Pique Novo fala sobre o Recife: “É uma emoção diferente”

Em entrevista exclusiva ao LeiaJá, a banda de pagode carioca comemorou os mais de 25 anos de carreira se consagrando no cenário nacional

por Taciana Carvalho qua, 14/03/2018 - 14:31
Allan/Divulgação Allan/Divulgação

Os integrantes da banda Pique Novo recebeu a reportagem do LeiaJá para uma entrevista exclusiva já em clima de festa. Na área de lazer do hotel que ficaram hospedados, após cumprir uma agenda de show no Recife neste final de semana, o grupo cantava empolgado os maiores sucessos da banda de pagode como “Chega de Sofrer”, “Supra-sumo do Amor” e “Uma Estrela”. Formada no Rio de Janeiro, Pique Novo aos poucos conseguiu mostrar o talento, carisma e persistência até se consolidarem nacionalmente. 

O motivo para tanta festa tem um motivo em específico. A banda lançou, recentemente, um DVD especial em homenagem aos 25 anos de carreira. O disco, em clima de aniversário, é um show diferenciado a começar pela participação de artistas também consagrados como Pericles, Molejo, Fundo de Quintal, Turma do Pagode, Dilsinho e Xande de Pilares. Também fizeram parte da comemoração dos 25 anos o grupo Tá Na Mente e até o jogador Ronaldinho Gaúcho. 

Durante a entrevista, o vocalista Liomar ressaltou que o DVD foi gravado na Portela, escola de samba localizada no Rio. Ele definiu o momento como uma emoção única. “E com a participação de amigos queridos. Foi uma festa muito bacana que nos deixou muito felizes”. 

Emoção diferente 

Liomar contou que a última vez que a banda desembarcou na capital pernambucana foi há dois anos, mas ressaltou que sempre é um sentimento único o contato com os fãs. “Sempre que viemos, sentimos uma emoção diferente. Todos aqui acolherem muito bem o nosso trabalho e temos um público maravilhoso”. 

O vocalista falou que estar no Recife é como se estivesse cantando na sala de casa de tão bem recepcionado que se sente. “Os recifenses são admiradores do nosso trabalho, acompanham a nossa discografia desde o início e fica muito mais fácil fazer o show. A galera canta do início até o fim e, às vezes, fico até impressionado porque há músicas que não tocaram na rádio e a galera mesmo assim canta com a gente. É sempre muito emocionante”.

 

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