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A metrópole abre as portas para a tecnologia. Entre o próximo sábado (23) e a sexta-feira (29), o Museu Catavento, na região central, apresenta a São Paulo Tech Week 2019 (SPTW) com as novidades do segmento tecnológico. O evento é considerado um dos maiores festivais de inovação do mundo e coloca a capital paulista como importante polo para empreendedores do ramo de startups e empresas voltadas para soluções transformadoras na América Latina.

Realizada desde 2015, a SPTW oferece iniciativas de aproximação aos principais talentos do segmento, além de empreendedores e investidores neste mercado. O festival também destaca o incentivo às oportunidades de negócios, além de ressaltar a relevância da tecnologia no dia-a-dia na construção do futuro das grandes regiões metropolitanas.

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Uma das novidades da 5ª edição da SPTW é a integração com a programação da São Paulo Tech Kids (SPTK), evento com atividade voltadas para o público infanto-juvenil. A SPTK apresentará o 4º Encontro de Professores, a Trilha Maker, a Oficina de Educação Financeira para Crianças e um Hackathon online. Os interessados que se inscreverem de forma antecipada no festival pelo www.sympla.com.br não pagam ingresso.

É possível conferir a programação completa no site do Museu Catavento Cultural de São Paulo.

Serviço

SPTW 2019 no Museu Catavento de São Paulo

Quando: de sábado (23) a sexta-feira (29), das 9h até às 17h

Onde: Museu Catavento, Palácio das Indústrias – Pça. Cívica Ulisses Guimarães, s/nº, Pq. Dom Pedro II, São Paulo - SP

Quanto: R$ 10 e R$ 5 meia-entrada para estudantes, idosos e pessoas Com deficiência (PCD); entrada gratuita às terças-feiras

Informações: (11) 3315-0051

O Google disse nesta terça-feira que seu assistente digital servirá como um "apresentador de notícias" em seus dispositivos conectados para entregar histórias de diversos parceiros de mídia. O recurso chamado Your News Update será ativado solicitando ao Google Assistant que leia as notícias.

O programa de inteligência artificial fornecerá "uma mistura de notícias curtas escolhidas naquele momento com base em seus interesses, localização, histórico do usuário e preferências, bem como as principais notícias que estão por aí", disse a gerente de produto Liz Gannes em um post no blog.

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O assistente oferecerá notícias de parceiros, incluindo CBS, Politico, Fox News e CNN, com base nas preferências do usuário e outros fatores.

Ele pode oferecer notícias, por exemplo, sobre as equipes esportivas favoritas do usuário ou eventos locais ou empresariais específicos.

"O Google Assistant serve como seu apresentador de notícias inteligente que apresenta quais editores e atualizações são os próximos", disse Gannes.

O recurso está disponível em inglês nos Estados Unidos e se expandirá internacionalmente no próximo ano, para pessoas com smartphones compatíveis e alto-falantes conectados.

A Amazon oferece um recurso semelhante para seus dispositivos com o assistente digital Alexa.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou nesta terça-feira (19) uma nova versão do Anatel Consumidor, ferramenta por meio da qual recebe queixas contra as operadoras que prestam serviços de telefonia móvel, internet e de TVs por assinatura.

As reclamações podem ser feitas tanto por meio do aplicativo Anatel Consumidor quanto pelo site da agência. Para quem não tem acesso à internet, há, ainda, um canal de atendimento por meio de call center, no telefone 1331.

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Ao disponibilizar essas ferramentas, a Anatel busca fazer do consumidor um agente ativo para melhor regulação do mercado. A ideia é dar ao usuário cada vez mais informações e instrumentos para que, dotado de informações sobre preços e qualidade, ele “se torne um agente ativo na regulação do mercado”.

Anatel Consumidor

“A Anatel trabalha na perspectiva de empoderamento do consumidor, razão pela qual temos um canal de atendimento para que registrem suas reclamações. Esse canal tem se revelado efetivo, mas precisávamos aprimorá-lo”, disse à Agência Brasil o presidente da Anatel, Leonardo Euler de Moraes, após a cerimônia de lançamento da nova plataforma do Anatel Consumidor.

A plataforma se integra a outros sistemas que tratam de questões envolvendo consumidores, “para trazer facilidades e mais interação do consumidor com a agência, de forma a registrar reclamações ou solicitações em relação às prestadoras de serviços de telecomunicações”, acrescentou Moraes.

O presidente da Anatel destacou que a apresentação do número do protocolo de reclamação obtido junto à empresa de telecomunicações é importante para facilitar a localização e o acompanhamento do caso, pela Anatel. “Mas, mesmo sem ele, é possível fazer a reclamação, de forma a colocar a Anatel como interlocutora na relação do consumidor com a empresa”, acrescentou.

Feita a reclamação junto à Anatel, as operadoras têm prazo de 10 dias corridos para dar um retorno, processo que pode ser acompanhado tanto por meio do aplicativo quanto por meio do site da agência.

Nível de satisfação

Outra novidade é que, a exemplo de aplicativos como o Uber, o consumidor informará seu nível de satisfação com a resposta apresentada pela operadora, dando a ela uma nota que varia de 1 a 5.

De acordo com a superintendente de Relações com os Consumidores da Anatel, Elisa Leonel, as mudanças devem-se também ao fato de a demanda de reclamações estar acima da capacidade suportada pelo sistema.

“Ele [o sistema] estava defasado do ponto de vista operacional. Nosso volume de atendimentos registra uma média de 3 milhões de reclamações por ano, já tendo apresentado pico de 4 milhões. Para se ter uma ideia do que esse volume representa, os Procons de todo o país, juntos, registram cerca de 500 mil reclamações por ano”, ressaltou.

Painéis de Dados

Na mesma cerimônia, a Anatel anunciou a disponibilização, em seu portal, dos novos painéis de dados de serviços de telecomunicações. Neles haverá dados sobre regulamentação, acessos, certificação, reclamações, demandas e diversos segmentos relacionados à competência legal da Anatel, respaldados por gráficos, mapas e indicadores do setor de telecomunicações, como quantitativos de acessos ou velocidade da conexão.

Segundo Moraes, o painel precisava ter uma configuração “mais amigável, inteligível e estruturada” sobre o setor regulado pela agência. “Trata-se de uma facilidade para quem acompanha o setor; para os investidores que querem ingressar no Brasil [inclusive para a oferta de equipamentos]; e para os acadêmicos que fazem estudos sobre o setor”, explica o presidente da Anatel.

 

A empresa italiana Pirelli se tornou a primeira do mundo a desenvolver pneus inteligentes que conseguem transmitir ao condutor, através da rede 5G, informações sobre as condições da pista.

De acordo com a Pirelli, os pneus, quando conectados ao 5G, identificam possíveis situações de aquaplanagem e transmitem ao motorista o perigo que o veículo poderá enfrentar na sequência.

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O conceito foi apresentado em Turim, na Itália, durante o evento "O papel do 5G na comunicação V2X". A tecnologia, por sua vez, é denominada "Primeiro Sistema ADG 5G Avançado".

O Pirelli Cyber Tyre, equipado com um sensor interno, no futuro fornecerá informações relativas ao modelo do pneu, quilômetros percorridos, carga dinâmica e, pela primeira vez, situações de perigo potencial na superfície das estradas, como presença de água e baixa aderência.

Além de informar o próprio condutor, os dados podem ser fornecidos para outros carros, podendo aumentar a segurança em rodovias.

Da Ansa

As pessoas portadoras de telefones celulares pré-pagos que não atualizaram seus cadastros, após terem recebido notificação das operadoras, estão com suas linhas bloqueadas a partir desta segunda-feira (18), segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

De acordo com a Anatel, a medida vale para os clientes dos seguintes estados: Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Sergipe e São Paulo.

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A agência informou que menos de 1% dos 91 milhões de celulares pré-pagos dessas regiões apresenta alguma pendência cadastral. Alertou também que é a última fase da campanha de comunicação aos consumidores com cadastros desatualizados, realizada pelas prestadoras Algar, Claro, Oi, Sercomtel, Tim e Vivo, dentro do Projeto Cadastro Pré-Pago, acompanhado pela Anatel.

Segundo a Anatel, o objetivo da iniciativa é assegurar uma base cadastral correta e atualizada, para evitar a ocorrência de fraudes de subscrição (linhas associadas indevidamente a CPFs) e, assim, ampliar a segurança dos consumidores.

Como atualizar o cadastro

Quem tiver a linha pré-paga bloqueada poderá atualizar os dados cadastrais na sua prestadora pelos canais de atendimento disponíveis como: call center e espaço reservado ao consumidor na internet.

Apessoa deve informar o nome completo e o endereço com o número do CEP. No caso de pessoa física, é necessário informar o número do CPF e, para pessoa jurídica, o CNPJ. Também poderão ser solicitadas informações adicionais de validação do cadastro.

A Apple retirou de sua App Store todos os aplicativos relacionados a vaporizadores pelos riscos que a prática pode apresentar à saúde, no contexto de uma epidemia nos Estados Unidos que já deixou 42 mortos e quase 2.200 afetados neste ano.

"Recentemente, os especialistas dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e a Associação Americana do Coração vincularam os cigarros eletrônicos e a vaporização com uma série de doenças pulmonares e de mortes, chegando a falar de crise sanitária e de epidemia entre os jovens", explicou a Apple à AFP, confirmando uma informação do portal informativo Axios.

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"Estamos de acordo e revisamos nossas regras da App Store para indicar que os aplicativos que fomentam ou facilitam o uso desses produtos não sejam permitidos", disse o grupo, que controla rigorosamente os apps para seus produtos móveis, entre eles, cerca de 900 milhões de iPhones em todo o mundo.

Ao todo, a Apple apagou 181 aplicativos, embora quem tiver baixado antes da proibição continue tendo acesso.

Na semana passada, as autoridades de saúde dos Estados Unidos anunciaram que um óleo de vitamina E aparentemente adicionado às recargas de maconha vendidas no mercado negro estaria relacionado às doenças pulmonares.

Pouco antes, o presidente Donald Trump tinha declarado sua intenção de aumentar a idade mínima para comprar cigarros eletrônicos nos Estados Unidos de 18 para 21 anos.

Titulares de linha telefônica pré-paga em 17 estados têm até a próxima segunda-feira (18) para recadastrar e atualizar seus dados, sob risco de ficarem com o serviço bloqueado. A medida faz parte do projeto da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para a criação do cadastro nacional de usuários dos serviços de telefonia celular pré-paga.

A exigência vale para os moradores dos estados de Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima, Sergipe e São Paulo. Os demais estados e o Distrito Federal já concluíram essa etapa de recadastramento.

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Esta é última fase da campanha de comunicação aos consumidores com cadastros desatualizados, realizada pelas prestadoras Algar, Claro, Oi, Sercomtel, Tim e Vivo, dentro do Projeto Cadastro Pré-Pago. 

Segundo a agência reguladora, o objetivo da iniciativa é assegurar uma base cadastral correta e atualizada, para evitar a ocorrência de fraudes de subscrição (linhas associadas indevidamente a CPFs) e, dessa forma, ampliar a segurança dos consumidores.

Recadastramento

Pessoas que tiverem a linha pré-paga bloqueada poderão atualizar os dados cadastrais junto à sua prestadora por meio dos canais de atendimento disponíveis, como call center e espaço reservado ao consumidor na internet. Nesse contato, devem ser informados o nome completo e o endereço com o número do CEP. No caso de pessoa física, é necessário informar o número do CPF e, para pessoa jurídica, o CNPJ. Também poderão ser solicitadas informações adicionais de validação do cadastro.

Para evitar fraudes, os usuários podem confirmar se o SMS de solicitação de recadastramento recebido foi, de fato, encaminhado pela prestadora contratada.

A digitalização de indústrias e serviços pode ter um grande impacto em diversos setores da economia em todo o mundo. Segundo estudo da empresa de dispositivos móveis Ericsson, até 2030, essas tecnologias podem aportar até US$ 3,8 trilhões (R$ 15,86 trilhões) à economia global. O tema foi debatido nesta quarta-feira (13) em workshop da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em Brasília.

Esse processo, denominado “transformação digital”, envolve a coleta e processamento de grandes quantidades de dados, a aplicação de uma série de novas tecnologias, como o 5G e a inteligência artificial, e a disseminação de dispositivos tanto para usuários (como smartphones) quanto nas atividades econômicas, como em linhas de montagem.

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O estudo da companhia também mapeou quais setores têm maior potencial de geração de receitas neste montante que pode ser gerado com a digitalização. A área de saúde pode chegar a 21% dessas verbas, seguida pela indústria (19%); segmento automotivo e energia (12%); mídia, entretenimento e segurança pública (10%).

Na avaliação dos presentes no evento, o processo de digitalização vai alterar sobremaneira a forma como as atividades econômicas estão estruturadas. Um novo conjunto de negócios ganha importância, relacionado à fabricação de dispositivos, oferta de serviços de conectividade e infraestrutura, habilitação de serviços (como plataformas) e provimento de aplicações (como redes sociais, mecanismos de busca, comércio eletrônico, transporte etc.).

5G

Dentre o montante projetado pela Ericsson, US$ 1,5 trilhão (R$ 6,2 trilhões) está relacionado à implantação do ecossistema do 5G. Essa nova geração dos serviços móveis é apontada não apenas como uma evolução das tecnologias móveis, mas uma mudança qualitativa que pode permitir uma série de novas aplicações a partir de um tráfego de alta velocidade que pode ser acessado por dispositivos móveis.

Segundo Tiago Machado, representante da Ericsson no evento, o 5G terá um papel chave para impulsionar a digitalização. “Antes ninguém sabia o que era 5G e agora só se fala nisso. Ele quebra cadeias tradicionais de valor. O carro é basicamente o que era 100 anos atrás. A partir do 5G, além da evolução do acesso móvel, a gente tem toda uma expectativa de digitalização de diferentes setores”, comentou.

A coordenadora política e regulatória da GSMA para América Latina Adriana Sarkis destacou a importância dos equipamentos e serviços móveis, de smartphones à banda larga móvel, no fenômeno da transformação digital hoje, e reforçou que a chegada do 5G pode ampliar essa participação.

“Economicamente falando, só no ano de 2018, US$ 1,1 trilhão (R$ 4,6 trilhões) da economia global foi influenciado pelo ecossistema móvel. Com advento do 5G, dentro dos próximos 15 anos essa tecnologia deve contribuir com US$ 2,2 (R$ 9,2 trilhões) para a economia global”, projetou a coordenadora, cuja entidade é uma das maiores analistas do mercado móvel do mundo.

Para Sarkis, as mudanças se darão em três frentes. A primeira está ligada aos usuários. Em 2018 havia cerca de 5 bilhões de usuários de smartphones no mundo. A previsão da GSMA é que este número suba para 6 bilhões até 2025. As práticas históricas de comunicação utilizando esses dispositivos tendem a se ampliar para diferentes atividades, como transações financeiras a aplicações de comércio eletrônico.

Um segundo movimento está vinculado à evolução tecnológica. Atualmente, o 4G é o padrão dominante no mundo. A expectativa da GSMA é que até 2025 existam 14 bilhões de conexões em 5G, representando quase metade de todos os países. “É uma transição de tecnologia mas de forma mais disruptiva. Permitir muito mais em suas redes, como manipulação remota, dar apoio à indústria 4.0 e ofertar uma internet móvel de altíssima velocidade”, disse a representante da GSMA.

Um terceiro vetor de mudança está nos aparelhos. Em 2018, os smartphones representavam 60% das conexões à Internet e a projeção é que representem 80% até 2025. Contudo, a grande transformação deve estar no crescimento de equipamentos que se comunicam com outras máquinas, indo além do tradicional aparelho e serviço voltado ao consumidor. Esse ambiente vem sendo chamado de Internet das Coisas. Entre 2018 e 2025, a GSMA estima que o número de dispositivos conectados saia de 9 bilhões para 25 bilhões.

Globo

Membro da Diretoria Integrada de Negócios da Globo, Eduardo Perez apresentou o caso da transformação digital do grupo. O conglomerado unificou seus negócios, o que chamou de “uma só Globo”, reconfigurando sua estrutura institucional. Na área de conteúdo, para além do portal Globo.com, o serviço de streaming Globoplay passou a oferecer conteúdos específicos.

Perez explicou que um dos objetivos é ampliar a base de dados sobre a audiência dos veículos do grupo, cadastro chamado de Globo ID. Quando se loga nas plataformas, o usuário passa a ser monitorado. Interações de programas e serviços online da Globo, como votações no BBB ou o uso do aplicativo Cartola FC, são utilizadas também para ampliar o conhecimento sobre os usuários.

“O nível de interação também nos traz muitas informações sobre estes usuários. Nossa estratégia é entender nosso consumidor, usar massivamente dados que a gente tem e aproveitar o nosso diferencial competitivo de conteúdo de alta qualidade e distribuição para poder, usando os dados, fazer coisas diferenciadas pensando em publicidade digital”, afirmou o executivo.

Universitários de qualquer área do conhecimento e idade podem se inscrever, até o dia 6 de janeiro próximo, para participar do Módulo Ignição, do Programa Petrobras Conexões para Inovação, promovido em parceria pela empresa com o Ecoa PUC-Rio, iniciativa multidisciplinar e gratuita da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). O objetivo é estimular a experimentação, desafiando universitários a trabalhar em busca de soluções criativas para a transformação digital do setor de óleo e gás. O formulário está disponível no site da PUC.

As inscrições foram abertas na semana passada, por ocasião do lançamento do novo módulo, durante a edição brasileira da Offshore Technology Conference’ (OTC), que realizada no Rio de Janeiro. O projeto prevê a divulgação, no dia 24 de janeiro, dos 21 estudantes selecionados que passarão por uma mentoria da PUC-Rio, baseada em desafios e seguida de um período para o desenvolvimento de inovações.

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O professor Gustavo Robichez, do Departamento de Informática do CTC/PUC-Rio e integrante do ECOA PUC-Rio, informou que o projeto inclui estudantes de todas as universidades públicas e privadas, que estejam regularmente matriculados em cursos de graduação, com término previsto em janeiro de 2021, para que haja o vínculo institucional. “A diversidade de instituições é muito importante. O que a gente está em busca é dos melhores talentos que possam, a partir dos desafios que a Petrobras venha a propor, experimentar soluções usando tecnologia”.

Robichez acrescentou que o foco é provocar esses talentos, em um processo de cocriação. A partir dos desafios da empresa e de mentores da universidade, os universitários vão ter uma jornada de experimentação instigada por essas provocações que a indústria de óleo e gás tem. A ideia é que no ciclo de alguns meses, eles já apresentem protótipos, que são provas de conceitos de soluções que vão ser avaliadas pelo time da Petrobras especializado. “Os técnicos da Petrobras vão acompanhar as soluções propostas pelos estudantes ao longo de toda a jornada”.

Tutoria

O conhecimento da indústria virá da Petrobras. A PUC tem a metodologia da condução desses experimentos e, principalmente, um processo de orientação e de tutoria ao longo dessa jornada. “É uma oportunidade quase única, transformadora na vida das pessoas”, definiu o professor. Para ele, a participação no programa da Petrobras pode representar uma possibilidade de contratação futura no mercado formal de trabalho e a abertura de empreendimentos pelo próprio estudante. “A Petrobras tem programas para orientar e incluir startups (empresas nascentes inovadoras) dentro da cadeia de óleo e gás”.

Os 21 universitários receberão uma bolsa-auxílio mensal por seis meses, que poderá ser renovada ao fim desse período. Gustavo Robichez disse que o Módulo Ignição poderá se estender. A ideia é que haja um processo de seleção semestral, com abertura de nova chamada no próximo ano, para dar oportunidade a mais pessoas de participarem dessas jornadas. “A gente pede uma dedicação de 20 horas semanais para eles (estudantes) poderem se dedicar a essas experimentações digitais”. A PUC-Rio já vem desenvolvendo experiência semelhante nas áreas de tecnologia, seguros e indústria do entretenimento. “A gente pede que eles se organizem para que tenham tempo e possam se dedicar à iniciativa”. No final do semestre, serão divulgadas as soluções apresentadas.

A Petrobras fará a divulgação dos resultados para poder retroalimentar o ciclo. “É como se tivéssemos um processo de construção e criação conjunta. Depois dos primeiros seis meses, a gente vai definir novos desafios que serão trazidos, muito em função do que os participantes conseguiram gerar, e sempre ficar provocando esses jovens talentos a contribuír e conhecer mais os domínios de óleo e gás porque, muitas vezes, eles ficam meio perdidos entre a teoria e a prática. É uma chance de eles colocarem, dentro de um cenário controlado, a prática para acontecer, para fazer diferença”.

Perfis

Robichez esclareceu que a ideia é juntar visões complementares e diferentes. Daí a busca por perfis profissionais diversos, misturando aqueles que têm vocação para a criatividade, entre os quais design industrial e comunicação, com um perfil mais técnico encontrado nas ciências exatas, envolvendo pessoas com interesse em desenvolver um background (experiência) na área tecnológica. O terceiro perfil engloba talentos que queiram também dar sua contribuição para o projeto, entre os quais estudantes de psicologia e até de biblioteconomia, informou o professor da PUC-Rio. “Então, é para todo mundo mesmo. A gente quer trazer pessoas que possam fazer a diferença. E isso, às vezes, independe do processo dela de formação tradicional”.

As atividades serão desenvolvidas a partir do dia 3 de fevereiro, na PUC-Rio, localizada na Gávea, zona sul da cidade, de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h.

Estão previstas visitas às instalações da Petrobras no Rio de Janeiro, ao longo do ano. O programa adota o Challenge Based Learning’ (CBL), metodologia multidisciplinar que instiga os alunos a desenvolverem soluções para as mais diversas situações, de forma criativa e inovadora.

Documentos vazados de um processo contra o Facebook revelam como a rede social utilizou dados dos usuários para negociar com anunciantes e prejudicar concorrentes, segundo informações divulgadas pela imprensa americana nesta quarta-feira (6).

Ao menos 7 mil páginas de documentos revelam como a direção do Facebook usou informação pessoal dos usuários para atrair parceiros com a oferta de dados preferenciais, enquanto se negava a compartilhar o mesmo tipo de informação com os concorrentes.

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O jornalista independente Duncan Campbell entregou a vários meios de comunicação, incluindo Computer Weekly e NBC News, documentos compilados entre 2011 e 2015, incluindo 4 mil comunicados internos do Facebook, que segundo ele revelam "como Mark Zuckerberg e sua equipe administrativa encontraram formas de usar dados dos usuários, incluindo informação pessoal sobre amigos, relacionamentos e fotos, para pressionar seus parceiros".

Os documentos, agora disponíveis na Internet, procedem de um processo em um tribunal da Califórnia da empresa de aplicativos Six4Three, que acusa o Facebook de arruiná-la ao impedir seu acesso a informações dos usuários da rede social.

"Facebook deu ao gigante de vendas online e distribuição Amazon acesso privilegiado a dados de usuários porque o grupo gastou muito dinheiro em publicidade na rede, mas bloqueou a mesma informação para seus concorrentes".

"Os documentos revelam ainda que o aplicativo MessageMe teve seu acesso aos dados suspenso porque estava se tornando muito popular e ameaçava o Facebook", afirma Campbell.

O Facebook não respondeu aos pedidos da AFP para comentar as denúncias.

LISBOA, PT - Um pouco antes de falar sobre o transporte em 2025 na Web Summit, principal evento de tecnologia no mundo, um painel reuniu o CMO da Burguer King, o brasileiro Fernando Machado, a CEO da Weber Shandwick, Gail Heimann, e a CMO da Automobili Lamborghini, em conversa com o jornalista Marty Swant, da Fobes, para discutir como será o marketing em 2020. 

Para a Burguer King e para a Lamborghini, a criatividade e a ligação direta com o cliente serão os fatores determinantes para o sucesso no próximo ano. “Temos investido muito no digital, que realmente está revolucionando nosso mercado. Precisamos fazer coisas quem sejam notadas e que as pessoas falarão sobre isso. E não temos o budget para investir numa copa do mundo. Então é no digital, e com criatividade, que conseguiremos chamar atenção e atingir audiências específicas”, detalha o brasileiro Fernando Machado. 

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Para Gail Heimann, "o que veremos no marketing será o poder da ideia e de como ela terá a capacidade de chamar a atenção. Os anúncios de TV levavam as pessoas a comprar uma ideia, mas agora é ideia após ideia. Seja qual for a tecnologia, precisaremos de ideias que movam as pessoas", disse.

Fernando reforça que “não ‘briefamos’ por canais de mídia ou plataformas, mas sim por ideias e resultados esperados. São as ideias que nos levam às plataformas, não o contrário. Fico espantado como algumas empresas ainda não entenderam como boas ideias e criatividade podem realmente fazer negócios e marcas realmente avançarem e crescerem”. 

Para a CMO da Lamborghini, mesmo a marca não investindo em marketing de massa, é indispensável investir em tecnologia e no marketing de relacionamento. “Hoje temos, por exemplo, aplicações de realidade virtual para mostrar os detalhes e especificações dos carros e isso é algo que nossos clientes realmente apreciam. Muitas vezes os clientes não podem estar todo o tempo fisicamente próximos a nós, mas através da atmosfera atrativa e muito imersiva da realidade virtual, conseguimos esta proximidade”. 

“Ser é inovador é tão importante para o futuro das empresas, inclusive nas questões de marketing, que as empresas, como a nossa também, estão colocando os grupos de inovação cada vez mais no centro das companhias e isso tem contribuído muito para que as empresas conquistem mais a atenção e empatia do público”, finaliza Gail Heimann.

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Lisboa, PT – Já parou para pensar em como será o mundo em 2025? Como serão os carros? Voadores? Sem motoristas? E onde o mundo mobile nos levará? Para discutir tudo isso, a Web Summit, principal evento de tecnologia no mundo, montou um painel especial para discutir justamente como chegaremos a 2025. 

Para Sam Zaid, CEO da Getaround, “É fascinante pensar no futuro, até porque temos a responsabilidade de trazer as melhores soluções e cada vez mais personalizações mediante as necessidades, seja para um encontro romântico à noite ou uma viagem de negócios”. 

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No painel, que contou também com a presença de Brad Beo, CEO da Lime, Corinne Vigreux, co-fundadora da Tom Tom, e Xiaiodi Hou, co-fundador da Tu Simple, o futuro da mobilidade foi visto com otimismo, mas a marca de 2025 talvez ainda não represente uma mudança tão significativa. “construir mais estradas para acomodar mais carros não é solução. E em cinco anos podemos não ter ainda nada que represente uma mudança radical, mas talvez em 10 ou 20 anos tudo seja completamente diferente”, destaca Brad Bao, que acredita que o uso compartilhado de veículos é a principal solução a curto prazo para o problema do trânsito. 

Muito se falou dos carros elétricos, que já são realidade e devem se popularizar, e dos carros autônomos. “Dirigir é legal, mas também precisa ser seguro e isso será cada vez mais possível com mais e mais informações, não só do GPS, mas de uma série de sensores”, destacou Corinne Vigreux, da Tom Tom.  E para isso, as redes 5G podem ser um grande divisor de águas. 

Xiaodi Hou, da Tu Simple, porém, garante que a conectividade do 5G vai melhorar muito a experiência, mas alerta que até então não garante toda a segurança, pois ainda pode haver quebras de sinal, especialmente nas estradas. O considerável aumento na velocidade de transferência de dados permitirá que os dados necessários para a navegação autônoma sejam transferidos em tempo real.

Para a co-fundadora da Tom Tom, é difícil adivinhar o futuro, mas as empresas têm a missão de oferecer às cidades as melhores soluções de transporte. E esta solução seria o carro voador? Talvez, mas para os palestrantes isso seria algo para, provavelmente, 2050, e depende de outros avanços tecnológicos, especialmente na eficiência de consumo.

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A Xiaomi revelou o seu novo smartphone, o Mi CC9 Pro, na versão chinesa. O Mi Note 10, sua versão internacional, deverá ser apresentado nesta quarta-feira (6). O aparelho será o primeiro a usar a câmera de 108 megapixels desenvolvida com a Samsung. 

 O smartphone chega às lojas no dia 11 de novembro com preços a partir de US$ 399. Não há previsão da comercialização do produto no Brasil.

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 Segundo a companhia, o sensor primário de 108 megapixels produz imagens de 27 megapixels. O CC9 Pro conta com uma tecnologia de câmera traseira quíntupla. Além disso, o aparelho possui uma tela de 6,47 polegadas curva nas bordas e promete uma bateria de alta capacidade. 

 A bateria do CC9 Pro tem capacidade de 5260 mAh, com carregamento rápido de até 30 W. 

 O smartphone alcançou uma nota de 121 no DXOMARK, responsável pelas reviews das câmeras digitais. Com isso, ele fica empatado com o Huawei Mate 30 Pro e ultrapassa o Google Pixel 4 e o Samsung Note 10+ 5G.

LISBOA, PT – Desde sua criação, em 2012, em Dublim, a Web Summit vem colecionando números impressionantes e histórias de sucesso. São milhares de empresas que já passaram pelos espaços do evento e algumas delas estiveram presentes quando ainda estavam no começo de sua trajetória.

Durante coletiva de imprensa no dia de hoje, o CEO e co-fundador da Web Summit, Paddy Cosgrave foi perguntado sobre histórias marcantes e falou sobre um empreendedor colombiano chamado Juan Pablo Ortega, que em 2015 viajou da Colômbia para a Dublin contra todos os conselhos, inclusive da própria Web Summit.

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“Ele foi com o objetivo de conhecer pessoas que possivelmente pudesse contratar, falar com os meios de comunicação e, talvez, com investidores. Era de uma startup da Colômbia mas, na realidade, não era mais do que uma ideia”, disse. “Ele foi persistente, tornou-se o primeiro unicórnio da Colômbia e atualmente tem uma das startups mais comentadas da América do Sul”, completou.

A startup em questão é a Rappi. “Eu gosto muito de histórias assim. O Juan Pablo demonstrou que todos estávamos errados”, continuou o CEO da Web Summit, que ainda falou sobre a importância dos Pitchs de empresas em todos os estágios. Na Web Summit, as startups podem participar como Alfa, Beta e Growth, dependendo da sua maturação. Este ano o Juan Pablo, fundador da Rappi, esteve presente ao evento e participou em três painéis diferentes, inclusive no palco principal, onde falou sobre como construir uma empresa de um bilhão de dólares além do vale do silício.

“É muito fácil ignorar o pitch dos empreendedores que estão começando, mas que estão carregados com toneladas de energia”, disse Paddy Cosgrave. “É verdade que muitos deles vão falhar. Mas no meio deste oceano de startups estão aquelas empresas que vão definir a próxima década”, frisou o CEO da Web Summit.

Em 2019 a Web Summit cresceu mais um pouco e teve mais de 70 mil participantes inscritos. “Esgotamos a nossa capacidade máxima. Temos mais de 77 mil pessoas credenciadas [incluindo imprensa, convidados e voluntários] e construímos 22 mil m2 em estruturas temporárias para atender ao evento enquanto o resto da obra [de expansão do local] não é concluída”, revelou ainda Paddy Cosgrave, que disse acreditar ter chegado aos números perfeitos para Lisboa. “E por enquanto, estou OK com isso. Mas sempre estamos atentos para melhorar mais e mais”.

A filial da Microsoft no Japão, país conhecido pelas numerosas horas extras, fez um experimento recentemente e conseguiu maior produtividade com menos horas de trabalho, graças a uma semana de trabalho de quatro dias.

Em agosto, a Microsoft Japão fechou os escritórios às sextas-feiras e deu um dia de descanso a mais na semana aos 2.300 funcionários no país, informou a empresa em um comunicado.

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A filial também limitou as reuniões de trabalho a 30 minutos e cinco participantes no máximo, e estimulou a comunicação on-line.

O resultado: a produtividade por trabalhador aumentou 39,9% em agosto na comparação com o mesmo mês no ano anterior. O consumo de energia elétrica caiu 23,3% e o de papel impresso 58,7%, indicou a Microsoft Japão.

"Os funcionários querem ter modos de trabalho variados", destacou a empresa, que pretende adotar um programa similar no inverno, mas sem conceder um dia de descanso especial desta vez: os funcionários terão que utilizar seus dias de férias existentes.

A experiência aconteceu no momento em que o governo japonês tenta estimular modos de trabalho mais flexíveis, como o trabalho à distância, a tempo parcial ou com horários flexíveis para evitar a hora do rush nos transportes.

As iniciativas pretendem combater o fenômeno do "karoshi" (morte por excesso de trabalho) e favorecer a taxa de natalidade, em queda no país. A adoção das medidas foi limitada entre as empresas até o momento.

LISBOA - Numa noite de clima ameno e público gigante, a Web Summit começou oficialmente na cidade de Lisboa com uma fala forte de Edward Snowden, o ex-analista de sistemas de informática da inteligência americana, que de que denunciou um sistema de vigilância massiva nos EUA, foi acusado de espionagem e hoje está exilado na Rússia. 

Por vídeo conferência ao vivo, ele falou sobre a forma como os indivíduos são controlados a partir da coleta dos dados e cravou frases de impacto como "Não são os dados que estão sendo explorados, são as pessoas", ao falar que um dos principais problemas das leis gerais de proteção aos dados começam já com seus nomes, pois protegem os dados e não as pessoas. Ele reforçou as acusações que fez, especialmente contra o governo americiano e suas agências de inteligência, em 2013 quando denuncinou o uso de "incontroláveis" sistemas de monitoramento contra a população. Ele questionou, em especial, como se controla os limites dessa vigilância e também destacou que para se proteger o indivíduo, é preciso proteger a sociedade como um todo. 

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Confira a participação comlpeta de Edward Snowden no vídeo abaixo. 

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Em seguida foi a vez das empreendedoras Michelle Zatlyan e Daniela Braga falarem sobre o ecossistema português de inovação e sobre a estrutra do mercado de Lisboa para o mundo tecnológico, destacando as possibilidades de investir e crescer na capital portuguesa. 

A noite de abertura também contou com o presidente da Huawei, Guo Ping, que falou sobre a futuro do 5G e apresentou um reposicionamento da marca, com novos investimentos em pesquisa e inovação, especialmente em inovação para dispositivos móveis. 

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Antes do fundador da Web Summit, Paddy Cosgrave declarar oficialmente aberta a edição 2019 da Web Summit ao lado do preito da cidade de Lisboa e do representante do governo português, o palco principal recebeu o ator e músico Jaden Smith, que também é co-fundador da 501CTHREE.org e da JUST water, Gary White, CEO e Co-fundador da Water.org e da WaterEquity e Paul O'Callaghan, Fundador da BlueTech Research, que conversaram um pouco com Laurie Segall, fundadora e CEO da Dot Dot Dot Media sobre os desafios da sustentabilidade e do consumo da água no mundo. 

Além de mostrar seus projetos e alertar para os perigos do uso excessivo da água, os convidados convocaram o público a empreender e desenvolver tecnologias capazes de amenizar os problemas da falta de água para consumo humano. 

EM NÚMEROS: A Web Summit já é considerada a maior conferência de tecnologia do planeta e em 2019 recebe, em Lisboa, pouco mais de 70 mil participantes, de 163 países, mais de 2500 jornalistas, 1200 palestrantes e pouco mais de 2000 startups, em diferentes momentos de desenvolvimento, e acontece até a próxima quinta-feira (7). Além das conferências, o evento tem espaço para a apresentaão das empresas, para o relacionamento com investidores, para mentorias e, principalmente, para a construção de networking. 

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A reinvenção da moeda, do carro, do remédio ou da habitação são algumas das novidades que as gigantes digitais e as empresas emergentes que participarão da Web Summit apresentarão em Lisboa a partir de segunda-feira (4), desta vez dominada por um tom político.

A edição de 2019 desta grande cúpula mundial de tecnologia reunirá, como no ano passado, 70.000 participantes. Haverá centenas de conferências que abrangerão tópicos variados como mobilidade, aplicativos médicos, robótica, criptomoedas, publicidade e conquista da mídia.

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Além disso, multiplicaram-se os apelos para impor impostos, regulamentações e até o desmantelamento de gigantes do setor. "A tecnologia se tornou hiperpolítica", disse à AFP Paddy Cosgrave, fundador e diretor da Web Summit.

Como consequência, as estrelas da cúpula desta vez não serão os inventores e sim os consultores e reguladores.

- Snowden e Vestager -

As discussões começarão na noite desta segunda-feira com uma videoconferência na Rússia com Edward Snowden, ex-funcionário da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) e que acaba de publicar um livro.

No livro, Snowden relata os motivos que o levaram em 2013 a transmitir dezenas de milhares de documentos secretos para várias mídias, revelando a existência de um sistema mundial de vigilância para comunicações e internet.

Na quinta-feira (7), a comissária europeia Margrethe Vestager, que no ano passado defendeu em Lisboa a imposição de impostos sobre os gigantes da economia digital em escala continental, terá a última palavra.

"Margrethe Vestager é incrivelmente popular ... porque tenta criar condições equitativas para os inovadores", afirma Cosgrave depois de descrevê-la como "a pessoa mais importante no setor de tecnologia".

Conhecida por sua intransigência para com o grupo GAFA (Google, Apple, Facebook, Amazon), ao qual impôs multas, a dinamarquesa foi reinvestida este ano em sua posição como Comissária da Concorrência e também obteve o portfólio Digital e a vice-presidência da Comissão.

- Casa Branca e Huawei -

Vestager falará logo após Michael Kratsios, encarregado da política de tecnologia na Casa Branca, a voz do governo Donald Trump nesta área.

Tanto Kratsios quanto Trump são críticos do GAFA, mas hostis a seu desmantelamento e planejam tributar seus lucros no exterior.

Uma questão que também será abordada por Pascal Saint-Amans, diretor do Centro de Política e Administração Tributária da OCDE, que está trabalhando em um projeto para impor impostos a gigantes e multinacionais digitais.

Brittany Kaiser, ex-diretora da empresa Cambridge Analytica, envolvida no escândalo do uso de dados do Facebook para a campanha de Trump em 2016, alertará, por sua parte, sobre os riscos da exploração de dados pessoais dos internautas nas próximas eleições presidenciais nos Estados Unidos.

A gigante chinesa de telecomunicações Huawei, proibida nos Estados Unidos que a acusa de espionagem, também estará presente.

A empresa enviou o CEO Guo Ping em busca de apoio do mundo tecnológico.

LISBOA - Com todos os mais de 70 mil ingressos já esgotados, a Web Summit, um dos maiores eventos de tecnologia e empreendedorismo do planeta já movimenta a cidade de Lisboa, capital de Portugal. Além dos participantes de mais de 160 países, mais de duas mil startups de todo o mundo estarão presentes no evento, que recebe mais de 1200 palestrantes.

Serão CEOs, VPs, empreendedores e influenciadores se revezando em quase uma dezena de palcos ao longo de quatro dias. Entre os nomes mais aguardados, o presidente da Microsoft, Brad Smith, o presidente da Huawei, Guo Ping, a CEO da Wikipedia, Katherine Maher, e o ex-analista da Inteligência Americana, Edward Snowden.

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Entre os palestras brasileiros que particarão do evento, o destaque fica para Carlos Moyses, do Ifood.com, e para os atletas e empreendedores Ronaldo Nazaro e Ronaldinho (Gaúcho). Além deles, 25 startups brasileiras estarão presentes nos pavilhões de exibição e seis farão Pitch durante o evento, competindo pela atenção dos investidores e do público. 

Transformação na cidade: Desde a primeira edição da Web Summit em Lisboa, o evento tem mexido com a cidade em vários aspectos. A economia, o turismo, o cenário da inovação, tudo foi impulsionado com a chegada do evento, que fica ao menos até 2028 na cidade, graças a um acordo de mais de 110 milhões de euros assinado no ano passado. 

E a pouco menos de três dias para o início do evento, a cidade já sente seu impacto, seja com a presença de incontáveis estrangeiros ligados ao empreendedorismo e a inovação, seja pela presença da marca Web Summit nos principais pontos turísticos e de negócios da cidade. 

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Ao longo da próxima semana, o Portal LeiaJá estará acompanhando todo o evento, que acontece de quatro a sete de novembro em Lisboa, e trazendo os principais destaques para você, nosso leitor. 

A Apple divulgou, na última quinta-feira (30), o resultado financeiro do terceiro trimestre. A companhia teve um aumento de faturamento em relação ao mesmo período de 2018, porém, puxado pelas vendas de serviços e de wearables como o Apple Watch. Dessa vez, a empresa capitaneada por Tim Cook bateu US$ 64 bilhões, contra US$ 62.900 do ano passado. Entretanto, a receita com iPhones fechou em baixa novamente.

Mas nem tudo são espinhos. Apesar do CEO da maçã afirmar que os novos iPhones 11 estão sendo mais procurados que seus antecessores, o que salvou o trimestre da companhia foram as vendas de iPods, vestíveis e - principalmente - serviços. Enquanto o smartphone da empresa fechou com US$ 33.362, cerca de 3 mil a menos do que o ano anterior, o iPad faturou US$ 4.656. Wearables e serviços como o Apple TV+ encerram o período com US$ 6.520 e US$ 12.511, respectivamente. 

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“Com clientes e revisores elogiando a nova geração de iPhones, a estreia de hoje do novo AirPods Pro com cancelamento de ruído, a chegada tão esperada da Apple TV + a apenas dois dias de distância e nossa melhor linha de produtos e serviços de todos os tempos, estamos muito otimistas sobre o que o período de férias tem reservado”, disse Tim Cook em comunicado. 

O iFood deve implementar mudança nas forma de realizar suas entregas a partir dos próximos meses. A foodtech vai permitir a utilização de novos equipamentos para seus entregadores, além de trabalhar em uma tecnologia feita especialmente para entregas com robôs autônomos.

A primeira novidade é a utilização de um novo patinete elétrico para as operações locais dos colaboradores da empresa. Os equipamentos foram desenvolvidos em parceria com a Scoo, empresa responsável pelo aluguel do modal. A nova geração desse transporte possui freio a disco, pneu maciço 8 polegadas, capacidade máxima de 150 kg, além de uma lanterna de LED 1.1W Ultra-Bright (LED).

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Nesta fase inicial, serão 20 equipamentos disponibilizados e, até o final de novembro, outros 130 entram em operação, apenas na cidade de São Paulo. A previsão é que o número seja expandido nos próximos meses em outras localidades. 

O segundo anúncio feito foi o início do projeto piloto que trará um robô autônomo para realizar as entregas do aplicativo. Desenvolvido em parceria com a Synkar, empresa especializada em inteligência artificial, o veículo autônomo já havia sido anunciado em agosto, em parceria com outra empresa, mas aparentemente não deu muito certo. 

Dessa vez, ele fará a primeira etapa do deslocamento total da entrega, com a retirada do pedido no restaurante, localizado dentro da praça de alimentação, e levará até o iFood Hub, estrutura física onde o entregador retira os pedido e seguirá com a entrega por moto ou bike. 

A próxima fase dos testes com o robô contemplará a última etapa da entrega, que compreende em receber o pedido pelo entregador e deslocá-lo até o consumidor dentro de grandes condomínios residenciais.

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