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O WhatsApp anunciou mais uma novidade, agora será possível que os usuários apaguem mensagens até dois dias e 12 horas depois da publicação. O antigo prazo para apagar uma mensagem era de de uma hora, oito minutos e 16 segundos.

Porém essa possibilidade só funcionará se todos os envolvidos na conversa (no caso de um grupo, por exemplo) estiverem com o WhatsApp atualizado para a nova versão do app. Caso não esteja, o usuário que apagou a mensagem não saberá se a mensagem foi deletada, pois o aplicativo não o avisa.

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Dessa forma, para usar a nova ferramenta primeiramente é necessário que o aplicativo esteja atualizado. Depois o usuário deve entrar no grupo ou no chat individual para onde enviou a(s) mensagem(ns), e pressionar no conteúdo que deseja apagar, para em seguida clicar na opção “deletar para todos”.

O Rio de Janeiro recebe a partir desta sexta-feira (5) o Festival Internacional de Robótica, realizado pela primeira vez no Brasil, e organizado pelo Serviço Social da Indústria (Sesi), no Pier Mauá, até o próximo domingo (7), com entrada grátis.

O público poderá participar de oficinas experimentais de ciências, artes e tecnologia. O Sesi acompanha a robótica há muitos anos e fazia as seletivas nacionais para levar seus alunos ao torneio internacional em Houston, nos Estados Unidos.

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Este ano, contudo, o Sesi foi encarregado de coordenar, pela primeira vez, um torneio internacional no Brasil, com a participação de 90 times, sendo 60 do exterior, com 38 países e 990 competidores. “É uma representação muito grande e estamos muito felizes. Vai ser um projeto interessante”, disse o diretor de Operações do Sesi, Paulo Mól.

Neste festival, haverá pela primeira vez no Brasil uma competição de robôs mais robustos, de 60 quilos, que é uma modalidade mais completa da robótica.

Categorias

Na categoria First Lego League Challenge (FLL), de robôs menores, participam estudantes de 9 a 16 anos (no Brasil e demais países, à exceção dos Estados Unidos e Canadá, cuja faixa etária é de 9 a 14 anos). Eles buscam soluções para problemas do dia a dia da sociedade moderna. Participam as 90 melhores equipes de FLL de todo mundo, sendo 58 estrangeiras e 32 brasileiras. A segunda modalidade é a Off Season da First Robotics Competition (FRC), que terá 28 equipes brasileiras, sendo conhecida como a Olimpíada dos Robôs.

“Estamos falando de 28 times nesse campeonato de robôs de 60 quilos” disse Mól. As equipes de robôs mais estruturados reúnem alunos de 12 anos até 18 anos de idade. “Quando as crianças viram adultas,  passam a ser tutoras e mentoras dos outros times”, explicou.

O torneio internacional existe desde 1998. O Brasil começou a acompanhar a competição há cerca de dez anos. O Sesi é o operador nacional dos eventos de robótica no país.

As equipes brasileiras que participam do festival são as melhores classificadas no campeonato nacional realizado em maio, em São Paulo. Paulo Mól afirmou que o festival do Rio está fora da temporada. “É um evento demonstração, é um teste. As equipes vão apresentar os projetos no festival, mas não estão concorrendo à seletiva nacional”. acentuou.

No início de 2023, será realizada uma competição em que os melhores classificados vão concorrer nos melhores torneios internacionais. “Nesses torneios internacionais, a ideia é ganhar notoriedade. São competições onde as principais universidades americanas e empresas do mundo estão de olho nos profissionais que estão trabalhando nos torneios de robótica. Grandes empresas, como Boeing e Microsoft, financiam esses torneios”, acentuou.

Acesso

O público poderá visitar o local de competição hoje, das 13h às 16h; no sábado (6), das 8h às 18h; e, no domingo (7), das 8 às 17h.

Mól disse, também, que a estratégia é dar acesso à robótica e ao conhecimento científico a crianças e adultos. Na entrada da promoção, há uma área de experimentação científica para montagem de robôs de Lego e de peças de materiais recicláveis e oficinas interativas.

“É um espaço onde pais e filhos se juntam para trabalhar de forma colaborativa. É um momento não só lúdico, mas também extremamente educacional”, salientou. A ideia é encantar e mostrar que a ciência é interessante, é legal, acessível e barata.

“O nosso próximo passo é tentar estimular escolas públicas e a comunidade a trabalhar com ciência e tecnologia para que esse assunto deixe de ser elitizado e passe a ser acessível a todos os estudantes do Brasil, independente da renda”, garantiu.

Modalidades

No First Lego League Challenge (FLL), os alunos formam equipes de dois a dez integrantes para construir robôs feitos de peças de lego, que devem cumprir uma série de missões e somar o máximo de pontos. Cada partida dura dois minutos e meio em um tapete oficial da competição.

O time também é responsável pela criação de um projeto de inovação, que é uma solução para um problema real dentro da temática da temporada. Este ano, o tema é Logística e Transporte. Os estudantes são avaliados pelo projeto de inovação; por valores como trabalho em equipe, diversão, inclusão e impacto; e pelo design e desempenho do robô.

Participam dessa modalidade estudantes da África do Sul, Argentina, Brasil, Cazaquistão, Chile, Colômbia, Coreia do Sul, Dinamarca, Egito, Emirados Árabes, Escócia, Eslováquia, Espanha, Estados Unidos, Estônia, França, Alemanha, Grécia, Honduras, Hungria, Irlanda, Irlanda do Norte, Israel, Itália, Japão, México, Macedônia do Norte, Marrocos, Nigéria, Noruega, Paraguai, Polônia, Porto Rico, Reino Unido, República Tcheca, Romênia e Uruguai.

Já a First Robotics Competition (FRC) é a modalidade mais avançada das competições de robótica da First. Ela se destina a alunos do ensino médio, que constroem e programam robôs semiautônomos de porte industrial. Os robôs têm até 55 kg e 1,5 metro de altura e devem realizar tarefas em uma arena do tamanho de uma quadra de vôlei. O time é formado pelo menos por 10 integrantes, trabalha com um kit básico de peças e pode ser criativo para montar o robô, mas deve utilizar o mesmo sistema de controle e respeitar as regras que limitam tamanho, peso e quantidade máxima de motores, por exemplo.

Os testes e competições de robótica têm início previsto para as 10h desta sexta-feira. A cerimônia de abertura está marcada será às 16h. A solenidade de premiação será no domingo, às 16h30.

Com o avanço da internet nos últimos anos e com a facilidade e a rapidez proporcionadas por ela, surgiu também a urgência de estarmos conectados o tempo inteiro. Em alguns casos, a necessidade de estar on-line constantemente foi agravada, tornando-se uma fobia: o Fear of Missing Out (FoMO), ou traduzindo, o “medo em ficar de fora”.

A psicóloga Caroline Cavalcante (foto abaixo) define o FoMO como a sensação de apreensão por não participar das mesmas experiências gratificantes que outras pessoas estão vivenciando, como por exemplo, um passeio que alguém não pode ir com os amigos por ter que estudar.

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“Ou ter a sensação de que está todo mundo viajando e se sentindo bem nesse período das férias e você não”, complementa.

Caroline explica que o medo de ficar de fora pode ser influenciado pelas exigências sociais, culturais e por aquilo que é propagado pela mídia.

“Hoje, temos altos padrões impostos sobre as nossas relações e modo de ser, o que leva a pessoa a ter medo de ser vista enquanto inadequado ou excluído, por exemplo. Desejamos pertencer a algum lugar e grupo”, diz.

Segundo a psicóloga, pesquisas apontam que a FoMO está mais presente entre os adolescentes e que essa questão é atribuída ao fato de a maioria estar ligada às redes sociais de forma intensa. Ela afirma que, por ainda estarem em processo de desenvolvimento de suas personalidades e identificações, possuem medo de não se envolverem nessas experiências.

O FoMO está associado a sintomas de ansiedade e pode impactar diretamente na rotina das pessoas, destaca Caroline. Devido à apreensão em desconhecer algo, a pessoa passa mais tempo on-line, utiliza mídias sociais na hora dos estudos, do trabalho e até mesmo ao dirigir, gerando riscos à saúde física, mental, social e econômica.

A psicóloga ressalta ainda que, além do medo e da ansiedade, outros sintomas como depressão, dificuldades para dormir, vício nas redes sociais, sensação de incompletude e a falta de atenção estão vinculados ao FoMO.

No entanto, Caroline garante que é possível superar esse medo e que, dependendo da situação, talvez seja interessante a busca por um acompanhamento profissional, como o psicólogo.

A pessoa que sofre com esse medo também pode avaliar a sua rotina e sensações e designar algumas mudanças como horário para trabalhar, determinar um tempo para a permanência nas redes sociais, identificar como se sente ao estar nelas e ao ver as informações às quais tem acesso.

“Em momentos sociais ou profissionais, talvez seja interessante deixar o celular longe ou desligado”, finaliza.

Por Isabella Cordeiro

O novo WhatsApp beta começou a ser liberado para o MacOS e promete mais desempenho, velocidade e o uso de menos memória. A versão está disponível para poucos usuários do programa TestFlight. 

A novidade está sendo desenvolvida com Catalyst, que permite portar aplicativos do iPad utilizando o hardware com maior eficiência, como memória e o processador. De acordo com a WABetaInfo, o visual do aplicativo será mais parecido com o do iPhone, com barra lateral que permite mudar para várias seções, como configurações e chamadas. 

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Ainda em fase inicial de uso, vários recursos ainda não estão funcionando, como o status, chamadas em grupo, envio de local e mensagens de voz.   

Depois de suspender as festas no verão boreal de 2020, a plataforma de aluguel de casas e apartamentos Airbnb anunciou nesta terça-feira que essa decisão se tornou permanente para todas as propriedades listadas na plataforma.

"A proibição temporária se revelou eficaz, por isso incluímos oficialmente essa medida em nosso regulamento", informou a empresa.

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A plataforma Airbnb começou em 2019 a proibir festas organizadas por meio das redes sociais, bem como eventos que pudessem incomodar os vizinhos. Esta decisão foi tomada após um tiroteio ocorrido durante uma festa de Halloween em Orinda, Califórnia, durante a qual cinco pessoas morreram e várias ficaram feridas.

Mais de 100 pessoas participavam da festa, que aconteceu em uma casa alugada na plataforma. A empresa adotou novas restrições devido à pandemia, para impedir eventos que pudessem se tornar focos de contágio da Covid-19.

A suspensão temporária de todas as festas foi apresentada como uma medida de prevenção sanitária. A empresa observou uma queda anual de 44% nas denúncias de festas realizadas em propriedades listadas na plataforma. "A suspensão foi bem recebida pela nossa comunidade", afirmou.

Os mapas de saúde pessoal, popularizados nos equipamentos com “health trackers”, comuns em relógios inteligentes, poderão detectar a infecção por Covid-19 dias antes que os sintomas apareçam, de acordo com pesquisa americana. Esses rastreadores monitoram mudanças na temperatura da pele, frequência cardíaca e respiratória e podem ser combinados com inteligência artificial (IA) para fornecer um diagnóstico. 

Uma equipe que escreve no jornal BMJ Open testou a pulseira AVA, um rastreador de fertilidade que as pessoas podem comprar online para identificar o melhor momento para conceber. Ele monitora a frequência respiratória, frequência cardíaca, variabilidade da frequência cardíaca, temperatura da pele do pulso e fluxo sanguíneo. Outros rastreadores de saúde, como Fitbit ou Apple Watch, ainda não têm a capacidade de executar essas funções, mas no futuro pode ser possível e extremamente útil, disseram os pesquisadores. 

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A pesquisa sobre a assertividade do dispositivo analisou mais de 1,1 mil pessoas adeptas da pulseira. Dentre elas, 68% demonstraram mudanças nos parâmetros corporais e 127 tiveram casos de Covid-19 confirmados. 

Lorenz Risch, presidente dos Laboratórios Dr Risch da Suíça, disse ao The National que a pulseira AVA é um produto médico certificado, que também é liberado para rastreamento de fertilidade. 

"Até agora, nem o Apple Watches nem o Fitbit podem ser considerados produtos médicos", disse ele. "Como um rastreador em si, a pulseira AVA também inclui monitoramento de temperatura do pulso, que está incluído apenas em uma minoria de outros rastreadores de saúde. 

Pode teoricamente parecer viável que os algoritmos de IA identificados com a pulseira AVA possam ser adaptados a outros rastreadores de saúde, monitorando os mesmos parâmetros fisiológicos ou semelhantes. No entanto, espera-se que isso leve em consideração questões técnicas, regulatórias e de padronização. 

"Diante do fato de que mais de 100 milhões de rastreadores de fitness foram vendidos globalmente em 2021, tentar aplicar o algoritmo AVA a outros rastreadores de saúde acabaria permitindo um aumento no alcance e uso da tecnologia de rastreador de saúde orientada por IA para apoiar poderosamente o domínio de situações de pandemia”, continuou o representante. 

 

Para apoiar a população LGBTQIAP+ na busca por emprego, a TIM lançou o aplicativo SOMOS+. A proposta é apontar vagas em todo o Brasil e oferecer informações úteis voltadas a acolhimento, direitos e saúde. Esta terça-feira (28) marca o Dia do Orgulho LGBTQIAP+.

A plataforma de inclusão é gratuita e não gasta da franquia de internet dos clientes da operadora. "A iniciativa reforça nosso compromisso e ações concretas para a evolução da cultura inclusiva e a contribuição para a transformação também da sociedade. O botão ‘Emprego’ do app já começa com o link do nosso banco de talentos LGBTQIAP+ e vagas do programa Transforma TIM, de contratação de pessoas trans”, comentou o gerente de Diversidade e Inclusão da TIM, Alan Kido.

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Desenvolvido pela JUMP Mobile com apoio de mais de 100 funcionários da operadora que integram o grupo de afinidade Orgulho+, o aplicativo também promete orientar em temas jurídicos e médicos com as abas 'Direito' e 'Saúde'.

O app também visa facilitar doações para instituições em defesa da pauta e disponibiliza a ferramenta 'Perigo', que aciona imediatamente até três pessoas de confiança do usuário e emite uma mensagem de socorro, além da sua geolocalização em caso de ameaça de LGBTI+fobia. 

Para quem foi expulso de casa ou deixou a família após sofrer LGBTI+fobia, a aba "Mapa de Cidadania" aponta locais de acolhimento no país.

O Brasil ocupa, atualmente, o 3º lugar no ranking mundial de países com maior população total de animais de estimação. Segundo o IBGE, são 58,1 milhões de cães e 27,1 milhões de gatos. Entretanto, a maioria desses animais ainda não tem acesso aos serviços de saúde veterinária como precisam. Os tutores que desejam proporcionar uma vida mais saudável para os seus animais de estimação contarão, em breve, com o Vet4All, serviço inovador que vai oferecer teleorientações relacionadas à saúde veterinária com qualidade, segurança e valor acessível. Capitaneada pelo empreendedor Janguiê Diniz, por meio do seu family office Epitychia, a startup conta com tecnologia inovadora desenvolvida pela Pitang, uma das maiores empresas do Porto Digital, e também sócia da iniciativa. 

A Vet4All tem tudo para revolucionar a área de cuidado com os pets e, ainda, colaborar para movimentar a cadeia produtiva do setor ao divulgar serviços e gerar oportunidades de prestação de serviços e vendas de produtos pelos parceiros credenciados. “A Vet4All vem para mostrar como é possível inovar em qualquer setor. Iremos oferecer praticidade e trabalhabilidade, para tutores e profissionais da área, além de levar tratamento e cuidado a mais animais de estimação, com o uso da tecnologia”, pontua Janguiê Diniz. Por meio de um plano de assinatura e de uma plataforma digital, os tutores de cães e gatos terão acesso facilitado a veterinários 24 horas por dia, sete dias por semana. O serviço será oferecido para todo o país, começando por Pernambuco.

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Quem mora em regiões distantes dos grandes centros comerciais, onde a assistência aos pets é mais escassa, também poderá contar com a teleorientação. Basta ter um smartphone conectado à internet. Se houver necessidade, o veterinário indicará que o tutor procure um dos parceiros credenciados ao Vet4All para o atendimento presencial, exames ou outros procedimentos. Nessa rede, o assinante contará com benefícios e descontos exclusivos em produtos e serviços, gerando redução de custos na oferta dos cuidados indispensáveis ao pet, tais como banho, tosa, alimentação, consultas presenciais e exames, medicamentos, entre outros.

Clínicas, hospitais veterinários e lojas de produtos e serviços para pets interessadas em fazer parte da Comunidade Vet4All podem se cadastrar no site www.vet4all.com.br.  A adesão ao grupo de parceiros da startup é gratuita. Entre as condições para participar, estão oferecer e garantir vantagens e descontos exclusivos, qualidade do produto, do serviço e do atendimento para os clientes Vet4All. “Nós queremos firmar uma grande rede de assistência remota e descentralizada, disseminando o atendimento veterinário de qualidade e permitindo que chegue a pessoas que não teriam acesso de outra forma”, acrescenta Diniz.

Tutores que desejarem realizar o pré-cadastro para adesão ao Vet4All também podem acessar o site para receber novidades em primeira mão. Assim, também poderão estar entre os assinantes que vão participar da promoção de lançamento, válida para os 5 mil primeiros a aderirem ao serviço. Mais informações no site www.vet4all.com.br ou no perfil da plataforma nas redes sociais: @vet4all.

Usar o celular enquanto caminha, dentro do coletivo ou carro privado com a janela aberta é algo comum para os brasileiros, mas que pode facilitar a vida dos criminosos que furtam o aparelho desbloqueado para conseguir fazer transações bancárias. 

Segundo a Secretaria de Defesa Social (SDS), de janeiro a maio deste ano, Pernambuco registrou 11.680 roubos de celulares. Com o dispositivo sem o bloqueio de segurança, os bandidos conseguem acessar os e-mails, aplicativos de compras e os aplicativos dos bancos. 

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O advogado especialista em recuperação de crédito e fraudes digitais, Afonso Morais, aponta que a prevenção é a melhor solução para as pessoas que costumam usar o celular em público e não mantém certos cuidados na hora do manuseio. Com as facilidades proporcionadas pelo PIX, atualmente esse tipo de transação acaba sendo o "preferido" pelos criminosos. 

Por isso, o especialista aconselha que os usuários limitem o saque até R$ 500 durante o dia e até R$ 300 pela noite. Para as pessoas que têm compromissos mensais de pagamentos, Afonso sugere que os e-mails das pessoas que irão receber altos valores sejam cadastrados nas contas de forma antecipada. 

“Eu garanto que se ele fizer esse primeiro procedimento, diminuindo o valor que pode ser feito a transação, vai desmotivar muito (o criminoso), porque não vai dar muito ‘lucro’ pra ele e ele pode acabar sendo rastreado", diz.

A segunda e não menos importante coisa que as pessoas devem fazer é não manter nenhum código de acesso aos aplicativos no celular. "Se optar pelo reconhecimento facial, é ótimo porque fica mais difícil de ser quebrado. Procurem ao máximo não ter nenhuma informação guardada", salienta o advogado Afonso.

Os pernambucanos também contam, desde 2019, com o programa Alerta Celular. Com o cadastro, o proprietário do aparelho permite que, em caso de ser vítima de roubo ou furto, as polícias possam encontrar o item roubado. 

Como funciona?

Durante as abordagens policiais, os agentes verificam se o IMEI dos celulares encontrados corresponde a algum aparelho cadastrado no sistema e se há queixa de furto ou roubo. Por isso, também é necessário registrar o boletim de ocorrência na Delegacia pela Internet ou em qualquer delegacia física da Polícia Civil.

Como cadastrar?

O usuário deve acessar o site do programa disponibilizado pela SDS, fazer o cadastro e depois clicar no ícone Alerta Celular. No formulário, é preciso informar o IMEI (Identificador Internacional de Dispositivo Móvel), que é uma série de códigos numéricos que todo aparelho possui, com registro na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Esse número se obtém com uma consulta à nota fiscal ou à caixa do aparelho. Além disso, é facilmente encontrado usando o teclado do próprio celular: basta digitar *#06#, que o código aparecerá na tela (uma série de 15 dígitos).

E se as prevenções não derem certo?

As pessoas que tiverem o aparelho celular roubado e suas contas invadidas pelos criminosos devem, na mesma hora, ligar para as instituições financeiras e relatar que foi vítima. O advogado Afonso Morais assevera que, assim que comunicados do ocorrido, os bancos devem tomar as providências necessárias, bloqueando as transações feitas pelos bandidos e devolver os valores para as vítimas.

"Tem que ter o comprovante das transações, fazer um boletim de ocorrência, nem que seja digital, mais a reclamação junto ao banco", aponta o especialista. Ele detalha que é sempre importante gravar todas as conversas com os bancos para que - caso o problema não seja solucionado - processar as instituições financeiras por danos material e moral. 

Banco Central na cola dos bancos nas fraudes do PIX

No início deste mês, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que a autoridade monetária vai iniciar um processo de responsabilização de bancos nos casos de fraudes envolvendo o PIX.

"Então estamos apertando os bancos o máximo possível para que eles não tenham capacidade de ser hospedeiros de contas laranjas ou intermediárias. Inclusive, vamos começar o processo de responsabilizar os bancos se for feito uma fraude Pix, e eles tiverem uma conta laranja", disse Campos Neto durante audiência na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados.

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), em parceria com o Google, anunciou nesta terça-feira (7) a ampliação da ferramenta de emissão de alertas sobre desastre naturais no Brasil. A iniciativa é da Defesa Civil Nacional, por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad). 

A parceria da Defesa Civil Nacional com o Google na emissão de alertas públicos ocorre desde 2015, especificamente para avisos sobre alagamentos e inundações. Agora, foram disponibilizados sete novos tipos de alerta: enxurrada, deslizamento de solo, incêndio florestal, vendaval, granizo, chuva intensa e rompimento de barragem.

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Os alertas do Google são acionados quando o parceiro, no caso o Cenad ou outro órgão público - como o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) -, envia um novo aviso de possível desastre natural de grau moderado ou severo. Com isso, a informação fica disponível no topo da busca que o usuário faz sobre o assunto na plataforma. O alerta também é disponibilizado no aplicativo Google Mapas e, se quiser, o usuário pode acionar notificações pelo celular para receber os avisos. Se acessar o Google Mapas em uma área de risco, o usuário também será alertado da ocorrência. 

"A gente espera que, com essa expansão da parceria, possamos contribuir ainda para os esforços da Defesa Civil na distribuição de informação qualificada para a população e ajudar que mais pessoas sejam assistidas e que possamos salvar mais vidas", afirmou Luísa Phebo, gerente de parcerias do buscador do Google na América Latina.

O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas, explicou que o maior desafio atualmente não é gerar informação sobre alertas, mas fazer com que as pessoas tenham percepção dos riscos e adotem uma mudança de comportamento que possibilite a autoproteção e a proteção comunitária. 

"Um parceiro como o Google informando em tempo real, em todas as suas ferramentas possíveis, essas situações [desastres naturais] faz com que essa percepção do risco, esse raciocínio de autoproteção e proteção comunitária, seja continuamente estimulado".   

Os alertas são disponibilizados por meio de um cadastro na Interface de Divulgação de Alertas Públicos (Idap), em que as defesas civis estaduais e municipais podem enviar diversos avisos por meio de SMS, Telegram, TV por assinatura e pelo Google.

A União Europeia anunciou, nesta terça-feira (7), a lei que institui o padrão de cabos USB-C para aparelhos eletrônicos comercializados no território. A regra passa a valer a partir de 2024.

“De acordo com as novas regras, os consumidores não precisarão mais de dispositivo de carregamento e de cabo diferentes toda vez que comprarem um novo dispositivo”, apontou o comunicado da União Europeia.

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A Apple produz smartphones com entradas lightning, mas deve reformular toda a fabricação para não gastar com duas versões do mesmo produto. Segundo o The Verge, a empresa vendeu 56 milhões de iPhones na Europa e 241 milhões no mundo. 

O parlamento europeu também deve propor o incentivo a carregadores sem fio com recarga rápida até a vigência da nova regra. Como apontado pela nova lei, cerca de 11 mil toneladas de lixo eletrônico são geradas por carregadores inutilizados na Europa.

Contar a história da informática de consumo através dos "sucessos e fracassos" da Apple é o objetivo do criador do museu de produtos da marca, que acaba de ser inaugurado em Varsóvia.

"É a maior e mais abrangente coleção da Apple no mundo", disse Jacek Lupina, um arquiteto de formação e designer gráfico profissional de 56 anos, apaixonado pelos produtos da marca.

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Localizado em Fabryka Norblina, uma antiga fábrica de tijolos vermelhos convertida em centro comercial e de entretenimento no centro da capital polonesa, o Apple Museum of Poland exibe mais de 1.600 produtos da famosa empresa americana, obtidos em leilões em todo o mundo.

Perto da entrada, uma réplica do Apple 1, o primeiro computador pessoal comercializado em 1976 pelos fundadores da marca Steve Jobs e Steve Wozniak, repousa em sua caixa de mogno.

As 200 unidades originalmente fabricadas foram vendidas por US$ 666,66 como parte de um kit. Para montá-lo, o usuário precisava adicionar um gabinete, uma fonte de alimentação, um teclado e uma tela.

“Minha ambição era que os visitantes desse museu pudessem ver como era o começo, quão primitivo era, quão simples: a caixa Apple 1 era feita de madeira! Nada a ver com o que conhecemos hoje”, explicou Lupina à AFP.

Para montar seu exemplar, o colecionador entrou em contato com outros especialistas e utilizou componentes da época. Tudo isso exigiu quase três anos de esforços.

A placa-mãe foi assinada pessoalmente por Steve Wozniak durante sua visita à Polônia em 2018.

- Paixão avassaladora -

“Ele analisou todas as soldas, os componentes, gostou muito do design. Também me mostrou os aspectos que ele e Steve Jobs queriam modificar, mas não tiveram tempo”, disse.

Dezenas de computadores como Apple II, Lisa, Imac, Powermac, Macbook, Mac Pro ou mesmo iPhone, iPod, iPad, manuais de usuário, softwares e outros produtos do universo Apple estão expostos na grande sala.

Nas paredes há cartazes originais, incluindo os da famosa campanha publicitária "Think different" (pense diferente), de 1997, com Bob Dylan, Pablo Picasso, Mohamed Ali ou Albert Einstein.

Telas de vídeo e terminais interativos permitem que os visitantes mergulhem no universo Apple.

"Nos dois primeiros anos era uma espécie de amador, com algumas máquinas pelo prazer de olhar para elas, ter algo que eu não podia comprar antes porque era muito caro para alguém da Europa pós-comunista", lembrou Lupina.

Depois de algum tempo, os objetos começaram a invadir sua casa em Varsóvia, primeiro seu escritório e depois sua sala de estar.

"Vendi todos os móveis da sala, a mesa, as cadeiras, só deixei os sofás", contou com uma risada. Em 2017, abriu um primeiro museu em sua casa, que podia ser visitado com hora marcada.

Agora ele passa todo o seu tempo livre, às vezes noites inteiras, procurando leilões em diferentes fusos horários.

"Às vezes é uma luta dura, perdi recentemente um Imac para um colecionador da Holanda", lembrou.

Hoje, sua paixão lhe custa todo o seu dinheiro. "Não tenho poupança, não tenho pensão, só minha coleção".

O Instagram testa alterar o atual modelo dos Stories para perfis que publicam muito, como os de influenciadores. Para visualizar todo conteúdo postado por determinada conta, o usuário pode ter que habilitar manualmente a função.

Apenas três Stories ficarão expostos, independente de quantos foram feitos pelo perfil. Assim como já ocorre em conteúdos patrocinados, o usuário vai precisar clicar na função "Mostra Tudo", abaixo do nome da conta, para assistir a todo conteúdo. Outra barra vai indicar a quantidade de publicações feitas e que ainda podem ser vistas.

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Em fase de testes, o recurso teria a intenção de equilibrar o tempo gasto na rede a ainda não tem previsão para ser expandido. “Está em fase inicial de desenvolvimento e sendo testado com uma pequena porcentagem de pessoas na plataforma", apontou a empresa em comunicado.

 

Um experimento da Universidade de Cambrigde, na Inglaterra, deu mais um passo para ampliar o uso de energia limpa. Um sistema com algas foi desenvolvido por cientistas e abasteceu um microprocessador ininterruptamente por um ano.

Do tamanho de uma bateria AA, o sistema acomoda a espécie não tóxica synechocustis e gera corrente elétrica através da fotossíntese. A produção energética é captada por um eletrodo de alumínio e abastece um microprocessador Arm Cortex M0+. "Tem potencial como uma maneira confiável e renovável de alimentar pequenos dispositivos", apontou a instituição.

Divulgação

Baixo custo

Confeccionado com material reciclado, os cientistas esperavam produzir energia por algumas semanas, mas foram surpreendidos pelo resultado do experimento.

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"Isso significa que pode ser facilmente replicado centenas de milhares de vezes para alimentar um grande número de pequenos dispositivos como parte da Internet das Coisas", acrescentou.

Dependência da luz solar

O professor do departamento de Bioquímica Christopher Howe explicou que o sistema não funciona como uma bateria, pois ainda precisa de energia solar para a produção.

A Comissão de Juristas que elabora anteprojeto para o marco regulatório da inteligência artificial (CJSUBIA) promoveu nesta quinta-feira (12) uma série de audiências públicas para discutir o impacto da IA na formulação de políticas públicas.

Para os especialistas ouvidos, a legislação do setor terá que levar em consideração os riscos de vieses discriminatórios que possam contaminar sistemas automatizados.  Nos paineis realizados pela manhã, pesquisadores ligados à área de direitos humanos e causas sociais alertaram para o fato de que ferramentas tecnológicas não são neutras ou autônomas.

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Desenvolvidas dentro de contextos socioeconômicos e políticos estabelecidos, elas podem reproduzir relações de poder desiguais ou até práticas discriminatórias.  À tarde, a questão foi ilustrada por Bianca Kremer, professora de direito digital no Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP). Ela também integra a Coding Rights, organização não-governamental (ONG) que atua na promoção de direitos humanos na área tecnológica. 

Segundo Kremer, uma pesquisa realizada junto ao setor público brasileiro identificou 23 ministérios e agências federais que já usam, mesmo que em fase de testes, sistemas de inteligência artificial e machine learning para executar suas funções. 

"São entes públicos que fazem uso desses sistemas sem a presença de um panorama regulatório em vigor, sem aferição de riscos e pouco ou nada se sabe se eles têm análise de impactos de danos possíveis", criticou a professora. 

Para dar uma ideia da dimensão dos desafios nessa área, ela citou o exemplo de um projeto executado na província de Salta, na Argentina, em parceria com a Microsoft. Um sistema usado pelo governo local prometia identificar as crianças com maior risco de engravidarem na adolescência, para que fossem atendidas com políticas públicas específicas. Segundo Kremer, os parâmetros usados pelo sistema (etnia, local de moradia, número de pessoas na mesma casa) perpetuavam a estigmatização de mulheres pobres, levando a resultados “superdimensionados” e erros estatísticos “grosseiros”. 

 Em outro painel de audiências do dia, os palestrantes falaram sobre os desafios para aprimorar a confiabilidade dos parâmetros de sistemas de IA. Os convidados comentaram que a área tem aplicações muito amplas em vários níveis da tecnologia e está em constante evolução. Mesmo assim, ela não é uma “caixa-preta” e já há ferramentas avançadas para que os programadores compreendam melhor seus modelos. O passo fundamental é traduzir isso para os usuários. 

Renato Leite Monteiro, que trabalha com privacidade e produção de dados no Twitter, afirmou que o chamado “direito à explicação” já é possível no Brasil, a partir da Lei Geral de Produção de Dados. No entanto, segundo ele, esse direito deve ser ponderado junto a direitos de terceiros, como o sigilo comercial e a garantia da propriedade intelectual. 

"Queremos ajudar as pessoas a entender como as decisões algorítmicas são tomadas e nos responsabilizar publicamente. A nossa experiência recente sugere que, embora investir na melhoria da equidade dos modelos e fazer investimentos na explicabilidade seja importante, as aplicações mais impactantes de uma aprendizagem de máquina responsáveis podem vir da própria alteração do produto e do serviço, da abordagem ou da experiência das pessoas". 

Ele relatou que, em 2020, usuários do Twitter perceberam que o programa usado para o recorte automático de imagens não era capaz de identificar e centralizar rostos de pessoas negras. Monteiro explicou que a empresa produziu e publicou uma avaliação que concluía que havia enviesamento no algoritmo, e optou por não usar mais o programa. 

*Da Agência Senado

Agendada para julho após ser anunciada para fevereiro, a 14ª edição da Campus Party Brasil foi adiada mais uma vez. O evento foi remarcado entre os dias 11 e 15 de novembro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na Zona Norte de São Paulo.

A organização explica que o novo adiamento se deu pelo calendário aquecido de eventos em São Paulo no período e que a proposta é promover uma edição completa com Arena, Camping e Área Open.

--> Agravamento da Covid adia Campus Party Brasil para julho

Palestras

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O corpo de palestrantes será o mesmo do anúncio e contará com o neurocientista Dr. Fabiano de Abreu Agrela, membro da Society for Neuroscience e precursor em conceitos e descobertas sobre o excesso de redes sociais; Marcelo Lacerda, cofundador da Terra Networks, da F.biz, da Blue Telecom, da Magnopus e membro do conselho de várias organizações; Larissa Costa Coelho, fundadora do Instituto ISQV, formada na Metodologia da Terapia Clark Avançada, método que revolucionou a visão da saúde; entre tantos outros.

Reembolso

O público que já adquiriu o ingresso vai poder participar do evento normalmente. Porém, quem optar pelo reembolso, pode entrar em contato através do email brasil@campus-party.org ou do perfil @campuspartybra no Instagram.

O Rio de Janeiro receberá, em 2023, a conferência mundial sobre tecnologia Web Summit, tornando-se a primeira cidade fora da Europa a organizar uma edição do megaevento, informaram os responsáveis nesta terça-feira (3).

A edição brasileira da conferência, no entanto, não substituirá o evento anual realizado em Lisboa, Portugal, mas será um encontro adicional, detalhou o irlandês Paddy Cosgrave, fundador e diretor da Web Summit.

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"É um prazer trazer esta nova edição para uma das cidades mais icônicas do mundo", declarou Cosgrave durante uma videoconferência com o prefeito do Rio, Eduardo Paes.

"Os investidores internacionais estão olhando para a América Latina e para o Brasil em particular, interessados em algumas das startups mais atrativas da região", acrescentou Cosgrave, cujo evento deve reunir na Cidade Maravilhosa cerca de 10.000 pessoas entre os dias 1º e 4 de maio de 2023.

A Web Summit, criada em 2009, teve suas primeiras edições realizadas em Dublin e, a partir de 2016, em Lisboa. Suas conferências costumam contar com a presença de magnatas, como Elon Musk, e celebridades do calibre de Bono Vox, vocalista do U2.

O evento acontece sempre em novembro em Portugal e será mantido, "pelo menos até 2028", segundo os organizadores, que detalharam que o contrato com o Rio de Janeiro é de três anos, podendo ser renovado.

A empresa de Cosgrave já organizou conferências similares em outras cidades, mas não com o nome de Web Summit, como a Collision, em Toronto (Canadá), e a RISE, em Hong Kong.

"Queremos reforçar o papel do Rio como polo de inovação, criar empregos e oportunidades para os jovens", afirmou Paes, que espera um "impacto econômico de pelo menos 1 bilhão de reais" com a edição de 2023.

O Rio sediou os Jogos Olímpicos de 2016, a Copa do Mundo em 2014 e organizou outros eventos internacionais, como a primeira Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento em 1992, a Eco-92.

Startups da América Latina receberam em 2021 cerca de 19,5 bilhões de dólares em investimentos, três vezes mais que no ano anterior, segundo os números divulgados pelo Miami Herald citados por Paddy Cosgrave durante a videoconferência.

Quase metade desse montante (9,4 bilhões de dólares) teve como destino o mercado brasileiro, que tem nada menos que 27 "unicórnios", startups que alcançam um valor de mercado de 1 bilhão de dólares ou mais.

Uma delas, o banco digital Nubank, estreou em dezembro do ano passado na bolsa de valores de Nova York.

Clientes da Claro reclamam que estão sem sinal na manhã desta segunda-feira (2). Desde às 7h, o aviso "celular não registrado na rede" indica que os aparelhos estão sem acesso à internet e não completam chamadas. 

"O que está acontecendo com a Claro? Sem sinal, dependendo dela pra trabalhar. É porque as coisas já estão muito fáceis para os brasileiros né? Ninguém precisa da operadora. Todos estão em condições de tirar a segunda de folga! Palhaçada isso!", reclamou uma consumidora no Twitter.

O site DownDetector registrou o pico de 500 reclamações registradas contra a Claro às 10h.

Ainda sem prazo para restabelecer o serviço, a operadora confirmou a instabilidade e respondeu a um dos seus clientes nas redes sociais: “Verifiquei em meu sistema que já temos uma equipe tratando a falha na localidade para regularizar a cobertura o quanto antes”. 

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O aplicativo 'Minha Claro', que recebe queixas da empresa, também sofre inconstância, sobretudo em São Paulo e no Interior do estado. 

O novo aplicativo MeAlerta, criado em março deste ano, deve auxiliar o consumidor brasileiro a comprar medicamentos pelo preço mais justo oferecido no mercado. De acordo com os desenvolvedores do programa, o banco de dados interno do sistema registrou que a diferença no preço entre medicamentos iguais pode chegar a 186%. De julho de 2021 até março de 2022, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aplicou multas de R$ 15 milhões a farmácias infratoras que burlaram o PMC, frente ao novo reajuste federal de 11% nesses itens.

O app já foi baixado mais de mil vezes desde a sua criação. A lista disponível deve indicar qual o preço máximo que o consumidor deve pagar por determinado produto. Conforme a Lei 10.742 de 2003, as listas de preços de medicamentos podem ser obtidas com a Anvisa e nas farmácias e drogarias é obrigatória que ela esteja no balcão, ao alcance do cliente.

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“O MeAlerta foi criado com o objetivo de alertar aos seus usuários, o preço máximo que um medicamento pode ser vendido nas farmácias, um aplicativo que se destina a informar e fiscalizar os valores dos medicamentos, além de categorizar os remédios, por estados e cidades, de acordo com a informação e site da Anvisa e da lei 10.742 de 2003. Possibilita rapidez e eficácia ao consumidor, ao verificar o máximo que pode ser pago por um determinado medicamento”, informa Lucas Primo, inventor do MeAlerta e consultor de tecnologia.

Com dois cliques, o aplicativo permite acesso ao Preço Máximo ao Consumidor (PMC) do medicamento pesquisado, além da nova funcionalidade da evolução ou regressão do medicamento nos últimos 2 anos. O MeAlerta pode ser baixado gratuitamente nas lojas virtuais para Android e iOS.

O que é o PMC determinado pela Anvisa?

PMC é o Preço Máximo ao Consumidor, ou seja, o maior valor que um determinado medicamento poderá ser vendido nas farmácias. Infelizmente, nem todos os estabelecimentos seguem essa norma.

Vender medicamentos acima do PMC pode gerar multa

As farmácias terão de pagar R$ 4,2 milhões em multas aplicadas pelo Governo Federal por venderem medicamentos acima do preço autorizado, segundo a Anvisa. As multas foram aplicadas pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão interministerial ligado à Anvisa, responsável por fazer a padronização dos preços e fiscalização do setor.

No ano passado, a Anvisa multou em R$ 15,2 milhões empresas que burlaram a regra do preço máximo dos medicamentos. De acordo com a CMED, de julho de 2020 a março de 2021 foram instaurados 139 processos de sanção e aplicadas 64 multas aos agentes do setor farmacêutico que descumpriram as regras de preços. Por lei, farmácias, laboratórios, distribuidores e importadores de medicamentos não podem cobrar preço acima do permitido pela câmara. O documento divulgado no Diário Oficial da União (DOU) detalha 23 autuações com preços que variam de R$ 750,41 a R$ 2.133.502,96.

Para limpar a loja de aplicativos do Android, o Google alterou os desenvolvedores para, a partir 1º de novembro de 2022, ocultar e bloquear a instalação de programas que não estejam atualizados para as versões mais recentes do sistema operacional Android. 

A mudança afeta aplicativos abandonados ou os que não possuem as atualizações mais recentes do sistema de até dois anos antes. No caso, assim que o Android 13 chegar, no final do ano, todos os aplicativos na Play Store precisarão ser otimizados para o Android 11. Caso contrário, eles não estarão mais disponíveis para download e instalação. 

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Por que a mudança?

A mudança é para tornar a experiência para quem usa Android mais segura, uma vez que a loja de aplicativos do Google já foi alvo de críticas por abrigar programas que escondem malwares. A medida é uma forma dos desenvolvedores corrigirem eventuais falhas de segurança de seus apps. 

De acordo com o Google, a nova política traz “melhorias de privacidade, segurança e experiência do usuário”. “Os usuários com os dispositivos mais recentes ou aqueles que estão totalmente atualizados com os updates do Android esperam ter todas as proteções de privacidade e segurança que o Android tem a oferecer. Expandir nossos requisitos protegerá os usuários de instalar aplicativos mais antigos que podem não ter essas proteções em vigor", disse a empresa. 

 

Outras atualizações 

O novo requisito é uma das diversas atualizações de política anunciadas pelo Google na quinta-feira (7), e que entrarão em vigor até o fim de 2022. Uma outra mudança é a de que, a partir do dia 11 de maio, aplicativos com conteúdo que não são “globalmente apropriados” serão bloqueados para usuários em regiões onde o conteúdo é considerado ofensivo. 

Outras atualizações incluem mudanças na política de discurso de ódio da Play Store para banir apps que abriguem os discursos ofensivos relacionados a minorias e imigração. 

Recentemente a empresa removeu aplicativos da Play Store que coletavam secretamente informações dos usuários. Esses aplicativos, incluindo um leitor de QR code e um detector de velocidade, continham códigos maliciosos que roubavam dados de usuários. 

Por razões de segurança, caso você tenha aplicativos com dois ou mais anos sem atualização, procure alternativas ou versões mais recentes. Dá para ver a última atualização do aplicativo na página oficial dele na Play Store. 

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