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O portal Hacker News relatou um erro no aplicativo do WhatsApp na função de excluir fotos enviadas.

De acordo com a publicação, a função "Apagar para todos" não funciona corretamente se o usuário contar com as configurações básicas do aplicativo.

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Neste caso, todas as fotos enviadas são armazenadas na memória do telefone do destinatário, e, caso o remetente decida apagar as imagens do histórico, os arquivos enviados permanecerão salvos no celular para onde foram enviados.

A vulnerabilidade abrange apenas smartphones com o sistema operacional iOS. Em telefones com Android, tudo funciona como se deve.

De acordo com a publicação, a empresa se recusou a remover este bug. Segundo WhatsApp, a principal tarefa da função "Apagar para todos" é eliminar mensagens de texto e não multimídia.

Da Sputnik Brasil

Cibercriminosos estão se aproveitando do início do saque do FGTS para aplicar mais um golpe através do WhatsApp. De acordo com um alerta emitido pela Polícia Federal (PF), circula no aplicativo uma mensagem com um link prometendo o pagamento retroativo e o saque dos valores do fundo de garantia, mas na realidade, não passa de uma forma inibidora de cooptar os dados das pessoas para usos ilícitos. 

Segundo a PF, o golpe possui a seguinte estrutura: a vítima recebe o link malicioso e quando o site é aberto há um questionário de quatro perguntas para ser respondida (Nº PIS/PSEP, data de nascimento, CPF e senha do Cartão Cidadão). Após enviar as respostas, a vítima é incentivada a compartilhar esse mesmo link com mais 10 contatos.

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De acordo com a empresa de segurança digital Psafe, o golpe do FGTS já atingiu mais de 100 mil brasileiros, totalizando mais de dois mil novos registros por hora.

Os dados roubados podem ser usados para adesão de cartão de crédito, constituição de empresas falsas, abertura de contas bancárias e em lojas comerciais, empréstimos ou compras e aplicar golpes em outros usuários.

Seguindo um calendário, os saques do FGTS iniciaram no dia 13 de setembro para quem tem conta na Caixa Econômica Federal. Já para quem não tem, a retirada dos valores estará disponível a partir de 18 de outubro. Os saques vão poder ser feitos até 31 de março de 2020.

Veja dicas de segurança para não cair em golpes:

1. Desconfie sempre de mensagens que você receber no seu aparelho celular;

2. Não acesse nem clique em links enviados em nome da Caixa porque nenhum órgão do governo federal se comunica com seus beneficiários através de links via WhatsApp; Se receber mensagens desse tipo, apague.

3. Nunca forneça a senha ou número do seu Cartão do Cidadão;

4. Não preencha nenhum cadastro para saque do FGTS fornecendo seus dados pessoais: CPF, identidade, endereço;

5. Em caso de dúvida, procure os canais e a página oficial do banco, na internet, no endereço fgts.caixa.gov.br, direto em suas agências ou através do telefone 0800-724-2019

6. Na dúvida, você pode checar se um link é seguro na página da Psafe 

7. Mantenha um bom antivírus instalado no celular.

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) instaurou processo administrativo contra a operadora TIM Celular por "suposto vazamento de dados e valores de dívidas dos consumidores por meio do serviço TIM Negocia". O despacho com a decisão está publicado no Diário Oficial da União (DOU). A empresa tem dez dias para apresentar defesa.

O DPDC informou que "teve conhecimento por meio da mídia de suposto vazamento de dados e valores de dívidas dos consumidores por meio do serviço TIM Negocia" e explicou que, em decorrência de uma brecha na plataforma, cibercriminosos poderiam acompanhar dados pessoais e valores de dívidas de consumidor.

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O órgão, que integra a estrutura da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça e Segurança Pública, disse ainda que, de acordo com a notícia que embasou a instauração do processo, "não se sabe por quanto tempo os hackers tiveram acesso ao sistema e nem dados de quantos clientes eles realmente conseguiram visualizar ao longo desse tempo".

Com a instauração do processo, a empresa será intimada para se manifestar em sede de Defesa Administrativa. A empresa poderá ser multada em aproximadamente R$ 10 milhões caso os indícios sejam confirmados.

Por sua vez, a TIM disse que foi vítima de um ataque criminoso de hackers e ainda não foi notificada da autuação da Senacon, quando apresentará defesa no procedimento administrativo.

Em nota, a empresa reiterou seu compromisso com os mais altos padrões de segurança da informação e afirmou que os dados dos seus clientes estão protegidos.

Se você acredita que educação online tem que ser ensinada desde cedo, acontecem no dia 28 de setembro, no Zak33 Gastro-Bar, em Casa Forte, dois workshops sobre segurança na internet para crianças e adolescentes. Os encontros serão ministrados por professores da Código Kid Jaboatão, que ensina programação e tecnologia para jovens.

O primeiro curso será para os pequenos de 6 a 10 anos, e o segundo para adolesentes entre 11 e 15 anos. Cada encontro terá duração de 30 a 50 minutos, com o objetivo principal de entender o comportamento das crianças também no ambiente virtual. Gratuitos, os workshops irão acontecer no primeiro dia do Formigueiro Zak Nerd, evento de cultura geek que ocorrerá nos dias 28 e 29 de setembro. 

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Os temas abordados durante o encontro serão adaptados para cada faixa de idade e devem tratar de cyberbullying, comportamento seguro em redes sociais, perigos online, como pedir ajuda, entre outros. Os cursos acontecem às 13h e 14h e, ao final de cada encontro, haverá um certificado e brindes para os participantes. As vagas são limitadas.

Para participar, é preciso realizar a inscrição através do Sympla e levar 1 Kg de alimento. O Formigueiro Zak Nerd irá arrecadar alimentos para o Núcleo de Apoio à Criança com Câncer (NACC) em uma gincana solidária que irá fazer alusão aos Cavaleiros do Zodíaco.

Confira os temas abordados:

Netqueta: eu tenho e você?

História dos meios de comunicação 

Internet das coisas

Comportamento seguro em redes sociais

Perigos online

Formas de defesa e comportamento seguro em redes sociais

A quem pedir ajuda?

Como se preparar para o futuro

Na semana passada, o Google publicou que diversos iPhones teriam falhas graves de segurança. Nesta sexta-feira (6), a Apple resolveu desmentir algumas das declarações feitas pela gigante da internet a respeito da segurança de seus telefones. O ataque teria dado a hackers acesso a conversas em aplicativos de mensagens e dados pessoais. 

Mesmo afirmando que as vulnerabilidades foram corrigidas em fevereiro, a Apple afirma ter recebido diversas mensagens de clientes preocupados com sua privacidade. A maçã decidiu negou algumas das afirmações feitas da empresa, inclusive, a que informava que a invasão teria sido feita em aparelhos em massa. 

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"A publicação do Google, feita seis meses após o lançamento dos patches para iOS, cria a falsa impressão de "exploração em massa" para "monitorar as atividades privadas de populações inteiras em tempo real", alimentando o medo, entre os usuários do iPhone, de que seus dispositivos haviam sido comprometidos. Este nunca foi o caso", garante a companhia.

De acordo com a Apple o ataque afetou menos de uma dúzia de sites que concentram conteúdo acessado por seus clientes. “Os ataques desses sites permaneceram operacionais apenas por um breve período, aproximadamente dois meses, e não ‘dois anos’, como o Google implica”, desmente a empresa. No comunicado, a Apple também afirma que todo o processo de correção foi feito em apenas 10 dias, após o conhecimento da vulnerabilidade e que, quando foram procurados pela gigante da internet, esses bugs já estavam sendo corrigidos. 

“A segurança do iOS é incomparável porque assumimos a responsabilidade total pela segurança do nosso hardware e software. Nossas equipes de segurança de produtos em todo o mundo estão constantemente interagindo para introduzir novas proteções e corrigir vulnerabilidades assim que são encontradas. Nunca interromperemos nosso trabalho incansável para manter nossos usuários seguros”, finaliza.

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O Google será multado em US$ 170 milhões em decorrência de uma investigação da Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC) sobre violações da privacidade de crianças no YouTube.

A plataforma de vídeos foi acusada de monitorar o histórico de visualização de crianças, usando seus dados, sem o consentimento dos pais, para vender milhões de dólares em anúncios direcionados a esse público. O governo avaliou que essa prática viola uma lei americana de privacidade infantil online.

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"O YouTube se aproveitou de sua popularidade entre as crianças para conseguir potenciais clientes corporativos", afirmou Joe Simons, presidente da FTC. "Quando se tratava de cumprir a lei (que proíbe a coleta de dados sobre crianças), a empresa se recusou a reconhecer que partes de sua plataforma eram direcionadas para crianças".

O acordo com a FTC e a promotoria geral de Nova York, que receberá US$ 34 milhões, é o maior desde que a lei que proíbe a coleta de informações sobre crianças menores de 13 anos entrou em vigor em 1998. A regra foi revisada em 2013 para incluir cookies, usados para rastrear o histórico de visualização de uma pessoa na internet.

Além da multa, o acordo proposto exige que a empresa se abstenha de violar a lei no futuro.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Os números telefônicos de 419 milhões de usuários do Facebook vazaram na internet - a descoberta foi feita pelo pesquisador de segurança Sanyam Jain, que encontrou os dados em um servidor sem senha, o que permitia que qualquer pessoa tivesse acesso aos dados.

Segundo o site TechCrunch, os dados eram de usuários dos Estados Unidos, Reino Unidos e Vietnã. Jain diz que encontrou diversos números associados a celebridades, mas não conseguiu localizar o proprietário do banco de dados vazado.

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Cada registro tinha o número de identidade de cada conta e seu respectivo número telefônico - algumas tinham o nome do usuário, o gênero e a localização. Em abril de 2018, após o escândalo da Cambridge Analytica, o Facebook barrou o uso de números telefônicos na plataforma.

Até então, era possível procurar um usuário na rede social usando seu número telefônico. Antes disso, a companhia também havia restringido o acesso de desenvolvedores independentes a números telefônicos.

O porta-voz do Facebook disse ao TechCrunch que os dados foram removidos antes da empresa cortar o acesso aos telefones. "As informações foram removidas e não encontramos evidência de que contas no Facebook tenham sido violadas."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), abriu um processo contra uma loja conceito da Hering, em São Paulo. A suspeita é de uso indevido de dados. Na última segunda-feira (2), o órgão instaurou um processo para investigar indícios de coleta de informações dos clientes sem o consentimento prévio.

A Hering Experience, localizada no Morumbi Shopping, faz uso de uma tecnologia específica para melhorar a experiência do usuário. A loja possui câmeras de reconhecimento facial que, além de identificar quais lugares com maior circulação de pessoas, também captam as reações dos consumidores às peças em exposição. Dessa forma é possível saber se determinado conjunto de roupas está sendo mais aceito ou não desperta tanto interesse. 

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A prática acabou não sendo vista com bons olhos pelo DPDC, que pediu explicações sobre o destino dos dados coletados. O órgão do Ministério da Justiça quer entender com quem seriam compartilhadas essas informações. Uma das preocupações do órgão do governo é que, no futuro, esses dados sejam usados para a criação de algum tipo de publicidade personalizada sem o consentimento dos analisados.

Além do DPDC, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) também alerta para um risco à privacidade dos clientes que frequentam a loja. Se for considerada culpada, a Hering poderá ser multada em até R$ 97 milhões.

O que diz a empresa

Ao ser procurada para prestar esclarecimentos, a Cia Hering, responsável pela gestão da marca, afirmou que "diferentemente do que foi apontado, (a Hering) não realiza reconhecimento facial, mas, sim, detecção facial, por meio do qual estima apenas o gênero, a faixa etária e o humor dos consumidores, de forma anônima". 

De acordo com o jornal O Globo, a empresa afirma que esses dados  "não são tratados, armazenados ou compartilhados com terceiros", e que as informações são usadas apenas para gerar estatísticas que ajudem a entender os padrões de consumo da loja. "Sendo assim, não é necessário que se obtenha consentimento prévio do consumidor, assim como também afirma não haver violação dos direitos dos seus clientes", afirma a Hering.

A gigante chinesa de equipamentos de telecomunicação Huawei disse hoje que sofreu ataques cibernéticos dos Estados Unidos, que teriam vasculhado seus sistemas internos de informação depois de a empresa negar uma série de acusações.

A Huawei, que está no centro da disputa comercial entre EUA e China, também negou alegações contidas numa matéria do The Wall Street Journal de que teria roubado patentes para câmeras de smartphones.

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"O fato é que nenhuma das tecnologias principais da Huawei foi alvo de qualquer ação criminal, e nenhuma das acusações feitas pelo governo dos EUA foi apoiada por evidências suficientes", disse a empresa chinesa em comunicado. "Condenamos fortemente o esforço maligno e coordenado do governo dos EUA para desacreditar a Huawei e restringir sua posição de liderança na indústria" de tecnologia, acrescentou. Fonte: Dow Jones Newswires.

O Procon-SP multou o Google e a Apple, no Brasil, por conta do aplicativo FaceApp. A ferramenta, que virou febre entre os brasileiros mês passado, deixava as pessoas mais velhas ou com  sorriso no rosto através da manipulação das fotos cedidas pelos usuários. As empresas já haviam sido notificadas pelo órgão para esclarecer informações sobre as políticas de coleta, armazenamento e uso dos dados dos consumidores que acessavam o aplicativo, principalmente, pela falta de explicações em português, sobre o uso de imagem. 

De acordo com o Procon-SP, as multas foram estipuladas por haver desrespeito a regras previstas no Código de Defesa do Consumidor (CDC), uma vez que as duas empresas são fornecedoras do aplicativo em suas plataformas e têm que ser responsabilizadas sobre dados essenciais dos produtos e serviços que ofertam. 

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Para o órgão, disponibilizar informações somente em língua estrangeira impossibilitaria que vários usuários tivessem conhecimento do conteúdo. “As informações em língua inglesa impossibilitam que muitos consumidores tenham conhecimento do conteúdo e contraria a legislação, artigo 31 do CDC. A informação adequada, clara e em língua portuguesa é direito básico”, afirma o órgão.

De acordo com o Procon-SP uma das cláusulas descritas no aplicativo prevê a possibilidade de compartilhamento dos dados do consumidor – “o conteúdo do usuário e suas informações” – com as empresas que fazem parte do mesmo grupo, prestadoras de serviços e organizações terceirizadas, violando o direito de não fornecimento a terceiros de seus dados pessoais e infringindo também o Marco Civil da Internet (artigo 7º, VII, Lei 12.965/14).

Além disso, há uma outra cláusula "que prevê que os dados do consumidor podem ser transferidos para outros países que não tenham as mesmas leis de proteção de dados que as do país de origem, o que implica em renúncia de direitos dos consumidores", o que seria uma atitude abusiva, segundo o órgão.

As penalidades aplicadas ficaram entre R$ 9.964.615,77, valor máximo estipulado pelo CDC, para o Google e R$ 7.744.320,00, para a empresa da maçã. As companhias informaram que não vão se pronunciar sobre o caso, que ainda cabe recurso. 

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) proibiu o embarque de MacBook Pro de 15 polegadas, computador portátil da Apple, em voos operados no Brasil. A recomendação foi publicada no site da agência reguladora nesta quarta-feira, 28, e enviada para as companhias aéreas que atuam no país. "A recomendação é válida até que a fabricante realize a substituição dos modelos defeituosos", afirma a nota.

De acordo com a Anac, a restrição vem de "problemas detectados" em lotes de baterias de lítio fabricadas entre setembro de 2015 e fevereiro de 2017, que podem provocar explosões. A orientação da agência reguladora é que os dispositivos defeituosos não sejam transportados como bagagem de mão nem despachados no porão dos aviões, "dados os riscos que representam para as operações aéreas".

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A Anac orienta ainda que os passageiros chequem no site da Apple se o dispositivo está na lista de recall da marca. A agência, porém, não especificou como ocorrerá a fiscalização. De acordo com a agência, quem embarcar com o dispositivo "será orientado a manter o dispositivo desligado e não recarregar o aparelho durante o voo".

A lista completa dos produtos classificados como perigosos pelas regras internacionais de aviação civil pode ser consultada na página "O que posso transportar?", no site da ANAC.

Celulares que explodem

Essa não é a primeira orientação do tipo emitida pela ANAC. Em 2016, o Galaxy Note 7, da Samsung, começou a registrar faíscas e explosões durante voos comerciais em todo o mundo, o que levou à proibição do aparelho a bordo.

Após vários incidentes com o smartphone, mesmo após novas certificações de segurança, a Samsung decidiu suspender a produção do Galaxy Note 7. De acordo com a companhia sul-coreana, mais de 2,5 milhões de celulares precisaram passar pelo recall.

A companhia americana Amazon afirmou nesta quarta-feira (28) que mais de 400 departamentos de polícia dos Estados Unidos se uniram a sua rede "Ring Neighbours", um programa de combate ao crime que utiliza os vídeos gravados pelo interfone residencial digital desenvolvido pela empresa que tem gerado preocupações com as liberdades civis.

O programa "Ring Neighbours" (em tradução livre, "Campainha de Vizinhos) representa uma parceria incomum entre a empresa de tecnologia e as agências de aplicação da lei naquele país, através da qual eles ofereceram dispositivos Ring gratuitamente ou com desconto para os residentes como parte dos esforços de prevenção ao crime.

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A Ring, fabricante de dispositivos comprada pela Amazon por 839 milhões de dólares, afirma que seu interfone com vídeo e suas aplicações associadas ajudam a melhorar a comunicação entre os moradores e seus respectivos departamentos de polícia.

A comunicação entre o morador e a polícia se dá através do compartilhamento das imagens obtidas pelo aparelho com as forças de segurança. "Hoje, 405 agências usam o Neighbors, que permitem aos agentes da ordem pública interagir com sua comunidade local", disse o diretor-executivo da Ring, Jamie Siminoff, em seu blog.

Isto inclui "divulgar informação importante sobre crimes e atos de segurança em suas vizinhanças" e "pedir ajuda em investigações ativas emitindo solicitações de gravações de vídeo", explicou Siminoff.

Mas o programa também gerou temores entre grupos de defesa das liberdades civis de maior vigilância da polícia sem garantias de como os dados são coletados e armazenados.

Jay Stanley, analista de políticas da União das Liberdades Civis dos Estados Unidos, disse que o programa corre o risco de gerar grandes quantidades de dados carregados na nuvem da Amazon, que podem ser acessados por autoridades sem proteção da privacidade.

"Você tem duas instituições poderosas, a Amazon e a polícia, que cooperam para aumentar a vigilância nas comunidades americanas, e isso é um pouco assustador e desconcertante", disse Stanley.

"E a Amazon tem policiais para promover a Ring, servindo como agentes de vendas financiados com dinheiro público", disse. Mas a Amazon respondeu ao que chamou de notícias "enganosas" sobre o programa.

"Queremos deixar as coisas claras: os clientes, não as autoridades, têm controle sobre seus vídeos", disse a empresa em comunicado enviado por e-mail.

A Amazon disse que os vídeos são compartilhados somente se um cliente der o seu consentimento ou se tornar público e se os responsáveis pela aplicação da lei "precisarem passar pela equipe do Ring quando fizerem uma solicitação de vídeo aos clientes".

A Apple anunciou nesta quarta-feira (28), que vai suspender temporariamente o programa de classificação da Siri. O projeto, que contava com funcionários da empresa ouvindo algumas amostras de áudio sem o consentimento prévio dos usuários, já havia tido suas análises suspensas desde o começo de agosto, porém, a empresa decidiu que as gravações iam contra sua política de privacidade e preferiu interromper toda a atividade. 

Para quem não sabe a companhia gravava para posteriormente transcrever e analisar cerca de 0,2%  das conversas de seus usuários. A intenção era melhorar a qualidade do serviço de sua assistente virtual, prática comum entre muitas empresas do setor de tecnologia. Porém, a descoberta da atividade não caiu bem entre os usuários. A recepção foi tão negativa que a maçã resolveu, além de interromper o programa, pedir desculpas. 

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“Como resultado de nossa análise, percebemos que não estamos cumprindo plenamente nossos altos ideais e, por isso, pedimos desculpas. Como anunciamos anteriormente, interrompemos o programa de classificação da Siri. Planejamos retomar mais tarde, neste outono, quando as atualizações de software forem lançadas para nossos usuários”, disse um comunicado oficial da empresa.

A companhia defende que as gravações eram feitas para melhorar a experiência do usuário, monitorando a Siri para que a ferramenta fosse cada vez mais confiável. Apesar disso, a companhia de Tim Cook fará alterações no aprendizado da assistente. O primeiro é passo é não manter mais as gravações de áudio das interações Siri. Apenas transcrições geradas por computador continuarão a serem ouvidas. 

Outra mudança é que os usuários poderão optar por ajudar a Siri a melhorar aprendendo com as amostras de áudio de suas solicitações. Ou seja, você pode escolher que a empresa ouça ou não sua interação com a assistente. E não precisa ser para sempre. Quem optar por participar poderá cancelar a “ajuda” a qualquer momento. 

Por último apenas funcionários da Apple poderão ouvir as amostras de áudio coletadas das interações com a Siri. Ciente de que podem haver equívocos a empresa também se compromete a excluir qualquer gravação que seja determinada como um acionador inadvertido da assistente. É possível conhecer todas as mudanças na página de suporte da empresa. 

A polícia francesa conseguiu neutralizar um "botnet", uma rede de computadores hackeados que incluía quase um milhão de máquinas, principalmente localizadas na América Latina.

De acordo com a polícia francesa, mais de 850.000 computadores foram liberados do "botnet" que os conectava de maneira clandestina. E o número pode aumentar.

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"É uma grande operação pelo número de computadores envolvidos", explicou à AFP Gérôme Billois, analista francês de segurança cibernética da empresa Wavestone.

Ele afirmou que a operação mostra um "alto nível de perícia" dos hackers, que utilizaram uma forma de operação criativa depois que foram advertidos originalmente pelo programa antivírus tcheco Avast.

De acordo com a polícia e o Avast, o caso começou quando o programa antivírus informou a força de segurança no início de 2019 sobre a presença na região de Paris de um servidor que comandava uma rede de computadores infectados, principalmente na América Central e América do Sul.

A polícia e o Avast informaram que a rede de computadores infectados permitia aos hackers gerar principalmente criptomoedas Monero.

A operação foi possível graças a uma falha de segurança no software usado pelos hackers, que estão sendo identificados em investigações que ainda não chegaram ao fim, indicou a polícia.

Na última sexta-feira (23), o Facebook divulgou um comunicado fornecendo novas informações sobre o caso Cambridge Analytica. Em um acordo com a Procuradoria Geral do Distrito de Columbia, a empresa resolveu tornar público um documento de setembro de 2015, em que funcionários do Facebook discutem a raspagem de dados públicos. A decisão foi tomada para evitar confusões a respeito do caso, já que envolvia relatos não confirmados de acesso ou coleta de dados públicos de nossos produtos por meios automatizados.

Esses relatos poderiam ser confundidos com as violações de políticas feitas por Aleksandr Kogan, o desenvolvedor de aplicativos que vendeu dados de usuários do Facebook para a Cambridge Analytica. "O Facebook não tomou conhecimento de que Kogan vendeu dados para a Cambridge Analytica até dezembro de 2015. Esse é um fato que testemunhamos sob juramento, que descrevemos aos nossos principais reguladores e que sustentamos", afirma Paul Grewal, Vice-presidente Jurídico da empresa.

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 De acordo com a companhia em setembro de 2015, um funcionário do Facebook compartilhou rumores vindos de um concorrente da Cambridge Analytica, que alegou que a empresa de análise de dados estava fazendo uma coleta de dados públicos. Ou seja, mesmo se seu perfil na rede social fosse fechado outras pessoas poderiam ter acesso a ele. 

Ainda segundo a empresa, um engenheiro chegou analisar essa suspeita, mas não encontrou evidências de raspagem de dados. Apenas em dezembro de 2015 é que foi identificada a primeira indicação do envolvimento de Kogan. O incidente que envolveu a venda não autorizada de dados para a Cambridge Analytica.

"O caso Cambridge Analytica foi um erro para nós, e temos trabalhado muito para endereçar  a situação. Aprendemos muitas lições que nos ajudarão a nos tornar uma empresa mais forte no futuro", encerrou Grewal.

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Os dados pessoais hackeados de quase 90.000 clientes alemães da Mastercard foram publicados esta semana em um fórum na internet, incluindo números de cartões de crédito, informou a imprensa alemã, o que levou a empresa a suspender, nesta quinta-feira, a plataforma social atacada.

"Entre outras coisas suspendemos imediatamente a plataforma 'Priceless Specials' depois de tomar conhecimento do incidente", declarou a empresa de serviços financeiros em um comunicado.

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A nota afirma que a empresa está "trabalhando para buscar e resolver os problemas relacionados".

"Priceless Specials" é um programa de fidelidade, que permite aos titulares de cartões Mastercard acessos a bônus ou descontos em outros serviços (aluguel de carros, passeios, etc)

A revista Manager Magazin revelou o vazamento depois de ter sido alertada por um empresário do setor digital alemão sobre a publicação em um fórum na internet de um arquivo com endereços, números de telefone, nomes e números de cartões bancários de 90.000 clientes deste serviço no país.

A identidade e o objetivo dos hackers não foram divulgados.

O roubo aconteceu um mês e meio depois do ataque ao banco Capital One Financial, que resultou no vazamento dos dados de 106 milhões de pessoas. A responsável pela ação, uma hacker americana, foi detida menos de duas semanas após a descoberta da operação.

Acontece nesta quinta-feira (22), o Security Talks, evento que pretende discutir como a tecnologia está sendo aplicada em ambientes públicos e privados. Casos envolvendo sistemas de monitoramento de última geração, inteligência artificial usada para segurança, inovações voltadas para o setor de educação, energia elétrica e muitas outras aplicações serão tratadas durante o encontro. 

Entre os exemplos que serão citados durante o evento está o do Governo da Bahia e o sistema de Reconhecimento Facial implantado pela Secretaria da Segurança Pública. A tecnologia ajudou na captura de 39 criminosos foragidos da Justiça ou que haviam descumprindo critérios de prisão domiciliar no primeiro semestre de 2019.

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Além dos cases, implicações legais do seu uso  para as empresas também serão abordados o evento, incluindo os impactos da Lei Geral de Proteções de Dados (LGPD). Durante intervalos das sessões serão realizadas demonstrações das soluções de áudio e videomonitoramento com técnicas de Inteligência Artificial com algoritmos treinados para detectar cenas de violência, armas de fogo, além de padrões específicos em meio a multidões e verificação de rotinas de trabalho.

O encontro é promovido pela Avantia Tecnologia, que acontece no auditório do empresarial JCPM, nesta quinta-feira (22/08), a partir das 8h40. Os ingressos ainda estão disponíveis e custam R$ 200.

Confira a programação completa das palestras:

Maurício Barbosa, secretário de Segurança Pública na Bahia - projeto vídeo-polícia expansão do Estado da Bahia;

Adriano Oliveira, gerente de produtos da Dahua - Inteligência Artificial para cidades seguras;

Iranilson Lima, diretor do Colégio Marista-Belém - Práticas Educativas e Segurança Humana;

Larissa Cahú e Isabelle Rufino, da Fonte Advogados - Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e os impactos na segurança;

Sidarta Varela, coordenador de Produtos no Avantia Labs - Vivendo a área da Transformação;

Rodrigo Leal, gerente do departamento de engenharia e implantação de telecomunicações da Chesf - A segurança eletrônica aplicada ao setor de energia;

Fred Sobral, especialista em facilites, gestão comercial e logística do Grupo Moura - segurança empresarial: investimento e não despesa;

Marcos Souza, palestrante - Dez razões para investir em soluções integradas de segurança;

O Facebook apresentou nesta terça-feira (20) uma nova ferramenta para que seus usuários possam controlar seus dados obtidos pelo grupo fora da rede social, em uma tentativa de se mostrar mais pró-ativo na proteção de informações pessoais.

A menos de uma semana, foram reveladas novas práticas cometidas pelo Facebook, que reconheceu ter transcrito escutas de trechos sonoros de conversas de alguns usuários, algo que a primeira rede social do mundo havia negado por muito tempo.

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Com a nova ferramenta apresentada nesta terça-feira, o grupo explicou que deseja "devolver o controle" de seus dados aos usuários da rede.

Na prática, os usuários poderão decidir, a partir de agora, se os dados que o Facebook obtém por meio de aplicativos ou de sites de terceiros que consultam (como serviços de vendas on-line) podem ou não ser vinculados às suas contas na rede social.

"Em geral, usamos esses dados para propor publicidade relacionada aos dispositivos, ou às informações que foram pesquisadas na Internet. Mas sabemos que é importante fornecer mais transparência e controle aos nossos usuários sobre esse tipo de dado", explicou Stephanie Max, responsável pelos produtos do Facebook, em uma coletiva de imprensa on-line.

As novas funções de confidencialidade foram lançadas nesta terça em formato de teste na Irlanda, Espanha e Coreia do Sul, antes de serem disseminadas mundialmente "nos próximos meses". Permitirão que os usuários decidam se o total, ou parte, dos dados que o Facebook obtém em outros portais podem ser associados à sua conta pessoal.

O grupo americano obtém esses dados em vários lados, como sites de comércio eletrônico, aplicativos, ou mesmo jornais on-line, por meio de ferramentas que o Facebook oferece a outras empresas para publicidade, contagem de tráfego, ou pesquisa de produtos.

Os dados também incluem o tipo de dispositivo usado para se conectar, sua marca, ou localização geográfica, com a qual o Facebook pode propor publicidade ultrapersonalizada. Essas informações são vendidas para empresas, representando uma vultosa fonte de renda para a rede social.

- Dados anônimos -

O Facebook não considera dispensar completamente esses dados preciosos.

Se o usuário decidir, "vamos desvincular os dados, mas continuaremos a recebê-los, embora de forma anônima. Isso nos permite compilar estatísticas sobre interações publicitárias, embora sem saber" a identidade daqueles que visitam esses sites, insistiu Stephanie Max.

"Tivemos que mudar parte de nossa arquitetura para poder criar essa ferramenta, construir uma nova infraestrutura para poder desvincular os dados da conta", disse Max.

O responsável ressaltou que tal medida é "a primeira na indústria" e espera que isso sirva para "promover uma reflexão no setor como um todo sobre transparência e controle".

Dessa forma, o Facebook tenta responder às críticas sobre o manuseio de dados pessoais no aplicativo, após o escândalo do caso Cambridge Analytica, que estourou em março de 2018. O episódio colocou o grupo californiano no centro das atenções dos governos, tanto dos Estados Unidos quanto da Europa.

No final de julho, a rede social foi condenada a pagar uma multa recorde de 5 bilhões de dólares pela Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês), que garante a proteção dos consumidores, por não ter protegido os dados pessoais de seus usuários.

Embora tenha se oposto por muito tempo à regulamentação da Internet, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, mudou de ideia no final de março. Pediu aos Estados que implementem uma regulamentação real e deu como exemplo o Regulamento Europeu Geral de Proteção de Dados (GDPR), que entrou em vigor em março de 2018.

Twitter e Facebook acusaram a China de promover uma campanha na mídia social para desacreditar a mobilização pró-democracia em Hong Kong e semear discórdia na ex-colônia britânica.

Os dois gigantes americanos da tecnologia anunciaram na segunda-feira (19) que suspenderam cerca de mil contas vinculadas a essa campanha.

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"O Twitter suspendeu 986 contas que estão coordenadas no marco de uma operação respaldada pelo Estado chinês para minar a legitimidade e as posições políticas" dos manifestantes, afirmou o Twitter em um comunicado.

O Twitter também informou que fechou outras 200 mil contas, antes de serem efetivamente ativadas na rede.

"Identificamos amplos conjuntos de contas que se comportavam de forma coordenada a fim de amplificar as mensagens sobre as manifestações em Hong Kong", destacou o grupo com sede na Califórnia, Estados Unidos.

"Essas contas procuraram semear deliberadamente a discórdia política em Hong Kong e minar a legitimidade e as posições políticas dos manifestantes", acrescentou o Twitter, referindo-se às contas ativas suspensas.

O Facebook disse que algumas postagens nas contas suspensas comparavam os manifestantes de Hong Kong com os combatentes do grupo do Estado Islâmico, chamando-os de "baratas" e atribuindo a eles a planos de assassinato.

- Twitter: Pequim age nos bastidores

As pessoas que dirigiram a campanha utilizaram "táticas enganosas", incluindo contas falsas para se fazer passar por organizações de notícias, divulgar conteúdo e direcionar as pessoas, revelou o chefe de Políticas de Cibersegurança da Rede Social, Nathaniel Gleicher.

"Com frequência publicaram notícias e assuntos políticos locais, incluindo temas como os protestos em curso", completou.

"Apesar da tentativa de ocultar sua identidade, nossa investigação encontrou vínculos com pessoas associadas ao governo chinês", afirmou.

O Twitter lembrou que seu serviço é proibido pelo governo da China continental, cujos agentes, paradoxalmente, precisaram recorrer a um VPN (uma rede virtual que permite contornar as restrições para operar em uma determinada área geográfica).

Outros agentes usaram endereços IP desbloqueados para essa mesma finalidade.

O Facebook, que também é proibido na China continental, disse que cerca de 15.500 contas estavam seguindo uma ou mais das páginas que acabaram de ser deletadas de sua plataforma.

O movimento de protesto em Hong Kong foi provocado pela oposição generalizada a um plano para permitir extradições à China continental, mas levou a um movimento mais amplo pró-democracia.

Oficialmente, Pequim não intervém de modo direto na crise e permite que ela seja confrontada pelo governo local de Hong Kong. De acordo com o Twitter e o Facebook, porém, nos bastidores, o governo central chinês tenta influenciar a opinião pública por meio de redes sociais.

Ao longo de várias semanas de protestos, que envolveram milhões de pessoas em Hong Kong, os boatos on-line e as teorias de conspiração semearam confusão e aprofundaram a desconfiança.

Importante centro financeiro global, Hong Kong foi devolvida por Londres a Pequim em 1997, mas esse território de sete milhões de habitantes mantém um status especial de certa autonomia e com liberdades inexistentes na China.

burx-jac/bds/me/mis/cn/tt

Após dezenas de escândalos envolvendo contas hackeadas e conversas vazadas os engenheiros de segurança responsáveis pelo WhatsApp estão liberando cada vez mais atualizações para proteger os usuários. Agora, além da verificação em duas etapas, quem utiliza o mensageiro poderá ativar também um bloqueio por impressão digital. 

A função já havia sido liberada para celulares iOS, mas só agora chegou aos aparelhos Android. Porém, apenas os usuários que possuírem a versão Beta do aplicativo é que poderão testar a novidade. Confira o tutorial para ativar o bloqueio:

##RECOMENDA##

1 - Abra o aplicativo do WhatsApp;

2 - Clique nos três pontos que ficam no canto superior, direito, da tela;

3 - Acesse o ícone das configurações;

4 - Entre em Conta > Privacidade;

5 - Em seguida, role a tela até o final e clique em Bloqueio Por Impressão Digital;

6 - Ative o status Desbloquear com impressão digital;

7 - Confirme a impressão digital colocando o seu dedo sobre o leitor de digitais do seu aparelho; 

8 - Escolha quanto tempo levará para seu aparelho ser bloqueado e solicitar a digital;

9 - Volte para a tela inicial do aplicativo

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