Tecnologia

| Mercado

Depois de cinco anos, a Apple voltou a ser a marca mais valiosa do mundo, superando outras gigantes da tecnologia, a Amazon e o Google, de acordo com o relatório Brand Finance 2021, divulgado hoje. A estratégia de diversificação capitaneada pelo presidente da companhia, Tim Cook, fez o valor da marca dar um salto de 87% em um ano, atingindo US$ 263,4 bilhões.

O relatório cita a forte aposta da fabricante do iPhone em serviços, com o crescimento de ofertas como Apple Music e Apple TV+, que vieram para inserir a marca ainda mais no cotidiano das pessoas. "A Apple mostra habilidade de se reinventar continuamente e consegue se diferenciar de outras fabricantes de equipamentos, o que contribuiu para a marca ser a primeira empresa dos Estados Unidos a atingir valor de mercado de US$ 2 trilhões, em agosto de 2020", diz o relatório.

##RECOMENDA##

O retorno da Apple ao topo não significa que a Amazon, líder do ano anterior, tenha perdido terreno. Segundo o estudo, a empresa viu o valor de sua marca subir 15% ao longo do ano passado, para US$ 254,2 bilhões. O levantamento lembra que a empresa foi beneficiada pela pandemia de covid-19, quando o uso do e-commerce cresceu em todo o mundo. A companhia, também presente em outros diversos segmentos, não tem medo de grandes investimentos: em 2020, comprou 11 aviões para agilizar suas entregas e melhorar a experiência do consumidor.

O "top 3" das marcas mais valiosas do mundo é completado pelo Google, que perdeu uma posição em relação ao ano passado. Apesar de dominar a internet em todo mundo, o buscador ficou quase no "zero a zero" no ano passado, com um avanço de 1% no valor de sua marca, para US$ 191,2 bilhões. Na visão da Brand Finance, a companhia está "marginalmente atrás" dos concorrentes em termos de diversificação e, por causa da pandemia, reportou a primeira queda de receita de sua história.

Além de Apple, Amazon e Google, há uma forte presença de empresas de tecnologia entre as dez maiores marcas do mundo. As outras sete integrantes do "top 10" são: Microsoft, Samsung, Walmart, Facebook, ICBC, Verizon e WeChat. De todas essas companhias, apenas duas - a varejista Walmart e o banco chinês ICBC - não têm origem no setor.

Em grande parte dos setores, a Brand Finance notou que as empresas que mais ganham valor de marca - e, por conseguinte, presença na cabeça do consumidor - são as novas entrantes, que ajudaram a criar disrupção no "estado das coisas" de seu ramo de atividade.

Um exemplo claro é a fabricante de carros elétricas Tesla: a empresa de Elon Musk foi a que mais se valorizou em todo o ranking, aponta a consultoria. Com alta de 158%, sua marca hoje vale US$ 32 bilhões, quase a metade do total de gigantes como Mercedes-Benz e Toyota.

O mesmo ocorre no mundo do entretenimento, em que Netflix e Spotify, pioneiras nos setores de streaming de filmes e música, respectivamente, aparecem bem à frente das rivais. A Netflix teve novo pico de utilização e viu sua marca ficar 9% mais valiosa, atingindo US$ 24,9 bilhões. Ainda é menos do que a Disney (que decaiu 9%, para US$ 51,2 bilhões), mas muito mais que a rede NBC (baixa de 44%, para US$ 8,4 bilhões). Já o Spotify entrou em 13 novos mercados e viu seu valor disparar 39%, para US$ 5,6 bilhões.

Outro segmento que apareceu com força foi o e-commerce - o que serviu para ampliar também o valor de algumas varejistas tradicionais. Isso ocorreu com o Walmart, que viu seu valor de marca subir 20%, graças a um grande salto em seu lucro no período da pandemia. Dentro dessa lógica, também houve valorização de varejistas como Target (+30%) e Cotsco (+28%).

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Facebook lançará nesta terça-feira (26) no Reino Unido a seção Facebook News, que irá divulgar artigos de veículos da imprensa, pelos quais pagará.

O Reino Unido se torna o segundo país a se beneficiar desse serviço, lançado no fim de 2019 nos Estados Unidos a fim de promover o jornalismo e limpar a reputação do Facebook de espalhar desinformação. "O Facebook News constitui um investimento plurianual que permitirá ao verdadeiro jornalismo estar ao alcance de novos públicos, enquanto são oferecidas aos editores mais oportunidades publicitárias e assinaturas", comemorou Jesper Doub, director de parcerias jornalísticas do Facebook na Europa.

##RECOMENDA##

Os editores passarão a ser remunerados pelo conteúdo que ainda não estiver na plataforma. Entre os veículos britânicos que aceitaram a oferta estão os jornais "The Guardian" e "Financial Times", a revista "The Economist", os tabloides "The Mirror" e "Daily Mail" e os canais de TV Sky News e Channel 4.

O Facebook News, que pode ser personalizado pelo usuário, pretende "aproximar" deste último "histórias que têm impacto em sua vida e na comunidade que o cerca", assinalou Doub. O lançamento acontece em meio a uma crise na imprensa, que enfrenta a queda da receita publicitária - desviada, em grande parte, para os gigantes digitais - e das vendas físicas devido ao aumento do conteúdo on-line, frequentemente gratuito. A pandemia agravou a situação.

Há negociações em andamento para lançar o Facebook News na França e na Alemanha, como divulgou no mês passado o gigante das redes sociais.

Logo nos primeiros dias de 2021, funcionários do Google e terceirizados da empresa se uniram para criar um sindicato. O Alphabet Workers Union (AWU), voltado para trabalhadores da Alphabet, empresa-mãe do Google, não apenas deu o que falar, mas está prestes a virar algo maior. Nesta segunda-feira (25), trabalhadores do Google e da Alphabet, espalhados por 10 países, anunciaram a criação da Alpha Global, um sindicato mundial voltado para proteger seus interesses no âmbito internacional.

Ao todo, a organização reúne 13 iniciativas de união em países como Estados Unidos, onde o primeiro sindicato foi criado, Suíça, Reino Unido, Itália, Alemanha, Dinamarca e Finlândia. A movimentação sindicalista começou com 230 membros, atingiu 700 registrados em uma semana e, agora, com o crescimento global podem atingir cerca de 20 milhões de pessoas.

##RECOMENDA##

Assim como a própria AWU, a Alpha Global poderá atender os interesses tanto dos colaboradores da Alphabet quanto de prestadores de serviço. Porém, por enquanto, elas ainda não são instituições reconhecidas por órgãos oficiais de sindicalismo ou até mesmo pela própria companhia. Isso significa que as empresas não obrigadas a negociar contratos e condições de acordo com as regras da iniciativa. Pelo menos neste primeiro momento.

A ideia da Alpha Global é, por enquanto, agir em prol dos funcionários de setores de moderação e mudar acordos de confidencialidade que possam dificultar negociações ou movimentos judiciais. Ela também pretende trabalhar junto aos governos locais para criar legislações e regulamentações que protejam os trabalhadores, controlando a atuação da Alphabet.

O herdeiro e principal dirigente da Samsung, Lee Jae-yong, não apelará da sentença de prisão de dois anos e meio por corrupção imposta pela Justiça sul-coreana, anunciou nesta segunda-feira (25) seu advogado.

Oficialmente, Lee Jae-yong é o vice-presidente da Samsung Electronics, fabricante líder mundial de smartphones e chips de memória.

##RECOMENDA##

Na realidade, porém, foi ele que assumiu a liderança do conglomerado desde que seu pai, Lee Kun-hee, o arquiteto da decolagem global do grupo, renunciou por problemas de saúde. O patriarca faleceu em outubro.

Ele foi condenado por corrupção e desvio de fundos no escândalo que precipitou o impeachment e prisão em 2017 da ex-presidente sul-coreana Parque Geun-hye.

Depois de um longo processo judicial que a Samsung arrastou como uma bola de ferro, o neto do fundador do grupo foi sentenciado na semana passada a dois anos e meio de prisão pelo Tribunal Distrital Central de Seul.

"O vice-presidente Lee aceita humildemente a decisão e decidiu não recorrer", anunciou seu advogado, Lee In-jae, em um comunicado.

A decisão de não apelar da condenação pode significar que a gigante da tecnologia quer virar a página desse escândalo que manchou sua imagem.

Ainda mais quando a Promotoria, que havia pedido nove anos de prisão contra Lee, anunciou nesta segunda que também não irá recorrer, segundo a agência de notícias sul-coreana.

Considerando que ele passou cerca de um ano atrás das grades, Lee poderia solicitar liberdade condicional a partir de setembro.

Se a Samsung recorresse, teria arriscado uma sentença mais alta para Lee e qualquer pedido de liberdade condicional estaria sujeito à decisão final da Suprema Corte, explicou à AFP Kim Dae-jong, professor de economia da Universidade Sejong.

"A Samsung almeja o indulto presidencial no Chuseok", acrescentou, referindo-se ao festival da colheita e da abundância que é celebrado em setembro.

Lee foi condenado pela primeira vez em 2017 a cinco anos de prisão por corrupção, malversação de fundos e outros crimes.

No julgamento de apelação, a maioria das acusações de corrupção foi rejeitada, e Lee recebeu uma sentença de prisão sob sursis. Posteriormente, o Supremo Tribunal ordenou um novo julgamento.

A Samsung é, de longe, o maior dos "chaebols", os impérios industriais familiares que dominam a 12ª maior economia do mundo.

Seu faturamento global representa um quinto do Produto Interno Bruto (PIB) da Coreia do Sul e é crucial para a saúde econômica do país.

O caso envolvia milhões de dólares que o grupo pagou a Choi Soon-sil, a confidente nas sombras da então presidente.

Os subornos foram supostamente destinados a facilitar a transição de poder para o chefe do conglomerado, quando Lee Kun-hee estava acamado após um ataque cardíaco em 2014.

Há duas semanas, o Supremo Tribunal confirmou definitivamente a pena de 20 anos de prisão para a ex-presidente Park.

Esse escândalo voltou a destacar os vínculos preocupantes entre o governo sul-coreano e as grandes famílias que controlam os "chaebols", os conglomerados por trás da prodigiosa recuperação do país após a Guerra da Coreia.

Em maio de 2020, o herdeiro se desculpou publicamente na mídia, em particular pelo polêmico processo de sucessão que lhe permitiu assumir a liderança do grupo fundado por seu avô Lee Byung-chull.

Lee Jae-yong havia até prometido que seria o último na linha de sucessão familiar e que seus filhos não herdariam a companhia.

Seu pai e avô também tiveram problemas com a lei, mas nenhum deles cumpriu pena de prisão.

O Google ameaçou nesta sexta-feira (22) proibir os internautas australianos de usar sua ferramenta de busca no país caso a Austrália não modifique o projeto que visa forçar o gigante da internet a pagar aos meios de comunicação por seu conteúdo.

O governo australiano trabalha em um "código de conduta vinculante" que supostamente regerá as relações entre os meios de comunicação e os gigantes que dominam a internet, entre os quais se destacam Google e Facebook, que captam grande parte da receita publicitária.

##RECOMENDA##

Este código, um dos mais restritivos do mundo, prevê penalidades de milhões de dólares em caso de infração e tem como alvo o portal de notícias do Facebook e as buscas no Google.

Mas a diretora-geral do Google Austrália, Mel Silva, declarou nesta sexta-feira diante de uma comissão do Senado que o "pior cenário" seria se o código fosse aprovado em sua versão atual, o que incentivaria o gigante tecnológico a suspender seus serviços de busca na Austrália.

“Se esta versão do código se tornar lei, não teremos escolha a não ser suspender o Google Search na Austrália”, alertou Silva. Uma ameaça à qual respondeu o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison.

“A Austrália é quem estabelece as regras do que pode ser feito na Austrália. É o nosso Parlamento que decide”, afirmou. "Pessoas que desejam trabalhar dentro dessa estrutura na Austrália são bem-vindas. Mas não cedemos a ameaças".

A iniciativa australiana está sendo acompanhada de perto pelo mundo em um momento em que os meios de comunicação sofrem com uma economia digital onde Facebook, Google e outras grandes empresas de tecnologia estão monopolizando cada vez mais receita de publicidade.

A crise da imprensa foi agravada pelo colapso econômico causado pelo coronavírus. Na Austrália, dezenas de jornais foram fechados e centenas de jornalistas estão desempregados.

A primeira versão do código prevê que o Google e o Facebook remunerem os meios de comunicações australianos, seja o grupo público ABC ou os jornais do grupo News Corp de Rupert Murdoch, pelo uso de seu conteúdo.

O governo tem apenas Facebook e Google como alvos, e não outras plataformas muito populares como o Instagram ou o YouTube.

Silva insistiu que o Google queria apoiar a mídia e sugeriu modificar o código que deve entrar em vigor este ano.

"Há um caminho claro para um código justo com o qual podemos trabalhar, com apenas algumas pequenas emendas", afirmou.

A Uber anunciou nesta quinta-feira (21), que vai disponibilizar um plano pré-pago de celular para seus motoristas e entregadores. A empresa confirmou uma parceria com a Surf Telecom para oferecer navegação ilimitada no app Uber Driver, além do Waze, chamado Uber Chip, que terá assinatura trimestral e deve facilitar a comunicação entre usuários e parceiros da plataforma.

De acordo com a Uber, o plano vai oferecer um desconto extra no moemnto da contratação, que vai variar de acordo com a categoria dos motoristas e entregadores que participam do programa de vantagens Uber Pro. Os assinantes do Uber Chip vão contar também com Whatsapp ilimitado e com 9GB de internet 4G por mês, além de ligações ilimitadas para fixo e celular de qualquer operadora, local e interurbano, usando código 41, e 100 SMS mensais.

##RECOMENDA##

O assinante pode escolher pagar em até três parcelas mensais, usando cartão de crédito, cartão de débito, pré-pago ou boleto bancário. Os valores variam de R$ 50 até R$ 20, por mês, dependendo da categoria do motorista. Por enquanto, a novidade é exclusiva para motoristas de São Paulo, mas deve ser estendida para todo o Brasil ainda este ano.

O Google assinou um acordo quadro que abre caminho para a remuneração da imprensa diária francesa sob "direitos conexos", direito semelhante ao copyright criado em 2019 e que deu origem a negociações acaloradas.

Este acordo foi assinado entre o Google e a Alliance de la Presse d'Information Générale (Apig), principal organização profissional da imprensa francesa, que representa em particular jornais diários nacionais e regionais.

##RECOMENDA##

"A Apig e o Google anunciam hoje um acordo sobre a remuneração dos direitos conexos sob a lei francesa", anunciaram as duas partes em um comunicado divulgado nesta quinta-feira (21), ressaltando que representa "o culminar de muitos meses de negociações no quadro estabelecido pela Autoridade da Concorrência".

Este acordo "define a estrutura dentro da qual o Google negociará acordos individuais de licenciamento com os membros" da Apig, para publicações reconhecidas "por informações políticas e gerais", explicaram os signatários.

Esses contratos "cobrirão direitos conexos e também darão aos jornais acesso ao News Showcase", programa lançado recentemente pelo Google no qual remunera a mídia por uma seleção de conteúdo enriquecido.

Resta saber o quanto essa remuneração pode representar para a imprensa francesa, sendo os dados financeiros do acordo confidenciais. Contactados pela AFP, Google e Apig não forneceram quaisquer detalhes sobre este assunto.

- "Novas perspectivas" -

De acordo com o comunicado, a remuneração será calculada individualmente e "com base em critérios como, por exemplo, o contributo para a informação política e geral, o volume diário de publicações ou mesmo a audiência mensal na Internet".

Para Pierre Louette, CEO da Les Echos - Le Parisien e presidente da Apig, este acordo "marca o reconhecimento efetivo dos direitos conexos dos editores de imprensa e o início da sua remuneração por plataformas digitais pela utilização das suas publicações".

Por sua vez, o chefe do Google França, Sébastien Missoffe, vê a confirmação de um "compromisso" do grupo que abre aos editores de imprensa "novas perspectivas".

Apig e Google percorreram um longo caminho: a imprensa francesa acusou o Google no final de 2019 de desrespeitar os direitos conexos, direito semelhante ao copyright, criado por uma diretiva europeia e que supostamente levaria a uma melhor distribuição das receitas digitais entre jornais e agências de notícias.

Logo após este novo direito entrar em vigor na França, o Google decidiu unilateralmente indexar menos bem os jornais que se recusassem a deixá-lo continuar a explorar os seus conteúdos (títulos, excertos de artigos e miniaturas) gratuitamente nos seus resultados de pesquisa.

A imprensa francesa recorreu à Autoridade da Concorrência, que em abril de 2020 ordenou que o Google negociasse "de boa fé" com os editores, uma decisão confirmada pelo Tribunal de Apelações de Paris.

Foi neste quadro de negociações que o Google afirmou, em outubro de 2020, estar perto de um acordo quadro com a Apig, e, em novembro, que tinha selado os primeiros acordos individuais (Le Monde, Le Figaro, Libération e Express).

Este acordo quadro, válido por três anos, não cobre toda a imprensa escrita francesa, em particular as agências de notícias, incluindo a Agence France-Presse, ainda em negociações com o Google, enquanto as discussões com o Sindicato de editores da imprensa de revistas (SEPM) e o grupo americano tem girado em círculos.

"Estou muito satisfeito que o reconhecimento dos direitos conexos esteja se materializando pela primeira vez na Europa e agora aguardamos o primeiro passo, que é sempre o mais difícil, para que o Google continue seu impulso e estenda esse reconhecimento a outros atores elegíveis, incluindo agências de notícias", comentou o CEO da AFP, Fabrice Fries.

O segundo dia da Consumer Eletronics Show (CES) 2021, contou com diversas novidades apresentadas pela Asus para o público gamer. A empresa mostrou seus novos notebooks da categoria ROG (Republic of Gamers), que são o Zephyrus Duo 15 SE, ROG Flow X13, Strix SCAR 15 e Strix SCAR 17. O painel Asus aconteceu na última terça-feira (12) e foi intitulado de 'ROG For Those Who Dare'.

Zephyrus Duo 15 SE - Edição especial vem com uma tela de 15,6”, além de um segundo display acima do teclado, ROG ScreenPad Plus, de 14,1", para atividades multitarefas, sensível ao toque. A máquina vem com a GPU da NVIDIA GeForce RTX 3080 e CPU AMD Ryzen 9 5900HX para garantir mais potência. 

##RECOMENDA##

As ventoinhas foram reprojetadas para ajudar a dissipar até 165 W de potência combinada ao processador. A tela exibe imagens em 4K de 120 Hz, com uma alternativa de 300Hz para uma uma maior velocidade nos eSportes.

Strix SCAR 15 e Strix SCAR 17 - A Asus afirmou que o Strix SCAR 17 pode ser considerado o notebook mais rápido do mundo. A  tela do dispositivo, de 17,3” combina a resolução Full HD com uma taxa de atualização de até 360 Hz e tempo de resposta de 3 ms, configuração importante para quem joga online. Ele vem com processadores NVIDIA e AMD, uma bateria de 90Wh com suporte para carregamento rápido e adaptadores Type-C de 100W; teclado óptico mecânico. 

Já o Strix SCAR 15, apresenta uma tela de 15,6” com taxa de atualização de 300 Hz e o mesmo tempo de resposta do seu irmão maior. Mesmo sendo modelos menores que a geração anterior, ambos os dispositivos apresentam muitas portas. Na parte de trás se encontram entradas de HDMI, Gigabit Ethernet, USB Type-A e USB Type-C habilitado para DisplayPort,  já no lado esquerdo  ficam mais duas portas USB  junto com um conector de áudio.

ROG Flow X13 - Equipado com a tela de 13” e dobradiça de permite o notebook girar em 360°, o dispositivo vem com o ROG XG Mobile, uma GPU externa ultraportátil, que aumenta seu desempenho e sua conectividade de jogos. Ele funciona como notebook ou tablet, se adaptando às preferências do usuário. Ele também vem com a GPU da NVIDIA GeForce RTX 3080, interface PCIe personalizada, hub de E/S e adaptador AC de 280 W embutido e processador CPU AMD Ryzen 9 5980HS de 8 núcleos.

Apesar do anúncio ter gerado expectativa no público que consome eSports, ainda não há previsão de quando os notebooks chegarão ao Brasil, ou definição de valores.

Os novos hábitos adquiridos pela população durante o isolamento social aceleraram a participação dos bancos digitais no Brasil. Apesar do poder financeiro e da ainda alta concentração das instituições tradicionais, esses novos personagens estão dando cara nova ao sistema financeiro nacional, que aos poucos ganha mais competição. Sem tarifas nem agências bancárias, alguns conseguiram dobrar a carteira de clientes durante a pandemia e ganharam, pelo menos, três anos na corrida por maior presença no setor.

Um levantamento do UBS Evidence Lab mostra que em 2020, pela primeira vez, a parcela de downloads de aplicativos dos novos players ultrapassou a de instituições tradicionais. Em 2019, a participação dos maiores bancos era de 52% e dos novos, 48%. No ano passado, essa posição se inverteu, com os bancos digitais alcançando uma fatia de 52%.

##RECOMENDA##

"Calculamos que atualmente o País tenha mais de 60 milhões de contas digitais, sem considerar os números do Caixa Tem (usado para o pagamento do auxílio emergencial)", diz o analista do UBS Thiago Batista. Na avaliação dele, a pandemia levou muitas pessoas que não tinham confiança nos sistemas digitais - como pessoas mais velhas - a usar esses bancos pela internet. "Hoje, vejo esse movimento sem volta. Quem começa a usar, não para."

O movimento tem sido tão intenso que, na Neon, o hábito digital da população antecipou, no mínimo, em três anos a escalada de crescimento. "Foi um ano em que crescemos muito além do imaginável", diz Pedro Conrade, fundador da instituição. Entre março e agora, a empresa cresceu três vezes em receita e número de clientes (hoje, somam 12 milhões). "Cerca de 65% dos clientes ativos usam a conta da Neon como sua conta principal."

Para Conrade, apesar do forte crescimento em 2020, ainda há espaço para ampliar a participação no mercado. Atualmente, diz, quase 50% das transações são feitas em dinheiro. "Só nesse aspecto, temos o dobro de mercado a ser conquistado. A nossa brecha é evoluir mais rápido antes que os grandes bancos cheguem." Com as novas medidas do Banco Central, como os pagamentos instantâneos e o open banking (sistema que permite o compartilhamento dos dados do cliente entre instituições), a competição deverá ser estimulada no setor.

Uma das estratégias dos bancos para manter o ritmo de crescimento em 2021 será ampliar a oferta de produtos e tentar fidelizar os clientes, diz o sócio-líder de serviços financeiros da consultoria KPMG, Cláudio Sertório. Ele explica que, normalmente, os mais jovens têm contas em mais de dois bancos digitais ao mesmo tempo e podem desativá-las a qualquer momento, dependendo da experiência positiva ou negativa.

Alvo

Para atender a essa demanda, o banco Inter quer ampliar o conceito de marketplace dentro do banco, com oferta de produtos financeiros e não financeiros. Hoje, o cliente do Inter pode adquirir na plataforma produtos da Via Varejo, Casas Bahia e Magazine Luiza, entre outros. Os clientes têm cashback (recebem parte do dinheiro de volta) nas compras e também podem ter acesso a crédito, diz a diretora financeira do banco, Helena Lopes Caldeira.

Com 8 milhões de clientes, a instituição dobrou o número de contas desde 2019 e espera alcançar 15 milhões ao final de 2021. "Nosso desafio é continuar crescendo com a mesma qualidade dos serviços", diz a executiva. Hoje, o Inter tem à disposição dos clientes, além da conta corrente, cartão de crédito, seguros e crédito.

Essa diversificação é vista como essencial pela maioria dos bancos digitais para convencer os clientes a continuarem ativos. Boa parte dos correntistas que buscam essas instituições querem menos burocracia e, sobretudo, fugir das tarifas bancárias. "Temos tudo o que eles querem com uma estrutura mais barata e melhor", diz Maxnaun Gutierrez, chefe de produtos e pessoa física do C6 Bank.

Criado em 2018 por um grupo de 25 executivos do mercado financeiro e de tecnologia, o banco só começou a operar, de fato, em agosto de 2019. Hoje, pouco mais de um ano depois, já conta com 4 milhões de contas abertas. Gutierrez afirma que, com a retomada econômica prevista para 2021 e a estreia do open banking, o crescimento dos bancos digitais vai continuar acelerado. Com a economia melhorando, diz ele, mais dinheiro circula e isso é positivo para o setor. Ele não descarta até a entrada de novos players no mercado.

Em estudo publicado em meados de 2020, a consultoria Mckinsey destaca que uma potencial consequência da atual pandemia é justamente a universalização do acesso a canais digitais bancários. Isso porque "cada vez mais usuários estão experimentando a conveniência da utilização desses canais, muitos deles pela primeira vez". A popularização de pagamentos por meios eletrônicos, destaca o relatório, também deve reduzir significativamente a circulação de dinheiro físico na sociedade brasileira, tendência já verificada em outros países.

Segundo Sertório, da KPMG, para continuarem crescendo os bancos digitais precisam alimentar cada vez mais a sensação de novidade e inovação. Além da qualidade dos serviços em alta, eles também terão de contar com capacidade financeira para o lançamento de novos produtos. Na área de crédito, essencial nos dias atuais e uma grande carência no País, há a necessidade de ter um balanço que sustente possíveis perdas decorrentes da inadimplência, diz Sertório.

Outra armadilha da qual os bancos precisam escapar é a do próprio crescimento. Essas instituições nascem pequenas, mas, para crescer, terão de investir em marcas e marketing e podem aumentar demais a estrutura a ponto de ficar muito custosa, dizem especialistas.

Instituições tradicionais reagem

Atentos à rápida evolução e ao apelo dos digitais, os chamados "bancões" também decidiram criar seus próprios canais para não perder espaço no mercado. O Bradesco foi mais rápido nessa estratégia e há três anos criou o Next, que hoje conta com 4 milhões de contas - em janeiro de 2020, esse número estava na casa de 1,8 milhão. "Antes, nossos clientes estavam na faixa de 18 a 35 anos. Mas, em 2020, vimos pessoas de 50, 60 anos fazendo adesão ao nosso sistema", diz o presidente da instituição, Jeferson Honorato.

Ele conta que o trabalho do Next é de inclusão bancária - e não de canibalização. Cerca de 35% dos clientes têm conta corrente pela primeira vez e 76% não eram da base do Bradesco. "É um complemento. Ao mesmo tempo que o banco tem presença física, o Next é um caminho para aquelas pessoas que querem experimentar um banco digital", diz Honorato, que também aposta em mimos para conquistar os clientes, como crédito mensal de R$ 20 do Über.

O concorrente Itaú também entrou no mercado. Em novembro do ano passado, criou o iti e já conta com 3 milhões de contas. "Temos como foco o cliente que precisa de uma relação bancária, seja a população de mais baixa renda ou os desbancarizados", diz o diretor do iti Itaú, João Araújo. Segundo ele, o mercado ficou muito aquecido com a pandemia e o novo comportamento da população. "Certamente, estamos entre os que mais cresceram no primeiro ano de operação; isso sem nenhuma campanha massiva de publicidade."

Cadeia de negócios

O avanço dos bancos digitais também tem criado uma cadeia de negócios importante. É o caso da plataforma de serviços bancários BBNK, criada em 2018. A empresa permite que qualquer companhia ofereça a seus clientes uma conta digital própria, sem precisar de autorização do Banco Central. "A companhia fecha o contrato comigo e eu ofereço tudo: tecnologia e autorização da autoridade monetária. O cliente só coloca a marca dele", diz o presidente e fundador da BBNK, Yan Tironi.

Até o momento, afirma ele, 40 marcas fecharam contrato com a plataforma. Dessas, três já lançaram suas contas no mercado. As demais ainda aguardam o melhor momento para adotar uma estratégia de lançamento. Segundo Tironi, a pandemia atrasou os planos das companhias para levar adiante a abertura das contas, mas o interesse continua. "Tem muita gente experimentando para lançar da forma mais apropriada."

Tironi afirma que a BBNK faz todo o plano de negócios para as empresas. A plataforma tem mais de 70 mil contas abertas, sendo 50 mil nos últimos três meses. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A pandemia, que obrigou a população do mundo inteiro a fazer mais compras pela internet em função das medidas de isolamento, transformou o e-commerce Mercado Livre, que já era uma das empresas mais valiosas da América Latina, em um titã regional. Do início da crise da Covid-19, em março, até agora, o valor de mercado da companhia, listada desde 2007 na bolsa americana Nasdaq, saltou de US$ 27 bilhões (R$ 145 bilhões) para quase US$ 77 bilhões (R$ 415 bilhões), uma alta de 185%.

O feito levou o marketplace a ultrapassar nomes tradicionais da economia brasileira em valor de mercado, como Petrobrás e todos os grandes bancos. A empresa chegou até mesmo a ultrapassar a Vale e ficar, momentaneamente, na primeira colocação das mais valiosas da região. Considerada por analistas de mercado como a grande competidora latina das gigantes globais Amazon e Alibaba, a empresa se prepara agora para um novo salto: começar a vender alimentos frescos e ingressar no disputado nicho de delivery de restaurantes.

##RECOMENDA##

Os números da empresa, que tem sede na Argentina, são superlativos. De janeiro a setembro do ano passado, o total de usuários únicos ativos na plataforma dobrou para 112,5 milhões. O volume de vendas foi a US$ 14,36 bilhões, um aumento de 42% em relação ao mesmo período do ano anterior. O forte crescimento não passou despercebido pelos investidores, que passaram 2020 buscando investimentos em empresas de tecnologia com elevado ritmo de expansão: em todo o ano, a ação da companhia avançou de US$ 550 para US$ 1,7 mil.

Futuro adiantado

De acordo com Stelleo Tolda, cofundador da companhia, o período de confinamento - e o forte movimento de digitalização trazido por ele, que abriu vias rápidas de crescimento para o e-commerce - adiantou em dois anos as estimativas de crescimento traçadas para a empresa. "Isso porque tínhamos projeções muito agressivas, senão seria mais tempo", afirma Tolda, que também liderou a chegada da companhia ao Brasil, em 1999. Apesar do avanço, a plataforma tem ainda muito espaço para crescer, especialmente quando se analisa experiência em outros países. Em 2020, as vendas online no mercado brasileiro passaram de uma participação de 5% do total do varejo para 10%. "Esse é um movimento que veio para ficar. Olhando para outros mercados o número é próximo de 20%. Na China, onde o e-commerce tem mais penetração, está em 25%", comenta o executivo.

Produtos frescos

Com centenas de milhares de varejistas plugados na plataforma, incluindo grandes redes, uma das estratégias do Mercado Livre para tornar o ecossistema mais completo tem sido investir pesado em logística, para garantir a entrega no mesmo dia para uma gama cada vez maior de produtos. Recentemente, a empresa anunciou cinco novos centros de distribuição no Brasil. O desembolso no ano passado foi de cerca de R$ 4 bilhões apenas nesse segmento. "O comprador online é ansioso", explica Tolda.

Para comprovar o aumento da eficiência da entrega, a empresa programa para o início deste ano o lançamento de uma nova frente: a venda de produtos perecíveis, incluindo delivery de restaurantes. Hoje, os produtos de limpeza e alimentos secos, como arroz e feijão, já estão disponíveis.

O crescimento que veio com a pandemia também alavancou outro negócio da empresa, a sua fintech Mercado Pago. Foram cerca de sete milhões de novas contas abertas na esteira do auxílio emergencial, medida do governo para mitigar os efeitos da crise nas famílias que tiveram a renda mais afetada. O crescimento ocorreu, ainda, em um momento em que a concorrência no setor bancário se acirrou. "Há muitos desbancarizados e sub-bancarizados no Brasil", comenta o vice-presidente do Mercado Pago, Túlio Oliveira.

"Temos uma visão de longo prazo e sempre acreditamos nessa tese de que a tecnologia iria mudar a vida das pessoas. Essa mesma lógica nós estendemos para serviços financeiros", afirma Tolda.

Em relatório recente, o banco norte-americano Goldman Sachs afirmou que o Mercado Livre continua sendo uma das principais opções no comércio eletrônico latino-americano. "Vemos a empresa não apenas alavancando com sucesso as mudanças de comportamento do consumidor impulsionadas pela pandemia, mas também executando de forma consistente uma agenda micro que abrange áreas estratégicas como logística, seleção, preços, experiência do usuário e curso de serviços financeiros", diz o documento, assinado pelos analistas Irma Sgarz, Thiago Bortolucci e Chandru Ravikumar.

Sala de aula

A ideia da criação do Mercado Livre surgiu nas salas de aula na Universidade Stanford, no Vale do Silício, na Califórnia, mesmo berço do Google. Foi ali que nasceu o projeto, em 1999, quando o brasileiro Stelleo Tolda e o argentino Marcos Galperin, cofundadores da empresa, ouviram de seus colegas que uma empresa, inspirada na americana Ebay, que tinha sido lançada cinco anos antes e que tinha de abrir seu capital, não teria sucesso ao ser replicada na América Latina. "Todos eram céticos, mas a gente sempre teve muita confiança sobre a viabilidade do negócio", afirma Tolda.

A empresa nasceu como qualquer startup que precisa, do zero, colocar o negócio de pé. Depois que terminou o curso, Galperin voltou a Buenos Aires, onde lançou oficialmente o "Mercado Libre", na garagem do subsolo de um edifício - estrutura que foi replicada como comemoração do aniversário de 20 anos da companhia.

Três meses depois, Tolda se uniu ao negócio que ajudou a pensar, trazendo o Mercado Livre ao Brasil (atualmente o País representa 53% das receitas da companhia). Para fazer o negócio girar e, assim, atrair o público, o primeiro passo foi colocar produtos para a venda dentro do site.

No início, começaram a ofertar artigos usados de familiares e amigos. Depois, Tolda conta que passou pessoalmente a visitar lojistas. Em uma dessas ocasiões, com uma máquina fotográfica na mão - uma Sony Malvica, que tinha um compartimento para um disquete, o que permitia na época a transferência mais rápida das fotos para o computador - foi até a rua Teodoro Sampaio, tradicional polo da capital paulista de venda de instrumentos musicais. De loja em loja, falava com os proprietários e tirava foto dos instrumentos para inserir na plataforma. Naquele momento era gratuito ao lojista, algo que foi mantido por um ano.

Rapidamente, o negócio foi ganhando escala. Como consequência, já no início da empreitada, o Mercado Livre comprou três de seus concorrentes diretos. Ibazar, Lokau e Arremate - o último terminou de ser 100% adquirido em 2007. "Essas empresas eram concorrentes diretos. Ajudou a dar escala na base de usuários e clientes", conta Tolda. Hoje em dia, o Mercado Livre não é conhecido por grandes movimentos de fusões e aquisições, e cresce - e muito - organicamente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O mundo digital está ganhando espaço rapidamente na economia brasileira, principalmente se olharmos para o e-commerce e para os bancos digitais. Por conta disso, a criação de um site responsivo e de boa qualidade é uma prioridade crescente para qualquer empresa que atue no setor online, independentemente da área. Uma boa experiência de navegação pode ser determinante para um cliente concluir uma compra ou desistir do produto.

Com o aumento do comércio online, principalmente em 2020, ficou ainda mais importante contar com um site bem estruturado. Segundo números da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), cerca de 150 mil novas lojas online foram criadas entre março e julho do ano passado. Ou seja, a concorrência é crescente, e um site de qualidade pode fazer a diferença. Não faltam, no entanto, empresas e serviços online no Brasil que conseguiram bons resultados com o uso de sites intuitivos e responsivos. Um desses exemplos é a plataforma de apostas Сampobet. Por se tratar de um site que oferece diversas categorias de apostas online, indo desde modalidades de cassino online até apostas esportivas, a empresa buscou organizar toda a informação optando por um design intuitivo e de navegação simples, colaborando, assim, para que os usuários encontrem com facilidade o serviço que estão procurando. Algo semelhante acontece com o banco digital Nubank, que sempre investiu na experiência dos usuários, seja no site oficial ou então no aplicativo para smartphone. A ideia foi agregar o máximo de informação possível das contas e dos cartões de uma maneira simples e fácil de entender. Por último, também podemos citar o e-commerce Magazine Luiza, que é uma referência no comércio digital justamente por conta da organização de todos os departamentos e produtos disponíveis em sua loja virtual. 

##RECOMENDA##

[@#video#@]

Todos esses sites que citamos como referência possuem algumas características em comum, seja pelo fato de serem organizados ou então intuitivos. A ideia principal é que o design do site não confunda o usuário, mas sim facilite o caminho até a informação, o produto ou o serviço desejado. No caso dos bancos digitais e das plataformas de apostas, a qualidade do site também é importante para dar ao usuário a certeza de estar navegando em um ambiente seguro, o que, além disso, colabora com a fidelização de novos clientes. 

Alta do e-commerce

Essa preocupação com a qualidade do site é cada vez mais importante para o e-commerce, que foi o setor com maior crescimento no Brasil em 2020. Com uma perspectiva de crescimento também para este ano, podendo aumentar o faturamento em cerca de 26%, segundo análise divulgada pela Ebit|Nielsen, o setor deve contar com uma concorrência ainda maior. Isso é algo positivo para os consumidores, que devem ganhar ainda mais opção com o esforço das empresas em oferecer uma experiência melhor e mais atrativa.

Fonte: Unsplash

Uma das formas mais eficientes para conseguir esse destaque é com um site de qualidade, afinal, ele é uma espécie de vitrine virtual de qualquer serviço online. É por isso que o marketing digital é uma das áreas que mais cresce no país. Investir para que o site seja funcional, responsivo e moderno pode ser essencial para garantir sucesso com o público e o consumidor. As novas tecnologias chegaram para ajudar os clientes e os empreendedores, mas é preciso saber utilizar essas ferramentas inovadoras para garantir que funcionarão da melhor maneira possível, cumprindo com os objetivos que visam atingir.

O valor do bitcoin, a primeira criptomoeda descentralizada, ultrapassou neste sábado (2) 30 mil dólares pela primeira vez em sua história. Por volta das 14h, o bitcoin valia 31.502,77 doláres, de acordo com dados compilados pela agência Bloomberg.

O Bitcoin ultrapassou o limite de 20.000 dólares pela primeira vez em 16 de dezembro. “O apetite pelo risco” face a esta criptomoeda “continua indomável”, explicou Timo Emden, diretor da Emden Research, em nota de análise, que não descartou “novos recordes históricos” a curto prazo.

##RECOMENDA##

No final de outubro, o gigante dos pagamentos online Paypal lançou uma linha de compra, vendendo em bitcoins, o que impulsionou ainda mais essa moeda virtual. Os fundos mútuos, que por muito tempo relutaram em enfrentar essa moeda cotada ao acaso, mudaram de ideia e também aumentaram a especulação.

“Muitos investidores privados ainda não ousam, estão à espera”, acrescentou Timo Enden. Os analistas do JP Morgan alertam que "o uso do bitcoin por investidores tradicionais está apenas começando", e até comparam sua ascensão com a do ouro, o valor tradicional de porto seguro.

O Bitcoin não está vinculado a nenhum ativo ou economia nacional. Criado por uma rede anônima em 2008, é totalmente descentralizado e, portanto, não depende de nenhuma instituição. Em troca, seu valor sofre altos e baixos vertiginosos.

Tudo começou 2017 com um valor inferior a mil dólares. Entre novembro e dezembro do mesmo ano, seu preço quadruplicou. Ao longo de 2018, caiu novamente, atingindo pouco mais de 3.000 dólares.

A pandemia mudou a cara do e-commerce brasileiro. A transformação ocorreu não só por conta da aceleração nas vendas, mas também nos tipos de produtos mais vendidos e até no jeito de operar, agora bem mais descentralizado. Se em 2019 os eletroeletrônicos foram as vedetes de vendas, com a pandemia os itens de supermercados ganharam a dianteira e viraram a grande aposta dos gigantes do varejo online em 2020.

"Em 2019, o celular era o item mais vendido no nosso site e, em 2020, os hortifruti ficaram entre os dez mais", afirma Raoni Lapagesse, diretor de Relações Institucionais da B2W. A varejista, uma das maiores do e-commerce, faturou R$ 18,5 bilhões de janeiro a setembro entre todos os produtos, próprios e de terceiros, com crescimento de 53% ante 2019. O executivo conta que a categoria supermercado era muito pequena dentro da companhia e, "da noite para o dia, tornou-se uma frente importantíssima".

##RECOMENDA##

Em janeiro de 2020, a B2W comprou o Supermercado Now, uma empresa online do setor. Em abril, já na pandemia, lançou o Americanas Mercado e fechou parcerias com as redes Carrefour e Big para ter cobertura nacional nas vendas de alimentos. Com isso, a categoria supermercado foi o grande destaque do terceiro trimestre nos resultados da empresa.

As vendas desse segmento cresceram nove vezes em relação a igual período de 2019. Em número de itens, os produtos de supermercados foram os mais comercializados nos últimos dois trimestres até setembro.

Por conta desse desempenho, a companhia decidiu apostar em bicicletas elétricas para conseguir entregar um volume maior de compras de alimentos e bebidas, itens de consumo imediato, num prazo mais curto, de até 3 horas.

O projeto começou com apenas 50 bicicletas elétricas no Rio e São Paulo pela pequena oferta dessas bikes no mercado, diz Lapagesse. Com capacidade de transportar 180 quilos, um volume muito maior do que uma bike comum, a bicicleta elétrica cargueira se encaixa perfeitamente nessa nova frente de negócios, além de ter uma pegada sustentável.

O Magazine Luiza, gigante do varejo que teve no terceiro trimestre mais da metade do faturamento vindo do e-commerce, tinha planos de entrar no segmento de supermercado, porém não em 2020, conta Bernardo Leão, diretor de novos negócios. Com a pandemia, enxergou na venda desses itens uma oportunidade e antecipou o projeto.

Em março, em menos de dez dias, a varejista ingressou no segmento de supermercados. "Hoje é a categoria número um em itens vendidos. No terceiro trimestre foram mais de 5 milhões de pedidos", conta Leão.

O Magalu opera nessa categoria com estoque de terceiros e também próprio, comprando diretamente da Unilever, P&G, Coca-Cola e Ambev, por exemplo. "Mais que dobramos o número de marcas em relação aos três primeiros meses do ano."

Custos

Não foi por acaso que grandes empresas do varejo online decidiram investir no segmento de supermercados. Ele representa ainda cerca de 1% do total das vendas do e-commerce como um todo, mas tem potencial para alavancar os negócios.

Como a compra de alimentos e bebidas é recorrente, isto é, se repete de duas a três vezes por mês e com frequência muito maior do que em eletroeletrônicos e vestuário, ela acaba sendo um caminho para o varejista online oferecer produtos de maior valor. "É aí onde se ganha dinheiro", explica o presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), Eduardo Terra. Além disso, essa é uma via para ampliar a base de consumidores.

Depois da logística, uma das maiores despesas do e-commerce é o chamado custo de aquisição de clientes (CAC). Isto é, são os gastos com anúncios online para fisgar novos consumidores. Com a pandemia, essa despesa foi reduzida drasticamente, afirma Felipe Dellacqua, sócio da Vtex, empresa que provê plataforma de e-commerce para um quarto das lojas virtuais do País.

"Antigamente era como se existisse um lago com pouco peixe, onde era mais difícil e caro pescar", compara Dellacqua. Mas, com as restrições do isolamento devido à pandemia, passou a existir abundância de consumidores navegando pelo canal digital e ficou muito mais fácil e barato capturá-los, observa.

Só no primeiro semestre de 2020, 7,3 milhões de consumidores ingressaram no e-commerce. É quase a mesma quantidade de novos brasileiros que passaram a fazer compras online no ano inteiro de 2019.

No primeiro semestre de 2020 existiam no Brasil 41 milhões de e-consumidores, número 40% maior do que em igual período do ano anterior, aponta o relatório Webshoppers, da Ebit/ Nielsen.

Reféns do isolamento social, esses brasileiros mudaram o hábito de compras e provocaram um salto nas vendas online. Entre março e setembro de 2020, o volume de vendas do varejo virtual cresceu 45% na comparação com igual período do ano anterior, apontam dados da Receita. "A pandemia trouxe a escala que faltava para o e-commerce começar a dar dinheiro", afirma Terra.

Essa também é a análise de Dellacqua. A mudança diz respeito não só ao crescimento do volume das vendas online, mas também à redução de custos. O ingresso no segmento de supermercados e a adoção de novas configurações diminuíram gastos importantes. As lojas físicas, por exemplo, passaram a ser usadas com mais frequência como mini centros de distribuição ou pontos de retirada de compras.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Um juiz federal rejeitou nesta terça-feira (29) o processo por violação de direitos autorais movido pela gigante da informática Apple contra a startup de segurança digital Corellium, um caso que poderia ter implicações para os pesquisadores que descobrem bugs e falhas de software.

O juiz Rodney Smith considerou que a Apple não apresentou uma base legal para proteger todo o seu sistema operacional, iOS, dos pesquisadores de segurança.

##RECOMENDA##

A Apple entrou com o processo contra a startup, sediada na Flórida, em 2019, alegando que sua "virtualização" do software iOS constituía violação de direitos autorais. Mas o juiz entendeu que o trabalho da Corellium, cujo objetivo era encontrar falhas de segurança no software, tinha um "uso legítimo" de material protegido por direitos autorais.

"Desde o início da proteção dos direitos autorais, os tribunais reconhecem que alguma oportunidade para o uso justo de materiais protegidos por direitos autorais é necessária para cumprir o propósito dos direitos autorais de promover o progresso da ciência e das artes úteis", justificou Smith. "Existem evidências no expediente que respaldam a posição da Corellium de que seu produto é destinado à pesquisa de segurança e, como a Apple admite, pode ser usado com esse fim. Além disso, a própria Apple teria usado o produto em testes internos se tivesse adquirido a empresa", assinalou.

Caso seja mantida, a decisão representa uma vitória para os pesquisadores de segurança, uma vez que os mesmos poderiam enfrentar sanções civis ou penais por reproduzirem software protegido por direitos autorais em seu esforço para encontrar falhas.

A Apple não respondeu a um pedido para comentar o caso.

O CEO da Tesla, Elon Musk, foi ao Twitter no fim da noite desta terça-feira (22) expor rachas entre sua companhia e a Apple.

Ele chamou de "estranha" a informação de que a concorrente pretende retomar projeto de lançar um carro elétrico até 2024 e revelou que não foi recebido pelo CEO da Apple, Tim Cook, quando quis vender a empresa para a outra gigante do Vale do Silício por 10% do valor atual de mercado, avaliado em US$ 607 bilhões.

##RECOMENDA##

De acordo com Musk, o aceno teria sido feito durante "os dias mais sombrios do programa Model 3", nas palavras do executivo. Entre 2017 e 2018, a Tesla quase faliu ao tentar lançar o Model 3, hoje seu veículo mais vendido, em meio a dificuldades de atingir metas de produção e grandes despesas.

Por conta da pandemia de Covid-19, em que se faz necessário o distanciamento social, muitos eventos de tecnologia foram movidos para o cenário virtual. Em 2021, a edição da Consumer Electronics Show (CES) seguirá o mesmo caminho, como foi anunciado em julho deste ano pela CTA (Consumer Technology Association), responsável pelo evento. Com a confirmação da versão online da feira muitas marcas começam a garantir sua presença, prometendo novidades. 

Na lista de participantes da CES 2021 está a Samsung Electronics, que fará dois eventos virtuais para antecipar algumas de suas novidades, incluindo uma coletiva às vésperas da feira. Apesar de ainda não haver grandes informações sobre o que virá por aí, a expectativa é que, além de um novo Galaxy da linha S, a sul-coreana traga novidades em dispositivos para o conceito de casa conectada.

##RECOMENDA##

Outra marca que também fará dois eventos prévios é a Asus. A empresa vai dividir seus anúncios entre os produtos para o uso do dia a dia e a linha gamer, ROG - responsável por notebooks, smartphones e periféricos específicos para jogadores. Para completar a lista podemos esperar anúncios de Lenovo, LG Electronics, Bosch, Omron Healthcare, Caterpillar e Intel. A CES 2021 acontecerá durante os dias 11 e 14 de janeiro.

A Overdrives, o grupo Ser Educacional e a NE Capital, empresa do Grupo JCPM, reuniram-se com oito representantes das duas instituições, na última terça-feira (15), para debater os 15 melhores projetos para serem acelerados. Das startups apresentadas, cinco irão ser selecionadas para receber o aporte financeiro total de até R$ 800 mil e desenvolverem suas propostas.

As finalistas estão espalhadas por oito Estados do Brasil, 53% são de modelos Business-to-Business (B2B) - empresas para empresas; 30% de soluções em saúde; 73% estão com produtos no mercado; 60% delas com clientes recorrentes; 25% são lideradas por mulheres. O presidente do Ser Educacional, mantenedor do Centro de Inovação - Overdrives, Jânyo Diniz, destacou a qualidade das startups inscritas. "Ficamos muito satisfeitos com a quantidade e o nível das finalistas, todas com grande potencial de crescimento", afirmou.

##RECOMENDA##

O processo de aceleração dá oportunidade de ter contato com iniciativas de diversas áreas, vindas de todo o Brasil, e é um importante veículo para diversificar os negócios e buscar inovação em diversos setores. Envolver os executivos em processos de colaboração com as aceleradas traz crescimento pessoal e fortalece a cultura de inovação.

Sediado em Recife, o Centro de Inovação também conta com um sólido e eficiente sistema para mentorias e acompanhamento das startups sendo 100% remota. "Esse modelo remote first tem se mostrado não só oportuno, como muito ágil e eficaz com as empresas que já estão conosco. Para o novo programa, recebemos inscrições de startups de 16 Estados diferentes. Dentre as 15 finalistas, temos oito Estados representados", afirmou o head da Overdrives, Luiz Gomes.

Além do aporte financeiro, as startups aceleradas vão ter acompanhamento com especialistas de mercado, uma rede de empreendedores, mais de 20 áreas de mentoria técnica e o escritório em Recife disponível durante dois anos.

No dia 21 de dezembro será divulgada a lista das cinco melhores startups selecionadas. O ciclo de aceleração terá duração de seis meses, podendo ser ampliado para dois ciclos, ou seja, um ano dentro do projeto. Durante o processo, executivos do Ser Educacional e do JCPM irão apoiar as startups no desenvolvimento do negócio por meio de mentoria e conexões no mercado.

*Da assessoria de imprensa

O bitcoin bateu seu próprio recorde nesta quarta-feira (16). A criptomoeda atingiu seu valor mais alto desde que começou a ser comercializada, superando a marca de US $ 20 mil (R$ 101,9 mil, em cotação atual). Impulsionada pela demanda de grandes investidores, a moeda cibernética teve uma subida de 6,3% no seu valor de mercado e passou a custar a US $ 20.670 (cerca de R$ 105,3 mil).

Criada em 2009 por Satoshi Nakamoto, o bitcoin surgiu como uma alternativa para descentralizar moedas e evitar a intervenção de governos. Em 2020, 11 anos após seu surgimento, o bitcoin acumulou uma valorização de mais de 170%. 

##RECOMENDA##

O motivo principal é a expectativa dos investidores que a moeda possa se tornar um método de pagamento convencional no futuro. Além disso, o potencial de ganhos rápidos e a resistência à informação tornam a criptomoeda um investimento mais seguro.

A Comissão Europeia apresentou hoje propostas de leis que fortalecem a regulação de grandes empresas de tecnologia e, em alguns casos, preveem cobrança de multas de até 10% da receita mundial anual dos conglomerados ou separação de companhias para impedir abusos de concorrência. Sem mencionar alvos específicos, as medidas são aplicáveis à redes sociais, serviços de busca e intermediadores digitais que operam na União Europeia (UE), o que envolve os serviços oferecidos por algumas das grandes empresas americanas.

A intenção é prevenir situações "injustas" a consumidores e proibir práticas neste sentido, como o bloqueio da desinstalação de softwares ou aplicativos previamente instalados. "Para infratores recorrentes, as sanções podem também envolver a obrigação de tomar medidas estruturais, podendo estender-se à alienação de certos negócios, quando nenhuma outra medida alternativa igualmente eficaz estiver disponível para garantir o cumprimento", afirma o documento.

##RECOMENDA##

O próximo passo é levar a proposta à discussão no Parlamento Europeu e aos Estados Membros, com base no processo legislativo ordinário. Em caso de adoção, o texto passa a valer para toda a UE.

A Europa não conseguiu criar um grande mercado unificado digital, uma desvantagem que explica a ausência de gigantes europeus como Google e Facebook (Estados Unidos), ou Tencent e Alibaba (China).

Mas o continente não é um deserto digital, e os novos projetos de regulamentação (DSA/DMA) anunciados em 15 de dezembro pela Comissão Europeia podem favorecer seu avanço, desde que sejam apoiados por uma política industrial ambiciosa.

##RECOMENDA##

- Atraso europeu -

Cinco gigantes digitais nasceram nos Estados Unidos: Google (ferramenta de busca), Apple (informática e telefonia móvel), Facebook (rede social), Amazon (comércio eletrônico) e Microsoft (informática), reunidos sob o acrônimo "Gafam". Cada empresa tem um peso de centenas de milhões de dólares na Bolsa.

A China também criou seus equivalentes com o Baidu (ferramenta de busca), Alibaba (comércio eletrônico), Tencent (jogos e rede social) e Xiaomi (telefonia móvel).

Mas a Europa está ausente na categoria dos pesos pesados.

Na Inteligência Artificial, a UE apresenta três vezes menos patentes que a China e 3,4 vezes menos que os Estados Unidos, segundo a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI).

Neste campo, em escala mundial, mais da metade das 51 empresas "unicórnio", startups não cotadas na Bolsa que valem mais de um bilhão de dólares, são americanas, e 25%, chinesas. A UE tem apenas uma.

- Razões do fracasso -

"Na Europa, não há um grande mercado digital (...), temos um mosaico de regras", constata Alexandre de Streel, professor de Direito da Universidade de Namur e especialista em regulamentação digital.

"Mesmo quando adotamos regras comuns, como a Regulamentação Geral sobre Proteção de Dados (RGPD), são aplicadas de maneira diferente", explica.

"A agência reguladora irlandesa de dados privados, por exemplo, é mais flexível que a agência francesa", afirma.

Uma startup europeia enfrenta 27 regulamentações diferentes que freiam seu desenvolvimento e a levam a buscar salvação nos Estados Unidos. A cultura de "capital-risco" está pouco desenvolvida no Velho Continente.

A Europa também sofre com a ausência de uma política industrial comum, já que os recursos públicos estão espalhados em vários projetos nacionais.

"Cada país tenta criar seus próprios hubs", regiões que concentram universidades, startups e grandes empresas em um campo de excelência, "mas nenhum tem peso específico", ao contrário do Vale do Silício, ou das grandes metrópoles chinesas, destaca o diretor do centro de estudos BCG Henderson Institute, François Candelon.

- Motivos para esperança -

"A ideia de que poderia existir um 'Gafam' europeu acabou. Esqueçam", afirma Candelon.

Ele considera que a Europa já perdeu a batalha da Internet para o grande público (redes sociais, ferramentas de busca, etc.) e, agora, o desafio é "a digitalização dos líderes europeus nas diferentes indústrias". Por exemplo, no setor automotivo, onde a informática é decisiva para que as montadoras Volkswagen, Daimler, ou Renault, permaneçam à frente.

Os europeus já conseguiram criar grandes plataformas digitais especializadas, como Spotify (música), Blablacar (transportes), Zalando (roupas) e Booking (turismo).

O investidor Matthieu Lattes, do fundo White Star Capital, afirma que o setor está ganhando peso na Europa: "Observamos o surgimento de novas gerações de empreendedores (...) que dizem 'eu também quero criar um gigante mundial'".

"O valor das empresas de tecnologia europeia quadruplicou nos últimos cinco anos. A Europa tem o maior número de cientistas de alto nível na Inteligência Artificial e mais desenvolvedores de softwares que os Estados Unidos", afirmou recentemente a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

- Uma Airbus digital? -

Candelon afirma que é necessário "criar associações com as gigantes americanas da tecnologia, mas com nossas condições, de igual para igual", e as novas legislações DSA e DMA "vão neste caminho". Ele defende uma soberania europeia no campo digital.

A Comissão Europeia deve mostrar que pode ser "tão boa em política industrial quanto em regulamentação", diz Streel, que prevê uma Airbus da tecnologia.

"Depois do carvão e do aço, avancemos para a aplicação comum da produção digital", pede o fundador da Blablacar, Frédéric Mazzella.

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando