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É o ano de 2035. Um imigrante quer se estabelecer na França, mas a análise de todas as suas ações e comportamentos graças ao grande volume de dados sugere às autoridades que ele não se integrará adequadamente. Sua solicitação é rejeitada. Ficção cientifica? Não para a OCDE.

Nos próximos anos, é provável que as mudanças climáticas, distúrbios geopolíticos e o envelhecimento da população continuarão acelerando os fluxos migratórios.

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Mas outros fatores, como as novas tecnologias, podem "mudar o jogo", antecipa a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em um documento apresentado nesta sexta-feira em Paris em um fórum sobre migrações.

Essas projeções para "por volta do ano 2035" não são inteiramente o resultado da imaginação.

Os cenários apresentados são "plausíveis e perturbadores o suficiente para merecer a atenção e a preparação dos formuladores de políticas", segundo o relatório.

Por exemplo, com base nos dados pessoais disponíveis e usando "avanços tecnológicos", poderia-se "selecionar imigrantes com base em estimativas precisas e detalhadas de seu potencial de integração".

O Reino Unido já utiliza, por razões de segurança, big data para o processo de visto, e os Estados Unidos podem pedir aos migrantes acesso às suas redes sociais, ressalta o relatório.

Sua generalização pode levantar a problemas éticos, mas também "levar a melhores processos de integração e maior aceitação pública da migração", estima a OCDE.

- "Impactos gigantescos" -

"Pensamos em cenários que poderiam ocorrer (...) e ter impactos gigantescos", resumiu à AFP Jean-Christophe Dumont, chefe de migração internacional da OCDE.

"Vamos imaginar que podemos prever um comportamento com base em dados pessoais. Que selecionamos com base na probabilidade de alguém ficar doente, cometer um crime, integrar-se com mais ou menos facilidade, aprender um idioma (...) Não estamos longe disso", afirmou.

Outra hipótese levantada pela OCDE é que não se pode mais viver na clandestinidade, pois os governos podem geolocalizar os clandestinos e saber onde estão em tempo real.

"Não estamos longe disso na China com o reconhecimento facial, com o controle das redes sociais. Mas estamos confortáveis com esse tipo de futuro?", questiona Jean-Christophe Dumont.

Para Nina Gregori, diretora do Escritório Europeu de Apoio ao Asilo (EASO), "ser capaz de antecipar os movimentos das pessoas é uma coisa boa".

"Identificar todas as pessoas que estão em nosso território" poderia ter um "impacto positivo" para estrangeiros em situação irregular, estima, pois "existem setores inteiros da economia, como a agricultura, que são semi-dependentes da mão de trabalho de imigrantes em situação irregular".

- Contrapoderes -

Para o diretor da associação Fórum de Refugiados, Jean-François Ploquin, "quanto mais nos aproximamos dos sistemas de controle, mais são necessários contrapoderes".

"Tudo isso levanta, por exemplo, a questão do enorme problema da confiabilidade dos dados. O fato de um jovem africano declarar sua idade na Itália para entrar na Europa não significa que ele não seja menor", diz.

A OCDE recomenda que os governos não baseiem suas políticas "exclusivamente" em algoritmos e inteligência artificial.

A organização também vê outros possíveis fatores para a migração em massa, como uma transição bem-sucedida para uma ecologia livre de carbono que levaria a uma queda nos preços do petróleo.

Os países exportadores de ouro preto, particularmente no Oriente Médio, que atualmente dependem fortemente de mão-de-obra migrante, veriam não apenas o retorno desses migrantes aos seus países de origem, mas também um êxodo potencial de suas populações, alerta a OCDE.

A combinação de vários fatores pode gerar "uma tempestade perfeita de desequilíbrios migratórios internacionais", conclui.

O Google anunciou, na última quinta-feira (16), que está simplificando a proteção avançada de aparelhos que têm acesso a uma conta vinculada à empresa. Quem possui uma conta do Google poderá ativar o serviço mesmo que seu telefone principal seja um iPhone.

O Programa Proteção Avançada criado pela gigante da internet bloqueia o acesso fraudulento à conta do Google utilizando a verificação em duas etapas. Ele se propõe a fornecer uma melhor defesa contra phishing - já que cria uma chave de segurança, além de proteger os dados pessoais do usuário, limitando o acesso de diversos aplicativos a eles.

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Alguns aplicativos como WhatsApp e Telegram já possuem a verificação em duas etapas como forma de evitar que terceiros tenham acesso às informações compartilhadas dentro das plataformas. Usuários de iPhone que quiserem fazer o download do recurso devem fazer login no aplicativo Google Smart Lock para ativar uma chave de segurança no smartphone e, em seguida, visitar o site da proteção avançada. Proprietários de aparelhos Android podem ativar a chave de segurança clicando neste link.

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública deu prazo de dez dias úteis ao Google para firmar um termo de ajuste de conduta (TAC) num caso de suposta violação de privacidade dos usuários do Gmail, que teriam suas caixas de e-mail monitoradas para que recebessem anúncios personalizados.

Se condenado, o Google pode pagar uma multa de R$ 9,7 milhões. O prazo começou a correr a partir da quinta-feira.

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Em nota, o Google diz: "Não comentamos casos específicos em andamento. O Google reforça que não usa a informação disponível no Gmail para a personalização de anúncios desde 2017 e estamos seguros de que nossos produtos estão de acordo com a legislação brasileira".

O processo da Senacon tem origem numa ação civil pública de 2015 aberta no Piauí, que questionava a então prática da empresa de escanear e-mails sem consentimento.

A ONU aprovou nesta sexta-feira uma proposta apresentada pela Rússia que busca criar uma nova convenção sobre crimes cibernéticos, causando alarme entre grupos defensores das liberdades e as potências ocidentais.

A Assembleia Geral aprovou uma resolução patrocinada pela Rússia e apoiada pela China que prevê a criação de um comitê de especialistas em 2020 para elaborar uma "convenção internacional exaustiva para combater o uso das tecnologias de comunicação e informação com propósitos criminosos".

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Os Estados Unidos, as potências europeias e grupos defensores das liberdades temem que isto sirva para legitimar os ataques contra a livre expressão, pois os governos de numerosos países qualificam de "criminosas" as críticas de opositores.

Um grande número de países tenta restringir ou impedir o acesso à Internet.

A China, por exemplo, restringe as buscas para evitar o acesso a temas que ameacem a liderança comunista ou sites de notícias que façam uma cobertura crítica.

A Índia, por sua parte, cortou em agosto a Internet na Caxemira, após retirar a autonomia desta região de maioria muçulmana.

O Irã bloqueou o acesso à Internet em novembro, enquanto reprimia os protestos deflagrados por um aumento dos combustíveis.

A ONG Human Rights Watch (HRW) qualificou a lista de patrocinadores da resolução como "uma galeria de alguns dos governos mais repressivos da terra".

"Se o plano é desenvolver uma convenção que conceda aos países legalidade para cortes e censura na Internet enquanto potencialmente se criminaliza a liberdade de expressão esta é uma boa ideia", ironizou Louis Charbonneau, da HRW.

Os sistemas de reconhecimento facial podem produzir resultados extremamente imprecisos, especialmente para não-brancos, de acordo com um estudo do governo dos Estados Unidos publicado nesta quinta-feira (19) que provavelmente suscita novas dúvidas sobre a implantação da tecnologia de inteligência artificial.

O estudo de dezenas de algoritmos de reconhecimento facial mostrou taxas de "falso positivo" para asiáticos e afro-americanos até 100 vezes mais altos do que para brancos.

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Pesquisadores do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST), um centro de pesquisa do governo, também descobriram que dois algoritmos atribuíam o sexo errado às mulheres negras quase 35% das vezes.

O estudo foi realizado em meio à aplicação generalizada do reconhecimento facial em aeroportos, segurança nas fronteiras, bancos, lojas comerciais, escolas e tecnologia pessoal, assim como para desbloquear smartphones.

Alguns ativistas e pesquisadores afirmam que o potencial de erros é muito grande, que isso pode resultar na prisão de pessoas inocentes e que a tecnologia pode ser usada para criar bancos de dados que podem ser invadidos ou usados incorretamente.

O estudo do NIST encontrou tanto "falsos positivos", nos quais um indivíduo é identificado erroneamente, como "falsos negativos", nos quais os algoritmos não conseguem definir com precisão a identidade de uma pessoa a partir de uma base de dados.

"Um falso negativo poderia ser simplesmente um inconveniente. A pessoa não pode acessar seu telefone, por exemplo, mas o problema geralmente pode ser contornado com uma segunda tentativa", disse o pesquisador Patrick Grother.

"Mas um falso positivo justifica uma maior análise", destacou.

O estudo constatou que os sistemas de reconhecimento facial desenvolvidos nos Estados Unidos apresentam taxas de erro mais altas para asiáticos, negros e nativos americanos.

O grupo demográfico de indígenas americanos apresentou as maiores taxas de falsos positivos.

No entanto, alguns algoritmos desenvolvidos em países asiáticos produziram taxas de precisão semelhantes para a coincidência entre rostos asiáticos e caucasianos, que segundo os pesquisadores sugere que essas disparidades podem ser corrigidas.

Jay Stanley, da União das Liberdades Civis dos Estados Unidos, disse que o novo estudo mostra que a tecnologia não está pronta para ampla implantação.

"Inclusive os cientistas do governo agora estão confirmando que esta tecnologia de vigilância é defeituosa e parcial", destacou Stanley num comunicado.

"Uma coincidência falsa pode levar uma pessoa a perder seu voo, seja submetida a longos interrogatórios, colocada em listas de vigilância, seja detida por motivos errados ou algo pior".

O Facebook admitiu que monitora cada um de seus usuários, mesmo com a função de geolocalização desativada, por razões de segurança mas também com objetivos publicitários.

"Inclusive sem a ativação dos serviços de localização, o Facebook ainda pode saber onde o usuário está com base em informações que ele e outros fornecem através de suas atividades e conexões com nossos serviços", revela a rede social em carta de 12 de dezembro enviada ao senador democrata Chris Coons e ao republicano Josh Hawley, do Congresso dos EUA.

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O documento foi divulgado nesta terça-feira (17) no Twitter de uma jornalista do jornal americano The Hill. Hawley retuitou a publicação da jornalista e escreveu: "Facebook admite. Você apaga os serviços de localização mas eles sabem onde você está para ganhar dinheiro".

"Não há como escapar. Não há controle sobre sua informação pessoal. Isto é a Grande Tecnologia. É por este motivo que o Congresso precisa agir".

O Facebook obtém dados pessoais de todos os tipos sobre seus mais de 2 bilhões de usuários frequentes em ao menos uma das plataformas do grupo: Instagram, Messenger, WhatsApp ou Facebook.

Estes dados são a base do seu modelo econômico, que se sustenta com o faturamento em publicidade ultra-segmentada em grande escala.

O Facebook enviou nesta sexta-feira (13) para 29 mil funcionários uma notificação sobre o roubo de HDs que continham seus dados pessoais e que estavam num carro de um empregado da empresa.

"Não encontramos nenhum abuso e acreditamos que foi um roubo comum e não uma tentativa de obter informações dos funcionários" que trabalhavam na empresa em 2018, segundo uma mensagem do Facebook encaminhada à AFP, na qual acrescentou que nenhum dado dos usuários da rede social foi comprometido.

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Os HDs discos furtados continham nomes, números de contas bancárias e outros dados privados de 29 mil pessoas que trabalham para o Facebook nos Estados Unidos, confirmou o gigante da internet.

Um empregado da área administrativa deixou dentro do próprio carro uma bolsa com os HDs, que não deveriam ter saído da sede do Facebook.

"Como precaução, informamos os funcionários anteriores e atuais afetados e disponibilizamos a assistência necessária em caso de roubo de identidade", informou o Facebook, que também está cooperando com a investigação policial.

A Huawei anunciou nesta quinta-feira a segunda ação judicial contra a administração americana, que excluiu a empresa chinesa de telecomunicações de um fundo federal destinado ao desenvolvimento de infraestruturas em áreas rurais, alegando supostas razões de segurança nacional.

Em plena guerra comercial, tecnológica e diplomática entre Pequim e Washington, a Huawei denunciou uma decisão "ilegal" por parte da administração Trump, que considera a empresa líder mundial de equipamentos 5G um 'cavalo de Troia' do regime chinês.

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"A Huawei é uma empresa chinesa. Esta é a única desculpa de Washington para perseguir o grupo", denunciou o diretor do departamento jurídico do grupo, Song Liuping.

Em uma entrevista coletiva na sede do grupo em Shenzhen, sul da China, Song anunciou a apresentação de uma denúncia nos Estados Unidos contra a decisão do governo americano de afastar a Huawei de um fundo federal para o desenvolvimento de infraestruturas de telecomunicações em zonas rurais.

Washington suspeita que tanto a Huawei como a ZTE, outra empresa chinesa, poderiam espionar para Pequim, o que motivou a exclusão dos dois grupos, mês passado, de um fundo de 8,5 bilhões de dólares administrado pela Comissão Federal de Comunicações (FCC).

Alegando uma "ameaça para a segurança nacional", a FCC proibiu que as operadoras de telecomunicações americanas recorram ao Fundo de Serviço Universal (USF) para financiar equipamentos das duas empresas chinesas.

Também apresentou uma proposta para "exigir das empresas que recebam recursos do USF que retirem e substituam os equipamentos e serviços" prestados pela Huawei e ZTE.

O presidente da FCC, Ajit Pai, justificou a decisão apontando que Huawei e ZTE "têm vínculos estreitos com o governo comunista e o aparato militar chinês".

A Huawei, segunda maior empresa mundial de telefonia móvel, está no centro da batalha tecnológica entre China e Estados Unidos. Especialmente porque o grupo, fundado por um ex-engenheiro do exército chinês, Ren Zhengfei, é considerado um ator inevitável no fornecimento de equipamentos de tecnologia 5G, a quinta geração da internet móvel.

Para Song, a decisão da FCC não estabeleceu que a empresa chinesa constitui uma ameaça para a segurança dos Estados Unidos.

"Vetar uma empresa como a Huawei não resolve as questões de cibersegurança", declarou.

A Huawei apresentou uma denúncia em março nos Estados Unidos contra a lei de finanças do Departamento de Defesa americano, que proíbe que as administrações públicas comprem equipamentos ou contratem serviços da empresa chinesa.

O Departamento do Comércio incluiu em maio a Huawei e suas filiais em uma lista de grupos proibidos de fazer negócios com empresas americanas.

A medida foi um duro golpe para a Huawei, que depende de tecnologia americana para seus smartphones, sobretudo o sistema operacional Android, do Google.

Mas também foi um golpe para as empresas americanas, que têm na Huawei um cliente importante, e para as operadoras que contam com os equipamentos do grupo para desenvolver o 5G.

Por este motivo, o governo Trump indicou no mês passado que começou a aprovar, em alguns casos, que algumas empresas americanas possam vender componentes para a Huawei, desde que exportem produtos que não colocam em risco a segurança nacional.

A ZTE ficou perto da falência no ano passado, depois que algumas empresas americanas foram proibidas de fazer negócios com a empresa por causa de suas relações com o Irã e a Coreia do Norte. O grupo ficou sem acesso a componentes vitais para sua produção. Mais tarde, porém, Donald Trump recuou e permitiu que a ZTE retomasse as importações, mas sob condições estritas.

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), instaurou na última semana um processo administrativo contra o Google por suposta coleta de dados de crianças e adolescentes no YouTube.

Segundo o órgão, há indícios de que os dados para fins publicitários foram coletados sem o consentimento dos pais - as informações seriam usadas para direcionar propagandas. Entre as informações estariam dados de geolocalização, número de telefone e modelo do aparelho. Se considerado culpado, o Google pode receber uma multa de até R$ 9,9 milhões. A Senacon começou a investigar o caso em setembro.

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Em nota, o Google diz que esta alterando a maneira como coleta e usa dados em conteúdo infantil no YouTube. "A partir de janeiro, trataremos os dados de todos que acessam conteúdo infantil como se fossem de uma criança, independentemente da idade do usuário. Limitaremos coleta e utilização dos dados em conteúdo infantil apenas para permitir o funcionamento do produto, também não mais serviremos anúncios de forma segmentada. A identificação do conteúdo infantil será feita por meio de uma combinação de informação dos criadores e aprendizagem de máquina", diz o documento.

A empresa lembrou também dos termos de uso da plataforma: "Os usuários brasileiros concordam com os Termos de Serviço do YouTube no Brasil ao utilizarem a plataforma. Esses Termos de Serviço advertem que o YouTube é uma plataforma projetada para uso adulto. O uso do YouTube por crianças e adolescentes tem por pressuposto que estejam autorizados e supervisionados por seus pais ou responsáveis legais", explica a companhia.

O Google diz que encoraja os pais a utilizarem o YouTube Kids para os seus filhos. O serviço permite às crianças explorarem conteúdo compatível com a idade. Nesse ambiente, a coleta de dados seria menos invasiva do que na versão para adultos.

Em setembro, o Google tomou uma multa de US$ 170 milhões da Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC, na sigla em inglês) por violação da privacidade de crianças usuárias também no YouTube.

Em agosto, a Senacon notificou o Google pela suspeita de outras violações de privacidade. A secretaria investigava uma "possível captura indevida de dados de usuários sobre geolocalização".

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A partir deste domingo (1º), as operadoras de telecomunicações na China serão obrigadas a coletar as imagens dos rostos escaneados dos novos usuários de telefones celulares.

Em setembro, o ministro chinês da Indústria e Tecnologia da Informação publicou uma nota sobre a "salvaguarda dos direitos e interesses legítimos dos cidadãos on-line", a qual enumera uma série de novas normas.

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Entre elas, a obrigação das operadoras de telecomunicações de usarem "Inteligência Artificial e outros meios técnicos" para verificar a identidade das pessoas que registrarem um novo número de telefone.

Um representante de serviço ao cliente da China Unicom disse à AFP que, na prática, isso significa que os clientes que registrarem um novo número terão de gravar a si mesmos.

A medida surge em um contexto de auge dos sistemas de reconhecimento facial na China por parte das autoridades.

O YouTube terá a partir desta terça-feira (26) uma nova ferramenta para evitar a disseminação de informações falsas na plataforma. Quando usuários fizerem buscas por vídeos, que normalmente são usados para espalhar informações que não são verdadeiras, o YouTube apresentará no topo dos resultados um alerta, que indicará a veracidade (ou não) daquilo que foi buscado.

O recurso estava em testes desde março deste ano na Índia e agora será trazido ao País - mensalmente, mais de 100 milhões de pessoas no Brasil visitam o YouTube. Isso não significa que vídeos com informações falsas serão eliminados ou bloqueados da plataforma. O alerta será feito no topo da tela de buscas, acima dos resultados. Na página dos vídeos, tudo permanecerá como está, sem nenhum tipo de alerta.

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A checagem dos fatos nos alertas será feito por parceiros independentes. Entre eles está o Estadão Verifica, projeto do jornal O Estado de S. Paulo. Qualquer dos parceiros poderá criar os painéis com informações que aparecerão nas buscas.

"A expansão da ferramenta complementa nosso trabalho constante para acrescentar fontes com autoridade quando as pessoas buscarem por notícias e informações no YouTube", diz a empresa, em um comunicado oficial.

Ao criar a ferramenta, o Google espera fazer uma ponte entre usuários e agências de checagem de fatos. A empresa atribui aos parceiros a responsabilidade pela checagem - a companhia sabe que alguns dos donos dos canais podem reclamar ao ter seu conteúdo relacionado ao alerta de informações falsas. O Google se vê apenas como plataforma e não como responsável direto pela checagem do que é postado.

É por essa razão também que a companhia decidiu por uma ferramenta de alerta, e não optou por bloquear diretamente conteúdo falso. Para a empresa, é melhor adotar um sistema de prevenção mais amplo do que atestar a veracidade de informações de cada vídeo postado. O Google também vê a situação como uma questão de escala: a empresa acredita que a classificação individual de vídeos é muito difícil de ser implementada, dado o volume de material postado.

Qualquer tópico que já tenha sido checado pelos parceiros brasileiros poderá ganhar alertas no YouTube, incluindo tópicos relacionados a política e saúde.

A ferramenta se soma a uma série de medidas do YouTube para tentar reverter a tomada da plataforma por notícias falsas e teorias da conspiração. Neste ano, o site reduziu o alcance de vídeos com teorias conspiratórias, embora a companhia não considere que eles violem seus termos de uso.

Nos últimos anos, Google, Facebook e Twitter vêm sendo criticados não apenas pela circulação de conteúdos falsos e conspiratórios, mas também por permitirem que seus algoritmos turbinem o alcance desses materiais, o que teria tido impacto em diferentes países, inclusive em processos eleitorais.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Uber oferecerá a partir de dezembro a seus usuários no Brasil e no México a oportunidade de gravar o áudio de sua viagem, a fim de melhorar a segurança do motorista e do passageiro, anunciou a companhia nesta quarta-feira (20).

Esse projeto piloto pode eventualmente se estender a outros países, embora a Uber enfatize que ainda não pode fornecer um cronograma detalhado.

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Com essa nova funcionalidade, o motorista e o passageiro podem ativar a gravação da conversa entre ambos pressionando um botão do aplicativo.

Quando a viagem chega ao fim, é perguntado aos usuários se tudo ocorreu bem. Caso necessário, pode-se informar sobre um incidente e transmitir o arquivo de áudio à Uber, bastando poucos cliques.

A gravação será encriptada e armazenada no telefone do motorista ou do passageiro. No entanto, ela não poderá ser ouvida porque somente a Uber terá a chave para decifrá-la.

Essa operação permite, segundo a companhia, fazer que os motoristas e os passageiros sejam mais responsáveis.

A opção proposta no Brasil e no México respeita a legislação desses países, disse a companhia.

A Uber também quer recolher comentários dos usuários sobre seu projeto piloto para eventualmente modificar a opção antes de oferecê-la em outros países.

A gigante tecnológica americana Google atualizou, nesta quarta-feira (20), suas orientações para manejar os anúncios políticos, em um momento em que as plataformas on-line seguem sob pressão com o objetivo de que evitem ser utilizadas para difundir informação enganosa ou falsa destinada a influenciar os eleitores.

O Google disse que suas regras já proíbem qualquer anunciante de difundir elementos falsos, incluindo aqueles com mensagens políticas. Mas está tornando sua política mais clara e acrescentou exemplos de como se proíbe conteúdo como imagens ou vídeos manipulados ou dirigidos com interesses específicos.

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"Vai contra nossas políticas que qualquer anunciante faça um aviso falso, seja sobre o preço de uma cadeira ou um de que você pode votar por mensagem de texto, que o dia das eleições é adiado ou que um candidato faleceu", detalhou o vice-presidente de gestão de produtos de anúncios do Google, Scott Spencer, em uma publicação on-line.

Os exemplos de material publicitário proibido incluem anúncios ou links para informações que fazem afirmações demonstravelmente falsas e que poderiam afetar a confiança dos eleitores ou sua participação nas eleições.

Em um evento na sua sede em São Paulo, o Google divulgou a chegada da sua nova caixinha de som inteligente, Google Nest Mini, que passa a ser vendida no país nesta terça-feira (12). Durante a divulgação, a companhia foi questionada sobre a privacidade garantida para as pessoas, visto que o novo hardware tem microfones, reconhecimento de voz e foi feito para auxiliar o dia a dia do usuário. Segundo o Google, há um compromisso com a privacidade e segurança de seus clientes.

 A empresa garante que o microfone do Nest Mini pode ser completamente desligado a partir de um interruptor na lateral do aparelho na posição “off” - ao acioná-lo, a cor das luzes de LED muda para laranja, indicando que está desligado. Ainda conforme o Google, a qualquer momento é possível controlar dados e apagar o histórico de ações e pesquisas através da seção ‘Minhas Atividades’ no aplicativo Google Home e pelo navegador.

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 O diretor de comunicação do Google no Brasil, Rafael Corrêa, afirma que a multinacional opera pelos seguintes pilares: usuário no controle, transparência, segurança e forma de uso dos dados, que é de maneira agregada e anonimizada. “Não é possível que um pesquisador [do Google] saiba quem fez uma pergunta ou quem fez uma pesquisa. Não é assim que funciona. Esses quatro pilares são importantes e estão presentes em todos os nossos produtos, incluindo o Nest Mini”, diz Corrêa.

O Nest Mini grava dados do usuário na nuvem por 60 dias. “Ele guarda as gravações de maneira agregada e coletiva para gerar uma série de estudos, que vão desde melhorar a qualidade das respostas, melhorar o entendimento dos diferentes sotaques que têm no Brasil a melhorar o entendimento da voz do usuário”, garante o diretor de comunicação. Segundo Corrêa, uma vez que o usuário entre na seção ‘Minhas Atividades’ e solicite que os seus dados sejam deletados, as gravações são apagadas em definitivo. “Essa discussão da privacidade é importante e a gente está aberto a fazer.”

 A empresa já esteve envolvida em polêmicas sobre privacidade. Em outubro, o Tribunal de Apelação de Londres aceitou uma ação contra o Google, que teria coletado dados de navegação de mais de quatro milhões de usuários do iPhone entre 2011 e 2012. Em 2018, o Wall Street Journal divulgou que a companhia ocultou uma falha que deixava exposto os dados pessoais de centenas de milhares de usuários da rede social Google Plus.

 O Google Nest Mini passa a ser vendido em lojas físicas e e-commerce do Brasil neste terça-feira por R$ 349. A caixinha de som inteligente do Google é integrada com o Google Assistente e permite a interação com objetos inteligentes compatíveis, como televisão, lâmpadas e plugues inteligentes.

Passageiros e motoristas parceiros da Uber vão contar com novas ferramentas de segurança dentro de alguns meses. Entre as novidades, estão as possibilidades de gravar áudio durante a viagem e checagem de documentos de passageiros, no caso de pagamento em dinheiro.

Em alguns locais, como o Chile, já há projeto-piloto em andamento. Recentes casos de roubos e sequestros de motoristas de aplicativos e passageiros em várias cidades do Brasil têm pressionado as empresas do setor a reduzirem os riscos relacionados ao serviço.

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"A habilidade de gravar áudio é uma das coisas mais importantes anunciadas. A gravação pode ajudar a nos dar mais clareza sobre o que aconteceu de errado durante uma viagem", disse Sachin Kansal, diretor global de produtos de segurança da Uber. A gravação poderá ser feita por meio de um botão na central de segurança do aplicativo, antes e durante a viagem, em algumas regiões.

O arquivo poderá ser enviado para a Uber. O conteúdo criptografado ficará armazenado no aparelho de quem efetuar a gravação, mas só a empresa terá acesso, caso seja enviado o áudio. O material poderá, posteriormente, auxiliar autoridades em investigações. "A Uber tem a chave da criptografia e só tem acesso ao conteúdo se o usuário ou o motorista enviar o áudio", afirmou Kansal.

Para prevenir que pessoas mal intencionadas usem o aplicativo, o usuário que não tem adicionados meios de pagamentos digitais no app deverá submeter um documento de identificação, que terá as informações conferidas, antes da realização da viagem. O projeto-piloto do Doc Scan já está funcionando no Chile. Ele deve chegar ao Brasil no primeiro trimestre do ano que vem.

Senha

Outro recurso de segurança é a solicitação de senha (PIN), que ajudará o usuário a verificar sua viagem. Para ter certeza de que está entrando no carro certo, o usuário poderá optar por receber uma senha de quatro dígitos, que deverá ser dita ao motorista para que ele consiga iniciar a viagem. Futuramente, o número recebido passará automaticamente pelo aparelho do motorista e o passageiro receberá uma confirmação por celular. Nesse caso, é necessário que os dois aparelhos estejam próximos.

Rota

Também haverá mudanças no recurso de selfie do motorista. Já existe essa ferramenta, mas a verificação em tempo real será mais ampla. Alguns movimentos como piscar os olhos, sorrir e movimentar a cabeça para os lados serão solicitados. O objetivo é verificar se o motorista é aquele cadastrado no aplicativo.

Além disso, o usuário poderá denunciar um problema ainda durante o trajeto. Após o término da viagem, receberá contato da Uber. A empresa também afirma que haverá a integração do botão 'Ligar para a Polícia' com forças policiais com compartilhamento automático da localização, segundo Lourdes McLoughlin, diretora responsável pela área de Relacionamento com as Autoridades Policiais na América Latina. O serviço de aplicativo promete ainda investir R$ 5 milhões nos próximos três anos em ações antiviolência contra a mulher.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Uma brecha na segurança da Telefônica Brasil, dona da marca Vivo, deixou dados pessoais de clientes da operadora suscetíveis ao acesso por terceiros. O ponto vulnerável foi identificado no site Meu Vivo, onde os usuários de telefonia, banda larga e TV por assinatura podem acessar contas, recargas, promoções, entre outros itens.

Dados pessoais como nome completo, endereço, telefone e CPF de cerca de 24 milhões de clientes ficaram expostos, segundo o site especializado em tecnologia Olhar Digital, que conversou com o grupo de internautas que localizou a brecha.

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A Telefônica admitiu o problema ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, mas disse que o número de clientes possivelmente impactado foi "consideravelmente menor". A companhia disse ainda que a situação já foi corrigida e se desculpou pela falha.

"A Vivo lamenta o ocorrido e ressalta que revisa constantemente suas políticas e procedimentos de segurança, na busca permanente pelos mais rígidos controles nos acessos aos dados dos seus clientes e no combate a práticas que possam ameaçar a sua privacidade. A empresa reitera que respeita a privacidade e a transparência na relação com os seus clientes", afirmou, por meio de nota.

O ponto vulnerável no site Meu Vivo foi descoberto por um grupo de internautas que testa por conta própria a segurança de sites com grande acesso, de acordo com o portal Olhar Digital. No jargão da internet, o grupo é denominado "white hat", uma espécie de hacker, mas que supostamente age dentro da lei. Já a Telefônica chamou a ação do grupo de ilícita. Por conta desse caso, o site Meu Vivo chegou a ficar fora do ar na segunda-feira. A operadora disse que "neutralizou" a vulnerabilidade em menos de três horas.

O Brasil já conta com um mecanismo para proteger consumidores contra a exposição de dados pessoais. Trata-se da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), mas ela só entra em vigor em agosto de 2020. Segundo o artigo 52 da legislação, empresas que deixaram seus clientes expostos estarão sujeitas a penalidades, que vão desde uma advertência até multa correspondente a 2% do faturamento da infratora, limitada a R$ 50 milhões.

O Broadcast consultou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a Fundação Procon para entender se a Telefônica poderá sofrer alguma notificação ou penalidade, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem.

A Noverde, empresa especializada em crédito online, identificou um aumento 198%, em golpes que prometem empréstimos via WhatsApp. A companhia apontou que, se antes os criminosos virtuais usavam nomes de bancos conhecidos para aplicar as fraudes, dessa vez o disfarce leva o nome das fintechs - ou seja, startups que trabalham como alternativa de serviços do sistema financeiro.

De acordo com a companhia, os números dão ideia da dimensão do problema. De janeiro até setembro dos últimos três anos, foram 232 casos em 2017, 519 em 2018 e 683 em 2019, um aumento de 198% em dois anos. Já nos nove primeiros meses de 2019 foram registrados 683 registros deste golpe, quase o mesmo número do ano anterior. A modalidade do golpe ainda não possui uma divisão específica no Sistema Digital de Ocorrências da Polícia Civil de São Paulo para relatar este tipo de crime. 

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O aumento é visto como uma consequência do relaxamento das pessoas em relação às fintechs, que antes eram tratadas com mais desconfiança, e hoje, fazem parte do cotidiano de mais brasileiros. 

Confira dicas para evitar cair nesse tipo de golpe: 

Ignore mensagens enviadas de pessoas desconhecidas que peçam para clicar em links para conseguir um empréstimo. 

Marque esse tipo de mensagem como SPAM. 

Tenha controle sobre quais formulários com pedidos de crédito você preencheu. Empresas com boa reputação costumam oferecer uma experiência simplificada.

Desconfie de mensagens que indiquem que seu crédito foi aprovado junto a empresas que você não tenha um relacionamento, por exemplo. 

Ao receber uma oferta de crédito, pesquise sobre a reputação da empresa, especialmente por meio de recomendações de outros clientes. Golpistas usam a desinformação do usuário e se aproveitam da necessidade das pessoas que precisam daquele dinheiro.  

Se persistir a dúvida, entre em contato pelos telefones disponíveis nas páginas oficiais da empresa para esclarecer sobre a veracidade da oferta.  

Redobre a atenção com ofertas de empréstimos que peçam um depósito antecipado como “taxa de conveniência” ou algum serviço de análise de crédito, para liberar um valor pré-aprovado.

Se a mensagem vier com muitos erros gramaticais ou o atendimento for muito informal, como por exemplo, audios de WhatsApp, há probabilidade grande de ser golpe.

Não caia em pressões psicológicas que dão um prazo de poucas horas para a concretização do “empréstimo”. Há casos em que os golpistas prometem abono de parcelas caso o comprovante de depósito seja feito em poucos minutos.

A Uber lançou nesta quinta-feira (24), uma iniciativa para dar mais segurança às suas motoristas. Feita em parceria com a Rede Mulher Empreendedora, a plataforma criou o ​Elas na Direção, um projeto que​ vai contemplar tanto mulheres que já dirigem usando o aplicativo como aquelas que ainda não se cadastraram. O primeiro recurso lançado pela empresa se chama U-Elas e aparece dentro do próprio app para motoristas, permitindo à mulher escolher o gênero de seus passageiros. 

"​Para se sentirem mais à vontade,​ as motoristas agora podem optar por levar apenas usuárias que se identificam como mulheres, sejam cis ou trans. A ferramenta U-Elas pode ser ligada a qualquer momento e estará disponível exclusivamente para parceiras mulheres", afirma Claudia Woods, diretora geral da Uber no Brasil. Com a aplicação da ferramenta, que deve começar a funcionar em novembro, a empresa espera atrair futuras colaboradoras, mais confiantes e seguras com o trabalho nas ruas. Atualmente, apenas 6% dos motoristas da companhia são mulheres. 

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Por se tratar de uma iniciativa piloto, o serviço vai funcionar - a princípio - em apenas três cidades brasileiras: Fortaleza (CE), Campinas (SP) e Curitiba (PR), com planos de expansão para o restante do Brasil apenas em 2020. Mas o recurso não é o único benefício do programa. Participantes do ​Elas na Direção ​contarão com ações de incentivo exclusivas ligadas ao programa Uber Pro

Além disso, mulheres que quiserem se tornar motoristas parceiras, mas não possuírem veículo próprio, receberão condições exclusivas para aluguel de carros, fruto de uma parceria da companhia com a Localiza Hertz. A empresa de aluguel de veículos oferecerá um preço inferior ao valor regular da categoria.

Cada cidade também receberá uma Rede de Apoio com especialistas mulheres fazendo atendimento presencial, de mulher para mulher, nos Espaços Uber. Cursos on-line sobre empoderamento pessoal e econômico, também podem ser encontrados e assistido pelas novas parceiras.

Você sabe o que Alex Bledel, Sofie Turner, Jimmy Fallon e Lupita Nyong’o tem em comum? Eles estão na lista das 10 celebridades mais perigosas para dispositivos eletrônicos feita pela McAfee - empresa especializada em segurança digital. Pelo 13º ano seguido, a companhia pesquisa quais indivíduos famosos podem expor seus fãs a websites maliciosos e vírus.

O topo da lista foi ocupado pela eterna Rory, da série televisiva Gilmore Girls, Alex Bledel. Seu trabalho mais recente foi como Emily, em “The Handmaid’s Tale”, que já teve a quarta temporada confirmada. Ela é seguida pelo apresentador do talk show “Late Night”, James Corden, a atriz Sophie Turner (Game of Thrones e X-Men), Anna Kendrick e muitos outros. 

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De acordo com a empresa, os nomes das celebridades vêm - geralmente - ligados à procura de arquivos torrent, em que os usuários podem assistir por conteúdos “pirateados” de diferentes plataformas, gratuitamente. A companhia aconselha que, para evitar ser surpreendido por malware e vírus, os usuários aguardem os lançamentos oficiais de suas séries e filmes favoritos, e só façam downloads de conteúdos em sites confiáveis. 

Confira a lista completa das Celebridades Mais Perigosas de 2019:

1 - Alexis Bledel (Gilmore Girls e The Handmade’s Tale)

2 - James Corden (Late Night)

3 - Sophie Turner (Game of Thrones e X-Men)

4 - Anna Kendrick (Pitch Perfect)

5 - Lupita Nyong’o ((Nós, Pantera Negra)

6 - Jimmy Fallon (The Tonight Show com Jimmy Fallon)

7 - Jackie Chan (Karate Kid)

8 - Lil Wayne 

9 - Nicki Minaj

10 - Tessa Thompson (Cara Gente Branca, Thor)

Seja sincero, você realmente cria senhas diferentes cada vez que precisa fazer uma nova conta em algum site ou se cadastrar em algum serviço? Se a resposta for negativa, saiba que você não está sozinho. De acordo com a PSafe, desenvolvedora dos aplicativos dfndr security, 5 em cada 10 brasileiros utilizam a mesma senha em diferentes contas ou serviços na internet. 

O número  representa cerca de 67,6 milhões de pessoas em todo país. E não é só isso. Segundo a pesquisa, 23,4% dos entrevistados declararam que já compartilharam suas senhas com terceiros e pouco mais da metade deles afirma não ter o hábito de trocar suas senhas. 

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Para se ter uma ideia de como a criatividade não é o forte da maioria dos usuários da internet, em 2018, pelo segundo ano consecutivo, um levantamento das senhas mais utilizadas no mundo revelou que a preferida da população era “123456”. Os seis números permanecem no pódio em 2019,  segundo dados do Centro Nacional de Segurança Cibernética (NCSC), órgão governamental do Reino Unido, a segunda é “password” ou - em português - senha.

Para Emilio Simoni, diretor do dfndr lab - laboratório especializado em segurança digital - utilizar uma senha fraca ou repetida em diferentes serviços online, aumenta as chances de um hacker ter acesso às informações do usuário. “Ao invadir uma conta, a primeira ação do atacante é tentar acessar outros serviços na internet com a mesma senha e, depois, alterá-la para que o usuário não tenha mais acesso a sua conta. Em alguns casos, o hacker pode utilizar informações da vítima e de seus contatos para enviar phishings personalizados por e-mail, induzindo que ela clique e informe dados sigilosos, como senhas bancárias”, afirma o diretor.

Ainda de acordo com a pesquisa da companhia 16,3% dos usuários já usaram suas senhas bancárias ou de cartão de crédito em contas online. Dado preocupante, visto que, com o passar dos anos e com o aumento da tecnologia, os crimes de roubo de dados estão em ascensão. Confira as dicas para criar uma senha forte (via PSafe):

1 - Dê preferência para senhas longas de, no mínimo, 8 caracteres;

2 - Misture letras minúsculas e maiúsculas, número e símbolos;

3 - Evite senhas de fácil dedução, como data de aniversário, telefone ou nome de parentes;

4 - Utilize uma senha diferente para cada conta ou serviço online, como e-mail e redes sociais;

5 - Realize a troca de suas senhas a cada três ou quatro meses e jamais informe seu código para terceiros.

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