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O Facebook segue firme na decisão de combater conteúdos ofensivos em sua plataforma. A rede social publicou, nesta quarta-feira (15), uma mudança nas políticas para a restrição de transmissões ao vivo. A medida deve bloquear a opção do Facebook Live para qualquer pessoa que violar as regras da empresa e entra em vigor após os ataques terroristas na Nova Zelândia, ocorridos em março.

Antes, usuários que postavam conteúdos que violavam os padrões da comunidade via no Facebook Live ou em outro lugar tinham suas publicações removidas da plataforma, mas nenhuma sanção maior. Caso continuassem publicando conteúdos ofensivos eram impedidos de usar de usar a rede social por um determinado período de tempo e por fim banidos, em caso de infrações mais graves.

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O que mudou

Agora a empresa irá aplicar uma política de “infração única” para restringir ainda mais rapidamente as lives. Qualquer pessoa que violar as políticas de convivência aplicadas à rede será impedida de usar o Live por um tempo determinado, começando por 30 dias, a partir da primeira violação.

A plataforma de Mark Zuckerberg planeja estender essas restrições para outras áreas, evitado que esses mesmos usuários criem anúncios na rede. O objetivo é diminuir o risco de abuso no Live, como o do ataque de Christchurch.

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A Intel anunciou mais uma falha de segurança de hardware que pode afetar milhões de máquinas em todo o mundo. A fabricante de chips disse que não há evidências de que alguém esteja explorando o bug, que está incorporado na arquitetura do hardware dos computadores.

A companhia afirmou que já resolveu o problema em seus novos chips depois de trabalhar por meses com parceiros de negócios e pesquisadores independentes. Essa é a mais recente vulnerabilidade anunciada pela companhia, que no ano passado anunciou dois outros bugs que provocaram pânico na indústria de tecnologia. Fonte: Associated Press

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Na última segunda-feira (13), a 99, aplicativo de transporte urbano, anunciou que toda a sua frota de motoristas passou a utilizar uma ferramenta de reconhecimento facial. Desenvolvido por engenheiros e programadores de três países distintos o sistema identifica automaticamente o rosto dos condutores antes deles se conectarem ao app. A iniciativa vem para aumentar a segurança das corridas da plataforma.

Periodicamente aos motoristas cadastrados no aplicativo deverão confirmar suas identidades através do reconhecimento facial. A imagem coletada é comparada com a do banco de dados do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). De acordo com a empresa, atualmente, todos os condutores já passaram pela confirmação de identidade.

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Além das checagens periódicas a ferramenta pode identificar padrões de uso dos motoristas e solicitar checagens adicionais. Verificações randômicas também são realizadas.

Recentemente, quem também passou a fazer o procedimento de reconhecimento facial foi a Amazon. A gigante passou a exigir de seus motoristas entregadores que tirem uma selfie antes de continuar o serviço, para evitar fraude nas entregas.

Um grupo de hackers encontrou uma falha de segurança no WhatsApp, um dos aplicativos de mensagens instantâneas mais utilizados no mundo, e instalou um spyware em celulares, informou a empresa.

A vulnerabilidade - informada primeiro pelo Financial Times, e reparada na última atualização do WhatsApp - permitiu aos hackers inserir um programa malicioso nos telefones, mediante chamada telefônica aos aparelhos em questão através do aplicativo, que é utilizando por cerca de 1,5 bilhão de pessoas.

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Segundo o Financial Times, que cita um distribuidor de spyware, a ferramenta foi desenvolvida por uma empresa obscura com sede em Israel chamada NSO Group, acusada de ajudar governos do Oriente Médio e até o México a espionar ativistas e jornalistas.

Especialistas em segurança indicaram que o código malicioso tem semelhanças com outras tecnologias desenvolvidas pela empresa, segundo o New York Times.

Esta nova vulnerabilidade de segurança - que afeta dispositivos Android e iPhones da Apple, entre outros - foi descoberta no início deste mês e o WhatsApp rapidamente resolveu o problema, lançando uma atualização em menos de 10 dias.

"WhatsApp incentiva as pessoas a baixar a versão mais recente do nosso aplicativo, bem como manter em dia o sistema operacional do seu telefone, para se proteger contra possíveis ataques de segurança que visam comprometer as informações armazenadas no aparelho", disse à AFP um porta-voz da empresa.

A empresa não comentou o número de usuários afetados ou quais foram os alvos do ataque, e informou que reportou o caso às autoridades americanas.

Esse vazamento é o mais recente de uma série de problemas do Facebook, proprietário do WhatsApp, que tem enfrentado fortes críticas por permitir que os dados pessoais de seus usuários sejam usados por empresas de pesquisa de mercado.

O Facebook também foi questionado por sua resposta lenta ao uso da plataforma pela Rússia para divulgar informações falsas durante a campanha presidencial americana em 2016.

- Programa muito invasivo -

O programa de espionagem que afetou o WhatsApp é sofisticado e "estaria disponível apenas para atores avançados e altamente motivados", disse a empresa, acrescentando que "visava um número seleto de usuários".

"Este ataque tem todas as características de uma empresa privada que trabalha com alguns governos no mundo", de acordo com as primeiras investigações, continuou, sem fornecer, contudo, o nome da empresa.

O WhatsApp relatou o problema para organizações de direitos humanos, mas também não as identificou.

The Citizen Lab, um grupo de pesquisa da Universidade de Toronto, disse no Twitter que acredita que hackers tentaram atacar um advogado especializado em direitos humanos no último domingo usando essa falha de segurança, mas o WhatsApp os impediu.

O NSO Group ganhou notoriedade em 2016, quando especialistas o acusaram de ajudar a espionar um ativista nos Emirados Árabes Unidos.

Seu produto mais conhecido é o Pegasus, um programa muito invasivo que pode ativar remotamente a câmera e o microfone de um determinado telefone e acessar seus dados.

A empresa assegurou nesta terça-feira que só vende este programa para os governos "combaterem o crime e o terrorismo".

O NSO Group "não opera o sistema e, após um rigoroso processo de estudo e autorização, as agências de segurança e inteligência determinam como usar a tecnologia em suas missões de segurança pública", disse em um comunicado enviado à AFP.

"Nós investigamos qualquer denúncia crível de uso indevido e, se necessário, tomamos medidas, incluindo a desativação do sistema", concluiu.

Com intenção de evitar a troca de bebês na maternidade, o Hospital da Polícia Militar de Belo Horizonte, em Minas Gerais, começou a realizar o cadastro biométrico dos recém-nascidos. Desenvolvido pela empresa brasileira Griaule, o sistema registra a palma da mão do bebê, ao invés dos dedos, que ainda são muito pequenos para uma impressão 100% eficaz. Os dados coletados são anexados aos da mãe da criança no registro hospitalar.

Para tornar a troca mais difícil, os dados do bebê são coletados ainda na sala de parto. Eles são registradas por um leitor e têm as imagens vinculadas à identidade da mãe automaticamente. Além disso, nenhum bebê da maternidade pode deixar o prédio sem passar pelo reconhecimento biométrico.

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O cadastro biométrico de recém-nascidos é obrigatório desde 2018, quando o Ministério da Saúde lançou uma portaria obrigando os hospitais a registrarem os bebês, mas ainda é novidade nas instituições de saúde. A ideia é, além de inibir o roubo de crianças em instalações médicas diminuir o número de crianças que são abandonadas na maternidade.

A Ford, montadora de veículos, resolveu investir em um outro tipo de carro. A empresa norte-americana lançou na Europa um protótipo de um carrinho de supermercado que consegue frear sozinho. O objeto inusitado pretende evitar acidentes com crianças, e porque não adultos, que tendem a perder o controle o carrinho.

A criação é inspirada na tecnologia de assistência autônoma de frenagem da marca, a mesma utilizada em veículos como o Fusion e o Edge ST, que usam uma câmera dianteira e um radar para detectar outros automóveis, pedestres e ciclistas, freando automaticamente se o motorista não responder aos alertas.

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O “Carrinho Autofrenante” promete fazer algo semelhante, ao utilizar um sensor que faz a varredura de pessoas e objetos à frente e freia automaticamente quando percebe a possibilidade de uma colisão. O protótipo faz parte de uma série chamada “Intervenções”, da montadora norte-americana, que utiliza as tecnologias desenvolvidas pela marca no setor automotivo em problemas do dia a dia.

Além dessa invenção inusitada a Ford também já criou uma cama inteligente que evita a invasão de espaço entre os parceiros (inspirada no sistema de permanência em faixa) e uma casinha que protege os cães do barulho de fogos (sistema de cancelamento de ruído).

O Facebook anunciou nesta quinta-feira, 2, que baniu ativistas americanos de extrema direita de suas plataformas. Entre os usuários banidos, estão nomes como Alex Jones e Milo Yiannopoulos, fundadores dos canais Infowars e Breibart, respectivamente. Segundo a rede social, eles não poderão criar novas contas no Facebook e no Instagram, por terem violado políticas contra 'usuários e organizações perigosos'. A empresa disse ainda, porém, que usuários poderão criar publicações falando sobre os pontos de vistas desses usuários.

"Sempre banimos usuários e organizações que promovem ou se engajam em violência e ódio, independentemente de ideologia", disse a empresa em nota. "O processo de avaliar violações é extenso e fizemos o possível para chegar à decisão de remover essas contas hoje." Outros nomes banidos foram os de Louis Farrakhan, notório antissemita, bem como Paul Nehlen, Paul Joseph Watson e Laura Loomer.

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Alguns deles já tinham sido suspensos da rede social anteriormente. É o caso de Jones, que foi suspenso no ano passado por regras contra bullying e discurso de ódio. Em fevereiro, a empresa removeu outras 22 páginas associadas a Jones, que, entre outros casos, nega que o massacre de Sandy Hook, na escola da Flórida, nunca tenha acontecido. Seus apoiadores, por sua vez, têm perseguido as famílias das vítimas. Outros já tinham sido banidos de outras redes como Yiannopoulos, que foi removido do Twitter após inspirar uma onda de discurso racista.

O Facebook não divulgou quais incidentes levaram à remoção das contas, mas tomou em consideração o comportamento dos usuários tanto online como fora da internet. Fatores envolvidos incluíram atos de violência, incitação a esses atos com base em preconceito racial, descrever a si mesmos como seguidor de um discurso de ódio ou praticar esse discurso em seus perfis.

Quando as crianças começam a dar os primeiros passos no ambiente virtual, muitos pais ficam receosos com os perigos que os pequenos podem encontrar online. Pessoas mal intencionadas e conteúdos impróprios são alguns dos riscos que os jovens podem encontrar. Para ajudar a ter um pouco mais de controle sobre o conteúdo que seu filho está consumindo na internet segue uma lista com três aplicativos, pagos e gratuitos, para você. Confira!

Qustodio Controle Parental: O aplicativo é gratuito para Android, mas possui planos pagos para quem quer aumentar o alcance de suas funções. Uma vez instalado ele define limites de tempo para o uso dos dispositivos monitorados, monitora pesquisas na internet, SMS e chamadas, bloqueia conteúdo adulto, possui botão de pânico, entre outros. Disponível também para iOs.

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Kaspersky Safe Kids: Design fácil de usar, o app tem opções de bloqueio de sites e conteúdos perigosos, definição de tempo de uso e até conselhos de psicólogos. Possui duas versões, uma gratuita e uma paga - que permite, inclusive, encontrar a criança em tempo real.

Google Family Link para Pais: É um dos mais bem avaliados na PlayStore. Conectado a sua conta Google, tem a mesma premissa dos anteriores, é feito para monitorar crianças menores de 13 anos.  A ferramenta gerencia aplicativos, downloads, faz relatórios de uso, localização em tempo real e bloqueia o que o usuário não quer que o filho tenha acesso.

Usuários do aplicativo My McD, no Canadá, descobriram que estão pagando lanches para outras pessoas. Dezenas de pessoas tiveram suas contas no aplicativo da McDonald’s invadidas por cibercriminosos, que conseguem gastar até 2 mil dólares canadenses (cerca de R$ 5.800), em ofertas da rede de fast-food. As informações são do Business Insider.

De acordo com o site o golpe estaria sendo feito aos poucos, com pedidos de cerca de 20 dólares canadenses, para que as vítimas não percebessem que estavam sendo roubadas. Um dos usuários lesados foi o jornalista Patrick O'Rourke, que teve um total de 100 refeições compradas separadamente, por terceiros, em uma filial em Montreal.

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Apesar das queixas, a McDonald’s disse aos usuários que não fará o ressarcimento dos pedidos, instruindo-os a tentar a compensação do valor por meio dos bancos que fazem parte. A gigante alimentícia também afirmou confiar na segurança do aplicativo, mas não conseguiu identificar como os golpes estão sendo aplicados.

A Procuradoria Geral de Nova York está investigando o Facebook após a revelação de que a rede social armazenava e-mails de mais de 1,5 milhão de pessoas sem consentimento. Os dados, segundo a companhia, foram usados para aprimorar o algoritmo de segmentação de anúncios entre outras operações.

Letitia James, procuradora-geral do Estado disse que estava na hora do Facebook ser responsabilidade pela forma como lida com as informações de seus usuários. "O Facebook demonstrou repetidamente a falta de respeito pelas informações dos consumidores e, ao mesmo tempo, lucrou com a mineração desses dados".

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A partir de maio de 2016, o Facebook coletou automaticamente as listas de contatos dos usuários, coletando dados sobre mais de 1,5 milhão de pessoas. A rede social afirmou que a coleta e uso desses dados era uma consequência "não intencional" de um sistema usado para verificar as identidades dos usuários, e que foi rapidamente desativado depois que o site americano Business Insider registrou a prática pela primeira vez no início deste mês.

"A coleta dos e-mails é a mais recente demonstração de que o Facebook não leva a sério seu papel na proteção de nossas informações pessoais", disse a procuradora.

De acordo com o The New York Times, a investigação se concentrará principalmente em como o incidente ocorreu e no número total de pessoas afetadas.

Na última quarta-feira, 24, o Facebook anunciou que esperava pagar uma multa entre US$ 3 billhões e US$ 5 bilhões para a Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC, na sigla em inglês) por não cumprir um acordo feito com o órgão. O órgão investigava as responsabilidades da rede social no escândalo da Cambridge Analytica e as possíveis violações de privacidades seguintes

A gigante Amazon passou a exigir de seus motoristas entregadores que tirem uma selfie antes de continuar o serviço. O intuito da medida é evitar que várias pessoas compartilhem a mesma conta Amazon Flex, aplicativo de motoristas da empresa e seus clientes não sejam atendidos por estranhos.

Os requisitos são exigidos apenas aos motoristas Flex que têm horários flexíveis e recebem US$ 18 a US$ 25 por hora. Por trabalharem como contratados independentes, esses entregadores usando seus próprios carros para as entregas, o que poderia facilitar as fraudes.

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A empresa também notificou os motoristas através do aplicativo Flex, informando que seus dados biométricos poderiam ser coletados a qualquer momento “para confirmar sua identidade de tempos em tempos” antes de solicitar as selfies.

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Milhões de usuários do aplicativo de fotos Instagram - e não apenas dezenas de milhares - tiveram suas senhas armazenadas em servidores internos em formato não criptografado, informou a rede social Facebook nesta quinta-feira, que revisou suas estimativas anteriores.

"Encontramos novas senhas do Instagram armazenadas em formato legível, e hoje estimamos que o problema tenha afetado milhões de usuários do Instagram", disse o Facebook em uma atualização de seu blog publicado em 21 de março.

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A empresa-mãe do Instagram revelou que as senhas de centenas de milhões de usuários haviam sido armazenadas em servidores internos de forma não criptografada, alegando que não havia violações de segurança, antes de assegurar que os problemas técnicos haviam sido resolvidos.

Também observou que o problema afetou "centenas de milhões de usuários do Facebook Lite", uma versão simplificada do site para conexões de Internet de baixa qualidade, "dezenas de milhões de outros usuários do Facebook e dezenas de milhares de usuáriosdo Instagram".

O grupo, que afirma ter 2,3 bilhões de usuários ativos em todo o mundo, também confirmou nesta quinta que nenhum uso mal-intencionado dessas senhas foi identificado.

Há mais de dois anos, o grupo tem lidado com repetidas controvérsias, desde a manipulação da rede para fins políticos por países ao gerenciamento dos dados dos usuários, que formam a base de seu modelo de negócios.

"Alexa, que tempo fará amanhã em Paris?" A pergunta ao assistente de voz virtual da Amazon parece banal, mas, apesar disso, é ouvida com atenção por uma equipe de analistas de dados.

Recentes revelações sobre a gigante americana colocam de novo no banco dos réus o tema dos dados pessoais espalhados na internet.

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Durante nove horas por dia, equipes da Amazon, que trabalham em todo o mundo, ouvem milhares de áudios captados por Alexa, o assistente virtual, através dos altos-falantes Echo.

Esta informação foi revelada por dois funcionários em Bucareste para a agência Bloomberg. Esses ouvintes humanos não são mencionados explicitamente nas condições de uso e venda da Amazon, que apenas mencionam gravações cujo objetivo é "melhorar a experiência".

Várias ofertas de emprego de "analista de dados" em Bucareste apareceram esta semana na plataforma online "Amazon Jobs".

Outra oferta, para ser "responsável pelo controle de qualidade", também na Romênia, diz que a Alexa "ouve milhares de pessoas todos os dias falando sobre diferentes tópicos (...) e precisa de nossa ajuda para dar sentido a esses áudios".

"Nós só registramos um número extremamente baixo de interações de um conjunto aleatório de clientes para melhorar a experiência de nossos usuários", afirmou a Amazon em um comunicado enviado à AFP.

"Os funcionários não têm acesso direto a informações que permitam identificar uma pessoa ou uma conta", acrescenta a empresa.

Na Europa, um regulamento sobre proteção de dados, em vigor desde maio, normalmente limita a quantidade de dados transmitidos e dá aos usuários a possibilidade de recuperá-los e excluí-los.

No Google e na Apple, que segundo a Bloomberg também recorrem a essas espionagens humanas, os processos aleatórios normalmente precisam impedir que qualquer informação pessoal seja transmitida nas gravações.

A Amazon propõe excluir esses arquivos, mas não menciona a possibilidade de interromper a transmissão de gravações.

"As condições gerais de uso são escritas por exércitos de advogados, destinam-se a proteger a empresa legalmente, não para informar o consumidor", adverte Caroline Lancelot-Miltgen, professora e pesquisadora da Audencia, especialista em questões de dados pessoais.

"São os consumidores que devem dizer 'chega'. Mas eles veem os benefícios imediatos destes objetos sem ter consciência dos riscos", acrescenta.

- Alternativas raras -

Ter um alto-falante conectado seria como ter um microfone em sua casa? Devemos pensar em cada palavra que falamos perto de um assistente virtual?

A princípio, não. Os objetos conectados estão configurados para serem ativados - e habilitados a gravar - apenas quando são solicitados.

Mas o assistente virtual pode confundir certos sons com a palavra-chave que o ativa.

Segundo a investigação da Bloomberg, que dá como exemplos uma mulher que canta no chuveiro ou uma criança que chora, estas gravações involuntárias não são pouco habituais.

Duas pessoas indagadas disseram, no entanto, que haviam interpretado os sons como se fossem indicação de uma agressão sexual.

"A voz é um fato biométrico, o perigo real é a usurpação da identidade através da cópia do traço vocal", diz Rand Hindi, membro do conselho nacional digital francês, e também fundador da Snips, uma empresa que propõe assistentes virtuais que funcionam sem internet.

Segundo ele, a possibilidade de constituir "um banco de dados de vozes que correspondam a todos os usuários da Amazon, fácil de confrontar com outro banco de dados externo, é um perigo real".

A controvérsia sobre o uso de dados pessoais por esses gigantes digitais deu origem a outro tipo de assistentes alternativos, como Snips, que tentam tirar proveito da desconfiança gerada pelo "GAFA" (Google, Apple, Facebook, Amazon).

A American Winston Privacy ou a Dutch Scalys sugerem, por exemplo, sistemas que fazem comunicações seguras com objetos conectados.

A empresa Smarte desenvolveu um módulo capaz de bloquear os microfones do Amazon Echo.

Essas iniciativas, no entanto, ainda são muito minoritárias contra esses gigantes: os assistentes vocais da Amazon e Google concentram mais de 60% do mercado mundial, de acordo com o gabinete da Canalys.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública decidiu instituir um grupo de trabalho para estudar a viabilidade de utilizar tecnologias de screening (rastreamento) para detecção de motoristas dirigindo sob efeito de substâncias psicoativas.

A portaria instituindo o grupo de trabalho está publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (12). Ela prevê que os seus integrantes terão um prazo de 12 meses para conclusão das atividades e, em seguida, apresentarem um relatório ao secretário Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad).

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O grupo de trabalho será composto por representantes, titular e suplente, da Senad, da Secretaria Nacional de Segurança Pública e da Polícia Rodoviária Federal. O trabalho será coordenado pelo representante da Senad.

Um suposto ataque hacker teria exposto dados de mais de 2,4 milhões de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), nesta quinta-feira (11). As informações dos usuários como nome, data de nascimento, endereço e CPF, teriam sido publicadas em um website, após uma falha de segurança no site do Ministério da Saúde ser descoberta.

O cibercriminoso, que se auto intitulou autor da ação, entrou em contato com a redação da UOL Tecnologia avisando que divulgaria os dados. De acordo com o site, ele faria isso porque já havia avisado o Ministério sobre a falha, mas nada teria sido feito.

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Apesar do susto, o órgão nega que as informações tenham sido realmente expostas na internet e afirma que a denúncia foi encaminhada para a Polícia Federal para investigação. “Após análise preliminar realizada pela pasta, não há indícios que as informações disponibilizadas são de origem da base de dados de usuários do Cartão Nacional de Saúde - CNS, pois foram realizadas consultas e não encontramos estes registros em nossa base nacional”, diz o comunicado do site oficial da pasta.

Depois da denúncia, o Departamento de Informática do SUS (DATASUS) reforçou as ações de segurança para garantir a proteção dos dados armazenados. Vazar dados pessoais de terceiros é crime previsto na lei de crimes cibernéticos (12.737/2012).  A pena prevista pode variar de três meses até três anos de prisão.

Brasileiros de todas as regiões do país poderão ter acesso a Identidade Digital já no próximo semestre. O anúncio foi feito no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que garante o acesso ao documento por mais de 90 milhões de pessoas.

De acordo com o órgão, “o programa Identificação Civil Nacional (ICN), responsável pela emissão do documento, também coletará as informações biométricas dos cidadãos não individualizados – isto é, os que ainda não têm as impressões digitais cadastradas”. Dessa forma, a Justiça Eleitoral dará a possibilidade de cidadãos não cadastrados possuírem o registro.

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Em um primeiro momento, a Identidade Digital será emitida apenas para tablets e smartphones. Porém, o número será incorporado aos documentos de identidade que são expedidos pelos estados. Além de contar com um número de identificação individual, a carteira também exibirá o número de outros documentos, como o CPF.

Documento único

Para aumentar a segurança dos cidadãos, o registro digital substituirá todos os outros documentos, utilizando dados biométricos de cada indivíduo para sua verificação. A autenticação será feita através da verificação de chaves de segurança.

Além disso, os dados que aparecem nos dispositivos móveis serão criptografados. O aplicativo da Identidade Digital apresentará ainda um QR Code diferente para cada novo acesso, entre outros detalhes de segurança.

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Pesquisadores da empresa de segurança UpGuard encontraram dados de 540 milhões de usuários do Facebook armazenados em servidores abertos, que não exigiam senha de acesso, o que permitia que qualquer pessoa pudesse acessar as informações.

Os dados vazados foram obtidos por dois desenvolvedores de apps terceiros que operavam dentro do Facebook, a empresa mexicana de mídia digital Cultural Colectiva e o estúdio de games At The Pool. As informações estavam armazenadas em servidores da Amazon.

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Com 146 Gigabyte de armazenamento, o pacote da Cultural Colectiva incluia comentários, curtidas, reações e nomes de usuários. Na pasta da At The Pool era menor, com apenas 22 mil usuários, mas era mais detalhado. Nele, estavam lista de amigos, interesses, fotos, check-ins e grupos.

Em nota, a rede social disse que "as políticas do Facebook proíbem o armazenamento de dados em um banco de dados público". A companhia também fez um pedido à Amazon para tirar do ar as informações.

Os pesquisadores da UpGuard tentaram contato com a Cultural Colectiva por duas vezes em janeiro, mas não tiveram resposta. Os dados só saíram do ar nesta quarta, 3, depois da agência de notícias Bloomberg pedir um comentário ao Facebook, que, em seguida, acionou a Amazon, que ocultou as informações.

O Facebook diz ainda que não há indícios de que os dados tenham sido usados.

O caso de soma à pilha de situações similares ocorridas no último ano. Em março de 2018, ocorreu o caso Cambridge Analytica, no qual os dados de 87 milhões de pessoas foram usados indevidamentes pela firma de marketing político. os dados foram obtidos por um app de terceiros, o thisismydigitalife. Em setembro de 2018, uma brecha expôs os dados de 50 milhões de usuários.

No último mês de março, surgiu a informação de que o Facebook expôs os dados entre 200 milhões e 600 milhões de usuários para os próprios funcionários, ao armazená-los sem criptografia.

É um dos maiores incidentes de privacidade de que se tem notícia. Em 2013, informações como nome e senha de 3 bilhões de usuários Yahoo! foram expostos depois de uma falha de segurança. Em dezembro de 2018, a rede de hotéis Marriot confirmou que os dados de 383 milhões de clientes foram roubados.

O Parlamento australiano aprovou nesta quinta-feira (4) uma legislação polêmica que prevê a pena de prisão para os executivos das redes sociais que não retirarem rapidamente conteúdos extremistas de suas plataformas.

As leis, aprovadas após o ataque contra duas mesquitas na Nova Zelândia transmitido ao vivo no Facebook por um supremacista branco, foram aprovadas na quarta-feira (3) pelo Senado e nesta quinta-feira pela Câmara de Representantes.

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O texto determina a punição à não retirada de imagens de "atos terroristas", assassinatos, estupros, torturas e sequestros, além de citar as responsabilidades das redes sociais e dos provedores de acesso.

Plataformas como Facebook e YouTube também podem ser multadas pelo valor de 10% de seu atual volume de negócios, o que representaria bilhões de dólares, caso não procedam a "retirada rápida" dos conteúdos em questão. Os executivos das plataformas podem ser condenados a até três anos de prisão

Empresas de tecnologia, especialistas e advogados criticaram o texto, que superou o trâmite parlamentar em tempo recorde e cujo futuro após as eleições legislativas de maio é incerto.

O primeiro-ministro australiano, o conservador Scott Morrison, que está em posição delicada para as eleições, destacou a responsabilidade dos gigantes da internet.

"Os grandes grupos de redes sociais têm a responsabilidade de tomar todas as medidas possíveis para garantir que seus produtos tecnológicos não são explorados por terroristas assassinos".

O Partido Trabalhista, na oposição, expressou reservas mas votou a favor do texto.

No dia 15 de março o australiano Brenton Tarrant, 28 anos, matou 50 fiéis em duas mesquitas de Christchurch, grande cidade da Ilha Sul da Nova Zelândia, e exibiu as imagens ao vivo do massacre no Facebook.

Poucas horas depois, a empresa anunciou que havia retirado "rapidamente" 1,5 milhão de cópias do vídeo do ar.

O Law Council, a Ordem dos Advogados da Austrália, classificou a lei como "ato reflexo" e alertou para as possíveis "consequências involuntárias graves". Seu presidente, Arthur Moses, destacou que pode ser usada para calar informações e levar a uma censura da imprensa, "o que seria inaceitável".

Quem utiliza a plataforma de vendas OLX deve redobrar a atenção ao clicar nos anúncios. A Polícia Civil de Alagoas identificou um aumento de denúncias de estelionato referentes a compra e venda de veículos dentro da plataforma. No novo golpe um intermediário se envolve na compra e venda de um veículo que existe, enganando tanto o proprietário quanto o interessado no automóvel.

De acordo com a corporação a operação seria feita a partir de um anúncio já existente, que seria clonado e divulgado com um valor inferior, além de outros dados para contato. Dessa forma, o interessado passa a se comunicar com o estelionatário que age como um intermediário da compra, convencendo ambos (vendedor e comprador) a não conversar sobre valores na hora da visita ao veículo.

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Toda a operação é feita via WhatsApp e o falso intermediário desaparece assim que consegue o depósito do valor. Apesar dos números de telefones utilizados serem de Alagoas, as contas utilizadas estão em nome de laranjas, normalmente do Mato Grosso do Sul, o que dificulta as investigações. Nos últimos 30 dias, já foram registrados cinco casos envolvendo a OLX, todos ocorridos em Maceió.

No último Carnaval, as polícias do Rio de Janeiro e de Salvador do Rio de Janeiro detectaram e prenderam criminosos com a ajuda de câmeras equipadas com sistemas de reconhecimento facial. O uso dessa tecnologia em esquemas de segurança no Brasil ainda é incipiente, mas os players do setor relatam uma procura cada vez maior por soluções de biometria.

James Miranda, consultor especializado em reconhecimento facial, diz que é possível verificar um crescimento "de 20% a 30%" por ano nesse mercado, que também encontra espaço para expansão em condomínios residenciais e corporativos, além de atividades comerciais.

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"Independentemente da necessidade, verifica-se, nos últimos quatro anos, um aumento considerável na procura por essa tecnologia", acrescenta o especialista. Os sistemas se dividem basicamente em dois tipos: equipamentos que já contam com a tecnologia de biometria facial embarcada e softwares analíticos que utilizam outros aparelhos, como câmeras e celulares, para realizar sua tarefa.

"É exponencial o crescimento da utilização dessa tecnologia", conta Fernando Terzian, diretor da empresa Terzian, que fornece soluções de biometria facial. Ele aponta dois fatores para explicar o "aumento gigantesco" na demanda: a evolução da qualidade da avaliação facial, o que exige poder de processamento e algoritmos cada vez melhores, e a queda dos preços.

"Todos os softwares analíticos, principalmente de reconhecimento facial, possibilitam um controle melhor, realizado por menos gente. Isso não vai parar de crescer, será igual smartphone, uma coisa absurda", prevê Terzian.

A empresa apresentará no próximo mês de maio, em São Paulo, durante a Exposec, feira internacional organizada pela Cipa Fiera Milano e pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), câmeras de biometria facial com pontos de acesso à internet, além de outro modelo alimentado por energia solar e capaz de distribuir o sinal de wi-fi.

Terzian acredita que, em um primeiro momento, a demanda maior deve chegar do setor público, para depois se estender para o privado, como empresas e shoppings centers, por exemplo.

Miranda, por sua vez, ressalta que a simples instalação e divulgação de um sistema de reconhecimento facial em estabelecimentos comerciais já se torna "automaticamente um agente inibidor de roubos e assaltos".

Rio - O monitoramento realizado pela PM do Rio de Janeiro ocorreu de 1º a 6 de março, e as imagens das câmeras eram transmitidas para o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), onde um sistema biométrico comparava os rostos filmados com fotos de foragidos. Em caso de compatibilidade, o software disparava um alarme.

O sistema foi testado durante o Carnaval de Copacabana, em 28 câmeras instaladas em pontos estratégicos. "As câmeras possibilitaram a captura de quatro criminosos com mandados de prisão em aberto, a apreensão de um adolescente que deveria estar cumprindo medida socioeducativa e a recuperação de um veículo roubado", diz uma nota da Polícia Militar.

"Mais importante do que o resultado numérico foi o aprendizado da equipe envolvida no projeto e a aplicabilidade do sistema.

Assim como havia sido planejado, o software só congelou a imagem e acionou o alarme quando as câmeras capturaram a fisionomia de pessoas procuradas pela Justiça ou a placa de veículo roubado, tendo com base os bancos de dados da Polícia Civil e do Detran", acrescenta o comunicado.

Da Ansa

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