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| Robotica

Um técnico de informática poderia dar melhores explicações, porém não é novidade que máquinas superaquecem quando são muito exigidas, o que, com o tempo, pode comprometer seu funcionamento. Com robôs funciona da mesma forma.

Pensando nisso, cientistas da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, desenvolveram uma espécie de "músculo" robótico que é capaz de suar, diminuindo sua própria temperatura. Batizado de garra-robô, porque é usada para acondicionar objetos, o equipamento foi feito de hidrogel no formato de dedos e impresso em uma impressora 3D.

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O material serve como sensor térmico, dentro desses "dedos" há um pequeno reservatório que acumula água e em sua superfície há inúmeros microporos por onde o “suor” é expelido. Em dias mais frios, esse mecanismo se fecha. Temperaturas acima de 30°C fazem o hidrogel dilatar, causando a expansão dos pequenos buracos. Em testes, o robô conseguiu refrescar 21 graus centígrados em 30 segundos, três vezes mais rápido do que a pele humana.

 

Por Junior Coneglian

Seis equipes pernambucanas saíram classificadas para a etapa nacional do Torneio SESI de Robótica FIRST LEGO League (FLL). Após dois dias de disputas, em Pernambuco, as equipes formadas por estudantes de 9 a 16 anos e times de garagem de estados do Nordeste, saíram campeãs do desafio regional.

As equipes deveriam criar e programar robôs autônomos feitos com peças da LEGO, além de apresentar projetos de pesquisa sobre assuntos que permeiam o tema da temporada, City Shaper (cidades inteligentes e sustentáveis). Uma das propostas, criada pela Unity, identificava as dificuldades que os deficientes visuais enfrentam nos supermercados. Os estudantes desenvolveram o BlindMap, aplicativo que auxilia os deficientes visuais na hora de fazer compras e que funciona por controle de voz localizando e identificando os produtos. 

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 Na cerimônia de encerramento, todos os times foram premiados com medalhas de participação e as três primeiras equipes no ranking geral ganharam um troféu LEGO. A próxima fase será entre os dias 6 e 8 de março, na Fundação Bienal, em São Paulo.

Começa na próxima sexta-feira (7), a etapa regional do Torneio SESI de Robótica FIRST LEGO League (FLL). A competição desafiará estudantes entre 9 e 16 anos a pesquisar e propor soluções que possam contribuir para o desenvolvimento das cidades, bem como construir e programar robôs autônomos. Ao todo, 40 equipes participarão da etapa regional, que acontecerá no SESI Paulista. Quem for classificado irá para a fase nacional, em São Paulo.

 Os estudantes terão que trabalhar com o tema da temporada 2019/2020, City Shaper. A ideia é ajudar a construir e a desenvolver cidades melhores para as próximas gerações. Serão levados em consideração os projetos que visem melhorar os problemas atuais do meio ambiente, da mobilidade, da acessibilidade e de desastres naturais.

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Os competidores também terão que criar e programar robôs para cumprir 14 missões sugeridas no tapete FIRST LEGO League da temporada, capturando, transportando ou entregando objetos em uma arena. Os times terão direito a três rounds, de dois minutos e 30 segundos cada, para execução das tarefas. Cada equipe deverá ter entre dois e 10 estudantes.

O evento, que vai até sábado (8), terá quatro categorias avaliativas: desafio do robô, design do robô, projeto de inovação e valores. Os vencedores seguirão para a etapa nacional, em São Paulo, e os destaques serão classificados para a mundial. Além de Pernambuco, outros 13 estados também sediarão as etapas regionais: Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Começa nesta segunda-feira (13) a Feira de Robótica e Exposição de Projetos, com oficinas gratuitas no Shopping Guararapes, em Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife (RMR). Alunos do Instituto Peró, que fizeram o curso de robótica da Softex, produziram seus próprios robôs em setembro do ano passado e vão expor o resultado no centro de compras.

Além dos projetos criados pelos alunos, que vão desde objetos para uma casa inteligente, carro seguro até bengala inteligente, crianças e jovens que forem conferir a feira poderão participar de oficinas de robótica. As atividades acontecerão das 10h às 12h e das 14h às 16h, no corredor da Riachuelo. 

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A feira vai até a próxima sexta-feira (17), das 9h às 18h. O evento é gratuito e aberto para todos que quiserem passar pelo local. Nos dias 14 e 15, acontecem também oficinas de Fundamentos da Modelagem 3D, 14h às 16h, e Oficina de Desenvolvimento de Jogos com Scratch, 10h30 às 12h30.

Gigantes da eletrônica e do setor automobilístico apresentam desde a segunda-feira (6) em Las Vegas suas últimas inovações e projetos no CES 2020 (Salão Anual de Tecnologias de Grande Consumo).

- Robô assistente-

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Criado com a função de administrar o lar, o pequeno robô Ballie tem o formato de uma bola de tênis a alguns centímetros de altura. Desenvolvido pela Samsung, o assistente acompanha o dono em suas atividades diárias e o incentiva a fazer exercícios.

O robô também tem a capacidade de comandar os aparelhos conectados à casa, como o aspirador, caso os donos estejam fora.

"Ballie pode tirar fotos. Ajuda os mais velhos a manterem contato e pode ser um novo amigo para os filhos e os animais de estimação", contou H.S. Kim, diretor de eletrônica da Samsung.

Durante a feira, a empresa também apresentou o protótipo de um óculos de realidade virtual que permitiria ao usuário ver um 'personal trainer' contando as flexões executadas durante uma rotina de exercícios.

- Cidade conectada -

A montadora japonesa Toyota, por sua vez, tem a intenção de criar uma cidade protótipo chamada "Woven City" ("Cidade de Tecido"). O projeto ocupará 70 hectares ao pé do monte Fuji e terá energia gerada por pilhas de combustível, utilizando células de hidrogênio. O objetivo é testar e comprovar o uso de tecnologias variadas, entre elas a dos carros autônomos.

"Construir uma cidade do nada, ainda que seja pequena, parece uma ótima oportunidade para desenvolver tecnologias, como um sistema digital de gestão das infraestruturas", disse o presidente do grupo, Akio Toyoda.

Estima-se que cerca de duas mil pessoas viverão no local, incluindo funcionários da Toyota e pesquisadores convidados.

O escritório dinamarquês de arquitetura Bjarke Ingels colaborará com o projeto, principalmente na construção de casas com materiais sustentáveis, que terão aparelhos integrados e robôs, além de sensores para monitorar a saúde dos habitantes.

Para a mobilidade, os cidadãos da "Woven City" poderão se deslocar usando carros autônomos variados, patinetes e bicicletas.

- Sony apresenta um carro elétrico -

A japonesa Sony exibiu o Vision-S, um protótipo de carro elétrico. Equipado com 33 sensores e câmeras para auxiliar na direção, o veículo poderá alcançar os 100 km/h em menos de cinco segundos e pode chegar à velocidade máxima de 240 km/h.

O que ainda não se sabe é se a empresa pretende comercializar esses automóveis, ou apenas venderá as tecnologias desenvolvidas aos fabricantes do setor automotivo.

- Compras pela televisão -

A partir deste ano, os donos de TVs LG conectadas a webOS poderão fazer compras em programas associados a partir do que estiver ofertado nas telas dos seus aparelhos, segundo a empresa TheTake.

Os usuários também conseguirão fazer perguntas e obter respostas em tempo real sobre o que está acontecendo na tela, sejam programas de esportes, notícias ou filmes.

- 5G por menos de 500 dólares -

No mundo, aproximadamente 50 operadoras já oferecem redes 5G, mas para usá-la é preciso ter um celular compatível para desfrutar da nova tecnologia.

A gigante chinesa TCL apresentou novos smartphones, incluindo um desenvolvido especificamente para a nova rede de telefones móveis. O grupo prometeu que todos custarão menos de US$ 500 (cerca de R$ 2 mil).

- Televisores com câmeras -

O grupo chinês Skyworth exibiu os seus novos modelos de TV, que estarão disponíveis nos Estados Unidos e na Europa, com tecnologias integradas, como inteligência artificial e câmeras frontais para o telespectador.

A inteligência artificial e as câmeras permitirão aos usuários fazer videochamadas, tirar fotos e até mesmo o mapeamento dos movimentos do corpo para jogos e aplicativos esportivos.

- Decolagem iminente -

O grupo sul-coreano Hyundai anunciou nesta terça-feira (07) que fabricará carros voadores para a empresa americana Uber, que pretende lançar uma rede de táxis aéreos compartilhados em 2023.

Em comunicado, a Hyundai informou que produzirá em escala industrial os veículos 100% elétricos, com capacidade para até 4 pessoas.

A Samsung apresentou nesta terça-feira (7) seus novos "seres humanos virtuais", que, segundo a empresa, podem falar e sentir emoções como se fossem uma pessoa real.

Os seres virtuais foram apresentados no primeiro dia da edição 2020 da Consumer Electronics Show, em Las Vegas, um dos mais importantes salões de tecnologia do mundo. Eles são chamados NEON e foram criados pelo Star Labs, uma unidade na Califórnia da gigante sul-coreana de eletrônicos Samsung.

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Segundo a empresa, são seres digitais personalizados que podem aparecer em dispositivos, ou videogames, e podem atuar como "apresentadores de televisão, porta-vozes, ou atores de cinema", ou mesmo como amigos, ou parceiros pessoais.

"Os NEONs serão nossos amigos, nossos colaboradores e parceiros, aprendendo continuamente, evoluindo e criando memórias de suas interações", disse o diretor-executivo do laboratório, Pranav Mistry.

De acordo com o Star Labs, os NEONs são inspirados nas "complexidades rítmicas da natureza e são amplamente treinados para saber como os humanos aparentam, se comportam e interagem".

Embora os personagens virtuais já existam e apareçam, por exemplo, nos videogames, os NEONs permitem interagir com humanos e são capazes de incorporar emoções, de acordo com seus criadores.

"Cada NEON tem uma personalidade única e pode mostrar expressões, movimentos e diálogos", afirmou a empresa.

O anúncio chega em um contexto de multiplicação de vídeos criados com Inteligência Artificial que fingem ser pessoas reais, os chamados "deepfakes", que permitem manipular de maneira realista as palavras de uma personalidade pública, por exemplo.

Alguns analistas temem que esses seres virtuais sejam usados durante as campanhas eleitorais para manipular votos, ou exacerbar as tensões políticas.

Segundo Jack Gold, analista da J. Gold Associates, a Samsung pode liderar esse novo mercado de seres virtuais, se conseguir demonstrar expressividade e emoções. "Teremos que esperar para saber do que se trata", completou Gold.

"De qualquer forma, haverá grandes implicações em domínios como atendimento ao cliente, assistência, ou funções de treinamento. E, é claro, poderão ser usados para fingir ser um ser humano", disse ele. Avi Greengart, da consultoria Techsponential, assegura que eles podem ser realistas e "sinistros".

De acordo com a Samsung e com o Star Labs, os NEONs apresentam uma tal semelhança com pessoas reais que não podem ser distinguidos "além da percepção normal". A empresa espera que seus seres virtuais sirvam como representantes comerciais, consultores financeiros, ou pessoais.

"Sempre sonhamos com seres virtuais, tanto na ficção científica quanto nos filmes", disse Mistry. "Os NEONs se integrarão ao nosso mundo e servirão como novos laços com um futuro melhor, um mundo em que humanos são humanos, e máquinas são humanas", estimou.

O laboratório Star Labs foi criado em 2019 por Mistry, que foi vice-presidente-executivo da Samsung e chefe de inovação da Samsung Mobile. Até agora, era conhecido por desenvolver o Sixth Sense, um sistema para interagir com a tecnologia baseada em gestos, desenvolvido no Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Nascido na Índia, Mistry também trabalhou em vários projetos do Google e da NASA.

Para marcar o centenário de Isaac Asimov (1920 - 1992), escritor de ficção científica responsável pelas três leis fundamentais da robótica, 2020 não poderia ser mais certeiro. Assim como o pai dos robôs inteligentes sonhou - um futuro repleto de máquinas capazes de fazer as tarefas que realizamos diariamente, a Huawei resolveu botar em prática o que, até pouco tempo, era apenas ficção. Isso porque a gigante chinesa abriu, no dia 1º de janeiro, a primeira loja varejista de dispositivos da marca com um total de zero funcionários humanos.

A companhia abriu sua primeira loja inteligente não tripulada e oficial, na China. Ela está localizada no Centro Internacional de Novo Desenvolvimento de Wuhan Optics Valley e foi projetada em formato cilíndrico com a parte frontal feita de vidro transparente à prova de balas. É possível fazer pedidos on-line e compras no local, onde há três braços robóticos, capazes de girar 360 graus (sendo um grande e dois pequenos), para atender os pedidos.

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É possível comprar smartphones e acessórios a qualquer momento do dia, uma vez que a loja fica aberta, ininterruptamente, por 24 horas. Entre os serviços oferecidos além das vendas, que não precisam de intervenção humana direta, estão armazenamento inteligente 24 horas, inventário automático de robôs e gerenciamento inteligente de agendamento.

Quem for experimentar os serviços do local deve comprar os produtos da Huawei através de uma grande tela colocada na área do cliente. Depois do pedido finalizado, o grande braço robô pega o dispositivo e o coloca na área de entrega, onde o pequeno bracinho robô o empurra para o comprador. Agora é torcer para que, ao contrário dos personagens de Asimov, os robôs permaneçam apenas ajudando a humanidade.

A Samsung começou a divulgar - durante a última semana - algumas peças publicitárias que parecem representar sua nova assistente virtual. A gigante sul-coreana liberou apenas alguns pôsteres do que pode ser a nova substituta da Bixby, sua antiga assistente - que vem sendo chamada de NEON. 

O software, que usará de Inteligência Artificial (IA) para se comunicar com os clientes da marca, é originário do Samsung STAR Labs, que desenvolve e protege as tecnologias e plataformas de ponta de IA. Apesar de ter sido feita pelo mesmo laboratório de inovação a Bixby nunca alcançou a popularidade das outras assistentes virtuais e essa deve ser um recomeço de jornada para a empresa;

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No site feito especialmente para o projeto, a única informação publicada pela Samsung indica que a NEON será revelada em janeiro de 2020, um dia antes do início da CES 2020, o mais importante evento de tecnologia do mundo, que acontecerá em Las Vegas. A expectativa é que a apresentação da NEON seja feita com mais detalhes durante a feira. 

Nesta quinta-feira (12), acontece a CIn Innovation Expo, feira de projetos de inovação do Centro de Informática (CIn) da Universidade Federal de Pernambuco, O evento, que está na sua quinta edição, reúne e expõe 22 projetos de inovação desenvolvidos pelos alunos do Centro que foram destaque durante 2019. Além da feira, a programação da CIn Innovation Expo vai contar com duas palestras e um workshop. 

Entre as áreas contempladas estão saúde, meio-ambiente, agricultura e pecuária, segurança e resgate, reciclagem, educação, mobilidade, cultura, robótica, entre outras. Para conferir de perto cada projeto basta ir ao segundo andar do Bloco E do CIn-UFPE. O evento é gratuito. 

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Confira mais sobre os projetos participantes:

CattleDMS

O CattleDMS é um sistema para monitoramento e controle de rebanhos de gado. Seu objetivo é introduzir a Internet das Coisas na pecuária brasileira, algo ainda pouco explorado no país, para ajudar a solucionar importantes problemas da área como o roubo e fuga de gado. O sistema consiste em coleiras e cercas inteligentes usando uma proposta diferenciada para rastreio do gado, por meio de tecnologias como Radiofrequência e LoRa MESH.

Fisheye

O projeto Fisheye é um sistema de monitoramento em tempo real da qualidade da água dos rios. O sistema é implementado com uma rede mesh de nós de monitoramento que fornecem dados sobre temperatura, oxigênio dissolvido, pH e turbidez da água, e os envia para um gateway que disponibiliza os dados em uma página web.

Autecla

O AuTecla é um projeto que visa ajudar no processo de aprendizagem e na assistência de crianças com autismo, envolvendo as crianças, pais, médicos e terapeutas no tratamento. O objetivo é reproduzir as atividades desses tratamentos facilitando no assessoramento do médico e na continuação dos estímulos feitos no consultório em casa junto com o apoio dos pais.

WODA

O WODA visa auxiliar as equipe de busca e salvamento por meio de um sistema de localização de vítimas de naufrágio, restringindo a área de busca. O sistema de bordo da equipe de busca localiza as vítimas com auxílio de um algoritmo de trilateração, que estima a posição do náufrago de acordo com sinais de rádio recebidos do colete salva-vidas e de uma boia da embarcação naufragada.

Beholder

O Beholder visa auxiliar na identificação de acidentes e infrações que possam ocorrer em trechos de vias, possibilitando a diminuição do custo de armazenamento e análise de imagens em centrais de monitoramento. O dispositivo analisa um trecho de uma via (seja ela uma rua, rodovia ou avenida), de forma local e pode identificar algumas situações críticas e situações de risco.

Curupira

O sistema Cururpira é uma ferramenta de monitoramento e análise em tempo real capaz de classificar o potencial de incêndio em uma determinada área, além de alertar a ocorrência de um incêndio. O projeto visa monitorar áreas rurais, como por exemplo, fazendas de cana de açúcar, trigo e soja ou áreas florestais. 

NOMU

Nomu é um projeto voltado para a medição da qualidade, volume e predição de consumo de água em tanques, cisternas e caixas d'água disponibilizando estes dados através de interfaces mobile e web.

LORAX

Lorax é um sistema que visa potencializar a fiscalização das Unidades de Conservação, ajudando no monitoramento destas unidades. Isto é feito a partir da identificação de sons de motosserra e tiro, com posterior envio de alertas em tempo real às autoridades responsáveis a fim de dar a elas o poder de tomar decisões mais rápidas no combate de crimes ambientais como desmatamento e caça ilegais.

NeuralALPR

O projeto consiste em um sistema que realiza reconhecimento de placas de veículos brasileiros em tempo real. Todo sistema é executado em uma plataforma embarcada e utiliza redes neurais convolucionais para realizar a detecção e o reconhecimento das placas. O módulo conta com uma câmera para obter as imagens e possui um co-processador de propósito específico capaz de realizar os cálculos das redes neurais de maneira ágil fazendo com que o sistema funcione em tempo real.

GROOT

O GROOT é um sistema para o monitoramento e análise do solo para agricultura de precisão. O sistema coleta dados físico-químicos do solo em tempo real, seguido da análise desses dados para sugerir correções quando necessário, a fim de melhorar a produção.

R4

Sistema para solução do problema do descarte incorreto do lixo reciclável no Recife.

Journi

Site para ajudar alunos de ensino médio a escolher uma universidade onde terá melhor aproveitamento do curso escolhido para realizar o vestibular. 

Indiquo

É uma comunidade com o propósito de revolucionar a maneira como profissionais, empresas e headhunters se relacionam. Com base na indicação, ela realiza um processo seletivo mais assertivo e rápido, conectando e selecionando os melhores profissionais.

Biciflow

Biciflow é uma startup de impacto social que ajuda, através de um aplicativo gratuito, ciclistas a encontrarem companhia para seus percursos cotidianos, visando aumentar a segurança dos mesmos. 

Vestigare

Jogo mobile que proporciona uma experiência divertida em espaços culturais através de uma narrativa que mistura ficção e o contexto do local, e que utiliza de realidade aumentada para a interação do jogador com o ambiente.

MamuLEDs

Sistema de simulação de bonecos de luva controlados por rastreamento de pose de mãos em tempo-real.

PCM Tool

Ferramenta web desenvolvida para facilitar a utilização do Privacy Criteria Method (PCM), uma abordagem que auxilia o desenvolvedor de software a lidar com a engenharia de requisitos de produtos intensivos de software que lidam com informações sensíveis à privacidade.

BalletVR

Sistema para treinamento das posições básicas de braço do ballet clássico de acordo com o Método Francês

Visun

Tecnologia que permite a visualização e interação direta com modelos 3D no formato BIM (Building Information Modeling), no campo da arquitetura e engenharia civil para integrar dados de gerenciamento de obras com os dados geométricos da construção. Visun associa os dados de gestão e de estrutura em uma única interface de Realidade Aumentada, disponibilizando modelos 3D complexos em tempo real em óculos (como o Hololens) para que engenheiros e arquitetos acompanhem as obras de forma transparente.

Willow

Ferramenta para visualização de programas voltada para ensino de algoritmos e estruturas de dados. Oferece recursos para manipulação das visualizações geradas, que podem ser usados para tornar exemplos de algoritmos mais intuitivos. 

Lovecrypto

Plataforma de anúncios ou tarefas incentivadas que premia os usuários em criptomoedas ao fazerem atividades ou verem anúncios pagos por empresas.

RobôCIn

Projeto que trabalha com robótica autônoma desde 2015 no Centro de Informática da UFPE. Já participou de quatro competições Latino Americanas e uma RoboCup Mundial. Em todas competições levou seus sistemas de robôs que jogam futebol sem ajuda humana, que é todo construído e programado pelos alunos para jogar futebol sozinho. Na CInExpo o RobôCIn vai levar seus 4 projetos, demonstrar e explicar para o público cada tecnologia desenvolvida pelos alunos e compartilhar as experiência que tivemos em cada competição.

Cada vez o desafio das escolas e dos educadores cresce com tantos estímulos que disputam as atenções dos alunos, tão conectados a tudo. A tecnologia possibilita novos desafios aos jovens, como os meninos e meninas de Belém que estão se preparando para disputar o maior torneio de robótica educacional do país, em dezembro, na cidade de Garulhos, em São Paulo.

Daria Montenegro Goulart, João Pedro Mendes Fonseca, José Vitor Matos Monteiro Seabra, Luize Souza Barata, Marcelo Yan de Jesus Furtado, Marcos Gama Bengtson e Rodrigo Marques Matos da Silva são os sete jovens que estão dando o seu melhor na programação do NXT – o robô -, execução de projetos e desenvolvimentos de habilidades lógicas. Eles formam a equipe Open Your Mind, vencedora da etapa estadual do Torneio Brasil de Robótica (TBR), disputada em outubro. Em dezembro a equipe ruma na direção de um objetivo maior: o troféu de campeão nacional na categoria middle 2.

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Os sete jovens são alunos da Zoom Pará, fundada em 2016, na cidade de Belém, após uma experiência exitosa em todo o país de ensino tecnológico para crianças e adolescentes. Segundo Alan Raiol, coordenador da equipe e técnico, a Zoom Pará vem preparando equipes para o TBR desde 2017, com suporte metodológico. “No TBR podemos avaliar o desenvolvimento cognitivo e sócio-metodologico dos alunos e como eles são capazes de solucionar problemas e exercitar o espírito colaborativo em sua plenitude. É uma experiência que vai acompanhá-los por toda a vida”, acrescenta o professor de robótica.

Luize Barata, 12 anos, uma das mais experientes da equipe, vai disputar seu segundo torneio nacional. Ela diz que utilizar o tapete e colocar o NXT no ringue para realizar movimentos configura um momento inesquecível.

A energia positiva e a união da equipe, dos pais dos integrantes e dos colaboradores da Zoom é algo que deixa Carmen Raquel Matos Monteiro, mãe de José Vitor, muito realizada. José Vitor diz que vai levar consigo as amizades que fez, as missões que vivenciou e os desafios superados.

A equipe de Belém finaliza os treinos para afinar tudo. Também trabalha para arrecadar mais fundos para a viagem até São Paulo, por meio de uma vaquinha virtual (veja aqui).

Metodologia pioneira lançada em 2002, em São Paulo, a franquia Zoom education for life e o seu método do aprender fazendo utiliza os componentes e conjuntos de peças da LEGO, a gigante dinamarquesa que tem um braço educacional e desenvolve produtos e módulos de robótica – o chamado Lego Mindstorms NXT – aplicados na educação de jovens e adultos. O método engloba materiais didáticos, os conjuntos LEGO Education e o suporte pedagógico.

Da assessoria da equipe.

Três alunos da rede municipal de ensino do Recife vão disputar a Olimpíada Mundial de Robótica, na Hungria. Lorena Brito Lopes, Jamesson Kawa da Silva Nascimento e Edson Cristiano Matias dos Santos embarcam nesta terça-feira (5) para representarem o Brasil na competição.

A Word Robot Olympiad (WRO) terá como tema nesta edição 'Cidades inteligentes' e a equipe brasileira terá a missão de projetar algo sobre a ‘Iluminação Inteligente’. Especificamente, um robô que possa trocar lâmpadas antigas por novas em vários ambientes, além de jogar as velhas no lixo. O desafio é feito exclusivamente com Legos.

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"Essa é uma viagem diferenciada. Mais de 70 países participam desse campeonato e nós estamos representando o Brasil", afirmou a professora orientadora dos alunos, Suely Bezerra.

Essa é a quarta vez que alunos da rede municipal participam de mundiais, a segunda na WRO. Em 2014 estudantes da prefeitura do Recife foram convidados para competição na Rússia. Em 2016 e 2017 os estudantes da rede estiveram no Mundial de Robótica e ficaram entre os oitos melhores.

Estão abertas as inscrições para a etapa pernambucana do torneio de robótica SESI First LEGO League. Quem quiser participar do evento, que acontece nos dias 7 e 8 de fevereiro, no SESI Paulista, deve ter entre  9 e 16 anos e formar uma equipe, podendo ser de escolas públicas ou particulares, grupos de amigos ou times de garagem.

O tema desta temporada é City Shaper e propõe que crianças e jovens de 80 países ajudem a construir e a desenvolver cidades melhores para as próximas gerações. Para isso, os jovens devem explorar sua criatividade e inteligência para sugerir soluções para os problemas atuais do meio ambiente, da mobilidade, da acessibilidade e dos desastres naturais.

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 A taxa de inscrição é de R$ 100 por equipe, e os melhores colocados serão classificados para a etapa nacional, que acontece em março, na cidade de São Paulo. Os competidores também terão que construir e programar robôs para cumprir 14 missões sugeridas na competição. Os robôs poderão capturar, transportar ou entregar objetos em uma arena exclusiva do evento. 

Ao todo, os times terão direito a três turnos, de dois minutos e 30 segundos cada, para execução das tarefas. Cada equipe deverá ser composta por dois técnicos (maiores de 18 anos) e de dois a 10 estudantes. Nos dois dias de competição, os participantes serão avaliados em quatro categorias: desafio do robô, design do robô, projeto de inovação e valores. Os destaques seguirão para a fase nacional.  

 Serviço

Etapa pernambucana do Torneio SESI de Robótica First LEGO League

Inscrições pelo site até 31 de outubro

Taxa de inscrição: R$ 100 por equipe

Competição: 7 e 8 de fevereiro de 2020

Local: SESI Paulista (Av. Lindolfo Collor, 2800 – Arthur Lundgren I, Paulista – PE)

Os técnicos veteranos, cadastrados desde 2018, deverão se inscrever através do site

A cada 3,8 segundos, o robô Laura faz uma varredura nas informações sobre pacientes internados e, utilizando inteligência artificial, consegue mapear casos de sepse, grave infecção que pode afetar o funcionamento dos órgãos e levar à morte. A plataforma, criada pelo arquiteto de sistemas Jacson Fressatto, de 40 anos, está presente em 13 hospitais em três Estados e deve chegar à capital e ao interior de São Paulo em novembro.

Quadro que causa a morte de 250 mil pessoas ao ano no País e de cerca de 6 milhões de pacientes no mundo, a sepse tem sido alvo de estudos de instituições, principalmente dos Estados Unidos. A ideia de criar uma plataforma para evitar a complicação em pacientes que estão internados ocorreu depois de uma tragédia na família de Fressatto. Em 2010, a filha Laura nasceu prematura e, após 18 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), morreu por sepse.

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"Até 2012, fiquei estudando o que era e vi que se fazia necessário construir uma tecnologia que fosse integradora, mas pouco se falava em inteligência artificial e "machine learning" (aprendizado das máquinas)", lembra Fressatto. "Passei a investir recursos pessoais, vendi meu patrimônio e construí, em 2015, um protótipo que foi testado em um hospital para validar o tratamento."

Segundo o fundador do Instituto Laura Fressatto, a primeira implementação foi em julho do ano seguinte no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba, e a plataforma se mostrou eficiente. O balanço da entidade, de outubro de 2016 a junho deste ano, aponta que 2,5 milhões de pacientes já foram monitorados e 12.289 acabaram beneficiados pela tecnologia. "A minha meta pessoal não está relacionada com o que eu passei, mas em saber que a gente pode ter um controle efetivo de risco de morte. Não sou médico nem da área de saúde, mas o que fiz salva 12 pessoas por dia."

Atualmente, a plataforma está em funcionamento em cinco hospitais do Paraná, entre eles o Erasto Gaertner e o Nossa Senhora das Graças, na capital, além de uma instituição de Minas e sete do complexo da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O valor de implementação varia de acordo com o tamanho do hospital e há um gasto mensal de, em média, R$ 4 mil.

Infectologista e diretor médico da plataforma, Hugo Morales explica que a tecnologia funciona monitorando dados do prontuário do paciente e informações contidas em uma ferramenta. Sinais vitais e resultados de exames são analisados pela plataforma, que emite alertas para a equipe médica, caso o paciente apresente alterações no quadro clínico. "A plataforma é a potencialização do ser humano pela máquina, mas quem toma a decisão é o ser humano. Fizemos um estudo seis meses antes e seis meses depois do uso da tecnologia, com 55 mil pacientes. Tivemos redução de mortalidade de 25% e o tempo de internação caiu 10%."

Diretor assistencial do Hospital Ministro Costa Cavalcanti, em Foz do Iguaçu (PR), Sandro Scarpetta diz que a ferramenta está sendo utilizada há pouco mais de um ano e já trouxe resultados. "A (taxa) de mortalidade passou de 4,33% para 1,64%."

Alerta

Presidente do Instituto Latino-Americano de Sepse e intensivista do Hospital Sírio-Libanês, Luciano Azevedo observa que grupos em outros países estão estudando e desenvolvendo plataformas para evitar a complicação, mas ainda são necessários trabalhos científicos para comprovar a eficácia. "Isso é uma tendência, mas ainda não tem uma plataforma que esteja totalmente validada cientificamente para uso. É como um medicamento, que passa por várias etapas de validação", explica Azevedo.

"A inteligência artificial que a gente tem ainda não é capaz de discernir totalmente se é um caso de sepse", observa ele. "Se alarma o tempo inteiro com pacientes que não têm sepse, fadiga a equipe médica. Mas, no futuro, certamente ajudará."

Diagnóstico

A dona de casa Francielli Colle Santana, de 34 anos, estava grávida de 21 semanas do segundo filho quando sentiu um mal-estar, em abril do ano passado. Ela buscou um hospital e foi liberada após três dias de internação. Mas não melhorou.

"Fiquei mais dois ou três dias em casa, mas estava com muita fraqueza e falta de ar", lembra ela. "Fui diagnosticada com sepse por causa do robô, que deu um alerta. Uma bactéria dentária pegou uma válvula do meu coração. Fiz uma cirurgia cardíaca grávida. O médico não deu muita esperança para o bebê."

Naquele momento, Francielli não conseguia compreender a gravidade de seu estado. "Estava tão ruim que não conseguia pensar. Quem sofreu mais foi a minha família." Foram 20 dias de internação, mas a gravidez correu bem. Rafael, que está com 1 ano, e a mãe estão saudáveis.

Montanha-russa

Bianca, de 1 ano e 8 meses, é outra paciente que teve a sepse detectada com a plataforma. A mãe da criança, a jornalista Jéssica Amaral, de 33 anos, teve uma infecção no útero e a menina nasceu prematura. "A gente ficou 77 dias na UTI. Durante a internação, ela teve várias complicações: pneumonia, hemorragia pulmonar. Nem sabia que o hospital tinha essa tecnologia. Mas vi no laudo, depois, que ela teve a sepse. Foi uma forma de salvar a Bianca."

No período de internação, ela viu o robô Laura sendo utilizado pela equipe médica em outros pacientes. "Via a movimentação dos médicos e descobri depois que era a sepse. A UTI é uma montanha-russa. Um dia, a pessoa está bem, no outro, está muito ruim. A minha filha, quando quase estava saindo do hospital, teve a pneumonia. É difícil ver o começo da vida daquele jeito." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Google anunciou nesta quinta-feira (10), um novo recurso para ajudar deficientes visuais a usar o aplicativo Maps. O novo recurso permite que receber uma orientação por voz mais detalhada, além de diferentes tipos de anúncios verbais para passeios a pé. Com a melhoria no app a empresa espera poder auxiliar algumas das mais de 217 milhões de pessoas que têm problemas de visão no mundo.

De acordo com a própria companhia esse recurso é o primeiro feito, desde o início, por pessoas com deficiência visual - para o Google Maps.  A orientação por voz é detalhada para facilitar a navegação a pé. Ela começa a ser lançada hoje no Android e iOS, porém, no momento, está disponível apenas nos Estados Unidos e no Japão, com suporte para idiomas e países adicionais em breve.

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O SESI-PE está com vagas abertas para quem quiser aprender a treinar as equipes de robótica que participarão da etapa pernambucana Torneio SESI FIRST LEGO League. As inscrições são gratuitas e a ficha de adesão deve ser solicitada até o dia 30 de setembro, para ocupar algum dos 50 lugares disponíveis. 

Os futuros técnicos terão o papel de organizar as equipes, que poderão ser compostas por estudantes de 9 a 16 anos de escolas públicas ou particulares, grupos de amigos ou times de garagem. Além disso, devem ter uma área de treino, estar ciente do manual de técnicos, zelar pelo bem-estar físico dos competidores e auxiliar na construção e divisão das responsabilidades do time. 

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Nesta temporada, estudantes de 80 países serão desafiados a pesquisar soluções que possam contribuir para o desenvolvimento das cidades. Eles deverão otimizar questões relacionadas ao meio ambiente, mobilidade, acessibilidade, desastres naturais, entre outras situações.

Os competidores também precisarão construir e programar robôs baseados na tecnologia LEGO Mindstorm (linha voltada para educação tecnológica) para cumprir diversas missões. Os melhores avaliados passarão para a etapa nacional e, por fim, os selecionados disputarão a etapa mundial.

A capacitação será ministrada por Filipe Nascimento, matemático com pós-graduação em Metodologia do Ensino de Matemática e Física, que atuou como juiz nas últimas três edições do torneio. Os interessados devem se cadastrar pelo e-mail gislenne.araujo@sistemafiepe.org.br e comparecer no dia 31 de agosto, das 8h às 17h, no SESI Paulista.

A nave Soyuz com o robô humanoide Fedor a bordo atracou com sucesso, nesta terça-feira, na Estação Espacial Internacional (ISS), após uma primeira tentativa fracassada no final de semana, anunciou a agência espacial russa (Roscosmos).

"Me desculpo pelo atraso, estava em um engarrafamento. Já estou pronto para continuar o trabalho", afirmou o robô em uma mensagem em sua conta no Twitter.

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Um comunicado do portal de internet da Roscosmos informou que a nave Soyuz MS-14 se acoplou à ISS às 3H08 GMT (0H08 de Brasília).

Em uma mensagem dirigida aos astronautas russos a bordo da ISS, o presidente Vladimir Putin os parabenizou pela resolução do incidente.

Os problemas com o acoplamento "eram de certo modo anormais", disse Putin. "Como acontece sempre com nossos cosmonautas, resolveram os problemas perfeitamente", acrescentou.

O robô, com corpo antropomórfico prateado, mede 1,80 metro e pesa 160 quilos. Fedor é um nome russo (Feodor) e também uma sigla em inglês: "Final Experimental Demonstration Object Research".

Capaz de imitar os movimentos humanos, Fedor terá como missão ajudar os astronautas em suas tarefas, mas não poderá se movimentar livremente pela estação.

Um comentarista na Nasa TV, que transmitia a operação de acoplamento, destacou "a perfeita aproximação à ISS". "Contato confirmado, captura confirmada", relatou.

Fedor havia partido na quinta-feira a bordo do foguete Soyuz MS-14 lançado do cosmódromo russo de Baikonur, no Cazaquistão.

A nave Soyuz transportou 670 quilos de carga: equipamento científico e médico, componentes para o sistema de suporte vital, além de contêineres com alimentos, remédios e produtos de higiene pessoal para os membros da tripulação.

A princípio, o robô deve permanecer 10 dias na ISS para auxiliar os astronautas. O retorno está previsto para 7 de setembro.

O fracasso na primeira tentativa de acoplamento no sábado foi uma desilusão para o setor espacial russo, que nos últimos anos sofreu acidentes e escândalos de corrupção.

Em outubro passado, um acidente ocorrido em um Soyuz minutos depois da decolagem obrigou os astronautas a bordo - o americano Nick Hague e o russo Alexéi Ovtchinin - a uma aterrissagem de emergência.

- Tarefas perigosas -

A bordo da ISS, o robô vai participar em diferentes atividades, sob a supervisão do cosmonauta russo Alexander Skvortsov, que chegou à Estação Espacial Internacional no mês passado.

Fedor deve testar suas capacidades em condições de gravidade muito reduzida. Uma de suas principais habilidades é imitar os movimentos humanos e, desta maneira, poderá auxiliar os astronautas.

As operações o obrigarão a manejar uma chave de fenda e outras chaves, afirmou Alexander Bloshenko, diretor de programas da agência espacial russa, Roscosmos, em uma entrevista ao jornal Rossiyskaya Gazeta.

Esse robô foi criado para trabalhar nas condições mais difíceis, que seriam perigosas para o homem, detalhou Bloshenko. As autoridades russas pretendem utilizar Fedor no futuro para a exploração espacial.

Fedor não é o primeiro robô enviado em uma missão similar.

Em 2011, a Nasa enviou ao espaço um robô humanoide chamado Robonaut 2, desenvolvido em parceria com a General Motors, com o mesmo objetivo de testar suas atividades em um ambiente de risco elevado.

O robô retornou à Terra em 2018 por problemas técnicos.

Em 2013, o Japão enviou ao espaço o pequeno robô Kirobo, coincidindo com a chegada do primeiro comandante japonês da ISS, Koichi Wakata.

Kirobo era capaz de falar, mas apenas em japonês.

A Rússia enviou ao espaço nesta quinta-feira (22) Fedor (ou Feodor), seu primeiro robô humanoide, que deve passar um período na Estação Espacial Internacional (ISS) como um experimento para o uso deste tipo de máquina na exploração do espaço.

"Vamos! Vamos!", afirmou o robô em russo no momento da decolagem, recordando a famosa expressão de Yuri Gagarin durante a primeira viagem espacial do homem em 1961.

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Fedor, que tem o número de identificação Skybot F850, decolou às 6H38 de Moscou (0h38 de Brasília), a bordo de um foguete Soyouz, lançado da base russas de Baikonur, no Cazaquistão.

Fedor deve, a princípio, chegar à ISS no sábado e permanecer na estação até 7 de setembro. O foguete utilizado no lançamento está equipado com um novo sistema de controle digital e motores de última geração.

O robô, com corpo antropomórfico prateado, mede 1,80 metro e pesa 160 quilos. Fedor é um nome russo (Feodor) e também uma sigla em inglês: "Final Experimental Demonstration Object Research".

Fedor tem contas nas redes sociais Instagram e Twitter, nas quais divulga informações sobre sua vida diária e suas proezas, como aprender a abrir uma garrafa de água.

A bordo da ISS, o robô vai participar em diferentes atividades, sob a supervisão do cosmonauta russo Alexander Skvortsov, que chegou à Estação Espacial Internacional no mês passado.

Fedor deve testar suas capacidades em condições de gravidade muito reduzida. Uma de suas principais habilidades é imitar os movimentos humanos e, desta maneira, poderá ajudar os astronautas a cumprir suas tarefas.

"Deverá fazer cinco ou seis tarefas, que são secretas", afirmou na quarta-feira Yevgueni Dudorov, executivo da empresa que criou Fedor.

As operações o obrigarão a manejar uma chave de fenda e outras chaves, afirmou Alexander Bloshenko, diretor de programas da agência espacial russa, Roscosmos, em uma entrevista ao jornal Rossiyskaya Gazeta.

- Missões arriscadas -

Fedor não é o primeiro robô a viajar ao espaço.

Em 2011, a Nasa enviou ao espaço um robô humanoide chamado Robonaut 2, desenvolvido em parceria com a General Motors, com o mesmo objetivo de testar suas atividades em um ambiente de risco elevado.

O robô retornou à Terra em 2018 por problemas técnicos.

Em 2013, o Japão enviou ao espaço o pequeno robô, Kirobo, coincidindo com a chegada do primeiro comandante japonês da ISS, Koichi Wakata.

Kirobo era capaz de falar, mas apenas em japonês.

Além da missão específica, as autoridades russas, que consideram a conquista do espaço uma questão estratégica, não escondem as ambições para Fedor e seus futuros irmãos.

Estas máquinas poderiam executar operações perigosas, como as saídas ao espaço, afirmou Alexander Bloshenko, da Roscosmos, à agência RIA Novosti.

O diretor da Roscosmos, Dmitri Rogozin, exigiu em agosto fotos de Fedor ao presidente russo, Vladimir Putin, e apresentou o robô como um "assistente da tripulação" da ISS.

"No futuro, contaremos com esta máquina para conquistar o espaço", declarou na ocasião.

A conquista do espaço é uma grande fonte de orgulho desde a época soviética, mas enfrentou muitas dificuldades desde o fim da URSS.

Apesar das ambiciosas promessas do Kremlin, o setor registrou acidentes humilhantes e escândalos de corrupção nos últimos anos.

A Rússia, no entanto, continua sendo no momento o único país com capacidade para enviar astronautas à ISS.

Antes confinados ao mundo das histórias em quadrinhos, os exoesqueletos 'wearables' (exoesqueletos vestíveis) que aumentam as habilidades físicas de uma pessoa deram mais um passo nesta quinta-feira (15), quando pesquisadores da Universidade de Harvard revelaram shorts robóticos que ajudam na caminhada e na corrida.

O dispositivo pesa apenas cinco quilos e detecta a marcha do usuário para ajustar adequadamente seu ritmo.

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Caminhar e correr são atividades muito diferentes do ponto de vista biomecânico, e os dispositivos anteriores se concentraram em impulsionar um ou outro, mas não ambos, disse à AFP o coautor Conor Walsh, do Instituto Wyss para Engenharia Biologicamente Inspirada de Harvard.

Trata-se de um passo em direção a dispositivos que podem ajudar as pessoas não em uma única atividade, mas "em suas vidas cotidianas, de muitas maneiras diferentes e em muitas atividades diferentes", afirmou.

A inovação exigia o desenvolvimento de um algoritmo de controle que usasse três sensores para detectar com 99% de precisão o que o usuário estava fazendo e responder de acordo.

Em um artigo publicado na revista Science nesta quinta-feira, os autores escreveram que o traje reduz o gasto médio de energia da caminhada em 9,3% e o da corrida em 4,0%, uma melhoria que se mostrou significativa no desempenho atlético.

O exoesqueleto robótico foi testado em vários ambientes, e Walsh disse que sua bateria durará por até 10 quilômetros de caminhada e corrida.

Esta versão em particular está focada em aumentar o desempenho de pessoas saudáveis, e Walsh disse que imaginava que poderia ser usada em atividades ao ar livre, ou ajudar "um soldado ou alguém sobrecarregado a ficar menos cansado".

Mas a equipe também está investigando no laboratório dispositivos futuros que podem ajudar os sobreviventes de derrames que sofreram perda de mobilidade a caminhar de maneira mais simétrica, eficiente e rápida.

Eles estão trabalhando com um parceiro comercial na obtenção da aprovação regulamentar para levar um dispositivo médico ao mercado nos próximos anos, e estimam que será vendido por cerca de US$ 30.000.

A versão não médica que poderia ajudar os trabalhadores de fábricas ou de outros ambientes ocupacionais será disponibilizada por meio de uma star-tup que será lançada no próximo outono boreal em Harvard.

Os exoesqueletos moles ('soft exosuits'), que usam tecidos para se ajustarem mais naturalmente ao corpo humano, representam uma evolução em relação aos exoesqueletos duros ('hard exosuits'), mais restritivos, que ainda são usados em ambientes terapêuticos.

Alunos do Centro de Informática (CIn) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), vão ministrar uma série de encontros gratuitos para quem quiser saber mais sobre robótica. Chamado de Academia RobôCIn, o evento trará um mês de meetups dividido em quatro encontros com diferentes temas que tratam das competências e potencialidades da robótica para a sociedade.

O primeiro dia contará com a professora e orientadora do RobôCIn, Edna Barros e com o aluno Lucas Cavalcanti (gerente da equipe), para falar sobre o trabalho que levou a equipe de robótica à maior competição de robôs autônomos do mundo, a RoboCup. O mundial que ocorreu na Austrália, em julho de 2019, deu ao time o título de melhor equipe brasileira na categoria 2D Simulation e a segunda melhor equipe nacional na série B da categoria Small Size League.

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Outro título conquistado pelos jovens foi o Most Improved Award, honraria dada aos times que se destacam por seu desempenho na competição e superam as expectativas. Essa foi a primeira participação do RobôCIn no mundial, mas o grupo já acumula conquistas na LARC, competição de robótica da América Latina, e na IronCup, competição nacional.

O primeiro encontro está marcado para o dia 20 de agosto, às 16h, no Anfiteatro do CIn-UFPE. Os demais encontros da Academia RobôCIn, acontecem nas semanas seguintes e trarão um panorama de iniciação à robótica autônoma, incluindo detalhes sobre as categorias competitivas 2D Simulation e Very Small Size League (VSS). 

Todos os meetups são gratuitos e serão realizados no Anfiteatro das 12h às 13h, com exceção da abertura que ocorrerá às 16h. Confira a programação completa:

20/08 - Abertura da Academia RobôCIn: Conhecendo o RobôCIn

27/08 - Introdução a Robótica e Robótica Autônoma + Entendendo o Seguidor de Linha

03/09 - Entendendo Simulation 2D + Entendendo a VSS

17/09 - Entendendo a SSL: o robô e a inteligência artificial (IA) 

Em um templo budista japonês com 400 anos de antiguidade, a deusa da compaixão, Kannon, adotou a forma de um androide para receber fiéis e visitantes, mas esta iniciativa para estimular o interesse pelo budismo não é unanimidade.

O androide Mindar, cuja criação custou cerca de um milhão de dólares, recita sem parar sutras budistas e adverte, com sua voz metálica, contra a vaidade e contra os perigos do desejo, da cólera e do ego.

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Os sacerdotes de carne e osso continuam presentes no templo Kodaiji, da antiga capital japonesa, Kooto, e veem com bons olhos este novo "colaborador", feito de cabos e de silicone.

Para eles, esta máquina está especialmente adaptada para o budismo e pode evoluir, acompanhando os avanços tecnológicos, assim como melhorar com as experiências registradas.

"O budismo não é uma crença em um deus. É seguir o caminho de Buda, é se comprometer com o caminho de Buda. E pouco importa que esteja representado por uma máquina, sucata, ou uma árvore", diz um dos religiosos, Tensho Goto, à AFP.

Alto como uma pessoa adulta, com a parte superior do crânio aberta para deixar os elementos eletrônicos à mostra, uma minúscula câmera no olho esquerdo e apenas com o rosto, mãos e ombros de silicone - para imitar a pele humana -, o "sacerdote-robô" está instalado em uma sala montada especialmente para ele.

Em uma das paredes, projetam-se traduções em inglês e chinês das mensagens pronunciadas pela máquina, junto com imagens de natureza e de gente.

- "Evoluir até o infinito" -

Surgido de um projeto comum entre este templo zen carregado de história e o famoso especialista em robótica Hiroshi Ishiguro, da Universidade de Osaka, o androide entrou em serviço este ano.

"Pode ser difícil para alguns comunicar com sacerdotes um pouco antiquados como eu, e espero que este robô seja uma forma lúdica de encher este vazio", avalia o religioso Goto, pensando nas novas gerações.

A Universidade de Osaka fez uma pesquisa entre os fiéis: alguns disseram sentir "um acolhimento que não se sente diante de uma máquina", enquanto outros reconheceram que se sentem "pouco confortáveis" com "as expressões muito artificiais do robô".

Alguns fiéis chegaram a acusar o templo Kodaiji de sacrilégio.

"Os ocidentais foram os que mais se incomodaram com o robô", contou Tensho Goto, afirmando que as reações dos japoneses são positivas, em sua maioria.

"Os japoneses não têm preconceito contra os robôs. Fomos educados com história em quadrinhos, em que os robôs são nossos amigos. Os ocidentais pensam diferente", explicou.

"O objetivo do budismo é reduzir o sofrimento", acrescenta o sacerdote.

"A sociedade moderna traz novas formas de estresse, mas o objetivo realmente não mudou há mais de 2.000 anos", completou.

"A grande diferença entre um monge e um robô é que nós vamos morrer, enquanto que ele conhecerá muita gente e armazenará muitas informações, que vão fazê-lo evoluir até o infinito", reforçou.

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