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Diante da flexibilização das medidas de isolamento social e a tendência da volta da normalidade em todas as áreas no Brasil, o monitoramento da saúde das pessoas acaba sendo essencial para evitar que a curva de contágio do Covid-19 cresça descontroladamente no país. Como a febre é um dos sintomas que podem indicar o contágio das pessoas, o monitoramento acaba sendo essencial.

Diante disso, uma pulseira batizada de "Liv" está sendo lançada no mercado para acompanhar os alunos nas escolas, os idosos nos asilos e a equipe médica nos hospitais, por exemplo - ao preço médio de R$ 170 (só as pulseiras).

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A Liv é um dispositivo que realiza a aferição da temperatura corporal dos seus usuários em tempo real. Com uma anormalidade na temperatura detectada, imediatamente um sinal é enviado para aqueles responsáveis pelo monitoramento. A pulseira foi desenvolvida em 60 dias por cinco pessoas da empresa recifense de tecnologia Vida Labs.

Para a reabertura dos shoppings, por exemplo, um dispositivo manual é usado por determinadas pessoas para aferir a temperatura dos clientes e funcionários que chegam no mall. No caso da Liv, o monitoramento é constante e pode auxiliar nos locais que contam com grandes aglomerações.

"Essa questão da aferição de temperatura é algo muito recorrente e por isso a gente buscou informações sobre o que estava rolando de tecnologia lá fora e chegamos numa solução que casava com a problemática (da Covid-19) que é a aferição da temperatura em tempo real", explica Marcelo Gomes, sócio do Vida Labs.

Como funciona?

A pulseira envia as informações para um "gateway" que é instalado no ambiente onde a pessoa está. Esse "gateway" envia as informações de temperatura corporal das pessoas para um servidor em nuvem que vai processar essa informação e enviar para o aplicativo que está vinculado aquela pulseira cadastrada.

Caso alguma dessas pessoas estiver com febre, o dispositivo dispara mostrando que determinada pessoa está com a temperatura corporal elevada. "A pessoa que tem o aplicativo instalado no celular não é a única que pode monitorar. Na escola, por exemplo, o diretor pode ter acesso a uma interface onde verá o status em tempo real de todos os alunos da instituição", exemplifica Marcelo Gomes.

Por ser novo e não contar com grandes parcerias para a distribuição, a venda do Liv acontece de forma online, no site da Vida Labs. Os preços para a instalação de tudo dependem de cada caso. 

Presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg parece não estar tão preocupado com o boicote promovido contra a empresa, afirmaram alguns funcionários que estiveram presentes em reunião com o fundador da rede social. Segundo o site americano especializado em tecnologia The Information, o executivo teria dito que estava relutante a encarar o movimento e chegou a apostar que os anunciantes voltariam para a plataforma em breve.

De acordo com esses funcionários, Zuckerberg deu a declaração na sexta-feira (26) em uma reunião virtual. No mesmo dia, o movimento liderado pela campanha Stop Hate For Profit tinha o apoio de grandes empresas como Unilever e Verizon. A campanha pressiona o Facebook para ser mais ativo na remoção de conteúdos com discursos de ódio. No mesmo dia, o presidente do Facebook divulgou um comunicado, afirmando que iria proibir outras categorias, consideradas como discurso de ódio, principalmente as relacionadas à alegações de violência e segurança por parte de grupos étnicos e religiosos.

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Segundo o The Information, para Zuckerberg, a maior preocupação é relacionada à reputação e parcerias de sua empresa e não necessariamente às finanças. A emissora americana CNN mostrou que só três dos maiores anunciantes do Facebook - Microsoft, Starbucks e Pfizer - haviam aderido ao boicote.

"Não mudaremos nossas políticas por causa de uma ameaça a uma pequena porcentagem de nossa receita ou para qualquer porcentagem de nossa receita", teria dito ainda Zuckerberg a funcionários. Hoje, uma parte considerável do que o Facebook fatura vem de pequenos anunciantes - segundo estudo feito pela Bloomberg, caso a rede perca 25 de seus 100 maiores anunciantes, a queda na receita em um trimestre seria de US$ 250 milhões. Pouco para uma empresa que fatura US$ 17 bilhões em três meses.

Brasil

No País, o movimento Sleeping Giants, que tem convidado anunciantes a retirar campanhas de sites que propagam desinformação, começou ontem a fazer o mesmo com o Facebook. A iniciativa chegou a pedir até que aplicativos de entrega redirecionem o dinheiro de campanhas em redes sociais para seus entregadores, em uma ligação com a greve realizada na última quarta-feira.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O serviço de varejo online AliExpress fechou um acordo com a companhia aérea de cargas Atlas Air para dois voos semanais entre China, Brasil e Chile. A contratação da Atlas Air representa uma tentativa de garantir que, diante da crise do Covid-19, os compradores possam receber suas encomendas no prazo prometido.

Geralmente os produtos são enviados no andar inferior dos aviões comerciais mas, devido à pandemia, o número de voos para passageiros foi reduzido, produzindo impacto sobre os prazos de entrega das mercadorias. Isso fez com que a AliExpress recorresse a uma nova estratégia para realizar suas entregas.

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A parceria deve durar alguns anos pois, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), a previsão é que o fluxo de passageiros seja normalizado apenas em 2025.

O primeiro lote de mercadorias para a América Latina já pousou no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), no dia 6 de junho.

Além da parceria, o AliExpress também lançou o serviço “AliExpress Direct”, que reúne todos os pedidos do usuário em uma única entrega mediante uma taxa de três dólares. 

A pandemia causada pelo novo coronavírus (Covid-19) afetou o comportamento dos consumidores, que durante o isolamento utilizam a Internet para realizar suas compras.

De acordo com uma pesquisa feita pela plataforma NZN Intelligence em maio, 71% das pessoas passarão a comprar mais pela internet.

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A publicitária Tayna Fernandes, 25 anos, de São Paulo, frequentou os supermercados nas duas primeiras semanas de quarentena mas começou a testar os aplicativos de entrega e se viu satisfeita com o resultado.

A publicitária Tayna Fernandes é uma das pessoas que passou a comprar mais pela internet durante a pandemia. Foto: acervo pessoal

“Entendemos que conseguiríamos comprar tudo por lá, e percebemos que algumas lojas diminuíram o tempo de entrega da mercadoria”, conta.

Nos últimos 60 dias, todas as compras de Tayna foram feitas pela internet, incluindo supermercado, farmácia, cosméticos, pet shop e outros itens para sua casa.

“Uso o aplicativo Rappi para quase tudo, mas achei que ele estaria mais preparado para usabilidade e demanda durante a pandemia. Também compramos diretamente nos sites de lojas como como Magalu, Mercado Livre e Petz”, comenta a publicitária.

Considerando a força comercial que a internet ganhou na pandemia, alguns cuidados devem ser tomados. O usuário deve optar por lojas online de confiança e verificar a popularidade do site, reputação e feedback dos compradores.

“É importante também verificar se o site possui o ícone de um cadeado antes da URL. Caso não exista, o cliente não deve informar os seus dados”, explica o especialista em segurança digital, sócio e diretor de operações da empresa Reamp, Caio Ferro.

O comprador deve ter atenção redobrada aos dados de cartão de crédito. “Não forneça a informação, sobretudo se ela for pedida por e-mail”, explica Ferro.

Desconfie de preços baixos. “Existe uma média padrão de preços nas lojas online, exatamente como também há nos pontos de venda físicos. Vale ficar atento a ofertas que destoam muito da média”, orienta o diretor da Reamp.

O especialista recomenda manter o antivírus atualizado, pois ele impede muitas ameaças virtuais iminentes.

Nos últimos meses, o aplicativo de mensagens WhatsApp tem ganhado forças entre as empresas que o utilizam para efetuar vendas. A ferramenta se tornou o principal canal de comunicação da loja de itens de cultura pop Kanikoss Moda Nerd, do Rio de Janeiro, superando o tradicional email. "A experiência tem sido muito positiva, principalmente porque o clima da conversa com os clientes costuma ser mais leve e informal", conta o proprietário Kitsune Alexandre, 40 anos.

Popular e de fácil manejo, o aplicatico torna a negociação mais prática para o cliente, que não se vê obrigado a aprender um sistema novo para realizar uma compra. "O cliente que tiver dúvidas sobre os produtos da Kanikoss, por exemplo, vai ter contato direto com um atendente com poucos cliques", comenta. Alexandre está satisfeito com as possibilidades que o WhatsApp oferece ao seu negócio, mas acredita que algumas melhorias poderiam ser feitas, como na qualidade das chamadas de voz, que pode variar de acordo com a conexão de internet.

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Na primeira quinzena de junho, o aplicativo implementou uma ferramenta que permite realizar pagamentos, o WhatsApp Pay. "Acreditamos que em pouco tempo será uma forma de pagamento extremamente comum e corriqueira. Com certeza já está nos planejamentos da Kanikoss experimentar, testar e, se aprovado, implementar a modalidade para facilitar a vida de nossos clientes", afirma Alexandre.

Grandes redes também estão utilizando o WhatsApp como ferramenta de vendas. A plataforma de vendas do Magazine Luiza, a Parceiro Magalu, usa a mesma experiência do vendedor nas lojas físicas para negociar com os clientes por meio do aplicativo. "Também desenvolvemos o 'Magalu Link Pagamentos', onde fazemos todas as transações de pagamento apenas com um link que é enviado para o cliente", explica a gerente de produtos do Parceiro Magalu, Gisele Morila.

Acreditando no potencial do aplicativo, a varejista também implementou o uso do WhatsApp em suas lojas físicas, o que permite o cliente comprar produtos sem a necessidade de se dirigir ao estabelecimento. A equipe da Parceiro Magalu está explorando os potenciais dessa plataforma e busca feedback. "Nos estudos de NPS de Clientes, a maior nota de satisfação está nesse novo canal de vendas. Por isso, ele continuará evoluindo", afirma Gisele.

Outras varejistas encontraram no WhatsApp uma saída para manter os negócios durante a pandemia do coronavírus (Covid-19), foi o caso das redes Casas Bahia e Ponto Frio, onde os vendedores recebem uma lista de clientes, sugestões de produtos e argumentos de vendas. A abordagem é feita via aplicativo. "A operação financeira é concluída pelo cliente no site das marcas, com toda a segurança e privacidade de dados. As vendas são comissionadas para o vendedor", informa o vice-presidente de operações da Via Varejo, Abel Ornelas.

Embora seja uma estratégia adotada para contornar a crise, essa modalidade deve continuar pós-pandemia. Os vendedores de lojas físicas estarão equipados com celulares para continuar com as vendas via WhatsApp. "Isso representa mais um passo dado para que os canais sejam ainda mais integrados", prevê Ornelas. A interação via WhatsApp tem permitido que os clientes se sintam mais confortáveis, já que conhecem o vendedor da loja física. "Essa proximidade traz confiança para fazer a melhor escolha. Isso tem feito a diferença", finaliza.

A Microsoft anunciou, nesta sexta-feira (26), que está encerrando todas as suas lojas no varejo, permanentemente . A decisão é para que a marca passe por uma reestruturação e concentre suas vendas em canais digitais como  Microsoft.com e nas lojas Xbox e Windows. Alguns dos estabelecimentos serão repaginados para virarem centros de experiência, que não devem mais vender produto. 

Até agora, os centros anunciados pela empresa ficam em Nova York (Quinta Avenida), Londres (Oxford Circus), Sydney (Westfield Sydney) e o campus de Redmond. Todos os outros locais da Microsoft Store nos Estados Unidos e no mundo serão fechados. "A Microsoft continuará investindo em suas fachadas digitais no Microsoft.com e nas lojas Xbox e Windows, atingindo mais de 1,2 bilhão de pessoas todos os meses em 190 mercados", diz o comunicado.

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"Agradecemos aos clientes da Microsoft Store e esperamos continuar a atendê-los on-line e com nossa equipe de vendas de varejo nas instalações corporativas da Microsoft", disse o vice-presidente corporativo da Microsoft, David Porter.

Desde que fechou suas lojas no final de março, devido à pandemia da Covid-19, a equipe de varejo da companhia ajudou as pequenas empresas e os clientes a se transformarem digitalmente. A empresa também afirmou que não pretende demitir os funcionários de suas lojas oficiais, mas sim realocá-los de suas funções para diferentes demandas. "Nossos membros da equipe de varejo continuarão atendendo a clientes que trabalham nas instalações corporativas da Microsoft ou remotamente e continuaremos a desenvolver nossa equipe diversificada em apoio à missão e aos objetivos gerais da empresa", afirmou a empresa.

Restaurantes cadastrados no Uber Eats agora podem oferecer um programa de fidelidade para seus clientes mais assíduos. Os usuários do app acumularão pontos a cada pedido ganhando recompensas em seus pratos favoritos. Além disso, a plataforma atualizou a função “Para retirar”, destacando, por meio de um mapa, os estabelecimentos que oferecem essa modalidade.

As recompensas podem ser baseadas no número de pedidos e/ou no valor da compra de cada cliente. Fica a critério do restaurante escolher como será medida essa pontuação, ou seja, quantos pedidos o usuário deve fazer ou qual o valor a ser atingido para obter um desconto. Do outro lado, os usuários poderão monitorar o progresso para ter acesso às recompensas dentro do aplicativo.

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No Recife, restaurantes como Notaro Comedoria e Café, Esquina Burger, Big Dog Dogueria, Açaí Valente's e Queen Cook Pizzaria já estabeleceram o programa de fidelidade. Eles são identificados com um diamante roxo, assim como outros participantes do programa de recompensas.

 Após pedir em um restaurante específico, o menu do aplicativo indicará o andamento para ter acesso à recompensa. Ao completar você será notificado pelo aplicativo e também receberá um e-mail e uma notificação automática. A recompensa é aplicada automaticamente na conta do usuário e tem 90 dias para ser resgatada no restaurante. Ela só pode ser usada em um pedido.

A Worldwide Developers Conference (WWDC) da Apple começa nesta segunda-feira (22). O esperado evento para desenvolvedores da maçã será totalmente virtual este ano, por conta da pandemia do novo coronavírus, e deve apresentar novidades sobre os sistemas operacionais de seus principais dispositivos. A transmissão começa às 14h, horário de Brasília.

Embora o foco principal esteja no lançamento do iOS 14, há muita chance da Apple anunciar também uma mudança dos processadores Intel para seus próprios chips baseados em ARM personalizados. Entre as expectativas do evento estão um novo iMac e notícias sobre seus serviços de streaming, além de atualizações do tvOS e macOS.

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O grande diferencial deste ano é a possibilidade de participação não apenas da palestra principal, mas também nas sessões de engenharia e nos fóruns de desenvolvedores, já que o evento será aberto para todos. Mas vamos as expectativas sobre o evento:

iOS 14

A atualização anual do iOS deve ser um dos principais focos da Apple . Há rumores que a empresa estaria fazendo as primeiras alterações substanciais na tela inicial do iOS como nova exibição de lista que, de acordo com o site 9to5Mac , deverá oferecer uma visualização no estilo Android de todos os aplicativos no seu dispositivo. Novos papéis de parede que entrarão em looping em aplicativos de terceiros e novos aplicativos (principalmente voltados para a linha fitness) também estão na lista de possíveis mudanças.

Recursos para controle de objetos inteligentes também devem aparecer na conferência. A "CarKey " permitirá que você o usuário de iPhone ou Apple Watch controle os dispositivos como chave de carro, um HomeKit com capacidade de automatizar as mudanças de temperatura da cor das luzes ao longo do dia e recursos aprimorados de acessibilidade para usuários com perda auditiva devem aparecer nesta segunda-feira.

WatchOS7

Monitoramento do sono e de oxigênio no sangue podem estar chegando ao watchOS 7. Ainda não se tem certeza se a Apple colocará isso em um novo Apple Watch ou será apenas uma atualização de software. O controle parental também poderá ser incluído no sistema.

TvOS 14

Caso um novo app de saúde seja apresentando no iOS 14, sites especializados reforçam que é possível que ele esteja presente na Apple TV. Além disso, o "Modo Kids", feito especialmente para apresentar conteúdo infantil na plataforma de streaming entraria em cena com o Screen Time para que pais possam monitorar quanto tempo seus filhos passam assistindo TV.

Novos processadores

Mas ainda existe o maior boato da WWDC 2020, que pode se confirmar nesta segunda. A Apple poderá lançar seus próprios chips baseados em ARM para a próxima geração de laptops Mac, para substituir os processadores Intel, em uso desde 2006.  A mudança seria motivada pelas preocupações da empresa com as melhorias de desempenho da Intel. Os originais da maçã apresentaram desempenho melhor para tarefas gráficas e de inteligência artificial, entre outras especificidades.

Há muitos outros boatos de produtos específicos que devem ser apresentados nesta segunda-feira. O LeiaJá vai acompanhar a transmissão ao vivo para trazer todas as informações atualizadas sobre o que, de fato, será apresentado pela maçã este ano. 

Após o ressurgimento de casos da Covid-19, nos Estados Unidos, a Apple voltou a fechar várias de suas lojas físicas. Os estabelecimentos tinham sido reabertos recentemente, em quatro estados norte-americanos, mas após novas confirmações do novo coronavírus a companhia da maçã retomou os fechamentos. 

Ao todo, 11 lojas localizadas na Flórida, Arizona, Carolina do Norte e Carolina do Sul serão fechadas temporariamente. Em março, a empresa já tinha fechado todas as suas lojas fora da China continental por causa da propagação da pandemia de coronavírus. Mês passado, a Apple começou a reabrir as lojas nos EUA oferecendo apenas serviço na calçada ou na frente do estabelecimento, sem permitir a entrada de clientes. 

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As lojas que permitiam a entrada de pessoas realizavam verificações de temperatura e exigiam que todos os frequentadores e funcionários usassem máscaras faciais. Em entrevista ao site The Verge, um porta-voz da empresa afirmou: "Devido às condições atuais da Covid-19 em algumas das comunidades que atendemos, estamos temporariamente fechando lojas nessas áreas. Demos esse passo com muita cautela, pois monitoramos de perto a situação e esperamos ter nossas equipes e clientes de volta o mais rápido possível".

A Apple divulgou os finalistas de seu concurso de programação “Swift Student Challenge” e entre os 350 nomes da lista está a paranaense Maria Azolin, de 21 anos, estudante do curso de Engenharia da Computação na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

Maria trabalha com desenvolvimento de aplicativos para iOS na Apple Developer Academy. No concurso, ela criou um cenário que auxilia um planeta a encontrar o brilho das estrelas. O resultado pode ser conferido aqui.

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A programadora teve a sua história contada no site da Apple, ao lado do norte-americano Ritesh Kanchi e do alemão Lars Augustin, ambos de 16 anos.

Maria também criou o aplicativo DressApp, que tem a função de ajudar as pessoas a escolher o look do dia.

O “Swift Student Challenge” é um concurso promovido pela Apple para incentivar a prática da programação entre jovens estudantes. A proposta é que cada participante crie um ambiente interativo com duração máxima de três minutos e os vencedores recebem uma jaqueta e pequenos brindes exclusivos do evento, além de ter o reconhecimento da empresa.

O concurso faz parte do evento Apple Worldwide Developers Conference (WWDC), que será totalmente digital em 2020 por conta do coronavírus.

A Amazon anunciou nesta terça-feira o lançamento de um "assistente de distância" para reduzir as infecções por coronavírus no local de trabalho.

O sistema de realidade aumentada funciona com a ajuda de câmeras e uma tela que desenha círculos virtuais ao redor dos funcionários para incentivá-los a manter uma distância de aproximadamente dois metros entre eles.

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Se o círculo é verde, significa que a distância é adequada, mas se ficar vermelho, significa que as pessoas estão muito próximas umas das outras.

Em uma postagem em seu blog, a Amazon explicou que o sistema foi desenvolvido por seus engenheiros, que foram "inspirados por exemplos já existentes, como radares de medição de velocidade".

A empresa disse que o sistema já foi usado em "algumas" lojas e que em breve será implementado mais amplamente.

A Amazon planeja disponibilizar a tecnologia ao público em geral "para que qualquer pessoa possa criar seu próprio assistente de distância".

A gigante do varejo sediada em Seattle, que emprega quase 800.000 pessoas em todo o mundo, enfrentou protestos pela segurança de seus funcionários durante a pandemia.

A empresa também prometeu investir bilhões de dólares para combater a Covid-19.

Um dos países com maior presença no WhatsApp, com 120 milhões de usuários, o Brasil foi escolhido pelo Facebook para estrear o serviço de pagamentos do app de mensagens. Anunciada nessa segunda-feira (15) por Mark Zuckerberg, a ferramenta tem parceiros locais como Banco do Brasil, Cielo, Nubank e Sicredi e chegará aos poucos aos brasileiros: segundo apurou o Estadão/Broadcast, cerca de 1,5 milhão de pessoas no País tiveram o recurso liberado ontem.

"Queremos expandir em breve para mais pessoas e outros parceiros, mas ainda não há data definida", disse ao Estadão Matt Idema, diretor de operações do WhatsApp. Com a ferramenta, usuários poderão transferir quantias a outros contatos e também realizar pagamentos para empresas que usem o WhatsApp Business, versão corporativa do app. A novidade é similar à que já existe no app chinês WeChat, da Tencent, que transformou os meios de pagamentos no país asiático.

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Para que os pagamentos possam ser realizados, o Facebook lançou também no País o Facebook Pay, sistema que permite pagamentos por meio de apps. Nos EUA, a ferramenta já é usada para compras feitas diretamente na rede social e também no Instagram - algo que pode chegar ao Brasil em breve, disse Idema.

As transações entre pessoas terão teto de R$ 1 mil e serão feitas apenas com cartão de débito, vinculada a uma conta bancária - os valores recebidos já cairão direto na conta do usuário. Todas as operações terão de ser aprovadas com uso de senha ou biometria. "Se o telefone for roubado, ninguém poderá fazer transações com ele sem a senha", afirmou o executivo.

Os pagamentos para empresas, por sua vez, poderão ser feitos a partir de cartão de débito ou crédito das bandeiras Visa e Mastercard. Não haverá limite de valores, mas todas as transações terão taxa fixa de 3,99% - os valores serão divididos pelo banco do usuário, o Facebook e a Cielo. Com o anúncio, a empresa de adquirência teve alta de 14% na bolsa ontem.

Para David Vélez, cofundador do Nubank, a nova ferramenta é mais um passo para bancarizar o Brasil - segundo dados do Instituto Locomotiva, hoje o País tem 45 milhões de pessoas sem acesso a serviços financeiros. "Esse produto pode aumentar o crescimento da nossa conta digital e do cartão de débito", afirmou Vélez.

Conselheiro da Associação Brasileira de Fintechs, Guilherme Horn também vê potencial reduzir a desbancarização, mas crê que será preciso ter atenção para que a ferramenta não seja usada para fraudes.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Cielo e o Facebook anunciaram nesta segunda-feira (15) uma parceria para viabilizar transações de pagamento por WhatsApp no país. Em comunicado ao mercado, a empresa informa que a versão mais recente do aplicativo apresentará gradativamente a opção "pagamentos" no menu, permitindo a realização de pagamentos e o acompanhamento do histórico de transações.

Segundo o Cielo, o interessado em realizar pagamentos para outras pessoas ou para empresas precisará cadastrar e validar seu cartão de débito ou múltiplo no WhatsApp.

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Já os comerciantes interessados em realizar vendas precisarão se credenciar à Cielo por meio da plataforma do WhatsApp.

O pagamento de pessoa para pessoa funcionará na modalidade débito, enquanto que o pagamento de pessoa para empresas ou empreendedores funcionará nas modalidades débito e crédito.

Nas transações de débito, o comerciante receberá o valor da venda em um dia e nas transações de crédito em dois dias.

O distanciamento social exigido pela pandemia do novo coronavírus acelerou as discussões sobre o uso dos drones no mundo todo. Na China, eles já têm sido utilizados para transportar insumos médicos, coleta de exames e até para desinfetar cidades; na Austrália, os veículos não tripulados têm feito entregas de uma série de produtos, de café e pão até ovos e papel higiênico; nos Estados Unidos, a tecnologia foi motivo de polêmica ao ser usada para fiscalizar pessoas que furavam a quarentena em Manhattan.

Por aqui, as discussões também aumentaram. Empresas e órgãos públicos têm buscado informações sobre como usar o equipamento de forma segura e eficiente. Por enquanto, apenas uma empresa de Franca, no interior de São Paulo, está em processo de certificação para fazer entregas por drones.

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Trata-se da Speedbird Aero, uma empresa criada por dois brasileiros que querem transformar a promessa mundial do delivery aéreo em realidade no Brasil. Desde o ano passado, quando a pandemia do novo coronavírus nem tinha dado as caras no mundo, o engenheiro Samuel Salomão e o administrador de empresas Manoel Coelho, sócios da empresa, trabalham na primeira certificação de drones para entregas no País e podem conseguir uma autorização ainda neste ano.

Mas esse será apenas o primeiro passo de um processo que pode levar cinco anos até chegar ao nível de voos autônomos (sem controle remoto). Durante um bom tempo a operação ainda dependerá da intervenção humana no controle dos drones, mesmo que as rotas sejam programadas automaticamente. Além disso, ao contrário do que prometem algumas empresas no exterior, no Brasil a operação deve ser gradual e está longe de entregar produtos na porta da casa do consumidor. O desenho que vem sendo feito pela Speedbird inclui rotas preestabelecidas, como o teste que vem sendo feito com a parceira iFood - empresa de delivery de comidas.

A ideia é retirar o pedido num shopping, por exemplo, levar até um determinado ponto e de lá seguir com entregadores. Ou sair de um restaurante e ir até a entrada de um condomínio, onde haverá um droneporto - local construído para permitir a aterrissagem do drone. A proposta é superar alguns gargalos, como o trânsito ou o tempo para sair de um shopping. "Nesse caso, trabalharemos com uma complementaridade de transporte com a moto, patinete ou bicicleta", diz Coelho, sócio da Speedbird , criada em 2018.

Modelos

Com a quarentena imposta pela pandemia do coronavírus, outros modelos começam a ser pensados para atender hospitais e órgãos públicos. A empresa tem sido procurada para desenhar soluções e rotas específicas para o transporte de exames médicos e até medicamentos. "Sem dúvida, o uso de drones será ampliado", diz Salomão. Segundo ele, no auxílio à telemedicina, drones poderão entregar remédios para pacientes; na prestação de serviços, trabalhadores em campo poderão receber peças ou ferramentas durante reparos onde o tempo é crítico; e na engenharia, suprimentos poderão ser entregues em obras em locais de difícil acesso. "Enfim, encomendas poderão ser retiradas por moradores em pontos de coleta especialmente projetados para receber drones."

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), há várias conversas com empresas para o uso de drones em uma série de atividades, mas, para entregas, a Speedbird saiu na frente. O processo de certificação da empresa, em análise na agência, é para permitir o voo fora da linha de visão. Os diretores da Anac têm acompanhado os testes e feito uma série de exigências para garantir a segurança do equipamento para a população. Um exemplo foi o pedido para o desenvolvimento de um paraquedas caso haja pane com o drone durante um voo.

"Para encontrar um modelo que funcionasse a 30 metros (altura que a empresa pretende voar), tivemos de recorrer a uma empresa israelense, mas conseguimos uma solução que atende à agência", diz Salomão, que comanda toda a parte tecnológica da empresa. É ele que desenvolve e adapta os drones da Speedbird para as entregas. Os equipamentos podem voar num raio de 5 km a 10 km e levar uma encomenda de dois quilos - o próximo drone em construção terá capacidade de levar até oito quilos. Para desenvolver os equipamentos, Salomão importa parte dos componentes e produz peças menores em impressoras 3D.

Voo autônomo

A utilização de drones em larga escala no Brasil ainda vai depender de estrutura para detectar as aeronaves no ar. A major Daniele Lins, do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), afirma que, mesmo com a certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o uso dos veículos não tripulados terá de ser controlado em áreas predeterminadas. Hoje, o que tem sido feito é acomodar esse tráfego numa malha já existente, "Definimos um polígono e não deixamos que outros usem o espaço", diz ela.

"Os drones são menores e difíceis de serem detectados, mas acreditamos que, com a tecnologia do 5G, poderemos encontrar soluções interessantes para o controle dos equipamentos", diz a major. Segundo ela, que tem acompanhado de perto as discussões pelo mundo, as iniciativas mais avançadas hoje estão na Austrália e nos Estados Unidos. "Mas tudo ainda é experimental. É um processo que o mundo está construindo".

Os sócios da Speedbird, Manoel Coelho e Samuel Salomão, entendem bem que o processo de "popularização" dos drones em serviços de delivery não é curto nem fácil. Eles trabalham com quatro fases de desenvolvimento das autorizações. A primeira prevê voos em áreas rurais, condomínios e indústrias, com o consentimento de pessoas; a segunda inclui sobrevoos em áreas esparsamente povoadas com até 300 habitantes por quilômetro quadrado (km²), sem autorização dos moradores; e a terceira, em locais com mais de 300 habitantes por km². A última fase seriam os voos sem a necessidade de um operador. É esse o grande alvo das empresas, o que permitiria o uso em larga escala e derrubaria o custo das operações.

Nas próximas semanas, a empresa deverá receber uma rodada de investimentos, o que dará mais fôlego ao desenvolvimento do produto. Os recursos virão de fundos de venture capital e de outros investidores. Um deles é o brasileiro Reinaldo Carvalho, que mora nos Estados Unidos e investe em negócios em estágio inicial.

Apesar da crise da Covid-19, ele afirma que nem cogitou a possibilidade de desistir do investimento. Entre as explicações está a de que a Speedbird é a única empresa com processo de certificação no Brasil. Além disso, a solução será uma importante ferramenta para diminuir os problemas de logística no País, diz o investidor.

Segundo Salomão, a captação de recursos será para desenvolver a tecnologia, contratar novos engenheiros e aumentar a frota. "Hoje, o software (que traça as rotas e permite que o drone siga um caminho) é o nosso maior valor. Precisamos incrementar essa ferramenta." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Brasil entrou na lista dos 20 principais países em um ranking mundial de ecossistemas de pequenas empresas de tecnologia (startups). O país subiu 17 posições e figurou na elite mundial no levantamento que leva em conta a quantidade e qualidade de startups, as instituições de apoio e o ecossistema de inovação como um todo, envolvendo o ambiente de negócios.

O levantamento é realizado pela empresa StartupBlink. Ela analisou 1 mil empresas em 100 cidades de todo o mundo.

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Os países mais bem colocados no ranking foram Estados Unidos, Reino Unido, Israel, Canadá e Alemanha. De acordo com os autores, os EUA permanecem bem a frente das demais nações por seu robusto ecossistema de inovação. Figuram também no topo dos 10 primeiros a Holanda, a Austrália, a Suíça, a Espanha e a Suécia.

Juntamente com o Brasil, outro país que galgou posições e entrou no ranking foi Cingapura, ocupando a 16ª posição. Além de entrar no top 20, o Brasil ficou na melhor colocação da América Latina, a frente de Argentina (40º), México (41º) e Colômbia (46º).

O Brasil teve melhor desempenho nos critérios de qualidade das startups e ambiente de negócios. Mas na quantidade, ainda fica bastante atrás dos países mais bem colocados.

São Paulo é o principal centro de inovação, ficando na 18a posição no ranking por cidades. Além da capital paulista, outras cidades listadas foram o Rio de Janeiro (93ª posição), Belo Horizonte (101ª posição) e Curitiba (183ª posição).

“Considerando o vasto potencial do mercado brasileiro e a população de mais de 200 milhões de pessoas, o ecossistema de tecnologia tem todas as condições de um rápido crescimento. Isso é evidenciado pelo crescente número de unicórnios [empresas com valor de mercado de mais de US$ 1 bilhão]”, analisam os autores do estudo.

O preço do novo Mac Pro levanta discussões nas redes sociais desde a noite dessa segunda-feira (8). Embora tenha sido lançado em dezembro do ano passado e teve as vendas iniciadas no Brasil desde fevereiro deste ano, o debate foi retomado pela chegada da workstation de Felipe Neto. Quando os modelos foram anunciados, o computador já havia sido alvo de piadas ao ser comparado com um ralador de queijo.

"Paguei uma fortuna num troço que parece um ralador", compara o comunicador em uma publicação feita no Twitter. Contudo, ele se diz apaixonado pelo Mac Pro e criticou comentários que relacionam o preço do computador com sua inclinação políticas. "Eu adoro ver integrante da extrema direita querendo mostrar minha "hipocrisia" ao comprar coisas caras, por que teoricamente eu seria comunista. É tipo ver o chimpanzé no zoológico cagar na mão e tentar jogar nos outros", escreveu.

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O fato é que, no site da Apple, as versões mais caras atingem mais de meio milhão de reais. A depender das configurações, do modelo, dos softwares instalados e dos acessórios que o acompanham, o Mac Pro pode ser encontrado no site oficial por até R$ 543.447,80. Já a versão mais simples custa R$ 61.599.

De acordo com as especificações divulgadas, a workstation do comunicador custou em média R$ 160. O valor rendeu comentários debochados. "É o preço da minha casa (risos)", "não compre um porshe, compre um Mac Pro", "esse novo computador da Apple faz café e limpa a casa, por esse preço né?", "computadores da Apple não valem metade do preço", publicaram usuários do Twitter.

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A gigante chinesa de telecomunicações Huawei lançou, nesta segunda-feira (8), uma grande campanha de comunicação no Reino Unido para convencer o governo a não excluir seus equipamentos da rede 5G.

Nesta campanha publicitária, a Huawei anuncia sua contribuição para a economia do país e reconhece que alguns no Reino Unido estão questionando seu papel na rede 5G.

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"A Huawei cresceu no Reino Unido. Estamos aqui há 20 anos e participamos na construção das redes 3G e 4G que usamos todos os dias", diz Victor Zhang, vice-presidente do grupo chinês, em um comunicado à imprensa.

O objetivo da campanha é mostrar ao Reino Unido que "somos responsáveis, fornecemos a melhor tecnologia e nos preocupamos com a segurança", acrescentou Zhang, também chefe do setor de fornecimento no Reino Unido, durante uma teleconferência com jornalistas.

"Também precisamos esclarecer alegações falsas sobre a Huawei, que é uma empresa privada, de propriedade de seus funcionários e independente de qualquer governo", assegurou.

A operação de sedução ocorre no momento em que a participação da Huawei na rede nova geração 5G parece ser questionada no Reino Unido em meio a um clima de desconfiança em relação à China.

O primeiro-ministro Boris Johnson estaria considerando excluir a Huawei da rede 5G até 2023, revelou a imprensa britânica no final de maio.

O governo afirma apenas que está estudando as consequências para a segurança das novas sanções impostas por Washington, que visam impedir a capacidade do grupo chinês de desenvolver semicondutores no exterior graças à tecnologia americana.

No final de janeiro, o governo britânico deu luz verde à participação limitada da Huawei em sua infraestrutura não estratégica, com uma participação de mercado limitada a 35%.

Mas Boris Johnson está sob pressão de membros de seu próprio campo que gostariam de uma política mais firme em relação à China, assim como seu aliado americano, que lidera a campanha contra a Huawei, acusando-a de espionar em benefício de Pequim, o que o grupo sempre negou.

Na semana passada, um senador americano, próximo ao presidente Donald Trump, citou a ameaça de retirada das forças aéreas americanas presentes no Reino Unido, se o governo autorizar a Huawei a participar da rede 5G.

De acordo com o Sunday Times, o embaixador chinês no Reino Unido afirmou que a decisão sobre a Huawei equivaleria a um teste das relações comerciais com Londres, que está procurando parceiros comerciais após sua saída da União Europeia.

E, de acordo com o jornal The Telegraph, o banco HSBC, muito presente na Ásia, alertou Downing Street de riscos de represálias em suas atividades em caso de proibição da Huawei no Reino Unido.

O Brasil abriu mais de uma loja virtual por minuto desde o início do isolamento social, em março. Em pouco mais de dois meses, foram 107 mil novos estabelecimentos criados na internet para a venda dos mais diferentes produtos, como alimentos, bebidas, roupas, calçados e produtos de limpeza. Esse foi o caminho encontrado por muitas empresas para amenizar a súbita queda de faturamento por causa da pandemia, segundo levantamento feito pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), entre 23 de março e 31 de maio.

Antes da quarentena, a média de abertura de lojas na internet era de 10 mil estabelecimentos por mês. "Esse é o legado positivo de toda situação negativa que estamos vivendo", diz o presidente da Abcomm, Maurício Salvador. Segundo ele, os setores que lideraram o ranking de novos sites na internet foram moda, alimentos e serviços.

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Na região do Bom Retiro, importante centro popular de compras de São Paulo, cerca 75% dos lojistas aderiram a algum meio de vendas online, diz o vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas da região, Nelson Tranquez. Segundo ele, a pandemia chegou num momento em que as empresas ainda se recuperavam de crises passadas.

"Com o fechamento do comércio, em março, quem nunca tinha pensado em comércio virtual teve de começar a desenvolver ferramentas para faturar alguma coisa", destaca Tranquez. Na avaliação dele, a pandemia provocou uma mudança na cabeça dos empresários, que tiveram de se reinventar. Mesmo quem não teve condições de criar um site, passou a vender em marketplace ou por WhatsApp, diz ele.

Exemplo disso foi a expansão da plataforma Ozllo, que vende roupas e acessórios novos e usados. A fundadora do marketplace, Zoe Póvoa, conta que durante a pandemia o número de empresas que aderiram ao ambiente virtual subiu de 43 para 70 lojas. "Isso inclui desde pequenas empresas até lojas famosas de shopping", diz a empresária, que tem visto a receita crescer mais de 15% ao mês.

Na avaliação do presidente da Trevisan, VanDick Silveira, a pandemia obrigou as empresas a repensar seus modelos de negócio. "E ficou claro que o modelo digital dá resultado e veio para ficar." Com o isolamento social, as pessoas passaram a comprar de tudo pela internet, produtos e serviços. "É uma mudança radical. Tivemos um salto de cinco anos nesse processo (de digitalização do consumidor)", avalia Silveira.

Segundo Maurício Salvador, da Abccom, o isolamento social não só acelerou a abertura de lojas na internet como também trouxe novos consumidores para o comércio eletrônico. A expectativa era ganhar 3 milhões de clientes para as vendas online até o fim deste ano. Mas, só durante a quarentena, foram 2 milhões de novos consumidores que até então nunca tinham feito nenhuma transações pela internet.

Esse aumento elevou em 40% as vendas online no período, segundo dados da Abcomm. Para as empresas, a expansão foi uma saída para, pelo menos, bancar as despesas fixas. Com a estrutura física fechada, muitos negócios tiveram de correr para colocar de pé um sistema e manter algum faturamento. Foi o caso da Chocolateria Brasileira, uma rede de franquias que tem 20 lojas no País.

Com a quarentena decretada às vésperas da Páscoa, a empresa teve poucos dias para desengavetar um projeto de e-commerce e vender os produtos pela internet. "Conseguimos vender todo o estoque da Páscoa e ainda tivemos um ótimo movimento e no Dia da Mães. Agora estamos nos preparando para o dia dos namorados", diz Cintia Pitta, gerente de franquias da chocolateria.

Segundo ela, com o fechamento das lojas, o faturamento caiu 60%. "Mas com as vendas online, ficamos no zero a zero e não entramos no vermelho", diz Cíntia.

O comércio eletrônico também foi a saída encontrada pela rede de franquias Mil e Uma Sapatilhas compensar o fechamento de 90% das lojas franqueadas. "Isso impactou nosso faturamento. Então tivemos a ideia de fazer as vendas pela internet", diz a fundadora da empresa, Renata Marcolino. Em 20 dias, conta ela, a empresa conseguiu colocar o site no ar, hoje responsável por 20% do faturamento esperado para o período (se não tivesse a pandemia). "Graças ao site conseguimos manter a empresa", diz ela, que começou a vender sapatilhas em casa.

No restaurante Spot Urbano, as vendas online representam 15% do faturamento normal. O estabelecimento tem usado aplicativos e redes sociais para vender. "Estamos fechados desde 18 de março. Se não fossem as vendas online, minhas receitas teriam zerado", diz o proprietário do restaurante, Eduardo Santiago Silveira.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Um relatório feito pela de dados de crowdsourcing Tutela Technologies, analisou as principais empresas de telecomunicações do Brasil, trazendo dados que mostram qual delas - Oi, Claro, TIM ou Vivo - oferece a melhor experiência para o usuário. De acordo com a empresa foram avaliados 21 bilhões de registros em áreas de cobertura em todo o Brasil, incluindo mais de 220 milhões de testes de velocidade e 2,8 bilhões de testes de latência.

No Relatório de Estado Móvel 2020, a Tutela Technologies é possível ver que a Claro proporcionou a melhor experiência móvel a seus clientes.  A operadora oferece a seus usuários o mais alto desempenho do país, classificado como "Qualidade Excelente e Consistente", com 72,2% dos testes atingindo o nível "Excelente", de acordo com o estudo. Os testes incluíram streaming de vídeo em 1080p, chamadas de vídeo em HD ou jogos para celular. A empresa também teve as velocidades de download e upload mais rápidas do país, mas perdeu para a TIM a melhor latência - medida que verifica a capacidade de resposta de uma rede.

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Confira as principais conclusões do relatório:

A Claro dominou em quatro das cinco métricas nas Áreas de Cobertura Comum do Brasil, incluindo o maior percentual de "Qualidade Excelente e Consistente" em 72,2%;

A TIM teve a melhor latência no Brasil, com um resultado unidirecional de 19,2 ms, e a segunda melhor velocidade de upload, com apenas 1,1 Mbps separando a operadora do primeiro lugar, alcançado pela Claro;

As bandas de 1800 Mhz e 2600 Mhz LTE são amplamente utilizadas pelas quatro operadoras no Brasil, sendo a Oi a única operadora com uma divisão de quase 50/50 do espectro;

A Oi pode não ter recebido nenhum prêmio dessa vez, mas a operadora não ficou muito atrás na métrica "Qualidade Consistente Principal", apenas 6% atrás da Claro e 2,5 Mbps atrás da Claro na velocidade de upload, mostrando que ela pode acelerar o processo para seus usuários nas tarefas mais simples de uso da Internet.

De acordo com Leandro Demarchi, diretor de vendas da Tutela na América Latina e no Sul da Europa, "Embora a Claro tenha dominado em quatro das cinco métricas testadas, a concorrência acirrada de empresas como TIM e Vivo mostra as ofertas competitivas disponíveis no país. Estamos ansiosos para ver o que este país poderia fazer com a utilização da tecnologia 5G em um futuro próximo", disse em comunicado.

Os resultados foram medidos com base na experiência real de assinantes, inclusive em ocasiões em que uma rede ou plano pode ser acelerado ou congestionado, ou quando um assinante está em roaming na rede de outra operadora. Confira o relatório completo aqui.

Três trabalhadores de um depósito da Amazon em Nova York entraram com uma ação contra a empresa americana por não tomar as medidas necessárias para proteger seus funcionários do coronavírus, principalmente por exigir um ritmo de trabalho muito rápido.

Um funcionário da Amazon em Staten Island, um dos cinco distritos de Nova York, morreu no início de maio de Covid-19, mas seus familiares não estão no processo. Na época, a Amazon garantiu que esse funcionário não havia entrado em contato com outro colega de trabalho que testou positivo para o vírus, o que significa que ele teria contraído a doença fora do depósito.

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Um dos três funcionários que processou a empresa afirma que contraiu o vírus no armazém e acredita que ele infectou sua prima, que mora com ela. Os trabalhadores alegam no processo que a Amazon permitiu que aqueles em contato com pessoas infectadas voltassem ao trabalho.

Eles também alegam que a Amazon ainda não pagou a todos a remuneração prevista para os funcionários em quarentena, para compensar suas perdas de salário. Eles criticam a empresa pela forma como tem lidado com os afastamentos por motivos de saúde. De acordo com eles, muitos funcionaram doentes não param de trabalhar por medo de serem demitidos ou de não receberem salários.

Os três funcionários também questionam o ritmo do trabalho e o gerenciamento muito rigoroso dos intervalos, que "desencoraja os funcionários a deixarem seus postos para lavarem as mãos ou limparem seu local de trabalho".

O processo reivindica apenas o pagamento de uma parte da remuneração fornecida no caso de quarentena, não recebida por um dos funcionários. Essa mulher exige principalmente que a Amazon tome as medidas necessárias para impedir a propagação do vírus no armazém. Contactada pela AFP para comentar o processo, a Amazon ainda não se manifestou.

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