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Um homem de 68 anos teve a perna machucada por uma composição do metrô do Recife ao cair da plataforma na Estação Barro, na Zona Oeste do Recife, na tarde dessa quinta (1º). Ele ficou preso no vão quando o trem retomou viagem. 

O incidente ocorreu por volta das 14h30. Imagens das câmeras de monitoramento da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) mostram o momento em que ele deixa o vagão e depois tenta retornar mesmo com as portas fechadas já fechadas. 

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O idoso atravessa a linha amarela de segurança e cai no vão entre a plataforma quando a composição se preparava para retomar a viagem. Ele ficou com a perna presa e o trem deixou a estação. 

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e encaminhou o idoso ao Hospital da Restauração, na área central do Recife. Ele passou por exames de imagem na unidade, foi avaliado pela equipe médica e recebeu alta à noite. 

 

Após diversas sinalizações, o governo de São Paulo vai aumentar o valor da tarifa do transporte dos trens e metrô em R$ 0,60 a partir do dia 1º de janeiro de 2024. A nova tarifa passará de R$ 4,40 para R$ 5. O governador do Estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos), já tinha dado a entender a necessidade de um aumento ao pontuar, em diversas situações, que a tarifa estava congelada há muito tempo - desde 2020 - e que isso prejudicava a saúde financeira das companhias.

A primeira sinalização do governador sobre o tema foi durante anúncio da operação de uma nova tuneladora, equipamento popularmente conhecido como tatuzão, para expandir a linha 2-Verde do Metrô até a Penha, na zona leste de São Paulo, em 22 de novembro.

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Na semana seguinte, no dia 29, o governador voltou a sugerir a possibilidade de um aumento. "A tarifa está congelada há muito tempo e a gente tem que começar a fazer conta. Ou eu repasso alguma coisa pra tarifa ou a gente permanece com ela congelada e eu aumento o subsídio. Quanto mais tempo a tarifa ficar congelada, mais subsídio a gente vai ter", disse Tarcísio.

O anúncio oficial do governo sobre o tema deve ocorrer ainda nesta quinta-feira, 14.

O tema pode gerar atritos com o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), que pretende tentar se reeleger no ano que vem, e que era contra o aumento, por avaliar que o tema poderia prejudicar sua campanha. Procurado, o prefeito não respondeu a reportagem até o fechamento deste texto.

O Governo de São Paulo, através da Secretaria de Educação, anunciou, nesta sexta-feira (3), que os dois dias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023, previsto para 5 e 12 de novembro, terão metrô, trem e ônibus gratuitos. Na ocasião, segundo a secretaria, haverá o monitoramento do "fluxo de passageiros nos veículos da EMTU e no transporte sobre trilhos para avaliar a necessidade de reforço perto dos horários de início e encerramento das provas".

"Nos dias 5 e 12 de novembro, das 9h às 21h, as linhas de Metrô, CPTM, EMTU, ViaQuatro e Via Mobilidade serão gratuitas em todas as cidades atendidas pelo sistema estadual de transporte público metropolitano de São Paulo. Assim, garantindo o deslocamento dos inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) aos locais de prova e também o retorno para casa", garantiu a  Secretaria de Educação de São Paulo na rede X (antigo Twitter).

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Enem 2023

A aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023 está prevista para os dias 5 e 12 de novembro. No primeiro dia, os candidatos responderão questões de Linguagens (artes, educação física, português, literatura e língua estrangeira) e Ciências Humanas, que conta com as disciplinas de filosofia, história, sociologia e geografia, além de uma redação.

Já no segundo domingo, o certame contará com 90 quesitos de matemática e Ciências da Natureza, prova composta por biologia, física e química. O Enem PPL e reaplicação está previsto para os dias 12 e 13 de dezembro.

Os investigadores paquistaneses trabalhavam nesta segunda-feira (7) entre os destroços para tentar determinar a causa do descarrilamento de um trem no domingo, um acidente que provocou 34 mortes.

O descarrilamento do Hazara Express, no qual viajavam mais de 1.000 passageiros, aconteceu perto da estação Sahara, na altura da cidade de Nawabshah, na província de Sindh (sul do país).

O ministro das Ferrovias, Khawaja Saad Rafique, afirmou no domingo que nenhuma falha foi relatada no trecho da linha em que aconteceu o acidente, mas prometeu uma investigação.

"Pode haver duas razões (que explicam o acidente): uma falha mecânica ou um ato de sabotagem", declarou.

Alguns moradores da região afirmaram, no entanto, que a linha foi afetada pelas inundações provocadas pelas chuvas de monção, que deixaram um terço do país inundado há alguns meses.

O trem seguia de Karachi, cidade portuária e a mais populosa do Paquistão, no extremo sul do país, para Havelian, quase 1.600 km ao norte.

O porta-voz do sistema ferroviário paquistanês, Muhammad Afzal Kolachi, informou nesta segunda-feira que o balanço do acidente subiu para 34 mortos.

Diante do elevado número de feridos, os hospitais da região foram obrigados a declarar estado de emergência.

Os acidentes ferroviários são comuns no Paquistão, que herdou quase 7.500 quilômetros de trilhos e trens do período colonial sob o Império Britânico, mas que nunca priorizou a manutenção.

Um plano de modernização da rede está em curso, no âmbito do gigantesco corredor econômico China-Paquistão.

Em junho de 2021, ao menos 65 pessoas morreram e 150 ficaram feridas na colisão de dois trens - um deles acabara de descarrilar - no sul do país.

Ao menos 28 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas neste domingo (6) no descarrilamento de um trem no sul do Paquistão, informou o ministro das Ferrovias do país.

"É um acidente realmente grave", disse o ministro Khawaja Saad Rafique. "Segundo as informações que recebemos até o momento, 28 passageiros morreram e muitos estão feridos".

O descarrilamento do Hazara Express aconteceu perto da estação de Sahara, na altura da cidade de Nawabshah, na província de Sindh.

Um hospital local entrou em sistema de emergência devido ao número feridos levados para o estabelecimento. Quase 1.000 pessoas estavam a bordo do trem, de acordo com o ministro.

"Pode haver duas razões (que explicam o acidente): uma falha mecânica ou um ato de sabotagem. Vamos investigar", acrescentou.

Mohsin Sya, funcionário da ferrovia, afirmou ao canal HUM News que "oito vagões descarrilaram".

O trem seguia de Karachi, cidade mais populosa do Paquistão, no sul do país, para Abbottabad, na região norte. A viagem, que acontece diariamente, é de mais de 1500 quilômetros e dura quase 33 horas.

Ambulâncias e carros particulares transportaram os feridos até o Centro de Traumatologia de Nawabshah.

No local do acidente, dezenas de veículos, tratores e motocicletas foram estacionados em uma rua paralela à linha férrea.

Alguns vagões de passageiros saíram dos trilhos, enquanto outros tombaram e ficaram parcialmente destruídos.

O chefe de polícia da região, Younis Chandio, declarou à imprensa que alguns passageiros permaneciam presos em um vagão.

Os acidentes ferroviários são comuns no Paquistão, que herdou quase 7.500 quilômetros de trilhos e trens do período colonial sob o Império Britânico, mas que nunca priorizou a manutenção.

Em junho de 2021, ao menos 65 pessoas morreram e 150 ficaram feridas na colisão de dois trens, incluindo um que acabara de descarrilar, no sul do país.

Em outubro de 2019, 75 passageiros morreram queimados em um incêndio a bordo de um expresso Tezgam e em 2005 a colisão de dois trens em Ghotki matou mais de 100 pessoas.

Uma colisão entre um trem da Supervia e um ônibus deixou 13 feridos em Japeri, na Baixada Fluminense, por volta das 4h35 desta terça-feira (18). De acordo com a Supervia, o ônibus avançou o sinal sonoro e visual que indica o momento de passagem do trem, provocando a colisão, próximo à Estação Japeri. O acidente provocou suspensão de parte do ramal ferroviário. Às 9h20 desta terça, apenas a extensão Paracambi estava suspensa.

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMRJ) foi acionado e fez o socorro das vítimas. Duas foram encaminhadas para o Hospital Geral de Nova Iguaçu; outras duas para o Hospital São Francisco Xavier, em Itaguaí; e nove levadas pelo Samu para o Hospital Municipal de Japeri.

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De acordo com a Supervia, as pessoas que se feriram no acidente foram as que estavam dentro do ônibus. A empresa justifica que não foi possível frear o trem para evitar a batida.

"Os trens são grandes e pesados e, por isso, não conseguem parar imediatamente após o acionamento da frenagem. A uma velocidade de 80km/h, por exemplo, depois de acionada a frenagem de emergência, o trem percorre aproximadamente 290 metros até parar completamente", diz a empresa, em nota enviada ao Estadão.

"Todas as passagens regulares são sinalizadas de acordo com as exigências da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A SuperVia lembra que, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (Lei Federal nº 9503/97), os trens têm preferência de passagem em relação aos demais veículos. Buscar sinais de aproximação dos trens é uma conduta prudente e necessária que deve ser adotada por todos ao atravessar a linha férrea", afirma.

A Estação Japeri é a última estação ferroviária do ramal de mesmo nome que começa na Central do Brasil, no centro do Rio de Janeiro.

Quase mil passageiros que faziam um passeio turístico de trem, com destino a Morretes, no Paraná, ficaram por cerca de oito horas presos na Serra do Mar, litoral do Estado, nesta quinta-feira (13), em razão das consequências do ciclone extratropical que atinge o Sul do País. Os vagões, que transportavam 943 pessoas, tiveram que interromper o trajeto por conta da presença de galhos e árvores nos trilhos.

Pelas redes sociais, os turistas que estavam no trem afirmaram que estavam parados desde o meio-dia e que não estavam recebendo assistência necessária por parte da empresa que organiza a viagem. Uma passageira escreveu em suas redes: "O sonho: a famosa viagem de trem. Realidade: mais de mil passageiros abandonados ao léu. Parados no meio do nada desde o meio-dia".

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Na mesma publicação, ela afirma que não havia água, comida nem informações para os passageiros. "Crianças. Idosos. Pessoas com necessidades especiais. Cidadãos que pagaram a sua passagem. Mas... nada importa para esta empresa", disse em referência à Serra Verde Express, companhia de turismo responsável pelo passeio.

Em nota, a empresa afirmou que o trem ficou paralisado a 15 quilômetros de Morretes e que os passageiros chegaram às 21h no ponto final da viagem. Eles teriam saído ás 8h30 da capital Curitiba. Na noite desta quinta, a Serra Verde Express decretou o cancelamento do passeio que estava programado para esta sexta-feira (14).

"Ressaltamos que, em 26 anos de operação, é a primeira vez que um incidente meteorológico causa uma paralização tão longa neste percurso turístico, classificado entre os três melhores do mundo", afirmou a Serra Verde Express. A empresa disse ainda que mobilizou estrutura para atender os passageiros.

"Além de alimentação e orientação, temos uma estrutura rodoviária montada para o retorno dos passageiros e dispusemos ambulâncias de plantão, como medida preventiva para qualquer eventual desconforto", disse a empresa. "Lamentamos sinceramente qualquer inconveniência causada por esse imprevisto e agradecemos a compreensão e paciência de todos".

Na postagem, usuários utilizaram o espaço dos comentários para criticar a empresa e acusar a Serra Verde Express de irresponsabilidade por manter o passeio mesmo com os alertas de perigo sobre o ciclone sendo noticiados. "Em nenhum momento fomos avisados do que estava acontecendo, nem quando perguntamos na estação antes do embarque", escreveu uma mulher.

Na quarta-feira, a Defesa Civil do Paraná já tinha emitido comunicados avisando sobre a possibilidade de fortes ventos no Estado, com a possibilidade ultrapassar os 100km/h n litoral e região metropolitana de Curitiba.

"Rajadas de vento estão previstas para os dias 12 e 13 de julho, que devem chegar a 70 km/h (com picos de 90 km/h). No Sul e Sudoeste a ventania será mais persistente, podendo atingir 110km/h na Região Metropolitana de Curitiba e Litoral. Em todo o estado há riscos de: destelhamento, quedas de árvores e de postes de iluminação elétrica", informou o órgão na quarta-feira.

O serviço de trens e passageiros foi retomado nesta segunda-feira (5) na região do pior acidente ferroviário em três décadas na Índia, que teve o balanço revisado pelas autoridades para 275 mortos - no fim de semana foram anunciadas 288 vítimas fatais.

Os trens circularam ao lado dos destroços dos vagões envolvidos no acidente de sexta-feira (2) nas proximidades Balasore, no estado de Odisha (leste do país), que segundo as autoridades foi provocado por falhas no sistema de sinalização.

O governo do estado de Odisha reduziu o balanço de mortes para 275 e explicou que a revisão aconteceu porque alguns corpos haviam sido contabilizados duas vezes por engano.

Dos 1.175 feridos, 382 permanecem hospitalizados, vários deles em estado grave, anunciaram as autoridades.

Após a catástrofe, grandes redes verdes foram posicionadas ao longo dos trilhos para ocultar os vagões destruídos, que foram empurrados para as margens dos aterros.

O ministro dos Transportes Ferroviários, Ashwini Vaishnaw, afirmou no domingo que as autoridades identificaram a "causa do acidente e as pessoas responsáveis". Ele disse que o acidente foi provocado por uma "mudança na sinalização eletrônica".

Nesta segunda-feira, o ministro permaneceu em sinal de oração quando um trem de carga (com carvão) passou pela área do acidente, na retomada do serviço após 51 horas.

O jornal The Times of India, que cita uma investigação preliminar, afirmou no domingo que uma "falha humana" pode ter provocado um dos piores acidentes ferroviários da história do país.

O 'Coromandal Express', que viajava entre Calcutá e Chennai, recebeu luz verde para circular pela via principal, mas foi desviado por uma falha humana para um trilho onde um trem de carga estava estacionado, de acordo com o jornal.

O trem de passageiros colidiu com a composição de cargas a uma velocidade de 130 km/h. Três vagões tombaram no trilho anexo e atingiram a parte final de um trem expresso de passageiros que seguia de Bangalore para Calcutá.

- Hospitais lotados -

O primeiro-ministro indiano Narendra Modi visitou o local da tragédia e passageiros hospitalizados. "Nenhum responsável pelo acidente ficará impune", prometeu.

Os feridos em estado crítico foram transferidos para hospitais maiores em outras cidades, mas várias pessoas permanecem internadas no principal hospital público de Balasore.

Gura Palai, 24 anos, morador do estado de Jharkhand, sofreu vários ferimentos em uma perna e no ombro. A família está preocupada com os próximos meses.

"Ele tem que ser operado na perna e os médicos afirmam que a recuperação levará algum tempo", declarou o tio do jovem, que não quis revelar o nome, ao lado da esposa e do filho de Palai.

"Ele é o único integrante que trabalha em sua jovem família. Como vão sobreviver?", questionou.

Este foi o o pior acidente ferroviário na Índia desde 1995, quando uma colisão entre dois expressos perto de Agra, cidade onde fica o Taj Mahal, provocou mais de 300 mortes.

O acidente mais letal na história da Índia aconteceu em 6 de junho de 1981 no estado de Bihar (leste), quando sete vagões de um trem caíram de uma ponte no rio Bagmati, uma tragédia que provocou entre 800 e 1.000 mortes.

O ministro dos Transportes Ferroviários da Índia afirmou neste domingo (4) que a causa e os responsáveis pela maior catástrofe ferroviária no país nas últimas décadas foram identificados, com menção a um sistema de sinalização eletrônico, mas sem revelar outros detalhes.

"Identificamos a causa do acidente e as pessoas responsáveis", afirmou o ministro Ashwini Vaishnaw à agência de notícias ANI. Ele acrescentou que "não é adequado" revelar mais detalhes antes da elaboração do relatório final da investigação.

O acidente, que aconteceu na sexta-feira (2) perto da cidade de Balasore, no estado de Odisha (leste do país), provocou pelo menos 288 mortes e deixou mais de 900 feridos.

Ashwini disse que "uma mudança que ocorreu durante o intertravamento eletrônico" provocou o acidente, utilizando um termo técnico que faz referência a um complexo sistema de sinalização projetado para impedir a colisão de trens, com o controle da circulação das composições.

"Vamos descobrir quem fez isso e como aconteceu após uma investigação adequada", acrescentou.

O jornal 'The Times of India', que cita uma investigação preliminar, afirmou neste domingo que uma "falha humana" pode ter provocado um dos piores acidentes ferroviários na história do país.

O 'Coromandal Express', que viajava entre Calcutá e Chennai, recebeu luz verde para circular pela via principal, mas foi desviado por uma falha humana para um trilho onde um trem de cargas estava estacionado, de acordo com o jornal.

O trem de passageiros colidiu com a composição de cargas a uma velocidade de 130 km/h. Três vagões tombaram no trilho anexo, o que atingiu a parte final de um trem expresso de passageiros que seguia de Bangalore para Calcutá.

Esta segunda colisão foi a que provocou mais vítimas, de acordo com o jornal 'The Times of India'.

- Escola vira necrotério -

Uma escola do Ensino Médio próxima do local da tragédia foi transformada em um necrotério improvisado, onde as autoridades acompanham as famílias para tentar identificar as vítimas fatais.

Arvind Agarwal, que coordena o necrotério improvisado, afirmou que os cadáveres estão "quase irreconhecíveis" depois de mais de 24 horas sob um calor escaldante.

Ele informou às famílias que testes de DNA serão necessários para identificar as vítimas.

A tragédia aconteceu perto de Balasore, cidade do estado de Odisha a quase 200 quilômetros da capital regional Bhubaneswar.

Anubhav Das, que estava no último vagão da segunda composição, afirmou que ouviu "sons estridentes e horríveis que vinham de longe".

Após o acidente, ele declarou ter observado "cenas repletas de sangue, corpos mutilados e um homem com um braço amputado sendo ajudado desesperadamente por seu filho ferido".

- Resgate concluído -

O balanço da tragédia pode aumentar para 380 mortos, de acordo com o diretor do corpo de bombeiros de Odisha, Sudhanshu Sarangi.

"Nenhum responsável pelo acidente ficará imune", prometeu o primeiro-ministro Narendra Modi, que seguiu para o local da tragédia e visitou feridos no hospital.

"Rezo para que consigamos superar este momento trise o mais rápido possível", declarou ao canal público Doordarshan.

No sábado à noite, quase 24 horas após o acidente, as operações de resgate foram concluídas depois da inspeção de todos os vagões destruídos dos trens.

"Todos os corpos e os passageiros feridos foram retirados do local do acidente", declarou à AFP uma fonte da célula de coordenação de emergências de Balasore.

Todos os hospitais entre o local da tragédia e Bhubaneswar receberam vítimas da tragédia, informaram as autoridades. Quase 200 ambulâncias e ônibus foram mobilizados para o transporte.

Após a colisão, "as pessoas gritava, pediam ajuda", declarou Arjun Das, sobrevivente do acidente.

"Havia feridos para todos os lados, dentro dos vagões, nos trilhos. Quero esquecer as cenas que vi", acrescentou

- "Morte e sofrimento" -

Correspondentes da AFP observaram vagões completamente tombados e as equipes de emergência trabalhando sem pausa para resgatar os sobreviventes. Muitos cadáveres, cobertos por lençóis, estavam ao lado dos trilhos.

Hiranmay Rath, um estudante que mora perto do local do acidente, correu para ajudar. Em poucas horas, ele afirmou ter visto mais "morte e sofrimento" do que poderia imaginar.

O papa Francisco se declarou "profundamente triste" com a tragédia e expressou condolências. O pontífice disse que está rezando pelas vítimas.

O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, também expressou "sinceras condolências".

Este é o o pior acidente ferroviário na Índia desde 1995, quando uma colisão entre dois expressos perto de Agra, cidade onde fica o Taj Mahal, provocou mais de 300 mortes.

O acidente mais letal na história da Índia aconteceu em 6 de junho de 1981 no estado de Bihar (leste), quando sete vagões de um trem caíram de uma ponte no rio Bagmati, uma tragédia que provocou entre 800 e 1.000 mortes.

Ao menos 28 pessoas morreram e mais de 300 ficaram feridas em um acidente de trem envolvendo várias composições no estado de Odisha, no leste da Índia — informaram a imprensa e autoridades locais nesta sexta-feira (2).

"Foi confirmada a morte de pelo menos 28 pessoas e 300 estão feridas", disse à AFP Anil Kumar Mohanty, dirigente médico de Balasore, perto do local onde ocorreu o incidente. "Enviamos médicos e pessoal sanitário ao local", acrescentou.

Várias testemunhas e autoridades locais disseram à imprensa que o trem de passageiros Coromandel Express e um trem de carga colidiram perto de Balasore, a cerca de 200 quilômetros da capital do estado, Bhubaneswar.

Um segundo trem de passageiros também se envolveu no acidente, de acordo com o presidente de Odisha, Pradeep Jena.

O escritório do subinspetor-geral da polícia de Balasore disse à AFP que muitos dos feridos se encontram em estado grave.

"Os detalhes ainda não estão muito claros, já que as equipes estão no terreno, e todos estão ocupados com o trabalho de resgate", afirmou um policial que não quis ser identificado.

"Nesta hora de dor, meus pensamentos estão com as famílias (...) Que os feridos se recuperam logo", escreveu o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, no Twitter.

Veículos da imprensa local mostraram imagens de um vagão de trem virado para um lado da via, com o que pareciam ser sobreviventes em cima dele, enquanto moradores tentavam colocar as vítimas em um lugar seguro.

Na manhã deste sábado (22), um carro foi atingido por um trem do sistema de Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), em Ponte dos Carvalhos, no Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, após o motorista do automóvel invadir os trilhos, de acordo com a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU).

O acidente ocorreu às 9h e o trem fazia o ramal Cajueiro Seco-Cabo de Santo Agostinho. Ainda segundo a CBTU, o homem que conduzia o veículo sofreu ferimentos leves e havia outra pessoa no carro, que não se feriu. Além disso, o maquinista do VLT também não se machucou durante a batida. 

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Diferente dos ramais Centro e Sul do metrô do Recife, os trilhos dos trechos pecorridos pelo VLT não são cercados por muros. Uma perícia foi realizado no local para elaborar um laudo para apurar as causas do acidente. 

 

Um homem foi indiciado na Austrália por retirar um ornitorrinco de seu habitat e levá-lo, de trem, até um shopping.

A polícia lançou um aviso público nesta quinta-feira (6), depois que o jovem, de 26 anos, acompanhado de uma mulher, foi visto em um trem com um ornitorrinco enrolado em uma toalha.

O homem, que deve comparecer ao tribunal no sábado (8), é acusado de remover o mamífero semiaquático de seu habitat natural no norte do estado de Queensland.

"O casal foi visto mostrando o animal ao público no shopping", relatou a polícia de Queensland, em um comunicado.

Os agentes prenderam o homem e falaram com a mulher que estava com ele, acrescentou a mesma nota.

O paradeiro do ornitorrinco é desconhecido.

“Disseram à polícia que o animal foi solto no rio Caboolture, mas ainda não foi localizado pelas autoridades”, conforme fontes oficiais.

Imagens de um circuito interno de videovigilância gravadas na terça-feira (4) mostram um homem caminhando pela plataforma de uma estação no norte de Brisbane e acariciando o animal debaixo do braço.

O homem e sua companheira então o envolvem em uma toalha, "acariciam e mostram o animal para os outros passageiros", descreveu a polícia.

De acordo com a lei local, é ilegal retirar "um ou mais" ornitorrincos de seu habitat, com multas previstas de até US$ 288.000. Esses animais são nativos dos rios australianos e fazem parte de uma rara ordem de mamíferos ovíparos, os monotremados.

Uma pessoa morreu e pelo menos 30 ficaram feridas, 19 delas em estado grave, em um descarrilamento de trem nesta terça-feira (4) no sul da Holanda, informou o serviço de emergência.

O trem descarrilou depois de colidir com máquinas de construção que estavam nos trilhos na altura da cidade de Voorschoten, na linha entre Haia e Amsterdã.

"Uma pessoa morreu e pelo menos 30 ficaram feridas. Onze foram levadas para casas próximas e os feridos em estado grave foram transportados para o hospital", informou o serviço de emergência de Hollands Midden.

O acidente aconteceu durante a madrugada quando o trem interurbano de dois andares colidiu com material de construção que estava nos trilhos de Voorschoten, oito quilômetros ao norte de Haia.

Imagens mostram a parte dianteira do trem no campo adjacente à ferrovia e um segundo vagão inclinado sobre os trilhos.

Um terceiro vagão estava em bom estado, mas o quarto pegou fogo, de acordo com agência holandesa de notícias ANP.

Quase 60 pessoas estavam a bordo no momento do acidente.

A linha muito movimentada, que liga Amsterdã com Bruxelas e Paris, foi suspensa por algumas horas, segundo as autoridades ferroviárias.

Os serviços de emergência compareceram rapidamente ao local, incluindo um helicóptero, para transportar o feridos em estado grave para o hospital.

"Ouvimos um barulho muito forte, de repente, as luzes apagaram", afirmou uma testemunha não identificada ao canal de televisão local Omroep West.

"Não conseguimos sair do trem em um primeiro momento porque não havia energia elétrica", disse. "Finalmente conseguimos depois do que pareceram horas", acrescentou.

O acidente ferroviário mais grave da história da Holanda aconteceu em 1962, quando a colisão entre dois trens de passageiros em Harmelen, perto da cidade de Utrecht, matou 93 pessoas e deixou 52 feridos.

Uma pessoa morreu e seis ficaram feridas quando um trem bateu em uma grua hidráulica em 2016 no centro do país. Uma colisão perto de Amsterdã em 2012 deixou um morto e 117 feridos.

Um funcionário terceirizado da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) de 52 anos morreu após ser atingido por um trem entre as estações Tatuapé e Engenheiro Goulart, da Linha 12-Safira da CPTM na noite da terça-feira (14). Um segundo colaborador, de 48 anos, também atingido, foi encaminhado com ferimentos nas costas ao Pronto Socorro Tatuapé, na zona leste de São Paulo, onde permanece internado.

"Os funcionários terceirizados foram atendidos por equipes de segurança da CPTM e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), sendo que um deles, com um ferimento nas costas e consciente, foi encaminhado ao Pronto Socorro Tatuapé. Infelizmente, a segunda vítima faleceu ainda no local do acidente", disse a CPTM em nota.

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A companhia afirma ainda que eles são treinados para atuar no local.

Em nota, a Polícia Civil afirmou que investiga a morte do homem, provocada após ser atingido por um trem da CPTM, às 20h41 de terça-feira, no bairro Penha de França, na zona leste da capital.

"Dois agentes de segurança de uma estação relataram que foram acionados para ajudar dois vigilantes que foram atingidos pela locomotiva. Ao chegar no local, encontraram as duas vítimas, dois homens, de 48 e 52 anos, feridos", afirmou a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP).

A ocorrência foi registrada como morte suspeita (morte acidental) e atropelamento no 10º DP (Penha de França). Também foram solicitados exames periciais ao Instituto de Criminalística (IC) e ao Instituto Médico Legal (IML).

A CPTM afirma ainda que lamenta o ocorrido e informa que irá auxiliar na apuração das circunstâncias do incidente.

Duas alunas da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Jandaia do Sul (PR) morreram e mais de 20 pessoas ficaram feridas em um acidente entre um ônibus escolar e um trem, nesta quinta-feira, 9. De acordo com o Corpo de Bombeiros, no veículo escolar estavam 25 estudantes, entre crianças e adolescentes, três monitores e o motorista. O Hospital da Providência, de Apucarana (PR), unidade de referência mais próxima do local do acidente, recebeu cinco feridos graves.

Uma câmera de monitoramento registrou o momento do acidente, que aconteceu no cruzamento da Rua Presidente Kennedy, no bairro Vila Rica, com a linha férrea - que corta a cidade do norte do Estado. As imagens mostram o ônibus atravessando o cruzamento sem parar ou reduzir a velocidade. Do lado direito, há uma placa que sinaliza aos motoristas: "Pare, olhe, escute". No sentido contrário da via, antes da passagem do ônibus, o condutor de um veículo utilitário freou para a passagem do trem.

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Com o impacto da batida, algumas vítimas foram ejetadas do ônibus, que foi arrastado por cerca de 30 metros pelo trem. A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa-PR) informou que equipes de toda a região foram mobilizadas para o acidente. Das 27 vítimas, as mais graves foram levadas para hospitais de Apucarana, Arapongas, Londrina, Maringá e Sarandi.

As alunas que morreram no acidente, Kimberly Caroline Ribeiro Pimenta, de 15 anos, e Maria Vitória Gomes Ferreira, de 11 anos, estão sendo veladas na manhã desta sexta-feira, 10, em Jandaia do Sul. Elas eram primas. No velório, o pai de Kimberly, Adriano Salenta Pimenta, contou ao portal TN Online, de Apucarana, que foi ao local do acidente e encontrou a filha morta.

"Cheguei na hora, tanto que saí procurando minha filha e achei ela naquela situação. É complicado", afirmou. Ele disse que a filha frequentava a Apae há mais de dez anos. Pimenta contou ainda que uma irmã e um irmão da sobrinha Maria Vitória também estavam no ônibus e foram internados por causa dos ferimentos.

Motorista será afastado

Segundo os bombeiros, quando as equipes chegaram para fazer o atendimento, o motorista do veículo não estava no local. Porém, ao prestar depoimento na delegacia de Jandaia do Sul, o motorista informou ao delegado que prestou socorro às vítimas, mas deixou o local pelo medo de ser agredido. Ele tem 43 anos e não teve o nome divulgado.

A Polícia Civil informou que ele alegou que não viu o trem se aproximando e que também não ouviu barulho. Ele, que estava acompanhado de um advogado, foi liberado pela polícia após prestar depoimento. Um inquérito foi aberto para investigar o acidente. O prefeito de Jandaia do Sul, Lauro Junior (União Brasil), afirmou ao Estadão que o motorista será afastado das funções até a conclusão da investigação.

"Ele é concursado da prefeitura e foi admitido em agosto de 2022. Fisicamente, me passaram que ele está bem. Agora é uma questão de investigação. Se for comprovada culpa, certamente também terá medidas administrativas. De antemão, já vai ficar afastado até acontecerem as investigações", explicou o prefeito.

Lauro Junior disse que vai continuar cobrando a concessionária Rumo, responsável pela linha férrea, por mais segurança nos cruzamentos. "O correto seria ter cancelas que se abaixassem com o trem se aproximando. O ideal mesmo era não ter passagem de trem nesses cruzamentos, mas a gente sabe que isso não é feito de um dia para o outro", disse.

Em nota, a Rumo lamentou o acidente, informou que acionou as equipes de atendimento e assegurou que o "maquinista acionou a buzina para alertar sobre a travessia". "Vale lembrar que, por ser uma composição de carga de grande escala, o trem pode levar até 500 metros para conseguir parar por completo após o acionamento do freio emergencial. Em apurações preliminares há indícios de que o ônibus não freou antes de cruzar a via férrea, apesar da sinalização existente e do acionamento da buzina pelo maquinista", afirmou.

O governo do Paraná e a Prefeitura de Jandaia do Sul decretaram luto oficial de três dias.

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Moradores de Ohio e de outros Estados do leste dos EUA estão em alerta sobre possíveis contaminações decorrentes do descarrilamento de um trem de carga que transportava uma carga tóxica de cloreto de vinila na semana passada. Uma névoa potencialmente tóxica e odores intensos foram registrados na área na terça-feira, 7, e agora motivam processos judiciais e uma preocupação das autoridades com possíveis contaminações.

Dois residentes do Estado da Pensilvânia entraram com uma ação federal contra a Norfolk Souther, empresa responsável pelo trem que descarrilou na linha Ohio-Pensilvânia. O processo tenta exigir que a empresa garanta um monitoramento de saúde para residentes dos dois Estados.

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Se a ação for julgada procedente, a operadora ferroviária teria que pagar pelo exame médico e cuidados relacionados a qualquer pessoa em um raio de até 48 km do local do descarrilamento para determinar quem foi afetado pelas substâncias tóxicas liberadas após o descarrilamento.

Em paralelo, uma concessionária de água da Virgínia Ocidental, Estado vizinho, está aprimorando o processo de tratamento de água como precaução após o descarrilamento. A West Virginia American Water disse no domingo, 12, que instalará uma entrada secundária no rio Guyandotte, caso haja necessidade de mudar para uma fonte alternativa de água. A concessionária observou, no entanto, que não houve nenhuma alteração na água bruta na captação do rio Ohio.

Cerca de 50 vagões, incluindo 10 transportando materiais perigosos, descarrilaram no dia 3 de fevereiro em Ohio. Ninguém ficou ferido no descarrilamento que os investigadores disseram ter sido causado por um eixo quebrado. Três dias após o acidente, no entanto, as autoridades decidiram liberar e queimar cloreto de vinila dentro de cinco vagões-tanque, lançando no ar cloreto de hidrogênio e o gás tóxico fosgênio.

Os reguladores ambientais têm monitorado o ar e a água nas comunidades vizinhas e disseram que até agora a qualidade do ar permanece segura e o abastecimento de água potável não foi afetado. Mas alguns moradores reclamaram de dores de cabeça e mal-estar desde o descarrilamento.

A companhia ferroviária Norfolk Southern advertiu que a operação poderia liberar vapores "mortais caso inalados". Em um comunicado publicado do gabinete do governador de Ohio, Mike DeWine, na semana passada, afirmava-se que "o conteúdo de cloreto de vinila de cinco vagões é atualmente instável e poderia explodir".

O cloreto de vinil é um gás incolor utilizado em uma variedade de produtos plásticos e materiais de embalagem. Quando queimado, pode criar fosgênio, uma substância altamente tóxica utilizada como arma química na 1ª. Guerra. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)

Um vendedor ambulante foi esfaqueado dentro do metrô do Recife, na manhã desta quinta-feira (2). A composição estava parada na estação Engenho Velho, em Jaboatão dos Guararapes, no momento da confusão. 

A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) informou que o crime ocorreu por volta das 8h30 e que o agressor também seria um ambulante. Ele fugiu do local após esfaquear a vítima.

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O homem que ficou ferido foi socorrido por profissionais da segurança ferroviária até a UPA de Engenho Velho. Um boletim de ocorrência será registrado pela CBTU na delegacia de Jaboatão ainda hoje.

Um acidente envolvendo um ônibus e um trem deixou 12 pessoas feridas no início da manhã deste sábado, 14, próximo à estação de Austin, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Segundo a Supervia, o ônibus "não respeitou a sinalização da passagem em nível oficial nas proximidades da estação Austin (ramal Japeri), causando abalroamento com um trem", por volta das 6h da manhã. Todas as vítimas tiveram ferimentos leves e foram atendidas por agentes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

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Os feridos foram levados para o Hospital Geral de Nova Iguaçu, informou o Corpo de Bombeiros. O acidente na linha férrea interrompeu a circulação de trens até as 11h para a extensão Paracambi, mas já foi normalizada.

"O Grupamento de Policiamento Ferroviário (GPFer) e o Corpo de Bombeiros foram acionados para as medidas necessárias", informou a Supervia, em nota. "A SuperVia lembra que, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (Lei Federal nº 9503/97), os trens têm preferência de passagem em relação aos demais veículos. Buscar sinais de aproximação dos trens é uma conduta prudente e necessária que deve ser adotada por todos ao atravessar a linha férrea. A concessionária acredita que é de grande importância o respeito à sinalização por todo motorista ou pedestre ao cruzar a linha férrea no intuito de evitar acidentes, que colocam em risco a vida das pessoas e causam prejuízos à circulação", alertou.

O trem de passageiros da estrada férrea que liga Cariacica, na região metropolitana de Vitória, no Espírito Santo, a Belo Horizonte, em Minas Gerais, está com a circulação temporariamente suspensa nos dois sentidos desde esta terça-feira (20). A medida, tomada em razão de deslizamentos provocados por fortes chuvas em áreas próximas à ferrovia, visa a garantir a segurança dos passageiros. Ainda não há previsão para o funcionamento ser restabelecido.

Segundo a Vale, empresa responsável pelo serviço, nesta terça-feira também foram suspensas as viagens entre o trecho Itabira e Nova Era, em ambos os sentidos. "Equipes de manutenção estão atuando para que sejam restabelecidas as condições adequadas para retomada da operação do trem de passageiros", disse a empresa em comunicado.

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Os passageiros que não conseguirem embarcar podem remarcar o bilhete ou pedir o reembolso do valor investido na compra da passagem no prazo de até 30 dias. Para obter mais informações, as pessoas devem ligar para o telefone 0800 285 7000.

A Prefeitura de Jaqueira, na Mata Sul, lança, nesta terça-feira (13), o a programação “Jaqueira: uma Viagem de Natal”. O tema do ano foi inspirado no transporte ferroviário que passava pela cidade. De acordo com a prefeitura, a locomotiva Maria Fumaça que vai compor o cenário natalino, ao lado da antiga Estação, será uma das principais atrações desta edição. Com isso, a organização trocou a chegada do Papai Noel de 'trenó' pelo 'trem'. A abertura da festividade começa às 18h30, na Praça Nossa Senhora Aparecida, no Centro.

Ainda na noite de abertura, o público deve conferir o acender das luzes e inauguração da decoração natalina em vários pontos da cidade. Durante o evento haverá a chegada do Papai Noel, apresentações culturais e feira colaborativa de empreendedores locais. Essas atividades irão acontecer também durante todos os sábados de dezembro.   

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“Esta iniciativa faz um resgate da memória ferroviária da nossa amada Jaqueira, em um local onde aconteceram tantos encontros e desencontros. Com esta festividade vamos promover um grande encontro das famílias, ressignificando a nossa história, com a intenção de promover um dos momentos mais especiais do ano, que é o período natalino”, contou a prefeita de Jaqueira, Ridete Pellegrino.

O trenó pela locomotiva

Inspirado nos trens dos anos 30 e 40, a prefeitura construiu um veículo diferente do original. Esta versão de madeira onde o Bom Velhinho atenderá o público vai receber os enfeites da época. Adaptado, o objeto terá o som original da máquina e emissão de fumaça. A representação da Maria Fumaça pesa aproximadamente 1 tonelada, mais de 10 metros de comprimento e quase 3 metros de largura.

SERVIÇO:

ABERTURA DA PROGRAMAÇÃO NATALINA

ONDE: Jaqueira-PE

LOCAL: Praça de Nossa Senhora Aparecida, no Centro

QUANDO: terça-feira, 13 de dezembro de 2023

HORÁRIO: às 18h30

*Da Assessoria de Imprensa

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