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A TIM Brasil negou que já tenha definido os fornecedores de equipamentos para o sistema 5G, em resposta a uma reportagem da Reuters que diz que a Telecom Italia, dona da empresa, excluiu a chinesa Huawei da disputa para participar dos núcleos de suas redes de quinta geração.

"A TIM Brasil informa que, ao contrário do que foi divulgado recentemente, ainda não tem definidos os fornecedores de equipamentos para o sistema 5G. A empresa fará seu processo de compras, sempre norteado por critérios de alta qualidade e preços competitivos, seguindo as regras definidas pelas instituições brasileiras", afirma a operadora em uma nota.

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A Huawei participou do lançamento do primeiro projeto-piloto de 5G da TIM Brasil em uma rede ativa no país, em Florianópolis (SC), em junho de 2019.

Segundo a Reuters, a Telecom Italia teria convidado apenas Cisco, Ericsson, Nokia, Mavenir e Affirmed Networks para participar da disputa referente aos núcleos de suas futuras redes 5G na própria Itália e no Brasil.

Da Ansa

Usuários de iPhone acordaram na manhã desta sexta-feira (10) com uma série de problemas para acessar seus aplicativos favoritos. Nubank, Spotify, Pinterest, Waze e até o game Free Fire, apresentam um bug que não permite que sejam acessados nos dispositivos da Apple. O erro acontece apenas em aparelhos que rodam iOS.

No Twitter, várias pessoas relatam que tentaram instalar e desinstalar seus aplicativos, mas mesmo assim não conseguem acessá-los. No site DownDetector, que monitora o funcionamento dos principais aplicativos no mundo, os cinco apps aparecem como as principais ferramentas apresentando instabilidade no momento. 

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O motivo

As falhas começaram a ser relatadas por volta das seis da manhã e - na maioria dos aplicativos - foram ocasionadas por conta de uma falha do Facebook, que já começou a investigar o erro. O bug levou o Spotify e o Nubank aos assuntos mais comentados do Twitter, mas as empresas também não se pronunciaram sobre a falha. 

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A retirada da plataforma de vídeo viral TikTok de Hong Kong é uma iniciativa comercial que lhe permite se defender das acusações de conluio com a China, mas falha em dissipar completamente as dúvidas, estimam analistas.

A plataforma, de propriedade do grupo chinês Bytedance, anunciou na terça-feira (7) a suspensão do aplicativo na ex-colônia britânica, dias depois de Pequim promulgar uma nova lei de segurança nacional que dá mais poderes à polícia, especialmente em termos de vigilância.

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Algumas horas antes, Facebook, Google e Twitter anunciaram que não responderiam mais aos pedidos de informações sobre seus usuários enviados pelo governo e pelas autoridades de Hong Kong.

A decisão de se retirar de Hong Kong deve ajudar o TikTok a se livrar "do rótulo de uma empresa controlada pela China e que compartilha dados com o governo chinês", diz Zhu Zhiqun, professor de Ciências Políticas da Universidade Bucknell, nos Estados Unidos.

Permite melhorar sua reputação, sem perder muitos usuários, já que tem "relativamente poucos em Hong Kong", segundo Severine Arsene, da Universidade Chinesa de Hong Kong.

Também permitirá manter o foco no mercado americano, que lhe traz cada vez mais renda. "(O TikTok está) preocupado principalmente com a sobrevivência nos Estados Unidos", explica o especialista Elliott Zaagman, que colabora com o think tank Lowy Institute, na Austrália.

O aplicativo Douyin, também desenvolvido pela Bytedance e presente principalmente na China continental, deve recuperar, segundo acredita, uma parte dos usuários do TikTok.

Douyin - que compartilha dados do usuário com o governo chinês - não está oficialmente disponível em Hong Kong, mas a Bytedance apoia seu uso nesta cidade de sete milhões de habitantes.

"A empresa não pretende disponibilizar o Douyin na App Store de Hong Kong, mas Douyin tem usuários locais de Hong Kong que o baixaram na China continental", declarou à AFP um porta-voz da ByteDance.

O TikTok e o Douyin estão entre os aplicativos mais populares do mundo, com mais de 2,2 bilhões de downloads, de acordo com a agência de pesquisa americana SensorTower.

Oferecem grande quantidade de vídeos de 15 a 60 segundos, geralmente divertidos e bem-humorados, além de tutoriais de maquiagem e coreografia.

- Alvo dos Estados Unidos -

O governo americano monitora de perto o TikTok devido à sua crescente popularidade no país.

Em um contexto de grande tensão com a China pela maneira como o gigante asiático lidou com a pandemia de Covid-19, o presidente Donald Trump declarou esta semana que planeja proibi-lo.

O secretário de Estado Mike Pompeo também disse que Washington está considerando proibir vários aplicativos chineses, incluindo o TikTok, em meio a suspeitas de espionagem.

A Índia - onde o TikTok é muito popular - bloqueou recentemente a plataforma por motivos de segurança nacional após um conflito na fronteira entre seus soldados e militares chineses.

O TikTok nega categoricamente as acusações de espionagem. "Nunca fornecemos dados sobre nossos usuários ao governo chinês, e não forneceríamos se isso nos pedisse", disse um porta-voz na quarta-feira.

O TikTok também é suspeito de ter banido algumas imagens dos protestos em Hong Kong, na tentativa de apaziguar o governo chinês.

Pesquisas nesta semana no TikTok com as hashtags #democracy e #independence em Hong Kong não conectavam a nenhum vídeo, segundo a AFP. Outras, como #nationalsecuritylaw e #HongKongindependence, renderam resultados.

Um porta-voz do Tiktok negou a censura. "Não aplicamos nenhuma restrição ao conteúdo político, a menos que violem as normas da comunidade, como o discurso de ódio", disse ele à AFP.

Nesta quinta-feira (9), usuários do TikTok repercutiram em diversas redes sociais problemas ocasionados pelo aplicativo. Internautas relataram que a plataforma apresentou instabilidade. Para acalmá-los, a empresa se pronunciou no Twitter, dizendo que estava reparando os erros e que nada passou de um bug: "Logo mais o app volta ao normal!".

O TikTok Brasil informou aos seguidores que a correção está em andamento. "Vocês já podem ver o app voltando aos poucos, mas aqui do nosso lado continuamos tentando resolver e melhorar as coisas. Mais atualizações por vir", diz a mensagem. A preocupação dos usuários foi parar nos trending topics do Twitter.

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"É difícil carregar o mundo nas costas, a gente entende", brincou uma pessoa no microblog. "Certeza que foi o Instagram com inveja querendo te silenciar", ironizou outra, através da hashtag #savetiktok.

Posicionamento (atualização)

Nesta sexta-feira (10), a empresa enviou um comunicado à imprensa informando que "Ontem à tarde, alguns de nossos usuários tiveram problemas com o aplicativo em relação a notificações, exibição de curtidas e contagem de visualizações e problemas ao carregar vídeos em algumas páginas do aplicativo. Os problemas parecem ter sido causados por um tráfego mais alto do que o normal em nossos servidores na Virgínia [EUA], causando interrupções temporárias no serviço. Resolvemos o problema e estamos investigando a causa e compartilharemos as atualizações assim que estiverem disponíveis", disse o TikTok.

Confira algumas reações dos internautas:

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Um grupo de pesquisadores da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCLRP) da Universidade de São Paulo (USP) e do Supera Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto criou um aplicativo capaz de diagnosticar a Covid-19, através de uma radiografia de pulmão. Chamado de Marie, em homenagem à pioneira dos estudos sobre raios-x Marie Curie (a primeira mulher a ganhar um Nobel e única pessoa até hoje a ganhá-lo duas vezes, um de Física e outro de Química), o app pode ser utilizado para fazer triagem de pacientes com suspeita da doença, uma vez que permite a análise de mais de uma imagem ao mesmo tempo.

De acordo com uma publicação feita no site da USP, os pesquisadores analisaram 3.500 imagens, sendo duas mil de pacientes com a Covid-19, 500 de pacientes com tuberculose e 1000 de pessoas sem nenhuma doença. Elas foram obtidas de repositórios de Brasil, China, Estados Unidos e Itália e ajudaram a criar um padrão para o diagnóstico. 

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De acordo com uma das pesquisadoras à frente da ferramenta, Paula Cristina dos Santos, já na primeira etapa de projeto, após o agrupamentos das imagens, foi possível detectar as diferenças entre as imagens de pulmões afetados pela Covid-19 e as imagens daqueles afetados pela tuberculose. Com a identificação dessas características os pesquisadores afirmam que o aplicativo apresenta uma assertividade de 93% a 98% no diagnóstico de pacientes com o novo coronavírus.

A aguardada tecnologia de internet móvel de quinta geração (5G) já tem data e local para estrear no Brasil. Ela será ativada na próxima terça-feira (14) em São Paulo e no Rio de Janeiro, com a cobertura restrita a alguns bairros. Esta será a primeira rede 5G da América Latina.

Por enquanto, a novidade será uma exclusividade da Claro. A operadora decidiu tomar um "atalho" para ofertar a nova geração de internet antes das suas concorrentes. A operadora vai empregar uma tecnologia desenvolvida pela Ericsson que permitirá à tele ligar o 5G nas frequências (espécies de "rodovias" por onde trafegam os sinais) já usadas para 4G, 3G e 2G. A mesma estratégia foi adotada recentemente por operadoras que quiseram antecipar a cobertura em países como EUA, Alemanha e Suíça, por exemplo.

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A rede, no entanto, não vai desfrutar de outras vantagens do 5G, como a baixa latência (espécie de tempo de reação entre um pacote de dados ser enviado para a rede e retornar ao dispositivo). É um dos fatores mais importantes para a tecnologia, que pode garantir, por exemplo, a segurança de carros sem motorista nas ruas.

Leilão

A expansão do 5G em larga escala e pleno potencial no Brasil ainda depende do leilão das faixas de frequências que será promovido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O certame estava previsto para 2020, mas ficou para 2021, ainda sem data definida. Ali serão leiloadas as faixas específicas por onde o sinal do 5G vai alcançar todo o País, sendo que a principal delas será a de 3.500 Mhz. O leilão está atrasado porque a Anatel ainda estuda como evitar que o 5G "trombe" com o sinal de parabólicas, que também usam a mesma frequência.

"Algumas coisas ainda dificultam a expansão do 5G no Brasil. Daí a importância de evoluir a partir das redes já disponíveis", explica Paulo César Teixeira, presidente da unidade de consumo e empresas da Claro. Nessa operação, a Claro vai usar, inclusive, frequências que pertenciam à Nextel, operadora que foi adquirida no início deste ano. Segundo Teixeira, isso não significa que a empresa não vai participar do leilão.

Bairros

No Rio de Janeiro, a cobertura do 5G começará por Ipanema. Até o fim de setembro, chegará também a Leblon e Lagoa, se expandindo por toda a orla, do Leme até a Barra da Tijuca. Em São Paulo, a cobertura parte da região da Avenida Paulista e Jardins.

A Claro promete que o 5G terá conexões 12 vezes mais velozes que o 4G convencional. Segundo Teixeira, nos testes já foram registrados picos de até 400 megabytes por segundo, valor bem maior que a velocidade média da banda larga no País, na casa dos 50 megabytes por segundo.

Na estreia do 5G, os brasileiros ainda terão que lidar com a pequena disponibilidade de dispositivos compatíveis. Para contornar o problema, a Claro fechou parceria com a Motorola, que lançou na semana passada o Motorola Edge, compatível com a rede. Ele tem tecnologia da Qualcomm e é vendido por aqui a R$ 5,5 mil.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Gol Linhas Aéreas começou a oferecer aos seus clientes a opção de fazer o check-in por WhatsApp. Com essa medida, a companhia pretende diminuir as aglomerações nos aeroportos para proteger seus clientes e funcionários do Covid-19.

No aplicativo os clientes recebem auxílio da assistente virtual Gal, que os ajuda a confirmar os seus voos e os assentos. A ferramenta ainda está em fase de testes e encontra-se disponível apenas para clientes de viagens próximas.

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A empresa já havia tomado outras medidas em relação à pandemia, como orientar seus passageiros sobre o uso de máscaras e sobre as regras de distanciamento. Os clientes que precisarem de atendimento físico ainda poderão fazê-lo até três horas antes do embarque ou uma hora antes da decolagem.

O primeiro-ministro Boris Johnson deve anunciar este mês sua decisão de retirar progressivamente os equipamentos do fabricante chinês Huawei da rede 5G britânica - informa o jornal "Financial Times" nesta segunda-feira (6), citando fontes do governo.

Já o ministro Oliver Dowden, responsável pelo setor Digital, Cultura, Mídia e Esportes, reafirmou hoje, em entrevista à Sky News, que o Executivo busca "diversificar seus equipamentos para reduzir a participação de fornecedores de alto risco, dos quais a Huawei é o principal".

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Segundo o FT, Johnson tem a intenção de excluir a Huawei, principalmente, porque as sanções americanas anunciadas em maio colocariam - conforme um relatório britânico de Segurança Nacional - dúvidas "muito, muito graves" sobre a capacidade de a Huawei continuar fornecendo material para a rede britânica 5G.

Dowden confirmou ter recebido um informe do Centro Nacional de Cibersegurança sobre o impacto das sanções dos Estados Unidos na Huawei e afirmou que podem impor "obstáculos".

Estas sanções estão desenhadas, entre outros pontos, para impedir o acesso da Huawei aos semicondutores feitos com componentes americanos.

Nesse contexto, o governo britânico se preocupa com que os chineses recorram a equipamentos de substituição que possam oferecer novos riscos de segurança, completa o jornal.

O governo de Donald Trump acusa a Huawei de espionar para Pequim e está pressionando, no mundo todo, para que seja excluído das redes de Internet móvel de última geração.

A Huawei sempre negou as acusações de espionagem e diz que se trata, na verdade, de uma guerra comercial.

Em janeiro passado, Londres havia dado sinal verde para a participação da Huawei em infraestruturas não estratégicas de sua rede 5G, limitando sua participação a 35%.

Em maio, porém, a imprensa britânica informou que Johnson estava reexaminando os vínculos do governo chinês com a Huawei e considerava a possibilidade de excluir o grupo de seu 5G até 2023.

Desativar as contas, migrar para outras redes "seguras", ou limpar o histórico de navegação. A lei de segurança imposta por Pequim provocou uma onda de pânico entre os internautas de Hong Kong, convencidos da importância vital de apagar dos computadores os vestígios de seu compromisso pró-democracia.

Na tarde de terça-feira (30), o regime chinês impôs à ex-colônia britânica um texto polêmico que, segundo alguns países estrangeiros, viola o princípio "um país, dois sistemas", garantidor das liberdades de Hong Kong desconhecidas em outras regiões da China.

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Até o último minuto, Pequim manteve em segredo o conteúdo dessa lei que busca suprimir a subversão, a secessão, o terrorismo e o conluio com forças estrangeiras, e que é uma resposta ao movimento de protesto que surgiu há um ano, sem precedentes desde 1997.

Muitos juristas alertaram sobre a redação vaga de um texto que, à luz de qualquer interpretação, leva à autocensura.

Pequim garante que as liberdades políticas de Hong Kong não estão ameaçadas. Muitos lembram, porém, que o Partido Comunista costumava usar essas leis para reprimir a dissidência na China.

- "Cuidado!" -

"Alterei o nome do meu perfil e adotei uma conta privada para que minha empresa não possa ver minhas publicações que poderiam ser consideradas antichinesas, ou uma violação da lei de segurança nacional", diz este funcionário de uma grande empresa, cuja diretoria é, segundo ele, "pró-Pequim".

Ele acrescenta, sob anonimato, que será "muito cauteloso" em suas próximas publicações, por medo de que seus colegas, ou mesmo amigos, possam denunciá-lo.

Depois que a lei foi aprovada, muitas pessoas de Hong Kong anunciaram que estavam excluindo suas contas no Twitter, no Telegram, ou no Signal, enquanto outras compartilharam conselhos sobre as melhores maneiras de reduzir os rastros deixados na Internet.

"Para sua segurança, estamos excluindo todas as mensagens", anunciou o administrador de um grupo no Telegram, muito seguido pelos grupos pró-democracia.

"Por favor, tenham cuidado com o que dizem", orientaram os administradores desse grupo.

Um advogado simpatizante do movimento pró-democracia enviou uma mensagem para um jornalista da AFP, pedindo-lhe que apagasse completamente sua conversa no WhatsApp. Outros relataram que migraram para o Signal, uma rede social considerada mais segura.

Os críticos da nova legislação denunciam, em particular, o fato de que a China terá jurisdição sobre alguns casos constitutivos de delito, minando a soberania judicial de Hong Kong, e que os policiais chineses poderão operar em Hong Kong, algo inédito até então.

Outras preocupações incluem os poderes ampliados de vigilância concedidos à polícia, especialmente na área de escutas e acesso a comunicações na Internet, sem supervisão judicial.

- "Questão de sobrevivência" -

Os provedores de redes virtuais privadas (VPN) constataram um aumento das vendas desde o anúncio da lei.

Billie, assistente de 24 anos de um vereador, diz que começou a usar uma VPN em maio, quando a China anunciou seu projeto.

Livrou-se de alguns seguidores em suas contas nas redes sociais e apagou postagens "sensíveis", mesmo que, em tese, a nova lei não seja retroativa.

"Sinto vergonha e me sinto desconfortável. Nunca quis fazer isso, mas me sinto obrigado. É uma questão de sobrevivência", diz ele à AFP, pedindo que sua identidade não seja revelada.

"Foi uma parte de mim que desapareceu", desabafa.

Essa limpeza não é apenas virtual.

Vários restaurantes "pró-democracia" também decidiram tirar a colorida propaganda que decorava seus salões, sinais de apoio à rejeição ao regime chinês.

Gordon Lam, um ativista pró-democracia, contou à AFP que pelo menos um restaurante lhe pediu conselhos após uma visita da polícia, que disse que os folhetos e cartazes nas paredes "poderiam estar violando a lei de segurança nacional".

"Parece que o governo está usando essa lei para pressionar as empresas amarelas", comentou ele, referindo-se à cor atribuída ao movimento pró-democracia, em oposição ao azul, que designa empresas favoráveis ao poder.

As primeiras prisões sob a nova lei ocorreram na quarta-feira (1o). Neste dia, milhares de pessoas protestaram contra a proibição de manifestação pelo 23º aniversário da devolução deste território semiautônomo à China em 1997. A maioria foi detida por exibir bandeiras, ou folhetos, a favor da independência.

Com o distanciamento social orientado para conter o avanço da pandemia, as redes sociais se tornaram o meio de comunicação e entretenimento mais viável. Entre WhatsApp, Facebook, Instagram e Twitter, usuários criativos começaram a criar e compartilhar correntes e desafios. Confira algumas dessas brincadeiras que tem dividido a opinião na internet:

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Como você me descreveria?

Essa corrente tomou conta das redes sociais nas últimas semanas. Entre stories no Instagram e publicações no Facebook, a brincadeira consiste em descrever a pessoa que fez a publicação, caso outra pergunte quem ela é. "Minhas redes foram dominadas por isso. No início até participei de algumas, mas cansei", comenta o estudante de Ciências Sociais Leonardo Silva, 23 anos.

Cite uma lembrança...

Nessa corrente, a memória do usuário é instigada a recordar de algo referente ao dono da publicação ou de sua infância, como uma lembrança de escola, por exemplo. As correntes que tem como base essa brincadeira também dominaram as redes sociais.

Solta o pontinho e digo algo de você

 Para interagir, o usuário adepto dessa brincadeira costuma dar sua opinião sobre aquele que se dispõe, por meio do 'pontinho' a sabê-la. Acontece que a brincadeira pode trazer elogios ou não. "Adoro essas correntes de dizer algo sobre uma pessoa, pode ser qualquer coisa", comenta o estudante de Direito Carlos Pais, 22 anos.

  

Desafios e GIFs

Matemática, lógica, gramática e "ache o objeto" são alguns dos desafios que tomaram conta das redes sociais na quarentea. O viral da vez consiste em adivinhar quantas pessoa há em um quarto. "Este, ainda não achei a resposta", brinca Pais. Já os GIFs, que fazem fama na internet, passaram a trazer animações em formato de jogo, onde é preciso paralizar a imagem exatamente no momento de encaixe proposto.

 

O Spotify disponibilizou um recurso que permite aos usuários acompanhar as letras das músicas que estão ouvindo em tempo real. A atualização é uma parceria com a Musixmatch e foi disponibilizada para 26 países, incluindo o Brasil. 

As letras das músicas serão exibidas no idioma original da canção e o recurso já passou pelo período de testes. Os países que recebem a atualização são: Argentina, Brasil, Colômbia, Chile, México, Peru, Bolívia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, Guatemala, Honduras, Índia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, El Salvador, Uruguai, Vietnã, Filipinas, Indonésia, Malásia, Tailândia, Taiwan, Singapura e Hong Kong. 

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De acordo com o Spotify, o resultado da parceria com a Musixmatch é o acesso ao maior catálogo de letras e traduções do mundo. O recurso foi disponibilizado aos usuários da plataforma no início desta semana.

Milhões de indianos estão buscando alternativas locais esta semana, depois que o governo bloqueou 59 aplicativos chineses, em meio à escalada de tensão entre Nova Délhi e Pequim.

A Índia está vivendo uma onda anti-China, após um enfrentamento incomum entre os Exércitos desses dois gigantes asiáticos sobre disputas fronteiriças no Himalaia, em meados de junho.

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O confronto custou a vida de 20 soldados do lado indiano e causou um número desconhecido de baixas nas fileiras chinesas.

Nesse contexto, o governo do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, anunciou na segunda-feira a proibição de 59 aplicativos chineses (entre eles o Tiktok, Weibo, Wechat e Camscanner), em nome da segurança nacional.

Como resultado dessa decisão, algumas plataformas digitais da Índia aumentaram rapidamente seu número de usuários, em busca de aplicativos locais para substituir os que foram proibidos.

O Sharechat recebeu 15 milhões de downloads nas 48 horas que se seguiram à ordem de bloqueio. Agora, conta com cerca de 150 milhões de usuários registrados, anunciou a rede social indiana em um comunicado.

O aplicativo de vídeo Roposo ganhou 10 milhões de novos usuários nos últimos dias, elevando sua base para 75 milhões, disse à AFP Naveen Tewari, presidente da empresa matriz Inmobi.

Com uma população de 1,3 bilhão de pessoas e uma penetração de Internet impulsionada pelos preços baixos dos dados móveis, a Índia é um mercado-chave para empresas digitais.

Muitos gigantes internacionais do setor, como o Facebook, veem-no como um motor de crescimento muito promissor.

O WhatsApp anunciou novidades para seus usuários, nesta quarta-feira (1º). O mensageiro oficializou a chegada das figurinhas animadas, mas também revelou que, em breve, irá suportar outras funcionalidades em diferentes plataformas. Entre os novos recursos do aplicativo estão o uso de QR Code para adicionar os contatos e modo escuro para WhatsApp Web e para Computador, entre outros. 

Figurinhas animadas. A gente já tinha anunciado que elas estavam disponíveis para usuários beta do aplicativo e, apesar de não serem uma grande novidade entre os mensageiros disponíveis (principalmente se você usa o Telegram), são uma forma divertida de aumentar a interação entre os usuários. 

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O código QR chega como um facilitador de agenda. A empresa garante que ele poderá ser usado para adicionar novos contatos. "Em breve, você poderá escanear o código QR do número do WhatsApp de qualquer pessoa para adicioná-la", diz a publicação oficial. A intenção é que ninguém mais precise digitar o número da pessoa que deseja adicionar. 

Ainda nas atualizações para os celulares, o mensageiro afirma que as chamadas em grupo estarão melhores. Elas vão dar a opção destacar um participante da conversa que você queira "ver mais de perto". O aplicativo também ganhou um ícone para facilitar as videoconferências com até oito pessoas.

As outras funcionalidades envolvem outras plataformas. O WhatsApp anunciou a chegada do modo escuro para sua versão Web e desktop. Além disso, quem tem um celular com sistema operacional KaiOS poderá compartilhar atualizações de status que desaparecem após 24 horas.

O Spotify anunciou nesta quarta-feira (1º) um novo pacote voltado para casais que dividem o mesmo teto. Premium Duo está disponível para 55 países, inclusive o Brasil, e chega no melhor estilo pague um leve dois, em que cada indivíduo recebe sua própria conta Premium de acordo com um plano, além de benefícios exclusivos para casais.

Além dos benefícios já conhecidos da assinatura premium, como a falta de anúncios entre as faixas, os enamorados que adquirirem o Duo terão uma lista de reprodução atualizada regularmente, para misturar o gosto do casal. Apesar da fusão do amor musical, o app permite que cada um tenha suas listas individuais. 

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De acordo com a empresa, um estudo realizado com os usuários da plataforma descobriu que 73% dos casais dizem que ouvem música juntos como uma maneira de lembrar memórias felizes. No total, 63% dizem que escutam músicas juntos como forma de construir sua identidade ou criar momentos memoráveis. 

Usuários que nunca experimentaram o Premium podem ter direito ao primeiro mês do Premium Duo de graça e é preciso que os dois vivam no mesmo endereço. Após o período de gratuidade o valor da assinatura passa para R$ 21,90. Que já tem uma conta Premium pode mudar para a versão "para dois" visitando sua página “Conta” no Spotify.com.

A 11ª Edição do Festival do Videogame-PE foi confirmada para acontecer de forma online. Por conta da pandemia da Covid-19, os organizadores do evento devem transmitir diversas atrações usando o Twitch, no canal do Power-Kon TV. As apresentações virtuais acontecerão no dia 15 de agosto, das 14h às 23h. Usuários da plataforma poderão fazer doações para causas sociais durante o encontro.

Quem participar poderá ter acesso a amostras gratuitas de jogos nacionais, criados por um time de desenvolvedores nacionais. A programação completa ainda será divulgada pelos organizadores. O Festival de Videogame-PE costuma trazer todos os anos, ao Recife, o jogos de RPG, apresentações de cosplay, palestras, Kpop, dubladores de Games e muito mais. 

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O Facebook dará prioridade aos artigos respaldados, com base em informações de primeira mão e escritos por jornalistas identificados, anunciou nesta terça-feira (30) o gigante das redes sociais, que tenta combater a desinformação e o conteúdo enganoso.

"Hoje estamos atualizando a maneira como as notícias se hierarquizam no 'Feed de Notícias' para favorecer que apareçam reportagens autênticas e artigos publicados de forma transparente", disse o Facebook em comunicado.

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Quando diferentes postagens sobre as mesmas notícias forem publicadas, o algoritmo identificará a que "cita a fonte da informação com maior frequência" e a colocará no topo.

A plataforma ataca desta forma a propagação de notícias e vídeos que não buscam informar, mas sim enganar ou prender os usuários, para fins políticos ou financeiros.

Geralmente apresentados de forma sensacionalista para gerar "visualizações", "clics" e material a ser compartilhado, esses conteúdos podem ter sido criados por 'fazendas de contéudo' e basear-se em relatórios da mídia que investiu recursos para encontrar a informação.

No entanto, o Facebook esclareceu que a escolha do usuário continuará tendo prioridade, pois "a maior parte da informação vem de fontes que as pessoas seguem ou que seus amigos seguem, e isso não mudará".

A rede social não espera que essa medida tenha um forte impacto nos jornais.

"A informação de primeira mão e as postagens bem fundamentadas podem ter um aumento em sua distribuição (...), mas é importante lembrar que o 'News Feed' usa uma ampla variedade de sinais para priorizar o conteúdo".

O YouTube removeu de seu serviço canais de grupos supremacistas por violarem "repetidamente" suas regras, por exemplo, alegando que certos indivíduos são inferiores a outros, informou nesta segunda-feira (29) a plataforma de vídeo do Google.

A lista de canais removidos inclui a de David Duke, conhecido por ter sido o líder da Ku Klux Klan; o canal do líder alternativo de direita Stefan Molyneux; os canais NPI / RADIX e rpspencer, criados por Richard Spencer, um militante neonazista; e o canal supremacista branco American Renaissance e seu canal de podcast AmRenPodcasts.

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"Depois de atualizar nossos regulamentos para resolver melhor a questão do conteúdo supremacista, vimos um aumento de 5 vezes no número de vídeos removidos e encerramos mais de 25.000 canais por violar nossas regras sobre discurso de ódio", disse um porta-voz da empresa.

O assassinato, no final de maio, do afro-americano George Floyd, nas mãos de um policial branco, provocou um enorme movimento contra o racismo, que obrigou empresas e instituições a reverem suas políticas, com as redes sociais convertidas mais do que nunca em alvo de críticas por tolerar conteúdo que incite a violência contra pessoas.

O YouTube enfatizou, no entanto, que sua luta contra os supremacistas começou há um ano.

A plataforma decidiu na época proibir "qualquer vídeo que afirme que um grupo é a outro para justificar discriminação, segregação ou exclusão, com base em atributos como idade, sexo, origem, classe social, religião, orientação sexual ou status de veterano", de acordo com seus regulamentos.

Em caso de violação, e como medida de aviso, o YouTube pode retirar direitos dos responsáveis pelo canal, como a possibilidade de obter lucros com publicidade.

Alunos e professores dos departamentos de Comunicação Social, de Ciências Geográficas e da Rádio Universitária Paulo Freire AM, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), estão desenvolvendo um projeto de produção de áudios informativos sobre a Covid-19. Os conteúdos são direcionados para compartilhamento nas redes sociais de troca de mensagens em periferias do Recife. 

O “Manda no zap: rádio expandido no enfrentamento à Covid-19 nas comunidades” tem como objetivo produzir áudios curtos, com aproximadamente um minuto, para compartilhamento em grupos do WhatsApp. Os áudios dão dicas como a higienização de óculos, realização de isolamento social em casas pequenas e o enfrentamento da Covid-19 com pouca água, por exemplo. Eles estão disponíveis no site da Rádio Paulo Freire.

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Além da distribuição on-line, o material de áudio também será reproduzido em veiculados nas Bikes da Saúde, bicicletas com caixas de som que circulam nas comunidades como parte do projeto Mãos Solidárias, que dá apoio a pautas periféricas junto a outras entidades. 

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Após a baleia azul e a boneca momo, um novo ataque na internet alerta os pais e as autoridades, que já monitoram contas no Facebook em busca do 'homem pateta'. Em conversas privadas, a imagem humanizada do personagem da Disney ameaça e tenta induzir as crianças ao suicídio.

A Polícia Federal (PF) explica que os menores estão mais vulneráveis no cenário atual por passar mais tempo conectadas devido a suspensão das aulas presenciais. O perfil falso identifica-se como Jonatan Galindo e envia vídeos, textos, áudios e até realiza chamadas de vídeo para propor desafios. Ele ensina técnicas de mutilação e suicídio, e ameaça as vítimas para que a conversa seja excluída.

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A primeira conta do homem pateta surgiu no México, em 2017, e diversos perfis já foram criados com esse nome, no entanto, ainda não houve vítimas no Brasil, informa a PF. A repercussão fez com que, em dezembro 2019, a Câmara dos Deputados aprovasse a Lei 13.968, que aumentou as penas para quem estimular automutilação e incitar o suicídio de menores.

"Uma criança sozinha no meio da rua de madrugada é vulnerável e está sujeita a todo e qualquer risco. Na internet é a mesma situação", reforça a PF em comunicado. Para evitar que o homem pateta faça vítimas no Brasil, a polícia propôs uma série de dicas de segurança. Acompanhe:

- Vínculo de amizade e confiança com os filhos: Gaste pelo menos dez minutos com seu filho para saber como foi o dia dele com perguntas do gênero: Como foi o seu dia hoje? Conheceu novas amizades? Notou alguma coisa ou alguém estranho próximo de você? Ficou chateado com alguém? Alguém postou algo esquisito ou estranho em seu perfil do Facebook? Tais perguntas vão proporcionar cumplicidade e um hábito extremamente saudável entre pais e filhos. Ao menor perigo, a criança vai procurar os pais;

- Conhecimento sobre internet e redes sociais: Não precisam ser usuários assíduos ou experts das redes sociais, mas sim conhecê-las e entender como funciona. Crie uma conta para conhecer os mecanismos e instruir seus filhos;

- Supervisão do acesso: Proibir muitas vezes não educa e nem previne. O melhor caminho é o diálogo e a orientação. Quando o diálogo entre pais e filhos é natural, a amizade entre eles no meio digital se torna uma extensão da relação doméstica. Entre regularmente no perfil do seu filho para ver o que ele tem postado e com quem tem iniciado amizades. A senha deve ser acionada apenas se houver indícios sérios de que algo está errado e com consentimento do jovem;

- Conscientização para proteger dos perigos: Não colocar informação pessoais em demasia tais como: números de documentos, endereço residencial ou da escola, nome dos pais, foto da frente de casa, foto do carro com a placa exposta, da fachada do colégio, fotos com rol de amigos e jamais adicionar quem não se conhece;

- O computador em um local visível da casa: A máquina deve ficar em um cômodo exposto para que em qualquer momento possa ser visualizado o que a criança está acessando;

- Proíba muito tempo de exposição na internet: Alguns adolescentes ultrapassam a linha da normalidade rumo à compulsão. Neste caso ofereça alternativas ao seu filho, como passar tempo juntos em cinemas, corridas, teatros, restaurantes, shoppings, parques, praias e etc;

- Não postar fotos em excesso: Evite expor suas fotos íntimas ou com pessoas, carros com placas expostas, casas, escolas;

- Jamais inclua desconhecidos aos contatos: Cabe aos pais alertar sobre a presença de perfis falsos, pedófilos e grupos com conteúdo inadequado nas redes sociais. Mantenha apenas na lista de contatos pessoas que conhece fora do ambiente virtual;

- A privacidade e a intimidade devem ser preservadas: Nunca confie cegamente em namorados, amigos, parentes, vizinhos, e colegas de trabalho repassando, compartilhando, filmando ou cedendo para eles registros íntimos de fotos ou vídeos feitos em aparelhos celulares ou qualquer outro mecanismo de gravação.

Foto: Divulgação/Polícia Federal

O Facebook endureceu suas políticas de moderação de conteúdos nessa sexta-feira (26), ao proibir mais tipos de mensagens de ódio nos anúncios publicitários e começar a colocar etiquetas de advertência nas publicações consideradas problemáticas que decida não apagar.

Mark Zuckerbeg, CEO da rede social, defende há meses em nome da liberdade de expressão uma abordagem mais flexível que a do Twitter e do Youtube sobretudo no que se refere ao discurso de personalidades políticas.

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Mas ele mesmo deu detalhes sobre o endurecimento de sua posição.

A plataforma agora suprimirá os anúncios que digam que as pessoas de determinadas origens, etnias, nacionalidades, gênero e orientação sexual são uma ameaça para a segurança ou a saúde dos demais, disse Zuckerberg, em um comunicado divulgado em seu perfil no Facebook.

A maior rede social do mundo recebe há semanas uma enorme pressão por parte da sociedade civil, assim como de alguns dos seus funcionários, usuários e clientes, que exigem que a plataforma seja mais dura na forma de lidar com os conteúdos de ódio.

Organizações como a Liga Anti-Difamação (ADL) e a associação afro-americana de defesa dos direitos (NAACP) pediram aos anunciantes que boicotassem o Facebook como forma de pressioná-lo a verificar melhor o conteúdo dos grupos que usam a rede social para incitar ao ódio, ao racismo ou à violência.

A solicitação foi respondida pela gigante de alimentos e cosméticos Unilever, a empresa americana de telecomunicações Verizon, a sorveteria Ben & Jerry's, e empresas de artigos esportivos como Patagonia, North Face e REI, além da agência de vagas de emprego, Upwork.

O comediante Sacha Baron Cohen, crítico da rede social, pediu nesta sexta às empresas "que gastam mais dólares em anúncios do Facebook" que se unam ao movimento. Ele citou Procter&Gamble, Walmat, Microsoft, Amazon, o jornal New York Times e outros.

Advertências

A segunda decisão tomada pelo chefe do Facebook está relacionada com o incidente que acendeu as discussões no fim de maio.

Nesta sexta, Zuckerberg falou sobre a preparação da plataforma para as eleições presidenciais de novembro, e disse que as medidas tomadas são o resultado "direto das sugestões recebidas de uma organização que defende os direitos humanos".

"As eleições de 2020 já se anunciavam quentes, e isso sem mencionar as complexidades relacionadas à pandemia e aos protestos que pedem justiça racial em todo o país", afirmou o CEO.

Zuckerberg prometeu que suas equipes foram mobilizadas para combater qualquer tentativa de impedir a votação (principalmente das minorias).

Mesmo sem menção explícita, ele comentou o incidente que provocou protestos contra o Facebook.

Ao contrário do Twitter, no final de maio essa rede social se recusou a moderar controversas mensagens do presidente Donald Trump, uma sobre votação por correio (que denominou de fraude eleitoral) e outra sobre os protestos após a morte de George Floyd, um homem negro que morreu ao ser sufocado por um policial branco em Minneapolis.

O Twitter decidiu ocultar os comentários do presidente e reduzir a circulação em potencial do que ele escreveu, embora permitisse a visualização do tuíte.

A partir disso, o Facebook se posicionou no meio do caminho entre remover conteúdo e não intervir nas publicações, como era sua política até agora.

"Os usuários poderão compartilhar esse conteúdo para criticá-lo, mas colocaremos uma etiqueta para informar às pessoas que o conteúdo compartilhado pode violar nossas regras", informou Zuckerberg.

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