Tecnologia

| Segurança

A Uber oferecerá a partir de dezembro a seus usuários no Brasil e no México a oportunidade de gravar o áudio de sua viagem, a fim de melhorar a segurança do motorista e do passageiro, anunciou a companhia nesta quarta-feira (20).

Esse projeto piloto pode eventualmente se estender a outros países, embora a Uber enfatize que ainda não pode fornecer um cronograma detalhado.

##RECOMENDA##

Com essa nova funcionalidade, o motorista e o passageiro podem ativar a gravação da conversa entre ambos pressionando um botão do aplicativo.

Quando a viagem chega ao fim, é perguntado aos usuários se tudo ocorreu bem. Caso necessário, pode-se informar sobre um incidente e transmitir o arquivo de áudio à Uber, bastando poucos cliques.

A gravação será encriptada e armazenada no telefone do motorista ou do passageiro. No entanto, ela não poderá ser ouvida porque somente a Uber terá a chave para decifrá-la.

Essa operação permite, segundo a companhia, fazer que os motoristas e os passageiros sejam mais responsáveis.

A opção proposta no Brasil e no México respeita a legislação desses países, disse a companhia.

A Uber também quer recolher comentários dos usuários sobre seu projeto piloto para eventualmente modificar a opção antes de oferecê-la em outros países.

A gigante tecnológica americana Google atualizou, nesta quarta-feira (20), suas orientações para manejar os anúncios políticos, em um momento em que as plataformas on-line seguem sob pressão com o objetivo de que evitem ser utilizadas para difundir informação enganosa ou falsa destinada a influenciar os eleitores.

O Google disse que suas regras já proíbem qualquer anunciante de difundir elementos falsos, incluindo aqueles com mensagens políticas. Mas está tornando sua política mais clara e acrescentou exemplos de como se proíbe conteúdo como imagens ou vídeos manipulados ou dirigidos com interesses específicos.

##RECOMENDA##

"Vai contra nossas políticas que qualquer anunciante faça um aviso falso, seja sobre o preço de uma cadeira ou um de que você pode votar por mensagem de texto, que o dia das eleições é adiado ou que um candidato faleceu", detalhou o vice-presidente de gestão de produtos de anúncios do Google, Scott Spencer, em uma publicação on-line.

Os exemplos de material publicitário proibido incluem anúncios ou links para informações que fazem afirmações demonstravelmente falsas e que poderiam afetar a confiança dos eleitores ou sua participação nas eleições.

Em um evento na sua sede em São Paulo, o Google divulgou a chegada da sua nova caixinha de som inteligente, Google Nest Mini, que passa a ser vendida no país nesta terça-feira (12). Durante a divulgação, a companhia foi questionada sobre a privacidade garantida para as pessoas, visto que o novo hardware tem microfones, reconhecimento de voz e foi feito para auxiliar o dia a dia do usuário. Segundo o Google, há um compromisso com a privacidade e segurança de seus clientes.

 A empresa garante que o microfone do Nest Mini pode ser completamente desligado a partir de um interruptor na lateral do aparelho na posição “off” - ao acioná-lo, a cor das luzes de LED muda para laranja, indicando que está desligado. Ainda conforme o Google, a qualquer momento é possível controlar dados e apagar o histórico de ações e pesquisas através da seção ‘Minhas Atividades’ no aplicativo Google Home e pelo navegador.

##RECOMENDA##

 O diretor de comunicação do Google no Brasil, Rafael Corrêa, afirma que a multinacional opera pelos seguintes pilares: usuário no controle, transparência, segurança e forma de uso dos dados, que é de maneira agregada e anonimizada. “Não é possível que um pesquisador [do Google] saiba quem fez uma pergunta ou quem fez uma pesquisa. Não é assim que funciona. Esses quatro pilares são importantes e estão presentes em todos os nossos produtos, incluindo o Nest Mini”, diz Corrêa.

O Nest Mini grava dados do usuário na nuvem por 60 dias. “Ele guarda as gravações de maneira agregada e coletiva para gerar uma série de estudos, que vão desde melhorar a qualidade das respostas, melhorar o entendimento dos diferentes sotaques que têm no Brasil a melhorar o entendimento da voz do usuário”, garante o diretor de comunicação. Segundo Corrêa, uma vez que o usuário entre na seção ‘Minhas Atividades’ e solicite que os seus dados sejam deletados, as gravações são apagadas em definitivo. “Essa discussão da privacidade é importante e a gente está aberto a fazer.”

 A empresa já esteve envolvida em polêmicas sobre privacidade. Em outubro, o Tribunal de Apelação de Londres aceitou uma ação contra o Google, que teria coletado dados de navegação de mais de quatro milhões de usuários do iPhone entre 2011 e 2012. Em 2018, o Wall Street Journal divulgou que a companhia ocultou uma falha que deixava exposto os dados pessoais de centenas de milhares de usuários da rede social Google Plus.

 O Google Nest Mini passa a ser vendido em lojas físicas e e-commerce do Brasil neste terça-feira por R$ 349. A caixinha de som inteligente do Google é integrada com o Google Assistente e permite a interação com objetos inteligentes compatíveis, como televisão, lâmpadas e plugues inteligentes.

Passageiros e motoristas parceiros da Uber vão contar com novas ferramentas de segurança dentro de alguns meses. Entre as novidades, estão as possibilidades de gravar áudio durante a viagem e checagem de documentos de passageiros, no caso de pagamento em dinheiro.

Em alguns locais, como o Chile, já há projeto-piloto em andamento. Recentes casos de roubos e sequestros de motoristas de aplicativos e passageiros em várias cidades do Brasil têm pressionado as empresas do setor a reduzirem os riscos relacionados ao serviço.

##RECOMENDA##

"A habilidade de gravar áudio é uma das coisas mais importantes anunciadas. A gravação pode ajudar a nos dar mais clareza sobre o que aconteceu de errado durante uma viagem", disse Sachin Kansal, diretor global de produtos de segurança da Uber. A gravação poderá ser feita por meio de um botão na central de segurança do aplicativo, antes e durante a viagem, em algumas regiões.

O arquivo poderá ser enviado para a Uber. O conteúdo criptografado ficará armazenado no aparelho de quem efetuar a gravação, mas só a empresa terá acesso, caso seja enviado o áudio. O material poderá, posteriormente, auxiliar autoridades em investigações. "A Uber tem a chave da criptografia e só tem acesso ao conteúdo se o usuário ou o motorista enviar o áudio", afirmou Kansal.

Para prevenir que pessoas mal intencionadas usem o aplicativo, o usuário que não tem adicionados meios de pagamentos digitais no app deverá submeter um documento de identificação, que terá as informações conferidas, antes da realização da viagem. O projeto-piloto do Doc Scan já está funcionando no Chile. Ele deve chegar ao Brasil no primeiro trimestre do ano que vem.

Senha

Outro recurso de segurança é a solicitação de senha (PIN), que ajudará o usuário a verificar sua viagem. Para ter certeza de que está entrando no carro certo, o usuário poderá optar por receber uma senha de quatro dígitos, que deverá ser dita ao motorista para que ele consiga iniciar a viagem. Futuramente, o número recebido passará automaticamente pelo aparelho do motorista e o passageiro receberá uma confirmação por celular. Nesse caso, é necessário que os dois aparelhos estejam próximos.

Rota

Também haverá mudanças no recurso de selfie do motorista. Já existe essa ferramenta, mas a verificação em tempo real será mais ampla. Alguns movimentos como piscar os olhos, sorrir e movimentar a cabeça para os lados serão solicitados. O objetivo é verificar se o motorista é aquele cadastrado no aplicativo.

Além disso, o usuário poderá denunciar um problema ainda durante o trajeto. Após o término da viagem, receberá contato da Uber. A empresa também afirma que haverá a integração do botão 'Ligar para a Polícia' com forças policiais com compartilhamento automático da localização, segundo Lourdes McLoughlin, diretora responsável pela área de Relacionamento com as Autoridades Policiais na América Latina. O serviço de aplicativo promete ainda investir R$ 5 milhões nos próximos três anos em ações antiviolência contra a mulher.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Uma brecha na segurança da Telefônica Brasil, dona da marca Vivo, deixou dados pessoais de clientes da operadora suscetíveis ao acesso por terceiros. O ponto vulnerável foi identificado no site Meu Vivo, onde os usuários de telefonia, banda larga e TV por assinatura podem acessar contas, recargas, promoções, entre outros itens.

Dados pessoais como nome completo, endereço, telefone e CPF de cerca de 24 milhões de clientes ficaram expostos, segundo o site especializado em tecnologia Olhar Digital, que conversou com o grupo de internautas que localizou a brecha.

##RECOMENDA##

A Telefônica admitiu o problema ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, mas disse que o número de clientes possivelmente impactado foi "consideravelmente menor". A companhia disse ainda que a situação já foi corrigida e se desculpou pela falha.

"A Vivo lamenta o ocorrido e ressalta que revisa constantemente suas políticas e procedimentos de segurança, na busca permanente pelos mais rígidos controles nos acessos aos dados dos seus clientes e no combate a práticas que possam ameaçar a sua privacidade. A empresa reitera que respeita a privacidade e a transparência na relação com os seus clientes", afirmou, por meio de nota.

O ponto vulnerável no site Meu Vivo foi descoberto por um grupo de internautas que testa por conta própria a segurança de sites com grande acesso, de acordo com o portal Olhar Digital. No jargão da internet, o grupo é denominado "white hat", uma espécie de hacker, mas que supostamente age dentro da lei. Já a Telefônica chamou a ação do grupo de ilícita. Por conta desse caso, o site Meu Vivo chegou a ficar fora do ar na segunda-feira. A operadora disse que "neutralizou" a vulnerabilidade em menos de três horas.

O Brasil já conta com um mecanismo para proteger consumidores contra a exposição de dados pessoais. Trata-se da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), mas ela só entra em vigor em agosto de 2020. Segundo o artigo 52 da legislação, empresas que deixaram seus clientes expostos estarão sujeitas a penalidades, que vão desde uma advertência até multa correspondente a 2% do faturamento da infratora, limitada a R$ 50 milhões.

O Broadcast consultou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a Fundação Procon para entender se a Telefônica poderá sofrer alguma notificação ou penalidade, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem.

A Noverde, empresa especializada em crédito online, identificou um aumento 198%, em golpes que prometem empréstimos via WhatsApp. A companhia apontou que, se antes os criminosos virtuais usavam nomes de bancos conhecidos para aplicar as fraudes, dessa vez o disfarce leva o nome das fintechs - ou seja, startups que trabalham como alternativa de serviços do sistema financeiro.

De acordo com a companhia, os números dão ideia da dimensão do problema. De janeiro até setembro dos últimos três anos, foram 232 casos em 2017, 519 em 2018 e 683 em 2019, um aumento de 198% em dois anos. Já nos nove primeiros meses de 2019 foram registrados 683 registros deste golpe, quase o mesmo número do ano anterior. A modalidade do golpe ainda não possui uma divisão específica no Sistema Digital de Ocorrências da Polícia Civil de São Paulo para relatar este tipo de crime. 

##RECOMENDA##

O aumento é visto como uma consequência do relaxamento das pessoas em relação às fintechs, que antes eram tratadas com mais desconfiança, e hoje, fazem parte do cotidiano de mais brasileiros. 

Confira dicas para evitar cair nesse tipo de golpe: 

Ignore mensagens enviadas de pessoas desconhecidas que peçam para clicar em links para conseguir um empréstimo. 

Marque esse tipo de mensagem como SPAM. 

Tenha controle sobre quais formulários com pedidos de crédito você preencheu. Empresas com boa reputação costumam oferecer uma experiência simplificada.

Desconfie de mensagens que indiquem que seu crédito foi aprovado junto a empresas que você não tenha um relacionamento, por exemplo. 

Ao receber uma oferta de crédito, pesquise sobre a reputação da empresa, especialmente por meio de recomendações de outros clientes. Golpistas usam a desinformação do usuário e se aproveitam da necessidade das pessoas que precisam daquele dinheiro.  

Se persistir a dúvida, entre em contato pelos telefones disponíveis nas páginas oficiais da empresa para esclarecer sobre a veracidade da oferta.  

Redobre a atenção com ofertas de empréstimos que peçam um depósito antecipado como “taxa de conveniência” ou algum serviço de análise de crédito, para liberar um valor pré-aprovado.

Se a mensagem vier com muitos erros gramaticais ou o atendimento for muito informal, como por exemplo, audios de WhatsApp, há probabilidade grande de ser golpe.

Não caia em pressões psicológicas que dão um prazo de poucas horas para a concretização do “empréstimo”. Há casos em que os golpistas prometem abono de parcelas caso o comprovante de depósito seja feito em poucos minutos.

A Uber lançou nesta quinta-feira (24), uma iniciativa para dar mais segurança às suas motoristas. Feita em parceria com a Rede Mulher Empreendedora, a plataforma criou o ​Elas na Direção, um projeto que​ vai contemplar tanto mulheres que já dirigem usando o aplicativo como aquelas que ainda não se cadastraram. O primeiro recurso lançado pela empresa se chama U-Elas e aparece dentro do próprio app para motoristas, permitindo à mulher escolher o gênero de seus passageiros. 

"​Para se sentirem mais à vontade,​ as motoristas agora podem optar por levar apenas usuárias que se identificam como mulheres, sejam cis ou trans. A ferramenta U-Elas pode ser ligada a qualquer momento e estará disponível exclusivamente para parceiras mulheres", afirma Claudia Woods, diretora geral da Uber no Brasil. Com a aplicação da ferramenta, que deve começar a funcionar em novembro, a empresa espera atrair futuras colaboradoras, mais confiantes e seguras com o trabalho nas ruas. Atualmente, apenas 6% dos motoristas da companhia são mulheres. 

##RECOMENDA##

[@#video#@]

Por se tratar de uma iniciativa piloto, o serviço vai funcionar - a princípio - em apenas três cidades brasileiras: Fortaleza (CE), Campinas (SP) e Curitiba (PR), com planos de expansão para o restante do Brasil apenas em 2020. Mas o recurso não é o único benefício do programa. Participantes do ​Elas na Direção ​contarão com ações de incentivo exclusivas ligadas ao programa Uber Pro

Além disso, mulheres que quiserem se tornar motoristas parceiras, mas não possuírem veículo próprio, receberão condições exclusivas para aluguel de carros, fruto de uma parceria da companhia com a Localiza Hertz. A empresa de aluguel de veículos oferecerá um preço inferior ao valor regular da categoria.

Cada cidade também receberá uma Rede de Apoio com especialistas mulheres fazendo atendimento presencial, de mulher para mulher, nos Espaços Uber. Cursos on-line sobre empoderamento pessoal e econômico, também podem ser encontrados e assistido pelas novas parceiras.

Você sabe o que Alex Bledel, Sofie Turner, Jimmy Fallon e Lupita Nyong’o tem em comum? Eles estão na lista das 10 celebridades mais perigosas para dispositivos eletrônicos feita pela McAfee - empresa especializada em segurança digital. Pelo 13º ano seguido, a companhia pesquisa quais indivíduos famosos podem expor seus fãs a websites maliciosos e vírus.

O topo da lista foi ocupado pela eterna Rory, da série televisiva Gilmore Girls, Alex Bledel. Seu trabalho mais recente foi como Emily, em “The Handmaid’s Tale”, que já teve a quarta temporada confirmada. Ela é seguida pelo apresentador do talk show “Late Night”, James Corden, a atriz Sophie Turner (Game of Thrones e X-Men), Anna Kendrick e muitos outros. 

##RECOMENDA##

De acordo com a empresa, os nomes das celebridades vêm - geralmente - ligados à procura de arquivos torrent, em que os usuários podem assistir por conteúdos “pirateados” de diferentes plataformas, gratuitamente. A companhia aconselha que, para evitar ser surpreendido por malware e vírus, os usuários aguardem os lançamentos oficiais de suas séries e filmes favoritos, e só façam downloads de conteúdos em sites confiáveis. 

Confira a lista completa das Celebridades Mais Perigosas de 2019:

1 - Alexis Bledel (Gilmore Girls e The Handmade’s Tale)

2 - James Corden (Late Night)

3 - Sophie Turner (Game of Thrones e X-Men)

4 - Anna Kendrick (Pitch Perfect)

5 - Lupita Nyong’o ((Nós, Pantera Negra)

6 - Jimmy Fallon (The Tonight Show com Jimmy Fallon)

7 - Jackie Chan (Karate Kid)

8 - Lil Wayne 

9 - Nicki Minaj

10 - Tessa Thompson (Cara Gente Branca, Thor)

Seja sincero, você realmente cria senhas diferentes cada vez que precisa fazer uma nova conta em algum site ou se cadastrar em algum serviço? Se a resposta for negativa, saiba que você não está sozinho. De acordo com a PSafe, desenvolvedora dos aplicativos dfndr security, 5 em cada 10 brasileiros utilizam a mesma senha em diferentes contas ou serviços na internet. 

O número  representa cerca de 67,6 milhões de pessoas em todo país. E não é só isso. Segundo a pesquisa, 23,4% dos entrevistados declararam que já compartilharam suas senhas com terceiros e pouco mais da metade deles afirma não ter o hábito de trocar suas senhas. 

##RECOMENDA##

Para se ter uma ideia de como a criatividade não é o forte da maioria dos usuários da internet, em 2018, pelo segundo ano consecutivo, um levantamento das senhas mais utilizadas no mundo revelou que a preferida da população era “123456”. Os seis números permanecem no pódio em 2019,  segundo dados do Centro Nacional de Segurança Cibernética (NCSC), órgão governamental do Reino Unido, a segunda é “password” ou - em português - senha.

Para Emilio Simoni, diretor do dfndr lab - laboratório especializado em segurança digital - utilizar uma senha fraca ou repetida em diferentes serviços online, aumenta as chances de um hacker ter acesso às informações do usuário. “Ao invadir uma conta, a primeira ação do atacante é tentar acessar outros serviços na internet com a mesma senha e, depois, alterá-la para que o usuário não tenha mais acesso a sua conta. Em alguns casos, o hacker pode utilizar informações da vítima e de seus contatos para enviar phishings personalizados por e-mail, induzindo que ela clique e informe dados sigilosos, como senhas bancárias”, afirma o diretor.

Ainda de acordo com a pesquisa da companhia 16,3% dos usuários já usaram suas senhas bancárias ou de cartão de crédito em contas online. Dado preocupante, visto que, com o passar dos anos e com o aumento da tecnologia, os crimes de roubo de dados estão em ascensão. Confira as dicas para criar uma senha forte (via PSafe):

1 - Dê preferência para senhas longas de, no mínimo, 8 caracteres;

2 - Misture letras minúsculas e maiúsculas, número e símbolos;

3 - Evite senhas de fácil dedução, como data de aniversário, telefone ou nome de parentes;

4 - Utilize uma senha diferente para cada conta ou serviço online, como e-mail e redes sociais;

5 - Realize a troca de suas senhas a cada três ou quatro meses e jamais informe seu código para terceiros.

Representantes das plataformas Google, Facebook, Twitter e WhatsApp vão aderir ao  Programa de Enfrentamento à Desinformação com Foco nas Eleições 2020, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Eles vão fazer parte de um grupo de 40 instituições parceiras que pretendem realizar ações para reduzir os efeitos negativos que a desinformação pode causar às eleições.

A adesão ao programa acontecerá na próxima terça-feira (22), às 18h15, no Gabinete da Presidência do Tribunal, em Brasília, e contará com a presença da presidente da Corte, ministra Rosa Weber. A intenção da parceria das redes sociais é de orientar programas, como: “Alfabetização Midiática e Informacional”, que tem o objetivo de capacitar as pessoas para identificar e checar uma incorreta, “Contenção à Desinformação”, para desestimular ações de proliferação de informações falsas e “Identificação e Checagem de Desinformação”, que busca aperfeiçoar os métodos de identificação de possíveis práticas de disseminação de conteúdos falaciosos.

##RECOMENDA##

O foco da iniciativa de combate às fake news e a desinformação são as Eleições Municipais de 2020. Atualmente, o projeto conta com 36 instituições parceiras, entre partidos políticos e entidades públicas e privadas. Confira abaixo a lista das instituições que já assinaram o termo de adesão:

1. Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert)

2. Associação Brasileira de Imprensa (ABI)

3. Associação Brasileira de Internet (Abranet)

4. Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel)

5. Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint)

6. Associação Nacional dos Jornais (ANJ)

7. Agência Aos Fatos

8. Associação Acredito

9. Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom)

10. Associação InternetLab de Pesquisa em Direito e Tecnologia

11. Boatos.org

12. Conselho Gestor da Internet (CGI.br)

13. Instituto Palavra Aberta

14. Instituto Update

15. Ministério da Justiça e Segurança Pública

16. Ministério Público Federal

17. Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil

18. Partido Avante

19. Partido Comunista do Brasil (PCdoB)

20. Partido Democracia Cristã (DC)

21. Partido Democratas (DEM)

22. Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB)

23. Partido Solidariedade

24. Partido Progressistas (PP)

25. Partido Republicanos

26. Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)

27. Politize!

28. Safernet Brasil

29. Sociedade Brasileira de Computação (SBC)

30. Secretaria Executiva do Comitê Nacional do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral

31. Agência Lupa

32. Partido Social Cristão (PSC)

33. Partido Podemos (Pode)

34. Partido Democrático Trabalhista (PDT)

35. Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República

36. Instituto Não Aceito Corrupção

Ele serve para estudar o pensamento do presidente Xi Jinping e memorizar suas frases mais conhecidas, mas um popular aplicativo de propaganda do Partido Comunista Chinês (PCC) também poderia estar sendo usado para espionar seus usuários, de acordo com um grupo que defende a liberdade na Internet.

O aplicativo, cuja página principal mostra uma foto do presidente Xi em um fundo vermelho, chama-se "Xuexi Qiangguo". Segundo a mídia chinesa, foi baixado 130 milhões de vezes desde o seu lançamento em janeiro pelo Departamento de Propaganda do Partido Comunista.

##RECOMENDA##

Apresentado como uma ferramenta educacional, o aplicativo atribui pontos aos usuários quando eles compartilham artigos ou respondem a perguntas corretamente. Mas, por sua vez, os usuários também precisam fornecer uma infinidade de dados, como sua localização ou seu endereço de e-mail, diz o Open Technology Fund (OTF), um grupo financiado pelo governo americano que defende a liberdade na Internet.

As condições de uso do aplicativo também estipulam que os usuários podem ter que transmitir outros dados pessoais, como impressões digitais e o número do documento de identidade, dependendo das funções às quais desejam acessar.

Enquanto o Partido Comunista apresenta esse aplicativo como "um meio para os cidadãos demonstrarem lealdade e estudar seu país, o aplicativo os estuda", ironiza o OTF em seu site, referindo-se ao nome ambíguo do aplicativo.

Para chegar a essas conclusões, o Open Technology Fund se baseou em pesquisas da empresa alemã Cure53, especializada em segurança cibernética.

"Xuexi Qiangguo" escaneia o smartphone do usuário como se tentasse "averiguar quais aplicativos já foram instalados", aponta a empresa.

A investigação, realizada em agosto, limitou-se à versão Android do aplicativo. "É incomum ter tantos dados recolhidos", ressalta Jane Manchun Wong, especialista em segurança cibernética.

Suspeita-se que o governo chinês esteja recorrendo cada vez mais à tecnologia (câmeras de vigilância, reconhecimento facial) para vigiar sua população.

O governo também pede aos jornalistas chineses que utilizem o "Xuexi Qiangguo" para uma prova que deverão fazer no próximo mês para obter sua credencial de imprensa, segundo anúncio publicado semana passada.

Procurado pela AFP, o departamento de propaganda do Partido Comunista não respondeu sobre a questão.

O Twitter declarou nesta terça-feira que os líderes mundiais "não estão acima" das regras da plataforma e poderão ter suas mensagens apagadas por condutas que violem as normas do serviço.

Em uma declaração destinada a esclarecer suas políticas, o Twitter afirmou que se reserva o direito de adotar "medidas coercitivas" sobre tuítes ofensivos, especialmente os que incluem ameaças de violência ou revelação de informação privada.

##RECOMENDA##

"Queremos deixar claro que as contas dos líderes mundiais não estão acima das nossas políticas" de controle, destacou a empresa.

Twitter assinalou ainda que adotará medidas contra qualquer conta que "promova o terrorismo" ou "ameaças claras e diretas de violência", assim como a divulgação de informação privada, como endereço e número de telefone de usuários.

A empresa também agirá contra a publicação de fotos e vídeos íntimos sem consentimento e qualquer conteúdo relacionado à exploração sexual infantil ou automutilação.

O anúncio ocorre no momento em que as redes sociais - especialmente Facebook - sofrem grande pressão para impedir declarações falsas e enganosas de líderes políticos.

Tanto Facebook como Twitter já declararam que não tentarão eliminar comentários "de interesse jornalístico" de líderes políticos, e o Facebook isentou os anúncios políticos do processo de verificação dos fatos.

A Nova Zelândia vai criar uma equipe de investigadores dedicada apenas a combater o extremismo na internet, enquanto o governo lida com as falhas que foram demonstradas após o massacre de Christchurch, anunciou a primeira-ministra Jacinda Ardern.

Ardern quer obrigar as empresas de tecnologia a adotar medidas drásticas contra o material extremista desde que um homem armado matou 51 fiéis muçulmanos em Christchurch em março e exibiu parte do ataque no Facebook.

##RECOMENDA##

A primeira-ministra também admitiu que o massacre, que aconteceu em duas mesquitas desta cidade da Ilha Sul, revelou que o governo precisava aumentar os recursos para conter a propagação da violência na internet.

"Teremos uma equipe especial concentrada em captar e interromper conteúdo extremista violento em nossos canais digitais", disse.

"Funcionará de forma parecida a como procuramos material de exploração sexual infantil, trabalhando com os provedores de conteúdo online para captar e suprimir conteúdo nocivo", completou.

Ardern afirmou que o Departamento de Assuntos Internos contratará 17 especialistas para tarefas de investigação, forenses e inteligência.

Mais de 70 milhões de brasileiros com CNH tiveram seus dados expostos após uma falha de segurança no site do Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran-RN). O vazamento foi divulgado via denúncia anônima, feita ao site Olhar Digital, nesta terça-feira (9). Entre os dados expostos estão os do Presidente da República, Jair Bolsonaro.

A brecha foi descoberta por um pesquisador de segurança da informação que, durante três meses, explorou a falha. Por meio de testes ele descobriu que, ao inserir diferentes números de CPFs gerados aleatoriamente, o erro dava acesso ao banco de dados de todos os Detrans do Brasil. Os órgãos estaduais têm seus sistemas integrados e unificados, o que facilitaria a entrada de invasores. 

##RECOMENDA##

Ao acessar o sistema era possível obter, apenas com o número de CPF, informações pessoais como endereço residencial, telefone, operadora, dados da CNH, foto, RG, CPF, data de nascimento, sexo e idade. Inclusive de personalidades públicas como o presidente Jair Bolsonaro, seus filhos, Xuxa, Neymar, entre outros.

De acordo com o site, o pesquisador contou que entrou em contato duas vezes com o Departamento Nacional de Trânsito para notificar a falha, mas não obteve nenhum retorno. Na última semana ele voltou a acessar o site e descobriu que a página não mostrava mais informações da ficha cadastral, mas continuava ativa, o que permitiria que fosse explorada por algum invasor.

 No começo da semana o Google anunciou uma série de novos recursos para seus aplicativos, envolvendo o aumento da privacidade de seus usuários. Uma das ferramentas atualizadas foi o YouTube, que agora permite aos seus utilizadores a possibilidade de apagar automaticamente o tudo o que o usuário pesquisa e digita quando navega, bem como gravações de voz.

É possível escolher que os conteúdos sejam deletados do registros a cada 3 meses, a cada 18 meses ou manualmente. Após a clicar na opção de tempo a ferramenta oferece a opção de apagar todo o conteúdo na mesma hora ou "no futuro" - de acordo com as configurações do aplicativo. Depois do período escolhido o conteúdo sairá da conta do usuário permanentemente. 

##RECOMENDA##

Em maio, o Google anunciou que seria possível apagar automaticamente o Histórico de Localização e as Atividades na Web e de Apps gravados por seus produtos, além de outras funções que tentam garantir ainda, mas a privacidade dos usuários. Um exemplo, é a recente adição do modo Anônimo no aplicativo Maps.

Deletar conversas de voz

E se você acha que apenas o auto-deletar não é suficiente, a empresa anunciou que nas próximas semanas, será possível deletar conversas gravadas na conta do usuário via comando de voz. De acordo com a companhia, não será preciso ativar nenhum desses recursos, uma vez que eles serão atualizados automaticamente e só funcionarão quando solicitados pelos usuários.

No caso do Assistente de Voz, se o período de mensagens que deverá ser apagado for superior a mais de uma semana de conversas, ele vai abrir diretamente a página das configurações para que seja possível completar essa solicitação. As novidades serão lançadas em inglês nas próximas semanas, e estarão disponíveis nos demais idiomas em breve.

Uma adolescente de 14 anos de idade morreu no sábado (28), no Cazaquistão, devido à explosão da bateria do seu celular enquanto o carregava sobre almofada de noite.

Aparentemente, a jovem estava ouvindo a música no celular e adormeceu com o aparelho ligado, informam veículos de comunicação locais. Na manhã do dia seguinte, o corpo da garota foi encontrado na sua casa, em Bastobe.

##RECOMENDA##

Algumas horas depois, peritos confirmaram que o celular explodiu nas primeiras horas da manhã depois de superaquecimento por estar sendo recarregado. Não foi revelada a marca do celular e nem foram dados detalhes sobre se o carregador utilizado era original ou não.

Carregadores assassinos

O caso se soma a dezenas de acidentes similares reportados nos últimos meses de vários cantos do mundo. O risco de carregadores celulares já foi alarmado inúmeras vezes, principalmente quando são usados perto dos donos.

Um estudo realizado no Reino Unido pela organização Electrical Safety First ressaltou que de 64 carregadores genéricos da Apple, 58% falharam no teste de resistência elétrica. O relatório recomenda prestar atenção a dispositivos enquanto são recarregados.

Da Sputnik Brasil

A maratona de programação HackRibeirão chega a sua terceira edição procurando projetos tecnológicos a partir do tema “Soluções para o combate à corrupção”. O evento acontece nos dias 5 e 6 de outubro, no Supera Parque, e deve reunir cerca de 60 competidores para discutir, pensar e elaborar iniciativas relacionadas ao tema.

O hackathon foi divido em duas categorias: “Corrupção nos processos licitatórios e compras públicas”, e “Sistemas de denúncia no âmbito municipal”. Os competidores podem propor soluções para outros problemas dentro desses temas, mas é imprescindível que abordem e proponham soluções para uma das categorias, incluindo quais tecnologias, ferramentas, estruturas e conhecimentos serão utilizados e quais parceiros participarão da construção do projeto.

##RECOMENDA##

Para participar é preciso ter mais de 16 anos (com autorização do responsável legal), divididos em equipes de 3 a 5 pessoas. O primeiro lugar levará R$ 2 mil, mentoria jurídica e imersão na CCM Tecnologia e o segundo lugar levará R$ 1 mil e imersão na CCM Tecnologia. A participação no evento custa por R$55 e as inscrições devem ser feita no site da Sympla.

O grupo europeu Airbus foi objeto nos últimos meses de ataques virtuais executados contra suas terceirizadas, informaram fontes das forças de segurança à AFP, que indicaram a possibilidade de uma espionagem procedente da China.

Nos últimos 12 meses foram registrados quatro ataques importantes contra terceirizadas da Airbus, afirmaram duas fontes dos serviços de segurança à AFP.

##RECOMENDA##

As empresas terceirizadas afetadas foram o grupo francês de consultoria tecnológica Expleo, a construtora de motores britânica Rolls Royce e duas companhias francesas que a AFP não conseguiu identificar.

Procurada pela AFP, a Expleo "não confirma nem desmente" as informações. Airbus e Rolls Royce não comentaram o caso.

As fontes entrevistadas pela AFP suspeitam que os ataques podem ter sido executados por hackers que trabalham para a China, mas insistiram nas dificuldades técnicas para identificar formalmente os autores das ações.

O portal Hacker News relatou um erro no aplicativo do WhatsApp na função de excluir fotos enviadas.

De acordo com a publicação, a função "Apagar para todos" não funciona corretamente se o usuário contar com as configurações básicas do aplicativo.

##RECOMENDA##

Neste caso, todas as fotos enviadas são armazenadas na memória do telefone do destinatário, e, caso o remetente decida apagar as imagens do histórico, os arquivos enviados permanecerão salvos no celular para onde foram enviados.

A vulnerabilidade abrange apenas smartphones com o sistema operacional iOS. Em telefones com Android, tudo funciona como se deve.

De acordo com a publicação, a empresa se recusou a remover este bug. Segundo WhatsApp, a principal tarefa da função "Apagar para todos" é eliminar mensagens de texto e não multimídia.

Da Sputnik Brasil

Cibercriminosos estão se aproveitando do início do saque do FGTS para aplicar mais um golpe através do WhatsApp. De acordo com um alerta emitido pela Polícia Federal (PF), circula no aplicativo uma mensagem com um link prometendo o pagamento retroativo e o saque dos valores do fundo de garantia, mas na realidade, não passa de uma forma inibidora de cooptar os dados das pessoas para usos ilícitos. 

Segundo a PF, o golpe possui a seguinte estrutura: a vítima recebe o link malicioso e quando o site é aberto há um questionário de quatro perguntas para ser respondida (Nº PIS/PSEP, data de nascimento, CPF e senha do Cartão Cidadão). Após enviar as respostas, a vítima é incentivada a compartilhar esse mesmo link com mais 10 contatos.

##RECOMENDA##

De acordo com a empresa de segurança digital Psafe, o golpe do FGTS já atingiu mais de 100 mil brasileiros, totalizando mais de dois mil novos registros por hora.

Os dados roubados podem ser usados para adesão de cartão de crédito, constituição de empresas falsas, abertura de contas bancárias e em lojas comerciais, empréstimos ou compras e aplicar golpes em outros usuários.

Seguindo um calendário, os saques do FGTS iniciaram no dia 13 de setembro para quem tem conta na Caixa Econômica Federal. Já para quem não tem, a retirada dos valores estará disponível a partir de 18 de outubro. Os saques vão poder ser feitos até 31 de março de 2020.

Veja dicas de segurança para não cair em golpes:

1. Desconfie sempre de mensagens que você receber no seu aparelho celular;

2. Não acesse nem clique em links enviados em nome da Caixa porque nenhum órgão do governo federal se comunica com seus beneficiários através de links via WhatsApp; Se receber mensagens desse tipo, apague.

3. Nunca forneça a senha ou número do seu Cartão do Cidadão;

4. Não preencha nenhum cadastro para saque do FGTS fornecendo seus dados pessoais: CPF, identidade, endereço;

5. Em caso de dúvida, procure os canais e a página oficial do banco, na internet, no endereço fgts.caixa.gov.br, direto em suas agências ou através do telefone 0800-724-2019

6. Na dúvida, você pode checar se um link é seguro na página da Psafe 

7. Mantenha um bom antivírus instalado no celular.

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando