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Em 30 de dezembro, pesquisadores que usavam sistemas de inteligência artificial para revisar mídias e redes sociais detectaram a propagação de uma doença incomum com sintomas de gripe em Wuhan, na China.

Isso aconteceu vários dias antes da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicar uma avaliação de risco e um mês antes que a agência da ONU declarasse uma emergência de saúde global para o novo coronavírus.

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Os sistemas de inteligência artificial poderiam ter acelerado o processo e limitado ou até retardado o avanço da pandemia de COVID-19?

Clark Freifeld, cientista da computação da Northeastern University que trabalha com a plataforma de vigilância global de doenças HealthMap, uma das que detectou o surto, diz que ainda não há resposta para essa pergunta.

"Identificamos os primeiros sinais, mas a verdade é que é difícil determinar, diante de uma doença respiratória não identificada, se há uma situação séria", diz Freifeld.

Dataminr, uma empresa de tecnologia de detecção em tempo real, disse que emitiu os primeiros avisos sobre a COVID-19 em 30 de dezembro com base em relatos de testemunhas dentro de hospitais em Wuhan, fotos da desinfecção do mercado onde o vírus se originou e um alerta de um médico chinês que morreu mais tarde do vírus.

"Um dos nossos maiores desafios é reagir a essas situações", diz Kamran Khan, fundador da empresa canadense de rastreamento BlueDot, um dos sistemas que alertaram sobre a epidemia em dezembro.

"Quando lidamos com uma doença nova e emergente, não temos todas as respostas. O tempo é o nosso recurso mais valioso e não podemos desperdiça-lo", assegura.

Khan, que também é professor de medicina e saúde pública na Universidade de Toronto, disse à AFP que os dados mostraram "ecos do surto de SARS que ocorreu há 17 anos, mas não se sabia o quão contagioso era".

Em todo caso, os sistemas de inteligência artificial provaram ser valiosos na detecção de epidemias por meio de uma ampla variedade de fontes, como reservas aéreas, Twitter, notícias e sensores de dispositivos conectados.

- Decisões humanas -

No entanto, Freifeld insiste que os sistemas de inteligência artificial são limitados e que os humanos devem tomar as grandes decisões.

"Usamos a inteligência artificial como um multiplicador de forças", declara.

Esses sistemas podem ajudar de várias maneiras: desde o monitoramento do surto em si até a aceleração dos testes de medicamentos.

"Podemos fazer simulações como nunca antes, entendemos as trilhas biológicas como nunca antes e isso é devido ao poder da inteligência artificial", explica Michael Greeley, da empresa Flare Capital Partners, que investiu em várias startups de inteligência artificial médica.

Mas Greeley diz que ainda é um grande desafio aplicar essas tecnologias a setores como o de medicamentos, onde o tempo de teste pode levar anos.

Segundo Khan, a inteligência artificial está ajudando na fase de contenção com sistemas que usam informações de localização de smartphones para rastrear o progresso da doença e encontrar focos, além de determinar se as pessoas seguem as diretrizes de "distanciamento social"

Andrew Kress, diretor da empresa de tecnologia da saúde HealthVerity, afirma que continua sendo um desafio coletar informações sobre surtos de doenças, respeitando a privacidade do paciente.

É possível identificar tendências com dicas como visitas a farmácias, venda de certos medicamentos ou até pesquisas online, aponta Kress, mas compilar tudo isso tem implicações na privacidade.

"Precisamos de uma discussão real sobre equilíbrio e utilidade (...) para continuar determinando novos caminhos que nos permitirão tirar proveito de algumas dessas fontes de dados não tradicionais", diz Kress.

- Mineração de dados -

Os sistemas de inteligência artificial também estão sendo usados para revisar milhares de pesquisas em busca de pistas sobre os tratamentos que podem funcionar.

Na semana passada, pesquisadores se uniram à Casa Branca em um esforço para disponibilizar cerca de 29.000 artigos de pesquisa sobre o coronavírus, para que possam ser analisados em busca de dados.

O esforço inclui a Microsoft, a Chan Zuckerberg Initiative, a Universidade de Georgetown, entre outros.

Por meio do Kaggle, uma comunidade de aprendizado autômato e dados científicos de propriedade do Google, essas ferramentas estarão disponíveis para pesquisadores em todo o mundo.

"É difícil para as pessoas revisarem manualmente mais de 20.000 artigos e resumirem suas descobertas", aponta Anthony Goldbloom, CEO da Kaggle.

"Os recentes avanços tecnológicos podem ajudar nisso. Estamos disponibilizando versões legíveis por máquina desses artigos à nossa comunidade de mais de quatro milhões de cientistas de dados. Esperamos que a inteligência artificial possa ser usada para ajudar a encontrar respostas para perguntas-chave sobre a COVID-19 ", assegura.

Quem usa aplicativos de transporte com certa frequência pode acabar pegando uma viagem com um mesmo motorista. Apesar de rara, a situação pode ser tornar desconfortável se a primeira experiência não foi das melhores. Para cortar essa conexão de uma vez por todas e evitar uma viagem desagradável, o aplicativo de transporte 99 vai permitir, a partir desta segunda-feira (16), que tanto motoristas e passageiros possam informar quando não desejarem ver - nunca mais - uns aos outros.

Chamada "Função Bloquear", a ferramenta está disponível em todas as cidades do país e pode ser usada por qualquer pessoa que não se sinta confortável com o comportamento do motorista ou passageiro. E não precisa ser apenas em casos extremos. Quem não gostar da playlist do motorista ou do nível baixo de limpeza de um passageiro, por exemplo, já pode pedir o bloqueio, que pode ser feito ao fim do percurso.

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Como funciona

De acordo com a 99, ao fim da corrida, o usuário deve realizar uma avaliação do motorista ou passageiro na seção "Como foi sua corrida?", inserindo uma nota de 1 a 5 estrelas. Logo em seguida, ele será direcionado para uma tela que trará a opção "Bloquear esse motorista" ou "Bloquear esse passageiro", onde o recurso pode ser ativado por ambas as partes. O bloqueio é feito de maneira completamente anônima. Nenhuma das partes é notificada quando a funcionalidade é usada. Além da Função Bloquear, o usuário também pode deixar críticas e sugestões no próprio app.

A Uber parece mesmo querer dominar todos os modais que usamos. A empresa de aluguel de veículos lançou, na última segunda-feira (2), em São Paulo, uma série de patinetes para quem quer variar de transporte. O aluguel do transporte é feito dentro do próprio aplicativo da empresa, que já havia incorporado o app de entregas na mesma ferramenta. Testes com o novo modal aconteciam desde dezembro de 2019.

O aplicativo oferecido pela empresa de transporte particular já conta, em São Paulo, com uma integração ao transporte público, funcionando de forma parecida com o que o Google Maps oferece. Lá é possível conferir informações sobre linhas de ônibus, metrô e trens direto no aplicativo. A intenção da empresa é oferecer formas de seus usuários se locomoverem pela cidade de forma mais ágil. 

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De acordo com Ruddy Wang, diretor de Novas Modalidades da Uber na América Latina São Paulo realiza, atualmente, o maior número de viagens no mundo usando o aplicativo. O sistema de patinetes, que vai integrar o serviço, terá um preço promocional para tentar angariar mais usuários. Não haverá nenhum custo para desbloquear o veículo e o usuário só pagará R$ 0,90 por minuto de uso.

Por onde rodar

A área de operação inicial ficará nos bairros de Vila Olímpia, Moema, Itaim Bibi, Vila Nova Conceição, Jardim Luzitânia, e deverá crescer conforme a demanda - se houver. Uma vez que, diversas empresas de patinetes elétricos estiveram cancelando seus serviços por falta de procura e por não conseguirem se adaptar as normas brasileiras. Porém, a concorrência minguar aos poucos pode dar a Uber o que ela precisa para crescer. 

Como funciona

Para alugar um patinete elétrico basta ter um aplicativo da Uber e seguir o passo a passo:

Abra o app da Uber e clique no ícone de patinete na parte inferior da tela

 Veja onde estão os patinetes disponíveis, escaneie ou digite o código para desbloquear

 Se preferir reservar, você tem 15 minutos para caminhar até o patinete e desbloquear

 Dirija com responsabilidade e segurança, seguindo todas as regras de trânsito

 Ao final, estacione o patinete, sem bloquear a passagem, na área de operação.

Um carro do futuro, ao menos no visual. É isso o que a Mercedes-Benz apresentou na última segunda-feira (6), primeiro dia da CES 2020. Junto com o diretor vencedor do Oscar e criador do filme AVATAR, James Cameron, o presidente do Conselho de Administração Daimler AG e Mercedes-Benz AG, Ola Källenius, mostrou um novo automóvel, que ele mesmo chamou de “veículo vivo”.

Com o nome de VISION AVTR, o carro é inspirado no visual do filme de Cameron e levanta a bandeira da mobilidade sustentável com uma bateria orgânica fabricada a partir de materiais recicláveis.

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O futuro parece brilhoso e confuso

Mas não é apenas a sustentabilidade que impressiona. O veículo de visual totalmente futurista não traz os acessórios que estamos acostumados a ver nos carros normais, como pedais ou um volante. O motorista que adentrasse no veículo, controlaria o carro através de uma conexão biométrica. Como assim? Um controlador multifuncional, instalado entre os dois bancos (passageiro e motorista), que parece quase como um joystick, em que é possível mover o carro para frente, para trás e até 30 graus lateralmente - como um caranguejo - usando apenas uma mão.

De acordo com seus criadores, ao colocar a mão na unidade de controle o interior do automóvel "ganha vida" e o veículo reconhece o motorista pela pulsação e respiração. Além disso, há 33 abas móveis multidirecionais - as "abas biônicas" - na parte traseira do veículo, que funcionam como faróis, mas parecem ajudar também na aerodinâmica do carro.

Muito do que foi mostrado cria uma nova conexão com o filme de Cameron, desde as “escamas” presentes no carro, até as luzes e fios que parecem formar uma conexão entre motorista e dispositivo. Apesar disso, não se sabe se este é apenas um protótipo para promover o novo Avatar 2 ou se, realmente, a Mercedes-Benz colocará esse carro do futuro no mercado. Se a resposta for a segunda opção, esperamos que esse veículo futurista possa ser visto, rodando por aí, em breve.

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O aplicativo de transporte 99 firmou uma parceria com os postos Shell que vai beneficiar os condutores integrados à plataforma com o desconto de 5% no abastecimento. Para conquistar o abatimento, os 600 mil motoristas da startup brasileira devem baixar o app de pagamento desenvolvido pela rede de postos de combustível, disponível para iOS e Android.

Os condutores interessados no desconto devem possuir o Cartão99 da bandeira MasterCard e vinculá-lo como forma de pagamento ao aplicativo Shell Box. Após o cadastro, a redução no valor do abastecimento de etanol e gasolina será permitida, segundo a 99. A promoção não se estende ao abastecimento de gás natural. 

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 O objetivo é difundir a plataforma para proporcionar mais agilidade e segurança às viagens dos 18 milhões de clientes no país. Outros benefícios como o acúmulo de milhas também são prometidos na plataforma.

 

O Waze, aplicativo de navegação por satélite do Google, já é conhecido por permitir que seus usuários personalizem a voz que indica as direções no trânsito. Na última quinta-feira (5), além de algumas celebridades de humor e até mesmo gravações dos próprios condutores, o app passou a permitir que seus motoristas sejam guiados pela voz do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em uma das indicações de direção, a imitação da voz do petista parece mais animada ao pedir para o motorista virar à esquerda. “Vire à esquerda, companheiro!”, indica a gravação. O mesmo não acontece se o condutor precisar ir na direção contrária. O “vire à direita” na voz de Lula é consideravelmente mais desanimado. 

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Para ter a voz do ex-presidente fazendo as orientações de trânsito, basta fazer o download no site do aplicativo. A imitação também informa os comandos padrões, além de começar a viagem com um  “Está pronto? Eu estou! Vamos, companheiro, tomar os meios de produção!”.

A Uber começou a investir em outros tipos de modais para os brasileiros. Além dos carros particulares e das entregas de refeições - feitas tanto por ciclistas quanto motociclistas - a empresa iniciou as operações, na última terça-feira (3), de seus novos patinetes elétricos. Inicialmente, os usuários poderão testar o transporte apenas na cidade de Santos, no litoral de São Paulo.

A proposta da empresa é que todos os serviços sejam oferecidos em um único aplicativo, deixando que o usuário decida o modal de acordo com sua necessidade. O preço inicial de uso dos patinetes elétricos é de R$ 1,50 para desbloquear o veículo mais R$ 0,75 por minuto de uso. 

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Educação no trânsito

Para ajudar a população a usar o serviço com segurança, a empresa também preparou uma série de materiais educativos para seus clientes de Santos. O conteúdo vai ajudar a relembrar regras de trânsito e dar dicas para dirigir os veículos com segurança. O material está disponível no site da empresa, no próprio aplicativo e será distribuído em panfletos na área de operação, que vai da Ponta da Praia até o Emissário. 

Para começar a usar os patinetes elétricos, basta atualizar o app. Ainda não há previsão de expansão do serviço para outros estados. 

O deslocamento de pessoas para lojas físicas durante a Black Friday foi 60% maior do que em outras sextas-feiras comuns de 2018, apontou um levantamento feito pelo aplicativo de navegação Waze.

Para chegar à conclusão, o Waze analisou o comportamento de seus usuários ativos no dia da Black Friday 2018 e comparou com outras sextas-feiras do mesmo ano, pois o último dia útil da semana é o que normalmente já apresenta uma maior movimentação em relação aos outros.

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Somente em São Paulo, o número de usuários ativos no ano era de 4,4 milhões; e no Rio de Janeiro, 1 milhão.

Na base de dados do Waze, não há distinção entre os consumidores de fato e entregadores ou motoristas de aplicativo. Mas, segundo explicou a gerente de Desenvolvimento de Vendas para o Brasil, Bianca Waclawek, a categoria que se encaixa como "profissionais" representa menos de menos de 5% da base de usuários.

Além disso, o fluxo de navegação para lojas físicas foi 29% maior em 2018, em comparação com o mesmo período de 2017. O grande destaque ficou para as lojas de departamento, cujo crescimento de deslocamento foi de 116% em 2018 em comparação com 2017.

Em segundo lugar, ficaram os supermercados (70%), cujo pico de deslocamento no ano se deu justamente na Black Friday. Já os shoppings ficaram em terceiro (63%) - a Black Friday é a segunda data que mais carrega clientes para esses centros comerciais, perdendo apenas para o Natal.

A tendência é que os consumidores saiam mais de casa para comprar produtos. Segundo uma pesquisa de tendências para a Black Friday 2019 do Google, esta é a edição em que o número de compradores em lojas físicas deve praticamente se igualar ao online, em uma crescente que vem desde pelo menos 2017.

A mudança de comportamento se dá, especialmente, pelos consumidores omnichannel - que compram online e passam para retirar na loja ou o contrário, que passam na loja para testar um produto e depois compram pela internet.

Entre as razões que levam as pessoas a deixarem de comprar online em 2018, ainda de acordo com o levantamento do Google, foram o valor do frete (48%), segurança (22%), possibilidade de testar e ver o produto (20%) e tempo de espera (18%).

Seguindo a dinâmica de contribuição no compartilhamento de informações, a Google anunciou novos recursos da ferramenta Maps, que prometem facilitar e personalizar a experiência com o aplicativo. O pacote de atualização, divulgado nesta quarta-feira (27), no Recife, permite que o usuário descubra novas perspectivas de determinado espaço através da ótica e avaliações de outros usuários. Além disso, indica locais e eventos de acordo com seu histórico.

Para aprimorar a exploração de lugares e estabelecimentos, bem como, a mobilidade no cenário urbano, a aposta da Google foi expandir a atuação dos próprios usuários para uma rede colaborativa, o Local Guides. Trata-se de uma comunidade mundial com mais de 95 milhões de participantes que avaliam, comentam e fotografam locais e estabelecimentos, fornecendo mais de 20 milhões de referências diariamente. 

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Reportar um acidente de trânsito, uma obra na via ou a excelência de determinado prato ou restaurante faz com que a comunidade interaja, planeje e exponha opiniões que ajudem na tomada de decisão de outros usuários. "Os usuários estão buscando mais do que rotas para fugir do trânsito. Eles estão usando a plataforma para descobrir o melhor programa ou restaurante perto deles, tirar seus planos do papel e fazer acontecer", destacou o gerente de produtos da América Latina André Kowaltowski.

Nos ultimos dois anos, só no Recife, o número de participantes triplicou. Tal essência colaborativa é aliada à ferramenta 'Combina', que recomenda e indica lugares onde o usuário gostaria de ir, através da análise de avaliações e comentários prévios dele mesmo. 

Através do próprio app também podem ser feitos pedidos e reservas em restaurantes e outros seguimentos, como salões de beleza. Assim, o Google planeja apresentar uma nova relação entre sociedade, interação e espaço.

Os aplicativos de transporte já fazem parte da vida dos brasileiros. Porém, alguns idosos ainda encontram dificuldades para lidar com as ferramentas que permitem solicitar um motorista. Pensando em uma maneira de ajudá-los, os irmãos Victória Abdelnur Barboza, 27 anos, e Gabriel Abdelnur Barboza, 30 anos, desenvolveram o "Eu Vô", serviço voltado para as necessidades do público da terceira idade.

A inspiração para o aplicativo veio como uma possível solução para as dificuldades de mobilidade da mãe deles, que há 27 anos é portadora de esclerose múltipla. Assim, os irmãos pensaram que a ferramenta poderia beneficiar mais pessoas nas mesas condições. "Percebemos que a população acima de 60 anos no Brasil está envelhecendo e faltam produtos e serviços para melhorar a qualidade de vida dessas pessoas. Com isso, vimos que além de pessoas como a nossa mãe poderíamos auxiliar também o mercado 60+", conta Victória.

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Em julho de 2017, os irmãos começaram a realizar o transporte de idosos em São Carlos, interior de São Paulo, cidade onde moram. Segundo Victória, eles queriam saber se a demanda existia ou se era apenas pessoal.

No começo de novembro, o aplicativo chegou na capital paulista. Ao todo, o "Eu Vô" já possui mais de 4,5 mil passageiros cadastrados e 2,4 mil motoristas cadastrados que ainda passarão por treinamento, além dos que já estão em circulação. "Nos preocupamos com a segurança e autonomia dos nossos passageiros e familiares, por isso todo motorista acompanhante parceiro do 'Eu Vô' passa por um treinamento para aprender a lidar com o nosso público. Não é apenas levar e sim prestar um serviço de porta a porta, podendo também acompanhar nas atividades", explica Victória.

O "Eu Vô" possui alguns diferencias dos demais aplicativos de transporte, como a opção de acompanhamento durante toda a atividade, principalmente para idosos com mobilidade reduzida. "Estamos com um nível de satisfação acima de 85%. Não tem nada mais prazeroso do que receber feedbacks positivos, e é isso que nos move, impactar pessoas que buscam segurança e autonomia", conclui Victória.

O aplicativo está disponível para sistemas Android e IOS.

Enquanto os drones - sejam recreativos ou de monitoramento - ainda se popularizam no Brasil, a empresa alemã Volocopter foi além e desenvolveu um capaz de transportar 200 quilos por até 40 quilômetros. De olho no aprimoramento da mobilidade aérea urbana, à princípio o dispositivo totalmente elétrico visa atender segmentos da indústria.

Com cerca de 9,2 metros de diâmetro e 2,3 de altura, o VoloDrone foi projetado junto à parceiros comerciais para identificar as necessidades de diversos nichos industriais e avaliar suas possibilidades de utilização. A promessa é que o gigante possa realizar transporte de cargas à lugares de difícil acesso.

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Em um futuro próximo, ele poderá figurar a setores da agricultura, no tratamento de plantações, ou se fazer presente em canteiros de obras para içar peças e materiais. A garantia de toda essa força vem das peças adaptáveis, das 18 hélices que possui e suas baterias de íon-lítio substituíveis.

Confira

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Na última terça-feira (29), o Porto Digital e Urbana-PE assinam acordo para a implantação do Laboratório de Inovação Digital em Mobilidade Urbana, no Recife. O projeto pretende mapear quais são os desafios e as oportunidades que permitam a criação de estratégias para a inovação digital voltada à mobilidade urbana.

Além do espaço físico - localizado dentro do Portomídia, a iniciativa vai procurar soluções para temas como segurança, informações e relacionamento com o usuário, eficiência operacional, bilhetagem  e pagamentos, roteamento inteligente, telemetria, entre outros. Ao todo, serão cinco etapas - divididas em 24 meses, que vão da implantação e operação inicial do laboratório até o desenvolvimento de modelos de negócio e proposição de mudanças regulatórias. 

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O Porto Digital também irá realizar workshops e assessorar a contratação de soluções maduras para os desafios mapeados. O acordo deve buscar a integração do ecossistema de inovação pernambucano com a Urbana-PE.

A Uber anunciou, na última segunda-feira (28), que vai expandir os testes com a ferramenta que dá aos motoristas parceiros a opção de aceitar ou não dinheiro como forma de pagamento das viagens. O recurso funcionará dentro do aplicativo e, caso o condutor do veículo queira o recurso ativo, receberá apenas chamados para viagens pagas com cartão de crédito e débito.

A ferramenta já vinha sendo testada pela empresa nas cidades de Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, São José dos Campos, São Luís, Sorocaba e Ribeirão Preto. Agora será a vez de mais três municípios do interior de São Paulo: Mogi Guaçu, Bragança Paulista e Marília.

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Os testes nas novas cidades começam nas próximas semanas e, a partir da avaliação do resultado, a empresa fará novos aprimoramentos até que o produto final possa ser expandido nacionalmente. 

Recentemente, atendendo a demandas de seus motoristas, a Uber já havia implementado outro recurso, que mostra o destino do usuário antes mesmo da aceitação da viagem e iniciou uma atualização nos valores das taxas cobradas para cancelamento (apenas em São Paulo).

A Uber anunciou na última sexta-feira (25), uma atualização nos valores das taxas cobradas para cancelamento e também no tempo de espera dos motoristas, antes de iniciarem uma viagem. As mudanças foram implementadas após reivindicações dos colaboradores do aplicativo e serão feitas apenas na cidade de São Paulo.

A partir de agora, para aplicar a cobrança em casos de cancelamento, a ferramenta vai considerar a distância percorrida pelo carro até o local onde seria iniciada a viagem. O cálculo da “multa” dada ao passageiro será feito contando o tempo que o motorista levou do momento em que aceitou a corrida até a desistência do usuário.

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Quem usa o serviço na cidade paulista deverá ficar atento ao relógio. A gratuidade do cancelamento só será possível até 3 minutos após a chegada do motorista ao local de embarque. Antes, o passageiro poderia cancelar a viagem em até 5 minutos sem pagar nenhuma taxa. Em casos de viagens na modalidade Uber Juntos, o limite de espera sem cobrança continua sendo de 1 minuto.

O valor da taxa também não será mais fixo, e sim proporcional à distância percorrida e tempo. A mudança, não vale para outros municípios, nem tem previsão de ser atualizada para outras cidades. Recentemente, a Uber tem feito uma série de atualizações em sua plataforma como a criação de uma modalidade sem conversas e o projeto Elas na Direção, que permite as motoristas parceiras escolherem o gênero de seus passageiros (ainda em teste).

O prefeito da cidade italiana de Baunei, Salvatore Corrias, proibiu o uso do aplicativo de localização geográfica Google Maps por "muitas pessoas" estarem se perdendo devido a coordenadas equivocadas sugeridas pelo aplicativo, informou a agência ANSA.

Salvatore Corrias se queixa que os motoristas que usam o aplicativo também causam problemas. Com ruas estreitas, a cidade frequentemente se vê trancada em congestionamentos por causa de motoristas perdidos após utilizar o aplicativo do Google.

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"Os antigos mapas de papel são melhores", declarou o prefeito.

A cidade ainda sofre prejuízo, uma vez que seus serviços de emergência já tiveram que ser mobilizados 144 vezes para resgatar usuários do Google Maps perdidos nos arredores da cidade.

Da Sputnik Brasil

O Uber anuncia nesta segunda-feira (7) uma nova categoria de corridas no Brasil, para atender os usuários que gostam de um conforto a mais. Chamada de Uber Comfort, a modalidade permite que o usuário solicite carros espaçosos, coloque a temperatura do ar-condicionado ao seu gosto e até peça para o motorista conversar ou ficar em silêncio.

Lançada nos EUA em julho, a categoria chegará ao País em novembro. Segundo a empresa, funcionalidades também estarão disponíveis na categoria de luxo Uber Black. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Encontrar um local concreto em um lugar desconhecido é um problema frequente, especialmente para os moradores de grandes cidades. Por isso os aplicativos de navegação ganharam tanta popularidade. Mas nem sempre o usuário consegue compreender logo à primeira vez aonde ir para chegar ao lugar desejado. Além disso, às vezes é preciso olhar para o smartphone para não perder o caminho. E isso distrai a atenção e pode criar situações perigosas.

Um grupo de alunos do cursinho pré-universitário da MEPhI apresentou uma solução inédita para este problema: um par de tênis que indicam o caminho. É fácil: quando você se aproxima do lugar onde é recomendado dobrar à direita, o sapato direito vibra, e quando se recomenda virar à esquerda, é o esquerdo que vibra.

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"Criamos um módulo eletrônico que se sincroniza com um aplicativo especial através de Bluetooth, obtendo a informação sobre o percurso pretendido. O módulo funciona sem atrapalhar o movimento e pode ser colocado nos cadarços. Basta usar o telefone uma vez antes do início da viagem. Além de servir de navegador, o sistema calcula a distância, o número de passos e as calorias. Todas estas informações podem ser vistas no aplicativo para o celular", contam Aleksandr Pinchuk e Maksim Levkin, autores do projeto BiGiPiS.

A equipe tenciona continuar a desenvolver o projeto, já que o mercado de roupa "inteligente" está crescendo. Os autores do BiGiPis acreditam que, dentro de alguns anos, os tênis inteligentes podem ser tão populares como os relógios inteligentes.

O projeto dos alunos do cursinho da MEPhI abre o caminho para eles continuarem sua pesquisa na universidade, diz o vice-diretor do Instituto de Sistemas Cibernéticos Intelectuais da MEPhI, Valentin Klimov.

"Os alunos das nossas escolas já têm criado projetos bastante originais. Por exemplo, no ano passado os nossos alunos criaram um sistema multifuncional de orientação para pessoas com problemas de visão, vencendo um concurso internacional de engenharia entre crianças, depois ganharam o concurso Junior e participaram do maior concurso internacional Intel ISEF. Agora, eles são alunos do primeiro ano na nossa universidade, o que confirma o alto nível dos nossos vestibulandos”, contou Klimov à Sputnik.

Ele diz que os alunos e jovens cientistas da MEPhI também participam de outros desenvolvimentos que facilitam a vida, inclusive de pessoas com capacidades limitadas. Por exemplo, para pacientes com capacidade de movimento limitada, os nossos cientistas criaram uma cadeira de rodas controlada pela visão. Um aluno da Escola Superior de Engenharia da MEPhI criou uma prótese biônica que ajuda pessoas com extremidades amputadas a voltarem à vida normal.

"Alunos que se apaixonam pela criatividade técnica são normalmente vencedores de olimpíadas e concursos de engenharia, o que lhes dá benefícios durante as provas vestibulares na MEPhI. Sendo estudantes da nossa universidade, eles podem continuar aplicando sua criatividade técnica em muitos círculos estudantis e participar de concursos internacionais para atingir novos patamares", disse Klimov.

Da Sputnik Brasil

A Uber lançou na última segunda-feira (1º) o Uber Pro, novo programa de vantagens da empresa para motoristas. Após iniciar os testes com seu programa de recompensas para os usuários, a companhia busca melhorar também a satisfação de seus colaboradores. Ao participar do programa, os motoristas parceiros terão acesso a um desconto de até 50% em cursos de graduação semipresenciais, entre outros benefícios.

Os testes começaram nas cidade de Curitiba, Fortaleza e São Paulo, agora são estendidos para todo o país. Dentro do programa o motorista poderá fazer parte de uma das quatro categorias: Azul, Ouro, Platina e Diamante. Cada uma oferece uma vantagem diferente.

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Quem for da categoria Ouro, por exemplo, ganha até 50% de desconto em cursos de graduação semipresenciais, em faculdades selecionadas. O benefício é estendido à família dos colaboradores, que podem indicar até mais três dependentes para também se matricularem nos cursos de graduação pagando menos na mensalidade. Além disso há premiações como 50% de abatimento em mensalidades de academias, entre outros.

Para ter acesso às vantagens é preciso ter uma nota média de, pelo menos, 4,85 estrelas, além de outros critérios, como pontos acumulados. Os pontos do Uber Pro compreendem ciclos de três meses, ao final dos quais são zerados, iniciando uma nova contagem.

O Google anunciou, neste sábado (28), uma nova atualização no serviço rotas Google Maps. A ferramenta vai passar a ter, entre as indicações de trajeto, um especial para quem anda de moto. O recurso permite comparar a diferença de tempo gasto entre veículos fechados e o modal.

Entre as opções de mobilidade oferecidas pelo aplicativo, para que o usuário possa se programar para chegar ao destino estão, bicicleta, motoristas particulares, à pé, transporte público e carro. Além da escolha do melhor meio de transporte para sua necessida também é possível observar as condições do trânsito, o tempo do trajeto e conferir detalhes do trajeto, fotografados em 360º.

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A Uber apresentou na última quinta-feira (26), uma série de novidades que vão mudar a cara de seu aplicativo. Em um evento realizado nos Estados Unidos, a empresa exibiu uma nova interface do app, que irá integrar o serviço de viagens particulares com o Uber Eats, tudo em um mesmo local. Além disso, haverá também uma integração com o transporte público, semelhante aos apps que passam informações sobre linhas e horários de ônibus. 

Transporte público

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Querendo ir além de dos serviços de entrega e transporte a Uber anunciou a ampliação da expansão da integração com transporte público - em que oferece informações sobre linhas e horários - para mais países. O recurso funcionava há alguns meses em cidades como Londres, Sydney e Chicago e começou a funcionar em Paris, Cidade do México e São Francisco. A empresa afirmou que, nos próximos meses, a integração irá abarcar mais sete cidades, incluindo São Paulo.

O serviço é muito parecido com o que propõe a nova versão do Google Maps, por exemplo, oferecendo múltiplas opções de modais para tornar a viagem do usuário mais rápida. No caso da Uber, o serviço exibe informações sobre linhas de ônibus, metrô ou trens direto no aplicativo, para que o usuário possa comparar as opções disponíveis com o valor da corrida, em tempo real. Em Denver, nos Estados Unidos, é possível até mesmo comprar a passagem direto no app da companhia, sem ter que enfrentar filas ou fazer pagamentos em dinheiro.

 "Em muitos casos, o transporte público pode ser a opção mais rápida e barata para se locomover. Por isso, continuaremos trabalhando com as cidades para facilitar ainda mais essas viagens. Seja fornecendo informações no app, permitindo a compra de passagens ou firmando novas parcerias, estamos entusiasmados em trabalhar para fortalecer o transporte público e ajudar a reduzir a dependência das pessoas de possuir um carro particular", afirmou David Reich, diretor global de Uber Transit, durante o evento.

Ciclistas mais seguros

Outra novidade é adição de um recurso para alertar motoristas e usuários sobre a presença de ciclistas. O objetivo é orientar quem está realizando uma viagem de Uber a verificar a presença de ciclistas antes de abrir a porta do carro no momento do embarque. Além disso, se estiver em uma viagem que termine perto ou ao longo de uma ciclovia ou ciclofaixa, o aplicativo enviará uma notificação no final do percurso, orientando que o usuário redobre a atenção ao sair do carro. A intenção da empresa é aumentar a segurança dos ciclistas nas ruas. 

O projeto, que inicialmente está sendo implementado nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, já está em teste e vai ser aprimorado de acordo com a opinião de  motoristas parceiros, usuários e ciclistas. Além dos alertas para os usuários, os motoristas parceiros também vão receber comunicados com informações sobre as regras de trânsito que proíbem parar ou estacionar em vias exclusivas para bicicletas. A ideia é incentivá-los a procurar locais seguros para estacionar ao realizar o embarque e desembarque de passageiros.

Sem descartáveis

Por fim, além da integração com o aplicativo principal da empresa o Uber Eats vai ganhar, em outubro, um recurso que permite aos usuários dispensarem o recebimento de talheres descartáveis, guardanapos e canudos nos pedidos realizados em restaurantes. A iniciativa começou em fevereiro, com alguns estabelecimentos, e agora será expandida em escala global para todos os parceiros.

A nova versão do aplicativo será lançada em cidades de nove países, inclusive no Brasil. O novo app chegará para os usuários brasileiros ao longo das próximas semanas.

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