar, apenas, com questões constitucionais.</p><p>Adriano Oliveira destaca ainda que a a prisão em 1&ordf; e 2&ordf; Instância sempre ocorreram. Ressalta ainda que a decisão tomada pelo STF foi garantir a constituição na sociedade brasileira.&nbsp;</p><p>O podcast de Adriano Oliveira tem duas edições, nas segundas e nas sextas-feiras. Além disso, também é apresentado em formato de vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h, na fanpage do&nbsp;LeiaJá.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:&nbsp;</p><p>
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A reinvenção da moeda, do carro, do remédio ou da habitação são algumas das novidades que as gigantes digitais e as empresas emergentes que participarão da Web Summit apresentarão em Lisboa a partir de segunda-feira (4), desta vez dominada por um tom político.

A edição de 2019 desta grande cúpula mundial de tecnologia reunirá, como no ano passado, 70.000 participantes. Haverá centenas de conferências que abrangerão tópicos variados como mobilidade, aplicativos médicos, robótica, criptomoedas, publicidade e conquista da mídia.

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Além disso, multiplicaram-se os apelos para impor impostos, regulamentações e até o desmantelamento de gigantes do setor. "A tecnologia se tornou hiperpolítica", disse à AFP Paddy Cosgrave, fundador e diretor da Web Summit.

Como consequência, as estrelas da cúpula desta vez não serão os inventores e sim os consultores e reguladores.

- Snowden e Vestager -

As discussões começarão na noite desta segunda-feira com uma videoconferência na Rússia com Edward Snowden, ex-funcionário da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) e que acaba de publicar um livro.

No livro, Snowden relata os motivos que o levaram em 2013 a transmitir dezenas de milhares de documentos secretos para várias mídias, revelando a existência de um sistema mundial de vigilância para comunicações e internet.

Na quinta-feira (7), a comissária europeia Margrethe Vestager, que no ano passado defendeu em Lisboa a imposição de impostos sobre os gigantes da economia digital em escala continental, terá a última palavra.

"Margrethe Vestager é incrivelmente popular ... porque tenta criar condições equitativas para os inovadores", afirma Cosgrave depois de descrevê-la como "a pessoa mais importante no setor de tecnologia".

Conhecida por sua intransigência para com o grupo GAFA (Google, Apple, Facebook, Amazon), ao qual impôs multas, a dinamarquesa foi reinvestida este ano em sua posição como Comissária da Concorrência e também obteve o portfólio Digital e a vice-presidência da Comissão.

- Casa Branca e Huawei -

Vestager falará logo após Michael Kratsios, encarregado da política de tecnologia na Casa Branca, a voz do governo Donald Trump nesta área.

Tanto Kratsios quanto Trump são críticos do GAFA, mas hostis a seu desmantelamento e planejam tributar seus lucros no exterior.

Uma questão que também será abordada por Pascal Saint-Amans, diretor do Centro de Política e Administração Tributária da OCDE, que está trabalhando em um projeto para impor impostos a gigantes e multinacionais digitais.

Brittany Kaiser, ex-diretora da empresa Cambridge Analytica, envolvida no escândalo do uso de dados do Facebook para a campanha de Trump em 2016, alertará, por sua parte, sobre os riscos da exploração de dados pessoais dos internautas nas próximas eleições presidenciais nos Estados Unidos.

A gigante chinesa de telecomunicações Huawei, proibida nos Estados Unidos que a acusa de espionagem, também estará presente.

A empresa enviou o CEO Guo Ping em busca de apoio do mundo tecnológico.

Conhecido por se envolver em diversas 'tretas', sobretudo quando o assunto é política, o músico Tico Santa Cruz resolveu mudar e dar um tempo nas redes sociais. Ele revelou, em entrevista, que adotou um novo comportamento e, portanto, não debate mais sobre o tema. Agora, Tico quer focar em sua carreira e promete um grande projeto para 2020.

Ao portal Uol, Tico contou que ficou cansado de tantas polêmicas e percebeu que sua postura não estava gerando resultados. "Não adianta você falar em um lugar que está todo mundo gritando ao mesmo tempo. No meu caso, já dei minha contribuição e colaboração ao debate público. Me afastei das redes sociais. É uma coisa que causava distúrbio", disse.  

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O músico trocou as redes sociais pelos exercícios físicos e pela dedicação ao trabalho. Para 2020, Tico promete várias novidades mas sem deixar de abordar temas mais densos. "Obviamente, como artista, quero ter consciência social, mas posso fazer isso com a música. Dá para ser politizado e pop ao mesmo tempo". 

<p>No podcast desta sexta-feira (01), o cientista político Adriano Oliveira destaca temas ligados ao governo Bolsonaro. Segundo ele, o presidente precisa ser chamado de &quot;Bolsocrise&quot;, pelo fato de provocar crises sistematicamente. Para Adriano, questões que nos últimos dias envolveram o nome do Presidente da República, em relação ao assassinato da vereadora Marielle Franco, ocorrido no ano passado, precisam ser esclarecidas pelo Ministério Público do Rio De Janeiro.&nbsp;</p><p>Adriano Oliveira destaca ainda a forte reação do Presidente Jair Bolsonaro contra a emissora TV Globo, que destacou o depoimento do porteiro, que envolveu o nome da família Bolsonaro. Esta reação, segundo o cientista, teria causado uma nova crise. Ele complementa que um político que pretende permanecer no poder, com tranquilidade, precisa sempre manter um bom diálogo com veículos de comunicação.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Adriano destaca ainda a declaração do Deputado Eduardo Bolsonaro(PSL), filho do Presidente, em realação à democracia brasileira. Segundo ele, não é a primeira vez que a família Bolsonaro, demonstra aptdão para a ditadura.</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.</p><p>&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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Nesta quinta-feira (31) foi divulgada uma pesquisa de opinião inédita do Ibope Inteligência que mostra que a rejeição ao PSL superou a do PT.

A pesquisa foi divulgada pela coluna de José Roberto de Toledo no site da revista Piauí e vem logo após crises internas dentro do PSL nas últimas semanas. As brigas recentes entre a legenda e seu principal político, o presidente Jair Bolsonaro (PSL), evidenciaram impasses. O partido que elegeu a maior bancada do Congresso nas eleições de 2018 hoje tem membros dissidentes e embates públicos.

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O Ibope aponta que hoje 50% dos brasileiros não votaria de jeito nenhum no PSL. A mesma rejeição soma 43% quando se trata do PT. Além disso, o percentual de pessoas que diz que votaria com certeza no PT tem 15 pontos percentuais a mais do que no caso do PSL. São 27% os que dizem que com certeza votariam no PT enquanto 15% dizem o mesmo sobre o PSL.

Nas regiões brasileiras, os extratos Norte/Centro-Oeste e Sul são as únicas regiões do país que dão menos rejeição ao PSL do que ao PT, segundo a pesquisa.

O extrato Norte/Centro-Oeste é o que menos rejeita o PSL, sendo que 41% dos entrevistados dizem que não votariam de jeito nenhum no PT e 38% dizem o mesmo do PSL.

As regiões Sudeste e Nordeste dão mais rejeição ao PSL. O Nordeste é a região que mais rejeita o partido de Bolsonaro. Lá, segundo o Ibope, 62% rejeitam o PSL, enquanto 28% rejeitam o PT.

Mulheres e negros rejeitam PSL

Entre as mulheres, a rejeição é de 52% ao PSL contra 40% ao PT. Entre os homens, o PSL também leva a pior. A rejeição masculina ao PSL é de 49% e ao PT é de 45%.

Já a diferença entre negros e brancos chega a ser ainda maior. Entre os brancos, há uma rejeição maior contra o PT, de 53%. O percentual é de 51% quando se trata do PSL entre os brancos. Apesar disso, 19% dos entrevistados brancos afirmam que votariam com certeza no PT e 11% dizem o mesmo do PSL.

Entre negros, a rejeição ao PSL é de 50%, 14 pontos percentuais a mais do que ao PT. Ainda, 32% dos entrevistados negros dizem que votariam com certeza no PT, enquanto apenas 12% dizem o mesmo do PSL.

Da Sputnik Brasil

Angélica deixou claro que não liga de falar sobre assuntos polêmicos ao conceder uma entrevista para a edição de outubro da revista Marie Claire. Casada com Luciano Huck e mãe de três filhos, a apresentadora abriu o jogo sobre o que pensa da maternidade, além de relembrar o acidente que assustou sua família em 2019, dar sua opinião sobre a legalização do aborto e da maconha e também revelar que sofreu um assédio quando tinha 18 anos de idade.

"Teve uma história uma vez quando tinha 18 anos. Era Natal, estava em Nova York, Estados Unidos, com meus pais e um conhecido apareceu no hotel com uma cara de louco, dizendo que queria conversar. Neguei. Entrei numa limusine, ele veio atrás. Tentou me agarrar à força. Empurrei, bati nele e saí do carro. Demorei a perceber o que aconteceu. Foi uma situação bem escrota, deu pra sentir como deve ser difícil quando você não tem força para reagir", declarou.

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Questionada sobre sua relação com a maternidade, a mãe de Joaquim, Benício e Eva afirmou que, diferente de muitas mulheres, não gosta da gravidez.

"Tem um certo romantismo em torno da maternidade. É divino, é um privilégio, mas é barra. A gravidez, realmente, não curto. Não amo a barriga, e não é porque prefiro gominhos, como dizem. É porque pesa. Gosto de quando nasce. Fico noites acordada, com peito rachado e não tem problema".

Na sequência, a apresentadora relembrou o acidente sofrido por Benício em junho deste ano após bater a cabeça em uma prancha de wakeboard enquanto praticava o esporte em Ilha Grande, na baía de Angra dos Reis, no sul do estado do Rio. Ele sofreu um traumatismo no crânio com um afundamento no lado direito da cabeça e foi submetido a uma neurocirurgia.

"Ele estava fazendo wakeboard quando bateu a cabeça. Voltou para o barco, e desci para ver o que tinha acontecido. Ele mesmo tinha buscado gelo, superconsciente. Quando passei a mão na cabeça dele, afundou. Não tinha sangue, mas entendi que era grave. Aí, cara, foi um desespero. Estávamos no meio do mar, escurecendo, sem sinal de telefone, que funcionou para uma única ligação, a do médico. Voltamos para o Rio. Fui até a entrada do centro cirúrgico com o Benício, sem saber como ele voltaria. Quando fecharam a porta, eu gritava que nem um bicho. Os médicos começaram a falar alto para ele não me escutar. A sensação é de cortar a própria carne. Fiquei de joelhos rezando o tempo todo. Foi um milagre enorme, em dois dias ele saiu da UTI, em quatro estava em casa. Não teve convulsão, apesar da perda encefálica na parte pré-motora. Está ótimo, não teve sequelas".

Angélica relembra o que passou pela sua cabeça durante os momentos de tensão, quando o filho estava no hospital.

"Tinha tanta fé e estava tão focada em rezar que não concebia a ideia de perdê-lo. Não pensei isso, queria que ele saísse bem daquilo. Foi quando ele viajou com a escola, dois meses depois do acidente, que caiu a ficha. Entrei no quarto e a cama dele estava vazia. Comecei a chorar muito. Só de falar para você já me dói o peito".

Durante a entrevista, temas como feminismo e legalização do aborto e maconham também foram abordados. Questionada se é feminista, a apresentadora declarou:

"Sim. Todas deveríamos ser. Mas tem que botar o sentido correto da palavra. O feminismo que acredito luta pelos direitos iguais, não é contra os homens. A culpa não é só deles. Nós mulheres criamos filhos machistas. A reeducação leva tempo. Às vezes tem que ser um pouco radical para que isso aconteça".

Ela também comentou sobre o movimento #MeToo, que é contra o assédio sexual e a agressão sexual, e como a denúncia de assédio sobre José Mayer transformou os bastidores da Rede Globo.

"Hoje, na TV Globo, muitas mulheres em cargos poderosos estão de olho nisso. Por outro lado, na própria TV Globo a gente vive meio que uma moda, é legal falar que é feminista. Temos que tomar cuidado para não ficar só uma coisa raivosa".

Ao falar sobre a legalização do aborto, Angélica ponderou:

"É complicado implantar uma lei tão polêmica no Brasil por causa da falta de educação. As pessoas não têm acesso à comida. É difícil exigir que entendam isso porque esbarra em religião e coisas profundas. Não posso dizer que sou a favor porque vou afrontar muita gente. Agora tem que criar uma lei específica para casos como estupro. A saúde também precisa ajudar. Aborto clandestino é o que mais acontece e mata gente".

E continua:

"Temos que começar fazendo valer a lei, de que se a mulher foi estuprada, tem direito ao aborto. Mas acho que podia ampliar um pouco, sim. Deveríamos ter políticas de saúde melhores para que isso não precisasse acontecer. Se ela decidiu isso, não foi porque quis engravidar. Religiosamente é muito complicado, do ponto de vista energético está errado. E a mulher tem que ter o direito de escolher. Eu acho" [risos].

Já sobre a legalização da maconha, a apresentadora afirmou ser contra.

"Não. Esse é outro tema que precisa de debate. Se tiver um projeto de lei provando que vai melhorar a criminalidade, falarei é verdade, pode funcionar.. Em muitos países funciona, inclusive. Mas no Brasil, como está, outras coisas têm que acontecer antes", finalizou.

Nesta segunda-feira (21), em Brasília, o deputado federal Eduardo Bolsonaro foi oficializado como novo líder do PSL na Câmara. Eduardo recebeu o apoio de 28 deputados, sendo que a lista original apresentada pelo líder do Governo, Vitor Hugo (PSL-GO), mostrava que haviam 29 assinaturas. Apenas uma não recebeu a confirmação da Secretaria-Geral da Mesa (SGM) da Casa.

Na lista que referenda o nome do filho do presidente, consta a assinatura dos deputados Coronel Chrisóstomo (RO), Daniel Silveira (RJ) e Léo Motta (MG), que antes apoiavam o agora ex-líder do partido, Delegado Waldir (GO).

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Um vídeo publicado pelo senador Humberto Costa (PT-PE), no Twitter, mostra o Delegado Waldir afirmando que irá passar todos os assuntos do PSL para Eduardo Bolsonaro e reconhecendo a derrota.

"Estarei à disposição do novo líder para de forma transparente passar para ele toda a liderança do PSL. [...] Não sou subordinado a nenhum governador, a nenhum presidente, mas sim ao meu eleitor", disse. "Nós não rasgamos a Constituição, ainda. E a Constituição prevê que o Executivo não deve interferir no Parlamento", finalizou o deputado.

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O governador de São Paulo, João Doria, foi alvo de xingamentos de bolsonaristas em uma agenda em Taubaté na noite dessa terça (15). Mas o tucano não se conteve e disparou ofensas contra os seus críticos, sobrando até mesmo para o senador Major Olímpio.

Um pequeno grupo de manifestantes levou cartazes que chamavam João Doria de mentiroso e uma caixa de som com microfone para atrapalhar a solenidade do Feito em SP, concurso de culinária regional.

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O tucano se irritou e disparou ofensas contra os bolsonaristas. “Vai para casa, vagabundo. Vai comer sua mortadela com a sua mãe, seu sem vergonha. Vai cobrar do Major Olímpio seus ‘duzentinhos’ para vir aqui falar bobagem no microfone. Vai para casa, aposentado”, gritou Doria.

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O ex-vice-presidente dos Estados Unidos e pré-candidato democrata nas eleições de 2020, Joe Biden, se manifestou, pela primeira vez, nesta quarta-feira (9) a favor do processo de impeachment contra seu rival, o presidente Donald Trump.

Durante comício, Biden disse que o republicano havia "traído a nação". "Para proteger nossa Constituição, nossa democracia, nossos princípios fundamentais, [Trump] deve ser objeto de um processo de destituição", afirmou em New Hampshire.

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O ex-vice de Barack Obama ainda disse que o republicano "pisoteia na Constituição e não podemos deixá-lo escapar com isso", principalmente porque ele "não vê limites aos seus poderes".

"Um procedimento de destituição não se trata somente do que o presidente fez, mas também da ameaça que ele representa ao país se lhe é permitido permanecer no cargo", acrescentou Biden.

O processo de impeachment aberto contra o republicano é baseado em um telefonema no qual Trump pede para o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, investigar um caso relacionado ao pré-candidato democrata à Presidência dos EUA e cujo filho, Hunter Biden, era conselheiro de uma empresa de gás na Ucrânia.

A suspeita é de que Trump tenha usado o poder do cargo para fazer um país estrangeiro prejudicar um adversário político interno.

Ontem (8), em carta de oito páginas enviada à presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi, a Casa Branca afirmou que não vai cooperar com um inquérito "sem base, inconstitucional" e "ilegítimo" de impeachment contra Trump.

    Além disso, o Departamento de Estado já havia se recusado a fornecer documentos aos deputados e barrado funcionários de prestarem depoimento perante os comitês da Câmara de Representantes. "Ao obstruir a Justiça, se recusando a atender a pedidos do inquérito do Congresso, ele condenou a si mesmo", finalizou o democrata.

Da Ansa

A advogada eleitoral Karina Kufa, que representa o presidente Jair Bolsonaro, afirmou hoje (9) que há desgaste na relação do presidente com os dirigentes nacionais do Partido Social Liberal (PSL) e sinalizou uma possível desfiliação de Bolsonaro da sigla.  

"São diversos desgastes. O presidente Jair Bolsonaro sempre levantou a bandeira da ética, da transparência e exigia isso sempre dos dirigentes do partido, mas foi muito difícil entrar em um acordo quando um partido não está disposto a abrir simplesmente uma votação democrática, seja para alteração do estatuto, seja para eleição de dirigentes. Então, ficou insustentável em razão desses motivos internos, que acontecem em alguns partidos, mas que não dá para o presidente levar um encargo tão grande em um partido que acaba não permitindo que haja essa pluralidade", afirmou a jornalistas, no Palácio do Planalto, após participar de uma reunião com o presidente e um grupo de parlamentares que também manifestou insatisfação com o PSL.

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Ontem (8), o presidente Jair Bolsonaro chegou a dizer, em conversa com um apoiador, na entrada do Palácio do Alvorada, para ele "esquecer o PSL". Bolsonaro se filiou ao PSL em março do ano passado para disputar as eleições presidenciais. 

Para a advogada Karina Kufa, a sigla deixou de ser transparente. "O PSL deixou de ser pelo menos um partido transparente. A questão da ética a gente vai ver nos próximos capítulos", afirmou. Ela estava acompanhada do advogado Admar Gonzaga, ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que também tem orientado Bolsonaro em questões eleitorais. Segundo Gonzaga, o presidente não está confortável no partido. 

"A única coisa que ele tem em mente é a transparência do ambiente onde ele está convivendo. Como isso não foi permitido no ambiente em que ele se encontra, ele, como tem a bandeira da nova política, da transparência com o dinheiro público, ele não está confortável no ambiente onde ele se encontra", disse o ex-ministro do TSE.

Questionado pelos jornalistas sobre uma eventual saída de deputados federais do PSL, que podem acompanhar o presidente, Gonzaga disse que a jurisprudência permite a desfiliação sem perda do mandato desde que comprovada uma "justa causa". 

"Com justa causa, segundo a jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral, é possível a saída do partido sem perda do mandato, essa é a regra da fidelidade partidária", afirmou. Ele não quis revelar se a suspeita de fraudes em candidaturas do partido pode ser usada como argumento para a saída de parlamentares, mas pontuou que a falta de transparência nas contas da legenda pode configurar uma justa causa para desfiliação sem perda de mandato.

"Sobretudo, a justa causa você tem quando não tem transparência com os recursos do fundo partidário, que é recurso público, que é entregue ao partido, em face dos votos dedicados aos parlamentares pelos eleitores do Brasil". Ainda segundo Gonzaga, a maior parte dos atuais 53 deputados federais da sigla estaria disposta a deixar o partido caso o presidente da República tome a mesma decisão. 

Após ter eleito a segunda maior bancada de deputados federais, na eleição de 2018, e obter o maior número de votos entre todos os eleitores do país, o PSL passou a ter direito à maior fatia de recursos do Fundo Eleitoral, estimada em cerca de R$ 400 milhões para o próximo pleito, no ano que vem, que vai eleger prefeitos e vereadores.

A vice-presidente do Peru, Mercedes Aráoz, renunciou na noite desta terça-feira (1º) um dia depois de ter sido jurada pelos congressistas como presidente interina do país - após aprovação da suspensão temporária do mandatário Martín Vizcarra - e defendeu a antecipação de eleições gerais. A decisão representa um alívio para o impasse com Vizcarra e uma derrota para a oposição fujimorista.

"Comunico minha decisão de renunciar, de maneira irrevogável, ao cargo de segunda vice-presidente constitucional da República" e "declino o encargo conferido" pelo Congresso de substituir Vizcarra, escreveu Mercedes em uma carta dirigida ao chefe do Legislativo, Pedro Olaechea, divulgada por ela no Twitter.

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"Diante da orientação da Organização dos Estados Americanos (OEA) para que o Tribunal Constitucional seja o encarregado de decidir sobre a constitucionalidade da medida adotada pelo Sr. Martín Vizcarra de dissolver o Congresso da República, considero que não há as mínimas condições para exercer o encargo que me atribuiu o Congresso", alega Mercedes.

Ela acrescentou esperar que sua renúncia "leve à convocação de eleições gerais no menor tempo possível para o bem do país". Mercedes também explicou em sua carta que declina da incumbência conferida pelo Parlamento por "incapacidade moral".

Durante toda terça-feira, ela evitou o contato público, após sua questionada posse como presidente interina, mas deu entrevistas a veículos de imprensa estrangeiros, nos quais reconheceu que sua incumbência era uma saída política para a crise entre os Poderes do Estado.

O governo anunciou na segunda-feira, 30, que a eleição do novo Parlamento será realizada no dia 26 de janeiro do 2020, conforme estipulado na Constituição Política em caso de dissolução do Legislativo.

No entanto, Vizcarra permanece na presidência e analisa a recomposição de seu gabinete ministerial, após a renúncia de seu primeiro-ministro, Salvador del Solar.

O presidente trabalha agora na formação do seu novo gabinete, ao lado de seu novo premiê, Vicente Zeballos, com a expectativa de prestar juramento ainda nesta quarta-feira. (Com agências internacionais).

Os comandos do Exército e da polícia do Peru anunciaram nesta terça-feira (1°) apoio ao presidente Martín Vizcarra, que ordenou a dissolução do Congresso, na segunda-feira. A queda de braço entre Executivo e Legislativo foi declarada depois que os parlamentares insistiram em nomear juízes para o Tribunal Constitucional (Suprema Corte). Vizcarra diz que as nomeações de magistrados tinham como objetivo abafar casos de corrupção.

O apoio dos militares é importante porque, como parte da retaliação dos parlamentares à manobra do presidente, o Congresso destituiu Vizcarra, ainda na segunda-feira, e nomeou a vice-presidente, Mercedes Aráoz, como chefe de governo do país, em um aprofundamento da disputa pelo poder.

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Pela Constituição peruana, um presidente pode fechar o Congresso e convocar novas eleições legislativas se o Parlamento rechaçar duas vezes o governo por meio de um mecanismo constitucional chamado "questão de confiança", negando respaldo a seu gabinete, a um projeto de lei ou a uma política governamental.

Segundo Vizcarra, isso já havia ocorrido duas vezes: quando o Parlamento rejeitou projetos de reforma política, apresentados este ano, e novamente na segunda-feira, com o início da votação para escolha dos novos integrantes do Tribunal Constitucional.

Nesta terça, o centro histórico de Lima amanheceu parcialmente isolado pela polícia. As principais vias de acesso ao Congresso estavam bloqueadas, para impedir que os deputados desafiassem a ordem do presidente. Quem tentou entrar, foi barrado.

Em seguida, o gabinete da presidência publicou um tuíte com uma foto de Vizcarra, um político de centro, sentado à mesa com o chefe do Comando Conjunto das Forças Armadas e os comandantes-gerais do Exército, da Marinha, da Aeronáutica e da polícia, assegurando o apoio militar.

Vizcarra assumiu o cargo em 2018, após a renúncia de Pedro Pablo Kuczynski, envolvido em esquemas com a Odebrecht. Com um forte discurso anticorrupção, ele acusa o Congresso de dificultar o trabalho do governo. O último choque com os parlamentares envolveu a renovação do Tribunal Constitucional.

A oposição, liderada pelo Partido Popular, de Keiko Fujimori, pressionou pela nomeação dos magistrados. Candidata derrotada nas eleições presidenciais de 2016 e filha do ex-presidente Alberto Fujimori, ela está presa e sob investigação por sua ligação com o escândalo de corrupção envolvendo a empreiteira brasileira Odebrecht. Vizcarra alega que os novos juízes tenderiam a favorecer Keiko.

O auge do embate entre poderes ocorreu na noite de segunda-feira, quando 86 dos 130 deputados se negaram a deixar o Congresso e, em uma inesperada sessão, aprovaram a suspensão das funções de Vizcarra por 12 meses alegando "incapacidade temporária".

Pouco depois, os parlamentares da oposição proclamaram Aráoz como chefe de Estado interina. Ela prestou juramento e criticou o presidente. "Vizcarra não cumpriu três artigos constitucionais. A solução para a crise não é fingir que tudo será consertado com a dissolução do Congresso." (Com agências internacionais).

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Peru entrou nesta segunda-feira, 30, em uma grave crise constitucional após o presidente do país, Martín Vizcarra, anunciar a dissolução do Congresso unicameral. A decisão foi tomada em meio ao processo de escolha pelos parlamentares de seis dos sete integrantes do Tribunal Constitucional, a Suprema Corte do Peru. Vizcarra é contra a nomeação, argumentando que os magistrados seriam designados pelo fujimorismo para abafar os casos de corrupção.

Os congressistas responderam, apresentando moção de vacância da presidência por "incapacidade moral" do chefe de Estado e agora decidem quando votarão a medida. Em pronunciamento na TV, o presidente justificou sua decisão. "Estou dando uma solução democrática e constitucional ao impasse que enfrentamos há meses ao permitir que os cidadãos definam nas urnas o futuro do país", justificou Vizcarra.

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O presidente assumiu o cargo em 2018, após a renúncia de Pedro Pablo Kuczynski, envolvido em esquemas com a Odebrecht. Com um forte discurso anticorrupção, Vizcarra tenta evitar que o Parlamento, dominado pela oposição liderada pela direitista Força Popular, de Keiko Fujimori, indique quase a totalidade do Tribunal Constitucional.

Candidata derrotada nas eleições presidenciais de 2016 e filha do ex-presidente Alberto Fujimori, Keiko está presa e sob investigação por sua ligação com o escândalo de corrupção envolvendo a empreiteira brasileira Odebrecht.

Nesta segunda, antes da decisão de Vizcarra, o primeiro-ministro do Peru, Salvador del Solar, havia apresentado um pedido para votar uma chamada "questão de confiança" para alterar o processo de escolha dos integrantes do Tribunal Constitucional. Segundo Vizcarra, a intenção era deixar a escolha mais transparente. Na prática, porém, a votação forçaria uma interrupção do atual processo de substituição dos juízes.

Vizcarra decidiu pela manobra do voto de confiança depois que sua proposta de antecipar para o ano que vem as eleições gerais - previstas para 2021 - foi engavetada pelo Congresso. O presidente acusou o Parlamento de bloquear seu trabalho com sucessivas manobras, questionamentos a seus ministros e pressão para renúncia de integrantes do gabinete.

Pela Constituição peruana, um presidente pode fechar o Congresso e convocar novas eleições legislativas se o Parlamento rechaçar duas vezes o governo por meio do mecanismo constitucional chamado "questão de confiança", negando respaldo a seu gabinete, a um projeto de lei ou a uma política governamental.

Segundo o presidente peruano, essa confiança já havia sido negada duas vezes anteriormente, quando o Parlamento rejeitou projetos de reforma política apresentados este ano, e novamente nesta segunda com o início da votação para escolha dos novos integrantes do Tribunal Constitucional, mesmo sob ameaça de dissolução.

A última vez que um presidente do Peru fechou o Congresso foi em 1992, quando Alberto Fujimori alegou obstrução a temas de segurança e economia. Seus opositores, no entanto, afirmam que ele fez isso para barrar investigações de corrupção.

O escândalo da Odebrecht atingiu quatro ex-presidentes do Peru: Pedro Pablo Kuczynski, que cumpre prisão domiciliar; Alejandro Toledo, que aguarda decisão sobre sua extradição dos EUA; Ollanta Humala, que responde em liberdade após a promotoria do Peru pedir pena de 20 anos de prisão; e Alan García, que se suicidou em abril antes de ser preso preventivamente por envolvimento no escândalo. (Com agências internacionais).

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

No podcast desta sexta-feira (27), o cientista político, Adriano Oliveira, destaca a impopularidade do Presidente Jair Bolsonaro(PSL).  Segundo ele, fazendo uma análise na pesquisa divulgada pelo IBOPE, esta semana, é possível perceber que há uma queda acelerada na popularidade do Presidente; visto que, Jair Bolsonaro, não tem mais o apoio de alguns eleitores que o elegeram na última eleição.

Adriano Oliveira ressalta ainda que esta impopularidade decorre por alguns motivos, entre eles, a falta de uma agenda econômica por parte do Presidente, a radicalização em seus discursos, a decepção dos eleitores, uma vez que, não estão vendo Jair Bolsonaro, tomar medidas para combater à corrupção como havia prometido.

Porém, mesmo que os eleitores estejam insatisfeitos, os mesmos, passam a avaliar a possibilidade de que uma reprovação ao presidente, Jair Bolsonaro, pode significar o retorno do PT ao poder. Logo, se esta hipótese, analisada pelo cientista político, Adriano Oliveira, for verdadeira, a impopularidade do Presidente, pode "dar um freio".

O programa "Descomplicando a Política", é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições, no formato de podcast, às segundas e sextas-feiras.

 

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou, nesta quarta-feira (25), a pesquisa CNI-Ibope do terceiro trimestre de 2019. Segundo o levantamento, a parcela da população que considera o governo Jair Bolsonaro ótimo ou bom oscilou de 32% para 31%, em relação à edição de junho. O percentual dos brasileiros que avalia a atual administração como ruim ou péssima oscilou de 32% para 34%, no comparativo. As variações ocorreram dentro da margem de erro da pesquisa. A pesquisa ouviu 2 mil pessoas, em 126 municípios, entre 19 e 22 de setembro. 

Metade dos brasileiros afirma desaprovar a maneira de governo do presidente Bolsonaro, ante 48% do levantamento anterior. Entre os ouvidos, 44% disseram aprovar, em comparação com 46%, aferido na pesquisa de junho. A confiança no presidente segue mesma tendência: 42% dos entrevistados disseram confiar no presidente, enquanto 55% não confiam. Na última edição, 46% dos brasileiros confiavam no presidente, contra 51% que afirmaram não confiar.

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A pesquisa também avalia a atuação do governo em nove áreas. A segurança pública segue como área mais bem avaliada do atual governo, aprovada por 51% dos brasileiros, seguida da educação (44%), de combate à inflação (42%) e meio ambiente (40%). O combate à fome e à pobreza tem avaliação positiva de 38%; a saúde, de 38%; o combate ao desemprego, de 36%; os impostos, de 32%; e os juros, de 31%.

As perspectivas em relação ao restante do governo Jair Bolsonaro também oscilaram dentro da margem de erro da pesquisa. Para 37% dos entrevistados, os próximos três anos de mandato serão ótimos ou bons, ante 39% da pesquisa anterior. Na contramão, 31% dos brasileiros consideram que o governo será ruim ou péssimo, em comparação com 29% da pesquisa anterior.

REGIÕES E ESCOLARIDADE – A popularidade do governo Jair Bolsonaro segue menor no Nordeste, onde 20% avaliam o governo como ótimo ou bom e 47% avaliam como ruim ou péssimo. Na região Sul, onde a taxa de aprovação se mostrava mais elevada, a parcela que considera a atual administração ótima ou boa caiu de 52% para 36%, enquanto os que a percebem como ruim ou péssima subiu de 18% para 28%.

O governo é mais bem avaliado entre os entrevistados com educação superior. Neste estrato, 37% dos ouvidos avaliam o governo como ótimo ou bom. Entre a população com até a quarta série do ensino fundamental, 30% aprovam o governo e, entre aqueles com educação fundamental, 29%.

GOVERNO TEMER – Para 43% dos entrevistados, atual administração é melhor que a de Michel Temer (2016-2018) – a parcela era de 47%, em junho. A pesquisa mostra, ainda, que 33% dos ouvidos consideram os governos iguais e 20% a avaliam como pior, ante 17% na última edição.

A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. 

Da assessoria da CNI

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