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Após a divulgação da Cartilha de Redação 2019 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), nesta quinta-feira (10), o professor Digo Xavier fez uma observação que pode ajudar os candidatos. Para o educador, neste ano, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão responsável pela organização do Enem, deu indicativos mais claros de como deverá ser a proposta de intervenção, assim como as competências avaliadas.

“Este ano eles deram mais pistas sobre as competências avaliadas. Especialmente a proposta de Intervenção, veio mais explicado o que é esperado dela”, opina o professor de redação. A produção textual será cobrada em 3 de novembro, primeiro dia do processo seletivo.

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Diogo Xavier explanou, com exclusividade para o LeiaJá, as pistas da Cartilha de Redação 2019. “Primeiro, detalham que é necessário não só dar uma sugestão ou dizer que o que já existe é insuficiente. É preciso indicar a ação, concreta e relacionada ao que foi discutido, que deve ser feita por um agente. É necessário dizer, também, o meio para se colocar isso em prática e, por fim, dizer o resultado que se espera com essa intervenção”, explicou Xavier.

De acordo com o educador, os candidatos precisam evitar determinados tipos de intervenções. “O candidato deve estar atento para evitar intervenções que envolvam censura prévia ou perda de direitos / liberdades em caráter puramente preventivos, pois sugerir algo contra os Direitos Humanos pode zerar essa competência. Já são 200 pontos a menos”, alerta Xavier.

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, nesta quinta-feira (10), a Cartilha de Redação 2019 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A produção textual será cobrada em 3 de novembro, primeiro dia do processo seletivo.

Na Cartilha, os candidatos encontram orientações importantes sobre a prova, como o detalhamento das competências cobradas no Exame. “Além disso, traz exemplos de redações do Enem 2018 que obtiveram nota máxima. Tudo isso para que você possa ver na prática como essas orientações devem ser utilizadas. Sabemos que este momento é muito importante para quem irá concorrer a vagas nas principais instituições de ensino superior do Brasil, públicas ou privadas, por isso queremos ajudá-lo a ter um bom desempenho”, consta no documento.

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Após o primeiro dia do Enem – quando os candidatos terão questões de redação, Linguagens e Humanas -, a segunda etapa do processo seletivo será realizada no dia 10 de novembro. Nessa data, a prova terá quesitos de Ciências da Natureza e matemática.

Dentre as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que será aplicado nos dias 3 e 10 de novembro, está a redação, que equivale a uma fração importante da nota final do candidato. A produção textual dos alunos é avaliada e recebe nota, de 0 a 1000, de acordo com cinco competências, valendo 200 pontos, cada.

Em uma palestra realizada neste sábado (5), na XII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, em Olinda, o professor de biologia Arthur Costa questionou o modelo atual de avaliação da redação. Segundo ele, que também faz orientações pedagógicas relacionadas ao Sistema Seriado de Avaliação (SSA), da Universidade de Pernambuco (UPE), a correção feita por dois corretores pode gerar consequências desastrosas na classificação dos alunos no vestibular. 

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“O objetivo [da palestra] é mostrar o tamanho da influência de erros cometidos por corretores que não sabem matemática pode causar”, disse o educador. “Eu acredito que um passo importante seria a opção ‘apto’ e ‘inapto’, como forma de avaliação [...] O TRI [Teoria de Resposta ao Item] consegue avaliar os estudantes, nas provas objetivas, de forma justa, o que não acontece com a redação”, acrescentou.

Para o professor, a importância dada à redação não condiz com a forma que ela é avaliada, já que os corretores podem errar a nota atribuída ao texto por não saber matemática. “Um aluno que foi prejudicado na correção, que poderia ficar no primeiro lugar do vestibular de medicina, pode até ficar fora da lista de aprovados”, disse. 

Ainda de acordo com Arthur Costa, a palestra pretende estimular nos estudantes a reflexão sobre como a prova é realizada. “Quando a gente entende a regra do jogo, a gente joga bem”, disse, se referindo a entender o que as competências da redação solicitam de quem produziu o texto. “O conceito ‘apto’ ou ‘inapto’ diminuiria essa distância de nota  entre as avaliações das provas objetivas e da redação”, concluiu. 

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Um mar de questionamentos invadiu as salas de aula nos últimos dias. Após a declaração do ministro da Educação, Abraham Weintraub, enfatizando que a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não terá questões de cunho ideológico, professores e estudantes passaram a se perguntar como deverão ser as questões da edição 2019 do processo seletivo?

“Não vai cair ideologia, a gente quer saber de conhecimento científico, técnico, de capacidade de leitura, de fazer contas, de conhecimentos objetivos”, afirmou o ministro da Educação. Muito além das questões objetivas, a declaração do Weintraub tem um peso significante para a redação, considerada um dos momentos mais importantes do Enem. Como é possível escrever um texto dissertativo-argumentativo sem ideologia?

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Em participação na live do Vai Cair No Enem produzida pelo LeiaJá, o professor de redação Diogo Xavier analisou a declaração do ministro. Para Diogo, toda redação tem aspectos ideológicos e, dessa forma, é impossível construir um texto sem incluir ideologias.

Xavier, em sua análise, afirmou que os candidatos podem sim citar pensadores ideológicos em seu texto, apesar da afirmação do ministro da Educação, desde que estejam em conformidade com o tema proposto. O professor alerta, porém, que é necessário ter equilíbrio no texto e evitar o que ele chama de “panfletário”.

“Você tem que argumentar seguindo um contexto ideológico que o próprio candidato vai levar. Use, mas não seja panfletário. Use de maneira consciente, com argumentação formal. Panfletário vai simplesmente atacar, levantar uma bandeira. Mas se ele argumentar que tal decisão, de tal governo, ou de governos em geral, pode prejudicar a sociedade de tal forma, ele está argumentando”, esclarece o professor de redação. Confira, no vídeo a seguir, os comentários de Xavier e de outros professores sobre como deverão ser as questões do Enem 2019:

A pouco mais de um mês para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), alguns feras ainda tem dúvidas em relação à caligrafia e estética do texto da redação. É comum, também, que os estudantes se questionem sobre qual tipo de letra usar ou até se vão precisar mudar seu estilo de escrever.

Para sanar essas dúvidas, a professora Tereza Albuquerque falou ao Vai Cair No Enem, projeto multimídia realizado em parceria com o LeiaJá. Segundo Tereza, é um mito que a letra, na hora da redação, precise ser bonita. “A letra precisa ser legível”, disse a professora. “O aluno pode escrever, ainda, em letra de forma, mas tem que diferenciar as letras maiúsculas das minúsculas”, concluiu.

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Para os alunos que precisam exercitar um pouco mais, a recomendação dada por Tereza Albuquerque é a produção textual. Construir redações, cartas ou reescrever textos são exemplos de produções que podem ajudar o fera na hora de colocar as ideias na folha de rascunho e, posteriormente, na folha de redação definitiva. “A caligrafia pode ajudar, mas sem a produção textual, não há como aprimorar a letra”, disse. Confira mais detalhes no vídeo a seguir:

Os caminhos para chegar a uma redação nota 1000 no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) envolvem uma série de competências explícitas ao longo do texto. Um recurso usado para legitimar a bagagem cultural e argumentativa dos candidatos é a citação. No entanto, são necessários cuidado e atenção para não acabar cometendo um erro de autoria ou não entender o significado ou contexto da frase utilizada.

Existem dois tipos de citação: a direta e a indireta

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Na citação direta é obrigatório uso das frases entre aspas da maneira exatamente como ela foi dita, escrita, cantada. Por exemplo, segundo Jean-Jacques Rousseau, "A vontade geral deve emanar de todos para ser aplicada a todos".

Já na indireta o candidato pode dar sua interpretação para a frase, sem fugir do sentido que ela emite. Por exemplo: ‘Para o filósofo Jean-Jacques Rousseau na tomada de decisões, é preciso que a vontade geral seja levada em consideração para ser aplicada a todos os indivíduos’.

A citação é um dos recursos de enriquecimento da dissertação, mas não pode haver exagero. Muitos candidatos chegam à prova com a frase na cabeça, dispostos a utilizá-las de qualquer maneira, independente do tema. Os corretores do texto não veem esse tipo de atitude com bons olhos. “A gente penaliza muito quando essa citação é forçada”, disse a professora de redação Fernanda Bérgamo.  

Já para o professor Eduardo Pereira, que esteve com Fernanda Bérgamo em uma live do Vai Cair No Enem sobre redação, o fera precisa mostrar que é o protagonista. “Às vezes eu percebo que alguns alunos estão preocupados em colocar citação e é tanta citação que acaba a voz do aluno sumindo. Parece que é uma redação de outra pessoa. O protagonista da redação é o aluno”, lembrou o docente.

Os candidatos precisam também ponderar a inserção de citações na conclusão da redação do Enem. O espaço é dedicado para que o avaliador entenda qual a proposta de intervenção. O conselho da professora Fernanda Bérgamo é não utilizar as aspas de ninguém nesta etapa. “Encerrar a redação com citação não é bem vista por banca nenhuma, porque a gente quer que a sua voz encerre o texto”, orientou a professora.

A citação dentro da redação transmite repertório sociocultural, interdisciplinar e que o estudante está sintonizado com os temas da atualidade e sabe associar a pensadores que dedicaram a vida aos estudos daquele tema. Entretanto, é preciso bom senso, certeza sobre o que está escrevendo e parcimônia na utilização.

Veja o trecho do vídeo no qual o professor Eduardo Pereira e a professora Fernanda Bérgamo falam sobre citação na redação do Enem:

Depois de mais de dois anos de articulações, a reforma da Previdência, finalmente foi analisada e aprovada pelo plenário da Câmara dos Deputados e ganha fôlego no Senado, onde, com um número menor de parlamentares (81 contra 513 na Câmara), a expectativa é de um trâmite mais rápido.

O texto aprovado pelos deputados passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e uma votação, na próxima semana, tem o apoio do presidente da Casa, Davi Alcolumbre. Ele espera firmar os acordos necessários com as lideranças partidárias e de bancadas para acelerar os prazos.

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Pelo regimento, o texto precisa passar por cinco sessões de discussão no plenário antes de ser votada em primeiro turno. Mas um acordo entre líderes da base, do centro e da oposição poderia reduzir esse prazo.

“Estamos em processo de diálogo. Eu falei, desde a primeira vez que me perguntaram, que eu ia tentar construir um acordo, falar com os líderes. Então estou tentando convencê-los a votar na semana que vem”, disse Alcolumbre na última quinta-feira (5).

O acordo de líderes a ser tentado por Alcolumbre precisa ter a anuência também da oposição. E, segundo o líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (REDE-AP), o acordo para abreviar a votação não será fechado.

“Não aceitamos atalhos em um tema tão sensível aos direitos do povo, em retirar direitos do povo. Não tem acordo com os líderes da oposição para abreviar ritos de procedimentos. Para nós, a proposta de emenda constitucional vai ser votada no tempo que tiver que ser votada, cumprindo todos os prazos regimentais”, disse Randolfe.

Caso o acordo não seja possível, o prazo de cinco sessões de discussão antes da votação deverá ser cumprido. Em todo caso, a votação em segundo turno está marcada para 10 de outubro. O presidente do Senado está otimista quanto à aprovação no próximo mês. “Nosso prazo é ainda o que estabelecemos no acordo, que é de votar em 10 de outubro a PEC número 6 e marcarmos uma sessão para promulgarmos”, disse Alcolumbre.

Para esta terça-feira (10), está marcada uma sessão temática para discutir a Previdência. A sessão será realizada no plenário da Casa do Senado e está prevista a participação secretário especial de Previdência, Rogério Marinho, e do ex-ministro da Previdência Social, Ricardo Berzoini.

PEC Paralela

Durante votação do relatório da reforma, produzido por Tasso Jereissati (PSDB-CE), foram votadas oito sugestões de emendas, apenas uma foi aprovada. A emenda de autoria do senador Eduardo Braga (MDB-AM) estipula que pensionistas não podem receber valor inferior a um salário-mínimo.

As demais emendas foram rejeitadas. Elas previam queda de receita para a União, conforme argumentou o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE). No intuito de atender demandas consideradas meritórias, Jereissati propôs a criação de uma nova proposta de emenda à Constituição, uma espécie de emenda paralela, que traz pontos não incluídos na PEC original. A ideia é, principalmente, não fazer mudanças que obrigassem a proposta original a voltar para a Câmara.

O carro-chefe da PEC paralela é a possibilidade de incluir servidores estaduais e municipais na reforma da previdência. Mas ela também traz outras questões, como o fim das renúncias fiscais para entidades filantrópicas e regras mais brandas de aposentadoria para policiais, bombeiros, agentes prisionais, guardas municipais e outras carreiras ligadas à segurança pública.

Rito

A PEC paralela já existe formalmente e tem número 133/2019, mas precisa ser lida em plenário por Alcolumbre. Em seguida, ela retorna à CCJ, onde foi criada, e ganhará um relator. Jereissati, por estar inteirado de seu teor, fará a relatoria. A partir daí, ele poderá convocar audiências públicas, além de conversar com setores da sociedade.

O senador tucano adiantou que aguardará uma semana pelas sugestões de emendas e também para ouvir e debater com a sociedade em audiências públicas. Em seguida, apresentará seu relatório à presidente da comissão, Simone Tebet (MDB-MS). Após a leitura do parecer, é concedida vista coletiva de, ao menos, por cinco dias úteis. Em seguida, o relatório é votado na comissão.

Independentemente do relatório ser aprovado ou não na CCJ, ele irá para votação no plenário. Nesse caso, o veredito da comissão é apenas um balizador para o plenário. No plenário, a PEC precisa ser aprovada em dois turnos por 3/5 do total de senadores.

A proposta precisa de, pelo menos, 49 votos. Aprovada em dois turnos, ela segue para a Câmara dos Deputados. Lá, também passará pela CCJ da casa – e, nesse caso, a aprovação do relatório é necessária para assegurar o prosseguimento da proposta – e por uma comissão especial antes de ir para votação em plenário.

Nesta quinta-feira (5), data em que é comemorado o Dia da Amazônia, Gisele Bündchen mandou um recado para as pessoas que preservam o meio ambiente. Na postagem, a modelo afirmou que a Amazônia é mais que uma floresta estática.

"Ela [Amazônia] torna a vida como conhecemos hoje possível. A cada ano, no entanto, perdemos um pouco mais da floresta. Por isso, hoje, no dia da Amazônia, é importante um minuto para reflexão. Não só pelas 20 milhões de pessoas que vivem na Amazônia, não só pelas milhares de espécies que lá habitam, não só pelo seu papel essencial no regime de chuvas e equilíbrio do clima no Planeta, mas por todos nós", escreveu.

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Enfatizando a importância de fazer o bem em prol da natureza, Gisele agradeceu ao povo que luta contra a destruição da floresta amazônica. "A todos aqueles que dedicam suas vidas para cuidar da Amazônia, levam educação e saúde às comunidades ribeirinhas e indígenas, estudam e pesquisam sobre a floresta para nos trazer informação, àqueles que combatem as queimadas, aos que arriscam suas vidas para barrar as atividades ilegais e também às organizações que tem um trabalho sério e há anos buscam formas de proteger a floresta, minha gratidão", finalizou a gaúcha.

Na última segunda-feira (2), durante o Festival de Cinema de Veneza, na Itália, Bárbara Paz se manifestou sobre o avanço das queimadas na Amazônia. Segurando uma placa com a frase em inglês "I am Amazônia", que no português significa "Eu sou Amazônia", a atriz recebeu críticas por ter protestado no tapete vermelho do evento internacional. "Protestar com uma folha de papel não ajuda em nada, só enche o saco", rebateu uma internauta na postagem de Bárbara.

Confira:

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O programa "TV Fama" exibiu nessa terça-feira (3) uma entrevista com a atriz Regina Duarte. Revelando assuntos da carreira, Regina confirmou que já usou ponto eletrônico para gravar algumas cenas das novelas. No bate-papo, a eterna 'namoradinha do Brasil' contou que uma boa parte dos atores recorrem à prática para facilitar as interpretações. 

"Eu [uso] e metade do elenco da Globo. Ultimamente é um recurso técnico como qualquer outro. Não vejo nenhum demérito, você precisa ter técnica para usar. São as tais lendas", disse. "Tenho muitas lendas a meu respeito, nem tudo é verdade. Se eu mostrar uma cena que eu estava usando e outra que não estava, você não sabe qual é", completou. 

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Sobre o seu futuro na televisão, Regina declarou que está esperando ser convidada para defender um bom papel. "Gostaria que acontecesse, mas não fico me armazenando de expetativas. Nunca fui de planejar nada, as coisas foram acontecendo", explicou. Atualmente, Regina Duarte pode ser vista na novela "Por Amor", de Manoel Carlos, interpretando a protagonista Helena na reprise do "Vale a Pena Ver de Novo".

A atriz Carolina Dieckmann usou o seu perfil do Instagram para anunciar a morte da mãe, Maíra Dieckmann. Carolina se despediu da mãe com um texto emocionante. "Ainda não sabemos do que ela morreu, mas morreu dormindo. E desde que sou pequena vejo ela 'marcar' seu encontro com a morte exatamente desse jeito: se ela vier, que seja assim", escreveu.

"Mãe , eu tô devastada. Essa é a palavra que mais explica o que eu tô sentindo. Meu coração tá queimando de dor, tipo a Amazônia, tipo o fim de tudo. [...] Mãe, a partir de hoje, eu vou morrer um pouco todo dia; de saudade. Te amo. Mãe... eu ainda não acredito", completou.

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Na publicação, Carolina recebeu mensagens confortantes dos amigos Luciano Huck, Angélica, Deborah Secco, Selton Melo, Regina Casé, Claudia Raia, Marina Ruy Barbosa, entre outros famosos. "Amo você, Carol! Sua dor é minha também", escreveu o Padre Fábio de Melo.

Confira:

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O perfil do Google Photos no Twitter anunciou na última quinta-feira (22) um novo recurso para o Google Lens. Agora será possível pesquisar por fotos ou capturas de tela que contenham textos diretamente na biblioteca de imagens. Usando de inteligência artificial o aplicativo encontrar as imagens que possuam as palavras buscadas. Além disso, o usuário poderá copiar e colar facilmente esse texto em uma nota, documento ou formulário.

Para quem não conhece, o Google Lens é uma excelente ferramenta de reconhecimento de objetos. Com ela é possível obter informações sobre produtos, pessoas, plantas, animais e outras coisas que estiverem na frente das lentes do seu smartphone. A técnica descoberta por usuários no Twitter e confirmada pela empresa, que transforma texto em foto, é chamada de reconhecimento ótico de caracteres (OCR). Ela tem a opção copiar e colar baseada na capacidade do Lens de entender e extrair o texto encontrado nos arquivos de imagens (já que ele consegue identificar as imagens e fazer pesquisas sobre elas, por exemplo).

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“Você descobriu! A partir deste mês, estamos lançando a capacidade de pesquisar suas fotos pelo texto contido nelas. Depois de encontrar a foto que você está procurando, clique no botão Lens para copiar e colar facilmente o texto. Tome isso, senhas wifi impossíveis”, disse a conta, em resposta a um usuário.

Uma das coisas que é possível fazer com o Google Lens é apontar a câmera do smartphone no adesivo de senha de um roteador, por exemplo, para que o celular conectar-se automaticamente ao Wi-Fi. A ferramenta entende através do software que se você está apontando é porque gostaria de se conectar à rede usando-a. A novidade deve ser liberada, aos poucos, para os usuários.

Depois de publicar um texto sobre Mariah Carey, Anitta não esperava que a cantora americana se importasse com a homenagem. Declarando o seu amor por Mariah em uma foto que exibia toda a discografia da artista internacional, a funkeira ganhou o carinho dela. Na publicação, Mariah Carey agradeceu.

"Anitta, eu nem sei o que dizer! Obrigada por apreciar a minha música. Eu tenho muito orgulho de você por conseguir realizar seus sonhos!!! Espero te conhecer em breve, quem sabe até no Brasil - um dos meus lugares preferidos no mundo! Amor para você e sua família!", comentou a voz do clássico "My All".

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Na função dos Stories, Anitta brincou ao mostrar prints da reação da família sobre a mensagem de Mariah Carey. "Gente, só não chorei ainda porque eu tenho um show para fazer e eu quero arrasar. Porque se eu entrar em toda a vibe de pensamentos que esse comentário da Mariah está fazendo na minha cabeça, eu não vou conseguir nem fazer o show direito. Estou aguardando o show acabar para desabar em lágrimas", declarou a brasileira. 

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Nesta terça-feira (6), o cantor Netinho rasgou o verbo. No texto publicado, no Instagram, o baiano afirmou que o presidente Jair Bolsonaro não tem preconceito com a comunidade LGBT, e que o amor deve prevalecer para que notícias falsas não sejam mais propagadas.

"Eu tenho conversado com muitas pessoas e percebo que a turma LGBTs odeia Bolsonaro apenas porque 'alguém' colocou na cabeça deles que nosso presidente é homofóbico e quer 'matar todos os viados'. Conheci Bolsonaro e sei que ele não é homofóbico, e não está nem aí para o que cada pessoa faz com seu sexo e com o seu fiofó. Bolsonaro apenas não quer que sexo seja ensinado para as crianças nas escolas e eu concordo 100% com ele", escreveu.

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Na publicação, Netinho declarou que Jair Bolsonaro não governa para uma classe social específica. "A verdade é que Bolsonaro é por vocês (sem ideologias mentirosas e baratas) e não o contrário. LGBTs, amem-se por serem quem são e levantem diante daqueles que de fato os oprimem e que de forma alguma é Bolsonaro", finalizou. Fãs concordaram com as palavras do artista. "Estão confundindo capitalista com proctologista e ginecologista", comentou um dos internautas.

Confira o desabafo de Netinho na íntegra:

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Uma das etapas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é a redação. Muitos estudantes ficam com dúvidas sobre o que podem ou não fazer na hora de construir o texto. Abordagens incorretas podem, inclusive, zerar a redação. Para sanar essas dúvidas, o LeiaJá, por meio Vai Cair No Enem, convidou os professores Fernanda Bérgamo e Eduardo Pereira para dar algumas dicas aos feras. 

Direitos humanos

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“Apesar de ter sido uma decisão recente, de não zerar a redação que ferir os direitos humanos, não é interessante cometer esse deslize”, afirma a professora Fernanda Bérgamo. “É importante ter muito cuidado com as propostas de intervenção. Sugerir ou apoiar justiça com as próprias mãos não zera mais a redação, mas o candidato pode perder 200 pontos na competência número cinco [que pede respeito aos direitos humanos na intervenção].”, conclui a professora. Ainda de acordo com Fernanda Bérgamo, um dos objetivos da redação é atestar a empatia do candidato e a capacidade que ele tem de se colocar no lugar do outro. 

Norma culta

A professora também lembra que a redação deve atender a norma culta da língua portuguesa, sem a utilização de regionalismos, gírias, coloquialidades ou vícios da oralidade. “A competência 1 tem como objetivo saber se o aluno consegue diferenciar a norma culta da norma coloquial.”, diz a professora. 

Textos de apoio

Para o professor Eduardo Pereira, é muito importante ler todos os textos de apoio oferecidos na prova para ter certeza do que a temática realmente pede. A professora Bérgamo, nesse contexto, também recomenda atenção redobrada aos conectivos. “Digamos que a temática da redação seja 'O Alcoolismo na juventude'. E, acompanhado dessa temática geral, um pergunta: “problema familiar ou midiático?”. O candidato precisa observar os conectivos que acompanham a temática geral. Esse 'ou', por exemplo, pode atribuir toda responsabilidade do alcoolismo na juventude à família, aos maus exemplos, ou à mídia. Mas o 'ou' permite dividir essa responsabilidade, o que eu acho mais interessante”, conclui. “É um efeito dominó”, completa o professor Eduardo.

Ambos professores afirmam que é permitida a utilização de informações e dados fornecidos nos textos de apoio, porém, é importante ter moderação. “A redação pede que você mostre que tem uma bagagem sócio-cultural e apresente dados que vão além dos textos de apoio”, afirma a professora Fernanda Bérgamo. De acordo com o professor Eduardo, só há penalidade caso o aluno copie trechos dos textos de apoio em sua redação. 

Os professores também recomendam que o fera crie o hábito de ler bastante sobre temas variados e que exercitem, ainda, a caligrafia, caso considere sua letra um pouco difícil de entender. Siga o Vai Cair No Enem para ter acesso a conteúdo e dicas para o Exame Nacional do Ensino Médio, que será realizado nos dias 3 e 10 de novembro de 2019.

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O relator da reforma da Previdência, Samuel Moreira (PSDB-SP), está reunido neste sábado, 8, com técnicos do Ministério da Economia e com consultores legislativos para discutir a finalização do seu parecer.

Segundo apurou o Estadão/Broadcast, Moreira deve finalizar seu texto ainda neste fim de semana. No domingo, 9, ele se reunirá com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, e o ministro da Economia, Paulo Guedes.

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Moreira sinalizou que apresentaria o relatório nesta segunda-feira, 10, mas a expectativa é de que o texto só seja divulgado após o encontro dos governadores em Brasília, marcado para terça-feira, 11.

Para acertar os últimos detalhes, o deputado passou o sábado em discussões com consultores da Câmara e integrantes da equipe econômica.

Participaram do encontro, realizado no próprio Ministério da Economia, o secretário especial Rogério Marinho, o secretário especial adjunto de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, o secretário de Previdência, Leonardo Rolim, e o secretário adjunto de Previdência, Narlon Nogueira, além de técnicos da pasta.

O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é a parte mais aguardada da prova. Com a proposta de ter um texto argumentativo-dissertativo, o Enem costuma abordar problemáticas sociais em discussão na atualidade. Estar antenado aos principais assuntos discutidos no Brasil e no mundo, além de praticar a escrita, é essencial para construir um texto bem estruturado e que atenda aos requisitos cobrados pela banca corretora.

De acordo com o professor de Linguagens e redação Felipe Rodrigues, os estudantes devem exercitar o hábito da leitura e desenvolver redações sobre os temas discutidos atualmente. “Eu acredito que treinar é essencial para tirar uma nota considerável no Enem, se não treinar, não consegue. A redação é uma das notas mais palpáveis do Exame. Além de fazer diversos textos, o fera deve estudar redação, isto é, se atualizar dos acontecimentos atuais no Brasil e no mundo. Ao praticar, o estudante deve fazer textos sobre os mais variados temas, aumentando, assim, o repertório sócio cultural, o que torna possível citar vários assuntos dentro de um único tema”, afirma o docente.

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Pensando nos estudantes que querem praticar redação, o LeiaJá preparou uma lista com dez temas que podem ser abordados pelo Enem. Confira:

Qualificação técnico-profissional como enfrentamento à crise

Formas de combate à violência sexual na infância

Inclusão digital na terceira idade

O suicídio infantil no Brasil

Os desafios para a vacinação no Brasil

Inclusão de pessoas com doenças raras

Desafios para a saúde mental na era digital

Direitos autorais na era digital

Formas de combate às drogas no Brasil

Os desafios da saúde pública no Brasil

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não quis comentar o texto publicado hoje em grupos de WhatsApp pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, no qual um autor desconhecido afirma que no Brasil é impossível de governar sem conchavos.

Questionado pela reportagem sobre o motivo de Bolsonaro ter divulgado o texto, Maia limitou-se a dizer: "Pergunta pra ele", afirmou, sem parar para conversar com a reportagem.

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Maia participou nesta tarde de evento do setor da construção civil, onde foi bastante aplaudido. Durante sua fala final, Maia chegou a criticar as redes sociais, dizendo que se ficar olhando rede social não aprova a Previdência. "Estou preocupado com a agenda da Câmara", esquivou-se.

Nesta segunda-feira (6), Xuxa deu um notícia aos fãs. No Instagram, a apresentadora da Record compartilhou uma foto na qual é capa da Vogue, além de comunicar que vai assinar uma coluna na revista de moda. Mensalmente, a mãe de Sasha irá publicar relatos que marcaram sua vida.

Estreando como colunista, Xuxa contou na Vogue que o inicío da sua carreira foi bastante meteórica. "Aos 17 anos já tinha feito 54 capas de revistas e aos 18 fiz muitas outras, além de todas as revistas masculinas da época, quando fui contratada pela Ford Models, em Nova York", disse.

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"Sim, eu era símbolo sexual, virgem, suburbana, interiorana e pra completar engatei um relacionamento com o maior ídolo desse país, Pelé, com quem fiquei durante seis anos. Depois, mais dois anos com outro grande símbolo: Ayrton Senna", relembra a loira. Atualmente, Xuxa namora o ator Junno Andrade.

Apesar de ter a carreira sólida, a loira já passou por maus bocados para ter o seu nome na lista das comunicadoras mais renomada da TV brasileira. "Gravei programas na Argentina, Espanha, Estados Unidos. Mas também fui muito enganada, roubada e abusada sexualmente", declarou. "Nunca usei nenhum tipo de drogas na minha vida. [...] Estou beirando meus 60 anos e parece que voltei a ficar na moda, as pessoas querem me ouvir", completa.

Confira:

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Nos meses que antecedem a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), as apostas se intensificam: professores e candidatos não economizam palpites sobre qual será o tema da redação. Prevê a temática, contudo, é difícil; há quem diga que acertar a pauta corresponde à sorte de ganhar na loteria.

Por outro lado, muitos estudantes não atentam sobre assuntos que são praticamente impossíveis de aparecer na prova de redação. Mesmo estando em evidência nos acirrados debates sociais, alguns temas, muitas vezes apontados como polêmicos, dificilmente serão cobrados na prova. Conhecê-los pode economizar tempo e energia durante longos meses de preparação.

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O LeiaJá conversou com os professores de redação Diogo Xavier e Josicleide Guilhermino. Os educadores selecionaram pautas que não devem ser tema do Enem, apresentando em detalhes suas justificativas para as escolhas. Confira:

Diogo Xavier

Porte de arma - "É um tema improvável, pois poderia dificultar bastante a vida do candidato quanto a posicionamentos que vão contra os Direitos Humanos. Além disso, com a pressão do Governo Federal sobre a abordagem da prova, poderia ser vetado sob pretexto de induzir o texto a ser contrário ao armamento populacional”.

Regulamentação do uso da maconha ou legalização do aborto – “São praticamente impossíveis, já que o Enem nunca traz temas que possibilitem abordagem bilateral (contra ou a favor). Também o Governo Federal poderia considerar uma apologia a essas práticas. Nos últimos anos, a abordagem tem sido centrada em minoriais ou grupos sociais: criança, mulher, surdo, professor. Mas, no ano passado, puxou para uma abordagem social mais ampla, em que todos os usuários da rede estão sujeitos a manipulações. De qualquer forma, o âmbito vem sendo social”.

Josicleide Guilhermino

Homofobia – “Embora a discriminação aos homossexuais seja uma constante em nosso país, por exemplo, em 2017, segundo levantamento do GGB (Grupo Gay da Bahia), o Brasil registrou 445 casos de assassinatos de homossexuais; o crime de homofobia ainda não é tipificado em nosso código penal. De modo que, sobretudo no atual cenário político, é uma temática menos possível, visto que, o fato de não haver uma preocupação efetiva em tipificar o crime minimiza a possibilidade de punição e demonstra uma menor preocupação para com a temática”.

Direitos Humanos – “É sabido, sobretudo a partir de postagens nas redes sociais, o quanto os ‘Direitos Humanos’ não são compreendidos em nosso país, e pior que isso, são desprezados. Falsas informações como: ‘Direitos Humanos só servem para defender bandidos, circulam de várias formas, na internet e fora dela. Embora o aluno não deva desprezar a temática, no processo de construção de seu texto, sob pena de redução da nota, ela sozinha tem menor possibilidade de cair, visto que vai na contramão das políticas públicas pensadas pelo atual presidente da República. Lembrando também que o mesmo instituiu uma comissão para acompanhar a prova, temáticas de cunho social tendem a não ter visibilidade”.

Assédio sexual – “Há várias possíveis justificativas para o assédio não estar entre os temas cotados para o Enem 2019. Dentre elas, o fato de ser um assunto que atinge em maior porcentagem o público feminino, que já foi abordado no Exame, embora a partir de outro viés: ‘A persistência da violência contra a mulher na sociedade contemporânea’. Quando se analisa as temáticas referentes aos anos anteriores, observa-se que não é comum no sistema a repetição de grupos que já tenham sido alvo de discussão”.

E as apostas dos professores?

O LeiaJá também questionou os educadores sobre quais são suas principais apostas para o tema da redação no Enem 2019. “Eu arrisco dizer temas que envolvam desenvolvimento do país, a exemplo da questão educacional como uma forma de desenvolver a economia do Brasil (caiu há não muito tempo a valorização do professor para o PPL, mas com uma abordagem diferente)”, acredita Diogo Xavier.

A professora Josicleide Guilhermino, por outro lado, ainda não decidiu sua principal aposta. Ele aguarda definições sobre a organização da prova para, posteriormente, apontar sua sugestão.

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Considerada um dos momentos mais importantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a redação possui peso forte na nota final dos candidatos. Inevitavelmente, os estudantes precisam dedicar boa parte do tempo de estudos a produções textuais, leitura e escrita a mão.

Na última edição do Enem, realizada em 2018, dos mais de 4 milhões de participantes, apenas 55 candidatos alcançaram mil, a nota máxima da prova. O tema cobrado foi “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet".

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Neste ano, as provas do Enem serão realizadas os dias 3 e 10 de novembro. Os feras enfrentarão a redação no primeiro domingo do Exame. Atenta à preparação dos candidatos, a coordenadora de redação do Curso Poliedro, Gabriela de Araújo, produziu dicas que podem ajudar os participantes a chegarem à nota mil. Confira:

1- Produza redações semanalmente

 Considere a preparação de um texto dissertativo-argumentativo, nos moldes solicitados pelo Enem, em sua rotina semanal. Dominar técnicas de escrita e conseguir uma boa apresentação do tema e de argumentos é fator-chave para ter um texto exemplar. “É essencial praticar com as redações de temas solicitados nos anos anteriores, com a finalidade de conhecer o perfil da prova e estar ainda mais preparado”, indica Gabriela.

2 - Mantenha-se informado

 Para discorrer de maneira satisfatória sobre o tema solicitado no Enem, é necessário estar bem informado em relação aos assuntos da atualidade e às visões críticas sobre os acontecimentos mais recentes. Segundo a coordenadora de Redação do Curso Poliedro, temas relacionados às questões culturais, memória e cidadania têm chances de aparecer, bem como assuntos de ecologia, sustentabilidade e energias renováveis.

Ela explica que a base é sempre a Declaração Universal dos Direitos Humanos e o uso racional dos recursos ambientais para se pensar em um futuro mais respeitoso e digno. “Estudar atualidades auxilia a ter cada vez mais elementos que facilitarão a compreensão da dinâmica social, o que o ajudará a entender e a discorrer a respeito de qualquer tema”, indica.

3 - Entenda a norma culta

 A redação do Enem exige que o candidato domine a modalidade formal da Língua Portuguesa. Portanto, é de suma importância saber diferenciar os registros orais dos escritos. Desse modo, é preciso evitar no texto as marcas de oralidade, que são as expressões informais usadas no cotidiano – a não ser que sejam propositalmente inseridas.

Acertar em acentuação, pontuação e concordância é fator decisivo para não perder pontos e obter uma boa nota. Por isso, esteja atento às correções feitas em suas redações por professores, estude as regras gramaticais e tente não errar no próximo texto.

4 - Aprenda a criar uma boa proposta de intervenção

 Uma das competências avaliadas no Enem é a proposta de intervenção. Sozinha, essa competência vale até 200 pontos na média geral da dissertação-argumentativa. O candidato deve refletir e argumentar sobre o tema apresentado, sugerindo uma solução benéfica para a sociedade. E esses argumentos, segundo Gabriela, não podem ser superficiais. O estudante deve utilizar elementos externos no texto.  

5 – Utilize o tempo indicado para produzir os textos

Mais do que a preocupação com o tema da dissertação, o estudante deve empenhar-se em organizar sua produção e planejar o texto. Neste sentido, treinar o tempo que será destinado à redação no contexto da prova é fundamental.

 6- Acostume-se com o espaço da dissertação  

 Um dos pontos importantes é habituar-se ao limite de 30 linhas proposto, sabendo construir uma boa argumentação e conclusão dentro deste espaço. É necessário estar atento ao espaço disponível para a escrita e ao objetivo do texto.

 7- Tenha um repertório cultural amplo

 Utilizar citações da música e literatura nacional pode ajudar o estudante a fazer uma analogia ao tema e elaborar uma boa argumentação.

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