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A Ubisoft, empresa responsável por títulos como Assassin's Creed, Just Dance, Tom Clancy, Far Cry e Watch Dogs, anunciou nesta sexta-feira (3), seu novo game em estilo Battle Royale, Hyper Scape. O jogo de tiro em primeira pessoa (FPS) traz um ambiente futurista e comporta até 100 jogadores, divididos em times de três ou em dinâmica solo. De acordo com a companhia, até dia 7 de julho, o jogo estará em fase de testes limitados para usuários de PC da América do Norte e Europa, mas deve chegar ao Brasil, em breve.

Durante o game, jogadores aterrissam na cidade virtual de Neo-Arcadia para participar de batalhas e podem ir atrás de Hacks, habilidades espalhadas pelo mapa e se equipar, exatamente da mesma maneira que fazem com armas. Esses skills é que vão garantir recursos ofensivos e defensivos para todos os estilos de jogo.

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Para atrair novos jogadores a Ubisoft investiu em alguns recursos para tornar o jogo mais dinâmico como o Decay, que dissolve o mapa da Neo-Arcadia em diferentes padrões, e a mecânica Echo, que mantém os jogadores ativos na batalha mesmo quando abatidos. Na parte final de cada partida uma coroa aparece no mapa e os jogadores podem sair vitoriosos de dois jeitos: pegando e carregando a coroa por 45 segundos ou sendo o último jogador ou esquadrão a sobreviver.

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Parceria com a Twitch 

Além de disponibilizar o game, a empresa fechou uma parceria com a Twitch que deve dar prêmios a quem assistir as partidas. Uma extensão do jogo chamada Hyper Scape Crowncast Twitch irá permitir que os espectadores possam interagir com o jogo em tempo real. A audiência também deve ter um impacto em tempo real nas batalhas, votando em eventos que afetam todos os competidores das partidas, como baixa gravidade e munição infinita. Assim que for liberado, o game deve ficar disponível tanto para PC quanto para PlayStation 4 e XboX One.

 A produtora Bandai Namco anunciou na última terça-feira (30) o evento online Play Anime Live, que mostrará ao público os próximos lançamentos de jogos para consoles, PC e smartphones. A apresentação pretende suprir a falta da E3 2020, que foi cancelada por conta do coronavírus (Covid-19).

O Play Anime Live deve acontecer em 22 de julho, às 20h, e será transmitido pelos canais oficiais da produtora.

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Além de apresentar os futuros projetos, a Bandai promete uma sessão de entrevistas com desenvolvedores de jogos. Atualmente, a produtora é a principal responsável pela produção de jogos de animes, entre eles, "Dragon Ball", "Naruto" e "One Piece".

O parque temático “Super Nintendo World”, da Universal Studios do Japão, teve a sua abertura adiada por conta da pandemia do coronavírus (Covid-19). A decisão foi tomada para evitar aglomerações.

O “Super Nintendo World” é um parque temático baseado no universo dos jogos do Super Mario. Teve a sua criação anunciada em 2015 e estava previsto para inaugurar com os passeios “Mario Kart” e “Yoshi's Adventure”, que pretendem reproduzir a experiência dos games de mesmo nome.

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No futuro, outras áreas vão chegar ao parque, como os castelos do vilão Bowser e da princesa Peach. Apesar de ainda não ter sido definida uma nova data de abertura, o complexo Universal Studios, que comporta o Super Nintendo World e fica em Osaka, reabriu para moradores locais em 8 de junho, porém com número restrito de visitantes.

A previsão é que o parque seja inaugurado para todos em algum momento do verão asiático, que acontece nos períodos de 21 de junho a 22 de setembro.

Os jogos gratuitos de julho na PS Plus foram divulgados nesta segunda-feira (29). Estarão disponíveis de graça para os assinantes NBA 2K20, Rise of the Tomb Raider e Erica. 

A PS Plus está completando dez anos. Para comemorar a data, a Sony está oferecendo um jogo bônus - normalmente são dois games gratuitos por mês. 

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A Sony também vai lançar um tema gratuito para PS4 em comemoração à data, que ficará disponível por tempo limitado. O modo multiplayer online será do serviço será liberado nos dias 4 de julho, a partir de 12h01, e 5 de julho, até 23h59.  

Os jogos estarão disponíveis de 7 de julho até 3 de agosto. Atualmente, a assinatura anual custa R$ 149,90, a trimestral R$ 64,90 e a mensal R$ 25,90. A Sony também disponibiliza o teste gratuito por 14 dias.

Desde que começou a ser possível inserir personagens com diferentes gêneros e orientações sexuais nos jogos eletrônicos, gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros acabaram encontrando espaço nos consoles. Na década de 1980, muitos deles eram estereotipados, caricaturados e esteticamente diferentes do que deveria ser uma pessoa pertencente a um grupo LGBTQI. Porém, ainda assim estavam lá, começando a ocupar alguns espaços. Um dos exemplos mais antigos é Birdo, um Yoshi transgênero do jogo Super Mario Bros. 2, lançado em 1988. No game, ela é referida como um "homem que acredita que é uma mulher", o que reforça suas características trans, sendo o primeiro personagem transgênero dos games.

E não é a única. “O que a gente vem percebendo é que nos últimos anos, eu diria na última década, o meio gamer tem se politizado bastante. Há 10 anos, a gente começou a ver esse movimento de questionar machismo e outras formas de discriminação no meio dos games, na representação que a gente vê nos jogos e também na comunidade”, explica Henrique Sampaio, jornalista especializado em videogames que atua em causas igualitárias e LGBTQI+ na comunidade gamer brasileira.

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O que começou com uma série de descrições de personalidade que se prendiam ao gênero (oscilando entre homem que quer ser mulher e vice versa), passou a atribuição de histórias mais complexas e com foco em orientações sexuais que influenciavam no comportamento do personagem. Em Persona 2, no final dos anos de 1990, Suou Tatsuya pode terminar o enredo em uma relação homoafetiva - tratada de forma bastante respeitosa em seu desenvolvimento - o que - para época, era um avanço de representação. Em um enredo mais recente, em Life is Strange, lançado em 2015 e desenvolvido pela Square Enix, somos convidados a jogar a partir da perspectiva de Maxine "Max", que tem um sincero e cativante relacionamento com outra personagem do jogo. 

(Life is Strange. PlayStation/Divulgação)

Videogame e a hiper-masculinização

Ainda assim, há um longo caminho a percorrer. Para Henrique Sampaio, a resposta de como tratamos esses personagens ao longo da história dos videogames é fruto de uma cultura de hiper-masculinização, que categorizou os consoles como dispositivos feitos para “meninos”, há mais de 30 anos. “A Nintendo, em um período da história, começa a direcionar videogames para meninos. Em 1985, quando ela trouxe o NES (Super Nintendo) para os Estados Unidos, ela queria evitar qualquer problema e acabou aproximando seu console do mercado de brinquedos que, por sua vez, era segmentado por gênero”, explica o jornalista.

Ele reforça que, anos após essa consolidação cultural, nos anos de 1990, há uma massificação de games mais violentos, com histórias machistas e pouca representatividade feminina - que, quando era feita, acabava sendo hiperssexualizada. “Durante todo esse tempo essa mídia foi entendida para homem, hétero, branco, rico. E eu coloco rico porque videogame é um negócio caro, que a população mais pobre tem dificuldade de ter acesso”, conta. 

A polêmica The Last of Us

Recentemente, polêmicas envolvendo a falta de diversidade, comentários homofóbicos, misóginos ou, até mesmo, respostas preconceituosas com a representação de minorias, em franquias famosas como The Last of Us, têm gerado discussões a respeito da comunidade LGBT dentro do universo gamer. Após um vazamento do enredo de The Last of US part II a personagem Abby foi tida como uma personagem transsexual, por sua aparência musculosa, o que gerou a fúria de uma pequena, mas barulhenta, parcela da comunidade gamer. Jogadores transfóbicos usaram contas falsas para dar notas negativas no site Metacritic, além de quebrar discos do game e exigir que a Naughty Dog mudasse parte do enredo.

No fim, há realmente um personagem transsexual em The Last of Us part II, mas ele não é a Abby, como foi apontado nos vazamentos de enredo. Tampouco o jogo abre mão de sua diversidade, tendo uma vasta gama de personagens LGBTQIs - inclusive no primeiro título - como Bill, Frank, Riley, Dina e a própria Ellie, protagonista do segundo jogo.

Redes Sociais viram aliadas na luta contra a homofobia

Uma das principais formas de combater o preconceito dentro do universo gamer e dar palco para diferentes vozes LGBTs é a internet. A sétima edição da Pesquisa Gamer Brasil revelou que 73,4% dos brasileiros jogam jogos eletrônicos, independentemente da plataforma – um crescimento de 7,1 pontos percentuais em relação ao ano passado e muitos usam seus perfis em redes como Twitter, Twitch, YouTube, entre outras, para falar sobre seus games favoritos.

Sampaio (foto) aponta o trabalho de Anita Sarkeesian, youtuber canadense que, ao discutir a representação das mulheres nos jogos eletrônicos (em seus vídeos Tropes vs. Women in Video Games), se tornou um impulso para que não apenas a indústria começasse a repensar suas representações, mas os próprios jogadores “Não só mulheres, mas negros e minorias começaram a apontar os problemas, cutucar a ferida e começaram a ocupar esses espaços e ter um protagonismo maior. Os desenvolvedores passam a ser educados a partir daí”, explica o jornalista.

No Brasil, Henry Walnut (o Henrytado), a streamer Samira Close e a jogadora Olga, uma das únicas representantes transexuais nos e-Sports, são algumas das vozes LGBTQIs, que usam as redes sociais para ocupar um espaço outrora aparentemente dedicado a personalidades héteros cis gênero. Outro indício de que, apesar de lenta, a mudança e a inclusão de diferentes públicos está acontecendo é que as marcas como PlayStation e Xbox, representando a Sony e a Microsoft, respectivamente, tem se posicionado mais fortemente contra a homofobia.

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A atitude vem sendo cobrada, inclusive, pela própria comunidade gamer. “ As pessoas percebem quando há o silêncio das empresas e esse tipo de pressão da comunidade [por uma atitude mais explícita] e a consequente resposta das marcas acaba fazendo parte desse processo de transformação”, diz.

O aguardado game "The Last of Us Part II" (Naught Dog) foi lançado em 19 de junho. Bem aceito pela mídia especializada, o game recebeu nota média de 94/100 no site Metacritic, mas nem todos os fãs estão satisfeitos com o produto final e alguns ficaram revoltados a ponto de destruir o disco do jogo, que custa entre R$ 150 e R$ 300.

Para demonstrar a decepção que teve com o game, um usuário do site Reedit postou uma foto do disco do jogo quebrado, acompanhada da legenda “vou fingir que esse jogo nem existe”. Outro que também não ficou satisfeito foi streamer coreano TV Crank, que cortou com uma tesoura os dois discos que acompanham o jogo. Veja:

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No site Metacritic, usuários criticaram os rumos que a história tomou e alguns se reuniram em grupo para negativar o jogo com diversas contas fakes. Até o momento, o game segue com 46/100 na média do público.

Apesar das polêmicas, a Sony divulgou nesta sexta-feira (26) em seu site que "The Last of Us Part II" se tornou o exclusivo de Playstation 4 mais vendido de todos os tempos. O game registrou 4 milhões de cópias vendidas até 21 de junho.

A CD PROJEKT RED divulgou na última quinta-feira (25), o mais recente trailer de Cyberpunk 2077. O vídeo do jogo, que mistura RPG de ação e aventura em mundo aberto, traz mais detalhes sobre os personagens, o enredo e os objetivos do jogador. Tudo isso regado a muito tiroteio, humor ácido e palavrões. 

Somos apresentados a uma nova visão do cenário de futuro sombrio que é Night City e o início da carreira mercenária de V, um fora da lei ambicioso e com melhorias cibernéticas. Pelo que é descrito no vídeo o personagem tem que roubar um biochip de uma grande corporação "da pesada". Os cenários são cheios de detalhes e luzes neon, com uma estética que lembra muito filmes como Blade Runner, além de mostrar  o momento em que o ator Keanu Reeves deve aparecer no game.

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Cyberpunk 2077 foi classificado para maiores de 18 anos e será lançado em 19 de novembro para PC, Xbox One e PlayStation 4, com a versão do Google Stadia programada para ser lançada ainda este ano. De acordo com a desenvolvedora, o título também será jogável nos consoles Xbox Series X e PlayStation 5, quando estes ficarem disponíveis no mercado, recebendo uma atualização gratuita para aproveitar ao máximo o hardware da próxima geração de consoles. 

Pokémon surpreendeu na última quarta-feira (24), ao apresentar um novo game Multiplayer online battle arena (MOBA). Muito parecido com títulos já conhecidos do público, como League of Legends (LoL) e DotA 2, Pokémon Unite vai oferecer - gratuitamente -  em partidas de cinco contra cinco tanto no Nintendo Switch quanto para dispositivos móveis.

Desenvolvido em conjunto pela The Pokémon Company e pelo TiMi Studios da Tencent Games, responsável por Legends, Arena of Valor e mais recentemente, Call of Duty: Mobile, o game introduz um novo tipo de jogabilidade, diferente do que já foi testado pela Nintendo até agora. Durante as batalhas, os jogadores cooperam com os companheiros de equipe para capturar Pokémon selvagens, subir de nível e evoluir seus próprios Pokémon, além de derrotar os monstrinhos dos oponentes enquanto tentam ganhar mais pontos do que o time adversário. Tudo isso com limite de tempo.

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Ainda não há informações sobre quando ele ficará disponível para os jogadores, mas a promessa da empresa é que ele chegue de forma gratuita, pelo menos no começo. A parte mais interessante do trailer é saber que você poderá ver os seus Pokémon interagindo e atacando em tempo real, ao tentar chegar do outro lado do mapa. Parece uma investida empolgante e uma alternativa que tem tudo para conquistar quem gosta desse tipo de jogo.

Após o sucesso do primeiro jogo lançado em 2018, a Inti Creates anunciou na última terça-feira (23), durante o evento digital New Game+ Expo,  o "Bloodstained: Curse of The Moon 2"O game é uma homenagem a clássica franquia "Castlevania" (Konami, 1986) e terá um estilo de arte 8-bits, que remete aos jogos das décadas de 1980 e 1990.

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Assim como no título anterior, a história será supervisionada pelo criador da franquia, Koji Igarashi, responsável por trabalhar em "Castlevania: Symphony of the Night" (1997), considerado um dos maiores sucessos da Konami, que popularizou o gênero de exploração 2D, também conhecido como "metroidvania".

Em "Bloodstained: Curse of The Moon 2", o jogador assume o papel de quatro personagens, cada um com habilidades distintas, que devem ser usadas em momentos corretos. O objetivo é andar e derrotar todas as criaturas que aparecerem no caminho.

O novo game ainda segue sem data de lançamento prevista, mas está confirmado para Playstation 4, Xbox One, PC e Nintendo Switch.

A Microsoft anunciou que sua plataforma de livestream Mixer será descontinuada em 22 de julho.

A empresa disse que está tentando migrar seus parceiros, criadores de conteúdo e usuários para o serviço de streaming do Facebook, “Facebook Gaming”.

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O chefe da divisão Xbox, Phil Spencer, explicou em comunicado oficial no site da Microsoft que o projeto de jogos por streaming, nomeado de Xcloud, terá um papel importante ao lado do Facebook Gaming.

Spencer acredita que a parceria com o Xbox é essencial para promover novas experiências ao Facebook. Ele afirma que todos os meses mais de 700 milhões de pessoas jogam, assistem lives de jogos ou interagem com grupos de jogadores.

“No futuro, através do poder do Xbox Live e do Project xCloud, vemos apenas um clique entre ‘Estou assistindo’ e ‘Estou jogando’”, afirma Spencer.

A plataforma Mixer é um serviço de streaming ao vivo de jogos, que vinha integrado no console Xbox e possibilitava aos usuários transmitir suas partidas para outros jogadores.

O serviço surgiu em janeiro de 2016 com o nome de Beam, mas foi renomeado para Mixer em março de 2017.

Uma continuação direta da trilogia original. É assim que novo Crash Bandicoot 4: It’s About Time promete chegar aos consoles. A promessa de uma história inédita empolga fãs do game, lançado pela primeira vez em 1996, para PlayStation. Dessa vez, além de pulos, giros e caixas explodindo pelo caminho, será possível descobrir novos mundos ao juntar as novas e poderosas Máscaras Quânticas, necessárias para restabelecer a ordem ao multiverso.

O jogo volta no tempo para o final de Crash Bandicoot: Warped, depois que Neo Cortex, Dr. N. Tropy e Uka Uka foram isolados em um planeta distante. Após décadas de tentativas frustradas, o trio finalmente consegue escapar, fazendo um rombo no tempo-espaço no processo. Para detê-los é possível controlar tanto Crash quanto Coco, que aparecem com habilidades iguais.

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Durante a aventura os jogadores deverão descobrir quatro Máscaras Quânticas, as guardiãs do tempo e espaço, que irão lhes proporcionar habilidades para burlar as regras da realidade e vencer obstáculos. Imagine jogar em câmera lenta e até mesmo de cabeça para baixo. O visual dos personagens também mudou, com os pelos realistas saindo de cena e dando lugar a um design mais cartunesco. Crash Bandicoot 4: It’s About Time estará disponível para PlayStation4,  PS4 Pro, Xbox One e Xbox One X dia 2 de Outubro de 2020. Pré-venda já está disponível.

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A organização da feira Brasil Game Show (BGS) anunciou que a edição de 2020 será adiada para outubro de 2021 devido à pandemia do coronavírus (Covid-19).

“Adiar a 13ª edição da BGS para 2021 foi uma decisão difícil. Foram ouvidos visitantes, expositores, parceiros, patrocinadores, colaboradores e equipe interna. Apaixonados por games, todos gostariam de estar juntos novamente. Mas, nesse momento triste e sem precedentes, essa era a decisão responsável a tomar, pensando na saúde e bem-estar de todos. Em um cenário de incertezas, a BGS optou por não surpreender expositores, patrocinadores e público com mudanças repentinas que inviabilizam o planejamento e a organização, provocando ainda mais decepções e transtornos em um ano já tão difícil para todos”, explica a organização no site oficial do evento.

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De acordo com o comunicado, as pessoas que compraram ingressos para a edição de 2020 terão sua entrada garantida na edição de 2021 e receberão alguns bônus, entre eles, descontos de 20% na loja oficial da BGS, entrada diferenciada, acesso gratuito ao livro digital com a história do evento e as revistas digitais da Editora Europa até 30 de agosto.

Segundo a BGS, nas próximas semanas serão anunciadas atrações digitais que servirão de aquecimento para a futura edição do evento.

Os criadores do Fortnite eliminaram os carros de polícia do popular videogame devido às preocupações com os protestos contínuos contra a injustiça racial e a violência policial nos Estados Unidos, informou o The Wall Street Journal no domingo.

O Fortnite recria um mundo virtual onde os usuários devem sobreviver à procura de armas e recursos enquanto eliminam os competidores. É um dos videogames mais jogados do mundo, com centenas de milhões de usuários.

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O jogo lançou uma atualização na semana passada na qual não havia carros de polícia, informou o jornal americano, citando uma pessoa próxima ao desenvolvimento do título.

"Não diria que é uma declaração política", disse essa pessoa ao Wall Street Journal. "Acredito que apenas somos sensíveis aos problemas que muitas pessoas de nossa audiência enfrentam".

O gigante dos jogos Electronic Arts, que possui os populares títulos Need for Speed, FIFA e Battlefield, se comprometeu a dar US$ 1 milhão a organizações que combatem o racismo e a discriminação. Prometeu também tomar medidas contra comportamentos de ódio em suas plataformas de jogos online.

Popular entre as crianças, o game Meu Talking Tom lançou uma nova versão unindo todos os seis personagens do título em uma experiência sandbox, que permite que os usuários joguem como quiserem, sem limitações. Meu Talking Tom: Amigos está disponível para download gratuito em todo o mundo nas plataformas iOS e Android.

Outfit7, empresa responsável pelo jogo, afirmou que, antes mesmo da estreia, o jogo já tinha 13 milhões de pré-registros na Google Play Store. A novidade é a chegada da personagem Talking Becca que se junta aos conhecidos Talking Tom, Talking Angela, Talking Hank, Talking Ben e Talking Ginger.

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Os jogadores podem atender às necessidades e desejos de todos os seis amigos ao mesmo tempo. Eles transitam pela casa, cenário do jogo, procurando maneiras de se divertir. Os usuários podem interagir e participar de atividades divertidas, como cozinhar, pintar, cultivar alimentos e socializar. Também há um conjunto de novos minigames para que as crianças possam explorar o game.

A espera acabou. The Last of Us Part II está disponível para os jogadores de PlayStation 4 e vem arrancando elogios de quem já teve a oportunidade de conferir, de perto, a nova jornada da Ellie. Novos personagens, itens e perigos fazem que o enredo chegue muito mais denso e violento do que seu antecessor, mas ainda assim, extremamente necessário para quem procura uma boa opção de jogo.

Para quem não conhece, The Last of Us é um jogo desenvolvido pela Naughty Dog, lançado para o PS3, em 2013. É um game de ação e sobrevivência que se passa em um mundo pós-apocalíptico que foi praticamente dizimado após um fungo infectar toda a população. No primeiro game somos apresentados ao Joel, um homem assombrado pelo passado e a Ellie, uma garotinha de 14 anos, que é imune a doença e tem, supostamente, a cura para salvar a humanidade dentro de si. 

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Muito além da busca pela sobrevivência, a história de The Last of Us fez com que os jogadores se envolvessem com os dois personagens, na construção de seus laços afetivos, já que Joel passa a ver Ellie como filha. o segundo game - que chega exclusivamente ao PS4, nesta sexta-feira (19), se passa cinco anos após os eventos do primeiro título e 25 anos depois da epidemia ter tomado conta do planeta. 

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The Last of Us part II

No novo game, o jogador controla a Ellie, que está com 19 anos e logo nos primeiros momentos revelados, já dá para perceber que ela faz parte de uma comunidade relativamente segura, junto com o Joel e o irmão dele, Tommy. Ellie tem trabalho, amigos, namorada e divide sua rotina entre rondas para matar os infectados e dilemas adolescentes. Porém, no meio da calmaria - se é possível chamar assim - ela sai por Seattle atrás de vingança.

Uma das intenções do jogo é fazer com você se sinta desconfortável com a violência. Cada morte hiperrealista, cada ato de Ellie em sua jornada, tem uma consequência para ajudar a refletir o que é viver em mundo em que a barbárie passa a fazer parte da sua vida. Controlá-la é diferente do protagonista do primeiro game e seus dilemas, incluindo morais, mudam pela falta de regras claras sobre o que é certo e o que é errado.

Diversidade e polêmicas

Existem diversos novos personagens em uma trama muito mais sombria e complexa. Desde minorias étinicas, até personagens transsexuais. Este, inclusive, fez com que a Naughty Dog sofresse com hackers e jogadores transfóbicos. Em abril, a empresa sofreu um vazamento de alguns dos principais acontecimentos da história de The Last of Us part II, entre eles a divulgação de uma personagem que é supostamente transsexual gerando ataques transfóbicos de uma parcela da comunidade gamer

A Sony comprovou que os vazamentos não tinham sido feitos por seus funcionários e a Naughty Dog reforçou os pedidos para os fãs não divulgarem os vídeos com spoilers do enredo. Apesar da polêmica, os ataques não conseguiram ofuscar o lançamento do jogo que já apresenta uma pontuação média de 95 em 100, de acordo com o agregador Metacritic.

The Last of Us Part II é reservado para jogadores com mais de 17 anos nos Estados Unidos e deve ser adaptado, em breve, em uma série de TV. O que podemos adiantar, sem quebrar a experiência do game, é que Ellie não é mais a mesma do primeiro game e que não existem heróis ou vilões em um mundo de violência.

O jogo de luta da DC Comics "Injustice: Gods Among Us" (NetherRealm, 2013) está disponível em versão gratuita na Xbox Live. O game é compatível com Xbox 360, Xbox One e com o futuro console Xbox Series X.

Algumas expansões também podem ser obtidas sem custo adicional, como o pacote "Homem de Aço – Zod" e "Skin de Arrow". Para obter o game, basta acessar marketplace.xbox.com.

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"Injustice: Gods Among Us" foi desenvolvido pelo mesmo estúdio que criou "Mortal Kombat 9" (2011), "Mortal Kombat X" (2015) e "Mortal Kombat 11" (2019) e, em 2017, recebeu uma sequência para PS4, Xbox One e Steam. O game de luta se destacou por apresentar uma história cinematográfica, que narra acontecimentos de um futuro alternativo onde o Superman se torna um ditador e cabe ao Batman deter essa ameaça em potencial.

West of Dead é o mais novo jogo desenvolvido pela Upstream Arcade e foi publicado pela Raw Fury, nesta quinta-feira (18), no Xbox One, Xbox Game Pass e no PC. O jogo também chegará ao PlayStation 4 e Nintendo Switch em agosto de 2020.

 Nos estilizados visuais do submundo, o jogo possui elementos roguelike, gameplay com o duplo controle e sistema de cobertura. O game é estrelado pela voz de Ron Perlman, mais conhecido pelo seu papel em Hellboy.

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O protagonista principal é William Mason, um homem morto que acorda no purgatório, destinado a ressuscitar sem a lembrança de quem já foi. O jogador terá que lutar com tudo de si para derrotar os espíritos malignos que estão empenhados em caçá-lo, enquanto busca solucionar o mistério de seu próprio passado.

Para conhecer ainda mais sobre esse mundo e obter maiores informações sobre o jogo, acesse o site oficial do West of Dead.

A nova temporada de Fortnite foi anunciada nesta quarta-feira (17)  e trouxe um novo elemento no mapa: água. A Epic Games lançou a terceira temporada atrasada do jogo, após um evento no início da semana que deixou a ilha battle royale cercada por uma parede de água. A nova temporada submergiu grandes áreas da ilha, criando um foco maior nos elementos da jogabilidade aquática.

A maior mudança é, obviamente, o mapa. A parte oeste da ilha agora está quase submersa, eliminando locais como Slurpy Swamp e Weeping Woods. O novo mapa torna os barcos do jogo muito mais viáveis e introduz novas opções de mobilidade, incluindo o esqui aquático e a possibilidade de agarrar um tubarão enquanto pesca. Outras grandes adições incluem novos inimigos de NPC chamados Marauders.

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Além da uma nova temporada, o mais novo Passe de Batalha chegou, com novos Trajes, Picaretas, Emotes, e mais. Porém, parece que o novo clima de inundação não deve durar para sempre já que, no blog do PlayStation, os desenvolvedores escrevem que "Com o tempo, o nível de água irá baixar e você verá mais mudanças na ilha. Não apenas novos locais, como também novas maneiras de se locomover".

Apesar do atraso no lançamento da temporada, a Epic conseguiu animar seus jogadores. O evento, realizado na última segunda-feira (15), contou com 12 milhões de jogadores ao vivo e mais de 8 milhões de visualizações no Twitch e no YouTube.

A Nintendo anunciou, nesta quarta-feira (17), a volta de Pokémon Snap. Um jogo em que você é um observador da vida selvagem Pokémon e percorre uma ilha fotografando os monstrinhos. O game foi lançado originalmente para Nintendo 64, em 1999, e retorna ao Nintendo Switch com novos personagens e cenários.

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A gigante japonesa também aproveitou para lançar novos aplicativos com jogos voltados para os pequenos. Pokémon Smile chega para ajudar crianças a criar o hábito de escovar os dentes. Os pais poderão receber notificações de Pokémon Smile até três vezes por dia como lembrete de que é hora de os seus filhos praticarem a escovação. Eles também poderão configurar que elas durem entre 1 e 10 minutos, de acordo com as necessidades das crianças. 

Para quem gosta quebra-cabeças, há o Pokémon Café Mix, que já estava disponível para Switch e agora chega em uma versão para smartphones. O game envolve fazer cafés e comidas e contratar os monstrinhos enquanto resolve alguns quebra-cabeças.

Por fim, Pokémon Go Fest, o evento mundial do jogo mobile, será completamente digital. Além disso, o game receberá Mega Evoluções de Pokémon em breve. Farfetch'd também passa a ficar disponível no jogo, assim como novos avatares para os jogadores.

Pokémon Sword and Shield

A primeira parte do Expansion Pass de Pokémon Sword and Shield chega nesta quarta-feira e se passa em Isle of Armor, uma ilha na região de Galar. Para celebrar o lançamento, uma batalha especial Max Raid Battle destacando o Pokémon Mítico Zeraora estará disponível em Pokémon Sword e Pokémon Shield. A competição que vai destravar o monstrinho raro precisa que 1 milhão de jogadores ao redor do mundo vençam a batalha Max Raid Battle entre os dias 17 e 28 de junho. Quem participar receberá um Zeraora Brilhante especial.

Através de um avatar alado vestido de azul no "Fortnite", famoso jogo on-line, mais de 350 crianças ou adolescentes vítimas de abusos ou maus-tratos, puderam conversar discretamente com adultos "reais" durante o confinamento na França.

A associação francesa de proteção à criança L'Enfant bleu, que realizou essa campanha em segredo, espera que ela possa servir como trampolim para criar um sistema permanente, para que os videogames se tornem um meio para crianças em perigo alertarem sobre sua situação.

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Para a diretora da associação, Laura Morin, o objetivo desta operação, a primeira do gênero na França e sem equivalente no exterior, é responder ao "desafio número um" enfrentado por quem ajuda menores de idade abusados: "permitir que a criança fale, e os adultos detectem que há um problema".

Mas "os jovens não usam os mesmos meios que os adultos. Temos que nos adaptar e encontrar novas maneiras de alcançá-los", diz Morin.

Para fazer isso, os voluntários da associação entraram no mundo virtual de Fortnite sob o disfarce de um personagem chamado "Enfant Bleu" (Menino Azul), e se revezaram, dando-lhe "vida" todos os dias durante um mês.

A missão desse avatar era responder aos jovens conectados ao mesmo tempo e que queriam conversar sobre seus problemas pessoais.

Em um mês, 1.200 crianças, ou adolescentes, entre 10 e 17 anos entraram em contato com esse emissário virtual, um número "extraordinário", segundo Morin.

Na maioria dos casos, os jovens clicaram apenas por curiosidade, mas mais de 30% deles "confidenciaram problemas pessoais mais ou menos sérios", e "alguns declararam que estavam em uma situação de extrema urgência", segundo a associação, que às vezes pode encaminhá-los para outras estruturas especializadas, como as que lutam contra o bullying.

Conversar discretamente

Para que o experimento funcionasse, os jovens precisavam ser informados da possibilidade oferecida a eles, mas sem que seus pais potencialmente violentos estivessem cientes disso.

Portanto, os promotores mantiveram o projeto em segredo e recorreram a influenciadores conhecidos do mundo dos "gamers".

"É o canal certo, o vocabulário certo, para que possamos ser ouvidos com clareza pelas crianças que precisam, sem atrair a atenção daqueles que abusam delas", diz Fabrice Plazolles, da agência de comunicações Havas Sports & Entertainment, que dirigiu a operação.

Por meio de uma associação com equipes profissionais de "e-sport", ou influenciadores com milhões de inscritos, foram emitidas mensagens que apresentavam o dispositivo e detalhavam como reconhecer o avatar no Snapchat e no Instagram, bem como na plataforma Twitch, que transmite partidas de videogame ao vivo.

Essas são mídias, nas quais é improvável que os pais estejam presentes.

"Como as crianças estavam confinadas e não tinham outros meios de acionar o alerta, seria dramático para um pai ter se dado conta do dispositivo e cortado o acesso ao console", diz Plazolles.

"Se você é vítima de alguma forma de violência", diz a conta da Epic EnfantBleu no Fortnite, "para conversar discretamente".

No final, a operação confirmou que os videogames são uma "pista encorajadora" para facilitar a fala de crianças vítimas de abusos, diz Morin.

Mas agora é a hora de ir mais longe e pensar em como tornar essa trilha durável, acrescenta.

Para isso, um grupo de trabalho foi criado. A partir de setembro, reunirá representantes de editores de jogos, juízes e policiais especializados, além da Secretaria de Estado para a Proteção das Crianças.

"O que esperamos é oferecer mais uma ferramenta do arsenal disponível para as crianças pedirem ajuda. Tendo o ponto de vista delas", insiste o diretor da associação.

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