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O Twitter anunciou, na última segunda-feira (25), uma nova iniciativa chamada "Birdwatch" para inscrever usuários na denúncia de desinformação na plataforma.

O Birdwatch será operado separadamente do Twitter e permitirá aos usuários identificar tuítes que podem conter informações falsas ou enganosas, explicou a rede social sobre seu novo esforço para remover conteúdo falso ou prejudicial.

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O projeto foi anunciado em um momento em que o Twitter e outras redes sociais estão sob pressão por não terem sido capazes de conter manipulação e desinformação sobre as eleições nos Estados Unidos, a pandemia da covid-19 e outros tópicos.

A medida visa "ampliar o leque de vozes que fazem parte da luta contra esse problema", disse o vice-presidente do Twitter, Keith Coleman, em uma postagem no blog.

"É por isso que hoje apresentamos o Birdwatch, um programa piloto nos Estados Unidos para uma abordagem do problema de informações enganosas conduzidas pela comunidade."

O Birdwatch permite que os usuários identifiquem informações em tuítes que eles acreditam ser enganosos e escrevam notas que fornecem contexto, explicou Coleman.

"Eventualmente, essas notas serão visíveis a todos os usuários quando houver um consenso de uma parte boa e diversa dos contribuidores."

O Twitter não forneceu maiores detalhes, mas acredita-se que o Birdwatch funcionará no estilo da Wikipedia, onde as informações são verificadas por várias fontes.

"Estamos procurando pessoas para testá-lo nos Estados Unidos", disse o Twitter em um tuíte. "Usaremos as notas e seus comentários para moldar este programa e aprender como atingir nosso objetivo de fazer com que a comunidade do Twitter decida quando e que contexto é adicionado a um tuíte."

A rede social bloqueou, após o assalto ao Capitólio em 6 de janeiro, a conta do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, acusado de insuflar a violência.

Para que a população acompanhe o avanço das fases do Plano Recife Vacina, a partir desta terça-feira (26), o aplicativo Conecta Recife passa a disponibilizar a ferramenta 'Vacinômetro'. A Prefeitura estima que 9.971 integrantes do grupo prioritário já receberam a primeira dose da CoronaVac no município.

Após baixar a plataforma na loja do smartphone, os usuários terão acesso ao número de doses recebidas, ao total de pessoas já imunizadas por Distrito Sanitário, ao relatório diário da campanha, além das aplicações feitas por grupos prioritários.

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O canal de denúncias "Respeite a Fila", também incluso no aplicativo Conecta Recife, foi disponibilizado com objetivo de incentivar a população na fiscalização da campanha. A Administração e o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) firmaram parceria para que as reclamações sejam devidamente apuradas e as medidas cabíveis aplicadas. 

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Não é errado dizer que o Facebook foi a rede social mais importante da última década. No Brasil, a plataforma que substituiu o Orkut, começou a se tornar popular em meados de 2010 e chegou a ser palco de grandes declarações de amizades e de discussões acaloradas em épocas de eleição. Porém, a rede criada por Mark Zuckerberg não está mais no seu apogeu e muita gente vem parando de usar seu perfil pessoal para alguma coisa além de conferir os aniversários de amigos.

Se você faz parte do grupo que quer abandonar definitivamente o Facebook, seja por desconfiar do tratamento dado aos seus dados pela plataforma ou, simplesmente, porque enjoou do formato, confira nosso tutorial para excluir definitivamente a sua presença na rede.

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A primeira coisa que você precisa fazer é salvar os seus arquivos. Por muito tempo o Facebook guardou quase todas as informações pertinentes relacionadas à sua conta , como suas fotos, sessões ativas, histórico de bate-papo, endereços IP, dados de reconhecimento facial e quais anúncios você clicou, entre outros. Se você não quer perder nenhum desses dados siga os seguintes passos.

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1. Antes de tudo é preciso acessar o seu perfil. No canto superior direito da página, clique na seta “para baixo” para acessar o menu.

2. Vá para “Configurações e privacidade” e em seguida acesse o painel de “Configurações”.

3. Você será levado a outro menu. Na coluna da esquerda, clique em “Suas informações do Facebook” e, logo após, em “Baixar suas informações”, no centro da tela.

4. Por fim, o Facebook vai mostrar todas as informações pessoais guardadas na plataforma, divididas por categorias. Você pode selecionar quais informações deseja baixar ou pode apenas baixar todas. No topo da página, há listas suspensas que permitem criar um intervalo de datas (se desejar), fazer download de seus dados em HTML ou JSON e escolher entre alta, média ou baixa qualidade de mídia. Quando estiver selecionado o que for de seu interesse, clique em “Criar arquivo”. O Facebook vai notificar você por e-mail quando seu arquivo estiver pronto.

Após receber a confirmação de que seus arquivos estão salvos e seguros você pode, finalmente, excluir a sua conta. É importante frisar que depois de deletado, o perfil não poderá ser recuperado. Para seguir com o processo de exclusão siga os passos:

1. Repita os passos 1 e 2 para salvar os dados;

2. Ao invés de clicar em "baixar suas informações", role até o final da tela e clique em “Desativação e exclusão”. Aqui, você pode escolher entre desativar temporariamente sua conta ou excluí-la permanentemente.

3. Para excluí-la, clique em “Excluir conta”. Mais uma vez a plataforma tentará demover você da decisão. Você terá outra chance de baixar seus arquivos ou escolher a desativação em vez de deletar o perfil. Após clicar em “Excluir minha conta”, seu perfil ficará inacessível para outros usuários do Facebook. 

Apesar disso, a ação não acontece na mesma hora. A empresa atrasa a exclusão em alguns dias após o pedido. Se você efetuar login novamente durante esse período, sua solicitação para deletar a conta será cancelada e você terá que refazer o processo. Comentários deixados em postagens de outras pessoas ainda podem aparecer mesmo depois de deletar o perfil. O Facebook também afirma que cópias de certos itens, como registros de log, permanecerão em seu banco de dados. 

O projeto de um aplicativo de celular para alfabetização, desenvolvido por quatro alunas da Universidade de São Paulo (USP), conquistou o primeiro lugar em uma competição internacional promovida pela Arizona State University, nos Estados Unidos. O programa, criado pelas estudantes do curso de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, foi premiado na categoria Comunicação de Impacto.

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O projeto do aplicativo é direcionado para pessoas que podem ler sentenças curtas, escrever o próprio nome, mas são incapazes de ler livros – conhecidos como analfabetos funcionais. A solução também poderá ser útil para os que são completamente analfabetos, ou seja, não conseguem ler ou escrever nem uma palavra. Nesse caso, eles precisarão de apoio – de familiares ou de professores.

“Quem aprendeu a ler e escrever desde pequeno não consegue enxergar que esse processo de aprendizagem se torna um grande desafio quando você é adulto”, destaca Luiza Machado, uma das alunas que desenvolveu o aplicativo.

Segundo as alunas, o primeiro desafio encontrado foi saber se os analfabetos funcionais poderiam utilizar o celular. Mas as estudantes encontraram diversas pesquisas sobre o assunto que mostraram, por exemplo, que mais de 80% deles usam o WhatsApp, especialmente porque têm a opção de enviar mensagens de voz.

Com isso em mente, o projeto, chamado de ABC, foi moldado de forma a ajudar na alfabetização por meio de vídeos e dicas. Será possível também avaliar o progresso do aprendizado respondendo a questões e realizando exercícios. “A proposta é que os usuários possam aprender escolhendo as lições segundo seus temas de interesse”, conta Luiza.

 

O novo desafio das quatro alunas – Luísa Moura, Ana Laura Chioca Vieira, Marina Machado e Luiza Machado – é, em 2021, colocar o projeto em prática . Para isso, as estudantes estão buscando trocar experiências com quem já desenvolveu aplicativos e com especialistas na área de educação. Para entrar em contato, o interessado pode enviar e-mail aplicativoabc@gmail.com.

 

 

Esta semana, o Facebook informou que vai mudar as regras de privacidade do WhatsApp. O mensageiro passará a compartilhar dados com a empresa de Mark Zuckerberg. Com isso, cerca de 2 bilhões de usuários podem perder o acesso à plataforma caso não concordem com suas novas diretrizes, que envolvem  acesso aos contatos e informações de perfil, com exceção do conteúdo de mensagens, a partir do dia 8 de fevereiro.

A intenção da empresa é conseguir rentabilizar a ferramenta ao permitir que anunciantes do Facebook consigam contatar seus clientes através do mensageiro, ou mesmo vendam seus produtos diretamente no WhatsApp, prática que já acontece na Índia. De acordo com a empresa, os dados poderão ser compartilhados entre a plataforma e outros aplicativos do Facebook, incluindo Instagram e Messenger. 

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A notícia fez uma série de usuários desinstalar o app e procurar outras alternativas para se conectar com seus amigos e familiares. Se você também está pensando em dar adeus ao WhatsApp confira nossas dicas de aplicativos que podem substituir o mensageiro. 

Telegram 

Concorrente direto do WhatsApp, o mensageiro russo é a opção mais popular, com mais de 400 milhões de usuários ativos. Com uma criptografia de ponta, que já teve até prêmio para quem conseguisse quebrá-la, o mensageiro funciona em diversas plataformas (Android, iOS e PC). Para os interessados em máxima privacidade, o Telegram ainda oferece os Chats Secretos, em que é possível programar mensagens para se autodestruirem nos dois dispositivos.

Wire 

Com sede na Suíça e servidores na União Europeia, o Wire também oferece criptografia de ponta a ponta no compartilhamento de mensagens. No app, não é preciso compartilhar o número de telefone com outras pessoas porque ele permite a criação de um nome de usuário para se conectar. Também é possível realizar chamadas, compartilhamento de fotos, vídeos, arquivos, GIFs, desenhos e mais.Funciona para Android, iOS e PC. 

Signal

Elogiado pelo próprio Elon Musk, o Signal também oferece criptografia ponta a ponta para garantir a privacidade de seus usuários. Sem publicidade e sem rastreadores - como pretende fazer o Facebook com o WhatsApp. Depois do Telegram, ele é a aposta mais forte de migração para os usuários que estão insatisfeitos com o caminho traçado por Zuckerberg. Disponível para Android e iOS.

Wickr Me

Apesar de não ter versão em português o app também possui criptografia de ponta para o envio de mensagens. Apesar disso, o mensageiro oferece configurações básicas, com grupos de até 10 pessoas, chamadas de vídeo e mensagens que se autodestroem. Também promete ser livre de anúncios. 

A popularização das redes sociais, principalmente do Instagram, levou muita gente a se interessar cada vez mais por fotografia. Até mesmo smartphones top de linha oferecem lentes poderosas para agradar usuários que apreciam registrar cada momento. Porém, nem todo mundo é um profissional. Para celebrar o Dia do Fotógrafo, comemorado nesta sexta-feira (8), separamos três aplicativos que prometem transformar as suas imagens como se elas tivessem sido tiradas por um profissional.Confira:

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VSCO

O VSCO foi um dos primeiros apps de edição que se popularizou entre os usuários do Instagram. E não é pra menos. Além dos filtros pré-definidos, que podem ser separados por temas como quente, frio, vibrante, dentre outros, o aplicativo tem ferramentas que mexem no contraste, textura, tom de pele, e vários detalhes. Ele pode até mesmo sugerir o melhor filtro para a foto selecionada.

Além dos recursos de edição, o VSCO também possui um layout no estilo rede social. Dentro do app, é possível visualizar a edição de outras pessoas na home, salvar imagens como favoritas, pesquisar por hashtags e criar a sua própria galeria. Possui duas versões, uma paga e outra gratuita, para Android e iOS.

Adobe Lightroom

Queridinho dos fotógrafos, esse aplicativo eleva o nível das edições de imagem por conta de ferramentas que se assemelham a versão do photoshop para PC. Ele permite que você possa tirar fotos do próprio aplicativo ajustando a exposição, o ISO, velocidade do obturador, entre outras coisas. Além disso, é possível editar brilho, contraste, fazer efeitos de realce e até remover objetos e manchas da pele, para quem investir na versão PRO. Ele também está disponível para Android e iOS.

A Color Story

Apesar de não ser um aplicativo de edições complexas de fotos, a ferramenta auxilia para uma nova febre quando se trata de edição de imagens: os filtros. Para quem quer o feed do Instagram todo em uma paleta de cores personalizada, ou necessita criar uma edição mais visual de suas fotos para outras redes sociais, o app pode ajudar. Ele tem mais de 400 filtros, separados por coleções para deixar as imagens em um estilo personalizado.

Há ainda uma função que permite organizar o feed do Instagram antes de postar, para ajudar o usuário a visualizar e programar as mudanças. Apesar de poder ser baixado gratuitamente tanto para Android, quanto iOS, A Color Story tem poucas funcionalidades gratuitas, sendo mais útil para seus usuários enquanto ferramenta paga.

A principal holding de mídia da Rússia, a Gazprom-Media, lançará um aplicativo semelhante à rede social TikTok, desenvolvido com o apoio de uma fundação dirigida por uma das supostas filhas do presidente Vladimir Putin.

Nesta quarta-feira (23), o jornal Kommersant citou Alexander Zharov, CEO da Gazprom-Media, dizendo que o aplicativo foi desenvolvido com o apoio da fundação Innopraktika, liderada por Katerina Tikhonova, uma das supostas filhas de Putin.

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Ele acrescentou que a holding - propriedade da gigante estatal de energia Gazprom - comprou um serviço chamado "Ya Molodets" ("Sou genial").

A Gazprom-Media "usará o software do projeto para acelerar a criação de um novo serviço de vídeo para blogueiros russos", disse Zharov, acrescentando que será lançado em dois anos.

O aplicativo permitirá a produção de vídeos curtos, semelhantes à rede social chinesa TikTok.

Zharov assumiu a Gazprom-Media no início deste ano, depois de deixar o cargo de chefe do Roskomnadzor, o regulador de mídia russo, que estava por trás do bloqueio fracassado do serviço de mensagens Telegram.

A Gazprom-Media é uma das maiores organizações de mídia da Rússia, dona de alguns dos canais de televisão mais assistidos e uma variedade de estações de rádio.

No início deste mês, Zharov anunciou que a Gazprom-Media lançaria dois sites semelhantes ao YouTube nos próximos dois anos, um dos quais será uma versão atualizada do serviço de transmissão ao vivo Rutube, uma plataforma voltada para falantes de russo que a Gazprom-Media adquiriu em 2008.

Na quarta-feira, Zharov disse que a holding estava trabalhando há "cerca de um ano para modernizá-la".

Nos últimos anos, o YouTube se tornou uma plataforma cada vez mais popular entre os jovens russos. Também se tornou uma fonte de notícias independente e uma alternativa aos principais canais de televisão, em sua maioria sob controle estatal.

O aplicativo de mensagens WhatsApp anunciou nesta terça-feira (8) a introdução de um novo recurso que facilitará a realização de compras em conversas com contas comerciais.

"Com o carrinho, as pessoas podem explorar o catálogo, selecionar diversos itens e enviar o pedido por mensagem para a empresa", explicou o WhatsApp em seu blog, onde anunciou a disponibilidade da função em todo o mundo a partir desta terça.

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"Bem a tempo para as compras de fim de ano. Boas compras no WhatsApp!", acrescentou o aplicativo, que pertence ao Facebook.

Com a nova funcionalidade, ele busca atrair comerciantes e empresas para o WhatsApp Business - versão empresarial do app que já tem 50 milhões de contas - para gerenciar pedidos e transações com clientes.

Também quer incentivar seus 1,5 bilhão de usuários individuais em todo o mundo a fazer compras no aplicativo.

Desenvolver o comércio em seu sistema de mensagens é fundamental para o WhatsApp. Apesar de seu uso generalizado, ele é gratuito, não gera dinheiro com publicidade e não possui sistema integrado de pagamento.

Na última sexta-feira, o mensageiro se lançou no promissor mercado de pagamentos móveis da Índia, onde gigantes como Google e Alibaba já atuam. O sistema WhatsApp Pay, que permite receber e enviar dinheiro pela plataforma, estreou em um país com mais de 400 milhões de usuários.

O Spotify disponibilizou a retrospectiva musical de seus usuários. A “experiência Wrapped”, como é chamada, traz de forma personalizada um resumo das atividades feitas na plataforma com ranking de artistas, músicas e podcasts mais ouvidos, além de outras curiosidades. Ela pode ser acessada no aplicativo mobile (disponível em iOS e Android) ou até mesmo vista em um site especial criado para ampliar a experiência.

Ao abrir o aplicativo o usuário vai perceber que o botão para a retrospectiva se encontra logo na aba inicial. Porém, após conferir toda a experiência criada pela empresa, o atalho some e passa a ficar escondido na ferramenta. Veja como encontrá-lo.

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1. Vá até a aba Buscar

2. Role a barra de rolagem até encontrar o card “retrospectiva 2020”

3. Clique no card que fica no topo

O primeiro parque temático "Super Mario" será inaugurado em fevereiro na cidade de Osaka, anunciou nesta segunda-feira (30) o Universal Studios Japan.

Com um castelo do Bowser da vida real e uma atração interativa "Mario Kart", o parque deveria ter sido inaugurado em julho de 2020, antes dos Jogos Olímpicos de Tóquio.

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Mas a aguardada zona "Super Nintendo World" no Universal Studios Japan (USJ) foi adiada pela pandemia de coronavírus, assim como os Jogos Olímpicos, remarcados para 2021.

Os fãs da Nintendo poderão agora visitar a atração a partir de 4 de fevereiro, embora as fronteiras do Japão estejam fechadas para quase todos os turistas estrangeiros há meses e nenhum plano para aliviar as restrições tenha sido anunciado.

Esta é a primeira incursão da gigante dos jogos eletrônicos nos parques temáticos. O USJ chama o local de "terra de imersão com mundos, aventuras e personagens lendários da Nintendo, onde os visitantes poderão jogar dentro de seus jogos favoritos da Nintendo".

Os fones de ouvido de realidade aumentada são uma característica de algumas atrações, enquanto uma pulseira conectada ao smartphone permite aos visitantes coletar moedas e objetos virtuais, como nos populares jogos de "Super Mario". Também há um passeio baseado no simpático dinossauro verde Yoshi.

A Black Friday acabou e muita gente aproveitou para realizar diversas compras com os grandes descontos que pipocavam na internet. Porém, apesar das ofertas tentadoras, todos os anos muitos consumidores acabam caindo nas chamadas Black Fraudes e encontrando problemas após o período de promoções. Para te ajudar a não sair no prejuízo e fazer valer os seus direitos de consumidor, confira nossas dicas para resolver qualquer pepino encontrado após a última sexta-feira (27).

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Desconto maquiado

De acordo com o Procon-SP, o campeão de reclamações deste ano foi o desconto maquiado, que acontece quando a redução oferecida sobre o valor do produto ou serviço não é real. Para quem viu a oferta tentadora, mas na hora da compra percebeu que a promoção não foi aplicada, é possível recorrer e exigir que o produto saia pelo preço e condições anunciados.

Para isso o consumidor tem que comprovar a oferta e a discrepância no valor. Isso pode ser feito tirando um print da página e enviando para a loja ou para o Procon da sua cidade. Por fim, em casos de desconto não aplicado e percebido após o final da transação de compra, há sete dias para cancelar o pedido e receber o dinheiro de volta, direito que é previsto no Código de Defesa do Consumidor (CDC). 

Falta no estoque

Para quem comprou o produto, mas posteriormente recebeu a notícia de que a loja não tem mais nenhuma unidade no estoque, o artigo 35 do CDC explica o que pode ser feito. O comprador pode: exigir que o produto seja entregue; trocar por outro produto equivalente; ou desistir da compra e ter o seu dinheiro de volta, incluindo o valor pago pelo frete. 

Se a falha na logística do produto fez com que o prazo da entrega ultrapassasse o fornecido pelo estabelecimento, antes da notícia da falta no estoque, o consumidor também pode ir à Justiça e pedir um valor por Perdas e Danos, que foram causados pela demora. Tudo isso precisa ser documentado, ou seja, é importante guardar e-mails, prints e toda a comunicação feita com o e-commerce.

Demora na entrega e produto diferente 

No caso de produtos que demoram dias a mais do prazo de entrega (e ainda constam como disponível) ou que foram entregues, mas não se parecem com o ofertado na loja virtual é possível, nesses dois casos, pedir o reembolso total do valor do produto. O prazo de devolução para aqueles que não supriram a expectativa do cliente o período de troca é de sete dias da data do recebimento. 

Para cada uma das situações o Procon orienta tentar resolver primeiro com o estabelecimento, mas denúncias podem ser feitas tanto no site do órgão, quanto na página do Ministério da Justiça: consumidor.gov.br.

O combate à violência doméstica ganhou hoje (26) um aplicativo (app) que vai facilitar o envio direto de pedidos de medida protetiva aos órgãos competentes, sem precisar recorrer a advogados ou intermediários. O Maria da Penha Virtual foi criado por uma equipe de estudantes de direito e de tecnologia do Centro de Estudos de Direito e Tecnologia (Ceditec), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A equipe é liderada pela professora e vice-diretora da Faculdade Nacional de Direito da UFRJ, Kone Prieto Furtunato Cesário, e o aplicativo será implementado pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Coem), vinculada ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).

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As mulheres que estejam em situação de violência doméstica podem usar o aplicativo Maria da Penha Virtual para encaminhar seus pedidos a uma das juízas especializadas do Juizado da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher da Capital.

Inicialmente como projeto piloto, o aplicativo atenderá apenas as mulheres que sofrerem violência no município do Rio de Janeiro, mas, em breve, deverá ser estendido a todo o estado. Isso vai ao encontro do entendimento do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, para quem a tecnologia serve de alicerce para que os tribunais alcancem as metas de satisfação e usos tecnológicos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O lançamento, nesta quinta-feira, foi durante evento virtual organizado pela Escola da Magistratura do Rio de Janeiro. A equipe de universitários, que criou a tecnologia, cedida para o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), fez uma apresentação para mostrar como o aplicativo funciona e reforçou a importância da integração da universidade com o Judiciário.

A violência doméstica é um problema enfrentado por mulheres de todas as idades, classes sociais e não se limita às agressões físicas. Não foram poucos os relatos de mulheres que passaram por relacionamentos abusivos que provocaram impactos psicológicos e morais. Em muitos casos, este foi um fator que impediu a denúncia da vítima, muitas vezes, coagida e cercada pelo agressor.

A Lei Maria da Penha, sancionada em 7 de agosto de 2006, define, entre outras aplicações, a punição adequada aos agressores. A legislação foi criada para reduzir os casos de violência doméstica contra mulheres.

 

No mês da Consciência Negra, a TIM lançou o aplicativo de teclado consciente para alertar aos usuários sobre o uso de palavras preconceituosas. A novidade é gratuita e pode ser baixada em Android e iOS, independente da operadora.

O teclado explica a origem dos termos racistas e propõe alterações. Como explica a própria operadora, “a ferramenta fica visível no momento que o usuário digita seus textos em redes sociais ou aplicativos de comunicação, e destaca automaticamente palavras e expressões consideradas inadequadas. Ao clicar em cima desses termos, o Teclado Consciente TIM explica por que são considerados racistas e oferece opções para a sua substituição — tal como um corretor ortográfico social".

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A TIM, que também destinou 50% das vagas de estágio para pessoas negras, tem a cantora IZA como embaixadora e fez parceria com 12 influenciadores para expandir o recurso. Os destaques são o humorista Yuri Marçal; Gleici Damasceno, campeã do BBB18; a pesquisadora Winnie Bueno; Murilo Araújo, do canal Muro Pequeno; o fotógrafo Roger Cipó e a cantora Lellê.

"Retirar expressões racistas do nosso vocabulário reforça a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro e construir um futuro sem preconceitos”, acrescentou a diretora de Advertising e Brand Management, Ana Paula Castello Branco.

Um dos aplicativos mais importantes nessas Eleições, o e-Título permite uma série de facilidades durante o período eleitoral. Além de servir como título de eleitor no dia da votação, a ferramenta também fornece o local e a seção de voto, a possibilidade de requerir uma justificativa de ausência e até mesmo de acompanhar o resultado da eleição. Se você quer saber tudo o que ele oferece e se preparar para as eleições municipais que acontecem no dia 15 de novembro, confira abaixo:

Primeiros passos

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A primeira coisa que você tem que fazer é baixar o aplicativo. O e-Título está gratuito tanto para iOS quanto para Android e o download pode ser feito para smartphones ou tablets;

Para o primeiro acesso basta informar o número do CPF ou do título eleitoral. Em seguida o app pedirá para que você cadastre uma senha de acesso, que pode ser substituída pela validação biométrica se essa funcionalidade estiver disponível no seu aparelho. Toda vez que você acessar o aplicativo ele pedirá essa senha.

Na página inicial é onde ficam as informações principais como o número do título, sua foto, zona e seção de voto, dados pessoais e um QR Code usado na hora da votação para identificar o eleitor.

Na segunda aba fica guardado o local de votação, que pode ter a geolocalização ou apenas o endereço. Na terceira guia estão as notificações, mensagens do TSE para informar o eleitor. Essas informações são automáticas.

Outras opções

Na guia "Mais opções", no canto direito do e-Título, está a consulta de débitos, em que é possível emitir a guia de pagamento dos débitos mais comuns com a Justiça Eleitoral. Após liquidar a dívida, o eleitor deverá proceder como de costume para comprovar a quitação do débito. Outras funções disponíveis são:

Cadastro de mesário voluntário; 

Emissão de certidão de quitação eleitoral e de crimes eleitorais;

Consulta de locais de justificativa;

Justificativa do voto, a partir do domingo de eleição (15 de novembro);

Consulta de local de votação para terceiros. Podendo ajudar até cinco familiares ou amigos a encontrar o local de votação.

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As eleições municipais estão cada vez mais perto e, para te ajudar a passar por esse período cheio de jingles e promessas, trouxemos três aplicativos essenciais durante o período eleitoral, principalmente, para quem gosta de fiscalizar os candidatos. E-título, Pardal e o próprio WhatsApp estão trabalhando junto com o Tribunal Superior Eleitoral para esclarecer todas as dúvidas de quem vota e de quem vai trabalhar nas eleições. Confira abaixo como esses aplicativos funcionam:

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E-título

O primeiro aplicativo da lista é uma mão na roda para você que vai votar e não quer levar o título de papel, principalmente neste período de pandemia. Ele serve como documento oficial na hora da votação, além de fornecer outras informações eleitorais como o número do seu título de eleitor, local de votação, comprovante de quitação eleitoral e mais. Com ele também é possível fazer o requerimento de justificativa de ausência, caso você não esteja na sua cidade na hora do voto, basta cadastrar uma senha e ter feito a biometria.

Pardal

Também é um aplicativo oficial da Justiça Eleitoral. O pardal serve para transformar o cidadão em um passarinho, como o próprio nome já diz, de olho em tudo o que acontece durante as eleições. Por ele é possível denunciar irregularidades enviando fotos, vídeos  e relatos de propaganda irregular, além de crimes como compra de votos e muito mais. Na ferramenta existem orientações para o usuário entender o que os candidatos podem e o que não podem fazer durante o período eleitoral.

Há um espaço para denúncia no rodapé da ferramenta em que é necessário responder um questionário com objeto da denúncia (partido, coligação ou candidato). Ao escolher o candidato, por exemplo, uma lista com o nome de cada um dos futuros parlamentares aparece para você não errar nem na hora de votar, nem de denunciar. 

WhatsApp

O Facebook fechou diversas parcerias com o TSE durante as eleições e o WhatsApp não ficou fora dessa. O mensageiro é um grande aliado do Tribunal nessas eleições e passa a ter até mesmo um chatbot dentro da plataforma que tira dúvidas de eleitores e mesários, além de checar se notícias relacionadas ao período eleitoral são de fato verdadeiras.

Por fim, disparos de mensagens em massa, seja de propaganda ou suspeita de fake news, feitos usando o mensageiro também poderão ser denunciados ao TSE pelo site do órgão ou por meio de um link que leva ao formulário de denúncia dentro do E-título. Este formulário fica disponível até o dia 19 de dezembro. Todos os três aplicativos são gratuitos e estão disponíveis para Android e iOS.

O primeiro jogo de batalha naval, feito em um tabuleiro, foi comercializado na década de 1930. Antes disso, a diversão, que consiste em encontrar navios inimigos (e submarinos também) e derrubá-los com “bombas”, era feita com papel, caneta e alguns quadrados desenhados. Quase 100 anos depois, o combate aquático ganhou muito mais do que uma atualização com World of Warships, que pode ser considerada a versão moderna do clássico jogo. Por isso, se você gosta de jogos de estratégia ou passou muitas horas da sua infância jogando batalha naval confira o tutorial que preparamos para afundar todos os seus futuros inimigos neste game que traz mais de 350 navios históricos para você dominar os 7 mares. 

1 - Foi dada a largada

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Para jogar World of Warships no computador, basta criar uma conta e instalar o client da Wargaming.O download pode ser feito no site oficial e o game, além de ser gratuito é totalmente em português. 

2 - Vá para o mar

No começo, há apenas um navio desbloqueado, e só se pode jogar contra a Inteligência Artificial, em um único modo de batalha. Em comparação com jogadores online, os bots são mais fáceis de serem derrotados. Ideal para se acostumar com os comandos do jogo que envolvem o tempo de reação do deslocamento do navio e da velocidade de movimento de seus canhões, por exemplo. 

Além disso, antes de cada disparo, é necessário prever o alcance de suas armas e a trajetória balística com base na posição e no movimento do navio adversário. Neste caso, a visão binocular (tecla Shift do teclado) é altamente recomendada, tornando a mira muito similar a um jogo FPS (Tiro em Primeira Pessoa).

3 - As 11 nações

Ao completar as etapas iniciais, você poderá jogar as demais modalidades de World of Warships, inclusive online com outros jogadores. Ao todo, há 11 nações representadas em World of Warships e quatro classes de navios que tornam as batalhas mais balanceadas e estratégicas: porta-aviões, cruzadores, contratorpedeiros e encouraçados. Com exceção dos níveis de cada ramificação de navio, não há um mais forte do que o outro, então explore todas as classes e jogue com qual preferir.  

4 - Economia e progresso

No jogo existem quatro tipos de moedas: créditos, dobrões, experiência e recursos. Os três primeiros estão sempre visíveis no canto superior direito do menu, para que você nunca os perca de vista. Veja abaixo como conseguir e usar cada um deles:

Crédito: principal moeda de World of Warships, pode ser usada para desbloquear os ramos tecnológicos dos navios, itens consumíveis, módulos, upgrades e treinamento de comandantes, bem como para restaurar e reabastecer navios após cada batalha. O crédito é adquirido simplesmente jogando, após batalhas (resultados melhores geram mais créditos), concluindo campanhas, missões especiais, abrindo contêineres ou comprando por meio da moeda premium.

Dobrões: é a moeda premium do jogo. Serve para desbloquear itens mais exclusivos e comprar créditos, experiência, navios premium, promover um comandante etc. Podem ser obtidos diretamente na loja interna, por meio de códigos promocionais, alcançando classificações em Batalhas Classificatórias, completando missões no jogo e até via presente de outros jogadores.

Experiência: a experiência do navio serve para evoluir o nível da sua frota. Quando todos os avanços tecnológicos de um navio são desbloqueados, você recebe a experiência de elite, que só pode ser gasta em navios que alcançaram o mesmo nível de atualização. Há, ainda, a experiência básica, obtida pelos navios em batalha; a experiência gratuita, compartilhada entre todos os navios; e a experiência do comandante, utilizada para aprimorar os comandantes dos navios.

Recursos: consistem em carvão, aço e petróleo. Os dois primeiros podem ser obtidos ao concluir atividades no jogo ou por meio de contêineres, e são usados para atualizar navios e acoplar novos equipamentos. Já o petróleo só pode ser ganho por meio de batalhas entre clãs, e serve para aumentar os recursos do próprio clã.

5 - Uma franquia - múltiplas plataformas

Além do PC é possível jogar o game em outras plataformas como PlayStation 4 e Xbox One, e no World of Warships Blitz, nos dispositivos móveis iOS e Android.

A próxima versão do WhatsApp finalmente dará aos seus usuários a oportunidade de entrar em contato com a equipe de suporte do aplicativo em um chat especial.

Segundo o portal WABetaInfo, os desenvolvedores do aplicativo de mensagens do Facebook prepararam uma versão de atualização que inclui a nova funcionalidade para testes.

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No menu de configurações da versão beta do aplicativo 2.20.202.7 para o sistema operacional Android, aparecerá uma nova opção em que o usuário poderá criar uma solicitação. Nesta nova área, há informações sobre o aparelho do usuário e é possível descrever o problema técnico, o que ajudará o WhatsApp a investigar a origem do erro.

Em seguida, a pessoa receberá uma mensagem do suporte técnico do aplicativo em um chat especial, onde poderá falar com um funcionário da empresa. Quando a conversa terminar, o chat será encerrado automaticamente.

O recurso está em desenvolvimento, então ainda não se sabe quando estará disponível para todas as pessoas.

Até o momento, para entrar em contato com o suporte do WhatsApp era necessário enviar um e-mail, o que às vezes era inconveniente, pois na maioria das vezes os usuários, que só queriam relatar um erro, recebiam uma resposta automática.

Da Sputnik Brasil

Intensidade de sangramento, dor, emoções, libido. Marion, de 26 anos, é uma das milhões de mulheres em todo mundo que usam um aplicativo de monitoramento do ciclo menstrual, um mercado em expansão que levanta muitas questões, principalmente sobre a proteção da privacidade.

"Se estou de baixo-astral, ou com grande sensibilidade, abro (o aplicativo) e vejo rapidamente se é por causa do meu ciclo", explica Marion.

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O "MenstruTech" é o nome que a jornalista francesa Lucie Ronfaut deu a este ramo do mais amplo "FemTech", o mercado de serviços tecnológicos ligados à saúde da mulher que pode gerar 50 bilhões de dólares em 2025, de acordo com a agência Frost & Sullivan.

Algo que investidores como Max Levchin, um dos cofundadores do PayPal, que lançou o aplicativo Glow, não esqueceram.

Quando a Apple lançou seu aplicativo Health em 2014, nenhum rastreamento de ciclo menstrual estava previsto. Foi integrado um ano depois. E, desde então, os aplicativos floresceram.

Alguns propõem, principalmente, um calendário. Outros registram a temperatura, ou observações fisiológicas, como secreções vaginais.

A identidade visual varia, ora mais rosa, ora mais sóbrio. Assim como os modelos econômicos, que vão desde a assinatura até a monetização dos dados coletados em condições mais ou menos transparentes, e que respondem à conhecida máxima do mundo digital: "Se é grátis, o produto é você".

Clue, uma start-up berlinense lançada em 2013, reivindica uma abordagem ética: um aplicativo de base gratuita com modelo pago. Em vez de vender os dados para anunciantes, propõe a colaboração com universidades.

Este aplicativo diz ter mais de 12 milhões de usuárias, que "tendem a valorizar a imagem científica do aplicativo", explica Marion Coville, socióloga e professora do IAE de Poitiers, no oeste da França.

Mas "há riscos de que a pesquisa (que possibilita esses dados) se concentre em mulheres entre 18 e 35 anos, oriundas principalmente de países economicamente desenvolvidos", perfil médio das usuárias desses aplicativos.

- Informação sensível -

Agathe Fontenelle, de 22 anos, estudante de direito da saúde em Montpellier (sul da França), usa o aplicativo de saúde da Apple. "Alguém saber que vou ficar menstruada, não me incomoda", garante.

"Mas eu não vou colocar minha atividade sexual, ou minha vontade de ter um filho (...), é muito intrusivo", pondera.

Outros aplicativos afirmam ajudar a procriar, ou a controlar a fertilidade, causando ceticismo nos profissionais de saúde.

A Agência Sueca de Medicamentos, alertada por usuárias chocadas com o aplicativo "Natural Cycles", exigiu que "o risco de gravidez indesejada seja mais bem especificado nas instruções de uso".

Um estudo de 2018 elaborado por médicos alemães sobre 12 aplicativos que prometiam ajudar a engravidar estima que a grande maioria não é "confiável".

"É um mercado bastante favorável, as grávidas são consumidoras: produtos para bebês, para gestantes", explica Lucie Ronfaut.

Investigações na imprensa, nos jornais The Washington Post, ou no The Wall Street Journal, acusaram alguns aplicativos de vender informações das usuárias para fins publicitários, ou até mesmo para empregadores!

ONGs, como a Privacy International, ou o coletivo brasileiro Coding Rights, criticam a complexidade e até mesmo a opacidade da política de confidencialidade desses aplicativos.

"Os dados de saúde são os mais sensíveis. Seria de se esperar que fossem tratados com cuidado, mas não. São compartilhados com o Facebook", diz a Privacy International, que aponta o aplicativo Maya como exemplo, com cinco milhões de downloads.

"Se terceiros não autorizados acessarem nossos dados de saúde, podem nos rejeitar um empréstimo, a evolução no nível profissional. Os riscos de discriminação aumentam", avisa Nathalie Devillier, professora de direito digital da École de Management, de Grenoble.

O Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), em vigor na Europa, exige o consentimento expresso do usuário.

Na realidade, porém, um clique nas condições gerais de uso pode ser suficiente, sem que os utilizadores tenham "consciência do risco que correm, pois o que pretendem é entrar rapidamente no serviço", explica.

Como ler mensagens apagadas no WhatsApp? O vice-diretor do Instituto de Tecnologias Informáticas da Universidade Sinergia (Rússia), Anton Averin, ensinou um truque à agência Prime.

"É possível instalar a maior parte dos programas para restaurar mensagens apagadas somente para utilizadores do sistema Android. Um dos programas mais populares que permite ler uma mensagem perdida se chama Notif Log Notification History", explicou Averin.

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Ao abrir este aplicativo, todas as mensagens apagadas vão ser fixadas na página principal. "Não se deve esquecer que a informação do texto apagado é conservada durante um período limitado. Quando expirar o prazo, a mensagem vai desaparecer da página principal do aplicativo", salientou.

Recentemente, o site WABetaInfo anunciou que o serviço de mensagens criptografadas WhatsApp realizará uma atualização importante, há muito aguardada por sua grande comunidade de usuários em todo o mundo.

Além de novidades como o controle de mídia, em breve será possível desativar as notificações de certas conversas no aplicativo em todas suas versões. Esta opção substituirá a atual funcionalidade de silenciar uma conversa por 12 meses.

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O WhatsApp é conhecido por sua simplicidade, mas recentemente novas funções, inspiradas em outras plataformas, têm sido incorporadas.

Na semana anterior, o aplicativo de mensagens implementou novas funções, como a possibilidade de definir o período pelo qual um arquivo compartilhado estará disponível e apoio para diversos dispositivos sincronizados.

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Já nesta sexta (2), segundo o portal WABetaInfo, novas funcionalidades há muito esperadas passam a integrar a plataforma do aplicativo disponível para dispositivos Android.

Sempre silenciado

Algumas vezes não queremos receber notificações de um determinado contato. Portanto, o WhatsApp oferece a opção de silenciá-lo.

A maior duração disponível atualmente é de um ano, mas a mais recente versão beta permitirá silenciar eternamente os contatos indesejados.

Interface para armazenamento de uso

A mais recente versão beta também integra uma interface mais detalhada para o armazenamento de uso. Na parte superior desta seção existirá uma barra as informações de uso. Na parte inferior – uma opção para limpar todos os arquivos desnecessários, possibilitando que sejam separados.

Além disso, a opção também contará com uma lista de conversas com o tamanho ocupado por cada uma na parte direita. Esta seção também inclui um mecanismo de pesquisa das conversas desejadas.

Controle de mídia

Por fim, o WhatsApp beta também acrescenta uma ferramenta de controle de mídia, tal como no Instagram, para auxiliar seus usuários a colocarem textos ou stickers enquanto editam imagens, vídeos e GIFs.

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