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O site The Intercept infromou que soltará novas informações polêmicas sobre a chamada operação “VazaJato” nesta terça-feira (18). Ainda não foi informado horário em que a publicação ficará disponível.

O grupo é responsável pela polêmica envolvendo o ex-juiz federal Sergio Moro após divulgar troca de conversas entre ele e procuradores da Operação Lava Jato na época da condenação do ex-presidente Lula.

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De acordo com o The Intercept, a nova reportagem trata de um ex-presidente da República, mas não disse qual. O editor e fundador do site é Glenn Greenwald, que é marido do deputado federal David Miranda (PSOL).

Ao falar na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado (CCJ) nesta terça-feira (18) sobre o decreto de armas do presidente Jair Bolsonaro, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, causou reação dos parlamentares presentes que o ouviam.

A deputada federal Erika Kokay (PT) alfinetou o governo dizendo que o bom senso foi perdido. “Apresentação de Onyx, na CCJ, mostra que governo Bolsonaro perdeu qualquer bom senso e parece enveredar de forma muito, muito perigosa para o arbítrio e o totalitarismo”, opinou em seu perfil oficial no Twitter.

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“Onyx faz terrorismo, utiliza-se da estratégia de pregar o caos, o ódio e o medo para viabilizar a flexibilização das armas. Ignoram estudos, dados, fatos, qualquer tipo de racionalidade!”, complementou Kokay.

Ainda em sua publicação, a parlamentar disse que o Governo Federal não trabalha em prol de todos os brasileiros. “73% dos brasileiros e brasileiras são contra decreto de armas de Bolsonaro. Mas está cada vez mais óbvio que governo Bolsonaro não governa para o conjunto da população. Governa, SIM, para a minoria de fanáticos que o apoiam. A defesa intransigente das armas é exemplo disso”, finalizou.

Agendado para acontecer neste domingo (16), o ‘Arraial Lula Livre’ precisou ser adiado por causa das fortes chuvas que caíram na Região Metropolitana do Recife nos últimos dias. Agora, a festa organizada pelo PT de Pernambuco acontecerá nesta terça-feira (18).

A festa, em homenagem ao ex-presidente Lula, acontecerá em frente à Igreja Nossa Senhora da Saúde, no Poço da Panela, Zona Norte do Recife. Este é o segundo ano em que o arraial é realizado.

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As atrações confirmadas pela organização são DJ Patrick, Torquato, Lucinha Guerra, Fuá Mais Tonha, Rosa e o Forrozão dos Maias, Plataforma Cultural Integração, Pandeirada Miguel Marinho e Isaar.

Lula está preso desde 7 de abril do ano passado, em Curitiba, após ter sido condenado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva no caso do triplex do Guarujá, em São Paulo.

 

A ex-candidata à Presidência da República Marina Silva (Rede) utilizou seu perfil oficial no Twitter nesta terça-feira (18) para alertar sobre os riscos do uso de armas de fogo pela sociedade.

O Senado vota nesta terça o decreto do presidente Jair Bolsonaro (PSL) que flexibiliza a posse e o porte de armas no Brasil. Na rede social, diversos apoiadores do projeto se mobilizam com a hashtag #ArmasPelaVida.

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“É muito sério e preocupante que dos mais de 65 mil assassinatos por ano no país, cerca de 72% sejam por armas de fogo. O Senado pode ajudar a conter a política da insensatez, que defende que mais armas garantem mais segurança na vida das pessoas”, escreveu a parlamentar.

Parlamentares da Situação aproveitaram a mobilização para endossar o discurso a favor do projeto. Os deputados Carla Zambelli, Carlos Jordy e Joice Hasselmann, todos do PSL, reafirmaram seus posicionamentos favoráveis às armas.

O deputado estadual Wanderson Florêncio (PSC) lamentou na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), nesta segunda-feira (17), o que ele chamou de "falta de transparência" da Prefeitura do Recife nos projetos de prevenção às chuvas.

De acordo com o deputado, há dois meses ele espera uma resposta da gestão municipal para que seja divulgado qual o orçamento e qual seriam os projetos de prevenção que estão sendo realizados na capital pernambucana para o período de chuvas.

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“Neste domingo completou-se dois meses do nosso apelo e até agora nada de resposta. É uma falta de respeito da Prefeitura do Recife, talvez por considerar a atuação parlamentar menor. Nosso sentimento é de preocupação com o cidadão recifense, que tem passado por apuros como o que se tem visto desde a última quinta-feira”, afirmou Wanderson Florêncio na Alepe.

Ainda de acordo com Florêncio, foram solicitados o plano de emergência para enchentes e catástrofes naturais, quais os locais que receberam lonas plásticas, geomantas, quais as áreas de risco de desabamentos e onde foram construídos muros de arrimos.

Após o ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL) publicar em seu perfil oficial no Twitter uma série de críticas ao vereador Carlos Bolsonaro (PSC), inclusive fazendo menção à sexualidade do parlamentar, a deputada federal Carla Zambelli (PSL) rechaçou Wyllys.

“O gay mais homofóbico da face da Terra soltando a franga hoje. Ainda que todos os filhos do presidente fossem gays, os amaríamos. O problema não está na sexualidade de alguém, você continua sendo a bicha mais chata e covarde do Brasil, seu fujão!!!!”, escreveu a parlamentar nesta terça-feira (18) em seu perfil no Twitter.

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A ira de Zambelli se deu porque Wyllys sugeriu que Carlos Bolsonaro seria um gay “enrustido” e que ele deveria sair do “armário”. Para sustentar seu argumento, Zambelli convidou Elias Soares, embaixador do projeto ‘Clodovil Presente’ que busca unir “gays de direita”.

“Eu queria convidar todos os ‘gays de direita’ para seguir meu amigo, que tem um movimento maravilhoso. Isso é gay poderoso! Jean ‘Fujão’ deve morrer de inveja do Clodovil”, disse Zambelli.

Por fim, a deputada federal disse que não tem problema com a sexualidade dos outros. “O problema não é ser viado. O nojo que temos é de gente falsa, hipócrita e covarde! Bando de imbecis”, expressou.

O PSOL entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), nesta terça-feira (18). O partido quer que seja reconhecido que houve “violação a preceitos fundamentais” produzidas pela política de segurança do estado.

“Pedimos que o STF exija a Witzel a apresentação de um plano de segurança baseado na redução de homicídios e que o governador metido a rambo seja proibido de participar de operações policiais”, disse o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL) no seu perfil oficial no Twitter.

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Na última semana o governador afirmou que deveria ser enviado um míssil nas comunidades do Rio de Janeiro para “explodir” traficantes. Outros parlamentares, como o líder da Oposição na Câmara, Alessandro Molon (PSB), saíram em contrapartida a Witzel.

De acordo com o PSOL, o governador fluminense age de maneira discriminatória e quer que suas atitudes sejam consideradas inconstitucionais.

Gustavo Bebianno, Ricardo Vélez, Santos Cruz, Franklimberg Ribeiro, Juarez da Paula Cunha e Joaquim Levy: em cinco meses e meio de governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), já são seis nomes grandes que deixaram ou foram demitidos de suas funções.

Entre chefes de ministérios, empresas públicas e órgãos ligados à administração federal, as seis saídas mexeram com o andamento do governo e, de alguma forma, parecem abalar a estrutura da gestão presidencial. A cadeira que ficou mais recentemente vazia foi a do ex-presidente do BNDES, Joaquim Levy.

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No último sábado (15) Bolsonaro havia concedido uma entrevista em que ameaçou demitir Levy pelo fato dele dizer que tinha a intenção de nomear um executivo que trabalhou na gestão petista. Entretanto, em seguida, Levy se adiantou e pediu demissão. O engenheiro e economista Gustavo Henrique Moreira Montezano foi escolhido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, para presidir o Banco.

“Essa troca de cadeiras mostra uma certa instabilidade do governo diante de sua administração. A saída de Levy aconteceu em meio a polêmicas que o presidente, às vezes sem querer, coloca na grande mídia. Possivelmente se ele não tivesse ameaçado demitir Levy durante entrevista coletiva, os encaminhamentos tivessem sido mais discretos”, explica a cientista política Larissa Leonel.

Pouco antes da saída de Levy, Bolsonaro havia anunciado a demissão do então presidente dos Correios, Juarez da Paula Cunha. A justificativa do presidente é que Cunha “foi ao Congresso e agiu como sindicalista” ao criticar a eventual privatização da estatal e tirar fotos com parlamentares do PT e do  PSOL. A demissão ocorreu durante um café com jornalistas, na última sexta-feira (14).

Com bastante interferência dos filhos do presidente, a cadeira vazia deixada pelo ex-ministro da Secretaria de Governo, Santos Cruz, foi motivada por ataques do vereador Carlos Bolsonaro (PSC) e do escritor Olavo de Carvalho. Santos Cruz foi o primeiro ministro militar a sair do governo e ele foi intensamente criticado pela rede bolsonarista.

Santos Cruz deixou o governo na última quinta-feira (13) antecedendo a sequência de saídas formada por Juarez da Paula e Joaquim Levy. O substituto dele é outro militar, o general Luiz Eduardo Ramos Baptista. Bolsonaro informou, ainda, que convidou Santos Cruz para ocupar a vaga da Presidência dos Correios. Mas a proposta não foi para frente até então.

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“O governo precisa trabalhar mais em cima de estabilidade para que sua confiança diante da população possa evoluir. São quase seis meses de governo e muitas polêmicas, mas muitas delas poderiam ser diminuídas ou até evitadas. A falta da imagem amistosa de Bolsonaro atrapalha até o convencimento de que o governo vai retomar um trabalho próspero. Não basta apenas anunciar investimentos ou ações Brasil afora, a população quer ver uma equipe que não esteja envolvida constantemente em polêmicas negativas”, pontua Larissa Leonel.

Após reassumir a presidência da Fundação Nacional do Índio (Funai) em janeiro, o general do Exército Brasileiro Franklimberg de Freitas deixou o cargo cinco meses depois. No começo do mês de junho, Freitas deixou o comando do órgão. Entre as seis saídas do governo, talvez a do ex-presidente da Funai tenha sido a mais discreta.

Ele passou a ser alvo de pressão de ruralistas liderados pelo secretário de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura (Mapa), Luiz Antonio Nabhan Garcia. Ao deixar o cargo, Freitas disse que a Funai é alvo de interesses sem relação com a causa indígena.

O colombiano Ricardo Vélez, que ocupava o cargo de ministro da Educação, é responsável por uma das saídas mais tumultuosas do governo. O olho do furacão que Vélez se viu envolvido foi quando revelou-se um e-mail no qual o então ministro pedia para todas as escolas do Brasil lerem o slogan da campanha de Bolsonaro e filmarem as crianças cantando o Hino Nacional.

Porém, antes disso, o colombiano enfrentava uma crise que vinha desde a posse de Bolsonaro, com disputa interna entre grupos adversários no Ministério da Educação, medidas contestadas, recuos e quase 20 exonerações no ministério. A cadeira deixada por Vélez foi ocupada pelo - também polêmico - Abraham Weintraub.

Completando a lista dos seis afastados do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), há o nome do ex-secretário Geral da Presidência, Gustavo Bebianno. Ele foi o primeiro membro do governo a ser demitido, em 19 de fevereiro deste ano. Bebianno foi acusado de supostas irregularidades em campanhas eleitorais do PSL, mesmo partido do presidente.

Bebianno foi coordenador da campanha de Bolsonaro em 2018 e presidiu a legenda durante as eleições. Ele era o responsável legal por repasses para candidaturas pouco competitivas em Pernambuco, que ficaram conhecidas como candidaturas laranjas.

A história mais uma vez teve a participação de Carlos Bolsonaro, que na época chamou Bebianno de mentiroso e inflamou toda a situação. Jair Bolsonaro reafirmou a afirmação do filho e, no fim das contas, decidiu pela demissão do ex-secretário Geral da Presidência. A vaga foi ocupada pelo general da reserva Floriano Peixoto Neto.

“O caso de Bebianno precedeu uma série de outras polêmicas, mas o dele pareceu ser mais grave para o governo porque o presidente não tinha ainda nem dois meses de atuação à frente do Planalto. Como os fatos já mostraram, a forte interferência dos filhos de Bolsonaro no governo é uma característica nociva ao trabalho que o presidente tenta desenvolver. A partir de agora, mesmo que seja difícil, o Governo Federal deve tentar manter uma estabilidade para recuperar uma certa hegemonia que está em falta diante da grande mídia e diante dos brasileiros”, acrescenta a cientista política Larissa Leonel.

Após receber a visita do ministro da Educação, Abraham Weintraub, nesta segunda-feira (17), a cidade de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, receberá o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM), nesta quarta-feira (19).

Alcolumbre visitará a cidade sertaneja acompanhado do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. Ambos cumprirão compromissos em Petrolina até a quinta-feira (20).

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O principal compromisso da dupla será o anúncio da abertura de uma nova Superintendência da Caixa em Petrolina. Os gestores ainda terão reunião administrativa com o prefeito Miguel Coelho.

Além disso, Alcolumbre e Guimarães vão conhecer o São João da cidade. Os dois chegarão em Petrolina às 16h30 desta quarta, inauguram a  nova Superintendência da Caixa às 9h da quinta e retornam à Brasília às 17h.

A Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, no Rio de Janeiro, anunciou que o responsável por executar o pastor Anderson do Carmo de Souza, marido da deputada federal Flordelis (PSD), foi um dos filhos adotados pelo casal - o jovem Lucas dos Santos, de 18 anos.

Segundo a polícia, Lucas cometeu o crime a mando do seu irmão Flávio Rodrigues de Souza, de 38 anos, que é filho biológico de Flordelis. Ambos já foram presos. Flávio, que já tinha um mandado de prisão pendente por violência doméstica, foi preso durante o sepultamento do corpo de Anderson.

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O executor, Lucas, foi preso no momento em que prestava depoimento na delegacia. Contra ele, havia um mandado de apreensão por tráfico de drogas quando ele ainda era menor de idade.

De acordo com a apuração, o motivo do crime seria o fato de que Anderson estava mantendo uma relação extraconjugal. Entretanto, em seu depoimento, Lucas se contradisse e decidiu confessar o crime e acusar Flávio de ser um dos mandantes depois que policiais mostraram imagens de câmeras de segurança em que ele aparece na cena do crime.

O crime aconteceu na madrugada do último domingo (16) no momento em que o casal chegou em casa vindo de um jantar na Zona Sul de Niterói. Policiais investigam ainda a participação de outras pessoas no assassinato do pastor.

O ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL) criticou o vereador e filho do presidente da República Jair Bolsonaro, Carlos Bolsonaro (PSL). Nesta segunda-feira (18) em seu perfil oficial do Twitter, Wyllys afirmou que o vereador deveria lidar melhor com sua sexualidade.

“O filho do presidente teve todas as chances e meios de enfrentar a homofobia do pai e ser uma bicha como eu sou - orgulhosa de mim, inteligente, ativista e honrada, disposta a lutar por justiça social  - mas optou por ser essa vergonhosa fábrica de fake news homofóbicas”, escreveu.

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Jean Wyllys ainda seguiu dizendo que, se Carlos Bolsonaro não emitisse preconceito algum, ele não estaria fazendo as críticas. “Se essa bicha travada num armário vivesse sua homossexualidade com vergonha mas sem fazer danos à reputação de ninguém em função desta, eu jamais iria me referir à sua orientação sexual vivida com culpa e medo. Deixaria ela lá em seu armário, destruindo-se por dentro”, assegurou.

O filho do presidente não respondeu à fala do ex-deputado, que finalizou dizendo que “aliás, quero deixar claro que só estou me referindo à homossexualidade enrustida do filho homofóbico, burro e mau do presidente porque esta vem sendo o motor horrores perpetrados por ele contra mim e outras pessoas honradas na internet”.

O dólar encerrou o pregão desta segunda-feira, 17, praticamente no zero a zero em meio à expectativa de investidores pelas decisões de política monetária aqui e nos Estados Unidos na quarta-feira, 19, e à avaliação de que a reforma da Previdência caminhará na Câmara a despeito da nova leva de atritos no campo político. Afora uma alta mais forte no meio da tarde, quando correu até a máxima de R$ 3,9244, na esteira de interpretações equivocadas de declarações do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o dólar trabalhou o restante do dia sem grandes sobressaltos e encerrou o pregão a R$ 3,8995, (+0,01%).

Segundo o diretor operacional da B&T Corretora, Marcos Trabbold, o mercado já incorporou tanto as notícias positivas em relação à reforma da Previdência, após a apresentação do parecer do relator na comissão especial, Samuel Moreira (PSDB-SP), na semana passada quanto a nova onda de tensão no ambiente político, com as rusgas entre o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Parece que agora acabou o fôlego para um lado e para o outro", diz Trabbold, ressaltando que o dólar tende a ficar girando ao redor de R$ 3,90 se não houver novidades em relação à reforma.

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Por ora, a leitura nas mesas de operação é que o pedido de demissão do presidente do BNDES, Joaquim Levy, e as críticas de Guedes aos parlamentares não abalam as expectativas de votação da reforma no plenário da Câmara ainda antes do recesso parlamentar. A postura de Maia de atacar o governo, a quem classificou de uma "usina de crises", mas garantir o apoio à tramitação da reforma tranquilizaria os investidores.

Nesta segunda-feira, em evento do setor de etanol, em São Paulo, o ministro da Casa Civil tentou esfriar os ânimos ao elogiar o parecer de Samuel Moreira e relativizar as criticas de Guedes.

Trabbold ressalta que houve um alvoroço no meio do pregão com a fala do ministro Onyx de que "em poucas semanas teremos uma solução importante" na questão da Previdência. Essa frase teria sido interpretada como o lançamento de uma nova proposta, quando o ministro apenas reiterou a expectativa de avanço da reforma no plenário da Câmara até meados de julho. "Tirando essa questão do Onyx, que não era nenhuma novidade, o dólar operou muito de lado", disse.

Sem novidades no front doméstico capaz de ditar o rumo do dólar, os investidores preferiram não fazer apostas mais contundentes, em meio à expectativa pela decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). A safra indicadores econômicos aquém do esperado nos Estados Unidos, como a queda do índice Empire State de atividade industrial na região de Nova York (de 17,8 em maio para -8,6 em junho), alimenta a visão de que o Fed pode sinalizar um corte de juros neste ano - o que tende a enfraquecer o dólar e carrear recursos para emergentes. No exterior, a moeda americana avançou em relação à libra, mas apresentou ligeira queda na comparação com o euro. Em relação a divisas de emergentes e exportadores de commodities, o desempenho foi misto, com alta em relação ao rand sul-africano e queda ante peso mexicano, por exemplo.

A mente criativa de usuários das redes sociais criou uma verdadeira narrativa envolvendo o jornalista Glenn Greenwald, editor e fundador do site The Intercept, responsável pelo vazamento de troca de mensagens entre o então juiz federal Sergio Moro e procuradores da Lava Jato.

Neste domingo (16), o ‘Show do Pavão’, como foi apelidado, tomou conta do Twitter com um enredo envolvendo, inclusive, hackers russos e criptomoedas. Tudo começou quando um usuário da rede social revelou supostas informações sobre um determinado episódio político.

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Entretanto, a conta foi deletada minutos depois de lançar todas as publicações, mas ela serviu para dar início a uma grande divulgação do conteúdo. Apesar de se tratar de uma tentativa de acusação, o 'Show do Pavão' acabou virando motivo de piada entre os usuários das redes sociais.

Na primeira publicação, o perfil do ‘pavão’ sugeriu que todos deveriam fazer um "levante pacífico contra a canalhice operante" e revelou que seu tempo de vida nas redes sociais seria curto. Muitos internautas ficaram em dúvida do que se tratava, mas em seguida o mesmo perfil foi dando mais detalhes.

Na sequência, o perfil começou a atacar Greenwald, dizendo que iria detalhar cada um dos passos que levaram o jornalista a divulgar as mensagens que envolvem Sergio Moro. Em meio as publicações, usuários lembraram do cantor Ney Matogrosso, que tem a música “Pavão Misterioso” como um dos seus principais sucessos.

Entre as informações trazidas pelo ‘pavão’, por exemplo, está a história de que Greewald teria contratado o serviço de Bogachev (um dos principais hackers do mundo) para realizar o ataque contra Moro. Porém, o perfil diz não saber qual foi o meio utilizado para realizar este acordo.

"Velhas amizades não somem fácil, né Glenn? Quem pagou Evgeniy, se você sabe diga, pois o intimaremos ao vivo nesta thread, caro Glenn", disse o perfil.

Após a popularização do perfil, Greenwald comentou o caso. Em seu perfil no Twitter, o jornalista levantou questões sobre o “Show do Pavão”. "Qualquer um com uma racionalidade mínima ou tempo para pensar sobre isso imediatamente reconhece a estupidez desequilibrada disso", disparou o jornalista.

Confira alguns dos tweets de Greenwald:

 

 

 

 

 

O deputado federal e vice-presidente nacional do PSL, Julian Lemos, repercutiu a movimentação de Greve Geral, realizada na última sexta-feira (14), através de seu perfil oficial no Twitter.

“Resultado da ‘Greve Geral’: tentativa de assassinato a uma policial, destruição de comércios, incitação a saques bloqueios até em bairros e como sempre Lula Livre. Quem em sã consciência deseja que esses demônios voltem ao poder? São um câncer dentro de nossa nação”, escreveu.

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Lemos, que também é presidente estadual do PSL na Paraíba, aproveitou para aflinetar o trabalho feito pelo Partido dos Trabalhadores enquanto esteve 14 anos à frente do Planalto.

“O PT com sua ‘política de boa vizinhança’, mandou para o exterior mais de 400 Bilhões que a preço de hoje estão perdidos. Com esse dinheiro, a pobreza do Nordeste teria sumindo para nunca mais voltar, o dano é maior do que se imagina, perdemos não o dinheiro, mas gerações”, disse.

O deputado federal David Miranda (PSOL), que ocupou oficialmente uma cadeira na Câmara Federal após a renúncia do ex-deputado Jean Wyllys (PSOL), concedeu entrevista ao Uol e falou sobre agressões que ele e sua família vêm recebendo nos últimos dias.

Miranda é casado com Glenn Greenwald, que é editor e fundador do site The Intercept, responsável pela divulgação das conversas entre o ex-juiz federal Sérgio Moro com procuradores da Operação Lava Jato. Ambos têm dois filhos adotados.

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"Estão me chamando de 'namorada' dele. Querem me ofender dizendo que sou viado e usaram um vídeo em que apareço dançando funk para denegrir a minha imagem e desqualificar o trabalho do Glenn. Como se ser gay fosse motivo para uma pessoa não ser levada a sério. Chamar de viado, para mim, é elogio", disse Miranda ao Uol.

No próximo domingo (23), o deputado estará no primeiro carro da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, que no ano passado reuniu três milhões de pessoas. "Tem que dançar e gritar mesmo. Somos o país que mais mata LGBTs. A parada é a comemoração dos que sobrevivem”, afirmou.

Em primeira agenda oficial no Nordeste, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou, junto com o prefeito Miguel Coelho, um pacote de investimentos para o Sertão. O ministro esteve pela manhã na cidade do Sertão e na tarde desta segunda-feira (17) estará cumprindo agenda na Fundação Joaquim Nabuco, no Recife.

Na passagem por Petrolina, nesta segunda, foram garantidos R$ 5,7 milhões para a "Terra da Fruticultura", que serão destinados para a construção de uma escola municipal e a instalação de sistemas de ar-condicionado em salas de aula.

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A nova unidade escolar será erguida no bairro Quati, que até hoje não contava com nenhuma sala de aula municipal. Os demais recursos serão utilizados no programa de climatização de pelo menos vinte escolas de Petrolina e compra de outros equipamentos para o ensino.

No município sertanejo, o ministro disse estar impressionado com o desenvolvimento de Petrolina. Weintraub revelou que trinta anos atrás visitou a cidade e, hoje, encontrou uma realidade muito melhor. "Passei aqui de ônibus numa viagem indo de São Paulo para o Ceará. Mudou muito, é outro mundo. Essa é prova de que a gente pode mudar, que podemos enfrentar as dificuldades", elogiou o ministro.

O prefeito Miguel Coelho, por sua vez, falou da relevância dos investimentos trazidos pelo ministro da Educação para dar continuidade à estruturação da rede de ensino de Petrolina. "Em apenas dois anos, já climatizamos mais de metade das salas e hoje o senhor libera mais de R$ 1 milhão para climatizar diversas outras escolas. Numa cidade tão quente como a nossa, isso faz muita diferença para o aprendizado das crianças. E por fim, essa notícia tão importante, que é a construção de uma escola num bairro que nunca teve uma sala de aula", detalhou o prefeito.

Além dos recursos para Petrolina, o ministro Weintraub anunciou R$ 2,1 milhões para mobília, instrumentos musicais e climatização de escolas nos municípios de Afrânio, Araripina, Bodocó, Dormentes e Serrita. Ainda foram liberados investimentos para o campus do Instituto Federal do Sertão (IF), localizado em Ouricuri.

O deputado federal e líder da Oposição na Câmara Alessandro Molon (PSB) criticou o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, após ele sugerir que traficantes armados que atuam em comunidades cariocas poderiam ser explodidos com um míssil.

“É inaceitável que o governador do Estado fale em lançar mísseis contra pessoas governadas por ele e contra regiões do Estado que ele governa como se isso pudesse representar qualquer solução no campo da segurança pública e como se isso fosse constitucionalmente e legalmente possível”, disse Molon em seu perfil no Twitter nesta segunda-feira (17).

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As declarações de Witzel foram feitas durante um discurso na última sexta-feira (14), na Câmara Municipal de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, em referência às imagens de criminosos armados na Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio.

“Isso mostra um completo despreparo e falta de projeto sério para resolver o gravíssimo problema da segurança pública que tanto afeta o Rio de Janeiro. Tem solução pra isso e com certeza não é essa. Governador, inaceitável o que o senhor falou”, finalizou Molon.

O modelo de tomada com três pinos se transformou em uma preocupação real do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Após anunciar o fim do horário de verão, que foi instituído no Brasil em 1931, as tomadas estão, agora, no alvo do governo.

De acordo com o Valor Econômico, o assessor internacional da Presidência, Filipe Garcia Martins, defendeu outras medidas de impacto: “Temos que nos livrar agora da tomada de três pinos, das urnas eletrônicas inauditáveis e do acordo ortográfico”, escreveu em seu perfil oficial no Twitter.

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No início do mês de junho, Bolsonaro foi pessoalmente ao Congresso entregar o projeto que modifica leis de trânsito, incluindo o fim da exigência de cadeirinha para crianças no banco traseiro.

Agora, apesar de opositores afirmarem que o governo deveria ter outras prioridades, a gestão federal prepara uma norma para revogar o uso compulsório da tomada de três pinos – também chamada, por diversos assessores presidenciais, de “tomada do PT”.

“A sociedade brasileira, com toda legitimidade, rejeitou a tomada de três pinos”, disse o secretário especial de Produtividade e Competitividade, Carlos Alexandre da Costa.

A manhã desta segunda-feira (17) foi marcada pelo sepultamento do corpo do marido da deputada federal Flordelis (PSD), o pastor Anderson do Carmo de Souza, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

Anderson foi assassinado na madrugada deste domingo (16) depois de voltar para casa com a deputada, em Niterói. O homem foi executado por volta das 4h, com diversos tiros, pouco tempo após chegar em casa.

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O sepultamento aconteceu na cidade de São Gonçalo e foi acompanhado por amigos e parentes. Figuras políticas como a ministra da Família, Mulher e Direitos Humanos, Damares Alves; o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel; o vereador Carlos Bolsonaro; e a deputada federal Maria do Rosário lamentaram o ocorrido.

De acordo com Flordelis, o ataque a tiros aconteceu depois que Anderson voltou à garagem para buscar algo que esqueceu no carro. Os criminosos estavam de toucas ninja e o esperavam no quintal, onde já tinham dopado o cachorro da família com o objetivo de que não houvesse alerta da invasão.

A principal hipótese investigada pela polícia é a de execução. O corpo de Anderson tinha mais de 30 perfurações, entre as provocadas por entradas e saídas de projéteis.

A deputada federal Carla Zambelli (PSL) esteve de passagem no Recife para cumprir agenda parlamentar neste domingo (16). Em seu perfil oficial no Twitter, a deputada chamou os pernambucanos para irem às ruas no dia 30 de junho.

“Alô, recifense: contamos com você para a Mega Manifestação de 30 de junho”, escreveu a parlamentar. O ato será semelhante com o do último dia 26 de maio, as principais pautas serão o apoio à reforma da Previdência e ao ministro da Justiça Sergio Moro.

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“Venha em frente à Padaria Boa Viagem, às 10h, apoiar a Lava Jato, o Pacote anticrime e a nova Previdência!”, convocou. Na última manifestação do grupo, a Avenida Boa Viagem ficou tomada pelos pernambucanos.

A deputada não deu detalhes sobre a agenda que veio cumprir no Recife, nem avisou previamente em suas redes sociais sobre a sua visita. Porém, ela já está de volta a Brasília, onde atua na Câmara Federal.

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