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Uma tatuadora utilizou sua conta no twitter para mostrar o resultado negativo da "tatuagem de camuflagem", uma técnica para a cobertura de estrias e olheiras que ficou bastante conhecida nos últimos anos, inclusive com a adesão de diversas famosas.

A tatuadora, que se identifica apenas como Kim, explicou detalhadamente e mostrou imagens de como as tatuagens feitas para camuflagem na pele ficam após alguns meses ou anos. “Na hora muita gente pode achar que essa é a receita milagrosa para sumir com as estrias, porque realmente parece que sumiu. O problema está a longo prazo”, escreveu ela.

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“O sol em contato com a pele, a tinta também muda a cor. Com o tempo a tinta também muda de lugar dentro da pele. Outro grande problema é a oxidação da tinta que pode deixar a estria muito escura”, disse Kim, detalhando alguns fatores que fazem a técnica não ser uma boa opção.

A tatuadora também compartilhou o posicionamento de uma grande marca de tinta para tatuagens que já havia se posicionado contra o método. Além disso, Kim compartilhou o resultado da cobertura em olheiras e reforçou dizendo: “Não confiem em tatuadores que oferecem essa fórmula milagrosa”.

“Se isso realmente afetar a sua auto estima e se você realmente quiser remover, vá em um bom dermatologista, não confie em tatuadores que prometem fazer por metade do preço”, indicou a tatuadora.

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Noko Nishigaki é uma garotinha japonesa de 11 anos que gosta muito de desenhar. O que a torna diferente das demais meninas de mesma idade é que Noko é a mais jovem aprendiz de tatuagem do mundo, já dona de um estilo próprio e clientes satisfeitos com seu trabalho. A pequena já fez 35 tatuagens profissionalmente e tem uma agenda concorrida, haja vista seu Instagram com mais de 100 mil seguidores.

Filha do tatuador Gakkin, Noko começou a tatuar aos seis anos. Encorajada por ele, e também pela mãe, a menina que gostava de desenhar pássaros e gatos começou a aprender a arte da tatuagem treinando em cadernos e bonecas. A primeira tatoo de verdade foi feita no pai, um pardal de Java. A partir daí, ela começou a atender alguns clientes aos sábados de manhã, quando não tem aula. 

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Noko trabalha no estúdio do Gakkin, localizado em Amsterdã, na Holanda. Ela gosta de tatuar pássaros e gatos, esses últimos já estão se tornando sua marca registrada. A menina leva a arte da família a sério e, tendo o pai como maior referência, se dedica para entregar o melhor resultado aos clientes. "Entendo que tatuagens são pra vida inteira, então, não posso cometer nenhum erro. isso me deixa nervosa", disse em entrevista ao site Vice. 

Com apenas 11 anos de idade, Noko ainda não tem nenhuma tatuagem em seu corpo. Além de ser criança, ela entende que em seu país de origem, o Japão, as tattos ainda são vistas como um tabu. Mas ela pretende gravar alguns desenhos em si quando for mais velha e espera que até lá, o preconceito dos japoneses possa ter diminuído. "Não tenho nenhuma tatuagem, mas quero. Não muitas, já que gosto de ir para fontes termais e piscinas, e no Japão, pessoas com tatuagens não podem entrar. Espero que quando eu for adulta, pessoas com tatuagem também possam frequentar fontes termais no Japão". 

 

Bruna Marquezine tem uma artista para chamar de sua, a tatuadora Sabrina Conde. A garota compartilhou em seu Instagram na manhã deste domingo, dia 10, um novo trabalho que fez na pele da atriz e para a sua surpresa uma onda de comentários negativos começou a aparecer.

A profissional que já havia publicado diversas outras fotos de tatuagens feitas no corpo da ex-namorada de Neymar, mostrou que a nova aquisição de Marquezine foi uma frase escrito Art Babe perto de um passarinho extremamente delicado que chega até a lembrar do símbolo do Twitter.

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Uma internauta aproveitou o espaço para criticar Bruna e escreveu:

- Coitada da Bruna Marquezine, não consegue superar o fora do ex e vive se tatuando inteira. Tá perdida essa garota.

O comentário que não foi bem vista por Sabrina Conde fez com que a tatuadora respondesse no mesmo nível da crítica.

- Vocês curtem ir no perfil de qualquer um, falar qualquer coisa sem nexo e sem sentido. Parem!!!, desabafou a artista

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Se o corpo é memória, gravar novos discursos sob sua superfície pode mudar uma história. Ao lançar a campanha “Transmute sua história”, a tatuadora caruaruense Fernanda Souza se depara com o maior desafio de sua carreira de três anos. Durante todo o mês de março, por iniciativa própria, a artista tomou para si a responsabilidade de cobrir com tatuagem definitiva as cicatrizes de mulheres vitimadas por agressão física, sem cobrar nada por isso, arcando com todos os custos do procedimento. 

Sentada em um dos bancos da Praça de Casa Forte, na Zona Norte do Recife, a poucos metros do novo estúdio, Fernanda se esforça para conversar sobre a campanha. Tímida, ela conta que a iniciativa está diretamente ligada a sua trajetória pessoal. “Aos 18, ainda em Caruaru, fui brutalmente agredida por um homem, conhecido meu. Geralmente, vem de onde você menos imagina, de gente próxima. É difícil até denunciar, porque você acha que não vão entender o que está acontecendo”, lembra. 

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A superação do trauma veio junto com a profissionalização no desenho. “Estou em um momento de me colocar como mulher na minha produção, trazer essa vivência. Agora trabalho também em uma série de seis desenhos à aquarela, chamada ‘Mulheres nu infinito’, onde exponho a nudez feminina”, comenta. A tatuadora ressalta ainda que, em sua área, o trabalho das profissionais do gênero feminino é questionado. “Existe muita desconfiança no nosso trabalho das mulheres. É comum a gente ouvir que tem mãos ‘pouco firmes, por exemplo’”, relata. 

Por outro lado, os abusos sofridos por algumas clientes de profissionais do gênero masculino, faz com que sua freguesia seja majoritariamente feminina. “Muitas das que chegam no meu estúdio se dizem felizes por terem encontrado uma mulher tatuadora. Infelizmente, alguns colegas se excedem durante o trabalho, pedindo que elas tirem mais roupa do que é preciso para fazer o desenho, por exemplo”, lamenta.

Desenhos serão feitos de acordo com a história e as ideias de cada vítima. (Rafael Bandeira/LeiaJá Imagens)

Tabu

A primeira fase da campanha consiste em ouvir os relatos. “A criação do desenho será feita de acordo com o que a mulher quiser, estarei totalmente aberta. Meu trabalho é autoral, a tatuagem será feita de acordo com a história e a intenção da mulher”, explica. Desta forma, a tatuadora acredita que é possível ressignificar as cicatrizes. “A palavra ‘transmutação’ está no título da campanha porque nosso objetivo é colocar, no lugar dessa marca, uma coisa boa, um significado positivo. Você não vai precisar olhar para cicatriz durante o banho ou na hora de trocar de roupa, nem vai precisar explicar o que aconteceu às pessoas que perguntam”, completa.

Ainda que gratuita, a campanha ainda não foi acionada por nenhuma mulher. Pelo que apontam os dados, contudo, a falta de procura parece paradoxal. De acordo com a pesquisa 'Relógios da Violência', do Instituto Maria da Penha, a cada 7.2 segundos, uma mulher é vítima de violência física no Brasil. Já o Anuário Brasileiro de Segurança Pública registra que, de onze em onze segundos, uma pessoa do gênero feminino é estuprada. Para Fernanda, as vítimas enfrentam enorme dificuldade para falar sobre os ataques. “Eu também passei por esse momento de ficar travada na hora contar o que tinha ocorrido. No caso da conversa comigo, a mulher só precisa falar do que se sentir a vontade”, conclui. 

Serviço

Fernanda Souza

Estúdio: Rua Visconde de Ouro Preto, 156, Casa Forte, Recife

Contato: fsouzatattoo (Instagram)

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