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Na luta para encerrar o jejum de títulos nesta temporada e conquistar o hexacampeonato do Masters 1000 de Madri, Rafael Nadal deu uma grande demonstração de força na quadra de saibro ao arrasar o suíço Stan Wawrinka com parciais de 6/1 e 6/2, nesta sexta-feira, e garantir vaga nas semifinais da competição realizada na capital espanhola.

Com o triunfo sobre o campeão de Roland Garros de 2015, o espanhol se credenciou para enfrentar neste sábado o grego Stefanos Tsitsipas, que em outro duelo desta sexta eliminou o alemão Alexander Zverev, atual campeão em Madri, com uma vitória por 2 sets a 1, parciais de 7/5, 3/6 e 6/2.

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Atual vice-líder do ranking mundial, Nadal conquistou o seu 18º triunfo em 21 partidas contra Wawrinka, ex-Top 10 que hoje ocupa a 34ª posição da ATP. E o ídolo espanhol eliminou o seu velho rival com uma atuação dominante. Além de confirmar todos os seus saques sem oferecer nenhuma chance de quebra, ele aproveitou quatro de dez oportunidades de ganhar games no serviço do suíço, liquidado em 1h08min de confronto.

Aplaudido de pé pela torcida espanhola nesta sexta, Nadal alcançou pela 70ª vez na carreira uma semifinal de um torneio Masters 1000. E admitiu que realmente teve um desempenho muito bom diante de Wawrinka. "Este foi o meu melhor jogo sobre o saibro neste ano. Significa muito ter estas boas sensações em um momento importante da temporada, mas a perfeição não existe", disse o espanhol após o duelo com o suíço, ao mesmo tempo tentando conter a empolgação.

Eliminado nas semifinais do Masters 1000 de Montecarlo e do Torneio de Barcelona neste período de saibro do calendário do tênis, Nadal chegou pela primeira vez, em 15 anos, ao mês de maio sem ter erguido nenhum troféu em uma temporada. E neste sábado tentará avançar à decisão em Madri em duelo previsto para começar às 16 horas (de Brasília). Tsitsipas, seu rival na semifinal, é o atual nono tenista da ATP.

A outra semifinal na capital espanhola, programada para ser iniciada às 11 horas deste sábado, será entre o sérvio Novak Djokovic e o austríaco Dominic Thiem. O líder do ranking mundial contou com a desistência do croata Marin Cilic por causa de uma infecção estomacal e nem precisou entrar em quadra nesta sexta para ir às semifinais. Já Thiem foi o responsável pela eliminação do suíço Roger Federer, batido por 2 sets a 1.

FEMININO - Também foi definida há pouco tempo em Madri a segunda finalista do torneio feminino de simples. Será a holandesa Kiki Bertens, atual vice-campeã, que eliminou a norte-americana Sloane Stephens com uma vitória por 6/2 e 7/5. A sua rival na decisão deste sábado, programada para começar às 13h30 (de Brasília), será a romena Simona Halep, que se faturar o título assumirá o topo do ranking mundial.

O brasileiro Marcelo Melo e o polonês Lukasz Kubot sofreram, mas conseguiram na noite de domingo (madrugada de segunda-feira no Brasil) a classificação às quartas de final do Masters 1000 de Indian Wells, nos Estados Unidos. Cabeça de chave número 6, a dupla bateu a parceria formada pelo australiano Nick Kyrgios e o norte-americano Taylor Fritz, convidada pela organização, por 2 sets a 1 - com parciais de 6/4, 1/6 e 10 a 8 no match tie-break, após 1 hora e 13 minutos.

Com a segunda vitória na competição realizada em quadras rápidas - a estreia foi na última sexta-feira, Melo e Kubot conhecerão nesta segunda quem serão os seus adversários nas quartas de final. Eles serão os vencedores do confronto entre os irmãos gêmeos Mike e Bob Bryan contra o britânico Dominic Inglot e o croata Franko Skugor.

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"Muito feliz, novamente, com mais uma vitória aqui em Indian Wells. Um jogo duríssimo que caiu para o nosso lado. Muitos detalhes. E o importante foi mantermos a calma, depois de não ter jogado tão bem o segundo set como o primeiro. Saber que estávamos no jogo ainda e começar bem o match tie-break foi muito importante para nós. A chave foi manter a tranquilidade e saber que precisávamos usar toda a nossa experiência e o fato de jogar junto para levar o jogo. Então ficamos muito felizes e agora é preparar para a próxima rodada", afirmou Melo.

O brasileiro e o polonês, parceiros desde 2017, buscam a reabilitação nesta temporada. Melo não entrou em quadra em janeiro por conta de uma lesão e os dois só começaram o ano em fevereiro. As duas vitórias em Indian Wells foram as primeiras de 2019. O tenista mineiro é o atual número 12 do ranking mundial individual de duplas da ATP, enquanto que Kubot está em oitavo lugar.

Quem também avançou nas duplas foi o sérvio Novak Djokovic, atual número 1 do mundo em simples. Ele e o italiano Fabio Fognini passaram às quartas de final ao vencerem o indiano Rohan Bopanna e o canadense Denis Shapovalov, algozes do brasileiro Bruno Soares e do britânico Jamie Murray na estreia, por 2 sets a 1 - com parciais de 6/4, 1/6 e 10 a 8 no match tie-break.

SIMPLES - A terceira rodada em Indian Wells, anterior às oitavas de final, terá um duelo totalmente suíço, que já foi a final em 2017. Neste domingo, Stan Wawrinka bateu o húngaro Marton Fucsovics por 2 sets a 1 - com parciais de 6/4, 6/7 (5/7) e 7/5, após 3 horas e 23 minutos - e agora enfrentará Roger Federer, atual número 4 do mundo. No confronto direto, o ex-líder do ranking venceu 21 das 24 partidas até agora.

Quem também venceu e passou à terceira rodada foi o polonês Hubert Hurkacz, que surpreendeu o francês Lucas Pouille, cabeça de chave 28, por 2 sets a 1 - com parciais de 6/2, 3/6 e 6/4 -, e agora será o adversário do japonês Kei Nishikori.

Depois de Andy Murray, mais um dos principais favoritos ao título do Masters 1000 de Montecarlo foi surpreendido nessa quarta-feira (19). No saibro do principado de Mônaco, o suíço Stan Wawrinka, cabeça de chave número 3, não resistiu ao uruguaio Pablo Cuevas e caiu diante do 27.º do ranking logo nas oitavas de final por 2 sets a 0, com duplo 6/4.

Cuevas precisou de somente 1h16min para acabar com o favoritismo de Wawrinka. O cabeça de chave número 16 dominou completamente o confronto e aproveitou duas das oito oportunidades de quebra que teve para confirmar a vitória. Por outro lado, o suíço não teve sequer um break point a seu favor.

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Apesar de ocuparem boas posições no ranking e serem veteranos - Wawrinka tem 32 anos e Cuevas, 31 -, este foi apenas o primeiro confronto entre os dois tenistas no circuito da ATP, e logo de cara aconteceu uma zebra.

Número 3 do mundo, Wawrinka não vive grande fase em 2017 e corria atrás apenas de seu primeiro título no ano. Com sua queda e a de Murray, que perdeu para o espanhol Albert Ramos Viñolas, a chave fica aberta para os outros principais favoritos, como o sérvio Novak Djokovic e o espanhol Rafael Nadal.

Agora, Cuevas encarará nas quartas de final o francês Lucas Pouille. Número 17 do mundo, ele vencia o compatriota Adrian Mannarino (56º) por 3/0 quando o adversário abandonou a quadra.

DUPLAS - Ainda nesta quarta-feira, o brasileiro Bruno Soares garantiu vaga nas quartas de final da chave de duplas do Masters 1000 de Montecarlo. Ele e o britânico Jamie Murray confirmaram o favoritismo e passaram pelo alemão Tommy Haas e o filipino Treat Huey por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/2.

Cabeças de chave número 3, Soares e Murray precisaram de apenas 59 minutos para levar a melhor sobre Haas e Huey. Agora, o brasileiro e o britânico terão pela frente o anfitrião Romain Arneodo e o francês Hugo Nys, que surpreenderam na segunda rodada o holandês Jean-Julien Rojer e o romeno Horia Tecau, oitavos cabeças de chave.

Stan Wawrinka não teve problemas para confirmar favoritismo neste sábado na primeira semifinal do Masters 1000 de Indian Wells. Cabeça de chave número 3 do importante torneio norte-americano disputado em quadras duras, o tenista suíço precisou de apenas 1h04min para liquidar o espanhol Pablo Carreño Busta por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/2, e garantir vaga na decisão deste domingo.

Assim, o atual terceiro colocado do ranking mundial se credenciou para um possível reencontro com o seu compatriota Roger Federer, que faz a outra semifinal em Indian Wells contra o norte-americano Jack Sock, também em duelo previsto para ser encerrado neste sábado.

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A última vez que os suíços se enfrentaram foi na semifinal do Aberto da Austrália, em janeiro, onde Federer levou a melhor em uma partida de cinco sets para ir à final e depois faturar o título do Grand Slam com um triunfo sobre o espanhol Rafael Nadal.

Para ter a chance de possivelmente voltar a encarar o recordista de títulos de Grand Slam e atual décimo colocado do ranking mundial, Wawrinka exibiu uma atuação sólida diante de Carreño Busta, hoje o 23º tenista da ATP. Sem ter o seu saque ameaçado por nenhuma vez durante toda a partida, ele ainda converteu três de oito break points para encaminhar o seu triunfo de forma rápida.

Essa foi a terceira vitória de Wawrinka em três jogos com o espanhol, que anteriormente havia sido superado pelo adversário nos torneios de Oeiras, no ano de 2013 em Portugal, e de Genebra, em 2016, em dois confrontos realizados em piso de saibro.

Neste domingo, o tenista suíço irá buscar o seu 16º título de simples no circuito profissional, sendo que ele não levanta uma taça desde quando foi campeão do US Open do ano passado, no início de setembro, então superando o sérvio Novak Djokovic na decisão.

Stan Wawrinka sofreu para confirmar favoritismo, mas venceu o austríaco Dominic Thiem por 2 sets a 1, com parciais de 6/4, 4/6 e 7/6 (7/2), em jogo encerrado na madrugada desta sexta-feira (no horário de Brasília), para garantir vaga nas semifinais do Masters 1000 de Indian Wells.

Terceiro cabeça de chave do importante torneio norte-americano realizado em quadras duras, o tenista suíço se credenciou para enfrentar na próxima fase, neste sábado (18), o espanhol Pablo Carreño Busta, número 23 do ranking mundial, que avançou às semifinais ao bater na última quinta-feira o uruguaio Pablo Cuevas, 30º colocado da ATP, por 2 sets a 1, com 6/1, 3/6 e 7/6 (7/4).

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Essa foi a segunda vitória consecutiva obtida no sufoco por Wawrinka, terceiro tenista do mundo, que nas oitavas de final já havia precisado de três sets para eliminar o azarão japonês Yoshihito Nishioka, também superado apenas no tie-break da última parcial.

Desta vez, Wawrinka só triunfou depois de 2h31min de confronto com Thiem, oitavo cabeça de chave, que foi derrotado pela terceira vez em quatro duelos com o suíço. Neste último, o compatriota de Roger Federer travou um jogo muito equilibrado com o austríaco, com cada um dos tenistas conquistando três quebras de saque na partida, mas com a diferença de que o suíço teve apenas cinco break points cedidos pelo adversário, que desperdiçou oito de 11 chances de ganhar games no serviço do seu oponente.

Atual nono colocado da ATP, Thiem chegou a salvar um match point no terceiro set, mas depois acabou sucumbindo no tie-break ao cair por 7/2. Assim, Wawrinka voltará a defender favoritismo nas semifinais em busca de sua 26ª decisão de simples no circuito da ATP, sendo apenas a terceira de um Masters 1000.

O suíço Stan Wawrinka voltou a confirmar favoritismo de forma tranquila, nesta segunda-feira (13) à noite, para garantir vaga nas oitavas de final do Masters 1000 de Indian Wells. Depois de ter estreado com vitória sobre o italiano Paolo Lorenzi em sets diretos, o terceiro cabeça de chave do importante torneio norte-americano realizado em quadras duras derrotou o alemão Philipp Kohlschreiber por 7/5 e 6/3 para seguir em frente em sua campanha.

Com o triunfo obtido em apenas 1h17min, o atual quarto colocado do ranking mundial se credenciou para enfrentar na próxima fase o surpreendente japonês Yoshihito Nishioka, 70º colocado da ATP, que em outro duelo já encerrado nesta segunda nos Estados Unidos derrotou o checo Tomas Berdych, 13º cabeça de chave, por 2 sets a 1, de virada, com 1/6, 7/6 (7/5) e 6/4.

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Para passar nesta segunda por Kohlschreiber, hoje 31º tenista do mundo, Wawrinka teve uma atuação dominante. Sem ter o seu saque ameaçado por nenhuma vez no confronto, o suíço ainda aproveitou dois de dez break points para superar o alemão em sets diretos.

Já Berdych chegou a dar a impressão de que confirmaria com tranquilidade a sua condição de 14º tenista do mundo ao conquistar duas quebras de serviço e fechar o primeiro set por 6/1. Depois disso, porém, Nishioka começou a dar início a uma surpreendente reação.

Tenista que entrou na chave principal como lucky loser (beneficiado pela desistência de um outro competidor), o japonês chegou a sofrer duas quebras de saque na segunda parcial, mas também converteu dois break points para levar a disputa ao tie-break, que ele venceu por 7/5 para empatar o jogo.

Confiante, Nishioka voltou a conquistar duas quebras no terceiro set e, mesmo tendo sido superado mais uma vez com o serviço na mão, aplicou o 6/4 que liquidou o duelo.

Já o austríaco Dominic Thiem justificou com autoridade a sua condição de oitavo cabeça de chave ao passar pelo alemão Mischa Zverev por 6/1 e 6/4. Assim, se credenciou para enfrentar nas oitavas de final o ganhador da partida entre o norte-americano John Isner e o francês Gael Monfils.

Em outro dois duelos do dia, o espanhol Pablo Carreño Busta e o sérvio Dusan Lajovic também venceram e medirão forças nas oitavas de final. O primeiro deles nem precisou entrar em quadra, pois avançou por W.O. ao contar com a desistência por lesão do seu compatriota Roberto Bautista Agut, 16º cabeça de chave. Já Lajovic superou o canadense Vasek Pospisil, de virada, com 6/7 (4/7), 6/3 e 7/5.

Roger Federer e Stan Wawrinka confirmaram favoritismo com tranquilidade nesta terça-feira (24) e travarão uma semifinal 100% suíça no Aberto da Austrália. Quatro vezes campeão do Grand Slam realizado em Melbourne, Federer avançou ao vencer o alemão Mischa Zverev, 50º colocado do ranking mundial, por 3 sets a 0, com parciais de 6/1, 7/5 e 6/2, em apenas 1h32min. Já Wawrinka, quarto cabeça de chave e campeão da edição de 2014 da competição, eliminou o francês Jo-Wilfried Tsonga, também por 3 a 0, com 7/6 (7/2), 6/4 e 6/3.

Essa é a 13ª vez que Federer avança às semifinais do primeiro Grand Slam da temporada, sendo que ele entrou neste Aberto da Austrália na condição de 17º cabeça de chave, apenas, depois de ficar seis meses afastado das quadras na temporada passada por causa de uma cirurgia no joelho.

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Provável rival de Federer nas quartas de final, Murray, líder do ranking da ATP, foi surpreendido por Zverev nas oitavas de final com uma derrota por 3 sets a 1. Assim, o britânico ampliou o seu jejum de títulos em Melbourne, onde amargou cinco vice-campeonatos, permitindo a Federer jogar como favorito nas quartas de final.

E Federer só teve maiores dificuldades para passar pelo alemão de 29 anos de idade no segundo set, no qual chegou a ter o seu saque quebrado por uma vez. Porém, o recordista de títulos de Grand Slam colocou pressão sobre o azarão e converteu seis de 15 break points para encaminhar o seu triunfo em parciais diretas.

Com nada menos do que 65 winners e apenas 13 erros não-forçados, Federer ainda contabilizou nove aces na partida, enquanto Zverev fez apenas 30 bolas vencedoras e ganhou somente 53% dos pontos que disputou quando encaixou o seu primeiro serviço.

Foi a terceira vitória de Federer em três jogos com o alemão, batido anteriormente pelo suíço no Masters 1000 de Roma de 2009 e no Torneio de Halle de 2013.

Wawrinka, por sua vez, fez valer a sua condição de atual quarto tenista do ranking mundial contra Tsonga, o 12º, com autoridade. Embora tenha vencido o primeiro set apenas no tie-break, após os dois tenistas confirmarem todos os seus serviços sem oferecerem chances de quebra, o suíço converteu os outros três break points cedidos na continuidade do jogo pelo francês, que só aproveitou uma de seis oportunidades de ganhar games no serviço do seu adversário.

Com 41 winners e 28 erros não-forçados, contra 27 e 39 do francês, respectivamente, Wawrinka acabou triunfando pela sua maior eficiência nos momentos decisivos e assim acumulou a sua quinta vitória em oito jogos com Tsonga.

Já contra Federer, Wawrinka terá de superar um retrospecto desfavorável de 18 derrotas em 21 confrontos. Na última vez que os dois se encontraram em um Grand Slam, Federer eliminou o compatriota nas semifinais do US Open de 2015. Naquele mesmo ano, porém, o atual quarto tenista do mundo levou a melhor nas quartas de final de Roland Garros, antes de o lendário jogador voltar a levar a melhor na semifinal do ATP Finals daquela mesma temporada.

No Aberto da Austrália, os dois se enfrentaram uma única vez, em 2011, quando Federer atropelou com parciais de 6/1, 6/3 e 6/3, pelas quartas de final.

Na luta para finalmente conquistar o seu primeiro título do Aberto da Austrália, após cinco vice-campeonatos em Melbourne, Andy Murray não teve grandes problemas para confirmar favoritismo, nesta sexta-feira (20), e assegurar classificação às oitavas de final do primeiro Grand Slam desta temporada. O tenista britânico, líder do ranking mundial, venceu o norte-americano Sam Querrey por 3 sets a 0, com parciais de 6/4, 6/2 e 6/4, em 1h59min.

Com o triunfo, Murray se credenciou para enfrentar na próxima fase o alemão Mischa Zverev, que em outro jogo do dia derrotou o tunisiano Malek Jaziri por 3 sets a 1, com 6/1, 4/6, 6/3 e 6/0. Será a segunda vez que o escocês irá enfrentar Zverev, atual 50º colocado do ranking, no circuito principal da ATP, no qual o escocês derrotou o adversário anteriormente no Torneio de Munique de 2015, por duplo 6/2.

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Esse foi o nono ano seguido em que Murray se classifica para as oitavas de final do Aberto da Austrália, sendo que ele ainda não perdeu nenhum set nesta edição do Grand Slam. E isso mesmo depois de ter torcido o tornozelo direito na última quarta-feira, durante jogo com o russo Andrey Rublev pela segunda rodada.

Nesta sexta, o número 1 do mundo admitiu que ficou um pouco hesitante em relação ao problema no início do jogo com Querrey, mas depois conseguiu superá-lo para avançar às oitavas de final. "Eu me senti melhor e melhor no decorrer do jogo em termos de movimento", afirmou o britânico após a vitória desta sexta. "Eu estava me movimentando bem no fim, isso foi muito positivo", completou.

Neste duelo diante de Querrey, atual 32º colocado da ATP, Murray exibiu eficiência ao aproveitar cinco de oito chances de quebrar o saque do norte-americano, que converteu apenas um de três break points, já no terceiro set.

Com oito aces e 77% de aproveitamento dos pontos disputados com o primeiro serviço, o britânico também contabilizou 40 winners para encaminhar a vitória em parciais diretas. Foi a sétima de Murray em oito jogos contra o tenista dos Estados Unidos.

WAWRINKA - Em outro duelo realizado nesta sexta-feira, o suíço Stan Wawrinka, quarto cabeça de chave e campeão do Aberto da Austrália em 2014, também foi às oitavas de final, mas de maneira mais sofrida. O suíço chegou a levar um susto ao ser derrotado pelo sérvio Viktor Troicki no primeiro set, mas depois virou para bater o adversário por 3 a 1, com parciais de 3/6, 6/2, 6/2 e 7/6 (9/7).

Apesar de ter vencido dois dos sets por larga vantagem, Wawrinka teve um jogo complicado com Troicki, o 29º cabeça de chave, que chegou a quebrar o saque do suíço por cinco vezes e só foi sucumbir no tie-break da última parcial. O atual quarto colocado do ranking mundial, porém, converteu sete de 13 break points para assegurar

a sua vitória.

Com o triunfo, Wawrinka avançou para enfrentar na próxima fase o italiano Andreas Seppi, que outro duelo do dia passou pelo belga Steve Darcis por 3 sets a 1, também de virada, com parciais de 4/6, 6/4, 7/6 (7/1) e 7/6 (7/2).

NISHIKORI - Quinto cabeça de chave, o japonês Kei Nishikori foi outro tenista de destaque a assegurar classificação às oitavas de final nesta sexta-feira. Ele avançou ao derrotar o eslovaco Lukas Lacko por triplo 6/4.

Assim, agora o tenista oriental espera pela definição do seu próximo adversário, que será conhecido ainda na noite desta sexta (no horário australiano) no confronto entre o suíço Roger Federer e o checo Tomas Berdych.

Outro que confirmou favoritismo para ir às oitavas de final em Melbourne nesta sexta-feira foi o francês Jo-Wilfried Tsonga, 12º pré-classificado, que derrotou o norte-americano Jack Sock com parciais de 7/6 (7/4), 7/5, 6/7 (8/10) e 6/3.

E o próximo adversário de Tsonga será o surpreendente britânico Daniel Evans. Após eliminar na segunda rodada o croata Marin Cilic, sétimo cabeça de chave, desta vez ele despachou o australiano Bernard Tomic, 27º pré-classificado, por 7/5, 7/6 (7/2) e 7/6 (7/3). Tomic foi o algoz de Thomaz Bellucci na estreia, enquanto Tsonga eliminou o também brasileiro Thiago Monteiro na primeira rodada em Melbourne.

Quatro vezes campeão do Aberto da Austrália, Roger Federer garantiu vaga na terceira rodada desta edição do primeiro Grand Slam do ano ao vencer o norte-americano Noah Rubin por 3 sets a 0, com parciais de 7/5, 6/3 e 7/6 (7/3), nesta quarta-feira (18), em Melbourne. Assim, o tenista suíço manteve o feito de no mínimo avançar à terceira fase da competição em 18 participações no principal evento do início da temporada.

Recordista de títulos de Grand Slam, com 17 troféus, Federer assim se credenciou para realizar um interessante confronto com o checo Tomas Berdych, décimo cabeça de chave, que em outra partida desta quarta derrotou o norte-americano Ryan Harrison com parciais de 6/3, 7/6 (8/6) e 6/2.

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Depois de longo tempo afastado das quadras na temporada passada por causa de uma cirurgia no joelho, Federer caiu para a 17ª posição do ranking mundial no início deste ano e por isso entrou neste Aberto da Austrália apenas como 17º cabeça de chave. Por isso, terá de encarar uma pedreira já na terceira rodada, sendo que ele irá travar o 23º duelo diante de Berdych no circuito profissional.

Atual décimo colocado do ranking mundial, Berdych enfrentou Federer pela última vez justamente no Aberto da Austrália do ano passado, quando o suíço venceu por 3 a 0 para ir às semifinais. O checo, por sinal, foi batido nos últimos cinco jogos que fez com o rival e só ganhou seis das 22 partidas entre os dois até hoje.

Para poder voltar a encarar Berdych, Federer sofreu um pouco para confirmar favoritismo nesta quarta-feira diante do atual 200º colocado da ATP e só conseguiu vencer o último set do duelo no tie-break, mas garantiu o seu triunfo após 2h03min ao aproveitar três de oito chances de quebrar o saque do adversário, que converteu um de seis break points cedidos pelo suíço.

Embora tenha conquistado 82% dos pontos que disputou quando encaixou o seu primeiro saque e tenha acumulado 17 aces, Federer cometeu 41 erros não-forçados, sendo 18 deles no último set, fato que ajudou a levar a disputa da parcial ao tie-break.

NISHIKORI E WAWRINKA TAMBÉM AVANÇAM - Possível adversário de Federer ou Berdych nas oitavas de final, o japonês Kei Nishikori confirmou com tranquilidade a sua condição de quinto cabeça de chave nesta quarta-feira ao bater o francês Jeremy Chardy por 3 sets a 0, com parciais de 6/3, 6/4 e 6/3.

Com o triunfo, Nishikori foi à terceira rodada e terá como próximo adversário o eslovaco Lukas Lacko, que em outro duelo do dia superou o israelense Dudi Sela, de virada, com parciais de 2/6, 6/3, 6/2 e 6/4.

O suíço Stan Wawrinka, campeão do Aberto da Austrália em 2014 e quarto cabeça de chave da competição, também fez valer sem maiores problemas o seu favoritismo ao eliminar o norte-americano Steve Johnson com parciais de 6/3, 6/4 e 6/4.

Assim, Wawrinka também foi à terceira fase e se credenciou para enfrentar o sérvio Viktor Troicki, 29º pré-classificado, que em outro duelo do dia levou a melhor em uma batalha de cinco sets com o italiano Paolo Lorenzi, batido com parciais de 6/3, 1/6, 7/6 (7/3), 3/6 e 6/3.

ISNER CAI - Se Federer, Wawrinka, Berdych e Nishikori confirmaram favoritismo nesta quarta, John Isner acabou sendo surpreendido como 19º cabeça de chave da competição. O norte-americano foi batido de virada pela revelação alemã Mischa Zverev, 50º colocado da ATP, que ganhou com parciais de 6/7 (4/7), 6/7 (4/7), 6/4, 7/6 (7/9) e 9/7.

Com o triunfo em um jogo de 4h10min, Zverev avançou para pegar na terceira rodada o tunisiano Malek Jaziri, que passou pelo casaque Alexander Bublik por 6/2, 6/3 e 7/5.

Já o francês Jo-Wilfried Tsonga, que na estreia havia eliminado o brasileiro Thiago Monteiro, voltou a confirmar o status de 12º cabeça de chave ao arrasar o sérvio Dusan Lajovic por 6/2, 6/2 e 6/3 para ir à terceira rodada.

O próximo rival de Tsonga será o norte-americano Jack Sock, 23º pré-classificado, que em outro duelo do dia eliminou o russo Karen Khachanov com parciais de 6/3, 6/4 e 6/4.

Outro norte-americano que avançou à terceira fase da competição nesta quarta-feira foi Sam Querrey, 31º cabeça de chave, que passou pelo australiano Alex De Minaur por 7/6 (7/5), 6/0 e 6/1. Assim, o tenista dos Estados Unidos se credenciou como próximo adversário do vencedor da partida entre o britânico Andy Murray, líder do ranking mundial, e o russo Andrey Rublev, prevista para acabar ainda na noite desta quarta no horário australiano.

KIRGYOS CAI - A torcida australiana viu o seu polêmico e falastrão tenista Nick Kyrgios, 14º cabeça de chave, ser eliminado pelo italiano Andreas Seppi nesta quarta-feira já na segunda rodada do Grand Slam em Melbourne. Após vencer os dois primeiros sets por 6/1 e 7/6 (7/1), o imprevisível jogador da casa acabou sendo batido nas parciais seguintes por 6/4, 6/2 e 10/8.

Assim, Seppi foi à terceira fase e pegará o belga Steve Darcis, que eliminou o argentino Diego Schwartzman por 3 sets a 1, com 6/3, 6/3, 2/6 e 6/4.

Os astros suíços Roger Federer e Stan Wawrinka fecharam a programação do primeiro dia de jogos da chave masculina do Aberto da Austrália, realizado em Melbourne, e, embora com alguma dificuldade, ambos confirmaram o favoritismo e se classificaram para a segunda rodada do torneio.

Afastado do tênis por cerca de seis meses por causa de uma lesão no joelho esquerdo, Federer fez a sua volta às quadras na Copa Hopman, mas foi apenas nesta segunda-feira que voltou a jogar por uma competição do circuito mundial. E ele se deu bem na estreia do Grand Slam que venceu quatro vezes, sendo a última delas em 2010.

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Apenas o número 17 do mundo em razão do longo período de inatividade, Federer derrotou o austríaco Jurgen Melzer, hoje apenas o 300º colocado no ranking da ATP, por 3 sets a 1, com parciais de 7/5, 3/6, 6/2 e 6/2, em 2 horas e 5 minutos.

Federer fechou o jogo com 46 winners, 36 erros não-forçados e 19 aces disparados. Além disso, converteu sete de nove break points, mas só salvou um dos quatro obtidos por Melzer.

Porém, o suíço teve um início irregular em quadra, chegando a estar perdendo o primeiro set por 4/2. Depois, porém, venceu quatro dos cinco games seguintes para ganhar por 7/5. O segundo set foi quase o oposto. Dessa vez, Federer abriu 2/0, mas viu Melzer ganhar seis dos sete games disputados na sequência para triunfar por 6/3.

No terceiro e quarto sets, então, Federer enfim sobrou em quadra. Melzer não teve sequer um break point nas duas parciais, enquanto o suíço conseguiu duas quebras de serviço para cada set, triunfando em ambas por 6/2.

Com esse resultado, Federer chegou aos 308 triunfos em 359 partidas disputadas nos torneios do Grand Slam, sendo o maior campeão desses eventos, com 17 conquistas. Seu próximo oponente vai ser o norte-americano Noah Rubin, o número 200 do mundo. Além disso, o suíço acumula agora quatro vitórias em cinco duelos com Melzer.

WAWRINKA PASSA SUFOCO - Atual campeão do US Open e número 4 do mundo, Wawrinka precisou de cinco sets para derrotar o eslovaco Martin Klizan, o 35º colocado no ranking, por 3 sets a 2, com parciais de 4/6, 6/4, 7/5, 4/6 e 6/4, em 3 horas e 24 minutos.

Foi um duelo cheio de break points - 32, sendo 16 para cada tenista -, com Wawrinka convertendo seis, apenas um a mais do que Klizan. O campeão do Aberto da Austrália de 2014 disparou 21 aces contra sete do eslovaco, além de ter feito 60 winners, seis a mais do que oponente, e cometido 43 erros não-forçados, três a menos do que Klizan.

O próximo adversário de Wawrinka no Aberto da Austrália vai ser o norte-americano Steve Johnson, o número 30 do mundo.

O sábado foi marcado pelas surpresas nas semifinais do Torneio de Brisbane, na Austrália. Cabeças de chave número 1 e 2, respectivamente, o canadense Milos Raonic e o suíço Stan Wawrinka entraram em quadra com o favoritismo na disputa por uma vaga na final, mas ficaram pelo caminho. Melhor para o búlgaro Grigor Dimitrov e o japonês Kei Nishikori, que decidirão a competição no domingo.

No primeiro jogo do dia, Nishikori, número 5 do mundo, passou por Wawrinka por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (7/3) e 6/3, em 1h41min de partida. O japonês foi eficiente e aproveitou as únicas duas oportunidades de quebra que teve na partida para vencer o suíço pela quarta vez na carreira, em oito confrontos entre eles.

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Wawrinka foi prejudicado por uma lesão no tornozelo esquerdo, que o obrigou a pedir atendimento médico tanto no primeiro quanto no segundo set. Ainda assim, levou a primeira parcial para o tie-break. Somente na segunda, mais vulnerável, trocou quebras de serviço com Nishikori, antes de ser mais uma vez quebrado e cair na semifinal.

Já na outra partida, a principal zebra do dia. Número 17 do ranking, Dimitrov derrotou o grande favorito da competição, Raonic, terceiro do mundo, por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (9/7) e 6/2. O canadense não só é o atual campeão do Torneio de Brisbane, como vinha embalado por ter eliminado Rafael Nadal na sexta-feira.

Mas neste sábado, Dimitrov mostrou-se inspirado. Depois de um primeiro set disputado, em que Raonic chegou a ter um set point no tie-break, o búlgaro arrancou no segundo, encontrou respostas para o potente saque do adversário e garantiu sua terceira vitória em quatro triunfos diante do canadense.

Para surpreender também na decisão e conquistar o título, Dimitrov terá que quebrar o tabu diante de Nishikori, contra quem nunca venceu na carreira, em três confrontos já disputados. O búlgaro busca seu quinto título de simples no circuito, enquanto o japonês vai atrás do 12.º.

O espanhol Rafael Nadal caiu nas quartas de final do Torneio de Brisbane, ATP 250 preparatório para o Aberto da Austrália. Nesta sexta-feira (6), o número 9 do mundo foi eliminado ao perder para o canadense Milos Raonic, terceiro colocado no ranking, por 2 sets a 1, com parciais de 4/6, 6/3 e 6/4, em 2 horas e 20 minutos.

O revés em Brisbane se dá apenas uma semana depois de Nadal conquistar o título de um torneio de exibição em Abu Dabi, numa campanha em que superou Raonic nas semifinais. Nesta sexta-feira, porém, o espanhol não resistiu ao poderoso saque do canadense, que disparou 23 aces e conseguiu a virada para seguir vivo em Brisbane.

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No primeiro set, Nadal até se deu melhor ao conseguir uma quebra de serviço para vencer por 6/4. Na segunda parcial, foi Raonic quem converteu um break point, no oitavo game, para na sequência fechar o set em 6/3 e igualar o jogo. Embalado, o canadense conseguiu uma nova quebra de serviço no começo da terceira parcial, depois só precisando administrar a vantagem para assegurar a vitória de virada.

Assim, Raonic obteve o seu segundo triunfo em oito confrontos com Nadal por competições oficiais. Atual campeão em Brisbane, ele vai duelar nas semifinais com o búlgaro Grigor Dimitrov, o número 17 do mundo, que superou o austríaco Dominic Thiem, o oitavo colocado no ranking, em três sets, por 6/3, 4/6 e 6/3.

A outra semifinal em Brisbane será entre Stan Wawrinka e Kei Nishikori. O suíço, que está em quarto lugar no ranking, perdeu o primeiro set no tie-break, mas depois se recuperou para vencer o britânico Kyle Edmund, o número 45 do mundo, por 6/7 (2/7), 6/4 e 6/4.

Assim, se classificou às semifinais em Brisbane na sua primeira participação no evento - nos últimos três anos, ele havia jogado e vencido o Torneio de Chennai. Agora Wawrinka tentará ampliar a sua vantagem no confronto direto com Nishikori, que está em 4 a 3. No ano passado, porém, foram duas derrotas em três jogos, sendo que o triunfo ocorreu nas semifinais do US Open.

Já Nishikori se garantiu na quarta semifinal em sete participações no Torneio de Brisbane ao aplicar um duplo 6/1 no australiano Jordan Thompson, 79º colocado no ranking. O número 5 do mundo cometeu apenas 11 erros não-forçados e não teve o seu saque ameaçado no duelo com o convidado da organização, que surpreendeu ao eliminar o espanhol David Ferrer.

A mudança de cenário não alterou o resultado do primeiro jogo de Stan Wawrinka em mais uma temporada no circuito mundial do tênis. O atual campeão do US Open e número 4 do mundo estreou nesta quarta-feira (4) no Torneio de Brisbane com vitória sobre o sérvio Viktor Troicki, o 28º colocado no ranking, por 7/6 (7/5) e 6/4, para se classificar às quartas de final, fase em que vai encarar o britânico Kyle Edmund.

Wawrinka tinha como hábito disputar e ganhar o Torneio de Chennai na preparação para o Aberto da Austrália, sendo sempre campeão entre 2014 e 2016, sem perder sequer um set. Agora, aos 31 anos, o suíço decidiu que era hora de mudar e está jogando em Brisbane, onde é o cabeça de chave número 2, na sua principal preparação para o primeiro Grand Slam da temporada, que começará em 16 de janeiro.

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"Com certeza são condições um pouco diferentes, mas eu não acho que vai mudar muito a preparação para a Austrália", disse Wawrinka, que ganhou seu primeiro Grand Slam no Melbourne Park em 2014. "Quando você está no circuito há muito tempo, jogar alguns torneios novos o deixa mais leve mentalmente".

Edmund, o número 45 do mundo, vai encarar Wawrinka nas quartas de final em Brisbane após contar com o abandono do francês Lucas Pouille, o 15º colocado no ranking, quando liderava o placar por 6/3 e 3/1.

Também em seu primeiro jogo na temporada, o japonês Kei Nishikori, o número 5 do mundo, oscilou em quadras, mas derrotou de virada o norte-americano Jared Donaldson, que saiu do qualifying e está em apenas 105º lugar no ranking, por 4/6, 7/5 e 7/5.

Três vezes semifinalista em Brisbane, Nishikori abriu 4/0 no primeiro ser, mas depois foi superado em seis games seguidos para ser batido por 6/4. Na segunda parcial, fez 3/0, perdeu seu game de serviço na sequência, mas conseguiu vencê-la, assim como o set de desempate.

O espanhol David Ferrer, o número 21 do mundo, decepcionou. Ele ainda salvou quatro match points antes de ser batido pelo australiano Jordan Thompson, 79º colocado no ranking, por 4/6, 7/5 e 7/5. Thompson, que venceu apenas dois de 13 jogos em 2016, se classificou pela primeira vez às quartas de final de um evento da ATP e será o próximo rival de Nishikori.

Andy Murray justificou com autoridade a sua condição de líder do ranking mundial ao conquistar nesta sexta-feira, em Londres, a sua terceira vitória em três jogos nesta edição do ATP Finals. Desta vez o britânico venceu o suíço Stan Wawrinka por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/2, para avançar às semifinais da competição que reúne os melhores tenistas da temporada.

Com o resultado obtido sobre o atual terceiro colocado da ATP, Murray assegurou a sua passagem à próxima fase também como líder do Grupo John McEnroe. Assim, ele já sabe que terá como adversário nas semifinais deste sábado o canadense Milos Raonic, que se classificou para este estágio do importante torneio como vice-líder do Grupo Ivan Lendl. O líder desta chave foi o sérvio Novak Djokovic, que também obteve três triunfos em três jogos até aqui na capital inglesa.

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Ou seja, Murray e Djokovic só poderão se enfrentar em uma possível decisão no domingo, quando disputariam não apenas o título, mas também a liderança do ranking mundial, perdida recentemente pelo sérvio, hoje o número 2 da ATP.

A vitória diante de Wawrinka também eliminou o suíço deste ATP Finals e classificou por antecipação o japonês Kei Nishikori às semifinais. O tenista oriental irá fechar a sua participação na fase de grupos nesta sexta, às 18 horas (de Brasília), apenas cumprindo tabela diante do croata Marin Cilic, outro já eliminado da competição por ter perdido os seus dois primeiros duelos por 2 sets a 0. Assim, tem saldo negativo de 4 sets, enquanto Nishikori tem saldo positivo de 1 e poderá até perder em parciais diretas para Cilic.

Embalado e em grande fase nesta reta final de temporada, Murray ampliou a sua série de vitórias seguidas para 22 jogos ao bater Wawrinha em apenas 1h26min nesta sexta. Sem ter o seu saque quebrado por nenhuma vez na partida, o britânico converteu três de sete break points e foi dominante para superar o suíço em sets diretos.

Essa foi a décima vitória de Murray em 17 confrontos com Wawrinka, que neste ano já havia sido superado pelo escocês em Roland Garros. Em 2015, por sinal, o suíço havia derrotado o britânico na fase de grupos do próprio ATP Finals.

O suíço Stan Wawrinka segue em grande forma e confirmou o favoritismo neste sábado para chegar à decisão do Torneio de São Petersburgo, na Rússia. Embalado pelo título do US Open, o número 3 do ranking derrotou na semifinal o espanhol Roberto Bautista Agut por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (10/8) e 6/2, em 1h51min de partida.

No primeiro torneio após se sagrar campeão do Grand Slam norte-americano, Wawrinka mostrou por que é um dos grandes tenistas da atualidade. Com isso, alcançou a décima vitória consecutiva neste sábado e avançou para sua quinta final na temporada, tendo vencido as outras quatro que disputou.

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Contra Agut, Wawrinka encontrou bastante dificuldade, mas somente no primeiro set. O confronto foi bastante parelho e os dois tenistas salvaram cada um dos três break points que cederam, mas o suíço arrancou no tie-break para triunfar. A derrota pareceu desanimar o espanhol, que se tornou presa fácil para o adversário na segunda parcial, sendo quebrado em duas oportunidades.

Após passar pelo número 16 do mundo, Wawrinka chega à final como grande favorito para a 16.ª conquista da carreira. Para isso, no entanto, terá que vencer o alemão Alexander Zverev, que surpreendeu neste sábado o checo Tomas Berdych ao vencer por 2 sets a 0, com duplo 6/4.

Número 27 do mundo e quinto cabeça de chave, Zverev ainda tenta o primeiro título da carreira e fará seu primeiro duelo com Wawrinka. O jovem de 19 anos foi superior neste sábado diante do nono colocado do ranking, Berdych, que falhou nos momentos decisivos e ficou pelo caminho.

O mágico mês de Juan Martin del Potro terminou como começou: com o argentino chorando na quadra. Desta vez, ele enxugou as lágrimas com o jogo ainda sendo disputado. Stan Wawrinka estava prestes a sacar para assegurar o seu triunfo em quatro sets, deixando o exausto Del Potro fora do US Open, quando os torcedores começaram a homenagear o campeão da edição de 2009 do Grand Slam nova-iorquino.

"Olê, olê, olê, Delpo, Delpo!", cantaram na Arthur Ashe, com Wawrinka esperando para sacar e o juiz de cadeira pedindo silêncio sem sucesso. Emocionado, Del Potro baixou a cabeça e, finalmente, aplaudiu com a raquete.

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Na sequência, Wawrinka, o terceiro cabeça de chave, fechou o jogo, iniciado no fim da noite de quarta-feira, em 7/6 (7/5), 4/6, 6/3 e 6/2, se classificando para sua segunda semifinal consecutiva no US Open.

"Eu posso perder o jogo, mas eu nunca vou esquecer isso", disse Del Potro. "É maior do que qualquer jogo. Eles me fizeram tão feliz esta noite, e eu não me importo com o placar".

Trinta e dois dias antes, Del Potro jogou sua primeira partida na Olimpíada do Rio, que ele imaginou seria sua única, pois o adversário era Novak Djokovic, o líder do ranking. Depois de três cirurgias no punho esquerdo, o argentino não parecia ter o condicionamento físico ideal para competir com os melhores. Ao menos era o que ele pensava.

Del Potro venceu Djokovic naquela noite. E chorou depois. As vitórias continuaram vindo, assim como as lágrimas, incluindo um triunfo sobre Rafael Nadal que lhe garantiu uma medalha olímpica, que foi seguida pela derrota em quatro sets na decisão para Andy Murray.

Com pouco tempo para descansar após receber uma recepção de herói na volta para a Argentina, o 142º colocado no ranking entrou em seu primeiro US Open desde 2013 como um convidado. A multidão festejou suas vitórias rodada após rodada, como que agradecendo seu retorno após problemas que quase encerraram sua carreira.

Mas ela não foi suficiente para fazê-lo avançar nas quartas de final após 3 horas e 13 minutos em quadra, numa partida que terminou à 1h20, no horário local. Del Potro havia derrotado Wawrinka na segunda rodada de Wimbledon, dando um indicativo de que o argentino poderia ser competitivo novamente. Mas na revanche, o suíço se deu melhor após ajustar suas táticas no terceiro set.

Ele começou a ficar mais para trás nos saques de Del Potro, empurrando o adversário para o fundo da quadra e passando a apostar em ralis longos. Agora, após precisar salvar um match point na terceira rodada, em uma partida de cinco sets, está nas semifinais, nesta sexta-feira, quando vai encarar o japonês Kei Nishikori, o sexto cabeça de chave.

"Não é um jogador com quem eu possa realmente jogar sempre do jeito que eu quero, porque ele é tão agressivo", disse Wawrinka sobre Del Potro. "Foi importante me manter fortalecido. Eu sabia que seria difícil. Mas estou feliz com a forma como eu estava lutando, comigo mesmo. Estou feliz com a maneira que eu encontrei soluções no terceiro set para conseguir vantagem".

Talvez se Del Potro tivesse vencido o primeiro set, ele poderia ter prevalecido em três. Ele conseguiu uma quebra no primeiro, mas depois de muitos erros, foi superado em um tie-break que o deixou batendo na sua própria cabeça, frustrado. Foi a primeira parcial que o argentino perdeu no torneio.

Del Potro vai ascender para o Top 65 no ranking na próxima semana, não mais necessitando de convites para os Grand Slams. Ele espera o fim da temporada para afiar seu condicionamento para que possa disputar em igualdade com um jogador como Wawrinka em uma partida de cinco sets.

"Agora eu estou lutando ao mesmo nível que os caras Top, e já venci Djokovic, Rafa. Joguei contra Murray em um grande jogo", disse Del Potro. "Wawrinka é o número 3 do mundo, e estou lá. Isso significa algo bom para mim. Mas eu preciso continuar trabalhando".

Depois de sofrer muito para avançar às oitavas de final do US Open, fase em que precisou salvar um match point para seguir vivo no jogo em que derrotou o britânico Daniel Evans por 3 sets a 2, Stan Wawrinka confirmou favoritismo de forma mais tranquila nesta segunda-feira. Terceiro cabeça de chave, o tenista suíço venceu o ucraniano Illya Marchenko por 3 a 1, com parciais de 6/4, 6/1, 6/7 (5/7) e 6/3, para se garantir nas quartas de final do Grand Slam norte-americano.

Com o triunfo sobre o atual 63º colocado do ranking mundial, Wawrinka se credenciou para travar um interessante confronto diante do argentino Juan Martín del Potro, que poucas horas mais cedo contou com a desistência por lesão do austríaco Dominic Thiem quando vencia o segundo set por 3 a 2, após ter fechado a primeira parcial em 6/3.

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Será o sétimo confronto entre Wawrinka e Del Potro no circuito profissional, sendo que o argentino levou a melhor em quatro dos seis duelos disputados entre os dois. O último deles foi na edição deste ano de Wimbledon, Grand Slam no qual o atual 142º colocado do ranking mundial bateu o suíço por 3 sets a 1, de virada, na grama de Londres.

O abismo que separa os dois tenistas no ranking da ATP, por sua vez, tem pouco peso para este novo embate entre eles. Wawrinka ocupa o terceiro lugar da ATP, mas Del Potro, além de ser um ex-Top 10, só está na modesta colocação na qual figura atualmente por causa das graves lesões no punho que o afastaram das quadras por longos períodos nas últimas temporadas.

Del Potro, por sinal, ganhou os últimos quatro duelos que travou com o suíço, derrotado pelo argentino por duas vezes em 2009 nos Masters 1000 de Roma e Madri e depois no Torneio de Estoril de 2012, antes de finalmente superá-lo novamente neste ano em Wimbledon. Antes disso, Wawrinka levou a melhor sobre um então garoto Del Potro no Torneio de Umag de 2006 e na edição de 2008 de Wimbledon. Agora, na condição de teórico favorito, ele tentará encerrar o longo jejum contra o argentino.

Medalha de prata nos Jogos Olímpicos do Rio e campeão do US Open em 2009, Del Potro também chegará para este novo duelo menos desgastado do que Wawrinka, pois ainda não perdeu nenhum set neste US Open, enquanto o suíço vem de uma longa batalha nas oitavas de final e nesta segunda-feira só conseguiu liquidar Marchenko na quarta parcial.

Depois de conquistar três quebras de saque e ganhar os dois primeiros sets com relativa facilidade, o suíço foi surpreendido na terceira parcial, na qual chegou a conquistar nova quebra de serviço, mas viu o ucraniano converter um break point, levar a disputa ao tie-break e depois fechar em 7/5. No quarto set, porém, o tenista número 3 do mundo conquistou mais duas quebras de saque e, mesmo vendo seu adversário converter novo break point, fez 6/3 para liquidar o duelo.

Eliminado ainda nas oitavas de final do Masters 1000 de Cincinnati, o suíço Stan Wawrinka contou com a queda de seu compatriota Roger Federer para subir uma posição e atingir o terceiro posto do ranking da ATP, que continua sendo liderado pelo sérvio Novak Djokovic.

Na atualização divulgada nesta segunda-feira (22), Wawrinka até perdeu alguns pontos em relação à semana anterior - caiu de 5.070 para 4.980. Mas, como Federer tinha mais a defender - foi o campeão de Cincinnati em 2015 -, os dois compatriotas trocaram de posição. O ex-número 1 do mundo sofre com uma lesão no joelho e não jogará mais em 2016.

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Outro tenista a conseguir boa ascensão foi Marin Cilic. Campeão do Masters 1000 de Cincinnati no domingo, após superar o britânico Andy Murray, o número 2 do mundo, na decisão, ele chegou aos 3.515 pontos, avançou cinco posições e alcançou a nona colocação.

Já Dimitrov, apesar de derrotado nas semifinais exatamente por Cilic, também tem o que comemorar: avançou dez posições e se tornou o 24º colocado, com 1.555 pontos. Destaque ainda para o australiano Bernard Tomic, quadrifinalista em Cincinnati, que subiu dois postos e alcançou o Top 20 - está em 19º.

Entre os brasileiros do Top 100, Thomaz Bellucci perdeu 40 pontos, caiu sete posições e foi para 62º, enquanto Thiago Monteiro se manteve em 99º. Rogério Dutra Silva e João Souza, por sua vez, perderam uma colocação e estão, respectivamente, em 109º e 119º.

Confira a classificação atualizada do ranking da ATP:

1º - Novak Djokovic (SER), 14.840 pontos

2º - Andy Murray (GBR), 9.305

3º - Stan Wawrinka (SUI), 4.980

4º - Roger Federer (SUI), 4.945

5º - Rafael Nadal (ESP), 4.850

6º - Milos Raonic (CAN), 4.805

7º - Kei Nishikori (JAP), 4.165

8º - Tomas Berdych (RCH), 3.570

9º - Marin Cilic (CRO), 3.515

10º - Dominic Thiem (AUT), 3.205

11º - Jo-Wilfried Tsonga (FRA), 2.895

12º - Gael Monfils (FRA), 2.835

13º - David Ferrer (ESP), 2.660

14º - David Goffin (BEL), 2.565

15º - Richard Gasquet (FRA), 2.185

16º - Nick Kyrgios (AUS), 2.060

17º - Roberto Bautista (ESP), 1.980

18º - Feliciano López (ESP), 1.840

19º - Bernard Tomic (AUS), 1.780

20º - Pablo Cuevas(URU), 1.745

62º - Thomaz Bellucci (BRA), 805

99º - Thiago Monteiro (BRA), 608

109º - Rogério Dutra Silva (BRA), 557

119º - João Souza (BRA), 511

Semifinalista do Masters 1000 de Toronto, o suíço Stan Wawrinka foi o responsável pela principal movimentação na atualização desta segunda-feira () do ranking da ATP ao ascender para a quarta colocação, com 5.035 pontos, superando o espanhol Rafael Nadal, que soma 4.940 e não atuou no torneio canadense.

Wawrinka agora pretende mirar ainda mais alto e ultrapassar o compatriota Roger Federer, o terceiro colocado da lista, com 5.945 pontos, que está fora do restante da temporada por causa de uma lesão no joelho, abrindo a oportunidade de outros tenistas ultrapassá-lo na lista da ATP nas próximas semanas.

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O ranking continua sendo liderado com folga pelo sérvio Novak Djokovic, que no último fim de semana foi campeão do Masters 1000 canadense e chegou aos 16.040 pontos. A sua vantagem é de quase 6 mil para o britânico Andy Murray, que não jogou em Toronto e soma 10.065.

Finalista no Canadá, o japonês Kei Nishikori continua em sexto lugar no ranking, agora com 4.845 pontos e na cola de Nadal, que tem vantagem de apenas 95. O canadense Milos Raonic, que parou nas quartas de final, segue em sétimo, enquanto o checo Tomas Berdych, que parou na mesma fase, é o oitavo.

O francês Jo-Wilfried Tsonga ascendeu uma posição e subiu para o nono lugar, ultrapassando o austríaco Dominic Thiem, que caiu para a décima posição após abandonar o torneio canadense logo na segunda rodada.

Melhor tenista brasileiro na lista da ATP, Thomaz Bellucci foi vice-campeão do Challenger de Biella, na Itália, no último fim de semana, mas ainda assim caiu três posições na lista, se tornando o número 55 do mundo com 880 pontos.

Outro brasileiro do Top 100, Rogério Dutra Silva segue na 94ª colocação. Mas o País pode ganhar logo mais um integrante nessa relação. Afinal, em ascensão, Thiago Monteiro atingiu o 101º lugar, mesmo não tendo atuado na última semana, ficando a apenas sete pontos do canadense Vasek Pospisil, que é o atual 100º do mundo.

DUPLAS - Campeão da chave de duplas do Masters 1000 de Toronto ao lado do croata Ivan Dodig, Marcelo Melo ascendeu três posições na relação se tornando o número 3. Vice, Bruno Soares, que atuou ao lado do britânico Jamie Murray, ganhou uma posição e subiu para o oitavo lugar.

Confira a classificação atualizada do ranking da ATP:

1º - Novak Djokovic (SER), 16.040 pontos

2º - Andy Murray (GBR), 10.065

3º - Roger Federer (SUI), 5.945

4º - Stan Wawrinka (SUI), 5.035

5º - Rafael Nadal (ESP), 4.940

6º - Kei Nishikori (JAP), 4.845

7º - Milos Raonic (CAN), 4.465

8º - Tomas Berdych (RCH), 3.660

9º - Jo-Wilfried Tsonga (FRA), 2.995

10º - Dominic Thiem (AUT), 2.865

11º - Gael Monfils (FRA), 2.800

12º - David Ferrer (ESP), 2.695

13º - David Goffin (BEL), 2.655

14º - Marin Cilic (CRO), 2.615

15º - Richard Gasquet (FRA), 2.365

16º - Roberto Bautista Agur (ESP), 1.970

17º - John Isner (EUA), 1.895

18º - Nick Kyrgios (AUS), 1.865

19º - Feliciano López (ESP), 1.835

20º - Bernard Tomic (AUS), 1.690

55º - Thomaz Bellucci (BRA), 880

94º - Rogério Dutra Silva (BRA), 644

101º - Thiago Monteiro (BRA), 598

163º - João Souza (BRA), 349

O suíço Stan Wawrinka entrou em quadra com o favoritismo todo do seu lado, mas sofreu mais do que o esperado para eliminar o russo Mikhail Youzhny nesta terça-feira (27), na sua estreia no Masters 1000 de Toronto. O segundo cabeça de chave da competição penou diante da experiência do adversário e precisou de dois tie-breaks, mas venceu por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (7/3) e 7/6 (10/8).

O equilíbrio da partida foi traduzido nos números e em ambos os sets cada um dos tenistas conseguiu uma quebra. Diante de tamanha igualdade, as parciais só poderiam ser decididas no tie-break, e aí pesou a qualidade do número 5 do ranking, que mostrou mais tranquilidade para fechar.

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Depois de passar pelo número 61 do mundo, Wawrinka agora espera para conhecer seu próximo adversário em Toronto. Ele terá pela frente quem avançar da partida entre os norte-americanos Jack Sock, cabeça de chave número 16, e Donald Young, 57.º do ranking da ATP.

Outro cabeça de chave que sofreu, mas avançou na estreia em Toronto foi Tomas Berdych. O checo, quinto favorito da competição, saiu atrás e precisou se recuperar, mas derrotou a promessa croata Borna Coric por 2 sets a 1, com parciais de 4/6, 6/1 e 6/4.

Oitavo colocado no ranking, Berdych viu de perto todo o potencial de Coric, mas levou a melhor e agora espera para conhecer seu próximo rival. Ele também terá pela frente um norte-americano: John Isner, cabeça de chave número 9, ou Ryan Harrison, 144.º do mundo.

Ainda nesta terça-feira, o italiano Fabio Fognini surpreendeu o norte-americano Steve Johnson, 15.º cabeça de chave, ao vencer por 2 sets a 0, com duplo 6/4. Na próxima rodada, ele vai encarar Jared Donaldson, também dos Estados Unidos.

Em outras partidas encerradas do dia, Vasek Pospisil avançou depois que o francês Jeremy Chardy abandonou o confronto no início do segundo set. O canadense havia vencido o primeiro por 7/6 (7/3). Já o croata Ivo Karlovic precisou de longos três sets e mais de duas horas para eliminar o norte-americano Taylor Fritz: 6/7 (9/11), 7/6 (7/5) e 6/2.

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