Tópicos | Masters 1000 de Paris

O sérvio Novak Djokovic segue colecionando feitos na sua carreira. Neste domingo (2), o número 1 do mundo conquistou o título do Masters 1000 de Paris, disputado em quadras duras, ao derrotar na decisão o canadense Milos Raonic, décimo colocado no ranking da ATP, por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/3, em 1 hora e 23 minutos.

O triunfo sob piso rápido e coberto do Palácio de Bercy rendeu a Djokovic o seu terceiro título do Masters 1000 de Paris, torneio que o sérvio já havia vencido em 2009 e em 2013. Além disso, ele passa a soma 20 títulos de Masters 1000 na carreira, atrás dos 23 do suíço Roger Federer e dos 27 do espanhol Rafael Nadal.

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A vitória confirmou a freguesia de Raonic no confronto com Djokovic, que conquistou o quarto triunfo em quatro duelos, sendo três deles disputados nesta temporada. E, assim, o sérvio impediu o canadense de conquistar seu primeiro título de Masters 1000, tipo de torneio que Raonic passou a ter dois vice-campeonatos - no ano passado, perdeu a final do Masters 1000 canadense, em Montreal, para Nadal.

A conquista deste domingo também foi o primeiro de Djokovic após o nascimento do seu filho Stefan, a sexta nesta temporada do número 1 do mundo, que já havia sido campeão de Wimbledon, do Masters 1000 de Roma, Miami e Indian Wells e do Torneio de Pequim. E o 47º título da sua carreira foi assegurado com a 600ª vitória do tenista sérvio em 740 partidas.

Djokovic não encontrou muita resistência de Raonic no primeiro set. Logo no segundo game, ele conseguiu uma quebra de serviço, o que o levou a ter boa vantagem, de 3/0, que foi sustentada no restante da parcial. No oitavo game, o sérvio converteu mais um break point e fechou o set em 6/2.

O segundo set da decisão teve roteiro bastante parecido, com Djokovic novamente abrindo 3/0 com uma quebra de serviço no segundo game. Assim, o sérvio precisou apenas manter o seu serviço, que não foi ameaçado por Raonic nenhuma vez na segunda parcial, para fazer 6/3. Com isso, ele garantiu a vitória por 2 sets a 0 e a conquista do título do Masters 1000 de Paris.

Após a disputa na França, Djokovic e Raonic agora vão participar do ATP Finals. A disputa em Londres começará no dia 9 de novembro e também reunirá os suíços Roger Federer e Stanislas Wawrinka, o checo Tomas Berdych, o japonês Kei Nishikori, o croata Marin Cilic e o britânico Andy Murray.

Em um jogo no qual não ofereceu nenhuma chance de quebra de saque ao seu adversário, Roger Federer venceu o francês Lucas Pouille por 2 sets a 0, com duplo 6/4, nesta quinta-feira, e garantiu vaga nas quartas de final do Masters 1000 de Paris. Segundo cabeça de chave da competição, o tenista suíço assim se credenciou para enfrentar na próxima fase o canadense Milos Raonic, que poucas horas mais cedo superou o espanhol Roberto Bautista Agut com parciais de 7/5 e 7/6 (9/7).

Embalado pelas conquistas do Masters 1000 de Xangai e do ATP 500 da Basileia, Federer ganhou nesta quinta a sua 16ª partida consecutiva e chegará muito forte ao jogo desta sexta para assegurar lugar em mais uma semifinal de sua carreira.

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Embora tenha cedido oito games ao rival neste seu último jogo, Federer precisou de apenas uma hora e 16 minutos em quadra para despachar o surpreendente francês Lucas Pouille, 176º do ranking mundial, que antes havia eliminado o experiente croata Ivo Karlovic e passado pelo italiano Fabio Fognini, 16º cabeça de chave em Paris.

Ganhando 100% dos pontos que disputou quando encaixou o seu primeiro saque no primeiro set, o recordista de títulos de Grand Slam aproveitou a única chance de quebrar o serviço do rival para abrir vantagem e depois fechar a parcial em 6/4.

Já no segundo set, desta vez com 88% de aproveitamento dos pontos disputados com o seu primeiro saque, Federer só conseguiu converter um de nove break points, mas isso já foi o suficiente para repetir o 6/4 que liquidou o confronto.

Em outra partida encerrada há pouco tempo na capital francesa, o japonês Kei Nishikori venceu o francês Gael Monfils por 2 sets a 1, com parciais 6/1, 4/6 e 6/4, e também avançou às quartas de final. O seu próximo rival será o espanhol David Ferrer, que no início do dia arrasou o seu compatriota Fernando Verdasco por 6/1 e 6/2.

O brasileiro Marcelo Melo e o croata Ivan Dodig abandonaram a partida que travavam contra o polonês Marcin Matkowski e o austríaco Jurgen Melzer, nesta quinta-feira, na estreia na chave de duplas do Masters 1000 de Paris, quando perdiam o segundo set por 2/1, após terem caído por 6/3 na primeira parcial. Mas, apesar da decepção, eles fecharam o dia com um ótimo motivo para comemorar. Eles acabaram sendo confirmados como última parceria garantida no ATP Finals, torneio que reunirá os melhores tenistas da temporada, a partir do próximo dia 9 de novembro, em Londres.

Melo e Dodig foram beneficiados pela derrota sofrida pelo norte-americano Eric Butorac e pelo sul-africano Raven Klaasen, que também lutavam por um lugar no ATP Finals e nesta quinta caíram diante do holandês Jean-Julien Rojer e do romeno Horia Tecau, de virada, com parciais de 5/7, 6/1 e 10/6.

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Agora matematicamente garantidos na competição que fecha a temporada, Melo e Dodig

fecharam assim o grupo de oito duplas que lutarão pelo título em Londres. As outras são Bob/Mike Bryan, Daniel Nestor/Nenad Ziminjic, Alexander Peya/Bruno Soares, Jean-Julien Rojer/Horia Tecau, Julien Benneteau/Edouard Roger-Vasselin, Marcel Granollers/Marc López e Robert Lindstedt/Lukasz Kubot.

Outro brasileiro que disputará o ATP Finals, Bruno Soares também foi eliminado em sua estreia na chave de duplas de Paris nesta quinta-feira. Ele e o austríaco Alexander Peya foram derrotados pelo uruguaio Pablo Cuevas e pelo colombiano Santiago Giraldo por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 7/6 (7/4).

Essa será a segunda vez que Soares e Melo jogarão o ATP Finals, torneio que disputaram no ano passado, quando acabaram sendo eliminados nas semifinais.

O suíço Roger Federer teve uma difícil estreia no Masters 1000 de Paris. Nesta quarta-feira, o número 2 do mundo sofreu, mas conseguiu avançar ao derrotar o francês Jeremy Chardy, 30º colocado no ranking da ATP, por 2 sets a 1, com parciais de 7/6 (7/5), 6/7 (5/7) e 6/4, em 2 horas e 31 minutos.

Com chances de fechar a temporada como número 1 do mundo, Federer entrou em quadra embalado pelos títulos do Masters 1000 de Xangai e do Torneio da Basileia, um ATP 500, mas teve atuação bastante irregular, tanto que cometeu 36 erros não-forçados - em compensação, conseguiu 41 winners.

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Mesmo assim, Federer conseguiu a vitória, se vingou da derrota no Masters 1000 de Roma deste ano e fez 2 a 1 no confronto direto com Chardy. Agora, nas oitavas de final, o suíço terá pela frente o vencedor da partida entre o italiano Fabio Fognini e o francês Lucas Pouille para seguir em busca do seu segundo título do Masters 1000 de Paris, torneio que venceu em 2011.

Nesta quarta-feira, Federer enfrentou dificuldades desde o início da partida, tanto que Chardy conseguiu uma quebra de serviço no segundo game e chegou a fazer 3/0. No nono game, quando o francês sacava para fechar o primeiro set, Federer devolveu a quebra. O suíço converteu um break point no 11º game, mas em seguida foi a sua vez de desperdiçar a chance de vencer o set ao perder o seu saque. Assim, a definição seguiu para o tie-break, vencido por Federer.

O segundo set também foi bastante equilibrado. Federer teve dois match points no décimo game, no serviço de Chardy, mas o francês se recuperou e levou a definição da parcial mais uma vez para o tie-break. Chardy, então, venceu e forçou a realização do terceiro set.

Derrotado na parcial anterior, Federer reagiu logo no primeiro game da parcial decisisva e conseguiu a quebra de saque. Depois, ele só precisou administrar a sua vantagem para vencer o set por 6/4, assegurando a sua passagem às oitavas de final em Paris.

Já o búlgaro Grigor Dimitrov não teve maiores problemas para também se garantir na próxima fase do Masters 1000 francês. O número 11 do mundo derrotou o uruguaio Pablo Cuevas por 2 sets a 0, com parciais de 6/0 e 6/3, em 1 hora e 2 minutos. Seu próximo oponente será o britânico Andy Murray, que passou pelo francês Julien Benneteau (6/3 e 6/4).

O suíço Stan Wawrinka deu nesta quarta-feira o primeiro passo para encerrar a sua má fase. Vindo de três derrotas consecutivas, nas estreias em Tóquio, Xangai e na Basileia, o número 4 do mundo interrompeu a série negativa ao iniciar com vitória a sua participação no Masters 1000 de Paris, realizado no Palais Bercy, com um triunfo com ares de vingança sobre Dominic Thiem.

O atual campeão do Aberto da Austrália derrotou o austríaco, 37º colocado no ranking da ATP, por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 7/6 (8/6), em 1 hora e 36 minutos. Assim, se recuperou da derrota no único confronto anterior com Thiem, na edição deste ano do Masters 1000 de Madri.

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Dessa vez, Wawrinka teve um bom início diante de Thiem e chegou a abrir 3/0 com uma quebra de saque no segundo game. O austríaco reagiu e devolveu a quebra no sétimo game, empatando em seguida o primeiro set em 4/4. No décimo game, porém, o suíço converteu novo break point e venceu a parcial por 6/4.

O segundo set não teve quebras de serviço, com quatro break points sendo salvos, sendo três por Thiem. A disputa, então, seguiu para o tie-break, que acabou sendo vencido por Wawrinka. Classificado às oitavas de final, o suíço agora terá pela frente o sul-africano Kevin Anderson, número 18 do mundo, que passou pelo colombiano Santiago Giraldo (6/4 e 7/6) na última terça-feira.

Também nesta quarta-feira, o canadense Milos Raonic, número 10 do mundo, teve dificuldades, mas avançou às oitavas de final do Masters 1000 de Paris ao derrotar o norte-americano Jack Sock, 44º colocado no ranking, por 2 sets a 1, com parciais de 6/3, 5/7 e 7/6 (7/4). Seu próximo oponente sairá do confronto entre o francês Richard Gasquet e o espanhol Roberto Bautista Agut.

Mais de mil pessoas foram às ruas em Versalhes, nos arredores de Paris, para protestar contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, enquanto centenas se reuniram na capital francesa para pedir a retirada do projeto de lei que permite a união homossexual.

Em Versalhes, milhares de manifestantes protestaram, segundo os organizadores, incluindo jovens estudantes, pais e mães e aposentados. "Não cederemos. Hollande fascista, ditadura socialista", gritavam.

"Não se anuncia um referendo, não tivemos um debate público. Isso materializa o ressentimento", explicou à AFP o prefeito de Versalhes, François De Mazières, que considera que "o movimento é e continuará sendo pacífico".

"Nossa cidade nunca se mobilizou tanto. Faz falta um governo que nos ouça", acrescentou.

Em Paris, o número de manifestantes chegou a 800, segundo a polícia, e a 1.500, de acordo com os organizadores, que convocaram concentrações todas as noites próximo da Assembleia Nacional. A partir desta quarta-feira, os deputados estudarão o projeto de lei em segunda leitura, após sua adoção prévia no Senado. Um forte esquema policial já foi montado ao redor do prédio, nesta terça à noite.

Aos gritos de "Hollande, não queremos sua lei", "Hollande, renúncia!", ou "Retirada imediata do projeto de lei", os manifestantes agitavam bandeiras azuis, rosas, ou brancas da "Manifestação para todos" contra o "casamento para todos".

O espanhol David Ferrer espantou a zebra e conquistou neste domingo o maior título da sua carreira. O número 5 do mundo faturou o título do Masters 1000 de Paris, disputado em quadras duras e rápidas na França, ao derrotar o polonês Jerzy Janowicz, 69º colocado no ranking da ATP e que veio do qualifying, por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/3, em 1 hora e 27 minutos.

Ferrer vive a melhor temporada da sua carreira e neste domingo se isolou como o tenista com maior número de títulos em 2012 - sete, um a mais do que o suíço Roger Federer. O título deste domingo, porém, é o principal da carreira do espanhol, que nunca havia vencido um Masters 1000 e veio apenas na quarta decisão. Antes, ele havia sido vice em Roma, em 2010, e em Montecarlo e em Xangai, no ano passado.

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Com a vitória, Ferrer também freou a surpreendente campanha de Janowicz em Paris. O tenista polonês precisou disputar o qualifying e depois surpreendeu ao eliminar o britânico Andy Murray e o sérvio Janko Tipsarevic antes de superar o francês Gilles Simon nas semifinais.

Na decisão deste domingo, o excesso de erros cometidos pesou contra Janowicz. O tenista polonês fez 27 winners e 11 aces, mas terminou o duelo com 43 erros não-forçados. Bem mais consistente, Ferrer somou 13 bolas vencedoras, cinco aces e apenas 12 erros. Além disso, o espanhol conseguiu três quebras de serviço em sete oportunidades, além de ter salvado três de quatro break points.

Marcelo Melo será o representante brasileiro nas semifinais da chave de duplas do Masters 1000 de Paris, disputado em quadras rápidas e cobertas. Nesta sexta-feira, ele avançou na França, em parceria com o croata Marin Cilic, ao derrotar o compatriota Bruno Soares, seu companheiro na Copa Davis, e o austríaco Alexander Peya por 2 sets a 1, com parciais de 6/4, 4/6 e 10/7, em 1 hora e 29 minutos.

Esta será a segunda semifinal de Masters 1000 disputada neste ano por Melo e Cilic, que igualaram a campanha de Xangai. Em busca de uma vaga na decisão, Melo e Cilic vão enfrentar a dupla vencedora do jogo Aisam-Ul-Haq Qureshi(Paquistão)/Jean-Julien Roje(Holanda) x Max Mirnyi(Bielo-Rússia)/Daniel Nestor(Canadá).

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Nesta sexta-feira, Soares e Peya não tiveram o saque ameaçado no primeiro set e converteram um de seis break points para garantir o triunfo por 6/4. O placar foi devolvido no segundo set por Melo e Cilic que conseguiram duas quebras de serviço contra uma dos adversários. Assim, a disputa seguiu para o super tie-break, quando Melo e Cilic se deram melhor.

A derrota desta sexta-feira significa o fim da temporada de competições oficiais para Soares e Peya. Neste ano, eles foram campeões dos Torneios de Kuala Lumpur, Tóquio e Valência. O brasileiro também faturou os títulos do Brasil Open, em São Paulo, com o norte-americano Eric Butorac, e do Torneio de Estocolmo, com Melo.

SIMPLES - Também nesta sexta-feira, mais um candidato ao título foi eliminado na chave de simples do Masters 1000 de Paris. Depois do sérvio Novak Djokovic, do britânico Andy Murray e do argentino Juan Martin del Potro, foi a vez do checo Tomas Berdych cair.

O número 6 do mundo foi eliminado nas quartas de final ao perder para o francês Gilles Simon, 20º colocado no ranking da ATP, por 2 sets a 0, com um duplo 6/4. Nas semifinais, o tenista local vai encarar o vencedor da partida entre o sérvio Janko Tipsarevic, número 9 do mundo, e o polonês Jerzy Janowicz, 69º colocado no ranking da ATP, que veio do qualifying.

Apesar da eliminação, Berdych vai participar na próxima semana do ATP Finals, em Londres, que reúne os oito melhores tenistas da temporada. No ano passado, o checo avançou até as semifinais.

O tenista Rafael Nadal anunciou nesta quinta-feira (25) que não irá participar do Masters 1000 de Paris e das finais da ATP, disputadas em Londres. O espanhol deverá voltar a competir no Aberto da Austrália, primeiro grande torneio da temporada 2013.

"Me desaponta o fato de perder os últimos dois torneios da temporada, em Paris e Londres, mas não chega a ser uma surpresa. Torço para que eu volte a treinar logo, já que eu tenho conseguido um bom progresso em minha recuperação das lesões (nos joelhos). Não estou pronto para competir em alto nível nestes eventos, então vou continuar minha recuperação em Mallorca (ESP) e trabalhar para voltar o mais rapidamente possível", disse Nadal em sua página oficial no Facebook.

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O espanhol deixou de competir desde a derrota precoce do torneio de Wimbledon, que é o terceiro Grand Slam do ano. Na segunda rodada ele perdeu para o tcheco Lukas Rosol e disse que se afastaria das lutas por conta de problemas no joelho. O tenista não defendeu o seu título olímpico e não participou do Aberto dos Estados Unidos.

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