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Empresas que usam o G Suite, a plataforma de aplicativos de produtividade da Google, agora vão poder fazer seus pagamentos em reais (via cartão de crédito), além de utilizar o boleto bancário. A novidade será aplicável para as versões Basic, Business, Enterprise e, também, para G Suite Lite.  Dessa forma, o valor do serviço não fica sujeito à taxa de variação cambial e os usuários sabe o valor exato que vão pagar no momento que contrata o serviço.

O preço já vem com todos os impostos inclusos sobre o valor das assinaturas. Com a mudança outras atualizações no processo de negócio também serão feitas. As cobranças de débitos futuros em dólares serão canceladas, o pagamento via Boleto Bancário poderá ser feito manualmente no G Suite ou em fatura mensal.

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No entanto, quem optar por pagar em reais não poderá voltar a pagar em dólares. Para quem pretende adquirir o serviço haverá a opção de selecionar tanto a moeda brasileira quanto a norte-americana para os pagamentos. A alteração da assinatura só será realizada via cartão de crédito, mas após inserir os dados do cartão o usuário poderá selecionar o pagamento com boleto bancário.

O Brasil foi, mais uma vez, destaque em uma competição mundial. O aluno do Centro de Informática (CIn) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Milton Gama Neto, foi destaque na etapa final do EY NextWave Data Science Challenge. O estudante de mestrado ficou em segundo lugar na competição e 25º lugar global e deverá concorrer ao ranking definitivo no dia 1º de junho, em São Paulo.

A competição apresentou mais de 4.500 inscritos de 15 países, que utilizaram habilidades técnicas na área de ciência de dados para analisar problemas reais e encontrar soluções para o ambiente de trabalho. Os participantes tiveram de 1 a 10 de maio para finalizar o desafio e competirem tanto na etapa nacional quanto mundial.

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Devido à crise econômica que levou 13,4 milhões de brasileiros ao desemprego, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o empreendedorismo na área da tecnologia tem sido uma alternativa de renda. Os aplicativos estão entre os negócios mais procurados.

Daniel Pinon, aluno do curso de Ciência da Computação, contou como ele e sua equipe criaram o aplicativo Açaí Delivery. “Ele é muito simples. A função do aplicativo é mapear os pontos da região e colocar o entregador mais próximo para levar o açaí ao cliente. No começo de tudo, a gente queria fazer um negócio, mas não sabíamos como e por onde começar. Tivemos algumas orientações, participamos de palestras, usamos o network para ter um contato com outras pessoas, compartilhar conhecimentos. Foi aí que pensamos em desenvolver algo que fosse da nossa região, o açaí”, disse.

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“Para criar uma programação, preciso pensar no meu software, seja ele um aplicativo ou um sistema web, a função dele é poder resolver o problema ou a ideia", disse Marceo. "Depois, faço uma série de análises do sistema antes da programação, criando uma documentação, fazendo a listagem de todas as personalidades que esse sistema vai ter e a partir disso que eu vou criar a programação”, assinalou.

Segundo Marceo, a linguagem vai dar início à programação do sistema. "No desenvolvimento Android, a linguagem mais utilizada tem sido o Java. Caso queira programar para IOS, terei que aprender outras duas  linguagens, como o Objective-C e o Swift", disse.  

O custo de lançamento do produto varia de acordo com as ambições do projeto. “Se a pessoa quiser publicar o seu aplicativo na loja do Android, é necessário que haja uma programação, por exemplo, pelo Windows, através do Android Studio. Para poder postar na loja, tem que pagar uma taxa única de 25 dólares”, ressaltou o coordenador.

Por Ramon Almeida.

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Com a promessa de entregar uma experiência de cinema na palma da mão do usuário, chega ao mercado brasileiros o novo Motorola One Vision. Com o visual moderno e uma grande tela de 6.3’’, o smartphone foca principalmente na captação e reprodução de imagens, buscando conquistar pela qualidade de fotos e vídeos.

Câmera e display

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Sejamos sinceros. Nos tempos atuais, em que a imagem toma um lugar cada vez mais importante no dia a dia das pessoas, uma boa câmera é um verdadeiro trunfo. O aparelho ganha ao oferecer um sistema que une inteligência artificial, estabilização de imagem óptica e a tecnologia Quad Pixel para entregar imagens mais nítidas.

A câmera traseira vem com 48 MP, o que possibilita fotos extremamente detalhadas quando feitas em ambientes iluminados. Além disso, o smartphone também conta com o modo Night Vision, que deve deixar os registros feitos em condições de baixa luminosidade ou à noite, mais nítidos.

Para quem prefere tirar as famosas selfies a frontal chega com 25 MP e permite escolher diferentes tamanhos de pixel dependendo da situação. O display do aparelho também chega em um tamanho maior, com 6.3", para permitir um conforto maior na hora de jogar ou assistir conteúdos em vídeo.

Especificações

Com um sistema operacional atualizado por meio do Android One, o aparelho garante uma versão 100% pura do sistema da Google. A bateria de 3500 mAh, deve durar cerca de 9 horas de uso contínuo, ainda mais se você não usar o smartphone o tempo todo.

Quanto ao espaço o One Vision vem com 128 GB de armazenamento interno, podendo acrescentar até 512 GB com um cartão microSD. Graças a parceria da Motorola com a Google o usuário também ganha armazenamento ilimitado no Google Fotos.

O smartphone está disponível nas cores azul safira e bronze; por se tratar de um aparelho premium, entra no mercado com um valor aproximado de R$ 1.999.

Depois de descartar cobrar dos usuários para o uso do serviço, o Facebook está desenvolvendo uma forma alternativa de ganhar dinheiro com o aplicativo de mensagens WhatsApp. O dono do aplicativo anunciou na quarta-feira, 21, em evento realizado na Holanda, que vai exibir anúncios no serviço de vídeos efêmeros da plataforma - o WhatsApp Status - a partir de 2020.

As informações foram publicadas em redes sociais por publicitários presentes no evento. Procurado, o WhatsApp não comentou o assunto.

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A ferramenta do WhatsApp Status é semelhante ao Stories do Instagram - e ambos são parecidos com as mensagens do Snapchat, do qual o Facebook copiou o recurso. O WhatsApp é usado por 500 milhões de pessoas em todo o mundo.

Segundo as fontes, os anúncios vão aparecer como postagens independentes, entre as publicações dos usuários. A função estará disponível tanto no iPhone quanto no Android, disse o Facebook. Haverá ainda um símbolo indicando que o post é patrocinado e uma seta, para que o usuário "siga" o link do anúncio.

O Facebook divulgou novas funcionalidades para a versão corporativa do WhatsApp. Entre elas, uma ferramenta que permite que o usuário tenha uma prévia de um arquivo PDF enviado pelo WhatsApp Business. Hoje, é preciso baixar o arquivo para o dispositivo exibir o conteúdo. (Agências Internacionais)

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Xiaomi, quarta maior fabricante de smartphones no mundo, vai inaugurar sua primeira loja autorizada no Brasil. Quem pretende adquirir algum dos produtos da empresa chinesa, vai gostar de saber que muitos de seus aparelhos estarão com preços especiais de lançamento.

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Quem for até a loja, a partir do dia 1º de junho, terá acesso a 300 unidades do Redmi Note 7 (64gb + 4gb RAM), no valor de R$ 1.299, e a 100 aparelhos Mi 9 (128gb + 6gb RAM), a R$ 2.799, limitado a um smartphone por pessoa. Eles serão disponibilizados por ordem de chegada.

Além dos smartphones (divididos entre intermediários e avançados), headphones, mochilas, malas de viagem, câmera 4k e de segurança, power banks, entre outros produtos estarão à venda. A nova loja da Xiaomi ficará localizada no Shopping Ibirapuera, em São Paulo.

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A Google surpreendeu ao usar de bom humor na nova propaganda do seu Pixel 3a. Em um vídeo de 15 segundos, a gigante da internet provoca a concorrente Apple ao comparar o seu novíssimo smartphone, com o um “phone X”, referência clara ao aparelho da maçã.

Nas imagens é mostrado o uso do Apple Maps em paralelo ao Google Maps do Pixel 3a, uma forma de reforçar como é difícil saber sua exata posição na ferramenta do smartphone concorrente. Já o dispositivo da gigante, ao contrário do “phone X”, se utiliza de realidade aumentada para situar mais precisamente o usuário.

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O xeque-mate fica no finalzinho do vídeo, quando é comparado valor dos dois aparelhos. Enquanto o concorrente custa US$ 999 (equivalente a 4 mil reais), o Pixel 3a sairia por US$ 399 (cerca de R$ 1.600), apresentando uma tecnologia superior por um valor mais em conta. Essa competição saudável faz parte da cultura publicitária dos Estados Unidos e é comum entre marcas, para diversão do consumidor final.

O Pixel 3a foi apresentado pela primeira vez na Google I/O, conferência de desenvolvedores da empresa e chamou atenção pelas características premium em um preço acessível. 

Veja o vídeo

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Duas das maiores operadoras de telefonia móvel do Japão anunciaram nesta quarta-feira (22) que vão atrasar o lançamento dos novos modelos fabricados pela Huawei, após a proibição às empresas americanas de vender tecnologia para a gigante de tecnologia chinesa.

KDDI e SoftBank Corp, número dois e três entre as operadoras no país, disseram que esta decisão foi tomada para ter tempo de estudar o impacto da ordem da administração do presidente americano Donald Trump.

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A maior operadora de telefonia móvel, NTT DoCoMo, também anunciou a suspensão das ordens de compra do novo modelo da Huawei, mas não freou o lançamento do mesmo.

A SoftBank planejava lançar o novo smartphone da Huawei na sexta-feira, mas cancelou a apresentação "porque atualmente estamos tentando confirmar se os nossos clientes poderão usar o dispositivo com alguma segurança", disse o porta-voz da empresa, Hiroyuki Mizukami.

Washington lançou uma campanha global contra a Huawei que se agravou na semana passada quando Trump proibiu as empresas de telecomunicações americanas de comercializar com empresas estrangeiras consideradas "de risco" à segurança nacional.

Os Estados Unidos alertaram que a Huawei apresenta riscos para a segurança nacional e à privacidade dos usuários por causa de seus laços estreitos com o governo chinês. A companhia rejeita as acusações.

A medida, entretanto, não entrará em vigor antes de 90 dias.

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Se o fim de semana da Huawei já não tinha terminado muito bem com o decreto do presidente norte-americano Donald Trump, a segunda-feira (20) começou pior. Após a Google cortar laços com empresa chinesa, retirando o acesso à Google Play e ao Android para futuros usuários, outras grandes organizações anunciaram a paralisação de seus acordos comerciais, cumprindo a decisão do governo dos Estados Unidos. Mas engana-se quem acha que a gigante oriental não estava preparada para o pior.

Levanta e sacode a poeira

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É fato que a retirada do sistema operacional Android dos aparelhos da Huawei é um grande golpe às finanças da companhia. A empresa chinesa vinha crescendo a olhos vistos, ganhando o favoritismo ao pódio na venda de smartphones e, principalmente, na corrida pela tecnologia 5G, ao contrário dos principais fabricantes de smartphones.

Não poder contar com a Google neste momento é doloroso. Mas não é o fim do mundo. Em entrevista recente ao Die Welt, executivo da Huawei, Richard Yu, afirmou que “se não pudermos mais usar esses sistemas, estaremos prontos e teremos nosso plano B”. A empresa chinesa vinha desenvolvendo seus próprios sistemas operacionais e parece estar pronta para implementá-los, caso a situação com as empresas estadunidenses piore.

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Intel e Qualcomm congeladas

Além da Google, a Intel e a Qualcomm, que fornecem respectivamente chips para servidores, processadores para notebooks e modems também congelaram seus contratos de fornecimento com a Huawei até terem certeza de que o decreto norte-americano será definitivo. A Broadcom, a fabricante alemã de chips Infineon Technologies e a fabricante de chips de memória Micron Technology também suspenderam as vendas para a empresa. Para tentar atrasar o prejuízo, de acordo com o site Bloomberg, a Huawei estaria  estocando chips de fornecedores dos EUA para durar pelo menos três meses.

Resposta da Google

Para acalmar os nervos de quem adquiriu aparelhos da empresa chinesa e agora está com medo de perder o acesso aos recursos do Android a Google informou que, proprietários de telefones Huawei continuarão com acesso à Play Store e  poderão atualizar seus aplicativos. No entendo, as atualizações do sistema operacional serão diretamente afetadas.

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Apesar de todas as medidas de proteção para danos imediatos, a empresa chinesa precisa começar a achar novos parceiros para continuar crescendo com antes. A esperança para um possível fim neste embate ficará na visita que o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, fará ao território chinês, visando acordos comerciais.

O grupo americano Google, cujo sistema operacional Android está instalado na grande maioria dos smartphones do mundo, anunciou que cortou as relações com a Huawei, uma decisão de graves consequências para a empresa chinesa, que não poderá oferecer mais o Gmail ou Google Maps a seus clientes.

O anúncio inesperado acontece em meio a tensões comerciais entre Washington e Pequim e após a decisão da semana passada do presidente americano Donald Trump de proibir que os grupos americanos façam negócios com empresas estrangeiras do setor de telecomunicações consideradas perigosas para a segurança nacional.

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A medida tinha como alvo principal a Huawei, gigante chinesa das telecomunicações, segunda maior fabricante mundial de smartphones e que se tornou inimiga de Washington, que acusa o grupo de espionagem cibernética em favor do governo de Pequim.

O grupo aparece na lista de empresas suspeitas com as quais não se pode negociar sem a autorização das autoridades.

"Estamos cumprindo a ordem e revisando as implicações", afirmou um porta-voz do Google em um e-mail à AFP.

"Para os usuários de nossos serviços, Google Play (loja de aplicativos Android) e o sistema de segurança Google Play Protect seguirão funcionando nos aparelhos Huawei existentes", completou a fonte.

- Graves implicações -

Mas como o decreto presidencial proíbe compartilhar tecnologias, o Google terá que ir além e suspender sua colaboração com a Huawei.

As implicações podem ser importantes, pois, como todos os grupos de tecnologia, o Google deve colaborar com os fabricantes de smartphones para que seus sistemas sejam compatíveis com os telefones.

A empresa poderá oferecer aos usuários de aparelhos Huawei a versão livre de direitos de seu programa Android, explicou à AFP uma fonte próxima ao caso.

Isto significa que os usuários não poderão acessar os aplicativos e serviços que pertencem ao Google, como o Gmail e o Google Maps, por exemplo.

Os aplicativos devem permanecer ativos ao menos em um primeiro momento, afirmou à AFP outra fonte.

Mas enquanto o decreto permanecer em vigor, a Huawei será obrigada a fazer atualizações a partir do Android Open Source Projet - a versão livre de direitos - e seus clientes terão que fazer o mesmo.

Portanto é possível que o grupo chinês não consiga no futuro oferecer o sistema Android e todas seus aplicativos, como a plataforma de vídeos YouTube.

A Huawei afirmou em um comunicado que "seguirá proporcionando atualizações de segurança e serviço pós-venda" a todos os smartphones e tablets a nível mundial, incluindo os dispositivos que ainda não foram vendidos.

O porta-voz do ministério chinês das Relações Exteriores, Lu Kang, declarou que Pequim acompanha a situação de perto e "apoiará as empresas chinesas a adotar as medidas legais pertinentes com o objetivo de defender seus direitos legítimos".

A empresa, com sede em Shenzen (sul da China), é muito dependente dos fornecedores estrangeiros: a cada ano compra 11 bilhões de dólares em componentes de grupos americanos, sobre um total de US$ 67 bilhões de gastos neste departamento, segundo o jornal japonês Nikkei.

Informações divulgadas pela imprensa indicam que vários fabricantes de chips americanos suspenderam as entregas a Huawei.

O grupo está há algum tempo na mira das autoridades americanas, sob suspeita de espionagem a favor de Pequim, o que teria contribuído em grande parte para sua espetacular expansão internacional.

Washington teme que o grupo, presente em 170 países e que afirma ter 190.000 funcionários, atuem como um cavalo de Troia da China.

O passado militar de seu fundador, Ren Zhengfei, o fato de que ele pertence ao Partido Comunista, assim como a falta de transparência da Huawei alimentam as suspeitas de que a empresa está sob controle de Pequim, sobretudo após uma lei aprovada em 2017 que obriga as empresas chinesas a colaborar com os serviços de inteligência do país.

No primeiro trimestre, a Huawei vendeu 59,1 milhões de smartphones, o que representa 19% do mercado, mais do que a americana Apple, mas ainda continua atrás da líder do setor, a sul-coreana Samsung.

A Huawei é uma das empresas líderes do 5G, a nova geração da internet móvel que está em processo de desenvolvimento.

China e Estados Unidos, as duas maiores economias mundiais travam uma guerra comercial, com a imposição mútua de tarifas, e na qual a tecnologia é um eixo fundamental do confronto.

O grupo americano Google, cujo sistema operacional Android está instalado na grande maioria dos smartphones do mundo, anunciou no domingo (19) que começou a suspender suas relações com o grupo chinês Huawei, uma das empresas consideradas "de risco" por Washington.

Em meio a tensões comerciais com Pequim, o presidente Donald Trump proibiu que os grupos americanos façam negócios com empresas estrangeiras do setor de telecomunicações consideradas perigosas para a segurança nacional, uma medida que tinha como alvo principal a Huawei, gigante chinesa e que se tornou inimiga de Washington.

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O grupo aparece na lista de empresas suspeitas com as quais não se pode negociar sem a autorização das autoridades. "Estamos cumprindo a ordem e revisando as implicações", afirmou um porta-voz do Google em um e-mail à AFP.

As implicações podem ser importantes, pois, como todos os grupos de tecnologia, o Google deve colaborar com os fabricantes de smartphones para que seus sistemas sejam compatíveis com os telefones.

A empresa terá que interromper as atividades que representam transferência de tecnologias que não são públicas ("open source"), o que obrigaria o fabricante chinês a usar apenas a versão "open source" do Android, explicou à AFP uma fonte próxima ao caso.

Desta maneira, a Huawei não poderá acessar mais os aplicativos e serviços que pertencem ao Google, como o Gmail, por exemplo.

Consultada pela AFP, a Huawei não respondeu até o momento. A empresa chinesa criticou durante a semana o que chamou de "restrições irracionais" que interferem em seus direitos.

A empresa está há algum tempo na mira das autoridades americanas, sob suspeita de espionagem a favor de Pequim, o que teria contribuído em grande parte para sua espetacular expansão internacional.

No primeiro trimestre, a Huawei vendeu 59,1 milhões de smartphones, o que representa 19% do mercado, mais do que a americana Apple, mas ainda continua atrás da líder do setor, a sul-coreana Samsung.

A Huawei é uma das empresas líderes do 5G, a nova geração da internet móvel que está em processo de desenvolvimento. As duas maiores economias mundias travam uma guerra comercial, com a imposição mútua de tarifas, e a tecnologia é um eixo fundamental do confronto.

Segundo relatório divulgado na última quarta-feira (15) pela empresa Adjust, atuante no ramo de análise e prevenção a fraudes em telefones móveis, o Brasil aparece entre os primeiros colocados no uso de aplicativos dos mais variados segmentos.

No documento apresentado, uma nota é concedida a cada divisão do mercado mas, em números gerais, a Indonésia aparece no topo da tabela com 17,6 pontos. O Brasil vem em segundo com 9,39 pontos e a Coreia do Sul fecha a lista dos três primeiros com 9,11.

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Conforme os dados da Adjust, os segmentos que mais crescem em utilização de aplicativos no Brasil são os de viagens e compras. Para o gerente de Tecnologia da Informação, Felipe Colucci, 40 anos, é normal adquirir produtos pela internet por meio dos apps. "Faço compras com frequência na Netshoes e Ali Express utilizando cartão virtual", conta. Com 29 aplicativos em seu celular, Colucci se sente seguro ao acessar os meios virtuais para fazer transações diárias. "Tenho antivírus, anti-malware e há tempos não sei o que é ir ao banco pagar uma conta."

O motorista Luciano Jorda tem 153 aplicativos no celular | Foto: Daiane Crema 

Já o motorista Luciano Jorda, 30 anos, ganha a vida levando passageiros que solicitam as corridas via aplicativo. "Profissionalmente é obrigatório, pois sem a tecnologia não consigo realizar meu serviço", comenta ele, que tem 153 aplicativos no celular. "Com toda a tecnologia que temos na palma da mão, não dá mais para ficar sem", complementa.

A pesquisa divulgada monitorou 1.000 aplicativos com os melhores desempenhos nas lojas Apple e Google. Foram analisadas 7 bilhões de instalações.

Em parceria com a Live Arena o grupo Ser Educacional, lançou alguns cursos voltados para o universo gamer. Feitos para atender a modalidade de ensino a distância (EAD), os cursos exploram dinâmicas comportamentais e técnicas aplicadas no dia a dia. As aulas começam a partir de 20 de maio e terão duração de até três meses.

Os interessados poderão se inscrever nos cursos de Criador de Conteúdo e Pro Player de League of Legends, que oferecem  três níveis: Iniciante, Intermediário e Avançado. Além do curso Cosplayer & Cosmaker com módulo único.

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Nos cursos você irá encontrar:

- Vídeos explicativos;

- Conteúdos teóricos;

- Conteúdos para serem aplicados na prática;

- Questões avaliativas;

- Videoconferência com os professores;

- Entre outros

Quem quiser fazer a matrícula até o dia 20 pode ganhar um desconto escrevendo o cupom GRUPOSER5OFF, especial para os alunos e colaboradores do Grupo Ser Educacional.

O site de varejo AliExpress lançou no Brasil o AliExpress Premium Shipping, que deve reduzir o prazo de entrega de produtos no Brasil. O anúncio foi feito pela Alibaba, detentora do AliExpress, na tarde desta quinta-feira (16). Com o serviço, o prazo de entrega deve passar de até dois meses, para até um mês.

Ao Valor Econômico, a empresa confirma que "o progresso do envio Premium é totalmente rastreável e proporcionará aos usuários uma economia de até 59% no custo do envio."

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Ainda de acordo com o site, o Alibaba é a maior plataforma de marketplace (site de venda de itens de diferentes lojistas) da Ásia e uma das maiores do mundo, ao lado da Amazon.

 

Com expectativa de receber mais de oito mil pessoas, o Amazon Web Services (AWS) São Paulo deve acontecer no dia 27 de junho. O evento, voltado para desenvolvedores, arquitetos de soluções, líderes de TI e outros profissionais de tecnologia, terá 40 sessões com especialistas da AWS e alguns dos principais clientes da companhia para discutir cases de sucesso e tendências de mercado.

Entre os assuntos abordados estão aplicações para Machine Learning, Inteligência Artificial, Arquitetura sem Servidor (Serverless), Computação, Bancos de Dados, Segurança e Conformidade.

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Os interessados também poderão participar do Startup Launge, que terá sessões com as 10 principais startups do Brasil discutindo como a tecnologia em nuvem impacta novos negócios e o ecossistema empreendedor. A inscrição é gratuita e pode ser feita no site do evento.

As relações comerciais entre Estados Unidos e China estão estremecidas há algum tempo. Porém, uma recente decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, que coloca a empresa chinesa Huawei Technologies Co e outras 70 afiliadas em uma "Lista de Entidades", pode gerar um impacto ainda mais negativo, principalmente, para os clientes da companhia norte-americana Apple.

A lista criada por Trump visa impedir que empresas chinesas adquiram componentes e tecnologia de companhias norte-americanas sem aprovação prévia do governo do país. Além disso, o presidente assinou um decreto que impede as organizações estadunidenses de usarem equipamentos de telecomunicações produzidos por empresas que possam oferecer risco à segurança nacional - ou seja, que estejam na “Lista de Entidades”.

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A China não gostou da decisão do presidente dos EUA e, em resposta, elevou de 10% para 25% as tarifas alfandegárias de mais de 5 mil produtos norte-americanos. Este aumento deve impactar diretamente no valor dos produtos da Maçã.

Mas o que isso tem a ver com o Iphone?

O tiro de Trump é certeiro no pé da Apple porque um de seus produtos mais populares, o iPhone, é fabricado quase que inteiramente na China. Ou seja, tanto ele quanto outros produtos da empresa produzidos em território chinês, podem ser taxados com o imposto de importação de 25%.

A saída imediata para contornar o aumento é elevar os preços dos aparelhos, que já não são baratos. O problema é que, se isso acontecer, o risco de as vendas serem prejudicadas é alto, uma vez que um dos motivos principais na queda da procura por aparelhos da marca são os preços.

Uma nova esperança

A esperança fica na visita que o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, disse que fará ao território chinês, visando acordos comerciais. Caso as duas potências cheguem a um denominador comum uma revisão de tarifas pode ser feita, diminuindo o impacto no bolso do consumidor final e no lucro das empresas dos dois países.

Inspirar meninas a buscarem carreiras nas áreas de ciência e tecnologia. Este é um dos objetivos do projeto Eu Consigo, da Uber - em parceria com o Força Meninas e o Code.org,  que pretende levar cinema, teatro, noções de autoestima e de liderança, para meninas de 18 cidade brasileiras. O bairro do Recife é a primeira parada da carreta da empresa, que fica até esta sexta-feira (17), na Praça do Arsenal, esperando as pequenas recifenses para participarem da iniciativa.

O projeto vai abordar questões sobre a igualdade de gênero para discutir, de forma lúdica, o lugar da mulher nos segmentos tecnológicos. Além disso, O Eu Consigo pretende dialogar com pais, mães e professores sobre a importância de incentivar e ensinar Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática para as meninas. Será disponibilizado um material exclusivo, com mais de 20 tutoriais online, para os educadores que participarem da ação.

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As sessões acontecem cinco vezes por dia e a participação é gratuita. A inscrição pode ser feita no local, antes de cada apresentação. Todas as atividades são voltadas para crianças de 6 a 10 anos, mas não são restritas as meninas. Os garotos que quiserem participar também serão incentivados a acreditem que as meninas podem ser o que quiserem.

As sessões acontecem às 8h30, 10h, 14h, 15h30 e 17h e tem capacidade para atender até 35 pessoas. Confira as outras datas do evento:

Recife - 13 a 17 de maio

Curitiba - 14 a 16 de maio

João Pessoa - 21 a 24 de maio

São Paulo - 21 a 23 de maio

Natal - 28 a 31 de maio

Campinas - 28 a 30 de maio

Fortaleza - 04 a 07 de junho

Rio de Janeiro - 04 a 06 de junho

Teresina - 11 a 14 de junho

Vitória - 11 a 13 de junho

São Luís - 18 a 21 de junho

Belo Horizonte - 18 a 20 de junho

Belém - 25 a 28 de junho

Brasília - 25 a 27 de junho

Manaus - 13 a 16 de agosto

Cuiabá - 27 a 30 de Agosto

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Se você é estudante ou profissional da área de tecnologia fique atento. A Maharishi University of Management chega à capital pernambucana promovendo um encontro que buscando novos alunos para a instituição. Com o tema "Otimizando o funcionamento do cérebro para profissionais de sucesso", o evento deve contar com professores da universidade abordando o cenário do mercado de TI nos Estados Unidos.

Um dos participantes é o Ph.D em computação Gregory Guthrie, que contará detalhes do programa, inclusive falando sobre estágios remunerados em empresas como Microsoft, Google, Amazon, entre outras, todos na cidade de Fairfield, em Iowa.

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Entre as especializações oferecidas pela universidade norte-americana estão Desenvolvimento de Software, Programação Web e Data Science. O encontro acontecerá nesta quinta-feira (14)), a partir das 18h, no Design Center, no Recife Antigo. Para garantir a participação, a inscrição deve ser feita online e via email.

 

Maternidade. Essa condição inerente à mulher carrega uma mistura de amor e medos, principalmente para as que fazem parte do meio corporativo. O auge da idade reprodutiva é o mesmo em que milhares de mulheres se encontram quando estão ascendendo em suas carreiras, o que - culturalmente - sempre gerou receio entre os empregadores e também entre suas funcionárias.

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Uma pesquisa divulgada pela Catho, realizada em 2018, apontou que 30% das mulheres costumam deixar o mercado de trabalho para cuidar de seus filhos. A pressão sobre ter ou não ter uma gravidez começa desde a entrevista de emprego e segue pelos anos, enquanto for possível gerar uma vida. Porém, remando contra a maré de uma sociedade que ainda assimila a maternidade com a perda de produção e lucro, empresas de tecnologia de todo o mundo tem mudado suas políticas para acolher as mães. O Porto Digital, em Recife, é uma delas.

Mais do que uma creche

Coordenadora do Programa MINAS, Natália Lacerda foi uma das pessoas, à frente das políticas de equidade de gênero dentro do Porto Digital, que enxergou a possibilidade de ampliar a participação feminina no mercado tecnológico. Grávida e consciente da dificuldade de encontrar espaços dentro das empresas que atendam mães, ela virou um dos muitos braços que têm ajudado a construir um espaço, no coração do bairro do Recife, específico para as mulheres.

“Dificilmente as empresas têm um espaço para atender essas mulheres, com privacidade e local de armazenamento de leite, por exemplo. Então, queremos que este local funcione para acolher essa demanda”, explica. Pensado para começar a funcionar no início do ano letivo de 2020, a creche do Porto Digital será muito mais do que apenas um prédio para deixar as crianças. A ideia aqui é aproximar a mulher, que volta da licença maternidade, da criação de seu filho e também de suas obrigações enquanto profissional.

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“O espaço foi pensado para funcionar como creche, hotel de empresas e espaço de coworking, todo focado nas mulheres. Vamos tentar direcionar todo o prédio com atividades para elas e empresas feitas por elas”, afirma Natália. “Também queremos incluir um espaço de aleitamento materno que sirva para todas as profissionais que estão aqui no bairro (do Recife) e que precisem tirar o leite durante o expediente”, diz.

Queremos mulheres

Quem também investe na permanência de suas funcionárias durante e após a gravidez é a Accenture. Ocupando diversos armazéns também no bairro do Recife, a multinacional está entre as 100 melhores empresas para mães trabalharem, de acordo com o ranking anual da revista americana Working Mother's Best Companies.

Além dos direitos garantidos por Lei, a Acceture também oferece para suas funcionárias uma licença maternidade estendida de seis meses, home office, horário flexível para novas mães (através do programa Nova Mãe), acompanhamento multidisciplinar (programa Gestação Saudável), auxílio creche até 2 anos e meio, bolsa para material escolar até os 14 anos e madrinhas para acompanhar a carreira de gestantes enquanto não tiram a licença.

A empresa tem uma política forte de inclusão de mulheres, com uma meta para compor 50% de seu quadro de funcionários com mão de obra feminina, até 2025. A consultoria de gestão em serviços é um dos bons exemplos de como é possível manter um ambiente de funcional e atrativo para ambos os gêneros.

O futuro

Apesar do aumento nas políticas para a inclusão de mães dentro das grandes empresas o movimento ainda é pequeno. Para Natália, muitas organizações, não apenas da área tecnológica, precisam desmistificar as barreiras criadas para a contratação de mulheres em idade fértil. “Essa é uma questão que é boa para os negócios, boa para o faturamento da empresa, satisfação dos funcionários e é uma responsabilidade de formação dentro da sociedade” afirma.

Porém, o primeiro passo rumo à equidade de gênero é incentivar a participação feminina na área de tecnologia. "A gente percebe muito pouco interesse de meninas por cursos da área. Hoje, elas são apenas 13% das participantes dos cursos de ciência da computação e afins. No mercado de tecnologia estão em torno de 30%, mas quando você vê em posições de liderança o número é menor".

Como futura usuária do programa que ajudou a criar e que deverá beneficiar outras mulheres, Natália afirma que se sente mais tranquila em relação à maternidade. “Eu fiquei pensando como faria para voltar ao trabalho com um bebê de 4 meses ainda amamentando. Agora me sinto mais segura”.

Buscando por novos projetos urbanos de mobilidade a partir de modelos que possam, inclusive, integrar seu aplicativo a Uber promoverá a segunda edição de sua maratona de desenvolvimento. Chamado de Uber Hack, o evento, que acontecerá pela segunda vez em Recife, entre os dias 25 e 26 de maio, está com inscrições abertas até o dia 19 deste mês.

Além da etapa pernambucana, o evento também terá edições nas cidades de Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Com cerca de 30 horas duração, equipes de cada estado participante poderão levar para casa R$ 10 mil, além de R$ 5 mil em créditos Uber. A vencedora de cada etapa será escolhida por uma banca julgadora formada por especialistas da Uber, do mercado de tecnologia e por membros do poder público local.

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O evento será realizado no Porto Digital, e é possível se inscrever gratuitamente neste link. O regulamento completo do Uber Hack e os prazos de inscrições das demais etapas também já estão disponíveis no site

Confira todas as datas:

18 e 19 de maio: Porto Alegre

25 e 26 de maio: Recife

1 e 2 de junho: São Paulo

29 e 30 de junho: Rio de Janeiro

6 e 7 de julho: Belo Horizonte

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