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Dois terriers brancos com lenços e boina escocesa posam radiantes para sua dona, que tira uma foto em troca de uma guloseima. Com dezenas de milhares de seguidores no Instagram, esses cachorros são tendência nesta rede social em Singapura.

É uma moda que já estava em voga nesta cidade-Estado do sudeste asiático, que gosta muito de animais de estimação. O múltiplos confinamentos pelo coronavírus e o crescimento do comércio online acentuaram essa paixão.

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Com um chapéu de verão e lenços coloridos, no parque, na cesta de uma bicicleta ou em casa junto a uma garrafa de vinho, as fotos de Sasha e Piper são publicadas regularmente em "Lomodoggies", sua conta do Instagram.

Os animais já renderam vários milhares de dólares à sua dona, graças ao uso de produtos que vão desde aspiradores de pó a sapatos. Os cachorros têm, inclusive, uma agência de representação.

A empresa também presta serviços ao gato Brossy Meowington, com mais de 50.000 seguidores, e a um Spitz japonês com muitos pelos chamado Luna.

A dona de todos eles, Carrie Er, começou há alguns anos a publicar fotos de Sasha com vestidos diferentes, enquanto brincava ou quando saía para passear.

"Queríamos fazer um blog capturando momentos preciosos com seu focinho lindo e o que costuma fazer", explica esta diretora de comunicação e publicidade, de aproximadamente 40 anos.

As imagens tiveram um sucesso tão grande que algumas marcas começaram a perguntar se Sasha poderia promover seus produtos. Piper, um ex-cão de concursos, chegou depois para completar a dupla.

"É divertido, para os cachorros e para mim", disse Er, enquanto tira mais fotos de suas duas estrelas caninas com seu celular.

Os dois cães têm 24.000 seguidores no Instagram e ganham em média 500 dólares da Singapura (370 euros, 315 euros) por cada promoção.

Sua dona é seletiva na hora de escolher suas colaborações. Não quer promover marcas para cachorros que não atendam aos padrões mínimos, já que eles se alimentam de patê feito em casa.

Os animais 'influencers' são cada vez mais procurados pelas marcas, que querem reforçar sua visibilidade online desde que a pandemia começou, explica Jane Peh, cofundadora da The Woof Agency, a agência que representa os terriers.

"Acho que os animais 'influencers' têm uma vantagem, porque nós adoramos os animais", disse a empresária, que tem cerca de 6.000 perfis de animais agenciados. "São tão bonitos, ninguém consegue odiá-los", afirma.

O aplicativo de "voto inteligente" do opositor detido Alexei Navalny foi retirado nesta sexta-feira (17) das plataformas do Google e Apple, no primeiro dia das eleições legislativas na Rússia, denunciaram seus aliados.

"Hoje (sexta-feira) às 8h, horário russo, Google e Apple suprimiram nosso aplicativo Navalny de suas lojas de aplicativos. Ou seja, cederam à chantagem do Kremlin", afirmou no aplicativo de mensagens Telegram Leonid Volkov, um dos principais colaboradores do líder opositor.

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Correspondentes da AFP comprovaram que o app não aparece mais nas lojas virtuais da Apple e Google, na Rússia e em outros países como a França.

"Suprimir o aplicativo de Navalny das plataformas é um vergonhoso ato de censura política", escreveu no Twitter Ivan Jdanov, diretor do Fundo de Luta Contra a Corrupção, organização fundada por Navalny.

Em uma mensagem divulgada da prisão, Navalny pediu a seus seguidores que baixassem o app, que informava os russos a respeito dos candidatos bem posicionados nas pesquisas e que deveriam ser apoiados em cada região para derrotar os aspirantes do partido governista Rússia Unida.

Em muitos casos, os candidatos que Navalny e sua equipe consideram que devem ser apoiados são comunistas.

A Rússia havia acusado Google e Apple de se recusarem a suprimir conteúdo considerado ilegal e durante a semana convocou os diretores das empresas para uma audiência em uma comissão parlamentar, o Conselho da Federação.

"Temos todo o Estado russo contra nós, assim como as grandes empresas de tecnologia, mas isso não significa que vamos ceder", afirmou a equipe de Navalny em uma mensagem no Telegram.

Quase 108 milhões de russos estão registrados para votar entre 17 e 19 de setembro para escolher os 450 representantes da Duma, a Câmara Baixa do Parlamento.

A maioria dos candidatos mais críticos a Putin não foi autorizada a disputar a eleição, em um pleito que acontece após meses de repressão contra a oposição.

Em janeiro, Navalny foi detido quando retornou À Rússia depois de receber tratamento na Alemanha por um envenenamento, que ele atribui ao Kremlin.

Desde então, seu movimento foi proibido no país por ser considerado "extremista" e vários de seus aliados foram obrigados a partir para o exílio, foram detidos ou tiveram as candidaturas vetadas.

A 99Pay, fintech estreante no ramo financeiro, liberou uma série de novas funções que poderão ser realizadas por WhatsApp. Na lista de serviços oferecidos aos usuários da carteira digital, estão o pagamento de boletos e de corridas, transferências entre contas da 99 e consulta de saldo.

Dessa forma, a inovação permite que os usuários não precisem baixar o aplicativo da carteira digital ou tenham conta bancária, cartão de crédito ou débito para realizar as transações financeiras. A ferramenta foi desenvolvida a partir de uma parceria entre o laboratório de inovação da empresa e o Facebook.

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Para ativar o serviço, é preciso fazer o cadastro na 99Pay, preencher os dados pessoais e carregar pelo menos R$ 10 de créditos na carteira digital. O valor pode ser adicionado através de boleto bancário, cartão de crédito ou débito ou por dinheiro via motorista do aplicativo de viagens.

Feito isso, o usuário deve adicionar o número oficial da empresa (61 3550-8938) em seus contatos no celular. Em seguida, é preciso enviar uma mensagem pelo WhatsApp com a palavra “Menu” e aceitar os termos e condições apresentados por meio de um link. 

Em casos de perda ou furto de celular, é preciso solicitar o bloqueio da conta 99Pay e de passageiro por meio da "Central de Ajuda" do aplicativo ou do telefone 0300 3132 421.

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) alertou, nesta quarta-feira (15), sobre a incidência de um novo golpe já detectado em cidades do interior de Pernambuco e na Paraíba. De acordo com o órgão, os criminosos entram em contato com pessoas e entidades, se passando por promotores de Justiça, e pedem transferências bancárias do tipo PIX.

“Promotores de Justiça ou servidores não enviam mensagens ou telefonam para as pessoas solicitando transferências de dinheiro, depósitos ou qualquer tipo de pagamento", declarou o MPPE, através de nota. Aqueles que receberem esse tipo de contato, segundo a organização, devem interromper a chamada ou troca de mensagens imediatamente.

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É possível contactar o Ministério Público de Pernambuco através da Ouvidoria, pelo Disque MP 127 ou pelo WhatsApp (81) 99679.0221. Além disso, os cidadãos de outras cidades podem localizar a Promotoria de Justiça do município através da lista de telefones e endereços disponíveis no site.

 

O Instagram pretende motivar seus usuários a não visualizar apenas conteúdo que promova o arquétipo do corpo feminino magro e atlético, após a publicação pelo "Wall Street Journal" (WSJ) de um artigo sobre o impacto da rede social na saúde física e mental dos adolescentes.

"Estamos trabalhando cada vez mais nas comparações e na imagem negativa do corpo", indicou nesta terça-feira o aplicativo do Facebook, muito popular entre os jovens. A plataforma assinalou que estuda formas de reagir quando percebe "que as pessoas se concentram nesse tipo de imagem", em resposta ao artigo do jornal econômico americano.

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Segundo o WSJ, a rede está ciente do problema por meio de pesquisas próprias, mas está minimizando a influência do mesmo no psicológico de dezenas de milhões de jovens que se conectam diariamente.

"O artigo se concentra nas descobertas de estudos limitados e os apresenta em uma posição ruim", respondeu Karina Newton, diretora de relações públicas do Instagram. "Mas essas pesquisas mostram nosso compromisso com a compreensão dessas questões complexas."

A executiva destacou que as redes sociais por si sós não são boas nem ruins, que sua influência varia de um dia para o outro, e que elas não abrangem necessariamente os problemas sociais da vida real.

Karina espera que um potencial sistema que incentive a visualização de conteúdo que "inspire e exalte" os jovens usuários possa ajudar a "mudar parte da cultura do Instagram, que se concentra na aparência".

Após uma breve pausa, o Twitter reabriu os pedidos de verificação de perfil na noite da segunda-feira (13). Os usuários agora têm uma nova oportunidade de solicitar o cobiçado crachá azul para perfis na rede social. O processo havia sido interrompido em agosto de 2021, para "fazer melhorias no processo de revisão e verificação". Isso aconteceu após denúncias de que o Twitter verificou como legítimas contas que pertenciam a robôs, que tinham pouco tempo de vida na rede e nem sequer haviam feito postagens nos perfis.

Em maio, oito dias após a abertura dos pedidos de verificação, a rede havia feito uma outra pausa e blogs mencionaram que a SN não havia se preparado para a grande demanda. Em sua conta oficial, o Twitter disse que a interrupção poderia durar alguns dias ou semanas, dependendo do volume de solicitações. Não está claro se o Twitter tem uma programação definida para iniciar e interromper o procedimento de verificação de conta.

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“Pausamos temporariamente a implementação do acesso para solicitar a Verificação para que possamos fazer melhorias no processo de inscrição e revisão.

Para aqueles que estavam esperando, sabemos que isso pode ser decepcionante. Queremos acertar as coisas e agradecemos sua paciência.

[...] Estamos de volta à implementação do acesso para solicitar um selo azul. Se você planeja se inscrever e ainda não tem acesso, continue verificando as configurações de sua conta. Obrigado por ficar com a gente.”

Novidades no processo

Com o programa de verificação recente da rede social, qualquer pessoa pode se inscrever para obter o selo azul em seu perfil. O usuário precisa seguir todas as regras da plataforma e ter atividades registradas em sua conta nos últimos seis meses.

Anteriormente, apenas seis categorias de contas eram qualificadas para verificação: governos; empresas, marcas e organizações sem fins lucrativos; jornalismo; treinamento; esportes e jogos; e ativistas e influenciadores. Conforme relatado pelo Twitter, novas classes foram adicionadas ao formulário de inscrição nos próximos meses. Entre eles estão cientistas, acadêmicos e líderes religiosos.

O Facebook exime celebridades, políticos e outros usuários seletos de algumas de suas regras de publicação, como parte de um programa lançado como um mecanismo de controle de qualidade, publicou nesta segunda-feira o "Wall Street Journal" (WSJ).

O programa, conhecido como "verificação cruzada", ou "XCheck", protege milhões de usuários elite das regras que o Facebook afirma aplicar igualmente a todos na rede social, aponta o artigo, que cita documentos internos.

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O porta-voz do Facebook, Andy Stone, defendeu o programa em uma série de tuítes, embora tenha assinalado que o gigante das redes sociais está ciente de que a aplicação de suas regras "não é perfeita". "Não existem dois sistemas de justiça; é uma tentativa de proteção contra erros", publicou Stone no Twitter, em resposta ao artigo do WSJ.

O artigo cita exemplos de publicações feitas por personalidades como o astro do futebol Neymar, que compartilhou imagens de uma mulher nua que o acusou de estupro, as quais o Facebook acabou removendo posteriormente.

Um padrão duplo para a moderação de conteúdo desafiaria as garantias que o Facebook deu a uma junta independente estabelecida como árbitro final nas disputas sobre o que pode ser publicado na rede social mais usada no mundo. "A Junta de Supervisão expressou em múltiplas ocasiões sua preocupação com a falta de transparência nos processos de moderação de conteúdo do Facebook, especialmente aqueles relacionados ao gerenciamento inconsistente de contas de alto perfil", disse o porta-voz da junta, John Taylor, consultado pela AFP.

O artigo do WJS reporta que alguns usuários estão incluídos em uma "lista branca", por meio da qual recebem proteção contra descumprimentos, enquanto, em outros casos, a revisão de conteúdo potencialmente problemático simplesmente não é feita. O XCheck cresceu até incluir pelo menos 5,8 milhões de usuários em 2020, segundo o artigo.

Em uma publicação de três anos atrás sobre a verificação cruzada, o Facebook indica que isso não protege o perfil, a página ou o conteúdo de ser removido, "apenas é feito para garantir que nossa decisão seja a correta".

O aplicativo Spotify anunciou o lançamento de mais um recurso, desta vez, para adicionar novas músicas às playlists dos usuários. Batizado de “Enhance”, a atualização deve chegar aos assinantes brasileiros do serviço Premium no mês que vem, e tem o objetivo de estimular a descoberta de novos artistas através da plataforma. 

Se o usuário escolher ativá-la, a nova função permitirá ao Spotify adicionar sugestões de músicas às seleções pré-existentes. Essas produções estarão sinalizadas com um pequeno ícone verde, símbolo do Enhance, e podem ser acrescentadas permanentemente à playlist através de um botão “+”, fixado ao lado de cada uma das faixas. Também será possível excluir, é claro.

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Para aqueles que apreciam a característica “on demand” do aplicativo musical, não há motivos para preocupação. A função não terá autonomia para substituir e nem mudar a ordem das músicas em playlists existentes, já que as indicações serão adicionadas em um intervalo de duas músicas, com um limite de até 30 faixas.

O álbum de fotografias, à mão sempre que uma visita surgia, mudou de forma e ganhou as redes sociais. Por lá, sobram fotos do bebê dormindo, comendo, brincando. O hábito de publicar imagens de crianças na internet ganhou até nome: sharenting, junção dos termos em inglês share (compartilhar) e parenting (paternidade). Na sociedade das plataformas, não demorou para que os "álbuns digitais" fossem vistos por centenas e até milhões de usuários.

A explosão de contas ligadas a bebês e crianças nas redes sociais durante a pandemia levanta o debate sobre o sharenting. Quase toda família faz e mesmo quem não tem filho se derrete quando vê fofuras dos bebês alheios nas redes. Em jogo está o direito das crianças à privacidade. Por outro lado, há a liberdade de expressão dos pais e a vontade de se conectar com os outros. O fenômeno fica mais complexo quando associado à propaganda de itens infantis.

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Longe dos parentes, com um bebê nascido pouco antes da pandemia, a dona de casa Thainá Barbosa, de 32 anos, resolveu contar ao mundo os feitos de Rafael, de 2 anos. Criou um perfil só para ele no Instagram, que, no início, era restrito à família. "Eram só umas dez pessoas, mas você vai compartilhando, as pessoas vão seguindo, e gostando", diz a mãe, que publica fotos dos passeios do menino, danças e roupinhas.

O perfil público pode ser visto por qualquer um - e o uso de hashtags como #digitalinfluencer permite encontrar a conta (e outras do tipo) na busca do Instagram. A mãe diz tomar cuidado para não publicar fotos do filho sem roupa, a fim de evitar que caiam em redes de pornografia. Mas não tem medo de ganhar alcance. "Se viralizar uma brincadeira, uma foto bonita, é fantástico", diz ela, que aponta benefícios da troca de experiências com outras mães.

Para a psicóloga Juliana Cunha, diretora de projetos especiais da SaferNet, o isolamento por causa da covid fez aumentar a prática de publicar fotos de crianças na internet - o que também faz crescer o volume de debates sobre o tema em entidades ligadas aos direitos da criança, à segurança na rede e entre juristas. "As crianças deixaram de conviver com parentes e uma das pontes para o contato foi as redes." Juliana não vê a situação como um problema, a princípio, mas diz que o fenômeno pode esconder riscos.

Para a empresária Victória Xavier, de 29 anos, uma das consequências incontroláveis é viralizar - coisa que ela tenta impedir, na contramão da maioria. Dona de uma conta sobre maternidade com 47 mil seguidores, Victória posta fotos do filho de 1 ano acompanhadas de receitas e sugestões de brincadeiras. "Tenho cuidado de não produzir nada que acho que vai viralizar. Bebê gordinho, fazendo dancinha no TikTok, viraliza."

Promover sorteios também é estratégia para atrair seguidores - e por isso Victória diz "passar longe", apesar de aceitar fazer propaganda para marcas de mães empreendedoras. Ela recebe uma cota das vendas.

A ideia é manter um público engajado nos temas que ela publica - e não curiosos aleatórios, mas Victória sabe que o alcance da imagem do filho pode ir além do previsto. Nas redes, é comum a "pesca" de conteúdos por outras páginas, mesmo sem autorização. "Sempre que vou postar, penso: se sair do meu controle, vai me incomodar ou ao meu filho no futuro?"

A reflexão veta, por exemplo, fotos de momentos íntimos da criança, como birras e o desfralde. Também impede imagens de nudez. Mas, assim como acontecia quando o álbum de fotos impressas ganhava a sala de estar, nem sempre o que os pais veem como lindo na infância agrada aos filhos crescidos.

"Não tenho como ter certeza se ela vai ou não gostar do que escolho mostrar", diz a fotógrafa Morgana Secco, de 38 anos, que alcançou 2,6 milhões de seguidores no Instagram após viralizar com vídeos da filha Alice, de 2 anos, famosa por gostar de ler e falar palavras difíceis. Alguns cuidados, diz, previnem embaraços futuros. "Nunca exponho situações em que a Alice esteja vulnerável, chorando ou que possa constrangê-la futuramente", diz Morgana, que aposta na chance de inspirar outros pais para a importância de uma criação respeitosa.

Justiça. Em redes como Instagram e TikTok, é comum encontrar vídeos de crianças "trolladas" pelos pais - expostas a brincadeiras como provar alimentos azedos ou filmadas enquanto se assustam. Adolescentes pedem aos pais para que não postem fotos de quando eram crianças porque dizem sofrer bullying.

As discussões podem chegar à Justiça quando pai e mãe discordam sobre a exposição do filho. O pai de um menino do interior paulista moveu ação contra a ex-mulher depois que ela publicou texto e foto da criança sem o aval dele. Para o pai, a publicação, sobre um distúrbio do filho, violou a privacidade da criança. Já a mãe disse que a postagem não foi ofensiva.

A decisão deu razão à mãe, mas ponderou que ainda é preciso achar a medida justa para preservar tanto o direito à liberdade de expressão dos pais quanto o direito à privacidade e proteção dos dados de crianças. "Não há regra fixa para definir quando direitos de personalidade das crianças estão sendo desrespeitados nas redes", diz a advogada Isabella Paranaguá, presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família do Piauí.

Não é o número de seguidores nem o fato de ter se tornado um "influencer digital" que indicam violação de direitos, mas situações que colocam a criança em risco, como negligência e opressão nas redes. Embora existam poucos processos de indenização por sharenting em que os filhos acionam a Justiça, o tema já faz parte de ações de divórcio e disputa de guarda.

Mais constantes e cada vez mais sofisticados, os cibercrimes causam prejuízos cada vez maiores às empresas. Apenas neste ano, as perdas globais podem chegar a US$ 6 trilhões - três vezes o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil -, de acordo com estudo conduzido pela consultoria alemã Roland Berger. A percepção de especialistas é a de que esse tipo de crime irá se aperfeiçoar ainda mais com o tempo, com as companhias tendo de gastar cada vez mais para se proteger de ataques com pedidos de resgate.

O Brasil tem sido um dos principais alvos globais. O levantamento da Roland Berger aponta que o País já ultrapassou o volume de ataques do ano passado apenas nesse primeiro semestre, com um total de 9,1 milhões de ocorrências, considerando apenas os de "ransomware", que restringem o acesso ao sistema infectado e cobram resgate em criptomoedas para que o acesso possa ser restabelecido. Esse número coloca o País na quinta posição mundial de ataques, atrás apenas de EUA, Reino Unido, Alemanha e África do Sul.

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"O tema de cibersegurança já vem evoluindo no Brasil e no mundo na última década. Hoje, isso não tem apenas relação com a segurança dos dados, mas de infraestrutura", diz o sócio-diretor e especialista em Inovação da Roland Berger, Marcus Ayres. Segundo ele, quando o ataque ocorre na infraestrutura, a empresa deixa de operar e tem prejuízos. "O custo disso é gigante."

Para Ayres, a preocupação das empresas brasileiras cresceu diante dos mais recentes ataques. No entanto, ele frisa que as companhias precisam entender que, para mitigar danos, é necessário que o tema seja contínuo, e não uma ação pontual para se ajustar alguma eventual fragilidade do sistema.

"A segurança digital vai muito além do TI. As empresas acordaram para a importância do tema e têm buscado dar robustez à segurança, mas ainda precisam ter essa visão multidisciplinar e entender que isso é algo contínuo", afirma Ayres.

Os ataques podem mudar de perfil com o tempo, e os cibercriminosos são criativos. Assim, os negócios têm de estar preparados para essa dinâmica do mundo digital. Algo importante, nesse sentido, é a empresa já ter um plano de contingência, caso um ataque ocorra, observa o executivo da consultoria alemã.

Segundo o especialista em cibersegurança da empresa de tecnologia NEC no Brasil, Daniel Aragão, há muitos tipos de ataques, mas o ransomware tende a ser o mais custoso, devido aos pedidos de resgate, que podem envolver cifras milionárias.

Aragão explica que uma das formas desses criminosos entrarem no sistema da empresa pode ser por meio de um e-mail, no qual o próprio funcionário abre um documento ou link fraudulento. A técnica, chamada "phishing", provoca uma infestação do sistema, abrindo o acesso para que o ataque possa ser feito.

De acordo com o especialista, os cibercriminosos podem passar um tempo silenciosos, vasculhando o sistema em busca de vulnerabilidades da empresa, e fazer o ataque de fato posteriormente. Prova da sofisticação que a cada dia fica maior, ele conta que há grupos especializados em fazer essa infecção da rede da companhia, vendendo essa "porta de entrada" a outros criminosos. "Todos os dias há novos ataques e vulnerabilidades", diz o executivo da NEC.

Preocupação. Na alta cúpula das empresas, as ameaças cibernéticas já são uma das principais preocupações, atrás apenas de crise de saúde trazida pela covid-19, que ainda permanece no primeiro lugar entre as dores de cabeça dos executivos.

Nas últimas semanas, as empresas que não tinham ainda colocado o tema no topo das prioridades mudaram de ideia após o ataque às Lojas Renner, que colocou o assunto ainda mais em evidência no Brasil.

Além da varejista, apenas neste ano sofreram ataques o Fleury, que ficou alguns dias sem conseguir efetuar exames, e a JBS, que pagou US$ 11 milhões de resgate ao ataque hacker em sua operação nos Estados Unidos, que também afetou negócios na Austrália e no Canadá. O custo desses ataques pode ir muito além do pagamento de resgate. A varejista de moda, por exemplo, disse que não efetuou esse pagamento, mas ficou alguns dias sem vender pelo e-commerce.

Cálculo da Roland Berger mostra que, considerando os dados de 2020, os ataques cibernéticos causaram danos de US$ 385 mil por empresa, em média, nos maiores países europeus. Os principais setores alvo, conforme o levantamento, são varejo, finanças, hotelaria e manufatura.

‘Hacker do bem’. As empresas também estão buscando os chamados "hackers do bem", contratados para simular um ataque. Eles vasculham vulnerabilidades, fazem o acesso e pegam o máximo de dados que conseguem. A partir daí, a firma tem mapeadas suas fragilidades para poder enfrentá-las. 

A Twitch denunciou na corte federal dos Estados Unidos dois usuários acusados de organizar ataques de ódio contra streamers que não são brancos ou heterossexuais da plataforma de streaming de videogames.

A plataforma, propriedade da Amazon, busca uma soma indeterminada de compensação financeira por danos atribuídos a dois indivíduos identificados em suas contas como "CruzzControl", residente na Holanda, e "CreatineOverdose", de Viena.

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Em agosto, ambos "começaram a coordenar ataques contra os usuários da Twitch nos quais entraram em seus canais e enviavam 'spam' de ódio nessas comunidades", denunciou a Twitch no processo apresentado na quinta-feira em San Francisco.

"Os acusados atacam os streamers inundando seus chats com mensagens de robôs que promovem conteúdo e linguagem racista, sexista e homofóbico", informou a plataforma, acrescentando que os agressores automatizaram a operação a tal nível que "geralmente superavam" a capacidade da ferramenta de moderação.

De acordo com o processo, embora a Twitch suspendeu ambas as contas e finalmente as baniu, os dois usuários fizeram novos registros na plataforma e retomaram os ataques.

A Twitch pediu à corte que obrigue os criminosos a arcar financeiramente com os danos causados e informou que seus nomes reais serão revelados assim que forem confirmados.

Os usuários da Twitch, a maior plataforma de streaming de videogames do mundo, realizaram um protesto virtual na semana passada como mostra de indignação diante dos ataques contra minorias.

A Twitch insiste que trabalha para melhorar as ferramentas que permitem proteger as contas de abusos, principalmente de streamers mulheres, não brancos e da comunidade LGBTQI+.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) cancelou a reunião extraordinária do conselho diretor prevista para começar às 14 horas desta sexta-feira, 10, quando seria deliberada a versão definitiva do edital do leilão das faixas para tráfego dos sinais da internet móvel de quinta geração (5G).

O cancelamento ocorreu a pedido do conselheiro relator do edital, Emmanoel Campelo, para ajuste de votos com os demais conselheiros, de acordo com informações veiculadas pela própria agência reguladora.

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A tecnologia 5G é a quinta geração das redes de comunicação móveis. Ela promete velocidades até 20 vezes superiores ao do 4G, com maior consumo de vídeos, jogos e ambientes em realidade virtual. O leilão do 5G será a maior licitação de telecomunicações da história do País.

O valor líquido de todas as faixas que serão leiloadas (700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHZ)) foi estimado em R$ 45,8 bilhões, e o valor dos compromissos, em R$ 37 bilhões. Dessa forma, a outorga mínima (taxa que as empresas pagam ao governo pelo uso das faixas) seria de R$ 8,7 bilhões.

A preparação do edital está completando três anos. As consultas públicas foram abertas em setembro de 2018. A primeira versão foi finalizada pela Anatel em fevereiro deste ano. Dali seguiu para revisão do Tribunal de Contas da União (TCU).

O TCU, por sua vez, aprovou o edital do leilão do 5G no dia 25 de agosto e devolveu o edital com seus apontamentos para a Anatel. O plenário do TCU manteve o posicionamento a favor do edital do relator, ministro Raimundo Carreiro.

O Nubank lançou, nesta quinta-feira (9), um programa de recompensas para pessoas que identificarem problemas no sistema da fintech. Executado em conjunto com a HackerOne, uma comunidade de pesquisadores de segurança internacional, o chamado “Bug Bounty" será supervisionado pela área de Segurança da Informação (Infosec) do banco brasileiro.

A iniciativa, implementada por inúmeras instituições financeiras ao redor do mundo, tem como objetivo detectar brechas no software que podem ocasionar problemas de segurança cibernética, a exemplo de fraudes ou vazamentos de dados. A palavra bug, em inglês, significa inseto, mas também é usada para se referir a defeitos ou erros que afetam o funcionamento de um sistema. Bounty significa recompensa.

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Na prática, após analisar os códigos da empresa e detectar o “bug”, o pesquisador reporta para a plataforma HackerOne. Depois do processo de validação no site, o banco corrige o problema mapeado e libera o pagamento, ou “bug bounty”, para o pesquisador que a encontrou. “O Nubank não mede esforços para que a experiência dos nossos clientes seja a mais tranquila possível, aprimorando constantemente suas ferramentas internas de segurança. Por isso, contar com a contribuição da comunidade de pesquisadores em segurança é mais uma forma que encontramos de proteger os nossos sistemas”, declarou o banco, por meio de nota.

O Twitter anunciou nessa terça-feira (7) que está testando um recurso na web que permite remover seguidores sem bloqueá-los. Às vezes, os usuários querem impedir que um seguidor veja seus tweets sem bloqueá-los completamente - se esse seguidor navegasse diretamente para sua página, ficaria claro que ele foi bloqueado, o que pode representar riscos à segurança.

Agora, alguns usuários do Twitter com acesso ao teste podem remover um seguidor navegando até seu perfil e clicando para ver sua lista de seguidores. Em seguida, eles podem clicar em um ícone de três pontos ao lado do botão seguir e selecionar “remover este seguidor” no menu suspenso. Nem todos os usuários atualmente têm essa funcionalidade.

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Anteriormente, os próprios usuários manobravam esse “soft block” - se você bloquear um usuário e, em seguida, desbloqueá-lo, ele o remove de sua lista de seguidores. O teste atual permite apenas que se remova seguidores de uma lista própria, então, no caso de perfis muito populares, pode ser difícil percorrer milhares de nomes para encontrar a pessoa procurada. De acordo com o pesquisador de aplicativos Alessandro Paluzzi, o Twitter também tem trabalhado na capacidade de remover um seguidor de determinado perfil, não apenas da própria lista de seguidores.

A plataforma está mostrando um investimento contínuo em atualizações da experiência do usuário com foco na segurança na web. Na semana passada, ela revelou um conjunto de ferramentas de privacidade nas quais está trabalhando, que inclui a capacidade de remover seguidores. A rede também propôs o potencial de arquivar tweets após 30, 60 ou 90 dias, ocultando tuítes curtidos e conversas.

Enquanto programas de terceiros como o Semiphemeral há muito tempo possibilitam funcionalidades semelhantes, ter esses recursos integrados no próprio aplicativo pode tornar mais fácil para os usuários ter maior controle sobre sua presença digital sem compartilhar seus dados com desenvolvedores externos.

Na manhã desta segunda-feira (6) o prefeito do Recife, João Campos (PSB), anunciou que a população poderá se comunicar com a gestão através de um número oficial no WhatsApp. A chamada “conta verificada” foi criada por meio de uma parceria com o aplicativo de mensagens, visando garantir a segurança e veracidade das informações fornecidas aos cidadãos.

A assistente virtual da Prefeitura, batizada de SUSI (SUS Inteligente) já pode ser consultada no número 81 9117-1407 (https://wa.me/558191171407) e, neste primeiro momento, servirá para facilitar o acesso às informações oficiais sobre vacinas, a campanha de vacinação no município e as orientações para exames de Covid-19. Além disso, o canal também permitirá a realização de tele-orientações sobre dúvidas médicas relacionadas à pandemia.

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Segundo Campos, Recife é a primeira capital a adotar o modelo. “Nós firmamos essa parceria com o Whatsapp para garantir que a comunicação da Prefeitura seja ainda mais ágil e eficiente com o cidadão. E de maneira imediata a gente vai abordar um tema que é urgente, o tema da vacinação”, disse o gestor municipal. 

Visando acelerar a vacinação integral da população da capital, o número entrará em contato com todas as pessoas que estão com a segunda dose do imunizante contra a Covid-9 atrasada para garantir o agendamento. Ainda de acordo com o prefeito, que tem implementado uma política de transformação digital na administração pública, o passo seguinte é ampliar o escopo dos atendimentos para além da vacinação, agregando os demais serviços da gestão na plataforma. 

À frente do projeto, está a equipe da Secretaria de Planejamento, Gestão e Transformação Digital, com o apoio da empresa Infobip, provedora oficial de soluções para o WhatsApp Business, utilizando a  Interface de Programação de Aplicativo (API) do App. 

O Whatsapp vai deixar de ser compatível com aparelhos Android com sistema operacional nas versões 4.0.4 ou mais antigas a partir do dia 1º de novembro. O aplicativo informou na sessão de perguntas frequentes.

Após a data indicada, o aplicativo de troca de mensagens funcionará na versão 4.1 e nas mais recentes do Android. Para os usuários de iPhone, a versão compatível com a ferramenta é o iOS 10 ou posteriores.

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A nota ainda informa que os usuários precisam atualizar seus aparelhos para um sistema operacional que seja compatível para o melhor funcionamento da ferramenta. No Brasil são 120 milhões de contas ativas do Whatsapp, e 2 bilhões no mundo.

 

O Clubhouse, rede social exclusiva para troca de áudios, anunciou duas novidades para o mês de setembro. A primeira, é a criação do “Creator Commons”, uma área dedicada a ajudar e tirar as principais dúvidas dos criadores de conteúdo da plataforma. Já a segunda, é focada na identidade do aplicativo, que teve o ícone atualizado para o rosto da comediante Leah Lamarr. 

O Creator Commons servirá como um “manual” da rede social, explicando como navegar, as diretrizes, formas de planejar conteúdo, como ser host ou utilizar as salas, além de outras dicas. Aproveitando o gancho, o Clubhouse também disponibilizou o Creator First, uma ferramenta focada em dar o suporte necessário no processo de elaboração de programas na plataforma.

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Embora o novo ícone do aplicativo cause estranheza à primeira vista, o sucesso da atriz e comediante Leah Lamarr explica o fato de seu rosto estampar a nova versão do aplicativo. Usuária do Clubhouse desde outubro de 2020, Leah tem o clube de comédia mais popular da rede social, o “Hot On The Mic”.

O regulador das telecomunicações russas afirmou nesta quinta-feira (2) que a rejeição das empresas americanas Apple e Google de suprimir o aplicativo do opositor Alexei Navalny poderia ser considerada uma "interferência eleitoral".

Em 20 de agosto, o serviço russo de vigilância das telecomunicações exigiu ao Google e Apple que deletassem o aplicativo do opositor de suas lojas na internet.

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O regulador Roskomnadzor lançou nesta quinta-feira uma segunda advertência às duas empresas americanas, por meio de um comunicado acessado pela AFP.

Dentro de três semanas, a Rússia realizará eleições legislativas sem a participação dos aliados de Alexei Navalny, excluídos da votação ou obrigados a se exilarem depois que suas organizações foram proibidas, declaradas "extremistas" em junho.

"A organização ou a participação em organizações extremistas proibidas na Rússia podem ser penalmente castigadas", alertou o regulador, para o qual a rejeição a eliminar o aplicativo em questão "pode ser considerada uma interferência eleitoral".

Durante sua coletiva semanal, a porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, classificou a atitude da Google e Apple como "inaceitável em relação aos processos eleitorais em andamento".

Desde que as organizações de Navalny foram proibidas, várias páginas na internet do opositor foram bloqueadas na Rússia pelo Roskomnadzor.

Alexei Navalny, condenado em fevereiro a dois anos e meio de prisão em um proceso que ele considera político, pediu aos seus apoiadores que usem seu aplicativo para encontrar e votar nos candidatos que possam vencer os do Kremlin.

Esta estratégia de "voto inteligente" gerou algumas vitórias nas eleições locais de 2019, especialmente em Moscou.

A porta-voz do ativista, Kira Yarmysh, denunciou nesta quinta-feira a interferência de Roskomnadzor nas eleições russas e pediu no Twitter que as pessoas baixem "rapidamente" o aplicativo.

A autoridade digital irlandesa anunciou, nesta quinta-feira (2), uma multa de 225 milhões de euros (US $ 267 milhões) contra o aplicativo de mensagens WhatsApp, após uma investigação solicitada pelo comitê europeu de proteção de dados sobre as mudanças no uso de informações pessoais.

A investigação, lançada pela comissão irlandesa de proteção de dados DPC em dezembro de 2018, procurava determinar se o aplicativo "cumpriu suas obrigações de transparência" em termos de informar os usuários sobre como seus dados seriam usados.

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As obrigações incluíam relatar como as informações são compartilhadas entre o WhatsApp e as outras empresas do grupo Facebook, que é proprietário deste popular aplicativo de mensagens instantâneas.

Como resultado desta investigação, a DPC "impôs uma multa de 225 milhões de euros ao WhatsApp", anunciou o organismo em um comunicado, apelando ao WhatsApp a cumprir os regulamentos de proteção de dados da União Europeia.

O regulador irlandês tem jurisdição neste caso, uma vez que o gigante digital americano Facebook tem sua sede europeia neste país.

O Regulamento Geral de Proteção de Dados da UE (GDPR), em vigor desde 2018, dá aos reguladores maior poder para proteger os consumidores contra gigantes digitais como Facebook, Google, Apple e Twitter, que, atraídos por um tratamento fiscal favorável, escolheram a Irlanda como sede.

O GDPR permite que os reguladores multem esses grupos em até 4% de seu faturamento global.

"O WhatsApp tem o compromisso de fornecer um serviço seguro e privado. Trabalhamos para garantir que as informações que fornecemos sejam transparentes e completas e continuaremos fazendo isso", declarou um porta-voz do WhatsApp em um breve comunicado.

"Não concordamos com a decisão de hoje sobre a transparência que proporcionamos às pessoas em 2018 e as sanções são totalmente desproporcionais", frisou, destacando que a empresa vai recorrer da decisão.

Usuários do Instagram relatam instabilidade na plataforma na manhã desta quinta-feira (2). Enquanto a versão web está indisponível, o aplicativo mobile está com lentidão e não carrega o feed principal.

O site Downdetector, que monitora instabilidades em sites e serviços na internet, registrou 7.394 reclamações até as 8h13 desta manhã. Do total de reclamações, 50% eram sobre o aplicativo, 29% tratavam de conexão com servidor e 21% sobre o website.

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O problema está sendo registrado em vários locais do planeta, com internautas relatando as dificuldades nos Estados Unidos, Turquia, Grécia e Hong Kong, por exemplo. No Twitter, o termo "Instagram" é o mais comentado. Ainda não houve posicionamento oficial sobre o ocorrido.

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